O aclamado ator Nicolas Cage, conhecido por sua atuação em ‘A Lenda do Tesouro Perdido’, está prestes a liderar uma visão perturbadora e sombria da infância de Jesus em ‘The Carpenter’s Son’ (O Filho do Carpinteiro, em tradução livre). A direção ficará a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).
Segundo o Deadline, o longa se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional. A trama “conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.”
Nicolas Cage dará vida ao Carpinteiro, pai de Jesus. A cantora e compositora FKA twigs (‘Honey Boy’) será a Mãe. Já o jovem ator Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’)
interpretará o Menino.
As filmagens de estão programadas para começar este ano.
O trailer de ‘Superman’, o novo filme de James Gunn, tem sido um grande sucesso, gerando muita empolgação entre os fãs por marcar o início do DCU nos cinemas.
Inspirado pelo entusiasmo, Trevor Carlee, que se tornou famoso pelas animações em LEGO, decidiu recriar o trailer.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.
O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.
‘Superman’, longa de James Gunn que marca oficialmente o início do DCU, chega aos cinemas esta semana com uma estreia positiva no Rotten Tomatoes. O filme conquistou uma aprovação de 84% da crítica especializada, baseada em 116 análises.
Os críticos, em sua maioria, destacaram o longa como extremamente divertido e elogiaram o trabalho de James Gunn por conseguir abraçar as raízes dos quadrinhos, ao mesmo tempo em que traz um novo fôlego ao gênero de super-heróis, que já parecia saturado.
“Por todos os aspectos, a encantadora releitura de Gunn sobre o mito do Superman acerta em cheio, conquistando até mesmo um crítico já exausto de filmes de super-heróis”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.
“É preciso muita coragem para criar um blockbuster bilionário de Hollywood que, ao mesmo tempo, tenha a cara de um excêntrico filme B de ficção científica”, disse Nicholas Barber da BBC.
“Para mim, além de ser um excelente entretenimento, o filme carrega uma reflexão poderosa sobre quem somos, o que estamos nos tornando e os ideais aos quais deveríamos aspirar”, disse Pete Hammond do Deadline.
“Gunn orquestra uma saga de super-herói complexa e envolvente, ao mesmo tempo emocionante e, em alguns momentos, exaustiva. Ainda assim, é o tipo de filme que deve atrair multidões aos cinemas”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“A visão de Gunn sobre essa mitologia, e a forma como ele a utiliza para declarar suas intenções em relação ao futuro desse vasto universo de propriedades intelectuais, é, em grande parte, envolvente e eletrizante”, disse David Fear do Rolling Stone.
“Este novo Superman resgata os visuais vibrantes, o humor afiado, as tiradas inteligentes durante as batalhas e a leveza encantadora dos quadrinhos clássicos”, disse Scott Phillips da Forbes.
“O que torna Superman eficaz é justamente o que fez as outras adaptações de Gunn tão queridas: como cineasta, ele não hesita em abraçar os elementos dos quadrinhos que estão na essência da obra original”, disse Spencer Perry do ComicBook.
“É uma reinvenção triunfante do personagem, que resgata um Superman mais esperançoso e otimista, inserindo-o em um universo de quadrinhos propositalmente estranho, trazendo uma refrescante originalidade em meio aos últimos vinte anos de produções de super-heróis”, disse Jordan Farley do Games Radar.
‘Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.
O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.
A 3ª temporada de ‘One-Punch Man’ chegou ao fim no último domingo e já está disponível na Netflix. Agora, o perfil oficial do anime anunciou que a temporada terá uma Parte 2, com estreia prevista para 2027.
Os novos episódios darão continuidade ao arco da Associação dos Monstros, mostrando os heróis da Classe S, ao lado de Saitama, enfrentando os temíveis executivos da organização e o caçador de heróis Garou.
— アニメ「ワンパンマン」公式 / Anime ONE PUNCH MAN Official (@opm_anime) December 28, 2025
A equipe da 2ª temporada retorna para a produção da 3ª temporada, com a animação novamente sob responsabilidade da J.C. Staff.
Chikashi Kubota cuidará dos designs dos personagens, ao lado de Shinjiro Kuroda e Ryosuke Shirakawa. Tomohiro Suzuki será responsável pelos roteiros, e Makoto Miyazaki pela música.
A atriz Millie Bobby Brown, que cresceu diante dos olhos do mundo como a Eleven de ‘Stranger Things’, abriu o coração recentemente sobre o impacto emocional de se despedir do fenômeno da Netflix. Em entrevista à Variety, a estrela revelou ter enfrentado um período delicado após o encerramento das gravações.
“Entrei em uma leve, bem leve depressão. Foi muito difícil para mim. Eu não esperava sentir isso depois que a série acabou. Sou uma pessoa muito alegre”, revelou.
Diante do turbilhão de sentimentos, Brown contou que passou o mês de janeiro ligando e se reconectando com seus colegas de elenco de ‘Stranger Things’ para garantir que a forte ligação construída nos bastidores não se perdesse com o fim do projeto.
“Eles provavelmente acharam que eu estava louca. Eu ficava tipo: ‘Nós ainda somos amigos, certo? Vocês não vão parar de falar comigo agora, vão?’ Eu dizia: ‘Desculpem se alguma vez eu magoei vocês’, e tentava consertar qualquer coisa. ‘Já se passaram 10 anos, e eu realmente quero continuar sendo amiga de vocês. Vocês são como meus irmãos'”, brincou.
A ficha do encerramento caiu de vez durante uma viagem: “Então eu estava na praia, era um lugar lindo, e simplesmente sentei lá chorando. Foi um período muito difícil para mim”.
Para Millie, o processo de desapego é complexo porque a série ocupou a maior parte de sua vida consciente.
“E ninguém jamais vai entender isso completamente. Comecei a série quando tinha 10 anos, e essa personagem era parte de mim. Essas pessoas estavam mais presentes na minha vida do que minha própria família. Eu via essas pessoas mais do que via minha família durante o jantar em casa. Dizer adeus a isso depois de 10 anos foi algo extremamente emocionante, e vou sentir mais falta da Eleven do que qualquer outra coisa”, concluiu.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo, Sadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.
O diretor de ‘Logan‘, James Mangold, deve dirigir um filme sobre a vida do cineasta e comediante Buster Keaton. De acordo com o Deadline, Mangold e a Fox estão desenvolvendo um projeto sobre Keaton, do qual o cineasta está definido para dirigir e produzir o longa.
O filme será baseado no livro ‘Buster Keaton: Cut to the Chase‘, de Marion Meade. Como o filme ainda está em desenvolvimento, nenhum detalhe adicional sobre o projeto está disponível no momento.
Joseph Frank “Buster” Keaton é um dos grandes ícones do cinema e entretenimento americano. Keaton foi um pioneiro durante os primeiros dias do cinema mudo e é conhecido até hoje por alguns de seus feitos de dublê e de comédias físicas durante sua carreira, em filmes como ‘A General‘ e ‘Sherlock Jr.‘. É uma grande estrela e também visto como um dos maiores diretores da história do cinema.
‘Indiana Jones 5‘, também dirigido por James Mangold, está atualmente programado para chegar aos cinemas no dia 30 de junho de 2023.
Preferências e fanatismos a parte, desde o início da oitava geração, com o caminhar dos lançamentos e das projeções mercadológica, a Sony liderou e deve continuar no pódio de vendas, na área de consoles, por um bom tempo. Essa predominância já havia ocorrido anteriormente com o Playstation 1 e também com o Playstation 2, esse de maneira ainda mais intensa.
Apenas na sétima geração, quando meteram os pés pelas mãos, com o Playstation 3, onde a Microsoft “liderou”, merecidamente, durante um bom tempo, é que eles se deram mal. Mas, ainda assim, no final da carreira do terceiro console, a Sony investiu pesado em exclusivos, em uma máquina mais barata e recuperou o prestígio, tanto que passou o número de vendas do próprio Xbox 360.
E coloquei aspas na liderança momentânea do Xbox 360 porque, obviamente, a Nintendo foi a líder de vendas da 7ª geração com folga por causa do Nintendo Wii, mas que tinha outra proposta em relação aos concorrentes.
Porém, com a Sony estabelecida no mercado de videogames, é fácil a gente pensar que a empresa sempre teve tato para isso… Mas não é bem assim, pois antes de se aventurarem no ramo, como muitos devem saber, eles haviam trabalhado com a Nintendo desenvolvendo componentes e periféricos para eles, e só depois com uma racha entre as empresas que a Sony resolveu lançar o seu próprio console.
Acreditem, muita gente fazia piada na época da chegada do PlayStation, diziam que a Sony era marca de TV e de som, e que eles não entendiam nada de videogames. Porém, contratando os profissionais certos, fazendo parcerias com grandes estúdios e contando com a arrogância da própria Nintendo, a companhia conseguiu chegar no patamar atual.
Logo no Playstation 1, os caras já conseguiram emplacar diversos clássicos que foram exclusivos na plataforma. Aliás, a exclusividade com algumas desenvolvedoras sempre foi um dos grandes trunfos da Sony. Títulos como ‘Metal Gear Solid’, ‘Final Fantasy VII’, ‘Silent Hill’, ‘GTA’ e ‘Gran Turismo’ ficavam restringidos ao Playstation, já que para joga-los, você tinha que ter a máquina. Isso sem contar com os jogos multiplataformas que venderam pra valer só no Playstation, exemplos como ‘Castlevania Symphony of the Night’, ‘Resident Evil 2’, ‘Tomb Raider’ e outros mais falam por si só.
Precisavam de um símbolo
Porém, assim como a Sega e a Nintendo, a empresa precisava de algo que representasse sua marca de maneira tão querida quanto o Sonic e o Mario. Um símbolo em definitivo.
Então, mesmo já entrando em desuso, essa coisa de usar animais antropomórficos bonitinhos em jogos de plataforma, o hoje clássico ‘Crash Bandicoot‘ foi um tremendo sucesso. Vendeu quase 7 milhões de unidades, conquistou o coração dos gamers no mundo todo e ganhou diversas continuações – inclusive mais três no próprio Playstation original, contando com Crash Team Racing.
Ainda assim, Crash era visto como um Sonic e Mario wanna be. Foi exatamente nesse jogo que nasceu a parceria com o também hoje renomadíssimo estúdio, a Nauty Dog, que é sem duvida o carro chefe da empresa atualmente por criar franquias como ‘Uncharted’ e ‘The Last of Us’.
É, mas antes de chegarem nesses jogos tão adorados hoje em dia, no meio do caminho tinha o Kratos; tinha o Kratos no meio do caminho… Pois é, eis que somente no Playstation 2, exatamente em 2005, a Sony teria enfim o jogo, a franquia, o personagem que seria o seu maior símbolo. Diferente de ‘Crash Bandicoot’, ‘God of War’ ainda é o jogo que melhor sintetiza a essência do Playstation.
Não é o melhor game da companhia, quer dizer, até pode ser para alguns, mas indiscutivelmente é nele que vemos as características recorrentes na maioria dos grandes títulos da Sony. É uma produção repleta de cenas cinematográficas; set pieces ambiciosas e momentos megalomaníacos. O gameplay eletrizante utiliza de várias ferramentas audiovisuais para causar um impacto catártico nos jogadores. É instantâneo, você bate o olho em ‘God of War’ e na hora lembra do Playstation!
Como o lançamento de ‘God of War Ragnarok’, que deve continuar a saga de Kratos por Asgard e manter o nível do game anterior que ganhou o prêmio de Jogo do Ano, a gente resolveu relembrar aqui como tudo isso começou, de onde vieram as primeiras ideias do jogo. Quais foram as principais influencias que os desenvolvedores tiveram e como ao longo do tempo esses jogos influenciaram na indústria de maneira geral.
A origem de tudo
Tudo começou a ser planejado ainda em 2002, com a Santa Monica Studios elaborando algumas mecânicas para um jogo de hack and slash com temática mitológica grega. Mesmo naquele tempo várias ideias que seriam recorrentes no produto final já haviam sido pensadas, como as habilidades especiais da cabeça da Medusa, do raio de Zeus e os embates contra criaturas como os ciclopes gigantes.
Mas a coisa só andou mesmo quando um maluco chamado David Jaffe entrou para o time. Ele que na geração anterior foi responsável pelo insano jogo de confronto de carros, ‘Twisted Metal’. E nessa vibe louca ele trouxe vários conceitos que seriam marcas registradas de ‘God of War‘.
A personalidade do Kratos, aquele jeitão sempre emburrado, agressivo e o modo brutal nas lutas sempre foram coisas pensadas por Jaffe. E algo recorrente em entrevistas é como a equipe fala que ele sempre queria todo mundo participando do processo de criação do game.
Algo no mínimo curioso, pois é preciso dizer que, atualmente, David Jaffe é um cara meio relegado na indústria, com seguidos projetos fracassados e tudo mais. O último dele foi ‘Drawn to Death’, aquele multiplayer online todo cartunizado em páginas de caderno, com alguns tubarões atirando uns nos outros. Enfim, é uma maluquice tremenda.
Aliás, as más línguas hoje citam que muito do sucesso de ‘God of War‘ se deu pela equipe segurar as doideiras do camarada. Boatos ou não, David Jaffe é um cara que já tem seu nome marcado na indústria dos games e teve sacadas fantásticas. A própria Santa Monica e ele pensavam em fazer um jogo de ação que reunisse outros elementos como puzzles, navegação ampla pelos cenários e os famosos quick time events.
Claro, tudo isso precisava ser embalado por muitas batalhas cheias de impacto e trazer um clima apoteótico cinematográfico constante. A ideia era mostrar o poder do Playstation 2 e dar ao o público uma experiência épica jamais vista. Algo visceral não apenas pela violência, mas que explorou o sexo até como no design de gameplay, que era algo bem presente nas histórias de mitologia grega.
Cópia ou referência?
Só que seria injusto falar tanto sobre esses pontos e não citar a existência de ‘Rygar – The Legendary Adventure’, uma franquia da geração 8 Bit que ganhou uma reimaginação para o Playstation 2, em 2002 – exatamente o ano em que ‘God of War’ começou a ser feito.
E realmente não há como negar que houve, sim, uma clara influência e o reaproveitamento de inúmeras particularidades desse game. A mais gritante sem dúvidas está nas batalhas e na estética, o personagem possui uma arma praticamente idêntica a famosa blades of chaos do Kratos. Tematicamente, se assemelha por tratar de temas mitológicos ou por trazer criaturas como os benditos ciclopes e harpias.
As lutas contras os chefes seguem a mesma lógica de design com inimigos gigantes. Até a forma como o personagem interage com o cenário se parece. Só que ‘Rygar’ foi um tremendo fracasso em sua época de lançamento, e até depois quando foi relançado no Wii. Então, essa coisa de pegar mecânicas e ideias de jogos menores e reproduzi-las com maior dimensão em outros títulos sempre existiu no mundo dos games.
Tudo em ‘God of War’ é superior em relação a ‘Rygar’, todas essas características foram refinadas. Fora os elementos fundamentais que existem no jogo da Santa Monica, como as cutscenes, o carisma dos personagens e o impacto nas cenas de batalha.
Apesar de não ter vendido tanto quanto ‘Crash Bandicoot’, até pelo jogo de Kratos não ser um jogo para todos os públicos, ‘God of War’ ultrapassou a marca de 4,6 milhões de unidades. Para um exclusivo com classificação indicativa mais alta, era um baita resultado.
Só que o maior feito do jogo foi sobre marcar na indústria e dar a cara definitiva do Playstation. Vieram diversas outras continuações, o segundo título da franquia também saiu ainda no Playstation 2, mesmo que curiosamente o Playstation 3 já existia na época do seu lançamento. Mas quiseram deixar o jogo na sua plataforma de origem.
Até porque, com a chegada de ‘God of War 3’, o mundo parou de novo para conferir como seria a entrada do Deus da Guerra na sétima geração. E sendo sincero, não existiu outro título no Playstation 3 que trouxesse tanta imponência quanto ‘God of War 3’, já em sua abertura. Ah, o PSP também ganhou dois jogaços, os maravilhosos ‘Chains of Olympus’ e ‘Ghost of Spartan’.
É verdade que com o passar dos anos a série foi perdendo força. Começaram as zoeiras de que o jogo podia ser terminado com apenas um botão; que era simplista demais e que o Kratos era uma caricatura ridícula.
O cansaço ficou evidente em ‘God of War Ascession’, que tinha gráficos muito bonitos e algumas cenas espetaculares, mas que repetia as mesmas ideias dos anteriores e com o tempo tudo ficava realmente cansativo. Tanto que depois de todo esse histórico o jogo vendeu menos que o primeiro. Era hora de dar uma pausa e se renovar…
Novos Deuses, Novos Tempos
Surgindo quase que como um reboot, sem nenhuma numeração ou subtítulo, e com um visual absolutamente embasbacante, com o estilo de jogabilidade com elementos das franquias Souls e explorando agora a mitologia nórdica, o novo ‘God of War’ do Playstation 4 chegou do jeito que o Kratos gosta: chutando bundas e arrasando quarteirões.
As críticas foram as melhores possíveis, a experiência dos jogadores extrapolou tudo que se podia imaginar de boa recepção e a franquia ganhou novamente folego. O Deus da Guerra ganhou novamente a indústria dos games, faturou centenas de prêmios e, dentre eles, o The Game of the Year, com toda justiça do mundo.
Assim como lá no comecinho, quase 15 anos depois, Kratos deu a Sony a imponência que faltava para um título da geração do Playstation 4 – ainda que ‘Uncharted 4’ e ‘Horizon Zero Dawn’ tenham ensaiado isso muito bem – ‘The Last of Us 2’ repetiu o feito anos depois. Mas o Bom de Guerra é foi sem dúvidas o divisor de águas nesse sentido.
E parece que o aguardadíssimo ‘God of War Ragnarok’ consegue melhorar tudo que o jogo anterior fez – o que é uma façanha e tanto, conquistando notas ainda maiores. Nos resta então aguardar e ver se o jogo é isso tudo mesmo que falam. E você, sempre curtiu ‘God of War’ ou começou a jogar depois desse refinamento completo? Acha o Kratos um chatão que vive se lamentando ou simplesmente considera ele o maior personagens dos games?
Winona Ryder, James Franco, Jason Statham, Rachelle Lefevre, Frank Grillo, Kate Bosworth, Clancy Brown, Christa Campbell, Steffie Grote, Omar Benson Miller, Joe Chrest.
Direção: Gary Fleder
Gênero: Ação
Duração: 100 min.
Distribuidora: Califórnia Filmes
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 06 de Dezembro de 2013
Sinopse:
Linha de Frente é estrelado por Jason Statham no papel de um ex-agente do departamento de narcotráficos, Phil Broker, um homem de família que sai de cena com sua filha para tentar fugir de seu passado conturbado. No entanto, o entorno de Broker se revela nada tranquilo quando ele descobre que o submundo das drogas e a violência assombram a pequena cidade. Logo, um chefão sociopata do tráfico de metanfetamina, Gator Bodine (James Franco), coloca Broker e sua filha em perigo, forçando o ex-agente a voltar à ativa para salvar sua família e a cidade.
Curiosidades:
» Escrito por Sylvester Stallone (‘Os Mercenários’).
O co-roteirista Michael Dougherty, de ‘X-Men: Apocalipse’, revelou em entrevista ao IGN que a psicologia do Apocalipse estará amplamente ligada a ideia da perseguição dos mutantes realizada pelos humanos.
“Ele vem de uma era da história onde os mutantes são reverenciados como Deuses, e quando ele desperta nos tempos modernos e vê que os mutantes se tornaram uma minoria perseguida, certamente ele não vai aceitar. Ele é um ser que só tinha conhecido dos humanos a reverência. Então, ele sente a necessidade de corrigir o que ele vê como um passo em falso no mundo. À partir desta mentalidade, Apocalipse vai além de uma dominação e procura ser o Deus da destruição, apesar dele ser um ser com coração”, afirmou.
Vale lembrar que a busca de roteiristas e diretores em adaptações de quadrinhos para o cinema é justamente tornar aquele mega vilão, que nas páginas é tratado como um verdadeiro deus, em um antagonista com características humanas. Já que ele precisa se tornar real, verossímil, para os expectadores.
Com isso, a ideia de ter sentimentos torna-se ao mesmo tempo a única solução para tais personagens, porém se realizada de forma superficial teremos o efeito Ultron. Um vilão que nos quadrinhos é tratado como um dos grandões ao lado de Thanos, mas que na produção de Joss Whedon morreu, apenas, com o coração retirado de um corpo de vibranium.
‘X-Men: Apocalipse‘ trará os jovens mutantes lutando contra seu inimigo mais temível: o devastadoramente perigoso Apocalipse. O vilão lendário usa suas incríveis habilidades para alterar sua forma física, roubar superpoderes de outros mutantes e recrutar os Quatro Cavaleiros para serem seus servos.
Recentemente, o quadrinista Stan Lee revelou que está bastante empolgado com o novo filme dos mutantes, principalmente por que ele fará a cena com uma pessoa bastante importante (que ele não quis revelar o nome).
Os veteranos James McAvoy (Professor Xavier), Michael Fassbender (Magneto), Jennifer Lawrence (Mística) e Nicholas Hoult (Fera) retornam. Tye Sheridan (‘A Árvore da Vida’), Sophie Turner (‘Game of Thrones’), Alexandra Shipp (‘Aaliyah: The Princess of R&B’), Kodi Smith McPhee (‘Planeta dos Macacos: O Confronto’), Lana Condor e Ben Hardy, respectivamente os jovens Ciclope, Jean Grey, Tempestade, Noturno, Jubileu e Arcanjo, formam o elenco de novatos. Oscar Isaac faz o vilão Apocalipse.
Este novo filme da série ‘X-Men‘ se passará uma década após os eventos de ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ e será focado nos jovens mutantes da franquia, servindo como uma continuação de ‘X-Men: Primeira Classe‘.
Bryan Singer dirige. Este é o quarto filme da série mutante dirigido por Singer, depois de ‘X-Men‘ (2000), ‘X-Men 2‘ (2003) e ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014).
‘X-Men: Apocalipse’ tem estreia marcada para 27 de maio de 2016.
A cinebiografia do ex-analista de sistema da CIA e da NSA, Edward Snowden, dirigida por Oliver Stone, ganhou seu trailer legendado.
O longa é baseado no livro ‘The Snowden Files‘, escrito pelo jornalista do jornal britânico The Guardian, Luke Harding, sobre o ex-analista da NSA (Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos), vivido por Joseph Gordon-Levitt, acusado de trair os EUA após vazar informações sigilosas de segurança do país.
Assista:
Completam o elenco: Nicolas Cage, Shailene Woodley (‘A Série Divergente’), Scott Eastwood (‘Corações de Ferro’), Zachary Quinto (‘Star Trek’), Melissa Leo (‘Os Suspeitos’), Tom Wilkinson (‘O Cavaleiro Solitário’), Joely Richardson (‘Academia de Vampiros’) e Timothy Olyphant (série ‘Justified’).
Stone é conhecido por seus filmes políticos, e venceu o Oscar de Melhor Direção por ‘Platoon‘, 1986, e ‘Nascido em 4 de Julho‘, 1989.
Snowden atualmente é o homem mais procurado do planeta pelos EUA, e está asilado em algum lugar de Moscou, capital da Rússia.
O perfil oficial da franquia ‘Alien‘ no Twitter confirma o término das filmagens de ‘Alien – Covenant’.
Na imagem, estão Ridley Scott e Katherine Waterston.
Confira:
Vale lembrar que Noomi Rapace também estará de volta em ‘Alien – Covenant‘ como Elizabeth Shaw. E segundo a Variety, será apenas para algumas cenas pontuais (saiba mais aqui!).
Michael Fassbender retornará como o android David.
O elenco ainda conta com Billy Crudup (‘Watchmen’), Katherine Waterston (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’), Danny McBride e Demián Bichir (‘Os 8 Odiados’), Carmen Ejogo (‘Selma’), Jussie Smollett (‘Empire’), Amy Seimetz (‘Upstream Color’) e Callie Hernandez (‘Machete Mata’).
A ideia é que a franquia iniciada com ‘Prometheus‘ encoste nos eventos de ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘, de 1979.
Michael Green (‘Lanterna Verde’) assina o roteiro, substituindo o novato Jack Paglen. Green recentemente escreveu o roteiro do novo ‘Blade Runner‘ ao lado de Ridley Scott.
Produzido por US$ 130 milhões, o primeiro ‘Prometheus’ arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. O filme é uma espécie de spin-off ou prólogo da franquia ‘Alien’.
A caminho de um planeta remoto no local mais longínquo da galáxia, a tripulação da nave colonial Covenant descobre aquilo que eles achavam ser um paraíso inexplorado. Na verdade, trata-se de um mundo sombrio e perigoso que tem como seu único hospedeiro o androide David (Michael Fassbender), sobrevivente da amaldiçoada expedição Prometheus.
Antes que alguém leve o filho para assistir ‘Festa da Salsicha‘ e depois dê piti, como aconteceu com ‘Ted‘, já estamos avisando que essa animação é para MAIORES DE IDADE.
No trailer dublado, vemos alimentos sendo ASSASSINADOS.
Assista:
O longa, que já arrecadou mais de US$ 90 milhões nos Estados Unidos, é lançado no Brasil com uma parceria inédita: o canal Porta dos Fundos é o responsável pela adaptação do roteiro e tem as vozes de todos os seus atores fixos no filme.
No elenco estão Antonio Tabet, Gregorio Duvivier, Fábio Porchat, Thati Lopes, Rafael Portugal, Luis Lobianco, Karina Ramil, Gabriel Totoro e João Vicente de Castro, marcando a estreia dos quatro últimos na dublagem.
A animação também traz as vozes de dubladores profissionais, entre eles, Guilherme Briggs, como Frank.
‘Festa da Salsicha‘, a primeira animação para adultos, conta a história de uma salsicha que lidera um grupo de produtos de supermercado em um jornada para descobrir a verdade sobre a sua existência e o que realmente acontece quando eles são escolhidos da prateleira.
A série ‘13 Reasons Why’, que tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados), se transformou em um fenômeno mundial.
Porém, nem tudo são flores e o tema é bastante polêmico.
Em seu Facebook, o psiquiatra Luís Fernando Tófoli divulgou um texto com 13 Alertas sobre ’13 Reasons Why’ para pais, educadores e profissionais de saúde.
Confira:
1. A alardeada série da Netflix, “13 Reasons Why”, baseada em um livro homônimo de Jay Asher (publicado no Brasil como “Os 13 Porquês”), aborda uma série de questões sérias: bullying no ensino médio, machismo, LGBTfobia, abuso sexual e, de uma forma geral, a difícil missão de adolescer. A série, porém, é focada em uma questão central, pivô de toda a história: o suicídio de uma jovem de 17 anos, Hanna Baker, que faz 13 gravações em fitas cassetes, apontando o dedo as pessoas que a desapontaram em seu calvário na High School de uma pequena cidade americana.
2. Eu me vi na obrigação de assistir a todo o seriado para poder trazer algumas informações para pais e profissionais de saúde e educação. Não vou me estender na qualidade artística, até porque não é minha função aqui, eu penso. No entanto, afianço que apesar da tensão que prende a assistência até a resolução do mistério, os episódios são longos e cansativos demais. A sensação final é de ser chantageado a aguentar a narrativa arrastada só para poder saber por qual razão o protagonista e bom-moço Clay Jensen foi incluído nas fitas de Hannah.
3. A razão principal pela qual eu escrevo estes parágrafos é para focar na questão crucial de uma peça de ficção construída sobre um suicídio adolescente. O suicídio está entre as principais causas de morte na adolescência, competindo com acidentes causados por veículos e, no caso de países como o Brasil, violência armada. Como um agente de formação no campo da Psiquiatria e da Saúde Mental, me vejo na obrigação de fazer alguns comentários – e, porque não, alguns alertas – sobre esta série.
4. Há sinais preocupantes de que as taxas de suicídios de jovens estão crescendo no mundo e no Brasil. O país, aliás, está na contramão das estatísticas no mundo: também os índices gerais estão subindo – e já o estavam antes da crise econômica – ao invés de cair. Há várias hipóteses sobre o que pode estar levando isso a acontecer, mas acho que o mais importante é frisar que nunca tivemos uma campanha nacional responsável de prevenção do suicídio – apesar do reconhecidamente importante papel do voluntariado do CVV-Centro de Valorização da Vida – e de haver documentação sobre formas de se fazer essa política pública de maneira eficiente.
5. Meu ponto principal neste texto não é estragar a série ou dar spoiler, e sim de que pais, educadores e adolescentes estejam cientes de que o programa tem o potencial de causar danos a pessoas que estão emocionalmente fragilizadas e que poderão, sim, ser influenciadas negativamente. Não é absurdo inclusive considerar que, para algumas pessoas, a série possa induzir ao suicídio. Portanto, pessoas em situações de risco deveriam ser desencorajadas a assistir a série. Não estou sozinho nisso, já há pelo menos um crítico no Brasil, o Pablo Villaça, que explicitamente está recomendando que não se assista ao seriado (http://goo.gl/Z2Op17).
6. O principal erro da série é, de longe, mostrar o suicídio de Hannah. A cena, que acontece no episódio final, é absolutamente desnecessária na narrativa e claramente contrária ao que apregoam os manuais que discutem prevenção de suicídio e mídia. Chega a ser absurdo que os autores da série ignorem completamente o que indicam explicitamente as recomendações da Sociedade Americana para Prevenção do Suicídio, que foram publicadas após a morte do ator Robin Williams (http://goo.gl/vAQkg6) e cheguem à cara de pau de tocar (não neste episódio) a música “Hey, Hey”, de Neil Young, que foi citada na carta suicida do músico Kurt Cobain (http://goo.gl/droI3I).
7. É verdade que as recomendações são em geral destinadas à imprensa, mas chega a ser absurdo que os realizadores de uma produção sobre o tema não tenham se informado sobre os impactos do que é conhecido como ‘efeito Werther’ – cujo nome vem de uma obra de arte e não de uma ação de imprensa. O efeito é baseado no suposto impacto de Os Sofrimentos do Jovem Werther, livro do século XVIII que alçou Goethe à fama (http://goo.gl/2h4N8U).
8. Embora o aumento de suicídios na Alemanha atribuídos ao livro jamais possa ser objetivamente medido, há já um consenso entre suicidologistas de que o fenômeno sofre contágio pela mídia e de que há maneiras pelas quais ele não deva ser retratado. Uma delas, e na qual a série fracassa desgraçadamente, é em não romantizar ou embelezar um suicídio. Evitar a divulgação de cartas suicidas é outro ponto – e é desnecessário dizer que a série toda é uma enorme carta suicida, que embora ficcional, é ouvida pela voz da protagonista, a narradora póstuma da história.
9. Outro problema sério da história, especialmente para os sobreviventes (esse é o termo utilizado para os parentes e entes queridos de quem se suicida), é a ideia da culpabilização do suicídio. Grande parte da tensão da série gira em torno de quem é a “culpa” pelo suicídio de Hannah: ela, seus amigos, a escola (que é processada pelos pais da menina), a sociedade. Os especialistas entendem que a busca por culpados é dolorosa e improdutiva. O suicídio é, na sua imensa maioria das vezes, um ato complexo, desesperado e ambíguo, e achar que ele possa ter responsabilidade atribuível é equivaler sua narrativa à de um crime. Embora isso seja compreensível em uma peça de ficção, isso é muito deletério na discussão do tema no mundo real, onde ele de fato os suicídios acontecem.
10. Dois fatos chamam a atenção ainda, como erros essenciais da produção. Um é não tocar a questão do adoecimento mental, uma vez que a maioria das pessoas que se suicidam apresentam transtornos mentais. O suicídio de Hannah é discutido – como sói frequentemente aos americanos, um povo obcecado pela pretensa liberdade de escolha – como uma “opção”, esquecendo que na grande maioria das vezes a pessoa está aprisionada por um cenário falseado de opções causado pelo seu estado mental. O outro fato é a impressão passada pela narrativa – em especial no último episódio – de que buscar por ajuda é inefetivo, quando isso pode ser a diferença, literalmente, entre a vida e a morte.
11. Ainda sobre pedir ajuda, a divulgação da série pretende vender a ideia de conscientização – contando, no Brasil, inclusive com o apoio do CVV. Durante todos os 13 episódios que assisti no Netflix, no entanto, não há qualquer sinal, indicação ou legenda que aponte a hotline do CVV no Brasil (141) ou o seu site (http://www.cvv.org.br) para pessoas que necessitem de apoio e estejam assistindo a história. Após o fim da trama há um extra, meio documentário, meio making of que fala sobre prevenção de suicídio, mas seria necessário, no mínimo, divulgar meios de socorro no início e no fim de cada episódio.
12. Nunca é demais lembrar que indagar uma pessoa sobre seu risco de suicídio não aumenta a chance dele acontecer e pode ser a atitude salvadora em diversos casos. Isso é particularmente importante para profissionais de saúde e de educação, que têm muito medo de fazer essa pergunta. Na maioria das vezes, para um potencial suicida, essa pode ser a oportunidade de compartilhar seu desespero e abrir a chance para uma ajuda efetiva.
13. Concluindo, a premissa de “13 Reasons Why” é excelente: discutir a crueldade cotidiana dos jovens (que me parece ser a mesma crueldade dos humanos, embora em uma fase particularmente frágil da vida) e como ela pode nos afetar de forma devastadora, em alguns casos. No entanto, infelizmente, por negligência ou por pura arrogância, a série acaba fazendo provavelmente um desserviço maior do que sua beneficência. A oportunidade perdida de se discutir suicídio de uma forma cuidadosa se perdeu em meio ao hype, infelizmente.
Parágrafo adicional motivado por alguns comentários (considerem como a 14ª gravação, rs): 14. Gostaria de frisar que não defendo de maneira alguma a censura ou a proibição da série, e muito menos que se evite o debate das questões seríssimas do bullying, da violência de gênero e do estupro. A questão é de, sem querer ofender quem amou a série, refletirmos juntos se alguns cuidados poderiam ser tomados para evitar o prejuízo a pessoas fragilizadas. Elas são a minoria da população, mas o impacto já foi medido e mais de um estudo sobre o efeito Werther. A pergunta aqui é: será que o meu entretenimento vale a vida de alguém? Será que ao recusar ao olhar os vacilos da produção da série eu não estarei contribuindo de alguma forma para o suicídio de alguma Hannah da vida real? Grato a todo mundo pelo interesse.
Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?
Foram divulgadas as primeiras imagens dos bastidores de ‘Godzilla – King of the Monsters’.
Confira, com a sinopse oficial:
“A nova história segue os esforços dos membros da Monarch, que enfrentam vários monstros gigantescos, incluindo o poderoso Godzilla, que confronta Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. E todos esses seres antigos, onde se pensou que seriam meros mitos, eles ressurgem. Assim, todos os monstros disputam a supremacia deixando a humanidade pendurada em um equilíbrio.”
Michael Dougherty (‘Krampus: O Terror do Natal’) é quem vai dirigir a produção. O roteiro também é dele.
Dougherty roteirizou e dirigiu ‘Krampus: O Terror do Natal‘, que passou batido nos cinemas nacionais e chegou direto em Home Vídeo. Ele também é um dos roteiristas de ‘X-Men: Apocalipse’.
Ele substitui Gareth Edwards, que abandonou a direção por motivos de “conflito de agenda com outros projetos”.
Segundo Justin Kroll, da Variety, o roteiro do longa solo do ‘Coringa’ será entregue aos executivos da Warner Bros. na semana que vem.
Justin disse ainda que a perspectiva do estúdio é iniciar as filmagens em 2018.
“Ouvi que o roteiro do Coringa será entregue na próxima semana, muito rápido, considerando quando o anúncio foi feito, filmagens possivelmente em 2018.”
Hear THE JOKER script will be turned in by next week, super fast considering when announcement went out bodes well for 2018 shoot
Leto deve retornar para ‘Esquadrão Suicida 2‘ e ‘Coringa vs. Arlequina‘.
Desde o lançamento de ‘Esquadrão Suicida‘, Jared Leto se mostrou um tanto chateado com a Warner e DC, sobretudo, por conta das várias cenas do Coringa que foram cortadas da produção.
Leto, inclusive, chegou a dizer numa entrevista que se ele morresse no dia seguinte, a DC teria material suficiente para um filme solo do vilão.
Em entrevista ao programa de rádio australiano Kyle and Jackie, o ator falou a respeito.
“Houve muita besteira que foi falada sobre o que teria acontecido em Esquadrão Suicida, mas acho que é uma coisa divertida de falar. Mesmo quando o filme estreou, houve tantas falsas representações sobre o que aconteceu, sobre o “método de atuação”, só que 90% não era verdade. Foi uma experiência incrível, todos foram incríveis. Margot Robbie é uma das pessoas mais incríveis, uma das melhores atrizes com quem já trabalhei e adorei trabalhar com ela. Eu penso que as cenas que fizemos juntos foram algumas das mais divertidas que já fiz em um set antes… Tudo está excelente e estou muito orgulhoso de fazer parte disso.”
‘Esquadrão Suicida‘ não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Morena Baccarin falou sobre ‘Deadpool 2‘ e como foi o clima nas filmagens ao lado do colega Ryan Reynolds.
Ela também nos revelou que seu maior sonho é interpretar Jane Bond, a versão feminina do James Bond, nos cinemas:
“Eu acho que vai ser eu. É claro, eu tenho que ser a próxima. Eu tenho treinamento, e só de assistir ele fazendo esses filmes de ação eu já consigo”, brincou.
Questionada se gostaria de viver uma super-heroína nos cinemas, ela afirmou:
“Eu me identifico mais com as vilãs, com a Hera Venenosa e a Mulher-Gato”, concluiu.
Assista a entrevista:
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.
Ernie Hudson confirmou ao Daily Mail que ele retornará ao terceiro ‘Caça-Fantasmas’ como o icônico Winston Zeddemore, e confirmou também a presença de Dan Aykroyd (Dr. Raymond Stantz) e Bill Murray (Dr. Peter Venkman). A única baixa no elenco será de Harold Ramis, que faleceu em 2014.
Apesar de trazer o trio original de veteranos, o longa será protagonizado por duas crianças, sendo elas um menino e uma menina. O primeiro terá 13 anos de idade e é descrito como um apaixonado por teorias de fantasia e conspiração. Além disso, ele aparentemente aborda todas as situações com “excitação desenfreada pelo desconhecido”. O que talvez seja mais interessante é que ele muitas vezes narra a vida em tempo real, acrescentando “cor descritiva” às pessoas que encontra!
Quanto à menina, ela cruza caminho com o garoto em algum momento do filme e, rapidamente, eles se tornam amigos. Ela tem 12 anos de idade e é considerada uma criança insanamente inteligente! Porém, muitas vezes tem dificuldade em “interpretar e expressar emoções e fala com uma entrega fixa que torna suas observações engraçadas”. Embora ela queira se conectar com outras pessoas, ela tem problemas para interpretar como sua família e amigos se sentem e têm dificuldade em compartilhar seus próprios sentimentos. Ainda assim, sua “perspicácia da ciência” é considerada inestimável em toda a história.
Sobre a trama em si, pouco foi falado, mas até o momento se sabe que o filme se concentrará em uma família que se muda de volta para uma pequena cidade. Enquanto lá, eles começam a “aprender mais sobre quem eles são e os segredos da própria cidade”. Como os Caça-Fantasmas irão se conectar com este núcleo familiar ainda é um mistério, mas levando em consideração que até pouco tempo ninguém sabia que o filme iria acontecer, podemos esperar que em breve novos detalhes serão divulgados.
A trama terá toques do sucesso ‘Stranger Things‘, da Netflix.
O filho do diretor dos dois filmes originais, Ivan Reitman, dirigirá a produção. Em entrevista à EW, Jason Reitman contou:
“Eu sempre me imaginei como o primeiro fã de Caça-Fantasmas, ao visitar o set quanto tinha 6 anos de idade. Eu queria fazer um filme para todos os outros fãs. Esse é o próximo capítulo da franquia original. Não é um reboot. O que aconteceu nos anos 80, aconteceu nos anos 80, e esse é ambientado nos dias atuais. Ainda é muito cedo, e eu quero que o filme se desembrulhe como um presente. Nós temos muitas surpresas maravilhosas e novos personagens para o público conhecer.”
Paulo Gustavo se viu envolto de polêmica nesta tarde após o ator Rodrigo Pandolfo, que dá vida a Juliano em ‘Minha Mãe é Uma Peça 3‘, afirmar em entrevista ao UOL que o beijo gay de seu personagem havia sido vetado no filme.
Em seu Facebook, Paulo Gustavo publicou uma carta explicando a decisão de não mostrar o beijo gay no filme.
Confira na íntegra:
Gente, algumas pessoas estão questionando nas redes sociais o porquê de não haver uma cena de beijo gay no casamento do “Juliano”, filho da “Dona Hermínia”, no “Minha Mãe É Uma Peça 3”.
Vamos lá. Quando comecei a escrever esse filme eu tinha uma caneta e uma folha em branco e não sabia por onde começar, mas pensei: quero falar sobre CASAMENTO GAY! Esse momento do casamento trata de uma coisa maior: o orgulho que essa mãe sente ao ver o filho seguir o caminho do amor e casando com quem ele ama! Sendo quem ele quer ser! Eu quis botar esse trecho do casamento deles dois pra relembrar o que eu vivi e pra com isso tentar inspirar e transformar outras famílias! Coisa que eu tenho feito todos esses anos em vários trabalhos!
Mas voltando ao filme, Minha mãe é uma peça 3 é sobre como “Dona Hermínia” vai lidar com seus filhos formando novas famílias! O Juliano é um dos filhos e o seu casamento é uma parte do filme! Muito importante, mas que está junto de outras questões que também acontecem na trama. Não é que exista a cena de um casamento, troca de alianças, “até que a morte os separe” e só não há o beijo. Não existe essa cena dentro do filme. Existe um discurso emocionado dos noivos que é interrompido por Dona Hermínia – daquele jeito dela que vocês bem conhecem – para que ela se declare não só para Juliano mas para toda a família. Após esse momento, já estão todos dançando e brindando e celebrando o amor não só dos recém-casados mas da família toda.
Precisamos sim enfrentar e combater essa era raivosa e preconceituosa! Eu entendo esses questionamentos, acho legitimo e importante! Mas eu acho que estão mirando no alvo errado! Não sou ativista, militante, mas sou um ser político! Minha bandeira é minha vida! Sou gay, casado há 6 anos com Thales, meu marido, e somos muito felizes! Agora temos 2 lindos filhos e sou rodeado de amor! E é esse amor que eu quero espalhar pelo mundo!
Em entrevista ao UOL, o ator Rodrigo Pandolfo, que dá vida a Juliano, comentou que “[Gustavo] não sentiu a necessidade de colocar o beijo e expor publicamente”.
“Eu entendo, de certa forma”, ele acrescentou. “A gente não precisa esfregar nenhuma opinião pessoal na cara do público. Já estamos mostrando um casamento gay. Mais do que isso não precisa”.
Assista a nossa entrevista com Paulo Gustavo:
Vale lembrar que a diretora Susana Garcia (‘Minha Vida em Marte‘) substitui André Pellenz, que comandou os dois primeiros filmes.
‘Minha Mãe é Uma Peça 3‘ mostrará a Dona Hermínia tendo que organizar o casamento do filho enquanto lida com o fato de que Marcelina está grávida… e muito diferente.
Foi dada a largada para um dos mais interessantes festivais de cinema do Brasil, o Bonito CineSur. Em sua segunda edição, depois do elogiado evento do ano passado, o evento realizado em uma das cidades mais visitadas do Brasil, Bonito, no Mato Grosso do Sul, busca se consolidar como um importante centro de debates e encontros do cinema sul-americano. Em 2024, serão exibidos 42 filmes de 10 países diferentes da América do Sul, sendo 30 deles selecionados para as mostras competitivas que concorrerão ao troféu pantanal.
Foto: Eduardo Medeiros / Divulgação
Além das exibições dos filmes, que terão todas as sessões de forma gratuita em dois espaços da cidade, o Centro de Convenções de Bonito (Auditório Kadiwéu) e o Cine Bonito, o festival promove outras atividades, como debates, oficinas de roteiro, produção executiva, assistência de direção e interpretação para cinema e tv, além de apresentações musicais.
Nilson Rodrigues ( Diretor do Festival) e Reginaldo Faria. Foto: Eduardo Medeiros / Divulgação
A cerimônia de abertura, realizada sexta-feira, 19 de julho, teve como apresentadores a atriz, diretora e produtora cultural Lucélia Santos, além do ator e diretor brasileiro Johnny Massaro. Um dos grandes destaques da noite foi uma merecida homenagem a um dos maiores artistas brasileiros, Reginaldo Faria. Dono de uma filmografia fabulosa, o friburguense com mais de 30 filmes no currículo, teve um pouco de sua história contada. Muito emocionado, o ator e diretor de 87 anos, comoveu a todos com suas lindas palavras em um discurso marcante.
Lucélia Santos, Reginaldo Faria e Johnny Massaro. Foto: Eduardo Medeiros / Divulgação
O filme de abertura foi Selva Trágica, dirigido por Roberto Farias, irmão do homenageado. Com filmagens que duraram quatro meses, no município de Ponta Porã, também no Mato Grosso do Sul, esse longa-metragem do início da década de 60, nos mostra de forma visceral a exploração e absurdos na exploração da erva-mate onde trabalhadores são tratados como escravos no sudoeste mato-grossense. O projeto é baseado na obra do escritor e historiador sul-mato-grossense Hernâni Donato.
Lucélia Santos e Reginaldo Faria. Foto: Eduardo Medeiros / Divulgação
E sobre a extensa programação filmes, vai aqui nosso destaque para o excelente documentário Luiz Melodia – No Coração do Brasil que nos leva para um tour objetivo sobre a carreira gloriosa, com altos e baixos, de um dos maiores artistas que o Brasil já viu. Também destacamos Neirud, um documentário brasileiro que revela a história de uma lutadora circense em uma trupe clandestina nas décadas de 1960 a 1980, além de A Filha do Pescador (crítica já aqui) que contorna a aceitação e o perdão dentro de um contexto familiar, numa relação conturbada entre pai e filha tendo uma paisagem deslumbrante como testemunha.
Foto: Eduardo Medeiros / Divulgação
Com direito a tapete vermelho onde o público passeava pelos painéis sendo apresentados assim aos filmes que vão ser exibidos até o dia 27 de julho, o Bonito CineSur promete muitas emoções e reflexões a todos. O Cinepop fará toda a cobertura do evento com críticas, entrevistas e matérias. Fiquem ligados aqui no nosso site e nossas redes sociais! Viva o Bonito CineSur! Viva o cinema!
Abaixo toda a programação do Bonito CineSur 2024:
19 de Julho
20h – Cerimônia de Abertura
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
Exibição do Filme: “SELVA TRÁGICA” – Brasil, 1963, Roberto Farias, 104 min, Ficção, 16 anos / O cotidiano de trabalhadores na erva mate na fronteira paraguaia.
20 de Julho
16h30 – Mostra Competitiva Filme Sul Mato-grossense
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
A VOZ DE GUADAKAN – MS Brasil, 2024, Joel Pizzini, 16 min, Documentário, Livre / A vida de Gleycielli Nonato, primeira escritora indígena de Mato Grosso do Sul, e sua mãe Maria Agripina.
ROTAS MONÇOEIRAS – HISTÓRIA DE UM RIO E SEU POVO – MS/Brasil,2023, Cid Nogueira e Silas Ismael, 70min, Documentário, Livre / A história do rio Coxim desde as Bandeiras e Monções Paulistas até hoje.
18h30 – Mostras Competitivas Filme Ambiental Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
WARMIS: GUARDIANAS DEL AGUA – Bolívia, 2023, Paola Gabriela Quispe Quispe, 8 min, Documentário / No contexto da seca severa as mulheres de Huarina lutam para administrar e preservar as fontes de água.
SEKHDESE – Brasil, 2023, Graciela Guarani e Alice Gouveia, 78 min, Documentário, 14 anos / A sabedoria das mulheres indígenas Fulni-ô, destacando sua luta pela terra, cultura e contra o etnocídio.
19h00 – Memória Bonito Cinesur e Pré-estreia e Sessões Especiais Cine Bonito –
Centro Múltiplo Uso (CMU)
ENTRE RIOS E HISTÓRIAS – Brasil, 2003, Alexandre Basso, 26 min, Documentário, 12 anos / Documentário poético sobre a memória oral do povo da Serra da Bodoquena.
AINDA SOMOS OS MESMOS – Brasil, 2023, Paulo Nascimento, 91 min, Ficção, 14 anos / Baseado em fatos reais, Fernando busca seu filho na ditadura chilena, encontrando a sobrevivente Clara.
20h30 – Mostras Competitivas Filme Sul-americano Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
LA ASISTENTE – Peru, 2024, Pierre Llanos, 20 min, Ficção, 16 anos / Clara é trabalha como assistente de seu pai em um consultório odontológico informal.
LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL – Brasil, Alessandra Dorgan, 75 min, Documentário, 12 anos / O artista Luiz Melodia e a importância de seu legado na cena musical dos anos 70 em diante, com materiais raros e inéditos.
21 de Julho
9h00 –Mesa “FILM COMMISSION EXPERIÊNCIAS RELEVANTES E CONSOLIDADAS”, na Câmara Municipal de Bonito, com Ana Carolina de Araújo Silva, coordenadora da SP Film Commission; Thaylane Cristina, coordenadora da BH Film Commission, Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo de MS e Eduardo Mendes Pinto, diretor-presidente da Fundação de Cultura de MS.
10h30 – DEBATE DA MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL SUL-AMERICANA E AMBIENTAL, na Câmara Municipal de Bonito, com José Geraldo Couto, Elis Regina Nogueira e equipe dos filmes.
16h30 – Mostra Competitiva Filme Sul Mato-grossense
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
O FORMOSO – MS/Brasil, 2022, Roberto Leite, 13 min, Ficção, Livre / Um destemido menino descobre uma rinha de galo. IN ÚTERO – MS/Brasil, 2024, Paulo Alvarenga Isidorio, 19 min 46seg, Documentário, Livre / A espeleóloga Lívia Cordeiro, explorando as cavernas da Serra da Bodoquena.
NINGUÉM LHE ESTENDERÁ A MÃO – MS/Brasil, 2024, Deivison Pedrê, 14 min 59seg, Ficção, 18 anos / Vitor emerge em um cenário sombrio, onde mutilações inexplicáveis e bilhetes enigmáticos o confrontam.
18h30 – Mostras Competitivas Filme Ambiental Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
NO ESTÁN SOLOS – Paraguai, 2023, Andrea Osorio, 4 min, Animação, Livre / Contos que refletem situações reais no Chaco paraguaio, onde Mimie revive suas memórias. LOS DE ABAJO – Bolívia, 2022, Alejandro Quiroga, Ficção, 83 min, 16 anos / Gregório enfrenta desafios significativos ao tentar restaurar a irrigação em Rosillas.
19h00 – Sessão Infantojuvenil
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
NAHUEL E O LIVRO MÁGICO – Chile/Brasil, 2020, Nahuel y el Libro Magico, 99 min, Ficção/Animação, Livre / Nahuel, que teme o mar, encontra um livro mágico que a ajudará a salvar seu pai.
20h30 – Mostras Competitivas Filme Sul-americano Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
CAMINO AL CIELO – Colômbia,2024, Miguel Vargas, 18 min, Ficção, 18 anos / Mairen é forçada a dar à luz em uma van de paramilitares, conhecidos por nunca deixarem ninguém sair com vida.
TARKARÍ DE CHIVO – LA CENA DEL CRIMEN – Venezuela, 2023, Daniel Yegres e Francisco Denis, 80 min, Ficção, 14 anos / Em um restaurante num chuvoso dia, ocorrem situações vertiginosas como crimes involuntários e chantagens disparatadas
22 de Julho
08h00 – OFICINA ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: MARIANNE MACEDO MARTINS (RJ) – Diretora, primeira assistente de direção e continuísta. Duração: 4h. 10h30 – DEBATE DA MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL SUL-AMERICANA E AMBIENTAL no Auditório do Comtur com José Geraldo Couto, Elis Regina Nogueira e equipe dos filmes.
14h00 – OFICINA DE ROTEIRO (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: JOSÉ EDUARDO BELMONTE (SP) – Premiado cineasta, diretor e roteirista. Duração: 4 horas.
18h30 – Mostras Competitivas Filme Ambiental Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
BAUXITA – Brasil, 2023, Thamara Pereira, 15 min, Documentário, Livre / Frei Gilberto, defensor da natureza, recebe ameaças por sua oposição à mineração de bauxita.
LA ILUSIÓN DE LA ABUNDANCIA – Colômbia, 2022, Erika Gonzalez Ramirez e Matthieu Lietaert, 60 min, Documentário, Livre / Bertha, Carolina e Máxima lideram resistência contra grandes empresas extrativas na América Latina.
19h00 – Pré-estreia e Sessões Especiais
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
PLACA-MÃE – Brasil, 2023, 105 min, Igor Bastos, Animação, 9 anos / A robô Nadi ganha cidadania e adota duas crianças.
20h30 – Mostras Competitivas Filme Sul-americano Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
CUARTO DE HORA – Chile, 2023, Nemo Arancibia, 16min, Ficção, 12 anos / Alex, um haitiano no Chile, enfrenta um tenso passeio de ambulância, durante os últimos 15 minutos de sua vida.
LAS PREÑADAS – Argentina/Brasil 2023, Pedro Wallace, 90 min, Ficção, 16 anos / A jornada de duas mulheres grávidas, em hospitais na fronteira entre Argentina e Brasil.
23 de Julho
08h00 – OFICINA ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: MARIANNE MACEDO MARTINS (RJ) – Diretora, primeira assistente de direção e continuísta. Duração: 4 horas.
10h30 – DEBATE DA MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL SUL-AMERICANA E AMBIENTAL na Câmara Municipal de Bonito com José Geraldo Couto, Elis Regina Nogueira e equipe dos filmes.
14h00 – OFICINA DE ROTEIRO (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: JOSÉ EDUARDO BELMONTE (SP) – Premiado cineasta, diretor e roteirista. Duração: 4 horas.
18h30 – Mostra Competitiva Filme Sul Mato-grossense
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
AS QUATRO ESTAÇÕES DA JUVENTUDE – MS/Brasil, 2024, Essi Rafael, 99 min, Documentário, 14 anos / Da matrícula à formatura, um estudante de cinema registrou sua experiência em uma das melhores universidades do Brasil.
19h00 – Sessão Infantojuvenil
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
CHAMA A BEBEL – Brasil, 2023, Paulo Nascimento, Ficção/aventura, 90 min, 10 anos / Bebel, uma jovem cadeirante, enfrenta desafios inspirada em Greta Thunberg.
20h30 – Mostras Competitivas Filme Sul-americano Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
CRESCER ES MATAR A TU MADRE – Argentina, 2023, Nika Ardito, 20 min 12 seg, Ficção, 12 anos / Sol está presa com a mãe no meio do nada. Elas são resgatadas por Isabel, uma mulher solitária.
A OUTRA FORMA – Colômbia/Brasil, 2023, Felipe Guzmán Ramirez, 92 min, Ficção, Livre / Um homem obcecado em se encaixar em um mundo geométrico.
24 de Julho
08h00 – OFICINA INTERPRETAÇÃO PARA CINEMA E TV (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: Luciana Martuchelli (DF) – Atriz, cineasta, preparadora de atores. Duração: 4 horas.
10h30 – DEBATE MOSTRA COMPETITIVA SUL-MATO-GROSSENSE na Câmara Municipal de Bonito com Jade Rainho e equipe dos filmes.
15h00 – MESA – OS FESTIVAIS DE CINEMA DA AMÉRICA DO SUL: TRADIÇÃO, RESISTÊNCIA E DIFUSÃO, na Câmara Municipal de Bonito, com Cecília Diez, Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales (INCAA – AR); Alfredo Bertini, Festival de Cine PE (BR); Renata de Almeida, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (BR), Gabriel Santiago Guzmán Sanabria, Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias (COL); Nilson Rodrigues, Bonito CineSur, Festival de Cinema Sul-americano (BR)
18h30 – Mostras Competitivas Filme Ambiental Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
LA CADENA – Equador, 2023, Kerly Meneses Guerrero, 18 min, Documentário, Livre / Moradores de Cahuasquí lutando para proteger seu território de empresas mineradoras.
SOMOS Y SEREMOS MAR – Argentina, 2024, Malena Blanco, 78 min, Documentário, Livre / Mulheres indígenas de 36 nações marcham pela Patagônia até Buenos Aires em defesa de seus territórios.
19h00 – Pré-estreia e Sessões Especiais
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
INVISÍVEL – Brasil, 2024, Carolina Vilela e Rodrigo Hinrichsen, 88 min, Documentário, Livre / O cotidiano dos surdocegos, Claudia Sofia e Carlos Jorge, casados há 15 anos, no prédio onde vivem, em São Paulo.
20h30 – Mostras Competitivas Filme Sul-americano Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
AYER SERÁ IGUAL QUE MAÑANA – Venezuela, 2023, Omar Arteaga, 14 min, Ficção, 14 anos / Um editor de vídeo exausto vive o mesmo dia repetidamente.
NEIRUD – Brasil, 2023, Fernanda Faya, 71 min, Documentário, 10 anos / A enigmática história da lutadora circense em uma trupe clandestina, só de mulheres, nas décadas de 1960 a 1980.
25 de Julho
08h00 – OFICINA INTERPRETAÇÃO PARA CINEMA E TV (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: Luciana Martuchelli (DF) – Atriz, cineasta, preparadora de atores. Duração: 4 horas.
10h30 – DEBATE DA MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL SUL-AMERICANA E AMBIENTAL na Câmara Municipal de Bonito, com José Geraldo Couto, Elis Regina Nogueira e equipe dos filmes.
14h00 – OFICINA PRODUÇÃO EXECUTIVA (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: CAMILO CAVALCANTI (MG) – Produtor criativo, executivo e diretor. Duração: 4 horas.
15h00 – MESA: O CINEMA ARGENTINO E A INTERRUPÇÃO DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, na Câmara Municipal de Bonito, com Cecília Diez, Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales (INCAA – AR)
16h00 – MESA: A REPRESENTATIVIDADE INDÍGENA NO CINEMA SUL-AMERICANO, na Câmara Municipal de Bonito, com Gleicielly Nonato Guató (BR), Jade Rainho (BR), Mukutsawa Aguasanta Montahuano Usigua (EC), Malena Blanco (AR).
18h30 – Mostras Competitivas Filme Ambiental Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
WHERE ARE YOU FROM? – Uruguai, 2023, Juan Cristiani, Animação, 2 min 31 seg, 6 anos / Uma animação 3D envolvente que explora a urgência das questões ambientais e a esperança para o futuro.
ALLPAMANDA – Equador, 2023, Tawna Collective, Documentário, 93 min / A história do movimento indígena amazônico no Equador desde 1980.
19h00 – Sessão Infantojuvenil
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
BIZARROS PEIXES DAS FOSSAS ABISSAIS – Brasil, 2023, Marcelo Fabri Marão, 115 min, Animação, Livre / Uma heroína com poderes de metamorfose vive uma jornada pelo oceano.
20h30 – Mostras Competitivas Filme Sul-americanoCurta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
À NOITE TODOS OS GATOS SÃO PARDOS – Brasil, 2024, Matheus Moura, 17 min, Ficção, 12 anos / A noite de Belo Horizonte, recosta as definições de futuro na vida do jovem Júnior.
LAS FIERAS – Argentina, 2023, Juan Flores, 75 min, Ficção, 10 anos / Julián e sua esposa Clara retornam à sua cidade natal para cuidar do pai moribundo.
26 de Julho
10h30 – DEBATE DA MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL SUL-AMERICANA E AMBIENTAL, na Câmara Municipal de Bonito, com José Geraldo Couto, Elis Regina Nogueira e equipe dos filmes.
14h00 – OFICINA PRODUÇÃO EXECUTIVA (somente para selecionados) no Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu. Ministrante: CAMILO CAVALCANTI (MG) – Produtor criativo, executivo e diretor. Duração: 4 horas.
15h00 – CONVERSA EXPOSITIVA “RODADA DE NEGÓCIOS NO CINE PE E A APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DO CENTRO-OESTE”, na Câmara Municipal de Bonito, com Alfredo Bertini (PE) e Ulisver Silva (MS).
18h30 – Mostras Competitivas Filme Ambiental Curta-Metragem e Longa-Metragem
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
A MENINA E O MAR – Brasil, 2023, Gabriel Mellin, 19 min, Ficção, Livre / A história de duas crianças brasileiras que descobrem a beleza e os desafios do mar.
TUPUNGATO – Chile, 2023, Rafael Pease, 74 min, Documentário / Uma expedição ao vulcão Tupungato, no Chile, transforma-se em uma batalha pela conservação ambiental e direitos sociais.
19h00 – Pré-estreia e Sessões Especiais
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
PASSAGRANA – Brasil, 2023, Ravel Cabral, 104min, Ficção / Amigos desde crianças corre o risco todos os dias de serem presos pelos crimes que cometem.
A FILHA DO PESCADOR – Brasil/Colômbia/Porto Rico, 2023, Edgar De Luque Jácome, 80 min, Drama, 14 anos / Samuel, isolado no Caribe, é obrigado a confrontar seu passado com a chegada da filha trans, Priscila.
27 de Julho
10h30 – DEBATE MOSTRA COMPETITIVA CINEMA AMBIENTAL, na Câmara Municipal de Bonito, com Elis Regina Nogueira e equipe dos filmes.
16h30 – SESSÃO ESPECIAL
Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
TERCEIRO MILÊNIO – Brasil, 1981, Jorge Bodanzky, 94 min 15 seg, Livre / A potencialidade econômica do Amazonas e seus desvios: a corrupção na política indigenista e a presença de fábricas poluidoras. Após a sessão haverá uma conversa com o diretor Jorge Bodanzky.
19h00 – SESSÃO ESPECIAL – HOMENAGEM A ZIRALDO
Cine Bonito – Centro Múltiplo Uso (CMU)
O MENINO MALUQUINHO – Brasil, 1995, Helvécio Ratton, 83 min, Ficção, Livre / O Menino Maluquinho é um garoto normal, feliz e bem cuidado por sua família que aproveita a infância brincando.
20h00 – PREMIAÇÃO TROFÉU PANTANAL Para os vencedores das Mostras Competitivas Centro de Convenções de Bonito – Auditório Kadiwéu
A fama é um dos grandes objetivos do ser humano, e está muito associada ao sucesso. Não é fácil de conquistar, e uma vez conseguida, administrá-la se torna uma tarefa ainda mais difícil. No mundo do cinema, a fama se traduz em venda mais garantida para novos trabalhos dos que a possuem – gerando automaticamente expectativa por tal obra. Isso é o motor que faz girar a indústria e que faz cinéfilos, especialistas e fãs esperarem pela próxima produção de seus artistas preferidos. Tal fato ocorre mesmo com estreias, se o debutante na área for uma personalidade já tarimbada vinda de outro segmento.
Vida Selvagem marca a estreia na direção do ator e roteirista Paul Dano, “muso” do cenário indie norte-americano. Baseado no livro de Richard Ford, o roteiro foi adaptado por Dano e sua companheira dentro e fora das telas, a também atriz Zoe Kazan. A história retrata com eficiência o cotidiano de uma família de classe média baixa norte-americana vivendo em Great Falls, Montana, na década de 1960. Trinta anos após a grande depressão que abalou a maior potência mundial, a família Brinson luta para tentar se manter de pé, e sobreviver financeiramente.
Jerry (o pai), Jeanette (a mãe) e Joe (o filho), à primeira vista parecem a típica família perfeita, vangloriada em comerciais de margarina. Basta, no entanto, uma segunda olhada para encontrar intensas rachaduras nesta cúpula – como apresentado de forma memorável em Beleza Americana (vencedor do Oscar em 2000). Não bastasse a luta diária para prover à sua família de forma apertada, o patriarca Jerry perde o emprego e conseguir outro se mostra uma tarefa árdua – ao ponto de deixá-lo desesperançoso e deprimido. O fato força sua esposa a contribuir, e também sair em busca do ganha-pão – numa época de transição para a independência feminina, onde tais ocorrências ainda causavam estranhamento social.
Apesar dos grandes nomes, como Jake Gyllenhaal e Carey Mulligan, nos papeis principais do pai e da mãe, tudo é visto e acompanhado através dos olhos do filho do casal, o jovem Joe (Ed Oxenbould). Ele serve como nosso guia pela intimidade de sua família, nos fazendo excursionar por uma fase nostálgica de nossas próprias vidas, e refletir sobre o comportamento da relação de pais e filhos – que sintomaticamente nos molda como as pessoas que viremos a nos tornar. A base de tudo são estes anos formadores, cruciais para o restante de nossas vivências.
Com uma visão extremamente madura, digna de um veterano, o cineasta calouro Paul Dano mostra que aprendeu com os grandes nomes com quem trabalhou – gente como Paul Thomas Anderson, Richard Linklater, Ang Lee, Steve McQueen, Denis Villeneuve, Paolo Sorrentino, entre outros -, se formando com maestria e adquirindo de cada um deles a qualidade necessária para assimilar a postura de um contador de histórias de mão cheia. A sofisticação com que Dano monta cada frame de seu longa é simplesmente de tirar o fôlego. O diretor faz uso de uma das melhores fotografias do ano (garantida de ser lembrada na época de prêmios – se ficar de fora será um disparate) e uma trilha incisiva, que combinadas florescem os sentidos numa experiência única.
Contemplativo e minimalista, Vida Selvagem pode ser considerado dono de uma narrativa quase lisérgica e ritmo deliberadamente lento para alguns, mas sua estética é tão vibrante que se torna impossível desgrudar os olhos da tela. É claro que isso não seria o suficiente caso o texto apresentado não fosse igualmente compelativo. A adaptação é identificável ao extremo e possui um adjetivo muito em falta no cinema mainstream atual: humanidade. Essa é uma história sobre seres humanos errantes e sua rotina, seus deslizes e pecados – inerente de toda e qualquer relação neste planeta.
Quando o pai deixa sua família em função de um arriscado emprego apagando incêndios florestais – muito devido a frustrações pessoais – tal abandono reflete imediatamente nos outros entes desta equação. O filho pródigo ainda vê na figura paterna um exemplo, ansiosamente esperando seu retorno – que pode sequer ocorrer. A mulher, preterida, não assume tal posicionamento e parte ela mesmo atrás de uma forma de sobrevivência – seguindo por caminhos errôneos para uma vida melhor.
A verdadeira protagonista do longa é Jeanette, tomada por uma Carey Mulligan nunca antes vista. Em geral incorporando personagens donas de personalidade similar (a mulher fragilizada e insossa), a jovem britânica entrega aqui seu ponto fora da curva. Mulligan apresenta uma atuação magnética – pela qual somos instantaneamente atraídos, fascinados e totalmente arrebatados. A atriz nunca esteve melhor do que neste desempenho, se despindo até a alma na forma de uma mulher insatisfeita com os rumos que sua vida tomou – recobrando a liberdade e juventude que lhe foram tiradas. Em momentos de diálogos com o filho, Mulligan exprime o máximo de veracidade de suas cenas. Sua entrega é pura explosão e carisma – inéditos na carreira. Vê-la de tal forma, como na cena do jantar na casa do patrão (na qual dança), é impressionante. É possível constatar as características de uma grande atriz – em especial para os que nunca a viram por tal prisma. Se sair indicações a prêmios, será merecido.
Vida Selvagem dialoga com a melancolia e expectativas não cumpridas em âmbitos de nossas vidas. Dano cria um filme belo, triste e real, refletindo unicamente uma parcela da vida, e sendo capaz, inclusive, de transcender a uma produção cinematográfica – elevação que pode causar estranhamento. O realismo, porém, é uma de suas maiores virtudes. E o diretor acrescenta ainda uma parte técnica inspirada e atuações avassaladoras. Quem dera todas as estreias atrás das câmeras pudessem ser assim. Dano, quando sai seu segundo filme?
Pois é, querido leitor, mal piscamos e o ano de 2024 já está chegando perto de sua metade. Estamos atualmente no fim do quinto mês do ano. Maio ainda reserva mais um fim de semana de estreias nas telonas e telinhas, para depois adentrarmos o sexto mês e chegarmos oficialmente à metade de 2024. Para o cinema, a primeira metade do ano sempre é sinônimo de uma lista de filmes, digamos, mais morna do que a segunda metade. Acontece é que os grandes filmes são sempre reservados para o segundo semestre.
Mas isso não quer dizer de maneira alguma que não podemos ter verdadeiras preciosidades, sucessos de crítica e público na primeira metade. E 2024 chega para demonstrar justamente isso. Já que em um aspecto financeiro e de crítica, ‘Duna 2’ se mostra o filme a ser batido até o momento. É claro que o filme de maior expectativa do ano, ‘Deadpool e Wolverine’ só sai no fim de julho e aí sim as coisas prometem mudar de verdade.
Enquanto isso, para irmos aquecendo os motores com os primeiros grandes filmes de 2024, vamos conhecer abaixo as produções que mais movimentaram milhões de dólares nas bilheterias pelo mundo. Confira.
10) Meninas Malvadas –
US$104.4 milhões
Lançado bem no início do ano, em janeiro (geralmente um mês morto nas telonas), essa foi a aposta da Paramount para celebrar os 20 anos de aniversário do clássico moderno adolescente muito querido ‘Meninas Malvadas’. O filme foi parar nos palcos da Broadway como um musical e é esta versão que se torna um filme agora. O sucesso pelo mundo garantiu ao longa mais de $100 milhões o tornando o décimo mais rentável até o momento.
09) Guerra Civil –
US$113.2 milhões
Agora vamos para uma estreia mais recente. Perturbador em diversos sentidos, especialmente por estar tão perto de uma realidade social em um mundo completamente polarizado, ‘Guerra Civil’ é uma obra importante, mas que não é militante, apenas critica a intolerância, mostrando o trabalho jornalístico em meio a uma catástrofe apocalíptica bem real. Um filme que ganhou muito no boca a boca e se tornou o nono mais lucrativo do ano até o momento, com mais de $110 milhões em caixa para a A24.
08) O Dublê –
US$145.5 milhões
Esse é o mais recente a chegar à lista até agora, tendo estreado bem no início de maio, ou seja, há menos de um mês. O que significa que o filme de ação, romance e comédia, ‘O Dublê’ ainda terá muito espaço para crescer e juntar mais alguns milhões de dólares, arrumando para si uma posição mais alta na lista. Ryan Gosling e Emily Blunt mostram sua química perfeita nesta adaptação de um seriado dos anos 80, somando quase $150 milhões para a Universal Pictures.
07) Beekeeper: Rede de Vingança –
US$152.7 milhões
“O sangue de Jason Statham tem poder”. Um dos maiores astros de ação do momento, o careca britânico durão Jason Statham possui seu público cativo – os viciados em adrenalina e filmes no estilo “tiro, porrada e bomba”. Foi essa galera que elevou a franquia ‘John Wick’ a um status de blockbuster. E os filmes de Statham seguem a mesma linha. ‘Beekeeper’, a aposta do ator para o início de 2024 já soma mais de $150 milhões mundiais e é o sétimo mais rentável até o momento.
06) Bob Marley: One Love –
US$179.3 milhões
Mesmo que muitos falem contra à sua qualidade recente, os filmes de biografias musicais possuem muita força. Afinal, não precisa sequer ser o maior fã de cinema para querer ver em tela a história de seu cantor favorito retratado. E quando falamos em Bob Marley, uma verdadeira legião de fãs ainda o mantém como um dos cantores mais adorados, tocados e influentes de todos os tempos. E ele não será o último, pois acaba de estrear a bio de Amy Winehouse, e em breve será o rei do pop, Michael Jackson, a ter sua vida retratada. ‘One Love’ fez mais de $170 milhões para a Paramount.
05) Ghostbusters: Apocalipse de Gelo –
US$200.2 milhões
Agora sim chegamos ao top 5 dos mais rentáveis dos primeiros cinco anos de 2024. ‘Ghostbusters’ (ou ‘Os Caça-Fantasmas’) é não apenas uma das franquias mais queridas a sair dos anos 80 ainda em atividade, como também é uma galinha dos ovos de ouro para o estúdio Sony (Columbia). Aqui temos continuada a linha narrativa de ‘Ghostbusters – Mais Além’, de 2021, na qual o elenco antigo se encontra com uma nova geração de caçadores de fantasmas, membros da família do saudoso Egon Spengler (Harold Ramis). O mais novo exemplar da franquia fez $200 milhões em bilheterias mundiais.
04) Planeta dos Macacos: O Reinado –
US$298.6 milhões
Agora temos um item verdadeiramente impressionante na lista. Se ‘O Dublê’ foi lançado no início de maio, o novo ‘Planeta dos Macacos’ chama ainda mais atenção por ter estreado há menos tempo (na semana seguinte ao filme citado) e ter escalado rapidamente para a quarta posição do ranking. O que demonstra que a franquia dos símios falantes ainda possui muito caldo a dar. Essa é a primeira iteração da franquia já nas mãos da Disney, após a compra da FOX. O filme soma mais de $240 milhões mundiais e possui muito espaço para crescer e se tornar um dos top 10 do ano.
03) Kung Fu Panda 4 –
US$539.2 milhões
Agora no top 3, damos um verdadeiro salto financeiro no lucro dos últimos três filmes. Tudo bem que ‘O Dublê’ e ‘Planeta dos Macacos – O Reinado’ acabaram de sair do forno, mas a verdade é que até o item acima nenhum filme atingiu sequer a marca de $300 milhões mundiais até o momento. Isso muda agora com ‘Kung Fu Panda 4’. E quem podia imaginar que a franquia do urso panda bonachão ainda tinha tanto gás assim, ainda mais levando em conta que o terceiro (de 2016) havia ficado longe de ser um sucesso estrondoso. Isso só mostra que o tempo cura todas as feridas, e pode criar uma nova geração de fãs. Isso porque o Panda fez impressionantes $536 milhões mundiais com a garotada, se tornando o terceiro filme mais rentável de 2014 até o momento.
02) Godzilla e Kong: O Novo Império –
US$566.9 milhões
Pegando para si a segunda posição no pódio com a medalha de prata, mas por pouco, está o mais novo sucesso da Warner Bros em parceria com a Legendary Pictures. Isso só demonstra que os primatas estão dominando a cultura pop mundial esse ano. Parte do chamado “monsterverse”, filmes de monstros gigantes da casa, ‘Godzilla e King Kong se uniram e não se largam mais. É que eles perceberam que juntos são mais fortes… nas bilheterias. O mundo não cansa de assistir aos embates das criaturas, seja duelando uma contra a outra ou se unindo para combater outros monstrões. Já está inclusive confirmada uma terceira parte. Esta aqui somou mais de $560 milhões mundiais.
01) Duna: Parte 2 –
US$711.8 milhões
Agora sim, em primeiríssima posição com a medalha de prata, ‘Duna 2’ deixou todo o resto comendo poeira. Enaltecido por grande parte dos críticos e dos fãs como um dos melhores filmes de anos recentes, o longa consegue superar inclusive seu predecessor. Dividido em duas partes, é como se o primeiro fosse a introdução a este mundo e a apresentação dos personagens, para agora ganharmos ação e conclusões de verdade.
O elenco já espetacular recebe reforços de gente como Austin Butler, Florence Pugh, Christopher Walken e Anya Taylor-Joy, e igualmente já anuncia um terceiro filme. Como dito no início do texto, ‘Duna 2’ é o filme a ser batido na segunda metade de 2024. Detalhe, já se encontra no acervo da HBO Max para todos que quiserem vê-lo ou revê-lo no conforto do lar. Ah sim, o filme fez mais de $710 milhões mundiais – sendo o que chegou mais perto de bater $1 bilhão. Quem será que irá derrubá-lo?
A CW divulgou o novo trailer da 4ª temporada de ‘Supergirl‘.
Confira:
Os novatos Rhona Mitra, Robert Baker, Bruce Boxleitner e Nicole Maines entraram para o elenco do quarto ano.
O ator e diretor Kevin Smirth vai dirigir um dos episódios do próximo ano. Smith revelou que conduzirá um dos capítulos da produção, mas não especificou qual deles ainda, salientando que o anúncio oficial virá em breve.
‘Supergirl’ é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.
Criada por Kenya Barris, a série já possui um spin-off intitulado ‘Grown-ish‘.
Um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.
O elenco conta com Anthony Anderson, Tracee Ellis Ross, Marcus Scribner, Miles Brown, Marsai Martin, Peter Mackenzie, Deon Cole e Jenifer Lewis.
De acordo com o We Got This Covered, o icônico assassino Ghostface da franquia ‘Pânico‘ quase teve um outro apelido, e chegou a ser nomeado duas antes do título que conhecemos.
Segundo o site, as máscaras do filme já eram vendidas antes da produção com o nome Fantasma dos Olhos de Amendoim (em referência ao formato dos olhos da máscara). Obviamente, o nome não era assustador o suficiente e os produtores pediram para a empresa renomear a fantasia. Então, o icônico nome Ghostface nasceu.
No entanto, como a linha de fantasias e o filme do Wes Craven não tinham conexão entre si, a máscara é nomeada “Father Death” no primeiro longa. O nome pode ser visto quando Dewey joga a fantasia em sua embalagem original em frente à Sidney.
Rumores indicam que o ‘Pânico 5‘ terá o retorno dos atores Neve Campbell, David Arquette e Courtney Cox, e vai estabelecer um novo grupo de protagonistas para os próximos filmes.
Isso significa que os personagens antigos Sidney Prescott, Dewey Riley e Gale Weathers podem aparecer na nova produção, mas as participações serão especiais. De acordo com as fontes internas do site, a premissa de abordagem deve seguir o mesmo modelo que está sendo aplicado para a sequência ‘Os Caça-Fantasmas 3‘, que provavelmente trará os astros dos filmes originais, mas focando sua narrativa nos novos protagonistas.
Em entrevista ao Movie Web, David Arquette afirmou que adoraria retornar para, mas ainda não foi abordado pelos produtores do novo filme.
“Eu telefone ainda não tocou e eu não sei nada [sobre o reboot]. Eu sinceramente não sei.”
Ele completa, “Sei apenas que eles estão desenvolvendo um roteiro, aparentemente. Não sei se nossos personagens estarão envolvidos. Seria legal. Seria animador fazer parte disso. Seria triste por não ter Wes [Craven] lá, mas adoraria ver o seu legado continuar. Adoraria ver novos filmes de ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Pânico’.”
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A Sony Pictures divulgou a sinopse completa da adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada pela Milla Jovovich (‘Resident Evil‘), revelando novos detalhes sobre a trama da produção.
Confira:
“Por trás do nosso mundo, há outro: um mundo com monstros perigosos que governam seus domínios com ferocidade mortal. Quando uma tempestade de areia inesperada transporta a tenente Artemis (Milla Jovovich) e sua equipe (TI Harris, Meagan Good, Diego Boneta) para um novo mundo, os soldados ficam chocados ao descobrir que este ambiente hostil e desconhecido é o lar de monstros enormes e terríveis imunes ao seu poder de fogo. Em uma batalha desesperada pela sobrevivência, o grupo encontra o misterioso Hunter (Tony Jaa), cujas habilidades únicas o permitem ficar um passo à frente das criaturas. Enquanto Artemis e Hunter lentamente constroem uma confiança, ela descobre que ele faz parte de uma equipe liderada pelo almirante (Ron Perlman). Enfrentando um perigo tão grande que poderia ameaçar destruir o mundo deles, os bravos guerreiros combinam suas habilidades únicas para se unirem para o confronto final.”
Após ter sido adiado por causa da pandemia de coronavírus, o longa tem estreia prevista para 23 de abril de 2021.
Sem muitas surpresas, a adaptação terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.
O orçamento ficou na casa dos US$ 60 milhões.
O elenco ainda inclui Tony Jaa, T.I. Harris, Meagan Good, Diego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.
O drama ‘A Face da Verdade‘ (Little Kingdom) ganhou um novo trailer legendado.
Confira:
Peter Magat é o responsável pela direção.
Um soldado chamado Jack está no campo de batalha e, após receber uma carta de sua amada esposa Eva, deixa sua unidade militar, corre pelo campo e encontra o vale onde Eva mora. Lá, Jack encontra algum trabalho, enquanto sonha com Eva e em criar sua própria casa e ter um bebê. De repente, a polícia secreta aparece. Para piorar, Bar, o cruel proprietário de uma fábrica local, está interessado em Eva e fará de tudo para que Jack saia do caminho.
O elenco inclui Alicia Agneson, Brian Caspe, Mark Fleischmann, David Hartl, Ján Jackuliak, Kristína Kanátová, Amy Loughton e Klara Mucci.
No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.
Em entrevista ao ComicBook, Courteney Cox revelou que adoraria reprisar seu papel como a icônica Gale Weathers na vindoura sequência ‘Pânico 6‘.
“Eu adoraria retornar, é claro. É uma experiência muito divertida poder participar de uma longa franquia e essa parece completamente revigorada. O quinto filme foi um novo capítulo e os diretores são incríveis. Acredito que o Wes [Craven] está olhando para baixo e dizendo: ‘Sou muito feliz pelo Matt e Tyler.'”
Vale lembrar que, segundo o site One Take News, Neve Campbell está em negociações avançadas para reprisar o papel de Sidney Prescott no sexto filme.
Anteriormente, enquanto promovia o quinto filme, ela expressou seu interesse em retornar à série.
“Parece que sempre há mais histórias para serem contadas em Woodsboro e há gosto por isso. Então, acho que, se as pessoas amarem este, com certeza vamos estar empolgados em voltar”, ela afirmou ao Screen Rant.
O próximo filme trará de volta os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett e os roteiristas James Vanderbilt (‘Zodíaco’) e Guy Busick (‘Casamento Sangrento).
As filmagens começam entre Julho e Setembro deste ano.
Os detalhes da trama estão em sigilo. Vários personagens sobreviveram a ‘Pânico‘ (2022), permitindo que a história siga qualquer um deles para a próxima sequência.
“Estamos tremendamente gratos aos fãs de todo o mundo que receberam nosso filme com entusiasmo. Mal podemos esperar para o público ver o que têm reservado para nossa família de Woodsboro”, afirmou os estúdios em comunicado.
A estreia deve acontecer em 2023.
Assista nossa crítica:
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
O elenco conta com o retorno de Neve Campbell, David Arquette, Courteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa Barrera, Dylan Minnette, Jenna Ortega, Mason Gooding, Kyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy Brown e Mikey Madison.
O elenco conta com Ander Puig (‘Ser o no ser’), Carmen Arrufat (‘HIT’), Álvaro de Juana (‘HIT’), Ana Bokesa (‘La que se avecina’) e Álex Pastrana (‘Bem-Vindo ao Éden’).
‘Elite’ acompanha o dia a dia em Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola da Espanha, frequentada somente por filhos de famílias ricas e influentes. Tudo começa a mudar quando três alunos do ensino público são transferidos para lá, como consequência de um terremoto que destruiu seu antigo colégio. Christian (Miguel Herrán), Nadia (Mina El Hammani) e Samuel (Itzan Escamilla) se consideram sortudos pela mudança, mas logo se tornam alvos de uma esmagadora diferença de classe. Alunos como Marina (Maria Pedraza), Lu (Danna Paola) e Polo (Álvaro Rico), que estão acostumados a fazer tudo do seu jeito, vão dificultar ainda mais a permanência dos recém-chegados. E não são apenas as condições sociais que se chocam; a rotina de Las Encinas é, de fato, marcada por tensões, intrigas e muitas emoções conflitantes. Esse contraste entre menos favorecidos e abastados culmina em um misterioso assassinato. Agora resta saber: quem está por trás do crime? O assassino é um dos novatos? Ou há algo mais sombrio se escondendo nos corredores?
Em entrevista ao Rolling Stone, Randall Park (‘Homem-Formiga’) declarou que o grande sucesso do live-action ‘Barbie‘ não está passando a mensagem certa para a indústria cinematográfica em Hollywood.
O ator fez referência às dezenas de produções baseadas em propriedades da Mattel que entraram em desenvolvimento – buscando “surfar” no sucesso do longa dirigido pela Greta Gerwig –, afirmando que os executivos perderam a visão do que tornou o filme estrelado pela Margot Robbie tão especial.
“Eu sinto que, em geral, a indústria está aprendendo lições erradas. Por exemplo, ‘Barbie’ se tornou um enorme sucesso e Hollywood reagiu tipo: ‘Vamos fazer mais filmes sobre brinquedos’. Não! Faça mais filmes com e sobre mulheres.”
Fenômeno de crítica (88% de aprovação no Rotten Tomatoes) e bilheteria, o longa já arrecadou impressionante US$ 1.1 bilhão mundialmente.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-Adir, Alexandra Shipp e Marisa Abela.
Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.
O terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino, ganhou um novo clipe brutal.
No vídeo, o antagonista encontra sua máscara logo após assassinar uma vítima.
Vale lembrar que o terror abriu com apenas 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia a proposta diferenciada do longa, especialmente em um gênero tão difícil de inovar, destacando as brutais cenas de morte.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Não há nada de novo para ser encontrado neste filme, mas há alguns momentos brilhantes.” (CBR)
“Este filme apresenta as cenas de morte mais grotescas e elaboradas que já vi na minha vida. Tudo se encaixa perfeitamente, ao contrário de outros filmes que trazem uma proposta parecida e acabam fracassando. Essa parece ser uma produção clássica e completamente nova ao mesmo tempo.” (Salon.com)
“É um festival sangrento esplendidamente comprometido com sua proposta única.” (RogerEbert.com)
“Um fascinante experimento de terror artístico que parece mais um filme minimalista com um toque sombrio e sangrento.” (Bloody Disgusting)
“Contado do ponto de vista do assassino (exceto quando não é), este exercício de gênero anêmico, mas formalmente convincente, desmistifica completamente a persona de um assassino mascarado.” (Bloody Disgusting)
“‘In A Violent Nature’ consegue fazer algo diferente com um subgênero notoriamente difícil de inovar. Uma cena de morte, em especial, merece entrar para o hall da fama do gênero!” (Cody Leach)
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 31 de maio.
Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…
O elenco conta com Ry Barrett, Andrea Pavlovic, Cameron Love, Reece Presley, Liam Leone, Charlotte Creaghan, Lea Rose Sebastianis, Sam Roulston, Alexander Oliver e Lauren Taylor.
De acordo com o Deadline, as filmagens de ‘Duna: Messias‘, terceiro filme da franquia baseada na saga literária de Frank Herbert, estão programadas para começarem durante o verão norte-americano.
O período compreende os meses entre junho de agosto.
O site afirma que o projeto se encontra atualmente em pré-produção, mas ainda não há confirmação sobre as locações das filmagens. Os dois filmes anteriores gravaram em Origo Studios, Hungria, Jordão e Abu Dhabi.
No livro, Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.
Denis Villeneuve retornará à direção.
Com 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência ‘Duna: Parte 2‘ arrecadou US$ 714.6 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a sexta maior arrecadação de 2024.
De acordo com o The Hollywood Reporter, a Sony Pictures está desenvolvendo um filme baseado no ‘Labubu‘, boneco que se tornou um dos maiores fenômenos de 2025.
O site afirma que o estúdio adquiriu os direitos da Pop Mart, marca chinesa dos bonecos, e tem a intenção de começar uma nova franquia de sucesso.
Como o acordo foi fechado nesta semana, ainda há poucas informações sobre o projeto. Nenhum produtor foi anunciado, e ainda não foi confirmado se o longa será animado ou em live-action.
Os bonecos Labubu foram originalmente criados pelo artista Kasing Lung.
A linha se tornou um verdadeiro fenômeno após chegar nos Estados Unidos, integrando-se à cultura popular com a ajuda de estrelas como Rihanna, Lisa do BLACKPINK, Kim Kardashian, entre outras.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.