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Muito Barulho Por Nada

DE HERÓIS DA MARVEL A SHAKESPEARE

Quando achamos que nada mais de inusitado irá nos surpreender na sétima arte… . Primeiro, o destruidor de mundos, Roland Emmerich (“Independence Day” e “2012”) faz Shakespeare, ou melhor, uma obra fictícia baseada na conspiração que afirma que o bardo não é o verdadeiro autor de seus textos, e sim um nobre da corte inglesa, no suspense de época, “Anônimos”. Agora, Joss Whedon, midas da Marvel e diretor de “Os Vingadores”, que ano passado dilacerou o coração de Nova York com uma invasão alienígena de proporções épicas, resolve também fazer Shakespeare.

Dessa vez de verdade, ao adaptar um de seus contos mais populares (e um dos melhores em minha opinião) com “Muito Barulho por Nada”. Só não me digam que o próximo trabalho de Michael Bay será “Othelo”… . Brincadeira à parte, “Muito Barulho por Nada” é justamente o projeto que Whedon escolheu para seguir sua superprodução multimilionária. Toda em preto e branco, e falada na linguagem arcaica do bardo, essa é uma obra extremamente artística.

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Talvez por uma questão de ego, talvez para mostrar que pode e que é um cineasta acima de um diretor de blockbusters, Whedon tenha se disposto a encarar a difícil tarefa de adaptar o maior autor de todos os tempos. E ele mostrou que pode e consegue, ao mesmo tempo sem demonstrar prepotência ou pretensão demais (será que isso é possível?). Whedon respeita o texto original, seus personagens e suas motivações.

O que faz é trazer tudo para a época contemporânea, e criar um elo com o público frisando o humor da obra. O diretor consegue alcançar o sucesso na missão mais difícil do projeto, criar identificação com o público moderno, ao revelar que os temas de Shakespeare são eternos, e mais atuais impossíveis.

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Na trama, durante uma festa na casa do rico Leonato, papel de Clark Gregg (o agente Coulson de “Os Vingadores”), seu amigo Claudio (papel de Fran Kranz, de “O Segredo da Cabana”) se apaixona perdidamente por sua sobrinha, Hero (Jillian Morgese), que lhe corresponde o sentimento. No dia seguinte o casamento está pronto, mas o invejoso Don John (Sean Maher) tem outros planos por achar que a jovem não é digna de seu amigo.

Então, o vilão arma uma grande difamação, e suja o nome da moça. Ao mesmo tempo, os personagens mais interessantes da obra, os independentes, desapegados e egocêntricos Benedick (Alexis Denisof, um clone jovem do comediante Will Ferrell) e Beatrice (Amy Acker), lados opostos da mesma moeda, caem numa armadilha criada por seus amigos para fazer-lhes apaixonar um pelo outro. Para os não familiarizados com o texto do maior escritor de todos os tempos, essa é uma ótima oportunidade de ingressar no universo do bardo.

Uma versão moderna, com direito a imagens de celulares aderidas à trama, que impulsionam a narrativa, e músicas providas por ipods, contextualizando (dentro do possível) uma ideia universal de forma acessível para os jovens. Pelo elenco podemos ver que Whedon não utilizou grandes nomes, mas foi fiel ao dar grande chance para atores de todos os seus trabalhos.

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São coadjuvantes secundários de “Os Vingadores”, “Cabana do Inferno”, e “Serenity” (só faltou mesmo a presença de Sarah Michelle Gellar, estrela de “Buffy“). Por outro lado, justamente por não serem o time A de Hollywood (bem, digamos, nem mesmo o time C), os atores deixam um pouco a desejar.

Ao recitarem as icônicas frases, nunca sentimos um real envolvimento, ou incorporação, e a sensação é sempre a de atores decorando o texto, e se comportando de forma não condizente com as palavras. Talvez esse tenha sido o objetivo de Whedon, afinal em variados momentos, atores forçam o ridículo a fim de arrancarem gargalhadas.

O humor em variadas cenas é escrachado. E em determinado momento, quando dois policiais prendem os culpados pela trama sinistra, um deles olha para o outro ao recitar seu texto, como se dissesse, “é sério que temos que falar dessa forma?”. Pode ser considerada uma homenagem, mas talvez o que Whedon tenha feito é tirado um sarro com o pomposo mundo dos intelectuais.

RED 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos

(Red 2)

 

Elenco:

Bruce Willis, Anthony Hopkins, Morgan Freeman, John Malkovich, Helen Mirren, Catherine Zeta-Jones, Lee Byung-hun, Jong Kun Lee, Anthony Hopkins, Neal McDonough, David Thewlis, Brian Cox.

Direção: Dean Parisot

Gênero: Comédia de Ação

Duração: 116 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 84 milhões

Estreia: 2 de Agosto de 2013

Sinopse:

Em ‘R.E.D. 2 – Aposentados e Mais Perigosos‘, Frank Moses (Bruce Willis), agente aposentado da CIA, reúne seu time para uma busca global por um dispositivo nuclear desaparecido. Para ter sucesso em sua missão, eles precisarão sobreviver a um exército de assassinos, terroristas e oficiais do governo, todos buscando a próxima geração de armas. A missão leva o grupo a Paris, Londres e Moscou, sempre contando com seu estilo “velha guarda” para salvar o mundo e pra se manterem vivos.

Curiosidades:

» Anthony Hopkins (‘Hitchcock’) será um cientista brilhante, porém internado em um hospício.

» Dean Parisot, que tem no currículo ‘Heróis Fora de Órbita‘ e ‘As Loucuras de Dick e Jane’, dirige.

» Baseado na cultuada Graphic Novel da DC Comics, RED – Aposentados e Perigosos, de Warren Ellis e Cully Hamner.

» Jon e Erich Hoeber roteirizam. A dupla roteirizou o primeiro filme, além de ‘Terror na Antártida‘, com Kate Beckinsale.

» ‘Red – Aposentados e Perigosos‘ foi a segunda maior bilheteria da Summit em 2010, atrás da ‘Saga Crepúsculo‘. O filme arrecadou US$ 200 milhões em todo o mundo e foi nomeado pelo Globo de Ouro de ‘Melhor Filme – Comédia ou Musical’.

 

Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos

A PIADA FICA MENOS ENGRAÇADA NA SEGUNDA VEZ

Realmente precisávamos de um “Red 2”? O primeiro “Red – Aposentados e Perigosos”, lançado em 2010, rendeu para o estúdio Summit Entertainment $200 milhões ao redor do mundo, tendo como orçamento menos de $60 milhões. Essa é uma produção de porte médio em Hollywood, que podemos afirmar ser bem sucedida. Obviamente numa indústria de exageros, qualquer chance de mínimo lucro será tentada, e lá se vai nosso dinheiro.

Baseado em quadrinhos da DC Comics (alguns dos únicos que conseguem emplacar, ao lado de Batman e Superman), o filme original mostrava um grupo de ex-agentes da CIA sendo caçados por uma missão da década de 1980, agora em sua aposentadoria. Bruce Willis, Morgan Freeman, Helen Mirren e John Malkovich, até tiravam certa graça de situações, onde o mote era ver veteranos da terceira idade realizando tarefas altamente precisas, melhor do que rivais com metade de suas idades.

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No mesmo ano era lançado “Os Mercenários”, com Stallone encabeçando, que seria a produção mais comparável. Mas se por um lado o foco da trupe de Stallone era a ação exagerada e a vontade de ainda exalar testosterona para as crias dos anos 1980, “Red” se preocupava em trazer atores melhores e com o status do Oscar (o que por um lado pode ser mais divertido para algumas pessoas), e focar no humor ao invés da violência.

Em “Red 2 – Aposentados e Ainda Mais Perigosos” temos as voltas de Bruce Willis e Mary Louise Parker (em alta novamente após a série “Weeds”), que estão casados e curtindo a vida simples a dois. Ou pelo menos Willis está, já que Parker deseja acima de tudo um pouco de adrenalina em sua vida. Seu pedido é atendido com a chegada do amalucado Marvin, papel de John Malkovich. A história é o que menos importa aqui, essa é uma produção extremamente genérica e rotineira.

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É o tipo de filme que entretém enquanto estamos assistindo, consegue emplacar a maioria de suas piadas, e as cenas de ação não são de todo ruim. O problema é que a produção não é nem um pouco memorável, e será um desafio para qualquer um conseguir lembrar uma cena sequer no dia seguinte da exibição.

Em poucos minutos, o trio vivido por Willis, Malkovich e Parker, está sendo caçado por novos agentes da CIA, liderados por Neal McDonough (“Capitão América”).  Ele contrata os serviços do melhor assassino do mundo, papel de Lee Byung-hun (o Storm Shadow de “G.I. Joe”), para eliminar Willis, um antigo desafeto. Porém, nem ao menos boas cenas exibindo os talentos marciais de Byung-hun temos no filme, já que as cenas confeccionadas pelo diretor Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”, 1999) não conseguem empolgar nem o maior entusiasta de filmes de luta.

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Junte à mistura, o cientista louco vivido por Anthony Hopkins, que precisa ser resgatado pelos heróis, uma bomba química inventada por ele, viagens por Londres, Paris e Rússia, uma antiga namorada de Willis interpretada por Catherine Zeta-Jones (no papel de uma russa sem sotaque), e os retornos dos personagens de Helen Mirren e Brian Cox. Mais uma vez, “Red 2” não é um filme ruim, dependendo de sua definição.

É simplesmente um filme que não precisava existir, por não acrescentar nada a uma fórmula já muito gasta. Fica difícil explicar para qualquer um sobre o que é o filme. Bom, mas vou tentar: é sobre cenas de ação impossíveis e piadas, em sua maioria inocentes. É um filme preguiçoso, que escolhe o caminho fácil do seguro.

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Com todos esses “elogios”, digo ainda que consegue ser melhor do que o outro grande filme de Willis no ano, “Duro de Matar – Um Bom Dia para Morrer”, simplesmente pelo fato de que John McClane já foi grande uma vez.

Ps. A melhor tirada do filme é com Helen Mirren num manicômio, referência que os mais novos talvez não peguem.

Mama

(Mama)

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Elenco:
Jessica Chastain, Nikolaj Coster-Waldau, Daniel Kash, Isabelle
Nélisse, Jane Moffat, Javier Botet, Jayden Greig, Julia
Chantrey, Kevin Kirkham, Maya Dawe, Megan Charpentier, Morgan
McGarry.

Direção:
Andres Muschietti

Gênero:
Terror

Duração:
100 min.

Distribuidora:
Paramount Pictures

Orçamento:
US$ 15 milhões

Estreia:
5 de Abril de 2013

Sinopse:
Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas,
as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante
cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas,
até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como
sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau)
e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam
dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem
que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com
uma entidade invisível, que chamam de “Mama”.
Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou
se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na
casa.

Curiosidades:

» Produzido por Guillermo Del Toro.

» Baseado no curta espanhol ‘Mamá‘, de Andres Muschietti.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

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Cartaz de ‘Caminhando com Dinossauros 3D’

A Fox Film divulgou o cartaz de ‘Caminhando com Dinossauros – O Filme‘ (Walking with Dinosaurs), baseado no megassucesso da TV (BBC).

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Eles desapareceram há mais de 60 milhões de anos, mas ainda exercem enorme curiosidade.  ‘Caminhando com Dinossauros – O Filme‘ ‘ acompanha a trajetória um simples dinossauro luta para se tornar um herói para a posteridade.

Os espectadores vão sentir e viver a era em que os dinossauros comandavam a Terra, no documentário filmado em 3D.

A estreia no Brasil é prevista para Janeiro de 2014.

42 – A História de uma Lenda

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Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros.

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Direto em DVD – Agosto de 2013

Sinopse: 42 conta a história de dois homens – o grande Jackie Robinson e o lendário Branch Rickey, do Brooklyn Dodgers – cuja valente posição contra o preconceito mudou para sempre o mundo, começando pelos jogos de beisebol. Em 1946, Branch Rickey (Harrison Ford) se posicionou à frente da história quando colocou Jackie Robinson (Chadwick Boseman) na equipe, quebrando a linha racial da Liga Principal de Beisebol. Mas isso também colocou Robinson e Rickey na linha de fogo do público, da imprensa e, até mesmo, dos outros jogadores. Enfrentando o racismo desmedido de todos os lados, Robinson foi forçado a demonstrar tremenda coragem e autocontrole ao não reagir da mesma forma, sabendo que qualquer incidente poderia destruir suas esperanças e as de Rickey. Em vez disso, o número 42 deixou o seu talento no campo falar por si, e acabou conquistando os fãs e seus companheiros de equipe, silenciando os críticos e abrindo o caminho para que outros seguissem.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Somos Tão Jovens

(Somos Tão Jovens)

Elenco:
Thiago Mendonça, Sandra Corveloni, Marcos Breda, Laila Zaid, Bianca Comparato, Olívia Torres.

Direção:
Marcos Bernstein

Gênero:
Drama

Duração:
104 min.

Distribuidora:
Imagem Filmes

Estreia:
3 de Maio de 2013

Sinopse:
Somos tão Jovens‘ conta a emocionante e desafiadora história da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo, revelando como um rapaz de Brasília, no final da ditadura, criou canções como ‘Que País é Este’, ‘Música Urbana’, ‘Geração Coca-Cola’, ‘Eduardo e Mônica’ e ‘Faroeste Caboclo’, verdadeiros hinos da juventude urbana dos anos 80 que continuam a ser cultuadas geração após geração por uma crescente legião de jovens fãs.

Curiosidades:

» Somos tão Jovens é dirigido e produzido por Antonio Carlos da Fontoura (Gatão de Meia Idade) e o roteiro é assinado por Marcos Bernstein (Chico Xavier, Central do Brasil e Zuzu Angel).

» Como em todas as cenas musicais do filme, a captação de som do show é original. O público poderá ver Thiago e os atores cantando e tocando no palco num registro ao vivo, que reproduz o clima dos shows da época.

» A direção musical é de Carlos Trilha, que participou da banda de apoio da Legião e arranjou e produziu dois CDs solo de Renato Russo, “The Stonewall Celebration Concert” e “Equilíbrio Distante”. Foram muitos meses de preparação para que Thiago cantasse e tocasse as músicas do longa em performances ao vivo.

» Além de aulas de canto e violão, o ator teve a oportunidade de conhecer o cantor através dos olhos de pessoas muito próximas a ele, como o próprio Trilha. Dirigido por Antonio Carlos da FontouraThiago Mendonça encarna o líder dos legionários em desempenho que impressiona pela semelhança.

 

Cine Agenda:

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Perigo por Encomenda

(Premium Rush)

 

Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Michael Shannon, Jamie Chung, Dania Ramirez, Aaron Tveit, Aasif Mandvi, Lauren Ashley Carter, Nick Damici.

Direção: David Koepp

Gênero: Ação

Duração: 91 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Direto em DVD – Agosto de 2013

Sinopse: Perigo por Encomenda‘ acompanha um entregador de correspondência de Nova York que fica responsável pela entrega de uma carta com conteúdo revelador, o que faz com que ele seja perseguido por um policial corrupto que está desesperado para conseguir o perigoso material.

Curiosidades:
» Gordon-Levitt sofreu um acidente no set, quando pedalava de bicicleta muito rápido e atingiu a traseira de um táxi. O impacto fez ele cortar seu braço e levar 31 pontos.


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O Dobro ou Nada

(Lay the Favorite)

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Elenco: Rebecca Hall, Bruce Willis, Catherine Zeta-Jones, Vince Vaughn, Joshua Jackson, Laura Prepon, Frank Grillo, Joel Murray, Corbin Bernsen, John Carroll Lynch.

Direção: Stephen Frears

Gênero: Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 22 de Fevereiro de 2013

Sinopse: Baseado no livro de memórias de Beth Raymer (vivida por Hall), a história conta como ela se envolve com um grupo de gênios da matemática que desenvolveram um método para vencer na jogatina de Las Vegas. Willis interpreta um lendário apostador, e Zeta-Jones sua esposa.

Curiosidades:
»
Novo filme do diretor Stephen Frears (‘A Rainha’).

» D.V. DeVicentis (‘Alta Fidelidade’) roteiriza.


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Um Golpe Perfeito

(Gambit)

 

 

Elenco:

Cameron Diaz, Colin Firth, Stanley Tucci, Alan Rickman, Cloris Leachman, Anna Skellern, Tom Courtenay, Senem Temiz, Togo Igawa, Erica LaRose, Silvia Crastan, Sarah Golberg, Tanroh Ishida.

Direção: Michael Hoffman

Gênero: Comédia

Duração: 89 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia:
14 de Junho de 2013

Sinopse:

No longa, dois especialistas em arte convencem uma dançarina a ajudá-los em um grande golpe: roubar uma inestimável estátua de um bilionário do oriente médio, usando-a para enganá-lo. Com o penteado e a roupa adequados, a dançarina é a sósia perfeita da finada mulher. O palco para o golpe perfeito está montado…

Curiosidades:

» Remake de ‘Como Possuir Lissu‘ (1966)

» A refilmagem é dirigida por Michael Hoffman (O Clube do Imperador) e roteirizada por Joel e Ethan Coen.


Trailer:

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