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Emma Roberts revela que AMOU ‘Madame Teia’ e culpa internet pelo fracasso do filme

emma roberts madame teia (1)
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Madame Teia apresentou Emma Roberts (‘American Horror Story’) no papel de Mary, a mãe de Peter Parker. Apesar do filme ter sido criticado e ter tido um desempenho fraco nas bilheterias, a atriz revelou que amou o filme… e culpa a internet pelo fracasso do mesmo.

“Não sou intimidada pelo fracasso e não sou intimidada por pessoas que têm pensamentos negativos sobre algo. Eu pessoalmente amei muito ‘Madame Web’ Gostei muito do filme. Achei todos os atores excelentes. Acho que a diretora, SJ Clarkson, fez um trabalho incrível. Ela é a razão pela qual eu queria fazer aquele filme. Se não fosse pela cultura da internet e tudo virando piada, acho que a recepção teria sido diferente. E é isso que me deixa chateado em muitas coisas, até mesmo nas que eu fiz, é que as pessoas agora fazem piadas sobre tudo na internet”

Ela ainda disse que adoraria voltar às adaptações de quadrinhos se surgisse a oportunidade.

“Eu amei poder aparecer e interpretar a mãe de Peter Parker. Eu me diverti muito”, revelou Roberts. “Acho que interpretar personagens de quadrinhos é muito divertido, adoraria ter a chance de interpretar uma que talvez tenha um pouco mais de ação”.

A atriz também brincou: “Eu dei à luz Peter Parker. Me desculpe, o que poderia ser mais heroico que isso?” 

A adaptação live-action de ‘Madame Teia‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Max.

Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.

Com orçamento de US$ 80 milhões, o longa arrecadou US$ 100.2 milhões mundialmente.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

O QUE? ‘Meu Malvado Favorito 4’ NÃO tira a liderança de ‘Divertida Mente 2’ nas bilheterias brasileiras

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Meu Malvado Favorito 4’ estreou ontem nos cinemas nacionais, mas não conseguiu tirar o fenômeno ‘Divertida Mente 2‘ da liderança das bilheterias brasileiras. E olha que essa é a terceira semana que a animação da Pixar está em cartaz.

Com 12 milhões de expectadores, ‘Divertida Mente 2‘ já ultrapassou os 9,8 milhões de espectadores de ‘Os Incríveis 2‘ e se tornou a maior bilheteria de animação da história no Brasil e uma das 20 maiores bilheterias de todos os tempos.

Confira o TOP 10 desta quinta-feira, dia 04, segundo o Comscore:

 

 

Meu Malvado Favorito 4’ , que marca mais um capítulo nas aventuras de Gru e dos Minions, arrecadou US$27 milhões em seu primeiro dia nos EUA, segundo a Variety.

Espera-se que Meu Malvado Favorito 4’ alcance aproximadamente US$120 milhões ao longo do fim de semana prolongado de feriado.

A animação deve alcançar o topo das bilheterias norte-americanas, desbancando ‘Divertida Mente 2‘, que já ocupa a posição por três semanas seguidas.

Para termos de comparação, os três primeiros filmes arrecadaram US$ 56.3 milhões, US$ 83.5 milhões e US$ 72.4 milhões no final de semana regular, respectivamente.

O longa, que já arrecadou US$ 25.5 milhões em 20 mercados internacionais, ainda deve somar em torno de US$ 45-50 milhões até o próximo domingo (7) – totalizando uma estreia global de US$ 200 milhões.

Relembre o trailer:

“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.

O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey KingStephen ColbertChloe Fineman.

Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

‘Meu Malvado Favorito 4’ tem cena pós-créditos?

Meu Malvado Favorito 4’ já está em exibição nos cinemas brasileiros, marcando mais um capítulo nas aventuras de Gru e dos Minions.

Mas será que tem cena pós-créditos?

A amada tradição do cinema, especialmente em grandes franquias, é extremamente popular por nos dar pistas do que está por vir nas grandes sagas. E sim, o novo filme possui duas cenas pós-créditos, mas prepare-se para boas risadas e não grandes revelações sobre o futuro da franquia.

Em vez de pistas sobre o próximo capítulo, as cenas pós-créditos priorizam o humor e a leveza, proporcionando momentos divertidos com os adoráveis Minions.

Na primeira cena, após a primeira parte dos créditos, os Mega Minions e os Minions regulares são vistos em várias situações curtas. Vemos os Minions brincando com equipamentos de laboratório da AVL, recebendo aulas de boxe ou junto ao Mega Minion texturizado de pedra enquanto ele levanta pesos. Durante o restante dos créditos, outro Mega Minion — com uma cabeça em forma de cone, capa e habilidade de voar — voa pelos lados da tela até o último quadro.

Quando o último crédito aparece, um Minion com um dispositivo que dispara pinos atira os projéteis de plástico no Mega Minion voador. Isso faz referência ao início do filme, quando o mesmo Minion usa o dispositivo para criar o logo da Illumination Entertainment.

Relembre o trailer:

“Na trama, Gru (Steve Carell) e Lucy (Kristen Wiig) ganharam um novo membro da família: Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai. Além de lidar com as obrigações parentais, o protagonista ainda precisa encarar as ameaças de uma nova dupla de vilões formada por Maxime Le Mal (Will Ferrell) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara)”.

O elenco conta com o retorno de Steve Carell (Gru), Kristen Wiig (Lucy), Pierre Coffin (Minions), Miranda Cosgrove (Margo) e Steve Coogan (Silas), além de introduzir Will Ferrell (Maxime), Sofia Vergara (Valentina), Joey KingStephen ColbertChloe Fineman.

Chris Renauld retorna à cadeira de direção ao lado de Patrik Delage (‘SING’).

O roteiro fica a encargo de Mike White, enquanto Chris Meledandri entra como showrunner.

Dakota Johnson FRACASSOU em ‘Madame Teia’! Conheça Outros Filmes que a atriz QUASE estrelou

A maior polêmica do mundo do cinema nesse início de 2024 se chama ‘Madame Teia’. O filme de super-heróis (ou heroínas) se tornou um fracasso retumbante de crítica e bilheteria, e pode acabar com a carreira de jovem estrela que protagonizou.

Você conhece Dakota Johnson, filha dos atores Melanie Griffith e Don Johnson, de filmes como a trilogia ‘Cinquenta Tons de Cinza’ – quem também foram excessivamente massacrados pela crítica, com a grande diferença de que foram também grandes sucessos de bilheteria. Para um filme se dar bem, é preciso atingir uma dessas duas coisas, ou uma bilheteria favorável, ou o prestígio de avaliações impecáveis.

Dakota Johnson demitiu seu empresário assim que ‘Madame Teia’ foi lançado nos cinemas – o que ligou um sinal de alerta em Hollywood de que as coisas não iriam bem para a atriz. Ela inclusive já deu entrevistas dizendo que será difícil se recuperar de um fracasso tão estrondoso em sua carreira. Será que a carreira de Dakota Johnson chegou mesmo ao fim? Acreditamos que não, é só uma questão de escolher os próximos projetos certos.

Enquanto Dakota Johnson não aparece em seu próximo filme, iremos voltar um pouco no tempo para dar uma olhada em sua trajetória nas telonas, mais especificamente nos filmes que quase protagonizou e quais atrizes desbancou nos projetos que estrelou. Confira abaixo.

 

Dakota Johnson derrubou meia Hollywood para ‘Cinquenta Tons de Cinza’

Quando foi anunciado que o best-seller apimentado ‘Cinquenta Tons de Cinza’ seria transformado em um longa-metragem de um grande estúdio, o fato parou Hollywood. Toda jovem atriz e jovem ator queriam estar no filme, e correram atrás dos papeis principais da polêmica produção. Como toda escalação de filme, as audições começam com basicamente todos os atores trabalhando em Hollywood, para finalmente ser cada vez mais afuniladas até chegar na intérprete escolhida.

As finalistas para ser Anastasia Steele tiveram gente do porte de Kristen Stewart, Shailene Woodley, Alicia Vikander, Felicity Jones, Imogen Poots, Lucy Hale e Elizabeth Olsen. Mas como sabemos, Dakota Johnson derrotou todas elas e ficou com o papel para si – que viria a se tornar, até o momento, o mais famoso de sua carreira.

O Mistério de Silver Lake

Existem diretores que se tornam famosos depois de apenas um filme. Basta que esse filme atinja um lugar muito almejado na cultura pop ou no zeitgesit. Mesmo que seja um lugar cult. Foi o caso com David Robert Mitchell – cineasta que achou ouro com o lançamento de ‘Corrente do Mal’, um dos melhores filmes de terror da última década. Os melhores filmes do gênero são aqueles que não são apenas terror, mas que se preocupam em entregar alguma conexão humana.

Sendo assim, é claro que todos estariam de olho no próximo passo do sujeito, e todo ator de Hollywood disputava um papel em seu projeto seguinte. ‘O Mistério de Silver Lake’ sem dúvidas foi uma obra ambiciosa e uma que havia escalado Dakota Johnson no elenco. A atriz tem a cara do filme, mas precisou sair do projeto por motivo de agenda – ela lançou no mesmo ano o remake de ‘Suspiria’, o terceiro ‘Cinquenta Tons de Cinza’ e o thriller ‘Maus Momentos no Hotel Royale’. Ou seja, seu tempo estava apertadíssimo.

No fim das contas, Dakota Johnson terminou sendo substituída por Riley Keough, a neta de Elvis Presley, amiga da atriz. Johnson foi inclusive madrinha do casamento de Keough em 2015.

 

Mulher-Gato

Não sabemos especificamente em qual projeto isso ocorreria, mas Dakota Johnson já expressou publicamente algumas vezes o desejo de viver a personagem Selina Kyle, o alter-ego da Mulher-Gato, nos filmes da DC/Warner. Pela idade da atriz, que completou 34 anos em outubro passado, ela se encaixaria mais no reboot da franquia do Homem-Morcego que ocorreu em 2022, com Robert Pattinson protagonizando ‘Batman’.

Como sabemos, a personagem terminou nas mãos de Zoë Kravitz, também de 34 anos e também filha de pais famosos. Kravitz se tornou a segunda Mulher-Gato negra do cinema (depois de Halle Berry) e a terceira do audiovisual (depois de Eartha Kitt do seriado dos anos 60). Resta saber se Dakota Johnson ainda mantém esse interesse após o fiasco que se tornou sua primeira incursão em uma personagem do gênero.

Uma Estranha Amizade

Starlet movie review & film summary (2012) | Roger Ebert

Filme indie não muito conhecido de 2012, o cult traz na direção Sean Baker, que se tornaria famoso nas rodinhas de cinéfilos poucos anos depois graças a produções como ‘Tangerina’ (2015) e ‘Red Rockett’ (2021), mas principalmente ‘Projeto Flórida’ (2017), filme indicado ao Oscar de ator coadjuvante para Willem Dafoe. ‘Uma Estranha Amizade’, como diz o título, mostra uma relação afetuosa nascendo entre uma jovem de 21 anos e uma idosa, que talvez tenha motivos escusos por trás.

O diretor Sean Baker chegou muito perto de escalar Dakota Johnson para viver Jane, a jovem de 21 anos no cinema, e de quebra trazer também a estrela clássica de Hollywood Tippi Hedren (‘Os Pássaros’), avó de Dakota na vida real, para viver Sadie, a idosa do filme. Por algum motivo a escalação não rolou, e Baker terminou optando por Dree Hemingway para a jovem e Besedka Johnson para ser a idosa – a senhora viria a falecer um ano depois da estreia do filme.

Girls

Agora falamos da série cult sensação da HBO criada e estrelada por Lena Dunham. A proposta do programa era ser um relato nu e cru sobre jovens mulheres americanas na faixa dos vinte e poucos anos, suas aspirações profissionais, sociais e de relacionamentos no início da década passada. O programa chamou atenção por ter criação de uma mente jovem brilhante como a de Dunham.

Do elenco de ‘Girls’, os atores que obtiveram maior destaque na atualidade são Adam Driver e Allison Williams. O que muitos talvez não saibam é que o programa teve produção de Judd Apatow, e que o próprio produtor testou Dakota Johnson para um dos papeis no programa. Johnson não foi aprovada, mas no mesmo ano estrelaria sua própria sitcom ‘Ben and Kate’.

Dakota Johnson substituiu Margot Robbie

Substituir Margot Robbie, a estrela mais “quente” de Hollywood na atualidade não é uma tarefa das mais fáceis. Mas é claro que não falamos do blockbuster ‘Barbie’. Isso foi em uma época em que Margot Robbie não era o tsunami que se tornaria logo no ano seguinte. Aqui falamos de uma Margot Robbie que havia “causado” em sua estreia em ‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese.

Com uma estreia desse nível, as atenções de Hollywood estavam voltadas para a australiana. Assim, em um de seus primeiros trabalhos de destaque, Margot Robbie foi escalada para um papel em importante em ‘Um Mergulho no Passado’, remake de ‘A Piscina’ (1969), do diretor italiano Luca Guadagnino, o mesmo de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. Poucos dias antes do início das filmagens, Robbie precisou deixar a produção, que correu desesperadamente atrás de uma substituta e encontrou Dakota Johnson.

Dakota confessou nervosismo em entrar em um projeto de maneira tão súbita, mas entregou um excelente trabalho, criando uma interessante parceria com Guadagnino, que se estendeu para seu trabalho vindouro, o remake de ‘Suspiria’.

Primeiras Impressões | Juliana Paes dá um SHOW de atuação no ambicioso melodrama familiar ‘Pedaço de Mim’

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Mesmo em 2024, é notável como existe uma resistência considerável por parte do próprio público brasileiro no tocante a produções nacionais. Há um estigma aparentemente inescapável de que o cenário do entretenimento apenas entrega comédias-pastelão ou novelas melodramáticas – o que sabemos que é mentira em dois âmbitos muito claros: no primeiro, é óbvio que temos produções voltadas mais para construções artísticas que refletem a habilidade inegável dos cineastas e dos atores brasileiros; segundo, comédias e melodramas são muito bem-vindos e costumam ajudar a fomentar esse escopo do entretenimento das mais diversas maneiras. E, como forma de continuar a mostrar que nossa arte deve ser respeitada e apreciada em cada um dos aspectos, a Netflix nos entregou hoje, 05 de julho, a série ‘Pedaço de Mim’.

Estrelada por Juliana Paes, Vladimir Brichta, Felipe Abib e grande elenco, a produção narra uma intrigante história centrada em Liana (Paes), uma terapeuta ocupacional que tem o desejo de construir uma família ao lado do marido, Tomás (Brichta). Entretanto, ao descobrir que ele a traiu, Liana vê seus sonhos serem varridos para debaixo do tapete e, em um ímpeto de se vingar do que aconteceu, ela resolve sair com a melhor amiga para uma balada e acaba se envolvendo com o irmão dela, Oscar (Abib). Depois de ser induzida a ingerir uma substância entorpecente, Oscar abusa dela, aproveitando de sua vulnerabilidade.

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Liana, então, descobre que Oscar não usou proteção ao forças as relações sexuais – e isso não é tudo: Tomás acaba sofrendo um acidente de bicicleta, compelindo a protagonista a perdoá-lo e a trazê-lo de volta para casa. Liana engravida de gêmeos, mas o período em que isso aconteceu bate com a mesma época em que foi estuprada por Oscar. Ela, pois, decide fazer um teste de paternidade para checar de quem são os filhos – e um caso inesperado cai sobre ela: um dos gêmeos é de Tomás, enquanto o outro é de Oscar. A partir daí ela vê sua vida virar de cabeça para baixo, não sabendo lidar com as informações e incapaz de tomar uma decisão clara que não destrua tudo aquilo que ela sempre quis, sendo engolfada em um vórtice de ansiedade e de medo que dita toda a atmosfera do enredo.

A princípio, é preciso notar todo o background da obra. ‘Pedaço de Mim’ seria lançada como a primeira novela da gigante do streaming, mas os planos mudaram e ela foi remodelada como uma série de longos dezessete capítulos que arrancam os melhores trabalhos de seu poderoso elenco e até mesmo da equipe por trás do projeto. A ambientação e a estrutura técnica seguem os passos novelescos, mas cada diálogo e cada sequência é embebida em uma preocupação cinemática de tirar o fôlego – seja na escolha certeira de uma paleta de cores que preza pela melancolia, pela letargia e pelos múltiplos conflitos sociais que insurgem nos capítulos, seja no profundo desenvolvimento dos arcos.

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A criadora Ângela Chaves, auxiliada por um time de extrema habilidade artística, sabe como delinear as importantes temáticas trazidas. De um lado, há toda a psicologia envolvida na personagem principal, permitindo que Paes entregue, de longe, a melhor atuação de sua carreira ao navegar pelas problemáticas que enfrenta e pelos traumas que carrega – incluindo uma potente cena no segundo episódio que deixa qualquer espectador arrepiado dos pés à cabeça. Ela divide os holofotes com a visceral entrega de Brichta, que traz elementos aplaudíveis já demonstrados no aclamado ‘Bingo – O Rei das Manhãs’, em um conflito interno que inclui a corrupção jurídica defendida pelo pai e um casamento a ponto de irromper em tragédia (e seu desconhecimento sobre a gravidez da esposa de cara); Abib encarna o odioso Oscar em uma diabólica performance, sendo responsável pela balada a que Liane vai e acobertando o abuso constante de outras mulheres, bem como um esquema de tráfico de drogas que reflete seu caráter condenável.

Como se não bastasse, esses temas são acompanhados de outras incursões que envolvem o núcleo de Silvia (Paloma Duarte), irmã de Tomás, que lida com uma doença degenerativa que está se alastrando em velocidade assustadora em seu filho, enquanto posa como uma das poucas aliadas de Liane ao descobrir o que aconteceu.; temos a questão do abuso sexual e da conivência policial contra esses casos – algo que faz sentido dentro da época em que a narrativa se esquadrinha, meados dos anos 2000; e uma necessidade de amparo social frente à questão da maternidade que ainda não tinha a devida atenção e que desperta no público uma reflexão provocativa.

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É claro que ‘Pedaço de Mim’ carrega alguns problemas de ritmo, mas nada que consiga ofuscar o incrível trabalho por trás e à frente das câmeras. As fortes atuações são a força-motriz da série e, por mais que Duarte e sua equipe não consigam se esquivar das fórmulas das novelas, isso não impede que sejamos arrastados para um ambicioso drama que tem tudo para se tornar um dos melhores do ano.

‘Um Tira da Pesada 4’ estreia na Netflix! – Relembre a Franquia Policial Estrelada por Eddie Murphy

Os anos 80 foram o berço do cinema entretenimento como conhecemos hoje. Foi nessa década que uma verdadeira enxurrada de produções icônicas saía do forno como em uma verdadeira fábrica de sucessos. E ‘Um Tira da Pesada’ é parte integral desse movimento de transformação dos chamados blockbusters. O filme que mudou para sempre a carreira de Eddie Murphy, o tornando um astro internacional, completa 40 anos de sua estreia em 2024. E como forma de celebrar finalmente o tão esperado quarto filme da franquia será lançado.

Um Tira da Pesada 4’ já está na Netflix, e a alegria não poderia estar mais alta para o retorno do zoador Axel Foley, novamente na pele de Murphy. Mas não só ele, pois grande parte dos rostos conhecidos do passado, assim como adições muito bem-vindas, também farão parte do elenco. Em homenagem aos 40 anos do original, dos 30 anos do terceiro filme, e da estreia do quarto longa, daremos uma revisitada nessa franquia de comédia policial muito querida do grande público. Confira.

Um Tira da Pesada (1984)

Tudo começou aqui. Mas você sabia que ‘Um Tira da Pesada’ era inicialmente um projeto para ter Sylvester Stallone como protagonista? Pois bem, o filme foi desenvolvido para ter um policial durão de uma cidade barra-pesada como Detroit se deparando com um lugar luxuoso e “repleto de frescura” como Beverly Hills, Los Angeles, na Califórnia. É claro que foi só na substituição de Stallone por Eddie Murphy que o projeto adicionou muito humor e pôde fazer uso da personalidade carismática e hilária de Murphy, então um grande sucesso no programa Saturday Night Live.

Eddie Murphy já havia participado de filmes de sucesso como ’48 Horas’ e ‘Trocando as Bolas’, mas sempre como coadjuvante para atores como Nick Nolte e Dan Aykroyd. Foi em ‘Um Tira da Pesada’ que Murphy pôde protagonizar seu próprio filme e carregar uma grande produção nas costas, mostrando que era um astro muito viável e lucrativo. Para isso, foi preciso Murphy dizer “não” para sua participação em ‘Os Caça-Fantasmas’ no papel de Winston – em um aspecto profissional foi a melhor decisão que ele poderia tomar. Já Stallone, saiu para estrelar a comédia ‘Rhinestone’, com Dolly Parton, que se tornou um fracasso. Dois anos depois, reaproveitaria muitas das ideias originais para ‘Um Tira da Pesada’ em ‘Stallone Cobra’. ‘Um Tira da Pesada’ se tornaria um dos maiores sucessos da década e três anos depois já tiraria do papel sua primeira continuação.

Um Tira da Pesada II (1987)

Com o enorme sucesso do primeiro filme, a ideia da Paramount era levar Axel para estrelar sua própria série de TV, mas o astro Eddie Murphy tinha aspirações maiores e não queria voltar para a TV – e estava certo. Assim, um segundo filme foi produzido. Aliás, o longa marcou a primeira vez em que Murphy trabalhou no roteiro de um de seus filmes, o que para muitos soou como uma “ego trip” do astro. Já os produtores consideraram o resultado do segundo como uma mistura entre o primeiro ‘Um Tira da Pesada’ e ’48 Horas’, mais focado na ação e com um clima mais tenso.

Para apimentar as coisas, os produtores levaram a sério o conceito de que uma continuação precisa ser maior em todos os sentidos de seu original. Assim, contratavam Tony Scott para assumir a cadeira de diretor, substituindo Martin Brest do primeiro. É claro que isso se deu porque Scott havia acabado de entregar um presentão para a Paramount chamado ‘Top Gun’ no ano anterior, um dos maiores blockbusters dos anos 80 para o estúdio e que fez de Tom Cruise um astro. Os realizadores queriam levar esse escopo e energia para ‘Um Tira da Pesada’. E conseguiram, pois a sequência é muito mais centrada na ação. No entanto, as críticas foram justamente nesse sentido, já que o segundo esquecia os elementos que fizeram o primeiro tão divertido.

Um Tira da Pesada III (1994)

Em comemoração aos 10 anos de lançamento do filme original, os produtores da franquia resolveram dar de presenta ao público a estreia do terceiro filme da saga do policial Axel Foley. Para a direção, saía o especialista em ação Tony Scott, e entrava John Landis, com quem Eddie Murphy havia trabalhado em duas comédias de sucesso: ‘Trocando as Bolas’ (1983) e, principalmente, ‘Um Príncipe em Nova York’ (1988). Assim, ouvindo as reclamações dos fãs em relação ao segundo episódio, que focou mais na ação do que na comédia, o terceiro longa tentava voltar às raízes. No entanto, o resultado ficou muito mais para a comédia, com o filme mais leve da trilogia.

No entanto, na fase inicial do conceito para o terceiro filme diversas ideias foram tentadas: uma em que Axel lidava com sua fama de celebridade, outra na qual iria para Londres e ainda uma envolvendo uma parceria com a Scotland Yard, na forma de um agente que seria interpretado por Sean Connery. Aliás, a ideia mais alucinada para o terceiro filme era um crossover com ‘Crocodilo Dundee’, que teria Paul Hogan reprisando seu papel mais famoso. Essa ideia foi rejeitada por Eddie Murphy. Como sabemos, o roteiro final leva Axel atrás dos criminosos que mataram seu chefe, chegando até um parque de diversões na Califórnia, que é sátira da Disneylândia.

Piloto da Série de TV (2013)

Talvez pouquíssimos saibam disso, até mesmo os fãs mais entusiastas da franquia ‘Um Tira da Pesada’ e de tudo dos anos 80, mas a saga de Axel Foley quase foi parar na TV. Tudo bem, como dito acima, a ideia de levar o policial de Beverly Hills para as telinhas era antiga e já poderia ter acontecido em 1987 ao invés da continuação no cinema. Mas o fato é que em 2013 esta ideia chegou muito perto de acontecer. Não apenas isso, como o episódio piloto foi gravado, sem nunca ter ido ao ar, se tornando assim uma das grandes “lendas urbanas” de Hollywood, como a série da ‘Mulher-Maravilha’ de 2011 e o recente filme engavetado depois de pronto da ‘Batgirl’.

Eddie Murphy decidiu por uma série após não ter gostado de nenhum dos roteiros para ‘Um Tira da Pesada 4’, assim o próprio astro deu a ideia para o piloto, que traria Axel atuando ao lado do filho, Aaron Foley. Murphy interpretaria Axel novamente, além de servir como produtor do programa. Jerry Bruckheimer também retornaria como produtor, após ter ficado de fora do terceiro filme, e o episódio piloto teve direção de ninguém menos que Barry Sonnenfeld, de ‘A Família Addams’ e ‘Homens de Preto’.

A ideia de um policial atuando ao lado de seu filho já foi muito utilizada em Hollywood e a esta altura se tornou um clichê, como por exemplo em ‘Vovó…Zona 3’ (2011), ‘Duro de Matar – Um Bom Dia para Morrer’ (2013) e ‘Shaft’ (2019). Aliás, o mesmo Brandon T. Jackson, que foi o filho em ‘Vovó…Zona 3’ foi o escolhido para dar vida a Aaron Foley, o filho de Eddie Murphy na série. Porém, apesar de ter um time de peso na frente e atrás das câmeras, o piloto não foi adquirido por nenhum canal de TV para se tornar uma série, assim caindo rapidamente no limbo de Hollywood.

Um Tira da Pesada 4 (2024)

Marcando o aniversário de 40 anos de lançamento do primeiro ‘Um Tira da Pesada’, e os 30 anos de sua última aparição em ‘Um Tira da Pesada 3’, Eddie Murphy está de volta ao papel de Axel Foley para o quarto filme aos 61 anos de idade. A ideia foi fazê-lo ainda um policial nas ruas, e não um oficial graduado como era a ideia para a série. O quarto filme será um lançamento da Paramount direto na plataforma da Netflix, marcando assim uma parceria inédita entre os estúdios. Ainda não foi divulgado se o longa receberá antes alguma espécie de estreia restrita nos cinemas. O lançamento na plataforma será no dia 3 de julho.

O quarto filme verá a volta de inúmeros rostos conhecidos, em especial de Judge Reinhold como Billy Rosewood, ao lado de Murphy o único ator que participou de todos os filmes da franquia. John Taggart também estará de volta vivido novamente por John Ashton, depois da ausência no terceiro filme por motivo de agenda, sendo substituído por Hector Elizondo. Paul Reiser e Bronson Pinchot também retornam como Jeffrey Friedman e Serge (o primeiro dos dois primeiros filmes, e o segundo do primeiro e terceiro). As adições ficam por conta de Kevin Bacon, Joseph Gordon-Levitt e Taylour Paige.

‘Blade’ terá cenas no Brasil; Saiba quando começam as filmagens!

Após diversos problemas nos bastidores e troca de diretores, o reboot de ‘Blade‘ parece ter engatado.

Segundo o Production Weekly, o atrasado filme da Marvel começa a ser filmado em 31 de outubro. Os locais de filmagem incluem BRASIL, México e Atlanta, Geórgia.

Sim, o filme terá cenas no Brasil!

O escritor veterano da Marvel Eric Pearson, que mais recentemente trabalhou em ‘O Quarteto Fantástico‘, está atualmente trabalhando no novo roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos seis roteiristas e dois diretores diferentes.

O novo longa do caçador de vampiros está em desenvolvimento desde pelo menos 2013. Em 2019, o aclamado ator Mahershala Ali (‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’) foi anunciado como o intérprete do herói. No entanto, desde então, o longa tem enfrentado uma série de contratempos, incluindo as greves de Hollywood em 2023.

Segundo o Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões no orçamento do filme. O valor é bem baixo em comparação com as outras produções do estúdio. ‘As Marvels‘, por exemplo, custou altos US$ 250 milhões.

Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.

O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Atualmente, o longa está programado para 7 de novembro de 2025.

‘A Complete Unknown’: Elle Fanning diz que Timothée Chalamet cantou de verdade em cinebiografia de Bob Dylan

Conhecido por ‘Wonka’ e ‘Duna’, Timothée Chalamet dará vida ao cantor Bob Dylan em A Complete Unknown, cinebiografia dirigida por James Mangold (‘Ford vs Ferrari’).

E parece que Chalamet não apenas interpretou o astro da música, mas também cantou de verdade as canções que serão vistas no filme.

A informação foi revelada por Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’) durante uma entrevista para a Glamour Magazine.

“Foi incrível construir esse relacionamento com Timmy, ele se dedicou muito para dar vida a esse papel. O que vocês vão ver é ele cantando de verdade, se entregando de corpo e alma. Foi algo especial testemunhar isso pessoalmente porque ele é um amigo de longa data. Então, sim, estou muito feliz em fazer parte disso.”

A estrela também aproveitou para comentar sobre sua personagem.

“Na trama, minha personagem se chama Sylvie Russo, mas é inspirada em Suze Rotolo, que aparece com Bob Dylan na capa do álbum ‘The Freewheelin’. Suze era uma mulher incrível, foi muito interessante ler suas memórias e saber sobre o relacionamento entre eles. Afinal, ela foi seu primeiro amor.”

Anteriormente, imagens divulgadas pela Rolling Stone mostraram vemos Chalamet interpretando o icônico cantor.

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Além de Chalamet, o elenco conta com Edward Norton (‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger e Boyd Holbrook (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.

Com roteiro de Jay Cocks (‘Silêncio’) e direção de James Mangold (‘Logan’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

30 anos de ‘O Rei Leão’ | Produção teve de superar até terremoto para lançar o filme

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Considerado por muitos como a melhor animação da Disney, O Rei Leão completa 30 anos nesta segunda-feira (20). Como todo grande filme, o longa tem uma série de curiosidades de bastidores, mas esse aqui teve uma dificuldade em especial a ser superada, que só mostra o quanto a equipe de animação estava empenhada em fazer dele um sucesso atemporal.

Isso porque a produção teve de enfrentar uma catástrofe natural histórica: o terremoto de Northridge. No texto de hoje, vamos contar um pouco mais sobre esse desastre e como a Disney fez para ‘driblá-lo’. 

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A produção de O Rei Leão começou em 1991 e passou por alguns imprevistos, como a troca de um dos diretores. Porém, seu maior percalço aconteceu em janeiro de 1994, faltando cerca de seis meses para o lançamento do filme. Na reta final da produção, ainda havia muito trabalho a ser feito, só que agora tinha um agravante: o público tinha altas expectativas sobre o longa. Isso porque a Disney bateu o olho no material que já estava pronto e decidiu não lançar um trailer, mas liberar a espetacular sequência de abertura nos cinemas. A resposta do público foi tão positiva que os executivos perceberam que sua previsão de sucesso para Pocahontas não chegaria nem perto do sucesso que O Rei Leão poderia alcançar.

Com essa pressão sobre as costas, eles correram para finalizar o restante do filme o quanto antes, sem dar espaço para atrasos ou coisas do tipo. Porém, em 17 de janeiro de 1994, aconteceu uma catástrofe natural assustadora: o Sismo de Northridge.

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O Sismo de Northridge deixou prejuízos estimados em US$ 20 bilhões. Foto: Reprodução/ FEMA News

Na madrugada daquela segunda-feira (17), um terremoto de magnitude de 6,7 Mw atingiu Los Angeles, destruindo lares, estabelecimentos e estradas. Inicialmente, foi informado que o epicentro do abalo sísmico tinha sido em Northridge (daí o nome), mas depois foi descoberto que o epicentro aconteceu em Reseda.

O desastre natural deixou 57 mortos e mais quase nove mil feridos. Estima-se que o prejuízo financeiro tenha ficado em torno de 20 bilhões de dólares. Por ter acontecido na Califórnia, o terremoto afetou diversas produções de cinema e TV da época. Afinal, havia sets de filmagem na área e estúdios. No entanto, o que comprometeu O Rei Leão foi a questão das estradas.

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Storyboard da sequência da morte de Mufasa feito pela artista Brenda Chapman. Reprodução/ Walt Disney Studios.

Com estradas comprometidas ou fechadas, grande parte da equipe de animadores não tinha como chegar aos estúdios da Disney. E correndo contra o tempo, eles não podiam só deixar de trabalhar. Em meio a uma catástrofe natural, houve um time de animadores que estava por lá que trabalhou em meio ao terremoto. Outros se esforçaram ao máximo e conseguiram chegar lá de trem.

E aqueles que conseguiram chegar ao trabalho acabaram optando por dormir no estúdio para tentar evitar o estresse e a possibilidade de não conseguir voltar no dia seguinte. O problema é que teve uma hora em que os estúdios Disney tiveram de ser fechados, até por questão de segurança. E vale lembrar que a internet ainda estava dando seus primeiros passos, então não tinha como ‘baixar o progresso’ e enviar por computador.

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Diante desse caos, não houve alternativa. Ou eles atrasavam a produção ou trabalhavam de casa. E aí foi uma correria logística para conseguir dividir o trabalho entre a equipe e levar as peças para as casas do artistas. Dessa forma, o filme foi sendo finalizado nas garagens dos animadores, que ainda tinham que lidar com a incerteza de novos tremores.

No fim das contas, tudo deu certo e nenhum animador se feriu. O filme conseguiu ser finalizado e foi perfeitamente entregue no tempo planejado. Para melhorar um pouco a autoestima dos trabalhadores, o resultado foi louvado pela crítica, que definiu O Rei Leão como um dos melhores filmes de todos os tempos.

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O Rei Leão está disponível no Disney+.

Kevin Bacon revela que NÃO está interessado em um revival do clássico ‘Footloose’

O ano de 1984 foi acompanhado do lançamento de diversas produções que, em pouco tempo, se tornariam clássicos da época – como ‘Um Tira da Pesada’, ‘Ghostbusters’‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’ e outros.

Entretanto, enquanto boa parte dessas franquias ganhou revival nas décadas subsequentes, Footloose parece que não fará parte desse grupo.

Em entrevista ao Cinema Blend, o astro Kevin Bacon, que faz parte do elenco do recém-estreado ‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’, revelou que não tem interesse em reprisar seu papel como Ren McCormack em uma possível revisitação do icônico drama musical.

“[Ren] não vai voltar”, ele disse. “Digo, eles fizeram outro Footloose. Não acho que muitas pessoas tenham assistido, mas eles fizeram. Particularmente, não estou interessado… Não sei. Acho que este [‘Um Tira da Pesada 4’] faz muito mais sentido”.

Lembrando que Bacon integra o elenco de ‘Um Tira da Pesada: Axel Foley‘, já disponível na Netflix.

O detetive Axel Foley (Eddie Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

RUMOR: Jason Momoa pode interpretar o Lobo em ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’

Dia após dia, detalhes sobre o novo DCU vem à tona – principalmente sobre um dos projetos mais ambiciosos desse universo super-heroico, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

Segundo o famoso insider Daniel Richtman, a mais recente informação acerca do longa-metragem inclui uma participação de Jason Momoa (que interpretou Aquaman no extinto DCEU), em um personagem cuja descrição ressoa à risca com o icônico personagem Lobo.

Para aqueles que não conhecem, Lobo foi criado por Roger SliferKeith Giffen e fez sua estreia na DC Comics em 1983, na edição Omega Men #3. Um alienígena do planeta de Czarnia, o personagem trabalha como um mercenário interestelar e um caçador de recompensas e foi introduzido, a princípio, como vilão. Entretanto, sua aparição foi diminuindo pouco a pouco até ser ressurgido nos anos 1990 como caçador de recompensas, dotado de incrível força e resiliência.

Arrogante e ególatra, Lobo tem um apreço considerável pela violência desmedida e pela intoxicação, utilizando do assassinado como “fins para um meio”. Ele é o último de sua raça, tendo matado os outros Czarnianos por pura diversão.

Vale lembrar que nada foi confirmado pelo estúdio ou pelos co-CEOS Peter SafranJames Gunn. Dessa forma, acate as informações como rumores.

Lembrando que a Warner Bros. Pictures e a DC Studios confirmaram que Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de Cruella eEu, Tonya, vai dirigir ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

O filme estrelado por Milly Alcock, de ‘A Casa do Dragão’, chega aos cinemas em 26 de junho de 2026. 

Gunn, em uma coletiva de imprensa da DC Studios no ano passado, destacou a diferença entre Superman e Supergirl: “vemos a diferença entre Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde que era um bebê, versus Supergirl, que foi criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de formas terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, e então veio para a Terra quando era uma menina. Ela é muito mais hardcore; ela não é exatamente a Supergirl que estamos acostumados a ver”.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido filmes comoDinheiro Fácil, Eu, Tonya, Cruella, A Garota Ideal e Arremesso de Ouro.

Ana Nogueira fica responsável pelo roteiro.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

Após ‘MaXXXine’, Ti West já tem ideia para 4º filme da franquia ‘X – A Marca da Morte’

Ti West (‘A Casa do Demônio’) revelou que já tem uma “ideia estranha” para um possível quarto filme da franquia iniciada por ‘X – A Marca da Morte‘.

O diretor, no entanto, afirmou que irá se concentrar primeiro em ‘MaXXXine‘, sequência direta do primeiro filme que dará continuidade à jornada da personagem titular vivida por Mia Goth.

“Eu tenho uma ideia estranha para um quarto filme que faria sentido se eu explicasse. Veremos o que vai acontecer. Vamos lançar ‘MaXXXine’ primeiro. Se os espectadores gostarem, veremos o que faremos a partir daí.” 

“Eu suponho que eu sempre vou estar interessado em me distanciar desses filmes e então depois voltar para eles, porque tenho muito orgulho da trilogia, e eu acho que Mia também tem”, disse West ao The Playlist.  

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma aprovação de 75%.

Os críticos elogiaram o filme de maneira geral, destacando especialmente o desempenho da protagonista, Goth.

Confira os principais comentários:

MaXXXine frequentemente aborda, às vezes de maneira desajeitada, mas na maioria das vezes com precisão, a questão da objetificação e humilhação das mulheres em Hollywood, tanto por parte de atores e diretores, quanto pela minimização do gênero de terror”, disse Damon Wise do Deadline.

Maxxxine, tão divertido quanto o filme possa ser ao mergulhar na nostalgia dos anos 80 à meia-noite, apresenta uma estrutura moral que é ao mesmo tempo mais tradicional e mais frágil”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“No final das contas, este é o espetáculo de Mia Goth e os fãs não aceitariam de outra forma. Ela é uma presença magnética que reforça seu domínio como uma nova estrela do terror, capaz de infligir punições tanto quanto recebê-las”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“A trilogia X de West provavelmente será lembrada na história como uma das mais prolíficas empreitadas de terror da década. Certamente, cada um terá seus favoritos distintos e, embora MaXXXine possa não ser o preferido de todos aqui, certamente terá seus fãs dedicados”, disse Jamie Jirak do ComicBook.

“Há camadas complexas que Goth precisa explorar, e ela cria um personagem multifacetado que é simultaneamente vítima e sobrevivente”, disse Tatiana Hullender do
Screen Rant.

“Bacon e Debicki se deleitam em seus papéis, enquanto Goth se diverte intensamente como a personagem principal, uma mulher que sabe se impor. E se você está aqui pela carnificina, MaXXXine certamente saciará seu desejo por sangue”, disse James Mottram da Total Film.

“O resultado é um cataclismo erótico de mortes impressionantes, uma estética de tirar o fôlego, e mais uma atuação poderosa de Mia Goth, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

“Estiloso e divertido, mas o mais fraco da trilogia”, disse Chris Bumbray do JoBlo’s Movie.

O novo filme será ambientado durante os anos 80, e seguirá Maxine Minx, ex-estrela de filmes pornô e aspirante a atriz, que finalmente consegue sua grande chance em Hollywood. Mas quando um assassino misterioso espreita a cidade, uma trilha de sangue ameaça revelar o passado sinistro dela.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho, uma semana após sua estreia nos EUA.

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

Opinião | Nos 30 anos de ‘O Rei Leão’, sucesso da Disney segue como a mais bela animação 2D já feita

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Por mais assustador que possa parecer para algumas gerações, O Rei Leão está completando 30 anos de lançamento. Ícone das animações da década de 90, a história do pequeno Simba, que viu seu pai ser morto em um golpe do tio para assumir o trono, teve de fugir para sobreviver e retornou após um tempo para tomar o que era seu por direito, encantou crianças e adultos com uma trama madura e aquele que talvez seja o auge da animação 2D.

No entanto, é curioso saber que a própria Disney não levava tanta fé no projeto. Inicialmente, os executivos acreditavam que a grande animação daquele ciclo seria Pocahontas (1995). Por conta disso, eles direcionaram os principais profissionais da casa para trabalharem no projeto, deixando a ‘segunda divisão’ para conduzir O Rei Leão. Esse tipo de visão de mercado ‘equivocada’ parece ter sido algo comum entre os estúdios de animação nos anos 90, já que a DreamWorks fez a mesmíssima coisa com Shrek (2001) e O Príncipe do Egito (1998), achando que o épico bíblico seria um sucesso estrondoso e que a animação 3D escrachada seria um fracasso.

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Originalmente, George Scribner (Oliver e sua Turma) e Roger Allers (A Bela e a Fera) dirigiriam o filme. Só que houve algumas divergências entre a dupla. Durante as viagens que fizeram ao Quênia em 1991, os diretores decidiram buscar inspiração no mito de Osíris, o Deus da Agricultura egípcia e juiz dos espíritos, para contar a história do leão. Diante da seriedade da trama, George queria fazer um filme mais sóbrio e focado nas traições. Do outro lado, vendo a riqueza da cultura queniana e a possibilidade visual de brincar com os animais africanos, Roger queria fazer um musical mais alegre.

Nessa queda de braço, Roger saiu vencedor. Ele respeitou a sobriedade proposta por George, que saiu do projeto e deu lugar a Rob Minkoff, que havia trabalhado em curtas de Roger Rabbit. Junto a Allers, Minkoff trabalhou bem a condução da trama, conseguindo espaço para as brincadeiras musicais e para a densidade da trama. Foi com a nova dupla também que a equipe criativa conseguiu adicionar elementos de Hamlet, a clássica tragédia de William Shakespeare.

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Com um projeto melhor encorpado, o time de animadores passou a frequentar bastante o zoológico de Los Angeles para entender melhor a movimentação dos animais. Afinal, era mais barato pagar um táxi para o Zoo do que dezenas de passagens para o Quênia. O time trabalhou de forma árdua para conseguir passar ao projeto a grandiosidade que ele merecia. Isso ficou nítido na sequência de pura tensão do estouro da manada de Gnus, que termina com a morte de Mufasa (James Earl Jones). Só essa sequência demorou cerca de três anos para ser concluída, dada a quantidade absurda de animais em tela e a dificuldade de trabalhar a movimentação deles.

Mas o ponto mais interessante dessa relação entre animadores e o filme foi a atuação de Jeremy Irons. O ator foi chamado para interpretar o vilão do longa, e seu trabalho foi tão impressionante que os animadores pegaram vídeos dele fazendo ‘caras e bocas’ para estudar melhor suas expressões faciais e adaptá-las à cara de Scar.

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Mais do que o trabalho espetacular do elenco original do filme, o Brasil contou com um elenco inspiradíssimo para entregar aquela que é uma das dublagens mais assustadoramente incríveis da história dessa arte no país. Com destaque para o trabalho sobrenatural do saudoso Jorgeh Ramos – que era também o locutor oficial de trailers do Brasil na época, a dublagem brasileira foi considerada pela própria Disney como a melhor versão do filme.

O engraçado dessa situação é que o estúdio realizou uma festa com os atores do mundo inteiro nos parques da Disney para comemorar o sucesso. Logo Jorgeh, que recebeu carta do estúdio louvando sua atuação, não compareceu. Ele tinha medo de avião e não encarou as 14 horas de viagem até os EUA.

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No fim das contas, as investidas de Roger Allers foram fundamentais para o sucesso do filme. Apesar de ter uma densidade dramática incomum para as animações da Disney, os escapes musicais e a dose cavalar de alívios cômicos deu um equilíbrio ao filme que criou laços quase familiares com o público. Para a geração que cresceu nos anos 90, assistir O Rei Leão é como fazer uma viagem a um parque de diversões com um ente querido. Você ri, você chora, você se diverte e emociona. Se alguém puxar ‘Hakuna Matata’ em um ônibus de qualquer parte do mundo, haverá pelo menos uma pessoa no ambiente que murmurará – ou cantará com empolgação – a música.

O filme também foi o primeiro contato de muitas crianças com o luto, aprendendo a lidar com a complexidade dessa emoção por meio de um animação infantil. Tudo isso com traços completamente fora de série, flertando com o realismo, mas sem abrir mão da personalidade das animações Disney. E hoje, 30 anos depois, tendo passado pelo teste do tempo e de gerações, O Rei Leão permanece como a animação 2D mais bela já feita e provavelmente um dos filmes mais espetaculares da história do cinema.

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O Rei Leão está disponível no Disney+.

 

‘Deadpool & Wolverine’ será para maiores de 18 no Brasil; Menores de 16 NÃO PODERÃO ASSISTIR NEM ACOMPANHADOS!

Falta menos de um mês para a estreia de ‘Deadpool & Wolverine‘, e foi revelado que o filme pegou a classificação para maiores de 18 anos no Brasil.

A autorização de acesso a obras classificadas como “não recomendado para menores de 18 (dezoito) anos” poderá ser feita apenas para adolescentes com idade igual ou superior a 16 (dezesseis) anos.

Menores de 16 anos não poderão assistir ao filme nem com autorização e nem acompanhados.

A classificação indicativa tem natureza pedagógica e informativa, capaz de garantir à pessoa e à família conhecimento prévio para escolher diversões e espetáculos públicos adequados à formação de seus filhos, tutelados ou curatelados.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

Através do Twitter, uma página dedicada a novidades sobre o Mutante Tagarela divulgou que os personagens ganharam estátuas em tamanho real no shopping New York City Center, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Confira:

De acordo com o Deadline, projeções recentes indicam que a aguardada adaptação deve arrecadar entre US$ 160-165 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O longa deve superar o lançamento do primeiro filme da franquia – que havia arrecadado US$ 132.4 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano –, tornando-se a maior abertura para um filme para maiores (R) na história do país.

O site ainda afirma que o filme deve abrir com US$ 19 milhões na pré-estreia.

Para termos de comparação, o valor está acima de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, mas 15% abaixo de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Além disso, ‘Deadpool & Wolverine‘ também deve se tornar a maior estreia da carreira de seus dois protagonistas, Ryan Reynolds e Hugh Jackman. Atualmente, o maior lançamento de Reynolds é ‘Deadpool‘, enquanto o maior de Jackman é ‘X-Men: O Confronto Final‘ (US$103M).

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

O Rei Leão – 30 Anos | O legado de uma das MELHORES animações da história

Desde 1937, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, os estúdios Walt Disney sagraram-se como um dos principais impérios da animação, fomentando uma hegemonia cinematográfica que se estendeu por bastante tempo – até entrar em um forte declínio a partir de meados dos anos 1960, com uma sucessão de fracassos fílmicos que colocaram em xeque a credibilidade da companhia. Entre os anos de 1984 e 1989, a Casa Mouse passou por uma profunda reestruturação que culminaria em sua própria Renascença – tendo início com ‘A Pequena Sereia’ e estendendo-se até o início dos anos 2000, com a virada do século e a popularização das animações em 3D.

Nesse breve período de sucessos constantes, um dos emblemas de maior reconhecimento crítico e financeiro é, sem sombra de dúvida, O Rei Leão. Lançado há trinta anos, são inúmeros os especialistas e os inveterados fãs da sétima arte que classificam o projeto como um dos melhores da história – e não é por qualquer razão: a obra ajudou a calcar a animação como arte em si, ao lado de outras incursões do gênero, e emerge como uma das melhores adaptações livres da obra de William Shakespeare (conquistando inúmeros prêmios e imortalizando um legado que estende-se até hoje, visto que ganharemos um live-action de origem focado na história do grande rei Mufasa).

A trama é inspirada em ‘Hamlet’, bem como no ramo Osírio da mitologia egípcia, e acompanha Simba (Jonathan Taylor Thomas na versão mais jovem e Matthew Broderick na versão mais velha), um jovem leão que é filho do rei Mufasa (James Earl Jones), e está destinado a tomar o trono quando for necessário. Todavia, a soberania da família é colocada em xeque através do invejoso Scar (Jeremy Irons), irmão de Mufasa, arquiteta um plano maquiavélico para assassinar Mufasa e Simba e, por fim, usurpar o controle do reino e tomar a coroa para si.

Mesmo três décadas depois de seu lançamento, o longa continua a ser revisitado e redescoberto por públicos de várias gerações – e sua popularidade inexplicável é o motivo do remake em live-action de 2019 ter atraído tantas pessoas aos cinemas mais uma vez, instigadas por ver a clássica narrativa ganhar uma roupagem diferente. E uma das sequências mais marcantes do projeto é quando o plano de Scar é colocado em prática, ocasionando não apenas a morte de Mufasa por um estouro de manada de bisões, mas na subsequente fuga de Simba e em seu triunfal retorno para livrar a Pedra do Orgulho do governo tirânico do tio. Não é surpresa que a cena arranque lágrimas pelo conjunto através do qual foi construída, tanto na melancólica trilha sonora de Hans Zimmer, quanto na atuação certeira dos dubladores.

E isso não é tudo: a dupla de diretores Roger Allers e Rob Minkoff segue à risca os arcos de Shakespeare em ‘Hamlet’, mas aproveitam para incrementar a história com doses significativas de humor e sendo acompanhados por um time musical que inclusive contou com as habilidosas mãos do lendário Elton John. E, se Simba foi delineado como o personagem titular da tragédia, todos os outros personagens também seriam, ainda que com uma carga dramática reduzida: é possível ver o antagonista Claudius na pele de Scar, enquanto Timão (Nathan Lane) e Pumba (Ernie Sabella) encarnam Rosencrantz e Guildenstern, aliados de Hamlet; e, de fato, podemos ver um pouco de Ofélia em Nala (Moira Kelly), apesar de sua delineação ter sido mais inspirada em Ísis, considerando que ela não cede à insanidade e é delineada com mais resiliência.

Cada engrenagem é pensada com exímia cautela e torna-se emblema do suprassumo artístico e técnico da Disney – o que é irônico, considerando que o projeto estava em segundo plano à época de seu desenvolvimento e que ‘Pocahontas’ (uma das maiores decepções críticas e comerciais da Casa Mouse) era o foco do estúdio. Funcionando como uma espécie de back-up, foi O Rei Leão quem dominou as telonas, arrecadando mais de US$968 milhões mundialmente (incluindo os relançamentos) e levando duas estatuas do Oscar para casa, exceto de Melhor Animação, visto que a categoria ainda não existia. Como se não bastasse, o título é um dos únicos três da Disney a ter levado o prêmio de Melhor Filme – Musical ou Comédia no Globo de Ouro antes da instituição de uma categoria para o gênero.

Um dos outros pontos que chamam nossa atenção é o modo como a equipe por trás do projeto apostou fichas em uma celebração da cultura africana – algo que, para a época, representava uma mudança significativa na imagética da própria Disney. Os nomes dos personagens, por exemplo, foram inspirados na língua suaíli, enquanto a faixa “Circle of Life” abre com uma estrofe cantada pelo compositor Lebo M em zulu; tal estética foi ampliada para a adaptação musical na Broadway, estendendo-se para os figurinos e a maquiagem dos atores; enquanto Beyoncé, em 2020, lançou o documentário ‘Black Is King’ como uma celebração da narrativa e como forma de ampliar os conceitos do remake em live-action, esquadrinhando dança, moda, estilos musicais e outros aspectos artísticos.

Trinta anos depois, O Rei Leão permanece em um status de existência quase inalcançável, em uma beleza ímpar e atemporal que é emulada por diversos títulos posteriores. Não é surpresa que a animação esteja na lista dos filmes favoritos de qualquer apaixonado por cinema – motivo pelo qual continua imortalizado.

‘Bridgerton’: Diretora de elenco revela ter recebido diversas fitas de SEXO como audição

Em entrevista ao Should I Delete That?, Kelly Valentine Hendry, diretora de elenco da popular série ‘Bridgerton‘, revelou ter recebido algumas fitas de audição absolutamente chocantes.

Ela afirmou que já recebeu diversas fitas sexuais e fotos de pessoas basicamente peladas, que já querem mostrar que não são tímidas na possibilidade de gravar as cenas mais quentes da série.

“Eu já recebi os vídeos mais inacreditáveis e não solicitados. São vídeos de sexo, basicamente. Não é sexo de verdade, mas são filmagens muito realistas. Também não são fotos de pessoas realmente peladas, mas isso não está muito distante da realidade. É triste, realmente.”

Ela também revelou que recebe vídeos sexuais em suas redes sociais diariamente, chegando a lotar 90% de seus mensagens.

Bridgerton está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros também estrelam.

‘O Urso’: 3ª temporada ganha teaser INÉDITO com comentários da crítica; Confira!

A 3ª temporada de O Urso, estrelada pelo ator Jeremy Allen White (‘Shameless’), chega este mês ao catálogo do Disney+ Brasil – e, agora, foi divulgado um teaser inédito com os comentários da crítica.

Lembrando que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de julho na plataforma de streaming.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a nova leva de episódios abriu com 94% de aprovação com base em 63 reviews – mas amargou apenas 59% de aprovação por parte do público.

Os críticos em geral elogiaram a terceira temporada por manter a excelência do programa, mas apontaram que o novo ano é inferior aos anteriores.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“‘O Urso’ ainda alcança momentos de transcendência na jornada dos seus personagens em busca de excelência profissional e crescimento pessoal, mas o programa mostra-se mais imperfeito do que sua aclamação efusiva poderia sugerir”, disse Alison Herman da Variety.

“Episódio por episódio, a terceira temporada de ‘O Urso’ está à altura do melhor que o programa já apresentou. Talvez até melhor”, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“O novo ano de ‘O Urso’ não alcança exatamente o triunfo decadente da segunda temporada, mas em seus momentos de profunda introspecção emocional, ainda é — para usar uma comparação comum na gastronomia — notavelmente delicado. Talvez isso seja suficiente por enquanto”, disse John Nugent da Empire.

“O elenco continua esplêndido e a narrativa é sombria e lírica, de uma maneira que tanto desafia quanto recompensa o público por estar atento aos pequenos detalhes. O que ‘O Urso’ perdeu é o elemento de surpresa que marcou sua estreia”, disse Brian Lowry da CNN.

“Em seu auge, ‘O Urso’ continua inovador, excelente e tão habilmente retratado que assistir pode ser uma verdadeira delícia. No entanto, em alguns momentos, a temporada também parece confusa, exagerada e inconsistente”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.

“Desta vez, a maior aposta do programa é perseguir corajosamente a disfunção, ao mesmo tempo em que permite espaço para graça e crescimento”, disse Lili Loofbourow do The Washington Post.

“A terceira temporada de ‘O Urso’ não consegue encontrar o equilíbrio ideal, como fez a temporada anterior, mas serve pratos suficientemente satisfatórios para manter os espectadores interessados até que as coisas realmente peguem fogo novamente”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Este é o tipo de programa que inspira um afeto profundo e, mesmo com seus defeitos, sinto um grande carinho por ‘O Urso’ . No entanto, sinceramente, este não representa o ápice da série”, disse Rebecca Nicholson do The Guardian.

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘F1’: Filme de Fórmula 1 estrelado por Brad Pitt ganha pôster e data para lançamento do trailer; Confira!

Através do Twitter, a página da Fórmula 1 divulgou o cartaz oficial de ‘F1‘, filme de Joseph Kosinski (‘Top Gun: Maverick’) que traz Brad Pitt como um ex-piloto de Fórmula 1 que retorna ao mundo do automobilismo.

Além disso, a publicação confirma que o trailer será lançado no próximo domingo (07).

Confira:

Segundo o Deadline, a Apple Original Films fechou um acordo com a Warner Bros. Pictures para o lançamento nos cinemas, marcado para 27 de junho de 2025. .

Antes, os filmes da Apple eram lançados nos cinemas pela Sony.

Orçado em cerca de US$ 300 milhões, o longa é considerado a maior aposta da Apple Studios, até o momento.

Além de Pitt, o elenco conta com Javier Bardem (‘Duna’, ‘A Pequena Sereia’), Damson Idris, Kerry Condon e Tobias Menzies, prometendo uma combinação de talentos de peso.

Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, comentou sobre a produção:

“As filmagens vão acontecer em Silverstone, e esse será a primeira produção de Hollywood a realizar gravações internas durante um evento real”.

Em parceria com a F1, a Apple divulgou as imagens do carro APXGP, que será utilizado por Pitt durante as filmagens do longa. Confira:

‘Casamento às Cegas Brasil’: Fãs reagem aos novos episódios do reality show; Confira!

casamento as cegas uma nova chance netflix
casamento as cegas uma nova chance netflix

Os novos episódios da 4ª temporada de ‘Casamento às Cegas Brasil‘, intitulada ‘Uma Nova Chance’ já estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Assumindo a 1ª posição entre as séries mais assistidas da semana, a produção agora gira em torno de participantes divorciados, separados ou que viveram um noivado que fracassou.

Assim como nas temporadas anteriores, os participantes são confinados e precisam encontrar seus maridos ou suas esposas através de cabines, que os isolam completamente.

Após o pedido de casamento, eles são levados para a vida fora dos estúdios para descobrirem se o sentimento desenvolvido às cegas combina com a atração física.

E é claro que os novos episódios já estão dando o que falar entre os assinantes da plataforma.

Confira as reações:

‘O Imaginário’: Animação já esta disponível na Netflix!

o imaginario 02
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O Imaginário, novo filme de animação da Netflix, já chegou à plataforma de streaming.

O longa foi lançado hoje, 05 de julho, no catálogo do serviço.

Dirigido pelo renomado animador Yoshiyuki Momose (conhecido por ‘A Viagem de Chihiro‘), o filme promete encantar os espectadores com sua história cativante.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“‘O Imaginário’ explora a humanidade e a criatividade através dos olhos da jovem Amanda e seu amigo imaginário, Rodger. Juntos, eles vivem aventuras fantásticas que começam no sótão de casa, descobrindo um mundo mágico repleto de criaturas e lugares surpreendentes. No entanto, esse universo imaginário é ameaçado por uma força sinistra que coloca em risco não apenas o mundo encantado, mas também a amizade dos dois”.

O longa conta com as vozes de Kokoro Terada, Rio Suzuki e Sakura Ando.

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