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‘Deadpool e Wolverine’ está prestes a quebrar mais um recorde nas bilheterias

deadpool

Deadpool & Wolverine‘ simplesmente não abre mão do primeiro lugar nas bilheterias. Agora, o único filme do MCU de 2024 está se aproximando dos US$ 600 milhões nas bilheterias nacionais e US$ 1,222 bilhão mundialmente.

Agora, o fim de semana do Dia do Trabalho deve marcar mais um recorde para o filme que ficará em primeiro lugar nas bilheterias em sua SEXTA semana em cartaz e vai conseguir trazer para casa outros US$ 20 milhões ou mais.

Além de ter se tornado a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B), ‘Deadpool e Wolverine‘ também subiu para o TOP 8 das maiores arrecadações do MCU. O longa recentemente ultrapassou ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), e deve superar ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) nos próximos dias.

Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.

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A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Thor | 13 anos da franquia que falhou em trazer romance para o Universo Cinematográfico Marvel

Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.

Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito, Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico de Asgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.

A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor.

E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.

Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original

Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.

Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.

O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhou duas temporadas no Disney+.

E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.

Sério, isso aqui não tem perdão.

Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.

Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?

Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e depois a Dra. Jane Foster ganhou poderes ao se tornar a Poderosa Thor em Thor: Amor e Trovão.

Darcy voltou para as telas em WandaVision

É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.

A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.

Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+

Jon Watts fala sobre a catarse que foi ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’: “Nunca mais vai ser assim”

Há pouco mais de três anos, o mundo vivia uma das maiores catarses coletivas da história do cinema: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa enfim estreava, após uma série de especulações que tomaram a cabeça dos fãs em meio a pandemia de Covid-19.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Jon Watts revelou que o buzz que eles conseguiram com o filme ao trazer de volta dois astros anteriores da franquia dificilmente vai acontecer novamente.

“Aquele foi um momento tão único e a reação do público ao filme foi tão inacreditável. Nunca mais vai ser assim”, afirmou.

Opinião | ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ foi a MAIOR catarse coletiva da história do MCU

Em novembro de 2020, o ator Tom Holland postou uma foto nos sets da Sony/ Marvel usando seu traje do Homem-Aranha e uma máscara de proteção em cima. O terceiro filme do Cabeça de Teia do MCU estava previsto para estrear em novembro de 2021, sendo que todo mundo já aceitava a ideia de que ele seria adiado indeterminadamente. Não só por conta do vírus mortal que tomava o planeta, mas principalmente porque era um projeto enorme e os filmes que estavam saindo nos cinemas não correspondiam às expectativas financeiras. E todos sabem que os estúdios não gostam de perder dinheiro, né?

Pois bem, as filmagens voltaram e como o lockdown ainda estava em alta, parece ter havido um menor cuidado na hora de esconder os atores que integrariam o elenco.

Em outubro, o ator Jamie Foxx já havia postado uma foto no Instagram confirmando que voltaria a interpretar o Electro – da franquia de Andrew Garfield – no novo filme do Homem-Aranha. Mais do que isso, a foto do vilão tinha três Homens-Aranhas olhando para o raio azul do Electro. Junto a isso, não demorou muito para que os paparazzi flagrassem Alfred Molina, o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2 (2004) nos sets. Em seguida, o estúdio confirmou que ele repetiria o papel e também seria o vilão do filme. Com os boatos de que o longa seria inspirado na polêmica saga Um Dia a Mais, em que Peter Parker faz um pacto demoníaco para que as pessoas esquecessem sua identidade secreta, misturado a uma aventura no multiverso, os fãs logo assumiram que não seriam apenas os vilões a voltar para a sequência. Já era mais que óbvio para todos que a tão sonhada reunião dos Homens-Aranhas do cinema estava prestes a acontecer.

Só que produtores, atores e diretores negavam constantemente que a reunião aconteceria. Enquanto isso, os fãs passaram a vasculhar e fazer ‘marcação pesada’ em cima de Andrew Garfield e Tobey Maguire. Stories, fotos, tweets… Tudo era motivo de especulação de fãs desesperados à procura de qualquer pista que indicasse a volta dos outros Peters.

Então, saiu o primeiro trailer, confirmando Octopus como vilão. Essa prévia foi o bastante para deixar os fãs maluquinhos. A cena do Otto aparecendo no final rendeu memes comparando o personagem com o comentarista esportivo Walter Casagrande e viralizou em todas as redes sociais. Pouco tempo depois, vazaram fotos de Willem Dafoe, o Duende Verde do Sam Raimi, nos sets de filmagem. Dessa vez, eles não confirmaram a presença do ator e seguraram até o lançamento do outro trailer, que terminou com o próprio Duende Verde dando as caras no final.

Então, começaram os vazamentos. É bem provável que tenha sido o maior caso de vazamentos de arquivos da Sony desde os polêmicos e-mails da empresa em 2015, que acabaram redefinindo diversas franquias da Cultura Pop, incluindo a do Homem-Aranha.

O primeiro deles foi a já clássica imagem do Andrew Garfield com o traje do segundo filme em uma tela azul, apoiando o braço numa estrutura de ferro. Faltando poucos meses para o lançamento do longa, os fãs explodiram de emoção com o vídeo de milissegundos. A Sony, obviamente, negou que aquilo era real. Na mesma época, um prestigiado youtuber do meio da edição de vídeo gravou um vídeo “provando” que o conteúdo vazado era falso. Isso abriu uma grande discussão dentre os fãs para debater se era ou não real.

Mas a situação perdeu o controle mesmo com os vazamentos dos figurinos. Nas fotos, era possível ver o traje clássico do Aranha dos anos 2000, mas com leves alterações. Também era possível ver o uniforme de Andrew Garfield e a roupa preta que Tom Holland usa no filme. Para piorar as coisas, o trailer final brasileiro cometeu uma gafe que rodou o mundo. Na cena em que os vilões se unem para atacar o Homem-Aranha, o Lagarto tomava chute invisível na cara.

Durante a edição, um desavisado não percebeu o chute de Andrew Garfield e o apagou do vídeo, deixando sua ação ser executada por um indivíduo invisível. Quando os fãs perceberam e começaram a postar os prints, o perfil apagou o vídeo e colocou uma versão alterada. Mas já era tarde demais. O mundo já havia visto.

Então, na semana da estreia, milhões de fãs queriam ver o filme exclusivamente para saber se Tobey e Andrew fariam a participação ou não. Nas redes sociais, campanhas pedindo para não espalharem spoilers tomaram conta. E no fim das contas, esse tanto de vazamentos acabou servindo como uma publicidade espetacular para o filme, que não saía da boca do povo em meio a pandemia. E o melhor de tudo é que a primeira dose da vacina foi lançada alguns meses antes, então já seria mais seguro ir aos cinemas de máscara, contanto que estivessem vacinados. Ou seja, era o menos pior dos cenários dentre o inferno que o mundo vivia.

Para a Sony, o resultado foi fantástico. Nem mesmo o mais otimista investidor podia esperar que, em plena pandemia, o filme fosse não só romper a marca do bilhão, mas de chegar pertinho de fazer dois bilhões de dólares em bilheteria, mostrando que o cinema poderia sobreviver aos anos fechados.

Atualmente, há quem discuta qual momento seria o ápice da Cultura Pop envolvendo os super-heróis. Se é Sem Volta Para Casa ou a sensacional batalha final de Vingadores: Ultimato (2019). Enquanto um foi o resultado de mais de dez anos de planejamento do estúdio, com 21 filmes levando até aquele momento, o outro transcendia o próprio MCU, reunindo de três gerações de fãs para conferir os heróis de suas respectivas épocas interagindo em tela.

Diante disso, fica até complicado de discordar que nenhum ato dos filmes inspirados em quadrinhos supera o encontro dos Peters em tela. E o mais interessante disso é que Sem Volta Para Casa, tal qual a HQ que serviu de base, conseguiu fazer um retcon no Peter Parker do MCU de forma quase natural. Isso porque o filme desenvolve a história do garoto, redefinindo ideias anunciadas previamente – como a de não mostrar a perda traumática do Tio Ben, mas substituindo o momento pela morte da Tia May – e redirecionando o protagonista para um caminho mais próximo do que os fãs queriam.

Nas redes sociais, era muito comum ver as reclamações de que o Peter do Tom Holland era muito mimado e distante do garoto simples das HQs. Da mesma forma, sua dependência das figuras paternas era um incômodo. Então, o filme tratou de terminar com o menino sozinho, sem faculdade, sem amigos ou namorada, se mudando para um muquifo em Nova York. É aquilo, né? Quanto mais ferrado o Peter, mais felizes ficam os fãs.

No fim das contas, os fãs que tiveram o privilégio de ver esse filme nos cinemas puderam viver uma experiência que dificilmente se repetirá tão cedo. A catarse das sessões pelo mundo foi algo único, com fãs vibrando como um gol em final de Copa do Mundo quando Andrew Garfield apareceu pela primeira vez. O que parecia ser impossível aconteceu. O sonho antigo de gerações se realizou e a Marvel, dois anos depois, conseguiu superar a sensação da batalha final de Ultimato, em um momento que mexeu diretamente com o emocional de diferentes públicos.

Para muitos, esse foi o grande ato final do MCU que conquistou milhões pelo mundo, já que as produções seguintes não chegaram perto de repetir o sucesso deste filme.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está disponível no Amazon Prime Video.

‘O Espetacular Homem-Aranha’: Vídeo dos bastidores revela gravações das cenas de ação; Assista!

Lançado em 2012, ‘O Espetacular Homem-Aranha apresentou uma nova versão do icônico herói, desta vez interpretado por Andrew Garfield. Agora, um vídeo dos bastidores do filme revela as gravações das cenas de ação antes da adição dos efeitos visuais.

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A sinopse do filme descreve: “O jovem Peter Parker está em busca de respostas sobre sua origem. Ao encontrar uma pasta que pertenceu ao seu pai, ele tenta descobrir o motivo do desaparecimento de seus pais. Sua investigação o leva à Oscorp e ao Dr. Curt Connors, que possui um alter ego letal: o Lagarto”.

Além de Garfield, o elenco inclui Emma Stone, Rhys Ifans, Dane DeHaan, Kelsey Chow e Hannah Marks.

‘O Espetacular Homem-Aranha está disponível na Netflix.

Conheça a história da nova temporada da série ‘ Monstros: Dahmer – Um Canibal Americano’

monstros irmãos menendez assassinos dos pais (7) (1)
monstros irmãos menendez assassinos dos pais (7) (1)

Após o sucesso de ‘Monstros: Dahmer – Um Canibal Americano’, a Netflix anunciou o lançamento da segunda temporada, ‘Monstros: Irmãos Menendez – Assassinos dos Pais’, que explorará um dos crimes mais horrendos da história dos EUA.

Mas qual é o crime que inspirou a série?

Aviso: pode conter possíveis spoilers da produção.

Os irmãos Lyle e Erik Menendez foram condenados em 1996 pelo assassinato de seus pais, o executivo de Hollywood José Menendez e sua esposa Mary Louise.

O crime ocorreu na noite de 20 de agosto de 1989, quando José e Kitty estavam assistindo TV na sala de sua casa em Beverly Hills. Lyle, então com 21 anos, e Erik, com 18 anos, atacaram o casal com espingardas que haviam comprado alguns dias antes.

Os irmãos dispararam contra os pais diversas vezes. José recebeu um tiro na nuca que quase o decapitou, e os tiros que atingiram o rosto de Kitty a deixaram irreconhecível. Após o crime, Lyle ligou para a polícia, alegando que os assassinatos haviam ocorrido enquanto eles estavam no cinema assistindo a ‘Batman’.

Após a morte dos pais, os irmãos começaram a gastar a fortuna da família: Lyle com artigos de luxo e Erik contratando um treinador de tênis particular, entre outros gastos. Acredita-se que, em um curto período, eles tenham gasto cerca de US$ 700 mil.

Esse comportamento chamou a atenção da polícia, que começou a suspeitar dos irmãos. Durante a investigação, as autoridades encontraram os cartuchos das espingardas e, principalmente, gravações das sessões de terapia de Erik com seu psicólogo, Jerome Oziel, onde ele confessava o crime.

Lyle foi preso em 8 de março de 1990, e Erik se entregou três dias depois, após retornar de Israel. Ambos permaneceram na cadeia, separados, até dezembro de 1992, quando a corte aceitou as gravações como prova e acusou formalmente os dois pelo assassinato dos pais.

O julgamento dos irmãos passou por duas audiências: a primeira foi transmitida pela televisão e a segunda foi mais intimista. Durante o julgamento, os irmãos declararam que foram levados ao assassinato por uma vida inteira de abusos nas mãos de seus pais, especialmente abuso sexual pelo pai, descrito como um perfeccionista cruel e pedófilo.

A mãe foi descrita como uma viciada em drogas, alcoólatra, egoísta e mentalmente instável, que encorajava o comportamento do marido e, às vezes, também era violenta com os filhos.

A promotoria, no entanto, discordou das acusações e afirmou que o motivo do crime foi exclusivamente o dinheiro da família.

Ao final do processo, em 2 de julho de 1996, o juiz Weisberg proferiu a sentença de condenação dos irmãos: prisão perpétua sem direito à liberdade condicional.

Atualmente, os irmãos Lyle, com 56 anos, e Erik, com 53 anos, estão presos na unidade prisional Richard J. Donovan.

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A produção será lançada na plataforma no dia 19 de setembro.

Ryan Murphy e Ian Brennan são responsáveis pela série.

O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata Americano’), Cooper Koch (‘Engolidos’) e Nicholas Alexander Chavez (‘Grotesquerie’).

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Em Breve! 9 Filmes de TERROR que Estreiam Ainda em 2024…

não solte

Com a estreia de ‘Alien: Romulus’ no fim de semana passado, os fãs de terror, suspense e ficção científica receberam um grande presente. Uma das franquias mais icônicas destes gêneros citados, ‘Alien’ parece ter sacudido a poeira e dado a volta por cima. Assim como o colega ‘Predador’ havia feito em 2022, no lançamento de ‘Prey’ direto no streaming. Esse era o futuro reservado para o novo ‘Alien’, mas a mudança de planos para o cinema fez muito bem a ele. O filme já é um sucesso de crítica e público.

Alien’, no entanto, não foi o único terror elogiado em 2024. Muito pelo contrário, já que recentemente foi lançado nos cinemas dos EUA (e algumas partes do mundo) o angustiante ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, um digno herdeiro de longas como ‘Seven’ e ‘O Silêncio dos Inocentes’. O filme chega por aqui no fim deste mês.

É claro que não podemos esquecer outros exemplares elogiados do gênero no ano, como ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’, que igualmente caiu nas graças de todos e ainda está em cartaz nos cinemas. 2024 ainda teve ‘Imaculada’, ‘A Primeira Profecia’, ‘Entrevista com o Demônio’, ‘Abigail’, ‘Sob as Águas do Sena’ e ‘Maxxxine’ na lista dos filmes de terror queridos do ano.

Não pense você que acabou. Pois 2024 ainda reserva grandes promessas do gênero nos próximos meses e certamente algumas surpresas. Nessa nova matéria, iremos conhecer os filmes de terror mais badalados que chegam ainda este ano.

Confira abaixo:

 

Sorria 2

A nova categoria da nossa lista é: “sorrisos maliciosos”. E para inaugurar não poderia ser outro senão a continuação do sucesso ‘Sorria’, de 2022, que trazia a filha de Kevin Bacon, Sosie Bacon, como uma psiquiatra descobrindo uma terrível maldição passada através de sorrisos para lá de assustadores. No novo filme, a história dá uma guinada, seguindo outra protagonista. Agora iremos conhecer uma cantora pop sensação, papel de Naomi Scott. Ela vive Skye, a nova figura que irá encontrar a maldição do sorriso e dela precisará escapar. A estreia é no dia 17 de outubro.

Não Fale o Mal

Agora seguimos para o segundo filme da categoria “galãs malvados”, com James McAvoy. Ao contrário de Channing Tatum, McAvoy não é estranho a papeis de vilões, como em uma de suas melhores performances da carreira: ‘Fragmentado’. Aqui ele segue por esse caminho, mas interpreta um sujeito aparentemente agradável, casado e pai de família, que convida um casal que conheceu em uma viagem, formado por Mackenzie Davis e Scoot McNairy, para passar férias na casa de sua família. E bem, as coisas não são o que aparentam. O filme é o remake da produção dinamarquesa homônima de 2022. A estreia do remake é no dia 12 de setembro.

A Substância

Agora dentro da categoria temos a ciência medicinal como foco. Vencedor do prêmio de melhor roteiro no badalado festival de Cannes deste ano, esse promete ser um dos filmes mais interessantes da segunda metade de 2024. Uma crítica ferrenha ao fanatismo do culto do corpo e a busca incessante pela juventude eterna, ‘A Substância’ traz Demi Moore no papel que pode definir esta nova fase de sua carreira, na meia idade. Ela vive uma atriz decadente, considerada velha, algo que ela conhece como ninguém, tendo sido um símbolo sexual nos anos 90. Ela adere a uma nova droga experimental, que ativa seu DNA e a transforma em uma versão mais jovem dela (no caso a atriz Margaret Qualley). Mas é claro que o abuso desta substância trará consequências letais. O filme tem estreia prometida para o dia 19 de setembro.

Salem – A Hora do Vampiro

Anteriormente conhecido como ‘Os Vampiros de Salem’ (assim como no original), esse filme inaugura uma nova categoria na lista. Bem, essa é clara: as criaturas de dentes afiados conhecidas como vampiros. Esse segmento é dedicado a elas. O primeiro é este longa que ficou engavetado por muito tempo e por pouco não foi cancelado. Aqui temos a que seria a primeira adaptação do famoso conto de Stephen King para o cinema, já que a versão anterior era uma minissérie. Mas eis que a Warner muda de ideia e resolve lançar o filme direto na plataforma da HBO Max. Ou seja, não foi desta vez. Na trama, um escritor retorna à sua cidadezinha, só para perceber que ela está tomada por criaturas que só saem à noite e se alimentam de sangue. A data escolhida é outubro deste ano.

Nosferatu

Ainda na categoria dos filmes de vampiro este ano, temos uma obra bem mais renomada e badalada que o problemático item acima. Isso porque, apesar de termos mais uma refilmagem em mãos, aqui no comando temos um dos jovens cineastas de maior prestígio atualmente na indústria, Robert Eggers, o diretor de ‘A Bruxa’, ‘O Farol’ e ‘O Homem do Norte’. Seu novo trabalho é justamente a adaptação do livro Drácula, de Bram Stoker, em sua versão mais primitiva, ‘Nosferatu’. Quem vive o vampirão é o sempre medonho palhaço Pennywise em pessoa, Bill Skarsgard. E o elenco de peso conta ainda com Nicholas Hoult, Aaron Taylor-Johnson, Lily-Rose Depp, Emma Corrin e Willem Dafoe. A estreia é mais para o fim do ano, em dezembro.

Herege

De um sorriso amaldiçoado, passamos para o sorriso de um bom moço inglês, a última pessoa que pensaríamos poder nos fazer mal. Bem, é verdade que o astro britânico Hugh Grant começou a carreira como o bobo ingênuo de plantão, especialista em comédias românticas sempre no papel do bom moço atrapalhado. Bem, o que podemos dizer é que nessa nova fase, na meia idade, Grant tem aceitado papeis bem mais maliciosos e ousados. E o próximo da lista para o ator é o de um sádico psicopata. Ele é o dono de uma casa arquitetada para a tortura, que recebe em sua porta duas jovens missionárias, tentando convertê-lo à sua religião. Bem, como uma espécie de ‘Jogos Mortais’ misturado com ‘Escape Room’, as moças sem dúvida pensarão duas vezes antes de sua próxima visita. A estreia é no dia 21 de novembro.

AfrAId

Agora chegamos à categoria “ciência maligna”. Os próximos dois itens na lista trazem avanços na ciência humana criada para nos ajudar, mas que terminam se tornando um enorme problema na vida dos que as experimentam. O primeiro diz respeito à tecnologia. Já vimos a inteligência artificial como fonte de muitos filmes de terror recentemente, do remake de ‘Brinquedo Assassino’, passando por ‘M3GAN’, até os episódios de ‘Black Mirror’ e inclusive Megan Fox como uma boneca artificial no recente ‘Subservience’. Agora é a vez de Katherine Waterston e John Cho terem sua família aterrorizada por uma nova tecnologia no estilo Alexa. A estreia é prometida para o dia 29 de agosto, mas será que o título não receberá uma versão em português?

Não Solte!

Na última categoria, temos “mulheres desesperadas”. Duas grandes atrizes em papeis viscerais. A primeira é a vencedora do Oscar Halle Berry (que recentemente viu um filme seu em parceria com a Netflix ser jogado no lixo – a ficção e aventura ‘The Mothership’ – que depois de pronto jamais será lançado). Mas aqui falamos sobre ‘Não Solte!’, que traz Berry no papel de uma mãe de dois filhos pequenos, vivendo em uma cabana isolada. A recomendação é para que todos sempre saiam de casa amarrados em uma corda, só assim não serão feridos por algo que espreita na floresta. Mas o que será? Com um dos grandes mistérios do ano, o filme é prometido para o dia 10 de outubro.

Nightbitch

Finalizando a matéria, ainda na categoria “mulheres desesperadas”, quem aparece agora é a sumida Amy Adams, indicada a 6 Oscar. A estrela não lança um filme nos cinemas como protagonista em nada menos que oito anos, quando estrelou o thriller ‘Animais Noturnos’. Como coadjuvante, o último foi ‘Vice’, de 2018. Desde então, estrelou três filmes, todos lançados direto para streaming – dois da Netflix e um da Disney+ (esse sendo a sequência do sucesso ‘Encantada’, que passou sem ser notado, até mesmo pelos fãs do original). E isso já tem dois anos. Mas nos próximos anos, Adams tem nada menos que seis trabalhos engatilhados. O primeiro a chegar será o terror ‘Nightbitch’, que ainda não tem título em português e fala sobre uma mulher exausta na vida de mãe, tendo abandonado sua carreira, descobrindo seu lado selvagem à noite. Pense no filme ‘Tully’ com Charlize Theron, porém, bem mais intenso – quando uma fera sai de dentro da mulher. O filme irá estrear no festival de Toronto no início de setembro e tem estreia programada para dezembro nos EUA.

‘Babygirl’: Novo filme de Nicole Kidman é aplaudido de pé por mais de seis minutos no Festival de Veneza

babygirl
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Em ‘Babygirl‘, novo filme da A24, Nicole Kidman interpreta Romy, uma poderosa CEO que força os limites em um jogo de dominação sexual em um caso secreto com seu novo estagiário, Samuel, vivido por Harris Dickinson.

Embora não seja um filme de arte convencional, ‘Babygirl conquistou o público do Festival de Cinema de Veneza, sendo aplaudido de pé por mais de seis minutos, segundo a Variety.

Enquanto o público aplaudia, Kidman abraçou a diretora Halina Reijn, sorriu e corou com toda a atenção.

Estreando no circuito competitivo do evento, o longa que também conta com Antonio Banderas, Sophie Wilde e Esther McGregor, gerou comentários intensos por conta de sua natureza ousada e momentos repletos de de erotismo.

Inclusive, Reijn justificou que “todos nós carregamos uma pequena caixa preta cheia de fantasias escondidas, que talvez nunca compartilharemos com ninguém”, reforçando o tom de provocação da obra.

Depois de Veneza, ‘Babygirl‘ deve estrear na América do Norte no Festival de Cinema de Toronto antes de chegar aos cinemas, em 25 de dezembro.

O longa também recebeu 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

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Os críticos elogiaram amplamente o trabalho de Reijn e de Kidman, descrevendo o filme como uma experiência única e marcante.

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“[Halina Reijn] deixa muitas questões em aberto, fazendo com que Babygirl persista na mente por mais tempo do que se espera. Isso abre um caminho para que artistas femininas, prontas e dispostas, abordem essas questões sensíveis e as explorem ainda mais profundamente”, disse Damon Wise do Deadline.

Babygirl segue por caminhos inesperados, não apenas para alimentar o suspense, mas para explorar de forma autêntica a experiência erótica feminina na era do controle”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“O que torna o filme envolvente não é apenas a habilidade dos atores em lidar com os desafios complexos, mas também a forma como o roteiro evita julgamentos e normas morais rígidas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Reijn faz com que pareça que estamos espiando os personagens através de um espelho de dois sentidos. Embora isso não diminua o interesse da trama, pode-se sentir falta de um pouco mais de intensidade em um filme tão disposto a explorar temas íntimos”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“É uma história sobre amor próprio, e uma das descobertas é que tudo bem permitir-se ser pequeno por um tempo”, disse Alison Willmore do New York Magazine/Vulture.

Babygirl, de Halina Reijn, busca criar um retrato provocativo do poder, mas acaba se revelando apenas prejudicial”, disse Martin Tsai do Collider.

“Sem a performance destemida de Kidman e a direção precisa de Dickinson para levar a trama ao seu limite, “Babygirl” não teria o impacto que tem. É uma obra sensual, sombriamente engraçada e ousada. Não perca!”, disse Ryan Lattanzio da IndieWire.

Halina Reijn se inspira nas diretrizes de seu mentor Paul Verhoeven para criar uma homenagem ao clássico thriller erótico, explorando um intenso relacionamento entre uma executiva poderosa e um funcionário mais jovem”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

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“Na trama, uma CEO bem-sucedida inicia um caso extraconjugal com um estagiário muito mais jovem”.

O longa é estrelado por Nicole Kidman (‘Moulin Rouge – Amor em Vermelho’) e Harris Dickinson (‘Triângulo da Tristeza’), e ainda conta com Antonio Banderas (‘A Pele que Habito’), Sophie Wilde (‘Fale Comigo’) e Jean Reno (‘Quem Matou Sara?’).

A direção e o roteiro são de Halina Reijn, conhecida por Morte Morte Morte.

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Dica do fim de semana | Séries eternizadas nas tardes da TV aberta

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Antes dos streamings e da TV por assinatura se popularizarem no Brasil, as crianças e adultos dependiam da programação da TV aberta para assistirem as grandes séries que faziam sucesso lá fora. E isso criou uma geração praticamente acostumada a ver as mesmas coisas e debater ou comentar sobre os episódios no dia seguinte às exibições.

alf o eteimoso Neste fim de semana, o CinePOP separou cinco produções que ficaram eternizadas no imaginário popular brasileiro justamente por conta das exibições na TV aberta e que agora estão disponíveis nos streamings. Confira!

Um Maluco no Pedaço

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Responsável por lançar a carreira de Will Smith para o estrelato, Um Maluco no Pedaço foi garantia de risadas histéricas de toda uma geração entre a hora do almoço e a faixa das 18h na TV aberta. A trama acompanha o jovem Will, um rapaz da Filadélfia que é mandado para morar com os tios ricos de Bel-Air depois de se envolver em uma briga de rua em sua terra natal. Na nova mansão, ele vai sofrer um choque cultural gigantesco, enquanto vê sua vida ganhar novos capítulos em um colégio de adolescentes ricos. Diante desta nova realidade, ele vai tentar não perder sua identidade, mas vai entendendo que há mais na vida do que seus conceitos adquiridos na Filadélfia. É uma série hilária que também traz reflexões sociais fortíssimas. É uma produção realmente excepcional.

Onde assistir: MAX

 

Eu, a Patroa e as Crianças

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Integrando o curioso hall das séries que não fizeram tanto sucesso nos EUA, mas viraram febre no Brasil, Eu, a Patroa e as Crianças dialogou com o público nacional com as transmissões nas tardes e noites da TV aberta. Muito dessa identificação se deu pela dublagem brasileira, que é realmente extraordinária, só que ainda assim a série tinha um texto muito bom. A aposta era começar com um humor mais ‘pé no chão’, voltado para a identificação em situações cotidianas, mas o time criativo foi cedendo cada vez mais para o humor sem noção conforme as temporadas foram passando. É divertidíssimo acompanhar as confusões da família Kyle.

Onde assistir: Disney+

 

Alf, o ETeimoso

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Classiquíssimo dos anos 80, Alf, o ETeimoso contou com uma grande força da TV aberta brasileira para atravessar gerações. A série conta a história de um alienígena trapalhão que segue ondas de rádio e acaba caindo na Terra, mais especificamente na Califórnia. Por lá, ele é resgatado por uma família de classe média que o esconde dos soldados do exército, que buscava o ET para dissecá-lo. Agora vivendo com os Tanners, Alf vai viver uma troca cultural sem igual, enquanto apronta as maiores confusões possíveis e impossíveis por ser um alienígena vivendo escondido na Terra.

Onde assistir: MAX

 

Família Dinossauros

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“Querida, cheguei!”. Recheada de expressões e bordões eternizados no imaginário popular brasileiro, Família Dinossauros é uma das séries mais espetaculares já produzidas na televisão norte-americana. Estrelada por atores que vestiam trajes animatrônicos, a série usava o cenário da Pangeia para brincar com situações típicas da sociedade dos anos 90. Com personagens ridiculamente carismáticos, como o intrépido Baby, e um humor afiadíssimo, a produção passeou pelos principais canais da TV aberta durante os anos 2000, sempre trazendo uma audiência de respeito.

Onde assistir: Disney+

 

As Visões da Raven

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Uma das principais séries em live action da Disney, As Visões da Raven apostou no humor sem noção para acompanhar a adolescência de Raven Baxter (Raven-Symoné), uma vidente aprendendo a controlar seus poderes. Junto a seus amigos, ela tenta conciliar os problemas típicos dessa faixa etária, enquanto lida com as confusões criadas por sua habilidade de ver parcialmente o futuro. A produção fez sucesso na TV por assinatura, mas só se tornou o fenômeno que foi aqui no Brasil por conta das incessantes transmissões na TV aberta.

Onde assistir: Disney+

 

Dica do fim de semana | Cinco filmes longos para conferir na Netflix

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Nos últimos tempos, parece que todo filme que chega aos cinemas com grande investimento tem duração maior do que 2h, o que vem rendendo algumas críticas de parte dos fãs, principalmente após a pandemia e o efeito das redes sociais de vídeos curtos na forma das pessoas consumirem audiovisual.

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Pois bem, se você se enquadra nessa galera, a dica deste fim de semana não é para você. Selecionamos filmes considerados muito grandes para você sentar no sofá e assistir sem hora para acabar. Ah sim, todos estão disponíveis na Netflix. Confira!

Babilônia

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Com 3h09 de duração, Babilônia é o filme mais apoteótico de  Damien Chazelle (La La Land). Trazendo nomes como Margot Robbie, Brad Pitt e Tobey Maguire, o filme é contado pela ótica de um imigrante mexicano (Diego Calva) que sonha em virar produtor de Hollywood na década de 1920. Seu caminho se cruz com o de uma aspirante a atriz extremamente problemática (Robbie) e eles vão meio que crescendo juntos, mesmo que separados, em meio a toda a depravação e luxúria do mundo do cinema do século passado, atravessando algumas das principais transformações do cinema norte-americano e suas consequências para o mercado.

Forrest Gump – O Contador de Histórias

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Já adianto que esse é o menor filme da lista, com apenas 2h22 de duração. No entanto, a trama atravessa tantos momentos históricos e tem tantas viradas que ele parece até maior do que realmente é. Vencedora do Oscar de Melhor Filme, essa aventura acompanha o ingênuo Forrest Gump (Tom Hanks), um rapaz que tem inteligência considerada abaixo da normal, mas que jamais desistiu de sua vida. Tendo nascido em um momento chave da história norte-americana, ele acaba servindo seu país na Guerra do Vietnã e embarca em uma jornada dramática, mas surpreendentemente bem-humorada atrás do grande amor de sua vida, mostrando que as boas intenções superam qualquer teste de QI.

 

Missão: Impossível – Acerto de Contas

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Com 2h43, a primeira parte da aventura final de Ethan Hunt (Tom Cruise) é a mais pura nata do cinema de ação da atualidade. A trama gira em torno de uma inteligência artificial que pode ser usada para controlar as principais nações do planeta. Um velho inimigo está atrás das partes faltantes para por as mãos nesta tecnologia. Porém, Ethan e seus amigos vão até as raias do absurdo para impedir que a chave de acesso caia nas mãos errada, mesmo que isso signifique saltar de moto de um penhasco, percorrer as ruas de Roma como se não houvesse amanhã ou tentar sobreviver a uma queda de trem. É tiro, porrada e bomba que não acaba mais.

King Kong

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Não existe falar em filmes longos sem citar este épico de Peter Jackson. Vivendo o auge de sua carreira, após enfileirar Oscars com a trilogia O Senhor dos Anéis, o diretor deu sua visão à história do King Kong, transformando a aventura em um filmão de 3h21. O longo tempo de duração pode assustar, mas é um longa recheado de efeitos visuais espetaculares, carregado de um CGI superior ao de muitas produções atuais, ação de primeira linha e um elenco repleto de carisma, com nomes como Jack Black, Naomi Watts, Andy Serkis e Adrien Brody.

O Poderoso Chefão

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Encerrando a lista, temos O Poderoso Chefão, vencedor do Oscar de Melhor Filme de 1973 e considerado por muitos como um dos melhores longas de todos os tempos. Obra atemporal de Francis Ford Coppola, o filme usa suas 2h55 de duração para contar a história da família Corleone, encabeçada por Don Vito (Marlon Brando), grande chefe da máfia em Nova York. No entanto, apesar do grande líder ser Don Vito, o longa volta sua atenção para a transformação de Michael Corleone (Al Pacino) de um idealista universitário para um cruel chefe do crime organizado de Nova York.

‘Game of Thrones’: Novo derivado sobre a conquista de Aegon recebe atualização promissora

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O universo de Game of Thrones continua se expandindo! Após o sucesso de A Casa do Dragão, a HBO está desenvolvendo uma nova série focada na Conquista de Aegon Targaryen, o primeiro rei de Westeros.

Em uma entrevista ao Nexus Point News, o roteirista Mattson Tomlin (‘O Exterminador do Futuro: Zero’) compartilhou detalhes sobre esse ambicioso projeto.

Tomlin revelou que está se baseando fortemente no livro Fogo & Sangue de George R.R. Martin:

“Começa com o que George fez. Eu agora passei bastante tempo com ele, e houve muitos momentos de ‘não posso acreditar’ apenas revisando Fogo e Sangue, destacando trechos e perguntando a ele: O que isso significava? O que é isso? O que eu acho que é. Às vezes, realmente questionando-o, ‘Eu não entendo, o que está acontecendo aqui?’ E outras vezes, dizendo, ‘Eu acho que isso poderia significar isso.’ Mas é realmente pegar aquele texto e tratá-lo como se fosse história real”, afirmou.

O roteirista também destacou a importância de equilibrar a fidelidade ao material original com a necessidade de criar uma narrativa dramática e envolvente:

“Uma das coisas que minha abordagem foi que Fogo e Sangue, é escrito como uma história real e essas coisas aconteceram. Sabemos a história de Alexandre, o Grande; sabemos a história de Napoleão. Sabemos quais foram as batalhas. Sabemos muitas das pessoas que morreram. Sabemos em alguns casos o que foi dito ou o que poderia ter sido dito, mas não sabemos tudo. Temos esses marcos que nos dizem como marchamos pela história. Mas também há aquela grande citação que alguém muito mais inteligente do que eu disse: a história é escrita pelos vencedores. E então há isso também”, acrescentou.

“Para mim, é sobre garantir que eu respeite George e respeito o texto. E então, ainda precisa ser uma história dramática. Aqueles personagens têm que passar por uma jornada; eles têm que mudar; eles têm que ir de um começo a um meio e a um fim. Descobrir como fazer tudo isso com as pistas que aquele livro didático deixou para mim e dizer, ok, vou interpretar essa história muito real e tentar fazer um show realmente vívido que espero que as pessoas amem e não odeiem, fazendo o melhor que eu posso”, concluiu.

A história acompanhará Aegon Targaryen e suas irmãs/esposas, Visenya e Rhaenys, em sua conquista de Westeros, montando seus imponentes dragões Balerion, Vhagar e Meraxes.

Lembrando que a série derivada de Game of ThronesA Casa do Dragão, já está disponível na Max. A atração original também está disponível na plataforma de streaming.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Netflix está sob pressão por CANCELAR mais uma série querida pelo público

Ao longo dos últimos anos, a Netflix vem recebendo bastante críticas por seus frequentes cancelamentos de séries, muitos delas consideradas atrativas e promissoras por grande parte dos assinantes.

No mais recente anúncio de cancelamentos, a plataforma de streaming divulgou que não renovou ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives) para a segunda temporada.

A série é baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman e exibiu sua única temporada no serviço de streaming em 25 de abril.

A série deixou um grande gancho para a 2ª temporada, que nunca vai acontecer.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

 

Recentemente, o streaming cancelou sete séries, incluindo ‘Sombra e Ossos‘, considerada por muitos como a melhor adaptação literária presente no catálogo.

Os outros cancelamentos incluem as animações ‘Agent Elvis’ e ‘Capitão Fall‘, o drama ‘Glamorous‘ e comédia sci-fi ‘Farzar‘. E o mais chocante de todos: ‘Ratched‘, estrelada pela vencedora do Emmy Sarah Paulson, que tornou-se uma das produções mais assistidas da plataforma ao mostrar a juventude da personagem Mildred Ratched, de ‘Um Estranho no Ninho‘. 

A informação veio direto de Paulson em um vídeo postado em uma fan page do Twitter.

Ao ser questionada se haverá uma 2ª temporada, a estrela faz uma expressão de decepção e simplesmente responde: “Não. Não.”

Relembre as séries que foram CANCELADAS em 2024… Até agora!

De acordo com The Independent, a causa dos cancelamentos foi devido às greve de roteiristas e atores que aconteceram este ano, já que “as plataformas de streaming estão tendo que tomar decisões sobre suas propriedades existentes, e espera-se que muitos possam sofrer um corte prematuro devido ao aumento dos custos depois que a produção de todos os projetos foi paralisada enquanto os roteiristas e atores protestavam por uma compensação mais justa”.

O cancelamento de ‘Sombra e Ossos‘ deixou vários fãs chateados, e alguns ainda torcem para que a decisão seja revertida.

A série de fantasia é baseada nos romances do denominado Grishaverse, de Leigh Bardugo, que inclui três livros de ‘Sombra e Ossose dois livros de ‘Six of Crows‘.

Embora tenha tido sucesso o suficiente entre o público, parece que a Netflix não vai voltar atrás.

Após a repercussão, Bardugo se manifestou sobre a decisão.

Em seu perfil do Instagram, ela publicou um texto, dizendo:

“Amigos, vocês provavelmente já ouviram falar que não haverá terceira temporada de ‘Sombra e Ossos’ e nenhum spinoff de ‘Six of Crows’. A notícia me atingiu duramente. Estou com o coração partido e profundamente decepcionada, mas também estou tentando manter minha gratidão. A maioria dos autores nunca consegue ver seu trabalho adaptado. Muitos que o fazem acabam se arrependendo da experiência. Eu sou um daqueles poucos sortudos que conseguem olhar para uma adaptação com orgulho e tremenda alegria. Sou muito grato aos nossos roteiristas, à nossa equipe e ao nosso elenco extraordinário, que não são apenas extremamente talentosos, mas também pessoas genuinamente boas.”

Ela continua:

“Acima de tudo, eu quero dizer o quanto sou grato às pessoas que estão lendo isso – quer você tenha encontrado os livros primeiro ou os descoberto através do programa. O Grishaverse é um lugar melhor por sua causa e estou muito grato por cada tweet, postagem, comentário, resenha, arte, fic, tatuagem e cosplay que ajudaram a tornar tudo isso possível. Somos pessoas de livros e isso significa que nunca paramos de imaginar que a magia pode se tornar real. Vocês são a prova disso. Agora, eu vou chorar e talvez tomar uma bebida e depois ver aonde a história nos leva a seguir. Sem lamentações, Leigh.” 

Nova série live-action dos ‘Power Rangers’ é CANCELADA pela Netflix

Power Rangers prontos para a batalha
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De acordo com o TVLine, a Netflix decidiu não seguir em frente com sua adaptação live-action de ‘Power Rangers‘, que estava em desenvolvimento há mais de dois anos pelo serviço de streaming.

O projeto teria Jenny Klein (‘Daisy Jones & The Six’) como showrunner, que trabalharia ao lado de Jonathan Entwistle, supervisor geral da franquia.

O site ainda afirma que a produtora Hasbro Entertainment irá explorar novas direções criativas para a saga, e segue em busca de um novo parceiro.

A primeira série dos ‘Power Rangers‘ estreou originalmente em 1993. Desde então, a franquia rendeu diversos derivados e filmes – incluindo o live-action para os cinemas de 2017, que decepcionou nas bilheterias ao arrecadar apenas US$ 142.3 milhões mundialmente.

Recentemente, a Netflix lançou ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘, um especial em comemoração aos 30 anos da saga.

Crítica | Power Rangers: Agora e Sempre – Especial da Netflix é Ruim, Mas Bate uma Nostalgia…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Conheça o épico de ação da Netflix que é MELHOR que muito filme da Marvel e da DC…

Se você assistiu a ‘RRR’, você sabe do que estamos falando. Os caras são melhores do que qualquer herói da Marvel e da DC juntos! Aliás, não tem Papai Noel, Bicho Papão, Krampus, Power Ranger que consiga superar Raju e Bheem.

Justamente porque o filme levou vários prêmios e está despertando a atenção de todo o mundo, separamos aqui 10 curiosidades imperdíveis!

10 – Brasil

A história de ‘RRR’ se passa no período pré-independência da Índia enquanto colônia da Inglaterra. Entretanto, no mapa do império britânico que aparece na sala de reuniões, em vez de Belize estar marcado no mapa, como parte das colônias, foi marcado o Brasil – que nunca foi colônia da Inglaterra. Baita erro! 

9 – Fatos reais

Tanto Alluri Sita Ramaraju quanto Komaram Bheem foram homens que lutaram pela liberdade da Índia e existiram de verdade. Entretanto, eles nunca se conheceram na vida real, e no filme os dois personagens têm histórias totalmente fictícias.

 

8 – Entrada

O título do filme ‘RRR’ só aparece após 40 minutos de filme. Esse é o tamanho da introdução da história, que apresenta o plot da trama e introduz cada um dos seus protagonistas super-heróis.

7 – Significados diferentes

A abreviação ‘RRR’ tem diferentes significados em diversos países. Em algumas línguas indianas, como a telegu, significa “raiva, guerra e sangue”, enquanto em inglês e hindi significa “rise, roar, revolt”, que em tradução literal seria “se levantar, rugir e se revoltar”. Em português virou “revolta, rebelião, revolução”.

6 – Sucesso!

RRR’ se tornou o primeiro filme indiano com bilheteria superior a U$100 milhões de dólares no mundo todo após a pandemia do covid. E foi o primeiro filme indiano a ser lançado no formato Dolby Cinema. Aliás, teria sido ótimo ver esse filme no cinema aqui no Brasil, né?

5 – RRR

Inicialmente, ‘RRR’ era apenas o título provisório do filme, que juntava a primeira letra do sobrenome do diretor (S. S. Rajamouli) e dos dois atores, Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr. Depois, o diretor decidiu que esse seria o título mesmo.

4 – Dublagem

Ambos os atores principais, Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr, dublaram suas próprias vozes nas versões em telugo e hindi do filme.

3 – Naatu Naatu

Achou que não ia ter nenhuma curiosidade da música mais tocada dos últimos tempos, né? A cena da dança de ‘Naatu Naatu’ foi gravada, na verdade, na Ucrânia, na cidade de Kiev, no Palácio Presidencial Ucraniano (Marrinskyi Palace). As gravações ocorreram alguns meses antes da invasão da Rússia naquele país. E, para as gravações, Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr foram “torturados” por 65 dias para acertar, acima de tudo, a sincronia da dança, mais do que os passos serem difíceis em si.

2 – Quebrando recordes

Quebrando recordes, o filme ultrapassou a bilheteria no Japão do longa ‘Muthu’, de 1995, que manteve o recorde de filme indiano mais assistido por quase três décadas.

1 – Oscar

Sim, sabemos que ‘RRR’ está pré-indicado ao Oscar, e sim, os atores Ram Charan Teja e N. T. Rama Rao Jr foram sondados se estariam dispostos a repetir a dancinha de ‘Naatu Naatu’ na noite da premiação. A resposta? Que sim, embora achassem que pudesse ficar estranha já que não estariam de suspensórios. De todo modo, pediram para o diretor S. S. Rajamouli arranjar a coisa toda. JÁ PENSOU??

‘A Noiva de Frankenstein’: Filme dirigido por Maggie Gyllenhaal “será um musical punk, violento e romântico”

No ano passado, foi divulgado que Maggie Gyllenhaal assumiu a direção de um remake de ‘A Noiva de Frankenstein‘, clássico do horror gótico norte-americano.

E, durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter (via World of Reel), o marido de Gyllenhaal, Peter Sarsgaard (‘Batman’), que também compõe o elenco, disse que o longa será um musical, contendo de cenas de dança e cantoria.

“Posso dizer que é um filme punk, violento, extremamente romântico e com grandes números de dança, cantoria e coisas assim. É a melhor coisa que já li”, disse o astro. “Para mim, é um grande filme para adultos e um grande filme para adolescentes. É o que todos esperam fazer em uma produção essa magnitude.”

Produzido pela Warner Bros, o longa também conta com Penélope Cruz (‘Vanilla Sky’) no papel da Noiva e Christian Bale (‘Batman Begins’) interpretando Frankenstein.

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

Para quem não se lembra, não será a primeira vez que Bale trabalha com Gyllenhaal

A dupla já colaborou em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’, dirigido por Christopher Nolan, em que Bale interpretou o icônico Batman e Gyllenhaal deu vida à personagem Rachel Dawes.

Na trama original de ‘A Noiva de Frankenstein‘, lançado em 1935, o Dr. Frankenstein e seu monstro retornam, pois não estavam mortos como inicialmente se acreditava. O pesquisador planeja parar suas demoníacas experiências, mas quando um cientista louco sequestra sua esposa, ele concorda em ajudá-lo em criar uma nova criatura, uma mulher, para ser companheira do monstro.

Fique ligado no CinePOP para mais informações.

‘Agatha: Desde Sempre’: Kathryn Hahn afirma que série terá musicais

Kathryn Hahn, a estrela de Agatha: Desde Sempre’, recentemente compartilhou novas informações sobre a série derivada de WandaVision (2021) em uma entrevista à Rolling Stone. Ela revelou que a série contará com músicas e momentos de canto.

“Sim. As pessoas abrem a boca e coisas saem com melodias. [Risos.] Não posso dizer quantas vezes, com que frequência, quem canta, ou qualquer detalhe específico”, disse Hahn.

Além disso, Hahn comentou sobre a participação de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, responsável pelas memoráveis canções de ‘Frozen’: “Sim, para nossa sorte incrível. Eles são tão talentosos e captam perfeitamente o tom da série”.

Agatha: Desde Sempre‘ chega ao catálogo da Disney+ em 18 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Agatha Harkness se vê impotente depois de escapar de seu aprisionamento em Westview, Nova Jersey. Ela espera que alguns aliados improváveis ​​se juntem a ela em sua busca para recuperar seus antigos poderes. 

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Angelina Jolie fala sobre o divórcio e seus planos para o futuro

Em recente entrevista ao The Hollywood Reporter, Angelina Jolie desabafou sobre os desafios de sua vida pessoal em meio ao divórcio de Brad Pitt e revelou seus planos para o futuro.

Ao ser questionada sobre o divórcio, a atriz foi direta: “Não”, deixando claro que não pretende se aprofundar no assunto.

No entanto, Jolie compartilhou detalhes sobre seus planos de futuro.

“Eu cresci nesta cidade. Estou aqui porque precisei estar aqui devido a um divórcio, mas assim que meus filhos completarem 18 anos, poderei sair. Quando você tem uma grande família, deseja que eles tenham privacidade, paz e segurança. Eu tenho uma casa agora para criar meus filhos, mas às vezes este lugar pode ser… aquela humanidade que encontrei ao redor do mundo não é o que eu conheci aqui. Depois de Los Angeles, vou passar muito tempo no Camboja. Vou passar um tempo visitando meus parentes onde quer que estejam no mundo”, revelou a atriz.

Jolie também refletiu sobre as mudanças na indústria cinematográfica:

“No antigo Hollywood, você podia ter esse processo privado bagunçado e o trabalho falava por si só. Agora, o relacionamento com o público é diferente. Estou tentando me acostumar com o que compartilhar”, concluiu. 

Jolie pediu o divórcio em 2016 e o processo ainda está pendente — embora ambos sejam legalmente solteiros — eles continuam discutindo amargamente algumas questões, incluindo a propriedade de sua famosa vinícola francesa , Château Miraval.

O conflito se estendeu aos filhos, com alguns dos seis filhos até mesmo trocando o sobrenome Pitt.

Foi relatado no início deste mês que Pitt praticamente não tem nenhum contato com seus filhos adultos e visitas limitadas com os mais novos, porque ele tem estado ocupado filmando ‘F1‘, seu filme sobre corridas de Fórmula 1.

‘One Piece: A Série’: Preparação intensa! Callum Kerr revela os bastidores da transformação em Smoker

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O ator Callum Kerr, que dará vida ao icônico Smoker na segunda temporada deOne Piece: A Série’, está deixando os fãs ainda mais ansiosos!

Em um vídeo compartilhado em suas redes sociais, Kerr mostra os intensos treinos que está realizando para interpretar o “Caçador Branco”.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Para quem não conhece, Smoker é um dos principais antagonistas de Monkey D. Luffy e sua tripulação, os Piratas do Chapéu de Palha. Conhecido por sua habilidade de controlar a fumaça, Smoker é um obstáculo constante para os sonhos de Luffy de se tornar o Rei dos Piratas.

O próximo ciclo ainda irá introduzir Katey Sagal (Dr. Kureha), Mark Harelik (Dr. Hiriluk), Sendhil Ramamurthy (Nefertari Cobra), Brendan Sean Murray (Brogy), Callum Kerr (Smoker), Camrus Johnson (Mr. 5), Clive Russell (Crocus), Daniel Lasker (Mr. 9), David Dastmalchian (Mr. 3), Jazzara Jaslyn (Miss Valentine), Julia Rehwald (Tashigi), Rob Colletti (Wapol), Ty Keogh (Dalton) e Werner Coetser (Dorry).

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Os 10 Filmes de Terror Mais POPULARES da Nova Década de 2020!

Durante o fim do mês de outubro trouxemos para você aqui no CinePOP várias matérias de dicas de filmes de terror para assistir nesta data mais do que especial – principalmente para os fãs do gênero. Como sabemos que nem todos são apreciadores, mas querem celebrar a data com algo propício, tratamos de incluir pedidas para todos os gostos, como filmes que usam a temática do terror, mas apenas de brincadeira – com um clima bem mais leve e recomendado para um público mais amplo.

E finalmente o dia tão esperado chegou. Nessa terça-feira, dia 31 de outubro, resolvemos trazer para você, nosso querido leitor, uma matéria especial e muito atual. A cada década o cinema espelha as tendências sociais e investe em uma narrativa diferente. Assim, nos anos 80, o terror contou com franquias como ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’. Nos anos 90 foram ‘Pânico’ e ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’. Nos anos 2000 vieram ‘Premonição’ e ‘Jogos Mortais’. Nos anos 2010, ‘Invocação do Mal’ e seu universo reinaram. E agora, nos anos 2020?

É o que descobriremos nessa nova matéria com os filmes de terror mais populares da nova década. Confira abaixo. Ah sim, antes de começar, devo avisar que a popularidade de todos os filmes contidos na matéria foi medida através do número de votos do grande público no IMDB, o maior site de cinema da rede. Ou seja, da forma mais democrática possível. Vamos a eles.

10) X – A Marca da Morte (2022)

Outro filme do ano passado, que foi bem-sucedido em criar sua própria franquia, se transformando em uma marca própria, mesmo que esse não fosse seu objetivo inicial. Quando soubemos que a queridinha cult A24 estava realizando um slasher passado nos anos 70, com vibes de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, sabíamos que viria algo diferenciado aí. E não deu outra. ‘X’ no mesmo ano ganharia a prequel ‘Pearl’, num esquema “dois pelo preço de um”. Vendo que suas apostas deram muito certo para esse “terror de arte”, mas muito sujo e sangrento, o diretor Ti West tratou de tirar da manga também uma terceira parte, que estreia em breve. O filme tem 149 mil votos. Disponível na Amazon Prime Video.

09) Tempo (2021)

Aqui, precisamos deixar claro que a proposta não é ranquear os melhores filmes desta nova década. Não. A ideia é trazer os mais populares. Ou seja, os mais conhecidos, e que atingiram um número maior de pessoas, mesmo não necessariamente sendo os melhores, ou sequer bons. É o que nos traz para esse ‘Tempo‘, longa que desagradou mais do que agradou. Porém, é preciso levar em conta que na direção temos M. Night Shyamalan, um cineasta que sempre chama bastante atenção com qualquer projeto que assuma. A premissa é intrigante e nada mais. O filme obteve 150 mil votos. Disponível na Star+.

08) Noites Brutais (2022)

Se as coisas continuarem assim, poderemos ter uma das melhores décadas para o terror com os anos 2020. Isso porque entre o ano passado e esse, inúmeras produções de qualidade do gênero têm feito a alegria dos entusiastas. Essa aqui foi uma das mais comentadas e bem-sucedidas. Dividido em três partes, temos um thriller arrepiante na primeira metade, misturado a um filme de monstro na parte final. O medo está garantido. O filme tem 163 mil votos dos fãs. Disponível na Amazon Prime Video.

07) Noite Passada em Soho (2021)

Agora na lista chega um terror classudo, que muitos podem até mesmo argumentar não ser bem um filme de terror. Talvez não seja criado nos moldes aos quais todos estão acostumados, já que o diretor Edgar Wright realiza aqui uma narrativa inédita até mesmo para sua filmografia. Ou seja, não vá esperando algo no estilo da chamada trilogia do Cornetto do diretor. Aqui o show é de duas jovens atrizes talentosas, Anya Taylor-Joy e Thomasin McKenzie, em uma descortinada assustadora no mundo muito londrino da moda na década de 60. O filme tem 164 mil votos dos fãs. Disponível na Star+.

06) Pânico (2022)

Pânico’ (1996)  foi um marco e revolucionou o slasher, sendo ainda hoje muito influente. Podemos afirmar que a franquia ganhou vida nova com o quinto exemplar, realizando um objetivo antigo, de trazer Pânico para os tempos atuais com uma nova série de filmes. Foi graças a este quinto filme que ‘Pânico’ atingiria de forma precisa as gerações mais novas. O filme tem 176 mil votos dos fãs. Disponível na Netflix.

05) O Telefone Preto (2021)

O único motivo pelo qual este filme consta como sendo de 2021 foi sua pré-estreia em dois festivais de cinema especializados no gênero fantástico nos EUA, o Fantastic Fest e o Beyond Fest. Fora isso, o longa estreou em grande circuito pelo mundo em 2022. Trata-se de uma adaptação do livro de Joe Hill, o filho do mestre Stephen King, que fala sobre um psicopata sequestrando adolescentes de uma vizinhança. O projeto conseguiu atrair o indicado ao Oscar Ethan Hawke para o papel do vilão que faz um verdadeiro desfile de máscaras no filme. A obra obteve 178 mil votos. Disponível no Telecine.

04) O Homem Invisível (2020)

Agora chegamos a um dos filmes mais “antigos” da lista, lançado logo em 2020. Esse é também um dos filmes mais populares da nova década e um dos mais bem-sucedidos, que serviu para elevar o nome do cineasta Leigh Whannell a um novo patamar. O que o diretor faz aqui é pegar o conceito do livro clássico de ‘O Homem Invisível’ e o trazer para o mundo moderno, criando uma trama sobre violência e abuso doméstico. O vilão agora é  bem real e pode estar em qualquer lugar, até na casa vizinha à nossa. Ele é um sujeito tóxico que jamais deixará a mulher de sua obsessão livre. O filme soma 245 mil votos.

03) Não! Não Olhe! (2022)

De tempos em tempos surgem realizadores que se tornam verdadeiros astros pop. Eles são responsáveis pelos fenômenos culturais de nossos tempos. Dessa forma é claro que seus filmes caem no radar de todos com a simples menção de suas produções. Esse é o caso com Jordan Peele, que logo no seu primeiro filme adentrou no panteão dos Deuses da sétima arte. Em seu terceiro longa, Peele resolve brincar com o cinema de ficção científica e extraterrestres com um visitante espacial bem diferente. Como sempre, no entanto, o foco são os personagens humanos, e as questões sociais inerentes ao trabalho de Peele. O filme recente tem impressionantes 247 mil votos. Disponível no Telecine.

02) Um Lugar Silencioso – Parte II (2020)

Outro que encontrou ouro para a Paramount Pictures foi o diretor e ator John Krasinski, ao realizar um filme em “família”. Ele e sua esposa Emily Blunt são os protagonistas, com Krasinski também no comando da obra. O sucesso foi tanto que evitar uma continuação seria impossível. E não apenas isso, como já sabemos que pelo menos mais dois filmes estão em desenvolvimento atualmente. ‘Um Lugar Silencioso II’ estava pronto para estrear em 2020 e chegou a realizar sua pré-estreia em Nova York, quando a pandemia atingiu o mundo. Sabiamente, os produtores resolveram adiar o longa para 2021, onde pôde mostrar seu potencial e abrir portas para a franquia. O longa soma 260 mil votos no IMDB.

01) O Menu (2022)

O filme de terror que pega a medalha de ouro como o mais popular entre os fãs nesta nova década é ‘O Menu’, filme que mistura dois filões muito badalados na atualidade: programas gastronômicos e os thrillers. De forma inédita, o longa surpreende ao se tornar pioneiro no subgênero. Imagina se vira tendência. Na sétima arte já tivemos muitas obras que falam sobre culinária, em sua maioria dramas e romances. Mas ‘O Menu’ resolve dar o passo além e mostrar a alta gastronomia como objeto de obsessão de seu chef, uma arte psicótica pela qual vale a pena matar ou morrer. Ralph Fiennes brilha, e o elenco coadjuvante igualmente se destaca. O filme soma 357 mil votos no IMDB.

Marvel Studios MUDARÁ sua abordagem com séries no Disney+

agatha desde sempre
agatha desde sempre

A Marvel Studios está mudando de estratégia no mundo das séries de televisão. Após o sucesso inicial com minisséries notáveis como ‘WandaVision‘ e ‘Cavaleiro da Lua‘, a empresa está alterando sua abordagem para abraçar um modelo de produção mais tradicional.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o estúdio planeja se afastar da estratégia de minisséries e está agora focada em desenvolver “programas de TV serializados com múltiplas temporadas”.

Essa nova abordagem permitirá que seja explorado as complexidades dos personagens e tramas ao longo de várias temporadas, semelhante ao modelo de produção de séries tradicionais.

Vale lembrar que ‘Agatha: Desde Sempre‘, série derivada de ‘WandaVision‘, chega ao catálogo da Disney+ em 18 de setembro.

Kathryn Hahn, intérprete da icônica bruxa, concedeu uma entrevista à Total Fim e revelou as inspirações que moldaram sua personagem.

Hahn surpreendeu ao citar filmes como ‘Abracadabra’ e ‘Da Magia à Sedução’ como referências para a construção de Agatha.

“Tem um pouco de Nancy Meyers ali, tem, [e] quanto às bruxas, há um pouco da amizade de Abracadabra, aquelas amizades profundas e doces, e também o terror de Da Magia à Sedução, algo como Poltergeist ou E.T.”, revelou a atriz.

Sua colega de elenco, Aubrey Plaza, também compartilhou suas impressões sobre a série.

“Jovens Bruxas é aquele que eu senti que estava realmente aparecendo. Esse filme fica assustador, e o que é legal Jovens Bruxas é sobre Agatha é que ele realmente segue a linha. Há momentos em que é realmente engraçado e quase tem essa qualidade exagerada, mas há momentos em que fica realmente sombrio, fundamentado e assustador”, comentou Plaza.

O jovem ator Joe Locke revelou que “cada episódio se inspira em um clássico diferente de terror ou suspense”.

Ele acrescentou: “Há várias referências ao Exorcista, e O Bebê de Rosemary é uma delas. Mas há muitos outros exemplos. Um que se destacou para mim foi Os Goonies. Em um dia específico, Jac enviou uma foto para Kevin, e ele respondeu imediatamente: ‘Oh meu Deus, são Os Goonies’. Para mim, esse foi o grande destaque”.

 

Diretor de fotografia afirma que ‘Coringa 2’ é ARRISCADO e SURPREENDENTE

Em uma entrevista à Definition Magazine, o diretor de fotografia Lawrence Sher deu aos fãs uma prévia instigante do aguardado ‘Coringa: Folie à Deux‘, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga.

Sher, que também trabalhou na fotografia do primeiro filme, compartilhou detalhes sobre o longa que será exibido no Festival de Veneza.

“Vamos lançar um novo filme do Coringa. É um filme arriscado e que será surpreendente para as pessoas. Estou animado para que todos assistam”, revelou Sher.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.