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‘Riverdale’: Episódio 17 da 2ª temporada ganha promo; Assista!

As coisas estão esquentando em ‘Riverdale‘ e o próximo episódio, intitulado ‘The Noose Tightens’, ganhou uma nova promo.

Confira:

No Brasil, Riverdale é transmitida simultaneamente pelo canal pago Warner Channel e a 1ª temporada já está disponível na Netflix.fevereiro.

 

‘Bohemian Rhapsody’: Bryan Singer compartilha vídeo da gravação do Live Aid

Após a vitória de ‘Bohemian Rhapsody‘ no Globo de Ouro, o diretor da produção, Bryan Singer, manifestou seu contentamento por ter ganhado o prêmio e aproveitou a ocasião para divulgar um material inédito.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele compartilhou um vídeo dos bastidores da gravação do show Live Aid, feito para o filme.

Um das partes mais importantes da trama, o show é a consagração final da carreira de Freddie Mercury e é considerado um dos momentos mais emblemáticos da história da música.

No vídeo mostrado, é possível ver Rami Malek cantando a música título do filme, com uma pequena plateia assistindo, com um chroma key ao fundo.

Assista:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Part 2: first shot, first take of @bohemianrhapsodymovie #liveaid #bovingdonairfield @brianmayforreal doing some #3dphotography

Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em


Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

‘Empire’: Poder, cobiça e assassinatos na promo do episódio 6×12; Confira!

A popular série musical Empire está de volta com sua última leva de nove episódios e as coisas estão esquentando com a família Lyon.

E uma enorme disputa por poder e dinheiro podem acabar levando a família e seu império às ruínas, conforme pontua a promo do episódio 6×12.

Assista:

O elenco conta com Terrence Howard, Bryshere Y. Gray, Trai Byers, Taraji P. Henson, Ta’Rhonda Jones, Gabourey Sidibe e Serayah.

Crítica | O Grande Ivan – Belo filme dublado e produzido por Angelina Jolie estreia no Disney+

Entre alegóricos espetáculos circenses, existem histórias pouco narradas. Abafadas por grandiosas jaulas que restringem toda a sua liberdade, muitos animais selvagens viveram seus dias distantes do seu habitat natural, para o puro entretenimento humano. Essa dura realidade, que se estendeu por séculos, ganha uma percepção diferente pela ótica de O Grande Ivan, nova aventura dramática original do Disney+. Produzida e também dublada por Angelina Jolie, a produção resgata a história verídica de um gorila criado como gente, que surpreendeu o mundo por sua apaixonante habilidade artística. E aqui, em uma paráfrase da vida real, Ivan desenha o sonho de uma vida colorida que lhe fora negada desde a sua infância.

Como um conto mais simbólico e metafórico para encantar o público infantil, o livro escrito por K. A. Applegate, na qual o drama é baseado, visa trazer uma visão mais fantabulosa daquilo que um dia realmente estampou as manchetes dos jornais norte-americanos. Dando voz e cor aos anseios de Ivan e de sua trupe de colegas bichanos que também se apresentavam no circo de um shopping, a trama visa contar a história pela perspectiva de quem a viveu na pele. E se apropriando do antropomorfismo como a linguagem ideal para tal, o roteirista Mike White traz as páginas literárias à vida, em uma produção capaz de cativar até mesmo o coração mais insensível.

Sob a habilidosa direção de Thea Sharrock, animais em CGI e humanos interagem entre si, em um espetáculo visual que é de encher os olhos. Detalhista desde a construção dos traços e linguagem corporal dos bichanos à expressividade facial que beira um realismo impressionante, O Grande Ivan é grandioso em absolutamente tudo e conta com um elenco poderoso de dubladores, composto por Sam Rockwell, Brooklynn Prince, Chaka Khan, Danny DeVito, Helen Mirren e Phillipa Soo. Conquista os pequenos mediante dinâmica entre os personagens que formam a atração do circo e cativa os adultos pela elaborada reflexão que alicerça o filme do começo ao fim. Em essência, o longa feito para todos e traz uma mensagem poderosa para cada um dos tipos de público.

Fazendo um hibridismo entre a leveza do humor sem censura com um drama particular que envolve relações familiares rompidas e problemas genuínos da vida real (como crise financeira), a produção é uma combinação equilibrada e quase impecável entre o drama, o espírito aventureiro e até mesmo o fator documental. Projetando os seus holofotes para a pontual questão de enjaulamento de animais selvagens para fins lucrativos, O Grande Ivan segue atual em toda sua abordagem, à medida que ainda explora o evidente problema que os circos passaram a enfrentar quando olhos do mundo voltaram-se para a atrocidade que era forçar animais selvagens a performaram espetáculos espalhafatosos.

Sensível e delicado do começo ao fim, o filme ainda consegue desenvolver habilmente as complexas camadas do protagonista vivido por Bryan Cranston. Aqui, ele dá vida a Mack, um homem que guarda um passado dolorido e vive um presente solitário, fazendo da sua maior alegria o ato de alegrar os outros com seu circo animalesco. Aquém ao problema socioambiental que seu trabalho exerce, ele é uma figura repleta de camadas, mais percebidas pela audiência mais adulta. Nem vilão e nem mocinho, ele é um homem que faz o que pode com o que possui e conquista o público por profundidade emocional e relacional em tudo que faz. Sob a caracterização do premiado Cranston, o que poderia ser um personagem sem carisma e afeição popular, se transforma em uma figura identificável e compreensível.

E essa mesma didática é aplicada em todas as esferas da produção, principalmente na relação humanos-animais. Com uma abordagem perspicaz feita por Sharrock e White, o longa se consolida como uma experiência sinestésica diferenciada. Nos colocando em uma posição privilegiada onde somos capazes de sentir as dores de ambos os grupos de personagens, somos induzidos a uma auto reflexão sobre o nosso papel diante da natureza, conforme nos emocionamos à medida que a trama escalona diante dos nossos olhos. Com uma coloração elaborada que protege o verde de todo o filme – guardando-o apenas para o grande clímax do personagem Ivan, O Grande Ivan é muito mais do que puro entretenimento familiar. É também uma linda aula sobre responsabilidade e sensibilidade socioambiental.

‘Horizonte Profundo: Desastre no Golfo’: Ação com Mark Wahlberg será REMOVIDA da Netflix

O drama de ação baseado em fatos reais, ‘Horizonte Profundo: Desastre no Golfo‘, será removido da Netflix em breve. A produção, estrelada por Mark Wahlberg, deixa a grade de programação no próximo dia 01 de fevereiro.

A história se passa no Golfo do México, na plataforma de perfuração marítima Deepwater Horizon. Diante de um dos piores vazamentos de petróleo na história dos EUA, Mike Williams e os demais trabalhadores embarcados lutam para escapar com vida do terrível acidente.

Kurt Russell, John Malkovich, Gina Rodriguez, Dylan O’Brien e Kate Hudson completam o elenco.

Peter Berg assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Matthew Michael Carnahan, Matthew Sand e J.C. Chandor.

Confira trailer:

Crítica | The Marvelous Mrs. Maisel – Tony Shalhoub é o grande destaque da Segunda Temporada

Após praticamente um ano da estreia da primeira temporada, a segunda parte da série criada por Amy Sherman-Palladino (Gilmore Girls) chegou na plataforma da Amazon Prime Video. Lembrando que a produção recebeu diversos prêmios audiovisuais incluindo dois Globos de Ouro e oito Emmys e já concorre com esta etapa ao Globo de Ouro de 2019.

A segunda temporada de The Marvelous Mrs. Maisel tem início alguns meses depois dos últimos acontecimentos da season finale da primeira parte. Com Midge (Rachel Brosnahan) e Susie (Alex Borstein) agora buscando lugares para que a primeira possa se apresentar e Abe (Tony Shalhoub) tentando descobrir os motivos de Rose (Marin Hinkle) ainda não ter retornado de sua viagem a Paris. A partir disso, a série começa a se desenrolar durante seus dez episódios.

Com os personagens já estabelecidos, Palladino decide investir em mostrar um pouco mais dos coadjuvantes, dando ênfase para os pais da protagonista, especialmente Abe Weissman. Shalhoub é o grande destaque desta temporada e realiza as melhores cenas, seja sozinho ou nos diálogos e/ou troca de olhares com a filha. Inclusive, sendo um dos motivos para que ‘Midnight at the Concord’ (2×05) seja um dos melhores, senão o melhor capítulo desta parte da produção. Em seguida é preciso bater palmas para Alex Borstein que entrega uma Susie ainda mais sarcástica, pontual nas piadas e mais humanizada. É evidente, em sua interação com Midge, o quanto essa amizade é importante para a mesma, ao ponto de proteger a comediante não somente no ambiente profissional, mas também pessoal. Além desses, Rose e Joel (Michael Zegen) ganharam também mais espaço juntamente ao próprio Ethan (Nunzio Pascale), que recebeu mais falas.

Em relação a protagonista, esta temporada permite que o público acompanhe seu crescimento profissional, a confiança que a mesma ganha a cada apresentação bem sucedida, assim como suas frustrações com a demora do alcance de sucesso profissional. Midge está com tudo nos palcos e entrega stand-ups espetaculares, sendo o melhor deles no quinto episódio. Ademais, é intrigante acompanhar suas interações com Lenny Bruce (Luke Kirby), que mesmo sendo poucas, sempre compartilha diálogos importantes para a evolução da mesma. É necessário comentar a respeito da participação especial de Zachary Levi como Benjamin, o interesse amoroso da personagem de Brosnahan nesta etapa. O personagem – que é judeu, médico e digno de cenas espetaculares e divertidíssimas -possui uma química maravilhosa com a comediante e só agrega em positivo para a criação de Amy Sherman-Palladino.

Em quesitos de roteiro e storyline, é importante admitir que a primeira temporada de The Marvelous Mrs. Maisel segue sendo seu troféu de ouro, entretanto, esta segunda não passa tão longe. Com uma narrativa construída cuidadosamente, trabalhando de forma coerente o drama e a comédia, esta parte se ergue principalmente por causa de seus personagens e elenco bem escolhido. A decisão por dar espaço para os coadjuvantes ganharem vida diante as telas foi uma jogada de mestre de sua criadora e roteiristas.

Na parte de direção, a série continua acertando e Palladino, quando assume o papel de diretora, mostra que não só de palavras em um papel ela é feita. Inclusive, ‘Midnight at the Concord’ é um dos capítulos dirigidos pela mesma. Além disso, a trilha sonora está espetacular, assim como o contraste das cores escolhidas para cada temática dos episódios. Outro ponto que é preciso salientar são os figurinos que também entram na lista de coisas cuidadosamente selecionadas para a produção.

The Marvelous Mrs. Maisel realiza uma segunda temporada espetacular, recheada de críticas ao machismo presente na sociedade naquela época que ainda vive nos dias atuais, mantém o humor singular construído na primeira parte e permanece com sua riqueza de narrativa com diversas referências do período. A série de TV continua a merecer seu lugar de destaque como uma das melhores dramédias no ar atualmente. Ademais, prepare-se para ficar sem saber como lidar com o cliffhanger deixado para a próxima temporada.

Crítica 2 | The Cloverfield Paradox – Uma surpresa frustrante

Já se passaram 10 anos desde que o mundo conheceu a trama misteriosa de ‘Cloverfield’, filme de suspense estilo found footage que marcou uma geração de fãs apaixonados pelo gênero e estabeleceu um jogo virtual que manteve as pessoas vidradas até os dias de hoje.

Como tudo que faz sucesso sempre retorna, demorou alguns anos (mais precisamente oito anos) para que ‘Rua Cloverfield, 10’ chegasse de surpresa e junto trouxesse de volta um suspense visceral, com referencias ao filme original, mas que caminhava por si só e apresentava uma trama consistente. Tornando-o um dos melhores thrillers de 2016.

E como o fator surpresa é o carro chefe da franquia, eis que surge antes do previsto The Cloverfield Paradox, longa que serve como a terceira parte da história. Mas, como podemos ver, nem sempre surpresas são boas.

A trama, que já havia sido revelada há algum tempo, (algo que pesa negativamente comparado aos dois filmes anteriores, que mantiveram seu enredo em sigilo total até o seu lançamento) se passa em 2028, quando a falta de combustíveis fez com que a humanidade usasse um recurso radical, enviando uma estação batizada de Cloverfield para o espaço carregando um acelerador de partículas com a potencialidade de criar energia ilimitada, mas também o risco de criar um rasgo no tempo-espaço e trazer criaturas para o planeta Terra. E para a surpresa de todos (ou não), o filme não vai além disso.

Nada surpreende. O roteiro fraco, escrito pela dupla Oren Uziel e Doug Jung, tenta a todo custo encaixar a trama dentro da franquia, coisa que nunca havia sido uma preocupação anteriormente, tornando-o dependente de explicações e argumentações desnecessárias. Tudo é muito exagerado, mesmo que esteja lidando com múltiplos universos e realidades paralelas, a complexidade faz a trama se afastar do mistério primordial e cair em todos os clichês da ficção científica, perdendo assim a magia e o suspense.

E o que seria de ‘Cloverfield’ sem o fator mistério? É o suspense que marcou a franquia, e aqui ele existe apenas como pano de fundo. Os personagens rasos não emocionam e não nos cativam, com exceção da Gugu Mbatha-Raw, que possui um arco interessante e crescente, e isso para não falar do núcleo que se passa na Terra, onde o marido da protagonista precisa se salvar e ajudar uma menina em meio ao caos de uma possível “guerra”. Nem mesmo o alivio cômico vivido pelo talentoso Chris O’Dowd sustenta, muitas piadas em momentos inapropriados (como a infame cena do braço, que serve ridiculamente de deus ex machina!) tiram a tensão do filme quando, na verdade, ela deveria ser sustentada.

Outros pequenos detalhes do roteiro incomodam, como o fato de todos falarem o idioma inglês, exceto a personagem Tam, vivida pela atriz Ziyi Zhang, que fala chinês e todos parecem entender muito bem. Por que então não falar uma língua em comum?

Somos o tempo todo levados a expectativa de ver o famigerado monstro novamente ou de ver conexões com os filmes anteriores, porém nos frustramos com a ausência de significado em cenas que parecem ter sido inseridas apenas para justificar ‘Cloverfield’ no título. Brincar com a desejo do espectador é bom, mas precisa compensar, senão a sensação é de enganação no final.

Se por outro lado há pequenos easter eggs aqui e ali, uma trilha empolgante (feita pelo ótimo Bear McCreary), um cenário bem construído e uma preocupação da direção, comandada por Julius Onah, em fazer um grande filme, o projeto foi visivelmente afetado por inúmeros problemas, levando-o a ser comprado pela Netflixcancelando assim sua estreia nos cinemas. São poucos os momentos memoráveis, como a cena em que uma estranha personagem aparece misteriosamente na estação espacial. Poucas pitadas de surpresa se perdendo em um turbilhão de acontecimentos desempolgantes e tentativas de assustar no melhor estilo Alien.

E como se não bastassem os furos de roteiro, que misturam dimensões diferentes em uma confusão de planetas, justificando a existência de duas Terras, monstros e “demônios”, na tentativa de encontrar uma origem para todos os acontecimentos anteriores, sendo que em nenhum momento da franquia ficamos cientes da tal crise de energia que colocou o planeta em colapso. Tudo é feito com certa grandiosidade, quando na verdade a simplicidade era o caminho mais lógico a ser seguido.

O resultado final de The Cloverfield Paradox’ é uma desordem, mesmo que os últimos cinco segundos (literalmente!) mostrem o que todos gostaríamos de ver desde o início, o filme se perde dentro de sua própria complexidade e não faz nada de inovador, tanto para o gênero quanto para a franquia em si, afinal, outros filmes como Vida (2017) já fizeram coisas muitos semelhantes.

Não chega a ser um filme ruim em sua maioria, mas é um desperdício, afinal a trama tem a supervisão do renomado J.J. Abrams, que retornou como produtor, o que faz questionar como deixou algo tão fraco levar o famoso nome de ‘Cloverfield’. Talvez o melhor seja colocar esse projeto em um universo paralelo, considerar apenas o que foi visto anteriormente e esperar que Overlord, o quarto filme dentro desse universo, volte às raízes.

‘Cloverfield’ faz 10 anos: Conheça os maiores segredos e mistérios por trás do filme!

‘Malévola 2’ ganha data de estreia; Vem ver!

A Disney agendou a estreia do aguardado Malévola 2’. Segundo o site ComingSoon, o filme chega aos cinemas em 29 de Maio de 2020.

Confira a sinopse oficial:

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Além de Angelina Jolie e Elle Fanning, Michele Pfeiffer se junta ao elenco como a Rainha Ingrith. Também estão no filme os atores Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein e Robert Lindsay. Harris Dickinson  será o Príncipe Phillip.

Outros membros do elenco que retornam do filme de 2014 incluem: Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville.

Confira as primeiras fotos:

Malévola 2’ será dirigido por Joachim Ronning, do recente ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’ (2017).

O roteiro é assinado por Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã’) e Linda Woolverton, a mesma responsável pelo roteiro do primeiro filme.

Fique ligado no CinePOP para mais informações sobre Malévola 2’.

Neymar 30 anos | A influência do Camisa 10 do Brasil na Cultura Pop

Protagonista da série Neymar: O Caos Perfeito, que vem fazendo sucesso na Netflix ao contar os bastidores da vida pessoal do jogador brasileiro mais famoso da atualidade, o atleta Neymar Jr. está completando 30 anos neste domingo. Principal nome dos jogos e propagandas brasileiras dos últimos tempos, o fenômeno Neymar fez do menino de Santos uma das pessoas mais influentes da atualidade, gerando muitos fãs e ditando tendências na moda, música e muito mais.

Parte desse “Efeito Neymar” refletiu também na cultura pop. Por isso, em homenagem ao aniversário do craque, o CinePOP selecionou participações do Neymar em conteúdos da Cultura Pop nacional e mundial. Confira!


Malhação

A estreia de Neymar nas telas foi na temporada 2010 de Malhação. Na época, em alta com os “Meninos da Vila” do Santos, ele apareceu na última festa da temporada junto com o Paulo Henrique Ganso para socializar com os personagens e participar da dancinha. Pois é, craques da bola e do rebolation.

Aline

Na série da Globo, Neymar faz uma participação especial como ele mesmo em um dos episódios. Na ocasião, ele ajuda os dois namorados de Aline a se entenderem e não desistirem do relacionamento com a garota.

Turma da Mônica

Em 2012, a MSP anunciou uma parceria com o Neymar Jr. Para transformá-lo em um personagem das histórias da Turma da Mônica e levá-lo para uma série animada que seria transmitida no Brasil e no exterior.

Amor à Vida

Na novela que consagrou Tatá Werneck na Rede Globo como a sem noção Valdirene, Neymar interpreta a si mesmo como uma de suas vítimas, quando ele entra em seu quarto e descobre que a doidinha estava lá esperando arrumar alguma coisa com ele.

Simpsons

No episódio especial da Copa do Mundo de 2014, Neymar é parodiado como ‘El Divo’, o camisa 10 da Seleção Brasileira que simula faltas. Em um dos jogos, o atleta sofre uma lesão em campo e chega até a morrer, mas Homer, que era juiz, não marca pênalti. Esse momento ficou marcado porque meses depois, na Copa do Mundo de verdade, Neymar teve uma vértebra quebrada no jogo contra a Colômbia e não jogou mais a competição em 2014.

xXx: Reativado

Sua estreia nos cinemas foi em uma das franquias mais famosas do careca bombado Vin Diesel. A trama do filme gira em torno de um vilão que tem acesso a uma tecnologia mortal e planejada tomar o mundo para si com ela. Assim, os melhores agentes do mundo são recrutados para detê-lo. Dentre eles, está o Neymar, que diz não ser herói, mas sim jogador de futebol, momentos antes de salvar Samuel L. Jackson de um assalto. Mas é só uma participação rápida.

Os Parças

No mesmo ano, ele faz uma ponta ao final de Os Parças, filme de comédia nacional que mostra um grupo de picaretas tentando criar uma agência responsável por organizar casamentos e grandes eventos. Ao final do filme, interpretando ele mesmo, Neymar liga para o grupo querendo que eles arrumem uma festa para ele na Europa.

La Casa de Papel

A terceira temporada de La Casa de Papel trouxe Neymar em seu primeiro papel diferente. Ele interpreta o Monge João, que tem uma breve participação e influencia na trama do Berlim, que vai ganhar um spin off.

Fortnite

Em 2021, Neymar virou personagem do game Fortnite, com direito a diferentes skins, habilidades e dancinhas.

Batman

Fanático pelo Batman desde a infância, Neymar virou embaixador do novo filme do herói no Brasil e no mundo. Além de promover uma coleção em parceria com a Puma e a DC inspirada no novo filme, ele está envolvido em ações publicitárias. Como presente de aniversário, por exemplo, ele ganhou uma sessão exclusiva do novo filme, além de uma máscara oficial e uma mensagem especial do ator Robert Pattinson.

 

Crítica | Medida Provisória – Lázaro Ramos dirige brilhante filme que critica o governo brasileiro

O público brasileiro está acostumado a ver o rostinho de Lázaro Ramos nas telinhas da TV aberta. Sucesso cravado desde a série ‘Sexo Frágil’, lá nos idos 2003, aos poucos Lázaro foi conquistando seu espaço nas telas, partindo para novelas, depois para o protagonismo de programas próprios, seguidos por programa de audiência. Então, o ator enveredou para uma longa temporada no teatro e anunciou sua saída da Rede Globo, com consequente contratação pela Prime Video. No meio disso tudo, dirigiu seu primeiro longa-metragem, em 2019, intitulado ‘Medida Provisória’, cuja pré-estreia em território nacional aconteceu em acalorada e disputadíssima sessão do Festival do Rio 2021 – e com estreia nos cinemas hoje (14), apesar das tentativas de embargo.

Em um futuro distópico, o governo federal brasileiro decide decretar uma ‘Medida Provisória’ para reparar o passado escravocrata do país: a medida prevê enviar de volta à África todos os negros brasileiros que assim o desejarem, no intuito de fazer com que essas pessoas se reconectem com suas raízes. Diante da baixa adesão e da possibilidade de se livrar de boa parte da população, os funcionários Isabel (Adriana Esteves) e Santiago (Pablo Sanábio) não pouparão esforços para realizar a higienização social do país através da manutenção exclusiva das pessoas brancas. Mas, do outro lado, haverá resistência, e muita, à essa absurda imposição governamental. Encabeçadas pelo casal Capitu (Taís Araújo) e Antônio (Alfred Enoch, de ‘Harry Potter’), e pelo melhor amigo André (Seu Jorge), que contarão com a rede de apoio de pessoas brancas contrárias à MP, como a jovem Sara (Mariana Xavier), namorada de André.

Em uma hora e quarenta e três de duração, ‘Medida Provisória’ é um filme extremamente emocionante, até mesmo nos créditos, que rola montagens que mesclam os atores do longa com grandes referências pretas do mundo. Inspirado na peça ‘Namíbia, não!’ escrita por Aldri Anunciação – que Lázaro dirigiu em 2011 –, o longa intercala os gêneros do drama com a ficção científica conduzidos por pinceladas cômicas (encabeçadas caricaturescamente por Seu Jorge) para abordar um tema seríssimo e infelizmente atual, e o faz de maneira intensa, profunda e verdadeira, com o devido respeito e revolta que o argumento pede.

A carga emocional inserida na trama é o fio condutor que embala o espectador a entender, realmente entender, do quê o filme está falando, especialmente daquilo que não é falado abertamente: o racismo estrutural que molda nosso país há 522 anos. E para isso embala seu enredo nas atuações comoventes de um elenco de peso, que inclui ainda Renata Sorrah e quase todas as grandes referências negras da atualidade, como Lua Xavier, Hilton Cobra, Emicida, Jéssica Ellen, Diva Guimarães, entre outros. Só por reunir um elenco desses o filme já está de parabéns.

Medida Provisória’ é desses filmes catárticos que nem é bom contar muito porque o grande lance é ser conduzido por essa terrível ficção, que se aproxima muitíssimo do comportamento da nossa realidade. Apesar de ser o primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, já é, sem dúvida, um filme que se tornará referência para muitos artistas e estudantes de cinema no futuro. Porque ‘Medida Provisória’ não é um filme, é um grito entalado na garganta de milhões de brasileiros que não vão mais se calar sobre sua cor de pele. É pra lotar as salas de cinema quando estrear.

‘Toy Story 4’: Keanu Reeves e Christina Hendricks falam sobre seus personagens

Em entrevista a revista People, os atores Keanu Reeves e Christina Hendricks comentaram mais sobre seus papeis no aguardo ‘Toy Story 4′.

Reeves dubla o boneco Duke Kaboom, inspirado num popular dublê canadense:

“Ele é o maior dublê do Canadá! Duke se torna uma parte importante da missão. Eles usam suas habilidades como um motociclista ousado, mas o que eles pedem para ele confronta seu medo do fracasso. Então ele tem que enfrentar seu medo para ajudar o bem maior.”

Já Hendricks empresta sua voz à boneca Gabby Gabby, que vive em uma loja de antiguidades e nunca tendo contato com uma criança.

“Minha personagem Gabby Gabby é uma boneca que foi feita com uma caixa de voz quebrada. Por causa desse defeito, ela nunca conheceu o amor de uma criança ou foi capaz de cumprir seu destino de amar de volta. Ela passou toda a sua vida em uma loja de antiguidades olhando para o mundo real.”

Confira o novo trailer do filme:

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Woody sempre teve certeza sobre o seu lugar no mundo e que sua prioridade é cuidar de seu criança, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo chamado Garfinho ao seu quarto, uma aventura na estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

‘Mouth to Mouth’: Ator de ‘Jogos Mortais’ vai protagonizar nova comédia independente

Segundo a VarietyTobin Bell foi escalado para protagonizar a nova comédia independente intitulada ‘Mouth to Mouth’. As informações são da Variety.

A história gira em torno de um nerd magricela do Centro-Oeste que, acidentalmente, consegue a vaga como salva-vidas em um dos clubes mais disputados de Los Angeles – mesmo não sabendo nadar.

Spyder Dobrofsky (‘Uma Folga para Mamãe’) fica responsável pelo roteiro. Poe enquanto, nenhum diretor foi contratado para comandar o projeto.

O longa será produzido por Dean C. JonesStarr Jones e David Shoenfeld.

Bell é conhecido por dar vida ao icônico John Kramer/Jigsaw nos oito capítulos da saga Jogos Mortais, interpretando o personagem entre 2004 e 2017. Nos filmes, Jigsaw é um ex-engenheiro que testa a vontade de viver de suas vítimas com armadilhas mortais que representam as falhas morais da sociedade.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Ben Affleck revela que deixou ‘The Batman’ devido a problemas com bebida

Em uma recente entrevista ao NY Times, o astro Ben Affleck revelou pela primeira vez ao público o motivo de ter dado adeus ao seu papel como Batman no DCEU: alcoolismo.

Segundo a reportagem, a problemática produção de Liga da Justiça também foi outro dos fatores que o fez perder o interesse no personagem, levando à sua substituição por Robert Pattinson.

“Lembro-me de ter apresentado o roteiro de The Batman, e as pessoas falaram, ‘Nós achamos esse roteiro muito bom. Mas também achamos que a bebida irá te matar caso você decida passar por esse processo novamente.’”.

Affleck originalmente seria o diretor, o roteirista e entraria também como produtor executivo do longa-metragem. Entretanto, ele resolveu abandonar o projeto para tratar de seu vício e, pouco depois, divorciou-se de Jennifer Garner e foi internado em uma clínica de reabilitação.

O ator interpretou Batman em ‘Batman vs. SupermanLiga da JustiçaEsquadrão Suicida.

O filme-solo, agora, fica a encargo de Matt Reeves e tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard e Jayme Lawson.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Hard Kill’: Bruce Willis contrata grupo de mercenários no trailer da nova ação; Confira!

Vertical Entertainment divulgou recentemente o trailer oficial de Hard Kill, novo filme de ação estrelado por Bruce Willis.

Confira:

Matt Eskandari comanda o projeto. Joe Russo e Chris LaMont assinam o roteiro, a partir de uma história de Clayton Haugen e Nikolai From.

Quando o bilionário da tecnologia Donovan Chalmers (Willis) contrata um time de mercenários para proteger uma peça letal, o expert de segurança e líder Derek Miller (Jesse Metcalfe) se vê em um confronto com um antigo inimigo. A missão se torna mais arriscada quando a filha de Chalmers é sequestrada por um grupo terrorista que não medirá esforços para conseguir a arma. Miller e seu time devem correr contra o relógio para salvá-la e proteger o destino da raça humana antes que seja tarde demais.

Natalie Eva Marie e Sergio Rizzuto também estrelam.

Hard Kill estreia nos cinemas internacionais e em VOD no dia 28 de agosto.

‘The Crown’: Novo vídeo explica o complicado relacionamento entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘ já está disponível na Netflix e, para promover o novo ciclo, a plataforma divulgou um vídeo explicando o conturbado e tóxico relacionamento entre o Príncipe Charles (Josh O’Connor) e a Princesa Diana (Emma Corrin).

Confira:

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Amor e Monstros’: Internautas estão amando a nova comédia pós-apocalíptica com Dylan O’Brien; Confira as reações!

Depois de muitos meses de espera, a comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’ finalmente chegou ao Brasil através da Netflix – e não apenas tornou-se um dos títulos queridinhos da crítica internacional, mas caiu no gosto popular com aceitação estupenda.

No Twitter, os internautas elogiaram a narrativa e rasgaram aplausos para a performance de Dylan O’Brien no papel de Joel Dawson.

Confira:

Crítica | Dylan O’Brien brilha na divertida comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’

Dirigido por Michael Matthews, a história gira em torno de um caçador chamado Clyde (Michael Rooker), que ensina a Joel Dawson (O’Brien) como sobreviver durante um apocalipse monstro – enquanto ele cruza o país procurando sua amada.

O elenco ainda conta com Jessica Henwick (‘Punho de Ferro‘) e Ariana Greenblatt (‘O Primeiro e Único Ivan’).

A dupla Brian Duffield e Matthew Robinson é responsável pelo roteiro.

‘The Many Saints of Newark’: Protagonistas estampam os incríveis cartazes da pré-sequência de ‘Os Sopranos’

Depois do trailer, a Warner Bros. divulgou belíssimos cartazes individuais de ‘The Many Saints of Newark, pré-sequência da aclamada e premiada série Os Sopranos.

Confira:

A estreia nos EUA acontece dia 1º de Outubro.

A trama se passará nos anos 60, mostrando a briga de afro-americanos contra famílias italianas. Apesar de não ter sido confirmado, espera-se que a produção apresente versões mais jovens dos personagens apresentados na série.

No filme, Jon Bernthal (O Justiceiro) estrela como Giovanni Francis “Johnny Boy” Soprano, pai do chefão do crime Tony Soprano (James Gandolfini), originalmente interpretado por Joseph Siravo em seis episódios da série da HBO.

Estrelando como a esposa de Giovanni e mãe de Tony, Livia Soprano, está Vera Farmiga (Invocação do Mal), em um papel originalmente interpretado por Nancy Marchand.

O elenco ainda inclui Alessandro Nivola como Dickie Moltisanti, pai do membro da família DiMeo, Christopher Moltisanti (Michael Imperioli) – na série ‘Os Sopranos‘, Corey Stoll, Billy Magnussen, John Magaro, Leslie Odom Jr., Joey Diaz e Ray Liotta.

Alan Taylor (‘Thor: O Mundo Sombrio‘) dirige.

O criador do seriado, David Chase, roteiriza.

‘All of Us Are Dead’: Série de ZUMBIS já está disponível na Netflix!

A série de zumbis ‘All of Us Are Dead‘ finalmente estreou na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 28 de janeiro, no catálogo da plataforma de streaming.

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer abaixo:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

‘The Bear’: Comédia com astro de ‘Shameless’ ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

FX divulgou recentemente o primeiro teaser oficial de ‘The Bear’, comédia estrelada por Jeremy Allen White (‘Shameless’).

Além disso, foi revelado que a série tem estreia agendada para o dia 23 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, White interpreta um jovem chef que retorna para Chicago para comandar o restaurante da família.

O elenco ainda conta com Ebon Moss-Bachrach (‘NOS4A2’), Ayo Edebiri (‘Dickinson’), Lionel Boyce (‘Hap & Leonard’), Abby Elliott (‘SNL’) e Liza Colón-Zayas (‘In Treatment’); Edwin Gibson e o chef Matty Matheson terão papéis recorrentes.

O episódio piloto foi escrito e dirigido por Christopher Storer (‘Dickinson’), que também servirá como produtor executivo da comédia, ao lado de Hiro Murai (‘Atlanta’) e Nate Matteson (‘Station Eleven’).

Esqueceram de Mim | Relembrando o clássico dos clássicos de Natal

O sonho distorcido de várias crianças é que sua família suma, pelo menos por alguns dias. Não que elas estejam carregadas de maldade, mas assim como qualquer pessoa, lidar com as pressões de ser mais novo dentro de um ambiente essencialmente adulto é complicado, principalmente pela falta de compreensão e pelo fato de poder ser deixado de lado ou tratado como alguém inferior. É óbvio que, ao colocar nessas palavras, pareço estar sendo mais melodramático do que o normal – mas é justamente essa premissa que engata a história principal de Esqueceram de Mim. 

A segunda investida diretorial de Chris Columbus é um dos filmes mais clássicos da época natalina, trazendo Macaulay Culkin no papel de Kevin McCallister, um garoto de oito anos de idade que se vê totalmente deslocado dentro de um ambiente familiar disfuncional e superpovoado. Desde o momento em que somos apresentados a esse núcleo de personagens, percebemos que se há algo de comum entre todos eles é a completa falta de equilíbrio psicológico, o que, analisando com um olhar mais brando, chega a ser cômico e não deixa de funcionar como um espelho de inúmeras famílias do mundo inteiro. Na primeira sequência, o diretor constrói um incrível plano sequência pautado na controvérsia, mostrando cada um dos membros que apinham uns aos outros em uma fluidez cênica memorável e que dialoga com o tamanho da mansão principal ao mesmo tempo em que a transforma em um lugar claustrofóbico e sufocante. 

Ora, não é nenhuma surpresa que, em uma casa com mais de dez pessoas, haja certas desavenças. Mas partindo da perspectiva do protagonista, que querendo ou não é a principal vítima, tudo recai sobre ele. Durante uma discussão em pleno jantar e horas antes da família partir em uma viagem de Natal para Paris, ele acaba entrando em uma briga com o irmão mais velho: nesse momento, Columbus opta por tirar a objetividade de uma câmera horizontal, levando-a em um contra-plongée que se inclina para a subjetividade de Kevin, colocando-o em uma posição de total desaprovação dos outros: todos o olham como se a culpa fosse inteiramente dele. E é a partir daí que o garoto tem uma epifania pessoal e percebe que não faz parte dali. 

Muitas pessoas, ao assistirem a cena envolvendo Kevin e Kate (Catherine O’Hara), sua mãe, sentiram-se em um ambiente muito comum e conhecido: em um distúrbio de rebeldia, o protagonista diz que preferiria morar sozinho e que desejava não vê-los nunca mais, dizendo várias vezes que não sentiria falta. Enquanto isso, Kate sente-se completamente de mãos atadas em um momento de puro choque e espanto, falando que esperava que aquilo não fosse verdade. É claro que entendemos a perspectiva do pequeno rapaz, mas também não podemos deixar de nos imaginar no lugar da mãe, que ouviu aquilo vindo do próprio filho. E enquanto que nas sequências predecessoras o enquadramento prezava pela inferiorização de Kevin perante sua família, esse é o primeiro momento em que o jogo vira e que um adulto está numa “posição abaixo” a de uma criança. 

Não é nenhuma surpresa imaginar o que acontece: levando em conta o título do filme, é meio óbvio pensar que, em uma correria para deixar todo mundo pronto e correr para o aeroporto, alguém poderia ter sido esquecido. E considerando que o garoto estava de castigo em um quarto no sótão, ele literalmente foi deixado para trás após uma série de eventos muito casuais, mas que nesse gênero narrativo funcionam de modo singelo e único. É apenas quando a família já está quase chegando ao destino que Kate, em uma construção muito engraçada e até mesmo tensa, de certa forma, lembra-se de que seu filho foi deixado para trás. “Que tipo de mãe eu sou?”, ela se pergunta, olhando catatônica para um ponto fixo enquanto pensa no que vai fazer. 

Enquanto isso, de volta à casa dos McAllister, Columbus arquiteta um momento completamente desprovido de sons justamente para transparecer a ideia de solidão e de crescente revelação. Enquanto no primeiro ato a gigantesca casa mostrava-se pequena demais para tanta gente, aqui Kevin se encontra em um vasto mundo outrora escondido pela presença de sua família: os planos gerais prezam pela pequenez do protagonista perante uma grandiloquência assustadora. É claro que ele, a priori, não acredita no que está acontecendo, mas logo depois quebra a quarta parede para aproveitar os supostos breves momentos que tem sozinho, transformando algo opressor em sua gloriosa vitória infantil. 

Mas o que seria da história sem os tão aguardados obstáculos? John Hughes, conhecido por suas incríveis investidas adolescentes em comédias românticas, como O Clube dos Cinco’, Gatinhas e Gatões’ e Curtindo A Vida Adoidado’, pega toda sua experiência narrativa e consegue transferi-la sem grandes perdas, mas com mudanças necessárias para o próprio protagonista, em uma jornada do herói não exatamente mítica, mas com doses consideráveis de aventura e amadurecimento. O coming-of-age de Kevin vem após o seu encontro com a dupla de ladrões Harry (Joe Pesci) e Marv (Daniel Sterns), os quais são responsáveis por inúmeros roubos. A partir daí, o garoto vê-se responsável por tomar conta da casa de um perigo real e que, aos olhos de uma criança, fazem apenas parte de uma brincadeira. 

Entretanto, diferente do que se pode pensar, nosso herói é extremamente sagaz. Após encontrar-se com seu arquétipo de guardião – que de forma quase inesperada e compreensiva não emerge na figura de seus pais, mas sim na de seu soturno vizinho Marley (Roberts Blossom) -, percebe que cabe a ele mesmo criar as mais incríveis armadilhas para impedir essa crescente ameaça de se concretizar, pelo menos até alguma coisa conseguir salvá-lo. Ao contrário do que possa se esperar, ele não se mantém na defensiva, mas ataca com todas as forças e toda a criatividade que uma mente infantil pode fornecer, o que o torna ao mesmo tempo maduro o suficiente para ter responsabilidade e se proteger. É estranho e quase melancólico pensar que Kevin teve que ser “abandonado” para encontrar-se dentro de uma personalidade mais adulta, mas esse escopo mais profundo é ofuscado inclusive pela caprichosa trilha sonora composta por John Williams, na qual os componentes natalinos mesclam-se com uma identidade musical aventuresca e envolvente. 

Esqueceram de Mim não é filme memorável por qualquer motivo. Além de toda sua construção extremamente emocionante, a ideia de colocar a narrativa perante um escopo de fim de ano é um dos principais que o transformam num clássico para a família – e cuja profundidade é maior do que se imagina. 

‘Succession’: Vídeo nos leva aos bastidores do 5º episódio da 4ª temporada; Confira!

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional legendado nos levando aos bastidores do 5º episódio.

Assista:

Lembrando que o próximo capítulo, intitulado “Living+”, vai ao ar no dia 30 de abril.

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Crítica em Vídeo | Mike Flanagan acerta novamente com a IMPECÁVEL minissérie ‘A Queda da Casa de Usher’

A Queda da Casa de Usher‘, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chega em breve ao catálogo da Netflix e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.

Confira:

Baseada na obra do mestre Edgar Allan Poe, a produção será lançada no dia 12 de outubro na plataforma de streaming.

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

Kristen Wiig tenta entrar na alta sociedade no clipe INÉDITO de ‘Palm Royale’; Confira!

A Apple TV+ divulgou um clipe inédito de sua nova comédia original, ‘Palm Royale’, estrelada por Kristen WiigLaura Dern.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 20 de março.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Alison JanneyLeslie Bibb, Ricky MartinJosh LucasCarol BurnettBruce Dern, Kaia Gerber e outros também estrelam.

‘Palm Royale’ é uma verdadeira história de Maxine Simmons (Wiig), uma mulher que se esforça para entrar na alta sociedade de Palm Beach. Enquanto Maxine tenta cruzar a linha impermeável entre os que têm e os que não têm, a série faz a mesma pergunta que ainda nos confunde hoje: “quanto de você está disposto a sacrificar para conseguir o que outra pessoa tem?”. Ambientado durante o explosivo ano de 1969, Palm Royale’ é uma prova de que todos os forasteiros lutam por sua chance de realmente pertencer a algum lugar.

Abe Sylvia (‘The Eyes of Tammy Faye’, ‘Dead to Me’) é a criadora e showrunner da série, além de assinar os roteiros, que são baseados no livro de Juliet McDaniel.

Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirige os episódios.

Ismael Cruz Córdova e elenco revelam SEGREDOS da 2ª temporada de ‘Anéis de Poder’ [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ já está disponível no catálogo do Prime Video e, recentemente, tivemos a oportunidade de entrevistar Ismael Cruz Córdova (Arondir), Trystan Gravelle (Pharazôn) e Ben Walker (Gil-galad).

O trio nos contou segredos sobre o novo ciclo e de que forma o arco de seus personagens mudou da temporada de estreia para agora.

Confira:

Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.

“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunner Patrick McKay“O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.

Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.

“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.

“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber“Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.

A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa HamriLouise Hooper foram contratadas para completar o time.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.

‘Como Morrer Sozinha’: Comédia com Natasha Rothwell é CANCELADA após uma temporada

Como Morrer Sozinha (‘How To Die Alone’), comédia criada e estrelada por Natasha Rothwell, foi oficialmente cancelada após uma temporada (via Deadline).

“Estou chocada, de coração partido e, francamente, perplexa que a Onyx decidiu não seguir em frente com uma segunda temporada de Como Morrer Sozinha, Rothwell disse em uma declaração oficial. “Essa é uma realidade difícil de aceitar, porque o show foi um sucesso inegável de crítica, de criatividade e de prêmios”.

A produção está disponível no catálogo do Disney+.

Rothwell também entra como showrunner ao lado de Vera Santamaria.

Mel (Rothwell) é uma funcionária negra e falida do aeroporto JFK que nunca se apaixonou e se esqueceu de como sonhar – até que um encontro acidental com a morte a catapulta em uma jornada para finalmente voar e começar a viver por qualquer meio necessário.

Conrad RicamoraJocko SimsKeiLyn Durrel JonesBashir SalahuddinEllen Cleghorne completam o elenco.

O Diabo Veste Prada | Relembrando a ICÔNICA dramédia estrelada por Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt

O mundo da moda sempre foi alvo de interesse por… Bem, todo mundo. E a sétima arte não estaria de fora disso.

Seja como parte intrínseca da experiência cinematográfica, seja como inspiração para narrativas envolventes, são inúmeros os projetos encabeçados por realizadores que utilizam esse universo fashion como força-motriz de explorações não só sobre os bastidores dessa indústria multibilionária e imortal, mas sobre a experiência humana dentro de uma sociedade movida pelo consumismo e pela necessidade de brilhar em meio ao comum. E é claro que, quando falamos disso, um dos principais títulos que nos vêm à cabeça é o clássico contemporâneo O Diabo Veste Prada.

O longa-metragem, dirigido por David Frankel, alcançou sucesso considerável à época de seu lançamento e, mesmo dezenove anos depois de seu lançamento nos cinemas, continua a encantar gerações e mais gerações de cinéfilos ou apenas daqueles que estão procurando uma boa história. Não é surpresa, pois, que uma antecipada sequência já esteja em desenvolvimento – trazendo boa parte da equipe técnica e artística de volta a mais uma empreitada que promete nos conquistar do começo ao fim. Remando contra as expectativas, a comédia dramática inspirada no romance homônimo de Lauren Weisberger fez um barulho considerável nas bilheterias ao redor do mundo e conquistou duas indicações ao Oscar.

Com um impacto inegável na cultura pop, a trama acompanha Andrea “Andy” Sachs (Anne Hathaway), uma recém-graduada em jornalismo que busca a oportunidade de sua carreira enquanto navega pelas atribulações da vida adulta. Ao ser selecionada para uma entrevista de emprego na revista Runway, comandada pela impiedosa Miranda Priestly (Meryl Streep), ela é arremessada em um mundo ao qual não pertence – povoado por modelos estonteantes e esguias, estilistas célebres e uma luta pelo poder e pelo controle que se esconde em meio a ensaios fotográficos e seleções de estampas. Trabalhando ao lado de Emily Charlton (Emily Blunt), primeira assistente Miranda, e de Nigel Kipling (Stanley Tucci), diretor de arte da revista, ela percebe que precisa mergulhar mais fundo para sobreviver em meio a uma ostensiva selva urbana.

Contando com algumas das cenas mais memoráveis dos anos 2000 no circuito cinematográfico, O Diabo Veste Prada destina-se para qualquer um que deseje se deliciar com uma história leve e muito bem construída, pautada por performances memoráveis e que nos fazem se divertir desde os primeiros minutos de tela. Frankel, aliando-se ao roteiro de Aline Brosh McKenna, transforma um metódico romance em uma sólida dramédia que reafirma sua importância e sua beleza ano após ano, caindo no gosto do público através de memes contínuos e de pequenas prévias que viralizam constantemente nas redes sociais – e, por mais que alguns aleguem que o projeto é superficial demais para ser levado a sério, as sutilezas escondem essas múltiplas camadas que se escondem bem à nossa vista.

O longa não apenas nos mostra os segredos de um dos universos mais capciosos da criação humana, mas revela que a aparente frivolidade da moda é uma proposital fachada que esconde os mais profundos desejos do indivíduo e que se materializa em caríssimos desfiles de haute couture, estilistas sedentos por reconhecimento e fama e profissionais da área que trabalham noite após noite para transformar a impalpabilidade do sonho em uma obra de arte tangível. Mais do que isso, McKenna explora as incursões de Weisberger ao explorar não só as disparidades de gênero no mundo corporativo, como relações de trabalho tóxicas e romantizadas, expandindo a análise para os laços afetivos que Andy desfruta com seu namorado Nate (Adrian Grenier), que não consegue entender sua perspectiva e seu ponto de vista em ter aceitado o trabalho na Runway.

o diabo veste prada 2

Cada elemento do filme funciona, ainda que não em uma completude exata, dentro dos limites autoimpostos para o gênero: a costumeira estética empresarial e institucionalizada é transmutada em uma vibrante e rápida jornada tour-de-force, guiada não apenas pela dinâmica montagem de Mark Livolsi, mas pelo passeio entre ateliês de criação, salas de reunião, provadores e passarelas que expande esse microcosmos a uma exuberante celebração da própria arte. Em adjacência, a metódica e prática trilha sonora de Theodore Shapiro contribui tanto para a contínua atmosfera de deadlines e correrias quanto para os momentos mais melodramáticos e reflexivos.

Mencionar a cereja do bolo parece desnecessário a esse ponto – mas aplaudir as incríveis performances de um dos trios mais icônicos da atualidade nunca é um trabalho cansativo. Enquanto Hathaway eterniza Andrea como uma inesperada heroína de si mesma e um símbolo de crescimento e amadurecimento, Blunt diverte-se ao interpretar a esnobe Emily, cujo arco é delineado com cuidado. E, é claro, Streep reitera seu status como uma das maiores atrizes de todos os tempos ao encarnar Miranda como se tivesse sido escolhida a dedo para o papel.

No final das contas, O Diabo Veste Prada não tem o popular patamar que carrega nos dias de hoje por qualquer motivo – e, enquanto aguardamos ansiosamente a ambiciosa sequência, é sempre uma boa ideia revisitá-lo.

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

Homem-Aranha irá enfrentar [SPOILER] e [SPOILER] em ‘Um Novo Dia’, aponta novo rumor

Após relatos de um confronto entre o Homem-Aranha (Tom Holland) e um grupo de ninjas em uma prisão no aguardado Homem-Aranha: Um Novo Dia’, mais detalhes sobre o projeto foram divulgados nas redes sociais.

De acordo com recentes rumores, as novas informações envolvem o que parece ser uma das sequências de ação mais marcantes do filme, com o Cabeça de Teia entrando em confronto direto com dois outros “heróis”.

O famoso perfil insider MTTSH afirma que o filme contará com cenas de luta “insanas” envolvendo o Homem-Aranha, o Justiceiro (Jon Bernthal) e o Hulk (Mark Ruffalo). A fonte também informa que Bernthal “filmou pessoalmente apenas por um curto período”, com seu dublê substituindo-o na maior parte dessas sequências de ação.

Vale lembrar que nenhuma informação foi confirmada pela Marvel Studios ou pela Sony Pictures; logo, considere tudo como rumor.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Após passagem no Rio de Janeiro, musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega à capital paulista em MAIO

Após passagem pelo Rio de Janeiro, o espetáculo musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega pela primeira vez a São Paulo em 2026, ampliando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como ‘Quase Normal’‘A Cor Púrpura’‘Querido Evan Hansen’. Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

A estreia na capital paulista ocorre no dia 14 de maio, no Teatro Liberdade, aumentando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo. Em ambas as praças, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica, que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo — sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional dessa história real.

No papel-título está Sara Sarres, um dos nomes mais referenciais do teatro musical brasileiro. Dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior, a atriz e cantora protagonizou títulos consagrados como ‘Les Misérables’‘O Fantasma da Ópera’‘West Side Story’‘Cats’‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, seu último trabalho no Brasil antes de se mudar para fora do país. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr.

O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara SarresClaudio Lins no papel do Príncipe Charles, em uma interpretação que explora as contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth, símbolo de poder e tradição; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles, figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais embates afetivos, institucionais e midiáticos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica, enquanto os demais integrantes do elenco — cujos nomes serão revelados em breve — completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa.

Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.

‘Aves de Rapina’: Warner Bros está planejando sequência sem Arlequina

De acordo com We Got This Covered, a Warner Bros já está planejando uma sequência para ‘Aves de Rapina, mas sem a presença de Margot Robbie.

A informação foi revelada pela mesma fonte que divulgou a escolha de Robert Pattinson como Bruce Wayne e que o Máscara Negra será gay em ‘Aves de Rapina’.

A ausência de Harley Quinn no próximo filme será explicada na trama do original, que tem previsão de estreia para fevereiro de 2020.

Até o momento, detalhes sobre a decisão não foram revelados e ainda não há confirmação oficial da notícia.

Mas como a personagem nunca foi membro da equipe nos quadrinhos, faz sentido que a história continue com a Caçadora, Canário Negro, e Renee Montoya.

Aves de Rapina‘ trará um elenco formado por mulheres, com Mary Elizabeth Winstead como Caçadora, Jurnee Smollett-Bell como Canário Negro, Rosie Perez como Renee Montoya, e Margot Robbie como Harley Quinn. Ewan McGregor, por sua vez, viverá o antagonista Máscara Negra

O filme será dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco também conta com Ella Jay Basco (Cassandra Cain), e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

Produções de ‘Pantera Negra 2’ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ devem começar no início de 2021

De acordo com o site Production List, a Marvel Studios não alterou os planos para o início das produções de ‘Pantera Negra 2′ eGuardiões da Galáxia Vol. 3’.

Foi dito que as gravações de ambas as sequências continuam agendadas para 2021.

O 3º filme dos Guardiões começa a ser produzido a partir do dia 1º de fevereiro, na Geórgia, e trará James Gunn de volta à cadeira de diretor. Mas ainda não há previsão de estreia para a sequência.

Por outro lado, ‘Pantera Negra 2′ deve chegar às telonas em maio de 2022, e a produção terá início em março do ano que vem, na Austrália.

Lembrando que Ryan Coogler, diretor do original, já confirmou que voltará a assumir o cargo.

Maiores detalhes não foram revelados, e a trama dos filmes permanece em segredo.

No entanto, Karen Gillian (Nebulosa) revelou ao Yahoo! Entertainment que James Gunn já terminou de escrever o roteiro do terceiro capítulo de Guardiões da Galáxia e que a trama é incrível.

“Posso dizer que já o li e ele é incrível. Estamos todos animados que James está de volta para completar sua trilogia, porque não seria certo sem ele. É um roteiro maravilhoso, maravilhoso”.

Durante o painel da Comic-Con em Paris, Gillan também comentou que adoraria que o novo filme explorasse melhor a relação entre a Nebula e a Gamora, especialmente agora que o Thanos foi derrotado.

“Eu adoraria ver como será a relação entre elas agora que seu pai, a fonte do abuso, não está mais presente. Acredito que seria muito interessante ver se elas conseguem formar uma conexão normal, de irmãs que se amam.”

Vale lembrar que o diretor revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios.

Após polêmico documentário, fãs revivem campanha para libertar Britney Spears do domínio do pai

A carreira de Britney Spears começou quando a estrela tinha apenas 12 anos de idade e surgiu como o rosto do Disney Channel no programa ‘Clube do Mickey‘, exibido entre 1993 e 1994.

Desde o início, a carreira de Britney foi administrada pelo pai, Jamie. No entanto, ele tomou controle de toda a vida artística da filha quando ela sofreu um colapso nervoso em 2008.

De lá para cá, Britney dexou de cantar, perdeu contratos com gravadoras e foi taxada como louca… Razões pela qual Jamie assumiu total liberdade para lidar com os patrimônios da filha.

Para muitos fãs, Jamie é o verdadeiro responsável pelos problemas esse controle obsessivo pela vida filha a obrigaram a dar um tempo na carreira musical e tratar de seus traumas psicológicos.

Tudo isso é tema de um polêmcio documentário chamado ‘Framing Britney Spears‘, que aponta supostas evidências de que a cantor foi e continua sendo manipulada por Jamie.

Produzido pelo FX em parceria com o The New York Times, o documentário mescla as passagens de Britney pelos palcos e lançamentos de grandes hits, como ‘Baby One More Time‘, para expor como ela se tornou o novo alvo da mídia no fim dos anos 2000.

Em 2020, sua relação com o pai voltou a ganhar os holofotes quando ela exigiu que ele desistisse da tutela judicial, o que deu origem à campanha #FreeBritneySpears.

Para os fãs mais devotos, ela tenta pedir ajuda através de mensagens codificadas usando emojis e símbolos, e até mesmo a cor de suas roupas é uma forma de protesto.

Além disso, muitos acreditam que ela já tenha recuperado seu juízo e está fazendo de tudo para se livrar dos braços abusivos de Jamie.

Em 2019, um dos advogados de Britney garantiu ao TMZ que ela está em total capacidade de retomar o controle de sua vida artística e pessoal, e acrescentou que “ela tem medo do pai”.

Por outro lado, ele alegou que ela não quer se livrar da tutela, apenas transferir para outros responsáveis que não sejam de sua família, a quem ela culpa por muitos de seus fracassos.

Em adição a toda essa controvérsia, o documentário mostra como a mídia contribui para a destruição da imagem de Britney, transformando-a em um objeto à venda.

Durante seu auge como cantora, imagens ou vídeos de seu momentos pessoas chegavam a valer mais de US$ 1 milhão, fazendo-a se sentir como um animal caçado por predadores.

Outro tema em foco na produção é o seu relacionamento com o também cantor Justin Timberlake, encerrado depois de várias tentativas falhas.

Na época, os fãs de Timberlake eram tão fanáticos que apelidaram Britney como ‘a prostitua da vez’.

Mesmo assim, o público considera sua pior fase quando ela perdeu peso, raspou a cabeça e foi flagrada dirigindo com um dos filhos no colo sem sinto de segurança, o que agravou ainda mais sua imagem pública.

Para quem está curioso em acompanhar o desenrolar da história, o documentário já está disponível no canal FX.

Assista ao teaser:

 

‘Ambulance’: Jake Gyllenhaal enfrenta tiroteios e explosões no trailer do novo filme de ação de Michael Bay; Assista!

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer deAmbulance, novo filme de ação do diretor Michael Bay (‘Transformers’).

Remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005, o longa é estrelado por Jake Gyllenhaal (‘O Culpado’) e Yahya Abdul-Mateen II (‘A Lenda de Candyman’).

Com estreia marcada para 18 de Fevereiro de 2022, ‘Ambulancemistura clássicos dos anos 1990 como ‘Velocidade Máxima’‘Bad Boys’ e funciona como um thriller de ação sobre ladrões que roubam uma ambulância para escaparem da cena do crime – percebendo tarde demais que há um paciente doente na parte de trás.

Confira o trailer e as imagens oficiais:

Mateen II e Gyllenhaal interpretarão os antagonistas, enquanto Eiza González (‘Bloodshot’) dará vida a uma paramédica que é arrastada nessa conturbada luta pela vida e pela morte. Não se sabe quem dará vida ao paciente.

O elenco também conta com Garrett Dillahunt, A Martinez, Keir O’Donnell, Moses Ingram e Wale Folarin.

Chris Fedak (‘Prodigal Son‘) é responsável pelo roteiro.

‘Star Wars: Andor’: Brinquedo revela novo droide que será apresentado na série; Confira!

Um usuário do Reddit divulgou imagens de brinquedos inspirados na vindoura série ‘Star Wars: Andor’.

E os colecionáveis revelam que o personagem de Diego Luna estará acompanhado de um droide inédito na saga.

Chamado B2EMO, o droide de coloração vermelha e design tanto estranho deve cumprir as funções parecidas com os droides da linha R, como o R2-D2.

Mas isso é algo que só descobriremos quando a série estrear, já que não há informações sobre o pequeno robô.

Confira:

Lembrando que a produção irá estrear no dia 31 de agosto, na Disney+.

Confira o teaser, dublado e legendado:

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.