O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de um filme emocionante que chegou na Netflix.
A trama traz uma mãe exausta faz uma última tentativa de manter a família unida levando-os em uma viagem para a competição de pole dancing da filha. Mas ela guarda um segredo…
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 6 de fevereiro de 2025.
Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.
Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.
O diretor Francis Ford Coppolaveio ao Brasil divulgar ‘Megalópolis‘, e foi questionado pelo nosso editor-chefe Renato Marafon para que época ele viajaria se pudesse viajar no tempo.
“Se eu pudesse, toda a arte controla o tempo. Mas se eu pudesse realmente voltar no tempo, em termos de nossa história, eu adoraria conhecer Cleópatra. Porque Cleópatra, ela não era bonita, mas ela conseguia fazer você rir em 14 idiomas. Ela era um gênio. Gostaria de prestar minhas homenagens a Cleópatra.”, ele afirmou.
Renato disse que gostaria de ver um filme sobre isso, e o diretor respondeu:
“Eu também gostaria de ver, mas tenho certeza de que ela me enrolaria em seus dedos.”
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).
‘Operação Natal’, filme estrelado por Dwayne Johnson e Chris Evans, chega em breve aos cinemas. O longa já foi assistido por alguns jornalistas, que estão compartilhando suas primeiras impressões sobre a trama natalina.
O longa não agradou a maior parte dos críticos, que o chamaram de “ridículo” e “sem vida”.
“Operação Natal é um dos filmes de Natal mais ridículos que já vi. Às vezes é agradável, mas Jake Kasdan dirige essa premissa absurda como se fosse um thriller de ação muito sério, pausando apenas para fazer o personagem de Chris Evans gritar: “O que está acontecendo?!” a cada poucos minutos. Uma estupidez que dá sono, absurdamente caro e, em alguns momentos, de aparência barata”, disse Jonathan Sim.
RED ONE is one of the most ridiculous Christmas movies I’ve ever seen.
Occasionally enjoyable, but Jake Kasdan directs this outrageous premise like a very serious action thriller, only ever pausing to have Chris Evans’s character scream, “What is happening?!” every few minutes.… pic.twitter.com/ztFP73rOI5
“Eita! Hoje eu não tenho energia para amenizar, pessoal, Operação Natal é bem ruim. Sinceramente, não sei para quem esse filme foi feito, porque não é bem um filme infantil e certamente não é para adultos ou até mesmo adolescentes que cresceram assistindo aos filmes do Dwayne Johnson ou do MCU. Ele é tão inseguro de si mesmo. O roteiro é fraco, o CGI está aquém do esperado, e a química entre o elenco não funciona muito bem. Não vou adicionar esse especial de Natal do Dwayne Johnson, tentando ser o Homem-Formiga, à minha lista anual de filmes de fim de ano”, disse Luke Hearfield.
Yeeesh! I don’t have the energy to sugarcoat it today guys, Red One is pretty bad. I’m honestly not sure who this movie was made for – cause it’s not really a kids film and it’s certainly not for adults or even teenagers who grew up on Dwayne Johnson or MCU movies. It’s so unsure… pic.twitter.com/9lUXXPBXb3
“Operação Natal é uma combinação desconcertante, sem vida e genuinamente desanimadora de uma história tradicional sobre o significado do Natal e um filme de fantasia. Tonalmente, é uma bagunça, saltando de um cenário mal concebido e visualmente pouco atraente para outro, e, apesar de longos trechos de exposição, raramente é claro o que está acontecendo”, disse David Willoughby.
#RedOne is baffling, lifeless & genuinely dispiriting combo of trad meaning-of-Xmas tale & fantasy pic. Tonally it’s all over shop skipping from one ill-conceived, visually unappealing setpiece to another, & despite lengthy passages of exposition it’s rarely clear what’s going on pic.twitter.com/fI093bAMF6
“Não é tanto que Operação Natal seja ruim, é que é uma peça cínica de conteúdo excessivamente digital de Hollywood, disfarçada de um filme de ação de Natal “emocionante” e “descolado”. O elenco cumpre suas funções, mas, por mais que se tente mostrar algo criativo e divertido, o resultado parece mecânico e sem inspiração”, disse Dancin’ Dan in Movieland.
It’s not so much that #RedOne is bad, it’s just a cynical piece of overly digital Hollywood content masquerading as a feel-good, “edgy” Christmastime action flick. The cast dutifully do their jobs, but for all the supposedly creative fun on display, it feels rote and uninspired. pic.twitter.com/u9oE3yGNCQ
“Operação Natal é preguiçoso e sem inspiração. Cheio de tramas que já vimos antes, é um filme bagunçado, sobrecarregado de elementos. A cinematografia apagada e sem vida é tão sem alegria quanto o roteiro e a atuação de Dwayne Johnson, que é sempre a mesma. Tinha o potencial de algo promissor, mas não se deu ao trabalho de executar”, disse Dana Abercrombie.
#RedOne is lazy & uninspiring. Filled with storylines we’ve seen before, it’s a mess of a movie that’s overstuffed. The muted dull cinematography is as joyless as the script & Dwayne Johnson’s one-note acting. It had the fountain of something promising but didnt care to execute. pic.twitter.com/AzRa78iLxk
“PESSOAL! Eu me diverti MUITO com Operação Natal! É engraçado, cheio de ação incrível e personagens ainda melhores. Em um momento em que realmente precisamos de um pouco de alegria neste mundo, Operação Natal traz isso e muito mais! Ah, e a construção do mundo é uma das melhores que eu vi em um bom tempo!”, disse Junior Felix.
GUYS! I had a BLAST with #RedOneMovie !! It’s funny, full of great action and even better characters. In a time when we truly need some good cheer in this world, RED ONE brings it and then some! Oh and the world building is some of the best I’ve seen in a while! @redonemovpic.twitter.com/H7ysTF4wb9
“Como fã do Sr. Dwayne Johnson, eu obviamente esperava que Operação Natal proporcionasse um entretenimento leve, mas, infelizmente, não consegue cumprir a missão de espalhar diversão festiva. Existe um mundo promissor sendo construído aqui, e o elenco é todo confiável, mas, infelizmente, o filme não sabe para quem quer realmente agradar”, disse Peter Gray.
As a fan of Mr Dwayne Johnson I obviously wanted #RedOne to provide mild entertainment, but it sadly misses the mark on spreading festive fun. There’s a promising world made here and the cast are all reliable, but it sadly has no idea who it wants to cater for.
“Eu gostei de Operação Natal. É uma história de Natal divertida e cheia de ação, com um toque no estilo Marvel. A construção do mundo mítico é realmente legal. Gostei da parceria entre Dwayne Johnson e Chris Evans. Até me deixou um pouco no clima de Natal”, disse Wendy Lee Szany.
I enjoyed #RedOne. It’s a fun and action-packed Christmas story with a Marvel-like spin. The world building of the mythical world is really cool. I liked the Dwayne Johnson and Chris Evan pairing. It even got me in the Christmas spirit a bit. #RedOneMoviepic.twitter.com/dJBv1C6HWy
Na trama, depois que o Papai Noel – codinome: Das Neves – é sequestrado, o Chefe de Segurança do Polo Norte deve se unir ao mais infame caçador de recompensas do mundo em uma missão global e cheia de ação para salvar o Natal.
‘Operação Natal‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.
De acordo com o Deadline, Felix Mallard (‘Ginny & Georgia’) será o protagonista de ‘Nest‘, novo terror de aranhas assassinas.
Na trama…
Mallard interpreta Remy, um pai novato intimidado pela perspectiva da paternidade e de equipar a nova casa da família. Com sua esposa Grace frequentemente longe de casa, Remy deve cuidar da bebê Zoe, enquanto faz malabarismos com suas próprias aspirações de carreira e o trabalho de transformar sua nova casa em um lar. Mas esta casa já está ocupada…
A grande antagonista do longa será uma aranha gigante, que será criada através de uma combinação de efeitos práticos e visuais. A criatura ganhará vida com a supervisão do artista Russell Sharp (‘Entrevista com o Demônio’) e sua equipe da Sharp FX.
Guy Edmonds será responsável pela direção e roteiro.
O cineasta se inspirou a escrever o enredo quando teve que encarar sua própria missão de se tornar pai e o projeto marca sua estreia diretorial.
Joe Weatherstone, Melissa Kelly e Bethany Jones servem como produtores executivos.
As filmagens estão programadas para meados de 2025, na Austrália.
Parece que, ao contrário das expectativas, o nono jogo da franquia ‘Resident Evil‘ não servirá como conclusão para uma trilogia focada na família Winters – como indicava a DLC Shadows of Rose.
De acordo com o Biohazard Declassified, a aguardada sequência ‘Resident Evil 9‘ deve contar com o retorno dos icônicos Leon S. Kennedy e Jill Valentine como protagonistas.
O novo jogo alegadamente será ambientado 4 anos após os eventos de ‘Resident Evil Village‘, e a história seguirá Leon e Jill enquanto eles viajam para uma ilha para investigar a empresa que criou a Eveline em ‘Resident Evil 7‘.
Dentre as possíveis locações no novo capítulo da saga, podemos esperar um hospital abandonado, cavernas, casas desertas, laboratórios, florestas sombrias e um templo. A principal ameaça será uma espécie evoluída de zumbi que se assemelha aos Ganados do remake de ‘Resident Evil 4‘.
O vilão do jogo será um homem chamado Sr. Simon, um personagem completamente novo que supervisiona a produção em massa de armas biológicas na ilha.
Infelizmente, as informações ainda não foram confirmadas, então trate-as apenas como rumores.
Seis anos se passaram desde o desastre biológico em Raccoon City. Leon S. Kennedy, um dos sobreviventes do incidente, é recrutado como um agente que responde diretamente ao Presidente dos EUA. Com a experiência de diversas missões, Leon é enviado para resgatar a filha do presidente, Ashley. Ele a rastreia até um vilarejo recluso na Europa, onde há algo terrivelmente errado com as pessoas locais…
De acordo com o Variety, Hoyeon (‘Round 6’) foi confirmada no elenco de ‘The Hole‘ (O Buraco, em tradução literal), novo thriller do aclamado diretor Kim Jee-woon (‘Eu Vi o Diabo’).
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Theo James (‘Magnatas do Crime’) estrelará a produção.
O longa é baseado no romance homônimo de Hye-young Pyun.
Na trama…
“Owen, um professor bem-sucedido que vive na Coreia do Sul, está de cama após um acidente de carro devastador que matou sua esposa, Sandy. Ele é deixado sob os cuidados de Yuna, sua sogra coreana, mas quando ela começa a desvendar a verdade devastadora por trás do casamento de Owen e Sandy, seu caminho para a recuperação fica ameaçado.”
O projeto será ambientado nos EUA e na Coreia, e trará uma combinação das línguas de ambos países.
As filmagens estão programadas para o primeiro semestre de 2025.
Confira também a sinopse oficial do livro: “Neste romance tenso e envolvente de uma estrela em ascensão da literatura coreana, Oghi acorda de um coma após causar um acidente de carro devastador que tirou a vida de sua esposa e o deixou paralisado e gravemente desfigurado. Sua cuidadora é sua sogra, uma viúva sofrendo pela perda de sua única filha. Oghi é negligenciado e deixado sozinho em sua cama. Seu mundo se reduz ao quarto em que ele está deitado e suas memórias de seu relacionamento problemático com sua esposa, uma mulher sensível e inteligente que viu todos os seus objetivos de vida frustrados, exceto um: cultivar o jardim em frente à casa deles. Mas logo Oghi percebe sua sogra no jardim abandonado, arrancando o que sua esposa trabalhou tanto para plantar e cavando obsessivamente buracos cada vez maiores. Quando questionada, ela responde apenas que está terminando o que sua filha começou.”
Sam Esmail, Chad Hamilton, Nick Krishnamurthy, Kimberly Steward, Alex Foster, Andy Sorgie, Jay Choi e Jee-woon servirão como produtores.
Segundo o The Hollywood Reporter, a produção está prevista para começar neste inverno, no Novo México. A direção ficará a cargo de Adrian Grünberg (‘Rambo: Até o Fim’) e o roteiro é de Bong-Seeb Mun.
“Na trama, Jovovich interpreta Nikki, uma ex-heroína de guerra que acreditava ter deixado para trás seu passado violento para criar sua filha, Chloe, em paz. Porém, quando ela acorda em uma fábrica abandonada e descobre que Chloe foi sequestrada, Nikki se vê obrigada a enfrentar o submundo criminoso da cidade, sendo perseguida tanto pela polícia quanto pelos militares, para resgatar sua filha”.
O icônico Jack Black interpreta o próprio Diabo em ‘Dear Santa’ (tradução livre para Querido Papai Noel), uma comédia natalina que marca o retorno dos irmãos Bobby e Peter Farrelly(‘Débi & Lóide’) após uma década separados.
As primeiras imagens foram divulgadas pela Entertainment.
“A trama acompanha Liam Turner, um garoto que, ainda acreditando no Papai Noel apesar das dúvidas de seus amigos, decide escrever uma carta para convidá-lo a visitar sua casa. No entanto, por engano, ele endereça sua carta a Satanás, que, sem muitos admiradores, aproveita a oportunidade para aparecer nas férias e causar uma série de confusões cômicas na vida de Liam”.
‘Arcane’, a animação de sucesso da Netflix, se prepara para lançar sua segunda e última temporada, e, embora tenha sido um grande êxito, continua sendo a única produção animada da Riot Games.
A série, que custou cerca de US$ 250 milhões para ser produzida e promovida ao longo de seus 18 episódios, se tornou a animação mais cara já lançada no streaming ou na TV linear.
Segundo a Variety, apesar das ambições daRiot Games de se tornar uma gigante do entretenimento, a empresa ainda está longe de alcançar esse objetivo.
Isso porque o elevado custo da produção de ‘Arcane’ e as ambições não cumpridas refletem, conforme a reportagem, a inexperiência da Riot em lidar com a complexidade da produção de uma série animada.
A empresa, que sempre foi forte no universo dos games, encontrou desafios ao se aventurar no setor audiovisual.
Apesar disso, Marc Merrill, cofundador e diretor de produtos da Riot, reafirmou o compromisso da empresa com a produção de filmes e séries de alta qualidade, reconhecendo, porém, a curva de aprendizado envolvida.
“Nossas ambições no entretenimento não mudaram”, afirmou Merrill. “Nunca tivemos a intenção de operar como um estúdio tradicional com prazos convencionais. O que mudou foi a nossa percepção sobre nós mesmos: percebemos que acertar leva muito mais tempo do que esperávamos, por isso ajustamos nosso desenvolvimento, nossas metas de produção e nossas equipes para essa nova realidade”.
Embora Merrill tenha se recusado a confirmar os US$ 250 milhões de custo, ele declarou: “Estamos mais do que confortáveis com os gastos necessários para entregar um programa que seja digno do tempo dos nossos jogadores”.
O mais surpreendente, além dos altos custos de produção, foi o montante de US$ 60 milhões que a Riot gastou exclusivamente na promoção da primeira temporada de ‘Arcane’. Um valor muito superior ao que a própria Netflix investiu.
Apesar desses desafios financeiros, Merrill mantém sua convicção de que a Riot continuará a se destacar no campo da produção de entretenimento, mesmo que a série ‘Arcane’ ainda seja a única produção visível do estúdio nesse campo.
“Entendo que a mudança de direção possa dar a impressão de que estamos nos afastando das nossas aspirações no entretenimento, mas isso definitivamente não é o caso. Temos vários projetos em desenvolvimento e estamos tão empolgados com as possibilidades na TV e no cinema quanto sempre fomos”, declarou.
É importante destacar que, apesar do sucesso de ‘Arcane’, a série dificilmente será lucrativa para a Riot. A Netflix pagou US$ 3 milhões por episódio pelos direitos de distribuição global, mas mesmo com receitas adicionais, como a venda de skins e mercadorias relacionadas à série — que não estavam disponíveis na primeira temporada — o cenário mais realista, com uma visão bastante positiva, é que a Riot consiga apenas equilibrar suas contas na segunda temporada.
A 2ª temporada da aclamada animação ‘Arcane’ chega este mês ao catálogo da Netflix.
A primeira parte será lançada no próximo dia 09 de novembro na plataforma de streaming. A segunda, por sua vez, tem estreia agendada para o dia 16 de novembro.
Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.
Depois de perder sua irmã Nadia em um acidente de mergulho, Yehia é preso injustamente pelo assassinato da jovem. 15 anos depois, ele retorna para descobrir a verdade e buscar vingança.
A aclamada série animada ‘A Casa Coruja’ chegou ao fim em 2023, com a exibição da 3ª e última temporada – e os fãs da produção querem mais.
Todavia, a criadora Dana Terrace não tem quaisquer planos de dar continuidade à narrativa, seja com um quarto ciclo, spin-offs ou até mesmo pré-sequências.
Através do X (antigo Twitter), Terrace foi questionada sobre possíveis rumores envolvendo uma continuação da animação – a que ela foi categórica em desmentir.
“Não! Alguém está imaginando essa besteira sem provas”, ela escreveu. “Além disso, não quero uma 4ª temporada de ‘A Casa Coruja’. Não quero ‘refazer’ nada ou que minha carreira gira em torno do show. Mas, caso isso venha a mudar, você saberia diretamente por mim – e não de alguém que quer fama no TikTok”.
Nope! Someone’s just making shit up w no proof haha.
Besides, I don’t want a TOH s4. I don’t want to “redo” anything or make my whole career centered around one show idea. But hey, if that ever changes you’d hear it straight from me not someone trying to get views on tiktok. https://t.co/ywCmjkPxAd
Lembrando que as três temporadas estão disponíveis no Disney+.
A série é uma mistura de comédia e terror e acompanha uma garota chamada Luz, que se torna aprendiza de uma poderosa feiticeira conhecida como Eda. O objetivo da protagonista é se tornar uma poderosa bruxa e, além de sua mentora, também será acompanhada pelo adorável guerreiro King.
A Netflixdivulgou as primeiras imagens dos bastidores da 5ª e última temporada de ‘Stranger Things’.
Confira, com um teaser apresentando os títulos dos episódios:
1. Missão de Resgate 2. O desaparecimento de […] 3. A Armadilha 4. Feiticeiro 5. Armadilha de Choque 6. A Fuga de Camazotz 7. A Ponte. 8. O Mundo “Direito”
A nova temporada estreia em 2025, ainda sem dia confirmado.
Criada pelos Irmãos Duffer, Stranger Things estreou em julho de 2016 e rapidamente se tornou uma das séries televisivas mais populares da Netflix, com a temporada 4 acumulando sozinha mais de 140,7 milhões de visualizações mundialmente.
Enraizada na nostalgia dos anos 80, a produção provocou o ressurgimento de itens da cultura pop da década em cada temporada, incluindo os waffles Eggo e a New Coke.
Mais recentemente, deu nova vida à música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que fez sucesso no Spotify e entrou para o top 10 da Billboard Hot 100 pela primeira vez desde que foi lançada, em 1985. A série também ganhou mais de 70 prêmios no mundo todo, inclusive Emmys e o prêmio de Melhor Elenco em Série Dramática do Screen Actors Guild, e recebeu mais de 230 indicações.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Adoramos filmes de terror. Mas a verdade é que a cada ano, o número de produções do gênero que verdadeiramente consegue nos fazer gelar a espinha é bem pequeno. E só para diferenciar, medo não é susto. Existem diversos tipos de longas de terror, dentro das mais variadas propostas. Para os aficionados e quem já está escolado em assistir a tais produções, a grande maioria serve apenas como diversão escapista. Os que realmente conseguem nos marcar são poucos. É claro também que isso depende de pessoa para pessoa.
Muitos preferem tomar sustos na sala de cinema escura, com os chamados jumpscares. Porém, pessoalmente, é sempre melhor refletir sobre o que acabamos de ver, e quanto mais realismo um filme de terror conseguir imprimir, mais significativo ele se torna. Afinal, a crueza da realidade sempre será mais assustadora do que a fantasia. Assim, os melhores e mais marcantes filmes de qualquer gênero terminam sempre sendo os que conseguem criar situações identificáveis devido a personagens bem desenvolvidos.
Pensando nisso tudo, trazemos uma nova matéria para você com um apanhadão dos filmes de horror dos últimos dez anos que mais impressionaram, deixando sua marca. Bem, ao menos neste que vos escreve. Confira e não deixe de comentar abaixo quais foram os que mais impressionaram você recentemente também. Esses são os filmes que não gostamos de ver sozinhos.
Três anos depois de A Bruxa, outro cineasta tomou para si o topo da colina como um dos reis do cinema de terror na atualidade. Ari Aster não tem a pretensão do chamado “cinema de arte”, conseguindo fazer filmes de terror acessíveis a todos, mas com conteúdo e pensamento que pairam acima dos chamados “filmes de entretenimento”. Em resumo, o cineasta conseguiu pegar para si em sua carreira o melhor dos dois mundos. Sendo assim, logo em seu primeiro trabalho no comando de um longa, com este Hereditário, Aster criou uma obra-prima desconcertante, que promete te deixar sem dormir ou repleto de pesadelos. Experiência própria.
Muito mais que sustos fáceis, o que ele cria no longa é um drama familiar de pessoas que parecem verdadeiramente amaldiçoadas devido às constantes tragédias que se abatem sobre elas. Algo muito identificável e que não depende de nenhum teor sobrenatural. Embora eles existam e sejam a cereja do bolo aqui. Antes de terminar o item, vale a pena citar o trabalho seguinte do cineasta, o tão falado Midsommer, obra que subverte sua produção anterior, em especial no contraste de sombras e luz. Hereditário tem 89% de aprovação dos críticos.
A Bruxa é um destes filmes que fez bem para todos os envolvidos. Cria do festival de Sundance, que depois foi se bandear para os lados do Festival de Toronto (onde pude conferi-lo), o longa transformou seu diretor Robert Eggers numa das vozes mais proeminentes do gênero na atualidade. Seus filmes desafiadores não são de acesso fácil para os que buscam apenas sustos em shoppings, recaindo mais no termo “terror de arte”. Não por menos, os críticos e intelectuais o comeram com farinha, garantindo uma aprovação de 90% para o longa.
Além de Eggers, outra grande beneficiada com o filme foi sua protagonista, a menina Anya Taylor-Joy, que se transformou em sensação mundial da noite para o dia participando de tudo desde Fragmentado, passando por Emma e Os Novos Mutantes, até O Gambito da Rainha. A trama passada na Nova Inglaterra de 1630, traz uma família de camponeses assombrada por possíveis forças sobrenaturais, magia negra, bruxaria e possessão. Joy vive Thomasin, a filha mais velha da família. O desfecho é tão insanamente delirante que se mostra um herdeiro à altura de O Bebê de Rosemary (1968). O mais recente filme de Eggers, O Farol(2019), poderia entrar na lista caso fosse mais assustador do que é estranho (no bom sentido).
Recentemente foi noticiado que a atriz Naomi Watts irá protagonizar a versão norte-americana desta obra austríaca da dupla de diretores Severin Fiala e Veronika Franz. Sabendo que a maioria dos remakes não se igualam aos originais, nossa sugestão é que optem por esta versão. Lançada em 2014, o filme possui 85% de aprovação dos críticos.
Na trama, dois meninos irmãos gêmeos morando numa bela e reclusa mansão numa área rural da cidade começam a estranhar o comportamento de sua mãe, que retornou de uma cirurgia plástica irreconhecível, tanto fisicamente (já que as bandagens dos curativos impedem os filhos de ver o rosto da mulher) quanto seu comportamento aparentemente errático para a duplinha, ao ponto de suspeitarem se essa mulher é mesmo a sua mãe. Se você gosta de reviravoltas de arrepiar a espinha, espere para ver o que é criado aqui. Na lista poderíamos inclusive citar também o mais recente trabalho da dupla de diretores, o igualmente perturbador O Chalé (2019), que também traz crianças como protagonistas de uma trágica história envolvendo cultos religiosos e fanatismo.
Forte analogia para as doenças sexualmente transmissíveis, esta é a grande obra-prima da carreira do jovem cineasta David Robert Mitchell, que depois do longa deixou o sucesso subir à cabeça e viajou na maionese com o ambicioso O Mistério de Silver Lake (2018). Seja como for, aqui Mitchell cria um filme tenso que é pura homenagem ao cinema da década de 70, em especial Halloween (1978) – repare nas trilhas sonoras. Na trama, uma maldição é passada de pessoa para pessoa após o ato do sexo. Agora, a mais nova “contaminada”, papel da gracinha Maika Monroe, precisa descobrir um jeito de se livrar do tormento sem precisar passar adiante o mal. O longa possui nada menos que 95% de aprovação da imprensa.
Quem assistiu ao elogiado O Que Ficou para Trás (2020), da Netflix, sabe mais ou menos o que encontrar neste longa. Ambos fazem uso de um terror social sobre conflitos de um país como verdadeiro monstro e motivo de terror. A analogia é clara e o estilo já está inclusive gerando um subgênero próprio. E se O que Ficou para Trás tira o medo da transição de dois imigrantes africanos na Inglaterra, precisando superar as tragédias em seu antigo país ao mesmo tempo em que lidam com novos fantasmas – alguns reais como o preconceito contra imigrantes; Sob a Sombra traz o terror da devastação do Teerã pós-revolução da década de 1980.
Uma jovem mãe se desdobra para criar a filha pequena enquanto o marido parte em viagem, tendo o conflito armado com direito a bombardeios bem no encalço de seu lar. Ao mesmo tempo, eventos assustadores relacionados a uma entidade que faz aparições no lar destroçado desafia a compreensão dela. A direção é do iraniano Babak Anvari, que seguiu para criar o igualmente aterrorizador Contato Visceral (2019) em Hollywood. Sob a Sombra tem a melhor avaliação dos críticos na lista, com 99%.
O cineasta Rob Zombie fez carreira em cima de produções violentíssimas sobre assassinos em série sádicos, inclusive dando seu pitaco sobre como o clássico Halloween deveria ser (por duas vezes). Porém, é notório que Zombie tende a exagerar no grafismo de seu terror e gore. O ponto fora da curva em sua filmografia é este As Senhoras de Salem, onde o diretor troca a tortura velada pelo medo genuíno ao apostar numa trama sobrenatural envolvendo uma DJ cujas vizinhas num prédio macabro são um trio de bruxas satanistas. Tudo sai completamente dos trilhos quando a protagonista recebe um disco com uma gravação ancestral e desembesta a ouvi-lo. Aqui, Zombie assusta pela narrativa e imagens, e não pela sanguinolência.
Agora chega na lista um filme que possui a ótima marca de 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Hotel da Morte é cria do Festival South By Southwest nos EUA e depois fez carreira em eventos especializados em terror. Infelizmente no Brasil o longa chegou direto em vídeo sem passar pelas salas de cinema. A trama gélida trouxe reconhecimento no gênero para o cineasta Ti West e resolve homenagear lendas urbanas que falam sobre hotéis tidos como assombrados. Aqui, um famoso hotel está com seus dias contados até fechar de vez, e dois recepcionistas, sem muito o que fazer e adeptos de investigações paranormais, se deparam com a mística em torno do local onde trabalham. A loirinha Sara Paxton vive a protagonista Claire. É simplesmente de arrepiar.
Conhecido na época como “o filme em que Scarlett Johansson aparece completamente nua”, o longa se trata de uma ficção científica complexa e tão questionadora quanto o clássico 2001 – Uma Odisseia no Espaço(1968). Porém, muito mais subestimada. Além do conteúdo altamente reflexivo, a obra é um verdadeiro estudo cinematográfico, com imagens hipnotizantes, uma trilha sonora que ficará na cabeça por dias (ou quem sabe para sempre), e é todo construindo basicamente sem o uso de diálogos. É uma aventura por si só fazer sentido e tentar reunir o que entendemos da história ao final da exibição. O que podemos dizer é que Johansson é na realidade um ser alienígena caçador de homens, que deixaria O Predador no chinelo em questão de eficiência em sua missão. Perturbador é a palavra certa para definir o longa que, apesar de sua extrema qualidade, não é para todos os gostos ou públicos. Sob a Pele possui 84% de aprovação dos críticos.
A DC Comics lançou nos EUA ‘Absolute Superman’, uma série que reimaginará tudo o que conhecemos sobre o Azulão. Assim como o Batman e outros personagens da editora, o Super-homem te, uma nova história repleta de novidades neste novo reboot da DC Comics.
Escrita por Jason Aaron e ilustrada por Rafa Sandoval, ‘Absolute Superman’ teve algumas críticas pela representação do Brasil.
Na trama, vemos um grupo de mineiros no nordeste do Brasil comemorando que não estava nevando, e depois fazendo um churrasco com “bananas grelhadas e Javali”.
Em entrevista ao Newsarama, o roteirista Jason Aaron também falou um pouco mais sobre quais ameaças o Super-Homem enfrentará;
“Bem, você pode ver pela capa da edição #2 que ele está lutando contra um verdadeiro exército de Pacificadores. Eles não são o principal vilão da história – são os soldados rasos do vilão principal. A principal ameaça nesses primeiros números é a Lazarus Corp. Além do Pacificador, há outros dois vilões que farão parte dessa primeira grande história de abertura. Um deles é um vilão tradicional do Superman, e o outro é muito diferente. Você verá Lex Luthor em algum momento, mas acho que você pode assumir que não será o tipo de história do Luthor que você espera”, disse Aaron.
Além disso, o streaming confirmou que a série ganhará sequência após sua temporada final, incluindo uma série animada.
“Projetos adicionais do universoStranger Things estão em andamento – incluindo o Stranger Things: The First Shadow ao vivo no palco do West End de Londres, Inglaterra, que chega à Broadway, em Nova York, Estados Unidos, em 2025, além de uma série derivada animada ainda sem título.”, afirmou o streaming.
Criada pelos Irmãos Duffer, Stranger Things estreou em julho de 2016 e rapidamente se tornou uma das séries televisivas mais populares da Netflix, com a temporada 4 acumulando sozinha mais de 140,7 milhões de visualizações mundialmente.
Enraizada na nostalgia dos anos 80, a produção provocou o ressurgimento de itens da cultura pop da década em cada temporada, incluindo os waffles Eggo e a New Coke. Mais recentemente, deu nova vida à música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que fez sucesso no Spotify e entrou para o top 10 da Billboard Hot 100 pela primeira vez desde que foi lançada, em 1985. A série também ganhou mais de 70 prêmios no mundo todo, inclusive Emmys e o prêmio de Melhor Elenco em Série Dramática do Screen Actors Guild, e recebeu mais de 230 indicações.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Em uma nota para a imprensa divulgando seus próximos projetos, a Nintendo revelou que o filme live-action de ‘The Legend of Zelda‘ será lançado antes de 2030.
O diretor do live-action, Wes Ball, compartilhou recentemente suas expectativas para o próximo filme, revelando que a franquia é uma das coisas mais importantes para ele.
“Estamos trabalhando nisso. Acho que vai ser ótimo. Os fãs vão ficar felizes. The Legend of Zelda, para mim, é uma das coisas mais importantes em toda a minha vida. Você sabe, ao lado de Star Wars”, disse Ball segundo o Games Radar.
“Joguei Legend of Zelda desde a minha infância até a vida adulta. Você entende? Sou um fã. Sou um fã como vocês. Farei de tudo para garantir que seja o filme que todos esperamos que seja.”
Lembrando que em entrevista ao CBR, o cineasta não pôde revelar muitos detalhes sobre o projeto, mas disse que está planejando fazer algo “especial” com o filme.
“Eu realmente não posso dizer nada”, ele disse. “Aprendi no passado que tudo o que digo é tirado do contexto. Provavelmente é mais seguro não dizer nada até que tenhamos algo concreto, o que tenho certeza que acontecerá em algum momento. Estou muito emocionado e feliz por fazer parte disso. Tem sido um sonho [de toda a vida] para mim, basicamente… Fazer parte de um filme de ‘The Legend of Zelda’ e fazer algo especial”.
Criada em 1986 por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, a série de jogos mistura, fantasia ação e aventura ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.
Durante a apresentação da Sony no Consumer Electronics Show de 2024, o CEO Kenichiro Yoshida elevou as expectativas para a produção, dizendo que “os fãs podem esperar uma incrível história de aventura e descoberta” (via ComicBook).
Por enquanto, detalhes sobre o enredo e o elenco ainda não foram divulgados, mas a direção deve ficar a cargo de Wes Ball (‘Planeta dos Macacos: O Reino’), enquanto a cadeira de produtor será ocupada por Avi Arad, responsável pelos filmes do ‘Homem-Aranha‘.
Por falar nisso, com o anúncio da adaptação, surgiu uma grande especulação se a atriz Patricia Summersett, que emprestou sua voz à Zelda em diversos jogos da franquia, se candidataria ao papel no filme.
Durante uma entrevista à Games Radar+, a atriz respondeu:
“Claro que sim”, afirmou Summersett. “Eu adoraria interpretar Zelda repetidamente.”
“Estou bastante conectada à base de fãs agora”, declarou. “Já se passaram sete anos, então esta é minha vida. Foram três jogos, e eu sempre poderia ter mais disso. Eu amo essa parte da minha vida e da comunidade. Não que isso vá embora tão cedo. É uma alegria absoluta.”
‘A Hora do Vampiro’ é o mais recente lançamento de terror da plataforma Max, da Warner Bros. Os mais escolados sabem muito bem se tratar da mais recente adaptação do livro ‘Salem’s Lot’, do mestre do gênero,Stephen King. E bem, apesar de o remake não ser o completo desastre de trem que vinha sendo anunciado, também não é um filme que guardaremos como memorável. Isso em parte se deve pelo sucesso da minissérie ‘Missa da Meia-Noite’ (2021), uma adaptação muito mais eficiente da obra de King. Mas vamos com calma.
Como dito, ‘A Hora do Vampiro’ é a nova versão de um conto clássico do mestre Stephen King. De fato, ‘Salem’s Lot’ foi o segundo livro da carreira de King, lançado em 1975. O primeiro foi ‘Carrie – A Estranha’, em 1974. Seguindo esta ordem, ‘Carrie’ também foi o primeiro a ganhar uma versão para os cinemas. E ‘Salem’s Lot’ foi o segundo. Antes mesmo da obra-prima ‘O Iluminado’, a história de vampiros de King ganhou uma versão em audiovisual, meio desconhecida do grande público ainda hoje. E o motivo para isso é que a história se tornou não um filme nos cinemas, mas sim uma minissérie em dois episódios que passou na TV norte-americana, na rede CBS em horário nobre.
‘Os Vampiros de Salem’ foi a segunda adaptação de uma obra de Stephen King para o audiovisual.
Apesar de ser concebida e realizada bem no estilo do que era a TV antigamente, a obra foi dirigida por Tobe Hooper, então saído do fenômeno cultural ‘O Massacre da Serra Elétrica’ (1974). Com o título ‘Os Vampiros de Salem’ (no Brasil), a minissérie foi ao ar em 1979. É claro que depois, na era das videolocadoras, a produção foi comercializada como uma fita dupla, assim como muitas das obras de King, como ‘It – Uma Obra-Prima do Medo’ e ‘Tommyknockers’.
Na década de 1980, ‘Salem’s Lot’ finalmente chegaria aos cinemas, embora muitos sequer lembrem. Acontece que foi na forma de uma produção sem-vergonha do saudoso picareta Larry Cohen. A obra nada tinha a ver com o texto de Stephen King, e se tratava de uma continuação da minissérie da década anterior. Apesar da baixíssima qualidade, o longa foi um lançamento da Warner, e também seria a única vez que a criação de King (de uma forma ou de outra) foi lançada nos cinemas.
Poucos devem saber ou lembrar, mas ‘Os Vampiros de Salem’ teve uma continuação para os cinemas em 1987.
Em 2004, mais uma minissérie usando o texto de King como base chegava às telinhas. Desta vez no canal a cabo TNT. Novamente em dois episódios, quem protagonizada a história aqui era Rob Lowe, mas a produção ainda contou com nomes de peso como Donald Sutherland, Rutger Hauer, James Cromwell e Andre Braugher.
Na trama de ‘Salem’s Lot’, o escritor Ben Mears retorna à sua cidadezinha no coração dos EUA, no Maine (onde se passam a maioria das histórias de Stephen King). O local em questão é a fictícia Jerusalem’s Lot, e o título é a sua abreviação. Aliás, esse é mais um protagonista de Stephen King que é um escritor. Uma vez no local, Mears começa a notar que a cidade não está exatamente como era antes, e situações misteriosas começam a ocorrer, coincidindo com a sua chegada.
Rob Lowe foi o protagonista da versão da TNT para a obra de King há 20 anos, em 2004.
O novo morador do local é o suspeito Straker, dono de uma loja de antiguidades, que fez moradia na antiga mansão Marsten. Esse é o título, aliás, da segunda minissérie (da TNT) aqui no Brasil (‘A Mansão Marsten’). O local por si só tinha fama de amaldiçoado, e agora a sua fama irá corresponder. Ao mesmo tempo em que investiga os acontecimentos suspeitos, Mears se envolve com Susan e conhece o menino Mark, que terminará a história como seu “sidekick”. E sim, essa é uma história de vampiros, que até tem inspiração no clássico Drácula, de Bram Stoker. Straker, por exemplo, é o equivalente de Renfield, preparando a chegada de seu mestre. Aqui o vampirão é Kurt Barlow, um ser monstruoso, cujo visual tem clara inspiração em ‘Nosferatu’.
A nova versão do conto, intitulado por aqui ‘A Hora do Vampiro’, é mais uma que infelizmente não conseguiu ver seu lançamento nas salas de cinema. Ou seja, de quatro obras com o título, apenas uma, a mais picareta e que não era oficialmente uma adaptação do conto de King, foi a que estreou nas telonas. ‘A Hora do Vampiro’ tem produção de outro mestre, James Wan, e direção de seu apadrinhado Gary Dauberman, responsável pelo comando de ‘Annabelle 3’.
Anunciado desde 2019, ‘A Hora do Vampiro’ gerava grande expectativa por parte dos fãs, em especial pois seria a primeira vez que o conto de King iria para as telonas em grande estilo. Seria a primeira oportunidade dos fãs assistirem à sua querida história na tela grande, feita da maneira certa. Enquanto ainda estava sendo filmado, eis que surge na surdina uma grande pedra no sapato de ‘A Hora do Vampiro’, trazida pela rival Netflix.
Corta para 2018, um ano antes da produção de ‘A Hora do Vampiro’ começar. Esse foi o ano do lançamento de ‘A Maldição da Residência Hill’, grande sucesso da Netflix na forma de uma minissérie em 10 episódios, que parou e surpreendeu positivamente os fãs de terror e a cultura pop de forma geral. Escrito, dirigido e produzido porMike Flanagan, a obra é uma adaptação moderna do clássico livro de Shirley Jackson ‘The Haunting of Hill House’. A qualidade da minissérie foi assombrosa, e muito comentada na época.
Dois anos depois,Mike Flanagan se uniu de novo à Netflix, desta vez para adaptar ‘A Volta do Parafuso’, de Henry James, na forma de outra minissérie, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’, em 2020. Mas o autor não parou por aí, e logo no ano seguinte buscava um novo projeto para a parceria. ‘Missa da Meia-Noite’ recuperou o prestígio absoluto de sua primeira minissérie, e se tornou a primeira obra original do realizador. Bem, original em partes, porque o que Flanagan fez foi pegar bastante inspiração justamente em ‘Salem’s Lot’.
‘Missa da Meia-Noite’ é uma reimaginação não declarada (ou talvez sim) da obra de vampiros de Stephen King. Vejam esta história: Riley Finn retorna à sua velha cidadezinha, localizada em uma ilha, em uma região pesqueira e humilde dos EUA. No local, ele encontra uma antiga paixão, nas formas de Erin. O sujeito começa a perceber situações bem estranhas, em especial no diz respeito ao novo padre do local, o Padre Paul (o rouba-cenas Hamish Linklater). Sem querer estragar para os que não assistiram, essa também é uma história de vampiros, e pela sinopse podemos perceber que guarda inúmeras similaridades com o conto de King.
De fato, o próprio Stephen King não poupou elogios ao resultado da minissérie após seu lançamento. E foi uma via de mão dupla, pois Mike Flanagan tampouco escondeu sua inspiração no famoso conto do escritor. ‘Missa da Meia-Noite’ é a melhor adaptação do livro de King porque, primeiro, não se declara como tal. Segundo, traz um tema batido e o moderniza para os dias de hoje, inserindo muitas das questões sociais pertinentes, como fanatismo e cegueira religiosa, má interpretação da bíblia, preconceito racial contra imigrantes, e por aí vai. Fora isso, toma muitas liberdades criativas com o material, já que não é declaradamente uma refilmagem, e cria inúmeras reviravoltas inesperadas, incluindo o destino de alguns dos personagens principais.
‘Missa da Meia-Noite’ se tornou sensação e todo mundo estava falando sobre ela. Seu lançamento foi em 2021, mas ela ecoou por 2022 também. Sendo assim, essa era justamente a época que ‘A Hora do Vampiro’ estava para sair. O longa foi adiado para o ano de 2023 e novamente para 2024. Por um longo tempo o projeto ficou escondido, e chegou a ser arquivado. Na época especulava-se que seu destino seria igual ao de produções como ‘Batgirl’ e ‘Coyote vs. Acme’, dois filmes prontos que a Warner simplesmente colocou em seu cofre e coletou o dinheiro do seguro. ‘A Hora do Vampiro’ parecia se encaminhar para o mesmo.
‘A Hora do Vampiro’ era planejado para o cinema, mas ficou no streaming. Antes o filme havia sido engavetado.
Eis que nos 45 do segundo tempo, a Warner anuncia o filme para o halloween de 2024, mas não nas salas de cinema como havia sido planejado, e sim para uma estreia direto na Max. Embora jamais tenha sido divulgado, e provavelmente nunca será, ‘Missa da Meia-Noite’ pode ter tido efeito na estreia de ‘A Hora do Vampiro’, já que ambas as obras trazem tramas muito similares. Entre mortos e feridos, ambos se deram bem. ‘Missa da Meia-Noite’ se tornou fenômeno em sua época de lançamento, mesmo que hoje, três anos depois não seja mais tão falada quanto deveria. E ‘A Hora do Vampiro’ também não fez feio, já que conquistou o primeiro lugar do top 10 da Max. O longa ainda se mantém no ranking hoje, em terceira posição.
Em 2004, a franquia ‘Harry Potter’ passava por uma profunda mudança em sua estética com o lançamento de ‘O Prisioneiro de Azkaban’, adaptando o terceiro romance da saga assinada por J.K. Rowling. É notável como, através de uma sólida direção de Alfonso Cuarón, toda a imagética antes infantil que rodeava Harry, Rony e Hermione começou a transformar em um profundo conto de terror e suspense que apenas ganharia mais camadas nos capítulos seguintes. Todavia, enquanto o filme em questão deu os primeiros passos nesse amadurecimento compulsório, não foi até ‘O Cálice de Fogo’ que as temáticas receberiam uma roupagem ainda mais densa e chocante.
Lançado um ano depois de ‘Prisioneiro de Azkaban’, a quarta iteração da franquia mágica se inicia com uma tenebrosa e arrepiante sequência que dá continuidade aos eventos anteriores. Após escapar de uma possível prisão, Rabicho (Timothy Spall) reúne-se com outros asseclas de Lord Voldemort para trazê-lo de volta à vida, esquadrinhando um plano temeroso cujos corolários são inimagináveis. Pouco depois, percebemos que o retorno d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está intrinsicamente ligado aos constantes pesadelos sofridos por Harry (Daniel Radcliffe), indicando que o perigo está cada vez mais perto e premeditando reviravoltas que mudariam para sempre a perspectiva do protagonista acerca da própria vida e do que irá acontecer.
Durante a Copa Mundial de Quadribol, Harry, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) ficam cara a cara com os Comensais da Morte, seguidores ferrenhos de Voldemort, pela primeira vez – e têm certeza de que, talvez, Hogwarts não seja mais tão segura (não que fosse uma fortaleza impenetrável, para início de conversa). Assim que conseguem se desvencilhar das garras do Ministério da Magia, que acreditam que os três jovens foram responsáveis por dessacralizar o mundo dos bruxos com a invocação da Marca Negra, eles voltam à escola para descobrirem que ela será palco do Torneio Tribuxo – uma competição árdua que reúne os melhores alunos para digladiarem pela honra eterna, enfrentando obstáculos mortais em três provas quase impossíveis. E, como podemos imaginar, Harry é selecionado para participar do Torneio, tornando-se uma presa fácil para forças externas encontrarem-no e matarem-no.
É notável a mudança artística que acomete o filme: se no capítulo anterior tínhamos sido engolfados na melancolia do azul e do verde, aqui ambos os tons são camuflados com pinceladas mais obscuras e de pura desesperança. É claro que tais conceitos seriam explorados com firmeza maior nos títulos subsequentes, mas o diretor Mike Newell e o diretor de fotografia Roger Pratt compõe um contraste significativo de cores que permeia as tramoias de Voldemort e seus asseclas, o coming-of-age dos personagens principais, que agora adentram a adolescência e as significativas mudanças hormonais, o Baile de Inverno e as tarefas do Torneio Tribruxo. Mesmo com uma quantidade exacerbada de tramas e subtramas, a estética identitária une os pontos em uma letargia que se sagra nos momentos finais do terceiro ato.
O motivo é simples: esta é a primeira vez que Harry e seus amigos lidam, de fato, com o conceito da morte. É claro que o nosso herói já tinha presenciado a morte dos pais, mas era muito novo para sequer se lembrar de alguma coisa. Agora, ele tem a maturidade o suficiente para não apenas sofrer com as angústias de sua idade – como o amor não correspondido, os traumas de um passado que se recusam a ir embora e uma necessidade de se provar para todos -, mas com uma desesperadora tragédia à qual ele é impotente para impedir.
Como bem nos lembramos, a terceira tarefa do Torneio é ambientada em um labirinto metamorfo recheado de criaturas perigosas – algo que não vemos no filme, mas que está presente no romance original. Eventualmente, Harry e Cedrico (Robert Pattinson) encontram a Taça da Vitória no centro do labirinto e, ao tocarem-na, são transportados para um cemitério amedrontador, coberto por uma densa névoa e onde Lord Voldemort seria trazido de volta à vida por Rabicho. Mas, antes disso acontecer, Cedrico tenta proteger seu amigo ao enfrentar Rabicho, apenas para ser atingido pelo feitiço Avada Kedavra e transformar-se em um cadáver gélido e inexpressivo. Depois de enfrentar Voldemort e os Comensais com a ajuda da energia psíquica daqueles que já se forma, incluindo seus pais, Harry consegue levar o corpo de Cedrico de volta a Hogwarts e anunciar que o Lorde das Trevas, enfim, retornou.
Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, estando presente no momento da morte de Cedrico, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.
Lembrando que a saga ‘Harry Potter’ está disponível no catálogo da Max.
Em uma nova entrevista com a GamesRadar+, Matthew Lillard (‘Pânico’) falou sobre sua empolgação em voltar na aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘, baseada na popular saga de videogames.
“Eu não tinha ideia do que estava fazendo quando começamos. Eu não joguei Five Nights, mas meus filhos jogaram. E então, quando a oferta chegou, foi meu filho do meio, Ace, que disse, você tem que aceitar esse trabalho. William Afton é esse papel enorme”, disse Lillard ao GamesRadar+.
“E foi a mesma coisa com a diretora [Emma Tammi]. A diretora disse, olha, não há muito o que fazer no primeiro filme, mas ele é o centro do universo em termos de maldade. E tendo sido deixado de fora de muitas sequências, fiquei muito animado com a ideia de poder me apoiar em uma comunidade. Você sabe, em algum momento bem no começo, o criador do jogo [Scott Cawthon]. Ele disse que em um ano ou mais, as pessoas não vão conseguir imaginar William Afton sem pensar em você.”
Vale lembrar que o personagem de Lillard teve uma conclusão não apenas sinistra no final do primeiro filme, como também apontou para a origem de uma das figuras mais icônicas da franquia – que deve ganhar um grande destaque no próximo filme.
A sequência está programada para estrear nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro de 2025, um dia antes da estreia nos EUA.