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Novo filme de ação de Jason Statham é o MAIS VISTO do Prime Video… mas vale a pena ver?

Tiro, porrada, bomba e abelhas. Com um olhar superficial sobre cibercriminosos, organizações secretas, corrupção, que se abraça no mais do mesmo sem medo de ser feliz, Beekeeper – Rede de Vingança nos apresenta um invencível anti-herói estacionado em um recorte repleto de peças soltas que não foge do lugar comum, caminhando rapidamente rumo ao previsível. Rodado nos Estados Unidos e na Inglaterra, a maior parte na segunda, o projeto é protagonizado por um dos mais conhecidos astros de filmes de ação da atualidade, Jason Statham.

O filme estreou no Prime Video e segue há duas semanas em primeiro lugar entre os títulos mais vistos do streaming.

Mas vale a pena assistir?

Na trama, conhecemos Adam Clay (Jason Statham), um introspectivo homem, apicultor, que aluga um espaço para sua criação de abelhas no terreno de uma simpática senhora. Quando essa mulher cai em um golpe pela internet, onde perde todas suas economias, Adam vai em busca dos criminosos e assim revelando seu passado como ex-membro de uma organização secreta e muito temida pelo alto escalão do governo (os Beekeepers). Com seus atos moralmente questionáveis sendo expostos a cada cena, nesse projeto acompanhamos a saga desse anti-herói rumo a sua vingança implacável.

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A primeira coisa que nos perguntamos quando vemos o título do filme: qual o sentido aqui de Beekeeper? O que seria essa rede de vingança? Essas respostas, por mais incrível que pareça, simplesmente não existem no roteiro assinado por Kurt Wimmer. Essa falta de desenvolvimento das questões que giram sobre tal organização secreta praticamente anulam o caminhar dos conflitos dentro do arco dramático do protagonista.

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Se formos comparar por exemplo com a saga John Wick, o primeiro ponto logo após o início dos conflitos do personagem interpretado por Keanu Reeves é uma apresentação objetiva de tudo que o contorna. É simples, quando uma peça fundamental não é desenvolvida, pontas soltas são vistas aos montes jogando o foco para uma ação sem freios. Exatamente o que acontece em Beekeeper – Rede de Vingança.

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Desde sua estreia nos cinemas no final da década de 90, no ótimo longa-metragem de Guy Ritchie, Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes, o ex-mergulhador profissional Jason Statham, que antes da fama, durante muitos anos, foi integrante da equipe nacional de mergulho da Inglaterra, esteve em inúmeras produções como coadjuvante até conseguir ser a estrela principal e um rosto muito conhecido. Pena que nesse filme, seu carisma é sugado e nem mesmo as tentativas de pausas dramáticas se encaixando entre um combate e outro salvam esse que é um do seus mais esquecíveis personagens da carreira.

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O cineasta norte-americano David Ayer, responsável pela direção, tem filmes interessantes na sua carreira atrás das câmeras. Marcados para Morrer e Corações de Ferro, por exemplo, são projetos onde há um forte desenvolvimento dos personagens, uma desconstrução bem detalhada, um olhar para as fraquezas, algo bem pé no chão o que de certa forma aproxima o espectador pois flerta com a realidade. Não é o que acontece nesse seu novo projeto que muitas vezes, longe de qualquer complexidade narrativa, se resume as bem coreografadas cenas de ação e a banalidade de um personagem que simplesmente não se desenvolve.

Minissérie criminal escondida na Netflix relembra assassinato com reviravoltas que CHOCARAM o público

Lançada em 2022, a minissérie criminal ‘Uma Mãe Perfeita‘ acabou passando despercebida pelos assinantes da Netflix na época, mas promete deixar o público impactado com suas reviravoltas.

Na trama, o tranquilo cotidiano de uma família é desmoronado quando recebem a notícia que sua filha, uma estudante em Paris, está sendo acusada de homicídio.

Determinada a provar a inocência de Anya (Eden Ducourant), Hélène (Julie Gayet) viaja a Paris, deixando o marido e filho para trás, pois acredita que a acusação não passa de um mal-entendido e promete a eles que irá buscar Anya em segurança.

Convencida de que sua filha é inocente, a dedicada mãe faz descobertas perturbadoras, no entanto… E a linha que separa vítima e agressor começa a desaparecer.

Com a ajuda de um advogado que tem uma história de longa data com Hélène, ela embarca em sua própria investigação, mas acaba descobrindo uma série de revelações constrangedoras, gerando dúvidas em sua convicção sobre a inocência da filha.

‘Uma Mãe Perfeita’ é uma adaptação do romance homônimo escrito por Nina Darnton e é levemente inspirada em eventos reais, vividos pela estudante Amanda Knox, que realizava um intercâmbio na Itália e teve sua vida virada de cabeça para baixo uma colega de quarto foi encontrada morta.

De acordo com o El país, ao longo das investigações, ela foi considerada uma das principais suspeitas do crime, que ganhou visibilidade internacional.

Knox estava na residência de seu namorado no momento em que o crime aconteceu e encontrou o corpo de sua amiga na manhã seguinte.

Por conta da pressão e medo causado pelo intenso interrogatório ao qual foi submetida, tanto ela quanto o namorado foram considerados culpados pelo crime e sentenciados a 25 anos de prisão.

No entanto, durante o período em que estiveram na penitenciária, um indivíduo chamado Rudy Guede foi detido quando a polícia italiana encontrou provas que o vinculavam à morte da amiga de Knox, resultando em sua condenação a 30 anos de prisão.

Mai tarde, a Suprema Corte do país revisou o caso e declarou Knox e seu namorado inocentes depois de passarem quatro anos atrás das grades.

Confira o trailer da série:

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‘Capitão América 4’ passa por refilmagens e vilões devem ser removidos, afirma rumor

Segundo o City of Grantville Public Records, as refilmagens de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ começaram no estado da Geórgia, e devem ser bastante longas.

Desde o início da produçã, o longa vem passando por diversos obstáculos, como edições no roteiro e refilmagens.

O insider Daniel Richtman compartilhou em seu perfil do Patreon que o longa sofreu alterações drásticas no roteiro e deve passar por mais refilmagens.

Pelo visto, a trama envolvendo a Sociedade da Serpente teria sido completamente removida da versão atualizada do roteiro.

Nos quadrinhos, a Sociedade da Serpente é uma organização de mercenários que usam fantasias inspiradas em espécies de cobras.

Eles já tiveram vários empregadores criminosos, como o Rei do Crime e a Hydra.

Em ‘Capitão América 4‘, Valentina Allegra de Fontaine, a Val (Julia Louis-Dreyfus), é quem seria o cérebro por trás do grupo, assim como Amanda Waller com o Esquadrão Suicida.

Na trama, ela iria recrutar a equipe para tentar encontrar uma liga de metal mais poderosa que o Vibranium… Esse metal seria nada menos que o Adamantium, uma parte central da história do Wolverine e dos ‘X-Men‘.

Além da remoção do grupo, Richtman também disse que as refilmagens terão um impacto significativo no terceiro ato, alterando completamente o fim da trama.

Por enquanto, ainda não há como confirmar a veracidade das informações, então encare como rumor.

Lembrando que ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ contará com Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 14 de Fevereiro de 2025.

‘A Complete Unknown’: Timothée Chalamet surge como Bob Dylan em novas fotos da cinebiografia

O astro Timothée Chalamet, conhecido por ‘Wonka’, foi avistado durante as filmagens de A Complete Unknown, a cinebiografia de Bob Dylan dirigida por James Mangold (‘Ford vs Ferrari’).

Nas fotos, Chalamet assume o papel de Bob Dylan, cantando ao lado de Monica Barbaro, que interpreta Joan Baez.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Chalamet, o elenco conta com Edward Norton (‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger, Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’) como Sylvie Russo, e Boyd Holbrook (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.

Com roteiro de Jay Cocks (‘Silêncio’) e direção de James Mangold (‘Logan’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Após confusão sobre ‘Mulher-Maravilha 3’, Gal Gadot DEIXA de seguir James Gunn nas redes sociais

A atriz Gal Gadot deixou de seguir James Gunn, o novo chefão da DC Studios, nas redes sociais.

Anteriormente, Gadot havia confirmado ter se encontrado com Gunn e Peter Safran para discutir sobre o desenvolvimento de ‘Mulher-Maravilha 3‘:

“Fui convidada para uma reunião com James Gunn e Peter Safran e o que eles me disseram, estou citando: ‘Você está nas melhores mãos. Vamos desenvolver ‘Mulher Maravilha 3′ com você. Amamos você como Mulher-Maravilha, e não tem nada com que se preocupar.’ Então, o tempo dirá”, afirmou Gadot durante uma entrevista à Flaunt Magazine antes da greve dos atores em Hollywood.

Apesar de comentar em entrevista que voltaria a viver a Mulher-Maravilha no novo universo da DC que está sendo criada, ela acabou desmentida.

A Variety reportou que o terceiro filme não está em desenvolvimento ativo. O site afirma que Gunn e Safran ainda não têm planos “neste momento” para tirar um novo projeto solo da heroína do papel.

Confira:

O universo sofrerá um reboot total, com poucos atores voltando aos papeis originais, como Viola Davis e John Cena.

Originalmente, ‘Mulher-Maravilha 3‘ seria escrito e dirigido novamente por Patty Jenkins, porém, de acordo com reportagens, o projeto foi cancelado pela chefia da DC devido a descontentamentos com o tratamento do roteiro apresentado pela cineasta.

Relembre o trailer de ‘Mulher-Maravilha 1984‘:

Mulher-Maravilha 1984’ acompanha Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot) em 1984, durante a Guerra Fria, entrando em conflito com dois grande inimigos – o empresário de mídia Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a amiga que virou inimiga Barbara Minerva/Cheetah (Kristen Wiig) – enquanto se reúne com seu interesse amoroso Steve Trevor (Chris Pine).

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Protagonista de ‘Silvio Santos’, Rodrigo Faro é citado em INVESTIGAÇÃO policial na Itália por associação criminosa

Rodrigo Faro como Silvio Santos

De acordo com o RAI NewsRodrigo Faro, que viverá Silvio Santos na cinebiografia homônima dirigida por Marcelo Antunez, foi citado pela polícia italiana em uma investigação envolvendo uma rede de corrupção da comuna italiana de Villaricca.

As informações indicam que tanto Faro quanto sua esposa, Vera Viel, foram mencionados pelos oficiais da Polícia Metropolitana de Nápoles, que está a encargo da investigação, em virtude de um suposto envolvimento com um grupo brasileiro que foi indiciado por “falsificação de documentos públicos, associação criminosa e corrupção”.

O consórcio de imprensa também aponta que Faro e a esposa estariam em investigação por tentativa de aquisição de cidadania italiana por meios ilegais – especificamente, através de um esquema de corrupção esquadrinhado pelo grupo mencionado no parágrafo acima.

Através das redes sociais, Faro se pronunciou sobre o ocorrido, fazendo a seguinte postagem:

“NOTA OFICIAL

Declaramos que no ano de 2021, indicado por um amigo que já havia tirado seu passaporte italiano, Rodrigo Faro deu início ao processo de cidadania italiana para adquirir o passaporte para ele e sua família.

O escritório indicado para esse trabalho foi o Diritto Di Cittadinanza SRL
( https://www.dirittodicittadinanzasrl.com/conheca-a-diritto-di-cittadinanza/ ).

Rodrigo através de seus advogados aqui no Brasil forneceu toda a documentação necessária, comprovou laços com seus descendentes na Itália e o processo foi aprovado e os passaportes foram concedidos.

Hoje pela manhã, dia 27 de maio de 2024, Rodrigo, bem como qualquer outro cliente que tenha contratado os serviços do referido escritório, foi pego de surpresa com o suposto envolvimento deles num esquema de corrupção para obtenção de cidadania e passaporte italiano.

As matérias repercutidas na imprensa brasileira deixam claro que Rodrigo e sua esposa foram citados como beneficiários do esquema, ou seja, foram vítimas desse escritório e de sua equipe, uma vez que contrataram o serviço de uma empresa supostamente legal, idonea e que seguia com os procedimentos de acordo com as leis italianas. Prova disso é que o processo foi aprovado e os passaportes foram emitidos.

Rodrigo já acionou seus advogados aqui no Brasil para que todo esse mal entendido seja resolvido e para que os devidos responsáveis por esse suposto esquema de corrupção sejam devidamente punidos”.

Lembrando que ‘Silvio’ tem estreia marcada para o dia 05 de setembro nos cinemas nacionais.

O longa explora a história de vida de Silvio Santos e revela acontecimentos dos bastidores que nunca foram mostrados para o público antes, incluindo o sequestro que o apresentador sofreu em 2001.

Relembre o trailer:

O filme também conta com o roteiro de Anderson Almeida.

Baseado em eventos reais e utilizando o sequestro que marcou o Brasil como fio condutor, o longa revela segredos e curiosidades por trás de uma das figuras mais icônicas do país, apresentando um Silvio Santos que as pessoas nunca viram.

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‘9-1-1’: Showrunner aborda a possibilidade de MATAR protagonista no final da 7ª temporada

9-1-1 se prepara para o final de temporada, prometendo preparar o terreno para a já confirmada 8ª temporada, com o showrunner da série Tim Minear abordando a possibilidade de matar um dos protagonistas.

Segundo a Collider, Minear admitiu que, embora ainda não tenha matado nenhum personagem, se chegar a hora, infelizmente poderá fazê-lo. “Eu não acho que os personagens são imortais. Houve algumas vezes em que eles estiveram perto de realmente morrer. Só não quero matar nenhum deles. Um dia, quando isso acontecer, será um dia triste para mim”.

Lembrando que o episódio final da 7ª temporada coloca Bobby Nash (Peter Krause), um dos protagonistas de9-1-1, entre a vida e a morte após explorar seu passado e traumas.

“Após o devastador incêndio na casa dos Nash, o destino de Bobby permanece incerto, enquanto Athena embarca em uma missão para descobrir a verdade. Enquanto isso, Hen e Karin se envolvem em uma acirrada batalha pela custódia, enquanto Christopher lida com o perdão para Eddie”, diz a sinopse.

Confira o trailer da 7ª temporada de 9-1-1e e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

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Crítica | Dom – 3ª e Última Temporada Imprime Tom Melodramático à Frenética Série de Ação Brasileira

Pedro Dom foi um fenômeno no início dos anos 2000 – e voltou a sê-lo agora, quase vinte anos após sua morte. Numa época em que a economia brasileira ainda lutava para se estabilizar, Pedro Dom invadia apartamentos de pessoas ricas ou classe média alta e roubava-lhes joias, dinheiro vivo e outros objetos de valor. Acima de tudo, ele tocava o terror real, físico e psicológico nas vítimas que encontrava pelo caminho, e essas eram as descrições dadas por essas mesmas vítimas e por outras testemunhas que viram in loco as performances de Dom.

Em 2021, porém, estreou na Prime Video uma série homônima que buscava trazer um outro olhar, um outro lado da moeda de uma história até então contada pela perspectiva dos policiais e com a narrativa do jornalismo sensacionalista. E agora, nesse último final de semana, estreou na plataforma a última temporada de ‘Dom’.

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Pedro Dom (Gabriel Leone, de ‘Eduardo e Mônica’) agora é pai. Sua filha acaba de nascer no hospital, mas Jasmin (Raquel Villar) não quer que Dom vá vê-la, para não levar perigo a elas. Isso parte o coração do rapaz, que ainda está tentando de tudo para pagar sua dívida com Colibri (Murilo Sampaio, de ‘Cidade Invisível’), chefe do tráfico da Rocinha. Porém, seu vício em cocaína ainda é muito forte, o que faz com que ele queira consumir ainda mais e preocupa cada vez mais a seu pai, Victor (Flávio Tolezani, de ‘Verdades Secretas’), que tenta desesperadamente a liberdade de seu filho ao mesmo tempo em que descobre um tumor no pulmão e começa a se envolver amorosamente com Lia (Aline Borges, de ‘Alemão 2’), uma juíza. Enquanto isso, a polícia e o governo estão fechando o cerco contra Dom, na tentativa de retomar o respeito da população, mas Dom precisará realizar uma última ação antes de conquistar sua almejada liberdade.

Dessa vez com uma temporada menor, de apenas cinco episódios com cerca de cinquenta minutos cada, não fosse pelo arco da trama, poderíamos pedir que essa temporada se juntasse com a anterior num produto só. Outra diferença é que nesta parte, mais do que nas outras, temos mais tempo de background para o passado e para a vida particular de Victor, o pai, o que invariavelmente acaba quebrando o ritmo do enredo, pois suas cenas são sempre de drama, de reflexão, de confissão ou de uma operação na Colômbia, enquanto as cenas de Dom são pura ação.

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Gabriel Leone e Flávio Tolezani encerram com primor uma série de sucesso, entregando boas e convincentes atuações que, sob a iluminação certa e a fotografia favorável, tornam suas expressões emocionais ainda mais intensas nos momentos certos. As cenas de ação e de perseguição fazem o espectador prender o fôlego e imergir na adrenalina tamanha a proximidade com o real, realçadas pela captação acurada de som da técnica Valéria Ferro.

Tecnicamente bem realizada, ‘Dom’ é, no geral, uma baita superprodução e um ótimo trabalho do diretor Breno Silveira (in memoriam), que criou a série. É um olhar interessante de dentro, ainda que fictício, do agente dos eventos, e não da mídia ou da polícia. Inspirado nos eventos reais, a série se permitiu algumas muitas modificações, de certo modo suavizando o impacto das ações de Dom para quem sofreu com seus atos, retratando a ele e a seu pai como heróis que tentaram pedir ajuda para um sistema corrupto que deveria proteger a todos.

A série termina com o Victor real, pai de Dom, pedindo que retratassem seu filho tal como era, como ele o via: um rapaz bonito, inteligente, que fez escolhas erradas na vida e cujo problema principal era a cocaína. E esta terceira temporada de ‘Dom’ encerra a série retratando o biografado tal qual o último desejo de seu pai. Cabe ao espectador fazer o veredicto dos fatos.

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‘Criminal’: Adria Arjona será uma ladra profissional na nova série da Amazon MGM Studios

De acordo com o Deadline, Adria Arjona (‘Star Wars: Andor’) será a protagonista de ‘Criminal‘, série baseada na graphic novel homônima de Ed Brubaker e Sean Phillips.

A atriz interpretará Greta, uma ladra de alto nível e mãe viúva de Angie. Desde que seu marido morreu em um roubo que deu errado, Greta tem lutado consigo mesma sobre como escapar da única vida que conheceu – e do único lugar onde prosperou.

O problema é que ela é boa nessa vida de crimes, mas ela está procurando uma grande oportunidade – um roubo milionário que possa tirar ela e sua filha dessa vida de uma vez por todas.

Richard Jenkins (‘A Forma da Água’) também estrelará a produção.

Ryan Fleck e Anna Boden irão dirigir os quatro primeiros episódios.

A Amazon MGM Studios está desenvolvendo o projeto, que ainda contará com a produção executiva da Legendary Television.

Conhecido no gênero, Ed Brubaker já trabalhou tanto para a Marvel quanto para a DC Comics. Ele também integrou a equipe de roteiristas da série ‘Westworld‘, da HBO.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Halle Berry afirma que seu papel em ‘Os Flintstones – O Filme’ foi um “grande passo” para as mulheres negras

Halle Berry, conhecida por seus papéis em ‘Monster’s Ball’ eMoonfall, enfatizou recentemente a importância de seu papel em ‘Os Flintstones – O Filme’ de 1994, destacando que interpretar Sharon Stone, a sedutora secretária de Fred Flintstone (John Goodman), no filme, foi um “grande passo” para as mulheres negras na indústria do entretenimento.

Em um vídeo publicado no Instagram, Berry comemora o 30º aniversário do filme e reflete sobre a representatividade que seu papel representou na época. “Pensei que seria realmente legal olhar algumas das minhas cenas porque eu realmente não vi este filme há provavelmente 20 anos”.

Ela acrescentou: “Ser uma mulher negra em Bedrock parecia uma coisa pequena, mas, você sabe, Os Flintstones eram o tecido de nossa cultura. Eu sabia que isso era um grande avanço para as pessoas negras, especialmente as mulheres negras.”

Embora o papel de Sharon Stone fosse cômico e caricato, Berry reconheceu a importância que ele teve em abrir portas para outras atrizes negras. “Embora fosse bobo, exagerado e exagerado, eu sabia naquela época o quão importante era essa pequena parte neste grande filme na verdade.”

Berry também mencionou as mensagens que recebe de fãs ao longo dos anos, agradecendo o carinho pelo seu papel em ‘Os Flintstones – O Filme’.

“Vocês me mandam mensagem todos os anos sobre o filme Os Flintstones, então pensei em fazer algo especial para o 30º aniversário. Amo todos vocês por amarem Miss Stone todo esse tempo”, escreveu Berry na legenda da postagem.

‘Os Flintstones – O Filme’, dirigido por Brian Levant, também contou com Rick Moranis, Rosie O’Donnell, Elizabeth Perkins, Kyle MacLachlan e Elizabeth Taylor.

‘Os Flintstones – O Filme’ esta disponível no Telecine.

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POLÊMICO filme com Timothée Chalamet e Elle Fanning faz sucesso na Netflix; Mas vale a pena assistir?

Rodeado de polêmicas por conta da antiga e conturbada história de Woody Allen com Mia Farrow, Um Dia de Chuva em Nova York (A Rainy Day in New York) finalmente chegou no catálogo da Netflix e está fazendo o maior sucesso entre os assinantes. Para se ter uma ideia, a produção abriu em sexto lugar entre as mais assistidas do catálogo.

O maior destaque do filme está nas atuações de Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome) e Elle Fanning (Malévola: Dona do Mal). Como um casal de jovens universitários, os protagonistas brilham ao destacar o cinismo de forma carismática e contemplativa. 

Comparada às últimas obras do cineasta, seu 49º projeto possui o frescor dos artistas mais promissores desta década. Assemelha-se, no entanto, a narrativa de Allen em apresentar crônicas diárias sobre o comportamento humano e os seu desvios de caráter, sempre regadas a ironia e um pouco de sarcasmo.

Assista ao trailer:

Dito isto, os apreciadores do estilo se sentirão envolvidos pela história de Gatsby Welles (Chalamet) e Ashleigh Enright (Fanning). Ele, um rebelde domesticado que nutre um desprezo pela riqueza da família e o trabalho formal, prefere fazer o seu dinheiro honestamente no pôquer. Já ela, uma bem-nascida aspirante a jornalista vinda do sudoeste dos Estados Unidos e entusiasmada com as frivolidades da vida.

Com a trama desenvolvida em apenas um fim de semana, o enredo se constrói a partir da curta viagem do jovem casal do campus universitário no interior do Estado para a capital nova-iorquina nos anos 1960. É a primeira vez da menina na cidade grande e ela tem a maior oportunidade da sua pretensa carreira jornalística: uma entrevista com o prestigiado cineasta Roland Pollard (Liev Schreiber). 

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O encontro entre Ashleigh e Pollard é o estopim para o brilhantismo de Elle Fanning, roubando todas as cenas com a sua sonhadora e insidiosa personagem. Todos os outros grandes nomes aparecem como meros coadjuvantes para a atriz de 19 anos mostrar o seu lado irreverente, jamais visto no cinema. Até agora escalada para trabalhos dramáticos e sombrios – vide Malévola (2014) e Demônio de Néon (2016), sua nova faceta é magnética aos espectadores. 

Do outro lado, embora Timothée Chalamet já tenha provado o seu talento anteriormente, o enredo não demanda muito do rapaz, entre as cenas de esnobismo às tradições e a estupefação diante das mulheres ao seu redor, sua mãe (Cherry Jones), a namorada Ashleigh e a aspirante a atriz Shannon (Selena Gomez). Obviamente, no entanto, ele constrói um personagem mais cativante e charmoso do que Bobby (Jesse Eisenberg), de Café Society (2016), e Mickey (Justin Timberlake), de Roda Gigante (2017).

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Após o arrebatador trabalho fotográfico em Roda Gigante, Woody Allen continua a parceria com o três vezes ganhador Oscar Vittorio Storaro. O terceiro trabalho em conjunto é um misto de luminosidade na presença da imperativa Ashleigh e névoa na confusão do pacato Gatsby. Um jogo no qual o galã Francisco Vega (Diego Luna) e o roteirista Ted Davidoff (Jude Law) funcionam apenas como matizes na aquarela de descobrimento da jovem estudante sobre um mundo cinematográfico de egos, descaramentos e falsidades.

Como em suas última duas obras, Allen soa repetitivo ao mostrar a enganação do romance, afastando-se de suas grandes discussões antropológicas/sociológicas como em Blue Jasmine (2013), Meia-Noite em Paris (2011) e Vicky Christina Barcelona (2008). Seus diálogos continuam afiados, mas sem o esplendor de uma narrativa para além de tipos banais, os quais cruzamos diariamente nas estações de metrô. Ou seja, Um Dia de Chuva em Nova York tem seus momentos e uma nostalgia da cidade dos anos 60, mas sem sensibilizar.

Diablo Cody, roteirista de ‘Garota Infernal’, produzirá novo filme SOBRENATURAL

De acordo com o Variety, Diablo Cody (‘Garota Infernal’) servirá como produtora da adaptação ‘A Morte de uma Pop Star‘ (Death of a Pop Star), baseada na webcomic homônima da Violet Karim.

Isa Mazzei, do vindouro reboot de ‘Faces da Morte‘, assinará o roteiro.

Na trama…

“Sophie é uma estrela pop que está no auge de sua carreira – até ela tropeçar do topo das escadas e acordar no inferno. Felizmente, o Ceifeiro é o seu fã Nº 1, e está tentando desesperadamente salvar a alma de sua ídolo.”

“Secretamente, ele concede uma segunda chance à Sophie na Terra. No entanto, sua ressurreição é acompanhada de um alvo gigante em suas costas quando ela passa a correr do risco de ser arrastada de volta para o inferno.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Anteriormente, Cody havia revelado que adoraria fazer uma sequência para ‘Garota Infernal‘: “Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”

‘Close’: Filme PREMIADO chega à Netflix e gera reações intensas entre o público

O drama belga Close, que teve sua estreia no Festival de Cannes em 2022 e recentemente chegou à Netflix, vem dividindo opiniões do público entre amor e ódio.

Dirigido por Lukas Dhont, o filme explora a complexa amizade entre dois pré-adolescentes e seus dilemas em meio à pressão social e à descoberta da própria identidade. Nas redes sociais, o longa tem gerado reações intensas, com comentários que vão desde elogios à sua sensibilidade e profundidade até críticas à sua temática e ritmo.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Close esta disponível na Netflix.

Close acompanha a história de Léo e Rémi, dois garotos de 13 anos que nutrem uma amizade profunda desde a infância. Inseparáveis, eles compartilham segredos e experiências que os unem ainda mais. No entanto, ao ingressarem em uma nova escola, a relação dos amigos é colocada à prova. A pressão social, as dúvidas sobre a própria identidade e a crueldade dos colegas de classe ameaçam abalar a amizade de Léo e Rémi, levando-os a questionar tudo o que pensavam saber sobre si mesmos e sobre o outro”.

O longa é estrelado por Eden Dambrine e Gustav De Waele nos papéis principais de Léo e Rémi, respectivamente.

O elenco de apoio conta com Igor van Dessel, Émilie Dequenne e Kevin Janssens.

A trama foi escrita por Angelo Tijssens e Lukas Dhont, que também assina a direção.

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Elenco se reúne nas imagens INÉDITAS da 3ª e última temporada de ‘De Volta aos 15’; Confira!

A Netflix divulgou imagens inéditas da 3ª e última temporada de De Volta aos 15, adorada série estrelada por Maísa.

Confira:

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Vale lembrar que, recentemente, a atriz Juliana Paiva foi escalada para o ciclo de encerramento.

Paiva dará vida à versão adulta de Filipa, que passa a conhecer a protagonista Anita na faculdade. A versão mais jovem da personagem será vivida por Larissa Manoela, que se reúne com a ex-colega da novela ‘Carrossel’Maísa.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunista Bruna Vieira.

Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15 terá seis episódios na 1ª temporada.

Além de Maisa e Camila, o elenco também conta com Klara Castanho, João Guilherme, Caio Cabral, Pedro Vinícius, Gabriel Wiedemann, Antônio Carrara, Amanda Azevedo, Lucca Picon, Pedro Ottoni, Fernanda Bressan, Mariana Rios, Bruno Montaleone, Alice Marcone, Breno Ferreira, Yana Sardenberg, Gabriel Stauffer, Rafael Coimbra, Fabricio Licursi, Kiko Vianello, Felipe Camargo e Luciana Braga.

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Kylie Minogue – 56 Anos | Os melhores álbuns de um dos nomes mais IMPORTANTES da música

É um fato dizer que Kylie Minogue não tem o reconhecimento que merece.

A artista australiana, que começou sua carreira como atriz, se tornou um dos símbolos da música pop desde sua estreia nos anos 1980, sendo responsável por trazer originalidade ao gênero e influenciar diversas performers, veteranas ou novatas – desde Madonna, ao servir de inspiração para a construção do icônico ‘Confessions on a Dance Floor’, até Dua LipaHailee Steinfeld.

Mesmo quatro décadas depois de seu début, Minogue continua expressiva no cenário musical e passou por um “renascimento” muito bem-vindo com o lançamento de Tension, seu 16º álbum de estúdio que, em pouco tempo, viralizou nas redes sociais e relembrou a todos de seu poder musical com uma obra-prima aplaudível, nostálgica e refrescante.

No dia de hoje, 28 de maio, Kylie completa 56 anos de idade e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando seus cinco melhores álbuns.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

5. IMPOSSIBLE PRINCESS (1997)

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É um fato dizer que o mundo não estava pronto para quando Minogue provocou uma grande mudança de estilo e sonoridade em 1997, com o lançamento de seu sexto álbum de estúdio – o extremamente subestimado Impossible Princess. À época, o compilado de originais teve recepção polarizante por parte da crítica, mas, com o passar dos anos, adquiriu um status cult e foi condecorado como uma das melhores discos da artista. Aqui, ela mergulha em uma arquitetura mais experimental e pessoal, acompanhando de perto a revolução fonográfica que ocorria na segunda metade dos anos 1990 – encontrando uma identidade nova e muito mais liberdade para construir as canções.

4. DISCO (2020)

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Disco, como o título já premedita, é uma infusão exuberante de disco-pop e faz flertes com o eurodance popularizado em 1970. Diferente de Dua Lipa, que mergulhou de cabeça no synth-dance com ‘Future Nostalgia’, e de Lady Gaga, que entregou um apaixonante house com ‘Chromatica’, Kylie nos convidou para a pista de dança e a nos esquecer dos problemas – falando sobre amores platônicos e a paixão pela música com composições certeiras. No final das contas, não resta mais nada a se fazer por agradecê-la por um mimo que não sabíamos que precisávamos até darmos play na faixa inicial – e pelo fato dela ter, assim como sua iteração predecessora, um controle bem maior das próprias canções.

3. TENSION (2023)

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Em um dos vários comentários para promover Tension, Minogue afirmou que, diferente de suas duas últimas incursões, o álbum não veio acompanhado de um tema, e sim de uma liberdade criativa que se desenrolava pouco a pouco. “Queria celebrar a individualidade de cada música e mergulhar nessa liberdade. Eu diria que é uma mistura de reflexões pessoais, abandono de clubes e picos melancólicos”, ela disse. E tal ambição, muitas vezes problemática, se concretizou com um testamento da artista a si mesma, perpassando por todas as incríveis eras que já entregou a seus fãs em uma vibrante explosão de dance-popelectropop-rockdisco e house – cuja prometida individualidade é, em contraposição, o fio condutor desse coeso anthem das pistas de dança.

2. APHRODITE (2010)

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Aphrodite cumpriu o que prometia e resgatou a glória de Kylie após certos deslizes dos anos anteriores: a performer, agora, era uma fênix que ganhava o mundo mais uma vez com um disco que não apenas envelheceu muito bem, mas que, quase uma década e meia mais tarde, continua original, inovador e dançante ao extremo. Dominando as paradas da Billboard com seus quatro singles alcançado o topo da Hot Dance Club Songs, ela reencontrava a si mesmo com competentes e memoráveis rendições – além de ter tido a oportunidade de trabalhar com um dos produtores mais requisitados do momento. Mais do que isso, o álbum provou que ainda havia muito a se contar dentro do saturado gênero do dance-pop, fosse pela nostalgia, fosse pelo arrojo – afinal, “qual é o motivo de viver se você não quer dançar?”, como bem ela nos pergunta em “Better Than Today”.

1. FEVER (2001)

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Fever continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, Kylie demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado ‘Confessions on a Dance Floor’, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de ‘The Fame’, de Lady Gaga. Enquanto alguns historiadores insistem em reafirmar que não há como estudar a relação de causa-consequência entre um e outro, ouso discordar e dizer que quaisquer referências não são mera coincidência.

‘Seinfeld’: Michael Richards revela que colega de elenco quase desistiu da série por causa de um episódio

Michael Richards, o ator que interpretou o hilário Kramer em Seinfeld, revela em sua autobiografia um momento de tensão que quase custou a Jason Alexander, o George Costanza da série, seu lugar no show.

Segundo o Deadline, o incidente aconteceu na terceira temporada, durante a produção do episódio “The Pen”.

De acordo com Richards, o roteiro de “The Pen” não exigia a presença de Kramer ou George, o que gerou grande frustração em Alexander, que chegou a cogitar abandonar a série.

“Jason ameaça sair após descobrir que ele também não está no episódio. Ele está furioso”, escreveu Richards em sua autobiografia.

Em 2017, Jason Alexander confirmou as alegações de Richards, revelando que na época teve uma discussão acalorada com Larry David, um dos principais roteiristas da série, e ameaçou deixar o programa.

Apesar do momento de desavença, Alexander e David conseguiram resolver suas diferenças e permaneceram emSeinfeld até o final da série, em 1998.

Seinfeld é uma série de comédia americana criada por Larry David e Jerry Seinfeld que ficou no ar entre 1989 e 1998. A série gira em torno de um grupo de amigos que vivem em Nova York e é conhecida por seu humor observacional e personagens excêntricos.

Seinfeldestá disponível na Netflix. 

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‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: Artes conceituais revelam cenas excluídas do filme

Pantera Negra: Wakanda para Sempre fez história ao introduzir uma nova interpretação do herói aquático Namor (interpretado por Tenoch Huerta), reinando sobre Talokan, um reino subaquático com raízes na lenda Maia.

Recentemente, o ComicBookMovie divulgou que Phil Saunders, um dos artistas que contribuiu para o visual da Marvel, compartilhou algumas artes conceituais que não chegaram a ser utilizadas no filme.

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Além disso, destacou-se um confronto entre Coração de Ferro e Namora. “O roteiro originalmente incluía uma batalha prolongada entre [Riri Williams] e [Namora], que se desenrolaria debaixo d’água. Entretanto, essa cena foi cortada para manter o foco em [Shuri] e [Namor], embora tenha me proporcionado a oportunidade de criar algumas imagens dinâmicas”, revela Saunders.

Lembrando que esse ano, ainda sem data definida, estreia ‘Eyes of Wakanda‘, animação derivada de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, que já está disponível no catálogo da Disney+.

Relembre o trailer:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O longa está disponível no Disney+.

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‘Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’ ganha data de estreia!

Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa’, adaptação live-action do personagem criado por Maurício de Sousa, tem data de estreia confirmada.

Conforme anunciado pela Paris Filmes, o filme chegará aos cinemas em 09 de janeiro de 2025.

Chico Bento vive uma vida tranquila na Vila Abobrinha, cercado por seus amigos e goiabas, até que a construção de uma estrada nas terras de seu Nhô Lau ameaça sua goiabeira e mobiliza toda a turma”, diz a sinopse.

Isaac Amendoim vive o protagonista, e os vilões serão Dotô Agripino (Augusto Madeira) e Genesinho (Enzo Henrique).

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Dirigida por Fernando Fraiha (‘La Vingança’, ‘Choque de Cultura’ e ‘Bem-vinda, Violeta!’), a adaptação dos quadrinhos de Mauricio de Sousa deve chegar aos cinemas em 2024.

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Para acompanhar as aventuras do Chico Bento, interpretado pelo influenciador mineiro Isaac Amendoim, de 10 anos, uma turminha especiar foi convocada. O ator Pedro Dantas é o escolhido para dar vida a Zé Lelé, primo de Chico e seu braço direito. Anna Julia Dias é a autêntica e decidida Rosinha, a paixãozinha secreta do protagonista. Lorena de Oliveira é Tábata, personagem recente da Turma da Mônica, questionadora e esperta, a melhor amiga de Rosinha. Davi Okabe e Guilherme Tavares são Hiro e Zé da Roça, a dupla de amigos inseparáveis e difícil de desgrudar.

A escolha de Amendoim para o papel principal foi revelada a ele pelo próprio Mauricio de Sousa, durante uma visita à produtora para um suposto teste final.

“É uma grande emoção poder ver mais um personagem saindo das páginas dos quadrinhos e literalmente ganhando vida nas telas de cinema de todo o País! Estou ansioso pela chegada de Chico Bento ao live-action com este roteiro inédito, que traz a simplicidade do personagem, seu bom humor e o dialeto tão marcante, características que conquistaram mais de quatro gerações. É com muito carinho que convidamos a todos para conferir mais essa aventura na Vila Abobrinha. Tenho certeza de que vai divertir crianças, jovens e adultos, reforçando também a importante mensagem da preservação ambiental. Não vejo a hora de poder compartilhar essa novidade com os fãs da Turminha”, pontua Mauricio de Sousa, desenhista e criador de Chico Bento.

Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa‘ se passa na Vila da Abobrinha, cidade fictícia dos clássicos quadrinhos que será recriada em Bragança Paulista e Itatiba.

O diretor Fernando Fraiha, que já trabalhou em outras produções da Turma da Mônica, se empolga com o novo projeto:

“Mergulhamos no mundo do Mauricio de Sousa mais uma vez, agora para levar ao cinema o universo do Chico Bento. É um mundo fantástico e engraçado inspirado em milhares de HQs do Chico. Com uma equipe excepcionalmente talentosa e comprometida, vamos fazer um filme profundamente rural. Mal posso conter minha empolgação em compartilhar essa aventura com o público”, comenta.

Ted Sarandos, Diretor executivo da Netflix, DEFENDE uso da IA

Em meio à crescente discussão sobre o impacto da inteligência artificial (IA) na indústria do entretenimento, o Diretor-executivo da Netflix, Ted Sarandos, se manifestou contra a ideia de que a IA representa uma ameaça aos empregos.

Segundo o Deadline, Sarandos expressou sua convicção de que a IA, em vez de substituir a criatividade humana, servirá como uma ferramenta poderosa para aprimorar o processo criativo.

“Eu tenho mais fé nos seres humanos do que isso. Realmente tenho. Eu não acredito que um programa de IA vá escrever um roteiro melhor do que um grande escritor, ou vai substituir uma grande atuação, ou que não seremos capazes de perceber a diferença. A IA não vai tirar seu emprego. A pessoa que usar a IA bem pode tirar seu emprego”, afirma Sarandos. 

Para Sarandos, a IA representa um passo natural na evolução das ferramentas criativas: “A IA é um tipo natural de avanço das coisas que estão acontecendo no espaço criativo hoje, de qualquer maneira. Os estágios de volume não substituíram as filmagens em locação. Escritores, diretores, editores usarão a IA como uma ferramenta para fazer seus trabalhos melhor e para fazer coisas de maneira mais eficiente e eficaz. E, no melhor dos casos, para colocar coisas na tela que seriam impossíveis de fazer”.

Sarandos concluiu citando a animação como exemplo, onde a transição da animação à mão para a animação gerada por computador resultou em um aumento no número de empregos na área. “Lembre-se de como todos lutaram contra o vídeo doméstico? Por várias décadas, os estúdios não licenciavam filmes para a televisão. Então, todo avanço tecnológico no entretenimento foi lutado e, finalmente, acabou crescendo o negócio. Não sei se isso seria diferente.”

George R.R. Martin CRITICA adaptações de livros: “Eles nunca a tornam melhor”

George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, usou seu blog para compartilhar o que pensa sobre as recentes adaptações de livros aclamados, afirmando que no geral as adaptações são inferiores, com uma exceção: a série Xógum: A Gloriosa Saga do Japão.

Martin argumenta que muitos roteiristas e produtores acreditam que podem “melhorar” histórias de livros, subestimando o trabalho dos autores originais. “Para onde quer que você olhe, há mais roteiristas e produtores ansiosos para pegar grandes histórias e ‘torná-las suas’. Não parece importar se o material de origem foi escrito por Stan Lee, Charles Dickens, Ian Fleming, Roald Dahl, Ursula K. Le Guin, J.R.R. Tolkien, Mark Twain, Raymond Chandler, Jane Austen, ou… bem, qualquer um. Por maior que seja um escritor, por melhor que seja o livro, sempre parece haver alguém à mão que acha que pode fazer melhor, ansioso para pegar a história e ‘melhorá-la’. ‘O livro é o livro, o filme é o filme’, dirão, como se estivessem dizendo algo profundo. Depois, fazem da história a sua”.

Ele continua: “Eles nunca a tornam melhor, no entanto. Novecentas e noventa e nove vezes em mil, pioram. Ocasionalmente, porém, temos uma adaptação muito boa de um livro ótimo e, quando isso acontece, merece aplausos”.

Em meio à sua crítica geral, Martin destaca uma exceção: a série Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, recente adaptação para TV do romance de James Clavell. Ele confessa ter ficado cético inicialmente, mas se impressionou com a qualidade da produção.

Eu posso me deparar com um desses casos recentemente, quando assisti à nova versão da série ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ da FX. [..]. Mas não aceite a minha palavra para isso. Assista você mesmo”, conclui Martim.

Há algumas semanas, a HBO confirmou Peter Claffey (‘Wreck’) e Dexter Sol Ansell (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) como protagonistas de ‘Knight of the Seven Kingdoms: The Hedge Knight’, série derivada de Game of Thrones’.

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Infelizmente, não foram revelados maiores detalhes sobre o desenvolvimento.

Confira a sinopse:

“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.”

George R.R. Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado.

A produção está programada para estrear no segundo semestre de 2025.

Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será lançada oficialmente no dia 16 de junho.

Confira os trailers:

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