Bill Pullman retornará como o detetive Harry Ambrose. Matt Bomer estrelará o novo ciclo.
Na nova trama, Ambrose investiga um acidente de carro fatal em Nova York, o que o leva a um crime secreto que o coloca no caso mais perigoso e perturbador de sua carreira.
A terceira temporada irá estrear apenas em 2020.
No Brasil, a série foi lançada pela Netflix e os dois primeiros anos estão disponíveis em seu catálogo.
Em uma entrevista descontraída ao EW, a atriz e diretora Bryce Dallas Howard revelou que tinha medo que os seus filhos entregassem a surpresa sobre a participação do Baby Yoda na série ‘O Mandaloriano‘.
“Uma das coisas que mais de deixou com medo foi ter crianças nos bastidores da série e o que iria acontecer quando eles avistassem o Baby Yoda. Eu conversei com todas as crianças que estavam no set de filmagens para manter o personagem em segredo. E eles foram ótimos. Mas meus filhos, todo dia quando eles iam e voltavam da escola, eu perguntava: ‘De quem vocês não falaram hoje?’ e eles respondiam: ‘Baby Yoda!’.”
Ela completa, “Foi incrível ter os meus filhos nos bastidores da série. Eles se divertiram muito.”
Vale lembrar que Howard já está confirmada na direção de um episódio do segundo ciclo da série.
‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª estreia em outubro na Disney+.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Enquanto ‘Velozes e Furiosos 9‘ não é lançado, que tal reassistir os outros filmes da franquia? Caso você queira fazer uma maratona na Netflix, não pode demorar muito ou vai perder a chance.
Atualmente, os sete primeiros longas saga estão disponíveis no serviço de streaming. No entanto, TODOS os filmes da franquia serão removidos do catálogo brasileiro no dia 1º de abril.
Vale lembrar que, com o recente adiamento, ‘Velozes e Furiosos 9‘ agora está programado para chegar aos cinemas em 25 de junho, cerca de um mês depois do esperado.
O movimento é um indicativo das últimas tentativas de Hollywood de prever quando a pandemia vai diminuir o suficiente para que os fãs voltem aos cinemas.
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
A aguardada sequência de ‘Pânico‘ ganhou uma nova imagem oficial, que mostra os personagens de David Arquette (Dewey) e Melissa Barrera (Sam) prestes a enfrentar o Ghostface.
Confira:
Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
De acordo com o Deadline, Harry Shum Jr. (‘Glee’) entrou para o elenco regular da 19ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.
O ator interpretará Daniel “Blue” Kwan, um residente de cirurgia espirituoso, impaciente e brilhante. Blue é generoso, mas competitivo. Ele está acostumado a sempre vencer. Uma crise na família interferiu em seus planos de carreira e agora ele tem muito a provar.
Vale lembrar que ele será o quinto residente introduzido no próximo ciclo, além de Adelaide Kane, Midori Francis, Alexis Floyd e Niko Terho.
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de outubro.
Depois que o filho entra em coma após sofrer um atropelamento, sua mãe encontra seu diário que contém uma lista de dez coisas que ele queria fazer antes do fim do mundo. Com a intenção de cumprir os desejos do filho, ela começa a seguir a lista na esperança que o menino enxergue – mesmo em coma – como a vida é linda.
Curiosidades:
» Juliette Sales, Julien Sandrel e Fabien Suarez assinam o roteiro da produção;
O longa, estrelado por Timothée Chalamet, estreará no dia 8 de março.
Aclamada, a produção alcançou sólidos 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Além disso, o longa também se tornou um sucesso nos cinemas, arrecadando mais de US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.
O remake do clássico ‘Nosferatu‘, comandado pelo aclamado diretor Robert Eggers (‘O Homem do Norte’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade (ou menores acompanhados de um responsável).
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro de 2025.
“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).
De acordo com o Deadline, a roteirista e showrunner Joanna Calo (‘O Urso’) deixou o desenvolvimento da 2ª temporada de ‘O Casal Perfeito‘, série estrelada e produzida por Nicole Kidman.
Infelizmente, a Netflix ainda não anunciou quem irá substituí-la, e o motivo de sua saída não foi divulgado.
Vale lembrar que a produção ganhará continuidade em caráter antológico, com o segundo ciclo focando em uma nova narrativa.
A próxima temporada será baseada no livro Swan Song, quarto e último capítulo da popular saga literária de Elin Hilderbrand.
Na trama, uma casa de veraneio de 22 milhões de dólares é comprada pelos misteriosos Richardsons, que dão festas luxuosas, flertam com vários moradores locais, ostentam sua riqueza com dois iates e criam esperanças impossíveis em todos que encontram. Quando sua casa pega fogo e seu funcionário mais essencial desaparece, a ilha inteira fica em pé de guerra.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
“A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa”, diz a sinopse.
O filme adapta o jogo homônimo, que mostra um gorila, um crocodilo e um lobo atacando várias cidades nos EUA, e cabe ao protagonista (Johnson) deter os ataques. A intensão da adaptação é de se manter fiel a premissa e aos elementos visuais do jogo.
A nova série da DC, ‘Metropolis‘, passou por algumas alterações em seu cronograma. Segundo o portal Deadline, as filmagens da produção estão atrasadas, o que afetou sua data de lançamento.
Anteriormente programada para ser lançada em 2019 como a segunda série live-action do novo streaming da empresa, intitulado DC Universe, ‘Metropolis‘ perdeu este espaço para ‘Monstro do Pântano‘. A produção em questão estreia pouco depois de ‘Titãs‘, a primeira original do serviço.
‘Metropolis’ será centrada no Planeta Diário e nas atividades de Lois Lane e do vilão Lex Luthor, anos antes da chegada de Superman à cidade.
A série irá contar com 13 episódios e será escrita pela dupla John StephenseDanny Cannon, que trabalham em ‘Gotham’. Stephens escreverá o piloto e Cannon dirigirá.
Apenas lembrando que outras três séries já foram confirmadas para o novo serviço de streaming da DC, sendo elas ‘Rapina e Columba’, além das animações ‘Justiça Jovem’ e ‘Arlequina’.
O cineasta Christopher Nolanjá está com seu retorno agendado para o set de filmagens.
Seu novo e misterioso projeto para os cinemas já possui data de início das gravações. Segundo o portal ProductionWeekly, Nolan deve começar os trabalhos em junho. Ainda não se sabe qual é o nome do longa.
E embora também não hajam detalhes referentes ao roteiro e elenco, o site descreve o projeto – desenvolvido pela Warner Bros. – como um thriller romântico, uma mistura de ‘Intriga Internacional‘, clássico de Alfred Hitchcock, com ‘A Origem‘.
Confira o anúncio feito pelo Production Weekly:
DoP Hoyte van Hoytema is planning to re-team with Christopher Nolan on his upcoming production scheduled to begin filming this June. The Warner Bros. feature is described as a romantic thriller, NORTH BY NORTHWEST in tone meets INCEPTION…more at https://t.co/hPqNyEDRAupic.twitter.com/vJWAbSROGw
Desde 2017, com ‘Dunkirk’, que o cineasta não anuncia nenhum novo projeto. Porém isso mudou hoje. Segundo o Collider, o novo filme do diretor estreia em julho de 2020 em IMAX, um dos formatos prediletos do cineasta.
Nenhum detalhe sobre a trama, equipe ou elenco foi divulgado.
Em grande maioria, os filmes de Nolan foram lançados em julho. O diretor responsável pela trilogia do ‘Cavaleiro das Trevas‘ foi somente indicado uma única vez à categoria de Melhor Diretor no Oscar: em 2018 por conta de seu trabalho em ‘Dunkirk‘, o épico situado na 2ª Guerra Mundial.
‘SCOOBY! O Filme‘ revela como os amigos de longa data, Scooby e Salsicha, se encontram pela primeira vez e como se juntaram aos pequenos detetives Fred, Velma e Daphne para formar a famosa Mistério S/A. Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras compartilhadas, Scooby e sua gangue encaram o maior e mais desafiador mistério de todos os tempos: uma trama que libera o fantasma do cão Cerberus sob o mundo. Enquanto eles se apressam para impedir esse “apocãolipse”, a gangue descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino mais épico do que qualquer um poderia imaginar.
Zac Efron e Amanda Seyfried vão emprestar suas vozes para Fred e Daphne, respectivamente. O elenco de dubladores ainda conta com Will Forte (Salsicha) e Gina Rodriguez (Velma). O ator Frank Welker , voz original do desenho dos anos 70, retornará para dar voz ao cão titular.
Com direção de Tony Cervone e produção de Chris Columbus, o reboot animado reúne inúmeros personagens dos estúdios para salvar o mundo de um memorável vilão: Dick Vigarista e seu assecla Mutley, da série ‘Corrida Maluca’.
O veterano Anthony Hopkins conquistou uma marco histórico com sua performance no drama ‘Meu Pai‘, se tornando o astro mais velho a receber uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Ator.
Hopkins está com 83 anos e nesta semana recebeu a sua 6ª indicação à maior premiação do cinema mundial. O veterano já possui uma estatueta, conquistada em 1992, por sua performance no aclamado suspense ‘O Silêncio dos Inocentes’.
O drama ‘Meu Pai‘ conquistou outras cinco indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Montagem, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte e Melhor Atriz Coadjuvante.
Confira o trailer legendado do longa:
O longa é dirigido por Florian Zeller.
Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?
Folheando as páginas de seu próprio diário mental, Selena Gomez faz de seu primeiro documentário uma raridade no subgênero que aborda a história de vida de estrelas do entretenimento. Diferente de tantos outros longas documentais de cantores/atores, Minha Mente e Eu é um recorte muito vulnerável e delicado de uma jovem artista que nunca parou de trabalhar desde sua estreia em Barney e seus Amigos, aos sete anos de idade. No original da Apple TV+, a cantora e atriz se preocupa menos com a clássica linearidade de sua jornada ao estrelato e opta por iniciar uma honesta conversa sobre como seus piores fantasmas são de fato seus pensamentos.
Para aqueles que sofrem de ansiedade crônica e lidam com uma doença autoimune (como é o meu caso, que luto contra o Lúpus há 11 anos), Selena Gomez: Minha Mente e Eu é um retrato preciso e precioso. Cru e sem filtro, a produção dirigida por Alek Keshishian é visceral ao mostrar como muitas vezes o ser humano opera em meio aos seus medos e angústias. Se despindo de qualquer pavor que acompanha a preocupação com as expectativas alheias, a artista se arrisca e se coloca na linha de frente para ilustrar o quão ardiloso é viver em sua mente. E mesmo correndo o risco de ser taxada da pior forma possível, Selena é ousada ao se expor diante do mundo a partir dos dilemas de sua mente.
E em meio às inseguranças e receio de ser percebida da forma errada, ela desabafa e admite o quanto muitas vezes se sente como um produto diante do mundo. Sua confissão, recebida com insensatez e uma certa frieza por sua equipe e amigas, apenas reitera o quão verdadeira é sua afirmação, gerando um desconforto na audiência diante a incapacidade de reação daqueles que mais poderiam auxiliá-las em suas dores. Em à medida em que compartilha sua trajetória de tratamento do Lúpus, aliado ao acompanhamento emocional, Gomez mostra como se sente diante das pressões impostas por si mesma, compartilha seus conflitos diante de seu chamado profissional e amor pela filantropia e evitar expor outras pessoas como seu ex-namorado Justin Bieber – optando por apenas desabafar a respeito de seus sentimentos.
Com uma montagem belíssima e emotiva, que emana a natural delicadeza de Selena com as palavras e com a arte, Minha Mente e Eu é uma experiência única de compreendermos um pouco a mente de uma pessoa que sofre com ansiedade crônica e depressão. Oscilando entre a euforia daquilo que ela ama desempenhar e o constante medo de falhar e não ser boa o suficiente, Selena Gomez mostra toda sua vulnerabilidade, explica aspectos de seu comportamento que jamais precisariam ser justificados e honra aquelas pessoas que a admiram, provando que muito mais do que uma talentosa artista, ela é uma das raras mulheres em posição de poder que genuinamente querem fazer a diferença no mundo por motivações altruístas e generosas e não egoístas.
Um convite para uma auto reflexão psicoemocional, o documentário da Apple TV+ pode ser um gatilho para muitos, mas é também uma poderosa e inspiradora sessão de terapia. Deixando a artista livre para expressar seus pensamentos de forma orgânica, em filmagens cruas e sem edição onde a vemos em sua mais pura fragilidade, Selena Gomez: Minha Mente e Eu é menos sobre a vida de uma artista e mais sobre uma mulher que após anos aprisionada em sua própria mente, está finalmente livre para vencer seu maior medo: suas próprias expectativas.
Conterrâneo de Kléber Mendonça Filho, Daniel Bandeira trabalha desde 2009 na ideia de Propriedade, um filme de suspense e horror sobre a disparidade social no Brasil. Lançado no ano passado no Festival do Rio, o longa-metragem faz sua estreia internacional na mostra Panorama do Festival de Berlim2023, em busca de distribuição pelo mundo.
Ao lado de Kika Latache (Aquarius), produtora do filme, Daniel Bandeira concedeu uma entrevista ao CinePOP, logo após a sessão na sala do Cine Star CUBIX, em Berlim. Para ele, o filme é como um estopim à espera que o público – a bomba, na sua analogia – o faça estourar ou não. “Meu papel é instigar algum tipo de reflexão, que eventualmente torna-se ação”, declara o diretor.
Processo de Produção
Em 2009, o roteiro de Daniel Bandeira foi selecionado por uma oficina do Festival des 3 Continents, realizado todos os anos no mês de novembro em Nantes, na França. A partir daquele momento, o cineasta começou o esboço do que seria Propriedade, seu segundo longa-metragem, após Amigos de Risco (2007). De acordo com o diretor e roteirista, a produção é completamente brasileira, mas com uma gotinha da França.
É possível ainda traçar paralelos entre a obra de Kleber Mendonça Filhoe Daniel Bandeira até porque ambos são amigos e trabalharam juntos em Recife. Daniel Bandeirafoi roteirista do curta A Menina do Algodão (2002) e editor de Vinil Verde (2004), ambos dirigidos por Kleber. “As nossas conversas sobre filmes acabam indo parar no cinema de verdade”, confessa Bandeira. Em outras palavras, qualquer semelhança não é coincidência.
Logo no início, Propriedade tem uma cena muito familiar aos brasileiros: uma mulher é retida como um refém com uma arma na cabeça. Em um vídeo 16 x 9 de um celular, acompanhamos a resolução da cena. Se a realidade parece ser a referência-chave — o nome do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel vem à mente —, o diretor explica que suas referências são de um conjunto de ações do cotidiano e também de uma versão “apocalíptica” do cinema.
“[Wilson] Witzel coroou esse registro da violência, do entusiasmo com a violência, quando ele desce de helicóptero, vibrando que uma pessoa morreu… Aquilo realmente me virou o estômago e entrou imediatamente no filme. O longa é um laboratório de tudo que me desagrada na sociedade e esta cena encontrou um caminho direto”, confessa Bandeira em entrevista ao CinePOP.
Por outro lado, a cena inicial do filme tem referência a Mad Max 2 – A Caçada Continua (1981). Segundo Daniel, o filme de George Miller começa com um registro em preto e branco da sociedade do petróleo, imagens de bombas e guerras por conta da escassez de combustível no mundo e, só então, inicia-se o filme. Em seguida, a imagem pequena em 4×3 torna-se grande em scope. “Esteticamente me agrada esta imersão, você começa com o registro do real e depois mergulha na ficção proposta.”, explica o diretor.
Filme de Gênero e Realidade Brasileira
Diferente do suspense e do drama, o filme de gênero é pouco cultuado, mas é o que mais tem trazido histórias marcantes para o cinema nacional e para o público em geral. Conforme expõe Daniel Bandeira, o cinema de gênero — especialmente o de horror, lida com o cautionary tale. Isto é, uma história que alerta o espectador a tomar precauções.
“Propriedade é uma espécie de cautionary tale. Ou seja, se não começarmos a se entender, a conversar, a fazer concessões para o outro, vamos chegar a uma situação de não retorno”, reflete o diretor/roteirista.
Assim como os contos de advertência, Daniel tem a intenção de apresentar algo muito terrível ao público com a finalidade de transformar os parâmetros de comportamento atuais. Para ele, desde as eleições de 2010 — a primeira de Dilma Rousseff — o país vive uma divisão entre norte e sul e a tensão tem se intensificado cada dia mais.
Nessa época, o filme já existia a partir da ótica da mulher presa dentro do carro. Com o tempo e as circunstâncias, o cineasta sentiu a necessidade de expor também um olhar sobre as motivações, os desejos e os medos dos “agressores” do lado de fora.
“O projeto acabou por ser uma balança entre os dois lados de uma polarização, a qual pautou uma década inteira [do Brasil]. Desse modo, cada um torna-se o vilão do outro, o inimigo do outro, ou seja, é uma situação de não-ganhadores e que pode nos levar a um conflito próximo muito intenso.”, sentencia o cineasta.
A Fox Film vai quebrar alguns paradigmas no início de 2018, com sua primeira comédia romântica adolescente gay, intitulada ‘Com Amor, Simon’. O longa ganhou um vídeo especial celebrando todas as formas de amor e incentivando que os fãs façam pequenos vídeos de 60 segundos no Instagram com a hashtag #FistLoveStoryContest:
O longa ganhou também um novo trailer dublado. Assista:
Baseado no romance deBecky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance será dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.
O site Trailer-Track, especializado em classificação de trailers, confirmou que o trailer final de ‘Venom’ já foi oficialmente classificado.
Agora, segundo o ComicBook, o trailer será lançado amanhã (dia 31 julho) nas redes sociais do filme, por volta do meio dia, com duração de 2 minutos e 31 segundos.
Em uma nova entrevista ao Entertainment Weekly, Ruben Fleischer comentou que não existem heróis em ‘Venom’. Segundo ele, a ideia sempre foi apresentar algo novo no gênero de super-heróis, e ao mesmo tempo, plantar sementes para que esse “universo de vilões” possa crescer nos cinemas.
“Estava muito empolgado em trazer algo novo ao gênero. O tom do filme é muito original e distinto do que vem sendo feito nos cinemas atualmente. É algo totalmente apropriado para Venom, pois ele é um personagem mais sombrio, violento, e intimidador. Não existem heróis nesse filme”
Enquanto isso, a revista também lançou mais duas imagens, a mais notável delas mostra o simbionte e seu icônico sorriso perverso. Confira:
Assista também o novo trailer internacional:
Vale lembrar que o primeiro trailer teve mais visualizações que qualquer outro filme protagonizado pelo Homem-Aranha. O vídeo acumulou mais de 64 milhões de views.
Enfim chega aos cinemas um dos filmes mais misteriosos dos últimos anos: Beau Tem Medo. Anunciado por um bom tempo como Disappointment Blvd., o novo projeto do promissorAri Asterfoi inicialmente descrito como uma comédia de terror sobre um dos maiores empresários da história, com nome não revelado. Isso já seria uma grande surpresa, já que o diretor se popularizou por histórias de terror sobre relacionamentos, não pessoas públicas. No entanto, com a mudança do título para o atual, esse papo de ser uma biografia de um empresário foi ficando meio de lado e começou a ficar mais próximo do Ari Aster que conhecemos. Até porque um de seus primeiros trabalhos foi o curta “Beau”, que conta a história de um homem de meia idade paranoico que pretende visitar a mãe, mas começa a sofrer com uma série de eventos incomuns.
Depois de muitas especulações e uma campanha publicitária que explorou ao máximo a aparência peculiar do jovem Armen Nahapetian, que muitos afirmaram categoricamente ser uma criança de CGI, o filme estreia e justifica toda a estranheza prometida nos materiais promocionais com uma condução narrativa que beira o abstrato, criando uma obra que propõe ao espectador não apenas refletir sobre o filme durante seu próprio desenrolar, mas também participar da trama como um grande componente do roteiro.
Em outras palavras, o roteiro e a direção te convidam a sentir na pele a desgraça que é ser o Beau e viver as situações mais constrangedoras e humilhantes possíveis, ao mesmo tempo que você também participa como promotor dessa humilhação. É um longa que te põe na pele de vítima e agressor em uma trama que exige completo desapego à realidade. As reações ao fim da sessão para qual fui convidado foram sensacionais. Enquanto alguns se questionavam sobre o que acabaram de assistir, outros afirmavam categoricamente não terem entendido nada. É um daqueles casos de “Não entendi, nota 9”. Isso porque é um longa que causa sensações, não necessariamente boas sensações, e propõe que você aceite a história sem se apegar a pontos racionais para “justificar” alguma cena ou algum acontecimento, assim como o próprio Beau ao longo das 2h59 de filme.
E por se tratar de um filme do Ari Aster, tudo gira em torno da mente supostamente problemática do medroso Beau, que só perde em nível de problemas para sua relação misteriosa com a própria mãe, uma personagem cuja aura transita entre a imaculada e a controversa conforme os flashbacks e as situações são apresentadas.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
O filme tem cinco atos bem segmentados, cada um mais perturbador que o outro, crescendo a escala do absurdo com uma falta de naturalidade propositalmente incômoda. Afinal, foi construindo muito bem climas desconfortáveis e situações desagradáveis que o diretor fez seu nome no meio do terror atual. Só que neste filme, o protagonista carrega uma inocência praticamente infantil, o que deixa tudo que acontece com ele ainda mais incômodo. É como se Ari Aster construísse as desventuras de seu próprio Forrest Gump, com a diferença que absolutamente tudo dá errado para ele.
O primeiro ato consegue ser o mais “normal” deles, mesmo mostrando desde o nascimento até o presente do protagonista, já levantando algumas questões. Ele praticamente pega o curta original de 2011 e o expande com mais orçamento e tempo de tela. É nele que conhecemos a faceta “social” de Beau e como ele vive em um ambiente hostil, representado pelas mazelas sociais comuns a todo o planeta, como a pobreza, a luxúria, a violência descontrolada, o vício nas redes sociais e a total falta de apreço pela vida humana que o modelo social vigente proporciona diariamente. O conflito inicial de Beau é com seus vizinhos, que o acusam de estar escutando música alta durante a noite, criando a primeira divergência do público e o primeiro sinal de que o desprendimento da realidade será essencial para embarcar na proposta do filme. Isso porque apesar dos vizinhos e passantes da rua trazerem conflitos, acusando Beau de consumar os atos, em momento algum nos é mostrado ele realizando as ações.
É também o ato mais sutil acerca da personalidade do protagonista. Ele ainda parece ser um homem teoricamente normal, apenas vítima do contexto miserável em que está inserido. Ainda assim, ele se mostra um homem cordial e muito, mas muito submisso, mantendo contato apenas com sua amada mãe, para quem prometeu uma visita.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
O segundo ato é ambientado em uma casa familiar, onde Ari Aster mostra que tortura pode ser entretenimento se for conduzida por um diretor que sabe o que está fazendo e um elenco completamente compromissado. Nessa sequência, Beau é tratado como um visitante no lar de uma família tradicional, em que apenas a filha parece se incomodar com sua presença. É outro momento bastante comum a crianças em fase de crescimento e amadurecimento, que é passar a noite fora. Não surpreendentemente, a direção dá um jeito de colocá-lo em situações nas quais ele pede pela mãe, exatamente como uma criança que dormiu fora de casa pela primeira vez.
E sem dar muitos detalhes, esse ato é um dos mais grotescos de todo o filme. Ele promove um contraste de imagem com os personagens apresentados que vão se somando à trama, que novamente é incômodo e traz novos conflitos e mistérios. É também um momento carregado de críticas, principalmente porque esses personagens tão idealizados e que representam a típica família americana são responsáveis por ações muito questionáveis e injustificáveis, enquanto ostentam uma roupagem muito próxima do cotidiano de muitos.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
Eis que o filme transita de forma ofegante para o terceiro ato, aquele que provavelmente vai marcar o imaginário das pessoas quando lembrarem desse filme. Marcado pelas cores fortes e pela metalinguagem, ele leva Beau para uma sessão de teatro em meio à floresta, onde surgem personagens que criam algum tipo de vínculo positivo com o protagonista, e é quando o filme abraça uma estética colorida de encher os olhos. É o momento em que a ficção e a ‘realidade’ se misturam e Beau se permite sonhar acordado, levando o espectador a viajar por meio de seus medos e traumas de forma quase didática. Essa sequência é tão fascinante e surtada quanto triste. Suas aspirações são simples, dignas de quem apenas quer uma vida comum e não consegue por conta de seus traumas e paranoias.
É uma outra clara situação de contraste, mas que é feita de forma tão envolvente e surrealista que mesmo em meio a situações pesadas e tristes, consegue criar uma catarse misturando passado, presente e futuro. Fazendo o paralelo com as situações infantis às quais o protagonista é submetido, é como a primeira vez que uma criança vai a uma feira ou ao cinema em si, criando amigos, encontrando desconhecidos e se envolvendo pelos próprios sonhos e desejos projetados na arte. É um breve momento de acolhimento real em meio a tantas provações.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
Os atos finais são quando tudo descamba e conseguem se tornar ainda mais bizarro. É principalmente no quarto ato que a proposta de ser um pesadelo em carne e osso se materializa e os níveis da bizarrice se tornam ilimitados. Absolutamente tudo neste ato é cruel, traumático e surpreendente. Por isso, vamos falar o mínimo possível dele e do quinto no texto, apenas dizer que são construídos de forma que o abstrato se torna palpável e os conflitos desenvolvidos e sugeridos ao longo da história se encontram em uma situação pra lá de inusitada, reunindo os maiores pesadelos da existência de Beau em uma sequência complexa envolvendo a busca por respostas e os horrores da psique humana.
Entre os atos, a direção traz flashbacks da infância de Beau, mostrando um pouco mais de seu comportamento nas diferentes faixas etárias. As cenas de sua infância são retratadas em um cruzeiro, sempre ao fim do dia ou no início da noite, com cores quentes que destoam das demais. É uma representação de tempos mais vívidos em que Beau conseguiu criar vínculos com pessoas de fora da família. O mais curioso é ver como ele se tornou esse adulto tomado pelo medo, enquanto ele tenta sobreviver às provações da desventura da vida.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
Outro ponto que se destaca e pode passar despercebido é o uso da trilha musical para ajudar a construir no subconsciente a ideia de que Beau é visto como uma criança. Além de praticamente todos os personagens o tratarem sob um tom professoral, se colocando acima dele em vários sentidos, todas as canções do longa contam histórias de alguém sendo guiado ou influenciado por uma mãe ou uma pessoa não revelada, o que casa perfeitamente com a proposta do filme. Mas não indicamos que vocês procurem a trilha antes de ver o longa, porque os nomes das trilhas originais são bastante reveladores e podem tirar um pouco da abstração.
Falando em passar despercebido, esse filme conta com uma infinidade de detalhes e autorreferências que enriquecem muito a história. Só que são tantas que chega a ser quase impossível. Por isso, se você embarcar na proposta, é bem provável que termine sua análise pós-sessão com vontade de assisti-lo novamente só para prestar atenção nesses pequenos detalhes, mesmo que isso signifique encarar mais uma vez 2h59 de filme. E grande parte desse tempo é conduzida pela atuação brilhante de Joaquin Phoenix, que interpreta o Beau adulto e idoso.
No entanto, não acredito que ele seja indicado nas grandes premiações. É que, apesar da mudança física expressiva dele para o papel, o Beau é um personagem de meia idade com personalidade passiva, vítima de uma sociedade, tem um relacionamento misterioso e complexo com a mãe, vive com psicológico abalado e passa o tempo inteiro fugindo. Ou seja, cai exatamente no mesmo arquétipo do Arthur Fleck, personagem que rendeu ao ator um Oscar em Coringa (2019). Mesmo assim, ele está fantástico como Beau.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
Beau Tem Medo é um daqueles filmes que despertará as mais diferentes reações nos espectadores. Inclusive, se uma pessoa assisti-lo a mais de uma vez, a probabilidade de mudar sua visão sobre a trama, os personagens e afins, terminando a sessão com uma nova interpretação, é altíssima. Entretanto, muitos podem não comprar a proposta e aí a experiência das quase 3h não será das mais positivas. A boa notícia é que os fãs do Ari Aster vão se deleitar com o diretor praticamente estabelecendo seu parque de diversões, elevando ao máximo seu estilo e estética de direção. E quem não gosta do trabalho do diretor, muito provavelmente não vai mudar de ideia com esse aqui. Até porque a mescla de comédia com drama e terror não é das mais palatáveis, por mais que funcione muito bem em tela.
No final das contas, Beau Tem Medo me remeteu a escutar a música Bohemian Rhapsody, do Queen. É uma grande mistura de estilos que não tem medo de propor coisas novas e não quer que o público ache um sentido na obra, mas que sinta sua proposta e se deixe envolver por seus extremos. Mesmo que você não entenda nada, essas obras são capazes de causar sensações e gerar interpretações. E o melhor de tudo é que não tem um “caminho certo” a se seguir. Todas as rotas e viagens compõe a totalidade dessas produções e é justamente isso que faz delas trabalhos únicos. No caso de Beau, é um filme que definitivamente merece ser visto no cinema, porque como é longo e requer que você viaje junto com o protagonista, a experiência de assisti-lo em uma sala climatizada escura, onde não haverá pausas e estímulos externos, como telefones e outras telas, é a melhor para vivenciar a produção com a intensidade que ela pede.
Foto: Divulgação/ Diamond Films
Beau Tem Medo já está em cartaz nos cinemas do Brasil.
A gente pode falar mal, o tempo pode passar, o pensamento humano pode mudar, mas uma coisa permanece: a curiosidade sobre o que passa dentro dos palácios da realeza. Mais especificamente sobre uma em particular: a realeza britânica. O interesse mundial sobre os pormenores do que rola dentro do palácio de Buckingham só aumentou – razão pela qual a Netflix, desde 2016, vem lançando temporadas de seu seriado de ficção intitulado ‘The Crown’, que conta justamente a história da monarquia britânica a partir da coroação da Rainha Elizabeth II. Justamente por contar apenas sobre essa linhagem da história (e os bafões que passaram a ocorrer na vida real), os espectadores ficaram sedentos por produções derivadas. Atendendo a pedidos, mas dessa vez sem ficcionalizar, a Netflix trouxe aos assinantes nesse final de ano a série documental ‘Harry e Meghan’, que conta a história do então príncipe Harry e a atriz Meghan Markle antes de se tornarem o Duque e a Duquesa de Sussex.
Dividido em duas partes, a primeira chegou aos assinantes com apenas três episódios de cerca de uma hora de duração cada. Neste primeiro bloco, a diretora Liz Garbus optou por apresentar seus personagens por eles mesmos, ainda que sejam pessoas públicas e amplamente conhecidas, e trazer a ascensão do casal, com todas as acolhidas e borboletas no estômago. Logo no início, ‘Harry e Meghan’ anuncia seu objetivo: permitir que eles mesmos contem suas histórias, e, com isso, quem sabe, pararem com as especulações a seu redor e evitar destinos como o que teve a Princesa Diana, mãe de Harry.
Observando por esse prisma, a série atinge seu objetivo, pois ‘HarryeMeghan’ o tempo todo dão depoimentos sobre como as coisas teriam acontecido pelas suas perspectivas, desde quando ainda não se conheciam, passando pelos primeiros encontros até estabelecerem uma relação em segredo e o consequente vazamento da história para a mídia. As primeiras histórias parecem até mesmo as de um casal comum, de gente famosa que dá um like na foto do outro, manda uma mensagem privada e marca de se encontrar… exceto que ele era um dos príncipes mais famosos do mundo, então, fica um pouco difícil de acreditar quando Meghan repetidas vezes diz que nunca tinha sabido de determinadas histórias envolvendo ele, que nunca tinha visto determinados eventos da realeza etc. Quer dizer, num universo em que até mesmo no Brasil muitas pessoas sabem quem é quem lá em Londres, como ela, sendo uma pessoa famosa e estadunidense (país que mantém relações fortes com a Grã-Bretanha), não saberia das coisas, uma vez que a mídia lá dá muito mais importância a esses fatos? O mesmo pode-se dizer de Harry, que se diz um homem em constante aprendizado e que orgulhosamente fala que seu período de dez anos no exército britânico lutando no Afeganistão lhe ensinaram muito sobre o mundo… e fala isso em um depoimento de hoje, quando já sabemos abertamente que a guerra do Afeganistão foi um teatro orquestrado pelos Estados Unidos e a Inglaterra atrás de petróleo.
Tais destaques nos discursos dos biografados só realçam o fato de que, embora não haja um roteiro oficial, claramente uma equipe de Relações Públicas dos dois trabalhou arduamente para encenar esses depoimentos e pensou exatamente em cada palavra pronunciada. E está tudo bem, afinal, o trabalho deles é esse mesmo. O resultado é que o espectador se envolve com o casal, acredita na verdade deles e se sente até confortável por se aproximar do íntimo da realeza. Não deixa de ser uma estratégia do próprio Harry, tendo observado e refletido muito sobre tudo que aconteceu com sua mãe, se apropriar desses recursos para usá-lo a favor de sua privacidade: ao abrir sua vida, o público pararia de se interessar por ela; ao se mostrar uma pessoa comum, haveria a quebra da expectativa da vida real; ao contar sua versão da história, não haveria mais distorções da verdade. Lady Di tentou fazer isso, mas não houve tempo para ela.
Mesmo considerando todos os movimentos calculados para produzir uma série como ‘Harry e Meghan’, não dá para mentir: é o tipo de conteúdo altamente viciante, pois muitos de nós cresceu acompanhando a família real britânica e deseja saber seus segredos sórdidos. Infelizmente, porém, a série demorou demais a ser lançada, e chega num timing péssimo, após a morte da Rainha Elizabeth II, o que deixa alguns comentários e depoimentos com um gosto amargo na boca dos biografados.
Os astros de Pantera Negra estão confiantes de que a sequência a ser dirigida por Ryan Coogler irá ultrapassar o filme original, e Sterling K. Brown disse até mesmo que ela será comparada com ‘O Poderoso Chefão: Parte II‘.
“É um daqueles filmes onde, honestamente, ele conseguiu construir um legado. Esses personagens e esse mundo que Ryan construiu – que Stan Lee e Jack Kirby arquitetaram anos atrás – vai funcionar ainda melhor na continuação”, afirmou.
Nos bastidores do SAG Awards ontem, 27, após o elenco ter recebido a estatueta, o astro Michael B. Jordanfalou:
“Se todo mundo conseguir voltar, será uma tremenda conquista. As sequências são mais difíceis de se fazer, e acho que criar um mundo e construí-lo é feito de maneira grandiosa dentro do Universo Marvel – mas no cinema em geral, tire a Marvel disso, e as coisas se complicam”, ele acrescentou.
Em outubro do ano passado, Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de Pantera Negra 2, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.
O filme também tornou-se o primeiro a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar, cuja cerimônia ocorre no dia 24 de fevereiro.
Uma nota oficial dos estúdios Marvel deve ser divulgada em abril.
Dirigido por Ang Lee (‘As Aventuras de Pi‘), o longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.
O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.
Durante uma recente aparição ao The Late Late Show with James Corden, o astro Vin Diesel dividiu os holofotes ao lado da colega Eiza Gonzalez e revelou que está trabalhando em um álbum de música – e que seus filhos são uma grande parte do projeto.
“Sim, sim! Não posso evitar. Preciso ser honesto com você, James. Meus filhos amam quando eu canto. Eles amam muito. É como J.R.R. Tolkien, ele começava a contar histórias para seus filhos histórias sobre hobbits e, pouco depois, ele fez ‘O Senhor dos Anéis’. Tenho um pouco disso em mim”.
“Queria poder tocar um pouco para você. Tenho sorte de ter algumas músicas originais ótimas. E nada no mundo é melhor que ver minha filha de quatro anos de idade andar pela casa cantando essas músicas que ouve eu tocar em casa”, ele acrescentou.
Confira a entrevista:
Diesel e Gonzalez estrelam a adaptação de ‘Bloodshot’, que estreou há alguns dias nos cinemas mundiais.
Assista ao trailer:
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
Segundo o ComicBook.com, Naomi Scott foi elencada na mais nova comédia sci-fi da Amblin Entertainment, ‘Distant’.
A atriz dará vida à protagonista feminina do longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Rachel Brosnahan e Anthony Ramos.
A história gira em torno de um mineiro de asteroides que cai num planeta alienígena e deve lidar com os desafios desse novo lugar e encontrar a outra única sobrevivente do acidente: uma mulher que está presa em sua cápsula de escape.
Scott ganhou fama ao estrelar o filme ‘Lemonade Mouth’, do Disney Channel, ascendendo a uma carreira de grande sucesso que inclui o remake em live-action de ‘Aladdin’ como a Princesa Jasmine e obras como ‘Power Rangers’ e o reboot de ‘As Panteras’.
Produções de época têm um lugar especial no coração do público – motivo pelo qual fazem tanto sucesso. Desde as clássicas adaptações de ‘Mulherzinhas’, romance assinado por Louisa May Alcott, e de ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen, até a irreverência anacrônica da recente ‘Dickinson’, estrelada por Hailee Steinfeld, tais obras nos transportam para um mundo bastante diferente do nosso, recheado de figuras históricas importantes, intrigas amorosas e uma afeição exagerada pelo status e pelo casamento. É claro que boa parte dessas histórias não se limita apenas a caracterizações românticas – pelo contrário, aproveita o escopo para infundi-lo com críticas à sociedade da época e às disparidades de gênero e de raça -, utilizando um exuberante visual para nos envolver desde o primeiro momento.
O mesmo pode ser dito de ‘Bridgerton’. A nova série da Netflix, a primeira feita em parceria com a prolífica e aclamada realizadora Shonda Rhimes (‘Grey’s Anatomy’, ‘How to Get Away with Murder’), é baseada nos adorados romances de Julia Quinn, uma das autoras mais consumidas da atualidade – e faz um belo trabalho em levar a história da família Bridgerton para as telinhas. Em meio a oito longos episódios, que de certa forma esbarram em alguns obstáculos e deixam as problemáticas rítmicas transparecerem mais vezes do que deveria, a narrativa introduz aos espectadores um elenco incrível, recheado de química, que une o melhor das epopeias românticas às incursões tragicômicas austenianas – fornecendo camadas e mais camadas de complexidade a personagens a princípio tão rasos quanto um prato.
A verdade é que a série não seria o que é sem a mão de Rhimes por trás de tudo isso. Através da Shondaland, a empreendedora capta com naturalidade e sutileza invejáveis os trejeitos de cada protagonista, aliando-os a coadjuvantes que não ficam ofuscados ou são apenas jogados nas múltiplas subtramas – pelo contrário, servem como estrutura para as realizações e as reviravoltas do elenco principal. A trama pode até ser centrada em um núcleo familiar específico, mas é a partir dele que todos os outros encontram terreno para exibirem suas potentes vozes e figurinos coloridos. É a partir daí que, centrada numa Londres vitoriana, a produção nos apresente a Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e a Simon Basset (Regé-Jean Page), também conhecido como o Duque de Hastings.
Daphne é a primeira filha dos Bridgertons – mas ainda assim vive na sombra dos irmãos mais velhos, que nutrem de um senso superprotetor que a impede de encontrar alguém para se casar. Prestes a atingir a maioridade, Daphne encanta a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) na nova temporada de cortejo da cidade e se torna a “joia rara” do ano, ganhando atenção de inúmeros pretendentes que prometem desposá-la e torná-la uma “digna dama” da sociedade. Entretanto, Anthony (Jonathan Bailey), assumindo o papel de homem da casa após o falecimento do pai, transforma algo simples em um árduo trabalho, espantando maridos em potencial e deixando-a à deriva por não acreditar que exista algum homem bom para a irmãzinha.
Dançando de baile e baile, Daphne se resigna ao prospecto de uma ruína que trará desonra à família – até cruzar caminho com o imponente e charmoso Simon. O Duque, recém-chegado de sua mansão no interior, é melhor amigo de Anthony e, logo de cara, não se dá bem com a jovem. Suas gritantes e conflitantes personalidades, porém, é o que desperta uma centelha de uma complicada e fervorosa paixão entre os dois – que não se manifesta até os dois tramarem um plano intrincado para serem deixados em paz. Simon, tendo jurado nunca se casar e levar o título de Hastings consigo para o túmulo, finge cortejar a dama para se livrar das outras mulheres; Daphne, por sua vez, recebendo atenção de alguém tão importante quanto o Duque, volta a atrair a atenção de outros cavalheiros.
A princípio, ‘Bridgerton’ parece apenas mais uma entrada qualquer em meio a tantas obras conterrâneas – mas tem um diferencial sagaz: sua ressonância, em certos aspectos, com a contemporaneidade. O romance e a adaptação seriada são pincelados com toques da atualidade que se fundem com perfeição ao panorama gritante e marmóreo da primeira metade do século XIX, percebidos em meio a diálogos que flertam com as tendências feministas da década de 1970 em diante, ou até mesmo na clássica orquestra que rearranja canções conhecidas em temáticas de baile – como “Wildest Dreams”, de Taylor Swift, e “Bad Guy”, de Billie Eilish, ambas ganhando uma dimensão imediatista e inesperada, contemplando o que já citamos como anacronismo narrativo, o mesmo visto em ‘Maria Antonieta’, por exemplo.
À medida que o melodrama novelesco se apodera dos episódios, o showrunnerChris Van Dusen, que faz um ótimo trabalho ao comandar com rédeas firmes os arcos de cada um dos personagens, permite que a comédia pastelão seja dosada na medida certa e se infiltre nas subtramas, como ocorre com a família Featherington. Nesse novo núcleo, a matriarca Portia (Polly Walker) é uma dama da high society que deseja despojar as filhas mais que tudo na vida, mas que se vê num impasse quando a filha de um primo de seu marido chega do interior e rouba toda a atenção da comunidade; como se não bastasse, ela enfrenta a falência e a desmoralização do nome que carrega em virtude do vício em jogos do azar do esposo. Tais inflexões são tratadas com singularidade e mostram que Lady Featherington é uma impiedosa mulher que fará de tudo para assegurar o bem daqueles que ama.
Entre as rendições apaixonantes do restante do elenco, em especial de Claudia Jessie como a verborrágica Eloise Bridgerton e de Adjoa Andoh como a icônica Lady Danbury, e uma fotografia eufórica e evocativa que transforma os belíssimos cenários em pequenos oásis ingleses, a série pode até deslizar em certos momentos e repetir motes com constância cansativa – mas, no final das contas, é uma ótima pedida para quem precisa de um escape da realidade e para aqueles que gostariam de se imaginar nos suntuosos bailes da realeza, não se preocupando com mais nada além de dançar como se não houvesse amanhã.
A produção foi adicionada ao catálogo hoje, 14 de maio.
Confira o trailer:
Jenkins foi o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’. Ele também é responsável por outro recente ganhador da premiação, o drama ‘Se a Rua Beale Falasse’.
A produção é ambientada em um universo alternativo no qual a Undergroud Railroad, a série de rotas e casas seguras para as quais os escravos costumavam escapar no século XIX, é uma ferrovia de verdade com trens, maquinarias e mais.
Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala. Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desaventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.
A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga divulgou em seu canal oficial do YouTube um trailer promocional de ‘Love for Sale’, novo álbum de jazz performado em colaboração ao lendário Tony Bennett.
O disco será lançado no dia 01 de outubro.
Confira:
A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.
Segundo o Deadline, Wanda De Jesus, conhecida por seu trabalho na série ‘Sons of Anarchy’, foi escalada para o elenco de ‘Atração Fatal’, nova adaptação da Paramount+ baseada no clássico suspense dos anos 1980 estrelado por Glenn Close e Michael Douglas.
As informações indicam que Jesus dará vida a Marcella Levya, uma procuradora que é descrita como uma “advogada realizada e uma fera política”.
A atriz se junta aos previamente confirmados Alyssa Jirrels (‘Under the Lights’), Toby Huss (‘Halloween’), Reno Wilson (‘Mike & Molly’) e Brian Goodman(‘Velozes e Furiosos’) farão parte do projeto.
Jirrels será Ellen Gallagher, filha de Dan (Joshua Jackson) e Beth (Amanda Peet). Huss dará vida a Mike Gerard, chefe de investigações do departamento de polícia, “cuja amizade e lealdade a Dan data de muitos anos”. Wilson será o Detetive Earl Booker, um “membro veterano do Departamento de Polícia de Los Angeles, com uma personalidade incrível e uma inabilidade chocante de autoedição”. E Goodman, por fim, será Arthur Tomlinson, descrito como o melhor amigo e parceiro de Beth, com uma personalidade reconfortante e gentil.
Jackson interpreta Dan, o marido infiel, enquanto Peet é Beth, uma esposa leal, mãe carinhosa e mulher de negócios bem-sucedida, cujo mundo desaba quando a traição de seu marido ameaça destruir suas vidas juntos. Lizzy Caplan dará vida à amante que se torna obcecada após um breve caso extraconjugal.
O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.
O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham eKevin Hynes (‘Dirty John’).
No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.
Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.
Para promover o lançamento da série documental ‘Harry & Meghan‘, a Netflix divulgou um novo clipe da produção, levando o público ao casamento da dupla.
Lembrando que o primeiro volume já está disponível na plataforma de streaming.
Confira, com o trailer:
Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.
Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.
Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.
Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.
O remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’ se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, um novo teaser oficial foi divulgado.
No vídeo, Úrsula (Melissa McCarthy) oferece um acordo perigoso a Ariel (Halle Bailey): transformá-la em humana por três dias – o tempo que ela tem para dar o beijo de amor verdadeiro no príncipe por quem se apaixonou. Caso ela não consiga, Ariel voltará a ser sereia e pertencerá à Bruxa do Mar para toda a eternidade.
Confira:
Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).
“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.
Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.
Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.
No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.
Confira:
#TheLittleMermaid was a pleasant surprise! Halle Bailey’s voice is unreal. I can never confidently do “Part of Your World” at karaoke again. Standouts: Daveed Diggs (no easy feat when you’re voicing a “realistic” crab) and Melissa McCarthy (a safe choice but she nailed it).
“‘A Pequena Sereia’ foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.
#TheLittleMermaid is the best Disneylive-action adaptation to date. Halle Bailey IS Ariel. Major props to the sound effects team. Good changes, though one new song with too much autotune. Could watch this version’s Under the Sea all day, it was the highlight of the whole thing.
“‘A Pequena Sereia’ é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.
#TheLittleMermaid is a live-action remake that retains the heart and soul of the story we know and love, and it’s elevated even further by a note-perfect star-making performance from Halle Bailey – she was born to be on the big screen, & she’s why this new take is worth watching. pic.twitter.com/Tcewp2L4MY
“‘A Pequena Sereia’ é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.
#TheLittleMermaid makes it pretty close to being the best live action Disney movie, however it still struggles in the villain department. Halle Bailey IS Ariel and I had literal chills throughout her performance. This is a little mermaid retelling like you’ve never seen before. pic.twitter.com/JjtLOR61vL
“‘A Pequena Sereia’ chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.
“‘A Pequena Sereia’ apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).
Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.
‘A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’, sequência de ‘A Menina Que Matou os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’, que retrataram o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.
O aguardado longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta sexta-feira, 27 de outubro.
Relembre o trailer:
Nas redes sociais, os fãs de Carla Diaz, que reprisa seu papel como Suzane von Richthofen, já estão ansiosos para revê-la no papel e estão rendendo elogios à sua performance.
Confira e compare uma nova imagem oficial, que traz a protagonista no enterro dos pais:
“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”, postou o ator Leo Bittencourt.
Confira mais fotos:
Suzane eDaniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto CristianCravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.
Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.
Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.
Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.
Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.
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