Em A MARAVILHOSA ÁRVORE ENCANTADA, uma família se muda para o campo em busca de recomeço e uma nova oportunidade de conexão entre pais e filhos. Sem Wi-Fi e longe das telas, as crianças passam a explorar o mundo ao seu redor e descobrem algo extraordinário: uma árvore mágica que os leva a mundos fantásticos, onde vivem aventuras extraordinárias que transformam toda a família e os fazem redescobrir o valor de estarem juntos.
Curiosidades:
» O longa é baseado na clássica saga literária infantil A Árvore Mágica, escrita por Enid Blyton;
» Simon Farnaby, de ‘Wonka‘, assina o roteiro da adaptação;
A organização do BAFTA emitiu uma declaração de desculpas após um insulto racista ter sido proferido diretamente aos astros Michael B. Jordan e Delroy Lindo durante a 79ª edição da premiação.
A polêmica aconteceu neste último domingo, 22 de fevereiro, quando John Davidson, ativista com Síndrome de Tourette, gritou o insulto pouco depois de Jordan e Lindo subirem ao palco para entregarem o troféu de Melhores Efeitos Visuais.
Os participantes do evento foram avisados de que Davidson, que teve sua vida levada aos cinemas com a biografia ‘I Swear’, poderia utilizar linguagem ofensiva de maneira involuntária devido à síndrome mencionada no parágrafo acima.
O momento em questão ganhou as redes sociais e levou a própria BBC a emitir um pedido de desculpas por não cortá-lo da transmissão, que ocorre com duas horas de atraso para os espectadores. “Pedimos desculpas por isso não ter sido editado antes da transmissão, sendo agora removido da versão na BBC iPlayer”, disse um porta-voz.
Agora, a organização do evento também se pronunciou (via THR), afirmando o seguinte:
“Um dos nossos convidados, John Davidson, tem Síndrome de Tourette e dedicou sua vida a educar e a fazer campanha por uma melhor compreensão dessa condição. A Síndrome de Tourette causa tiques verbais involuntários, sobre os quais o indivíduo não tem controle. Tais tiques não refletem, de forma alguma, as crenças de um indivíduo e não são intencionais. John Davidson é produtor executivo do filme indicado ao BAFTA, ‘I Swear’, que é baseado em sua experiência de vida.
Levamos muito a sério o dever de cuidar de todos os nossos convidados e partimos de uma posição de inclusão. Tomamos medidas para informar os presentes sobre os tiques, anunciando ao público antes do início da cerimônia e durante todo o evento que John estava presente e que poderiam ouvir linguagem forte, ruídos ou movimentos involuntários durante a cerimônia. No início da cerimônia, um tique alto, na forma de um termo profundamente ofensivo, foi ouvido por muitas pessoas na sala. Michael B. Jordan e Delroy Lindo estavam no palco naquele momento, e pedimos desculpas sem reservas a eles e a todos os afetados. Gostaríamos de agradecer a Michael e a Delroy por sua incrível dignidade e profissionalismo.
Durante a cerimônia, John optou por sair do auditório e assistir ao restante da cerimônia por meio de uma tela, e gostaríamos de agradecê-lo por sua dignidade e consideração pelos outros, naquela que deveria ter sido uma noite de celebração para ele.
Assumimos total responsabilidade por colocar nossos convidados em uma situação muito difícil e pedimos desculpas a todos. Aprenderemos com isso e manteremos a inclusão no centro de tudo o que fazemos, preservando nossa crença no cinema e na narrativa como um meio essencial para a compaixão e a empatia”.
Parece que a aclamada franquia de terror ‘Extermínio’ pode estar com seus dias contados.
Quase duas décadas mais tarde, o realizador Danny Boyle retornou à saga com o lançamento de ‘Extermínio: A Evolução’, que foi elogiado pelo público e pelos especialistas, mas arrecadou fracos US$151,3 milhões ao redor do mundo, contra um orçamento estimado em US$60 milhões.
Este ano, Boyle passou o manto para Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’), que trouxe aos fãs a também ovacionada sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. Apesar das sólidas críticas, o título arrecadou US$57,6 milhões contra um orçamento de US$63 milhões, tornando-se um fracasso financeiro para a Sony Pictures.
Agora, segundo o site World of Reel, acredita-se que o estúdio não está tão certo de que um terceiro capítulo seja produzido sob sua tutela.
“Ouvi de duas fontes distintas que a Sony não tem pressa em lançar o último filme da trilogia, apesar de tê-lo anunciado em dezembro passado. Aliás, ouvi dizer que a Netflix demonstrou interesse em adquirir a sequência, mas Danny Boyle não está nem um pouco interessado. Ele quer um lançamento nos cinemas para este capítulo final, que supostamente terá Cillian Murphy como protagonista”, diz o veículo.
E você? Acha que a franquia ganhará mais um capítulo?
Na trama do novo filme…
O Dr. Kelson se vê envolvido em um novo e chocante relacionamento com consequências que podem mudar o mundo como ele o conhece. Enquanto isso, o líder de uma seita Jimmy Crystal instiga medo e violência por onde passa.
Quem não gosta daqueles filmes explosivos e cheios de mentirinhas, com um herói como protagonista enfrentando as mais mirabolantes situações? Muitas dessas obras ficam marcadas em nossas memórias, atravessando gerações e, sempre que passa em algum lugar, é um enorme prazer revê-las. Pensando em alguns desses projetos que marcam, separamos abaixo uma lista bem legal para quem quer descobrir – ou redescobrir – ótimos filmes de ação:
Lançado em 1986, dirigido pelo cineasta israelense Menahem Golan, o primeiro filme da trilogia Comando Delta conta a saga de um grupo de elite do exército norte-americano que precisa resolver uma situação complicada envolvendo questões políticas e reféns em um avião, tudo isso em questões de horas.
Um dos bons filmes de ação protagonizados por Nicolas Cage, A Rocha nos apresenta um especialista em química do FBI que precisa se juntar a um criminoso condenado para impedir ações de um coronel militar na prisão de Alcatraz.
O Vôo do Dragão (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Na trama, conhecemos Tang Lung (Bruce Lee), um jovem de família humilde de Hong Kong que é chamado por sua prima, Chen Ching Hua (Nora Miao), para ajudar seu tio, Wang (Chung-Hsin Huang), em algumas questões sobre o restaurante da família, perto da falência, onde os funcionários – nos fundos do estabelecimento – treinam caratê. O lugar é sempre invadido por gangues locais o que impossibilita o lucro por parte da família. Assim, Tang Lung será a principal força contra esses rebeldes.
Risco Total(Tem para aluguel em algumas plataformas)
O alpinista Gabe Walker (Sylvester Stallone), em meio a um enorme conflito por se sentir culpado por uma situação do passado, precisa reunir forças anos mais tarde quando um grupo de pessoas misteriosas pede socorro nas montanhas.
Daylight (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Quem viveu no final da década de 1990 já deve ter visto esse filmaço estrelado porSylvester Stallone, frequentemente era exibido em canais abertos. Na trama, acontece uma explosão em um túnel de Nova Jersey. Um ex-chefe do serviço de emergência lidera uma operação para retirar os sobreviventes do lugar.
Nesse filmaço estrelado por Kurt Russell, que tem um plot twist impactante logo no seu início, acompanhamos um agente federal e um coronel que precisam unir forças para resgatar reféns em uma aeronave.
Um dos grandes filmes de ação dos anos 1990, O Demolidor conta a história de um policial e um bandido condenados a um encarceramento, onde precisam cumprir a pena de forma congelada (literalmente). Só que no ano de 2032, o cruel bandido foge da prisão e o policial é descongelado para tentar prendê-lo novamente.
Tango & Cash – Os Vingadores (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Na trama, conhecemos Tango (Sylvester Stallone) e Cash (Kurt Russell), dois brilhantes policiais e completamente diferentes. Ambos se tornam estrelas do departamento policial da cidade onde moram, ocupando quase sempre as capas dos jornais com grandes prisões e apreensões. Quando um grupo de poderosos do crime resolvem criar uma cilada para eles, a dupla de protagonistas precisará salvar a própria pele e provar a inocência.
Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que, por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards), decide se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares: ela ingressa na força enquanto ele vai para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola, Dizzy Flores (Dina Meyer).
Jack (Keanu Reeves) é um oficial da polícia que é chamado para uma situação envolvendo um elevador que está caindo – em uma suposta ação premeditada. Após minutos de alta tensão e o resgate do reféns, Jack se vê novamente em confronto com a mente por trás do incidente com o elevador: um psicopata chamado Howard (Dennis Hopper), ex-membro do esquadrão anti-bombas da polícia. Em sequência, ele ameaça um ônibus que não pode chegar na velocidade de 50 milhas por hora, sob o risco de ativar uma bomba. Buscando soluções, Jack contará com a ajuda de Annie (Sandra Bullock), uma simpática passageira.
“A vergonha precisa estar nos agressores. A falta de responsabilização cria mais silêncio e deixa sobreviventes para se curarem sozinhas.” Foi com essa declaração direta que a diretora Beth de Araújodefiniu o espírito de Josephine, em coletiva de imprensa realizada na sexta-feira, dia 20. Vencedor do Grande Prêmio do Júri e do Prêmio do Público no Sundance Film Festival, o longa chegou a Berlim embalado por uma recepção crítica impressionante: 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 79 críticas publicadas.
Baseado em uma memória pessoal da diretora norte-americana — brasileira por parte de pai —, o filme acompanha a experiência de uma menina de oito anos que testemunha uma agressão sexual. Em Berlim, as discussões foram marcadas por posicionamentos políticos e reflexões sobre trauma, justiça e responsabilidade social. Protagonizado por Channing Tatum e Gemma Chan, o título se consolidou como um dos mais comentados da temporada de premiações.
A origem pessoal da história
“É uma memória que tenho de quando tinha oito anos. Meu pai e eu interrompemos uma agressão no Golden Gate Park, em São Francisco. Eu queria explorar a hipervigilância que ficou depois daquele dia pelos olhos de uma menina da mesma idade”, contou Beth.
O projeto levou 12 anos para sair do papel. Seria seu primeiro longa, mas a dificuldade de financiamento — dada a delicadeza do tema — adiou a produção. Após a repercussão de Soft & Quiet (2022), exibido também em Sundance, o filme finalmente ganhou tração.
A entrada de Channing Tatum no projeto foi decisiva para viabilizar recursos, depois que o roteiro passou pelo laboratório do festival. O ator afirmou que decidiu produzir o longa por acreditar que a história precisava ser contada com honestidade e responsabilidade.
Durante a coletiva, Beth falou três palavras em português: “Oi, tudo bem?” para uma jornalista brasileira. Filha de pai goiano que se mudou para os Estados Unidos após ganhar uma bolsa de estudos — onde conheceu sua mãe —, ela mantém metade da família no Brasil, acompanha o cinema nacional e não descarta filmar no país no futuro.
A jovem atriz Mason Reeves, em seu primeiro papel no cinema, foi descoberta por acaso em uma feira em São Francisco. Segundo Beth, trabalhar com ela foi menos desafiador do que se poderia supor: a menina demonstrou maturidade emocional rara. A direção optou por métodos simples e sensíveis para ajudá-la a acessar sentimentos reais, como evocar frustrações cotidianas para sustentar cenas intensas.
Tatum, também produtor executivo, contou que se esforçou para manter o ambiente leve entre as filmagens, protegendo a atriz mirim do peso emocional do tema. Falou abertamente sobre como a paternidade influenciou sua atuação: “Tenho uma filha de 12 anos. Ela me ensinou tanta suavidade e tanta vulnerabilidade que às vezes é até assustador.”
Channing Tatum e Gemma Chan no Tapete Vermelho do Festival de Berlim 2026 (Foto: Oficial 76° Berlinale)
Relatou um episódio em que a filha se defendeu de um colega agressivo na escola, ecoando a dinâmica do filme: “Eu disse a ela: você nunca vai estar encrencada por se proteger. Se alguém está fazendo algo que você pediu para não fazer, tem todo o direito de se proteger. E eu vou te apoiar para sempre. E não se meta com a minha filha. Porque ela ouviu. Ela ouviu.”
Para ele, Damien, o pai de Josephine, nasce desse lugar de amor e proteção: “Damien vem de um amor profundo. Ele tenta protegê-la da maneira que aprendeu a sobreviver.” Não há fórmulas, acrescentou: “A única maneira é fazer da forma mais honesta possível, a partir dos olhos de quem conta a história.”
Um filme político sem panfleto
Mason Reeves ao lado da mãe na première de ‘Josephine’ em Berlim (Foto: Oficial 76° Berlinale)
Embora não seja partidário, Josephine toca em um nervo exposto: a tendência da mídia e da sociedade de expor vítimas enquanto relativizam — ou silenciam — os agressores. Beth foi enfática ao defender que a vergonha precisa mudar de lado. A falta de responsabilização, disse, amplia o silêncio e o isolamento das sobreviventes.
O longa se insere em uma tradição de obras que abordam violência sexual sob uma ótica crítica e sensível, mas se distingue ao entregar a narrativa a uma menina de oito anos. Ao deslocar o ponto de vista, o filme produz uma dimensão pedagógica involuntária e talvez mais perturbadora para adultos do que para crianças.
Dados que não permitem metáforas
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a violência sexual é um problema global de grandes proporções: cerca de uma em cada três mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual ao longo da vida. No Brasil, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou, no Mapa de Segurança Pública divulgado em junho de 2025, média de 227 estupros por dia em 2024.
Os números reforçam o que o filme sugere sem didatismo: não se trata de exceções, mas de uma estrutura social que falha sistematicamente em proteger e responsabilizar. Ao unir experiência pessoal, pesquisa jurídica — a diretora chegou a se certificar como defensora de vítimas em hospitais — e uma linguagem visual que evita flashbacks em favor de tensão contínua,Josephine constrói uma experiência imersiva e desconfortável, como o tema exige.
Não levou o Urso de Ouro da 76ª edição da Berlinale. Mas poucos filmes este ano deixaram a sala de projeção tão silenciosa. E tão exposta.
Ontem, o roteirista e diretor Kevin Williamson revelou com exclusividade ao CinePOP qual seria a VERDADEIRA história de ‘Pânico 5 e 6‘ e o destino de Dewey na sua versão.
Quando ‘Pânico 4‘ foi anunciado, era planejada uma nova trilogia que teria filmes focados na Jill e na Gale. Porém, quando o filme foi considerado um fracasso de bilheteria, a franquia ficou engavetada até ser assumida pela Radio Silence que fez o filme de 2022.
“Eu teria matado o Dewey também. Era o plano. Pânico 6 seria sobre a Gale tentando construir uma vida sem o Dewey, e ela sobre ela encontrar o amor. E de uma maneira estranha ela passa pela mesma coisa que a Sidney passou em Pânico 1. Será que o novo namorado dela é o assassino? Seria como uma inversão.”, contou.
Assista um trecho da entrevista e siga o CinePOP no YouTube:
Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
O atorMark Ruffalo rebateu publicamente o cineasta James Cameron após a divulgação de uma carta na qual o diretor de Avatar condena a possível aquisição da Warner Bros. pela Netflix. Para Ruffalo, a preocupação de Cameron parece ser seletiva.
“Então… a próxima pergunta ao Sr. Cameron deveria ser esta: ‘Você também é contra a monopolização que uma aquisição pela Paramount criaria? Ou é apenas contra a da Netflix?'”, escreveu o ator em suas redes sociais, conforme a Variety.
Ruffalo argumentou que a transparência sobre o tema é essencial para a indústria:
“Acho que a resposta seria muito interessante para a comunidade cinematográfica ouvir. É uma pergunta que deveria ser feita imediatamente. O senador Mike Lee também é contra a venda para a Paramount? Ele está tão preocupado com isso quanto está com a venda para a Netflix? Todos nós queremos saber. Estou falando em nome de centenas de milhares de cineastas ao redor do mundo”, acrescentou.
Lembrando que recentemente,James Cameron enviou uma carta ao senador Mike Lee, presidente do subcomitê antitruste do Senado dos EUA, afirmando que a compra da Warner Bros. Discovery pela Netflix seria “desastrosa para o negócio cinematográfico nos cinemas”, defendendo a exclusividade das telas grandes contra o avanço definitivo do streaming.
Vale destacar que a Netflix está adquirindo os estúdios de cinema e TV da Warner Bros., assim como a HBO Max, por US$ 83 bilhões. A Paramount tentou interromper a negociação com uma oferta hostil à Warner Bros. Discovery, mas sua proposta foi rejeitada.
A Universal Pictures finalmente anunciou quando ‘Pressure‘, drama de guerra estrelado pelo vencedor do Oscar Brendan Fraser (‘A Baleia’), será lançado no Brasil.
O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 3 de setembro.
Baseado em uma história real, o filme foca nas tensas 72 horas que antecederam o Dia D na Segunda Guerra Mundial, em que o General Dwight D. Eisenhower que precisa tomar a decisão impossível de lançar a maior invasão marítima da história, baseando-se nas previsões do meteorologista James Stagg sob condições climáticas adversas.
O astro Timothée Chalamet falou recentemente sobre o fenômeno cinematográfico ‘Duna: Parte Três’, revelando detalhes inéditos sobre sua preparação e o peso emocional de encerrar a saga de Paul Atreides sob o comando deDenis Villeneuve.
Ao descrever a atmosfera do novo longa, Chalamet citou grandes clássicos como referência, antes de se retratar com humildade:
“O que você vê no final do segundo filme, e no terceiro, remete a obras como Interestelar, Heath Ledger em O Cavaleiro das Trevas e Marlon Brando em Apocalypse Now. Na verdade, espere, deixa eu reformular! Não posso me colocar nesse mesmo barco”, brincou. “Digamos que são esses grandes filmes onde você pode esconder algo… uma curva na atuação”.
O ator também destacou a influência de Oscar Isaac (o Duque Leto): “Ele tratava tudo de forma shakespeariana, interpretava de forma exagerada e não se importava com isso. Assistir a Oscar me deu mais liberdade do que nunca”.
Após as filmagens de ‘Marty Supreme’ e ‘Um Completo Desconhecido’, Chalamet afirma ter chegado ao set de ‘Duna 3’ em sua melhor forma.
“Eu não queria ser complacente com nenhum momento. Tudo era sagrado, e foi a última vez que fiz um filme de Duna, então eu realmente quis tratá-lo dessa forma. As pessoas podem ficar complacentes, mas eu fui mais intenso no terceiro. Parecia o impulso natural, então quis levá-lo o mais longe possível”, concluiu.
Na trama do livro, Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.
Lembrando que a franquia está disponível na HBO Max.
Na trama, June Squibb vive uma mulher de 90 anos que está tentando reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Como parte desse processo, ela decide se mudar para Nova York, depois de morar na Flórida por anos.
“Após uma série de eventos infelizes deixarem sua casa inabitável e com um cheiro insuportável de fezes, dois amigos inseparáveis, Joey e Craig, se veem sem teto e sem opções. É então que o misterioso ex de Joey reaparece.”
“Ele a quer de volta. Além de ser atraente, Brian também é um alienígena cujo toque faz a ansiedade e a depressão desaparecerem. Os dois se aventuram em seu complexo para passar o fim de semana com a esperança de se curarem de traumas passados, mas por trás da fachada de cura de Brian, esconde-se uma trama sinistra repleta de assassinatos, caos e sangue.”
A Netflix divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada da série animada ‘Devil May Cry‘, baseado no popular jogo homônimo da Capcom.
Na nova temporada, uma guerra entre mundos se inicia quando Dante precisa lutar contra a única força que espelha a sua própria: seu irmão gêmeo, Vergil, com quem não tinha contato há anos.
O próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 12 de maio.
A série foi criada por Adi Shankar, que também servirá como showrunner e produtor executivo.
“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.
A atriz Amy Madigan, um dos grandes nomes da temporada, relembrou recentemente o processo inusitado de sua audição para o papel da sinistra Tia Gladys no terror ‘A Hora do Mal’. Pelo papel, a veterana conquistou uma indicação ao Oscar 2026 na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
Em entrevista à Variety, Madigan revelou que o convite surgiu após um almoço com o diretorZach Cregger.
“As pessoas com quem trabalho disseram que Zach Cregger estava fazendo um novo filme. Eu tinha assistido a Barbarian, que achei inacreditável, não puxe aquela corda no porão. Então eu sabia que Zach realmente sabia fazer um filme. Disseram que ele gostaria de se encontrar para almoçar. E Zach tem sido muito aberto sobre isso: no caminho para o almoço, ele ficava dizendo a si mesmo: ‘Não ofereça o papel a ela. Não ofereça o papel a ela. Vamos apenas ver o que acontece'”, afirmou.
Entretanto, a conexão foi imediata: “Nós simplesmente começamos a conversar, ele foi muito aberto, compartilhando informações pessoais sobre sua vida. E depois do almoço, ele disse: ‘O papel é seu, se você quiser’. Ele tinha visto meu trabalho ao longo dos anos e sabia que eu tinha a combinação certa entre destruir alguém com palavras e, ao mesmo tempo, manter um tom brincalhão”.
Consolidada na temporada, Madigan chega ao Oscar após vencer o Critics Choice e conquistar indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards.
A disputa pela estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante será acirrada, com um time de peso:
Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrela a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.
O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) eCary Christopher(‘Days of Our Lives’).
Liza Minnelli, a lendária estrela de ‘Cabaret’, revelou em seu novo livro de memórias, “Kids, Wait Till You Hear This!”, os bastidores de sua participação no Oscar de 2022. Na ocasião, ela apresentou a categoria de Melhor Filme ao lado de Lady Gaga.
Segundo a Variety, a atriz explicou que esperava estar sentada em uma cadeira de diretor, o que facilitaria a leitura do teleprompter. No entanto, os planos foram alterados no último momento, e a Academia teria optado pela cadeira de rodas alegando priorizar sua segurança.
“Fui inexplicavelmente ordenada, nem sequer me perguntaram, a sentar em uma cadeira de rodas ou não aparecer. Disseram que era por causa da minha idade e por motivos de segurança, porque eu poderia escorregar da cadeira de diretor, o que era uma besteira. Eu disse que não seria tratada dessa forma. Fiquei de coração partido. Eu estava muito mais baixa do que estaria na cadeira de diretor e não conseguia ler facilmente o teleprompter acima de mim”, escreveu Minnelli.
Na época, a atriz tinha 76 anos.
“Como você se sentiria se fosse empurrada, contra sua vontade, para se apresentar diante de um público ao vivo, sem conseguir enxergar claramente? Então, quando tropecei em algumas palavras, Gaga, que estava ao meu lado, não perdeu tempo em demonstrar gentileza. ‘Eu te ajudo’, ela disse, inclinando-se em minha direção”, continuou.
No livro, Minnelli revela que Gaga foi ao seu camarim antes de entrarem no palco ao saber de seu sofrimento.
“Olhei para ela e disse simplesmente: ‘Sou uma grande fã’. Aprendi essa lição anos atrás com mamãe e papai. Em momentos de alto estresse, você deve permanecer graciosa”, relembrou Minnelli.
O vencedor de Melhor Filme naquele ano foi ‘CODA’, algo que Minnelli descreveu como simbólico.
“Adorei a ironia do título para mim. Escrever meu livro de memórias seria minha coda, minha verdade. Sempre há um arco-íris, se você souber onde procurar”, concluiu.
Daniel Radcliffe, eterno astro da saga ‘Harry Potter’, voltou a comentar os persistentes rumores sobre uma possível escalação como o novo Logan/Wolverine no Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
Em entrevista recente ao ComicBookMovie, o ator foi enfático ao dizer que, embora se sinta lisonjeado, as conversas nunca passaram de especulações da internet.
“Foi um rumor muito lisonjeiro, mas nunca foi real”, afirmou Radcliffe. “Nunca houve qualquer sugestão por parte de alguém com poder para tornar isso realidade. Honestamente, você seria tolo em não considerar um papel assim, mas não é algo que eu esteja buscando”.
O ator também revelou uma hesitação em assumir o manto deixado por Hugh Jackman:
“Se decidirem fazer outros Wolverines, ser a pessoa que vem logo após Hugh Jackman não está na minha lista de desejos. Para qualquer papel dele, especialmente o mais icônico de sua carreira, fico feliz em não fazer e deixá-lo continuar”, acrescentou.
Atualmente, rumores apontam que Hugh Jackman retornará como Wolverine em ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (previsto para 2027), filme que deve encerrar a atual Saga do Multiverso no MCU.
O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
De acordo com o Deadline, Danielle Deadwyler (‘Till – A Busca por Justiça’) será a protagonista do reboot de ‘Arquivo X‘, que está sendo desenvolvido por Ryan Coogler – diretor de ‘Pecadores‘ e ‘Pantera Negra‘.
Jennifer Yale (‘The Copenhagen Test’) assumirá como showrunner.
O episódio piloto, que será escrito e dirigido por Coogler, já recebeu sinal verde do Hulu.
Na trama…
“Dois agentes do FBI altamente condecorados, mas muito diferentes entre si — um deles interpretado por Deadwyler — formam um laço improvável quando são designados para uma divisão há muito desativada, dedicada a casos envolvendo fenômenos inexplicáveis.”
Anteriormente, Coogler havia revelado que a nova versão terá uma estrutura semelhante à da série original: “Pretendemos ter tanto os monstros da semana quanto a conspiração principal. Estou incrivelmente empolgado com este projeto há muito tempo e ansioso para retomar o trabalho. Se fizermos nosso trabalho corretamente, alguns desses episódios serão genuinamente aterrorizantes. Nosso objetivo é criar algo verdadeiramente extraordinário, algo que ressoe com os verdadeiros fãs de ‘Arquivo X’ e, quem sabe, conquiste uma nova legião de admiradores”.
A série original durou entre 1993 e 2002, ganhando uma breve continuação em 2016, que acabou sendo cancelada.
Dario Scardapane, o showrunner por trás de ‘Demolidor: Renascido’, abriu o jogo recentemente sobre os bastidores conturbados da primeira temporada. Em entrevista ao ComicBookMovie, o produtor relembrou os conflitos criativos que levaram a produção a ser reformulada, chegando a apelidar o primeiro ano da série de “Frankenstein”.
Scardapane explicou que a direção inicial da Marvel seguia um caminho muito diferente do esperado pelos fãs.
“A tarefa da primeira temporada foi um tipo de diversão meio doentia. Eles tinham seguido uma direção em que era um tipo diferente de série. Era muito mais procedural, muito mais focada no tribuna”, afirmou.
Para salvar o projeto, a equipe precisou “montar um verdadeiro Frankenstein com peças diferentes. Ao começar e terminar com força, deixando claro ‘é isso que a série quer ser’, conseguimos impulsionar a narrativa para a segunda temporada com muito mais liberdade”.
“Vocês vão perceber, em alguns desses episódios, que conseguimos realmente soltar tudo de uma forma que talvez não fosse possível na temporada anterior”, acrescentou.
Uma das mudanças mais celebradas por Scardapane foi a reintegração de Karen Page (Deborah Ann Woll).
“Quando entrei na primeira temporada, Karen originalmente não era uma parte importante da narrativa, ou simplesmente não fazia parte dela. E eu disse: ‘Gente, não podemos fazer isso!’ Karen precisa fazer parte desse mundo por muitos motivos, e não tivemos tanto dela quanto eu gostaria na primeira temporada”, destacou.
Para a segunda temporada, o produtor promete uma evolução inédita para a personagem: “Na segunda temporada, a evolução de Karen Page está totalmente alinhada com tudo o que veio antes. Na minha visão, e na visão da Deb, ela nunca foi apenas uma ajudante ou namorada. Ela sempre foi alguém que reflete e desafia Murdock, nem sempre da melhor forma”.
“Essa versão da Karen Page é incrível. É algo inesperado que vocês ainda não viram. Acho que os fãs vão adorar essa Karen. Os eventos da ascensão do prefeito Fisk forçam as pessoas a escolher lados, e algumas terão que fazer isso de forma bastante intensa”, concluiu.
‘Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.
O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
A segunda temporada do live-action de ‘One Piece’ divulgou recentemente seu mais novo teaser, trazendo o protagonista Iñaki Godoy, intérprete de Monkey D. Luffy, apresentando um resumo dos acontecimentos do primeiro ano.
Vale lembrar que a primeira temporada adaptou o arco East Blue da obra criada por Eiichiro Oda.
O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 10 de março na plataforma de streaming.
Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!
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Mike Flanagan
'Ouija - Origin Of Evil' Film - 2016
O aclamado cineasta Mike Flanagan revelou recentemente novos detalhes sobre seu próximo projeto: uma nova adaptação de ‘O Nevoeiro’, baseada na obra de Stephen King.
De acordo com o portal World of Reel, Flanagan utilizou as redes sociais para esclarecer que sua visão não será um “remake”do clássico de 2007.
“Eu amo o filme de [Frank] Darabont, e não há sentido algum em refazê-lo”, afirmou o diretor. Ele enfatizou que sua abordagem busca um caminho inédito: “Aprendi há muito tempo a nunca tentar prever sobre o que os fãs vão ou não discutir […] isso não é uma repetição. As diferenças começam na página 1″.
Na trama…
“Depois que uma tempestade causa danos em sua casa no Maine, David Drayton e seu jovem filho vão à cidade para conseguir alimentos e suprimentos. Logo depois, uma espessa neblina atinge a cidade, deixando várias pessoas presas na mercearia. Criaturas mortais aterrorizam a cidade, mas dentro do mercado um fanático exige que alguém se sacrifique.”
Em 2007, a obra foi adaptada para os cinemas por Frank Darabont. Uma década depois, uma série de televisão baseada na novela foi lançada, mas a produção falhou em se conectar com o grande público – sendo cancelada com apenas uma temporada.
Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção chegará ao seu catálogo nacional no dia 26 de fevereiro – um dia após a estreia no território norte-americano.
O criador da série original,Bill Lawrence, retorna como produtor executivo, acompanhado pelos veteranos Tim Hobert e Aseem Batra — ambos com passagens marcantes pela produção original — que agora assumem os cargos de showrunners e produtores executivos.
A produção fica por conta da Doozer, empresa de Lawrence, com Jeff Ingold e Liza Katzer também no time de executivos.
O novo capítulo da série seguirá J.D. e Turk, que voltam a trabalhar juntos após um longo tempo longe das salas de cirurgia. Em um mundo onde a medicina mudou, os internos são de uma nova geração, mas a amizade entre os dois continua inabalável. A trama promete mesclar risos, emoção e surpresas, enquanto novos e antigos personagens circulam pelos corredores do hospital Sacred Heart.
Judy Reyes, que interpretou a enfermeira-chefe Carla Espinosa, atualmente está em outro sucesso da ABC, ‘High Potential’, estrelado por Kaitlin Olson. Apesar disso, fontes próximas à produção afirmam que estão em andamento conversas positivas para alinhar agendas e possibilitar que Reyes participe também do reboot de ‘Scrubs‘.
O ator Paul Bettany revisitou recentemente memórias de sua carreira, destacando com carinho o colega de elenco Heath Ledger, falecido em 2008. Conforme à People, Bettany buscou afastar a imagem sombria muitas vezes associada ao ator, celebrando sua vitalidade.
“Muito se fala sobre Heath e escuridão, mas no momento em que você o via, ele simplesmente irradiava luz, felicidade e alegria”, afirmou Bettany. “Ele era uma explosão de criatividade e carisma, tão cheio de vida que até hoje é difícil imaginá-lo morto. Muitas vezes me pego pensando nas coisas lindas que ele ainda teria criado”.
“Coração de Cavaleiro é um filme sobre um garoto vindo do nada que muda seu destino, e eu amo isso. Está cheio de mensagens positivas. Foi uma época mágica”, acrescentou.
Para ilustrar o espírito confiante e alegre de Ledger, Bettany recordou uma história curiosa sobre uma tatuagem que o amigo fez durante as filmagens: um pequeno alvo com círculos concêntricos.
“Era um pequeno círculo com outro círculo ao redor e depois um círculo maior em volta, como um alvo. Ele disse: ‘Esse sou eu no meio. Esse círculo é a Terra, e o outro círculo é o universo’. Eu respondi: ‘Você se colocou bem no centro? Eu nunca fui tão confiante assim!'”, afirmou.
“Mas ele era confiante dessa forma mais alegre e cativante possível”, acrescentou Bettany.
Heath Ledger faleceu em 2008, vítima de uma overdose acidental, deixando um legado inesquecível em Hollywood.
“O jovem camponês William, um valoroso escudeiro, resolve substituir seu falecido mestre em uma competição que envolve combate com lanças. Ele passa a treinar exaustivamente e convence Chaucer, um escritor, a forjar um documento para poder assumir a identidade de um nobre e assim participar do torneio”, diz a sinopse.
Através do seu podcast, o autor Bret Easton Ellis do romance original ‘Psicopata Americano‘ (American Psycho) revelou detalhes sobre a nova adaptação que está sendo desenvolvida pelo aclamado cineasta Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’).
Ele confirmou que a nova versão será muito diferente do longa estrelado por Christian Bale (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’), e declarou que a projeto está enfrentando dificuldades para encontrar seu protagonista.
“Alguns atores famosos, cujos nomes não posso revelar, recusaram o papel principal. Acho que eles não querem ser comparados com o Christian Bale.”
Ele completa, “Pelo que me disseram, este novo longa será completamente diferente da adaptação de Mary Harron. Será uma abordagem completamente diferente, e não terá nenhuma semelhança com aquele filme.”
Anteriormente, rumores apontavam que Austin Butler (‘Elvis’) e Jacob Elordi (‘Euphoria’) estavam sendo cotados para estrelar o longa.
Scott Z. Burns (‘Contágio’) assina o roteiro da adaptação, baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis.
A Lionsgate é o estúdio responsável pela produção, em parceria com a Frenesy Films.
Sam Pressman, filho de Edward R. Pressman, que produziu o filme original de 2000, atua como produtor executivo por meio de sua empresa Pressman Film, garantindo uma conexão com a obra original.
O livro de Ellis, publicado em 1991, causou controvérsia por seu conteúdo violento e pela narrativa chocante que acompanha a vida de um banqueiro de investimentos que se torna um serial killer.
Apesar de não ter sido um grande sucesso de bilheteria (arrecadando apenas US$ 34,2 milhões mundialmente), o suspense ‘Psicopata Americano‘ conquistou status de cult ao longo dos anos, desenvolvendo uma base leal de fãs.
Enquanto se recupera de um trauma pessoal, a moderadora de um site como o YouTube, cujo trabalho é filtrar conteúdo ofensivo e violento, encontra uma série de vídeos perturbadores que recriam os assassinos do filme original ‘Faces da Morte’. Mas, em uma época dominada pela desinformação, seriam os vídeos reais ou falsos?
Isa Mazzei eDaniel Goldhaber, cineastas por trás de ‘Cam‘, serão responsáveis pelo roteiro e direção do reboot.
O filme original, ‘As Faces da Morte‘ de 1978, se tornou um dos filmes mais infames de todos os tempos ao alegadamente mostrar cenas reais de mortes. A lenda urbana começou na época VHS pré-internet, mas a grande verdade é que as cenas eram falsas, realizadas por efeitos práticos.
O longa original foi escrito e dirigido por John Allan Schwartz.
O astroTimothée Chalamet, um dos jovens atores mais bem-sucedidos da atualidade, refletiu recentemente sobre sua trajetória e surpreendeu ao apontar qual filme considera o maior desafio de sua vida: ‘Wonka’.
Em entrevista à Variety, o ator explicou que a decisão de interpretar o chocolateiro foi um movimento pouco convencional.
“O instinto é trabalhar com grandes diretores, antes de tudo. Se você busca uma grande performance, mas não tem alguém conduzindo da maneira certa, ela não se concretiza. A coisa mais arriscada foi Wonka. Foi um passo não tradicional na minha carreira, já que eu vinha de muitos filmes sérios”, afirmou.
Apesar de ser um musical familiar, Chalamet enxergou o projeto sob uma ótica rebelde.
“O diretor Paul King fez filmes tremendos com Paddington. Sinto que Wonka não recebeu o reconhecimento justo, mesmo sendo um sucesso financeiro. Eu, honestamente, achei meio ‘punk rock’ fazer algo que não fosse considerado ‘cool’, como um filme sobre drogas ou algo pesado. Mas acho que as pessoas não enxergaram dessa forma. É o que é… pelo menos ganhei chocolate de graça”, brincou o ator.
“Antes de se tornar o dono da maior fábrica de chocolate do mundo, o jovem Willy Wonka, cheio de ideias e determinação, embarca em uma aventura para espalhar alegria através de suas criações. Enfrentando inúmeros obstáculos e oposição, ele conhece os fiéis assistentes Oompa-Loompas, que o ajudam a superar todas as probabilidades. Wonka descobre que as melhores coisas da vida começam com um sonho”, diz a sinopse.
A Globo revelou recentemente os detalhes de sua mais nova série médica, ‘Emergência 53’. Produzida pela Conspiração e sob o comando deAndrucha Waddington eCláudio Torres, dupla consagrada pelo sucesso de ‘Sob Pressão’, a produção promete uma abordagem inovadora ao gênero.
Desta vez, a trama sai dos hospitais fixos para acompanhar médicos, enfermeiros e motoristas de uma unidade móvel especial no Rio de Janeiro.
Em entrevista à Variety, Cláudio Torres explicou que a série busca o equilíbrio entre o caos urbano da cidade e a organização da saúde pública.
“Renata queria outra série médica procedural, mas desta vez com múltiplos protagonistas”, explicou.
“Ela fez uma ótima observação: praticamente todo país tem um procedural médico, mas não havia nenhum ambientado no contexto do Rio de Janeiro. O Rio é uma loucura porque mistura guerra e uma sociedade muito bem organizada. É uma cidade em estado de guerra. Médicos vão fazer residência em hospital público e se deparam com ferimentos de guerra”, acrescentou.
Diferente de sua antecessora, ‘Emergência 53’ assume uma estética “pop”, inspirada em quadrinhos da Marvel e DC.
“Em ‘Sob Pressão’, acompanhávamos um casal de médicos lidando com arcos longos e casos episódicos definidos pelos pacientes. Já em ‘Emergency 53’, temos um tom mais pop, um elenco majoritariamente jovem e uma narrativa que não fica restrita a um único espaço”, destacou.
“Nós subvertemos ativamente tudo em relação a ‘Sob Pressão’. Temos múltiplos protagonistas, não estamos dentro de um hospital e mostramos profissionais atuando em um setor da saúde pública brasileira que realmente funciona”, ressaltou.
Torres ainda destacou: “Ficávamos imaginando essa veterana que, após anos lidando com burocratas atrás de uma mesa, quer voltar às ruas e recruta um grupo de renegados para sua unidade especial. É um pouco como Os Sete Samurais ou Esquadrão Suicida. Nosso primeiro episódio lembra bastante ‘Esquadrão Suicida’. A linguagem visual também é inspirada em Marvel e DC Comics. Temos uma garagem que parece saída de Batman”.
O Produtor ainda ressaltou que a equipe criativa “apostou ainda mais no conceito do anti-herói”, comum no universo dos quadrinhos.
“Você sabe que uma história da Marvel é boa quando tem um bom anti-herói. Percebemos que poderíamos fazer isso assim que vimos nossos personagens de uniforme. Parecia um gibi, e as ambulâncias viraram nossos batmóveis”, concluiu.
A série terá dez episódios na primeira temporada e uma segunda já está em fase de roteiro.
O longa-metragem nacional ‘A Miss’, escrito e dirigido porDaniel Porto, acaba de divulgar seu primeiro trailer. A produção mergulha no universo LGBTQIAP+ para acompanhar a jornada de uma família atravessada por desejos conflitantes e transformações inevitáveis.
“Iêda, ex-vencedora de concurso de beleza na juventude, sonha que sua filha, Martha, siga a tradição da família e vença um concurso de Miss. No entanto, Martha não tem aptidão nem interesse para isso. Por outro lado, seu filho, Alan, parece ter mais talento para reivindicar a faixa e a coroa. Com a ajuda do ‘tio Athena’, os irmãos bolam um plano para que Alan realize o sonho da mãe sem que ela saiba”, diz a sinopse.
Para o diretor Daniel Porto, o trailer é a porta de entrada para essa narrativa vibrante:
“O trailer é um convite para o público entrar nesse universo onde tudo parece exagerado à primeira vista, mas é profundamente humano. A Miss fala de amor, de frustração e de coragem, e o riso é uma forma de acessar essas camadas”, disse ao Rolling Stone Brasil.
Com produção assinada por Alexandre Lino, Daniel Porto e Angélica Coutinho, o longa tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros para o dia 26 de fevereiro.
Após enfrentar uma crise nos bastidores no ano passado, o romance LGBTQ+ ‘De Noche’, dirigido por Todd Haynes, finalmente anunciou o retorno de sua produção. As filmagens começam no próximo mês.
O longa havia entrado em um hiato incerto após a saída abrupta deJoaquin Phoenix, mas, conforme reportado pela Variety, o projeto ganha novo fôlego com a confirmação de Pedro Pascal no papel principal.
A trama, escrita por Haynes em parceria com Jon Raymond, evoca clássicos do gênero noir, como Chinatown.
Ambientada na Los Angeles da década de 1930, a história acompanha o romance inesperado e intenso entre um policial (Pascal) e um professor de internato (Ramirez). Em meio a uma cidade tomada pela corrupção e um mundo à beira da Segunda Guerra Mundial, os dois homens tornam-se alvos de uma máquina política implacável e são forçados a fugir para o México.
Segundo Todd Haynes, a escalação de Pascal e Ramirez traz vida a uma narrativa que, infelizmente, permanece muito relevante.
“Essa história, com Pedro Pascal e Danny Ramirez nos papéis principais, surge de uma era, infelizmente muito relevante para a nossa, de corrupção doméstica, exploração racial e terror global. Mas emerge como um testemunho dos inexplicáveis poderes do desejo e do amor para sobreviver e superar até as barreiras humanas mais devastadoras”, afirmou.
Fionnuala Jamison, diretora-gerente da MK2 Films, produtora francesa que financia o projeto ao lado da Killer Films, reforçou o entusiasmo.
“Poucos cineastas conectam-se tão profundamente com o público quanto Todd Haynes. Filmes como Carol e Longe do Paraíso deixaram um impacto emocional duradouro em todo o mundo. De Noche carrega esse mesmo poder, e com a Killer Films e um elenco notável liderado por Pedro Pascal, é um projeto de destaque do qual temos orgulho de fazer parte e compartilhar com compradores”, afirmou.
A retomada das filmagens marca um ponto de virada para a produção, que foi considerada cancelada quando Joaquin Phoenix abandonou o set após supostamente não comparecer às gravações por duas semanas. Embora os motivos oficiais nunca tenham sido revelados, especulou-se na época que a desistência estaria relacionada à temática do filme.
Agora, com o apoio da Cinetic Media e da MK2 Films cuidando das vendas internacionais, o projeto se consolida como um dos títulos mais aguardados do cinema independente.
Ontem, o roteirista e diretor Kevin Williamson revelou com exclusividade ao CinePOP qual seria a VERDADEIRA história de ‘Pânico 5 e 6‘ e o destino de Dewey na sua versão.
Quando ‘Pânico 4‘ foi anunciado, era planejada uma nova trilogia que teria filmes focados na Jill e na Gale. Porém, quando o filme foi considerado um fracasso de bilheteria, a franquia ficou engavetada até ser assumida pela Radio Silence que fez o filme de 2022.
“Eu teria matado o Dewey também. Era o plano. Pânico 6 seria sobre a Gale tentando construir uma vida sem o Dewey, e ela sobre ela encontrar o amor. E de uma maneira estranha ela passa pela mesma coisa que a Sidney passou em Pânico 1. Será que o novo namorado dela é o assassino? Seria como uma inversão.”, contou.
Assista um trecho da entrevista e siga o CinePOP no YouTube:
Lembrando que ‘Pânico 7’ será lançado nos cinemas nacionais nesta quarta-feira, dia 25 de fevereiro.
Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
Em O FRIO DA MORTE, após ser atingida por uma nevasca, uma mulher solitária se perde em estradas secundárias perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Isolada e sem sinal de celular, essa heroína improvável percebe que é a única esperança de sobrevivência da mulher.
Emma Thompson já eternizou incontáveis papéis ao longo de sua carreira, reiterando-se projeto a projeto como uma das maiores atrizes não apenas de sua geração, mas de todos os tempos. Em mais de seis décadas como atriz, Thompson imortalizou uma versatilidade invejável que a permitiu singrar entre projetos como a comédia shakespeariana ‘Muito Barulho por Nada’, a adaptação ‘Razão e Sensibilidade’, a dramédia criminal ‘Cruella’ e o divertido musical ‘Matilda’. Agora, ela está de volta com um ambicioso e interessante projeto que mistura suspense e sobrevivência e que chegou aos cinemas nacionais: ‘O Frio da Morte’.
A trama nos apresenta a Thompson como Barb, uma mulher que recentemente ficou viúva e que viaja para um longínquo lago esquecido no meio do Minnesota, onde irá cumprir com o último desejo de seu falecido marido: despejar suas cinzas nas águas congelantes do pequeno e idílico cenário onde tiveram seu primeiro encontro e onde se apaixonaram. Porém, as coisas tomam um rumo inesperado e mortal quando, preparando-se para ir embora, ela vê uma jovem garota (Laurel Marsden) fugindo de um enfurecido homem (Marc Menchaca), que conheceu em uma breve parada numa pequena propriedade quase soterrada pela neve.
Resolvendo investigar, Barb descobre que a menina, chamada Leah, foi raptada por um casal formado pelo homem já mencionado e pela Moça de Roxo (Judy Greer), que, como vemos logo de cara, sofre de uma doença que pouco a pouco a mata. Para tanto, ela precisa de um transplante de fígado – e encontra em Leah sua salvação, visto que ela queria tirar a própria vida antes de ser sequestrada. A partir daí, Barb resolve ajudá-la da maneira que pode, transformando-se em uma espécie de habilidosa salvadora que usa os conhecimentos que o marido lhe ensinou há tantas décadas, lutando contra o tempo não apenas para salvar uma inocente, mas para sobreviver em uma inóspita região castigada pela solidão e pelo isolamento.
Seguindo os passos de incontáveis projetos do gênero de ação e de thriller, o diretor Brian Kirk faz o que pode para nos envolver por pouco mais de uma hora e meia, destinando o primeiro ato para nos apresentar aos personagens da trama e a backstories que se entrelaçam em um enregelante suspense – e alcançando sucesso notável ao menos na primeira metade do filme. Tendo títulos como ‘Game of Thrones’ e ‘Os Tudors’ na carreira, Kirk sabe como manejar a câmera, construindo um paralelo entre a força descomunal de uma natureza implacável e o fio psicológico que se apodera da protagonista e dos coadjuvantes, como se o objetivo principal fosse dar a Barb o seu tão merecido arco de redenção, paz e tranquilidade.
A nossa heroína, encarnada com maestria por Thompson em uma honesta e despojada performance, conecta-se imediatamente com o medo e a desesperança de Leah – e o fato de ela e o marido nunca terem tido filhos reacende em seu âmago um sonho perdido e que desperta nela instintos quase primordiais de proteção maternal. Guiando-nos por esse microcosmos ao mesmo tempo vasto e claustrofóbico, a construção da personalidade de Barb ganha certa profundida com a incisiva fotografia de Christopher Ross e a dissonante trilha sonora assinada por Volker Bertelmann.
Todavia, essa sólida e instigante atmosfera logo é açoitada por um roteiro desconexo e desconjunto, fruto da colaboração entre Nicholas Jacobson-Larson eDalton Leeb. Enquanto os aspectos técnicos e artísticos são certeiros em sua completude, o enredo sofre para não ceder aos convencionalismos do gênero, mas, várias vezes, se rende a diálogos fracos que não condizem com o talento do elenco. Thompson, como já mencionado, é a linha condutora de uma sucessão de eventos que a arremessam em um tour-de-force tardio e que nutre de uma bem-vinda química com Marsden. Todavia, constantes incongruências transformam os antagonistas da trama em uma regurgitação dos clássicos antagonistas canastrões dos anos 1990, destituindo-os do senso de urgência e de psicopatia que esperaríamos.
À medida que nos aproximamos do ato de encerramento, percebemos que o projeto não possui a sustância necessária para uma história ao menos satisfatória, perdendo a mão ao tomar decisões descompensadas e profusas que exigem que o público amarre as pontas soltas da maneira que bem entender. E, ao apostar fichas em um melodramático desfecho, o gostinho de insatisfação e de frustração nos acompanha à medida que saímos da sala do cinema – nos levando a imaginar que ‘O Frio da Morte’ poderia ter sido muito melhor do que é.
Lembrando que o filme estreia em 19 de fevereiro nos cinemas nacionais.
Em PARA SEMPRE MEDO, o casal Malcolm e Liz viaja para uma cabana isolada para uma celebração romântica. Quando Malcolm parte inesperadamente para a cidade, Liz é confrontada por uma presença sinistra.
‘Runner‘ acompanha Hank Malone (Ritchson), um transportador de elite que embarca em uma missão urgente: entregar um órgão vital para salvar a vida de uma garotinha de 7 anos. O que parecia ser uma tarefa direta logo se transforma em uma corrida contra o tempo, quando uma perigosa organização criminosa entra em cena.
A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família.
No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.
Jason Isaacs interpretará Mr. John Pounds, o enigmático e volúvel proprietário da propriedade. Sobre a escalação, o diretor Zachary Wigon comentou:
“Jason [Isaacs] retrata as nuances da psicologia e do comportamento humano com enorme precisão. Estou entusiasmado por tê-lo em ‘VictorianPsycho‘ — será fascinante vê-lo dar vida ao enigmático e mercurial dono da Ensor House, Mr. John Pounds”.
O projeto é produzido por Dan Kagan (‘Longlegs‘), Sébastien Raybaud (‘Greenland: Migration‘) e o próprio Wigon, com produção associada da prestigiada Anonymous Content.
Os produtores executivos incluem Nick Shumaker, Bard Dorros e Virginia Feito.
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