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‘9-1-1’: Showrunner aborda a possibilidade de MATAR protagonista no final da 7ª temporada

9-1-1 se prepara para o final de temporada, prometendo preparar o terreno para a já confirmada 8ª temporada, com o showrunner da série Tim Minear abordando a possibilidade de matar um dos protagonistas.

Segundo a Collider, Minear admitiu que, embora ainda não tenha matado nenhum personagem, se chegar a hora, infelizmente poderá fazê-lo. “Eu não acho que os personagens são imortais. Houve algumas vezes em que eles estiveram perto de realmente morrer. Só não quero matar nenhum deles. Um dia, quando isso acontecer, será um dia triste para mim”.

Lembrando que o episódio final da 7ª temporada coloca Bobby Nash (Peter Krause), um dos protagonistas de9-1-1, entre a vida e a morte após explorar seu passado e traumas.

“Após o devastador incêndio na casa dos Nash, o destino de Bobby permanece incerto, enquanto Athena embarca em uma missão para descobrir a verdade. Enquanto isso, Hen e Karin se envolvem em uma acirrada batalha pela custódia, enquanto Christopher lida com o perdão para Eddie”, diz a sinopse.

Confira o trailer da 7ª temporada de 9-1-1e e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Crítica | Dom – 3ª e Última Temporada Imprime Tom Melodramático à Frenética Série de Ação Brasileira

Pedro Dom foi um fenômeno no início dos anos 2000 – e voltou a sê-lo agora, quase vinte anos após sua morte. Numa época em que a economia brasileira ainda lutava para se estabilizar, Pedro Dom invadia apartamentos de pessoas ricas ou classe média alta e roubava-lhes joias, dinheiro vivo e outros objetos de valor. Acima de tudo, ele tocava o terror real, físico e psicológico nas vítimas que encontrava pelo caminho, e essas eram as descrições dadas por essas mesmas vítimas e por outras testemunhas que viram in loco as performances de Dom.

Em 2021, porém, estreou na Prime Video uma série homônima que buscava trazer um outro olhar, um outro lado da moeda de uma história até então contada pela perspectiva dos policiais e com a narrativa do jornalismo sensacionalista. E agora, nesse último final de semana, estreou na plataforma a última temporada de ‘Dom’.

Pedro Dom (Gabriel Leone, de ‘Eduardo e Mônica’) agora é pai. Sua filha acaba de nascer no hospital, mas Jasmin (Raquel Villar) não quer que Dom vá vê-la, para não levar perigo a elas. Isso parte o coração do rapaz, que ainda está tentando de tudo para pagar sua dívida com Colibri (Murilo Sampaio, de ‘Cidade Invisível’), chefe do tráfico da Rocinha. Porém, seu vício em cocaína ainda é muito forte, o que faz com que ele queira consumir ainda mais e preocupa cada vez mais a seu pai, Victor (Flávio Tolezani, de ‘Verdades Secretas’), que tenta desesperadamente a liberdade de seu filho ao mesmo tempo em que descobre um tumor no pulmão e começa a se envolver amorosamente com Lia (Aline Borges, de ‘Alemão 2’), uma juíza. Enquanto isso, a polícia e o governo estão fechando o cerco contra Dom, na tentativa de retomar o respeito da população, mas Dom precisará realizar uma última ação antes de conquistar sua almejada liberdade.

Dessa vez com uma temporada menor, de apenas cinco episódios com cerca de cinquenta minutos cada, não fosse pelo arco da trama, poderíamos pedir que essa temporada se juntasse com a anterior num produto só. Outra diferença é que nesta parte, mais do que nas outras, temos mais tempo de background para o passado e para a vida particular de Victor, o pai, o que invariavelmente acaba quebrando o ritmo do enredo, pois suas cenas são sempre de drama, de reflexão, de confissão ou de uma operação na Colômbia, enquanto as cenas de Dom são pura ação.

Gabriel Leone e Flávio Tolezani encerram com primor uma série de sucesso, entregando boas e convincentes atuações que, sob a iluminação certa e a fotografia favorável, tornam suas expressões emocionais ainda mais intensas nos momentos certos. As cenas de ação e de perseguição fazem o espectador prender o fôlego e imergir na adrenalina tamanha a proximidade com o real, realçadas pela captação acurada de som da técnica Valéria Ferro.

Tecnicamente bem realizada, ‘Dom’ é, no geral, uma baita superprodução e um ótimo trabalho do diretor Breno Silveira (in memoriam), que criou a série. É um olhar interessante de dentro, ainda que fictício, do agente dos eventos, e não da mídia ou da polícia. Inspirado nos eventos reais, a série se permitiu algumas muitas modificações, de certo modo suavizando o impacto das ações de Dom para quem sofreu com seus atos, retratando a ele e a seu pai como heróis que tentaram pedir ajuda para um sistema corrupto que deveria proteger a todos.

A série termina com o Victor real, pai de Dom, pedindo que retratassem seu filho tal como era, como ele o via: um rapaz bonito, inteligente, que fez escolhas erradas na vida e cujo problema principal era a cocaína. E esta terceira temporada de ‘Dom’ encerra a série retratando o biografado tal qual o último desejo de seu pai. Cabe ao espectador fazer o veredicto dos fatos.

‘Criminal’: Adria Arjona será uma ladra profissional na nova série da Amazon MGM Studios

De acordo com o Deadline, Adria Arjona (‘Star Wars: Andor’) será a protagonista de ‘Criminal‘, série baseada na graphic novel homônima de Ed Brubaker e Sean Phillips.

A atriz interpretará Greta, uma ladra de alto nível e mãe viúva de Angie. Desde que seu marido morreu em um roubo que deu errado, Greta tem lutado consigo mesma sobre como escapar da única vida que conheceu – e do único lugar onde prosperou.

O problema é que ela é boa nessa vida de crimes, mas ela está procurando uma grande oportunidade – um roubo milionário que possa tirar ela e sua filha dessa vida de uma vez por todas.

Richard Jenkins (‘A Forma da Água’) também estrelará a produção.

Ryan Fleck e Anna Boden irão dirigir os quatro primeiros episódios.

A Amazon MGM Studios está desenvolvendo o projeto, que ainda contará com a produção executiva da Legendary Television.

Conhecido no gênero, Ed Brubaker já trabalhou tanto para a Marvel quanto para a DC Comics. Ele também integrou a equipe de roteiristas da série ‘Westworld‘, da HBO.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Halle Berry afirma que seu papel em ‘Os Flintstones – O Filme’ foi um “grande passo” para as mulheres negras

Halle Berry, conhecida por seus papéis em ‘Monster’s Ball’ eMoonfall, enfatizou recentemente a importância de seu papel em ‘Os Flintstones – O Filme’ de 1994, destacando que interpretar Sharon Stone, a sedutora secretária de Fred Flintstone (John Goodman), no filme, foi um “grande passo” para as mulheres negras na indústria do entretenimento.

Em um vídeo publicado no Instagram, Berry comemora o 30º aniversário do filme e reflete sobre a representatividade que seu papel representou na época. “Pensei que seria realmente legal olhar algumas das minhas cenas porque eu realmente não vi este filme há provavelmente 20 anos”.

Ela acrescentou: “Ser uma mulher negra em Bedrock parecia uma coisa pequena, mas, você sabe, Os Flintstones eram o tecido de nossa cultura. Eu sabia que isso era um grande avanço para as pessoas negras, especialmente as mulheres negras.”

Embora o papel de Sharon Stone fosse cômico e caricato, Berry reconheceu a importância que ele teve em abrir portas para outras atrizes negras. “Embora fosse bobo, exagerado e exagerado, eu sabia naquela época o quão importante era essa pequena parte neste grande filme na verdade.”

Berry também mencionou as mensagens que recebe de fãs ao longo dos anos, agradecendo o carinho pelo seu papel em ‘Os Flintstones – O Filme’.

“Vocês me mandam mensagem todos os anos sobre o filme Os Flintstones, então pensei em fazer algo especial para o 30º aniversário. Amo todos vocês por amarem Miss Stone todo esse tempo”, escreveu Berry na legenda da postagem.

‘Os Flintstones – O Filme’, dirigido por Brian Levant, também contou com Rick Moranis, Rosie O’Donnell, Elizabeth Perkins, Kyle MacLachlan e Elizabeth Taylor.

‘Os Flintstones – O Filme’ esta disponível no Telecine.

POLÊMICO filme com Timothée Chalamet e Elle Fanning faz sucesso na Netflix; Mas vale a pena assistir?

Rodeado de polêmicas por conta da antiga e conturbada história de Woody Allen com Mia Farrow, Um Dia de Chuva em Nova York (A Rainy Day in New York) finalmente chegou no catálogo da Netflix e está fazendo o maior sucesso entre os assinantes. Para se ter uma ideia, a produção abriu em sexto lugar entre as mais assistidas do catálogo.

O maior destaque do filme está nas atuações de Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome) e Elle Fanning (Malévola: Dona do Mal). Como um casal de jovens universitários, os protagonistas brilham ao destacar o cinismo de forma carismática e contemplativa. 

Comparada às últimas obras do cineasta, seu 49º projeto possui o frescor dos artistas mais promissores desta década. Assemelha-se, no entanto, a narrativa de Allen em apresentar crônicas diárias sobre o comportamento humano e os seu desvios de caráter, sempre regadas a ironia e um pouco de sarcasmo.

Assista ao trailer:

Dito isto, os apreciadores do estilo se sentirão envolvidos pela história de Gatsby Welles (Chalamet) e Ashleigh Enright (Fanning). Ele, um rebelde domesticado que nutre um desprezo pela riqueza da família e o trabalho formal, prefere fazer o seu dinheiro honestamente no pôquer. Já ela, uma bem-nascida aspirante a jornalista vinda do sudoeste dos Estados Unidos e entusiasmada com as frivolidades da vida.

Com a trama desenvolvida em apenas um fim de semana, o enredo se constrói a partir da curta viagem do jovem casal do campus universitário no interior do Estado para a capital nova-iorquina nos anos 1960. É a primeira vez da menina na cidade grande e ela tem a maior oportunidade da sua pretensa carreira jornalística: uma entrevista com o prestigiado cineasta Roland Pollard (Liev Schreiber). 

O encontro entre Ashleigh e Pollard é o estopim para o brilhantismo de Elle Fanning, roubando todas as cenas com a sua sonhadora e insidiosa personagem. Todos os outros grandes nomes aparecem como meros coadjuvantes para a atriz de 19 anos mostrar o seu lado irreverente, jamais visto no cinema. Até agora escalada para trabalhos dramáticos e sombrios – vide Malévola (2014) e Demônio de Néon (2016), sua nova faceta é magnética aos espectadores. 

Do outro lado, embora Timothée Chalamet já tenha provado o seu talento anteriormente, o enredo não demanda muito do rapaz, entre as cenas de esnobismo às tradições e a estupefação diante das mulheres ao seu redor, sua mãe (Cherry Jones), a namorada Ashleigh e a aspirante a atriz Shannon (Selena Gomez). Obviamente, no entanto, ele constrói um personagem mais cativante e charmoso do que Bobby (Jesse Eisenberg), de Café Society (2016), e Mickey (Justin Timberlake), de Roda Gigante (2017).

Após o arrebatador trabalho fotográfico em Roda Gigante, Woody Allen continua a parceria com o três vezes ganhador Oscar Vittorio Storaro. O terceiro trabalho em conjunto é um misto de luminosidade na presença da imperativa Ashleigh e névoa na confusão do pacato Gatsby. Um jogo no qual o galã Francisco Vega (Diego Luna) e o roteirista Ted Davidoff (Jude Law) funcionam apenas como matizes na aquarela de descobrimento da jovem estudante sobre um mundo cinematográfico de egos, descaramentos e falsidades.

Como em suas última duas obras, Allen soa repetitivo ao mostrar a enganação do romance, afastando-se de suas grandes discussões antropológicas/sociológicas como em Blue Jasmine (2013), Meia-Noite em Paris (2011) e Vicky Christina Barcelona (2008). Seus diálogos continuam afiados, mas sem o esplendor de uma narrativa para além de tipos banais, os quais cruzamos diariamente nas estações de metrô. Ou seja, Um Dia de Chuva em Nova York tem seus momentos e uma nostalgia da cidade dos anos 60, mas sem sensibilizar.

Diablo Cody, roteirista de ‘Garota Infernal’, produzirá novo filme SOBRENATURAL

De acordo com o Variety, Diablo Cody (‘Garota Infernal’) servirá como produtora da adaptação ‘A Morte de uma Pop Star‘ (Death of a Pop Star), baseada na webcomic homônima da Violet Karim.

Isa Mazzei, do vindouro reboot de ‘Faces da Morte‘, assinará o roteiro.

Na trama…

“Sophie é uma estrela pop que está no auge de sua carreira – até ela tropeçar do topo das escadas e acordar no inferno. Felizmente, o Ceifeiro é o seu fã Nº 1, e está tentando desesperadamente salvar a alma de sua ídolo.”

“Secretamente, ele concede uma segunda chance à Sophie na Terra. No entanto, sua ressurreição é acompanhada de um alvo gigante em suas costas quando ela passa a correr do risco de ser arrastada de volta para o inferno.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Anteriormente, Cody havia revelado que adoraria fazer uma sequência para ‘Garota Infernal‘: “Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

‘Close’: Filme PREMIADO chega à Netflix e gera reações intensas entre o público

O drama belga Close, que teve sua estreia no Festival de Cannes em 2022 e recentemente chegou à Netflix, vem dividindo opiniões do público entre amor e ódio.

Dirigido por Lukas Dhont, o filme explora a complexa amizade entre dois pré-adolescentes e seus dilemas em meio à pressão social e à descoberta da própria identidade. Nas redes sociais, o longa tem gerado reações intensas, com comentários que vão desde elogios à sua sensibilidade e profundidade até críticas à sua temática e ritmo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Close esta disponível na Netflix.

Close acompanha a história de Léo e Rémi, dois garotos de 13 anos que nutrem uma amizade profunda desde a infância. Inseparáveis, eles compartilham segredos e experiências que os unem ainda mais. No entanto, ao ingressarem em uma nova escola, a relação dos amigos é colocada à prova. A pressão social, as dúvidas sobre a própria identidade e a crueldade dos colegas de classe ameaçam abalar a amizade de Léo e Rémi, levando-os a questionar tudo o que pensavam saber sobre si mesmos e sobre o outro”.

O longa é estrelado por Eden Dambrine e Gustav De Waele nos papéis principais de Léo e Rémi, respectivamente.

O elenco de apoio conta com Igor van Dessel, Émilie Dequenne e Kevin Janssens.

A trama foi escrita por Angelo Tijssens e Lukas Dhont, que também assina a direção.

Elenco se reúne nas imagens INÉDITAS da 3ª e última temporada de ‘De Volta aos 15’; Confira!

A Netflix divulgou imagens inéditas da 3ª e última temporada de De Volta aos 15, adorada série estrelada por Maísa.

Confira:

Vale lembrar que, recentemente, a atriz Juliana Paiva foi escalada para o ciclo de encerramento.

Paiva dará vida à versão adulta de Filipa, que passa a conhecer a protagonista Anita na faculdade. A versão mais jovem da personagem será vivida por Larissa Manoela, que se reúne com a ex-colega da novela ‘Carrossel’Maísa.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunista Bruna Vieira.

Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15 terá seis episódios na 1ª temporada.

Além de Maisa e Camila, o elenco também conta com Klara Castanho, João Guilherme, Caio Cabral, Pedro Vinícius, Gabriel Wiedemann, Antônio Carrara, Amanda Azevedo, Lucca Picon, Pedro Ottoni, Fernanda Bressan, Mariana Rios, Bruno Montaleone, Alice Marcone, Breno Ferreira, Yana Sardenberg, Gabriel Stauffer, Rafael Coimbra, Fabricio Licursi, Kiko Vianello, Felipe Camargo e Luciana Braga.

Kylie Minogue – 56 Anos | Os melhores álbuns de um dos nomes mais IMPORTANTES da música

É um fato dizer que Kylie Minogue não tem o reconhecimento que merece.

A artista australiana, que começou sua carreira como atriz, se tornou um dos símbolos da música pop desde sua estreia nos anos 1980, sendo responsável por trazer originalidade ao gênero e influenciar diversas performers, veteranas ou novatas – desde Madonna, ao servir de inspiração para a construção do icônico ‘Confessions on a Dance Floor’, até Dua LipaHailee Steinfeld.

Mesmo quatro décadas depois de seu début, Minogue continua expressiva no cenário musical e passou por um “renascimento” muito bem-vindo com o lançamento de Tension, seu 16º álbum de estúdio que, em pouco tempo, viralizou nas redes sociais e relembrou a todos de seu poder musical com uma obra-prima aplaudível, nostálgica e refrescante.

No dia de hoje, 28 de maio, Kylie completa 56 anos de idade e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando seus cinco melhores álbuns.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

5. IMPOSSIBLE PRINCESS (1997)

É um fato dizer que o mundo não estava pronto para quando Minogue provocou uma grande mudança de estilo e sonoridade em 1997, com o lançamento de seu sexto álbum de estúdio – o extremamente subestimado Impossible Princess. À época, o compilado de originais teve recepção polarizante por parte da crítica, mas, com o passar dos anos, adquiriu um status cult e foi condecorado como uma das melhores discos da artista. Aqui, ela mergulha em uma arquitetura mais experimental e pessoal, acompanhando de perto a revolução fonográfica que ocorria na segunda metade dos anos 1990 – encontrando uma identidade nova e muito mais liberdade para construir as canções.

4. DISCO (2020)

Disco, como o título já premedita, é uma infusão exuberante de disco-pop e faz flertes com o eurodance popularizado em 1970. Diferente de Dua Lipa, que mergulhou de cabeça no synth-dance com ‘Future Nostalgia’, e de Lady Gaga, que entregou um apaixonante house com ‘Chromatica’, Kylie nos convidou para a pista de dança e a nos esquecer dos problemas – falando sobre amores platônicos e a paixão pela música com composições certeiras. No final das contas, não resta mais nada a se fazer por agradecê-la por um mimo que não sabíamos que precisávamos até darmos play na faixa inicial – e pelo fato dela ter, assim como sua iteração predecessora, um controle bem maior das próprias canções.

3. TENSION (2023)

Em um dos vários comentários para promover Tension, Minogue afirmou que, diferente de suas duas últimas incursões, o álbum não veio acompanhado de um tema, e sim de uma liberdade criativa que se desenrolava pouco a pouco. “Queria celebrar a individualidade de cada música e mergulhar nessa liberdade. Eu diria que é uma mistura de reflexões pessoais, abandono de clubes e picos melancólicos”, ela disse. E tal ambição, muitas vezes problemática, se concretizou com um testamento da artista a si mesma, perpassando por todas as incríveis eras que já entregou a seus fãs em uma vibrante explosão de dance-popelectropop-rockdisco e house – cuja prometida individualidade é, em contraposição, o fio condutor desse coeso anthem das pistas de dança.

2. APHRODITE (2010)

Aphrodite cumpriu o que prometia e resgatou a glória de Kylie após certos deslizes dos anos anteriores: a performer, agora, era uma fênix que ganhava o mundo mais uma vez com um disco que não apenas envelheceu muito bem, mas que, quase uma década e meia mais tarde, continua original, inovador e dançante ao extremo. Dominando as paradas da Billboard com seus quatro singles alcançado o topo da Hot Dance Club Songs, ela reencontrava a si mesmo com competentes e memoráveis rendições – além de ter tido a oportunidade de trabalhar com um dos produtores mais requisitados do momento. Mais do que isso, o álbum provou que ainda havia muito a se contar dentro do saturado gênero do dance-pop, fosse pela nostalgia, fosse pelo arrojo – afinal, “qual é o motivo de viver se você não quer dançar?”, como bem ela nos pergunta em “Better Than Today”.

1. FEVER (2001)

Fever continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, Kylie demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado ‘Confessions on a Dance Floor’, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de ‘The Fame’, de Lady Gaga. Enquanto alguns historiadores insistem em reafirmar que não há como estudar a relação de causa-consequência entre um e outro, ouso discordar e dizer que quaisquer referências não são mera coincidência.

‘Seinfeld’: Michael Richards revela que colega de elenco quase desistiu da série por causa de um episódio

Michael Richards, o ator que interpretou o hilário Kramer em Seinfeld, revela em sua autobiografia um momento de tensão que quase custou a Jason Alexander, o George Costanza da série, seu lugar no show.

Segundo o Deadline, o incidente aconteceu na terceira temporada, durante a produção do episódio “The Pen”.

De acordo com Richards, o roteiro de “The Pen” não exigia a presença de Kramer ou George, o que gerou grande frustração em Alexander, que chegou a cogitar abandonar a série.

“Jason ameaça sair após descobrir que ele também não está no episódio. Ele está furioso”, escreveu Richards em sua autobiografia.

Em 2017, Jason Alexander confirmou as alegações de Richards, revelando que na época teve uma discussão acalorada com Larry David, um dos principais roteiristas da série, e ameaçou deixar o programa.

Apesar do momento de desavença, Alexander e David conseguiram resolver suas diferenças e permaneceram emSeinfeld até o final da série, em 1998.

Seinfeld é uma série de comédia americana criada por Larry David e Jerry Seinfeld que ficou no ar entre 1989 e 1998. A série gira em torno de um grupo de amigos que vivem em Nova York e é conhecida por seu humor observacional e personagens excêntricos.

Seinfeldestá disponível na Netflix. 

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: Artes conceituais revelam cenas excluídas do filme

Pantera Negra: Wakanda para Sempre fez história ao introduzir uma nova interpretação do herói aquático Namor (interpretado por Tenoch Huerta), reinando sobre Talokan, um reino subaquático com raízes na lenda Maia.

Recentemente, o ComicBookMovie divulgou que Phil Saunders, um dos artistas que contribuiu para o visual da Marvel, compartilhou algumas artes conceituais que não chegaram a ser utilizadas no filme.

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Além disso, destacou-se um confronto entre Coração de Ferro e Namora. “O roteiro originalmente incluía uma batalha prolongada entre [Riri Williams] e [Namora], que se desenrolaria debaixo d’água. Entretanto, essa cena foi cortada para manter o foco em [Shuri] e [Namor], embora tenha me proporcionado a oportunidade de criar algumas imagens dinâmicas”, revela Saunders.

Lembrando que esse ano, ainda sem data definida, estreia ‘Eyes of Wakanda‘, animação derivada de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, que já está disponível no catálogo da Disney+.

Relembre o trailer:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O longa está disponível no Disney+.

‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’ ganha data de estreia!

Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’, adaptação live-action do personagem criado por Maurício de Sousa, tem data de estreia confirmada.

Conforme anunciado pela Paris Filmes, o filme chegará aos cinemas em 09 de janeiro de 2025.

Chico Bento vive uma vida tranquila na Vila Abobrinha, cercado por seus amigos e goiabas, até que a construção de uma estrada nas terras de seu Nhô Lau ameaça sua goiabeira e mobiliza toda a turma”, diz a sinopse.

Isaac Amendoim vive o protagonista, e os vilões serão Dotô Agripino (Augusto Madeira) e Genesinho (Enzo Henrique).

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Dirigida por Fernando Fraiha (‘La Vingança’, ‘Choque de Cultura’ e ‘Bem-vinda, Violeta!’), a adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa deve chegar aos cinemas em 2024.

Para acompanhar as aventuras do Chico Bento, interpretado pelo influenciador mineiro Isaac Amendoim, de 10 anos, uma turminha especiar foi convocada. O ator Pedro Dantas é o escolhido para dar vida a Zé Lelé, primo de Chico e seu braço direito. Anna Julia Dias é a autêntica e decidida Rosinha, a paixãozinha secreta do protagonista. Lorena de Oliveira é Tábata, personagem recente da Turma da Mônica, questionadora e esperta, a melhor amiga de Rosinha. Davi Okabe e Guilherme Tavares são Hiro e Zé da Roça, a dupla de amigos inseparáveis e difícil de desgrudar.

A escolha de Amendoim para o papel principal foi revelada a ele pelo próprio Mauricio de Sousa, durante uma visita à produtora para um suposto teste final.

“É uma grande emoção poder ver mais um personagem saindo das páginas dos quadrinhos e literalmente ganhando vida nas telas de cinema de todo o País! Estou ansioso pela chegada de Chico Bento ao live-action com este roteiro inédito, que traz a simplicidade do personagem, seu bom humor e o dialeto tão marcante, características que conquistaram mais de quatro gerações. É com muito carinho que convidamos a todos para conferir mais essa aventura na Vila Abobrinha. Tenho certeza de que vai divertir crianças, jovens e adultos, reforçando também a importante mensagem da preservação ambiental. Não vejo a hora de poder compartilhar essa novidade com os fãs da Turminha”, pontua Mauricio de Sousa, desenhista e criador de Chico Bento.

Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa‘ se passa na Vila da Abobrinha, cidade fictícia dos clássicos quadrinhos que será recriada em Bragança Paulista e Itatiba.

O diretor Fernando Fraiha, que já trabalhou em outras produções da Turma da Mônica, se empolga com o novo projeto:

“Mergulhamos no mundo do Mauricio de Sousa mais uma vez, agora para levar ao cinema o universo do Chico Bento. É um mundo fantástico e engraçado inspirado em milhares de HQs do Chico. Com uma equipe excepcionalmente talentosa e comprometida, vamos fazer um filme profundamente rural. Mal posso conter minha empolgação em compartilhar essa aventura com o público”, comenta.

Ted Sarandos, Diretor executivo da Netflix, DEFENDE uso da IA

Em meio à crescente discussão sobre o impacto da inteligência artificial (IA) na indústria do entretenimento, o Diretor-executivo da Netflix, Ted Sarandos, se manifestou contra a ideia de que a IA representa uma ameaça aos empregos.

Segundo o Deadline, Sarandos expressou sua convicção de que a IA, em vez de substituir a criatividade humana, servirá como uma ferramenta poderosa para aprimorar o processo criativo.

“Eu tenho mais fé nos seres humanos do que isso. Realmente tenho. Eu não acredito que um programa de IA vá escrever um roteiro melhor do que um grande escritor, ou vai substituir uma grande atuação, ou que não seremos capazes de perceber a diferença. A IA não vai tirar seu emprego. A pessoa que usar a IA bem pode tirar seu emprego”, afirma Sarandos. 

Para Sarandos, a IA representa um passo natural na evolução das ferramentas criativas: “A IA é um tipo natural de avanço das coisas que estão acontecendo no espaço criativo hoje, de qualquer maneira. Os estágios de volume não substituíram as filmagens em locação. Escritores, diretores, editores usarão a IA como uma ferramenta para fazer seus trabalhos melhor e para fazer coisas de maneira mais eficiente e eficaz. E, no melhor dos casos, para colocar coisas na tela que seriam impossíveis de fazer”.

Sarandos concluiu citando a animação como exemplo, onde a transição da animação à mão para a animação gerada por computador resultou em um aumento no número de empregos na área. “Lembre-se de como todos lutaram contra o vídeo doméstico? Por várias décadas, os estúdios não licenciavam filmes para a televisão. Então, todo avanço tecnológico no entretenimento foi lutado e, finalmente, acabou crescendo o negócio. Não sei se isso seria diferente.”

George R.R. Martin CRITICA adaptações de livros: “Eles nunca a tornam melhor”

George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, usou seu blog para compartilhar o que pensa sobre as recentes adaptações de livros aclamados, afirmando que no geral as adaptações são inferiores, com uma exceção: a série Xógum: A Gloriosa Saga do Japão.

Martin argumenta que muitos roteiristas e produtores acreditam que podem “melhorar” histórias de livros, subestimando o trabalho dos autores originais. “Para onde quer que você olhe, há mais roteiristas e produtores ansiosos para pegar grandes histórias e ‘torná-las suas’. Não parece importar se o material de origem foi escrito por Stan Lee, Charles Dickens, Ian Fleming, Roald Dahl, Ursula K. Le Guin, J.R.R. Tolkien, Mark Twain, Raymond Chandler, Jane Austen, ou… bem, qualquer um. Por maior que seja um escritor, por melhor que seja o livro, sempre parece haver alguém à mão que acha que pode fazer melhor, ansioso para pegar a história e ‘melhorá-la’. ‘O livro é o livro, o filme é o filme’, dirão, como se estivessem dizendo algo profundo. Depois, fazem da história a sua”.

Ele continua: “Eles nunca a tornam melhor, no entanto. Novecentas e noventa e nove vezes em mil, pioram. Ocasionalmente, porém, temos uma adaptação muito boa de um livro ótimo e, quando isso acontece, merece aplausos”.

Em meio à sua crítica geral, Martin destaca uma exceção: a série Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, recente adaptação para TV do romance de James Clavell. Ele confessa ter ficado cético inicialmente, mas se impressionou com a qualidade da produção.

Eu posso me deparar com um desses casos recentemente, quando assisti à nova versão da série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ da FX. [..]. Mas não aceite a minha palavra para isso. Assista você mesmo”, conclui Martim.

Há algumas semanas, a HBO confirmou Peter Claffey (‘Wreck’) e Dexter Sol Ansell (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) como protagonistas de ‘Knight of the Seven Kingdoms: The Hedge Knight’, série derivada de Game of Thrones’.

Infelizmente, não foram revelados maiores detalhes sobre o desenvolvimento.

Confira a sinopse:

“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.”

George R.R. Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.

A produção está programada para estrear no segundo semestre de 2025.

Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será lançada oficialmente no dia 16 de junho.

Confira os trailers:

  

 

‘Minhas Aventuras com o Superman’: Produtores abordam o conceito de multiverso na animação

Jake Wyatt e Josie Campbell, coprodutor executivo e coprodutora da série animada Minhas Aventuras com o Superman, revelaram em entrevistas recentes planos empolgantes para explorar o conceito de multiverso e suas implicações para os personagens na segunda temporada.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Wyatt explicou como a Marvel serviu de inspiração. “Então é interessante porque quando estávamos apresentando a Liga das Lois Lanes… eu não pensei o suficiente sobre o que multiverso significa para os fãs da DC. …Nosso verdadeiro análogo era o Conselho de Reed Richards ou o Conselho do Capitão Bretanha. Era nisso que estávamos pensando, que são da Marvel. Mas trabalhamos para essa distinta competição, então não havia pensado sobre a gravidade do multiverso da DC”.

E continuou: “O motivo pelo qual queríamos fazer isso era desafiar as ideias de Clark e Lois sobre si mesmos e um ao outro naquele estágio de seu relacionamento. Então estávamos tentando servir a um momento de personagem, e nem mesmo pensamos nas implicações multiversais… Mas na minha cabeça de qualquer maneira, eu sempre pensei, ‘Sim, este é um momento para os personagens serem desafiados e terem suas identidades desafiadas assim que começam a formá-las.’ Isso é o que era para mim”.

Josie Campbell afirmou: “Eu acho que para mim, era realmente sobre Clark, porque é ver seu pior pesadelo se tornar realidade. Nosso Clark está tão preocupado com a ideia de que ele possa machucar alguém, ele possa inadvertidamente piorar as coisas, que ele é um monstro. É realmente importante tanto que agora Lois e Jimmy têm esse segredo que estão mantendo de Clark quando disseram ‘Sem mais segredos’. E também o final da primeira temporada em que Clark é atingido em seu ponto mais baixo com essa imagem de, ‘Meu Deus, todos os meus medos estão certos. Isso é possível'”.

Aprofundando mais, Campbell sugeriu como isso retorna na 2ª temporada de ‘Minhas Aventuras com Superman’. “Eu acho que é um fio que continuamos um pouco na segunda temporada. Isso prepara o terreno para muita angústia interior de Clark sobre Krypton e de onde ele vem, e quem eram suas pessoas, e quem ele poderia ser, e quem outras pessoas poderiam ser. Então, realmente prepara um grande tema para a segunda temporada, honestamente”.

Lembrando que a 2ª temporada de Minhas Aventuras com o Superman já estreou no Max.

Confira os teasers dos próximos episódios da elogiada animação e siga o CinePOP no Youtube:

“Sintonize o #Toonami no sábado, 1º de junho, à meia-noite, para assistir ao próximo episódio da 2ª temporada de ‘Minhas Aventuras com o Superman’, intitulado ‘Fullmetal Scientist’!”

 

Vale lembrar que os novos episódios darão mais destaque ao Lex Luthor, um dos vilões mais icônicos do Homem de Aço, e irão introduzir a Supergirl.

Relembre o trailer e a sinopse:

Segundo o ComicBook, “Na nova temporada, os três melhores amigos enfrentam uma série de novas ameaças. Inimigos poderosos surgirão do passado alienígena de Clark, Amanda Waller mirará no Superman, Lois lidará com o futuro e Jimmy Olsen gastará uma quantia inacreditável de dinheiro. Krypton está chegando para nossos jovens heróis, e sua chegada testará sua força, lealdade e amor como nunca antes”

Além de Jack Quaid, no papel do herói, o elenco de dublagem conta com Alice Lee (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) como Lois Lane.

A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam.

Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.

Exterminador será parte do DCU de James Gunn

O vilão Exterminador fez uma breve aparição na cena pós-créditos de ‘Liga da Justiça‘, interpretado por Joe Manganiello e retornou no epílogo do Snyder Cut do filme, sendo completamente descartado após o fracasso do universo estendido criado por Zack Snyder.

No entanto, o personagem vai voltar a dar as caras no cinema no DCU de James Gunn, presidente da DC Studios.

A informação foi confirmada pelo próprio cineasta em resposta a um fã, que disse no Threads:

James Gunn, por favor, pisque se você tem planos para o Exterminador. Estou esperando há muito tempo para ver meu menino brilhar.”  

Em resposta, Gunn comentou com um emoji piscando.

Por enquanto, ainda não há informações sobre quem dará vida ao vila desta vez.

Confira:

Enquanto isso, vale lembrar que o primeiro filme do novo DCU é ‘Superman‘, que chega aos cinemas em julho de 2025 e traz David Corenswet (‘Pearl’) no papel principal, enquanto Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) será o vilão Lex Luthor.

Confira as reações ao novo traje do herói:

 

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Conheça o elenco completo de ‘Bring Her Back’, novo TERROR dos diretores de ‘Fale Comigo’

O Variety anunciou o elenco completo de ‘Bring Her Back‘, novo terror de Danny e Michael Philippou – diretores do aclamado ‘Fale Comigo‘.

Billy Barratt (‘Invasion’), Jonah Wren Phillips (‘Sweet Tooth’), Sally-Anne Upton (‘Wentworth’), Stephen Phillips (‘The Leftovers’) e Sora Wong foram confirmados na produção.

Eles se juntam à atriz Sally Hawkins (‘A Forma da Água’), que será a protagonista do projeto.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

As filmagens estão programadas para começarem nos próximos meses.

Vale lembrar que a sequência ‘Fale Comigo 2‘ já foi confirmada. O roteiro da sequência será assinado por Danny Philippou ao lado de Bill Hinzman.

O primeiro filme acompanha um grupo de amigos que descobre como invocar espíritos usando uma mão embalsamada. Obcecados pela adrenalina, um deles vai longe demais e liberta terríveis forças sobrenaturais.

Relembre o trailer:

 

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Anteriormente, os diretores comentaram comentaram sobre uma sequência:

“Parte de mim pensa: ‘OK, talvez tenhamos terminado”, Danny comentou. “Outra parte de mim está: ‘meu Deus. Me dê uma sequência, por favor’. Eu tenho essas peças que me fazem pensar: ‘quero muito gravar isso. Essa é a coisa mais legal de todas’. Então, se a A24 vier para mim e disser: ‘quer saber? Gostaríamos de uma sequência’, eu não conseguiria resistir. Eu quero fazê-la”.

Michael acrescenta: “Acho que a questão seria: você continuaria a história ao redor de Mia e aqueles personagens, ou iria para outra parte do mundo? Esse é um debate”.

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes , o terror arrecadou US$ 88,4 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de apenas US$4,5 milhões.

Sophia Wilde, Joe Bird, Alexandra Jensen, Otis Dhanji, Miranda Otto, Marcus Johnson, Alexandria Steffensen, Zoe Terakes e Chris Alosio estrelam.

Andrew Scott se junta ao elenco de ‘Entre Facas e Segredos 3’

De acordo com o Deadline, Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’) entrou para o elenco de ‘Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery‘, terceiro filme da saga ‘Knives Out‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O artista se junta aos atores Josh O’Connor (‘Rivais’) e Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), que haviam sido previamente anunciados.

Daniel Craig reprisará o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

Sem data de estreia, o terceiro filme será lançado na Netflix em 2025.

Lembrando que o filme antecessor, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e se tornou a 3ª maior estreia de um longa-metragem em serviços de streaming da Netflix, com 2.2 bilhões de minutos assistidos durante os três primeiros dias.

A sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘ ficou atrás apenas de ‘Abracadabra 2‘ (2.3 bilhões de minutos) e ‘Mulher-Maravilha 1984‘ (2.3 bilhões de minutos).

Pouco foi revelado sobre o novo filme, além dos desejos anteriores de Johnson de ambientá-lo em algum lugar da América, depois que ‘Glass Onion‘ levou Benoit Blanc para a Grécia.

“Eu quero que seja na América”, contou Johnson ao Insider em dezembro do ano passado passado. “Há muitas coisas tentadoras em Paris ou nos Alpes Suíços, mas sinto que é muito importante que sejam filmes americanos. Mesmo que Glass Onion seja ambientado no exterior, ainda é um grupo de americanos que estão presos juntos em uma ilha, então Blanc de volta para algum lugar um pouco mais perto de casa, acho que pode ser uma coisa boa para o próximo.”

Até lá, relembre nossa crítica de ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’: 

Crítica | Glass Onion: Um Mistério Knives Out: Daniel Craig e Rian Johnson se superam com sequência ainda mais divertida e envolvente

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Furiosa: Uma Saga de Mad Max’: Ator revela se [SPOILER] está morto ou vivo

Furiosa: Uma Saga Mad Max’ não se contentou em apenas aprofundar a história da personagem titular interpretada por Anya Taylor-Joy. O filme também apresentou ao público um personagem intrigante e cativante: Praetorian Jack, vivido por Tom Burke.

Na trama, Jack era um dos motoristas mais confiáveis de Immortan Joe, responsável por conduzir o War Rig em viagens regulares entre A Cidadela, a Fazenda de Balas e Gastown. Mais do que um simples motorista, Jack se tornou mentor de Furiosa, ensinando-lhe tudo o que ela sabia sobre dirigir o poderoso veículo.

No entanto, o destino de Jack se mostra cruel e incerto. Quando Dementus captura Furiosa e Jack, ambos são punidos severamente. Furiosa é acorrentada por seu braço ferido por horas, enquanto Jack é arrastado pelo deserto acorrentado à parte de trás de uma moto, perseguido pelos cães de Dementus.

Embora Furiosa consiga escapar, pagando um alto preço com a perda de seu próprio braço, a morte de Jack nunca é explicitamente confirmada no filme. A ambiguidade em torno de seu destino alimentou a esperança de alguns fãs de que ele ainda pudesse estar vivo.

Em entrevista recente à Entertainment Weekly, Tom Burke confirmou o que muitos já suspeitavam: Jack realmente está morto. “Eu estava me agarrando à ideia de que ainda poderia estar vivo. Mas tive que abandonar essa esperança e confirmar finalmente com George Miller que, ‘Eu estou realmente morto, não estou?’ E ele disse, ‘Uh, sim.'”

Apesar do fim trágico de seu personagem, Burke admitiu que ainda guarda esperança de poder retornar ao universo de ‘Mad Max’ em algum momento no futuro. “Escute, eu adoraria voltar e colocar algum equipamento louco na cabeça ou qualquer coisa que significasse que eu pudesse voltar de qualquer forma, sim. E é o tipo de mundo onde você poderia”.

Além de ter conquistado 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ está fazendo bastante sucesso entre o público.

Estrelada por Anya Taylor-Joy, a pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ recebeu nota B+ no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.

Confira a publicação:

Lembrando que o filme já está disponível nos cinemas nacionais.

Crítica | Furiosa: Uma Saga Mad Max: Anya Taylor-Joy brilha em uma odisseia vingativa, cercada pela devastação da humanidade

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Desde ‘Estrada da Fúria‘, os fãs queriam saber como a personagem titular perdeu seu braço, e a resposta estará no novo filme.

Em entrevista para Entertainment Weekly, Taylor-Joy tocou no assunto, explicando que essa tragédia é um importante elemento na construção da personagem:

“Tivemos que dar passos importantes se quiséssemos traçar a jornada de como essa garotinha se tornou uma personagem que agora todos nós conhecemos e amamos. Fez sentido para mim porque acho que o que é incrível nessa personagem é que ela simplesmente se recusa a morrer. E faz todo sentido que ela perca o braço na busca por algo que ela pensava ser maior do que ela mesma… Isso fez muito sentido para mim e também fará para o público.”

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

Confira o novo clipe BRUTAL do aclamado ‘In a Violent Nature’, slasher contado da perspectiva do assassino

O terror slasher ‘In a Violent Nature‘, que promete subverter as expectativas do gênero ao ser narrado através da perspectiva do assassino, ganhou um novo clipe brutal.

No vídeo, o antagonista encontra sua máscara logo após assassinar uma vítima.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o terror abriu com apenas 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia a proposta diferenciada do longa, especialmente em um gênero tão difícil de inovar, destacando as brutais cenas de morte.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Não há nada de novo para ser encontrado neste filme, mas há alguns momentos brilhantes.” (CBR)

“Este filme apresenta as cenas de morte mais grotescas e elaboradas que já vi na minha vida. Tudo se encaixa perfeitamente, ao contrário de outros filmes que trazem uma proposta parecida e acabam fracassando. Essa parece ser uma produção clássica e completamente nova ao mesmo tempo.” (Salon.com)

“É um festival sangrento esplendidamente comprometido com sua proposta única.” (RogerEbert.com)

“Um fascinante experimento de terror artístico que parece mais um filme minimalista com um toque sombrio e sangrento.” (Bloody Disgusting)

“Contado do ponto de vista do assassino (exceto quando não é), este exercício de gênero anêmico, mas formalmente convincente, desmistifica completamente a persona de um assassino mascarado.” (Bloody Disgusting)

“‘In A Violent Nature’ consegue fazer algo diferente com um subgênero notoriamente difícil de inovar. Uma cena de morte, em especial, merece entrar para o hall da fama do gênero!” (Cody Leach)

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 31 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Chris Nash é responsável pela direção e roteiro.

Quando um medalhão é removido de uma torre de incêndio abandonada na floresta, o espírito vingativo de Johnny ganha vida e o seu corpo apodrecido é ressuscitado. Em sua busca sangrenta pelo item roubado, o assassino sádico ataca um grupo de adolescentes e começa a matá-los metodicamente, um por um…

O elenco conta com Ry Barrett, Andrea Pavlovic, Cameron Love, Reece Presley, Liam Leone, Charlotte Creaghan, Lea Rose Sebastianis, Sam Roulston, Alexander Oliver Lauren Taylor.