Em ‘Melhor do que Nos Filmes’, a escritora best-seller Lynn Painter, que atraiu multidões em suas participações nas Bienais do Livro do Rio de Janeiro e de São Paulo, contou a inesquecível história de amor de Wes e Liz e a jornada dos dois até irem juntos para a Universidade da Califórnia.
Na muito aguardada sequência ‘Não é Como Nos Filmes’, descobrimos que o universo tinha outros planos para eles. Após um término complicado, o casal está separado. Mas será que ainda é possível que os dois reencontrem seu “felizes para sempre”?
Recentemente, tivemos oportunidade de entrevista Painter, que conversou conosco sobre comédias românticas, projetos futuros – e o possível retorno de Wes e Liz para mais uma aventura.
Lembrando que o livro está disponível para venda pela Editora Intrínseca.
Confira a sinopse:
De uma hora para outra, a vida de Wes virou de ponta-cabeça, e ele precisou abandonar a faculdade e tomar uma decisão inesperada: terminar com Liz. Dois anos depois, ele convence os treinadores, ganha outra chance no time e volta à universidade. Mais maduro e determinado, ele vai fazer de tudo para reconquistar a garota dos seus sonhos. E conta com um plano perfeito para isso.
Liz, por outro lado, não parece disposta a facilitar as coisas. Afinal, não é tão simples perdoar o garoto que partiu seu coração. Além disso, ela precisa conciliar as aulas com um emprego e um estágio superimportante, mas o reencontro com Wes abala suas certezas. E tudo fica mais complicado quando ela começa a acompanhar a equipe de beisebol para um documentário. Só que… Liz tem um novo namorado. Então talvez seja tarde demais para Wes reconquistar a garota que ele ama. Será que os dois estão dispostos a reescrever essa história? Ou será que, na vida real, o “felizes para sempre” não é como nos filmes?
Painter é autora best-seller de comédias românticas para leitores jovens e adultos. Ela mora com o marido e os filhos em Nebraska, nos Estados Unidos – e, no Brasil, já vendeu sólidos 170 mil exemplares (tornando-a uma das autoras internacionais mais consumidas do país).
O UCM segue em expansão constante, com filmes chegando às telonas e séries sendo lançadas no Disney+.
Com os próximos anos trazendo ainda mais produções, uma das novidades será ‘Nova’, série que mostrará a história de Richard Rider.
Agora, segundo o famoso insiderDaniel Richtman, um icônico personagem dos quadrinhos da Marvel pode fazer sua estreia na atração: Aniquilador (via CBM).
Para aqueles que não conhecem, o personagem foi criado por Stan Lee e Jack Kirby, e fez sua estreia oficial na saga de ‘O Quarteto Fantástico’, nos anos 1960. O supervilão é conhecido por ser um dos principais antagonistas da Primeira Família da Marvel e já enfrentou diversos personagens do panteão super-heroico ao longo dos anos, incluindo o Surfista Prateado, Thor, Homem-Aranha e a Nova Corps.
Anteriormente, Richtman também afirmou que as filmagens do projeto devem começar entre o final de 2025 e o início de 2026.
The Disney+ ‘NOVA’ series will reportedly begin filming in late 2025 or early 2026.
Com poucos detalhes revelados, o produtor executivo da MarvelBrad Winderbaum previamente descreveu o projeto como “uma peça incrível com um grande elenco de personagens”, e que ele terá elementos de ‘Star Trek’ e ‘Battlestar Gallactica’.
Sean Baker, Mikey Madison e Natalie Portman (Foto: Neon)
“Eu queria que o filme fosse um retrato autêntico e humano de um universo muitas vezes incompreendido”, declarou o cineasta Sean Baker sobre Anora, durante uma exclusiva exibição do vencedor da Palma de Ouro, realizada dia 11 de dezembro, em Paris. Em campanha pelo Oscar pela Europa, a sessão contou com um bate-papo entre o diretor, a atriz protagonista Mickey Madison e a mediadora Natalie Portman (May December – Segredos de um Escândalo), revelando mais detalhes dos bastidores da produção.
Após a conquista da Palma de Ouro, Anorarecebeu cinco indicações ao Globo de Ouro. Apesar de ser uma comédia, o filme mergulha nos submundos do Brooklyn e explora temas complexos como relações familiares, a comunidade russa na região e o universo das profissionais do sexo. Ao entregar o prêmio em Cannes, Greta Gerwig, presidente do júri, descreveu Anora como uma obra que “dialoga com o cinema clássico, mas também traz algo completamente novo”. Baker reconhece influências de cineastas como Howard Hawks e das comédias screwball — isto é, comédias “malucas” e fora do convencional — dos anos 70 e 80.
“Há muito dos anos 80 neste filme”, confessa. “Desde Um Príncipe em Nova York (1988) até Uma Linda Mulher (1990), percebi que estava subconscientemente fazendo referências a esses filmes”, relatou o diretor durante o encontro. Com o sucesso na temporada de premiações, a Universal Pictures Brasil alterou a data de lançamento para 23 de janeiro de 2025, após o anúncio dos indicados ao Oscar em 17 de janeiro de 2025.
Uma Longa Jornada na Marginalização
Desde Tangerine (2015) e Projeto Flórida (2017), Sean Baker tem promovido um cinema independente voltado para retratar personagens marginalizados pela indústria tradicional, principalmente profissionais do sexo. Durante o evento, Baker mencionou que a ideia de Anora surgiu de conversas com o ator Karren Karagulian, colaborador de longa data, que interpreta Torus na comédia dramática. Ambos queriam contar uma história sobre a comunidade russo-americana de Brighton Beach, no Brooklyn.
A experiência prévia do diretor com o universo da prostituição foi fundamental para moldar a narrativa. “Eu já havia feito uma imersão nesse universo em filmes anteriores, o que me ajudou a construir Anora”, explica Baker. Se emTangerine o foco é a prostituição transsexual em Los Angeles, em Projeto Flórida a questão é a sobrevivência à margem do parque de diversões mais famoso do mundo. Em Red Rocket (2021), o cineasta aborda a decadência de um ex-ator pornô e a iniciação de uma jovem nesse meio, no Texas. Agora, Baker explora o sonho americano das jovens que trabalham em casas de striptease em Nova York: encontrar o príncipe encantado.
Mesmo com o maior orçamento de sua carreira, Baker destaca que a prioridade era manter a autenticidade e oferecer ao público uma visão complexa e respeitosa desse universo.
Escolhida a dedo para interpretar a protagonista Ani/Anora, Mikey Madison, de 25 anos, desponta como uma das possíveis indicadas ao Oscar 2025, ao lado de veteranas como Nicole Kidman (Babygirl), Angelina Jolie (Maria Callas) e Demi Moore (A Substância). Suas atuações em Era Uma Vez em… Hollywood (2019), de Quentin Tarantino, e na franquia Pânico (2022) foram definitivas para que Baker a convidasse para o projeto.
“Foi uma combinação das performances dela nesses dois filmes”, relata Baker. “[Nos personagens] havia uma intensidade e uma atitude que eram perfeitas para Ani (…), mas também humor, uma entrega cômica de um jeito suave”, explica o cineasta.
Para o papel, Madison passou por um processo de preparação extenso. Ela se matriculou em aulas de pole dance em um estúdio em Baltimore e continuou o treinamento em Los Angeles. “Eu queria que minha performance como dançarina fosse a mais autêntica possível”, contou a atriz. Além disso, Madison estudou russo por meses para dominar a língua e o sotaque da personagem. “Eu não queria apenas decorar as falas foneticamente. Queria entender o que estava dizendo e o que os outros personagens diziam para mim.”
A atriz também fez uma imersão em Brighton Beach antes das filmagens, observando o dia a dia das mulheres da região. Esse processo ajudou a atriz a reproduzir o sotaque e capturar a essência de sua personagem. Durante a projeção em Paris, Madison confessou sentir-se honrada por ter sido a primeira vez em que um cineasta escreveu uma personagem especialmente para ela.
Controvérsias: Feminismo e Representatividade
A representação da prostituição e da nudez feminina no audiovisual sempre gera debates críticos. Sean Bakervê seu trabalho como uma lente sobre uma minoria marginalizada, alvo tanto da moralidade conservadora quanto do discurso religioso.
Mikey Madison em sessão exclusiva em Paris (Foto: Leticia Alassë)
Embora Baker não adote uma abordagem explicitamente feminista em seu roteiro, ele enfatiza a importância de representar suas personagens de forma tridimensional e respeitosa. “Quero mostrar minhas personagens da mesma forma que gostaria de ser representado se alguém fizesse um filme sobre mim“, declarou abordando as polêmicas em torno da exploração sexual feminina.
Mikey Madison, por sua vez, declarou-se feminista e trouxe a perspectiva da representatividade para a discussão. “Conhecer essas mulheres e ouvir suas histórias foi essencial para mim”, esclarece. “Queria representar o trabalho sexual de uma forma realista e respeitosa. As amizades que fiz com essas mulheres impactaram profundamente minha performance.”
Finais Ambíguos São Mais Impactantes
O desfecho de Anora é um dos pontos altos do filme. Para Baker, o final é a parte mais importante da narrativa e foi planejado desde o início. “Não quero dar muitos detalhes, pois gosto de deixar o final aberto à interpretação do público”, revelou o diretor. Ele, contudo, compartilhou uma espécie de epílogo com Mikey Madison e Yura Borisovpara ajudar na construção das performances. O que estaria escrito?
Sean Bakertambémrevelou deixar pistas dos finais de seus filmes em outras obras. Assim, o desfecho de Anora pode surgir em futuros trabalhos, da mesma forma que o “depois” de Red Rocket é apresentado como um easter egg de uma das cenas em Las Vegas nessa nova produção.
Com uma combinação de drama, humor e crítica social, Anora é uma obra envolvente, engraçada e profundamente humana. Sean Baker prova mais uma vez sua habilidade em capturar personagens ignorados pelo mainstream, enquanto Mikey Madison entrega a performance de sua carreira. A Palma de Ouro em Cannes não é apenas um prêmio, mas também um sinal de que histórias autênticas e representativas merecem destaque no cinema mundial.
Vale lembrar que o último compilado de Isabela Merced foi o EP ‘the better half of me’, que contou com as canções “apocalipsis” e “chocolate”.
Merced é uma das atrizes mais prolíficas da nova geração e ganhou destaque mundial ao protagonizar a versão live-action de ‘Dora e a Cidade Perdida’. Além do longa, ela também participou de produções como ‘Deixe a Neve Cair’, ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’, ‘Madame Teia’ e, mais recentemente, o aclamado terror ‘Alien: Romulus’.
A titânica musicista Lady Gagalançou, de surpresa, um cover da clássica canção natalina “Santa Claudis Is Coming To Town”.
A faixa, escrita por J. Fred Coots e Haven Gillespie, ganhou sucesso inenarrável após Eddie Cantor regravá-la em 1934, tornando-se um dos símbolos das festividades de fim de ano.
Nomes como Mariah Carey, Fred Astaire, Bruce Springsteen, Kylie Minogue, Michael Bublé e outros também já entregaram suas próprias versões da música.
Ouça:
Lembrando que Gaga se prepara para entrar em sua sétima era fonográfica, que já conta com o aclamado lead single“Disease”.
O compilado de originais ainda não tem data de lançamento confirmada, mas sabe-se que ele será lançado no ano que vem e que será um álbum pop.
O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado ‘Chromatica’, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado ‘Love for Sale’, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.
Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado ‘Harlequin’, que funcionou como um projeto-irmão do filme ‘Coringa: Delírio a Dois’. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.
Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 13 Grammys, 1 Oscar, 2 Globos de Ouro, 2 Critics Choice Awards e 1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns, 175 bilhões de streamings e 758 milhões de unidades ao redor do mundo.
No filme, Kidman interpreta uma CEO bem-sucedida que se envolve com seu novo estagiário, Samuel (Dickinson). O relacionamento entre os dois ameaça colocar em risco tanto a vida profissional quanto pessoal de ambos.
Além de dirigir, Halina Reijn também assina o roteiro do longa.
O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira,20 de dezembro.
Na trama, Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que está se preparando para a faculdade.
‘A Nonsense Christmas’, especial de Natal performado pela indicada ao Grammy Sabrina Carpenter, já está disponível na Netflix.
Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito compilando os hilários erros de gravação da produção.
Confira:
Prepare-se para um Natal fora do comum! Neste especial cheio de convidados, a estrela do pop Sabrina Carpenter canta músicas do álbum ‘fruitcake’ e outros sucessos natalinos. O especial também traz shows musicais impressionantes, apresentações de comediantes, duetos inusitados e muitas outras surpresas e participações especiais divertidas.
Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.
Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil. Este ano, lançou o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe rendeu nada menos que seis indicações ao Grammy Awards 2025 – incluindo Álbum do Ano.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”, “Paris”, “read your mind”, “feather” e “espresso”.
Após conquistar uma indicação de Melhor Canção Original no Globo de Ouro 2025, a popstar vencedora do Grammy Miley Cyrus recorreu às redes sociais e agradeceu a Pamela Anderson e a Gia Coppola por permitirem que ela contribuísse ao filme ‘The Last Showgirl’.
Cyrus ficou responsável por co-escrever a música “Beautiful That Way” ao lado de Andrew Wyatt e Lykke Li, além de ter performado a faixa.
“É uma honra ser indicada a Melhor Canção Original ao lado de meus amigos e colaboradores Andrew Wyatt e Lykke Li no Globo de Ouro e no Critics Choice Awards”, ela escreveu no Instagram. “Pamela está graciosamente compartilhando de seu momento conosco. Continuo a torcer por ela, é muito bom vê-la brilhar. Obrigada a Gia Coppola por me convidar a fazer parte de sua gema, ‘The Last Showgirl’“.
Por mais de trinta anos, Shelley (Anderson) tem sido uma dançarina de Las Vegas, a peça central adornada com penas e cristais do último show tradicional remanescente de Sin City. O palco e as mulheres com quem ela o compartilha são sua família amorosa, briguenta e vestida de lantejoulas. Quando o diretor de palco Eddie (Bautista) anuncia que o show será encerrado permanentemente em duas semanas, Shelley e seus colegas de trabalho devem tomar decisões para seu futuro. Mas o futuro parece diferente quando você tem 50 anos, e não 20, e sua única habilidade profissional é dançar.
Emocionalmente em dificuldades, Shelley tenta reaproximar-se de uma filha que mal conhece, o que se revela tão difícil como perder o único emprego que alguma vez teve. Amparada por sua melhor amiga Annette (Curtis), uma garçonete ousada que ri um pouco alto demais e com muita frequência, Shelley deve encontrar seu lugar em um mundo para o qual ela fechou a porta (do palco) anos antes.
Intitulado ‘Boy Band’, a trama acompanha membros de uma antiga banda que se reúnem quando mais velhos e enfrentando problemas da meia-idade.
Agora, em entrevista ao The Hollywood Reporter, Reynolds ofereceu alguns detalhes a mais sobre a produção.
“Ainda não há datas ou qualquer coisa assim. Não vou filmar nada por, ao menos, um ano”, ele conta.
Reynolds continua, explicando que o desejo de contar uma história como essa vem de seu próprio interesse em temas como identidade, crescimento e redenção:
“Vários membros de boy bands – e há muitos deles – têm gerentes que os deixam insanos. Eles experimentam níveis de fama pelos quais seriam muito difíceis navegar para qualquer um, ainda mais um adolescente, quando você ainda está criando seu senso de autoestima para um público gritante. Isso cria um senso de desenvolvimento cultural interrompido”.
O ator também acredita que há algo profundamente humano sobre a jornada de pessoas que, décadas depois de serem moldados sob circunstâncias extraordinárias, tentam se reconectar com quem realmente são fora dos holofotes da fama.
“[O filme] seria sobre pessoas em seus quarenta ou cinquenta anos tentando reconquistar suas vidas”, ele acrescenta. “Acho que há algo muito bonito sobre isso”.
Vale lembrar que Reynolds, Jackman e Levy trabalharam recentemente no adorado ‘Deadpool e Wolverine’.
Levy tem um relacionamento longo tanto com Reynolds quanto com Jackman. Antes de ‘Deadpool e Wolverine’, o cineasta colaborou com Jackman em ‘Gigantes de Aço’, que se tornou um clássico cult entre o público desde seu lançamento em 2011; com Reynolds, trabalhou nos projetos ‘Free Guy: Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’.
Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine’ fez um enorme sucesso de bilheteria e de crítica (arrecadando US$1,33 bilhão mundialmente e conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes) – e chega ao catálogo do Disney+ no próximo dia 12 de novembro.
‘Kraven, o Caçador‘, spinoff de super-herói estrelado porAaron Taylor-Johnson como o notório inimigo do ‘Homem-Aranha‘, decepcionou em sua abertura nos cinemas, registrando uma estreia global de apenas US$ 26 milhões.
De acordo com o Variety, o longa contou com um orçamento de US$ 110 milhões – valor inflacionado devido aos atrasos causados pela pandemia de COVID e as greves em Hollywood.
Nos EUA, o filme abriu na terceira colocação – sendo desbancado por ‘Moana 2‘ e ‘Wicked‘ –, arrecadando apenas US$ 11 milhões em seu primeiro final de semana.
Para termos de comparação, a produção teve a pior estreia para o universo de personagens da Marvel na Sony, atrás do fracasso de ‘Madame Teia‘ (US$ 15.3 milhões), bem como algumas das notas mais baixas de todos os tempos de críticos e público com trágicos 15% no Rotten Tomatoes e nota C no CinemaScore.
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 15 milhões através de 60 mercados.
Dirigido por JC Chandor, o filme com classificação R explora as origens de Sergei Kravinoff, o alter ego do personagem de história em quadrinhos, incluindo seu relacionamento conturbado com seu pai, um senhor do crime (Russell Crowe) e sua busca para se tornar o maior caçador.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme:
O mais recente filme do Universo Homem-Aranha da Sony, ‘Kraven, o Caçador’, continuou a péssima onda de produções da companhia ao não apenas ser massacrado pela crítica internacional, mas já se sagrar como um grande fracasso financeiro.
Com um orçamento avaliado em US$110 milhões, o mais novo desastre da Sony Pictures aponta que obras pertencentes a esse panteão não estão funcionando – ainda mais considerando outros títulos como ‘Morbius’ e ‘Madame Teia’, que falharam em cumprir com o prometido.
Este último longa-metragem foi lançado em fevereiro deste ano e amargou 11% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado fracos US$100,5 mundialmente, levando os fãs a se perguntarem como uma promissora narrativa deu tão errado.
Agora, à luz de detalhes problemáticos de bastidores de ‘Kraven’, uma recente reportagem (via CBM) revelou sinais de profundas mudanças na pós-produção de ‘Madame Teia’ que podem explicar o fracasso retumbante do filme.
Segundo informações, “a razão pela qual ‘Madame Teia’ ficou tão desarticulado foi porque o estúdio cortou várias páginas do roteiro antes do início das filmagens – causando problemas no segundo e no terceiro atos”.
‘Morbius’ também passou por obstáculos semelhantes, visto que o ato de encerramento da obra foi completamente regravado.
A reportagem acrescenta: “se Kevin Feige consegue impedir que um reboot de ‘Blade’ se torne realidade até estar em boa forma comercial, Sony, você consegue fazer o mesmo com suas propriedades da Marvel“.
Lembrando que ‘Madame Teia’ está disponível no catálogo da Max.
Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.
“O que realmente diferencia Nosferatu de Eggers dos outros filmes é o quão profundamente ele explora as imagens e os temas do folclore dos vampiros. Não são muitos os filmes de Drácula que oferecem tanto para você se aprofundar”, disse Nicholas Barber da BBC.
“Nosferatu é um impressionante remake de terror gótico que devolve o medo ao folclore dos vampiros”, disse Brittany Patrice Witherspoon do Screen Rant.
“Se o que você esperava desse recomeço era a narrativa clássica de Drácula, exatamente como se tivesse sido dirigida por Robert Eggers, é exatamente isso que você recebe”, disse Becky Darke do Total Film.
“O roteiro amplamente sugestivo de Eggers não entra em muitos detalhes sobre a repressão de Ellen, mas a performance reveladora de Depp garante que o restante do filme não precise fazer isso”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Embora o filme tenha as forças visuais que os fãs já esperam do diretor de terror, o roteiro de Nosferatu carece do gancho necessário para se diferenciar dos muitos outros filmes de Nosferatu e Drácula que vieram antes dele”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“De arrepiar até a última gota deliciosa, Nosferatu é extraordinariamente envolvente, um dos melhores filmes do ano, e uma experiência fantasmagórica e inesquecível para os cinemas que vai impressionar”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.
“Impecavelmente feito. Um dos melhores filmes dos últimos anos”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie Network.
“Em uma cidade assolada pela peste, é a febre visionária e intensa de Ellen que lhe permite se comunicar mais de perto com o mal ao seu redor, talvez até encontrando um toque de êxtase doentio. Nosferatu, de sua maneira envolta em sombras, encontra mais do que um toque”, disse Jesse Hassenger do Paste Magazine.
‘Nosferatu’ tem estreia marcada nos cinemas nacionais para o dia 9 de janeiro de 2025.
“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.
O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).
Sarah Michelle Gellar alcançou fama mundial ao interpretar a personagem titular na clássica e aclamada série de fantasia ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ – e, anos depois do término do show, a atriz comentou que não retornaria para um reboot em potencial da narrativa.
Porém, parece que as coisas mudaram.
Em uma recente aparição ao The Drew Barrymore Show, Gellar contou que está considerando reprisar seu memorável papel como Buffy em um projeto em potencial.
“Eu sempre costumava dizer não, porque [a série] está em sua própria bolha e é muito perfeita”, ela afirmou. “Mas ao assistira [‘And Just Like That…’] e a [‘Dexter: Pecado Original’] e perceber que há meios de fazer [um reboot], isso faz definitivamente sua mente pensar: ‘bem, talvez'”.
Gellar acrescentou que ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ não necessariamente precisaria ganhar uma pré-sequência, visto que há uma gama considerável de narrativas diferentes a serem exploradas.
“Pode ser qualquer coisa”, ela disse. “É um universo. Faz você perceber que, nesse mundo, precisamos desses heróis – mais do que nunca”.
‘Buffy, a Caça-Vampiros’ está disponível no Disney+.
A série foi lançada em 1997 e estendeu-se por sete temporadas.
Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), uma adolescente de 15 anos, descobre logo cedo que não é uma garota comum. Ela é uma Caça-Vampiros, uma das escolhidas para lutar contra o mal e proteger o mundo de monstros. Com os amigos Willow (Alyson Hannigan) e Xander (Nicholas Brendon), e seu Guardião Giles (Anthony Head), ela vai enfrentar os perigos dos vampiros e demônios enquanto tenta sobreviver ao Ensino Médio.
Sucesso! A adaptação musical ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 520 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa atualmente se encontra no TOP 8 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Venom: A Última Rodada‘ (US$475.5M), ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ (US$451.1M) e ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$404.5M).
Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 359 milhões. No mercado internacional, foram US$ 165.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 524.9 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$47.4M), Austrália (US$17.2M), Coreia (US$10.6M), México (US$8.1M) e Espanha (US$4.5M).
Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)
Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).
A sequência ‘Gladiador 2‘ já arrecadou US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (US$397.3M) e ‘Twisters‘ (US$370.9M), entrando para o TOP 12 das maiores arrecadações do ano.
Nos EUA, o longa soma US$ 145.9 milhões. Internacionalmente, foram US$ 252.6 milhões através de 65 mercados – valor que representa 63% de sua arrecadação total.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 398.5 milhões mundialmente.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$30.3M), França (US$22.6M), Espanha (US$15.2M), México (US$13.3M) e Austrália (US$11.5M).
Com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Gladiador 2‘ recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou abaixo do longa original, que havia recebido uma nota A dos espectadores.
Apesar disso, o filme mantém uma média de 85% de aprovação do público no RT.
Considerando a reação positiva, Ridley Scott já comenta sobre a possibilidade de mais uma sequência. Questionado pela Variety sobre a chance de um terceiro filme, o cineasta indicou que ‘Gladiador III‘ realmente acontecerá: “Acho que tenho que fazer isso”, afirmou o diretor.
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
Sucesso! A sequência ‘Moana 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa ultrapassou a bilheteria total de ‘Duna: Parte 2‘ (US$714.4M), entrando para o TOP 4 das maiores arrecadações do ano.
Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 337.5 milhões – superando arrecadação total do primeiro filme no país (US$248.7M). No mercado internacional, também foram US$ 379.5 milhões.
Ao total, a produção já soma US$ 717 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o primeiro filme encerrou sua passagem pelos cinemas globais com US$ 643.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a França (US$32.5M), Reino Unido (US$27.2M), Alemanha (US$19.7M), México (US$19.1M) e Brasil (US$16M).
Atualmente, a Disney detém duas posições no TOP 3 das maiores animações de 2024. Somando ‘Moana 2‘ e ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B), o estúdio já ultrapassou a marca de US$ 2.4 bilhões em arrecadação.
“‘Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”
Faltam apenas dois episódios para chegarmos ao fim da 1ª temporada de ‘Duna: A Profecia’, série que expande a aclamada franquia de ficção científica de Denis Villeneuve.
Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com o produtor Jordan Goldberg e o astro Travis Fimmel (intérprete de Desmond Hart), que contaram o que podemos esperar dos capítulos finais da atração – e o que os motivaram a participar da série.
Lembrando que o próximo capítulo vai ao ar hoje,15 de dezembro.
No Rotten Tomatoes, a produção teve uma estreia positiva, com 71% de aprovação da crítica especializada, baseada em 83 análises, e 63% de aprovação do público.
Para efeito de comparação, ‘Duna’ obteve 83% de aprovação, enquanto a sequência ‘Duna: Parte 2’ alcançou 92%.
Os críticos, de maneira geral, destacaram que a produção, pelo menos nos primeiros episódios, é impressionante, especialmente pelos aspectos técnicos. No entanto, muitos reconhecem que ela fica aquém dos filmes, especialmente em termos de profundidade e impacto.
Confira os principais comentários:
“‘Profecia’ não chega a igualar as conquistas estéticas de Villeneuve. No entanto, em seus melhores momentos, a série faz justiça à complexidade das questões políticas e dos debates éticos que são fundamentais no universo fictício de Frank Herbert”, disse Alison Herman da Variety.
“Como uma reflexão densa sobre as lutas pela autonomia feminina em uma sociedade patriarcal, oferece momentos de conspirações e traições moralmente complexas, com uma produção impecável”, disse Daniel Fienberg da Hollywood Reporter.
“‘Duna: Profecia’ conta com um elenco sólido e bem equilibrado, uma narrativa cativante e cenários deslumbrantes, que remetem aos filmes de Denis Villeneuve. No entanto, algumas comparações com as produções cinematográficas são difíceis de superar”, disse Ron Hilliard da Discussing Film.
“‘Duna: Profecia’ carece da grandiosidade necessária para dar vida a esse universo de forma realista. Esta versão soa mais como uma imitação do que uma expansão dos filmes dirigidos por Denis Villeneuve”, disse Joshua Ryan da FandomWire
“Com Profecia, a HBO agora tem duas acertos em dois quando se trata de spin-offs para a TV”, disse Therese Lacson da Collider.
“É um começo misto para este primeiro spin-off de Duna, que não consegue escapar completamente da sombra de Denis Villeneuve. Mas a paciência pode ser recompensada; afinal, os planos das Bene Gesserit são medidos em séculos”, disse John Nugent da Empire Magazine.
“Está se esforçando tanto para cumprir um mandato de Game of Thrones – mas no espaço – que frequentemente se esquece de cumprir suas responsabilidades narrativas com a propriedade intelectual, enquanto se desdobra para agradar seus mestres corporativos”, disse David Fear do Rolling Stone.
“Embora esta série não possua a mesma atmosfera vibrante e sobrenatural das adaptações cinematográficas, ela nos coloca em um tempo e lugar complicados, definidos por manobras maquiavélicas e uma obsessão familiar por um certo psicodélico ocre”, disse Elijah Gonzalez da Paste Magazine.
“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”
Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.
A icônica franquia de comédia ‘Todo Mundo em Pânico’ finalmente está de volta nas mãos de seus criadores originais, os irmãos Wayans.
Em entrevista no programa Big Boy TV, Marlon Wayans revelou uma janela de lançamento para o novo filme da saga, dizendo que o longa está previsto para chegar em 2026.
A confirmação de Wayans coincide com o planejamento de começar a produção de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ em 2025, com a Paramount e a Miramax cuidando do filme.
Falando sobre o filme de comédia, Jonathan Glickman, CEO da Miramax, mostrou empolgação com o projeto.
“Estamos muito felizes por trazer ‘Todo Mundo em Pânico’ de volta com os irmãos Wayans, os criadores brilhantes por trás dessa franquia adorada. O momento é perfeito para reintroduzir a série nas telonas, e estamos ansiosos para ver a visão única de Keenen,Marlon e Shawn conquistando novamente o público.”
Vale lembrar que, recentemente, Dave Sheridan, que interpreta Doof Gilmore na franquia ‘Todo Mundo em Pânico’, afirmou que o sexto filme contará com a presença do Ghostface.
Vale lembrar que, apesar de inicialmente ser uma paródia de ‘Pânico 6’, a franquia ‘Todo Mundo em Pânico’ expandiu sua comédia para outros filmes de terror, referenciando diversos títulos ao longo dos anos.
Dave Sheridan, who plays Doofy, has stated that SCARY MOVIE 6 will ‘100%’ include Ghost Face.
He also says that Marlon Wayans is allegedly rewriting a finished script that will ‘probably’ include an aged version of the mask as well as references to SCREAM 5 & VI. pic.twitter.com/PUBnf1Dxla
Ao total, a franquia ‘Todo Mundo em Pânico’ já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.