O episódio mais recente de ‘The Boys‘ deu destaque a Hughie (Jack Quaid) enquanto ele disfarçava de Tece-Teia para espionar os planos do Tek Knight (Derek Wilson) e do Capitão Pátria (Antony Starr), que planejam dar um golpe de Estado e dominar os EUA.
No entanto, Hughie acabou sendo torturado psicologicamente quando foi levado pelo Tek Knight como seu escravo sexual, rendendo um dos episódios mais bizarros da série.
E, em seu perfil do Instagram, Quaid compartilhou algumas imagens dos bastidores de sua preparação para dar vida ao personagem.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
Michael Rooker, o ator que deu vida ao icônico Merle Dixon em ‘The Walking Dead’, não poupou críticas à forma como seu personagem foi tratado pela série. Segundo a CBR, Rooker expressou sua insatisfação com a morte de Merle, afirmando que a decisão foi tomada por falta de criatividade dos roteiristas.
“Mas todos nós seguimos em frente. É isso que fazemos. Somos atores. Seguimos em frente.Fizemos ‘The Walking Dead’ e então me mataram. Não sei por quê. Eles não sabiam como escrever para o personagem! Então, eu sigo em frente”, detonou o ator.
Rooker participou de ‘The Walking Dead’ nos primeiros anos. Lembrando que ele morreu na série ao se sacrificar na tentativa de derrotar o Governador (David Morrissey) na terceira temporada.
“Meus fãs de ‘The Walking Dead’, os fãs de Merle Dixon, ainda estão por aí. E está tudo bem com isso. Sim! Vai ficar tudo bem”, completou o ator.
Na prévia, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar da França para casa, enquanto Carol sai em busca de sua melhor amiga que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.
A nova temporada substitui o extinto spinoff ‘Daryl & Carol‘, reunindo as co-estrelas de longa data da franquia após sua despedida no final da série original.
Além de Norman Reedus, o elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
A nostalgia é forte hoje como nunca anteriormente, e esse movimento saudosista chegou até o cinema e o audiovisual. Conforme vamos ficando mais velhos, apelamos ao sentimento seguro do passado, a nossa zona de conforto. É justamente por isso que quando falamos de cinema e séries, Hollywood tem investido nessa volta ao passado, resgatando produções e personagens que achamos que nunca mais veríamos. Ou melhor, apenas nos filmes antigos que amamos.
Para os atores esse apelo funciona de forma igual, e esse movimento fez com que diversos astros do passado tirassem do armário um figurino muito familiar, de seus grandes personagens clássicos. Investindo em mais uma matéria nostálgica, aqui iremos dar uma olhada em alguns atores que faziam muito sucesso lá nos anos 80 e 90, e que voltaram recentemente a seus papeis mais marcantes. Vem conhecer essa lista memorável.
No auge de seus 63 anos de idade, o astro Eddie Murphy recuperou sua boa forma em parcerias com os dois maiores streamings da atualidade. Com a Amazon Prime Video em 2021, trouxe de volta o príncipe Akeem para mais um round em Nova York em ‘Um Príncipe em Nova York 2’. Agora, no dia 3 de julho deste ano, voltou ao seu personagem mais famoso, o policial Axel Foley em ‘Um Tira da Pesada 4’ ao lado da Netflix. Beverly Hills não será mais a mesma, 30 anos depois da última aparição do herói.
Não é apenas Eddie Murphy que resgatará seu icônico personagem dos anos 80 em 2024. O ator indicado ao Oscar Michael Keaton também resolveu andar na estrada da nostalgia. Keaton será novamente o fantasma zombeteiro Beetlejuice, um de seus personagens mais cult, que dará as caras novamente em setembro com ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’, continuação do clássico de 1988. O ator já havia retornado ao papel de Batman ano passado em ‘The Flash’ – empatando com Murphy na nostalgia de personagens do passado.
E se Eddie Murphy e Michael Keaton retornaram recentemente a dois de seus personagens mais clássicos dos anos 80 cada um, o grande campeão dessa nova tendência nostálgica de volta ao passado é mesmoHarrison Ford. Um dos astros mais marcantes dos anos 80 e 90, Ford foi considerado o rei de Hollywood na época – um ator que era sinônimo de qualidade e grandes bilheterias. Tudo isso por estrelar dois dos primeiros blockbusters da história: ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’. Na pele do arqueólogo mais famoso do cinema, Ford se despediu ano passado no quinto filme, ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’. E como Han Solo o retorno aconteceu há 9 anos, com ‘O Despertar da Força’, o sétimo filme de ‘Star Wars’. Mas não ficaria apenas nisso, pois Ford ainda voltou como Rick Deckard em ‘Blade Runner 2049’ (2017).
Existem atores considerados donos de um único papel de sucesso. E este é o caso com o querido e eterno Daniel San, Ralph Macchio. O ator até trabalhou bastante em filmes dos anos 80 e 90, mas nenhum deles seria mais marcante que ‘Karatê Kid’ em sua carreira – produção que lançou em 1984. O sucesso foi tanto que Macchio retornaria em duas continuações, em 1986 e 1989. A franquia seguiu para tudo quanto era lugar na época, desde desenho animado, bonecos, videogames, brinquedos e todo tipo de produto. Apesar de um quarto filme em 1994, Macchio só retornaria ao papel em 2018, com a série ‘Cobra Kai’, que chega à sua sexta e última temporada este ano. Mas um filme ainda é prometido para o ano que vem, que trará Macchio novamente em seu papel mais famoso.
O gente boa Keanu Reeves não é o maior astro de Hollywood, mas talvez seja o ator que mais soube reinventar sua carreira. Podemos dizer que ele se tornou um astro graças ao sucesso de ‘Velocidade Máxima’ em meados da década de 90. Mas no final da mesma década, atingiria um sucesso sem precedentes em sua filmografia. Falamos do fenômeno ‘Matrix’, que influenciou a cultura pop como poucos na época – e gerou duas continuações no mesmo ano, de 2003. Há 10 anos, Reeves fazia de novo e descolava para si uma franquia muito querida até hoje, ‘John Wick’, que novamente redefiniu a ação para os novos tempos.
Antes de tudo isso, Reeves estrelava uma comédia adolescente cult chamada ‘Bill & Ted’, que misturava viagem no tempo, e ganhou até desenho animado. Em 1989 saiu o primeiro filme, e em 1991 sua continuação. Por isso, foi uma tremenda surpresa ver Reeves e Alex Winter retornarem aos personagens em 2020 para um terceiro filme. Mas não foi só isso, pois em 2021, Reeves voltou a ser Neo em ‘Matrix Resurrections’ – que segundo rumores, terá ainda mais um quinto filme em breve.
Um dos maiores astros do cinema de todos os tempos, Tom Cruise é um ator que nunca saiu da crista da onda, desde que começou a fazer sucesso em meados dos anos 80. Dessa forma são três décadas completas em que o astro continua a estrelar os projetos mais caros, sem nunca ter saído de cena ou caído para o time B. Quantos outros podem dizer isso? Até o início dos anos 2000, Cruise só estrelava produções originais, mas isso mudou com o segundo ‘Missão: Impossível’, que transformou a obra em uma franquia. Assim, de tempos em tempos, o ator retornava ao papel do espião Ethan Hunt, o em um total de sete filmes, com o último tendo sido lançado em 2023 e um oitavo já prometido para 2025. Mas a surpresa mesmo foi o fenômeno de ‘Top Gun Maverick’, continuação de seu primeiro grande sucesso, que igualmente se tornou um fenômeno.
O comediante de cara de borracha foi uma febre logo que surgiu em cena em 1994 – o ano de seu divisor de águas. Na época, o ator chegou a ser o mais bem pago de Hollywood, recebendo o cúmulo de US$20 milhões por filme. Esse era o tamanho de sua força no cinema. Seus três primeiros grandes sucessos foram ‘Ace Ventura’, ‘O Máskara’ e ‘Debi e Loide’. Dos três, Carrey na época aceitou voltar apenas para a continuação do primeiro, lançado logo no ano seguinte. 10 anos depois, em 2014, Carrey já não tinha mais a mesma força, mas topou retornar para ‘Debi e Loide 2’, sem o mesmo resultado – os tempos eram outros. E isso já faz 10 anos. Não seria muito legal se o ator resolvesse tirar do papel continuações para ambos ‘O Máskara’ e um terceiro ‘Ace Ventura’?
Certos atores não são muito adeptos de franquias e continuações, preferindo investir em histórias inéditas e originais. Nos dias de hoje, no entanto, a palavra de ordem é nostalgia e familiaridade. Bem, e o que podemos dizer é que o vencedor do Oscar Jeff Bridges é um destes atores não adeptos a franquias. Mesmo assim, há 14 anos ele decidiu voltar a um de seus filmes lá do início de carreira, de 1982, que apesar do grande investimento se tornou um fracasso para a Disney. ‘Tron – Uma Odisseia Eletrônica’ revolucionou nos efeitos especiais, mas não fez o sucesso devido. O longa, no entanto, viria a se tornar cult nas locadoras e reprises. Assim, em 2010, Bridges retornava em um filme moderno. Mais um ‘Tron’ será lançado em breve, e Bridges deve retornar também. Mas o que os fãs gostariam de ver mesmo é um novo ‘O Grande Lebowski’, uma das comédias mais adoradas dos anos 90.
O veterano vencedor do Oscar Michael Douglas é outro que sempre evitou continuações em sua carreira. Bem, podemos dizer que nos anos 80 e 90 ele fez apenas uma: ‘A Joia do Nilo’, que é a continuação de ‘Tudo por uma Esmeralda’ (1984), uma “cópia” bem-feita de ‘Indiana Jones’. O porquê de nunca terem tentado uma terceira aventura nos anos 80 ou 90 ficará para sempre como um dos grandes mistérios de Hollywood. E teria sido muito bom ver Douglas retornando ao papel do caçador de recompensas Jack Colton em algum momento de sua carreira. Coisa que nunca aconteceu – um remake da ideia é planejado. Seja como for, a sequência que Douglas resolveu fazer foi a de ‘Wall Street’, o filme que lhe deu o Oscar de melhor ator. ‘O Dinheiro Nunca Dorme’ foi lançado há 14 anos, dirigido pelo mesmo Oliver Stone.
Fechamos a lista com o ator menos conhecido da matéria. Bruce Campbell faz piada consigo mesmo sobre seu status de ator canastrão. De fato, Campbell só é conhecido pela trilogia original ‘Evil Dead’, filmes de terror muito adorados pelos fãs, mas que foram se tornando cada vez mais comédia conforme o passar dos exemplares. O terceiro, por exemplo, de 1993, tem muito pouco de terror. No cinema, a franquia ‘A Morte do Demônio’ resolveu caprichar no terror visceral, mas Campbell voltaria para às origens na TV, na série ‘Ash vs. Evil Dead’, investindo novamente em seu personagem mais famoso – e com o clima galhofa esperado de sempre. Os fãs adoraram.
A trama começa dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.
Em comemoração ao 04 de julho, que marca o aniversário de independência dos EUA, Anthony Mackie compartilhou uma imagem inédita de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘.
A imagem traz um novo vislumbre do visual do herói, detalhando seu traje.
Confira:
“Feliz Aniversário América! Tenha uma ótima quarta, até breve…”
Vale lembrar que o filme enfrentou diversos problemas de produção e pode se tornar o filme mais caro da Marvel.
Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
A Disney sacudiu a CinemaCon 2024 com o trailer oficial do filme, e o CinePOP teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!
O novo longa apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, definiu o filme como um “thriller de ação relativamente realista”, dando o tom para a aventura que nos espera.
Confira a descrição do trailer:
No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.
Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.
Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam Wilson e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.
O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval. Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”. Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”. E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.
‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Falta menos de um mês para a estreia de ‘Deadpool & Wolverine‘ – e, dentre as principais novidades que o longa-metragem trará, está incluída a aparição de diversos membros do grupo conhecido como X-Men, abrindo uma nova era para os mutantes no cinema, visto que este será o primeiro filme do Universo Cinemático Marvel de que participarão.
Enquanto a Marvel Studios e o presidente Kevin Feige mantiveram segredo sobre quando um novo projeto da saga ‘X-Men’ será rodado, recentes reportagens indicam que a produção está em vias de desenvolvimento.
Em uma recente entrevista à EW, Feige foi questionado sobre o status desse possível longa e, ainda que tenha sido categórico ao não comentar muito acerca do assunto, disse que, em breve, o público terá uma grande atualização.
“26 de julho é quando tudo começa, quando ‘Deadpool & Wolverine’ estreia”, ele afirmou, indicando que não levará muito tempo até que mais detalhes sobre um filme dos ‘X-Men’ sejam oficialmente divulgados.
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais um dia antes, em 25 de julho.
De acordo com o Deadline, projeções recentes indicam que a aguardada adaptação deve arrecadar entre US$ 160-165 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
O longa deve superar o lançamento do primeiro filme da franquia – que havia arrecadado US$ 132.4 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano –, tornando-se a maior abertura para um filme para maiores (R) na história do país.
O site ainda afirma que o filme deve abrir com US$ 19 milhões na pré-estreia.
Para termos de comparação, o valor está acima de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, mas 15% abaixo de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.
Além disso, ‘Deadpool & Wolverine‘ também deve se tornar a maior estreia da carreira de seus dois protagonistas, Ryan Reynolds e Hugh Jackman. Atualmente, o maior lançamento de Reynolds é ‘Deadpool‘, enquanto o maior de Jackman é ‘X-Men: O Confronto Final‘ (US$103M).
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O showrunner de ‘Cobra Kai’, Josh Heald, abordou recentemente se a série de sucesso da Netflix se conectará ao próximo filme de ‘Karate Kid’.
Durante uma entrevista ao ScreenRant, Heald explicou que não está pessoalmente envolvido no longa e, por isso, ‘CobraKai’ não está preparando o terreno para o filme.“A gente não está pessoalmente envolvido no filme. Isso é uma produção da Sony, e nós meio que existimos neste universo, então enquanto estamos concluindo nossa série, Ralph na verdade vai participar e filmar esse filme. Mas nossa série não está preparando o terreno para o filme; o filme existe por si só em seu próprio universo com o personagem de Jackie Chan, o personagem de Ralph e vários outros personagens nessa história”.
Ele concluiu: “Então, eu acho que Daniel é o elemento que se conecta, mas não há nada, em termos de história ou jornada dos personagens nesta temporada nossa, que alimente diretamente aquele projeto.”
Lembrando que os novos episódios de ‘Cobra Kai’ serão divididos em três partes: a primeira estreia em 18 de julho, a segunda, em 28 de novembro, e a terceira, apenas em 2025.
Confira o vídeo:
Mike Barnes is here to push Miyagi-Do to their limits. And it’s his way or the highway. The final fight begins July 18. pic.twitter.com/eQubjEXlN1
Em relação ao desfecho da série, os produtores compartilharam suas reflexões:
“Reintroduzir o mundo ao universo de Karatê Kid tem sido uma honra para nós. Produzir Cobra Kai nos proporcionou a oportunidade de adentrar o mesmo dojo sagrado que antes abrigava nomes como Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros do elenco original. Além disso, nos permitiu assumir o papel de sensei, expandindo as histórias originais e gerando novas gerações de lutadores. Jamais subestimamos essa oportunidade. Desde o primeiro dia com Cobra Kai, nosso objetivo foi encerrar a série em nossos próprios termos, deixando o Vale no tempo e lugar que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que anunciados esta conquista.”
A Warner Bros. Japan finalmente liberou o tão aguardado trailer de ‘Batman Ninja vs Yakuza League’, a sequência do anime de 2018 que reimaginou o Cavaleiro das Trevas em um Japão feudal.
No trailer eletrizante, Batman e Robin se veem em apuros ao enfrentar a Yakuza League, uma versão mafiosa da Liga da Justiça. Laterna Verde, Flash e Mulher Maravilha aparecem em novas versões, prontos para dar trabalho ao nosso herói.
‘Superman’, o novo filme estrelado por David Corenswet, que inaugura o novo Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn, está avançando a todo vapor nas gravações.
Novas imagens dos bastidores revelam cidades em caos enquanto o Homem de Aço voa para salvar o dia, incluindo esquilos.
A trama acompanha a festeira da Flórida Tiffany “Rex” Simpson (Roberts), uma jovem que acaba sendo a única esperança para o programa espacial da NASA depois que um acaso a coloca em treinamento com outros candidatos que podem ter currículos melhores, mas não têm sua inteligência, coração e coragem.
Apesar de não ter agradado à crítica internacional, os assinantes da plataforma de streaming se divertiram com esse inofensivo longa-metragem, cujo principal objetivo é funcionar como uma obra de escape para o final de semana. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com outros cinco filmes do gênero para você conferir nas plataformas.
No icônico e revolucionário ‘Os Caça-Fantasmas’, três cientistas decidem se tornar caçadores de fantasmas, após perderem seus empregos na Universidade de Nova York. Trazendo um novo membro para equipe, eles descobrem manifestações sobrenaturais pela cidade, saindo às ruas respondendo os mais diversos chamados, até que se deparam com uma ameça que pode colocar toda a capital norte-americana em risco.
‘De Volta para o Futuro’ não é apenas um dos filmes que ajudaram a popularizar o gênero sci-fi no cenário mainstream, como é considerado uma das melhores produções cinematográficas de todos os tempos. Contando com nada menos que três capítulos, a trama original acompanha Marty McFly (Michael J. Fox), um jovem adolescente que, após entrar em um carro criado pelo excêntrico Doutor Brown (Christopher Lloyd), vai parar em 1955 (três décadas antes de sua própria época). Ao chegar lá, ele acidentalmente impede o momento em que seus pais se conhecem – colocando em risco a sua própria existência. Agora, ele é obrigado a garantir que os dois se apaixonem e encontrar uma maneira de voltar para o presente.
Dirigido por Tim Burton, a trama acompanha naves vindas de Marte que cercam as principais cidades do mundo – e toda a humanidade espera para ver se os visitantes extraterrestres chegaram em missão de paz. O presidente dos Estados Unidos, James Dale, recebe do professor Donald Kessler a garantia de que a missão de Marte é amigável. Mas quando uma troca pacífica termina na aniquilação total do Congresso norte-americano, os militares clamam por uma total retaliação nuclear.
‘MIB – Homens de Preto’ se tornou uma das franquias de maior fama do cenário atual do entretenimento – e isso foi possível graças a uma divertida narrativa alienígena guiada por ninguém menos que Will Smith e Tommy Lee Jones. Na trama original, que chegou aos cinemas em 1997, ss agentes K e J são policiais futuristas que trabalham em um projeto supersecreto do governo. Ele envolve a captura e deportação de seres espaciais não autorizados a ficarem na Terra.
‘WALL-E’ chegou aos cinemas em 2008 seguindo os passos do adorado ‘Ratatouille’, prometendo reconstruir o panteão cinematográfico da forma mais inesperada possível e focando em um pequeno robô solitário que vive numa Terra manchada pela poluição e pelo total abandono. Quando pensava que seu dia a dia não pudesse mudar, ele conhece a robô EVA e parte para uma aventura espacial para resgatar a humanidade.
O primeiro episódio da 7ª temporada de ‘The Walking Dead‘ foi um dos mais brutais da série e da história da TV, já que Glenn (Steven Yeun) e Abraham (Michael Cudlitz) são brutalmente assassinados por Negan (Jeffrey Dean Morgan) a golpes de um taco de baseball.
A morte de Glenn é idêntica aos quadrinhos que originaram a série, mas a morte de Abraham é bem diferente… Então, quando o personagem foi assassinado na adaptação, o público achava que Glenn continuaria vivo, pois não acreditavam que os roteiristas iriam matar dos personagens importantes em um mesmo episódio.
E foi essa a intenção de Robert Kirkman, criador dos quadrinhos e consultor da série de TV, pois ele queria enganar o público antes de acabar com suas esperanças.
Na edição #91 de The Walking Dead Deluxe, uma edição especial colorida dos quadrinhos, o artista descreve em uma carta ao público que queria brincar com suas emoções, sugerindo aos roteiristas as mortes de ambos os personagens.
“No episódio ‘The Day Will Come When You Won’t Be‘, eu queria dar ao público uma sensação de segurança. Eu queria que os fãs de Glenn tivessem um momento de “Nossa, ufa! Eles não vão matar o Glenn como nos quadrinhos!” Mas eu queria deixá-los em choque no momento seguinte. O objetivo era fazer com que uma aguardada morte, algo os fã de quadrinhos já estavam prevendo, ainda fosse surpreendente. Para o bem ou para o mal… foi uma estratégia bem-sucedida!”, disse Kirkman.
A cena, repleta de intensidade e emoção, gerou grande repercussão entre os fãs e até mesmo questionamentos do próprio astro da série, Andrew Lincoln.
Em entrevista a Empire, Lincoln revelou suas reflexões sobre a morte de Glenn:
“Ainda penso que pode ter sido quando exageramos. Talvez tenha sido um foco [tempo] muito longo”.
Ele se refere à cena brutal em que Negan, interpretado por Jeffrey Dean Morgan, utiliza seu taco de beisebol Lucille para tirar a vida de Glenn. A sequência, além de chocante, dividiu opiniões do público, gerando debates sobre a necessidade de tamanha violência.
Filmar essa cena memorável não foi fácil. Lincoln descreve a noite como uma das “mais intensas da qual já participou”, enaltecendo o profissionalismo de Morgan: “Um dos caras mais legais que você vai conhecer, interpretando um dos personagens mais desagradáveis”, declara. Ele relata a admiração pelo colega, que precisou realizar um monólogo complexo em seu primeiro dia de gravações, emocionando toda a equipe.
‘Aprendiz de Espiã: Na Cidade Eterna‘, sequência estrelada por Dave Bautista e Chloe Coleman, chega este mês ao catálogo do Prime Video.
O longa-metragem será lançado no serviço de streaming no próximo dia 18 de julho.
A aguardada sequência da comédia de ação de 2020 reúne um elenco amado em uma aventura familiar em alguns dos destinos mais famosos da Europa.
Quando o coral da escola de Sophie (Coleman) é selecionado para uma turnê italiana que culmina com uma apresentação para o Papa na Cidade do Vaticano, JJ (Bautista) vê isso como uma oportunidade de criar laços com sua nova enteada. Ele se voluntaria para ajudar a acompanhar o grupo pelos canais venezianos, pelas famosas pontes de Florença e pelos locais mais históricos de Roma.
Em vez disso, JJ descobre que ele e Sophie se tornaram peças em um plano terrorista que pode acabar com o mundo como o conhecemos.
Relembre o trailer:
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Os astros Ken Jeong e Kristen Schaal, que estão de volta, são acompanhados por Anna Faris, Craig Robinson e Flula Borg nessa nova comédia de ação do diretor Pete Segal (Get Smart, 50 First Dates).
No trama original, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.
Enquanto a expectativa por ‘Superman’, longa que marca o início do novo Universo Cinematográfico da DC sob a direção deJames Gunn, cresce a cada dia, os fãs da DC não perdem tempo e celebram a união dos heróis mais icônicos da editora em uma fan art épica.
Na imagem, Superman, interpretado por David Corenswet, surge ao lado de Batman, interpretado por Robert Pattinson.
Vale lembrar que James Gunn já confirmou que o universo de ‘The Batman’ é separado, e outro ator interpretará o bilionário de Gotham no Universo Cinematográfico da DC.
A 9ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ já teve sua estreia oficial e, agora, a World of Wonder divulgou a primeira parte do nono episódio, que vai ao ar hoje, 05 de julho.
As queens irão disputar pela coroa e irão representar uma instituição de caridade que receberá o prêmio em dinheiro.
Lembrando que a temporada anterior coroou a icônica Jimbo como vencedora. KandyMuse ficou em segundo lugar, enquanto LaLa Ri foi a vencedora dos Fame Games.
RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.
Após conferir dos dois primeiros episódios do novo ciclo, o autor não poupou elogios ao seriado, destacando a direção e o sólido desempenho de seus atores.
“Eu já visitei castelos de verdade que não pareciam tão imponentes quanto Red Keep e Dragonstone. Os sets eram enormes. Eu também dei uma conferida nos dois primeiros episódios da segunda temporada. Que jeito incrível de começar a temporada. A direção é sensacional. Alan Taylor, veterano de ‘Game of Thrones’, comandou o primeiro episódio, enquanto Clare Kilner dirigiu o segundo. Ambos fizeram um trabalho maravilhoso.”
Ele completa, “E não posso falar o suficiente sobre as atuações. Emma D’Arcy tem apenas uma fala em ‘A Son for a Son’, mas se expressa tão bem por seus olhos e rosto que acabou dominando o episódio; o luto por seu filho é palpável. Tom Glynn-Carney dá vida ao Aegon de um jeito que nunca havíamos visto antes; ele é mais do que um vilão nesta série. Ele nos mostra sua fúria, sua dor, seus medos e dúvidas. Sua humanidade.”
Vale lembrar que o quarto episódio será lançado no dia 7 de julho.
Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.
No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
Em uma recente entrevista ao The Direct, o co-criador da aclamada animação ‘Harley Quinn’, Dean Lorey, revelou que a 5ª temporada deve chegar muito em breve ao catálogo da Max.
“Eu sei que antes do fim do ano. Não lembro a data exata”, ele comentou. “Mas acho que será nos próximos meses. Sei disso”.
A trama segue as aventuras de Arlequina (Haley Cuoco) após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.
A adaptação televisiva do aclamado game‘Horizon Zero Dawn’ foi cancelada pela Netflix, segundo a jornalista Cheyenne Roundtree.
As informações, compartilhadas através do X (antigo Twitter), insurgem pouco depois das alegações de comportamento abusivo do produtor Steve Blackman (conhecido por seu trabalho em ‘The Umbrella Academy’).
Segundo Roundtree, tanto o live-action do jogo quanto a série original ‘Orbital’, ambas sob supervisão de Blackman, foram descartadas pela plataforma de streaming. Todavia, a Netflix não emitiu comunicado oficial sobre os cancelamentos.
Scoop: Rolling Stone has learned that two of ‘Umbrella Academy’ showrunner Steve Blackman’s projects that were in development at Netflix, a Horizon Zero Dawn series and an original series, Orbital, are no longer moving forward https://t.co/cFnyww0n3Q
— Cheyenne Roundtree (@cheyenne_round) July 3, 2024
A série também teria envolvimento do realizador-assistente Jack Boem (‘The Boys’), do assistente de direção Adam Bocknek (‘The Boys’ e ‘Resident Evil: Bem-vindo à Raccoon City’) e da diretora de arte Michele Brady (‘The Expanse’).
Desenvolvido pela Guerilla Games, o jogo é ambientado em um universo pós-apocalíptico habitado por criaturas robóticas, conhecidas como Máquinas, de vários tamanhos e ameaças. A trama gira em torno de uma caçadora ambiciosa chamada Aloy, que busca descobrir o que aconteceu no passado.
A sequência, ‘Horizon Forbidden West‘, foi lançada no começo deste ano, para PlayStation 4 e PlayStation 5.
De acordo com o GShow, a aguardada sequência ‘Se Eu Fosse Você 3‘ está oficialmente em desenvolvimento.
Vilma Lustosa, fundadora e diretora da produtora Total Entertainment, revelou que o roteiro do novo filme se encontra em estágios iniciais.
“Estamos desenvolvendo o projeto, roteiro e conversando muito. Estamos no período de produção ainda,” confirmou ao site.
Gloria Pires e Tony Ramos devem retornar no terceiro filme.
No longa original, Cláudio e Helena são casados há muitos anos e enfrentam a rotina do casamento. Um dia eles são atingidos por um fenômeno inexplicável e trocam de corpos. Apavorados, eles tentam lidar com a situação até encontrar uma solução para reverter o acontecimento bizarro. Mas à medida que vão enfrentando obstáculos, eles passam a aprender e a entender mais sobre o outro.
Na sequência, lançada em 2009, o casal está enfrentando uma nova crise e está prestes a se separar. Durante uma discussão, eles trocam de corpos mais uma vez e são obrigados a viver a vida do outro. Para complicar ainda mais a situação, a filha do casal está grávida e não sabe como contar aos pais.
Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes levaram mais de 10 milhões de espectadores às telonas.
Guillermo del Toro pode ter os seus problemas – e isso não se restringe apenas a ele, mas também acomete inúmeros nomes muito conhecidos e prestigiados da indústria cinematográfica. Alguns podem achar que seu ponto fraco é a criação de histórias realmente envolventes e até mesmo o retorno às mazelas da mesmice narrativa, com roteiros formulaicos e que pouco ousam dentro do quesito originalidade. Entretanto, se há um fator que definitivamente não podemos negar é a sua incrível capacidade estética e estilística dentro dos escopos fílmicos: se há alguém que consegue transparecer beleza e onirismo até mesmo dentro das histórias mais sombrias, esse alguém é, sem dúvida, Del Toro. E talvez seja em ‘O Labirinto do Fauno’, um de seus inúmeros longas falados em castelhano, que essa preocupação imagética também deu margem para a criação de uma das tramas mais emocionantes de sua carreira.
O longa tem como pano de fundo o caótico cenário pós-Guerra Civil espanhol, que trouxe como protagonistas os temidos falangistas – ou seja, adeptos ao governo fascista que se alastrou pela Europa em meados da década de 1930 e encontrou um terreno muito fértil para disseminação de seus ideais radicalistas e reacionários com a ascensão de Adolf Hitler no poder. Porém, não espere ver uma rendição de guerra aqui; não estamos trazendo à tona obras que conversem diretamente com épicos sanguinolentos como ‘Império do Sol’, ‘O Resgate do Soldado Ryan’ ou ‘Cartas de Iwo Jima’. Aqui, Del Toro utiliza de toda sua sensibilidade para colocar o foco principal através dos olhos da pequena Ophelia (interpretada pela memorável Ivana Baquero). A garota chega à sua nova casa com sua mãe, que recentemente se casou com um dos líderes do governo vigente, Vidal (Sergi López), e não sabe ao certo o que esperar de seu novo estilo de vida, visto que preocupa-se com a gradativa piora do estado de saúde da matriarca e também sente-se isolada em meio a tantos “perigos”, por assim dizer.
O nome da protagonista definitivamente não é escolhido ao acaso. Ophelia vem do grego “ofídio”, que se refere às cobras, animais que não seguem caprichos do meio em que vivem e se mostram como extremamente independentes e audaciosas. Apenas com essa informação, é possível prever que a personalidade da jovem menina não se mantém aos convencionalismos de personagens similares, mas transcende e transgrede essas saídas esperadas para se mostrar muito mais madura do que lhe damos crédito: ela é uma altruísta nobre e não pensa duas vezes antes de socorrer aos outros – mas o que ela não imaginava é que a jornada na qual está prestes a entrar na verdade se transforma em uma epopeia de autoconhecimento e amadurecimento marcada pela tragédia e pelo trauma.
Enquanto sua mãe, interpretada pela doce performance de Ariadna Gil, preza pela paz e pela possibilidade de construção afetiva entre a filha e o novo marido, a criança se recusa a chamá-lo de pai. Essa subtrama é de grande importância para a delineação de seu arco, mas Ophelia não se torna refém do passado em nenhum momento; ela mantém sim sua memória viva como força-motriz que a permite compreender e discernir o que é aceitável e o que é justo. E é justamente essa mentalidade mais aberta que a leva, através também de uma visão perscrutada pelos contos de fada, para o encontro de um misterioso mundo povoado por seres sobrenaturais e que a enxergam como a princesa perdida Moanna, filha do rei do submundo, que se perdeu para os humanos após desejar conhecer sua cultura.
O encontro entre o mundo terreno e o transcendental ocorre em uma sequência tão bela quanto assustadora – cuja marca já se tornou conhecida dentro das produções de Del Toro. Doug Jones, mais uma vez utilizando todo o seu conhecimento teatral e performático, rende-se à encarnação de uma icônica figura, o Fauno, que inclusive empresta sua caracterização tão soberba quanto tenebrosa para o título do filme. Esta sequência é apenas a primeira de muitas onde a tensa atmosfera é reafirmada pela pouca iluminação, resgatada normalmente por um feixe de luz dura que emerge através de uma espécie de claraboia, e permite que a silhueta fale mais alto que a completa exposição. Em contraposição, Ophelia permanece visível em quase todo o longa-metragem, mostrando sua pureza e sua boa índole.
O jogo de luzes e sombras também permite que o público compreenda, sem a necessidade de uma exposição exacerbada, o arco ao qual ela está predestinada. Ela não se lembra de sua suposta vida como princesa, e deve se mostrar apta e merecedora o suficiente de retornar para o trono que lhe pertence por direito caso passe por três provas – uma ideia que parte direto da conhecidíssima jornada do herói. Só após ela concluir com sucesso os desafios, poderá retornar para o submundo e escapar da crueldade que adorna sua realidade. E é justamente aqui que Del Toro mais uma vez nos surpreende.
É quase automático acreditar que esse embarque inusitado sirva como escape para a traumatizante vida de Ophelia em meio a uma sociedade segregativa, uma forma de poder se afastar daquilo que rechaça com todas as forças. Mas não espere que esse novo mundo, o qual oscila entre a realidade e a loucura – talvez conversando com a complexa personalidade da garota – esteja em completa paz. Diferentemente de outras franquias fantásticas, o cineasta preza muito pela explicitação do cru e do violento; em outras palavras, ao invés de trazer os horrores da guerra como pano de fundo, todos os momentos marcantes que vemos em obras do gênero são transferidas para as cenas protagonizadas pela criança, a qual obrigatoriamente mergulha em um coming-of-age muito duro e impactante.
Tal narrativa necessariamente preza por um arquétipo do guardião – e tal figura emerge na carismática e protetora Mercedes (Maribel Verdú), apoiadora do grupo rebelde que serve tanto como mediadora quanto como ama-de-leite e enfermeira. Ela nutre um carinho muito grande pela criança, enxergando-a como a filha que nunca teve, e também emerge como um dos principais pontos que permitam seu amadurecimento, principalmente ao entrar em um arco de fuga emocionante e que traz elementos do gênero de ação e até mesmo thriller para a composição fílmica.
Mas não podemos falar de Del Toro sem ao menos citar sua preocupação artística: cada um dos cenários é pensado de forma minuciosa, resgatando elementos da mitologia celta – incluindo a constante presença de figuras circulares que representavam, dentro do escopo místico, um retorno inquebrável ao ponto de início – e até mesmo a caracterização monstruosa das criaturas sobre-humanas, como chifres pontiagudos, dentes quebrados e uma inclinação para uma envolvência inebriante. Tais escolhas imagéticas também são reforçadas pela fotografia, a qual deixa bem claro a separação entre o real e o imaginário: ainda que o terceiro ato peque no tocante à resolução, essa amálgama paradoxal permite até mesmo confundir o espectador, o qual luta para que ambos os lados da história tenham um final justo e coerente – tudo auxiliado por uma montagem paralela aplaudível.
‘O Labirinto do Fauno’ é um conto de fadas distorcido que não se rende à romantização excessiva, mas sim que exala as angústias às quais uma nova geração estava fadada a carregar à época do real significado de caos. Não nos poupando de catarses naturais e nem mesmo de sacrifícios narrativos, essa obra de Del Toro é uma de suas mais memoráveis – e mais aterrorizantes, certamente.
Orçada em US$ 165 milhões, a produção infelizmente recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – o que é considerada baixa para o gênero. Para termos de comparação, essa é a menor nota da franquia desde o criticado reboot de Tim Burton, de 2001.
Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.