Intitulado Inside Man, o segundo episódio estreará no dia 29 de setembro.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.
De acordo com o Deadline, Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Callum Kerr (‘One Piece’) foram confirmados no elenco da 6ª temporada de ‘Virgin River‘.
Em caráter recorrente, a dupla interpretará os pais da Mel, Sarah e Everett.
A introdução dos personagens servirá como uma expansão do universo da franquia, que ainda deve contar com seu próprio spin-off – uma pré-sequência que irá explorar a história de origem de seu romance.
Confira as primeiras imagens oficiais:
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.
Andy Serkis recentemente comentou sobre o crescimento do uso da inteligência artificial, descrevendo essa tecnologia emergente e invasiva como “uma forma de mágica que está assustando as pessoas”.
“É realmente uma forma de mágica que está causando inquietação. Até mesmo as maiores empresas de VFX não estão criando obras tão impressionantes quanto indivíduos trabalhando em suas garagens. Essa tecnologia é frequentemente mal compreendida e difamada, assim como muitos temiam que a internet fosse destruir vidas”, disse Serkis ao Deadline.
Ele também destacou que a luta por remuneração justa e a necessidade de clareza sobre os direitos autorais da IA representam desafios significativos.
“Demorou muito para que os atores compreendessem o que significa vestir um traje ou usar maquiagem, e agora temos que lidar com a atuação em trajes especiais, fazendo essencialmente o que já fazemos. Precisamos garantir que haja permissões adequadas para que o trabalho desses artistas possa ser monetizado de forma justa”, acrescentou.
Além disso, o astro revelou que está trabalhando em um novo projeto que utiliza IA, começando com personagens 2D criados com dublagem humana que migram para a realidade aumentada.
“Nesse momento, eles se tornam ‘personagens de IA’ elaborados por artistas e diretores. Esses personagens habitam um universo onde você pode estabelecer relacionamentos diretos com eles”, revelou.
De acordo com o Entertainment Weekly, Kyle Chandler (‘Bloodline’) assinou o contrato para estrelar a série live-action do ‘Lanterna Verde‘ (Lanterns), que está sendo desenvolvida pela HBO.
O ator interpretará Hal Jordan – personagem vivido pelo Ryan Reynolds na criticada adaptação de 2011.
Nos quadrinhos, Hal Jordan é um piloto de teste que se torna o primeiro humano membro da Corporação dos Lanternas, uma organização intergaláctica de seres que protegem o cosmo.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na emissora a cabo e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
Damon Lindelof(‘Watchmen’) e Chris Mundy(‘Ozark’) serão responsáveis por dar vida às histórias dos heróis cósmicos, juntamente com Tom King, quadrinista responsável por vários sucessos da DC, como ‘Gotham City: Ano Um’, ‘Os Bravos e os Destemidos’ e ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, cuja adaptação cinematográfica também está sendo escrita por ele.
No Instagram, James Gunn declarou: “Sim, é verdade. A série Lanterns do DCU está montando uma equipe de roteiristas de primeira linha, baseada em um excelente roteiro piloto e guia criados por Chris Mundy, Tom King e Damon Lindelof. Uma calorosa recepção a Chris e Damon Lindelof, que se juntam à família DC Studios (nenhuma recepção necessária para o veterano Tom King, que está conosco quase desde o início)”.
Além disso, Nathan Fillion (‘Castle’) vai reprisar seu papel como Guy Gardner na série após sua introdução em ‘Superman‘.
Em relação à trama, James Gunn já havia comentado que “esta é a história de dois Lanternas Verdes, John Stewart e Hal Jordan. Temos alguns outros Lanternas espalhados por lá, mas é realmente um programa de TV terrestre que é quase como ‘True Detective’, com alguns Lanternas Verdes que são policiais espaciais vigiando o setor da Terra, o que eventualmente leva a uma história maior no DCU.”
Descrito como um filme de vampiro, o longa ambienta-se nos anos 30 e contará com a direção de Ryan Coogler, com Jordan interpretando irmãos gêmeos.
De acordo com o ComicBookMovie, o informante Daniel Richtman revelou detalhes do projeto, confirmando que a informação sobre os gêmeos estava correta.
“Tentando deixar suas vidas problemáticas para trás, os irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar, apenas para descobrir que um mal ainda maior os espera de braços abertos”, diz a sinopse que circula.
O longa produzido pela Warner Bros será lançado nos cinemas em 07 de março de 2025.
O anúncio também confirma que Coogler atuará como roteirista e diretor, além de produzir ao lado de Zinzi Coogler e Sev Ohanian.
O compositor duas vezes vencedor do Oscar,Ludwig Göransson, que compôs a trilha sonora de todos os quatro filmes anteriores de Coogler, será o produtor executivo do novo filme ao lado de Rebecca ChoeWill Greenfield.
Orçado em torno de US$ 90 milhões, o filme promete muito terror e ação.
O universo ‘Batman’, de Matt Reeves, continua em significativa expansão – incluindo um segundo capítulo do longa-metragem com Robert Pattinson já confirmado.
Agora, em entrevista ao Swosha, o realizador foi questionado sobre quais antagonistas irão aparecer na sequência – e se os fãs irão ver o icônico grupo conhecido como Corte das Corujas aparecendo na narrativa.
“Não podemos comentar sobre o filme, porque o estamos fazendo – e aí você saber que tipo de filme estamos fazendo e não falaremos sobre, ainda”, ele afirmou.
Para aqueles que não conhecem, a Corte das Corujas é uma sociedade secreta e aristocrática que existe há séculos – nutrindo de imensos poder e influência na arquitetura e na história de Gotham City. O grupo apareceu pela primeira vez em Batman (Volume 2) #1, tendo sido criado pelo roteirista Scott Snyder e pelo artista Greg Capullo.
Vale lembrar que a produção mais recente do universo ‘Batman’ é a série ‘Pinguim’, estrelada por Colin Farrell e que já está disponível na Max.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
De acordo com o Deadline, a MGM+ anunciou onze novos membros ao elenco da adaptação de ‘O Instituto‘, série baseada no livro homônimo de Stephen King.
As informações indicam que Joe Freeman, Fionn Laird, Hannah Gallway, Julian Richings, Robert Joy, Viggo Hanvelt, Arlen So, Birva Pandya, Dan Bierne, Martin Roach e Jane Luk farão parte da produção.
Quando Luke Ellis, um gênio de 12 anos, é sequestrado, ele acorda no Instituto, uma instalação cheia de crianças que chegaram lá da mesma maneira que ele e que possuem habilidades incomuns. Em uma cidade próxima, o assombrado ex-policial Tim Jamieson (Ben Barnes) veio em busca de começar uma nova vida, mas a paz e a tranquilidade não irá durar, uma vez que sua história e a de Luke estão destinadas a colidir.
A MGM+Studios encomendou oito episódios para a primeira temporada.
Em declaração, King disse: “Estou ansioso e animado com o futuro da adaptação de ‘O Instituto’. A combinação dos talentos de Jack Bender e Ben Cavell irá garantir que o resultado desta série será fenomenal.”
A produção tem estreia marcada para o dia 25 de setembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.
Inspirada no premiado documentário de mesmo nome, ‘Família da Meia-Noite’ acompanha Marigaby Tamayo (Renata Vaca), uma ambiciosa e talentosa estudante de medicina durante o dia, que passa suas noites salvando vidas na ampla, cheia de contrastes e fascinante Cidade do México a bordo de uma ambulância pertencente à sua família. Junto com seu pai Ramón (Joaquín Cosío) e seus irmãos Marcus (Diego Calva) e Julito (Sergio Bautista), Marigaby atende milhões de pessoas, enfrentando emergências médicas extremas para ganhar a vida.
Relembre o trailer:
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Natalia Beristáin (‘The Mosquito Coast’) entra como showrunner e diretora dos dez episódios.
O longa chega aos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.
Confira:
O filme é escrito e dirigido por Christopher Honoré.
Na trama, Kircher interpreta o jovem Lucas, que está no último ano de internato quando recebe uma notícia devastadora de sua mãe (Binoche): seu pai morreu em um acidente. Com o mundo desmoronando ao seu redor, Lucas busca apoio em seu meio-irmão, Quentin (Vincent Lacoste), que vem de Paris para o funeral. Quentin então lhe propõe passar uma semana em sua casa na capital francesa. Lucas aceita o convite e embarca em uma jornada de autoconhecimento, amor e esperança.
Lembrando que Kircher conquistou o César de Melhor Ator Principal e o prêmio de Melhor Ator Emergente no Festival de Veneza por seu trabalho no filme.
De acordo com o Deadline, Tamara Smart (‘Resident Evil: A Série’) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘.
Em caráter recorrente, a atriz interpretará a Thalia Grace, filha de Zeus.
“Thalia Grace é uma das personagens mais importantes do universo de Percy Jackson, então era crucial escolher a pessoa certa para o papel. Thalia é uma guerreira poderosa, uma amiga leal e uma demigod rebelde com atitude,” declarou o autor Rick Riordan em um comunicado oficial. “Quando vimos a Tamara Smart incorporar este papel, sabíamos que tínhamos encontrado a filha de Zeus. Ela é, e me perdoem o trocadilho, elétrica.”
Vale lembrar que o próximo ciclo também irá introduzir Daniel Diemer (‘Você Nem Imagina’) como o ciclope Tyson, meio irmão do Percy.
O canal Comedy Central finalmente divulgou o trailer da série animada ‘Everybody Still Hates Chris‘ (Todo Mundo Ainda Odeia o Chris, em tradução livre).
Reboot do seriado clássico ‘Todo Mundo Odeia o Chris‘, a produção estreará oficialmente no dia 25 de setembro.
Assista:
Chris Rock retornará como o narrador da produção, que “contará histórias inspiradas em suas experiências enquanto crescia como um nerd magrelo no Brooklyn, durante o final dos anos 80”.
“Chris Rock é um dos comediantes mais talentosos de todos os tempos e estamos animados em trabalhar com ele, 3 Arts e CBS Studios para trazer esse projeto à vida e dar boas-vindas ao nosso novo sucesso em nosso catálogo de animação adulta,” declarou Chris McCarthy, presidente da Paramount Media Networks & MTV Entertainment Studios.
Rock também servirá como produtor executivo ao lado do showrunner Sanjay Shah, Ali LeRoi, Michael Rotenberg e Dave Becky.
A série original rendeu quatro temporadas, que foram exibidas entre 2005 e 2009, pela UPN e CW. A produção foi estrelada por Tyler James Williams, Terry Crews, Tichina Arnold, Tequan Richmond, Imani Hakim e Vincent Martella.
Recentemente, a Globo comprou os direitos de exibição das quatro temporadas para o catálogo da Globo Play. Na TV aberta, a série continua sendo exibida pela Record.
‘Ainda Estou Aqui’, o aclamado longa-metragem nacional com Fernanda Torres e Selton Mello, teve sua data de estreia divulgada pela Sony Pictures.
O filme chega aos cinemas dia 7 de Novembro.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
A Academia Brasileira de Cinema escolheu a produção para concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional na 97ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar®️ 2025.
‘Ainda Estou Aqui‘ disputou com outras 11 produções, inscritas e habilitadas a concorrer à vaga e, na semana passada, passou para o segundo turno com outros cinco títulos: “Cidade Campo”, de Juliana Rojas; “Levante”, de Lillah Halla; “Motel Destino”, de Karim Aïnouz; “Saudade Fez Morada Aqui Dentro”, de Haroldo Borges; e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião.
“Estou orgulhosa de presidir essa comissão, que foi unânime na escolha desse grande filme sobre memória, um retrato emocionante de uma família sob a ditadura militar. ‘Ainda Estou Aqui’ é uma obra-prima, sobre o olhar de uma mulher, Eunice Paiva, e com atuações sublimes das duas Fernandas. Esse é um momento histórico para nosso cinema. Não tenho dúvida que esse filme tem grandes chances de colocar o Brasil de novo entre os melhores do mundo. Nós, da indústria do audiovisual brasileiro, merecemos isso”, disse Bárbara Paz, presidente da Comissão de Seleção.
Exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián, selecionado para o Festival de Nova York, e vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, o filme conta com Fernanda Torres, Fernanda Montenegro e Selton Mello no elenco principal.
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Vale lembrar que o longa irá estrear na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
O festival acontece de 17 a 30 de outubro, em São Paulo.
O filme recebeu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 avaliações.
Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável de Salles e de Torres.
Confira os comentários:
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O ator reprisará o seu papel como Ray Bronson, protagonista dos dois primeiros filmes.
Além disso, Jennifer Love Hewitt (‘The Client List’) segue em negociações ativas para retornar como a sobrevivente Julie James.
O elenco do novo filme contará com Sarah Pidgeon (The Wilds), Madelyn Cline (Outer Banks), Tyriq Withers (Atlanta) e Jonah Hauer-King (A Pequena Sereia).
O terror estreará nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.
Anteriormente, Hewitt havia revelado uma condição para reprisar o seu papel no novo filme:
“Eu não interpreto a Julie James morta. Eu já havia dito isso quando tinha 18 anos, e digo novamente aos 45 anos. Não irá acontecer.”
“Acho que o próximo filme deveria ser intitulado ‘Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram Naquele Verão’. Só posso dizer que o novo filme está em desenvolvimento. Eu já tive algumas discussões sobre isso no telefone, mas é muito legal ver que as pessoas estão animadas com a possibilidade do meu retorno. Se tudo der certo, eu não sei como vou me sentir; provavelmente sobrecarregada e grata.”
Ela completa, “Honestamente, estou aterrorizada porque já faz 26 anos [desde o filme original]. Há poder em estar mais velha. Depois de ter três filhos, tenho a sensação de que posso fazer qualquer coisa atualmente. A vulnerabilidade da Julie James, presente nos dois primeiros filmes, definitivamente não existe mais. Estou animada em mostrar uma versão mais madura da personagem.”
Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick (‘M.F.A.’).
Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.
‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.
Produzido pela Prime Video, o filme se passa em um Rio de Janeiro distópico, onde a corrida de bichos se torna um grande espetáculo de entretenimento. Neste momento, a produção está em fase de pós-produção.
“Estamos muito animados para iniciar as filmagens de Corrida dos Bichos. O filme está repleto de efeitos visuais incríveis, cenas de ação intensas e um elenco repleto de estrelas, com talentos brasileiros de renome mundial. O público vai se surpreender ao ver um futuro distópico imaginado no Rio de Janeiro. Essa produção continuará a destacar o poderoso talento que o Brasil tem a oferecer ao mundo”, diz Javiera Balmaceda, chefe de Originais para a América Latina, Canadá, Austrália e Nova Zelândia do Amazon MGM Studios.
Dungey interpretará a juíza Regina Turner, enquanto Moriyon será um personagem chamado Eddie Rojas. Pirruccello será William Forsythe e Anthony-Rodriguez será Adam Suarez.
Além dos novos membros do elenco, ‘O Poder e a Lei’ está trazendo alguns rostos familiares de volta para a nova temporada. As estrelas Becki Newton, Jazz Raycole, Angus SampsoneYaya DaCosta estão prontas para retornar aos seus papéis e permanecer como parte do elenco principal.
Neve Campbell, sem dúvida o nome mais notável na lista de convocações, terá um papel muito menor na 3ª temporada, aparecendo apenas de forma recorrente.
Os novos episódios vão adaptar ‘The Gods of Guilt’, o 5º livro da série de romances intitulados ‘The Lincoln Lawyer‘, escritos por Michael Connelly.
Criada por David E. Kelley, a série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei‘, de Connelly.
A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.
O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, acaba de ganhar seu trailer, cartaz e a data oficial de estreia.
No Brasil, o longa será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro de 2025.
“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.
Em entrevista à Empire, o diretor Leigh Whannell, conhecido por seu trabalho em ‘O Homem Invisível’, revelou detalhes sobre seu mais novo projeto: ‘O Lobisomem’. Além de compartilhar uma imagem inédita do filme, Whannell discutiu sua abordagem única para essa clássica criatura da mitologia.
“Upgrade: Atualização era mais focado em ação e ficção científica”, explicou Whannell. “Já com ‘O Homem Invisível’, ‘me inspirei em thrillers psicológicos. Agora, com ‘O Lobisomem’, busco uma experiência puramente aterrorizante”.
O diretor vê esta nova adaptação como uma oportunidade de reinventar o gênero, assim como fez com ‘O Homem Invisível’. “Não quero criar uma versão nostálgica ou retrô do lobisomem. Quero que o público saia do cinema pensando: ‘Nunca vi um filme de lobisomem como esse antes'”, afirma Whannell.
Para alcançar esse objetivo, Whannell realizou uma pesquisa aprofundada sobre as adaptações anteriores do lobisomem. “Listei tudo o que já havia sido feito e me concentrei em criar algo completamente original”, revelou.
No centro da trama, está Christopher Abbott, que interpreta Blake, um homem que retorna à sua cidade natal na floresta de Oregon. Após um ataque misterioso, Blake começa a se transformar em uma criatura monstruosa, colocando em risco a vida de sua esposa Charlotte (Julia Garner) e de sua filha Ginger (Matilda Firth).
O visual do monstro, interpretado por Christopher Abbott (‘Pobres Criaturas’), foi revelado durante o Halloween Horror Nights da Universal e dividiu opiniões dos fãs.
Além de Christopher Abbott, o elenco conta com a presença de Julia Garner (‘Ozark’). A trama, que parece seguir a linha de mãe e filha contra pai, promete uma história de terror familiar com elementos sobrenaturais.
‘A Noiva Cadáver’ é uma das animações mais conhecidas pelo público infanto-juvenil e até mesmo pela audiência que cresceu acompanhando as obras de Tim Burton. Além de conversar em diversos âmbitos através de uma narrativa mirabolante e que traz inúmeras referências à sutileza e à ambiguidade dos clássicos contos de fada, o filme marca um retorno do cineasta para sua zona de conforto sem se valer das saídas formulaicas e podendo explorar o bizarro em sua forma mais pura, até mesmo valendo-se de algumas inclinações para o caricato.
Primeiramente, devo dizer que qualquer stop-motion merece uma visita, ainda que o resultado não seja satisfatório o suficiente. Entretanto, nesse longa-metragem, tudo é trilhado por um caminho eximiamente bem construído que preza por uma fluidez cênica aplaudível. Todos os personagens são dotados de movimentos teatrais e burlescos que conversam com características próprias da commedia dell’arte, até mesmo em suas representações faciais. Desse modo, espere encontrar inúmeros estereótipos colocados um ao lado do outro e que, dentro do mórbido escopo idealizado tanto por Burton quanto pelo co-diretor Mike Johnson, são aproveitados ao máximo dentro de uma atmosfera tragicômica incrível. As concepções estéticas resgatam também homenagens à distorção de ‘O Estranho Mundo de Jack’, seja pelas construções corporais exageradas – muito magras e altas ou muito gordas e baixas -, seja pelos movimentos floreados.
E além de tudo isso, essa é uma narrativa bem diferente de todas as outras por inclinar-se às vertentes musicais; essa fábula vitoriana gira em torno do jovem e descuidado Victor Van Dort (Johnny Depp, marcando mais uma colaboração com o cineasta), que tenta portar-se como um cavalheiro à medida em que seu casamento arranjado com a pálida e assustada Victoria Everglot (Emily Watson) para que as duas família finalmente encontrem um pouco de estabilidade financeira em meio à crescente crise da Inglaterra. De forma quase imperceptível, o pano de fundo é colocado como base para a construção das múltiplas subtramas, incluindo a tendência amalgamada entre teocentrismo e capitalismo, a subjugação à santidade do matrimônio e o conservadorismos dos valores tradicionalistas das famílias nobres.
Esse conflito ideológico é muito visto entre os pais do futuro casal, os quais abrem o filme em uma incrível sequência com a música “According to Plan”: vemos a diferença entre ambos os núcleos, um otimista, acompanhado por uma animação melancólica do órgão, e o outro pautado no pessimismo claro, refutado tanto por suas expressões de desgosto quanto pela construção sonora que preza pelos tons mais graves. De qualquer forma, esses dois grupos extremamente distintos almejam pela mesma coisa – e já podemos imaginar que esse desejo nunca será concretizado pela atmosfera que os circunda: a construção do pequeno vilarejo é tomado por uma paleta monocromática neutra, pendendo para o frio, e que funciona como um receptáculo carcereiro para seus habitantes, os quais permanecem em uma inquebrantável rotina.
Tal ciclo é reafirmado também nos momentos iniciais, em que a câmera habilmente desliza pela tela nos apresentando a diversos tipos sociais – o magnata, o peixeiro, o vendedor – em movimentos repetitivos que seguem o tique-taque de um relógio de fundo, colocado como estratégia metadiegética que se mantém pelos breves oitenta minutos de exposição, ainda que não o tempo todo.
As coisas começam a desandar com o fracasso do ensaio de casamento, que culmina na entrada do principal antagonista da trama, o charmoso e charlatão Lorde Barkis Bittern (Richard E. Grant), que logo de cara dá a entender ser um dos obstáculos para a conquista do final feliz de cada figura. Após ser duramente criticado pelo Pastor Galswells (Christopher Lee), Victor aventura-se pelas sombrias e enevoadas florestas que circundam o vilarejo para treinar seus votos, acidentalmente fazendo o pedido para o corpo semienterrado de uma cadáver, a qual levanta de seu túmulo para levá-lo ao mundo dos mortos.
Helena Bonham Carter retorna para sua terceira colaboração com Burton, seguindo um padrão de afinidade que também se repete com Depp, dando vida a uma trágica noiva desiludida que foi assassinada enquanto esperava seu amor verdadeiro à sombra de um carvalho para fugirem. Ela finalmente parece ter encontrado a sua paz quando Victor a pede em casamento, iludindo-se ao extremo e levando-o para o mundo dos mortos, cuja construção é muito mais vívida que o dos vivos, ironicamente. Além das estruturas distorcidas e irreverentes e de uma composição que preza pelo uso profuso de inúmeras cores complementares. Até mesmo os personagens não seguem o mesmo padrão, sendo caracterizados das mais diversas formas até encontrarem uma “estabilidade instável” em suas próprias completudes. É exatamente isso o que os torna envolventes e únicos, muito mais que a inexpressividade acinzentada dos vivos.
A noiva, intitulada Emily, tem o seu arco já finalizado desde o começo, não havendo muito espaço para amadurecimento, mas sim para respaldar a compreensão de Victor em relação ao que aconteceu. Ele tenta de diversas formas retornar para sua antiga vida através de indetectáveis mentiras e consegue eventualmente avisar Victoria do que está acontecendo. A partir daí, entramos em uma montagem paralela que fornece complexidade para os personagens e que trilham caminhos diferentes até encontrarem um ponto em comum, no qual os três protagonistas se veem cara a cara, enfrentando a grande revelação do meio do terceiro ato que envolve a real identidade de Lorde Barkis.
Talvez o grande problema da animação seja sua duração: os eventos do segundo ato correm em uma velocidade desnecessária, e nem mesmo a belíssima rendição de “Remains of the Day” por Danny Elfman como o esqueleto dançarino Bonejangles consegue ofuscar esse frenesi narrativo. O longa em si passa em um piscar de olhos, mas Burton e Johnson poderiam ter se estendido um pouco mais sem perder o ritmo para suprimir uma necessidade além de básica por parte do público, o qual acaba desfrutando apenas da superfície da história. A chegada do último bloco realmente consegue retomar as rédeas e traz comédia, drama e ação em um mesmo ambiente, mas não deixamos de nos sentir um pouco incomodados com o gostinho de “quero mais”.
‘A Noiva Cadáver’ é um filme extremamente envolvente que poderia ter usado e abusado de sua potencialidade ao máximo. Mas não podemos tirar o crédito de seus realizadores, visto que eles entregam uma iteração incrível às animações, criando ambientes mórbidos e perscrutados com o melhor da tragicomédia, além de utilizarem-se muito bem das técnicas em stop-motion para garantir fluidez e animosidade através do encontro de dois mundos totalmente distintos.
Damon Lindelof e Carlton Cuse, produtores executivos da série ‘LOST‘, foram acusados de manter uma cultura de toxicidade por trás das câmeras.
Escrito por Maureen Ryan, o livro traz entrevistas com diversas pessoas envolvidas com o seriado clássico da ABC. As declarações, que incluem depoimentos da roteirista Monica Owusu-Breen, expõem um clima pesado de bullying e comentários inapropriados sobre raça.
“Eu só queria escrever bons episódios nesta série incrível, mas era impossível realizar essa tarefa com aquela equipe. Não havia como lidar com aquela situação. Parte disso envolvia o fato de que eles não gostavam dos seus personagens não caucasianos. Quando você precisa chorar por uma hora antes de chegar em casa para ver os seus filhos, você não tem condições de escrever nada bom,” declarou Owusu-Breen.
Ao responder as acusações de bullying e racismo, Lindelof comentou:
“Em minha inexperiência como chefe, eu falhei em meu papel como alguém que deveria comandar um clima criativo e fornecer segurança e conforto dentro deste processo.”
Além disso, Harold Perrineau, que interpretou o Michael Dawson, também revelou ter pedido para sair da série durante a segunda temporada após expressar preocupação sobre o arco narrativo do seu personagem. O ator ficou particularmente chateado pelo seu personagem não parecer se importar com o paradeiro de seu filho, que havia sido raptado pelos Outros:
“Eu não podia ser mais uma pessoa que não se importa com crianças pretas desaparecidas, mesmo no contexto de uma ficção. Essa história apenas fortalecia a narrativa de que ninguém se importa com crianças pretas, nem mesmo os seus pais.”
‘Lost‘ foi criada por Damon LindelofeJ.J. Abrams, e revolucionou as produções de TV do gênero de aventura e ficção científica.
Na trama, um avião cai em uma ilha deserta e um grupo de passageiros precisa lutar para sobreviver na inóspita região. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox) e pelo misterioso John Locke (Terry O’Quinn), eles irão descobrir que o local esconde perigosos segredos.
A atração chegou ao fim em 2010, com 118 episódios.
No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo. Hoje, está na Netflix.