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Billie Eilish anuncia as primeiras datas de ‘Hit Me Hard and Soft: The Tour’, de seu 3º álbum de estúdio

Através das redes sociais, a icônica cantora e compositora Billie Eilish revelou que está prestes a embarcar em sua próxima turnê e anunciou as primeiras datas de Hit Me Hard and Soft: The Tour’ para promover seu vindouro terceiro álbum de estúdio.

As vendas oficiais começam no dia 03 de maio, duas semanas antes do lançamento oficial do compilado. Infelizmente, nenhuma data no Brasil foi anunciada, por enquanto.

Confira:

Com lançamento agendado para o dia 17 de maio, o álbum terá dez faixas.

Veja a tracklist oficial abaixo:

1. Skinny
2. Lunch
3. Chihiro
4. Birds of a Feather
5. Wildflower
6. The Greatest
7. L’amour de ma Vie
8. The Diner
9. Bittersuite
10. Blue

Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.

Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

Assista ao trailer DUBLADO de ‘Mufasa: O Rei Leão’

Foi divulgado o trailer DUBLADO de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de O Rei Leão.

Confira, com o cartaz:

DUBLADO

https://x.com/disneystudiosbr/status/1784935544570479051?s=46

LEGENDADO

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

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O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

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Mufasa 1 Scaled

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Taylor Swift – incluindo ‘The Tortured Poets Department’

Taylor Swift decidiu se tornar uma cantora e compositora de grande sucesso ainda em 2004, quando tinha apenas quinze anos. Mal sabia ela que, dois anos mais tarde, com o lançamento de seu álbum de estreia epônimo, daria origem a uma das carreiras de maior sucesso da atualidade.

Onze produções e centenas de prêmios mais tarde, Swift quebrou diversos recordes, tornou-se a primeira artista da história a levar para casa quatro estatuetas do Grammy por Álbum do Ano e, constantemente, ela procura reinvenções que a mantenham viva na memória popular – por mais que, nem sempre, essas remodelações tenham um resultado muito positivo.

Para celebrar sua discografia recheada de ótimas incursões musicais e algumas pérolas da esfera mainstream, fizemos um breve ranking de todos os seus álbuns, incluindo o recente The Tortured Poets Department.

Confira:

11. TAYLOR SWIFT (2006)

Taylor Swift Deluxe Edition Cover

É claro que o álbum de estreia da artista se manteria bastante fiel à sua jovem mentalidade e ao modo como contava suas histórias – incluindo um conteúdo lírico pautado no romantismo e/ou na desilusão amorosa. Entretanto, à medida que os anos passam, é notável como a produção batida do compilado de originais torna-se cada vez mais cansativa e movida por reciclagens que, por falta de outros termos, se consagram como mergulhos esquecíveis.

10. THE TORTURED POETS DEPARTMENT (2024)

Taylor Swift Deluxe Black Dog

“Apesar dos pontuais ápices, The Tortured Poets Department é uma roda de Samsara – uma falsa sensação de originalidade que, na verdade, demonstra a inevitabilidade de uma fadiga criativa. Nesse álbum, Taylor parece estagnada em um tempo que não mais lhe pertence, procurando alimentar um microcosmos do qual não consegue escapar e recusando-se a explorar algo afora obviedades clichês e circunspecções em demasia” – T.N.

9. REPUTATION (2017)

Reputation

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.” – Thiago Nolla

8. SPEAK NOW (2010)

Speak Now

O terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e, apesar de sua produção bastante competente, parece ser uma continuação reciclada do impecável Fearless. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

7. MIDNIGHTS (2022)

Midnights

“Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós” – T.N.

6. LOVER (2019)

Lover

“Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).” – T.N.

5. FEARLESS (2008)

Fearless

Dois anos após sua estreia na indústria fonográfica, Taylor Swift resolveu investir em sua independência artística e mergulho de cabeça na produção musical. Dessa forma, aliou-se a Nathan Chapman para dar vida a Fearless, um dos álbuns de country mais aclamados de todos os tempos que trouxe singles como “Fifteen”“You Belong with Me”“Love Story” e levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards – incluindo sua primeira de Álbum do Ano.

4. 1989 (2014)

1989

“‘1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.” – T.N.

3. EVERMORE (2020)

Taylor Swift

“[…] o nono álbum de Taylor não carrega a mesma finesse, por assim dizer, que seu predecessor, mas é uma incrível entrada para alguém que ainda tem muito a nos contar. Evermore é uma continuação que esperaríamos de Folklore, mas talvez carregue consigo uma dramatização muito maior de histórias consideraríamos cotidianas e efêmeras. Swift tem uma capacidade de transformar o mundano em alegórico, o simples em puro êxtase instrumental – e continua fazendo isso com paixão que ainda não vimos. Seja com as conhecidas teclas ecoantes do piano, seja com a utilização de instrumentos bastante originais, essa iteração é exatamente que precisávamos para terminar o ano em seu auge” – T.N.

2. RED (2012)

Red Taylor Swift

Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com o supracitado 1989. Retomando sua parceria com Max MartinShellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

1. FOLKLORE (2020)

Taylor Swift Folklore

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.” – T.N.

Assista ao trailer LEGENDADO de ‘Mufasa: O Rei Leão’ em primeira mão

Trazemos o primeiro trailer legendado de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de O Rei Leão.

Confira, com o cartaz:

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

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O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

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Mufasa 1 Scaled

Beyoncé | Ranquemos todos os álbuns da icônica artista – incluindo ‘Act II: Cowboy Carter’

Beyoncé é um dos nomes mais conhecidos da história da música e, ao longo de sua carreira, entregou algumas das músicas e performances mais memoráveis de todos os tempos.

Com uma capacidade de reinvenção e repaginação assustadoras, a cantora e compositora iniciou sua carreira como membro do grupo ‘Destiny’s Child’, lançando-se como performer solo a partir de Dangerously in Love, em 2001, e investindo cada vez mais esforços em sua identidade apaixonante. Não é surpresa que ela já tenha lançado dois dos grandes álbuns do século, ‘BEYONCÉ’Lemonade, e agora, tenha dado continuado com sua trilogia fonográfica com o lançamento de ‘Act II: Cowboy Carter’.

Pensando nisso, preparamos uma lista ranqueando todos os seus álbuns de estúdio.

Confira:

8. I AM… SASHA FIERCE (2008)

I Am Sasha Fierce

‘I Am… Sasha Fierce’ […] configura-se como uma obra bem pensada e com uma divisão clara entre construções mais mercadológicas e vibrantes, e iterações que refletem o lado mais íntimo da performer (e não é surpresa, pois, que Beyoncé tenha resolvido lançar duas partes que se juntariam, mais para a frente, como um compilado só). Conforme diversas entrevistas que deu para promover o álbum, a ideia era unir o pop e o soul, bem como de incorporações de gêneros distintos para pincelar as faixas, e expandi-los afora os limites impostos. Em comparação com as produções anteriores, algumas músicas deslizam e tropeçam aqui e ali – mas o resultado é consideravelmente sólido e aprazível.” – Thiago Nolla

7. B’DAY (2003)

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“Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.” – T.N.

6. DANGEROUSLY IN LOVE (2001)

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“Funcionando como uma explosiva amálgama de diversos gêneros, Beyoncé já vinha seguido as tendências que ajudara a estampar no mainstream desde os anos 1990, aproveitando a popularização gigantesca do R&B para construir, ao lado de dezenas de produtores e compositores, uma jornada apaixonante pelas múltiplas fases da paixão e do amor. E é apenas inteligente que a faixa de abertura reverbere com “Crazy In Love”lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive em 2022. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, praticamente qualquer lugar.” – T.N.

5. 4 (2011)

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“A obra é adornada com diversas iterações eximiamente bem arquitetadas, seja no quesito instrumental, seja nas aproximações sociológicas e literárias que Beyoncé promove ao lado de um time muito competente. Ora, como nos esquecer da icônica “Run the World (Girls)”, cuja infusão de electropop e R&B marcou época e permanece como uma das assinaturas da artista? Apesar da simplicidade lírica, que se vale bastante das repetições e de versos unidimensionais, o que mais nos chama a atenção é a vibrante paleta sonora que atravessa gêneros contrastantes entre si e que carrega uma simbologia que vai além da superfície – e que, de certa forma, parece ter prenunciado o encontro do passado e do futuro em si própria. Algo similar ocorre em “Countdown” (cujas referências também nos jogam de volta para a divertida “Freakum Dress”, de ‘B’Day’)” – T.N.

4. ACT II: COWBOY CARTER (2024)

Cowboy Carter 2

“Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro” – T.N.

3. ACT I: RENAISSANCE (2022)

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“A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre Lemonade e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.

2. BEYONCÉ (2013)

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“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.

1. LEMONADE (2016)

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“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.

‘Mufasa’, pré-sequência de ‘O Rei Leão’, ganha trailer ESPETACULAR

Walt Disney Studios divulgou o primeiro trailer de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de O Rei Leão.

O vídeo dá destaque a uma versão mais jovem do personagem titular.

Assista:

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

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Mufasa 1 Scaled

‘Garotos Detetives Mortos’: Assista aos INCRÍVEIS créditos de abertura da série derivada de ‘Sandman’!

Baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, a série ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives) já está disponível na Netflix – e, agora,  a plataforma de streaming divulgou os incríveis e divertidos créditos de abertura da atração.

Ambientada no universo de Sandman, a trama gira em torno de dois adolescentes que se conhecem após suas mortes e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más, do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série já se tornou um tremendo sucesso entre os assinantes da plataforma, que estão compartilhando diversos elogios nas redes sociais.

Crítica | ‘Garotos Detetives Mortos’, spin-off de ‘Sandman’, é apaixonante e arrepiante do começo ao fim

Entre os comentários, alguns destacaram a participação de Kirby Howell-Baptiste reprisando seu papel como a Morte, de ‘Sandman‘, enquanto outros destacaram a fidelidade ao material original.

Há também aqueles que já estão na torcida por uma segunda temporada.

Confira as reações:

A Morte irmã do Sandman é a mesma Morte em Garotos Detetives Mortos, q ícone pic.twitter.com/L4rCs9aPKi

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Garotos Detetives Mortos 3 Garotos Detetives Mortos 2 Garotos Detetives Mortos 1

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e foi lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Dead Boy Detectives

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘We’re Here’: 4ª temporada já está disponível na Max!

A 4ª temporada de ‘We’re Here já está disponível na Max.

A iteração chegou à plataforma de streaming no último dia 26 de abril e conta com a presença de quarto novas Drag Queens: Latrice Royale (4ª temporada de Drag Race e 1ª e 4ª temporada de All Stars), Sasha Velour (vencedora da 9ª temporada de Drag Race), Jaida Essence Hall (vencedora da 12ª temporada de Drag Race) e Priyanka (vencedora da 1ª temporada de Drag Race Canadá).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O quarto ano, que contará com 6 episódios, trará um olhar mais imersivo nos sistemas de política de duas cidades nos EUA, explorando a legislação anti-LGBTQ+, a oposição e seus efeitos na comunidade.

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Conheça o filme CRISTÃO que surpreendeu e abriu em 2º lugar nas bilheterias dos EUA

Ainda sem data de estreia confirmada no Brasil, o drama musical cristão ‘Unsung Hero’ vem fazendo um grande sucesso nos Estados Unidos desde sua chegada aos cinemas.

Lançado no último dia 26 de abril, o longa-metragem co-escrito e co-dirigido por Richard RamseyJoel Smallbone caiu nas graças no público ao abrir em 2º lugar nas bilheterias estadunidenses, arrecadando surpreendentes US$3,7 milhões em apenas um dia.

Baseado em uma notável história real, Unsung Hero’ acompanha David Smallbone enquanto ele se muda com sua família da Austrália para os Estados Unidos, em busca de um futuro melhor após o colapso de sua bem-sucedida gravadora. Com nada mais do que sete filhos, malas e amor pela música, David e sua esposa grávida Helen decidiram reconstruir suas vidas. A fé de Helen resiste a todas as probabilidades e inspira o marido e os filhos a agarrarem-se à deles. Com seus próprios sonhos em espera, David e Helen começam a perceber as proezas musicais de seus filhos, que se tornariam dois dos artistas de maior sucesso na história da música inspiradora – os vencedores do Grammy KING + COUNTRYRebecca St..

O elenco conta com Daisy Betts, SmallboneKirrilee BergerJonathan JacksonLucas BlackCandace Cameron BureDiesel La TorracaJJ PantanoHillary Scott e outros.

Apesar de ter dividido os críticos ao amargar 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi muito bem recebido pelos espectadores ao conquistar a rara nota A+ no CinemaScore.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

FIM DO MUNDO! Começam as filmagens da sequência de filme pós-apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin

O diretor Ric Roman Waugh confirmou o início das filmagens de ‘Destruição Final: O Último Refúgio 2’, que trará novamente Gerard ButlerMorena Baccarin reprisando seus papéis como John e Allison Garrity, respectivamente.

Intitulada ‘Greenland: Migration‘, a sequência teve os direitos adquiridos pela STX, pela enorme quantia de US$75 milhões (o maior acordo feito durante o mercado virtual de Cannes este ano).

A companhia irá pagar US$25 milhões pelos direitos domésticos, enquanto US$50 milhões foram pelos direitos internacionais.

Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’) assina o roteiro.

Confira o anúncio:

Lembrando que o filme original está disponível no Prime Video.

Após terem sobrevivido a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atinge a Terra, a família Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa através do deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.

Crítica Amazon Prime | ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é um tenso e ótimo filme-catástrofe

Destruicaototal

SUSPENSE de Roer as Unhas sobre Terremoto destruidor estreia fazendo sucesso no Prime Video

Não é de hoje que o cinema sul-coreano vem surpreendendo o público ocidental. Desde que ‘Parasita’ abocanhou vários prêmios uns anos atrás e a sérieRound 6’ fincou o pé na primeira posição dos mais assistidos da Netflix durante semanas em muitos países, o público mundial percebeu que as produções sul-coreanas vieram para conquistar um espaço definitivo nas projeções mundiais.

Entre doramas emocionantes e grupos de k-pop que dominam o universo jovem, a Coreia do Sul vem demonstrando forte investimento em divulgar sua própria cultura em muitas frentes, principalmente na arte de entretenimento. E o novo sucesso do país é ‘Sobreviventes – Depois do Terremoto’, um surpreendente suspense dramático realizado na parte sul da Coreia, que estreou em quinto lugar entre os títulos mais assistidos do Prime Video.

Confira o trailer, dublado e legendado:

Min-sung (Park Seo-joon, de ‘Parasita’) acorda confuso ao lado de sua esposa, Myunghwa-won (Park Bo-young). Ao se levantar, percebe que um terremoto ocorrera e que tudo ao redor está completamente destruído. Pior ainda: toda a cidade de Seul está completamente destroçada, e o único edifício que se manteve de pé foi justamente o condomínio 103, onde Min-sung e Myunghwa-won vivem. Rapidamente o edifício passa a ficar cercado por sobreviventes da região, que pedem abrigo no local. Com o passar dos dias, a escassez de alimentos e o surgimento de pequenos conflitos interpessoais fazem com que haja um racha entre os condôminos, e a ascensão de Yeong-tak (Lee Byung-hun) como chefe dos proprietários do condomínio faz com que regras muito rígidas sejam estabelecidas, às quais alguns moradores não estão dispostos a concordar.

Apesar de ter um pouco mais de duas horas de duração, ‘Sobreviventes – Depois do Terremoto’ é bastante objetivo no seu desenvolvimento: começa dando um panorama da especulação imobiliária em Seul (mostrada durante os créditos iniciais), em seguida o terremoto ocorre de maneira super-rápida de modo que, em um par de minutos a trama já está no ponto para focar em desenvolver apenas os personagens – o que nos dá aproximadamente duas horas de plot twists para acompanharmos.

Sobreviventes1

O roteiro de Tae-hwa Eom (que também dirige o longa) com Lee Shin-ji e Kim Soong-nyung parte daquele mote de “apocalipse zumbi” mas sem os zumbis. Ou seja, a partir do fim do mundo apocalíptico (toda a cidade foi destruída por conta do terremoto), como os seres humanos se comportam? Quais os possíveis finais felizes dentro de um cenário desolador? Assim, o filme tem muito mais a ver com as reviravoltas que os próprios personagens vão criar para si mesmos do que qualquer ameaça externa (como é o caso dos zumbis), o que deixa o enredo muito mais interessante, tal qual a série de sucesso ‘Os Outros’, suspense que também se passa em um condomínio. Uma pena, porém, que a versão brasileira não tenha mantido o título original “Concrete Utopia” (em tradução livre, Concreto Utópico), que tem muito mais a ver com o cerne da trama.

Com Park Ji-hu, da sérieAll Of Us Are Dead’, ‘Sobreviventes – Depois do Terremoto’ é reforçado por efeitos especiais de primeiríssima qualidade, cenas de ação primorosamente gravadas e um roteiro que não deixa a história cair na mesmice e mostra o lado obscuro e o lado iluminado do ser humano em condições adversas. Até literalmente o fim, o longa te faz roer as unhas, até apresentar uma cena final belíssima e emocionante. ‘Sobreviventes – Depois do Terremoto’ é um ótimo filme e que precisa ser visto.

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Divulgado o visual do Falcão em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, além do Hulk Vermelho

O McDonald’s divulgou novas artes dos brinquedos que revelam o visual do Falcão de Danny Ramirez.

Os brinquedos ainda mostram o Presidente Thunderbolt Ross, interpretado por Harrison Ford, como o Hulk Vermelho e Ruth Bat-Seraph como a Sabra, além de trazer a Cascavel.

Confira:

Em entrevista à Entertainment Weekly, o astro Anthony Mackie revelou que ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ irá reiniciar o Universo Cinematográfico da Marvel.

“Esse filme é claramente um reboot desse universo. Ele realmente restabelece a ideia do que é esse universo e do que será. Acho que esses próximos filmes irão esclarecer para onde a Marvel está caminhando, da mesma forma que fizeram com Capitão América: O Soldado Invernal. Teremos um inimigo novo e ainda maior, e uma nova fronteira que precisamos conquistar.”, ele afirmou.

Segundo o ator, as apostas agora são outras.

“De Capitão América: O Primeiro Vingador a Vingadores: Ultimato, o jogo sempre foi o bem contra o mal. Agora que passamos por isso, para onde vamos a partir daqui? Quando os bandidos voltam a aparecer, e como eles se parecem? É um novo enredo com novos personagens, com novas crenças, e isso cria uma nova ideia deste novo mundo no qual estamos entrando”, completou. 

A Disney sacudiu a CinemaCon 2024 com o trailer oficial, e o CinePOP teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

Quem esteve presente no evento reagiu de forma extremamente positiva à prévia, garantindo que o filme tem uma pegada mais realista, ao estilo de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘.

Confira as reações:

“Não sou muito fã dele, mas o trailer de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ estava INSANO.”

“‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ é tiro, porrada e bomba! Sequência direta de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, a filmagem parece corajosa e cheia de críticas políticas. Este parece que vai e conectar muito comigo. Senti o poder do trailer em minhas veias!”

“Estou muito feliz em ver que ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ recebeu muitos elogios e reações positivas na Cinemacon em relação às imagens mostradas no evento. Estou na torcida que o primeiro teaser trailer seja épico. Sam Wilson (Anthony Mackie) prestes a arrebentar.”


No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval, enquanto Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”.

Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”.

E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025. 

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

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Crítica | A Natureza do Amor – Comédia Romântica entrega Corajosa Reflexão sobre Adultério e Desejo aos 40

Apresentado no Festival de Cannes 2023, na mostra Um Certo Olhar, A Natureza do Amor (Simple Comme Sylvain) é uma comédia romântica sobre — ainda pouca abordada no cinema moderno — a experiência da mulher adúltera em busca de prazer e paixão ao invés de segurança e conforto. O terceiro longa da canadense Monia Chokri é um intenso passeio de emoções sobre a vida amorosa da mulher independente do século XXI. 

Já na primeira cena, a diretora quebecoise nos coloca na mesa de jantar com dois casais de amigos, no qual conhecemos alguns aspectos de suas personalidades e, principalmente, classe econômica. Sophie (Magalie Lépine Blondeau), uma professora de filosofia universitária casada com Xavier (Francis-William Rhéaume) e do outro lado os amigos Françoise (vivida pela própria diretora Monia Chokri) e Philippe (Steve Laplante) no patamar de progenitores em torno das necessidades dos filhos. 

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Todos parecem cômodos em seus discursos de classe média bem sucedida entre belas taças de vinhos e uma vida confortável. Afinal, o status social será a tônica tanto para o desencadeamento de uma paixão quanto a comédia dos desencontros entre o desejo e a materialidade dessa fantasia no mundo real. Para acompanhar esta jornada, a trilha sonora também tem  sua mágica, com destaque para Still Love You (1984), de Scorpions, que adentra o roteiro e o romance iminente.  

Em sala de aula, Sophie ensina sobre a teoria do amor baseada na obra Retórica de Aristóteles e outros filósofos. Os sentimentos transmitidos a seus alunos, entretanto, estão adormecidos dentro dela, que aos 40 anos tem uma vida estável e sem grandes emoções. Para sair da rotina, o casal Sophie e Xavier estão prestes a comprar uma casa de férias no campo, distante da cidade e perto de um lago. O sonho da classe média moradora de apartamentos na capital, seja em qualquer lugar do mundo. 

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A partir desse projeto, Sophie conhece o encarregado de obras Sylvain (Pierre-Yves Cardinal), o qual cuida dos últimos reparos da sua nova moradia sazonal. Como nos melhores clichês românticos, a moça da cidade encanta-se pelo jeito simples e rústico do moço do campo. Independente do esperado acontecimento, a química entre os atores funciona de forma a soltar faíscas em cena e o sorriso meio cínico meio ingênuo de Sylvain é um convite inevitável para o público e Sophia deixar-se levar se pelas expectativas de mais do que uma bela curvatura dos lábios. 

Narrativas de mulheres afortunadas e casadas que se envolvem com os trabalhadores braçais em busca de uma verdadeira paixão baseada na ideia do homem pobre, mas másculo, não é uma novidade. Os romances históricos, por exemplo, Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk (1865), de Nikolai Leskov, e O Amante de Lady Chatterley (1928), de D. H. Lawrence, já apresentavam a mulher adúltera em busca de seus próprios interesses, mas o cinema arrisca ainda muito pouco nessa dinâmica sem criar uma vilã.

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Se recomeços após traições alheias são enredos cativantes, como Sob o Sol da Toscana (2003), de Audrey Wells, a adúltera, tal como em Infidelidade (2002), de Adrian Lyne, recebe uma carga punitivista. Com bravura, Monia Chokri deixa essas características por terra e navega em uma madura trajetória a fim de permitir-se viver além dos rótulos. Quando Sophie entrega-se a Sylvain, ela adentra ao seu mundo simples e sua família, sem diplomas universitários e muitos erros linguísticos. 

Por diversas vezes, ela corrige o seu modo de falar de maneira a notar-se que este detalhe a incomoda. A direção de arte tem um trabalho notável em criar tudo sem tons beges e vermelhos como uma outono interminável na vida dos seus personagens, até mesmo uma pouco usual luva de plástico bege compõe o cenário perfeitamente modulado. Trabalho semelhante pode ser admirado no surrealista Babysitter (2022), segundo longa-metragem da diretora, disponível na plataforma MUBI

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Antes de passar ao próximo capítulo de uma aventura, no entanto, Sophie precisa terminar o seguro, aprazível e duradouro relacionamento com Xavier. Cenas de términos de relacionamento costumam ser muitas boas, se feitas na medida certa, senão torna-se uma quebra de ritmo e de elo com o espectador. Como em filmes premiados pelos seus roteiros, Closer – Perto Demais (2004) e A Pior Pessoa do Mundo (2021) — ótimos exemplos de rompimentos dolorosos —, Chokri (que também assina o roteiro) deixa todos os dilemas da sua protagonistas navegarem de forma realista e pungente. 

Ao atravessar a barreira de convencer-se sobre suas escolhas, Sophie é uma mulher real, sem heroísmo, carregada de alguns preconceitos de sua classe e com dúvidas sobre como lidar com a realidade da carga sentimental adquirida nos livros de filosofia. Para uma comédia romântica, A Natureza do Amor entrega muito mais do que um bom momento de catarse cômica e emotiva, mas uma viagem de introspecção sobre vontade, coragem e aceitação.

 

Ganhador do César de Melhor Filme Estrangeiro 2024, A Natureza do Amor (Simple Comme Sylvain) estreou nos cinemas brasileiros no dia 25 de abril de 2024 com distribuição da Imovision

‘O Véu’: Série de SUSPENSE com Elisabeth Moss estreia AMANHÃ, mas não agradou os críticos

O Véu‘ (The Veil), nova série de suspense estrelada por Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’), estreia esta semana no catálogo do Star+.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 30 de abril, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Descrita como um “thriller sufocante”, a trama vai girar em torno da perigosa relação entre duas mulheres que jogam um jogo mortal de verdade e mentiras no caminho de Istanbul para Paris e Londres. Uma das mulheres tem um segredo, e a missão da outra é revelá-lo antes que milhares de vidas sejam perdidas.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com meros 40% de aprovação com base em reviews até o momento.

Confira os comentários:

“Um drama efetivamente tenso e propulsivo que arranha a superfície de ‘Homeland’… Mas, mesmo em seis horas, ainda encontra tempo para subtramas desnecessárias e reviravoltas bizarras que quase estragam toda a diversão” – TV Line.

“Mesmo com seus elementos agradáveis, não há muito de novo nesta história” – Paste Magazine.

O Véu primeiro se torna superficial – ao estilo ‘Homeland’ – antes de fracassar completamente em seus episódios finais, nos quais quase nenhuma de suas revelações tortuosas atinge profundamente o enredo ou o nível do personagem – THR.

“O que deveria ser um complexo jogo de gato e rato entre sua dupla principal, acaba se apressando em lançar suas bombas” – Collider.

“Moss está simplesmente espetacular aqui em O Véu, que é o melhor papel de sua carreira – ela nunca esteve melhor” – FandomWire.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Steven Knight, da aclamada ‘Peaky Blinders‘, é responsável pelo projeto, além de servir como produtor executivo ao lado de Moss.

O elenco ainda conta com Josh Charles, Dali Benssalah, Yumna Marwan e Haluk Bilginer.

“Estou animado em poder contar essa história, que é internacional e muito contemporânea,” declarou Knight em comunicado oficial. “Nós reunimos alguns dos maiores talentos da indústria. Trabalhar com a Denise Di Novi é sempre um prazer e eu sempre quis trabalhar com a Elizabeth Moss. E, claro, eu e a FX somos velhos amigos. Acredito que esse será um evento histórico na televisão.”

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‘Hacks’: 3ª temporada da ACLAMADA comédia estreia esta semana na Max!

A 3ª temporada de ‘Hacks‘, aclamada comédia estrelada pela vencedora do Emmy Jean Smart, estreia esta semana na Max.

O novo ciclo tem lançamento agendado para o dia 02 de maio na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Lembrando que o segundo ciclo acompanhou Deborah Vance (Smart) e Ava Daniels (Hannah Einbinder) saindo em turnê pelo Estados Unidos.

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

Funk Generation | As MELHORES músicas do novo álbum da Anitta

Desde sua estreia oficial no mundo da música, Anitta transformou-se em uma powerhouse no cenário fonográfico que, após dominar as paradas brasileiras e conquistar um fiel público, ganhou fãs ao redor do mundo e eternizou seu nome de maneira expressiva com inúmeros hits e através de uma indesculpável personalidade que a ajudou em suas constantes conquistas.

No último dia 26 de abril, a cantora e compositora lançou seu terceiro álbum de estúdio oficial, intitulado Funk Generation – uma celebração da história do funk e um retorno profundo às raízes de seus primeiros anos na indústria do entretenimento. Apostando fichas em uma construção trilíngue, assim como Versions of Me, Anitta aproveitou para abrir um novo capítulo para o gênero ao se afastar das falsas problemáticas apontadas por setores mais tradicionalistas e conservadores da sociedade e levá-lo ao mainstream mundial.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções do álbum.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:

5. “DOUBLE TEAM”

“Double Team” abraça o funk ousadia em uma comunhão de compositores e produtores que unem forças para falar sobre liberdade sexual e responder às muitas críticas sofridas por Anitta ao longo dos anos – que diminuíam suas conquistas e sua importância em virtude de um puritanismo barato e que, em pleno século XXI, não tem mais espaço entre nós. Como se não bastasse, a artista também é acompanhada pela clara química do rapper Brray e da cantora Bad Gyal.

4. “CRIA DE FAVELA”

Se há algo que Anitta sabe fazer de bem é construir peças musicais de mercadologia impagável e bastante efetiva – e esse é o caso da ótima “Cria de Favela”. Durante pouco menos de três minutos, a performer nos convida a voltar a seu lar em Honório Gurgel em uma exploração convicta do funk carioca, demarcado com batidas profundas e uma espécie de distorção promovida pela presença dançante e envolvente dos sintetizadores (apostando fichas no conhecido subgênero do pancadão da melhor maneira possível).

3. “LOSE YA BREATH”

Em Funk Generation, Anitta nos convida a uma viagem no tempo que espalha-se pelas múltiplas vertentes do gênero: logo de cara, com “Lose Ya Breath”, o público é envolvido em um impactante electro-funk que traz certas páginas emprestadas de Ayria (mais especificamente da track “Analog Trash”) para firmar uma amálgama com o EDM à medida que nos conduz por uma sensual e vibrante narrativa que nos arremessa direto para as pistas de dança.

2. “GRIP”

Nesse compilado de originais, é notável como as referências ao new-funk e ao funk 150-BPM aparecem com força e deixam claro o que podemos esperar ao longo de quinze breves faixas. Mas esse não é o caso de “Grip”: a faixa se apoia na distorção do clássico funk carioca ao incorporar pesados sintetizadores e breves menções ao trap – incluindo batidas muito bem demarcadas que digladiam com versos ostensivos sobre dinheiro e sexo da melhor maneira possível.

1. “FUNK RAVE”

O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio.

Melanie Martinez – 29 Anos | As 10 melhores músicas de uma das artistas mais SUBESTIMADAS da atualidade

Se você já assistiu à 4ª temporada de ‘American Horror Story’, subtitulada ‘Freak Show’, provavelmente deve ter conferido os vídeos promocionais e ouvido uma divertida e diabólica canção chamada “Carousel”. Bom, a faixa, que se tornou bastante conhecida depois de ter sido selecionada para a antologia de Ryan Murphy, foi escrita por Melanie Martinez – que completa 29 anos de vida no dia de hoje, 28 de abril.

Melanie ganhou notoriedade depois de ter participado do reality de competição ‘The Voice’, começando uma carreira recheada de músicas potentes e com múltiplos significados. A cantora e compositora adotou uma persona bastante reconhecível desde o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio oficial, Cry Baby, com um cabelo bicolor e uma paixão por composições controversas e chocantes.

Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista com dez de suas melhores músicas, desde o EP Dollhouse ao recente e elogiado ‘Portals’.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “BRAIN & HEART”

Álbum: After School (EP)

Pouco depois de K-12Melanie Martinez voltou com o breve EP After School, que se tornou sua produção mais coesa desde sua recente estreia na indústria fonográfica. Mantendo-se em uma estrutura digna do final dos anos 2010, com as batidas quebradas e uma atmosfera quase onírica, “Brain & Heart” é uma das faixas que resume exatamente o que e quem Melanie representa para a música contemporânea.

9. “PACIFY HER”

Álbum: Cry Baby

Cry Babydébut oficial de Melanie no cenário fonográfico, é considerado por diversos especialistas como a melhor entrada de sua carreira. E, ao longo de uma jornada completamente bizarra sobre os problemas que existem na atualidade, são várias as faixas que despontam e nos chamam a atenção – como é o caso de “Pacify Her”. Aqui, temos a presença enervante do trip-hop, do indie pop e do electro em um enredo arromântico que denuncia relacionamentos de fachada e jogos de submissão e dominação.

8. “CAROUSEL”

Álbum: Cry Baby

A música que, de fato, deu fama mundial a Melanie Martinez não poderia ficar de fora da nossa lista. “Carousel” se tornou um ícone da carreira da performer depois de ‘AHS’, mas não é apenas por esse motivo que ela caiu no gosto do público: através de uma produção singela e profunda, marcada pela repetição, Martinez construiu uma narrativa cíclica inquebrável, descrita pela própria artista como a constante busca por um amor não correspondido, como se ela estivesse presa em um carrossel infinito.

7. “THE BAKERY”

Álbum: After School (EP)

Melanie é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais peculiares do cenário mainstream – e, por essa razão, não é compreendida por todos. “The Bakery”, dessa forma, é a canção que resume a carreira dessa cantora, compositora e diretora única, usando um respaldo trip-hop para falar de sua experiência em uma padaria para juntar dinheiro e investir em sua arte.

6. “TUNNEL VISION”

Álbum: Portals

Melanie Martinez voltou em 2023 com o lançamento do aguardado ‘Portals’, seu 3º álbum de estúdio – e “TUNNEL VISION”, sem sombra de dúvidas uma das melhores entradas de sua carreira, merece estar na nossa lista. A canção puxa os elementos sinestésicos já explorados ao longo de sua carreira, diabolicamente deturpados em uma teatral rendição e adornados com versos como “eu os faço entrar em pânico, é satânico como eu curvo meu corpo” que destilam uma exploração do toque humano e discorre acerca dos instintos carnais da humanidade.

5. “TAG, YOU’RE IT”

Álbum: Cry Baby

Antes de Billie Eilish se consagrar dentro do pop-noir, Martinez já vinha promovendo algumas incursões dentro do subgênero com experimentações divertidas e envolventes – como é o caso da narcótica “Tag, You’re It”. Provavelmente tendo passado longe de seu radar, a faixa merece ser apreciada em sua completude, seja pelo uso demasiado e proposital das distorções vocais, seja pela condução dos instrumentos que culmina em um dos melhores refrãos da década passada.

4. “PITY PARTY”

Álbum: Cry Baby

Electro-indie e pop alternativo bradam suas vozes em “Pity Party”, terceiro single do álbum de estreia oficial de Melanie Martinez. Produzida por CJ Baran, a faixa pega elementos vistos na clássica “It’s My Party”, de Leslie Gore, em uma homenagem modernizada que premeditaria a utilização excessiva dos sintetizadores alguns anos mais tarde. Os versos tratam de forma contraditória as consequências da solidão e do não-pertencimento.

3. “MRS. POTATO HEAD”

Álbum: Cry Baby

Melanie sempre trouxe narrativas muito analíticas à sua carreira, aproveitando o espaço que tinha para se deslanchar em críticas e mais críticas às imposições sociais que as minorias enfrentam. “Mrs. Potato Head” é um desses exemplos: respaldada no estilo indie que dominava meados da década de 2010, a canção serve como reflexo dos padrões impossíveis a que as mulheres são submetidas, obrigadas, ainda que sem perceberem, a mudarem quem são para agradar opressores insaciáveis.

2. “BITTERSWEET TRAGEDY”

Álbum: Dollhouse (EP)

Martinez não é conhecida exatamente por seu apreço gigantesco por baladas – mas, quando ela se volta para as sutilezas de produções menos frenéticas e exageradas, cria mágica, como é o caso de “Bittersweet Tragedy”. Perdida em meio a músicas mais famosas, a canção faz parte do EP Dollhouse e usa e abusa de vocais poderosos, de progressões retumbantes e um sentimento que beira o épico.

1. “SHOW & TELL”

Álbum: K-12

Tudo bem, pode ser um tanto quanto inesperado ver esta música em primeiro lugar, mas “Show & Tell” não pode ser descrita de outro jeito além de “obra-prima”. Pertencente ao álbum K-12, a faixa consegue amalgamar de forma perfeita o minimalismo de uma produção sarcástica e recheada de críticas sociais e visuais exagerados e que apenas alguém como Melanie conseguiria fazer.

Conheça o novo reino dos símios no teaser INÉDITO do próximo ‘Planeta dos Macacos’

20th Century Studios divulgou mais um teaser inédito do aguardado Planeta dos Macacos: O Reinado’, que chega aos cinemas no dia 09 de maio.

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De acordo com o Deadline, o filme deve arrecadar em torno de US$ 54 milhões em sua estreia nos EUA.

Para termos de comparação, ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ arrecadou US$ 54.8 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas.

Os dois filmes seguintes, ‘Planeta dos Macacos: O Confronto‘ e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘, estrearam com US$ 72.6 milhões e US$ 56.2 milhões no país, respectivamente.

Vale lembrar que a 20th Century Studios exibiu os 13 primeiros minutos do longa no CinemaCon 2024, e a experiência foi nada menos que épica! Este novo filme marca o início de uma nova saga na icônica franquia, e promete ser uma aventura emocionante e visualmente deslumbrante.

O filme impressiona desde o início com seus efeitos visuais realistas, que transportam o público para um mundo selvagem e exuberante. As paisagens são de tirar o fôlego, e a aparência dos macacos é extremamente detalhada e convincente. É como se estivéssemos realmente observando esses animais em seu habitat natural.

Seguimos a história de Noa, um jovem macaco que faz parte de um grupo especial de caçadores. Sua missão é escalar árvores gigantes em busca de ovos de falcão para um ritual chamado “Dia do Vínculo”. Durante uma dessas expedições, Noa então decide deixar um dos ovos para trás, preservando assim o ciclo da vida.

Noa se depara com um ninho com três ovos, então os macacos decidem criar os filhotes de falcão para poderem caçar melhor com companheiros que voam. Noa então parte em busca de outro ninho, mas durante uma escalada traiçoeira, ele é atacado pela mãe Falcão e cai de um penhasco e mal consegue sobreviver, se segurando em um galho.

O filme então corta para a aldeia natal de Noa, que é atacada por outro clã de macacos liderado por Proximus Caesar (Kevin Durand). Eles devastam a vila com armas, e Noa presencia a morte de seus familiares e amigos. No final do trailer, todos os macacos da casa de Noa são derrotados, e ele fica apenas com o Falcão com quem se uniu.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

Na trama, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

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O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

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‘Mufasa’, pré-sequência de ‘O Rei Leão’, ganha imagem INÉDITA; Trailer será lançado AMANHÃ!

Walt Disney Studios divulgou uma imagem inédita de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de O Rei Leão.

A foto dá destaque a uma versão mais jovem do personagem titular. Além disso, foi revelado que o trailer oficial da atração será divulgado amanhã, 29 de abril, durante o programa Good Morning America.

Confira:

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

Durante a CinemaCon 2024, foram divulgadas cenas inéditas da pré-sequência.

Confira a descrição:

No material inédito, somos levados a uma montanha nevada, onde é-nos mostrado um bando de leões deitados. O sábio Rafiki aparece como o narrador da história e descreve o enredo como centrado em um leão que “irá mudar a vida de todos”. Diversos novos ambientes são mostrados, incluindo os pântanos da Áfricas, mais montes nevados e rios profundos. Um jovem Mufasa aparece imponente no deserto rochoso, sendo descrito pelo próprio Rafiki como um leão nascido “sem qualquer nobreza” – e que irá embarcar em uma jornada que o transformará no líder como o conhecemos.

Confira a reação do Renato Marafon e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

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Anitta lança videoclipe oficial de “Grip”, single do álbum ‘Funk Generation’; Assista!

popstar brasileira Anitta divulgou o clipe oficial de “Grip”, novo single de seu mais recente álbum de estúdio, Funk Generation.

O compilado de originais, que conta com quinze faixas, está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira:

Relembre a tracklist oficial:

1. Lose Ya Breath
2. Grip
3. Funk Rave
4. Fria
5. Meme
6. Love in Common
7. Aceita
8. Double Team
9. Savage Funk
10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio
11. Cria de Favela
12. Puta Cara
13. Sabana
14. Ahi, feat. Sam Smith
15. Mil Veces

Crítica | Anitta explora a história do funk nacional com o indesculpável e ousado álbum ‘Funk Generation’

O álbum é precedido do elogiado Versions of Me, que trouxe parcerias com Khalid, Afro B, Ty Dolla $ign, Saweetie e outros.