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10 ÓTIMOS filmes que podem te inspirar a amar novamente

Não adianta, quem ama sofre! Um relacionamento para ser duradouro, é necessário vencer uma série de obstáculos que muitas vezes a maioria das pessoas não consegue ultrapassar. Os recomeços, ou o amar novamente sempre são jornadas intensas, onde as descobertas acabam se tornando fortes alicerces com novas maneiras de enxergar a vida. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista abaixo bem interessante com 10 filmes que podem te inspirar a amar novamente:

 

Encontros

Na trama, conhecemos Melanie (Ana Girardot) e Remy (François Civil), dois jovens que estão em Paris sozinhos tentando buscar novas realizações profissionais, cada um de sua forma. Ela, pesquisadora farmacêutica, ele, um funcionário de uma empresa grande que acaba de ganhar uma vaga em um novo setor. Duas almas completamente diferentes mas que possuem a interseção da melancolia diária, atolados de emoções que não conseguem decifrar. Assim, vamos caminhando nessa crônicas dos tempos modernos onde o encontro é um mero detalhe.

 

Fortunata

Na trama, ambientada nos dias atuais no subúrbio de Roma, conhecemos Fortunata, uma bela cabeleireira delivery de meia idade que possui um sonho de ter seu próprio empreendimento, um salão de beleza no centro da cidade onde mora. A protagonista tem uma filha, sua maior paixão do mundo, mas com quem tem um relacionamento complicado, provocado, muito, pelo seu afastamento do ex-marido, figura que sempre a rodeia. Certo dia, Fortunata resolve levar a filha para ver um psicólogo/psiquiatra, por quem a protagonista acaba vivendo um intenso romance.

 

Nossas Noites

Produzido pela Netflix, Nossas Noites conta a história de Louis (Robert Redford), um homem de idade avançada, aposentado, que mora sozinho em uma casa de classe média no interior dos Estados Unidos. Certo dia, algo inusitado acontece. Uma de suas vizinhas, Addie (Jane Fonda), que conhece por morarem a muitos anos no mesmo bairro, vai a sua casa e faz uma proposta surpreendente: de que eles passem noites juntos, para servirem de companhia um para o outro. Assim, de maneira apaixonante, os dois embarcam em uma história inesquecível de amor e amizade.

 

Na Cama com Victoria

Na trama, conhecemos a bela advogada criminalista Victoria (Virginie Efira), mãe de duas filhas pequenas, divorciada, que enfrenta um grande vazio em sua vida amorosa e com diversos problemas no seu trabalho. Certo dia, resolve ir até um casamento onde encontra um velho conhecido que acaba sofrendo uma ação criminal por parte da namorada. Assim, tentando ajudar o amigo e também tentando corrigir suas lacunas não preenchidas na vida pessoal, Victoria se aproxima de Sam (Vincent Lacoste), um jovem ex-cliente que a ajudará a completar todas suas jornadas.

 

La La Land – Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

O Próximo Passo

Na trama, conhecemos a bailarina profissional, de 26 anos, Elise (Marion Barbeau), uma mulher que após sofrer uma contusão durante uma apresentação pela companhia de dança que fazia parte ruma para uma estrada de redescobertas como pessoa, como profissional da dança, entre desilusões do amor, novas oportunidades, buscando também uma melhora no relacionamento com os que ama, principalmente seu pai, o advogado Henri (Denis Podalydès). Ao longo de quase duas horas de filme, que deixa um gosto de quero mais, somos testemunhas de sequências empolgantes onde o nosso refletir está em todos os lugares.

 

Horizonte

Na trama, conhecemos, um senhor já na parte final de sua vida (Raymundo de Souza) que se vê em um presente tumultuado, com a família em conflito após a morte de um membro. Morando numa casa onde não é bem-vindo, onde a solidão bate mais forte a cada segundo que passa, certo dia, após ouvir um anúncio numa rádio local, resolve se mudar para um condomínio de casas que está sendo construído com o apoio da prefeitura. Nesse lugar descobre um novo sentido da vida e até mesmo é surpreendido por um novo amor.

 

Império da Luz

Na trama, conhecemos Hilary (Olivia Colman), uma mulher introspectiva que trabalha em um lindo cinema de frente para o mar em uma Londres dos anos 80. O cinema em que ela trabalha é administrado pelo Mr. Ellis (Colin Firth), com quem a protagonista tem um caso. Certo dia, um jovem e super carismático chamado Stephen (Micheal Ward) é contratado para trabalhar no lugar e aos poucos vai se aproximando de Hilary. Dessa aproximação, surge uma linda história de amor que terão alguns intensos capítulos ao longo das duas horas de projeção.

 

Ruth & Alex

Na trama, conhecemos o artista Alex (Morgan Freeman), casado há cerca de 40 anos com Ruth (Diane Keaton) e que moram no mesmo edifício, sem elevadores, durante todo esse tempo.  Assim, de uma hora para outra, resolvem vender o apartamento e descobrir novos horizontes para viveram a parte final de suas vidas. Ao longo do filme, vamos conhecendo melhor o passado desses simpáticos velhinhos, como se conheceram, importantes decisões que tiveram que tomar e assim vamos entendemos melhor toda a personalidade que rege esse casamento vitorioso e recheado de amor.

 

O Amor é Estranho

Na trama, acompanhamos o casal Ben (John Lithgow) e George (Alfred Molina) que após décadas juntos, decidem oficializar sua união, fato que gera muitos problemas no trabalho de George e assim ambos acabam entrando em uma crise financeira. Após terem que vender a casa onde sempre moraram, contam com a ajuda de familiares, vizinhos e amigos para voltarem a ficar juntos.

 

Crítica | Meu Malvado Favorito 3 – Diversão para os baixinhos, e referências para os grandinhos

Irmãos Gêmeos

Embora muita gente não saiba, fazer um filme de sucesso é quase um milagre. Ter centenas de milhões de dólares em mãos nada significa sem a empatia do público. E isso, obviamente, vale para as animações também. Ou você duvida que o sonho da maioria é se tornar uma franquia rentável. Nem todas conseguem, porque, caso você também não saiba, fazer um filme custa muito e o retorno precisa corresponder ao investimento. Então, da próxima vez que você se perguntar cadê a continuação daquele filme que você tanto gostou, saiba que se ela não saiu do papel, muito provavelmente a maioria do público não compartilhou de seu entusiasmo.

Esse não é o caso com Meu Malvado Favorito (2010), produção da Illumination Entertainment, braço de animação da Universal. O filme, além de marcar o debute do estúdio, caiu nas graças do público, gerando uma sequência em 2013 e um derivado, protagonizado pelas criaturinhas amarelas que roubaram o show nos dois primeiros filmes, Os Minions (2015). Existem estudos e palestras sobre a “fórmula do sucesso”, mas a verdade é que o público pode ser tão imprevisível quanto as marés e o fracasso de determinada obra será explicado exaustivamente, enumerando seus percalços.

A própria Illumination já viu uma de suas produções “flopar”, vide O Lorax (2012). A prata da casa, no entanto, segue sendo Gru, suas filhas e seus Minions. Para quem pegou o bonde andando, Gru (voz de Steve Carell no original) é um autointitulado mestre do crime, clamando o posto de maior vilão do mundo. Até que em sua porta, aparecem três pequenas meninas, dispostas a derreterem seu coração. Essa paternidade inesperada é o tema do primeiro filme. Na continuação, o gelo do músculo mais forte de Gru segue derretendo, e o sujeito se apaixona por Lucy (Kristen Wiig). Totalmente reabilitado, Gru abandona a vida de crime, e agora trabalha para os mocinhos. É onde o encontramos no início de Meu Malvado Favorito 3.

A trama aqui, escrita pelos mesmos Ken Daurio e Cinco Paul dos filmes anteriores, é bem simples e talvez seja a menos interessante da franquia. Se fosse uma série de TV, este seria o momento de usarmos o conhecido termo “jumping the Shark”, ou “forçar a barra” para os íntimos. Sendo uma animação mirada aos pequeninos, certamente relevamos. Aqui, Gru descobre um irmão gêmeo que nunca soube possuir – isso mesmo! O contraponto de personalidades entre os irmãos é ironicamente adereçado, através de suas aparências físicas e mais ainda pelos comportamentos. Enquanto Gru é o sósia do Tio Funério da Família Addams, Dru, com seus cabelos loiros esvoaçantes e visual clean, parece viver na terra do arco-íris.

Ao interagir com o irmão perdido, Gru deixa de exercer a dinâmica com as filhas e com os Minions, parte do charme do original. Porém, para não se tornarem totalmente obsoletos para o longa, a turminha ganha suas próprias subtramas. Assim, temos o trecho em que Lucy aprende a se tornar mãe (depois de Gru, agora é a sua vez) e outro no qual os Minions abandonam Gru e acabam presos (o momento de menos brilho aqui – acreditem, mesmo sendo os Minions). O charme cafona de Meu Malvado Favorito 3 é provido pelo chamado “vilão da semana” (termo usado em séries que mostravam o mocinho a cada episódio combatendo uma nova ameaça). O antagonista da vez é Balthazar ‘Evil’ Bratt, uma explosão alucinada e hilária, na forma de festa dos anos 1980. É ver para crer. Os baixinhos por outro lado, não pegarão as inúmeras referências direcionadas para os papais e os que já passaram dos trinta.

Na versão dublada, Leandro Hassum (Dru e Gru), Maria Clara Gueiros (Lucy) e Evandro Mesquita (Bratt) dão o recado, adaptando de forma mais que eficiente as gags para o nosso país, sem que nada se perca na tradução. Um momento específico, colocando especialmente para o cantor líder da Blitz trará sorriso para os nostálgicos. Isso sem perder o timing e a essência do personagem preso ao passado. Meu Malvado Favorito 3 é diversão leve e despretensiosa, que garante o entretenimento dos pequenos, sem ofender os grandinhos.

Os 10 Filmes Mais “Adultos” do Cinema

Para aquecer essas noites frias de inverno, nós do CinePOP decidimos formular uma nova lista para você, envolvendo um tema bem caliente.

Portanto, peguem o caderninho para anotar nossas dicas e prepare aquela noite especial com a pessoa desejada. Esses são os dez filmes mais eróticos de anos recentes.

PS. Para a lista deixamos de fora clássicos do cinema erótico, como Calígula (1979), para enfatizar novas produções, talvez pouco mencionadas pelos cinéfilos, e que você provavelmente não conheça.

10) Anticristo, 2009

O primeiro item da lista não é tão sensual quanto é desconfortável. Deixe para o polêmico dinamarquês Lars von Trier criar um filme de terror de arte, cuja mensagem certamente não será entendida por todos. Na época, o diretor havia saído de um hospital psiquiátrico para ajudar em sua depressão, sem completar o tratamento. O resultado é o que vemos na tela. A trama apresenta um casal sofrendo pela morte do filho pequeno, que como forma de terapia resolve viajar para uma cabana na floresta. No local, estranhos acontecimentos se desenrolam. Só a capa do filme já dá ideia do que nos aguarda, mostrando o casal fazendo sexo embaixo de uma árvore assombrada. No longa, von Trier foca nas genitálias do casal (vivido por Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg, musa do cineasta) e as castiga de forma torturante.

9) Brown Bunny, 2003

Todos conhecem a atriz Chloë Sevigny, indicada ao Oscar por Meninos Não Choram (1999) e protagonista de séries como Big Love (2006 – 2011) e American Horror Story (2012 – 2016). O que talvez nem todos saibam é que ela tem uma cena de sexo oral verdadeira em seu currículo, realizada neste filme escrito, dirigido e protagonizado por Vincent Gallo, cineasta e ator independente. A cena ocorre nos minutos finais do longa e foi realizada com apenas Gallo e Sevigny no recinto. A história fala sobre um piloto profissional de corridas de moto, numa viagem onde encontra diversas mulheres, mas apenas uma é capaz de curá-lo de sua solidão. Pelo filme, Gallo entrou em atrito com o celebrado crítico Roger Ebert, e os dois trocaram ofensas públicas, quando o jornalista acusou o filme de ser o pior já exibido no Festival de Cannes. Aparentemente, Winona Ryder (paixão do diretor) e Kirsten Dunst também faziam parte do elenco, mas foram demitidas por Gallo. Será que recusaram cenas explícitas como a de Sevigny?

8) Um Estranho no Lago, 2013

Suspense dramático francês, o longa do diretor Alain Guiraudie aborda relações homossexuais de forma explícita, contando a história de um lago onde homens gays vão para encontros de sexo casual. O cineasta francês usa muitas de suas experiências pessoais, utilizando inclusive como cenário um lago real que conhece. As cenas de sexo, no entanto, não foram protagonizadas pelos atores do longa, já que o diretor achou que seria pedir demais dos artistas, assim utilizando dublês para os momentos explícitos. Guiraudi disse ainda que tentou adaptar o roteiro modificando os personagens para heterossexuais, mas que não ficou bom, só funcionando desta forma. O filme ganhou o prêmio de direção no prestigiado festival de Cannes.

7) Zonas Úmidas, 2013

Produção alemã que deixou o público de diversos festivais por onde foi exibido, como Sundance, transtornado, em saber exatamente ao que haviam assistido. A trama focada numa protagonista excêntrica, papel de Carla Juri, que tenta reaproximar os pais divorciados, choca por fazer uso de cenas sexuais intensas, mas, principalmente, por polemizar com momentos repulsivos envolvendo a higiene pessoal de sua protagonista. O filme, também conhecido pelo título Wetlands, é dirigido por David Wnendt, da comédia sobre Hitler, Ele está de Volta (2015).

6) Deite Comigo, 2005

Baseado no livro de Tamara Berger, com roteiro assinado pela própria, a trama apresenta uma jovem mulher sexualmente agressiva, interpreta pela bela Lauren Lee Smith, que encontra seu páreo nas formas de um sujeito com as mesmas características, papel de Eric Balfour. O curioso é que ambos os atores tiveram carreiras, de certa forma, significativas após o longa, com participações em séries de TV e filmes. Segundo um dos produtores, o único motivo do filme ter sido produzido foi realmente para se beneficiar da polêmica, alavancando em festivais de cinema as carreiras dos envolvidos, e sendo a produção canadense que inspirou o controverso e cultuado Shortbus (2006), no ano seguinte, segundo os envolvidos. De acordo com o cineasta Clement Virgo, as cenas de sexo do longa não são simuladas, mas sim reais, envolvendo os próprios atores, que não foram pedidos para realizar os atos, apenas sugeridos. Marketing ou não, o fato é que as ditas cenas reais não são mostradas no filme, que não foca no sexo explícito, não fazendo uso de momentos de penetração ou sexo oral realmente consumado. O fato do casal protagonista não estar em uma relação durante as filmagens corrobora que tudo pode não ter passado de propaganda.

5) 9 Canções, 2004

Ao contrário do item acima na lista, 9 Canções, apesar de igualmente ter como protagonistas dois atores que não se conheciam antes das filmagens, exibe suas cenas explícitas, com foco em situações sexuais. Tanto que o filme foi a primeira obra cinematográfica contendo cenas de sexo explícitas a receber um certificado na República da Irlanda. Esta produção britânica, do cultuado cineasta Michael Winterbottom (Código 46), tem como proposta o relacionamento amoroso iniciado entre uma estudante americana e um jovem inglês, intercalando momentos sexuais entre os dois, com cenas de shows de rock em que compareceram. O título resume o número de ambos os itens citados presentes no longa. Kieran O´Brien e Margo Stilley são os protagonistas e únicos atores presentes no filme.

4) Ninfomaníaca (Parte 1 e 2), 2013

Novamente o polêmico Lars von Trier marca presença na lista, com um filme que vai ainda mais longe no quesito sexual que Anticristo. Nesta epopeia da luxúria, novamente saída por completo da mente do distorcido artista, conhecemos Joe, a ninfomaníaca do título e acompanhamos sua trágica história. Na primeira parte, a protagonista assume as formas da bela Stacy Martin, e na sequência, Joe é vivida pela musa do cineasta Charlotte Gainsbourg. Aqui, o diretor utiliza a mesma técnica que Alain Guiraudie em Um Estranho no Lago, e para as cenas de sexo explícito usa dublês de corpo substituindo seus atores, ou através de computação gráfica mesclando corpos com rostos dos famosos. O elenco é de nomes conhecidos, mas o interessante é notar que apesar do conteúdo, Ninfomaníaca não é uma obra sensual ou atraente, pelo contrário, causa repulsa ao tratar do lado negro, feio e sujo do sexo, apresentando-o como uma doença.

3) A Criada, 2016

O item mais recente desta lista é também uma das melhores produções cinematográficas a chegar ao Brasil neste ano. Baseado na obra literária da britânica Sarah Waters, intitulada Fingersmith, e dirigido pelo cultuado coreano Park Chan-wook (Oldboy) é um conto sobre vingança e traição, montado como uma peça de teatro, contando com três atos, cada qual devidamente recheado de reviravoltas em seu desfecho. Além disso, a belíssima produção traz momentos de sexo tórrido entre suas protagonistas, a herdeira rica Lady Hideko (Kim Min-hee) e sua dúbia criada (Kim Tae-ri). A intensidade das cenas é tamanha que aguça nossa curiosidade para saber como de fato tais trechos foram filmados, embora não tenha sido anunciado que se trata de cenas reais.

2 ) Love 3D, 2015

Outro item recente que chamou atenção por sua originalidade e inovação, ao menos no quesito técnico, já que se trata do primeiro filme contendo sexo explícito a utilizar também a técnica do cinema 3D. No Brasil, infelizmente, foram poucos os cinemas que exibiram o longa escrito e dirigido pelo argentino Gaspar Noé desta forma. Ao mesmo tempo, ao contrário de Ninfomaníaca, Love é o filme mais bonito, sofrido e nostálgico da lista, que fala do amor de uma forma pura e doce. A trama apresenta o casal Murphy (Karl Glusman) e Electra (Aomi Muyock), que decide incluir em suas aventuras sexuais uma nova vizinha, papel de Klara Kristin. Quando Electra viaja, Murphy cai em tentação novamente com a vizinha, somente para descobri-la grávida um tempo depois. Assim a vida do casal é arruinada e Electra some. Uma impactante história de amor trágico, que usa o sexo real como pano de fundo, somando para a trama e não sendo apenas o único artifício.

1) Azul é a Cor Mais Quente, 2013

O primeiro lugar da lista é outro filme que não utiliza de fato o sexo explícito. Bem, ao menos foi isso que os realizadores passaram para a gente, através de notas e entrevistas. De qualquer forma, as cenas de sexo contidas no longa, que narra o amor florescendo entre duas jovens francesas, são quentes o suficiente e foram comentadas à exaustão para garantir a polêmica. Acima disso, as atrizes Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos vieram a público reclamar das inúmeras tomadas que precisaram protagonizar e da forma com que foram tratadas pelo diretor Abdellatif Kechiche. Depois de vencerem a Palma de Ouro em Cannes a coisa mudou um pouco de figura. Apesar de tudo, o que foi reportado é que para as intensas cenas, as francesas usaram uma espécie de tapa sexo que reproduz a genitália feminina, como forma de segurança.

BÔNUS:

 Shame, 2011

O elogiado filme de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que chegou a gerar certo falatório de Oscar na época, serviu para impulsionar a carreira do astro Michael Fassbender. No longa, o ator interpreta Brandon, um jovem bem sucedido, atraente, que parece ter a vida perfeita, a não ser por um pequeno detalhe: é um viciado em sexo a um passo da disfunção. O polêmico longa deu o que falar no seu lançamento, abordando um tópico delicado e funcionando como obra quintessencial sobre o assunto. Apesar do tema, Shame não contém sexo explícito, apenas simulado, mesmo assim garantindo a nudez frontal de Fassbender, Carey Mulligan (que interpreta sua irmã) e da bela Nicole Beharie, entre outros.

Guerra dos Streamings! Amazon passa a Netflix como plataforma mais popular nos EUA – Confira a lista

É seguro dizer que os streamings substituíram a forma de transmissão de programas de TV. A maneira tradicional de se assistir televisão em casa, ou seja, com a transmissão de canais convencionais, está basicamente morta e enterrada.

Esse fenômeno moderno ocorreu em grande parte do mundo evoluído, deixando pouco espaço para a concorrência. Tanto que colossos como a rede Globo no Brasil, percebendo a mudança inevitável, resolveu investir em sua própria plataforma de streaming, a Globo Play, disponibilizando todo o seu acervo televisivo (ou grande parte dele), como programas jornalísticos, e até mesmo as famosas novelas, sejam antigas ou as novas. Além disso, investiu também em programação original para os assinantes da plataforma, como o recente sucesso de audiência ‘Os Outros’.

E se no Brasil está assim, no resto do mundo nem se fala. Nos EUA, com uma maior diversidade de opções de streamings, as grandes redes de TV se associaram aos maiores estúdios formando assim produtivas parcerias. Ou seja, cada vez mais estas plataformas agregam outros tipos de conteúdo, para além de filmes e séries (como também esportes, programas de auditório, documentários e jornalismo, por exemplo).

Esse é apenas o próximo passo do advento da internet, conteúdo para ser consumido no próprio tempo de cada espectador. E se os streamings já fazem frente ao cinema, o que dirá para a programação tradicional da TV.

O que presenciamos agora é uma guerra destas plataformas pelo número de assinantes, cada uma oferecendo mais vantagens do que a outra – medida principalmente por seu conteúdo exclusivo.

A Netflix foi a primeira e a que durante 10 anos dominou o mercado, mas agora estamos diante de uma grande mudança que simboliza uma troca de hierarquia. Isto é, ao menos nos EUA, onde a Amazon acaba de ultrapassar em popularidade a concorrente.

Através de uma matéria de pesquisa do veículo JustWatch, divulgada também pelo 9to5Mac, foi notada uma reviravolta nessa guerra. Confira abaixo os números das porcentagens das principais plataformas de streaming nesta segunda metade de 2023 nos EUA.

01) Amazon Prime Video – 21%

No início de 2023, uma pesquisa realizada pelo mesmo veículo (JustWatch) havia revelado que a Amazon Prime Video se tornou a plataforma de streaming favorita dos americanos. Agora, para essa segunda metade do ano, a plataforma mantém sua posição, com exato 1% acima da ex-campeã Netflix. A Amazon atualmente domina a preferência em seu país de origem, com 21% do mercado.

Isso se deve pelo fato da loja virtual da Amazon, uma verdadeira gigante do mercado de e-commerce, estar atrelada à sua plataforma de streaming. Ou seja, os membros deste serviço nos EUA automaticamente possuem a assinatura da Prime Video e podem fazer bom uso dela – dona de um dos custos mais baratos do mercado. No catálogo da plataforma, grandes sucessos como a série ‘The Boys’ e filmes elogiados, recém-saídos dos cinemas, como ‘Creed III’, ‘Air – A História por Trás do Logo’, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Triângulo da Tristeza’.

02) Netflix – 20%

A primeira plataforma de streaming a realmente dar certo e se tornar extremamente popular, a Netflix fez história. Do começo como serviço de entrega de filmes em mídia física (algo como uma locadora express), a Netflix se tornou um verdadeiro colosso do audiovisual, com a iniciativa também de produzir seu próprio conteúdo, primeiro com séries de TV e depois com filmes. A empresa fez o mundo do cinema se curvar perante ela.

A Netflix ainda domina o mercado pelo mundo, sendo o streaming mais popular – mesmo com decisões polêmicas, como o recente corte no compartilhamento de senhas para pessoas que não se encontram na mesma residência. Porém, em relação apenas aos EUA, o país de origem da companhia, a Netflix foi superada (em 1%) pela então vice-líder do mercado, a Amazon Prime Video. O que podemos dizer é que esta é uma disputa acirrada, cabeça a cabeça. Em seu acervo, o maior em programação original, o streaming disponibiliza sucessos como ‘Stranger Things’, ‘Black Mirror’, ‘Wandinha’, e no terreno dos filmes o recente e badalado ‘Resgate 2’.

03) HBO Max (ou Max) – 15%

Outra reviravolta ocorreu na hierarquia de poder das principais plataformas de streamings: a HBO Max, ou simplesmente Max (nos EUA, e em breve também no Brasil e no mundo) ultrapassou a Disney+ e se tornou a terceira em preferência para os americanos. Aqui, no entanto, presenciamos uma diferença de dois pontos percentuais, o que neste mercado competitivo se torna uma boa diferença.

A Max passa por um momento transitório, não apenas pela mudança de marca, mas também devido aos principais produtos cinematográficos da Warner Bros. (de onde sai sua maior receita). Falamos do universo DC, grande fonte de matéria para os maiores filmes da casa. Veremos um renascer a partir de 2025, o que deve trazer ainda mais popularidade para a plataforma. No entanto, os pontos adquiridos se devem pela parceria com a Sony e à qualidade de suas séries.

04) Disney+ – 13%

E se a Max se vê em um momento transitório, onde algumas de suas maiores produções se encontram em fase terminal, a Disney passa por crise similar, precisando reestruturar seus programas originais para o streaming. Ao que parece, a plataforma “despeja” os filmes que não são bons o suficiente para o cinema em seu acervo e igualmente vem recebendo duras críticas quanto a suas séries – em especial do universo Marvel – de onde ocorre o maior fluxo de audiência e monetário.

Esses fatores podem ter sido responsáveis por fazer a Disney+ cair para quarta posição na preferência do público norte-americano, um dos que mais consome o serviço. Os analistas se surpreenderam com essa segunda alteração no ranking, nessa que é a segunda maior rivalidade entre as plataformas de streaming (Amazon vs. Netflix e Max vs. Disney+). É claro que mesmo com a queda, a Disney+ ainda conta com algumas das maiores marcas da cultura pop mundial, como a Marvel, a LucasFilm (‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’), o acervo da extinta Fox (agora 20th Century Studios), a Pixar, além, é claro, do acervo do próprio estúdio Disney.

05) Hulu – 11%

Outro às na manga que a Disney possui é ser o único streaming que na verdade são dois. Ou seja, se formos contar os 13% da Disney+ somados aos 11% do Hulu, a Disney seria a líder de mercado com 24% do domínio. Tudo bem que precisamos levar em conta que são empresas diferentes, com outra administração e independentes, ou seja, você pode assinar uma e não a outra.

O Hulu é o streaming “adulto” da Disney, onde consta o acervo de produções de censura mais alta. No Brasil e algumas partes do mundo, a plataforma recebeu o nome de Star+. O streaming é focado também em esportes, e conta com grande parte do acervo da Fox, além de produções da Hollywood Pictures e da Touchstone Pictures, subsidiárias da Disney nos anos 80 e 90 justamente focadas em filmes de teor não recomendado para toda a família.

06) Paramount+ – 7%

Outra novidade no ranking foi o crescimento da Paramount+, o streaming do estúdio Paramount. Anteriormente havia sido reportado que a empresa estava encontrando dificuldade de penetração no mercado e que possivelmente iria começar a distribuir seu conteúdo para outras plataformas num esquema de “leilão” para quem oferecesse mais por suas produções. Porém, com essa mudança, mesmo que pequena (mas significativa), a Paramount+ aos poucos melhora seu status no ranking e agora se apresenta acima da Apple TV+, por exemplo.

Além das produções para o cinema do estúdio, como ‘Top Gun Maverick’ e as sagas ‘Missão Impossível’ e ‘Star Trek’, a Paramount+ tem como chamariz o universo em parceria com o roteirista Taylor Sheridan, onde se encaixam ‘Mayor of Kingstown’, ‘Tulsa King’ e a saga de ‘Yellowstone’ e seus derivados, vide ‘1883’, ‘1923’ e mais dois vindouros projetos. Fora isso, em breve irá estrear ‘Operação Lioness’, série de ação, suspense e espionagem protagonizada por Zoe Saldana, Nicole Kidman e Morgan Freeman.

07) Apple TV+ – 6%

Com a menor fatia do mercado dentre os principais streamings da atualidade, temos a Apple TV+. A plataforma foi ultrapassada recentemente pela Paramount+, mesmo com mais tempo de atividade. Segundo o porta-voz da empresa, a proposta é investir na qualidade das produções e não na quantidade, conquistando a fidelidade do público e crescendo a longo prazo. Tal prestígio vem sendo reconhecido já que o streaming conseguiu emplacar algumas produções no Oscar e possui em seu acervo algumas das séries mais queridas e elogiadas da atualidade, como ‘Ted Lasso’, ‘Ruptura’, ‘Falando a Real’, ‘Silo’ e ‘The Morning Show’. Fora isso, a Apple é uma das maiores empresas do mundo e possui todos os recursos para investir em um streaming de qualidade, estudando bastante o mercado, sem precisar apressar os resultados. O resto dos demais streamings somam 7% da preferência nos EUA.

‘Jogada Final’: Ação com Dave Bautista ganha novo cartaz e trailer

O filme de ação ‘Jogada Final‘, estrelado por Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia‘), ganhou um novo cartaz e trailer.

Confira:

Dirigido por Scott Mann, o filme será lançado pela California Filmes no dia 8 de novembro.

“Um estádio está lotado para a grande final de um campeonato de futebol. O que era para ser um dia de celebração entre os torcedores se torna numa experiência aterradora, quando sequestradores tomam conta do lugar.”

Pierce BrosnanMartyn FordRay Stevenson completam o elenco.

‘Nós’: Vídeo dos bastidores revela novos detalhes da produção; Assista!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘Nós‘.

Confira:

Superando todas as expectativas, o longa arrecadou surpreendentes US$ 70.2 milhões em sua estreia nos EUA. O resultado representa a MAIOR abertura de um filme original live-action desde ‘Avatar‘ (que estreou com US$ 77 milhões há 10 anos).

A produção também conquistou a maior estreia da história de um filme para maiores de 18 anos, superando ‘Um Lugar Silencioso‘ (US$50.2 milhões).

Internacionalmente, o longa arrecadou US$16.7 milhões, totalizando uma estreia global sólida de US$86.9 milhões.

O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon, Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror já está em exibição nos cinemas!

‘Star Wars’: J.J. Abrams afirma ter ficado decepcionado com a morte de [SPOILER]

Em entrevista ao SiriusXM, o diretor J.J. Abrams revelou que considera a [aparente] morte do Darth Maul em ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘ muito decepcionante, e espera que o retorno de seu mestre, Imperador Palpatine, em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ traga a franquia a um ciclo completo.

[A cena da morte] tem uma trilha sonora incrível. Eu lembro que a razão de não tê-la amado foi porque o material promocional nos prometia Darth Maul, mas ele morreu. Eu sei no Universo Estendido da franquia ele viveu, mas confesso que achei que ele teve um fim muito rápido. Eu pensei que esse personagem fosse representar o começo de algo importante. Eu lembro que quando terminou, eu fiquei tipo: ‘O quê?’. A cena foi incrível, mas…”

Ele completa, “Minha cena favorita das prequels é quando o Imperador Palpatine conta a Anakin sobre a história do Darth Plagueis, o sábio. Há algo peculiar nessa cena. Trata-se apenas de duas pessoas sentados, mas é visualmente interessante. A performance do Ian McDiarmid é espetacular.”

Vale lembrar que McDiarmid retornará como o Imperador Palpatine em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, trazendo toda a saga Skywalker a uma conclusão.

“Algumas pessoas acreditam que não devemos revisitar a história do Palpatine, e eu entendo completamente, mas se você olhar para os nove filmes como uma história, não conheço muitos livros em que os últimos capítulos não têm qualquer relação com o que foi desenvolvido anteriormente. Se você analisar os oito primeiros filmes, perceberá tudo o que nós queremos fazer no próximo capítulo,” afirmou o diretor.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Fuja’: Terror com Sarah Paulson será lançado direto no Hulu

De acordo com o Deadline, o terror ‘Fuja‘ (Run), estrelado por Sarah Paulson, teve sua estreia cancelada nos cinemas norte-americanos. Agora, a produção irá estrear direto no serviço de streaming no Hulu.

Uma data de lançamento deve ser divulgada em breve.

O site, no entanto, ressalta que o longa deve ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, o terror será distribuído pela Paris Filmes, mas permanece sem previsão de lançamento.

Confira o trailer:

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo excelente ‘Buscando‘.

Fuja acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

‘Pedro Coelho 2’ já arrecadou mais de US$ 10 milhões na Austrália

Apesar de ter sido recentemente adiada nos EUA e no Brasil, a comédia infantil ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo‘ está se provando um verdadeiro sucesso na Austrália.

O longa já arrecadou US$ 13.5 milhões no país, recuperando a primeira colocação nas bilheterias em seu quarto final de semana, com ótimos US$ 2.2 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 14.7 milhões internacionalmente, mas vale destacar que o filme ainda não estreou nos principais mercados cinematográficos.

Nos EUA, a Sony Pictures programou o longa para estrear no dia 18 de junho.

O anúncio foi feito pouco depois da Paramount Pictures ter substituído ‘Top Gun: Maverick‘ por ‘Uma Noite de Crime 5‘ no dia 2 de julho – final de semana em que ‘Pedro Coelho 2‘ anteriormente estava programado para estrear.

Confira o trailer:

Will Gluck retorna à direção da sequência, que é baseada na saga de livros infantis escrita por Beatrix Potter.

Depois que Bea e Thomas se casam e Pedro fica famoso por causa do sucesso dos livros infantis da Bea, o coelho decide fugir e encontrar aventuras longe de casa para se descobrir.

O elenco conta com o retorno de James Corden, Rose Byrne e Domhnall Gleeson.

Vampiros atacam no trailer SANGRENTO do terror ‘Red Snow’; Assista!

O terror ‘Red Snow‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Sean Nichols Lynch.

A escritora Olivia está passando as férias de Natal sozinha na cabana de sua falecida mãe em Lake Tahoe. Uma noite, um morcego ferido bate contra sua janela. Olivia leva o animal ferido para dentro de sua garagem para tratá-lo. Na manhã seguinte, Olivia fica surpresa ao descobrir que o morcego se transformou em um belo vampiro chamado Luke. Olivia estoca sangue de porco do açougueiro local para alimentar seu novo hóspede e logo o vampiro enfraquecido está de pé e falando. A dupla passa a se conhecer e forma uma improvável amizade, mas Olivia começa a suspeitar das intenções de Luke à medida que seu passado começa a afetá-lo.

O elenco conta com Dennice Cisneros, Nico Bellamy, Vernon Wells, Laura Kennon e Alan Silva.

‘Pennyworth’: Missão perigosa no trailer LEGENDADO da 3ª temporada

HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Pennyworth‘, série que conta a origem do icônico mordomo do Batman.

Confira:

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 6 de outubro.

A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben Aldridge, Ryan Fletcher, Hainsley Lloyd Bennett, Paloma FaithJason Flemyng.

‘The Passenger’: Novo terror do diretor de ‘As Ruínas’ ganha trailer SANGRENTO; Confira!

O terror ‘The Passenger‘, novo filme dirigido por Carter Smith (‘As Ruínas’), ganhou o primeiro trailer sangrento.

Confira:

A produção serve como a mais nova parceria entre a Blumhouse e o EPIX.

A trama segue Randolph Bradley, que está perfeitamente feliz vivendo sem notoriedade. Mas quando Benson, seu colega de trabalho, surta e começa um massacre, ele é forçado a enfrentar seus medos para encontrar um jeito de sobreviver.

Johnny Berchtold (‘The Wilds: Vidas Selvagens’), Kyle Gallner (‘Pânico’) e Liza Weil (‘How To Get Away With Murder’) estrelam.

O terror tem estreia marcada para o dia 4 de agosto.

Confira a descrição do trailer ASSUSTADOR da sequência ‘Sorria 2’

A sequência ‘Sorria 2‘ promete ser um dos filmes de terror mais assustadores do ano! O primeiro trailer da continuação foi exibido exclusivamente no CinemaCon, e o vídeo surpreendeu com cenas aterrorizantes.

O novo longa é estrelado pela Naomi Scott (‘Aladdin’), que interpreta Quinn Parsons, uma cantora pop infeliz em turnê que está tentando se recuperar do seu vício em substâncias. Ela começa a ser perseguida pela maldição após testemunhar o suicídio do personagem do Lukas Gage.

Tem uma cena assustadora de um corredor de vidro com ela sendo encurralada por dezenas de pessoas sorrindo se amontoando. E ainda tem uma garotinha arrepiante sorrindo que vem pedir autografo pra ela.

Confira a descrição em vídeo:

O elenco deSorria 2’ conta com Naomi Scott (‘Aladdin’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘Poltergeist – O Fenômeno’), Peter Jacobson (‘Morris’), Raúl Castillo (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’) e Miles Gutierrez-Riley (‘The Wilds: Vidas Selvagens’).

Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’) retorna, reprisando o seu papel do primeiro filme.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

O novo longa alegadamente focará em Quinn Parsons (Scott), uma cantora miserável em turnê que está tentando se recuperar do seu vício em substâncias. Ela se tornará alvo da entidade após seu traficante lhe passar a maldição.

Parker Finn assina o roteiro e ficará responsável pela direção. A produtora Temple Hill supervisiona o longa-metragem.

Com US$ 217.4 milhões arrecadados mundialmente, o terror ‘Sorria‘ conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (US$206.4M), tornando-se a maior arrecadação do gênero desde o início da pandemia.

Assista à crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

O QUE TEM NA CAIXA? David Fincher dá fim ao mistério de ‘Se7en – Os Sete Crimes Capitais’

Em entrevista ao Entertainment Weekly, David Fincher (‘Garota Exemplar’) esclareceu o mistério envolvendo o desfecho do clássico ‘Se7en – Os Sete Crimes Capitais‘, respondendo a pergunta que todos se fazem desde o lançamento original do filme: “O que tem na caixa?”

O diretor desmentiu os rumores que indicavam o uso de uma réplica hiper-realista da cabeça de Gwyneth Paltrow, que, segundo a lenda, teria sido posteriormente reaproveitada no filme ‘Contágio‘.

“Acho que nós tínhamos uma bolsa de sete ou oito quilos [dentro daquela caixa]. Nós pesquisamos para saber, com base no peso da Gwyneth Paltrow, quanto pesaria a sua cabeça. Nós também colocamos uma peruca lá dentro. Uma bolsa de peso e uma peruca – e eu acho que a peruca tinha um pouco de sangue, para que os fios ficassem juntos. Acredito que o Morgan Freeman teve que abrir umas 16 ou 17 daquelas caixas.”

Ele completa, “Mas, como eu sempre digo, você não precisa ver o que tem dentro da caixa se você tem o Morgan Freeman.”

Aclamado pelos críticos – com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa arrecadou US$ 327.3 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 33 milhões.

Na trama, a ponto de se aposentar, o detetive William Somerset pega um último caso, com a ajuda do recém-transferido David Mills. Juntos, descobrem uma série de assassinatos e logo percebem que estão lidando com um assassino que tem como alvo pessoas que ele acredita representar os sete pecados capitais.

Colagem verde com rostos masculinos e cena de suspense

Confira o trailer SINISTRO de ‘Solvent’, terror found footage estilo ‘A Bruxa de Blair’

O terror found footage ‘Solvent‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Johannes Grenzfurthner é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Benjamin Roberts.

Um expatriado americano se junta a uma equipe de especialistas que vasculham uma casa de fazenda austríaca abandonada em busca de documentos históricos nazistas que possam estar escondidos ali. Ao descobrirem um segredo enterrado nas entranhas do local, a equipe se vê forçada a confrontar um mal antigo e insaciável que pretende consumi-los, assim como tudo o que lhes importa.

O elenco conta com Jon Gries, Aleksandra Cwen, Roland Grtzer, Jasmin Hagendorfer, Ronald von den Sternen, Peter Plos, Galen HowardSky Elobar.

O terror australiano será lançado em VOD no dia 10 de outubro.

Namoro falso se torna ROMANCE épico no trailer DUBLADO de ‘Coração Partido’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer do romance adolescente ‘Coração Partido‘ (Your Heart Will Be Broken).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de agosto.

Saiba Mais » Coração Partido

Dirigido por Michael Vaynberg, o filme é baseado no romance homônimo de Anna Jane.

A trama acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas próprias regras. O que começa como uma amizade de conveniência evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento.

O elenco conta com Veronika Zhuravleva, Daniel Vegas, Alya Mayer, Maksim Saprykin, Evgeniya Loza e Pavel Kuzmin.

Fã-filme de ‘Max Payne’ é lançado na internet e recebe críticas POSITIVAS; Assista!

Um fã-filme sobre o aclamado personagem do universo dos games, ‘Max Payne’, está dando o que falar na internet.

Produzido pela Nocturnal Pictures, a adaptação intitulada ‘Max Payne Retribution’ traz os elementos básicos e a caracterização originais do game, com uma nova trama encorpada.

Assista:

Lançado em 24 de junho, o filme tem surpreendido a crítica especializada por sua qualidade. Alguns veículos elogiaram o empenho em uma produção feita com recursos tão limitados:

“É uma história contida que gradualmente cresce para se tornar uma épica luta com armas em um galpão de drogas”. – Den of Geek

“Este é o Max Payne real, e cara, ele fez um retorno muito bem vindo”. – Dread Central

“‘Max Payne Retribution’ é um tributo poderoso ao jogo, que escorre um senso de conquista de valorização raramente visto em outro lugar”. – Machinima SBOC

‘Legion’: Episódio 5 da 2ª temporada ganha nova prévia; Assista!

O episódio 5 da 2ª temporada de ‘Legion‘ ganhou uma nova prévia.

Confira:

2ª temporada terá 10 episódios e é exibe no Brasil pelo canal FX.

A história acompanha David Haller (Dan Stevens), um jovem atormentado por visões perturbadoras que começa a juntar o quebra-cabeças de suas lembranças e se dá conta de que pode ter poderes especiais. A seriado é criado por Noah Hawley (‘Fargo‘).

‘IT: A Coisa’ vira versão especial dos jogos de tabuleiro Monopoly e Clue

A nova adaptação de terror ‘IT: A Coisa‘ vai ganhar sua própria versão especial dos populares jogos de tabuleiro Monopoly e Clue. O anúncio foi feito pela The OP, empresa de customização de games.

Segundo a divulgação, os jogos – que são as versões originais de Banco Imobiliário e Detetive – serão temáticos com os personagens do longa de Andy Muschietti e se chamarão IT Monopoly e IT Clue.

Além disso, o filme ganhará um jogo completamente original baseado na trama, chamado It: Evil Below.

Tanto a nova versão de Monopoly, bem como o game original serão lançados ainda em 2019, em data a ser definida. Já o IT Clue chega às lojas em março. Não se sabe se o jogo virá para o Brasil em breve.

Confira a arte dos jogos:

A sequência de ‘IT: A Coisa’ tem estreia marcada para o dia 06 de setembro de 2019.

‘Westworld’: Dolores quer justiça na promo do episódio 3×04; Assista!

A nova temporada de Westworld’ segue cheia de reviravoltas e o próximo capítulo, intitulado “The Mother of Exiles“, ganhou uma nova promo.

Assista:

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica | Bela Vingança – Mulher se vinga de estupradores em ótimo suspense indicado ao Oscar

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

A cultura de estupro tem tentado definir a vida de tantas mulheres ao redor do mundo. Cercadas por um contexto social enraizado em comportamentos machistas muitas vezes opressores, elas se transformam no centro de uma atração doentia e perversa, que tenta roubar o seu tempo, sua dignidade, beleza e vigor. E a trancos e barrancos, nossa sociedade cambaleia ao buscar se desenvolver a partir da desmistificação do trato dado ao sexo feminino. Mas em um mundo ensinado e acostumado a enxergar a mulher por uma aura de pura submissão e fraqueza, muito mais que tentar mudar os conceitos, é fundamental que os velhos e nocivos hábitos sejam expostos de forma tão dilacerada, a ponto de reverter a apatia ao sofrimento em repúdio por todo e qualquer tipo de abuso. E é assim que Bela Vingança (Promising Young Woman) puxa nossas entranhas com força, proporcionando uma experiência cinematográfica de embrulhar o estômago.

Prestigiado, o filme recebeu indicação ao Oscar de Melhor Filme, Melhor Direção para Emerald Fennell, Melhor Atriz para a incrível Carey Mulligan e Melhor Roteiro Original.

Não é de hoje que as universidades norte-americanas são conhecidas por serem os “territórios de caça” de jovens mulheres inconscientes e inofensivas. Aqui, entre festas regadas a muita bebida, drogas e pouco discernimento, um número grandioso delas são abusadas da pior forma possível: Por homens quase sempre caucasianos e de classe alta. E assim como o documentário indicado ao Oscar, The Hunting Ground, categorizou a maior parte desses estupros, suas consequências e a apatia e falta de responsabilização dos corpos estudantis universitários, Bela Vingança traz uma espécie de aftermath, mostrando os reflexos mais íntimos que o abuso pode promover na vida de uma vítima e na daqueles que sofrem ao seu lado. E aqui, o longa dirigido por Emerald Fennell, que já trabalhou na série The Crown, explora as mazelas, os cacos e os frangalhos desse mal ainda tão latente na sociedade mundial.

E aqui, Carey Mulligan vive uma jovem ex-estudante de Medicina que, após o suicídio de sua melhor amiga – em virtude do quase insuportável peso que o estupro lhe trouxe -, está disposta a provar por A+B o quanto a ocasião faz o ladrão. Batendo ponto em um popular bar regado por jovens, ela se veste da forma mais sedutora possível, finge estar bêbada como uma atriz excepcional e analisa que tipo de tratamento um “bom e gentil homem” que a encontra lhe dará, ao perceber que ela está quase inconsciente de tão entorpecida. E é ali que alguns dos principais comportamentos compulsivos são desmascarado e confrontados, como a ideia de que a mulher “pediu” para ser abusada, ao se expor ao risco em virtude de uns goles a mais de álcool. E como alguém que sai da posição de vítima, a atriz atrai suas presas para uma caçada às avessas, que visa encontrar abusadores em potencial e fazê-los enxergar o seu pior lado, aquele que eles juram que não existe – principalmente por serem brancos, bem instruídos e de classe média/alta.

Bela Vingança segue essa jornada de maneira escalonada e salivante. Dando um tapa na cara da audiência a cada nova cena, o thriller é soberbo e maestral em sua essência ao explorar uma temática tão delicada e dolorosa com o auxílio do humor ácido. Aqui, o roteiro de Emerald brilha diante dos nossos olhos por seu dinamismo didático. Como uma aula de vingança e de que a punição não só pode como deve ser empregada à classe alta, a produção nos entrega uma trama bem amarrada do começo ao fim, costurada com precisão e que não apenas mantém o público vidrado em seu enredo, como também desafia seu entendimento, confrontando aqueles conceitos guardados no íntimo e que muitas vezes não são ditos por uma questão de convenção social. Trazendo uma Carey Mulligan visceral, o longa produzido por Margot Robbie é uma raridade autêntica ao abordar a temática do estupro sem meias palavras, sem suavizar as cenas e sem fazer mea culpa. Buscando genuinamente fazer um exposé da dura verdade que cerca o abuso sexual, o filme alcança o seu objetivo com naturalidade e leveza, trazendo ainda uma série de atuações adjacentes que ajudam a engrossar o caldo e fortalecem a voracidade da trama.

Com um clímax revigorante e que honra as sobreviventes de estupro, o thriller de humor sombrio é uma experiência cinematográfica sinestésica e desconfortável do começo ao fim. Trazendo alguns leves e breves respiros, que servem como pequenos hiatos de calmaria que antecedem o esporro narrativo que logo virá, Bela Vingança traz uma reviravolta deliciosa de contemplar, representa de forma categórica toda e qualquer sobrevivente de abuso e se encerra como uma ópera que atinge seu ápice supremo nos momentos finais. Honroso, educativo e envolvente, a produção é uma joia primorosa que segue à risca as principais características de um clássico do Festival de Sundance e se imortaliza como aquele filme essencial para um tempo onde não há mais espaço para a objetificação feminina.

O filme estreia no Brasil em 2021.

Crítica Netflix | A Escola do Bem e do Mal: Fantasia de Paul Feig é cheia de clichês cafonas, mas pode agradar os fãs de contos de fadas

Do clássico “beijo do amor verdadeiro” ao dualismo moral absoluto, A Escola do Bem e do Mal é um genuíno reciclado de clichês de contos de fadas. Como uma colcha de retalhos, o novo original da Netflix é um emaranhado de recortes de algumas das mais clássicas histórias dos Irmãos Grimm, passando pelas infindáveis releituras desenvolvidas por Walt Disney e a Disney Animation entre as décadas de 40 e 70. Adaptado a partir da obra homônima de Soman Chainani, a fantasia de Paul Feig é uma mistura entre uma montagem performática e uma narrativa pouco inventiva, que reproduz frases de efeito batidas e já replicadas dezenas de vezes em tantos outros longas muito melhores.

Mas o diretor e corroteirista tenta imprimir sua digital na produção, brincando com uma estética colorida e muitas vezes repleta de tons pastéis, à medida em que abusa dos efeitos visuais em todas as cenas possíveis. Mas nem esse aglomerado de informações, disperso em figurinos flamboyant e penteados exagerados e extravagantes, consegue nos distrair do fato de que A Escola do Bem e do Mal é de fato exaustivo – sendo demais até para os padrões de Feig. Com uma trama prolixa e que muitas vezes caminha em círculos, o filme possui uma enorme barriga em seu segundo ato, arrastando o ritmo e repetindo a mesma premissa inicial logo apresentada em seus primeiros minutos.

Com uma história que reúne todo tipo de maneirismo, lição de moral e estereótipo de contos de fadas, o original Netflix não funciona bem como uma homenagem ao gênero de fantasia. Tentando se apoiar na proposta da metalinguagem, a produção se confunde em suas repetições formulaicas – achando que elas são suficientes para compor o roteiro -, perdendo nossa atenção em uma hora de filme, ao final de seu primeiro ato. Mas ainda que A Escola do Bem e do Mal não valha duas horas e meia do seu tempo, existe uma inegável verdade de que Feig pode sim encontrar seu nicho ali na grade de programação da Netflix.

Dinâmico, cheio de cenas teatrais de batalhas um tanto desnecessárias e esteticamente atraente aos olhos, a fantasia pode encantar o público mais novo, ainda que seu elenco formado por Charlize Theron, Kerry Washington e Laurence Fishburne tenha sido escolhido com o alvo na geração millennial. Não exigindo nada da audiência além de muita paciência para quase duas horas e meia de filme, o longa pode despertar a atenção da geração Z, se tornando uma experiência divertida sobre príncipes encantados, briguinhas de ego adolescente e aventuras mirabolantes.

Como uma esquete inacabada e exagerada da amada franquia de Harry Potter, A Escola do Bem e do Mal facilmente se identificará com as audiências mais jovens, atraídas pelo excesso de informação e pela insanidade de subtramas jogadas na tela. Mas se ao menos Feig e David Magee tivessem deixado a trama seguir seu fluxo natural com leveza e mais calma, talvez a fábula da Netflix fosse capaz de furar aquela mesma bolha que J.K. Rowling e Potter conseguiram nos idos dos anos 2000, com a estreia do fascinante A Pedra Filosofal nos cinemas.

Crítica | Contratempos – Uma corrida emocionante contra a precarização nas ruas de Paris

Protagonizado pela genial Laure Calamy (Minhas Férias com Patrick), Contratempos é uma leitura contemporânea sobre a precarização do trabalho. 

Amparado na realidade do caos urbano vivido pelos franceses entre dezembro/2019 e janeiro/2020, o diretor e roteirista Eric Gravel nos coloca no turbilhão de emoções de alguns dias na vida de Julie Roy (Laure Calamy). Durante a greve de transporte público na capital francesa, a governanta e mãe solo de dois filhos se vira do avesso para cumprir suas tarefas diárias. 

Sem entrar nos detalhes da paralisação de transportes, Contratempos (no original, À plein temps) se concentra na luta de Julie por comparecer ao seu trabalho em um hotel de luxo e cuidar dos filhos. Se com o transporte do subúrbio para o centro de Paris já era difícil, com a eclosão da greve as coisas tornam-se quase insuportáveis. 

Então o que Julie faz? Usa as pernas. Corre de um lado para outro. Seu trabalho é o sustento da família, mas não sua verdadeira área de atuação. Entre passar aspirador nos carpetes e limpar fezes das paredes, ela tenta encontrar uma vaga numa empresa de qualidade de alimentos. Sua real área de estudos. 

Vale ressaltar que em 2020 houve uma outra greve na França: a das camareiras. Com horários inflexíveis, salários pouco compensatórios e exigência de rapidez máxima, a profissão tornou-se símbolo de uma luta de classe. A semana que acompanhamos Julie é o começo dos protestos contra a reforma da previdência e a precarização do trabalho proposta pelo então presidente francês. 

Se por um lado, a greve perturba a vida dos trabalhadores, por outro, ela está sendo colocada em prática para ajudá-los no futuro. Somos, no entanto, seres imediatistas e queremos resolver nossos perrengues de hoje sem pensar no amanhã. A brilhante atriz Laure Calamy — conhecida pela divertida Noémie da série Dix Pour Cent (2015-2020) da Netflix — tem um domínio de tela e uma força de sobrevivência intensa ao representar todas as pessoas que vivem neste limiar.  

Cada olhar da protagonista transmite dezenas de sentimentos. Como mãe, ela não tem tempo para estafa, sua rotina matinal é um misto de tentativa de diálogo e comando. Carinhosa e batalhadora, ela dosa a educação dos filhos com algumas restrições e realizações de suas vontades. Ela compra, por exemplo, uma cama elástica e leva os filhos ao parque de diversões, mesmo com o orçamento apertado. 

E o pai das crianças? Apesar dos insistentes pedidos de Julie, ele nem liga no aniversário do filho. Com a greve, ela não chega a tempo em casa para buscar as crianças na vizinha e, assim, perde também uma de suas redes de auxílio. Em busca de um emprego com relação aos seus estudos, Julie se dobra em quatro para correr de salto alto nas ruas de paralelepípedo de Paris e chegar a tempo em uma das suas entrevistas. 

Esta é a semana chave da vida de Julie, tudo que pode acontecer acontece e o mundo ao redor não para para ajudá-la. A gente percorre com ela cada escolha, carona e obstáculo durante essa semana de transtorno nos perguntando: se fosse comigo, eu faria a mesma coisa?

Contratempos é um filme catártico e libertador. Ele expõe os superpoderes de pessoas normais — como eu e você — em busca de seus objetivos. O roteiro é enxuto por apresentar um momento chave de tensão das grandes cidades e, assim, nos provoca uma explosão de emoções neste pequeno espaço de observação. O final é redentor, pois nos transmite a sensação de que lutar por nossos ideais vale a pena. 

 

Contratempos foi lançado no Festival Varilux de Cinema Francês 2022. Distribuído pela Bonfilm, o longa chega aos cinemas nacionais dia 10 de novembro de 2022. 

‘Killing Eve’: 2ª temporada da série com Sandra Oh ganha novidades

Antes mesmo da estreia de sua primeira temporada, a série ‘Killing Eve‘ já garantiu sua sobrevivência para o segundo ano. O canal BBC America anunciou que a série está oficialmente renovada.

Porém, a nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind’) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams’).

A 2ª temporada já estava sendo gravada na Europa. Ainda não há previsão para o lançamento.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy‘, estrela.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

Crítica 2 | ‘O Urso do Pó Branco’ é o filme mais SURTADO de 2023

Vez ou outra surge um projeto tão absurdo que chega a ser difícil acreditar que recebeu sinal verde do estúdio. Alguns comentários maldosos brincam dizendo que foi culpa de dívida de jogo ou que o diretor sabe de algum segredo muito cabuloso da galera endinheirada. E convenhamos, alguns desses filmes são tão ruins que fica até difícil pensar algo diferente disso. Só que esse não é o caso de O Urso do Pó Branco. Por incrível que pareça. Confesso que quando ouvi falar pela primeira vez que estavam fazendo um filme sobre um urso movimento à base de cocaína e puro ódio, soltei um riso pensando em uma pataquada ao estilo Sharknado, que é propositalmente zoado e conseguiu uma fanbase sólida com isso. No entanto, nosso querido Ursinho Pó traz uma inspiração nos filmes de terror dos anos 80 e 90, que eram lançados diretamente na TV ou em VHS e eventualmente se tornaram clássicos Cult. Mas aqui, neste caso, o estúdio resolveu apostar com um orçamento um pouco maior, deixando à disposição da promissora Elizabeth Banks nada menos que 35 milhões de dólares para a execução desse filme.

Para nós, meros mortais, essa quantia representa mais do que ganharemos em toda nossa vida. Porém, em números de cinema, é um valor ambíguo. Ao mesmo tempo em que é consideravelmente baixo para grandes produções, ele também é um investimento insano em um projeto que não tinha qualquer garantia de retorno. Não só pela história bizarra do longa e sua proposta mais incomum, mas também porque Elizabeth Banks ainda não emplacou nenhum grande sucesso na direção – sua versão de As Panteras (2019) deu um prejuízo considerável para o estúdio. E cá entre nós, é bem provável que nem mesmo o responsável por aprovar esse filme pudesse esperar o sucesso repentino que está fazendo lá fora (já arrecadou mais de 60 milhões de dólares) e deve repetir aqui no Brasil.

Pois bem, com esse orçamento mais elevado para um filme “aposta”, o elenco conseguiu atrair atores mais conhecidos, incluindo o falecido Ray Liotta, a quem o longa é dedicado. Grande parte dos profissionais em tela conta com bons trabalhos na carreira, mesclando experiência com juventude. A história gira em torno de um caso real que aconteceu num parque nacional da Geórgia, nos EUA dos anos 80. Na ocasião, um traficante de drogas achou estar sendo perseguido pelo avião da polícia, despejou o carregamento de sua aeronave lá do céu, os malotes de cocaína caíram na floresta e um pobre dum urso acabou comendo mais de 40 kg do entorpecente. A diferença da vida real para o filme é que o animal teve uma overdose imediatamente após o consumo do pó e morreu sem atacar ninguém. Só que estamos falando de Hollywood, então Banks decidiu propor ao mundo imaginar como seria a vingança perfeita do coitado do urso, transformando ele numa máquina assassina que faz o Tubarão de Steven Spielberg parecer uma tilápia.

E como a equipe criativa teve liberdade total para trilhar os rumos dessa história, eles decidiram explorar todos os clichés possíveis dos filmes de terror sacana das fitas VHS do século passado. Então, há vários núcleos na trama que vão convergir os caminhos em dado momento: tem as crianças desbocadas, os adolescentes vândalos, os guardas bonachões e meio desligados da realidade e aquilo que, pra mim, é o coração do filme: uma dupla ao melhor estilo “Buddy Cop”, com a exceção de não se tratarem de policiais, mas de dois traficantes em busca da cocaína perdida. O arco desses dois, que são vividos brilhantemente por Alden Ehrenreich e O’Shea Jackson Jr., representa perfeitamente o tipo de subversão que esse filme propõe. Eles podem representar os vilões da história, só que são abordados quase como uma dupla de policiais, com o guarda bom e o guarda mau. Você compra as situações em que eles se metem, por mais absurdas que sejam, e chega até a torcer por eles.

O outro núcleo que rouba a cena é chefiado pela mãe das crianças perdidas, que sai em busca dos pimpolhos floresta adentro com a guarda-florestal e quem mais encontrar pelo caminho. A partir desse encontro, o grupo esbarra no urso, o que gera novos núcleos. Cada um mais inesperado e ridículo que o outro, formados apenas para serem mortos das formas mais violentas e explícitas possíveis.

E se nos filmes antigos havia uma carência de orçamento, que fazia com que as equipes de efeitos visuais se virassem com o que tinham para criar cenas grotescas, a verba mais alta aqui foi revertida praticamente para criar o urso em CGI, porque o resto das lesões, que incluem desmembramentos, tripas de fora, mãos explodidas e um verdadeiro banho de sangue, são fruto de um trabalho maravilhoso de efeitos práticos. É a boa e velha chacina cinematográfica, que consegue chocar por seu caráter explícito, ao mesmo tempo que diverte com o absurdo das situações e as reações dos personagens que são estereótipos ambulantes. Vale destacar a participação MARAVILHOSA de Jesse Tyler Ferguson (o Mitchell, de Modern Family), que é tão idiota e propositalmente caricata, que te faz torcer pro urso destroçá-lo da maneira mais cruel possível.

Nesse meio, há também uma dupla infantil que esbanja talento. Brooklynn Prince surgiu para o cinema quase um bebê em Projeto Flórida (2017), já Christian Convery aqueceu o coração dos fãs de quadrinhos com a série Sweet Tooth (2021). No filme, a duplinha do barulho tem muita química em cena e trazem aquele humor infantil para um contexto mais adulto de drogas e homicídios. Eles protagonizam cenas que também beiram o absurdo e arrancam aquele riso de desespero, mas certamente se divertiram horrores gravando esse filme e suas “nuances”, por assim dizer.

E fez bem ter essa molecada, porque senão certos momentos ficariam pesados demais, tirando esse equilíbrio de comédia de terror, podendo levar mais para o lado do terror em si, o que quebraria um pouco dessa atmosfera oitentista que o longa promove. Falando nessa década, a construção de “anos 80” de O Urso do Pó Branco é muito competente, dando banho de caracterização em muitas projetos de orçamento maior. Eles usam a simplicidade da época para trazer figurinos variados que explicitam bem o que era a época.

E agora vamos ao protagonista do filme: o urso. Ou melhor, a ursa. Como a história aconteceu na vida real, o corpo do animal foi empalhado e está até hoje exibido em um shopping nos EUA. Então, as referências visuais do bicho foram bastante fiéis. E ao mesmo tempo que retrata um Urso Negro, a equipe de efeitos especiais conseguiu dar carisma ao animal de CGI. Diferentemente de O Rei Leão (2019), a ursa consegue demonstrar algumas expressões, e como ela está doidona o tempo todo, acontece bastante humor corporal. Há uma única cena em que eles apelam para o caricato quanto ao Ursinho Pó, mas a cena em si é tão engraçada e tão genial, porque acontece num momento de violência extrema, que não consegue te desligar da história. Muito pelo contrário! É exatamente esse tipo de situação que faz desse o filme mais surtado do ano.

Também há sequências dignas dos grandes vilões, como toda a sequência envolvendo a ambulância. É também o momento mais absurdo do filme, só que está muito dentro do que é proposto.

No fim das contas, assim como em todo filme que dá o que falar, gostar do resultado passa diretamente por você comprar ou não a proposta do longa. Não espere um terror sério, porque o próprio filme não se leva a sério, mas esteja pronto para momentos capazes de traumatizar uma criança sendo seguidos por piadas visuais com as tragédias inseridas de forma espetacular.

O trabalho de Elizabeth Banks é muito interessante na direção. Ela trabalhou ao longo de sua carreira com ícones dos filmes de terror trash, como Sam Raimi e mais recentemente com James Gunn, e dá pra ver a influência deles em sua visão como diretora. Ela amadureceu bastante desde seu último filme e com o sucesso deste longa, certamente conseguirá trabalhos maiores. Ao mesmo tempo, é fantástico ver essa valorização e o resgate do Cinema Trash, que deu ao mundo diretores fantásticos, como o próprio Sam Raimi, Guillermo Del Toro e Peter Jackson.

O Urso do Pó Branco é pura diversão, constrangimento e desconforto para quem busca uma diversão descompromissada recheada de boas piadas e violência extrema. Não é o filme para levar sua tia avô da igreja, que se choca quando a o Louro Mané fala palavrão sem querer na TV, para assistir – é bem provável que ela pare de falar contigo e te ache um maluco -, mas com certeza vai divertir muito desde o público adolescente até os mais adultos. É uma experiência que definitivamente vale ser vivida numa sala de cinema com o telefone desligado e um baldão de pipoca. O único “defeito” para sua proposta é o clímax ser um pouco sério demais, feito para explorar mais a presença de Ray Liotta no longa, mas nada que comprometa. Segue uma diversão de primeira!

O Urso do Pó Branco está em cartaz nos principais cinemas do Brasil.

Crítica | A Família Noel 2 – Continuação Melhora a Trama, Mas Segue Problemática

Desde o início de novembro que andam salpicando pelos streamings as novas produções natalinas pelas quais aguardamos pacientemente o ano inteiro. Aos pouquinhos elas vão aparecendo – algumas novidades, outras, são continuação de sucessos anteriores. É o surpreendente caso de ‘A Família Noel 2’, sequência do controverso filme anterior, de 2020, e que chegou há pouco tempo na plataforma da Netflix, ficando no Top 10 da plataforma por dias seguidos.

Depois de ter aprendido as responsabilidades de ser Papai Noel e o quanto isso implica para sua própria família, Jules (Mo Bakker) começa a se preparar com a proximidade do fim do ano, pois sabe que ficará um tempão lendo cartinhas e arrumando os presentes com seu avô, Noël Claus (Jan Decleir). Porém, quando sai da recém-inaugurada loja de cookies de sua mãe (Bracha van Doesburgh), Jules encontra a pequena Marie (Jasmina Fall) sozinha na rua, e ela lhe conta que todo dia espera o pai ali porque ele e a mãe estão tão brigados, que ela fica do lado de fora da casa da mãe esperando o pai ir buscá-la, de modo que os dois não se encontrem. Então, ela deixa cair uma cartinha muito especial para o Papai Noel: nesse Natal ela gostaria que seus pais voltassem a ficar juntos. Ao contar o pedido para o avô, Noël diz que é o tipo de pedido impossível de realizar, porém Jules não se dará por vencido e fará de tudo para realizar o desejo de Marie, mesmo que isso lhe custe abrir mão de ser Papai Noel.

Com um protagonista mais crescido agora, ‘A Família Noel 2’ também amadurece seu argumento. Se antes a história girava em torno da jornada individual de Jules descobrindo-se da linhagem de Noel, nesse novo filme, de 2021, o personagem vai ter que lidar com os pedidos sinceros, porém inviáveis, que muitas crianças pedem nessa época do ano, tais como juntar os pais separados, trazer um familiar de volta, etc. Nesse sentido, o roteiro de Elke de Gezelle e Ruben Vandenborre acerta em trazer para o centro do enredo uma realidade bastante comum para muitas crianças – a separação dos pais. Entretanto, o roteiro erra em construir o argumento em cima de uma criança negra que é deixada sozinha na rua à espera do pai, que mora dentro do shopping e, ainda por cima, coloca o protagonista (um rapaz branco) totalmente obcecado em ajudar a menina, reproduzindo a “síndrome do branco salvador”; isso é um ponto muito sensível para ser reproduzido em um filme infantil. Por outro lado, o fato de Jules cismar que é possível ajudar a garota e não dar ouvidos ao avô também não deixa de ser um retrato da rebeldia juvenil. Ou seja, um roteiro problemático.

Com menos foco no materialismo dos brinquedos, o filme de Ruben Vandenborre é mais bonito que o filme anterior, especialmente nos ambientes da loja de cookies e do shopping, que é onde a maior parte da trama se desenrola. Para quem pretende assistir a ‘A Família Noel 2’, a dica é ver o longa dublado, pois as vozes em português dão uma suavizada no tom duro falado originalmente pelos atores em holandês. Ah, e vai ter continuação…

10 Atrizes SUMIDAS que merecem nova chance em Hollywood

Morreu ou foi pra Record? A frase que virou meme é usada muitas vezes para se referir a atores brasileiros famosos que estão afastados da grande mídia nos últimos tempos. Em Hollywood, não existe frase semelhante, mas a situação se repete. E muito.

É comum se ver questionando onde se encontram nomes que fizeram muito sucesso nos anos 80 e 90 (e até nos 2000). E não estamos falando de gente que teve um brilho repentino, mas de nomes que marcaram o cinema mundial e que, hoje, parecem não existir.

Infelizmente, podemos constatar que esta é uma situação mais comum quando estamos falando de atrizes. É triste, mas a realidade é que Hollywood não demonstra muito remorso em esquecer atrizes na medida que vão ficando mais velhas. Há exceções, é claro, como Meryl Streep, e outros nomes que conseguem uma retomada na carreira após derrapadas, como Nicole Kidman e Michelle Pfeiffer. E foi justamente pensando na dupla que o CinePOP decidiu relembrar 10 atrizes que gostaríamos de ver, mais uma vez, com destaque na tela grande.

E você, sente falta de alguém? Participe através dos comentários!

 

Meg Ryan

Harry e Sally, Sintonia de Amor, Cidade dos Anjos, Mens@gem Para Você… O reinado de Meg Ryan nas comédias românticas durou mais de duas décadas. A atriz era sinônimo de sucesso de bilheteria. Bonita, inteligente, divertida e com uma personalidade cativante, Ryan fez muita gente se apaixonar por ela. No início dos anos 2000, tentando fugir um pouco do estigma de “namoradinha da América”, ela fez o drama sensual Em Carne Viva, um fracasso de público e crítica. Depois disso, as oportunidades foram só diminuindo e Hollywood não se mostrou disposta a manter seu nome em evidência. No momento, seu nome está ligado a uma série da NBC produzida por Lorne Michaels, mas não há nada muito certo sobre o projeto. Seu último trabalho de fato foi em 2015, quando estrelou e dirigiu o drama de guerra Ithaca.

Demi Moore

Demi Moore é contemporânea de Ryan, mas talvez seu período de fama tenha sido menor do que a primeira. No entanto, quando brilhou, brilhou com força. No início dos anos 90, participou de filmes como Ghost – Do Outro Lado da Vida, Questão de Honra, Proposta Indecente e Assédio Sexual. Em seguida, tropeçou com Striptease, mas logo se recuperou com Desconstruindo Harry e Até o Limite da Honra. Com o tempo, seus papéis foram diminuindo cada vez mais. O preconceito com a idade também esteve presente nesta última década de trabalhos da atriz. Não só ela parou de receber convites para papéis de destaque, como passou a surgir na mídia apenas como a namorada bem mais velha de Ashton Kutcher. O mercado parece que considerava Moore apenas um símbolo sexual, descartando-a com o passar do tempo. Mas a cinematografia da atriz traz papéis dramáticos de destaque. Ela merece mais. Seu último trabalho foi em 2017, na série Empire.

Sharon Stone

“Rival” de Demi nos anos 90, Sharon Stone também foi deixada de lado por Hollywood, pelo menos no que diz respeito aos papéis de protagonista. Mais uma vez, estamos diante de uma atriz afetada pela marca de femme fatale, não recebendo muitas chances em outros projetos. Ela acabou lembrada como a atriz que recusou Titanic para fazer Esfera ou pelo péssimo trabalho como vilã em Mulher-Gato, mas não dá para esquecer também as memoráveis atuações em obras como Cassino, O Vingador do Futuro e, é claro, Instinto Selvagem. Recentemente, fez breve participação em Artista do Desastre e atuou na série Mosaic, da HBO.

Andie MacDowell

Andie MacDowell talvez seja mais conhecida no Brasil por ter sido o rosto das campanhas da L’Oréal por mais de três décadas. O que por si só já mostra que não esteve tão presente assim nos cinemas. Estrela de filmes como Sexo, Mentiras e Videotape, Short Cuts, Feitiço do Tempo e Quatro Casamentos e Um Funeral, Andie viu seu tempo em cena ser reduzido a cada projeto. Ao mesmo tempo, ela passou a aceitar menos trabalhos. Unindo as duas coisas, acabou que a atriz foi saindo de cena dos grandes projetos de Hollywood. Seu último trabalho lançado nos cinemas brasileiros foi Magic Mike XXL, de 2015. No momento, prepara para atuar na série inspirada em Quatro Casamentos e Um Funeral.

Helen Hunt

Conhecida pelos trabalhos em Mad About You e Melhor É Impossível (que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz), Helen Hunt é mais uma atriz deixada de lado por Hollywood com o passar do tempo. Ela atuou ainda em obras como Twister, Náufrago, Do Que as Mulheres Gostam e As Sessões. Este último, de 2012, talvez tenha sido seu trabalho mais recente a ser reconhecido pela crítica e pelo público, lhe rendendo inclusive nova indicação ao Oscar. Nos últimos tempos, tem dedicado cada vez mais tempo à direção, trabalhando inclusive na função na série This is Us. Fala-se muito sobre a possibilidade de um revival de Mad About You, que muito provavelmente levantaria o nome da atriz. Mas não dá pra depender disso. Por tudo que já fez, Helen merece receber mais oportunidades.

Carrie-Anne Moss

Muita gente pode contestar a presença de Carrie-Anne Moss nesta lista, afinal se manteve em evidência com as séries da Marvel na Netflix, especialmente Jessica Jones. Mas isso é tudo que ela tem feito nos últimos três anos. É muito pouco para um nome que já mostrou muito talento e disposição em obras como Amnésia e a trilogia Matrix. Em 2019, a atriz foi vista na série policial norueguesa Wisting e na terceira temporada de Jessica Jones, e em 2022 ela retornou para Matrix Resurrections – que foi um fracasso de bilheteria.

Mira Sorvino

No caso de Mira Sorvino é possível identificar claramente a razão de seu sumiço: Harvey Weinstein. A atriz foi assediada pelo famoso produtor e, quando não cedeu aos avanços do mesmo, passou a ser boicotada e ter seu nome queimado na indústria. Vencedora do Oscar pelo incrível trabalho em Poderosa Afrodite, a atriz chegou a ser apontada como futura estrela de Hollywood, mas aos poucos foi sumindo dos grandes projetos. Ela nunca parou de trabalhar, mas sempre em filmes pequenos e pouco aguardados. Mesmo recentemente, após a descoberta dos casos envolvendo Harvey, Mira tem dificuldades em encontrar grandes projetos. Sua última produção de destaque foi uma participação em quatro episódios da nona temporada de Modern Family. Mas ela merece mais!

Goldie Hawn

Ícone dos anos 70 e 80, com trabalhos memoráveis como Flor de Cacto, Louca Escapada, Shampoo e Um Salto para a Felicidade, Goldie Hawn chegou a ficar quase 15 anos sem trabalhar. Entre 2002 e 2017, a única coisa que fez foi uma participação como dubladora na série animada Phineas e Ferb, em 2013. Em 2017, ensaiou um retorno com a comédia Viagem das Loucas, com Amy Schumer, mas o filme foi um fracasso de público e crítica. No ano passado, fez ponta em Crônicas de Natal, ao lado do marido Kurt Russell. E isso é muito pouco para alguém do seu tamanho. Goldie Hawn é um dos grandes nomes da história da comédia e já nos anos 90, com filmes como A Morte lhe Cai Bem e Todos Dizem Eu Te Amo, mostrou que a idade não era um impeditivo para bons trabalhos. E isso não tem porque ser diferente agora, 20 anos depois.

Kate Hudson

Kate Hudson é o nome mais novo da lista e aparece justamente após sua mãe, Goldie Hawn. A atriz, que completa 40 anos em 2019, ainda é muito nova para simplesmente sumir das telas. Kate ganhou destaque após o belo trabalho em Quase Famosos (2000), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Depois disso, vem a ser conhecida como um dos principais símbolos das comédias românticas da primeira década do século XXI. Ela fez sucesso com Como Perder um Homem em 10 Dias, Alex & Emma, Um Amor de Tesouro, Noivas em Guerra e O Noivo da Minha Melhor Amiga. Já com a carreira esfriando, fez participações em Glee, entre 2012 e 2013. Depois disso, praticamente sumiu dos grandes projetos. E mesmo nos pequenos filmes, passa a receber papéis cada vez menores.

‘Jovens Bruxas’: Blumhouse anuncia elenco protagonista do reboot

O elenco de Jovens Bruxas continua a crescer.

Blumhouse anunciou hoje (19) em seu Twitter oficial que o quarteto protagonista do reboot já foi escolhido e que as gravações devem iniciar em breve.

Além de Cailee Spaeny (Círculo de Fogo: A Revolta), que foi anunciada alguns meses atrás, Gideon Adlon (The Society), Lovie Simone (Selah & the Spades) e Zoey Luna (15: A Quinceañera Story) completarão o icônico clã de bruxas.

Zoe Lister-Jones fica a encargo da direção, do roteiro e da produção executiva.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BalkNeve Campbell.

Adam Sandler adia datas de sua turnê devido ao Coronavírus

O comediante, ator, produtor e roteirista Adam Sandler decidiu adiar as datas de sua turnê programada para março, devido às crescentes preocupações com o COVID-19/Coronavírus.

Sandler se desculpou com os fãs e ofereceu reembolso dos ingressos; entretanto, ele frisou que, caso o público não queira o dinheiro de volta, poderão usar as entradas para os novos dias (ainda a serem anunciados).

Este é apenas mais um dos vários cancelamentos de eventos nos últimos meses, incluindo o CinemaCon, o Festival South by Southwest e o E3.

“Olá, pessoal. Estávamos ansiosos para a nova turnê por um bom tempo, mas depois de muito debate, decidimos adiá-la”, ele escreveu em uma declaração oficial. “Oficiais da saúde revelaram que multidões devem ser evitadas para ajudar a parar ou para prevenir a disseminação do Coronavírus, então estamos reagendando as datas uma vez que as coisas voltem ao normal.”.

Sandler recentemente ganhou aclame internacional por sua performance em Joias Brutas, filme original da Netflix.

Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde confirmou ontem que o surto do novo vírus já pode ser considerado uma pandemia, visto que mais de 100 mil pessoas já foram infectadas pelo mundo.

‘The Umbrella Academy’: Fãs estão AMANDO a trilha sonora da 2ª temporada!

Netflix montou uma playlist oficial no Spotify com a incrível trilha sonora da 2ª temporada de The Umbrella Academy, um dos pontos altos do novo ciclo da série – e parece que as icônicas canções estão deixando os fãs extasiados.

Confira as reações abaixo:

“A 2ª temporada de The Umbrella Academy é fogo e a trilha sonora é incrível!”.

“A trilha sonora da 2ª temporada é incrível!”.

“A 2ª temporada de The Umbrella Academy tem uma trilha sonora fantástica!”.

“A trilha sonora da 2ª temporada permanece indestrutível”.

“A 2ª temporada tem uma trilha incrível! Cada música é perfeita!”.

Confira a relação de músicas por episódio abaixo:

Episódio 1

“Beyond the Sea” – Bobby Darin

“Right Back Where We Started From” – Maxine Nightingale

“My Way” – Frank Sinatra

“You Must Be an Angel” – Richard Myhill

“Trying” – Fran Powers

“I Wonder What The Future Holds For Me” – Glenn Snow

“Rocket Fuel” – DJ Shadow (feat. De La Soul)

“Be Thankful You’re You” – Fern Jones

“Crazy” – Daniela Andrade, cover of Gnarls Barkley

“Comin’ Home Baby” – Mel Tormé

“You Only Want Me When You’re Lonely” – Jim Boyd

Episódio 2

“Bibbidi-Bobbidi-Boo” – Perry Como and the Fontane Sisters

“Who’s That Knockin'” – The Genies

“I’m a Man” – The Spencer Davis Group

Episódio 3

“I Gotta Get the World Fff My Back” – Bill Martin and Phil Coulter

“Sunny” -Boney M

“I Don’t Care What They Say About You” – Mack & Gwen With The Country Playboys

“I’ll Never Do You Wrong” – Joe Tex

“Golden Brown” The Stranglers

Episódio 4

“Love Is Blue” – Marty Robbins

“Renegade” – Styx

“Have You Ever Been Hurt” – Helen Wilson

“Unwind Yourself” – Marva Whitney

“I Was Made For Lovin’ You” – KISS

Episódio 5

“Major Tom (Coming Home)” – Peter Schilling

“He Can’t Love You” – Joe Hunter feat. Four Holidays

“Hey Da Da” – Andrea Litkei & Ervin Litkei

“Twisting the Night Away” – Sam Cooke

“Bad Guy” – The Interrupters, cover of Billie Eilish

“Hello” – My Kullsvik, cover of Adele

Episódio 6

“Won’t Be Long” – Aretha Franklin

“An Old-Fashioned Christmas” – Jack Huddle

“Hold On, I’m Comin’” – Sam and Dave

“I Live Alone” – Bob Cox

“The Order of Death” – Public Image Ltd.

“In Hell I’ll Be In Good Company” – The Dead South

Episódio 7

“Polk Salad Annie” – Tony Joe White

“Give Me A Reason To Stay” – Zoe Muth

“Sister of Pearl” – Baio

“Everybody (Backstreet’s Back)” – Backstreet Boys

Episódio 8

“Pepper” – Butthole Surfers

The Umbrella Academy Season 2 Episode 9 Songs
“Dancing With Myself” – Generation X

“Here Comes The End” – Gerard Way (feat. Judith Hill)

Episódio 10

“Wicked Game” – Parra for Cuva (feat. Anna Naklab)

Ouça a playlist:

Confira nossa crítica:

A nova temporada recebeu 96% de críticas positivas no Rotten Tomatoes, em uma classificação média bastante superior à primeira temporada, que havia recebido 75% de aprovação.

Das 26 avaliações publicadas da nova temporada, 25 são positivas e apenas UMA é negativa.

Compilamos algumas das reviews, que caracterizam o novo ciclo como estiloso, divertido e bastante inteligente.

Confira:

“No geral, a 2ª temporada [da série] expande sua ideia de modos divertidos, enquanto nos entrega mais do que amamos sobre o time titular” ComicBook.com.

“Mais louca que a primeira temporada, com reviravoltas inimagináveis e a quantidade perfeita de gore.” – Mama’s Geeky.

“Inteligente, estilosa e extremamente divertida, a 2ª temporada mais uma vez força os limites do gênero de super-heróis com perspectiva sagaz” – We Have a Hulk.

“Mantendo o charme da iteração predecessora, a 2ª temporada de The Umbrella Academy é enérgica, criativa e expande sua mitologia de modos inesperados” – Flickering Myth.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld estampa belíssimo cartaz da 2ª temporada; Confira!

A Apple TV+ divulgou o cartaz oficial da 2ª temporada de ‘Dickinson‘, série estrelada por Hailee Steinfeld.

Confira, junto ao trailer:

O próximo ciclo irá estrear no dia 8 de janeiro.

A série foi criada por Alena Smith.

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

O elenco ainda conta com Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa.

‘The Bad Batch’: Série animada do universo ‘Star Wars’ ganha novo clipe oficial; Confira!

Disneydivulgou um breve vídeo com seu line-up para o mês de maio e, de quebra, apresentou mais um clipe oficial da vindoura série animada The Bad Batch, inspirada no popular universo Star Wars.

Confira, a partir do minuto 00:39:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os episódios são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.