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‘Batman’: Ator manifesta desejo de retornar como Asa Noturna no novo DCU de James Gunn

O ator Brenton Thwaites, que interpretou Dick Grayson na série ‘Titans’, revelou recentemente o desejo de reprisar o papel do icônico herói no novo Universo DC (DCU), agora sob o comando de James Gunn.

Em entrevista ao portal Collider, Thwaites elogiou o trabalho de Gunn, classificando-o como “um grande cineasta”, embora tenha admitido não possuir “muito conhecimento” sobre os planos mais amplos para a nova cronologia da franquia.

Ao refletir sobre sua trajetória na série, Thwaites destacou a identificação profunda que desenvolveu com o líder dos Titãs, descrevendo o papel como “um encaixe perfeito”.

“Já interpretei personagens em que ainda sinto que não sou aquele cara, sabe? E já fiz filmes em que sou aquele cara, e essa sensação permanece. Definitivamente senti que Dick Grayson era esse cara”, afirmou.

O ator também explorou os paralelos éticos e de personalidade entre ele e o herói, ressaltando a natureza inspiradora de Grayson“Ele é inclusivo e quer fazer o certo pelas pessoas. Lidera pelo exemplo, lidera na linha de frente. Há muitas características parecidas entre mim e o personagem, e talvez isso apareça de uma forma meio mercurial, alquímica”.

Embora Thwaites tenha manifestado interesse em retornar, o futuro do Asa Noturna nas telonas deve ganhar novos contornos em breve. A expectativa é que o personagem faça sua estreia oficial no novo DCU emBatman: The Brave and the Bold, filme que explorará a dinâmica da Batfamília. Até o momento, a DC Studios não confirmou se haverá reaproveitamento de atores de produções anteriores ou se um novo elenco será escalado para as funções.

Na trama de The Brave and the Bold, o Batman será apresentado ao lado de seu filho, Damian Wayne, que assume o manto de Robin. Nessa continuidade, Dick Grayson já aparecerá como adulto, tendo deixado o posto de ajudante para se tornar o herói independente Asa Noturna.

Embora o elenco ainda não tenha sido definido, o projeto já conta com nomes importantes nos bastidores. Andy Muschietti (diretor de ‘The Flash) será o responsável pela direção, enquanto o roteiro fica a cargo de Christina Hodson.

A escolha da roteirista, no entanto, dividiu a opinião dos fãs devido ao seu histórico em produções comoAves de Rapina, The Flash e o filme cancelado daBatgirl.

Silhueta do Batman em prédio iluminado por luz azul
batman dcu

Suspense de sobrevivência com atriz de ‘Game of Thrones’ está fazendo SUCESSO na Netflix

O suspense de sobrevivência ‘Confiança‘ (Trust), estrelado pela Sophie Turner (‘Game of Thrones’), estreou oficialmente na Netflix.

Sucesso no serviço de streaming, o longa alcançou o TOP 2 dos filmes mais assistidas da plataforma nacional – desbancando títulos populares como ‘Letras da Morte‘, ‘Fallen‘, ‘Meu Malvado Favorito 4‘, ‘Ataque Brutal‘ e ‘Um Tio Quase Perfeito 2‘.

Na trama, uma estrela de Hollywood (Turner) se refugia em uma cabana isolada — mas não está sozinha. Traída pelo homem em quem mais confiava, ela se vê presa em um jogo brutal de sobrevivência.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Carlson Young, conhecida por interpretar a Brooke Maddox na série ‘Pânico‘, é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Rhys Coiro, Billy Campbell, Peter Mensah, Forrest Goodluck, Gianni Paolo, Renata Vaca e Katey Sagal.

Gigi Levangie assina o roteiro.

‘Captain EO’ – Conheça o curta MILIONÁRIO da Disney estrelado por Michael Jackson e dirigido por Coppola

2026 é o ano em que todos poderão celebrar a vida e a carreira de Michael Jackson novamente! Considerado o maior astro da música pop a ter passado por este planeta, Michael Jackson é o assunto da cinebiografia musical intitulada apenas ‘Michael’, dirigida por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) e com roteiro de John Logan (‘Gladiador’ e ‘007 Operação Skyfall’). O blockbuster chegou aos cinemas como um sucesso instantâneo, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana de exibição.

Sim, ‘Michael’ nos faz dançar e celebrar novamente esse verdadeiro ícone da música. Mas existe outra celebração envolvendo o astro pop em 2026. Acontece que ‘Captain EO’ está completando 40 anos de sua estreia este ano. E se você está se perguntando: “que diabos é Captain EO?”; temos a resposta para você nessa matéria…

Vamos lá…

Antes, teremos uma breve recapitulação sobre a carreira de Michael Jackson para entender o contexto de ‘Captain EO’ e a ligação do astro pop com o audiovisual. Muitos podem não saber, mas Michael lançou quatro álbuns solo enquanto ainda estava no grupo Jackson Five com seus irmãos. Já era uma forma do cantor se destacar dos demais. No entanto, seria apenas em 1979 que Michael seguiria em carreira totalmente solo, longe dos irmãos, aos 21 anos de idade, com o disco ‘Off the Wall’ – lançado em agosto daquele ano. De certa forma, existe uma grande analogia aí – no conceito de completar 21 anos e atingir a maioridade nos EUA, e aí sim seguir seu próprio rumo.

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Off the Wall’ foi um sucesso impactante, por isso muitos erroneamente acreditam que foi o primeiro disco solo de Michael Jackson. A verdade é que foi o primeiro disco solo após sair dos Jackson Five. Três anos depois, o astro iria ainda mais longe com o disco ‘Thriller’, lançado em novembro de 1982. E aqui podemos dizer que começou verdadeiramente o romance entre Michael Jackson e o cinema (mesmo que o ator já tivesse participado de um filme anteriormente – ‘O Mágico Inesquecível’, de 1978, versão da Motown para ‘O Mágico de Oz’).

Michael

Off the Wall’ até trouxe videoclipes de suas canções, mas ‘Thriller’ trouxe uma verdadeira superprodução em forma de clipe musical. É claro que falamos da música tema do álbum, que se transformou num curta ainda muito aplaudido por seus efeitos visuais práticos e clima perfeito para o Halloween. Este que vos fala, teve a honra de poder assistir a uma versão restaurada do clipe ‘Thriller’ na tela grande e em 3D durante a 42ª edição do Festival de Toronto, no Canadá.

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Thriller’ não foi um clipe qualquer, foi “o” clipe. Michael, que era um fã ávido de terror, havia adorado o agora cult clássico ‘Um Lobisomem Americano em Londres’, que havia causado alvoroço em 1981, em especial devido à cena de transformação e a maquiagem vencedora do Oscar de Rick Baker. Assim, Michael trouxe não apenas Rick Baker, como também o diretor John Landis, para trabalharem com ele na criação do que é provavelmente o clipe mais icônico da história.

De 1982 com o sucesso do disco ‘Thriller’, passando pelo clipe lançado em 1983, até 1987 com o lançamento do álbum ‘Bad’, Michael Jackson curtiu, descansou e colheu os louros de todas as quebras de recorde que havia conquistado. Foi nessa época que o cantor resolveu criar outra parceria para lá de memorável. Capitalizando em cima da marca que já era seu nome, Michael assinou contrato exclusivo com a Disney para lançar sua própria atração dentro dos parques temáticos de maior nome nos EUA e no mundo. E assim surgia ‘Captain EO’, que custou caríssimos US$ 23 milhões.

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Vindo de Michael Jackson, que sempre foi um perfeccionista, essa não seria uma atração qualquer. A atração era um simulador em 3D que prestava homenagem ao subgênero conhecido como “ópera espacial”, no qual se encaixam produções como Flash Gordon, Buck Rogers e, é claro, o mais atual ‘Star Wars’. Agora preste atenção nos nomes responsáveis pelo projeto. Por falar em Star Wars, na produção estava ninguém menos que um certo George Lucas, justamente o pai da franquia espacial mais famosa do cinema. Lucas, que no mesmo ano produziu ‘Howard – O Super-herói’, aventura B que se tornou cult, resolveu impulsionar o curta de Michael na Disney.

Para a direção do curta-metragem de 17 minutos, a ideia era ter Steven Spielberg, o que traria uma reunião entre diretor e produtor após os dois primeiros ‘Indiana Jones’ (o terceiro ainda não havia sido lançado). Acontece que Spielberg era um dos nomes mais ocupados dos anos 80, entre direção e produção de filmes badalados, e na época assinava filmes como ‘Um Dia a Casa Cai’, a animação ‘Fievel – Um Conto Americano’ e preparava a superprodução dramática ‘Império do Sol’.

Spielberg não pôde participar como diretor justamente por motivo de sua agenda, e então foi substituído por um nome à altura. Que tal o diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Drácula de Bram Stoker’? Sim, Francis Ford Coppola foi quem assumiu a cadeira de comando e deu o título ‘Captain EO’ ao curta – que anteriormente iria se chamar ‘Space Knights’ – algo como ‘Cavaleiros do Espaço’. A inspiração de Coppola para o nome foi Eos, deusa grega que personifica o amanhecer. Coppola também assinou o roteiro ao lado de George Lucas.

A trama é o básico do gênero, afinal temos que lembrar que se tratava de um passeio em um parque de diversões, um simulador. Sendo assim, temos Michael Jackson como o capitão de uma nave espacial, cuja tripulação é inteiramente formada por criaturas alienígenas (bonecos animatrônicos e fantoches) e robôs. Os primeiros minutos nos inserem em uma “guerra nas estrelas”, quando a tripulação dos heróis engaja em uma batalha contra os inimigos, que lembra muito Star Wars.

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No segundo trecho do curta, Michael se depara com a grande vilã da história, a Rainha conhecida como Líder Suprema, interpretada pela vencedora do Oscar Anjelica Huston, debaixo de uma maquiagem pesada – criada novamente por Rick Baker. O visual da vilã foi inspirado por aranhas, e serviu de molde para a rainha Borg, da franquia Star Trek, na TV e no cinema. E depois disso, é claro, este sendo um veículo para o rei do pop, temos um momento musical de canto e dança com Michael Jackson derrotando os inimigos com seus passos elaborados.

A canção criada para ‘Captain EO’, cantada por Michael no ápice do curta, se chama “We Are Here to Change the World” e nunca havia sido lançada oficialmente até 2004 – ou seja, 18 anos depois da estreia da atração na Disney. A música finalmente seria incluída como parte do disco “Michael Jackson: The Ultimate Collection”. A versão deste álbum, porém, é menor e editada, em comparação com a presente no curta da atração.

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Filmado em um formato de 30 quadros por segundo, ao contrário do costumeiro 24 quadros por segundo, ‘Captain EO’ jamais foi lançado em qualquer mídia física, seja VHS, Laserdisc, DVD ou Bluray. Você até encontra cópias remasterizadas atualmente online, como no Youtube, mas não são produtos oficiais da Sony ou da Disney. Por outro lado, em 1996, ‘Captain EO’ se tornou o único filme criado para uma atração da Disney a ser exibido fora do parque. Isso porque em meados da década de 90, a MTV foi liberada para uma única exibição do curta – 10 anos depois de sua estreia. E pode ter vindo daí as cópias que circulam online.

Captain EO’ foi uma atração parte dos parques da Disney, na EPCOT, exibida de 1986 até 1997 de forma ininterrupta, até ser substituída por outra atração em 3D – ‘Querida, Encolhi a Audiência’, baseada nos filmes ‘Querida, Encolhi as Crianças’ e ‘Querida, Estiquei o Bebê’. Após a morte de Michael Jackson em 2009, a Disney resolveu homenagear o astro pop e trouxe de volta a atração ‘Captain EO’. Assim, a exibição original foi reaberta em 2010, com o novo título ‘Captain EO Tributo’. Essa foi a única vez em que a Disney fez algo do tipo, e foi merecido.

Assista:

Uma Curiosidade: como ‘Captain EO’ teve o dedo de George Lucas, como forma de homenagem, o curta acabou sendo incluído como parte de uma produção de Star Wars – mas não no cinema, e sim na TV, na Disney+. O mais recente programa de Star Wars, intitulado ‘Skeleton Crew’, de 2024, uma aventura juvenil dentro de tal universo, incluiu vários “easter eggs” de ‘Captain EO’ em seus oito capítulos, como por exemplo a criatura conhecida como Fuzzball, uma mistura de gato e borboleta, que é o mascote de Michael Jackson no curta, e aparece em uma cena da série citada.

Matthew Lillard analisa novo auge da carreira em Hollywood: “Não acho que alguém realmente goste de mim”

O ator Matthew Lillard, conhecido por papéis icônicos emPânico e na franquiaScooby-Doo, acredita ter decifrado o motivo de sua onipresença nas produções atuais. Para o veterano, o fenômeno está diretamente ligado à conexão emocional do público com suas obras do passado.

Scooby-Doo 1 e 2 são mais populares agora do que jamais foram quando estrearam. Então acho que existe uma estranha onda de nostalgia acontecendo na nossa indústria e no espírito do tempo, porque as pessoas sentem saudade dos velhos tempos”, disse conforme a EW.

“Acho que uma das razões para eu estar vivendo esse momento, sinceramente, é porque fui identificado com aquela época, então estão me contratando novamente”, acrescentou.

Com o humor autodepreciativo que lhe é característico, o ator brincou sobre os critérios de seleção dos estúdios: “Acho que é por isso que estou trabalhando. Não acho que alguém realmente goste de mim. Eles só sentem falta dos velhos tempos”.

Simulando uma negociação de bastidores, ele ironizou sua própria imagem no mercado: “Quem devemos chamar? Quem é velho e passa uma sensação relativamente acolhedora? Vamos chamar Matthew Lillard. Talentoso? Não. Mas gostamos dele? Sim”.

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Vale lembrar que, atualmente, o ator está trabalhando na segunda temporada de ‘Demolidor: Renascido’, que está lançando novos episódios no Disney+.

Na trama da 2ª temporada, a batalha pela alma de Nova York chega a um novo patamar: Wilson Fisk, agora prefeito da cidade, consolida seu poder e inicia uma caçada implacável contra seu inimigo público número um, o vigilante de Hell’s Kitchen. Por trás da máscara, Matt Murdock tenta reagir das sombras para derrubar o império corrupto do Rei do Crime e salvar a cidade mais uma vez.

Diretor de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ revela DETALHES sobre a trama e sobre as exibições-teste do longa

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas de todo o mundo em julho deste ano e promete se tornar uma das produções mais bem-sucedidas de 2026.

Em uma recente entrevista ao Deadline, o diretor Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) confirmou que as primeiras exibições-teste do quarto capítulo da franquia estrelada por Tom Holland já ocorreram – e sua gloriosa reação parece indicar que a recepção do público foi extremamente positiva.

“Não posso dizer o que acontece, mas estou muito, muito animado com o filme”, ​​ele disse. “Estou realmente empolgado com as pequenas exibições de teste e com a forma como o público está se conectando. Claro, é um grande sucesso de bilheteria; é superdivertido. Tem toda a emoção e o humor que você espera de um filme do Homem-Aranha”.

Revelando mais alguns detalhes, Cretton acrescenta: “em sua essência, é um filme sobre reaprender a se conectar com as pessoas. Estou muito animado para lançá-lo agora”.

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

Só por Uma Noite

(One Night Only)

 

Elenco:

Monica Barbaro
Callum Turner
Maya Hawke

 

Direção: Will Gluck

Gênero: Comédia

Duração: 101 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Estreia: 27 de Agosto de 2026

Sinopse: 

Em SÓ POR UMA NOITE, Allie e Owen são dois desconhecidos carentes de amor que se esbarram em uma versão de Nova York com leves toques de ficção científica na única noite do ano em solteiros têm permissão para fazer sexo. Owen, que acabou de ser abandonado em seu relacionamento, e a romântica e esperançosa Allie podem ser os únicos solteiros na cidade em busca de algo além de um encontro casual. Ambos sentem uma conexão especial quando se conhecem, mas uma série de desencontros e situações paralelas complicam a noite, mantendo-os separados. Enquanto cada um corre pela cidade, aproximando-se e se afastando um do outro, eles podem acabar descobrindo que aquilo que mais desejam está mais perto do que imaginam.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo escrito por Travis Braun;

» Além de dirigir, Will Gluck também assina o roteiro da adaptação;

O elenco ainda conta com Julia Fox, King Princess, Ziwe, Ben Marshall, Molly Ringwald e LeVar Burton;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Amanda Seyfried reforça otimismo sobre ‘Mamma Mia 3’: “Eu sei que vai acontecer”

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A atriz Amanda Seyfried, que interpreta Sophie na franquia musicalMamma Mia!’, voltou a manifestar sua confiança inabalável na realização de um terceiro longa-metragem. Em entrevista à revista People, a estrela revelou acreditar que o projeto é apenas uma questão de tempo.

“É interessante porque… vai acontecer. Eu sei que vai acontecer. Se houver necessidade, sabe?”, afirmou Seyfried.

Embora a atriz tenha ressaltado que ainda não possui novidades concretas, a produção segue em um estágio de desenvolvimento promissor. Em janeiro de 2026, informações da indústria já apontavam para a movimentação do projeto, corroborando declarações da produtora Judy Cramer, que revelou ao Deadline, em maio de 2025, que o roteiro já estava finalizado.

“Nós sabemos o que queremos fazer com o filme, e isso vai acontecer”, declarou Cramer na ocasião.

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Enquanto o sinal verde oficial não chega, o filme é tema recorrente nos bastidores. Seyfried compartilhou que colegas de elenco de seu novo projeto, Octet, já estão sugerindo elementos criativos para a sequência.

“As garotas de Octet disseram: ‘Podemos participar?’ E eu respondi: ‘Sim’. Foi ótimo, na verdade. Uma delas teve a ideia de dançarmos com fitas, e eu pensei: ‘É disso que está faltando’. É como o que fazíamos quando crianças, dança com fitas nas aulas”, acrescentou.

A dedicação de Amanda ao papel é notória. Em fevereiro, durante sua participação no The Graham Norton Show, ela brincou sobre o sentimento de posse em relação à personagem: “Se eu não participar, vou ficar muito brava. Eu realmente quero estar nele, mas não sei muito mais sobre isso”.

Seyfried também já delineou suas expectativas para o arco dramático de sua personagem, imaginando Sophie seguindo os passos de sua mãe, Donna (interpretada por Meryl Streep): “Eu adoro interpretar uma mãe e adoraria explorar as curiosidades da maternidade e criar filhos em uma ilha grega, assim como Donna fez com Sophie”.

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A própria Meryl Streep já sinalizou que aceitaria o desafio de retornar à ilha de Kalokairi, apesar do destino de sua personagem no segundo filme. Em 2023, à Vogue, a vencedora do Oscar demonstrou entusiasmo:

“Se for uma ideia que me empolgue, estou totalmente dentro. Topo qualquer coisa. Eu disse à Judy que, se ela descobrir uma forma de reencarnar Donna, eu topo. Ou pode ser como em novelas, em que Donna volta e revela que quem morreu foi sua irmã gêmea. Talvez tenhamos que chamar o filme de Grand-Mamma Mia! quando fizermos isso!”, disse na época.

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Armadilhas mortais e caçada brutal no trailer do TERROR ‘Pitfall’; Confira!

Man in a beige hoodie holding a large knife against his neck, looking distressed beside a tree trunk.

O terror ‘Pitfall‘, que traz um serial killer em uma caçada implacável pela floresta, ganhou o primeiro trailer.

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James Kondelik (‘Malditos Tubarões’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Victor Rose.

Na trama, um jovem se separa de seus amigos na floresta e cai em um fosso de três metros repleto de estacas, perfurando a perna e ficando indefeso. À medida que a realidade se impõe e sua situação se agrava, ele percebe que a queda não foi um acidente.

O lutador do UFC Randy Couture (‘Os Mercenários’) dá vida ao assassino psicopata.

O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘Premonição 6: Laços de Sangue’), Alexandra Essoe (‘O Exorcista do Papa’), Marshall Williams (‘Amor em Daisy Hills’), Jordan Claire Robbins (‘The Umbrella Academy’) e Matt Hamilton (‘Natal dos Sonhos’).

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 29 de maio.

Sam Neill, de ‘Jurassic Park’, celebra remissão total do câncer após 5 anos

Actor Sam Neill as Dr. Alan Grant, standing next to an electric fence in a scene from the film 'Jurassic Park', 1993. (Photo by Murray Close/Getty Images)

O ator Sam Neill, mundialmente reconhecido por seu papel como o Dr. Alan Grant na franquia ‘Jurassic Park’, revelou estar livre do câncer após uma batalha de quase cinco anos contra um linfoma sanguíneo em estágio três. Em entrevista à emissora australiana 7News, Neill detalhou a jornada exaustiva que enfrentou desde o diagnóstico.

“Estou convivendo com um tipo específico de linfoma há cerca de cinco anos e fazia quimioterapia, um processo bastante miserável, mas isso estava me mantendo vivo”, relatou o ator, conforme a Variety.

O cenário tornou-se crítico quando os métodos tradicionais pararam de surtir efeito, levando Neill a um momento de incerteza sobre o futuro.

“Fiquei sem saída e parecia que eu estava chegando ao fim, o que obviamente não era ideal”, relembrou.

A reviravolta ocorreu após o início de um tratamento revolucionário conhecido como terapia com células CAR-T, que consiste na modificação genética de células sanguíneas para combater a doença. Os resultados mais recentes confirmaram a eficácia do procedimento:

“Acabei de fazer um exame agora e não há câncer no meu corpo. Isso é algo extraordinário. Estou muito, muito animado que isso possa acontecer”, comemorou.

Com a saúde restabelecida, o veterano de Hollywood já planeja sua retomada profissional, afirmando categoricamente: “Está na hora de eu fazer outro filme”.

Agora em remissão, Neill tornou-se um defensor da democratização da terapia CAR-T. Atualmente, o método é restrito a testes clínicos na Austrália, e o ator pleiteia que o tratamento seja disponibilizado em todo o sistema de saúde de sua terra natal.

O diagnóstico de linfoma angioimunoblástico de células T foi descoberto em 2022, durante a turnê de divulgação de Jurassic World: Domínio, após o ator notar um inchaço nos gânglios. Ele tornou a notícia pública apenas em 2023. Na época, Neill refletiu sobre a finitude com serenidade, destacando que seu desejo de viver estava atrelado à família e aos seus projetos pessoais:

“Não tenho medo de morrer, mas isso me irritaria. Porque eu realmente gostaria de mais uma década ou duas, sabe? Construímos todos esses lindos terraços, temos oliveiras e ciprestes. Quero estar por aqui para ver tudo amadurecer. E tenho meus netinhos adoráveis. Quero vê-los crescer. Quanto à morte? Isso pouco me importa”, disse na época.

Além de ‘O Diabo Veste Prada 2’, Anne Hathaway vive estrela POP em suspense que conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes

Anne Hathaway terá um dos anos mais movimentados de sua carreira em 2026, estrelando CINCO grandes produções que reforçam sua versatilidade em Hollywood. Entre os destaques estão o drama musical ‘Mother Mary‘, a aguardada sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘, o épico ‘A Odisseia‘ dirigido por Christopher Nolan, o suspense ‘O Fim da Rua‘ e o thriller psicológico ‘Verity‘, baseado no best-seller de Colleen Hoover. Com projetos que vão do cinema autoral aos blockbusters, a atriz se consolida como um dos principais nomes da indústria, prometendo dominar as telonas ao longo do ano.

Mother Mary, novo longa estrelado por Anne Hathaway, conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 49 avaliações da crítica especializada.

Descrito como um melodrama pop épico, o longa acompanha a história de uma estrela da música (Hathaway) que está vivendo uma crise existencial e reencontra sua ex-melhor amiga e estilista (Michaela Coel), reacendendo segredos sombrios e uma relação intensa e complexa, que vai se tornar um terror na vida das duas.

As primeiras reações ao filme foram mistas, com elogios ao estilo visual de David Lowery e às atuações do elenco, mas também críticas ao roteiro e à narrativa considerada excessivamente enigmática.

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“‘Estranho’ é um adjetivo tão reducionista para coisas que as pessoas não entendem de imediato… Mas [David Lowery] pegou o tema mais acessível imaginável e transformou isso em algo maravilhosamente, gloriosamente estranho”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Apesar das inúmeras falas que tendem a ser enigmáticas, quando não completamente obscuras, o melodrama gótico é estendido demais para conseguir causar grande impacto”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O ponto negativo aqui é que Lowery parece não saber o que fazer com suas estrelas, atores que nunca brilham tanto quanto quando simplesmente fazem o que sabem de melhor: atuar”, disse Manohla Dargis do New York Times.

“Lowery pega essa situação e a transforma em algo estranhamente hipnotizante com a ajuda de duas estrelas excepcionais”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Este é o filme mais David Lowery de David Lowery já feito. Ou seja: ao final, você pode estar coçando a cabeça a ponto de querer seu dinheiro de volta”, disse Owen Gleiberman da Variety.

Mother Mary é, no fundo, mais sobre atmosfera e estilo do que qualquer outra coisa”, disse Molly Freeman do ScreenRant.

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs integram o elenco.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) assume a direção e o roteiro do projeto.

Elenco se reúne na primeira imagem oficial de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas’; Confira!

O site Screen Rant divulgou a primeira imagem oficial de ‘A Morte Do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead Burn).

A foto destaca o elenco principal, formado por Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

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O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho – duas semanas antes da estreia no território norte-americano.

Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘O Diabo Veste Prada 2’ é uma glamourosa sequência que entrega EXATAMENTE o que promete

O Diabo Veste Prada 2

Crítica livre de spoilers.

Em 2006, David Frankel dava vida a um dos filmes mais emblemáticos do século: O Diabo Veste Prada. Inspirado no romance homônimo de Lauren Wiesberger, a trama acompanhou Andy Sachs (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada que consegue uma posição na prestigiada revista de moda Runway, comandada pela temida Miranda Priestly (Meryl Streep). Navegando pelas intrincadas engrenagens dessa indústria multibilionária, Andy é arremessada em uma jornada de autodescoberta que conquistou o público ao redor do mundo e que transformou o projeto em um clássico instantâneo – que ainda trouxe nomes como Emily Blunt e Stanley Tucci ao elenco.

Sagrado como um zeitgeist cinematográfico do século XXI, não há uma pessoa que não seja imediatamente arrebatado pelo magnetismo de cada uma de suas peças. E, vinte anos depois de ter chegado aos cinemas e eternizado algumas das personagens mais populares da cultura pop contemporânea, somos convidados a retornar para os fervorosos corredores da Runway com a antecipada sequência O Diabo Veste Prada 2’. E, contando com o elenco original e mais algumas adições de peso, Frankel, que assume as rédeas da continuação, repete o sucesso do filme anterior ao expandir esse vibrante universo e construir uma carta de amor a um dos títulos mais adorados de todos os tempos.

A trama também se passa duas décadas depois dos eventos originais e traz Andy, agora uma respeitada jornalista, enfrentando uma das intercorrências mais impactantes de sua carreira quando todo o departamento da revista em que trabalhava foi desmantelado. Após um potente discurso sobre a importância dos profissionais de comunicação, ela é contratada em uma posição especial na Runway por Irv Ravitz (Tibor Feldman), e trabalhará novamente com Miranda em meio a um escândalo que pode ter colocado sua reputação e a da revista em perigo iminente. A partir daí, a nossa adorada protagonista se vê em uma posição muito familiar, singrando pelo frenesi que é trabalhar ao lado de uma das figuras mais importantes da indústria da moda – e reconecta-se com seus antigos colegas, Nigel (Tucci) e Emily (Blunt).

O segundo capítulo dessa inesperada mini-franquia não só é uma declaração de amor ao filme original, como mencionado nos parágrafos acima, mas um presente à legião de fãs que o projeto conquistou e vem conquistando desde seu lançamento nos cinemas. A ideia de Frankel não é só expandir esse microcosmos de maneira contundente, mas se apoiar no conceito das sequências-legado para reiterar o consolidado status que o projeto tem no cenário do entretenimento – e, ao não se levar a sério e saber com o tipo de narrativa com a qual está lidando, o cineasta encontra sucesso e atinge as nossas as expectativas dos espectadores, cumprindo com o que vinha sendo prometido.

Passear pela Runway é sempre uma caixinha de surpresas – e vê-la infundida em um choque intergeracional e acompanhando a rompante presença das mídias sociais e das múltiplas causas sociais online torna todo o enredo ainda mais despojado e suculento, além de dar uma sólida base para que os personagens explorem camadas que não tiveram a chance de aparecer no filme anterior. Streep, nesse tocante, oferece uma visão mais constrita da imparável Miranda Priestly, mas sem deixar de lado a personalidade ácida e contundente da editora-chefe da revista, forçando-se a “engolir sapos” para não cair no escrutínio público mais do que já vem fazendo.

A atriz, que inclusive foi indicada ao Oscar pelo mesmo papel em 2007, apresenta Miranda de uma maneira mais humanizada, em que os sutis e gélidos olhares dão lugar a incursões mais despojadas e que, de certa forma, combinam com a atmosfera Frankel arquiteta. A ideia não é transformá-la na mocinha, mas sim esquadrinhar um quadro de evolução que a tira da posição predatória e a coloca como mais uma vítima de um corporativismo que engole a expressão artística pouco a pouco. Não é surpresa, pois, que Streep roube os holofotes mais uma vez com um formidável comprometimento e uma habilidade performática invejável.

É claro que ela não está sozinha nessa empreitada, visto que Hathaway nos engolfa de imediato com o magnetismo nato de Andy, enfrentando uma nova crise profissional à medida que caminha por uma memorabília formada por haute couture e desespero, permanecendo fiel à essência da protagonista, mas infundindo-a com um solene e bem-vindo amadurecimento. Tucci, por sua vez, reitera-se como um dos grandes atores do século ao retornar como o sarcástico e adorável Nigel, enquanto Blunt se joga de cabeça na personalidade irruptiva de Emily. O grupo também é acompanhado de sólidas adições que incluem Lucy Liu, Kenneth Branagh, Simone Ashley e Lady Gaga – esta interpretando a si mesma em duas ótimas cenas e ficando responsável por efervescentes canções da trilha sonora, incluindo “Runway” e “Shape of a Woman”.

O Diabo Veste Prada 2’ é exatamente o que esperaríamos de uma sequência de um dos filmes mais adorados do século, beneficiando-se de seu caráter despreocupado e da dinâmica infalível do “quarteto de ouro”. Trazendo o glamour e a imponência do primeiro filme de volta, mas agora sob uma ótica modernizada e muito mais intrincada, o longa acerta onde deve e nos encanta com uma mistura de nostalgia e mágica.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 30 de abril.

10 Filmes para quando você só precisa de um RESET emocional

Com o caos do cotidiano fazendo parte de muitos períodos de nossa trajetória, sempre que possível, precisamos daquele merecido descanso. Nesses momentos, assistir a um filme leve e com ótimas mensagens pode ser uma boa pedida. Abaixo, segue uma lista de interessantes filmes para você:

 

Hank e Asha (Diamond Plus)

Na trama, conhecemos Asha (Mahira Kakkar), uma jovem indiana, estudante de cinema, que está terminando os estudos na Suíça. Certo dia, após assistir a um filme, consegue entrar em contato com o realizador do mesmo, Hank (Andrew Pastides), um jovem norte-americano que busca se encontrar profissionalmente em Nova York. Os dois começam a se falar diariamente através de vídeos e um dia resolvem marcar de se encontrar numa das cidades mais românticas do mundo, Paris. Mas será que esse encontro vai acontecer?

 

Os Dois Hemisférios de Lucca (Netflix)

Baseado no livro Los dos hemisferios de Lucca escrito por Bárbara Anderson e dirigido pela cineasta Mariana Chenillo – que já havia realizado um belíssimo trabalho no filme Paraíso (2013), exibido no Festival do Rio – Os Dois Hemisférios de Lucca é um olhar para uma jornada que consegue completar todas as lacunas com a emoção, movida também pelo real sentimento do que é uma família unida.

 

Paraíso (Netflix)

Na trama, acompanhamos Alfredo (Andrés Almeida) e Carmen (Daniela Rincón), um casal de classe média mexicano que está dando um passo importante se mudando para uma nova casa, onde vão morar juntos pela primeira vez. Após um bullying sofrido por Carmen na festa da empresa em que trabalha Alfredo, a protagonista resolve embarcar em uma dieta com um grupo especializado e leva junto seu marido.

 

Um Amor Inesperado (Disney Plus)

Na trama, conhecemos o casal Marcos (Ricardo Darín) e Ana (Mercedes Morán), que estão juntos há muito tempo e passaram todos esses anos com mais acertos do que erros, principalmente com o foco voltado para a educação de seu filho, que agora foi para uma universidade na Espanha. Com essa partida, as coisas mudam e pensamentos antes adormecidos voltam à tona e o casal resolve se separar amigavelmente. Os anos passam e vamos acompanhando as aventuras de pós-divorciados dos dois ex-pombinhos.

 

Quando a Luz Arrebenta (Reserva Imovision)

Una (Elín Hall) é uma jovem estudante de artes, integrante de uma banda nas horas vagas, que vive um romance não exposto com Diddi (Baldur Einarsson), esse último ainda num outro relacionamento. Quando uma inesperada tragédia acontece com seu amor, a personagem principal precisará enfrentar o luto e as verdades não ditas nas horas que se seguem.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

Todo o Silêncio (Prime Video)

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Maria (Chiara Mastroianni) e Richard (Benjamin Biolay), um casal de meia idade que tem um casamento de duas décadas. Ela, uma professora de direito, com uma queda por homens mais novos. Ele, um acomodado, com seu passado ligado à música. Quando o segundo confronta a primeira sobre a vida sexual virando uma atividade extraconjugal, Maria vai para um hotel em frente à sua casa para refletir e, de forma inusitada, acaba encontrando a versão mais nova do próprio marido – além de outros surpreendentes personagens do passado dos dois.

 

Vidas Passadas (Telecine, Netflix)

Vidas Passadas é uma poesia em forma de cinema, onde declamações marcantes são vistas, sentimentos borbulham, nos levando de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

Na Ponta dos Dedos (Apple Tv)

Na trama, acompanhamos Anna (Jessie Buckley), uma professora que está em busca de emprego e consegue um trabalho em uma empresa que vive de testar as possibilidades de sucesso de casais – a partir de alguns testes e a retirada de uma das unhas para a real compatibilidade amorosa. Como seu casamento com Ryan (Jeremy Allen White) não anda nada bem, e a chegada de um impulsivo interesse amoroso em colega de trabalho, Amir (Riz Ahmed), Anna embarca em uma jornada pela busca por respostas.

 

Uma nova competição começa no INCRÍVEL trailer da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

Paramount+ e a WOW Presents divulgaram o trailer oficial da 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’spin-off do premiado reality de competição RuPaul’s Drag Race’.

Confira:

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

Confira as imagens promocionais e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

RuPaul retorna como apresentadora, acompanhada de Michelle VisageRoss MatthewsCarson KressleyTs Madison.

Renée RappChristina RicciCooper Koch Kate Hudson farão parte do painel de jurados convidados, ao lado de Juno TempleBronwyn NewportBrian Tyree HenryEvan MulrooneyGina GershonJamal SimsJanelle JamesLaw Roach.

La Toya Jackson será a jurada convidada no episódio de estreia da iteração.

Christina Ricci, Juno Temple e MAIS serão juradas convidadas na 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A 11ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já está ganhando forma e, agora, foi revelado o painel de jurados convidados dos novos episódios do reality de competição (via Deadline).

Renée RappChristina RicciCooper Koch Kate Hudson farão parte da temporada, ao lado de Juno TempleBronwyn NewportBrian Tyree HenryEvan MulrooneyGina GershonJamal SimsJanelle JamesLaw Roach.

La Toya Jackson será a jurada convidada no episódio de estreia da iteração.

O próximo ciclo contará com o retorno de A’Keria C. Davenport (11ª Temporada, All Stars 6), April Carrión (6ª Temporada), Aura Mayari (15ª Temporada), Crystal Methyd (12ª Temporada), Hershii LiqCour-Jeté (16ª Temporada), Jasmine Kennedie (14ª Temporada), Joey Jay (13ª Temporada), Kennedy Davenport (7ª Temporada, All Stars 3), Lucky Starzzz (17ª Temporada), Dawn (16ª Temporada), Morphine Love Dion (16ª Temporada), Morgan McMichaels (2ª Temporada, All Stars 3), Mystique Summers (2ª Temporada), Salina EsTitties (15ª Temporada), Sam Star (17ª Temporada), Shuga Cain (11ª Temporada), Silky Nutmeg Ganache (11ª Temporada, All Stars 6) e Vivacious (6ª Temporada).

Confira as imagens promocionais e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 8 de maio.

As Queens serão divididas em três grupos, que irão competir entre si no decorrer de três episódios. No final de cada rodada, as duas Drag Queens com mais pontos irão avançar para as semifinais e irão enfrentar as Queens sobreviventes dos outros grupos.

No final do torneio, haverá um épico Lip Sync Smackdown para coroa, que irá definir a próxima vencedora – que ganhará o prêmio de US$ 200 mil e um lugar no cobiçado Hall da Fama de Drag Race.

‘The Five-Star Weekend’: Série com Jennifer Garner ganha teaser e data de estreia

O Peacock divulgou o primeiro teaser de ‘The Five-Star Weekend‘, série dramática estrelada pela Jennifer Garner (‘Deadpool e Wolverine’).

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 9 de julho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=yJzp9LNfaxs

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny (‘American Horror Story’), Regina Hall (‘Uma Batalha Após a Outra’), Gemma Chan (‘Eternos’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’) e Timothy Olyphant (‘Justified’).

Na trama, Garner interpreta Hollis Shaw, uma influenciadora digital de culinária famosa por suas receitas sofisticadas e sua imagem pública acolhedora. No entanto, após uma perda devastadora, Hollis vê sua vida perfeita começar a desmoronar. O luto escancara problemas em seu casamento, conflitos com a filha e uma crescente dependência da aprovação de seus seguidores online.

Na tentativa de se reencontrar e curar suas feridas, Hollis organiza um final de semana especial em sua casa luxuosa em Nantucket. Ela convida três amigas marcantes de diferentes fases da sua vida — infância, juventude e vida adulta — além de uma quinta presença surpresa. O “fim de semana cinco estrelas” se torna um catalisador para revelações, amadurecimento e reavaliações profundas, enquanto segredos vêm à tona e limites são testados.

Bekah Brunstetter (‘Maid’, ‘This Is Us’) entra como criadora e showrunner.

Além de Brunstetter, o time criativo conta com Beth Schacter (‘Billions’) como roteirista e produtora executiva.

Também produzem Sue Naegle e Ali Krug pela Dinner Party Productions, em parceria com o Universal Studio Group. A própria Elin Hilderbrand atua como produtora executiva.

‘Capitão América: Guerra Civil’ | 10 anos depois do lançamento, quem estava CERTO: o Capitão América ou o Homem de Ferro?

Há exatos 10 anos, os cinemas brasileiros paravam para receber a estreia de um dos filmes mais aguardados daquele ano: Capitão América: Guerra Civil. Lançado em 28 de abril de 2016, o longa estreou primeiro no Brasil, em uma estratégia adotada pela Marvel focando o público brasileiro, que pôde assistir essa aventura antes mesmo do que os fãs dos Estados Unidos, país cuja estreia ocorreu em 1º de maio daquele ano.

Adaptando uma das sagas mais populares das histórias em quadrinhos da Marvel, o longa tinha a missão de conseguir condensar mais de 120 fascículos que envolveram todos os títulos disponíveis da empresa entre 2006 e 2007. Na trama, um grupo de jovens heróis que buscavam viralizar seus atos de heroísmo em um reality show acabaram ocasionando a explosão de uma escola. Diante da tragédia, a sociedade chegou ao limite com os super-heróis e deu início a uma série de manifestações para que eles fossem responsabilizados por suas ações. Para isso, o governo americano estabeleceu uma lei de registro. Os super-heróis deveriam revelar suas identidades secretas e assinarem como funcionários do governo, recebendo salário e atuando sob ordens das autoridades, como policiais superpoderosos.

A medida é encabeçada pelo Homem de Ferro, que patrocina a ação enquanto o governo caça os heróis que se recusarem a assinar o registro. Do outro lado, o Capitão América lidera uma rebelião contra a medida autoritária. Ele defende que o heroísmo não deve seguir um partido, mas sim o que é certo. Diante dessa cisão, heróis que eram amigos acabaram virando inimigos. Em uma das mais influentes sagas das HQs, personagens morreram, um clone do Thor apareceu e até mesmo a ideia da invasão Skrull na Terra começou a ser plantada. Em meio a esse embate de gigantes, o Homem-Aranha virou personagem central da disputa. Após aceitar revelar sua identidade secreta publicamente – na época, ele era um dos heróis que mais levava a sério essa questão -, ele passou a ser um tipo de garoto propaganda do registro. Porém, ele logo começou a sentir na pele as consequências de seus atos. Mary Jane ameaçada e Tia May baleada por todos saberem onde os entes queridos do herói moravam foram algumas delas. Esse evento, inclusive, daria rumo à infame saga “Um Dia a Mais“. Diante dessa nova realidade, Peter percebe que fez besteira e muda de lado. Ele acaba sendo atacado pela milícia de Stark, que o deixa quase morto nos esgotos. Ele sobrevive graças ao Justiceiro, que o leva para cuidados com o “Team Cap”. O resultado dessa saga são diversos combates históricos e uma guerra que termina com o Capitão América se rendendo ao ver o que essas batalhas estavam fazendo com o cidadão comum.

Fato é que a versão dos quadrinhos deixou marcas históricas. E mesmo com a rendição do Capitão, o tempo provou que ele estava certo, já que o próprio viria a ser assassinado na escadaria de seu julgamento e personagens importantes pró-registro viriam a se revelar Skrulls na saga seguinte. Além disso, vilões como Norman Osborn conseguiram status de herói – ele assumiu a armadura do Patriota de Ferro -, mostrando que os temores do Capitão estavam certos.

Aí veio a grande questão: como adaptar uma saga tão marcante e poderosa, que tomou literalmente todas as publicações da casa por sete meses em um filme de 2h de duração? A ideia da casa era conseguir criar um evento tão marcante e relevante para a linha do tempo do Universo Cinematográfico Marvel quanto o evento foi para os quadrinhos. Para isso, a Marvel adaptou os sete capítulos principais da saga, deixando muita coisa de fora. Além disso, personagens centrais da trama foram substituídos em tela. Por exemplo, em vez do Homem-Aranha mudar de lado, o filme mostrou a Viúva Negra (Scarlett Johansson) traindo o ‘Time Stark’. Outro ponto que trouxe bastante preocupação para a Disney foi tentar replicar essa campanha do quem está certo: Time Capitão ou Time Stark?

Por incrível que pareça, apesar das diferenças gritantes, a campanha funcionou. No entanto, mais do que uma vertente ideológica, a disputa dos “times” acabou sendo muito definida pelos membros de cada equipe. O Time Stark foi formado por Homem de Ferro, Máquina de Combate, Pantera Negra, Visão, Viúva Negra e o estreante Homem-Aranha. Do lado do Capitão América, Falcão, Soldado Invernal, Homem-Formiga, Feiticeira Escarlate e Gavião Arqueiro compuseram o selecionado. Foi uma disputa desleal, falando em níveis de poderes, mas deu resultado. As redes sociais se dividiram sobre quem supostamente estaria certo neste embate, que foi adaptado de forma menos racional e mais passional.

O filme adaptou a tragédia com uma missão dos Vingadores no continente africano, onde um deslize da Feiticeira Escarlate acaba criando mais um conflito internacional. E após os heróis terem explodido a cidade europeia de Sokovia em Era de Ultron, a situação estava realmente crítica para eles. Para piorar, durante a votação do tratado que colocaria os heróis sob controle do governo, um ataque supostamente atribuído ao Soldado Invernal explodiu uma conferência da ONU, vitimando o pai de T’Challa, o rei T’Chaka. Com o acordo aprovado, o governo passa a caçar o Soldado Invernal, o que toca numa questão muito sensível ao Capitão América. Ele alega que seu motivo para não concordar com o acordo é entender os perigos que dar poder total a governos pode ter. Já Stark começa a sentir o peso de suas ações, em mais uma tentativa do MCU em transformá-lo em um herói responsável – somente para que ele viesse a esquecer dessas responsabilidades nos longas seguintes, como era feito até o momento.

Se o filme seguisse esse embate ideológico até o fim, seria sensacional, porque Steve Rogers realmente tinha motivos para não confiar no governo. Ele tinha acabado de sair dos eventos de Capitão América: O Soldado Invernal (2014), em que descobriu que a organização nazista da H.I.D.R.A. havia se infiltrado, ao longo de cinco décadas, na S.H.I.E.L.D. e nas principais autoridades de governança dos Estados Unidos. Como confiar que isso não continuaria acontecendo? Como garantir que os heróis não passariam a atuar pelos interesses dos vilões?

Pelo lado do Stark, a ação de se aliar ao governo poderia ser um sinal de maturidade, de mostrar que estava pronto para atuar pelo bem coletivo em vez de apenas ser um herói porque era “muito legal”. Sentir o peso de suas ações seria um grande desenvolvimento para um personagem que sempre foi muito autocentrado. Uma visão mais coletiva ao herói.

Porém, tudo isso foi jogado fora quando o longa decidiu mostrar que nenhum dos heróis estava realmente ligando para o tal Tratado de Sokovia, tanto que eles seguram seus golpes no grande confronto do aeroporto. A guerra civil acaba virando uma briga de mágoas e egos entre o Capitão, que quer proteger seu amigo de uma injustiça, e o Homem de Ferro, que quer vingança por um segredo mantido pelo Capitão há dois anos. Nessa mudança brusca, eles transformaram Steve em um egoísta e Stark num bebê chorão. Uma temeridade. Tudo isso por conta de uma escolha narrativa extremamente conservadora de construir esse filme com um vilão clássico. Neste caso, o Barão Zemo. Dentre todos os filmes do MCU, esse aqui era o único que realmente poderia ser construído sem esse vilão estereotipado. O grande foco deveria ser o confronto e qual limite os heróis estariam dispostos a ultrapassar por um ideal. Infelizmente, a trama acabou sendo muito simplificada por essa decisão polêmica.

Foi algo tão simples, mas tão lesivo para o filme que fica até difícil de definir qual era o lado certo. Até aquele momento, pelas informações que havia na época, o Time Stark realmente tinha bons argumentos. Porém, com o passar dos anos e das fases do MCU, foi revelado que o governo queria desmontar e replicar o Visão, que o Máquina de Combate era um Skrull disfarçado, assim como Nick Fury, grande líder da S.H.I.E.L.D. também era um alienígena disfarçado. Indo mais adiante, o responsável pelo projeto, o General Ross, viria a ser manipulado pelo Líder, a ponto de transformá-lo em um Hulk, quando o mesmo era presidente dos EUA, quase dando início a uma guerra mundial. Sem contar que o próprio Stark, que pregava responsabilidade, levou um garoto de 16 anos para uma guerra num aeroporto na Alemanha, dando ao Peter Parker uma tecnologia muito avançada para alguém daquela idade.

Contra o Capitão América, o que pesou contra foi a Wanda. Sem apoio ou responsabilidade, a Feiticeira perdeu o controle sobre a própria mente, sequestrando uma cidade inteira e prendendo sua população em uma sitcom doentia, após perder o Visão e não conseguir lidar com o luto, dando início a uma saga interdimensional que ocasionou uma chacina sem precedentes no Multiverso até então. O que pesa ao favor de Steve é que, naquele momento, os poderes de Wanda eram praticamente disparar raios mágicos e voar. Ela ainda não manipulava realidade. Ainda assim, um monitoramento constante dela poderia ter ajudado a controlar os poderes da bruxa ou tê-la encaminhado para acompanhamento psicológico.

No fim das contas, uma década depois, ainda é difícil definir quem estava certo, apesar dos filmes seguintes indicarem que o Time do Capitão tinha motivações melhores do que as do Stark. Fato é que o filme foi muito importante para a construção de Vingadores: Guerra Infinita (2018), já que os heróis terem terminado a aventura divididos foi fundamental no fracasso de tentar impedir a chegada de Thanos. Mais do que isso, o filme introduziu o Pantera Negra e parte de sua mitologia, que viraria parte fundamental das aventuras seguintes dos super-heróis mais poderosos da Terra, e o Homem-Aranha, que virou o grande rosto do MCU pós-Ultimato. Mesmo com muitas falhas e escolhas narrativas questionáveis, Capitão América: Guerra Civil é uma aventura muito divertida, que promove momentos de entretenimento puro e conseguiu passar essa sensação de “filme-evento” nos cinemas da época. Não é uma obra-prima, como muitos esperavam, mas também não é uma desgraça, como outros pintam.

Capitão América: Guerra Civil está disponível no Disney+.

‘O Homem-Sussurro’: SUSPENSE criminal com Adam Scott e Robert De Niro ganha primeiras imagens e data de estreia!

Netflix divulgou hoje (29) as primeiras imagens de ‘O Homem-Sussurro’, novo suspense criminal estrelado por Adam Scott (‘Ruptura’), Robert De Niro (‘The Alto Knights’) e Michelle Monaghan (‘Plano em Família’).

Além disso, foi revelado que o longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

O filme é inspirado no romance best-seller homônimo de Alex North.

Na trama…

Quando seu filho de 8 anos é sequestrado, um escritor viúvo de romances policiais busca ajuda de seu pai distante, um ex-detetive de polícia aposentado, apenas para descobrir uma ligação com o caso de décadas atrás de um assassino em série condenado conhecido como “O Homem-Sussurro”.

James Ashcroft assume a cadeira de direção, enquanto Ben JacobyChase Palmer assinam o roteiro.

O elenco ainda conta com Hamish Linklater (‘Missa da Meia-Noite’), Owen Teague (‘IT’), Acston Luca Porto (‘Dora and the Search for Sol Dorado’) e Will Brill (‘Os Olhos da Minha Mãe’).

Justin Berfield defende saída de Erik Per Sullivan de ‘Malcolm’: “Deixem ele em paz”

Justin Berfield, conhecido por interpretar Reese emMalcolm, manifestou-se em apoio a Erik Per Sullivan (o Dewey), após o ex-ator retornar involuntariamente aos holofotes. Mesmo com o sucesso do recente revival da série, Sullivan optou por não retomar seu papel, mantendo-se afastado da indústria do entretenimento.

Questionado se Sullivan teria se arrependido da decisão de ficar de fora do projeto, Berfield foi enfático: “Não. Eu sei que chamaram ele várias vezes. Chamaram umas quatro ou cinco vezes, e toda vez ele dizia: ‘Não'”.

Apesar da recusa, Berfield reforçou que o carinho entre o elenco permanece intacto e criticou a perseguição da imprensa ao antigo colega, que hoje busca uma vida comum.

“Ele é um cara legal, e eu amo o Eric”, acrescentou. “Na verdade, me sinto mal porque ele quer ficar longe desse meio e tenho visto fotos dele tiradas por paparazzi. E penso: deixem ele em paz. Ele não quis voltar para a série. Sem ressentimentos”.

Sullivan foi o único integrante do elenco original a não participar do reboot, o que levou a produção a escalar Caleb Ellsworth-Clark para assumir o papel de Dewey.

Recentemente, Jane Kaczmarek, que interpretou a matriarca Lois, revelou que a produção não poupou esforços financeiros para garantir a presença de Sullivan, mas o desejo de seguir uma carreira acadêmica falou mais alto. Segundo a atriz, ele está atualmente “estudando Dickens e é um aluno incrível”.

“Ofereceram baldes de dinheiro para ele voltar, e ele simplesmente respondeu: ‘Não, obrigado'”, afirmou Kaczmarek.

A sinopse oficial revela que a história dará um salto temporal significativo. Após passar mais de uma década protegendo a si mesmo e à sua filha da influência errática de seus parentes, Malcolm (Frankie Muniz) é forçado a confrontar o passado. O protagonista é arrastado de volta ao convívio familiar quando Hal (Bryan Cranston) e Lois (Kaczmarek) exigem sua presença na celebração de 40 anos de casamento do casal.

Além de Muniz e Cranston, o revival garante o retorno de:

O especial também apresentará a nova geração da família. Anthony Timpano e Vaughan Murrae interpretam Jamie e Kelly, os irmãos mais novos de Malcolm, agora crescidos. A trama introduz ainda Keeley Karsten como Leah, a filha de Malcolm, e Kiana Madeira no papel de Tristan, namorada do protagonista.

Com um total de quatro episódios, o revival está agendado para estrear globalmente no dia 10 de abril no Disney+.

Melhores Filmes de Cassino de todos os tempos e o que eles realmente acertam sobre os jogos

Poucos ambientes do cinema chamam tanto a atenção como os cassinos devido a todas as cenas carregadas de charme, tensão e glamour. Seja com as mesas de blackjack, as roletas girando ou os dados caindo, o cinema, de forma geral, sempre consegue transformar esses momentos que se passam dentro de cassinos em narrativas inesquecíveis.

Além do espetáculo visual e das reviravoltas usuais dos roteiros, esses filmes também mostram muitas coisas, tanto certas quanto erradas, sobre o universo dos jogos de cassinos. E para quem gosta de cassinos online ou quer entender um pouco melhor como esse mundo funciona, assistir a esses filmes com um olhar mais crítico pode acabar sendo bastante revelador.

A nossa ideia aqui é apresentar alguns dos títulos mais icônicos do gênero e comentar o que eles capturam com precisão e onde eles acabam forçando a barra um pouco por entretenimento. Vamos nessa?

007: Cassino Royale (2006): tensão nas mesas e glamour nas apostas

Não tem como falar de cassinos no cinema sem falar de Cassino Royale. Nesse filme, James Bond, interpretado por Daniel Craig, atuou em uma das cenas mais icônicas e mais comentadas do cinema moderno. O Texas Hold’em acabou substituindo o baccarat, que era parte do livro original, para deixar o filme ainda mais dinâmico, e isso trouxe uma série de partidas repetidas de tensão, blefes calculados e apostas intensas que deixam o jogador grudado na tela.

No ponto de vista do entretenimento, Cassino Royale é impecável. Mas, como em todo filme de espionagem, alguns elementos são exagerados para além do razoável. As mãos distribuídas com frequência dramática e sequências reais, full houses, straight flushes aparecendo um atrás do outro, não representam exatamente a realidade das longas e muitas vezes áridas partidas de pôquer de alto nível.

Na vida real, a jornada de um jogador acaba sendo muito mais sobre disciplina e gestão de banca do que esses momentos de virada. Mesmo assim, o filme faz um excelente trabalho ao capturar a ideia de que o pôquer é um jogo onde a psicologia e a estratégia têm influência direta nos resultados.

Danilo Gentili DEBOCHA de possível papel de Wagner Moura no próximo James Bond e internautas ESCULACHAM o comediante

Onze Homens e um Segredo e 21: o lado estratégico dos jogos

Onze Homens e um Segredo é mais um filme de assalto do que de cassino propriamente dito, mas Las Vegas está no CENTRO de tudo, e o cassino é tanto o pano de fundo quanto o alvo.

O que a franquia captura muito bem nas imagens é o grande peso da segurança e da vigilância nos grandes cassinos. Eles mostram que os cassinos possuem câmeras por todos os lados, cofres avançados e procedimentos extremamente rigorosos, e qualquer pessoa que tenha visitado um cassino sabe que isso é muito próximo da realidade.

O filme conta ainda a história de um grupo de estudantes de uma universidade dos Estados Unidos que desenvolveu um sistema de contagem de cartas no blackjack para vencer os cassinos de Las Vegas. Realmente, essa técnica de contagem de cartas é algo real e não é considerada trapaça, mesmo sendo muito combatida pelos cassinos.

O filme mostra bem como os cassinos respondem a esse tipo de estratégia, e pra quem joga Blackjack online ou mesmo outros jogos, vale entender esse paralelo, onde os cassinos utilizam baralhos embaralhados a cada rodada justamente pra eliminar essa vantagem da contagem de cartas.

‘007’: Henry Cavill dá resposta definitiva sobre viver James Bond

O que os filmes acertam, e onde exageram

Todos esses títulos compartilham algo em comum: a tensão dramática exige exagero. Grandes vitórias acontecem em momentos cinematográficos perfeitos, as perdas são devastadoras e imediatas, e os personagens raramente representam o jogador médio, que não tem nem a elegância de James Bond nem os recursos financeiros de Sam Rothstein.

O que esses filmes costumam acertar é a atmosfera e a psicologia. A sensação de risco real, o peso de cada decisão, a importância de entender o jogo antes de sentar à mesa — tudo isso está presente de formas muito mais precisas do que o grande público costuma perceber.

O que eles exageram, quase sempre, são as probabilidades e a consistência das vitórias. No cinema, os protagonistas raramente perdem de forma ordinária, e cada derrota tem um motivo narrativo. Na vida real, a variância é maior, os resultados são menos dramáticos e a disciplina é mais importante do que qualquer golpe de sorte.

Do cinema para a tela: o cassino online como entretenimento

O universo dos cassinos online tem crescido justamente porque oferece uma experiência acessível, regulamentada e transparente, muito diferente do ambiente de tensão e poder retratado nos filmes, mas carregado de entretenimento real.

Para quem se animou com algum desses filmes e quer explorar os jogos de um jeito responsável, plataformas como o cassino BacanaPlay oferecem uma variedade de opções, de blackjack a roleta, com as regras bem definidas e um ambiente seguro. Nada de sequências impossíveis ou drama de Hollywood, mas toda a estratégia e entretenimento que fazem parte da experiência.

O Brasil é um dos mercados que mais cresce no setor, impulsionado justamente pelo aumento da oferta de plataformas regulamentadas e pela familiaridade crescente do público com os jogos digitais.

Por fim, os filmes de cassino continuam sendo alguns dos melhores retratos que o cinema oferece sobre risco, estratégia e natureza humana. Não porque sejam documentários, muito longe disso, mas porque sabem usar a mesa de jogo como metáfora de algo muito maior: as escolhas que fazemos sob pressão e o que estamos dispostos a apostar.

Assistir a esses filmes com um olhar mais informado torna a experiência ainda mais rica. E, para quem decide ir além da ficção e experimentar o mundo real dos cassinos online, a dica mais cinematográfica possível é a mesma que qualquer bom personagem aprenderia até o fim do terceiro ato: entenda o jogo antes de entrar na mesa.