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10 ótimos filmes que refletem sobre responsabilidades na criação dos filhos

A criação dos filhos é sempre uma tarefa complexa, repleta de variáveis incontroláveis. O mundo do cinema já nos fez refletir bastante sobe o tema colocando os holofotes para famílias e seus mais diversos conflitos. Pensando nisso, e lembrando de alguns ótimos filmes que dizem muito sobre o tema, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Eu Também não Gozei

Os olhos são guiados para Letícia, uma jovem artista moradora da cidade de São Paulo que está grávida do primeiro filho. Sem saber quem é o pai da criança, passa por um intenso processo de mudanças em sua rotina, na espera de alguma resposta sobre essa questão. A partir da ausência desse desconhecido pai, começa a entender sua importância no papel de mãe mesmo envolta de uma solidão persistente. O antes e o depois nos mostram os pontos de equilíbrio alcançados nessa profunda e emocionante história sobre as mudanças que chegam através da pulsação de uma nova vida.

 

Monster

O que fazer quando não está tudo bem? Dirigido pelo genial cineasta japonês Hirokazu Kore-eda e vencedor do melhor roteiro no Festival de Cannes, o longa-metragem Monster é profundo drama que junta alguns temas para refletir sobre a sociedade e o sistema escolar através de versões de um mesmo fato. Baseado em algumas próprias experiências do roteirista Yûji Sakamoto, o filme é um delicado retrato que vai se expandindo conforme vamos compreendemos melhor a história.

 

Uma Babá quase Perfeita

Na trama, acompanhamos Daniel (Robin Williams), morador de São Francisco, na Califórnia, um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Até Amanhã

Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.

 

Suncoast

Na trama, conhecemos Doris (Nico Parker), uma jovem que estuda numa escola particular cristã, quase sem amigos, passando por um presente conturbado: com a iminência no adeus ao irmão, a descoberta de situações ligadas à adolescência, e a falta de diálogos construtivos com a mãe Kristine (Laura Linney). Com a necessidade do irmão, com câncer cerebral, ir para um Centro de Cuidados Paliativos chamado Suncoast, a protagonista embarca em novas descobertas e tem seu destino cruzado com o do ativista viúvo Paul (Woody Harrelson).

 

Bunny Drop – Surpresas da Vida

Os primeiros passos sobre o que é a paternidade. Dirigido pelo cineasta japonês Sabu, Bunny Drop – Surpresas da Vida joga um olhar sensível e emocionante na jornada de um jovem que tem seu destino cruzado com a paternidade. Ao longo de quase duas horas de projeção, com uma narrativa leve, sem se desgarrar das emoções, o longa-metragem reflete sobre várias questões ligadas a pais e filhos, até mesmo a adoção, na visão do protagonista e também da criança.

 

A Felicidade das Coisas

Exibido na Mostra de Tiradentes e também na Mostra de Cinema de São Paulo, o projeto segue a trajetória de Paula (Patrícia Saravy), uma mulher na casa dos 40 anos que está à espera do seu terceiro filho. Durante as férias de seus outros dois filhos, ela resolve chamar a mãe e viajar com todos eles para a casa de praia da família onde está sendo construída um grande sonho das crianças: uma piscina. Só que o tempo passa e algumas dificuldades financeiras inesperadas atrasam a obra, deixando esse sonho em segundo plano. Assim, a protagonista enfrentará conflitos que vão desde os embates com sua mãe, o descaso do marido que está em São Paulo, os pensamentos sobre o futuro para seu próximo filho, até as dificuldades de se entender com seu filho mais velho.

 

Tempestade

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

 

A Linha

Na trama, conhecemos Margaret (Stéphanie Blanchoud), uma jovem que vive de trabalhos informais pela comunidade onde mora e com um passado recente ligado à música. Certo dia, vira autora de um ataque violento contra sua mãe Christina (Valeria Bruni Tedeschi) que é sentenciada pelas autoridades de justiça a ficar no mínimo 100 metros dela durante alguns meses. A partir disso, uma série de conflitos familiares tomam conta da história dessa família com integrantes completamente instáveis emocionalmente precisando conviver com a situação imposta pelo destino.

 

Mal Viver

Na trama, conhecemos uma família de cinco mulheres que estão prestes a passar alguns dias juntas no hotel da família, numa região praiana, localizado em uma vila portuguesa do Município de Esposende. Entre idas e vindas dos hóspedes, conflitos entre elas se estabelecem tendo o passado como algo desafiador a ser relembrado. O epicentro se coloca na relação entre Piedade (Anabela Moreira) e Salomé (Madalena Almeida), mãe e filha, a primeira cheia de angústias e medos com uma depressão evidente, a segunda já na fase da faculdade, acabou de perder o pai e tenta se reconectar com a mãe com quem não nunca se deu bem.

‘Sweethearts’: Comédia romântica com Kiernan Shipka e Nico Hiraga ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Sweethearts

Max Brasil divulgou o trailer legendado da comédia romântica Sweethearts, estrelada por Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Nico Hiraga (‘The Power’).

A produção chegará à plataforma de streaming no dia 28 de novembro.

Confira, junto às imagens promocionais:

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A produção marca a estreia diretorial de Jordan Weiss, conhecido por seu trabalho na série de comédia ‘Dollface’.

A trama acompanha dois amigos de faculdade que fazem um pacto para terminarem o relacionamento com seus respectivos namorados do colégio durante o feriado de Ação de Graças – levando-os a uma noite caótica em sua cidade natal que coloca essa amizade codependente em xeque.

Caleb HearonTramell TillmanAva DemaryCharlie HallJoel Kim Booster e Christine Taylor completam o elenco.

‘Reykjavik’: QUATRO novos membros são escalados ao elenco do drama histórico ambientado na Guerra Fria

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Segundo o DeadlineGuy Burnet (‘Oppenheimer’), John Ross Bowie (‘Speechless’), Adrian Rawlins (‘Mary & George’) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (‘Vikings: Valhalla’) foram escalados para o novo drama histórico ‘Reykjavik’.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jeff Daniels, Jared Harris, J.K. Simmons, Hope Davis, Branka Katic e Aya Cash.

O filme se passa no momento mais perigoso da Guerra Fria, observando os inimigos políticos Ronald Reagan (Daniels) e Mikhail Gorbachev (Harris) se reunirem na Islândia durante um longo e tenso fim de semana para decidir se haverá paz ou guerra no mundo. Os dois líderes se reúnem, optando por estender as mãos um a outro – um triunfo de superação do medo, das diferenças, dos egos e das consequências.

Michael Russell Gunn faz sua estreia diretorial com o projeto e também fica responsável pelo roteiro. Além disso, Gunn entra como produtor ao lado de John Logan Pierson.

As gravações já se iniciaram no começo deste mês em Höfði House, o lugar onde a reunião ocorreu em 1986, em Reykjavik, capital da Islândia.

Mais informações não foram reveladas.

Crítica | Matem o Jóquei! – Úrsula Corberó estrela Thriller Cômico surtado Totalmente Non-Sense [Festival do Rio 2024]

Capa de filme com motociclista de cabeça para baixo.
matem o jockey poster

Um festival de cinema é construído para oferecer uma vasta gama de opções a seus espectadores. A curadoria sabe mais ou menos o gosto de quem os acompanha, e fica de olho em produções desse feitio que possa vir a agradar a seu público. E uma das particularidades mais carismáticas do Festival do Rio é que ele sempre, sempre, guarda um espacinho especial para uns filmes diferentões, desses que são tão experimentais, que não fazem o menor sentido. Pode ser com elenco famoso ou não, na sessão de meia-noite ou não, não importa: no Festival do Rio você, cinéfilo, encontra essas pérolas do audiovisual mundial. E esse ano fomos agraciados pela exibição de ‘Matem o Jóquei!’, filme argentino em co-produção com Espanha, Estados Unidos, México e Dinamarca.

Casal em cena romântica em quarto escuro.

Remo (Nahuel Pérez Biscayart) é um jóquei superfamoso, mas cuja carreira não anda em alta por causa de seu comportamento autodestrutivo. Além de sua  evidente dependência com o álcool – que, mesmo tendo passando um tempo na reabilitação, ele faz questão de se render à bebida, pois só entra para competir estando bêbado – ele também constantemente se pré-dispõe a destruir sua imagem. Nesse ritmo, sobra espaço para a jóquei Abril (Úrsula Corberó, a Tokyo de ‘La Casa de Papel’ original) conquistar seu lugar ao sol, ganhando a maioria das competições e também ganhando a simpatia dos patrocinadores. Entre um relacionamento dependente com Abril e sua aparente apatia perante o mundo, Remo vai aos poucos se desconectando da realidade e de tudo que o levou ao estrelato.

Tendo sido ‘Narcos: México’ seu último trabalho no comando de uma produção, o diretor Luis Ortega retorna agora realizando um projeto bem doido, totalmente experimental e, portanto, difícil de compor. Uma vez que o roteiro dele com Fabian Casas e Rodolfo Palacios o tempo todo subverte a lógica dos eventos e coloca tanto o protagonista quanto os personagens em situações absurdas, a delicadeza do diretor em encontrar algum tipo de coerência no cavalo desgovernado que é o filme ‘Matem o Jóquei!’ se mostra como um exercício de paciência, de técnica e de paixão pelo teatro.

Casal dançando em ambiente elegante.

Pode ser que a grande metáfora do filme seja mesmo esta – ‘Matem o Jóquei!’ é um cavalo desgovernado, que tem, inclusive, uma cena assim. Há, sim, uma crítica debaixo de tanta loucura (à imagem produzida pela fama e alimentada pela expectativa do público versus a verdadeira vontade do indivíduo e aquilo que se faz necessário fazer para viver em sociedade). E no meio de tanta loucura, Úrsula Corberó uma vez mais se destaca com seu trabalho, mantendo um grau de sensualidade e mistério que envolve o espectador com sua personagem duas caras, mas que rouba os holofotes em todas as cenas que aparece.

Matem o Jóquei!’ tem aquele ar de filme argentino que os cinéfilos brasileiros tanto adoram com um tempero de Irmãos Coen e as cores de Almodóvar. Parece muitos aqueles filmes que a gente só consegue ver em festival mesmo, portanto é um filme para ficar de olho e aproveitar o dia em que houver uma oportunidade de assisti-lo em alguma plataforma.

Duas pessoas sentadas em um teatro, uma enfaixada.

‘Pinguim’: Matt Reeves explica como James Gunn COLABOROU com a série

Duas pessoas olhando seriamente, fundo desfocado.

Durante o desenvolvimento de ‘Pinguim’, a série derivada do universo de ‘The Batman’, James Gunn e Peter Safran assumiram a liderança dos recém-criados DC Studios, marcando uma nova era para a editora.

Embora a novidade tenha mudado muitas coisas para a DC, Matt Reeves, diretor de ‘Batman’, revelou que o projeto derivado de seu filme não foi impactado de maneira significativa.

Em conversa com o The Wrap, Reeves destacou o apoio que recebeu de James Gunn e Peter Safran, contando como os novos chefes do estúdio tiveram participação na produção de ‘Pinguim’.

“Eles foram totalmente apoiadores e super empolgados, e leram todos os roteiros e participaram de todo o processo”, disse Matt Reeves.

Vale lembrar que, chamado pelo diretor de ‘Batman Epic Crime Saga’, seu universo do Cruzado Encapuzado — incluindo ‘Batman’, ‘Pinguim’ e as produções futuras — funciona de maneira isolada.

O projeto liderado por Reeves não tem ligação com os outros filmes da DC Studios, estando fora do universo comandado por James Gunn, que estreará em breve.

Com a aprovação de James Gunn, ‘Pinguim’ está se tornando um verdadeiro sucesso enquanto expande o universo do morcego com uma ótima trama.

A Max Brasil já divulgou o trailer legendado do 6º episódio da série estrelada por Colin Farrell.

Intitulado “Gold Summit”, o capítulo vai ao ar no dia 27 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Crítica | ‘Assassino Zen’ – Série ESPETACULAR da Netflix…

As formas de lidar com o cotidiano. Sentimentos que nós seres humanos julgamos ser conflitantes, como: a raiva, o medo, a insegurança, se tornam elementos centrais dos oito excelentes episódios de Assassino Zen, produção alemã disponível na Netflix. Com uma narrativa dinâmica, usando – sem abusar – da quebra da quarta parede, esse projeto mostra a desconstrução de um protagonista, na corda bamba da moral e da ética, sendo parte de um contexto curioso onde lições em meio ao caos vem de encontro a muitas considerações existenciais.

Na trama, conhecemos o advogado Björn Diemel (Tom Schilling) que trabalha em um grande escritório de advocacia na função de liberar bandidos para um chefão local. Infeliz no trabalho, com dificuldades em reestruturar os laços afetivos da própria família, vive seu cotidiano com a corda no pescoço. Tudo isso muda quando resolve fazer um intensivão num curso de ‘atenção plena’ com um guru que lhe entrega saídas para momentos difíceis. Assim, colocando em prática tudo que aprendeu, se envolve em uma série de situações conflitantes a partir da morte de um famoso criminoso, cliente dele.

Fazer coisas boas para pessoas ruins. Esse, que é o gatilho do personagem principal, não deixa de ser um reforço da premissa de um roteiro que transborda observações sobre as Inter-relações dentro do sentido da mutualidade. Longe de buscar explicações simplórias, nos joga numa corrente de comportamentos, de pensamentos, através de um escancarado paralelo nas derrapadas da psiquê humana, num choque de interpretações entre o consciente e o inconsciente. São brilhantes as conexões que surgem, sempre tendo como foco principal o estalo na vida de seu protagonista.

Aqui acontece o caso da narrativa sendo fielmente ao proposto pelo discurso. E com uma importante contribuição, a da criatividade. Com a maioria dos episódios – com cerca de 35 minutos de duração cada um – vemos o depois e voltamos ao antes, um flashback em forma de rebobinada que cria um ritmo intenso, além de reviravoltas realmente inesperadas. A cereja do bolo é a quebra da quarta parede de forma inteligente, lúcida, e que nos ajudam a entender melhor todas as camadas de um personagem fascinante. Uma aula de atuação de Tom Schilling.

Como lidar com o tempo? Como equilibrar a atenção entre trabalho e família? Um ponto como âncora nos momentos de pânico, o controle da raiva, as ilhas de tempo, a atenção ao que geralmente não se percebe. Passando por incertezas, e certezas com novos significados, dentro de uma nova forma de enxergar o que sempre esteve na frente, as consequências ganham contornos sombrios pelas ações duvidosas que se seguem. Diemel se veste de anti-herói e conquistará a muitos de nós, jogando reflexões para o lado de cá da tela também.

Assassino Zen com tantos méritos, se consolida como uma das melhores séries de 2024. Golaço da Netflix!

 

‘Arcane’: 2ª temporada da aclamada animação chega ESTE MÊS ao streaming!

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A 2ª temporada da aclamada animação Arcane chega este mês ao catálogo da Netflix.

A primeira parte será lançada no próximo dia 09 de novembro na plataforma de streaming. A segunda, por sua vez, tem estreia agendada para o dia 16 de novembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

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Astro de ‘Succession’ vai estrelar nova COMÉDIA do diretor de ‘The Fundamentals of Caring’

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Segundo o DeadlineAlan Ruck, que conquistou indicações ao Emmy Awards e ao Globo de Ouro por seu trabalho na temporada final de ‘Succession’, foi escalado para o elenco da vindoura comédia ‘In Memoriam’.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados, mas sabe-se que ele dará vida a um personagem coadjuvante.

Ruck se junta aos previamente anunciados Talia RyderLily GladstoneSharon StoneJudy GreerJustin LongMichael McKean.

Marc Maron será o protagonista.

A história é centrada em um ator veterano de Hollywood (Maron) que fica obcecado em garantir uma vaga na seção In Memoriam do Oscar após receber um diagnóstico de câncer terminal. Isso leva a uma exploração sincera de ego, humildade e legado.

Rob Burnett (‘The Fundamentals of Caring’) entra como diretor e roteirista.

As filmagens tiveram início em Los Angeles no início deste mês.

Mais informações não foram reveladas.

‘Citadel: Honey Bunny’: Nova série derivada de ‘Citadel’ ganha prévia INSTIGANTE; Confira!

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Prime Video divulgou uma prévia inédita ‘Citadel: Honey Bunny’, nova série derivada de ‘Citadel’.

A produção tem estreia marcada para o dia 07 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer dublado:

A série foi criada pela dupla Raj e DK, que também dirigem os episódios ao lado de Sita R. Menon.

‘Citadel: Honey Bunny’ tem uma narrativa fascinante que funde os elementos emocionantes de um thriller de ação de espionagem com o fascínio comovente de uma história de amor, tudo ambientado na vibrante tapeçaria dos anos 90. Honey Bunny é a série indiana do universo Citadel’.

A produção é estrelada por Varyn DhawanSamantha Ruth PrabhuSikandar KherKay Kay MenonSaqib SaleemEmma Canning.

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Isabelle Fuhrman voltará a viver ‘A Órfã’ no terceiro filme da franquia

Apesar de já ter 27 anos, a atriz Isabelle Fuhrman voltará a viver A Órfã com ajuda de prostéticos e efeitos visuais.

O terceiro filme da franquia cult de terror recebeu oficialmente sinal verde, com retorno confirmado da atriz para interpretar seu papel icônico de Esther.

O roteirista David Coggeshall (‘Plano Família’) e o diretor William Brent Bell (‘Boneco do Mal’) também retornam.

O longa — cujos detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo no momento — foi anunciado pela produtora Dark Castle Entertainment, com a Lionsgate pronta para lançar o projeto no American Film Market esta semana.

“A Dark Castle está animada em anunciar outro capítulo aterrorizante na saga ‘A Órfã’”, disse Norman Golightly, Co-CEO da Dark Castle Entertainment. “Com o sucesso passado dos dois primeiros filmes e outro enredo emocionante, estamos confiantes de que ‘A Órfã3’ será um filme imperdível tanto para os fãs atuais da franquia quanto para os novos fãs.”

No Brasil, o terror virou um fenômeno de audiência e levou mais de 2 milhões de brasileiros aos cinemas.

O diretor William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre os planos para a história.

“Há 30 anos da vida dela [que não exploramos]. E há tanta experiência de vida com a qual podemos brincar. E acho que por causa do tom deste filme, podemos ficar cada vez mais claros. Torne-a mais responsável e má, mas também se divirta ainda mais às vezes. Então, é claro que queremos fazer o terceiro filme. As possibilidades para esta franquia são infinitas. Qualquer coisa é possível. E, sabendo a direção que estamos seguindo [para o terceiro filme], estou extremamente animado com as reviravoltas que temos reservadas para os espectadores,” declarou o cineasta.

O novo filme deve seguir o mesmo caminho que o capítulo anterior, servindo de pré-sequência ao longa original.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

 

‘Dark Winds’: 3ª temporada da série da AMC ganha teaser e data de estreia; Confira!

AMC divulgou o teaser trailer oficial da 3ª temporada de Dark Winds, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março de 2025.

Confira:

Lembrando que Jeri RyanNicholas Logan foram escalados para a nova temporada.

Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.

Em Dark Winds, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.

Jessica Matten, Deanna Allison, Rainn Wilson, Elva Guerra, Jeremiah Bitsui, Eugene Brave Rock e Noah Emmerich também fazem parte do elenco.

A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.

Crítica | Continente – HORROR e Vampirismo em filme interessante com Olivia Torres e Ana Flavia Cavalcanti

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto
Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto

O cinema de gênero no Brasil tem crescido, e bastante, na última década, e, embora o público brasileiro se interesse muito por filmes internacionais desse tipo (principalmente os do eixo nórdico), mas isso pouco tem se refletido em relação ao consumo dos filmes de gênero produzidos aqui mesmo, nesse país. Para mudar esse cenário, cada vez mais e mais filmes de todos os tipos de gênero vem sendo especialmente produzidos, com maior ênfase nos gêneros de terror e suas variantes, num desejo de conquistar por fim o público nacional com histórias que se passem nesse território. E o mais novo expoente dessa categoria é o longa ‘Continente’, vencedor do troféu Redentor de Melhor Direção do Festival do Rio 2024, que também teve exibição na Mostra de São Paulo esse ano e que essa semana chegou ao circuito exibidor.

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto

Após quinze anos longe da família, Amanda (Olívia Torres, de ‘Ainda Estou Aqui’) volta ao Brasil junto com seu namorado francês, Martin (Corentin Fila), pois recebera a notícia de que seu pai, Afonso (Anderson Vieira), estava muito mal de saúde. Ao chegarem no local – uma fazenda isolada no meio de um vilarejo igualmente isolado no interior do sul gaúcho – os dois percebem que algo mais acontece na região: há uma tensão crescente entre os trabalhadores da região, que só tende a piorar com a iminente morte de Afonso. No meio disso tudo, Helô (Ana Flávia Cavalcanti, de ‘Baby’ e ‘Sob Pressão’), a única médica da localidade, busca tratar a população local com um método alternativo para combater a crescente onda que está acometendo a todos os moradores.

Escrito por Davi Pretto, Igor Verde e Paola Wink, o roteiro de ‘Continente’ se fortalece no subjetivo para permitir que a interpretação e a imaginação do espectador preencham as lacunas do mistério do enredo. Uma escolha corajosa, uma vez que o cinema de gênero para o grande público (em ampla distribuição) você tende a atingir espectadores que normalmente não consomem regularmente esse tipo de filme, e que, por tanto, precisam se movimentar em direção ao que o enredo do filme está tentando dizer.

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto

Com quase duas horas de duração, o longa de Davi Pretto se estende mais na parte do drama e do suspense, criando a atmosfera incerta do “o que está acontecendo” e acaba deixando a melhor parte – o terror em si – para o arco final. Mesmo demorando a entregar aquilo que o espectador busca, as cenas de terror e horror são bem-feitas e bem interpretadas pelo elenco, que notoriamente se entregou às cenas com o mesmo empenho tal qual qualquer outro filme. Neste cenário, destaca-se a performance de Olívia Torres, toda se contorcendo e se requebrando como uma vampira novata em um banho de sangue.

Continente’ é um filme interessante por pensar o horror e o cinema de gênero em território nacional, dialogando com outras produções similares que ajudam a formar uma indústria de entretenimento que pensa e atende a todos os gostos do seu variado público. Um filme que fortalece o cenário dos filmes de terror brasileiros.

Cena do filme 'Continente', de Davi Pretto

Diretor de ‘Tubarão: Mar de Sangue’ comandará novo TERROR sobre hipopótamo assassino

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De acordo com o Variety, um novo terror focado em um hipopótamo assassino está oficialmente em desenvolvimento, intitulado ‘Hungry‘.

O projeto é inspirado no clássico jogo de tabuleiro Hipopótamos Comilões.

Na trama…

“Um grupo de turistas precisa lutar pela sobrevivência contra um hipopótamo faminto após se perder nos pântanos da Louisiana.”

James Nunn, de ‘Tubarão: Mar de Sangue‘, será responsável pela direção e roteiro.

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O premiado artista Dan Martin (‘Possessor’, ‘Piscina Infinita’) cuidará dos efeitos especiais do longa ao lado da companhia de VFX Magic Dust VFX (‘True Detective’ e ‘One Piece’).

O projeto, cujas filmagens já foram iniciadas, está sendo vendido atualmente pela Signature Entertainment.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretor de ‘Godzilla Minus One’ revela conversa com presidente da MARVEL

Durante o Godzilla Fest 2024, que ocorre junto com o 37º Festival Internacional de Cinema de Tóquio, o diretor de Godzilla Minus One’, Takashi Yamazaki, revelou ter conversado com Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, segundo o site VirtualGorilla+.

Após o sucesso de ‘Minus One’, Feige teria se encontrado com o diretor para discutir possíveis projetos no UCM, conforme Yamazaki relatou em tom descontraído.

“O presidente da Marvel me disse: ‘Bom trabalho’. Ele também comentou: ‘Temos reuniões todos os dias para ver se podemos desenvolver algo assim’. Acho que ele estava falando da boca para fora”, contou Takashi Yamazaki.

Vale lembrar que o diretor já está trabalhando no próximo filme da franquia Godzilla e, recentemente, demonstrou entusiasmo com o projeto.

Conforme o ComicBook, Yamazaki expressou: “Vamos começar a filmar um novo filme de Godzilla! Estou aqui para dizer que não posso revelar mais nada sobre o projeto neste momento”.

Ele também compartilhou sua alegria com o anúncio: “Estou muito feliz de ver toda essa empolgação. Também fico contente por ver tantas crianças aqui. Godzilla foi, aos poucos, se tornando algo mais voltado para o público adulto, então o fato de termos mais crianças como fãs e de ver a próxima geração crescendo é algo muito positivo para o futuro de Godzilla”.

O sucesso estrondoso de Godzilla Minus One’ também trouxe desafios: “O filme foi tão bem que muitos obstáculos surgiram. Pensando nisso, sinto que esse pode ser o pior sorteio possível. Mas vou me esforçar ao máximo!”.

Yamazaki revelou ainda que, devido ao sucesso do filme, recebeu várias propostas tentadoras de outros projetos: “Comecei a receber todas as ofertas incríveis [para outros filmes]… Não posso contar quais eram, mas recusei todas, chorando lágrimas de sangue, porque estava comprometido com o novo filme de Godzilla”.

Por fim, o diretor afirmou: “Vai demorar um pouco mais, mas farei o meu melhor para criar um filme de Godzilla que supere Godzilla Minus One. Então, por favor, aguardem! Muito obrigado”.

Godzilla Minus One‘ fez um enorme sucesso, recebendo, inclusive, o Oscar 2024 de Melhores Efeitos Visuais.

O longa teve uma excelente recepção entre os críticos, com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O filme está disponível na Netflix.

Após fracasso nos cinemas, ‘Coringa 2’ também DECEPCIONA em lançamento PVOD

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Parece que a sequência ‘Coringa: Delírio a Dois‘ realmente conseguiu espantar o público. Após fracassar nas bilheterias – onde mal conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões mundialmente –, o longa também tem decepcionado em seu lançamento PVOD (premium video on demand).

De acordo com o ComicBook, ‘Coringa 2‘ falhou em alcançar o TOP 3 no iTunes e Fandango, sendo desbancado por ‘A Substância‘, ‘Deadpool & Wolverine‘ e ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘.

Orçado em US$ 200 milhões e com o gasto de marketing em torno de US$ 100 milhões, o novo longa da DC não chegará nem perto de arrecadar os US$ 450 milhões necessários para se pagar (a venda dos ingressos é dividida entre os estúdios e os cinemas).

No final das contas, o filme deve gerar um prejuízo em torno de US$ 150-200 milhões para o estúdio.

Para termos de comparação, o primeiro filme ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 55 milhões.

Possíveis cenas pós-créditos DESCARTADAS de ‘Agatha Desde Sempre’ são reveladas

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Através do seu Twitter/X, o insider MyTimeToShineHello, conhecido por revelar informações das produções da Marvel e DC, revelou detalhes sobre duas possíveis cenas pós-créditos de ‘Agatha Desde Sempre‘, que foram descartadas pelo estúdio.

A primeira cena mostraria a Jennifer Kale procurando pelo médico que ela acreditava ter sido responsável por bloquear seus poderes, enquanto a segunda mostraria a Morte de olho na Agatha e no Billy enquanto eles embarcam em sua missão para encontrar o Tommy Maximoff.

Anteriormente, o showrunner Jac Schaeffer havia confirmado ter escrito “diversas cenas pós-créditos”, assim como em todos os projetos que já havia trabalhado para o estúdio, mas que, “no final das contas, foi a decisão da Marvel não acrescentar uma cena pós-créditos na série”.

Lembrando que os fãs da produção estrelada por Kathryn Hahn já podem conferir os nove capítulos deAgatha Desde Sempre’ na íntegra – todos disponíveis no Disney+.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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Penúltimo episódio de ‘Pinguim’ quebra novo RECORDE de audiência

Duas pessoas olhando seriamente, fundo desfocado.

De acordo com o Deadline, o penúltimo episódio de ‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘, quebrou um novo recorde de audiência – tornando-se o capítulo mais assistido da produção até o momento.

O sétimo episódio registrou 1.9 milhões de espectadores através da HBO e o serviço de streaming do Max na noite de domingo – o que representa um aumento de 6% na audiência nas últimas duas semanas.

A Warner Bros. Discovery ainda reportou que a série teve a sua melhor performance semanal desde o seu lançamento no território norte-americano.

Além disso, o primeiro episódio já ultrapassou a marca de 16 milhões de espectadores – dois milhões a mais do que havia sido reportado anteriormente pela companhia, em outubro.

Vale lembrar que o capítulo final, intitulado Great or Little Thing, vai ao ar no dia 10 de novembro.

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O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

Josh Gad revela detalhes sobre a SEQUÊNCIA de ‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço’

spaceballs

Em entrevista ao Forbes, Josh Gad (‘A Bela e a Fera’) revelou novos detalhes sobre a sequência de ‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço‘ (Spaceballs), que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.

O ator, que também atua como produtor do longa, confirmou que o roteiro já foi finalizado.

“Sem a MGM mandar me prender, eu posso revelar que o roteiro da sequência já está pronto. Todos que leram adoraram. O processo de trabalhar neste projeto e ao lado de Mel Brooks tem sido um dos maiores momentos da minha carreira. Toda essa experiência tem sido como um sonho”.

Ele completa, É um sonho poder finalmente fazer acontecer a realidade profetizada por Yogurt no primeiro filme. Não posso dizer mais do que isso. Não posso revelar nada mais do que o processo em que estamos neste momento. A cada hora de cada dia, estamos mais perto de tornar este projeto realidade – e acredito que está muito próximo de sair do papel.”

Josh Greenbaum (‘Ruim pra Cachorro’) será responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Gad, Benji SamitDan Hernandez.

Detalhes sobre a narrativa ou o restante do elenco não foram revelados. Kevin Salter entra como produtor executivo.

O filme original foi lançado em 1987 e funciona como uma paródia da franquia ‘Star Wars‘ (cujo primeiro capítulo estreou uma década antes).

Dirigido, produzido, estrelado e co-escrito por Brooks, a trama nos leva para o planeta Spaceball. Depois de ter sido transformado em um árido deserto, o maquiavélico presidente Skroob resolve tomar o ar de Druidia, o planeta vizinho, e manda o vilão Lord Dark Helmet sequestrar a princesa Vespa e exigir de seu pai, o rei, que libere todo o ar.

Trazendo referências hilárias a títulos como ‘Alien’‘O Mágico de Oz’‘Planeta dos Macacos’, o longa teve recepção mista à época de seu lançamento e não fez um barulho considerável de bilheteria, mas sagrou-se um clássico cult com o passar dos anos e é descrito como uma das melhores produções de Brooks.

John CandyRick MoranisBill PullmanDaphne ZunigaDick Van PattenGeorge WynerJoan Rivers e outros também fizeram parte do elenco.

Lembrando que o filme está disponível na plataforma do MGM+.

‘Yellowstone’: Diretora afirma que personagem de Kevin Costner será “figura central” nos episódios finais

Apesar de ter deixado precocemente o elenco de ‘Yellowstone‘ e não retornar para os episódios finais da produção, parece que o personagem de Kevin Costner, o patriarca da família Dutton, continuará sendo uma “presença central” na trama.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a diretora Christina Voros, que comandou quatro dos seis capítulos finais, afirmou que o personagem ainda será fundamental para a narrativa e sua conclusão.

“A presença dele é integral. Acho que não posso dizer mais do que isso, pois poderia potencialmente comprometer todo o trabalho dedicado aos roteiros, mas sinto que o motivo das pessoas se questionarem sobre o personagem é devido ao fato dele ser o patriarca, e sua presença é um componente essencial à história. John Dutton ainda é uma figura central.”

Sobre o desfecho criado para a série, a cineasta reflete: “Eu me senti muito grata por poder dirigir estes episódios. Taylor [Sheridan] sempre teve um senso de conclusão, e é incrível vê-lo concluir sua visão. Só posso dizer que sou extremamente grata por fazer parte deste capítulo na narrativa.”

A produção retornará com episódios inéditos no dia 10 de novembro.

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A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.

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Crítica | ‘Apocalipse Z: O Princípio do Fim’ – Jornada apocalíptica que gera um bom entretenimento!

Darwin já falava: para sobreviver é preciso se adaptar. Seguindo uma cronologia de fatos que se aproximam dessa verdade, o longa-metragem espanhol Apocalipse Z: O Princípio do Fim, baseado no livro de sucesso homônimo escrito por Manel Loureiro, segue a cartilha dos bons filmes de luta pelo sobreviver. Superando desafios para se tornar o clássico herói em sua jornada apocalíptica, o protagonista é o nosso guia em uma narrativa – com seus clichês batidos – que busca sugar até a última gota de angústia em meio ao caos dos dilemas e desespero onde o espírito de sobrevivência é ativado.

Na trama conhecemos Manel (Francisco Ortiz), um advogado e empreendedor no ramo de energia sustentável em luto desde a morte da namorada em um trágico acidente de carro. Vivendo seus dias solitários ao lado do seu gatinho Lúculo, certo dia se vê numa situação inusitada: uma epidemia desconhecida se espalha pelo mundo e ele resolve se isolar. Mas com a falta de comida, não lhe resta outra escolha a não ser tomar um rumo que o leva para uma viagem repleta de perigos em busca de algum abrigo.

Um pouco mais de uma década atrás, o escritor espanhol Manel Loureiro por meio de um blog começou a escrever a história, dividida em três fases, que hoje se tornou esse projeto cinematográfico e antes uma publicação com milhares de cópias vendidas em todo o mundo – inclusive no Brasil. Isso provavelmente acendeu a chama da oportunidade para que logo virasse uma produção cinematográfica se mostrando um acerto ao já sentirmos o sucesso com a chegada rápida do filme ao Top 1 da Prime Video.

Caminhando pelo já batido cenário apocalíptico pandêmico, pessoas se transformando em alguma espécie de Zumbis, com suas derrapadas nos pontos vagos dos contextos amplos que propõe, tem como maior mérito a colocação de uma questão existencial que é bem explorada também nas linhas do roteiro do filme: nunca sabemos como lidaremos em situações extremas até que essas cheguem.

Primeira parte dessa trilogia – que deve ganhar seus complementos em versões audiovisuais num futuro próximo –  Apocalipse Z: O Princípio do Fim pode ser visto por alguns ângulos mas com um ponto incomum: a construção de um herói incomum precisando se adaptar a uma nova rotina não se desgrudando da mira afiada de seu arpão. Em meio ao caos da natureza incontrolável a razão humana se torna um divisor de águas, um trampolim para a transformação do personagem.

A narrativa segue com seu clima de tensão bem instaurado, com bons personagens carentes de melhor desenvolvimento – talvez nos próximos capítulos – que rumam para um desfecho em aberto, com uma série de lacunas não preenchidas. Mas uma constatação se torna crucial: prende a atenção! Apocalipse Z: O Princípio do Fim mesmo com suas imprecisões não deixa de ser um bom entretenimento.