Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o atorEduardo Sterblitch se defendeu das críticas que recebeu após ser anunciado como dublador do Beetlejuice, personagem deMichael Keaton, em ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘.
Beetlejuice foi dublado no original pelo Nilton Valério, que nos deixou em 2007.
Assista a entrevista:
O filme ganhou classificação indicativa PG-13 nos EUA, ou seja, não recomendado para menores de 13 anos.
Em justificativa, a Motion Picture Association, órgão que regula a faixa etária das produções norte-americanas, aponta que o filme traz “conteúdo violento, imagens macabras e sangrentas, linguagem inadequada e material sugestivo em relação ao uso de drogas”.
Embora alguns desses elementos sejam encontrados no filme original, o longa de 1988 teve classificação livre, então não se sabe se o novo filme trará mais intensidade em relação ao motivo das restrições.
Anteriormente, o Cryptic HD QUALITY revelou que a sequência terá 1 hora e 44 minutos de duração.
O filme original de 1988 tinha 1 hora e 32 minutos.
O longa-metragem da Warner Bros. será exibido fora da competição do evento, no dia 28 de agosto, na Sala Grande.
Em uma declaração oficial, o diretor Tim Burton disse: “estou muito animado por isso. Significa muito para mim ter a estreia mundial deste filme no Festival de Veneza”.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 05 de setembro.
Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
As gravações de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ seguem a todo vapor no Reino Unido, e um vídeo mostra como a Marvel Studios está construindo uma versão alternativa de Nova York.
O UnBoxPHD divulgou um vídeo onde dá pra ver os carros e elementos característicos dos anos 60.
Assista:
Também foi divulgadas imagens revelam uma referência à série ‘WandaVision‘ em um letreiro em que vemos escrito Westview, a cidade fictícia criada por Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) na série.
O letreiro está pintado de acordo com o logo da atração.
Lembrando que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ é ambientado na década de 1960, mesmo período da realidade em preto e branco criada por Wanda.
Será que o filme deve trazer alguma conexão com a série ou apenas uma referência?
Além de apresentar a nova versão da icônica equipe daMarvel, o filme do quarteto marcará a estreia cinematográfica de um dos vilões mais icônicos dos quadrinhos: Galactus, o Devorador de Mundos.
Reed Richards dá uma aula. Ele explica que existem Terras e dimensões alternativas, mas as crianças só querem ver uma explosão. Um foguete as deixa entusiasmados. Reed e Ben brincam um com o outro diante de uma câmera e, em outro momento, Reed e Sue estão jantando. A estética se parece com o Tomorrowland na Disney World, por toda parte. O filme é rodado em formato 4:3, emulando uma televisão retrô. A silhueta do Coisa aparece em um programa de namoro. Pouco depois, a equipe aparece vestindo trajes de astronauta, cada qual com o respectivo sobrenome. Sue brinca com Johnny. Um foguete, feito de três turbinas, dispara para o espaço. Pouco depois do logotipo oficial aparecer, o rosto de Galactus aparece, se aproximando da janelas de um arranha-céu.
O longa está programado para estrear no dia 25 de julho de 2025.
Em entrevista ao EW, o diretor Matt Shakman revelou que o novo reboot não será uma história de origem.
O cineasta expressou seu desejo em contar uma nova história, sem estar preso à introdução dos poderes dos heróis – que já são popularmente conhecidos pelo grande público.
“Uma das coisas que nós decidimos logo nos estágios iniciais é que não queríamos fazer uma história de origem. Para criar nossa própria história, não queríamos contar sobre como eles mudaram e ganharam os poderes. Há uma narrativa muito conhecida que nos leva a este momento, certo? Se contássemos isso, teríamos que começar nossa história no final do primeiro ato. Queríamos começar nosso filme com algo novo.”
Além disso, o ator Ebon Moss-Bachrach, que interpretará o Coisa no novo filme, revelou ter evitado assistir as adaptações anteriores: “Não assisti os outros filmes. Quando fui contratado [para o reboot], não senti que seria produtivo assistir aqueles filmes. As pessoas me perguntam o quanto o novo longa será diferente dos anteriores, mas não acho que é benéfico criar algo que se opõe a outra coisa. Estamos fazendo nosso próprio filme, e isso não tira o crédito dos outros.”
Além disso, os heróis foram confirmados em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘. Faz todo o sentido, já que o quinto filme terá o Doutor Destino liderando como o principal antagonista.
O elenco de apoio traz Ralph Ineson como o vilão Galactus e Julia Garner como a Surfista Prateada Shalla-Bal, enquanto Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos.
Anteriormente, segundo o DCULeaks, a dupla Scott Neustadter e Michael Weber, conhecida por seu trabalho conjunto em ‘(500) Dias com Ela’, estaria encarregada de finalizar o roteiro do filme de heróis.
A dupla encontra-se atualmente em destaque devido ao seu trabalho em ‘Daisy Jones & The Six’, que recebeu três indicações ao Emmy em 2023.
Entre os trabalhos mais notáveis da dupla estão: ‘(500) Dias com Ela’ (2009), ‘A Culpa é das Estrelas’ (2014) e ‘Cidades de Papel’ (2015). Vale destacar que também foram responsáveis por aprimorar o roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ (2020), embora não sejam creditados.
Mais ou menos nos últimos cinco anos a Netflix tem se debruçado com mais interesse na produção de séries e minisséries documentais, a maioria das quais, claro, tem como tema o true crime, os crimes reais que aconteceram em algum lugar do mundo e que ganharam grande repercussão midiática. De todas as produções disponibilizadas até agora na plataforma, boa parte é de eventos ocorridos nos Estados Unidos, e a maioria seguia uma fórmula narrativa que se repetiu em muitas séries produzidas pelo streaming, o que invariavelmente cansou o espectador (pois, independentemente do assunto, já dava para adivinhar o que vinha em seguida na série, pois a fórmula era a mesma). Indo na contramão desse formato, estreou recentemente na plataforma a minissérie documental ‘Homicídio nos EUA: Laci Peterson’, e, desde então, se mantém noTop 10 dos mais assistidos.
Era véspera de Natal em 2002. Laci Peterson, grávida de oito meses, saiu para passear o cachorro enquanto o marido, Scott, foi pescar com seu barco na marina. Horas depois ele retornou a casa e não encontrou a esposa. Começava aí o pior pesadelo de todos para Scott: ele liga para seus sogros para informar o desaparecimento de Laci, que não voltara para casa. Em seguida, informa a polícia, que pega o depoimento de Scott. Como era véspera de Natal e na pequena cidade de Modesto, na Califórnia, não acontecia muita coisa, o desaparecimento de Laci se tornou uma notícia interessante para os veículos da imprensa, que rapidamente se debruçaram sobre o caso para ter o que reportar à audiência. E assim, da noite para o dia, o desaparecimento de Laci Peterson ganhou comoção nacional e, na mesma medida, Scott se tornou o principal suspeito.
Dividida em três episódios com pouco menos de uma hora cada, a minissérie ‘Homicídio nos EUA: Laci Peterson’ tem o formato e a duração certas. Ao final, o espectador não sente que ficou assistindo a idas e vindas sem necessidade na narrativa, ao contrário, todos os elementos foram bem planejados na montagem.
Dirigido por Skye Borgman, surpreende a dedicação que a equipe de pesquisa teve não só para trazer os elementos-chave da investigação, mas, principalmente, os entrevistados. Para uma produção investigativa baseada num caso real, é impressionante que a diretora tenha conseguido coletar os depoimentos de pessoas tão diretamente envolvidas no caso, como a mãe de Laci, as três melhores amigas da vítima, a irmã de Scott, jornalistas que fizeram a cobertura na época, o policial responsável pela investigação, o advogado da acusação, uma testemunha-chave que causou toda a reviravolta na trama e até mesmo dois dos júri do caso!
A construção narrativa parte do marco zero, que é a versão dada por Scott para a polícia (o desaparecimento na véspera de Natal) e, a partir daí, vai inserindo os elementos tal qual foram emergindo na época, mas sempre balanceando com o fato de milhares de pessoas se comoverem com o caso e se disponibilizarem em equipes e comitês de busca por Laci. É impressionante essa cultura do coletivismo em situações como essas nos EUA. Por outro lado, é assustador pensar, a partir do depoimento de Scott, como as pequenas coisas que fazemos no nosso dia a dia (tipo, parar numa loja para comprar um lanche e pedir ou não o recibo da compra) pode ser usado a favor ou contra você em uma situação como essa, a depender da forma como esse dado é comunicado à polícia.
Bem construído e bem roteirizado, ‘Homicídio nos EUA: Laci Peterson’ é uma minissérie envolvente, facilmente maratonável e que nos engancha desde o início. Pra ver numa tarde.
Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.
Na trama, Lily Collinsvive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.
Baseada no romance homônimo, escrito por Thomas Perry, a narrativa acompanha Dan Chase (Bridges), um agente da CIA aposentado que agora vive em reclusão, até que um assassino de aluguel o obriga a voltar aos tempos de guerra.
O elenco também incluiJohn Lithgow como Harold Harper, diretor assistente do FBI para contra-inteligência; Alia Shawkat como a protegida de Harper, Angela Adams; E. J. Bonilla como agente da CIA Raymond Waters; Gbenga Akinnagbe como o contratado de operações especiais Julian Carson; e Amy Brenneman como Zoe McDonald, uma mulher que se envolve com Chase quando ela aluga um quarto para ele.
Em seu perfil do Twitter, o diretor Fede Alvarez revelou que buscou diversas referências em jogos para criar o roteiro de ‘Alien: Romulus‘, o que acabou gerando uma grande coincidência em relação à personagem deIsabela Merced, Kay.
No filme, Kay está grávida e Álvarez introduziu esta ideia depois de se inspirar na narrativa envolvendo Dina em ‘The Last Of Us 2‘.
O curioso é que Merced também vai interpreta Dina na adaptação da 2ª temporada de ‘The Last of Us’.
E o mais curioso é que Merced só foi escalada para a série meses depois de terminar as gravações de ‘Alien: Romulus’
“Curiosidade: Eu estava jogando ‘The Last Of Us 2‘ enquanto escrevia o roteiro de ‘Alien Romulus‘. O fato de Dina estar grávida me fez pensar em mostrar Kay também durante a gravidez. Então eu escalei Isabela Merced para interpretar Kay. Um ano depois, ela foi escalada para interpretar Dina na série da HBO. História real”, escreveu Alvarez.
Confira:
Fun fact: I was playing #TheLastOfUs2 while writing #AlienRomulus The story of a pregnant Dina made me think of having the character of Kay be pregnant too. Then I cast Isabella Merced to play Kay…. A year later she gets cast to play Dina on the HBO show…. True story. https://t.co/fABV9L1x1Ipic.twitter.com/prDV6bHTYf
Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.
Apesar das estreias de ‘Pisque Duas Vezes‘ e ‘O Corvo‘, ‘Deadpool e Wolverine‘ conseguiu retornar ao topo das bilheterias norte-americanas, acrescentando US$ 18.3 milhões em seu quinto final de semana.
Ao total, o novo longa da Marvel já arrecadou US$ 577.2 milhões nos EUA. O valor supera a bilheteria doméstica de ‘A Paixão de Cristo‘ (US$370.7M), tornando-se a maior arrecadação de um filme para maiores na história do país.
Internacionalmente, a produção soma US$ 634.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 1.2 bilhão, o que representa a maior bilheteria de um filme para maiores da história do cinema, superando ‘Coringa‘ (US$1B).
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$66.6M), China (US$58.7M) México (US$42.4M), Austrália (US$38.7M) e Alemanha (US$33.1M).
Além de ter se tornado a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B), ‘Deadpool e Wolverine‘ também subiu para o TOP 8 das maiores arrecadações do MCU. O longa recentemente ultrapassou ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), e deve superar ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) nos próximos dias.
Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 30 de agosto.
Na trama, “após se mudar para uma casa misteriosa, uma mãe enfrenta dificuldades e precisa encarar seus próprios demônios para salvar a alma dos filhos”.
Sucesso! A sequência ‘Meu Malvado Favorito 4‘ já arrecadou quase US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o filme segue no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B) e ‘Deadpool e Wolverine‘ (US$1.2B).
Nos EUA, o longa já soma US$ 348.2 milhões. Internacionalmente, foram US$ 537.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 885.4 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$54.9M), Reino Unido (US$53.8M), México (US$44.5M), Alemanha (US$35.9M) e França (US$30.7M).
Com o sucesso do novo filme, a franquia ultrapassou US$ 5 bilhões em arrecadação mundialmente – tornando-se a primeira saga animada a superar a marca.
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 75 milhões durante o final de semana regular no território norte-americano, o que representa a segunda melhor estreia da franquia – ultrapassando ‘Meu Malvado Favorito‘ (US$56.3M) e ‘Meu Malvado Favorito 3‘ (US$72.4M).
Com US$ 83.5 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana, ‘Meu Malvado Favorito 2‘ segue como a maior abertura da franquia – se não levarmos em consideração os derivados ‘Minions‘ (US$115.7M) e ‘Minions: A Origem de Gru‘ (US$107M).
No Brasil, a produção abriu com mais de R$ 32 milhões, tornando-se a maior estreia da franquia (incluindo os spin-offs) no território nacional. O valor também representa o quarto maior lançamento de uma animação na história do nosso país.
“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.
Sucesso! O romance ‘É Assim que Acaba‘, estrelado pela Blake Lively (‘Águas Rasas’), já conseguiu arrecadar quase US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana. Ao total, a produção já soma sólidos US$ 120.8 milhões no país.
Internacionalmente, a adaptação do livro de Colleen Hoover acrescenta US$ 121.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 242.6 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$20.5M), Austrália (US$11.8M), México (US$10.8M), Alemanha (US$9.1M) e Brasil (US$8.1M).
No Brasil, a produção segue no topo das bilheterias, tendo desbancado ‘Deadpool e Wolverine‘ e ‘Alien: Romulus‘. Anteriormente, a Sony Pictures havia anunciado que o longa já ultrapassou a marca de um milhão de espectadores no território nacional em apenas cinco dias.
Vale lembrar que o romance superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana. O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.
Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, ‘É Assim que Acaba‘ se tornou o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).
Vale lembrar que o romance já está em exibição nos cinemas nacionais!
Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
A 2ª temporada de ‘Pachinko’, série épico-dramática que acompanha quatro gerações de uma família coreana lutando para alcançar seus sonhos, já está disponível no catálogo da Apple TV+.
Agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.
A série foi escrita por Soo Hugh e baseada no romance homônimo best-seller assinado por Min Jin Lee.
Recheada com temas universais sobre família, amor, triunfo, destino e resiliência, ‘Pachinko’ acompanha as esperanças e os sonhos de uma família de imigrantes coreanos através de quatro gerações, conforme deixam sua terra natal em uma jornada indômita para sobreviver e prosperar. Começando na Coreia do Sul no começo dos anos 1900, a narrativa é contada através dos olhos de uma marcante matriarca, Sunja, que supera todos os obstáculos. Sua história é justaposta ao do neto, Solomon, na década de 1980.
Sucesso! Em menos de duas semanas, o aclamado ‘Alien: Romulus‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 225 milhões nas bilheterias mundiais.
Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 41.6 milhões – o que representa uma queda de apenas -36% em comparação ao final de semana anterior. Ao total, a produção já soma US$ 152.8 milhões nas bilheterias internacionais.
De acordo com o Deadline, o filme se tornou um enorme sucesso na China, onde já arrecadou sólidos US$ 73.3 milhões. Esta é a segunda maior arrecadação do ano para uma produção hollywoodiana no país, atrás apenas de ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$132.2M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 16.2 milhões em seu segundo final de semana, sofrendo uma queda de -61% – o que representa uma retenção muito maior do que ‘Alien: Covenant‘ (-71%) neste mesmo período. Ao total, a produção já soma US$ 72.5 milhões no país.
Para termos de comparação, ‘Alien: Romulus‘ já arrecadou cerca de 94% da bilheteria total de ‘Covenant‘ (US$240.9M). Internacionalmente, o longa dirigido por Fede Alvarez superou a arrecadação total de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$122.2M), que atualmente mantém o título de maior terror do ano.
Orçamento em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ está no caminho para se tornar um novo sucesso da franquia.
Aclamado pelos críticos – com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também agradou o público, recebendo uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.
A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.
‘Halloween Ends’ chega esta semana ao catálogo do Prime Video.
O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming amanhã,26 de agosto.
Na trama, depois de seu último encontro com Michael Myers, Laurie Strode finalmente decide se libertar e abraçar a vida. No entanto, um assassinato local desencadeia uma onda de violência e terror, forçando-a a enfrentar o mal que ela não pode controlar.
‘Kaos’, nova série ácida de mitologia grega, que traz o icônico Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’) como Zeus, o Rei dos Deuses do Olimpo, estreia esta semana no streaming.
A produção chega à Netflix no próximo dia 29 de agosto.
Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.
O projeto foi criado por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, na mesma escala que ‘Games of Thrones‘.
“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”
Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orpheus e Eurydice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.
A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina Lederman, John Woodward e Tanya Seghatchian.
O novo ciclo tem lançamento agendado para o próximo dia 29 de agosto na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
Em entrevista à Empire, o time criativo da série comentou sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada – e aproveitaram para deixar claro que os próximos episódios trarão cenas de batalha “obscuras” e “violentas”.
“Nós amamos uma boa batalha”, revelou o co-showrunnerPatrick McKay. “O plano com a 2ª temporada seria algo muito maior, em uma escala muito maior que não apenas aconteceria à noite, mas durante vários dias, semanas, meses e episódios”.
Charlotte Brändström, que foi promovida à diretora de produção do próximo ciclo, acrescentou que a batalha será “dez vezes maior” que a da primeira temporada.
“É realmente a batalha entre a escuridão e a luz… Com momento muito obscuros e bastante violentos”, ela afirmou.
“As coisas tomaram um rumo bem intenso desde que Sauron voltou e moveu as peças de xadrez no tabuleiro”, acrescentou a produtora executiva Lindsey Weber. “Então, temos um tipo diferente de ação e veremos a Terra-média em seus momentos de maior terror”.
A adaptação é inspirada nos escritos do icônico romancista J.R.R. Tolkien.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Direção para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
Nada como um filme que abre nossos olhares para novas direções e nos fazem refletir sobre a vida e a sociedade. Já que o cinema é um reflexo da realidade, em muitos casos, produções que conseguem linhas que avançam com esses paralelos geralmente se tornam obras inesquecíveis. Pensando nesse recorte, criamos uma interessante lista abaixo:
Na trama, conhecemos Mija (Seo-Hyun Ahn), uma jovem alegre e determinada que mora no alto de uma montanha na capital da Coreia do Sul. Mija foi praticamente criada junto com um super porco chamado Okja, esse, projeto de uma mega indústria liderada pela misteriosa Lucy Mirando (Tilda Swinton) que enviou no ano de 2007 vários porcos gigantes para serem criados por fazendeiros de todo o planeta para que depois de 10 anos haja uma eleição de melhor super porco. Com os dez anos passados, já em 2017, chega a hora de Okja voltar para as mãos da empresa, só que Mija não deixará essa viagem ser fácil e lutará para ficar com seu grande amigo.
Na trama, ambientada em uma Minas Gerais na atualidade, conhecemos Zeca (Renato Novaes), um simpático homem, imaturo, por muitas vezes inocente, descompromissado com o que pode vir no futuro, que trabalha na biblioteca de uma escola pública localizado longos quilômetros longe de sua casa. Um dia, por conta de seus constantes atrasos por um presente ligado à crises de sono intensas, é demitido de seu trabalho. No mesmo dia, pega uma carona com Luísa (Grace Passô) e entre desabafos e papos sobre diversos assuntos aos poucos um vai abrindo o coração para o outro.
O grito de um poeta quase indecifrável da música popular brasileira. Exibido no Festival é Tudo Verdade 2022, Belchior – Apenas um Coração Selvagem nos mostra por meio de depoimentos do próprio ao longo de muitas entrevistas que concedeu ao longo de sua carreira parte da trajetória desse compositor, cantor, letrista que usava sua música para falar sobre a vida, a juventude, sobre o cidadão comum sujeito a vida, não interessado em nenhuma teoria, com foco em ajudar a refletir. A fama, o sucesso, o sumiço, também geram pensares, reflexões. O posicionamento dos artistas sobre questões sociais também. Em um momento onde a cultura é diariamente ferida por um governo que não enxerga o poder de transformação da arte na vida das pessoas, sempre bom lembrarmos ou até mesmo conhecermos pessoas que dentro do seu refletir reproduziram a essência existencial de um Brasil atemporal.
Na trama, conhecemos Eduardo (Gabriel Leone) e Mônica (Alice Braga). Eles não sabem mas vão se apaixonar perdidamente. Ele, um jovem que está perto de prestar o vestibular, joga futebol de botão com seu avô (com quem mora após o falecimento de sua mãe), tem o sonho de ser engenheiro, nunca se apaixonou. Ela, uma jovem já na fase final da residência em medicina, que faz experimentos visuais em festas e espaços, mora sozinha e anda de moto, gosta do movimento Nouvelle Vague, está antenada em manifestações e na luta por dias melhores para sua comunidade. Essas duas almas vão se encontrar em uma festa e o destino deles estará entrelaçado para sempre.
Na trama, conhecemos Jacob (Steven Yeun) e Monica (Yeri Han), um casal descendentes de coreanos com raízes nos Estados Unidos que estão de mudanças em busca de sonhos em uma terra de oportunidades junto com seus dois filhos Anne (Noel Cho) e David (Alan S. Kim), esse último possui um problema no coração. Chegando lá, as primeiras dificuldades aparecem, a questão da água, da terra… Jacob tem um grande sonho, de ter um enorme jardim onde cultivará vegetais coreanos, só que os obstáculos chegam e colocam seu casamento em risco. Mas a chegada da avó Soonja (Youn Yuh-jung), mãe de Monica, pode adicionar mais algum tempero positivo ou não para essa história.
Na trama, conhecemos a iluminada em simpatia Amber (Auli’i Cravalho), uma jovem do high school norte-americano que logo nos primeiros minutos de projeção percebemos que vive em uma grande dificuldade com sua mãe Becky (Justina Machado). Ambas dormem todas as noites dentro de um ônibus que fica em um estacionamento de uma frota de veículos escolares. A rotina de Amber é intensa, se virando da maneira que pode, nunca deixa de transmitir amor e alegria para seus amigos, no asilo onde ganha uns trocados e na sua escola onde sempre está lutando por causas sociais. Mas sua vida vira de cabeça pra baixo (mais ainda) quando um tragédia coloca todo seu otimismo em xeque. Assim, é a hora do mundo retornar todo amor que depositou dia a dia nele.
Na trama, dirigida pela cineasta queniana Gurinder Chadha (do bom Driblando o Destino) o longa-metragem nos mostra o retrato da adolescência conturbada e criativa de Javed (Viveik Kalra) que vive com os pais descendentes de paquistaneses na Inglaterra no final da década de 80. Muito dedicado ao estudo mas sem muitos amigos e não aproveitando a vida como deveria por conta de costumes de sua família, certo dia ganha uma fita k7 de um músico que faz muito sucesso no mundo chamado Bruce Springsteen. As canções do ‘chefe’ começam a fazer sentido na vida de Javed e impulsionado pela força dessas letras começa a realizar uma grande revolução em sua vida.
Na trama, conhecemos uma carismática vovó (interpretada brilhantemente pela atriz Yuh Jung Youn) que vive seus dias de inverno frio ao lado de sua neta pequena em um pequeno vilarejo no interior da Coréia do Sul. Durante um passeio a uma feira, a netinha se perde da vovó, deixando essa última com uma profunda tristeza. Após mais de uma década, uma jovem reaparece dizendo ser a neta perdida da vovó. Assim, como se voltassem no tempo, as duas vão tendo uma relação de afeto e esperança.
Um filme sobre pais e filhos sempre traz reflexões e emoções para todos nós que acreditamos em dias melhores para toda uma nova geração. Selecionado para o Festival ‘É Tudo Verdade’ 2024, o documentário paulista Hoje é o Primeiro Dia do resto da sua vida nos leva ao encontro com uma família que está crescendo, com uma adoção aguardada e as iminentes mudanças em torno de suas vidas. Filmado na própria casa de um casal com o lado profissional ligado ao audiovisual, momentos se tornam eternos nesse registro pulsante que coloca a maternidade e paternidade lado a lado.
Na trama, conhecemos a família Rossi. No centro das atenções e grande protagonista da trama está Ruby (Emilia Jones) uma jovem esforçada que alterna entre o trabalho em um barco pesqueiro com o pai e o irmão pelas manhãs e em seguida corre para ter aulas no colégio. Ela é a única não muda de sua família, condições que a faz ser super importante para a rotina de todos da casa, praticamente uma intérprete dos seus parentes com os que os cercam. Seu pai (Troy Kotsur) é um esforçado trabalhador que busca melhores condições no concorrido trabalho das pescas, seu irmão Leo (Daniel Durant) está naquela fase onde se dedica integralmente ao lado profissional mas sem deixar brechas para o amor, sua mãe Jackie (Marlee Matlin) é o ponto de apoio a todos ajudando no dia a dia e em questões do trabalho que sustenta a família. Quando Ruby percebe que tem chances numa carreira musical, a partir das aulas com o professor Bernardo (Eugenio Derbez), tudo o que a família tinha de alicerce acaba tendo que se adaptar para que o destino de Ruby não se perca.
‘Blade’ é um dos filmes mais esperados da Marvel, prometendo apresentar o icônico vampiro ao Universo Cinematográfico Marvel (UCM). No entanto, o longa está envolvido em uma série de controvérsias e atrasos de produção, o que tem levado muitos fãs a questionarem seu lançamento.
Segundo o ComicBookMovie, recentemente, o CEO da Disney, Bob Iger, falou sobre as futuras produções da Marvel para assegurar aos investidores que a empresa está no caminho certo para um desempenho fiscal positivo.
No entanto, ‘Blade’ foi notavelmente ausente da lista, sendo o único filme da Marvel não mencionado.
Uma declaração conjunta de Iger e do Diretor Financeiro da Disney, Hugh Johnston, afirma:
“Olhando para nossa programação de lançamentos cinematográficos futuros, estamos empolgados em apresentar ao público uma série de títulos que expandem nossas franquias populares e trazem essas histórias à vida de maneiras novas e imaginativas. No final do ano, teremos o lançamento altamente antecipado de Moana 2, além de Mufasa: O Rei Leão”.
A declaração continua: “Em 2025, nossa programação cinematográfica continua robusta, com Capitão América: Nova Ordem Mundial, Thunderbolts, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, Zootopia 2 e Avatar 3. E em 2026, esperamos ansiosos por Vingadores: Dia do Juízo, um novo filme de Star Wars com o Mandaloriano e Grogu, e Toy Story 5 – o primeiro filme da franquia desde 2019”.
Como se pode ver, todos os lançamentos da Marvel para 2025 foram mencionados por Iger e Johnston, exceto ‘Blade’.
A exclusão é notável, considerando especialmente os atrasos contínuos; não seria surpreendente se o filme fosse adiado novamente ou até mesmo cancelado.
Vale lembrar que Mahershala Ali será o protagonista do reboot de ‘Blade‘ no MCU, que está programado para estrear no dia 7 de novembro de 2025.
O escritor veterano da MarvelEric Pearson, que mais recentemente trabalhou em ‘O Quarteto Fantástico‘, está atualmente trabalhando no novo roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos seis roteiristas e dois diretores diferentes.
Segundo o Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões no orçamento do filme. O valor é bem baixo em comparação com as outras produções do estúdio. ‘As Marvels‘, por exemplo, custou altos US$ 250 milhões.
Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.
O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
Em entrevista ao Empire, Paul Mescal (‘A Filha Perdida’) não poupou elogios ao ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que interpreta o seu maior rival na aguardada sequência ‘Gladiador 2‘.
O artista ainda brincou sobre quem venceria em um luta entre os dois.
“Acho que eu venceria em uma luta contra o Pedro [Pascal], mas ele tem muitas surpresas. Pedro é um dos caras mais engraçados que eu conheço, mas ele poderia te detonar na porrada. Tem uma fera dentro dele.”
Curiosamente, Pedro Pascal também já havia elogiado seu colega de elenco, destacando o seu impressionante físico: “Ele ficou gigante [para o filme]. Eu preferiria ser jogado de um prédio do que ter que lutar com ele. A ideia de enfrentar alguém tão definido, talentoso e muito mais jovem…”
Lembrando que o novo filme estreia em 14 de novembro nos cinemas nacionais.
Em uma entrevista à Empire, Scott afirmou que o novo longa é sua maior produção, ou pelo menos uma das mais importantes. “É a melhor coisa que já fiz. É uma das melhores coisas. Já fiz alguns bons filmes”, ele sorri e garante: “É uma ação brutal e intensa”.
Paul Mescal, que protagoniza o filme, declarou: “Sempre tive uma ambição latente de fazer algo mais muscular e físico. Do ponto de vista egoísta, eu queria surpreender o público, porque sabia que tenho esse tipo de papel dentro de mim. Quando surgiu a oportunidade, pensei: ‘Isso é algo que ninguém que tenha visto o meu trabalho anterior estará esperando’, e é Ridley Scott”.
Sobre as cenas de batalha no Coliseu, Mescal acrescenta: “Tentamos não parecer polidos. Você sente como se os corpos estivessem desacelerando enquanto lutam. Não é ting-ting-ting! É mais brutal. Você sente a fadiga”.
A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)
O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).
De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.
O produtor também rendeu elogios às performances dePaul MescaleDenzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.
Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.
Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.
Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe.
O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.
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