A série ‘Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais’ reacendeu o debate sobre um dos casos criminais mais controversos dos Estados Unidos. Com a série da Netflix, a história de Erik e Lyle Menendez, condenados pelo assassinato dos pais, voltou a ganhar destaque. E, em meio a toda essa repercussão, surge a possibilidade de que os irmãos possam ser libertados da prisão.
Erik Menendez, um dos irmãos condenado, já tem planos definidos para o futuro. De acordo com o TMZ, caso seja libertado, ele pretende se mudar para Las Vegas para viver com sua esposa, Tammi Menendez.
Tammi e Erik se conheceram por correspondência em 1993, enquanto ele estava preso. Naquele período, Tammi ainda era casada, mas a conexão entre eles se intensificou após ela descobrir que seu marido estava abusando de sua filha. Compartilhando o peso desse trauma, eles se casaram em 1999.
Anos depois, Tammi lançou o livro “They Said We’d Never Make It: My Life With Erik Menendez” (2005), no qual relata sua trajetória ao lado de Erik.
Já Lyle Menendez casou-se duas vezes durante seu tempo na prisão. A primeira foi com Anna Eriksson, de 1996 a 2001. Em 2003, ele se casou com Rebecca Sneed, com quem ainda está junto. Lyle conheceu ambas as esposas por meio de correspondência. No entanto, seus planos para o futuro, caso seja libertado, ainda são desconhecidos.
Lembrando que de acordo com o Deadline, o Promotor de Justiça do Condado de Los Angeles, George Gascón, que está “revisando” o caso, embora não tenha fornecido detalhes sobre as evidências dos irmãos Menendez ou o pedido de habeas corpus para reavaliação da sentença.
“Não estamos dizendo que houve algo errado com o julgamento original”, afirmou Gascón.
Uma audiência está agendada para 29 de novembro, relacionada ao pedido dos irmãos Erik, 55, e Lyle, 56, que alegam ter sido vítimas de abuso sexual por parte do pai, um executivo da indústria musical.
Dependendo do resultado dessa audiência e de qualquer decisão “final” tomada por Gascón, os irmãos podem ser libertos ou passar por um novo julgamento, 35 anos após o crime.
O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata
‘Venom 3: A Última Rodada’ chegou aos cinemas para encerrar a trilogia protagonizada por Tom Hardy e parece ter feito uma grande mudança no universo da Marvel nos cinemas.
O filme traz uma reinterpretação interessante da aparição do anti-herói em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.
No filme do Amigão da Vizinhança, vemos que Eddie e Venom foram transportados para a Terra-616, o universo principal do UCM, após Doutor Estranho ter falhado em seu feitiço que misturou os universos.
Embora Eddie tenha aparecido apenas em uma cena pós-créditos de ‘Sem Volta Para Casa’, a participação foi curiosa e abriu muitas possibilidades para o futuro.
Agora, em ‘Venom 3: A Última Rodada’, o retorno de Eddie e Venom para seu próprio universo foi alterado, o que pode significar um retcon importante.
No início de ‘Venom 3’, vemos novamente o momento em que Eddie aparece no UCM; no entanto, desta vez, quando ele retorna para o seu mundo, o efeito visual não é o mesmo visto no filme do Cabeça de Teia.
O brilho do portal que o levou de volta foi modificado, com o longa revelando que, na verdade, o personagem retornou através de um portal criado por Knull, o Deus dos Simbiontes.
Esse retcon abre diversas possibilidades para o futuro, além de mudar um detalhe importante visto anteriormente no filme do UCM.
Agora, podemos interpretar que isso é uma dica de como Knull poderá chegar, no futuro, à Terra-616, o que permitiria um tão aguardado confronto entre o vilão e o Homem-Aranha.
Vale lembrar que, apesar de ‘Venom 3’ ser o último filme da trilogia estrelada por Tom Hardy, a Sony tem planos para explorar ainda mais o universo dos simbiontes.
EmVenom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.
Programado para estrear em maio de 2026, ‘The Mandalorian & Grogu’ já encerrou suas filmagens.
A produção terá mais de um ano para a pós produção, e dará sequência às aventura de Din Djarin (Pedro Pascal) após a 3ª temporada da série de TV.
Enquanto aguardam atualizações, os fãs esperam o retorno de figuras marcantes da atração, como Bo-Katan (Kate Sackhoff), que assumiu o reinado de Mandalore ao tomar posso do sabre negro, além de ser uma forte aliada de Djarin.
Considerando que Bo-Katan tem um importante arco para o desenvolvimento da trama, é praticamente certo que ela tenha uma participação.
Durante a D23 Expo, a Disneyrevelou o logo e o teaser do aguardado projeto.
Jon Favreau e Dave Filoni, as mentes por trás do sucesso da série, subiram ao palco para compartilhar a novidade e a empolgação da equipe.
O teaser, repleto de emoção, mostra o Mandaloriano e Grogu em um momento de conexão profunda, tocando seus dedos.
“Somos caçadores de recompensas por ofício. Agora que ele está comigo, serei seletivo quanto às minhas missões”, diz Mando.
Filoni ainda destacou: “Estamos todos muito empolgados por ter Star Wars de volta às telonas”.
Favreau revelou que as filmagens começaram há apenas algumas semanas. “Esta é a última D23 antes do filme ser lançado — tivemos que mostrar algo”.
De acordo com o Bespin Bulletin, o orçamento do longa deve girar em torno de US$ 120 milhões. O valor é menor do que o custo da 2ª e 3ª temporada da série original.
Foi dito que o motivo do valor tão baixo é devido a cortes de curtos que estão sendo ordenados pela Disney.
Ao que parece, essa trilogia também incluirá o filme ainda sem título de Dave Filoni, que conectará a trama de ‘The Mandalorian’ com ‘Ahsoka‘.
“A comédia gira em torno de dois ex-namorados ressentidos que se veem forçados a passar o Natal juntos ao descobrir que seus atuais parceiros são irmãos”.
O 40º e possivelmente último filme de Clint Eastwood como diretor, ‘Juror #2’, está recebendo um tratamento de lançamento bastante peculiar. Em vez de uma estreia em grande escala, como é comum para filmes de grandes estúdios, a Warner Bros. optou por uma distribuição limitada e seletiva, conforme a Variety.
Inicialmente cogitado para ir direto para o streaming, ‘Juror #2’ ganhou a chance de brilhar nas telonas, mas em um formato bem diferente do que estamos acostumados. O drama judicial, que acompanha um jurado que descobre ser o culpado por um crime, terá sua estreia mundial no prestigioso AFI Fest e, em seguida, será exibido em menos de 50 cinemas nos Estados Unidos.
Lembrando que a exibição em festivais e cinemas selecionados é essencial para a elegibilidade aos principais prêmios da indústria.
Além disso, fontes indicam que a Warner Bros. está considerando não divulgar os números de bilheteira do filme, uma prática incomum para um estúdio tradicional de Hollywood, embora não sem precedentes.
Uma fonte próxima à Warner Bros. revelou que a decisão de lançar ‘Juror #2’ nos cinemas é um gesto de gratidão a Eastwood, que gerou bilhões em bilheteira para a empresa e conquistou inúmeros prêmios com filmes como ‘Os Imperdoáveis’ e ‘Menina de Ouro’.
“De ‘Big Bang Theory’ até ‘Young Sheldon’, o universo da família Cooper tem sido muito especial para nós. Estamos ansiosos para continuar a história desses personagens através da perspectiva do Georgie e da Mandy,” declarou o trio em um comunicado oficial.
‘Setembro 5‘ mostra o momento decisivo que mudou para sempre a cobertura da mídia e continua impactando as transmissões ao vivo até hoje.
Ambientado durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1972 em Munique, o filme acompanha uma equipe americana de transmissão esportiva que precisou se adaptar para a cobertura ao vivo dos atletas israelenses feitos reféns. A produção oferece uma nova perspectiva sobre esse evento histórico visto globalmente por um número estimado de um bilhão de pessoas na época.
Assista ao trailer:
No centro da história está Geoff (John Magaro), um jovem e ambicioso produtor que se esforça para provar seu valor ao seu chefe, o lendário executivo de TV Roone Arledge (Peter Sarsgaard). Juntamente com a intérprete alemã Marianne (Leonie Benesch) e seu mentor Marvin Bader (Ben Chaplin), Geoff inesperadamente assume o comando da cobertura ao vivo. À medida que as narrativas mudam, o tempo passa e rumores conflitantes se espalham. Com a vida dos reféns em jogo, Geoff enfrenta decisões difíceis e confronta sua própria bússola moral.
Escrito e dirigido por Tim Fehlbaum, ‘Setembro 5‘ tem produção de Sean Penn ao lado de Philipp Trauer, Thomas Wöbke, John Ira Palmer e John Wildermuth.
Após o sucesso de ‘Duna: Parte 2′, os fãs da franquia estão ansiosos pela chegada de ‘Duna: A Profecia’, série daMAX que expandirá o universo da saga.
E a expectativa é tão grande que mais temporadas já estão sendo planejadas, revelou a showrunner e produtora executiva Alison Schapker ao Collider.
“Isso mesmo. Temos planos dentro de planos em todos os sentidos, medidos em séculos. Não, quero dizer, temos. Não será nenhuma novidade que nosso show é centrado nas Bene Gesserit, mas quando elas são chamadas de Irmandade, então estamos nesse tipo de organização incipiente, e então como elas se tornam as Bene Gesserit? Essa é uma jornada de várias temporadas para se estar, e essa é a história que queremos contar.”, ela afirmou.
Além disso, o produtor executivo Jordan Goldberg confirmou à Empire que a série está absolutamente “no mesmo universo” dos filmes de Denis Villeneuve.
“Sentimos que precisamos seguir a essência do que Denis fez. Ele definiu o tom”, declarou o produtor.
Confira o trailer, junto às imagens inéditas:
A produção se passará 10.000 anos antes do nascimento de Paul Atreides e chega à plataforma de streaming no dia 17 de novembro.
“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”
Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.
A saga ‘Star Wars’, tão querida pelos fãs, enfrenta um novo desafio. Steven Knight, o roteirista responsável por dar vida à nova história de Rey, interpretada por Daisy Ridley, decidiu deixar o projeto.
A historia deve acompanhar Rey em sua jornada para reconstruir a Ordem Jedi após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’.
Segundo a Variety, a Lucasfilm está ativamente buscando um novo roteirista para assumir a tarefa de dar continuidade à saga. Essa mudança inevitavelmente atrasará a produção do filme, que agora não deve começar em 2025.
Apesar desse revés, a diretora Sharmeen Obaid-Chinoy, conhecida por seu trabalho em ‘Ms. Marvel’, permanece à frente do projeto.
Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.
Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Efeitos Visuais e Melhor Edição de Som).
Relembre o trailer:
Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.
Segundo o insider John Rocha, do podcast The Hot Mic, Mahershala Ali segue contratado para viver o ‘Blade‘ no reboot que foi “engavetado” pela Marvel.
Ele afirma que o ator está feliz com os rumos que o projeto está tomando e que não ficou abalado que o projeto foi retirado do calendário de estreias da Marvel.
Mahershala Ali reportedly met with Marvel Studios, and is happy with the current direction of ‘BLADE’. He also has no issues with the delay of the film.
A Marvel Studios removeu o filme que estava datado para 7 de novembro de 2025.
A decisão do império dos quadrinhos de tirar ‘Blade‘ da pauta era amplamente esperada depois que o CEO da Disney, Bob Iger, declarou em uma teleconferência de resultados em 7 de maio que a Marvel lançará “no máximo três” filmes por ano.
Dos quatro filmes de super-heróis que a Disney havia programado para 2025 — incluindo “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, “Thunderbolts” e “O Quarteto Fantástico” — ‘Blade‘ era o projeto mais distante de começar a produção.
O diretorYann Demange (‘Lovecraft Country’) também saiu do filme em junho, atrasando ainda mais o projeto após uma série de contratempos.
O elenco ainda contaria com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
A série foi lançada hoje,25 de outubro, na plataforma de streaming.
Sob a direção de Take Masaharu e Takimoto Kengo, a série narra a história de Kiryu Kazuma, um poderoso e respeitado membro da Yakuza, que se destaca por seu forte senso de justiça e humanidade. A trama se desenvolve em dois períodos, 1995 e 2005, mostrando as consequências das escolhas de Kiryu e de seus amigos de infância.
O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado ‘Chromatica’, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado ‘Love for Sale’, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.
Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado ‘Harlequin’, que funcionou como um projeto-irmão do filme ‘Coringa: Delírio a Dois’. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.
Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 13 Grammys, 1 Oscar, 2 Globos de Ouro, 2 Critics Choice Awards e 1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns, 175 bilhões de streamings e 758 milhões de unidades ao redor do mundo.
Em Venom: A Última Rodada,Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie.
» Em entrevista ao SlashFilm, Andy Serkis explicou por que não retorna para a direção: “Olhe, eu me diverti muito fazendo [‘Venom: Tempo de Carnifinca’]. Tom Hardy é um grande amigo e fiquei muito orgulhoso do trabalho. Ser o guardião dessa franquia por um tempo foi ótimo. Eu tenho vários projetos em que começarei a trabalhar, como ‘A Revolução dos Bichos’, por exemplo. Estávamos prestes a entrar em produção e tivemos que pausar quando ‘Venom’ surgiu. […] Mas estou muito feliz que Kelly está fazendo [a sequência]”;
Em O QUARTO AO LADO, o relacionamento tenso de Martha com sua mãe se rompe completamente quando um mal-entendido as afasta. Sua amiga em comum, Ingrid, vê os dois lados da separação.
Ambientada em um futuro distante, a série ‘Constelação‘ conta com uma trama envolvente que mistura ficção científica drama e mistério enquanto explora em uma trama cativante.
Disponível na Apple TV+, a história se passa em um mundo onde os terráqueos colonizaram outros sistemas solares e seus planetas, dando origem a uma vasta cadeia de civilizações interplanetárias.
Em vez de se concentrar em um protagonista, ‘Constelação‘ acompanha a vida de diversos personagens, cuja são jornadas e desafios são exploradas enquanto navegam por um universo complexo e muitas vezes hostil.
O diferencial é que a trama não segue uma ordem linear, ‘Constelação‘ se aprofunda nas histórias pessoais e nas particularidades de cada indivíduo, desconstruindo questões como identidade, moralidade, poder e redenção.
Entre eles, Jo (Noomi Rapace), uma astronauta que retorna à Terra em um voo de emergência após um terrível acidente em sua estação espacial. Confusa, ela tenta retomar sua antiga rotina no planeta natal, mas percebe que peças-chave de sua vida estão faltando.
Desconfiando das autoridades de seu trabalho e dos caminhos e memórias que sua própria mente cria, Jo precisa descobrir se tudo pelo que passou é real ou se é fruto da sua mente perturbada. Desesperada, ela busca expor a verdade sobre a história oculta das viagens espaciais e recuperar tudo o que perdeu.
Por conta disso, a trama faz o público questionar a realidade em um paralelo com outras narrativas que mexem com dilemas psicológicos, como ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘Matrix’ e ‘O Mágico de Oz’.
Assista ao trailer:
Entre os críticos, ‘Constelação‘ conquistou 73% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as análises:
“Em meio aos escombros de tantas histórias galácticas que vieram antes dele, ‘Constelação‘ consegue seu lugar de destaque no gênero com sua própria visão da misteriosa extensão do espaço.” – Vulture
“Amando tudo sobre essa série. ‘Constelação‘ é realmente fantástica e a história realmente atrai você para um mundo de incertezas. Noomi Rapace está absolutamente brilhante, assim como Jonathan Banks. Série fabulosa até agora, estou ansiosa para assistir aos próximos episódios!” – MovieGator
“‘Constelação’ merece mérito pela sua ambiciosa tentativa de equilibrar a vastidão contraditória do espaço com a claustrofobia e a agitação interior dos astronautas.” – AV Club
“Inicialmente desconcertante, às vezes enlouquecedora, mas no final das contas… Brilhante. Vale a pena dar uma chance a este thriller de ficção científica reflexivo e alucinante.” – Empire
“Com uma premissa desafiadora, escrita inteligente e atuações fortes, ‘Constelação‘ vale muito o investimento e deixa um gosto de quero mais com apenas oito episódios.” – Chicago Sun Times
Nos últimos dias, a titânica Lady Gaga lançou o aguardado álbum ‘Harlequin’.
Funcionando como um projeto paralelo entre seu sexto e seu sétimo compilado de originais, o disco traz covers de clássicas canções de jazz, blues e gospel, além de apresentar duas faixas originais e trazer a artista no ápice de seu comprometimento criativo. Como se não bastasse, o álbum é inspirado no recém-estreado ‘Coringa: Delírio a Dois’ – que ela estrela como Lee/Arlequina ao lado de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck/Coringa.
Para celebrar o lançamento da obra, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.
Confira as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
5. “FOLIE À DEUX”
Gaga não nos deixaria sem um gostinho de faixas inéditas – e toma as rédeas de seus vieses artísticos com duas faixas. A primeira delas, “Folie à Deux”, pega o nome do filme e transforma uma histeria psicótica em uma história de amor pautada na desconstrução de icônicas progressões orquestrais de outrora, com destaque ao início do refrão, “nas nossas mentes, estaríamos muito bem” (que captura a essência de Arthur e Lee antecedendo a melancolia fabulesca do piano)
4. “HAPPY MISTAKE”
“Happy Mistake”, a segunda track inédita do compilado, aposta no sensorialismo dos acordes do violão, atrelados a um eco esvoaçante que ganha mais força em um potente refrão melodramático. Aqui, Gaga mostra uma vulnerabilidade vocal que não nos entregava desde ‘Nasce Uma Estrela’, inclusive nos fries de que se apropria na segunda metade da canção e que estende a uma emocionante bridge.
3. “OH, WHEN THE SAINTS”
O disco é um encontro explosivo entre passado e presente. Logo de início, podemos sentir a veia teatral e camp da performer permeando com precisão cada uma das notas, entregando-se de corpo e alma conforme busca elementos de Judy Garland, Mickey Rooney, Betty Noyes e Gene Kelly para nos transportar a uma época saudosista e, de certa maneira, que estende seu legado à contemporaneidade. E através dessa mentalidade que ela se rende ao antêmico gospel de “Oh, When the Saints” – sem sombra de dúvida uma das melhores entradas desse pot-pourri fonográfico.
2. “THAT’S LIFE”
A mixórdia estilística de ‘Harlequin’ está à par com o que a performer faz desde seus primeiros passos na indústria fonográfica, unindo uma gama de covers de jazz e blues irretocáveis e inebriantes à medida que transita entre esporádicas mudanças. E, finalizando a obra com a espetacular “That’s Life”, todos nós entendemos o motivo dela ser uma das presenças mais versáteis da história da música.
1. “THE JOKER”
É notável como ‘Harlequin’ é atmosférico. Assim como o primeiro longa-metragem, a narrativa é ambientada nos anos 1980 – mas de uma forma propositalmente anacrônica. Se Lee e Arthur Fleck vivem em seu mundo, fugindo de uma realidade dilacerante, Gaga faria o mesmo com o álbum. E, remando contra nossas expectativas, a incursão arena-rock de “The Joker” em uma entrega simplesmente inimaginável e performática da cantora, honrando com prestígio o clássico musical ‘The Roar of the Greasepaint – The Smell of the Crowd’.
A única certeza que podemos ter na vida é que um dia vamos morrer. Invariavelmente, isso ocorrerá com todos nós, cedo ou tarde. O que fazemos com o tempo que temos, entre o momento que nascemos até nosso último suspiro, isso sim é o que importa. Muitos trabalham, se relacionam com outras pessoas, estudam, viajam, experimentam coisas novas. Essa percepção da finitude do tempo tem rondado muito a cabeça do diretor espanhol Pedro Almodóvar, cujo tom vem se imprimindo em seus últimos trabalhos e agora, com ainda mais evidência, em ‘O Quarto ao Lado’, seu mais novo longa-metragem.
Ingrid (Julianne Moore, de ‘Longe do Paraíso’) hoje é uma escritora renomada e está numa livraria fazendo seu lançamento quando inesperadamente tem notícias de Martha (Tilda Swinton, de ‘Precisamos Falar Sobre o Kevin’), sua amiga de infância a quem era muito ligada e cuja parceria seguiu para vida adulta, quando trabalharam juntas numa revista. Então, Ingrid decide visitar Martha no hospital, querendo retomar a amizade perdida no tempo. À medida que as visitas se repetem e a cumplicidade é reestabelecida, um pedido inesperado de Martha surpreende Ingrid, o que fará com que ela reflita não só sobre essa amizade, mas também reavaliará sua própria vida.
A partir desse ponto fica difícil avaliar ‘O Quarto ao Lado’ sem dar spoilers – principalmente um spoiler central que é o catalizador dos eventos (estejam avisados!), que é o fato de Martha convidar Ingrid para uma casa no campo, onde as duas passarão os últimos dias de vida de Martha, pois, lá, ela pretende se matar, pois não aguenta mais seu câncer cervical e gostaria de ter a companhia da amiga, pois lhe traria conforto a ideia de ter a amiga no quarto ao lado.
O roteiro de Pedro Almodóvar com Sigrid Nunez tem um argumento simples, sem grandes acontecimentos, e que se apoia cem por cento em diálogos – o que significa que para o filme dar certo necessariamente precisaria de duas atrizes fenomenais para dar conta do recado. E consegue. Tilda e Julianne estão afiadíssimas, crescendo junto com os personagens à medida que suas fortalezas vão sendo derrubadas no enredo. Apoiado nos diálogos, o roteiro cuidadosamente pensa exatamente os pontos de maior emoção (que fazem o espectador quase prender a respiração, tamanha a inteligência das falas) e quando achamos que tudo vai explodir, o roteiro insere um momento de humor para quebrar o clima e fazer a gente soltar o ar. Isso acontece umas três vezes ao longo do filme, demonstrando a genialidade dos roteiristas.
Mesmo mantendo a cenografia de arte contemporânea e os tons fortes na paleta de cores da direção de arte, o que chama a atenção nesse ‘O Quarto ao Lado’ é o tom extremamente melancólico que atravessa o filme.
Tendo já anunciado que iria parar de filmar e que nunca faria filmes em outras línguas, Almodóvar, hoje aos 75 anos, já produziu quatro projetos desde esse anúncio, e todos em inglês. A sensação é a de que, de repente, o diretor se deu conta da idade, da passagem do tempo, e essa percepção sobre a vida – ou melhor, sobre a proximidade da morte – passou a, desde então, permear todas as suas produções, direta ou indiretamente. As dores físicas (principalmente na coluna), as limitações do corpo, o olhar sobre a juventude alheia, o desinteresse por coisas que talvez não termine (como ler um livro), o acerto de contas com o passado e as declarações emotivas a quem se tem afeto: comportamentos daqueles que têm pouco tempo de vida e que vêm permeando os filmes do cineasta espanhol, chegando ao seu ápice em ‘O Quarto ao Lado’.
Triste, melancólico e inevitável, ‘O Quarto ao Lado’ é a despedida definitiva de Pedro Almodóvar, mesmo que não seja uma despedida oficial. Um filme que fala muito sobre seu diretor, ainda que sob a roupagem de querer falar sobre outros temas.
Se há um tipo de música que sempre consegue se conectar com o público, são as baladas românticas.
Quando bem escritas e bem produzidas, é inegável o impacto que tais canções causam em nós, conseguindo nos fazer emocionar ou até mesmo ansiar por um relacionamento saído direto de um conto de fadas. Porém, inúmeras incursões passam longe do radar mainstream e se tornam joias escondidas no cenário fonográfico.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista trazendo dez músicas românticas pouco conhecidas para você ouvir.
Veja abaixo as nossas escolhas:
“MISS U MORE THAN U KNOW”, Sofia Carson, R3H4B (2020)
2020 teve bastante apreço pela indústria oitentista do disco e do pop, mas não foi o caso de Sofia Carson. Apesar de não ter lançado qualquer álbum, a talentosa dançarina, cantora e compositora se juntou com o DJ R3H4B para a romântica e narcótica “Miss U More Than U Know”, sobre uma jovem garota que, tentando esquecer de um relacionamento conturbado, percebe que não consegue deixar seu antigo amor de lado.
MARINA emprestou sua conhecida e melódica voz para a sequência do filme ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’ – e o resultado foi o melhor do suis generis das semi-baladas pop. Misturando piano com sintetizadores, a canção é uma análise bastante humana do que significa se apaixonar e do que é o amor.
O erro de Birdy no recente álbum ‘Young Heart’ foi se deixar levar pela extensa melancolia das músicas, o que o tornou relativamente repetitivo. Mas isso não significa que a artista não conseguiu nos entregar algumas das melhores faixas de 2021, como foi o caso de “Lighthouse”, uma repaginação country e bluegrass memorável pela presença fantástica dos violinos.
Logo na primeira metade de ‘Midnights’, Taylor Swiftentrega inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer. “Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora.
Em seu álbum de estúdio homônimo, Anaïs Mitchell nos presenteia com a singela e atmosférica “Brooklyn Bridge”, reafirmando-se como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos
A artista Mitski vem ganhando espaço no cenário fonográfico ano após ano e, em 2022, lançou o elogiadíssimo ‘Laurel Hell’, seu sexto álbum de estúdio. O compilado de originais é uma celebração do synth-pop, do electro-pop e do nu-disco – e a faixa que melhor o representa é a instigante “Love Me More”, lançada como quarto single e que, em uma produção impecável e muito bem pensada, fala sobre a necessidade de ser amada.
Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’, Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, ‘Years & Years’) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.
“IT’S ONLY LOVE, NOBODY DIES”, Sofia Carson (2022)
As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.
A ambientação antêmica de ‘Endless Summer Vacation’, novo álbum de Miley Cyrus, é contínua em sua completude e ganha camadas inesperadas com a faixa “You”. Embebida em uma celebração da independência e do amor verdadeiro, em que ela sabe que não precisa de alguém para completá-la, mas sim transbordá-la, a canção nos chama atenção pelos vocais e pela simplicidade instrumental (cortesia da produção de Jonny Coffer e J Moon). Temos bateria, violão, piano e baixo em uma rendição inenarrável e transcendente, traçando similaridades com Bonnie Tyler e SZA, por exemplo.
Em “You Still Get Me High”, uma das primeiras grandes viradas rítmicas do aclamado e sinestésico álbum ‘Tension’, a icônica artista australiana Kylie Minogue mergulha na semi-balada electro-dance enquanto rumina sobre um caso romântico que continua lhe trazendo boas memórias e eternizando um sentimento que ela não quer perder. Mais do que isso, é notável como cada elemento da track é pensado com maestria, integrando com imponência um dos melhores discos da cantora e compositora.
Muitas vidas ganham novos caminhos após algum tipo de abalo na fase de formação. Através de algumas jornadas onde a maturidade precoce se mostra uma ferramenta necessária, acompanhamos alguns filmes que trazem olhares para esse tema. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista abaixo com interessantes produções que refletem sobre traumas na infância:
Na trama, conhecemos Helena (Daisy Ridley), que no passado viveu isolada ao lado do pai Jacob (Ben Mendelsohn) e da mãe Beth (Caren Pistorius) sendo criada de forma selvagem pelos ensinamentos do primeiro. Certo dia, durante a infância, após fugir com sua mãe, é revelada a ela que o pai as mantiveram em cativeiro durante anos. O tempo passa e Helena vive nos tempos atuais, casada, já com uma filha, mas como se não encontrasse um lugar para viver em meio aos seus intensos traumas que voltam com frequência. Quando seu pai consegue fugir da prisão, o pesadelo aparece de novo na sua frente.
Na trama, conhecemos Zuko (Bonko Khoza), um homem que encontrou a felicidade ao lado de sua família após anos de intensa ação e sofrimento. Filho de pais adotivos, teve os pais seriamente feridos em uma blitz da polícia de segurança do Apartheid. Quando o passado bate à sua porta, ele, que pertence a um grupo que tem como objetivo atual expor os absurdos cometido por Mtima (Sisanda Henna), um forte candidato para as próximas eleições na África do Sul, munido de sua adaga precisará reunir todas suas habilidades, contatos, em busca de completar mais uma missão.
Na trama, conhecemos Cal (Owen Teague), um jovem estudando para ser engenheiro civil volta às pressas para o rancho da família no Estado de Montana para ajudar no momento crítico em que se encontra seu pai, à beira da passagem. Buscando resolver os problemas burocráticos, afetado pelas dívidas de seu progenitor, acaba reencontrando seu irmã Erin (Haley Lu Richardson), após sete anos. Os irmãos, que se mantiveram distantes durante todo esse tempo, precisarão encontrar novas formas de entender um ao outro, além de resolver um impactante trauma do passado.
Na trama, conhecemos Nica (Caterina Ferioli, em seu primeiro trabalho no cinema), uma jovem com muitos traumas, orfã aos oito anos, que logo é enviada para um lar adotivo, o orfanato Sunny Creek, chefiado por uma insensível mulher que pratica abusos psicológicos com todos que chegam. Nesse mesmo lugar, está Rigel (Simone Baldasseroni), um introspectivo jovem que implica a todo instante com a recém chegada. A protagonista cresce, e já adolescente, é adotada por um casal que perdeu o filho tempos atrás. Para surpresa dela, Rigel também é adotado pela mesma família. Ao longo dessa nova jornada na vida dos jovens, um laço vai se criando e verdades do passado começam a serem descobertas.
Na trama, ambientada pelas décadas de 70 e 80, conhecemos quatro dos irmãos Von Erich, uma família de lutadores que foi criada por um pai exigente e uma mãe permissiva. Ao longo do tempo vamos percebendo como essa criação voltada para um único objetivo, o de fazer campeões, acaba afetando todos esses irmãos que logo precisam conviver com tragédias sem fim.
Na trama, acompanhamos a forte amizade entre adolescentes, Leo (Eden Dambrine) e Remi (Gustav De Waele) que andam juntos por todos os lados. Quando o primeiro começa a se afastar do segundo, um acontecimento trágico abala toda a cidade. Buscando forças para entender alguns porquês e seguir em frente, Leo enfrentará uma caminhada de aprendizado sobre o viver.
Aloners
Na trama, conhecemos Jin Ah (Jeong Da-eun), uma jovem solitária, que não gosta de interagir, passando seus dias no trabalho, um call center de uma empresa de cartão de créditos, um emprego onde ninguém percebe sua ausência. Ela opta pela sua rotina igual todos os dias do que se jogar na vida e interagir com os outros. A mãe faleceu recentemente e o pai que a abandonou por quase duas décadas voltou faz pouco tempo para os momentos finais da mãe tempo suficiente de ficar com a herança toda. Certo dia, um estranho acontecimento a faz ampliar seu leque de percepções.
Na trama, ambientada na década de 60, enxergamos tudo pela ótica de um jovem menino chamado Buddy (Jude Hill) que vê se despedaçar e atravessar inúmeras mudanças o local onde nasceu e foi criado que agora é tomado por intolerância religiosa que geram conflitos agressivos. Em paralelo a esses conflitos vemos sua rotina, seu cotidiano dentro desse cenário mas sem deixar de brincar na rua com os amigos, se apaixonar pela primeira vez, os sonhos e dedicações na sala de aula, as discussões dos pais, as idas e vindas do pai que trabalha num lugar muito longe.
Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.
Na trama, conhecemos Saori (Sakura Andô), uma mãe, viúva, em busca das verdades sobre o recente comportamento do jovem filho Minato (Soya Kurokawa). Ela aciona a escola onde ele está matriculado e seu destino se cruza com o professor Hori (Eita Nagayama) acusado de agredir Minato. Esse é um dos pontos de vistas de uma história que abre seu leque com o olhar de Hori e também o de Minato.
Muitas vezes as obras cinematográficas refletem a realidade nos fazendo pensar sobre várias questões. Numa dessas, o amor sempre chega como um mar de descobertas que nos fazem parar em grandes autodescobertas. Pensando nesse recorte, separamos abaixo 10 Filmes que ativam nosso lado mais amoroso!
Horizonte Bonito
Na trama, conhecemos o carismático Admassu (Henok Tadele), um jovem que vive em uma região bastante carente da África que possui um grande sonho de ser um famoso jogador de futebol e dar orgulho para a comunidade onde vive. Quando descobre que um duvidoso e ranzinza agente de futebol Franz (Stefan Gubser) vai aterrissar em sua cidade, ele resolve bolar um plano mirabolante para ganhar a confiança dele e assim pedir que o ajude a realizar seu grande sonho. Assim, a dupla embarca em uma jornada de autodescoberta onde ambos irão aprender mais sobre a vida.
Na trama, conhecemos três irmãs, Katie (Carrie Coon), Christina (Elizabeth Olsen) e Rachel (Natasha Lyonne), que se reúnem para estar nos momentos finais do pai, com câncer em estágio avançado, no lugar onde foram criadas. Completamente diferentes na maneira de pensar a vida e visões nesse momento complicado, entre implicâncias e sermões entram numa estrada para entenderem melhor uma a outra.
Última Chamada para Istambul
Na trama, conhecemos Mehmet (Kivanç Tatlitug) e Serin (Beren Saat), duas pessoas bem diferentes que se encontram no aeroporto de Nova Iorque e resolvem passar as próximas horas juntos após um imprevisto com a mala de um deles. Ambos casados, resolvem viver como se não houvesse amanhã. Só que uma verdade logo aparece, nos levando para novos olhares para essa mesma história.
Na trama, conhecemos a designer de interiores Nikki (Annette Bening), uma mulher que sofre durante anos pela morte prematura de seu marido em um afogamento numa praia do méxico. Anos se passam e a vida de Nikki não consegue evoluir, tudo ao seu redor a lembram de todo amor que sentia pelo marido. Certo dia, resolve ir até um museu e lá, surpreendentemente, conhece Tom (Ed Harris) que possui uma semelhança absurda com o seu ex. Sem saber como lidar com essa situação inusitada, resolve embarcar em um romance, que mais parece um triângulo amoroso, que vai mudar sua maneira de ver sua vida.
Na trama, conhecemos a relação de divórcio esquisita entre ex-pombinhos Celine e Jesse que estão se separando mas vão juntos a todos os lugares, fora as brincadeirinhas infantis típico de muitos relacionamentos. Celeste é uma mulher bonita, inteligente que é analista de tendência e possui uma empresa de marketing. Já Jessie é um designer que não gosta muito de trabalhar e adora ficar em casa, abrindo salgadinhos embalados e chorando vendo os ‘Vt’s’ das olimpíadas de Pequim. Com o passar do tempo e com novas pessoas circulando na vida social da dupla, perguntas e muitos conflitos vão começando a se formar. Ao subestimar a relação de anos em que vivia Celeste aos poucos percebe que cometeu um erro e tenta consertá-lo a todo instante. Entre um encontro e outro o espectador fica com um leque aberto de opções para chegar até o desfecho.
Na trama, um fuzileiro naval (Zac Efron) chamado Logan, após alguns incidentes trágicos em batalhas, viaja para casa depois de cumprir seu tempo de serviço no Iraque. Totalmente abalado pelo ocorrido, resolve viajar (a pé, diga-se de passagem) até a cidade onde vive uma mulher desconhecida (Taylor Schilling) que ele acredita ser seu amuleto de sorte durante sua passagem pela guerra. Assim, o protagonista acaba se envolvendo com a moça, o que deixa o ex-marido dela bastante furioso. A revelação da obra do destino mexe com todos, reproduzindo um novo capítulo nessa história.
O longa conta a história de um homem que descobre que foi traído por sua mulher e resolve aceitar os conselhos de um garanhão para se dar bem nas futura investidas românticas, ao mesmo tempo em que tem que lidar com os inúmeros problemas que seu divórcio traz à sua família.
Na trama, conhecemos Satoko (Hiromi Nagasaku) e Kiyokazu (Arata Iura), um apaixonado casal, com ótima condição financeira que vivem seus dias na busca de ampliar sua família. Porém, quando descobrem que um deles é impossibilitado de terem biologicamente um bebê, resolvem procurar uma agência de adoção. Ouvindo relatos de todos os lados, dúvidas, incertezas e as condições para adotar batem o martelo e assim conseguem um recém nascido para adotar. O tempo passa e uma situação acontece: a mãe biológica da criança os procura. Assim embarcamos em uma história com dois lados.
A trama nos mostra um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro. No elenco dois atores que se completam muito bem em cena: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.
Sentidos do Amor
Na trama, uma cientista especialista em epidemias e um chef de cozinha (ambos vivendo na Inglaterra) começam a escrever uma história de amor após os traumas no passado de cada um deles. Porém, como prova dessa união, enfrentarão uma epidemia de escala global: as pessoas estão perdendo, um por um, os sentidos levando todos ao colapso de suas emoções. Será que esse amor é mais forte que tudo?