A 3ª e última temporada de ‘De Volta aos 15’, adorada série estrelada por Maísa, já está disponível na Netflix.
Os episódios de encerramento da atração foram lançados na plataforma de streaming hoje,21 de agosto.
Confira:
Vale lembrar que, recentemente, a atriz Juliana Paiva foi escalada para o ciclo de encerramento.
Paiva dará vida à versão adulta de Filipa, que passa a conhecer a protagonista Anita na faculdade. A versão mais jovem da personagem será vivida por Larissa Manoela, que se reúne com a ex-colega da novela ‘Carrossel’, Maísa.
Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.
A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunistaBruna Vieira.
Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.
Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15’ terá seis episódios na 1ª temporada.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
Pouquíssimas franquias cinematográficas carregam o peso de ‘Alien’.
Lançada oficialmente em 1979, a saga de terror sci-fi carrega um legado infindável que atravessa gerações e que, em virtude da mentalidade genial de Ridley Scott, é citado através de inúmeras produções atuais que buscam emular os elementos mitológicos eternizados pelo realizador.
Com o recente lançamento de ‘Alien: Romulus’ e para finalizar nosso especial, preparamos uma lista elencando todos os filmes da saga (com exceção dos cross-overs‘Alien vs. Predador’).
Confira nosso ranking abaixo e conte para nós qual o seu favorito:
“[…] todos os olhos se voltaram para David Fincher quando o realizador foi escalado para comandar ‘Alien 3’ (estilizado como ‘Alien³’). Fincher, que é conhecido por seu trabalho em títulos como ‘Seven’, ‘Garota Exemplar’ e ‘A Rede Social’, não havia ainda solidificado sua visão artística como um dos grandes nomes do suspense psicológico e faria sua estreia oficial com esse longa em questão – mas não teria um début como imaginava, fosse por ter se afastado consideravelmente da estética explorada nos capítulos anteriores, fosse por escolhas polêmicas no tocante ao destino dos personagens e no tratamento da expansiva mitologia eternizada por Scott. O resultado parece ter vindo como um balde de água fria para a saga e para a 20th Century Fox, que supervisionada o projeto à época” – Thiago Nolla
“Um outro elemento positivo é o roteiro assinado por John Logan e Dante Harper, que assumiram a história escrita por Jack Paglen e Michael Green, repaginando-a e polindo-a até o resultado que vimos nas telas. Temos uma construção um tanto quanto prática, mas sem esbarrar em investidas simplórias, que ergue uma arquitetura sólida, mesmo tropeçando aqui e ali. É notável o comprometimento dos roteiristas com a narrativa que se desenrola e, por mais que alguns diálogos soem formulaicos, a entrega dos atores consegue travesti-los com originalidade e drama consideráveis – principalmente quando falamos de Fassbender, Waterston (Daniels) e Crudup (Oram). O trio navega entre a razão e a fé em uma corda bamba que exala questões primordiais da existência e da ambição humanas” – Thiago Nolla
Cinco anos depois do frustrante ‘Alien³’, coube ao diretor Jean-Pierre Jeunet e ao roteirista Joss Whedon revitalizar a franquia com uma interessante narrativa que, apesar dos claros erros, foi uma entrada boa para a saga sci-fi. Contando com mais uma performance incrível de Sigourney Weaver como uma Ellen Ripley “de volta dos mortos” e um acompanhamento considerável de Winona Ryder, a trama se passa dois séculos depois dos eventos do filme anterior, em que Ripley é clonada por cientistas a bordo de uma espaçonave, a qual é também um laboratório. Porém, o clone tem sangue alien na sua composição.
Em 2012, Scott voltou à ativa com um interessante e profundo mergulho na mitologia da franquia ‘Alien’ com o lançamento de ‘Prometheus’. Contando com atuações impecáveis, com destaque à espetacular rendição de Michael Fassbender, o filme expandiu a mitologia de uma forma inesperada e com uma cautela artística de tirar o fôlego – ainda que tenha entregue um final um tanto quanto frustrante. Na trama, uma equipe de cientistas embarca em uma jornada espacial para descobrir a verdade sobre a origem da raça humana. No planeta de destino, eles encontram criaturas poderosas e revelações assustadoras.
“[Aqui], é Spaeny quem rouba os holofotes com uma interpretação soberba e fabulosa, reiterando sua incrível versatilidade artística, principalmente depois de ter brilhado em títulos como ‘Priscilla’ e ‘Guerra Civil’. Afastando-se de quaisquer tangências a uma teatralidade exagerada, ela sabe como entregar os diálogos e mostra conhecer Rain a fundo, permitindo que ela nutra de similaridades com Ellen Ripley (Sigourney Weaver), a heroína da quadrilogia clássica. Não é surpresa, pois, que ela domine as telas com uma força descomunal, sem deixar que seus companheiros sejam ofuscados” – Thiago Nolla
“Considerado um dos filmes de terror e de ficção científica mais influentes de todos os tempos, o aclamado longa é centrado em uma nave espacial que, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Enquanto a equipe investiga o local, um dos tripulantes é atacado por um misterioso ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação” – Thiago Nolla
“‘Aliens, o Resgate’ não é apenas uma investida científica, mas sim uma amálgama de inúmeras inflexões narrativas. Percebe-se a presença do thriller psicológico na primeira metade do longa-metragem, em que cada sequência contribui para uma sensação de crescente desespero e pessimismo: sabemos o que vai acontecer, mas não conseguimos desgrudar os olhos da terra. As incursões aventurescas remontam à literariedade do space opera, mesmo que não com muita força; há o drama de Ripley em ter perdido a filha e reencontrá-la na figura de Newt, única sobrevivente do recente ataque dos xenomorfos; e, por fim, há um épico de guerra espacial que toma proporções fantásticas com o início do terceiro ato” – Thiago Nolla
Cinco anos depois da revitalização da franquia ‘Alien’ com a pré-sequência ‘Prometheus’, Ridley Scott investiu ainda mais esforços em expandir a icônica mitologia sci-fi que começou a eternizar ainda em 1979. Em 2017, os fãs inveterados da saga foram agraciados com mais um capítulo da prequela, ‘Alien: Covenant’, que voltou a explorar temas complexos e filosóficos à medida que se engolfava em uma atmosfera regada ao melhor do suspense e do terror psicológico. Mesmo com vários deslizes de escala reduzida, o resultado bastante positivo reavivou nosso interesse pela franquia e, de certa maneira, preparou terreno para o lançamento do recente ‘Alien: Romulus’ (que superou todas as nossas expectativas ao sagrar-se uma das melhores entradas da série).
A trama é centrada em uma nave de colonização chamada Covenant, que conta com milhares de colonos, uma tripulação considerável e inúmeros embriões, todos viajando em direção ao planeta Origae-6 – cujas características muito semelhantes às da Terra permitirão que a humanidade continue a prosperar. Todavia, enquanto estão em animação suspensa em virtude do longo tempo de viagem, a nave é atingida por uma tempestade eletromagnética de neutrinos, ocasionando múltiplas falhas nos sistemas principais e várias mortes – incluindo a do Capitão Jacob Branson (James Franco). Forçados a sair das cápsulas de criogênio, os membros sobreviventes da tripulação avaliam as avarias e, durante o processo, descobrem que existe outro planeta, muito mais perto que Origae-6, que pode se tornar a nova colônia humana.
Ao chegarem lá, entretanto, o grupo se depara com uma forma de vida não-identificada que se apodera de seus corpos e dá origem ao conhecido e mortal xenomorfo. A partir daí, o que deveria se mostrar como o encontro do paraíso transforma-se em uma luta pela sobrevivência e em um pesadelo inescapável que é movido por sangue e por caos. E, na configuração geral, os interessantes e ambiciosos elementos da produção conseguem se encaixar com naturalidade e fluidez invejáveis, mesmo encontrando certos obstáculos no meio do caminho – e, como se não bastasse, somos agraciados com o trabalho aplaudível de um elenco fabuloso que inclui Michael Fassbender em um papel duplo, Katherine Waterston recém-saída de seu trabalho em ‘Animais Fantásticos’, Billy Crudup, Danny McBride, Carmen Ejogo, Demián Bichir, Callie Hernandez e vários outros.
A princípio, devemos dar crédito a Scott por se manter fiel não apenas aos filmes da quadrilogia original, principalmente no tocante à atmosfera, mas às incursões diferenciadas que foram exploradas em ‘Prometheus’. No capítulo anterior dessa mini-saga pré-sequência, tivemos um aparato epopeico que explorou as origens do ser humano através de uma espécie de tragédia grega que misturou mitologia e religião em um mesmo lugar; em ‘Covenant’, tal temática ganha mais uma camada ao trazer o androide David 8 (Fassbender) de volta, posando como o único sobrevivente do massacre e como o perigoso antagonista da narrativa – que continua em seu desejo egoístico de se provar superiores aos humanos ao nutrir a raça de xenomorfos a seu bel-prazer, pincelado com uma personalidade odiosa e arrogante que o coloca em conflito com Walter One (também vivido por Fassbender), androide a bordo da Covenant.
Um outro elemento é o roteiro assinado por John Logan e Dante Harper, que assumiram a história escrita por Jack Paglen e Michael Green, repaginando-a e polindo-a até o resultado que vimos nas telas. Temos uma construção um tanto quanto prática, mas sem esbarrar em investidas simplórias, que ergue uma arquitetura sólida, mesmo tropeçando aqui e ali. É notável o comprometimento dos roteiristas com a narrativa que se desenrola e, por mais que alguns diálogos soem formulaicos, a entrega dos atores consegue travesti-los com originalidade e drama consideráveis – principalmente quando falamos de Fassbender, Waterston (Daniels) e Crudup (Oram). O trio navega entre a razão e a fé em uma corda bamba que exala questões primordiais da existência e da ambição humanas.
Porém, alguns deslizes são fortes demais para não considerá-los na acepção final do longa-metragem: enquanto os dois primeiros atos navegam em perfeição quase intocável por um ritmo bem modelado entre suspense, melodrama e ficção científica. Todavia, o ato de encerramento parece se perder em meio a inúmeros arcos que precisam ser finalizados e que não permitem que nos conectemos como deveríamos com os personagens – protagonistas ou coadjuvantes. Ainda que Daniels e David/Michael mergulhem em um enredo redondo e completo, sentimos uma falta de preocupação com o restante das personas.
‘Alien: Covenant’ é uma boa entrada à essa franquia memorável, mesmo com os óbvios equívocos. Contando com uma direção sólida de Scott e um comprometimento claro de cada membro da equipe criativa e técnica, percebemos que esse título precisa de um pouco mais de reconhecimento que tem – e que merece ser redescoberto pelos inveterados seguidores desse angustiante e enervante cosmos.
É indiscutível que a chegada da série ‘Os Outros’ abalou as estruturas dos espectadores da TV Globo e da Globoplay. A combinação perfeita entre um argumento original com um ótimo roteiro e um elenco afiadíssimo fez com que a primeira temporada se tornasse uma das produções mais assistidas não só da Globo, mas também em comparação com outras plataformas de streaming. Entre outros motivos, isso aconteceu porque boa parte dos espectadores se identificou com o drama vivido por aqueles personagens – afinal, quem nunca teve um desentendimento com um vizinho? – até porque viver em sociedade é o grande desafio. Após o enorme sucesso, era natural que esperássemos a vinda rápida de uma segunda temporada da série, e foi exatamente o que aconteceu na última sexta-feira, com a chegada dos primeiros três episódios da nova etapa de ‘Os Outros’ na Globoplay.
Marcinho (Antonio Haddad Aguerre) está desaparecido. Incansável, sua mãe, Cibele (Adriana Esteves) o busca sem parar, o que acaba afetando sua vida com o marido, Amâncio (Thomás Aquino). Também por causa de Marcinho, a família de Sérgio (Eduardo Sterblitch) acaba se mudando para uma casa dentro de um condomínio residencial de luxo na Barra. Porém, por sua origem duvidosa, imediatamente os moradores do condomínio se sentem incomodados com a presença desses novos frequentadores, e criam um abaixo-assinado para retirá-los do local. Entretanto, aos poucos, Raquel (Letícia Colin), a vizinha da casa ao lado e religiosa fervorosa, vai se envolvendo com essa família, principalmente com o bebê, filho de Lorraine (Gi Fernandes).
Nos três episódios iniciais liberados pela plataforma, podemos ver um leque todo novo de personagens, que incluem Seu Durval (Luis Lobianco), Maria (Mariana Nunes) e Paulo (Sergio Guizé), a exemplo, e isso acaba colocando o embate anterior entre Sérgio e Cibele em terceiro plano – terceiro, pois em primeiro foco fica o desenvolvimento de Sérgio e sua expansão territorial dentro do próprio condomínio junto com a tensão com sua vizinha imediata, Raquel, e, em segundo momento, o hiperfoco de Raquel sobre a maternagem de Lorraine, aos poucos ficando obcecada pelo bebê.
Nesse novo nicho, os temas paralelos são muitos e andam por todas as ruas do condomínio: temos o vício em jogo, o fanatismo e imposição religiosa, a maternidade juvenil, o jogo ilegal, política, infidelidade, realidade virtual, vidas paralelas… são tantos os temas e tantos personagens, que a coisa toda vai escoando com frequentes frases de efeito que permeiam os quarenta e cinco minutos em média de cada episódio.
Se por um lado isso pode confundir quem ficou fissurado na primeira temporada por causa dos conflitos condominiais internos, por outro abre espaço para Eduardo Sterblitch demonstrar todo o seu talento em se camaleoar sequencialmente, ora rindo que nem louco, ora gritando, ora maníaco, ora debochado.
Muito bem fotografado e com uma direção de arte que abrilhanta os episódios, a segunda temporada de ‘Os Outros’ caminha com as próprias pernas por outros territórios, batendo na porta de novos temas que trazem novos rostos para o grande público. Baseada na mesma premissa, a segunda parte de ‘Os Outros’ surpreende pela ousadia de não se manter na mesma história.
A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado da aguardada sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘.
O personagem titular, interpretado por Michael Keaton, será dublado pelo ator Eduardo Sterblitch (‘Os Penetras’). Muitos não sabem, mas o artista brasileiro chegou a interpretar o personagem na peça musical baseada no filme.
No longa original, Beetlejuice foi dublado pelo Nilton Valério, que nos deixou em 2007.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.
Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
Abordando com delicadeza e profundidade o espectro do autismo, ‘Meu Filho, Nosso Mundo’ (Ezra) chega aos cinemas brasileiros trazendo um elenco de peso, formado por Bobby Cannavale, Robert DeNiro e Rose Byrne.
Inspirado na história real da família do roteirista Tony Spiridakis, o drama acompanha a jornada de amadurecimento de Max, um ácido comediante stand up que tem dificuldades de lidar com o diagnóstico de seu filho. Cansado de vê-lo sendo isolado em virtude de suas particularidades, ele decide “sequestrar” o garoto e sair em uma inesperada aventura pelas estradas dos Estados Unidos.
E o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar Cannavale, que refletiu sobre os desafios e complexidades de seu mais novo personagem. Ao longo do bate-papo, ele ainda se declarou para sua esposa, Rose Byrne, com quem contracena pela 9ª vez.
Assista:
O drama, que teve sua estreia no Festival de Toronto de 2023, recebeu elogios no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 70% da crítica especializada, com base em 88 análises, e 92% do público.
Os críticos, em geral, consideraram o longa emocionante e sua mensagem essencial, destacando as atuações de Robert De Niro e Bobby Cannavale.
“O que torna a história encantadora é a química entre Cannavale e Fitzgerald, que desenvolvem uma conexão realmente especial e memorável”, disse Natalia Winkelman do New York Times.
“O filme explora o difícil percurso de dois pais lidando com os desafios impostos pelo Transtorno do Espectro Autista de seu filho”, disse Valerie Complex do Deadline.
“A integridade fundamental de Meu Filho, Nosso Mundo, que o torna um filme sincero apesar de alguns elementos formulaicos, é a sua mensagem de que não existe uma solução mágica para ajudar crianças atípicas”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“Conquista o carinho do público de forma genuína, graças ao seu elenco excepcional e à direção sensível, que respeita e valoriza o roteiro bem construído”, disse Michael Rechtshaffen do The Hollywood Reporter.
“Um filme que+ merece ser visto e discutido”, disse Sergio Burstein do Los Angeles Times.
“O filme de Goldwyn nunca soa desonesto, pois é evidente o amor e o cuidado investidos na maneira como a história foi contada”, disse Nate Richard da Collider.
“A honestidade emocional do filme é quase totalmente comprometida pelas soluções forçadas do enredo. No entanto, a maneira como esse modesto filme se recusa a ser limitado por suas dificuldades parece ser um passo na direção certa”, disse David Ehrlich IndieWire.
“Uma verdadeira joia, com atuações excepcionais”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie.
Relembre o trailer:
O longa é dirigido por Tony Goldwyn, a partir de um roteiro assinado por Tony Spiridakis.
J Lo entrou com documentos legais na terça-feira no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, mas eles não foram registrados por um advogado. Jennifer entrou com o processo pro per, ou seja, sozinha e sem um advogado.
Ela lista a data da separação como 26 de abril de 2024. O casal se casou em Las Vegas em 16 de julho de 2022… no entanto, hoje, 20 de agosto, também é muito significativo na tradição de Bennifer.
Isso marca o 2º aniversário da enorme e mais tradicional cerimônia de casamento que eles realizaram na Geórgia. Então, dificilmente parece coincidência que Jen tenha entrado com o pedido hoje.
Agora, aqui está o verdadeiro choque: J Lo não diz em seus documentos se há um acordo pré-nupcial, e fontes com conhecimento disseram ao TMZ que, de fato, não há nenhum acordo pré-nupcial.
Isso significaria que qualquer ganho ou lucro que Ben e Jen obtiveram durante seus quase 2 anos de casamento seria propriedade comum.
Para quem não sabe, Affleck e Lopez se conheceram em 2001 depois de contracenarem em ‘Contato de Risco‘, no qual interpretaram criminosos que tentam planejar um sequestro juntos.
Entre 2002 e 2004, eles começaram a namorar e até chegaram a noivar, até que se separaram e Affleck se casou com Jennifer Garner, com quem teve três filhos.
Lopez também seguiu seu rumo e se casou com o compositor e cantor Marc Anthony, com quem permaneceu até 2014 e teve dois filhos.
Após se divorciar de Garner, Affleck também tinha se envolvido com a atrizAna de Armas (‘Entre Facas e Segredos’).
A aclamada produtora A24divulgou um novo vídeo promocional do terror psicológico ‘The Front Room‘, estrelado por Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’).
O material nos leva aos bastidores da atração.
Lembrando que o filme chega aos cinemas norte-americanos no dia 06 de setembro.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência de ‘Alien: Romulus‘.
O cineasta confessou que já tem ideias para um novo filme, que aparentemente deve servir como uma continuação direta de ‘Romulus‘, retomando a história de seus sobreviventes.
“Depois que terminamos o filme, começamos a pensar: ‘O que você acha que acontece quando ou se eles chegam em Yvaga? Será um lugar ótimo ou terrível?’. Nós sentimos que é provavelmente um lugar terrível que eles pensam que é ótimo – que era apenas uma fantasia –, então imediatamente começamos a pensar o que poderia acontecer. Alguns minutos depois, ficamos tipo: ‘Isso já parece uma sequência’. Nós realmente tentamos priorizar a história para saber se é necessário um novo capítulo e se as pessoas querem ver o que irá acontecer a seguir.”
Ele completa, “Minha filosofia é que você nunca deve fazer uma sequência em menos de dois anos. Você precisa de tempo. Entre ‘Alien – O 8º Passageiro’ e ‘Aliens, o Resgate’ se passaram sete anos. Mas nós definitivamente já temos algumas ideias para um novo filme.”
Sucesso nos cinemas, ‘Alien: Romulus‘ superou as expectativas e conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, o longa alcançou o topo das bilheterias com sólidos US$ 41.5 milhões em seu primeiro final de semana – o que representa a segunda maior abertura da franquia, atrás apenas de ‘Prometheus‘ (US$51M).
Internacionalmente, o terror dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) acrescenta US$ 66.7 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 108.2 milhões.
De acordo com o Deadline, a produção superou as projeções internacionalmente, principalmente na China, onde abriu com impressionantes US$ 23 milhões. No Brasil, o longa alcançou a terceira colocação, atrás de ‘É Assim que Acaba‘ e ‘Deadpool e Wolverine‘.
Para termos de comparação, o novo filme da franquia ‘Alien‘ está registrando um desempenho 40% acima de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘, que atualmente carrega o título de maior terror do ano com US$ 261 milhões arrecadados mundialmente.
Orçamento em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ está no caminho para se tornar um novo sucesso da franquia.
Aclamado pelos críticos – com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também agradou o público, recebendo uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.
Com estreia marcada para 19 de setembro, a produção promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
Até hoje, Lyle e Eric, cumprindo pena de prisão perpétua, insistem em sua inocência.
Idolatrado pelos fãs como Homem de Ferro, Robert Downey Jr. teve seu retorno confirmado ao Universo Cinematográfico Marvel, mas agora como o icônico vilão Doutor Destino.
Ele estará em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, quinto e sexto filme da equipe de heróis.
Em conversa com ao Hollywood Reporter, o ator revelou como foi o convite para voltar.
“[Feige disse] como não regredir, como não desapontar as expectativas, como continuar a superar as expectativas… Vamos acertar com o Victor Von Doom. Então eu disse ao Kevin: “Posso ir falar com o Bob Iger?”. Fomos ao apartamento do Iger e ele disse: “Gosto disto.”
Ele vai receber o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel.
O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.
Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.
Em ‘Vingadores: Ultimato’ ele ganhou um cachê de US$ 40 milhões, que aumentou para US$ 75 milhões levando em conta a bilheteria.
Os diretores devem receber US$ 80 milhões pelos filmes.
Relembre o anúncio:
Robert Downey Jr retorna na Marvel como VICTOR VON DOOM
ELE VAI ESTRELAR O QUINTO VINGADORES, QUE SE CHAMARÁ VINGADORES: DOOMSDAY
O Prime Video divulgou o primeiro teaser de ‘Secret Level’, sua nova série antológica inspirada nos clássicos jogos de videogame.
A produção, que estreia no dia 10 de dezembro, promete levar os espectadores a uma jornada épica por diversos universos gamers, com animação de alta qualidade e histórias envolventes.
Criada por Tim Miller, o mesmo cérebro por trás do sucesso de ‘Love, Death & Robots’, a série contará com 15 episódios, cada um explorando um universo de jogo diferente.
Entre os títulos que inspiraram os episódios, estão gigantes como “Armored Core”, “Concord”, “Crossfire”, “Dungeons & Dragons”, “Exodus”, “Honor of Kings”, “Mega Man”, “New World: Aeternum”, “PAC-MAN”, “Sifu”, “Spelunky”, “The Outer Worlds”, “Unreal Tournament”, “Warhammer 40,000” e diversos títulos da PlayStation Studios.
Em entrevista ao CinePOP, o diretor Tim Burton elogiou a atriz Jenna Ortega – com quem ele já trabalhou em ‘Wandinha‘ e ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘.
“Ela é maravilhosa. Trabalhei com ela em Wandinha, então a conheço muito bem. É uma das pessoas mais talentosas que já conheci”, ele afirmou.
Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
37 após seu lançamento, ‘Os Fantasmas Se Divertem‘ finalmente ganhará continuação nos cinemas com estreia em 5 de Setembro.
Beetlejuice para os íntimos, foi o primeiro sucesso da carreira de Tim Burton e o filme que o conseguiu a direção de Batman(1989). O fantasma amalucado e obsceno, personificado por Michael Keaton, virou ícone da cultura pop e ganhou até um desenho animado.
Com o lançamento se aproximando, o CinePOP resolveu listar algumas das obras mais adoradas dos anos 80 que mereceriam continuação (a maioria até está sendo planejada). Vem conhecer.
Na lista, grandes filmes dos anos 80 que todos queriam ver continuação desde a década mais especial de todas irão, aparentemente, ganhar suas tão esperadas continuações. Goonies, um dos filmes mais queridos pelos fãs, há muito promete uma sequência. A cada ano, a cada reunião, o público exige uma nova aventura. O diretor Richard Donner quer e já disse topar a brincadeira. O diretor Spielberg igualmente não se opõe. O mais famoso da equipe, Josh Brolin, está mais do que dentro.
O que falta então? Um bom roteiro? Goonies tem a ver com ser criança e se meter em aventuras. Então, a história precisa abordar os filhos do elenco original e para isso escalar um novo time mirim – enquanto, quem sabe, os adultos se metem em seus próprios problemas. Veremos se esse será o caminho que irão seguir, mas já temos anunciada a sequência do longa. Resta saber se sairá mesmo do papel.
Ferris Bueller é um ícone sem defeitos. O rapaz matador de aula, personificado por Matthew Broderick, fez tanto sucesso que ainda é citado até hoje, referência em produções como Deadpool(2016). Ele o filme estão entranhados na cultura pop e até hoje segue como o filme de John Hughes que todo mundo viu, adora e cita. O que poucos sabem é que, embora não tenha gerado uma continuação, o longa derivou uma série, que foi ao ar quatro anos depois, em 1990, e durou apenas uma temporada de 13 episódios.
Bem, nenhum dos atores originais retornou, e Ferris foi interpretado por Charlie Schlatter. A curiosidade aqui é que no papel de sua irmã Jeannie, tínhamos ninguém menos do que Jennifer Aniston, que quatro anos depois ficaria imortalizada no papel de Rachel na série Friends. A mensagem aqui é não desistir nunca.
Voltando ao tópico, sabemos que com alguns clássicos não se mexe, mas não seria legal ver Ferris adulto (com a volta de Broderick), casado com Sloane (Mia Sara), às voltas com os filhos e travando um duelo de esperteza com eles? Afinal, por mais sagazes que as crianças de hoje possam ser, derrotar Ferris Bueller na malandragem não é tarefa fácil. Ah sim, o filme teria que contar com as presenças de Alan Ruck como o melhor amigo Cameron, e Jennifer Grey como sua irmã. Seria catártico. Só acho.
Outra continuação anunciada. Conan, o Bárbaro(1982) foi o primeiro grande filme de Arnold Schwarzenegger como protagonista. Baseado nos quadrinhos de Robert E. Howard, seu tom mais sóbrio e ritmo deliberadamente lento afastaram um pouco os fãs do material original. Assim, dois anos depois, em 1984, Conan, o Destruidorse aproximou mais do clima de HQs e trouxe um filme repleto de ação, aventura e fantasia. Pesando na balança hoje, o primeiro tem mais prestígio apesar do ritmo e o segundo envelheceu como a típica galhofa dos anos 1980, ou seja, é bem mais divertido.
No ano seguinte houve ainda uma tentativa de juntar Conan com outra criação de Howard, a guerreira Red Sonja em Guerreiros de Fogo (1985). O problema? Como os direitos deConan estavam com outro estúdio que não o liberou, a solução foi trazer Arnold caracterizado como o personagem, mas com o nome Kalidor (seria mais fácil chamá-lo de “Konan”). Em 2011, um remake do original com Jason Momoa morreu na praia. Agora, o próprio Arnold planeja A Lenda de Conan. Como será o personagem na terceira idade?
Todas as crianças da década de 80, que cresceram assistindo às reprises deste longa de ação e fantasia na Globo, sonharam em um dia descobrir o que aconteceu com Jack Burton (Kurt Russell) depois que sai com seu caminhão numa noite de tempestade, com um monstro aparecendo em sua traseira. A brincadeira foi um cliffhanger que jamais seria continuado, enervando toda uma geração. O filme que ajudou a moldar o game Mortal Kombat, é claro, foi dirigido pelo mestre John Carpenter.
Existe certo falatório de um remake, que traria Dwayne Johnson no papel de Russell. Pode até ficar bem legal, mas o que os fãs queriam mesmo era ver Russell de volta ao papel, assim como o elenco original, numa sequência mesmo que muito tardia.
Ou simplesmente Cobra, como é conhecido mundialmente, é um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Cobra foi o filme seguinte do astro, que estava no topo do mundo, após os sucessos consecutivos e absurdos de Rocky 4 e Rambo 2, ambos de 1985. Curiosamente, Cobra deve sua total existência ao item acima, Um Tira da Pesada. O filme sobre o policial de Chicago levado à Beverly Hills era inicialmente pensado para ter Stallone como protagonista. O veterano, por outro lado, recusou o projeto, que era muito mais voltado para a ação inicialmente.
Assim, moldado para a comédia, o filme caiu nas mãos de Muprhy, o transformando num astro. O roteiro de Um Tira da Pesada, entretanto, foi modificado ao ponto de se tornar este Cobra, muito mais violento e sombrio, ganhando status de cult entre os fãs de Sly. Já passou do tempo para o ator tirar o durão Marion Cobretti da aposentadoria para um novo filme.
Este é outro filme da lista que já teve uma continuação. Porém, uma que em 1990 desagradou mais do que agradou. As criaturas viscosas saídas do Mogwai fofucho Gizmo permanecem no subconsciente coletivo até hoje, demonstrando o sucesso que o longa fez em sua época. As criaturas já apareceram em toda a parte, em participações desde desenhos até comerciais de TV. Só não ganham um novo filme. Sim, é preciso fazer da maneira certa, e pensar numa história que valha ser contada e ao mesmo tempo insira os queridos personagens no contexto atual – para não ficar soando como uma obra tirada do passado e deslocada no tempo.
É preciso trabalhar bem para não meter os pés pelas mãos e se tornar mais uma franquia que vive dando com os burros n´água, vide Alien e Exterminador do Futuro. Essas sim, precisam de um tempo para se reconfigurar. Bem, parece que Gremlins 3 em breve sairá do papel também, com Chris Columbus (o roteirista original) e Steven Spielberg na produção. Nem precisa dizer que queremos as participações de Zach Galligan e Phoebe Cates, o casal protagonista original.
De todos os itens na lista, este é um dos que os fãs mais queriam ver sair do papel e um dos mais difíceis. Muitos afirmam inclusive que não sabem como o filme aconteceu de fato, sendo que precisou de diversos acordos entre responsáveis pelos direitos de grandes personagens, como a Disney, a Warner e outros como o Pica-Pau, cujo direito está com a Universal. Nos dias de hoje, seria algo como se a Marvel e a DC se unissem para fazer um filme e ainda adicionassem personagens de outras empresas, vide Hellboy ou o Juiz Dredd.
Sentiram o grau de dificuldade que seria todos concordarem numa proposta boa o suficiente para todas as partes? Quem conseguiu o grande feito de unir Mickey e sua turma com Pernalonga e sua turma, além de diversas outras propriedades (como Betty Boop, o cãozinho Droopy e o citado Pica-Pau) foi o mega diretor e empresário Steven Spielberg, produtor do longa. Bem, ao que tudo indica a mágica difícil, mas não impossível, está para acontecer novamente. Produzido novamente por Spielberg e por Robert Zemeckis (diretor do original), a sequência tem sido discutida há anos.
Pegando carona no sucesso de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), este filme foi apenas um dos que viram potencial no gênero da aventura de matinê e trataram de confeccionar uma história nos mesmos moldes. Dos “imitadores” foi o mais bem sucedido. Com um timaço como Robert Zemeckis na direção e Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito no elenco, Tudo por uma Esmeralda se mostrou um vencedor nas bilheterias e tirou do papel uma continuação logo no ano seguinte: A Joia do Nilo (1985).
Apesar do sucesso deste segundo filme também, a ideia morreu por aí (talvez os protagonistas tenham se interessado em seguir caminhos diferentes). Em 1989, o elenco se reuniu para A Guerra dos Roses, um novo longa juntos, mas sem qualquer ligação com a série. Vê-los a esta altura do campeonato talvez não funcione tão bem, mas vale a pena lembrar que Douglas continua “chutando traseiros” na pele de Hank Pym, nos filmes do Homem-Formiga da Marvel. Ou seja, se Harrison Ford pode, por que ele não?
Lançado em 2019, o remake de O Rei Leão foi um ponto polêmico da Disney nesse projeto de refazer seus clássicos animados para os cinemas. Até então, parte do público ainda tinha boa vontade com os novos filmes, mas diante da decepção que esse longa se tornou, começou um movimento contra esse tipo de remake.
Fazer esse filme era o grande sonho do diretor Jon Favreau, que abandonou a franquia Homem de Ferro para embarcar na direção de Mogli – O Menino Lobo (2016) só para provar para os executivos da Disney que era viável fazer uma adaptação realista de O Rei Leão. Dentre polêmicas e situações curiosas, o filme tem uma série de curiosidades de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP escolheu 10 que você talvez não conheça. Confira!
Debate
Na época do lançamento, o filme gerou um debate desproporcional sobre poder chamar essa adaptação de Live Action ou não. Isso porque o longa é 99% feito em CGI, a famosa computação gráfica, o que o aproximaria mais de uma animação muito tecnológica do que um filme Live Action, já que não conta com atores ou cenários reais.
Paisagem
Na verdade, o filme conta com apenas um cenário de verdade que aparece por exatamente uma cena. O diretor Jon Favreau revelou em suas redes sociais que usou uma paisagem real africana durante a sequência de abertura do filme. Segundo ele, foi uma pegadinha para ver se os fãs perceberiam a diferença entre a vida real e a computação gráfica.
Passagem de bastão
Segundo o diretor, a escolha por trazer novamente James Earl Jones para o papel de Mufasa foi uma opção sua. Ele queria que a presença e o talento do ator significassem uma passagem de bastão do filme dos anos 90 para a versão atual.
Cantoria
Fanático pela animação, o ator Donald Glover, que faz oSimba, dispensou o tempo dado para decorar as músicas. Ele assistiu tanto a animação que já havia memorizado todas as canções há anos. Por outro lado, quem penou nessa questão musical foi Seth Rogen, que faz o Pumba. Segundo o próprio, seu preparador vocal, Pharrell Williams, só faltou bater a cabeça na parede para tentar fazê-lo encontrar sua voz de cantoria.
Perfeito
Durante as entrevistas promocionais do filme, o ator Seth Rogen disse que não se acha a melhor escolha do mundo para alguns dos papéis para os quais foi escalado. No entanto, para ele, viver o Pumba, um javali peidão, era o papel perfeito para ele.
Sem teste
Se o Pumba foi perfeito para Rogen, o Timão sequer precisou testar atores para ganhar vida nas telonas. Jon Favreau era fã de Billy Eichner e conversou com o agente do ator para saber se ele toparia viver o suricato nos cinemas. A resposta foi um “sim!” imediato.
Disputado
A primeira escolha para viver o vilãoScar era o britânico Benedict Cumberbatch, mas ele recusou por conflitos de agenda. Idris Elba, que havia feito o tigre Shere Khan, em Mogli – O Menino Lobo (2016) também foi considerado para o papel, mas não foi uma escolha levada adiante. Jeremy Irons também se ofereceu para reprisar a atuação. No entanto, a escolha final foi Chiwetel Ejiofor.
Realismo
A proposta de Favreau era atingir um nível de fotorrealismo revolucionário no filme. Para isso, ele inseriu mais de 86 espécies diferentes de animais na aventura, alterou o design das hienas e mudou os olhos do bebê Simba para azul, deixando-o mais “biologicamente correto”.
Versão brasileira
No Brasil, o filme passou por uma polêmica enorme. A dublagem de Simba e Nala ficou a cargo de Ícaro Silva e da cantora Iza. Como nenhum dos dois era profissional da dublagem, o primeiro contato do público com o trailer causou reações extremamente negativas.
Sucesso?
O filme foi um sucesso comercial fora do comum. Ele arrecadou mais 1,66 bilhão de dólares, ficando com a segunda maior bilheteria do ano. Na ocasião, ficou atrás apenas de Vingadores: Ultimato, que fez quase US$ 2,8 bilhões. No entanto, o filme foi mal nas críticas, com a maioria apontando o excesso de realismo como um defeito, porque tirou completamente as emoções dos personagens. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, O Rei Leão amarga apenas 52% de aprovação.
Em meio às recentes polêmicas envolvendo a produção de ‘É Assim que Acaba’, o ator Brandon Sklenar usou suas redes sociais para defender a autora Colleen Hoover, o elenco e a mensagem do filme.
“Queria dedicar um tempo para falar sobre toda essa situação que está circulando online”, escreveu Sklenar. “Colleen e as mulheres deste elenco representam esperança, perseverança e mulheres que escolhem uma vida melhor para si mesmas. Demonizar as mulheres que colocaram tanto de seu coração e alma na criação deste filme, por acreditarem fortemente em sua mensagem, parece contraproducente e desvia do verdadeiro propósito da obra”.
O ator continuou: “Na verdade, é o oposto do que queremos dizer. O que pode ou não ter acontecido nos bastidores não deve, e esperamos que não vá, desviar do que foram nossas intenções ao fazer este filme. Tem sido desalentador ver a quantidade de negatividade sendo projetada online”.
Sklenar enfatiza a responsabilidade que a equipe sentia ao produzir o filme: “Confie em mim quando digo que não há uma única pessoa envolvida na produção deste filme que não estava ciente da responsabilidade que tivemos ao fazê-lo. Uma responsabilidade para todas as mulheres que experienciaram trauma geracional, abuso doméstico ou lutam para se olhar no espelho e amar o que vêem”.
O ator conclui sua declaração com um chamado à reflexão e à união: “Este filme é um alerta duro para os homens que precisam se reavaliar e assumir a responsabilidade por si mesmos e suas ações. Este filme tem o propósito de inspirar, validar, reconhecer, infundir esperança, construir coragem e ajudar as pessoas a se sentirem menos sozinhas. No final, é para espalhar amor e conscientização. Não é para mais uma vez fazer das mulheres as ‘vilãs’. Vamos superar isso juntos”.
Lembrando que a turnê de imprensa de Blake Lively para o filme foi amplamente criticada, pois a atriz não abordou com profundidade o tema da violência doméstica central na trama. Ela foi acusada de focar mais em seus acordos de marca e nova linha de cuidados com os cabelos do que na seriedade do tema do longa.
Além disso, internautas inundaram o TikTok com especulações sobre uma suposta rixa entre Justin Baldonie Blake Lively.
Segundo o TMZ, durante as gravações, Lively enfrentou situações desconfortáveis, incluindo comentários de Baldoni que foram considerados gordofóbicos.
Apenas três meses após dar à luz seu quarto filho com Ryan Reynolds, Lively teria sido alvo de observações sobre seu peso por parte do ator. A situação surgiu quando Baldoni, que tem problemas nas costas, procurou seu treinador no set para perguntar sobre o peso de Lively e como poderia proteger sua coluna durante uma cena em que precisava levantá-la. Ao saber dessa conversa, Lively se sentiu humilhada.
Além disso, Lively também se sentiu desconfortável durante uma cena de beijo, na qual Baldoni teria prolongado o momento além do necessário.
O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!
Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
‘Godzilla Minus Color’, a versão em preto e branco de ‘Godzilla Minus One’, já está disponível na Netflix. Porém, a versão também ganhará as telonas do Brasil.
A SATO Company lançará a versão nos cinemas em novembro.
A nova versão não apenas narra a história do Rei dos Monstros sem cores, mas também apresenta melhorias nos efeitos visuais.
Durante uma entrevista ao Los Angeles Times, o diretor Takashi Yamazaki aproveitou a oportunidade para revelar que, para ele, o novo filme é ainda mais assustador que o original.
“Quero dizer que é mais assustador porque parece que está acontecendo na vida real. É um nível diferente de medo do que na versão colorida. Não apenas aplicamos um filtro preto e branco; em quase cada cena, adicionamos um toque de efeitos especiais para atender aos padrões de como isso pareceria se fosse filmado em preto e branco.”
Yamazaki também observou que seu sonho sempre foi dar o salto para Hollywood: “Sempre vi Hollywood como o objetivo final, desde o dia em que vi ‘Star Wars’ quando era muito jovem. Infelizmente, nasci no Japão, então sempre senti que a tecnologia no Ocidente estava avançando a uma velocidade tão rápida que eu não sabia quando poderia alcançar. Estar na companhia de tantas pessoas talentosas com o mesmo histórico não é apenas uma honra, é um sonho que se torna realidade.”
A adaptação do musical ‘Wicked’, estrelado por Cynthia Erivo e Ariana Grande, ganhou seu trailer dublado confirmando as vozes de Myra Ruiz e Fabi Bang como Elphaba e Glinda.
Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).
‘Wicked’ segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de ‘O Mágico de Oz’.
O filme estreia no dia 21 de novembro nos cinemas!
A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.
A magia de ‘Harry Potter’ continua a encantar os fãs brasileiros!
‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘, ‘A Câmara Secreta‘ e ‘O Prisioneiro de Azkaban‘ serão relançados nos cinemas nacionais no dia 31 de Agosto.
No último lançamento de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’, mais de 600 mil brasileiros foram aos cinemas para assistir ao filme, tornando-o o maior relançamento do país e o dia mais lucrativo nas bilheterias de 2024.
Na trama, os nossos heróis retornam para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts apenas para se depararem com um perigo mortal: o retorno do assassino Sirius Black (Gary Oldman), que fugiu da prisão de Azkaban, considerada até então como à prova de fugas, e está à procura de Harry. Para proteger a escola, Alvo Dumbledore (Michael Gambon) recruta os temíveis Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles, que tanto podem defender a escola como piorar ainda mais a situação.
O filme teve uma recepção extremamente sólida por parte da crítica internacional, que até hoje considera a iteração como a melhor entrada do universo mágico, e fez um sucesso estrondo de público, arrecadando mais de US$797 milhões mundialmente e se tornando a 2ª maior bilheteria do ano. Além disso, conquistou duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais.