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Entrevista | Marco Ricca – Cinepop conversou com esse grande artista criador de personagens marcantes!

Paulista de 61 anos, Marco Ricca ao longo do tempo logo se tornou um rosto conhecido no teatro, televisão e cinema, sempre com personagens profundos, marcantes. Na televisão estreou no início da década de 90, numa obra de tremendo sucesso: Renascer, e hoje já tem no currículo mais de 20 trabalhos em novelas. No teatro, esteve em várias peças, como ator e também diretor. Nos cinemas, iniciou pelos curtas-metragens Zuleika, Tango e Batimam e Robim, por esse último ganhou o prêmio de melhor ator em curtas-metragens no Festival de Gramado.

Durante a primeira edição do Festival Internacional de Cinema de Paraty, o Cinepop conversou com o experiente ator que compareceu ao evento para lançar seu novo trabalho nas telonas, De Pai para Filho, novo filme de Paulo Halm:

 

1) Qual a importância de ter mais um festival de cinema nascendo no Brasil? O que você tá achando do Festival Internacional de Cinema de Paraty?

Marco Ricca: “Paraty eu acho lindo, tô adorando. Esse festivais tem peculiaridades porque além dos filmes que tão passando na mostra competitiva tem muita coisa passando em paralelo. Assisti aqui uma mostra em homenagem ao José Wilker, que é uma coisa sensacional, três filmes lindos que passaram e eu sou muito fã do trabalho dele. Assisti ao filme Bye Bye Brasil que pra mim é emblemático, um dos maiores filmes que assisti na vida e que já tinha visto muitas outras vezes. Festival tem isso de encontros e mesas de debates muito legais, e tem essa coisa de fomentar, os festivais proporcionam esses reencontros de quem faz cinema.”

Marco Ricca entrevistado pelo Cinepop no Festival Internacional de Cinema de Paraty
Marco Ricca entrevistado pelo Cinepop no Festival Internacional de Cinema de Paraty

2) ‘De Pai para Filho’, novo filme que você participa vai ter uma exibição aqui no festival. Nós vamos rir, vamos chorar? O que podemos esperar? Conta um pouco do seu personagem?

Marco Ricca: “Eu faço o pai, o Juan Paiva faz o filho. É a história de um garoto que volta pro seu lar e reencontra o pai depois de 20 anos de distância. Meu personagem é um pianista clássico mas que em determinado momento da vida vai pra uma banda de rock e assim acaba ficando distante do filho por optar em viajar o mundo inteiro e o filho mora no interior de São Paulo. É um reencontro de pai e filho de uma forma muito especial que só o Paulo Halm (diretor do filme) faria e também o crescimento emocional desse jovem, além de encontros dele com o amor, o lado afetivo e uma série de coisas. É um filme muito bonito, é engraçado mas também emocionante. Eu me emocionei bastante.”

 

3) Você fez um personagem forte, cruel, em ‘Justiça 2’ série do Globoplay. Como foi pra você realizar esse trabalho com grande repercussão num dos principais streamings disponíveis no Brasil?

Marco Ricca: “De alguma forma, esses personagens tão muito na cara da gente, tão muito na nossa vida cotidiana, esses milicianos violentos, a ascensão dessas pessoas tá muito na cara da gente. Um pouco é o que a gente observa, também o que o texto nos pede. É um fundamento não tão racional, há um jogo ali também, claro que tem uma hora que se você ficar seis meses convivendo com isso, com esse envolvimento, não dá. Vai lá, trabalha, faz, mas é difícil no sentido que você vasculha dentro de você coisas que não são agradáveis. Mas é um trabalho, um jogo, eu gosto muito do que faço.”

 

 

4)Canastra Suja’ de Caio Sóh, foi um dos seus mais impactantes personagens. Como foi a composição pra esse papel? Uma pena que o filme andou pouco pelos cinemas mas tá disponível lá na página do Caio no YouTube.

Marco Ricca: “É um filme que fizemos quase de uma forma coletiva, muito baixo orçamento de verdade. Eu fiz muito filmes de baixo orçamento, e adoro fazer também. Esse filme tem um elenco muito amoroso onde as pessoas se gostavam muito. Mas é um filme difícil, uma família disfuncional e mostrando aquela trajetória ali não é fácil. O Caio Sóh (diretor do longa-metragem) estava muito inspirado nesse roteiro, que é muito bacana, profundo. É um filme que gosto bastante, passou em alguns lugares, muita gente fala desse filme pra mim.”

 

 

5) Você lê o que escrevem sobre seus trabalhos? Qual sua relação com a crítica de cinema? Você lê ou prefere não ler?

Marco Ricca: “Eu não me incomodo no cinema não, o trabalho já tá feito, você não vai errar o texto. No teatro me incomoda um pouco mais porque você tem que seguir fazendo. Às vezes você lê algo que não concorda um pouco, mas é um opinião. Ao longo do tempo de carreira que tenho já tenho, tô calejado. Depois que você fica velho as pessoas tem um pouco mais de cuidado pra falar de você (risos).”

 

6) O que você pode adiantar pra gente sobre seus próximos projetos no cinema?

Marco Ricca: “Eu vou lançar agora o novo filme do Marcelo Lordello, ainda nesse semestre, um filme que fiz antes da pandemia e só agora vai conseguir ser lançado. O Marcelo Lordello é de Recife, filmamos lá, o elenco é espetacular. Chama-se Paterno. Ainda estou fechando outras coisas mas ainda não tem nada cravado.”

‘American Sports Story’: Nova série ANTOLÓGICA de Ryan Murphy ganha teaser trailer e data de estreia!

FX divulgou o primeiro teaser oficial de American Sports Story: Aaron Hernandez’, antologia criada por Ryan Murphy.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 17 de setembro.

Confira:

 

A primeira temporada da nova antologia conta com dez episódio e é baseada no podcast Gladiador: Aaron Hernandez e Football Inc, traçando a ascensão e queda do astro da NFL, Aaron Hernandez.

A temporada vai explorar ainda mais “as conexões das vertentes díspares de sua identidade, sua família, sua carreira, seu suicídio e seu legado nos esportes e na cultura americana”, conforme pontua o comunicado oficial.

O vindouro projeto será conduzido por Murphy e sua equipe de produção executiva, formada por Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson.

Stu Zicherman ficará à frente da minissérie como roteirista e produtor executivo.

Murphy, Falchuck, Jacobson, Simpson e Alexis Martin Woodall serão os produtores executivos de ‘American Sports Story‘.

Josh Andrés Rivera, Patrick Schwarzenegger, Lindsay Mendez, Tony Yazbeck, Jake Cannavale, Catfish Jean, Jaylen Barron e outros estrelam.

Matthew Vaughn queria adaptar ‘Superman: Red Son’ com o RETORNO de Henry Cavill

O renomado cineasta Matthew Vaughn (‘X-Men: Primeira Classe’), declaradamente um entusiasta do Superman, revelou que quer adaptar uma saga em quadrinhos bastante específica do super-herói – e que gostaria de trazer Henry Cavill, que viveu o personagem em ‘Homem de Aço’‘Liga da Justiça’, para estrelar o projeto.

A série de HQs em questão é intitulada Superman: Red Son’, assinada por Mark Millar, e faz parte da marca ‘Elsewords’, de 2003. Na trama, Superman é reimaginado como uma criação da União Soviética.

“Acho que ‘Red Son’ é um dos quadrinhos mais inteligentes que já li – e, no mundo em que vivemos, tornou-se muito mais relevante porque a ignorância causa mais problemas”, ele disse em entrevista ao Post Credit Podcast.

“Acho que cada vez mais aprendemos sobre a Rússia e sobre a história russa. Já imaginou poder fazer ‘Red Son’ com Henry Cavill? Seria um filme interessante.

Vale lembrar que Vaughn e Cavill colaboraram no recente ‘Argylle – O Superespião’, que está em exibição nos cinemas nacionais.

Superman: O Legado’ será protagonizado por David Corenswet no papel principal, o novo filme do Homem de Aço incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Já Nicholas Hoult viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.

Lembrando que ‘Superman: O Legado’ tem estreia marcada para julho de 2025.

‘Superman’: James Gunn responde teoria da CONSPIRAÇÃO envolvendo demissão de Henry Cavill

Em seu perfil oficial no Threads, o realizador James Gunn comentou sobre uma recente teoria da conspiração envolvendo a reescalação de Henry Cavill como Superman, que não foi confirmado como o Homem de Aço na próxima aventura do super-herói.

A teoria em questão envolve comentários de Nathan Fillion, que interpretará Guy Gardner/Lanterna Verde no vindouro Superman.

Fillion alegadamente declarou que Gunn disse a ele na festa de encerramento das gravações de ‘O Esquadrão Suicida’ que ele daria vida a Guy Gardner no longa-metragem – anos antes da Warner Bros. Studios sequer procurar nomes para remodelar o até então vivo DCEU.

Isso aumentou os rumores de que o estúdio já planejava um reboot sem Henry Cavill, mesmo o convidando para voltar na cena pós-créditos de ‘Adão Negro‘. O ator pediu as contas de ‘The Witcher‘ e acabou sendo demitido novamente como o Superman, perdendo os dois trabalhos.

“Não entendo muito bem como isso se encaixa”, ele afirmou. “Além do fato de que eu não tinha interesse em dirigir a DC até que [o co-CEO Peter Safran] decidiu fazer isso comigo para que ele pudesse fazer as coisas executivas e eu pudesse me concentrar na criatividade. Quando fui contratado para escrever Superman, sempre foi planejado e lançado como um nova história do Superman, então por que eu mentiria sobre não planejar isso na estreia do Esquadrão’, que teria resultado na mesma coisa no final do dia? Como essa teoria da conspiração em particular faz sentido?”.

Agendado para julho de 2025, o novo filme do Superman‘ trará David Corenswet (‘Pearl’) no papel titular e marcará o início do DCU.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Wendell Pierce (Perry White), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Anthony Carrigan (Metamorfo), Edi Gathegi (Sr. Fantástico), Isabela Merced (Mulher-Gavião), María Gabriela de Faría (Engenheira), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Skyle Gisondo (Jimmy Olsen), Pruitt Taylor Vince (Jonathan Kent), Neva Howell (Martha Kent), Terece Rosemore (Otis), Sean Gunn (Maxwell Lord) e Milly Alcock (Kara Zor-El/Supergirl)

Confira o novo símbolo do traje do herói, junto com a primeira foto dos bastidores:

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

‘A Bruxa – Parte 2’: Sequência do aclamado terror ganha trailer VIOLENTO legendado

O filme ‘A Bruxa – Parte 2: A Colisão‘ (The Witch: Part 2 – The Other One), sequência do aclamado ‘A Bruxa: Parte 1. A Subversão‘, ganhou um violento trailer legendado.

Vale lembrar que o projeto não tem conexão com o terror ‘A Bruxa‘, de Robert Eggers.

Confira:

Park Hoon-jung é responsável pela direção.

“Em algum lugar, uma garota acorda em um enorme laboratório secreto. A menina acidentalmente encontra com Kyung-hee, que está tentando proteger sua casa da gangue que a tem atormentado. Quando a gangue se depara com ela, os cruéis homens ficam surpresos com o poder inexplicável dela. Quem é a garota desaparecida e por qual motivo ela está sendo caçada?”

Cynthia (a.k.a. Shin Sia) estrela a produção. O elenco ainda conta com Park Eun-bin, Seo Eun-soo, Jin Goo, Sung Yu-been, Jo Min-soo e Lee Jong-suk.

A atriz Kim Da-mi reprisa o seu papel do primeiro filme.

O filme já está disponível em VOD.

Disponível na Netflix, filme de Sofia Coppola explora a tensão e PAIXÃO entre jovens em internato

Baseado na obra de Thomas Cullian, ‘O Estranho Que Nós Amamos‘ é ambientado durante a Guerra Civil Americana e conta a história de John McBurney (Colin Farrell), um soldado ferido encontrado por Amy (Oona Laurence), uma jovem que mora em um internato feminino, e a presença do soldado aflora desejos, ciúmes e ódio entre as mulheres que habitam o local.

Tratado como o bendito fruto entre as mulheres, McBurney acaba despertando a sexualidade das mulheres que o rodeiam, enquanto ele luta pela sua sobrevivência.

Além disso, a presença de McBurney gera um dilema entre as mulheres, que conjecturam se devem tratar dele ou entregá-lo aos confederados, já que ele pertence ao exército inimigo.

Tomada pela compaixão, a diretora do internato, Martha (Nicole Kidman), decide cuidar de suas feridas até que se recupere para seguir seu próprio caminho. No entanto, a simples presença de McBurney é o bastante para causar uma inquietação na outrora pacata rotina do internato.

Em meio à disputa, o soldado vira alvo das investidas de Edwina (Kirsten Dunst), uma mulher madura que anseia agitar sua monótona vida de professora, e da jovem Alicia (Elle Fanning), uma divertida estudante que faz de tudo para chamar a atenção de McBurney.

A princípio, parece a trama de uma leve história de romance, mas a inofensiva disputa se transforma em um perigosa rivalidade psicológica, na qual as mulheres entregam suas expectativas, frustrações e esperanças sobre o soldado, levando cada personagem aos limites de seus desejos e moralidades.

Escrito e dirigido por Sofia Coppola (Encontros e Desencontros), ‘O Estranho que Nós Amamos‘ está disponível na Netflix e conta com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e é descrito pelo Pólvora como:

“Uma irreverente narrativa sobre as queimaduras emocionais provocadas pelo calor da paixão. Por meio de toques sutis, Coppola cria suspense suficiente para nos presentear com uma história contida, mas ainda assim cativante e tensa.”

Confira o trailer:

‘A Casa do Dragão’ será ENCERRADA em sua quarta temporada

A Casa do Dragão, derivado deGame of Thrones, concluiu finalmente sua segunda temporada, e os fãs já estão ansiosos pelos próximos episódios das aventuras Targaryen.

De acordo com a Variety, o showrunner e co-criador Ryan Condal revelou que a série terá mais duas temporadas e será concluída em seu quarto ano.

Condal também confirmou que a terceira temporada está sendo escrita no momento, com a previsão de iniciar a produção no “início de 2025”.

Quando questionado se a terceira temporada também terá oito episódios, como a segunda, Condal respondeu: “Ainda não tive discussões com a HBO sobre isso. Eu apenas anteciparia que o ritmo do show, do ponto de vista da narrativa dramática, continuará o mesmo a partir da segunda temporada”.

Na coletiva de imprensa, Condal explicou por que o final da segunda temporada, não incluiu a Batalha do Gullet, um ponto icônico da história de Fogo & Sangue.

“Estamos tentando dar ao Gullet, que é indiscutivelmente o evento de ação mais esperado,  bem, eu diria talvez o segundo evento mais esperado, de ‘Fogo & Sangue’, o tempo e o espaço que ele merece. Obviamente, como qualquer pessoa que tenha visto o final sabe, estamos nos preparando para esse evento. Esse evento acontecerá muito em breve em termos da narrativa”, afirmou.

“Com base no que sabemos agora, deve ser o maior feito que realizamos até o momento”, disse Condal. “E queríamos ter o tempo e o espaço para fazer isso de uma maneira que empolgue e satisfaça os fãs, como o evento merece”.

O chefe deA Casa do Dragão concluiu: “Eu sei que todo mundo gostaria que isso acontecesse todo verão. É que o show é tão complexo que estamos realmente fazendo vários filmes por temporada. Então, peço desculpas pela espera, mas apenas digo que, se Rook’s Rest e o Red Sowing são qualquer indicação, vamos realizar uma grande conquista com a Batalha do Gullet no futuro”.

Até lá, relembre o trailer da 2ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Vídeo revela os “SEGREDOS” da atuação de Hugh Jackman em ‘Deadpool e Wolverine’

Deadpool e Wolverine já está em exibição nos cinemas nacionais e, além de trazer Ryan Reynolds de volta como o Mercenário Tagarela, trouxe Hugh Jackman em mais uma icônica rendição como o mutante Wolverine.

Agora, em um recente vídeo postado no YouTube por Reynolds, podemos ver Jackman ensaiando suas falas no set de gravações do longa-metragem. Após algumas tomadas, a dupla se prepara para a próxima cena – enquanto Reynolds segura uma placa com os diálogos de Jackman para que o ator não se esqueça do que dizer.

Como brincadeira, o vídeo vem com o título “a masterclass em atuação de Hugh”.

Confira:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Terror mais POLÊMICO de 2023, com Mia Goth, estreia no streaming; Saiba aonde assistir!

Escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, o terror ‘Piscina Infinita‘ (Infinity Pool) já está disponível no Telecine e foi considerado o terror mais POLÊMICO de 2023.

Estrelado por Alexander Skarsgård e Mia Goth, acompanha um escritor que acidentalmente mata um homem durante as férias. No entanto, nesta terra estrangeira, a punição é a morte: a dele ou pelo preço certo, a morte de um “doppelgänger” fabricado.

Para se ter ideia, o terror conquistou 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Porém, a média do público foi de apenas 52% de aprovação. 

Entre os comentários, os críticos elogiaram como o filme consegue mergulhar nos mais sombrios aspectos da natureza humana através do impactante roteiro e das cenas perturbadoras.

Além disso, Goth recebeu diversos elogios, provando que ela nasceu para os gêneros de suspense e terror psicológico.

Confira:

“O perturbador, engraçado, distorcido e estranho pesadelo de ficção científica é um mergulho sombrio na condição humana ou possivelmente apenas um exercício de forçar limites extremos. De qualquer forma, é difícil tirar os olhos dele…” – Detroit News.

“‘Infinity Pool faz perguntas desconfortáveis ​​de moralidade sobre a vida e a morte. Mia Goth é uma força da natureza mais uma vez. Ela interpreta com segurança e dá a seu personagem um toque psicótico. Ela é hipnotizante e um ajuste perfeito para o estilo de Cronenberg.” – DrumDums.

“Imerso em uma atmosfera de pavor implacável, ‘Infinity Pooltrabalha seus ângulos de câmera inclinados e pontuação insistente e pesada para um efeito asfixiante.” – The New York Times.

“O roteirista/diretor Cronenberg nos leva a uma estranha jornada através de privilégios, libertinagem, direitos, tédio, narcisismo, drogas psicotrópicas e muito mais em seu novo filme alucinante, ‘Infinity Pool’.” – MaddWolf.

Cronenberg, Skarsgård e Goth continuam a provar que são destemidos e inabaláveis ​​no espaço do gênero, que ‘Infinity Pool‘ leva ao limite, mesmo que a sátira social pareça familiar.” – Comic Book.

“Se o próprio filme costuma ser odioso e excessivo, isso é um efeito colateral inevitável de algo que atinge as partes mais profundas e sombrias da mente humana.” – Mark critics films.

Cleopatra Coleman também está no elenco.

Conheça a história REAL que inspirou ‘Armadilha’, novo suspense M. Night Shyamalan

Descrito por M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’) como “o que aconteceria se ‘O Silêncio dos Inocentes’ se passasse durante um show da Taylor Swift”, o thriller ‘Armadilha‘ foi inspirado em uma história real.

A trama é baseada em uma das operações secretas mais bem-sucedidas dos EUA: A Operação Flagship.

Em dezembro de 1985, os oficiais do território norte-americano enviaram mais de 3 mil convites para fugitivos em Washington, com 5.117 mandados pendentes entre eles. Enviados pela Flagship International Sports TV, os convites alegavam que seus nomes haviam sido limpos e que eles haviam ganhado ingressos de graça para assistirem a um jogo.

O transporte de ônibus seria fornecido para uma festa pré-jogo, onde os “vencedores” poderiam receber seus prêmios e participar de sorteios de ingressos para a temporada do Redskins e uma viagem com todas as despesas pagas para o Super Bowl XX.

A operação envolveu mais de 150 policiais que estavam esperando no local, disfarçados de líderes de torcida, fornecedores, representantes da Flagship e equipe de zeladoria. Um policial até vestiu a fantasia do mascote do time.

Vale lembrar que ‘Armadilha‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Dividindo a opinião dos críticos, o suspense conquistou 50% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do consenso geral aclamar a atuação de Josh Hartnett, alguns críticos não gostaram do roteiro do longa e o consideraram um de seus pontos mais baixos.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“Pedir para o público embarcar em uma jornada tão fundamentalmente fantasiosa beira o insulto. Mais precisamente: não é divertido.” (Variety)

“Uma concha bem construída, mas sem nada dentro.” (Chicago Sun-Times)

“A premissa simples apenas prepara o cenário para um suspense envolvente e altamente divertido que continua a surpreender.” (Bloody Disgusting)

“Continuamos querendo que M. Night Shyamalan nos traga algo no nível de ‘O Sexto Sentido’ ou ‘Sinais’ novamente. ‘Armadilha’ não está à altura. Este é um filme pipoca, com uma reviravolta surpreendente de uma estrela subestimada. E, no final das contas, resulta em uma sessão divertida no cinema.” (Associated Press)

“Em seu jogo de gato e rato, a trama proporciona emoções suficientes para compensar sua falta de lógica.” (The Daily Beast)

“Josh Hartnett quase faz ‘Armadilha’ valer a pena ser assistido, incorporando seu personagem com uma ludicidade que pode ser cativante. É uma pena que seu ótimo trabalho está preso em um filme que não sabe o que fazer com seu talento.” (RogerEbert.com)

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Escrito e dirigido por Shyamalan, ‘Armadilha‘ é estrelado por Josh Hartnett, Ariel Donoghue, Saleka Shyamalan, Hayley Mills e Allison Pill.

Na história de ‘Armadilha‘, um badalado show da cantora pop Lady Raven vira alvo de uma operação policial obscura na busca de um serial killer apelidado de O Açougueiro, que aterroriza a população com seus assassinatos brutais.

‘Meu Sangue Ferve por Você’: Cinebiografia de Sidney Magal já está disponível na Netflix!

Um dos maiores destaques do Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com exibições lotadas e calorosas e ótima receptividade crítica, ‘Meu Sangue Ferve por Você’, de Paulo Machline, já está disponível na Netflix.

O filme foi lançado hoje, 08 de agosto, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O longa, uma comédia romântica musical colorida e vibrante, repleta de ginga e bom humor, conta a história de amor entre Sidney Magal, um astro em ascensão no final dos anos de 1970, e sua grande paixão Magali West.

No filme, são respectivamente interpretados por Filipe Bragança e Giovana Cordeiro, estrelas em ascensão na TV brasileira, em cartaz nas novelas “Elas por Elas”e “Fuzuê”.

“Assim como Magal, o Filipe é um artista de múltiplos talentos, então o canto e a dança vieram naturalmente e evoluíram com estudos, conversas e ensaios. Fizemos um período de preparação magnífico, tanto para a atuação como para canto e dança. Nunca quisemos imitar o Magal, juntos construímos um personagem inspirado em Magal, na postura, nos gestos, na dança, no olhar, no sorriso. A ideia sempre foi muito mais fazer o personagem vibrar como Magal do que copiar Magal”, conta Machline, diretor do curta-metragem “Uma História de Futebol”, indicado ao Oscar.

Já Magali é uma figura bem mais discreta do que seu marido, com pouco material público disponível para acesso, mas ajudou muito a Giovana a construir a personagem.

“Elas ficaram amigas e conversaram algumas vezes. A Giovana soube incorporar as sutilezas da Magali na personagem e ficaram muito parecidas, inclusive fisicamente”, confessa o diretor.

‘Lobos’: Suspense com George Clooney e Brad Pitt tem sequência anunciada antes da estreia

De acordo a Variety, a Apple TV+ confirmou que está desenvolvendo uma sequência deLobos, thriller psicológico estrelado por George Clooney e Brad Pitt, antes mesmo da estreia.

Na trama, Clooney interpreta um reparador profissional contratado para encobrir um crime de alto perfil. Mas quando um segundo reparado (Pitt) aparece e os dois ‘lobos solitários’ são forçados a trabalharem juntos, e descobrem que sua noite está saindo do controle de maneiras que nenhum deles esperava.

A continuação vai contar com o retorno dos astros, bem como do roteirista e diretor Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

Matt Dentler, presidente da divisão de filmes da Apple Original, comemorou o anúncio em entrevista ao portal.

“Esse é o tipo de evento cinematográfico que faz da Apple TV+ um lar excepcional para o melhor do entretenimento. Através da química extraordinária e contagiante de George e Brad sob a direção do visionário Jon Watts, ‘Lobos’ combina todos os melhores elementos de ação, drama e comédia em um filme tão divertido que deixará o público ansioso pelo próximo passo.”

Ele continuou:

“Exibi-lo nos cinemas antes de disponibilizá-lo amplamente aos assinantes da Apple TV+ traz o melhor dos dois mundos, e estamos animadora em ver os fãs abraçarem esse filme enquanto começamos a trabalhar com Jon na sequência.”

Lembrando que o longa estará disponível no catálogo da Apple TV+ em 27 de setembro.

Além disso, o longa será exibido em circuito limitado de uma semana nos cinemas dos EUA a partir de 20 de setembro.

Com estreia oficial no 81º Festival Internacional de Cinema de Veneza (28 de agosto a 7 de setembro), ‘Lobos‘ foi originalmente programado para um lançamento amplo antes de ser remanejado para a Apple TV+.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/mAHjK3ltWJA?si=eu-oHaN9FyvWoss-

O filme é escrito e dirigido por Jon Watts.

Amy RyanAustin AbramsPoorna Jagannathan completam o elenco protagonista.

Em entrevista à Empire, Watts revelou que a ideia para o filme surgiu de uma pergunta simples, mas intrigante: o que aconteceria se dois dos maiores astros de Hollywood se encontrassem em uma situação limite?

“Eu só queria saber como seria se dois desses caras se encontrassem”, confessou Watts. “Eles se matariam ou se tornariam melhores amigos?”

A parceria entre Jack (George Clooney) e Nick (Brad Pitt) é, sem dúvida, um dos grandes destaques do filme. Os personagens foram escritos especialmente para explorar a dinâmica entre esses dois ícones do cinema, conhecidos por sua imagem de homens durões e calculistas.

“Eles já interpretaram esse papel. É como dois Michael Claytons”, observa Watts, referindo-se ao personagem de Clooney em ‘Conduta de Risco’.

“Eles parecem ter estado em todos esses filmes como parceiros”, comenta Watts, “mas na verdade são apenas três filmes, e eu senti que essa era uma relação completamente subutilizada”.

lobos

‘Lobos’: Suspense com George Clooney e Brad Pitt ganha data de estreia na Apple TV+

De acordo a Variety, Lobos, thriller psicológico estrelado por George Clooney e Brad Pitt estará disponível no catálogo da Apple TV+ em 27 de setembro.

Além disso, o longa será exibido em circuito limitado de uma semana nos cinemas dos EUA a partir de 20 de setembro.

Com estreia oficial no 81º Festival Internacional de Cinema de Veneza (28 de agosto a 7 de setembro), ‘Lobos‘ foi originalmente programado para um lançamento amplo antes de ser remanejado para a Apple TV+.

Na trama, Clooney interpreta um reparador profissional contratado para encobrir um crime de alto perfil. Mas quando um segundo reparado (Pitt) aparece e os dois ‘lobos solitários’ são forçados a trabalharem juntos, e descobrem que sua noite está saindo do controle de maneiras que nenhum deles esperava.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/mAHjK3ltWJA?si=eu-oHaN9FyvWoss-

O filme é escrito e dirigido por Jon Watts.

Amy RyanAustin AbramsPoorna Jagannathan completam o elenco protagonista.

Em entrevista à Empire, Watts revelou que a ideia para o filme surgiu de uma pergunta simples, mas intrigante: o que aconteceria se dois dos maiores astros de Hollywood se encontrassem em uma situação limite?

“Eu só queria saber como seria se dois desses caras se encontrassem”, confessou Watts. “Eles se matariam ou se tornariam melhores amigos?”

A parceria entre Jack (George Clooney) e Nick (Brad Pitt) é, sem dúvida, um dos grandes destaques do filme. Os personagens foram escritos especialmente para explorar a dinâmica entre esses dois ícones do cinema, conhecidos por sua imagem de homens durões e calculistas.

“Eles já interpretaram esse papel. É como dois Michael Claytons”, observa Watts, referindo-se ao personagem de Clooney em ‘Conduta de Risco’.

“Eles parecem ter estado em todos esses filmes como parceiros”, comenta Watts, “mas na verdade são apenas três filmes, e eu senti que essa era uma relação completamente subutilizada”.

lobos

‘The Umbrella Academy’: 4ª e ÚLTIMA temporada estreia na Netflix!

A 4ª e última temporada de The Umbrella Academy já está disponível na Netflix.

O ciclo de encerramento foi lançado na plataforma de streaming hoje, 08 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

https://youtu.be/oOFIxbotYCU?si=hZfLzAo7alF0ywYq

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Crítica | ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’ é uma CAÓTICA adaptação em live-action

Quando pensamos em adaptações de videogames, é automático que tenhamos uma certa hesitação; afinal, tais incursões, tanto para o cinema quanto para a televisão, costumam falhar em traduzir sob uma nova ótica a essência que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. Vez ou outra, tais releituras nos surpreendem – como foi o caso de ‘Sonic’, ‘The Last of Us’ e a recente série ‘Fallout’, apostando fichas ou em uma homenagem clara ao material original, ou abraçando uma narrativa original e que fizesse sentido dentro de determinado cosmo. Agora, somos convidados a conhecer a nova empreitada da Lionsgate com o live-action de Borderlands, baseado na aclamada franquia de games da 2K.

O longa-metragem parte da icônica e distorcida mente de Eli Roth, conhecido por seu trabalho em produções como Cabana do Inferno e ‘Feriado Sangrento’. Unindo forças com Joe Crombie para assinar o roteiro, Roth nos leva ao longínquo planeta de Pandora, uma terra devastada por criaturas vorazes e caçadores de recompensas mortais – e que é lar de uma relíquia conhecida como Vault (Cofre, na tradução para o português), que pode restaurar a paz e a sanidade. Para acessar esse poderoso objeto, faz-se necessário ter em mãos três chaves específicas, uma das quais insurge na figura de Tina (Ariana Greenblatt).

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Todavia, Tina é raptada por um ex-combatente chamado Roland (Kevin Hart), o que leva o pai da jovem garota, o magnata Atlas (Edgar Ramírez), a alistar a renegada Lilith (Cate Blanchett) para trazê-la de volta às suas mãos. Entretanto, ao chegar à Pandora, Lilith percebe que as coisas não são exatamente o que parecem e acaba formando uma aliança improvável com Roland, Tina, o mercenário Krieg (Florian Munteanu), a excêntrica cientista Tannis (Jamie Lee Curtis) e o ácido robô Claptrap (Jack Black) para encontrarem o Cofre e impedirem que Atlas e seu exército de asseclas use esse poder imensurável para dar continuidade a um reino de puro caos e desesperança.

Como podemos ver, o live-action acompanha de perto toda a estrutura arquetípica do jogo lançado em 2009, aproveitando-se de algumas breves incursões diferenciadas para expandir (ou ao menos tentar expandir) esse exuberante universo. É notável como Roth conhece o material com o que trabalha e garante que os mínimos detalhes estéticos e cênicos estejam on point e sirvam de presente para os fãs inveterados da saga de games. Seja no figurino de Lilith ou nos trejeitos “psicóticos” de Tina, o preparo visual é, de fato, um espetáculo a ser saboreado pelos espectadores.

Entretanto, o mesmo cuidado não é visto no roteiro – sem sombra de dúvida, o elemento de maior importância para uma narrativa dessa magnitude. Enquanto as primeiras cenas ajudam a dar o tom desse universo e mostram referências a clássicos neo-noir de ficção científica, ou até mesmo a dramédias de ação espaciais que dominaram o cenário mainstream nos últimos anos, cada ato do filme é pincelado como uma réplica direta de um gameplay qualquer. Na verdade, a construção se assemelha a um compilado de cutscenes que não fornece explicações suficientes para sermos introduzidos a esse mundo e que assume que o público deve ter algum pré-conhecimento para compreender as reviravoltas e as conclusões.

Roth procura fornecer um pouco de esclarecimento com diálogos repetitivos ou sutis demais para serem relembrados depois de um tempo, mas nada que tenha força o suficiente para atarmos os nós soltos. Ora, este que vos escreve é um grande fã da franquia de jogos – e mesmo assim não conseguiu compreender algumas intervenções promovidas (e essas pontas desatadas se acumulam em um frenético salto de pouco mais de cem minutos que se apressa em vários momentos para chegar a um determinado objetivo). Não obstante essa despreocupação em demasia e um experimento falho em se afastar dos convencionalismos do gênero, há uma beleza rudimentar existente na construção dos atos conforme percebemos que a ideia é acompanhar as fases do game em distinções gritantes.

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Se o enredo não é forte o suficiente, ao menos o elenco dá o máximo de si para que o resultado seja, ao menos, aprazível (ainda que medíocre). Blanchett diverte-se em interpretar a impiedosa e cínica Lilith, e Curtis se restringe aos cacoetes quase imperceptíveis de Tannis; Black também faz um trabalho incrível ao dublar Claptrap, roubando boa parte dos holofotes nos dois primeiros atos e promovendo uma bem-vinda autoconsciência humorística; Greenblatt, Munteanu e Hart também fazem um bom trabalho, apesar de ficarem em segundo plano por uma unidimensionalidade um tanto quanto cansativa que poderia ter sido mais bem planejada.

Borderlands não chega a ser uma das piores adaptações em live-action de videogames, funcionando dentro de seu limitado valor de entretenimento, mas também não oferece nada de novo. No final das contas, apesar do elenco de peso e de alguns momentos realmente sólidos, sentimos como se estivéssemos assistindo a uma mixórdia caótica de ‘Atlas’, ‘Fallout’ e ‘Bioshock’ que não sabe em que direção seguir e que, por essa razão, resolve atirar para todos os lados.

‘X-Men’, ‘Deadpool’, ‘Demolidor’, ‘Quarteto Fantástico’ – Ranqueamos TODOS os 18 Filmes da Marvel na extinta FOX

Deadpool e Wolverine’ já acumula uma bilheteria mundial de US$852 milhões em pouco mais de dez dias em cartaz, cimentando o único blockbuster da Marvel Studios como um dos maiores sucessos de 2024. Entre outras coisas, o filme presta uma grande homenagem aos que vieram antes e ao fim de uma era: a era dos heróis da Marvel produzidos pela extinta 20th Century Fox (comprada pela Disney e transformada em 20th Century Studios). Era essa que soma ao todo 18 superproduções – começando com ‘X-Men: O Filme’, de 2000, um dos responsáveis pelo que temos hoje no gênero.

Dentre personagens como ‘Demolidor’, ‘Quarteto Fantástico’ e todos os derivados de ‘X-Men’, incluindo o próprio ‘Deadpool’, a Fox participou dos primórdios, da era de ouro do gênero no cinema e foi o alicerce do que temos hoje no MCU. Pensando nisso, resolvemos por mais uma tarefa insana: ranquear do pior ao melhor todos os 18 longas que compuseram essa época tão especial – que teve início quando muitos fãs de hoje sequer eram nascidos. Confira abaixo.

18 | Quarteto Fantástico (2015)

quarteto cinepop
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“Enaltecido” como um dos piores filmes de super-heróis de anos recentes, o ‘Quarteto Fantástico’ de Josh Trank (‘Poder sem Limites’) tinha como proposta uma pegada mais realista, de ficção científica e quase horror. Porém, o filme sofreu com interferências massivas dos executivos e ficou soando como um projeto interminado.

17 | Elektra (2005)

elektra cinepop
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Quando falamos nos piores filmes de super-heróis estrelados por atrizes, a ‘Mulher-Gato’ (2004) de Halle Berry é um saco de pancadas óbvio. Mas o que a memória seletiva parece deixar de lado é que logo no ano seguinte do dito cujo, algo tão ruim quanto, mas menos execrado, chegava aos cinemas com ‘Elektra’, o filme solo da anti-heroína estrelado por Jennifer Garner.

16 | X-Men: Fênix Negra (2019)

dark cinepop
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Outro que sofreu bastante com a aquisição da Fox pela Disney foi ‘Fênix Negra’. Para alguns, um projeto que já nasceu morto, não dá para deixar de imaginar, por exemplo, que a vilã de Jessica Chastain foi remodelada para ser a mais genérica possível por interferência dos “novos donos do jogo”. Por um tempo, a Marvel pensou se lançaria ou não a produção – e talvez a pior decisão tenha sido lança-la, pois queimou de vez uma das sagas mais famosas do universo mutante.

15 | X-Men Origens: Wolverine (2009)

wolverine cinepop
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Quando um novo filme faz referência a outros mais antigos, termina despertando interesse do público em revisitar tais obras ou conhece-las (no caso dos espectadores mais jovens). Isso é um dos “poderes” mais interessantes dos filmes. E com a estreia de ‘Deadpool e Wolverine’, todo o universo mutante na FOX voltou à voga, em especial a primeira aparição dos personagens juntos em tela. ‘X-Men Origens: Wolverine’ já foi chamado de um dos piores exemplares do gênero, mas agora parece estar voltando como cult.

14 | X-Men: Apocalipse (2016)

apocalipse cinepop
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Outro que foi bastante execrado em sua época de lançamento, em especial pelas caracterizações dignas de “Cospobre” de personagens icônicos (como o vilão Apocalipse e a heroína Psylocke), está ressurgindo como cult atualmente – em especial tendo em vista o que viria depois com ‘Fênix Negra’ (um dos filmes mais sem personalidade do gênero). ‘Apocalipse’ ao menos é divertido e repleto de ação, mas deixa um gosto amargo do que poderia ter sido a primeira aparição nas telonas do maior antagonista destas histórias.

13 | Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007)

silver cinepop
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Quando o segundo filme do ‘Quarteto Fantástico’ de Tim Story foi lançado, todos já sabiam bem o que esperar, conhecendo bem o teor impresso a esta franquia. Mesmo assim, não podemos deixar de imaginar como seria o retrato de personagens clássicos, como o Surfista Prateado e o vilão Galactus, feitos de maneira mais profunda e melhor desenvolvida.

12 | Quarteto Fantástico (2005)

fantastic cinepop
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Os filmes ‘Quarteto Fantástico’ de Tim Story não são um primor do gênero, mas são obras divertidas que se comportam como chiclete para o cérebro. Com a leveza de uma pluma, os longas são quase um desenho animado de carne e osso, e se comportam com tal complexidade. Esse clima despretensioso ao menos é competente e arredondado – ao contrário do filme de 2015, que soa inacabado.

11 | Os Novos Mutantes (2020)

newmutants cinepop
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A Fox estava cheia de planos para o seu universo mutante nas telonas, mas aí veio a Disney com uma proposta irrecusável. Dentre essa reformulação que durou o tempo de uma piscada de olhos, estava criar obras nos mais variados gêneros e censuras – que veria ‘Deadpool’ e ‘Logan’ dentre os filmes com novo foco. ‘Os Novos Mutantes’ foi o “filme de terror” dentro da nova abordagem. Não é de todo ruim, mas também ficamos pensando que foi “podado”.

10 | Demolidor (2003)

daredevil cinepop
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O tempo pode fazer muito mal para certas produções. Esse é o caso com ‘Demolidor’, primeiro (e único até o momento) filme solo do herói cego da Marvel. Quando foi lançado em fevereiro de 2003, o longa veio no rastro de ‘X-Men’ e ‘Homem-Aranha’, sendo um dos primeiros representantes dessa nova onda do gênero. Com um clima até pesado para os padrões e uma atmosfera sombria; hoje os defeitos (incluindo certa “breguice”) do longa são o que mais saltam aos olhos. No entanto, por um tempo foi a maior bilheteria de um filme lançado em fevereiro.

09 | X-Men: O Confronto Final (2006)

laststand cinepop
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As adaptações de quadrinhos podem sofrer bastante com as reviravoltas de bastidores. E o que parecia vir numa crescente para os mutantes nas telonas (os personagens mais populares da Marvel), terminou resultando em uma obra muito ambiciosa, que resolveu juntar muito em pouco tempo de duração. Assim é o resumo de ‘O Confronto Final’, que abordou a saga da Fênix Negra, a cura mutante e as introduções de personagens icônicos como o Fera, o Anjo e Juggernaut. Nos bastidores, Bryan Singer deixava a produção para ir dirigir ‘Superman – O Retorno’, sendo substituído nos 45 do segundo tempo por Brett Ratner.

08 | Wolverine Imortal (2013)

thewolverine cinepop
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A proposta da primeira investida do diretor James Mangold no universo mutante era por um filme mais intimista, ao contrário de ameaças megalomaníacas. Aqui temos a trama de um thriller familiar, na qual é adaptada uma das sagas mais épicas das histórias solo de Wolverine, na qual ele vai até o Japão. Com o clima mais “pé no chão”, no terceiro ato o longa mostra realmente suas tintas de fantasia, com a reformulação do clássico personagem Samurai de Prata.

07 | X-Men: Primeira Classe (2011)

primeiraclasse cinepop
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Aqui é onde grande parte dos fãs irá divergir de nossa lista. ‘X-Men: Primeira Classe’ é um grande favorito não apenas do universo mutante, como do gênero de forma geral. Desse jeito, para grande parte é top 5 da era Fox. Num aspecto narrativo, conta uma história com clima de espionagem e James Bond, além de fazer uso de performances inspiradas em especial de gente como Michael Fassbender, James McAvoy e Kevin Bacon. Mas a fidelidade com o material original passou longe. Além de essa não ser de fato a primeira classe, por alguma razão a menina de ouro Jennifer Lawrence é escalada como Mística, que ganha protagonismo.

06 | Deadpool (2016)

deadpool cinepo
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Outro que causará estardalhaço, é a posição do primeiro ‘Deadpool’ na lista, um grande favorito dos fãs. Sim, é uma obra importante, que acima de tudo representa a luta de um ator para tirar um projeto do papel. Merecido de todas as formas, o sucesso do longa não pode ser menosprezado. Mas e quanto ao que vemos em tela. Bem, por mais que grande parte queira fazer do filme um romance, ele ainda é bastante uma história de origem de um super-herói como tantas outras. Ah, sim. Uma de censura alta, violência e baixo calão.

05 | X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014)

daysoffuturepast cinepop
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Dias de um Futuro Esquecido’ é tratado por todos como o melhor filme da equipe mutante no cinema. Não para nós. É sim um longa eficiente (analisando apenas pelo resultado do que vemos em tela). Mas aqui não podemos deixar de levar em conta os bastidores da produção, que prometia um crossover entre os atores da trilogia clássica, com o elenco jovem de ‘Primeira Classe’. E o que vemos em tela mais uma vez é a participação no estilo piscou perdeu de todos os coadjuvantes, dando um tempo de tela excessivo para as mesmas “cartas marcadas”. Afinal ‘X-Men’ sempre foi sobre a equipe.

04 | Deadpool 2 (2018)

deadpool2 cinepop
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Agora sim. Pode ser uma opinião polêmica, mas sabemos que não estamos sozinhos nessa, e muitos pensam da mesma forma: ‘Deadpool 2’ é melhor que o filme original. Para começar temos mais o clima do material original, ou seja, mais personagens, introdução de alguns favoritos dos fãs, como Cable e Domino, e uma história mais complexa. Depois, temos um filme muito mais engraçado, repleto de piadas e referências, que não poupa nada e nem ninguém. A cena com a ‘X-Force’ ainda é um dos momentos mais hilários e WTF de qualquer filme do gênero de anos recentes.

03 | Logan (2017)

logan cinepop
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Esse não tinha como ficar fora do top 3. Depois que Ryan Reynolds mostrou que dava para fazer um filme de censura alta de super-heróis e ainda assim arrastar uma verdadeira multidão para os cinemas, a Fox resolveu investir em um filme assim para seu personagem mais sangrento – Wolverine. A maior reclamação sobre o retrato do personagem nas telonas era sempre a falta de sangue. Assim, Hugh Jackman topou voltar uma última vez (que agora sabemos que não seria) e, ao lado do diretor James Mangold, terminar a saga do mutante da melhor forma possível. Um faroeste moderno, ‘Logan’ é pura emoção e nostalgia.

02 | X-Men – O Filme (2000)

xmen cinepop
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Usamos como avaliação para o ranking não apenas o resultado do filme, mas também a importância do filme em um contexto geral. Mas sejamos sinceros, o primeiro ‘X-Men’ ainda se comporta muito bem, tendo uma história que até hoje tem relevância e não envelheceu. É preciso levar em conta que nessa época, os filmes de super-heróis não tinham qualquer importância para os executivos de estúdio ou para os fãs. Era preciso dar-lhes relevância. E foi o que o diretor Bryan Singer a Fox fizeram, ao pegarem os quadrinhos mais populares da época, e adaptarem da forma mais fiel possível para um longa quase independente. O resultado não poderia ser melhor.

01 | X-Men 2 (2003)

x2 cinepop
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X-Men 2’ é a melhor continuação de um filme do universo Marvel na Fox e uma das melhores do gênero de forma geral. Embora saibamos que não foi bem assim, mas o que fica parecendo é que ‘X-Men’ foi um projeto experimental, e quando a coisa deu certo, a Fox liberou o dinheiro e deixou Bryan Singer solto para fazer o que quisesse. E o cineasta libertou sua criatividade. A cena de abertura com Noturno na casa branca é de arrepiar. Assim como a invasão dos soldados na Mansão. São momentos exímios de entendimento e composição de cena. Ah sim, e não podemos esquecer o momento de maior peso social e psicológico, a visita de Bobby à sua família e a frase: “mas você já tentou não ser um mutante”. Ou seja, ‘X-Men 2’ é maior e melhor em tudo em relação ao já ótimo original. E ainda nosso queridinho dentro dessa extinta fase.

Assistir ou não? 10 Filmes para pessoas INDECISAS…

A indecisão é algo que nos faz fechar portas de oportunidades. Geralmente afetando pessoas muito controladoras que tem o medo abraçado nas escolhas, essa peculiar ação molda os destinos de muitos por aí. Pensando nesse curioso recorte, separamos abaixo uma lista com reflexões sobre esse tema:

 

A Ilha dos Assobios

Na trama, conhecemos o indeciso policial Cristi (Vlad Ivanov), um homem que é meio que um agente duplo: policial e joga também do lado do crime. Ele é envolvido em uma trama onde é pressionado por Gilda (Catrinel Marlon), esposa de um chefe de uma gang a libertar esse em uma prisão que fica numa ilha, onde um peculiar dialeto é o jeito mais seguro de se comunicar. Tendo que aprender as regras gramaticais dos assobios, o policial precisa definir de que lado está nessa grande enrascada.

 

O Dia Depois

Na trama, conhecemos Song Areum (Min-hee Kim), uma jovem que vai para o primeiro dia de seu novo emprego em uma pequena editora comandada por Kim Bongwan (Hae-hyo Kwon). Se identificando demais com seu novo chefe durante os longos diálogos que participam os dois durante um almoço, tudo ia muito bem. Mas certa hora do dia, a esposa do seu chefe aparece de surpresa e começa a tirar satisfações com Areum sobre uma possível traição com seu marido. A partir disso, embarcamos em uma viagem rumos as verdades dessa delicada situação, principalmente quando a verdadeira amante de Kim Bongwan volta a cena.

 

Na Cama com Victoria

Na trama, conhecemos a bela advogada criminalista Victoria (Virginie Efira), mãe de duas filhas pequenas, divorciada, que enfrenta um grande vazio em sua vida amorosa e com diversos problemas no seu trabalho. Certo dia, resolve ir até um casamento onde encontra um velho conhecido que acaba sofrendo uma ação criminal por parte da namorada. Assim, tentando ajudar o amigo e também tentando corrigir suas lacunas não preenchidas na vida pessoal, Victoria se aproxima de Sam (Vincent Lacoste), um jovem ex-cliente que a ajudará a completar todas suas jornadas.

 

Pode Guardar um Segredo?

Na trama, que tem direção de Elise Durán, conhecemos Emma (Alexandra Daddario) um jovem que trabalha como assistente de marketing em uma empresa em grande ascensão nos Estados Unidos. Mas ela não é nada feliz no seu trabalho e pra completar ainda vive um romance sem amor com Connor (David Ebert) um homem pra lá de chato. Mas sua vida da uma volta de 360 graus quando durante um voo acaba ficando nervosa por conta da tempestade que enfrenta o avião e conta todos os detalhes de sua vida para pessoa que está ao seu lado, Jack Harper (Tyler Hoechlin). Só que o que ela não sabia que essa pessoa pra quem contou tudo de sua vida na verdade é o dono da empresa onde ela trabalha.

 

Longe Deste Insensato Mundo

Em uma época onde não existia o Tinder, conhecemos a indecisa e corajosa Bathsheba Everdene (Carey Mulligan), uma jovem que após o destino a premiar com a herança total de um tio bem de vida, se vê em dúvida entre o amor, a paixão, o desejo, e suas convicções, por três homens completamente distintos. Ao longo das semanas, vários acontecimentos vão se moldando a partir das escolhas da personagem principal.

 

Decisão de Partir

Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan Jang Hae-joon (Park Hae-il) que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona, é casado, e se afunda perto da linha da obsessão no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Só que ao longo dos dias que se passam, o detetive acaba se interessando além da conta pela misteriosa mulher.

 

7 Años

Na trama, conhecemos Vero (Juana Acosta), Marcel (Alex Brendemühl), Luis (Paco León) e Carlos (Juan Pablo Raba), quatro sócios majoritários de uma empresa em crescimento milionário que são convocados em pleno sábado, dia que não trabalham, para uma reunião emergencial onde um deles precisará assumir a culpa de um problema contábil e ir para a prisão durante 7 anos para poder salvar a empresa e a todos os outros. Sem saberem direito como tomar alguma decisão, o quarteto que se diz muito amigo contrata um mediador profissional para acompanhar os rumos dessa curiosa decisão.

 

Toprak

Na trama, conhecemos o jovem Burak (Burak Aydin) que passa seus dias entre a escola e vendendo romãs na beira de uma estrada que divide o campo do centro, voltando tarde da noite sozinhos pela estrada, a pé. Ele é criado pelo tio Cemil (Numan Çakir), um homem analfabeto que cria o protagonista desde a morte dos pais dele anos atrás. Eles vivem junto com a avó de Burak, mãe de Cemil, que está muito doente. Quando a oportunidade de Burak em ir pra universidade bate a porta, uma decisão de Cemil acaba o deixando no limite para testar sua fé.

 

Um Amor à Altura

Na trama, conhecemos uma linda advogada bem sucedida chamada Diane (Virginie Efira) que vive sozinha e divide o escritório onde trabalha com seu insuportável ex-marido. Certo dia, após esquecer o telefone em um lugar, um homem misterioso chamado Alexandre (Jean Dujardin) liga para ela e a convence de encontrá-lo em um almoço. Chegando lá, Diane se surpreende com a altura do homem mas é fisgada pelo charme e carisma deste pequeno galã francês. Assim, ao longo das semanas seguintes, entre encontros maravilhosos e surpreendentes, Diane terá que tomar uma decisão, fugindo dos preconceitos dos outros ao redor e pensando única e exclusivamente no amor que nasce entre os dois pombinhos.

 

O Batismo

Na trama, conhecemos o empresário Michal (Wojciech Zielinski), um homem de gostos requintados que vive com sua linda mulher, Magda (Natalia Rybicka) e seu bebê recém nascido em um bairro de classe alta. Ele vive feliz com sua família, até que mafiosos começam a relembrá-lo de seu passado no crime. Perto do batizado de seu filho, um grande amigo de infância, Janek (Tomasz Schuchardt), chega do exército. Como as atitudes de Michal deixam margens às especulações, Janek vai em busca de informações para saber o que está acontecendo e assim é envolvido em uma história de dor e angústia onde precisará tomar uma decisão que mexerá com a vida de todos.

 

 

Os 10 PIORES Filmes do 1º Semestre de 2024

Enquanto 2024 vem nos entregando diversas produções impecáveis e que automaticamente caíram no gosto da crítica e do público, existe o outro lado do jogo que preferimos esquecer.

Vários longas-metragens falharam em cumprir com as expectativas, transformando-se em narrativas clichês, cansativas e, muitas vezes, risíveis – como foi o caso de Madame Teia, a mais recente entrada do universo ‘Homem-Aranha’ nos cinemas, ou o frustrante terror Mergulho Noturno, cuja mitologia não foi forte o suficiente para esquivar as investidas das mais óbvias fórmulas.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os 10 piores filme do 1º semestre de 2024.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. BACK TO BLACK

“Dirigida por Sam Taylor-Johnson, a produção procura explorar a transição de Amy Winehouse para o estrelato mundial, nos guiando até os momentos que antecederam sua morte – e, é claro, esquadrinhando as polêmicas em que se envolveu e que atraíram olhares maldosos dos paparazzi e de uma mídia que não tinham quaisquer interesses em protegê-la ou em trazer a verdade à tona, preferindo pintá-la como uma mulher louca e rendida às drogas e ao álcool. E, concretizando o que todos temiam, o longa-metragem é frustrante em sua estrutura estética e criativa, bem como redutivo a ponto de desumanizá-la mais do que já conseguiram em um passado não muito distante” – Thiago Nolla

9. IMAGINÁRIO: BRINQUEDO DIABÓLICO

“Um dos deslizes principais é o roteiro. Assinado por Jeff Wadlow, Greg Erb e Jason Oremland, a história poderia ter sido mais bem aproveitada caso não quisesse se valer de uma mitologia muito complexa e que envolve muitas subtramas. Afinal, temos explicações constantes de como o amigo imaginário de Alice corresponde a uma entidade cuja manifestação pode caminhar de duas maneiras – uma protetora e outra vingativa, como é o caso de Chauncey. E isso também se relaciona com o laço que une Alice e Jess e os segredos que se escondem no casarão, abrindo espaço para certas pulsões da psicologia que não deveriam existir, restringindo-se, sim, ao sobrenatural e às clássicas histórias de terror pelas quais somos apaixonados” – Thiago Nolla

8. OS ESTRANHOS – CAPÍTULO 1

os estranhos

Funcionando como um reboot da clássica franquia, ‘Os Estranhos – Capítulo 1’ tinha tudo para ser uma revitalização do gênero slasher e nos apresentou um material promocional bastante competente. Todavia, nem mesmo a química de Madelaine PetschFroy Gutierrez consegue salvar a produção de um fracasso iminente: segundo nossa jornalista Janda Montenegro, “o roteiro de Bryan BertinoAlan R. Cohen e Alan Freedland faz os personagens tomarem decisões irracionais mesmo para uma situação de suspense (como decidir deliberadamente ignorar som de passos pela casa, sem sequer checar se é real) para fazer esta primeira parte render mais no enredo da trilogia, e isso também é frustrante”.

7. URSINHO POOH: SANGUE E MEL 2

“Um dos equívocos mais imperdoáveis cometidos pelo longa é sua previsibilidade – e não estou comentando da “temporada de matança” promovida por Pooh e os outros, mas sim por tentar construir um mistério a ser resolvido que é ridiculamente calculável e ajuda a acabar com a magia promovida conforme nos aproximamos da conclusão. E, como se não bastasse, a adição de Tigrão (Lewis Santer), um dos personagens mais famosos do cosmos do Ursinho Pooh, é desperdiçado e tem protagonismo em apenas uma determinada cena que, de fato, não serve para muita coisa além de aumentar as camadas do slasher” – Thiago Nolla

6. MERGULHO NOTURNO

“Dirigido por Bryce McGuire em sua estreia oficial no circuito de longas-metragens, a inesperada trama acompanha uma família que se muda para uma casa que contém uma belíssima piscina. Lá, o jogador de basebol aposentado Ray Weller (Wyatt Russell) procura construir uma nova vida ao descobrir que sofre de uma doença degenerativa cujas medidas são, àquele momento, apenas paliativas. Entretanto, ele começa a apresentar uma melhora significativa de saúde poucos dias depois, levando-os a desconfiar de uma força maligna que emana da própria piscina e que pode trazer caos e ruína. Apesar do surpreendente escopo narrativo, era notável que o projeto poderia ser um “tiro no pé” – e, infelizmente, foi isso o que aconteceu” – Thiago Nolla

5. REBEL MOON – PARTE 2

“Antes de tudo, acho válido dizer que faço parte do grupo que não achou ‘Rebel Moon –Parte 1′ um desastre completo. Por mais que tivesse elementos retirados diretamente de Star Wars’, com alguns personagens sendo praticamente os mesmos da saga da família Skywalker, havia coisas boas ali e ideias interessantes que poderiam ser desenvolvidas na sequência para expandir esse universo. Infelizmente, minha surpresa se deve ao baixíssimo nível do conteúdo trazido pelo diretor na Parte 2′. A sensação que fica é que Zack Snyder conseguiu fazer duas horas do mais puro nada. Alguns podem chamar a trama de genérica, mas é algo tão pobre de inspiração que chega a ser questionável se chega a merecer o termo genérico” – Pedro Sobreiro

4. PEDIDO IRLANDÊS

“[No filme], percebemos desde o começo que as engrenagens essenciais do filme não se completam em nenhum momento: logo de cara, temos uma cansativa sequência na festa de lançamento do novo romance de Paul em Nova York, apresentando através de planos sem inspiração cada um dos personagens; pouco depois, a fragmentada montagem dá um salto significativo no tempo até contrastar com as bucólicas e místicas paisagens da Irlanda, premeditando os acontecimentos que irão reger a vida da protagonista a partir de então. Cena a cena, vemos que os personagens não têm qualquer desenvolvimento palpável, reduzidos a uma mixórdia de estereótipos e a descartes fajutos de personas que já vimos em títulos muito melhores.

3. A MÃE DA NOIVA

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“É notável como o espectro estrutural do longa-metragem parte de uma premissa bastante conhecida dentro do gênero das rom-coms. Aqui, temos uma predileção do diretor Mark Waters e do roteirista Robin Bernheim para uma espécie de comédia de costumes que foca no lovers-to-enemies-to-lovers em uma tentativa celebratória da importância da família e do amor – e nada disso seria um empecilho caso o projeto, em si, não procurasse dar um passo maior que a perna ou ao menos fingisse se importar com alguma coisa além de um produto manufaturado e sem vida. E tudo soa mais escabroso quando percebemos que absolutamente nenhum ator ou atriz possui química, entregando diálogos vencidos apenas para tapar os enormes buracos em cada ato” – Thiago Nolla

2. NOSSO LAR 2

“Com orçamento estimado de R$7 milhões, poderíamos imaginar que a estética do longa-metragem ao menos viria como um aspecto positivo – entretanto, não é isso o que acontece. De um lado, temos uma melodramática e mandatória trilha sonora que impede que os espectadores sintam o que querem sentir, sendo condicionados a entrar numa atmosfera que, no final das contas, traz mensagens de bonança e de amor que são bem costumeiros de obras desse gênero; de outros, temos efeitos especiais que mais parecem um show de mágica do que auxiliam na compreensão do que são as Colônias Espirituais e de que forma e de que forma estamos conectados ao mundo superior – e qual a nossa missão na Terra. Por fim, o roteiro e a direção fingem terminar a narrativa mais de uma vez, estendendo o tempo da obra mais do que deveriam” – Thiago Nolla

1. MADAME TEIA

Ninguém poderia nos preparar para o desastre descomunal que Madame Teia seria ao chegar aos cinemas. Apesar do instigante trailer promocional, o longa-metragem falhou em absolutamente todos os aspectos, desde o decepcionante e risível roteiro a atuações desastrosas que, na verdade, não tiveram muito o que fazer com diálogos tão ridículos. Como se não bastasse, todo o potencial é desperdiçado em uma mixórdia inexplicável de fórmulas e convencionalismos que nos faz contorcer de vergonha alheia – uma bomba atômica de proporções desastrosas, para dizer o mínimo.

‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’: Beetlejuice assombra Lydia e sua filha em novo pôster da sequência

A 4DX divulgou um pôster inédito para promover ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘, que estreia em 05 de setembro nos cinemas nacionais.

A imagem mostra o bioexorcista Beetlejuice (Michael Keaton) perturbando a paciência de Lydia Deetz (Winona Ryder) e sua filha, Astrid (Jenna Ortega).

Confira, junto com o trailer final:

os fantasmas ainda se divertem pôster

Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Burton retorna à cadeira de direção.

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‘O Clube das Mulheres de Negócios’, o novo longa nacional da diretora de ‘Que Horas Ela Volta?’, ganha trailer

O longa nacional O Clube das Mulheres de Negócios, dirigido por Anna Muylaert (conhecida por Que Horas Ela Volta?’), ganhou seu primeiro trailer. O filme tem estreia marcada para o Festival de Gramado deste ano e chega ao circuito comercial em novembro.

“No filme acompanhamos Jongo, um fotógrafo renomado, e Candinho, um jovem e inexperiente jornalista, que chegam em um clube de campo decadente da alta sociedade de São Paulo, comandado por mulheres envolvidas com a Justiça. Suas chegadas no clube os farão repensar suas identidades e estreitar seus laços de amizade”, diz a sinopse.

O elenco conta com Rafael Vitti, Luis Miranda, Cristina Pereira, Irene Ravache, Louise Cardoso, Katiuscia Canoro, Grace Gianoukas, Polly Marinho, Helena Albergaria, Shirley Cruz, Ítala Nandi, Maria Bopp, Verônica Debom, André Abujamra, Fernando Billi, Tales Ordakji, Nani de Oliveira e Clodd Dias.

o clube das mulheres de negocios