Site Página 1240

‘Superman’ de James Gunn ganha cartaz para a CCXP

Superman’ ganhou um cartaz exclusivo para a CCXP.

Confira:

img 2472


James Gunn
, cineasta responsável pelo novo DCU, falou recentemente sobre a possibilidade de uma série derivada de Superman, longa que marca o início do novo universo da DC, focada no Planeta Diário.

Durante uma entrevista ao Collider, Gunn afirmou: “Olha, eu não tive dias mais divertidos em Superman do que com a equipe do Planeta Diário. Fomos para Macon, na Geórgia, filmamos as cenas do jornal, e estava eu, o David [Corenswet], a Rachel [Brosnahan], o Chris McDonald, o Skyler [Gisondo], a Mikaela [Hoover] e o Wendell [Pierce]. Tivemos alguns dos meus dias favoritos de filmagem de todos os tempos. Eu vejo aquele elenco fazendo muitas outras coisas conosco”.

No entanto, ele foi categórico: “Eu não vejo isso acontecendo”.

Marcado para julho de 2025, Superman também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo, Isabela Merced como Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Incrível.

Com lançamento marcado para 11 de julho de 2025, Superman será o primeiro filme do novo DCU.

david corenswet as superman
david corenswet as superman

‘Quarteto Fantástico’: Foto pode ter revelado VISUAL do vilão Galactus no filme; Confira!

Em 2025, a primeira família da Marvel fará sua aguardada estreia no Universo Cinemático Marvel com o lançamento de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

E, para além dos adorados heróis, a narrativa contará com a presença do mortal antagonista Galactus, que será interpretado por Ralph Ineson.

Recentemente, Ineson confirmou que já rodou suas cenas para o ambicioso longa-metragem e que recebeu um presente da Marvel Studios: um pequeno objeto decorativo que traz o visual clássico de Galactus nos quadrinhos – e que pode ter revelado o visual oficial do vilão no live-action.

Confira:

Lembrando que Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Alien: Romulus’: Diretor fala sobre possível SEQUÊNCIA do aclamado filme!

Alien: Romulus’ se tornou um dos filmes mais elogiados de 2024 e, além de conquistar 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, fez uma sólida bilheteria ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Com o sucesso inesperado, não demorou muito até que os fãs da icônica franquia sci-fi se perguntassem sobre uma possível sequência.

Agora, em uma recente entrevista ao io9, o diretor Fede Alvarez comentou acerca dos rumores de uma continuação, afirmando que todos os envolvidos têm planos de continuar a história – desde que haja algo que valha a pena ser contado.

“Nós definitivamente queremos fazer [uma sequência]. O estúdio quer. Eu quero. Acho que, com as sequências, é sempre sobre encontrar a história certa. Eu e Rodo [Sayagues], meu co-roteirista, temos algumas ideias – mas não será até encontrarmos algo que nos faça pensar: ‘OK, esse é um filme que vale a pena ser feito’. Então, esse é o processo em que estamos agora, tentando encontrar uma história que valha o tempo de todos e que honre o título”, ele afirmou.

Alvarez continua: “do contrário, você nunca quer cair no erro de fazer [uma sequência] só porque o primeiro é um grande sucesso… [fazer uma sequência] só porque você pode fazê-la, isso é sempre a receita para o desastre”.

Lembrando que Alien: Romulus’ já está disponível no Disney+.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçado em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ se tornou um novo sucesso da franquia ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, entra como produtor.

alienromulus

Crítica | Tesouro – Pai e Filha Retornam à Polônia em Emocionante Filme de Resgate Identitário

Para que a gente consiga entender a nós mesmos, é preciso conhecermos nossas raízes: de onde viemos, de onde veio nossa família, quais são os costumes e características que nos marcam, nos fazem pertencer a um grupo. Muitos de nós desconhece suas próprias raízes devido a diversos processos históricos – guerras, invasões, disputas que fizeram com que documentos, registros, fotos e outros elementos fossem apagados, destruídos, sumidos com o tempo. Assim, sem elementos, as pessoas não conseguem provar suas origens e, consequentemente, não conseguem entender e seguir com suas próprias pernas as histórias que precisam percorrer. Esse é o mote do filme ‘Tesouro’, que chega a partir de amanhã ao circuito exibidor brasileiro.

Ruth (Lena Dunham) é uma jornalista estadunidense divorciada que, ao se ver nesse ponto de sua vida, decide embarcar em uma viagem de autodescobrimento. Mais ainda: decide viajar à Polônia para conhecer os locais de onde vieram seus pais, fugidos da Alemanha nazista na época da guerra. Enquanto Ruth quer ir a fundo nos detalhes históricos sobre esses eventos, seu pai, Edek (Stephen Fry), decide acompanhá-la por não querer vê-la sozinha na jornada, mas, no fundo, ele mesmo não quer estar fazendo aquela viagem. Assim, enquanto Ruth escolhe os melhores hotéis e contrata guias de turismo para explicar as histórias dos locais, Edek acaba fazendo de tudo para sabotar a viagem, o que acaba gerando situações proporcionalmente cômicas e doloridas para ambos.

Tesouro’ é baseado numa história real, mas, também poderia ser baseado em muitos desejos reais. Ruth é uma personagem judia que decide, mais do que visitar o país natal de seus pais, ela quer conhecer o contexto histórico-social em que seus pais cresceram, se conheceram e em que condições eles sobreviveram durante a guerra. Ela é obcecada com histórias desse tempo, em contraposição ao seu pai, um homem na faixa dos setenta anos, bem-humorado que não quer mais reviver nenhuma memória daquele tempo, afinal, tudo daquela época o faz sofrer muito.

Essa é a grande sacada do roteiro de Julia von Heinz, John Quester e Lily Brett: construir um encontro geracional de personagens que se amam, mas que têm motivações extremamente opostas, o que acaba causando não só o grande conflito do filme, mas também provoca situações tão cômicas quanto tristes. E para isso, todo e qualquer elemento inserido no roteiro, mesmo o mais bobo, acaba fazendo sentido mais pra frente no enredo, e toda vez que um desses elementos é explicado na trama o coração do espectador acaba dando uma encolhida, pois é aquele momento em que somos trazidos de volta àquela realidade macabra da guerra e do Holocausto.

Com muito respeito e sensibilidade, e sem carregar no drama, a diretora Julia von Heinz faz uso dos elementos da comédia para imprimir humor em situações extremamente nervosas e, de certa forma, constrangedoras. Assim, nem pai nem filha são cem por cento impunes, pois ambos têm razão nas suas ações, e a harmonia com que os atores tecem a relação parental faz com que haja naturalidade nas reações dos personagens, principalmente nos momentos de maior tensão.

Dolorido, emocionante e catártico, ‘Tesouro’ mostra que, por mais que as feridas do passado doam, é preciso falar sobre elas para que elas possam finalmente sarar com as gerações atuais, de modo que, entendendo, não sejam mais repetidas.

‘A Legend’: Jackie Chan surge rejuvenescido no trailer da sequência de ‘O Mito’

A sequência de O Mito, intitulada A Legend (Uma Lenda, em tradução livre), acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial, divulgado pela Well Go USA Entertainment.

Uma das grandes surpresas do filme é o impressionante rejuvenescimento digital de Jackie Chan.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“A trama segue um renomado arqueólogo (interpretado por Jackie Chan) que, ao investigar a história de um recém-descoberto artefato antigo, estabelece sem saber uma conexão mística com um heróico general da dinastia Han. Essa conexão acaba borrando as fronteiras entre o passado e o presente, justamente quando o general se prepara para travar uma guerra contra o brutal exército huno”, diz a sinopse.

O filme tem direção de Stanley Tong, parceiro de longa data de Jackie Chan.

O elenco deA Legend também conta com a presença de Lay Zhang, Na Zha, Aarif Lee, Li Chen, Peng Xiaoran e Shawn Dou.

Barry Keoghan é confirmado por Ringo Starr na cinebiografia dos Beatles

O astro Barry Keoghan, conhecido por seu papel em ‘Saltburn’, tem sido um dos favoritos para integrar o elenco da aguardada quadrilogia sobre os Beatles. Agora, o ator foi confirmado por ninguém menos que Ringo Starr, o lendário baterista da banda.

Em uma entrevista ao Entertainment Tonight, Ringo foi questionado sobre Keoghan interpretá-lo na produção.

“Bem, eu acho o Barry ótimo. Ouvi dizer que ele está por aí, fazendo aulas de bateria — e espero que não sejam muitas”, brincou o músico, confirmando a escalação.

Sob a direção de Sam Mendes, o projeto promete explorar a fundo as vidas de John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison.

Segundo o Word Of Reel, as filmagens estão marcadas para julho de 2025 em Londres, e o trabalho de preparação já está em andamento, embora o elenco ainda não tenha sido anunciado.

Durante uma entrevista, Mendes afirmou que seu único foco será essa saga de filmes nos próximos anos, destacando que estará ocupado realizando esses quatro filmes até “meados de 2028”.

Vale lembrar que cada filme apresentará o ponto de vista de um dos membros da banda, formando uma narrativa interconectada.

Lembrando que os filmes serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.

O projeto está previsto para ser lançado em 2027.

Crítica | Enfeitiçados – Animação Estilo Pixar da Netflix Surpreende Com História Emocionante

Não é de hoje que as grandes produtoras de animação entenderam que o estilo animado não é coisa (só) de criança. O público adulto também adora consumir desenho animado, e essa vertente tem ganhado bastante força nas últimas décadas. Ao mesmo tempo, a animação ainda é o principal formato de diálogo entre o cinema e o público infantil e/ou juvenil, e uma importante ferramenta educacional para abordar temas delicados, difíceis mas que precisam também ser conversados na infância e na juventude. Esse é o mote por trás do sucesso da franquia ‘Divertida Mente’, por exemplo, pois joga luz sobre as emoções dentro de um universo infantojuvenil – e, este ano, aprofundou o tema ao debater o comportamento da ansiedade dentro da cabecinha jovem. Na mesma pegada, estrou recentemente na Netflix o longa animado ‘Enfeitiçados’, que já no dia seguinte ao de sua estreia já figurou em primeiro lugar no Top 10 da plataforma.

É aniversário de quinze anos da princesa Ellian (na voz original de Rachel Zegler), e tudo que ela gostaria era poder ter uma grande festa com seus amigos e sua família, porém, desde que seu pai, o Rei Solon (Javier Bardem), e a Rainha Ellsmere (Nicole Kidman), foram ‘Enfeitiçados’ na floresta mágica, os dois se transformaram em grandes monstros, que não se comportam nem um pouco e destroem tudo no castelo. Desde então, Ellian tenta cuidar do reino, mas está cada vez mais difícil esconder a verdade dos súditos. Por isso, esse ano ela pede a ajuda dos Oráculos para transformar seus pais de volta em humanos, e assim, os três e o bichinho de estimação da família, Bolinar (John Lithgow), enfrentarão uma grande aventura que lhes ensinarão muito mais sobre si mesmos do que eles mesmos conheciam.

Em um primeiro momento, ‘Enfeitiçados’ pode parecer apenas mais um desenho bobinho de príncipes e princesas com algumas piadinhas que funcionam e aquela história que todo mundo já conhece. Porém, o roteiro de Vicky Jenson, Lauren Hynek e Elizabeth Martin vai além e traz uma mensagem linda para o público, que incialmente fica escondida num segundo plano ali que ninguém percebe. E esse é o grande trunfo do filme de Vicky Jenson (que dirigiu o primeiro ‘Shrek’ e ‘O Espanta Tubarões’) – tratar de um tema muito importante para o universo infantil, mas superdelicado, e, portanto, um tabu. Alerta de spoiler: com muita sensibilidade e poesia, o longa aborda a questão da separação dos pais e o estresse que isso causa na vida de uma criança. A sequência em que o tema é desenvolvido de forma clara no filme é bastante emocionante, de modo que não é de se surpreender se uma lágrima ou duas escaparem nesse momento.

Mas, claro, para tratar de um assunto tão sensível ao público, o roteiro e a direção fazem a acertada escolha de transformar ‘Enfeitiçados’ em um longa de animação musical. Assim, além de entreter com dancinhas e encantamentos de criaturinhas fofas, o longa faz com que seus personagens cantem seus sentimentos, o que ajuda a transmitir a mensagem de uma forma mais intimista ao espectador.

Bem colorido, bem realizado, com ótimos diálogos e um argumento fundamental, ‘Enfeitiçados’ poderia tranquilamente ser um filme da Pixar, mas é a grande animação da Netflix desse ano, mesmo chegando sem alarde na plataforma. Uma pena não ter estreado nos cinemas, faria uma bela bilheteria.

Sucesso! ‘Moana 2’ quebra recordes em pré-estreias

Moana 2’ está dominando as bilheterias! A sequência da Disney conquistou um feito histórico, arrecadando US$ 13,8 milhões em pré-estreias de terça-feira, superando todos os filmes de animação da Walt Disney Animation, conforme o The Hollywood Reporter.

Esse recorde só é superado por ‘Os Incríveis 2’, da Pixar, que arrecadou US$ 18,5 milhões.

Além disso,Moana 2’ estabeleceu um novo marco para as pré-estreias de terça-feira antes do Dia de Ação de Graças, demonstrando um entusiasmo imenso do público.

As expectativas são ainda maiores para o fim de semana prolongado, com projeções de bilheteria entre US$ 125 milhões e US$ 135 milhões, o que poderia torná-lo a maior abertura de Ação de Graças de todos os tempos.

O atual recorde de abertura pertence a Frozen (US$ 93,6 milhões), enquanto Frozen II’ detém o recorde de cinco dias, com US$ 125 milhões.

A combinação de Moana 2’ com outros grandes lançamentos, como ‘Wicked’ (da Universal) e ‘Gladiador II’ (da Paramount), promete impulsionar ainda mais a receita total do feriado de cinco dias.

‘Wicked’ liderou as bilheterias de terça-feira com US$ 16,6 milhões, enquanto ‘Gladiador II’ arrecadou US$ 6,7 milhões.

O longa chega aos cinemas nacionais no próximo dia 28 de novembro.

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Diretor de ‘Alien: Romulus’ revela se gostaria de fazer parte de OUTRA franquia cinematográfica

Alien: Romulus’ se tornou um dos filmes mais elogiados de 2024 e, além de conquistar 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, fez uma sólida bilheteria ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Grande parte desse sucesso veio pelas mãos de Fede Alvarez, diretor que não apenas deixou sua marca nessa icônica franquia sci-fi, como também já emprestou suas habilidades para a saga de terror ‘A Morte do Demônio’.

Agora, em uma recente entrevista ao io9, Alvarez foi questionado se gostaria de fazer um remake ou reboot ou apenas participar de alguma outra franquia dos gêneros em questão.

“Não sei. No mundo do terror, acho que não, porque realmente acredito que se você tivesse me perguntado em 1992 ou 93 quais são as joias da coroa do terror, eu teria dito ‘A Morte do Demônio’ e Alien, sem sombra de dúvida. Para mim, de forma completamente subjetiva, Alien é a joia da coroa do terror. Não há nada que o supere. É o tipo de filme que cobre tanto terreno… A ficção científica, o terror, o suspense e o drama, acho que não há nada melhor do que isso”, ele disse.

Alvarez continua: “do contrário, você nunca quer cair no erro de fazer [uma sequência] só porque o primeiro é um grande sucesso… [fazer uma sequência] só porque você pode fazê-la, isso é sempre a receita para o desastre”.

Lembrando que Alien: Romulus’ já está disponível no Disney+.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçado em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ se tornou um novo sucesso da franquia ao arrecadar US$350,9 milhões ao redor do mundo.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, entra como produtor.

alienromulus

Aaron Taylor-Johnson ganhou 20 quilos de músculos para ‘Kraven, o Caçador’; Veja vídeo da transformação!

Aaron Taylor-Johnson ganhou 20 quilos de músculos para ‘Kraven: O Caçador‘, e ele surge em um novo vídeo do filme mostrando sua transformação física para o papel.

Assista:

O insider Cryptic revelou possíveis novas informações sobre a adaptação de ‘Kraven, o Caçador‘, que contará a história de um vilão do Homem-Aranha.

Segundo as informações, o filme não contará com cenas pós-créditos e não fará nenhuma menção ao Amigão da Vizinhança.

Além da franquia ‘Venom‘, vale lembrar que os dois últimos filmes do universo da Sony, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘, apresentaram referências diretas ao popular herói.

Com o longa estrelado por Aaron Taylor-Johnson, no entanto, o estúdio parece querer focar na história de origem do antagonista dos quadrinhos, sem forçar conexões com um universo pré-existente.

Infelizmente, as informações não foram confirmadas. Trate-as como um rumor.

De acordo com o Box Office Pro, ‘Kraven, o Caçador’ deverá arrecadar entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões em seu final de semana de estreia.

Para efeito de comparação, ‘Madame Teia’ abriu com US$ 15,3 milhões, enquanto ‘Morbius’ arrecadou US$ 39 milhões e ‘Venom: A Última Dança’ faturou US$ 51 milhões em seus respectivos lançamentos.

Com esses números em mente, as previsões indicam que ‘Kraven’ corre o risco de se tornar um fracasso, com grande chance de não ultrapassar os ‘US$ 100 milhões’ em sua bilheteira.

J.C. Chandor, diretor de ‘Kraven, o Caçador’, comentou recentemente sobre como os fracassos recentes do universo cinematográfico do Homem-Aranha têm impactado seu novo filme.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta abordou a má reputação do Universo do Homem-Aranha da Sony e pediu aos fãs que dessem uma chance à sua produção.

“Não quero me aprofundar muito nos detalhes, mas aqui está o que eu diria: como cineasta, meu principal objetivo — especialmente nos últimos anos, em que vocês têm acompanhado de perto este universo — é entender que alguns fãs, muitos fãs, ficaram decepcionados com certas decisões e resultados [do Universo do Homem-Aranha da Sony]”, disse Chandor.

Ele também ressaltou: “Mas, com outros filmes, houve grandes sucessos. Então, temos uma taxa de sucesso mista. As pessoas precisam nos dar uma chance, apoiar este filme e, literalmente, tentar deixar para trás algumas das coisas que aconteceram. Dêem uma chance ao nosso filme”.

O diretor concluiu com otimismo: “Acho que o público perceberá que fizemos tudo o que podíamos para entregar uma história divertida. Quando o filme terminar, vocês verão que há potencial para muitas coisas acontecerem. Meu objetivo era isolar nosso filme, protegê-lo e apenas contar uma boa história. Depois disso, teremos oportunidades de fazer muitas coisas legais”.

‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

‘Moana’: Chefe da Disney explica como a animação se DIFERENCIA do live-action

Moana 2’, aguardada sequência da Disney, chega aos cinemas mundiais muito em breve – mas isso não é tudo: a mini-franquia da Casa Mouse também ganhará um remake em live-action que será lançado em 2026 (trazendo Dwayne Johnson como o semideus Maui e Catherine Laga’aia como Moana).

Agora, em entrevista ao ComicBook.comJared Bush, co-roteirista do filme e CCO da Walt Disney Animation Studios, revelou que espera dar ao público algo novo com o live-action.

“Eu diria que, tanto para animação quanto para live-action, você se inclina para: ‘o que essa mídia faz de melhor?’ em muitos detalhes”, ele disse. “Quando você vê um jovem de 16 anos no oceano, lidando com o clima, lidando com os elementos – é uma sensação diferente ter uma pessoa humana ali”.

Bush continua: “o que a animação faz de forma muito boa é trazer diversão, entretenimento, visuais incríveis e magia. Então, eu acho que, ao recorrer a esses pontos fortes, é isso que separa essas histórias e, esperançosamente, dá ao público algo novo.”

Lembrando que Moana 2’ chega aos cinemas nacionais no próximo dia 28 de novembro, enquanto o live-action tem estreia agendada para 2026.

Moana 2′ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

‘Star Wars’: Denis Villeneuve não tem interesse em dirigir filme da franquia; “Tudo Desandou”

Denis Villeneuve, cineasta aclamado por ‘Duna’, revelou recentemente que não tem interesse em dirigir um filme da franquia Star Wars, sucesso intergaláctico criado por George Lucas.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Villeneuve explicou que perdeu o encanto pela saga Star Wars há muito tempo.

“Eu era o público-alvo. Eu tinha 10 anos. Foi como uma bala de prata para a minha cabeça. Fiquei obcecado por Star Wars, disse ele. “Quero dizer, O Império Contra-Ataca é o filme que eu mais esperei na minha vida. Vi milhões de vezes na tela. Fui traumatizado por O Império Contra-Ataca. Eu adoro Star Wars”.

No entanto, o cineasta acredita que a franquia perdeu seu brilho após 1983, com o lançamento de ‘O Retorno de Jedi’.

“O problema é que tudo desandou em 1983 com O Retorno de Jedi”, continuou Villeneuve. “É uma longa história. Eu tinha 15 anos, e meu melhor amigo e eu queríamos pegar um táxi e ir até Los Angeles para conversar com o George Lucas — nós estávamos tão irritados! Até hoje, os Ewoks… Acabou virando uma comédia para crianças. Star Wars se cristalizou em sua própria mitologia, muito dogmática, parecia uma receita, sem mais surpresas. Então, eu não sonho em fazer um filme de Star Wars porque parece que o código está muito codificado”.

Quanto a ‘Star Trek’, Villeneuve também foi direto: “Eu não sou um Trekkie”.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

Os 10 Melhores Filmes Musicais dos Anos 2000

Na virada dos anos 1990 para os anos 2000, os filmes musicais não tinham a mesma força que tinham algumas décadas antes – talvez por uma superexposição do gênero que já não conquistava o público. Porém, não demorou muito até que títulos de extremo aclame e aceitação revitalizassem o gênero, como foi o caso de ChicagoMoulin Rouge e até mesmo ‘8 Mile’.

Pensando nisso – e continuando nosso especial-, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes musicais dos anos 2000. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. MAMMA MIA! O FILME (2008)

“[N]ão podemos tirar mérito de Streep encarnando mais um icônico personagem e entregando-se de corpo e alma para Donna, cuja personalidade irreverente, rebelde e totalmente livre conversa diretamente com a própria construção imagética – ou seja, com as paisagens oníricas perscrutadas pelas cristalinas águas do Mediterrâneo e pelo pôr-do-sol que mais se assemelha a uma pintura em tinta a óleo. Ainda que não ouse muito mais da zona de conforto, a fotografia elaborada por Haris Zambarloukos consegue captar a atmosfera em questão, afastando-se dos retratos panfletários que costumamos encontrar em filmes de tal vertente. Mas não espere algo extremamente minucioso – ainda mais porque o foco da história é fazer com que o público saia do cinema cantando diversas vezes a discografia de ABBA” – Thiago Nolla

9. APENAS UMA VEZ (2007)

apenas uma vez

O drama romântico musical Apenas Uma Vez costuma passar despercebido no cenário mainstream, mas com certeza tem um lugarzinho especial no coração dos inveterados apreciadores do gênero. A trama traz a química resplandecente de Glen HansardMarkéta Irglová como dois musicistas em Dublin, na Irlanda, que lutam para conquistar fama e reconhecimento. Para além de atuações emocionantes, o filme conta com a direção on point de John Carney, responsável pelo roteiro, e mostra que mesmo gêneros engessados como esse ainda têm muito a contar.

8. DREAMGIRLS: EM BUSCA DE UM SONHO (2006)

Dreamgirls: Em Busca de um Sonho’ rendeu a Jennifer Hudson nada menos que o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu impecável trabalho – mas a produção também contou com ótimas performances de BeyoncéAnika Noni RoseJamie Foxx em uma epopeia musical tocante e aplaudível. A trama acompanha Effie White, Deena Jones e Lorrell Robinson, três mulheres que moram em Chicago e resolver formar um grupo musical, as Dreamettes. As três começam a fazer sucesso graças ao manipulador empresário Curtis Taylor Jr., que consegue fazer com que elas acompanhem um cantor de “soul”. Os conflitos começam quando Curtis sonha em transformar as Dreamettes em Dreams. Sua ideia é trocar Effie por Deena e fazer dela a vocalista principal do grupo, o que deixa evidente seu interesse romântico pela jovem.

7. BILLY ELLIOT (2000)

Em 2000, um jovem Jamie Bell encarnava o papel titular do ambicioso projeto conhecido como Billy Elliot. Baseado em uma peça lançada um ano antes, o longa-metragem tornou-se um sucesso inesperado de crítica e de público, principalmente pelo comprometimento e pela habilidade de Bell aliados às firmes mãos do diretor Stephen Daldry – que construíram uma narrativa tour-de-force que desmistificou os estereótipos acerca de bailarinos masculinos e aproveitaram para colocar uma dose de críticas sociopolíticas. Não é surpresa que a produção seja uma das favoritas dos fãs de musicais até hoje.

6. ENCANTADA (2007)

Em 2007, a Walt Disney Studios promovia uma interessante revolução dentro do subgênero das adaptações de contos de fada que imortalizou ao longo da história. Encantada, estrelado por ninguém menos que a icônica Amy Adams, é uma releitura muito interessante e bem-vinda dessas adoradas fábulas que faz questão de garantir que os elementos musicais sejam autorreferenciados em uma divertida e cândida aventura. Na trama, a princesa Giselle é expulsa por uma rainha malvada do seu próprio conto de fadas e vai parar em Manhattan, Nova York, onde música, mágica e finais felizes já não são tão fáceis de encontrar. Giselle está completamente perdida no novo mundo, até que um advogado divorciado resolve ajudá-la. A situação se complica quando o príncipe de sua história chega para salvá-la.

5. HAIRSPRAY (2007)

“Baseado na peça homônima da Broadway e no subversivo clássico de John Waters dos anos 1980 (que inclusive trouxe a icônica Divine em um de seus últimos papéis antes de falecer), a história nos leva para a pequena cidade de Baltimore, no começo dos anos 1960, e acompanha a divertida Tracy Turnblad (Nikki Blonsky em sua estreia no cenário cinematográfico), uma garota plus-size cujo sonho é participar do maior programa de televisão local, o The Corny Collins Show, quebrando os paradigmas estéticos da época e, ao mesmo tempo, lutando contra a crescente segregação racial que ocorria à sua volta. Movido a músicas esplendorosas, performances irretocáveis e coreografias exuberantes, Hairspray, de fato, se tornou uma das melhores produções do século e, até hoje, é adorado por inúmeros fãs do gênero” – Thiago Nolla

4. MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO (2001)

Baz Luhrmann trouxe para os cinemas uma obra que fala sobre o amor em um contexto de outros séculos, por dentro da boemia e das questões que se amontoam sobre as classes sociais. Moulin Rouge, possui um narrador personagem detalhista, engraçado, atrapalhado, apaixonado, que transforma sentimentos em palavras. Seguindo lema de que: ‘A grande coisa que aprenderá na vida é amar’, somos testemunhas do contraponto do mágico com o trágico numa Paris quase em 1900. Vencedor de dois Óscares das oito categorias que fora nomeado, indicado também à Palma de Ouro em Cannes em 2001, é protagonizado por Nicole Kidman e Ewan McGregor.” – Raphael Camacho

3. SWEENEY TODD: O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)

“Apesar do tenso e perigoso ambiente, esse longa-metragem configura-se como um incrível musical. John Logan (que ganharia ainda mais fama com sua rendição ao terror com a série ‘Penny Dreadful’) fica responsável pela adaptação da peça e mesmo que não traga todas as incríveis músicas, entrega-se de corpo e alma para relê-las dentro de um escopo satisfatório. Desde as suaves baladas como “Johanna” e “Nothing’s Gonna Hurt You”, passando pelo iconoclasta “There’s No Place Like London” e encontrando seu ápice com uma das canções mais memoráveis do filme, intitulada “A Little Priest”, é incrível notar como o roteirista consegue criar pequenos núcleos cênicos que funcionam dentro de suas próprias completudes tanto de modo isolado quanto justapostos; em outras palavras, os blocos sequenciados buscam uma maestria inenarrável e que, em grande parte, encontram aproveitamento máximo” – Thiago Nolla

2. HEDWIG: ROCK, AMOR & TRAIÇÃO (2001)

hedwig

Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto. A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

1. CHICAGO (2002)

“Levando em conta que a atmosfera recria a crescente disparidade de gênero da década de 1920 nos Estados Unidos, Roxie (Renée Zellweger) tenta alegar legítima defesa. Porém, tentando contrapor-se às palavras da figura masculina da casa, seu marido Amos (John C. Reilly), ela acaba sendo presa e levada para a prisão, dentro da qual irá esperar por um julgamento, o qual nos é premeditado ser contra sua sobrevivência e a favor de uma dura pena de morte – o enforcamento ou a cadeira elétrica. Mas nada disso seria compreendido caso não fosse uma introdução de peso em um dos prólogos mais bem-montados de todos os tempos: a entrada de Velma Kelly.

Catherine Zeta-Jones, em todo seu carisma e talento que resgata de performances predecessoras, dá vida à companheira de cela de Roxie e principal ídolo ao qual a aspirante à dançarina se espelha. Velma é um nome conhecido e, juntamente à sua irmã Veronica, realiza um dos shows mais aguardados da cidade. Quer dizer, isso até ser pega pela polícia e ser acusada de homicídio duplo – mas não antes de nos dar uma pequena palhinha de sua capacidade artística com “All That Jazz”, um dos hinos do musical. O apreço por esse gênero musical alcança novos patamares aqui e, aliado a uma montagem anacrônica e paralela, serve como modo de aproximação de duas personalidades tão diferentes e que, no final das contas, se complementam” – Thiago Nolla

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw 2’: Roteirista comenta sobre o futuro do derivado

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’, o derivado de sucesso da franquia ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’, focado nos personagens Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham), recebeu uma nova atualização sobre sua sequência.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Chris Morgan, roteirista do filme, falou sobre o futuro do projeto:

“Isso é algo que o estúdio precisaria comentar. Nós estamos discutindo sobre o que vem a seguir e como, mas vou deixar isso para mentes mais brilhantes que a minha”, afirmou Morgan.

Embora mais detalhes sobre a sequência ainda não tenham sido revelados, é natural que o filme ganhe uma continuação, considerando o sucesso de ‘Hobbs & Shaw’.

O longa teve uma pontuação respeitável de 67% dos críticos e 88% do público geral no site Rotten Tomatoes, além de arrecadar mais de US$ 750 milhões de dólares nas bilheteiras ao redor do mundo.

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’ está disponível na Netflix.

No filme, “o corpulento policial Luke Hobbs se junta ao fora da lei Deckard Shaw para combater um terrorista geneticamente aprimorado que possui força sobre-humana”.

Live-action de ‘Lilo & Stitch’ ganha cartaz em homenagem a ‘Moana 2’

A adaptação live-action de Lilo & Stitch ganhou seu novo cartaz, homenageando ‘Moana 2‘.

O filme chega no Brasil no dia 22 de Maio, mesmo dia de ‘Missão Impossível – O Acerto Final‘.

Confira o cartaz e o trailer:

liloestitch 1

No original, Lilo é uma garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena considerado um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde duas de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Entre os personagens, também há o agente Wendy Pleakley, um ex-membro da Federação Galáctica forçado a ajudar na captura de Stitch, mas que acaba virando amigo de Lilo e seu novo ‘pet’.

O escolhido para interpretá-lo foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).

O elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão [e dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

Relembre o trailer:

‘Kraven, o Caçador’ NÃO deve ter cenas pós-créditos ou conexão com o Homem-Aranha

O insider Cryptic revelou possíveis novas informações sobre a adaptação de ‘Kraven, o Caçador‘, que contará a história de um vilão do Homem-Aranha.

Segundo as informações, o filme não contará com cenas pós-créditos e não fará nenhuma menção ao Amigão da Vizinhança.

Além da franquia ‘Venom‘, vale lembrar que os dois últimos filmes do universo da Sony, ‘Morbius‘ e ‘Madame Teia‘, apresentaram referências diretas ao popular herói.

Com o longa estrelado por Aaron Taylor-Johnson, no entanto, o estúdio parece querer focar na história de origem do antagonista dos quadrinhos, sem forçar conexões com um universo pré-existente.

Infelizmente, as informações não foram confirmadas. Trate-as como um rumor.

De acordo com o Box Office Pro, ‘Kraven, o Caçador’ deverá arrecadar entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões em seu final de semana de estreia.

Para efeito de comparação, ‘Madame Teia’ abriu com US$ 15,3 milhões, enquanto ‘Morbius’ arrecadou US$ 39 milhões e ‘Venom: A Última Dança’ faturou US$ 51 milhões em seus respectivos lançamentos.

Com esses números em mente, as previsões indicam que ‘Kraven’ corre o risco de se tornar um fracasso, com grande chance de não ultrapassar os ‘US$ 100 milhões’ em sua bilheteira.

J.C. Chandor, diretor de ‘Kraven, o Caçador’, comentou recentemente sobre como os fracassos recentes do universo cinematográfico do Homem-Aranha têm impactado seu novo filme.

Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta abordou a má reputação do Universo do Homem-Aranha da Sony e pediu aos fãs que dessem uma chance à sua produção.

“Não quero me aprofundar muito nos detalhes, mas aqui está o que eu diria: como cineasta, meu principal objetivo — especialmente nos últimos anos, em que vocês têm acompanhado de perto este universo — é entender que alguns fãs, muitos fãs, ficaram decepcionados com certas decisões e resultados [do Universo do Homem-Aranha da Sony]”, disse Chandor.

Ele também ressaltou: “Mas, com outros filmes, houve grandes sucessos. Então, temos uma taxa de sucesso mista. As pessoas precisam nos dar uma chance, apoiar este filme e, literalmente, tentar deixar para trás algumas das coisas que aconteceram. Dêem uma chance ao nosso filme”.

O diretor concluiu com otimismo: “Acho que o público perceberá que fizemos tudo o que podíamos para entregar uma história divertida. Quando o filme terminar, vocês verão que há potencial para muitas coisas acontecerem. Meu objetivo era isolar nosso filme, protegê-lo e apenas contar uma boa história. Depois disso, teremos oportunidades de fazer muitas coisas legais”.

‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.

O elenco também é formado por Ariana DeBoseRussell CroweAlessandro NivolaChristopher AbbottFred HechingerLevi Miller.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) é o responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

kraven o caçador

Amigo de Liam Payne pode ser indiciado por abandono após deixar cantor sozinho

Um novo capítulo na trágica morte de Liam Payne veio à tona. Roger Nores, amigo próximo do cantor, está sob investigação por possível abandono, segundo o TMZ. A suspeita se intensifica com novas revelações sobre o comportamento de Nores nos dias que antecederam a fatalidade.

De acordo com a reportagem, o pai de Liam foi entrevistado pelas autoridades e afirmou que, em maio de 2024, Roger se ofereceu para assumir os cuidados de Liam e providenciar sua internação em uma clínica de reabilitação.

O pai de Liam também ressaltou que era crucial que o cantor estivesse sempre ocupado e nunca ficasse sozinho. No entanto, mesmo ciente dessa situação, Roger Nores se hospedou em outro hotel, enquanto o cantor ficou sozinho no Hotel CasaSur.

Segundo os promotores, Roger sabia que Liam havia recaído. Eles afirmam que, às 22h do dia anterior à morte do artista, ele pediu 4 garrafas de uísque, e, às 6h36 da manhã seguinte, pediu mais 5 garrafas.

Às 7h, Liam enviou uma mensagem a Roger dizendo: “Cara, acho que vou transar com uma prostituta.” Além disso, às 9h32, Liam enviou outra mensagem a Roger perguntando: “Você consegue 6 gramas?”… presumivelmente se referindo à cocaína.

No dia da morte, quando Roger chegou ao hotel pela manhã, ele e Liam tomaram café da manhã, onde o cantor continuou a beber uísque. Depois, ao voltar para o quarto, Liam procurou algo de forma caótica até encontrar um “pó”.

Às 11h30, duas prostitutas chegaram e disseram à polícia que tiveram relações sexuais com Liam. Elas afirmaram que ele pediu cocaína, pois estava sem, e também relataram que o cantor ficou enfurecido quando pediram o pagamento, socando a TV três vezes.

Por volta das 14h, as autoridades informam que Liam pediu a um funcionário do hotel: “Vou precisar de mais 7 gramas para hoje”.

Roger voltou ao hotel às 15h45 para pagar as prostitutas, e, às 16h, um funcionário alegou que Liam estava “visivelmente bêbado” e com as pupilas dilatadas.

Às 16h04, Roger deixou o hotel. Pouco depois, uma camareira ouviu Liam quebrando objetos no quarto, e alguém do hotel tentou ligar para Roger, mas ele não atendeu.

Já às 16h25, Roger enviou uma mensagem a Liam perguntando: “Como você está?”, mas não obteve resposta.

Embora a investigação aponte para um possível abandono, os promotores nacionais, que investigaram o caso, não podem indiciar Roger, pois o juiz determinou que casos envolvendo abandono devem ser tratados pelos promotores locais.

Até o momento, os promotores locais não apresentaram acusações. Os promotores nacionais tentaram recorrer da decisão do juiz, mas o recurso foi rejeitado.

O promotor André Madrea declarou que ainda está totalmente envolvido no caso e que o juiz ainda não tomou uma decisão final sobre sua jurisdição. Madrea também afirmou que outras pessoas podem ser acusadas em conexão com a morte de Liam.

Homem cantando em show com microfone na mão

A investigação liderada pelo promotor Andrés Esteban Madrea revelou a existência de “conduta ilícita” em relação à morte do cantor. A declaração oficial indicou que “três pessoas foram acusadas pelos crimes de abandono de pessoa seguida de morte, fornecimento e facilitação de narcóticos”.

“Desde o início da investigação e em poucos dias, medidas e ações meticulosas e exaustivas foram tomadas para esclarecer as circunstâncias que envolvem a morte do artista”, afirmo a declaração oficial.

“Como resultado das provas reunidas e após a análise dos diversos corpos de provas e dos numerosos anexos documentais e do histórico do caso, a promotora Andrea Madrea acusou formalmente três pessoas, solicitando sua denúncia e detenção em um relatório de 180 páginas apresentado na última sexta-feira ao juiz Bruniard”, afirmou a promotoria.

De acordo com os promotores, um dos acusados, que acompanhava Liam diariamente durante sua estadia em Buenos Aires, foi acusado de abandono de incapaz seguido de morte. Esse indivíduo também foi acusado de fornecer e facilitar o fornecimento de narcóticos.

O segundo réu, um funcionário do hotel, é acusado de fornecer cocaína a Liam Payne durante sua estadia no local. O terceiro acusado também foi responsabilizado por fornecer narcóticos ao cantor pop.

Como parte da investigação, a polícia apreendeu nove celulares, três computadores, dois discos rígidos e um pote de maconha. Além disso, as autoridades realizaram buscas em nove locais, sendo que oito estão relacionados aos três acusados.

O nono local é o quarto alugado por uma das duas mulheres que, segundo relatos, estiveram com Payne algumas horas antes de sua morte.

Segundo informações do The Guardian, Liam Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.

A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.

As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.

liam payne

O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.

“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.

Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.

“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.

“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.

Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.

Homem sorrindo em foto em preto e branco.
liam payne (1)

‘Wicked’: Dublê de Ariana Grande, Isabelle Bernardo, é brasileira e compartilha experiência no set

O musical ‘Wicked’ já está em cartaz e tem encantado o público com sua versão cinematográfica, estrelada por Ariana Grande e Cynthia Erivo como as icônicas bruxas da Terra de Oz. Além das estrelas internacionais, o filme contou com a colaboração de uma brasileira: a dublê Isabelle Bernardo.

Isabelle atuou como dublê de Ariana Grande em algumas cenas do longa. Embora não apareça fisicamente no filme, a experiência de estar no set de Wicked foi inesquecível para a atriz de Joinville.

“Foi surreal. Nossa, foi lindo os sets de Wicked são incríveis. Eles tornaram tudo muito real, os atores também encarnaram muito os personagens. Então, você conseguia ver a magia acontecendo”, comentou Isabelle ao NSC Total.

Ela também elogiou o trabalho do diretor, John M. Chu: “O diretor do filme [John M. Chu], ele é muito gentil, uma pessoa muito aberta e amorosa. O set de filmagem geralmente é muito estressante, porque são muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, ele fazia aquele negócio dar certo, fazia tudo fluir muito bem. […] Artistas tão renomados, tão talentosos. Foi um sonho, uma experiência que me agregou demais”.

Wicked não foi a única grande produção que contou com o talento de Isabelle. Ela também foi dublê de Jenna Ortega no filme ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’. 

Nesse trabalho, Isabelle chegou a aparecer como Astrid Deetz, mas como a dublê de Ortega, seu rosto não é mostrado nas cenas, apenas sua silhueta, mãos ou ombros.

“Eu apareço em algumas cenas, mas não dá para identificar o rosto, são geralmente de costas. Nestes casos, também são as mãos, os ombros. É uma coisa muito legal, que a gente faz é quando a atriz não está disponível, uma cena de última hora e eles precisam que alguém leia as falas da pessoa com um outro ator que está realmente em câmera, porque a gente não aparece. O que a gente faz é estar com um grande ator, como Willem Dafoe, Catherine O’Hara ou Michael Keaton. Poder atuar com esse tipo de gigante do cinema é uma oportunidade muito legal”, revela Isabelle.

Outra experiência marcante foi durante as filmagens de ‘Velozes e Furiosos 10’, onde Isabelle gravou uma cena com Vin Diesel. Embora a cena tenha sido cortada, ela ainda se lembra com carinho do momento.

“Infelizmente minha cena não foi para o ar porque eu fechei a porta [do carro] no pé do Jason. Não sei se foi por isso, mas aconteceu. Era um pouquinho estreito o caminho entre a câmera e o carro para conseguir filmar e eu estava com salto muito alto. A gente não teve tempo de ensaiar e foi muito em cima da hora. Como ele era muito grande o carro era muito baixo, eu não consegui ver que o pé dele ainda tava para fora. Fechei a porta do carro no pé dele”, lembra, rindo.

Além de sua carreira internacional, Isabelle tem planos de atuar também em produções brasileiras.

“Meu polo industrial, onde eu mais recebo trabalho, é na Inglaterra. Eu vim para cá porque eu queria começar uma carreira no Brasil mesmo. Quero abrir este espaço um pouquinho já que eu nunca trabalhei profissionalmente aqui. Então, eu tive uma oportunidade no começo do ano, trabalhei numa longa-metragem que vai sair ano que vem, mas eu tenho mais vontade de trabalhar com o cinema nacional, novelas, séries brasileiras. Eu admiro muito nosso mercado”, finaliza Isabelle.

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Wicked‘ também parece agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Filme de Guerra dirigido por Michael Bay com ator de ‘Um Lugar Silencioso’ estreia na Netflix

Tiro, Porrada e Bomba

O diretor Michael Bay ficou conhecido como “o mestre da destruição”. Um mestre do cinema de ação (alguns dirão sem cérebro). Sua carreira, no entanto, pode ser dividida em “antes e depois de Transformers”. É inegável que os filmes dos robôs gigantes deram projeção astronômica ao diretor, maior do que já havia tido com produções como Armageddon (1998) e Pearl Harbor (2001).

Ao buscarmos os melhores filmes em sua carreira, a maioria aponta A Rocha (1996) e A Ilha (2005), ambos da era “pré-Transformers”. No pós, muitos citarão Sem Dor, Sem Ganho (2013), realizado por “míseros” US$ 25 milhões. Agora, Bay volta em outra produção longe dos Decepticons e Autobots com o filme 13 Horas, que estreou no Top 10 da Netflix.

E, como não poderia deixar de ser, o mundo está de olho nele, já que trata-se de um cineasta amado e odiado em doses equivalentes – amado pelo grande público e odiado pelos críticos.

CinePOP 2

Aqui, Bay tenta seu novo filme sério de guerra após o citado Pearl Harbor (sobre o ataque japonês durante a Segunda Guerra Mundial). Ao contrário da obra de 2001, este não é um romance trágico, apesar do diretor enfatizar sua pieguice extrema em variados momentos e inclusive utilizar um ponto de vista idêntico: o da câmera na bomba caindo – a tomada mais reconhecível daquele filme.

Baseado no livro de Mitchell Zuckoff, com roteiro de Chuck Hogan (Atração Perigosa, 2010), 13 Horas conta a história de uma equipe de segurança, trabalhando junto com o governo americano na proteção do embaixador dos EUA na Líbia em 2012. Encabeçando o grupo de mercenários estão James Badge Dale (Homem de Ferro 3), o líder da equipe, e John Krasinski (Sob o Mesmo Céu), o protagonista novato que serve como nossos olhos em meio a insanidade fervente.

CinePOP 1

O grupo de brucutus, aliás, não fica devendo nada para Stallone e cia nos filmes dos Mercenários (2010, 2012, 2014) – talvez apenas na idade – tamanha é a falta de comprometimento de Bay e dos envolvidos em olharem um pouco além das caricaturas básicas. Esses caras malham, falam e pensam em suas famílias e são bons em atirar. A graça nem sempre é voluntária, com situações clichê que já esperamos encontrar nos filmes do diretor; e com 2h24min de projeção (que soam verdadeiramente como 13 horas), situações se repetem exaustivamente.

O resultado fica com cara de um grande vídeo game, o qual sequer podemos assumir o joystick. Diferente do Bay mudado de Sem Dor, Sem Ganho, o Bay de 13 Horas é o mesmo de sempre. Troque robôs gigantes por soldados robóticos. A montagem picotada do cineasta causa vertigem a todos nascidos antes da era dos clipes da MTV. É curioso notar que Bay não consegue passar meio minuto sem cortar uma tomada. Em filmes assim, muitas vezes passamos toda a projeção sem da fato dar uma boa olhada no rosto do protagonista. Se o sentimento almejado por Bay era nos jogar dentro do conflito, a proposta teve êxito. Como toda guerra, 13 Horas é feio, sujo, exaustivo e faz feridos.

‘ÓRFÃ 3’ ganha distribuição e será lançado NOS CINEMAS do Brasil

Os fãs de terror já podem comemorar: a Diamond Films anunciou a aquisição e distribuição do terror ‘ÓRFÃ 3‘ nos cinemas de todo o Brasil. O longa faz parte da franquia de terror já consolidada e é o terceiro capítulo da saga de sucesso.

Distribuidora reconhecida por trazer grandes sucessos do gênero terror para os cinemas brasileiros, a Diamond Films foi responsável pelo lançamento do segundo filme da franquia, ‘Órfã 2: A Origem‘, em 2022. O longa alcançou a marca de mais de 2,1 milhões de ingressos vendidos.

Apesar de já ter 27 anos, a atriz Isabelle Fuhrman voltará a viver A Órfã com ajuda de prostéticos e efeitos visuais.

O roteirista David Coggeshall (‘Plano Família’) e o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) também retornam.

O diretor William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre os planos para a história.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme. As possibilidades para esta franquia são infinitas. Qualquer coisa é possível. E, sabendo a direção que estamos seguindo [para o terceiro filme], estou extremamente animado com as reviravoltas que temos reservadas para os espectadores,” declarou o cineasta.

O novo filme deve seguir o mesmo caminho que o capítulo anterior, servindo de pré-sequência ao longa original.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.