De acordo com o Deadline, Lucy Hale (‘Pretty Little Liars’) será a protagonista de ‘White Mars‘, novo terror de ficção científica estilo ‘O Enigma de Outro Mundo‘.
A atriz é conhecida pelos fãs do gênero, tendo estrelado filmes como ‘Pânico 4‘, ‘Verdade ou Desafio‘ e ‘A Ilha da Fantasia‘.
Na trama…
“Ambientada em uma instalação de pesquisa isolada em Aquila, na Antártida, a história segue a microbiologista Sammie (Hale) enquanto ela luta para salvar seus companheiros de tripulação de uma entidade malévola cuja única intenção é extinguir a todos.”
Martin Owen (‘Assassinos Anônimos’) é responsável pela direção.
“Este projeto será uma jornada intensa e psicológica. Estou muito animada para gravar este filme nos estúdios da Cinecittà, em Roma. No coração desta história está a Sammie, uma personagem que eu realmente admiro por causa de sua resiliência e força. Mal posso esperar para colaborar com o Martin Owen, seu incrível elenco e toda a equipe para trazer esta história à vida,” declarou Hale.
As filmagens estão programadas para começarem ainda este mês.
A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.
Em entrevista ao Gizmodo, a diretora Jennifer Kent, conhecida pelo aclamado ‘Babadook‘, revelou detalhes sobre o seu próximo projeto.
“Nós estamos prestes a anunciar um projeto que estamos desenvolvendo – um filme baseado em um livro. Um livro muito popular de terror. Não posso dizer muito sobre isso neste momento.”
O site World of Reel, no entanto, parece ter descoberto o mistério. O portal afirma que o próximo projeto da cineasta será uma adaptação do livro O Ladrão da Eternidade, escrito por Clive Barker, publicado originalmente em 1992.
Na trama…
“Um menino de 10 anos embarca em uma jornada por uma casa mágica, apenas para descobrir que seu mestre usa o local para atrair crianças e roubar sua juventude.”
Infelizmente, a informação ainda não foi confirmada oficialmente.
Anteriormente, a diretor havia descartado a possibilidade de dirigir uma sequência de ‘Babadook‘: “Sinto que não há necessidade [para uma continuação]. Não há razão para explorarmos além do que já apresentamos. A única razão seria dinheiro. E, por mais que eu ame a ideia de fazer minha hipoteca, eu também quero poder dormir tranquila à noite. Então, sim, não farei uma sequência.”
Na trama, Amelia, uma mãe solo atormentada pela violenta morte do marido, tenta lidar com o medo irracional do filho de que há um monstro à espreita na casa, mas logo descobre uma presença sinistra ao seu redor.
A primeira temporada da nova antologia é baseada no podcast Gladiador: Aaron Hernandez e Football Inc, traçando a ascensão e queda do astro da NFL, Aaron Hernandez.
A temporada explora ainda mais “as conexões das vertentes díspares de sua identidade, sua família, sua carreira, seu suicídio e seu legado nos esportes e na cultura americana”, conforme pontua o comunicado oficial.
O projeto é conduzido por Murphy e sua equipe de produção executiva, formada porBrad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson.
Stu Zicherman fica à frente da minissérie como roteirista e produtor executivo.
O cenário musical carrega consigo uma infeliz extensão da indústria cinematográfica e televisiva que impede que o que não esteja no foco mainstream do consumo generalizado, normalmente passa despercebido – impedindo, dessa forma, que álbuns incríveis e muito bem produzidos saiam de um medíocre holofote e ganhem nossa completa atenção. E talvez seja isso que acontece com diversos artistas que não estouram nas paradas da Billboard e outros sites afins, incluindo a habilidosa cantora Natalie Laura Mering. Conhecida profissionalmente pelo nome em ascensão de Weyes Blood, a performer norte-americana tem uma ainda jovem carreira que é marcada por clássicos instantâneos e alguns dos melhores álbuns da década (incluindo ‘The Outside Room’ e ‘The Innocents’).
Em 2019, Mering retornaria com mais uma impecável obra fonográfica com ‘Titanic Rising’, cujo próprio título já poderia nos direcionar para o caminho que tomaríamos ao embarcar nessa sinestésica jornada. Seu quarto álbum de estúdio, desde a capa até a orgânica composição das faixas, é, sem sombra de dúvida, o melhor que já apresentou e um concorrente esnobado para as premiações musicais (pelas questões discutidas no parágrafo acima). De qualquer forma, deixar que essa icônica artista passasse fora do radar é um crime hediondo – e por isso mesmo resolvemos trazê-la para o CinePOP.
Weyes vinha trabalhando no CD desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que “A Lot’s Gonna Change” dá o tom dessa perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.
É quase automático perceber as influências das quais Mering se vale para dar vida ao que apenas compreendemos como seu projeto mais pessoal: os vocais estendem-se para uma melódica comparação a Florence + The Machine e aos cândidos solilóquios do duo The Carpenters, enquanto os retumbantes instrumentos progridem numa proposital dissonância que nos arremessa para os clubes underground do chamber-pop e do soft-rock. Isso fica evidente na desconstruída balada “Andromeda” e na nostálgica “Everyday”, esta acompanhada por um coro declamatório deliciosamente envolvente.
‘Titanic Rising’ se nutre de uma humilde ambição que não nos é premeditada e nem almejada com artifícios pedantes: na verdade, a ambição mencionada insurge da talentosa minúcia da artista em erguer algo com tamanha coesão: todas as tracks se amarram em um mesmo refúgio sonoro, movidos pela sensorial guitarra e pela profundidade do piano e da bateria que vai ao encontro das notas proferidas pela lead singer – e, por mais que você esbarre em óbvias similaridades entre uma canção e outra, Weyes cuida para que cada investida traga um elemento diferenciado. Enquanto as primeiras músicas se fixam em um território mais indie, o miolo da produção marca uma brusca ruptura com o que vínhamos ouvindo.
É certo dizer que Mering mantém-se numa linearidade vocal que é direcionada para nos guiar em um arco narrativo de autorreflexão – e isso explica o motivo de ter permanecido fiel ao que queria nos entregar. E, se por um lado ela se recusa a ousar, por outro nos bombardeia com construções belas e oníricas, como é o caso do interlúdio-titular e da sintética guarnição que nos espera em “Movies” (cujo nome é um convidativo aviso). Mais de uma vez, a cantora entrega-se a um orquestral e emocionante augúrio que se expande em solilóquios contraditoriamente otimistas e que até mesmo dialogam com aspectos operísticos escolhidos a dedo.
O CD abre espaço para uma categórica e monumental mistura de instrumentos que, em qualquer outro lugar, seriam excludentes demais para alcançar um resultado coerente; em “Mirror Forever”, a convencional bateria é acompanhada pelos acordes do violino, pela sutileza do baixo e pela sonial potência de um ecoante clarinete; já em “Wild Time”, a longa faixa reúne forças do inesperado violão – inesperado até demais para uma obra como esta, mas que se aproveita para aparecer no classicismo teatral da incrível “Picture Me Better”, uma das melhores ballads de 2019.
Chegando finalmente à sua poderosa conclusão com “Nearer to Thee” (que é tanto emancipatória quanto trágica, ainda mais levando em conta a história que o álbum nos conta),Weyes Blood se superou mais uma vez com uma das melhores criações artísticas não apenas da década passada, mas sim do século. ‘Titanic Rising’ é uma produção para os anos, para as décadas, e que, certamente, servirá de inspiração para diversos performers que se aventurarem nessa complexa esfera que é a indústria musical.
Quando pensamos na Era de Ouro de Hollywood, é muito difícil escolher apenas um clássico como favorito – e, em 1964, foi notável como a sétima arte estava permeada de produções de altíssimo calibre e que permanecem vivas na memória popular mesmo seis décadas depois de seu lançamento.
Dentre os inúmeros títulos que marcaram o ano em questão, tivemos a adaptação em live-action do romance ‘Mary Poppins’, estrelada por Julie Andrews (e cuja conturbada produção ajudou a alimentar a mitologia por trás do longa), além do icônico ‘Minha Bela Dama’, protagonizado por ninguém menos que a lendária Audrey Hepburn.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco clássicos que completam 60 anos em 2024 para você conferir nos streamings.
Veja abaixo as nossa escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
A INCONQUISTÁVEL MOLLY
Onde assistir: Prime Video (Aluguel)
Debby Reynolds recebeu sua primeira (e de algum modo única) indicação ao Oscar por seu papel neste musical, baseado na vida real de Molly Brown, uma mulher despreocupada e barulhenta do interior que se casa com um minerador de ouro e de repente se vê nas mais luxuosas festas da high society. E mesmo assim, ela não consegue adquirir respeito por parte de esnobes e invejosos. Entretanto, Molly ganha fama quando se torna uma heroína enquanto viaja no famoso transatlântico Titanic. Molly ganhou seu apelido de “imparável” (unsinkable, no inglês, que dá nome ao título original da produção) veio após sobreviver ao desastre e ajudar a resgatar muitos dos passageiros. A performance de Reynolds nesta biografia incrível traz uma radiação e um brilho capaz de atravessar gerações.
DR. FANTÁSTICO
Onde assistir: Max, Prime Video
Funcionando como uma sátira para a Guerra Fria e para os conflitos ideológicos entre a União Soviética e os Estados Unidos, ‘Dr. Fantástico’ é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores produções do aclamado cineasta Stanley Kubrick. Contando com nomes como Peter Sellers, George C. Scott e Sterling Hayden, a trama acompanha um general insano que acredita que os comunistas planejam dominar o mundo dá ordens para bombardear a Rússia, iniciando processo de guerra nuclear. Ao mesmo tempo, o presidente e seus assessores do Pentágono tentam desesperadamente parar o processo.
‘Mary Poppins’ continua como uma das melhores produções da Walt Disney Studios, trazendo um elenco de peso que inclui Julie Andrews (que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Atriz por seu irretocável trabalho no longa) e Dick Van Dyke. Baseada no romance homônimo de P.L. Travers, a trama nos leva para a Londres de 1910, onde um banqueiro rígido e severo com os filhos escreve um anúncio no jornal em busca de uma governanta. Trazida pelo vento em um guarda-chuva voador, uma babá com poderes mágicos aparece para transformar a triste rotina da família.
Nesse icônico longa-metragem musical dirigido por George Cukor, Henry Higgins (Rex Harrison), um intelectual e professor de fonética, aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente.
OS GUARDA-CHUVAS DO AMOR
Onde assistir: Telecine
Cherbourg, 1957. Guy Foucher (Nino Castelnuovo) é um jovem de 20 anos que foi criado pela madrinha e trabalha como mecânico de carros. Ele é apaixonado por Geneviève Emery (Catherine Deneuve), uma adolescente de 17 anos que ajuda sua mãe viúva no negócio da família, uma loja de guarda-chuvas elegante, mas pouco lucrativa. Geneviève também o ama, mas sua mãe acha que ela é muito nova para casar e não vê como Guy pode manter uma família. Ele é convocado para o serviço militar e ela descobre estar grávida. Surge o dilema: esperar o retorno do amado ou seguir adiante?
Em busca de um romance de contos de fadas, Layla precisa correr por Nova York com a ajuda de um funcionário simpático e bonitão para conseguir o ingresso mais disputado da cidade: o show de Natal do Pentatonix.
Quando o som traduz o sentimento. Direto e reto em seu discurso, o longa-metragem cearense Centro Ilusão ultrapassa as camadas superficiais com um nocaute nas levitações até o sonhar. Dando ênfase à cena cultural e musical nordestina, esse novo trabalho do excelente cineasta Pedro Diógenes também apresenta as diferenças do pensar no tempo, num choque de gerações, numa busca de um mesmo repouso para as interpretações dos momentos de devaneios.
Na trama conhecemos Caio (Brunu Kunk) e Tuca (Fernando Catatau), dois músicos, de duas gerações diferentes, que estão em uma audição para uma vaga que pode mudar suas vidas. Na espera pelo resultado, durante um tempo rodam pelo centro de fortaleza entre os sonhos e as desilusões sobre o próximo passo na vida.
Há uma generosa poesia em cada momento de reflexão, aproximando as verdades com a realidade. Num choque proposto entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca acumulada por frustrações, somos testemunhas de um encontro urbano tendo a música como um satélite que personifica os conflitos emocionais de cada um dos personagens. Como um tradutor das camadas emotivas, através de um roteiro que não se desgruda de contextos para validar o presente, Diógenes joga para o centro do palco a angústia e muitas verdades de duas almas artísticas.
Amores perdidos, abandono de relações em busca da carreira musical, a luta diária pelo reconhecimento, confrontos com a família, as incertezas e as muitas interpretações de um atual momento. Esses são alguns dos muitos assuntos que ganham tons e ritmos através de números musicais marcantes, alguns brilhantes. Em quase declamações, sem esquecer de imagens que contemplam a cidade e seus movimentos, pegamos uma reta rumo ao valor da arte urbana, da poesia das ruas, além de todo o significado que as marcas do passado podem ter nas perspectivas de um futuro.
Vencedor do Prêmio de Melhor Longa da Mostra Competitiva Novos Rumos da 26a edição do Festival do Rio, Centro Ilusão deve estrear em breve no circuito exibidor. Um filme para você ficar de olho.
Passar o tempo é um desafio. Pode ser porque estamos presos no trânsito, porque estamos esperando uma aula acabar ou porque estamos viajando em grupo e queremos que o tempo passe. E um dos melhores passatempos em turma é jogar “adedanha” – ou “stop”, como é conhecido em muitas cidades. Trata-se de um jogo em que as pessoas esticam os dedos, conta-se cada dedo como se fosse uma letra do alfabeto e, então, no último dedo, é a letra selecionada. O desafio é escrever coisas que comecem com essa letra. Geralmente esse jogo inclui muitas categorias (nome próprio, artistas, animal, comida, objetos), variando de jogador a jogador. Mas uma categoria que sempre é incluída é a de nome de filmes.
No jogo, se você consegue colocar o nome de um filme que ninguém pensou, você pontua mais. Pensando nisso, fizemos uma lista com 10 filmes que ninguém nunca pensa em colocar nesse jogo – e por isso mesmo vai te ajudar a ganhar! Ah, e já salva essa lista, pois as dicas aqui também servem para quando você for brincar de mímica!
Sério, ninguém lembra de um título tão complexo. Baseado no livro homônimo, o filme foi lançado em 2018 e tem na Netflix para assistir. A história aborda a vida de uma escritora que troca cartas durante a II Guerra Mundial. No jogo da mímica, é praticamente impossível fazer essa imitação. No stop/adedanha, as pessoas até lembram de “sociedade” mas ninguém lembra da torta de casca de batata…
E quando cai em letras tipo a letra Y, como resolver? Ficar sem preencher, jamais! Até porque senão você zera a rodada né? Enquanto todo mundo vai pensar em filmes mais recentes como ‘Yesterday’, use o filme ‘Yentl’, de 1984, como opção. E se falarem que nunca ouviram falar, fale que é um filme dirigido pela Barbra Streisand, disponível na Prime Video, e que quem não viu não é um bom cinéfilo.
O filme é brasileiro, tem quase quinze anos e é baseado em livro homônimo de Marçal Aquino. Estrelado por Camila Pitanga, por causa do seu título longuíssimo geralmente as pessoas não pensam nele na hora do jogo (até pra não perder tanto tempo escrevendo), mas, se utilizar este exemplo, você dificilmente não ganhará o ponto cheio. O filme tem disponível para compra ou aluguel na Prime Video.
7 – Nut Nasceu Burro, Não Aprendeu Nada, Esqueceu a Metade
Só de ler esse título já dá vontade de rir. Parece filme do Adam Sandler, mas não é. Mas é comédia, e daquelas bem estilo anos 90, sem filtro nem pudores. Conta a história de dois irmãos separados na infância, sendo que um se torna um homem de negócios bem-sucedido, enquanto o outro nunca cresceu de fato, pois fora abandonado num hospício, quando a mãe achava que era um orfanato. Disponível no Youtube.
O jogo da adedanha/stop, geralmente o uso de artigos não contam, então, usar esse filme é uma ótima ideia quando sair a letra Q. Aliás, o filme, que já tem quase 20 anos de existência e possui Britney Spears na trilha sonora, ganhou continuação recentemente. Tem pra alugar na Prime e na Apple TV.
5 – EO
Recentemente indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro, ‘EO’ conta a história de um burro pela perspectiva de um burro. O nome dele é EO. É um ótimo filme para quem tá com pressa de preencher a tabela, mas é difícil se for no jogo da mímica. Tem na Prime Video.
Filme indiano sensação que levou o Oscar de Melhor Canção Original. As pessoas até lembram do filme, mas esquecem o nome dele. Tem na Netflix. ‘RRR’ é o nome original, é um nome curtinho pra escrever na pressa e ninguém pode questionar de abreviação no jogo, porque é o título mesmo. Ah, e o filme é ótimo!
3 –O Ataque das Lampreias Assassinas
Desses filmes que é tão ruim, tão ruim, que diverte. Tem Christopher Lloyd (nosso eterno Doc de ‘De Volta para o Futuro’) no elenco. É filme de terror, mas não assusta em nada. Como quase ninguém vê esses filmes de terror B, é uma ótima opção pra usar no jogo. Disponível no Youtube.
Filme de 10 anos atrás, com Tom Hanks e Emma Thompson. Apesar do título, conta a história da escritora que criou a aventura de Mary Poppins, e não doWalt Disney. De todo modo, é um ótimo título para a letra W. Disponível na DisneyPlus.
O filme tem mais de 20 anos, mas, na hora da letra Z as pessoas buscam títulos genéricos como ‘Zona de Risco/Interesse/Conforto’ ou recorrerem ao desenho da Disney, ‘Zootopia’. Bom, fica aí a dica do clássico da comédia com Ben Stiller e Owen Wilson, que dificilmente alguém lembra na hora H. Tem para alugar nas plataformas digitais.
A criação dos filhos é sempre uma tarefa complexa, repleta de variáveis incontroláveis. O mundo do cinema já nos fez refletir bastante sobe o tema colocando os holofotes para famílias e seus mais diversos conflitos. Pensando nisso, e lembrando de alguns ótimos filmes que dizem muito sobre o tema, segue abaixo uma lista bem legal:
Eu Também não Gozei
Os olhos são guiados para Letícia, uma jovem artista moradora da cidade de São Paulo que está grávida do primeiro filho. Sem saber quem é o pai da criança, passa por um intenso processo de mudanças em sua rotina, na espera de alguma resposta sobre essa questão. A partir da ausência desse desconhecido pai, começa a entender sua importância no papel de mãe mesmo envolta de uma solidão persistente. O antes e o depois nos mostram os pontos de equilíbrio alcançados nessa profunda e emocionante história sobre as mudanças que chegam através da pulsação de uma nova vida.
O que fazer quando não está tudo bem? Dirigido pelo genial cineasta japonês Hirokazu Kore-eda e vencedor do melhor roteiro no Festival de Cannes, o longa-metragem Monster é profundo drama que junta alguns temas para refletir sobre a sociedade e o sistema escolar através de versões de um mesmo fato. Baseado em algumas próprias experiências do roteirista Yûji Sakamoto, o filme é um delicado retrato que vai se expandindo conforme vamos compreendemos melhor a história.
Na trama, acompanhamos Daniel (Robin Williams), morador de São Francisco, na Califórnia, um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.
Até Amanhã
Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.
Na trama, conhecemos Doris (Nico Parker), uma jovem que estuda numa escola particular cristã, quase sem amigos, passando por um presente conturbado: com a iminência no adeus ao irmão, a descoberta de situações ligadas à adolescência, e a falta de diálogos construtivos com a mãe Kristine (Laura Linney). Com a necessidade do irmão, com câncer cerebral, ir para um Centro de Cuidados Paliativos chamado Suncoast, a protagonista embarca em novas descobertas e tem seu destino cruzado com o do ativista viúvo Paul (Woody Harrelson).
Bunny Drop – Surpresas da Vida
Os primeiros passos sobre o que é a paternidade. Dirigido pelo cineasta japonês Sabu, Bunny Drop – Surpresas da Vida joga um olhar sensível e emocionante na jornada de um jovem que tem seu destino cruzado com a paternidade. Ao longo de quase duas horas de projeção, com uma narrativa leve, sem se desgarrar das emoções, o longa-metragem reflete sobre várias questões ligadas a pais e filhos, até mesmo a adoção, na visão do protagonista e também da criança.
Exibido na Mostra de Tiradentes e também na Mostra de Cinema de São Paulo, o projeto segue a trajetória de Paula (Patrícia Saravy), uma mulher na casa dos 40 anos que está à espera do seu terceiro filho. Durante as férias de seus outros dois filhos, ela resolve chamar a mãe e viajar com todos eles para a casa de praia da família onde está sendo construída um grande sonho das crianças: uma piscina. Só que o tempo passa e algumas dificuldades financeiras inesperadas atrasam a obra, deixando esse sonho em segundo plano. Assim, a protagonista enfrentará conflitos que vão desde os embates com sua mãe, o descaso do marido que está em São Paulo, os pensamentos sobre o futuro para seu próximo filho, até as dificuldades de se entender com seu filho mais velho.
Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.
Na trama, conhecemos Margaret (Stéphanie Blanchoud), uma jovem que vive de trabalhos informais pela comunidade onde mora e com um passado recente ligado à música. Certo dia, vira autora de um ataque violento contra sua mãe Christina (Valeria Bruni Tedeschi) que é sentenciada pelas autoridades de justiça a ficar no mínimo 100 metros dela durante alguns meses. A partir disso, uma série de conflitos familiares tomam conta da história dessa família com integrantes completamente instáveis emocionalmente precisando conviver com a situação imposta pelo destino.
Na trama, conhecemos uma família de cinco mulheres que estão prestes a passar alguns dias juntas no hotel da família, numa região praiana, localizado em uma vila portuguesa do Município de Esposende. Entre idas e vindas dos hóspedes, conflitos entre elas se estabelecem tendo o passado como algo desafiador a ser relembrado. O epicentro se coloca na relação entre Piedade (Anabela Moreira) e Salomé (Madalena Almeida), mãe e filha, a primeira cheia de angústias e medos com uma depressão evidente, a segunda já na fase da faculdade, acabou de perder o pai e tenta se reconectar com a mãe com quem não nunca se deu bem.
A Max Brasil divulgou o trailer legendado da comédia romântica ‘Sweethearts’, estrelada por Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Nico Hiraga (‘The Power’).
A produção chegará à plataforma de streaming no dia 28 de novembro.
A produção marca a estreia diretorial de Jordan Weiss, conhecido por seu trabalho na série de comédia ‘Dollface’.
A trama acompanha dois amigos de faculdade que fazem um pacto para terminarem o relacionamento com seus respectivos namorados do colégio durante o feriado de Ação de Graças – levando-os a uma noite caótica em sua cidade natal que coloca essa amizade codependente em xeque.
Segundo o Deadline, Guy Burnet (‘Oppenheimer’), John Ross Bowie (‘Speechless’), Adrian Rawlins (‘Mary & George’) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (‘Vikings: Valhalla’) foram escalados para o novo drama histórico ‘Reykjavik’.
O filme se passa no momento mais perigoso da Guerra Fria, observando os inimigos políticos Ronald Reagan (Daniels) e Mikhail Gorbachev (Harris) se reunirem na Islândia durante um longo e tenso fim de semana para decidir se haverá paz ou guerra no mundo. Os dois líderes se reúnem, optando por estender as mãos um a outro – um triunfo de superação do medo, das diferenças, dos egos e das consequências.
Michael Russell Gunn faz sua estreia diretorial com o projeto e também fica responsável pelo roteiro. Além disso, Gunn entra como produtor ao lado de John Logan Pierson.
As gravações já se iniciaram no começo deste mês em Höfði House, o lugar onde a reunião ocorreu em 1986, em Reykjavik, capital da Islândia.
Um festival de cinema é construído para oferecer uma vasta gama de opções a seus espectadores. A curadoria sabe mais ou menos o gosto de quem os acompanha, e fica de olho em produções desse feitio que possa vir a agradar a seu público. E uma das particularidades mais carismáticas do Festival do Rio é que ele sempre, sempre, guarda um espacinho especial para uns filmes diferentões, desses que são tão experimentais, que não fazem o menor sentido. Pode ser com elenco famoso ou não, na sessão de meia-noite ou não, não importa: no Festival do Rio você, cinéfilo, encontra essas pérolas do audiovisual mundial. E esse ano fomos agraciados pela exibição de ‘Matem o Jóquei!’, filme argentino em co-produção com Espanha, Estados Unidos, México e Dinamarca.
Remo (Nahuel Pérez Biscayart) é um jóquei superfamoso, mas cuja carreira não anda em alta por causa de seu comportamento autodestrutivo. Além de sua evidente dependência com o álcool – que, mesmo tendo passando um tempo na reabilitação, ele faz questão de se render à bebida, pois só entra para competir estando bêbado – ele também constantemente se pré-dispõe a destruir sua imagem. Nesse ritmo, sobra espaço para a jóquei Abril (Úrsula Corberó, a Tokyo de ‘La Casa de Papel’ original) conquistar seu lugar ao sol, ganhando a maioria das competições e também ganhando a simpatia dos patrocinadores. Entre um relacionamento dependente com Abril e sua aparente apatia perante o mundo, Remo vai aos poucos se desconectando da realidade e de tudo que o levou ao estrelato.
Tendo sido ‘Narcos: México’ seu último trabalho no comando de uma produção, o diretor Luis Ortega retorna agora realizando um projeto bem doido, totalmente experimental e, portanto, difícil de compor. Uma vez que o roteiro dele com Fabian Casas e Rodolfo Palacios o tempo todo subverte a lógica dos eventos e coloca tanto o protagonista quanto os personagens em situações absurdas, a delicadeza do diretor em encontrar algum tipo de coerência no cavalo desgovernado que é o filme ‘Matem o Jóquei!’ se mostra como um exercício de paciência, de técnica e de paixão pelo teatro.
Pode ser que a grande metáfora do filme seja mesmo esta – ‘Matem o Jóquei!’ é um cavalo desgovernado, que tem, inclusive, uma cena assim. Há, sim, uma crítica debaixo de tanta loucura (à imagem produzida pela fama e alimentada pela expectativa do público versus a verdadeira vontade do indivíduo e aquilo que se faz necessário fazer para viver em sociedade). E no meio de tanta loucura, Úrsula Corberó uma vez mais se destaca com seu trabalho, mantendo um grau de sensualidade e mistério que envolve o espectador com sua personagem duas caras, mas que rouba os holofotes em todas as cenas que aparece.
‘Matem o Jóquei!’ tem aquele ar de filme argentino que os cinéfilos brasileiros tanto adoram com um tempero de Irmãos Coen e as cores de Almodóvar. Parece muitos aqueles filmes que a gente só consegue ver em festival mesmo, portanto é um filme para ficar de olho e aproveitar o dia em que houver uma oportunidade de assisti-lo em alguma plataforma.
Durante o desenvolvimento de ‘Pinguim’, a série derivada do universo de ‘The Batman’, James Gunn e Peter Safran assumiram a liderança dos recém-criados DC Studios, marcando uma nova era para a editora.
Embora a novidade tenha mudado muitas coisas para a DC, Matt Reeves, diretor de ‘Batman’, revelou que o projeto derivado de seu filme não foi impactado de maneira significativa.
Em conversa com o The Wrap, Reeves destacou o apoio que recebeu de James Gunn e Peter Safran, contando como os novos chefes do estúdio tiveram participação na produção de ‘Pinguim’.
“Eles foram totalmente apoiadores e super empolgados, e leram todos os roteiros e participaram de todo o processo”, disse Matt Reeves.
Vale lembrar que, chamado pelo diretor de ‘Batman Epic Crime Saga’, seu universo do Cruzado Encapuzado — incluindo ‘Batman’, ‘Pinguim’ e as produções futuras — funciona de maneira isolada.
O projeto liderado por Reeves não tem ligação com os outros filmes da DC Studios, estando fora do universo comandado por James Gunn, que estreará em breve.
Com a aprovação de James Gunn, ‘Pinguim’ está se tornando um verdadeiro sucesso enquanto expande o universo do morcego com uma ótima trama.
A Max Brasil já divulgou o trailer legendado do 6º episódio da série estrelada por Colin Farrell.
Intitulado “Gold Summit”, o capítulo vai ao ar no dia 27de outubro.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
As formas de lidar com o cotidiano. Sentimentos que nós seres humanos julgamos ser conflitantes, como: a raiva, o medo, a insegurança, se tornam elementos centrais dos oito excelentes episódios de Assassino Zen, produção alemã disponível na Netflix. Com uma narrativa dinâmica, usando – sem abusar – da quebra da quarta parede, esse projeto mostra a desconstrução de um protagonista, na corda bamba da moral e da ética, sendo parte de um contexto curioso onde lições em meio ao caos vem de encontro a muitas considerações existenciais.
Na trama, conhecemos o advogado Björn Diemel (Tom Schilling) que trabalha em um grande escritório de advocacia na função de liberar bandidos para um chefão local. Infeliz no trabalho, com dificuldades em reestruturar os laços afetivos da própria família, vive seu cotidiano com a corda no pescoço. Tudo isso muda quando resolve fazer um intensivão num curso de ‘atenção plena’ com um guru que lhe entrega saídas para momentos difíceis. Assim, colocando em prática tudo que aprendeu, se envolve em uma série de situações conflitantes a partir da morte de um famoso criminoso, cliente dele.
Fazer coisas boas para pessoas ruins. Esse, que é o gatilho do personagem principal, não deixa de ser um reforço da premissa de um roteiro que transborda observações sobre as Inter-relações dentro do sentido da mutualidade. Longe de buscar explicações simplórias, nos joga numa corrente de comportamentos, de pensamentos, através de um escancarado paralelo nas derrapadas da psiquê humana, num choque de interpretações entre o consciente e o inconsciente. São brilhantes as conexões que surgem, sempre tendo como foco principal o estalo na vida de seu protagonista.
Aqui acontece o caso da narrativa sendo fielmente ao proposto pelo discurso. E com uma importante contribuição, a da criatividade. Com a maioria dos episódios – com cerca de 35 minutos de duração cada um – vemos o depois e voltamos ao antes, um flashback em forma de rebobinada que cria um ritmo intenso, além de reviravoltas realmente inesperadas. A cereja do bolo é a quebra da quarta parede de forma inteligente, lúcida, e que nos ajudam a entender melhor todas as camadas de um personagem fascinante. Uma aula de atuação de Tom Schilling.
Como lidar com o tempo? Como equilibrar a atenção entre trabalho e família? Um ponto como âncora nos momentos de pânico, o controle da raiva, as ilhas de tempo, a atenção ao que geralmente não se percebe. Passando por incertezas, e certezas com novos significados, dentro de uma nova forma de enxergar o que sempre esteve na frente, as consequências ganham contornos sombrios pelas ações duvidosas que se seguem. Diemel se veste de anti-herói e conquistará a muitos de nós, jogando reflexões para o lado de cá da tela também.
Assassino Zen com tantos méritos, se consolida como uma das melhores séries de 2024. Golaço da Netflix!
A 2ª temporada da aclamada animação ‘Arcane’ chega este mês ao catálogo da Netflix.
A primeira parte será lançada no próximo dia 09 de novembro na plataforma de streaming. A segunda, por sua vez, tem estreia agendada para o dia 16 de novembro.
Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.
Segundo o Deadline, Alan Ruck, que conquistou indicações ao Emmy Awards e ao Globo de Ouro por seu trabalho na temporada final de ‘Succession’, foi escalado para o elenco da vindoura comédia ‘In Memoriam’.
Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados, mas sabe-se que ele dará vida a um personagem coadjuvante.
A história é centrada em um ator veterano de Hollywood (Maron) que fica obcecado em garantir uma vaga na seção In Memoriam do Oscar após receber um diagnóstico de câncer terminal. Isso leva a uma exploração sincera de ego, humildade e legado.
Rob Burnett (‘The Fundamentals of Caring’) entra como diretor e roteirista.
As filmagens tiveram início em Los Angeles no início deste mês.
O Prime Video divulgou uma prévia inédita ‘Citadel: Honey Bunny’, nova série derivada de ‘Citadel’.
A produção tem estreia marcada para o dia 07 de novembro na plataforma de streaming.
Confira, junto ao trailer dublado:
A série foi criada pela dupla Raj e DK, que também dirigem os episódios ao lado de Sita R. Menon.
‘Citadel: Honey Bunny’ tem uma narrativa fascinante que funde os elementos emocionantes de um thriller de ação de espionagem com o fascínio comovente de uma história de amor, tudo ambientado na vibrante tapeçaria dos anos 90. Honey Bunny é a série indiana do universo ‘Citadel’.
Apesar de já ter 27 anos, a atrizIsabelle Fuhrman voltará a viver A Órfã com ajuda de prostéticos e efeitos visuais.
O terceiro filme da franquia cult de terror recebeu oficialmente sinal verde, com retorno confirmado da atriz para interpretar seu papel icônico de Esther.
O longa — cujos detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo no momento — foi anunciado pela produtora Dark Castle Entertainment, com a Lionsgate pronta para lançar o projeto no American Film Market esta semana.
“A Dark Castle está animada em anunciar outro capítulo aterrorizante na saga ‘A Órfã’”, disse Norman Golightly, Co-CEO da Dark Castle Entertainment. “Com o sucesso passado dos dois primeiros filmes e outro enredo emocionante, estamos confiantes de que ‘A Órfã3’ será um filme imperdível tanto para os fãs atuais da franquia quanto para os novos fãs.”
No Brasil, o terror virou um fenômeno de audiência e levou mais de 2 milhões de brasileiros aos cinemas.
O diretor William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre os planos para a história.
“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme. As possibilidades para esta franquia são infinitas. Qualquer coisa é possível. E, sabendo a direção que estamos seguindo [para o terceiro filme], estou extremamente animado com as reviravoltas que temos reservadas para os espectadores,” declarou o cineasta.
O novo filme deve seguir o mesmo caminho que o capítulo anterior, servindo de pré-sequência ao longa original.
No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.
Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.
A AMC divulgou o teaser trailer oficial da 3ª temporada de ‘Dark Winds’, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março de 2025.
Confira:
Lembrando que Jeri Ryan e Nicholas Logan foram escalados para a nova temporada.
Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.
Em ‘Dark Winds’, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.
A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.