Em OS ESTRANHOS: CAPÍTULO FINAL, os sobreviventes enfrentam novas ameaças de estranhos mascarados. Segredos vêm à tona, colocando suas vidas em risco à medida que a linha entre a realidade e o perigo se confunde em sua luta pela sobrevivência.
Crítica:
Depois de dois filmes que desagradaram tanto os críticos quanto o público, a franquia ‘Os Estranhos‘ retorna para o capítulo final de sua trilogia. Esta conclusão até tenta surpreender, mas não se arrisca o suficiente para apagar a péssima impressão desta investida como um todo. Apesar do esforço em regravar cenas com base nas críticas recebidas pelo primeiro capítulo, qualquer tentativa de aprimoramento já estava fadada ao fracasso – especialmente quando os envolvidos demonstram não compreender o que tornou o longa original tão especial. Mantendo-se consistente até o fim, ‘Os Estranhos‘ entra para a história como uma das piores trilogias de todos os tempos. Confira:
Os Filmes Mais Esperados de Abril…. E assim o primeiro trimestre de 2026 se foi e já estamos chegando no meio de abril. Acredite, daqui para a frente a marcha será cada vez mais rápida. E o que podemos analisar destes primeiros três meses? Bem, como em todo ano, o início é sempre mais devagar, ou seja, é a época em que os estúdios “desovam” o que ficou engavetado e não teve espaço no ano anterior. Esse é um período conhecido por lançar os filmes mais fracos de cada respectivo ano. É assim há muito tempo. Por outro lado, é quando chegam na maior parte do mundo, os filmes do Oscar (que geralmente são do ano anterior). Isso faz com que todos se concentrem neles, e esqueçam um pouco as novidades anêmicas.
Nestes primeiros três meses, o maior sucesso foi sem dúvida ‘Devoradores de Estrelas’, superprodução com Ryan Gosling, baseada em livro de ficção científica best-seller, que chegou no finalzinho de março para fazer um golaço. As críticas são extremamente positivas e o filme já fez US$322 milhões em 10 dias. Já existe falatório de Oscar também. Fora ele, tivemos também o bom desempenho da animação original da Disney/Pixar, ‘Cara de um, Focinho de Outro’, uma produção agradável para a criançada. Já no quesito das franquias, o terror ‘Pânico 7’, apesar das críticas negativas, emplacou a maior bilheteria de toda a série, com US$204 milhões. Quem se deu bem também foi o drama de época ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, graças à presença dos astros Margot Robbie e Jacob Elordi, e à diretora Emerald Fennell. O longa era o antigo campeão do ano, com US$236 milhões em caixa.
No outro lado da moeda, entre os perdedores, um dos que mais chamou atenção foi ‘A Noiva!’, obra fora da caixinha, estrelada pela vencedora do Oscar Jessie Buckley e pelo vencedor do Oscar Christian Bale. O longa é uma reinterpretação do clássico ‘A Noiva de Frankenstein’, mas passou totalmente em branco, rendendo enorme prejuízo. Outro que ninguém notou foi a sequência do cult ‘Casamento Sangrento 2’, rendendo um rombo nos cofres do estúdio. Já com ‘Justiça Artificial’, estrelado por Chris Pratt, ocorreu um fato curioso. O filme foi fracasso nos cinemas, mas se tornou sucesso no streaming (como ocorre em muitos casos).
Tivemos a maior estreia do ano com ‘Super Mario Galaxy‘, e mais filmes grandiosos chegam aos cinemas em Abril.
O primeiro mês do novo trimestre promete alguns dos maiores sucessos do ano. Em especial dois filmes que possuem potencial para se tornar filmes de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Vamos conhecer abaixo. Confira.
O segundo grande lançamento do ano mês de abril ocorre logo no segundo fim de semana. Falamos de ‘O Drama’, filme sobre relacionamento, com uma pegada ácida e incorreta, estrelado por Zendaya e Robert Pattinson. Ao que tudo indica, o longa deve dar o que falar, e vem arrancando elogio da crítica. Aliás, a jovem estrela terá um dos maiores anos de todos para qualquer ator com este 2026. Acontece que além de ‘O Drama’, ela também estará na terceira e última temporada de ‘Euphoria’, além dos blockbusters ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, ‘A Odisseia’ e ‘Duna: Parte 3’. Nos EUA, ‘O Drama’ será lançado no mesmo fim de semana que ‘Super Mario Galaxy’, se beneficiando de que buscam públicos totalmente opostos. No Brasil, o filme chega com um fim de semana de diferença.
No segundo fim de semana de abril também teremos a estreia do que promete ser um filmaço brasileiro. ‘Cinco Tipos de Medo’ já foi exibido no Festival de Gramado e na Mostra de São Paulo, onde os críticos puderam assistir e se derreteram em elogios ao filme. Aliás, o longa também passou por festivais internacionais. Na trama temos algumas histórias paralelas acontecendo, envolvendo o crime a violência. Bella Campos (a Maria de Fátima de ‘Vale Tudo’) é quem estrela em seu primeiro filme. Ela vive Marlene, uma jovem presa a um relacionamento tóxico com o marginal Sapinho (papel do músico Xamã). Sua oportunidade de fuga para uma vida melhor é a paixão que Murilo (João Vitor Silva) sente por lado. Completando os personagens, temos uma policial obcecada por vingança (papel de Bárbara Colen, de ‘Bacurau’).
Recentemente, o astro Jude Law se viu indiretamente no olho do furacão, após uma polêmica envolver sua filha durante o evento brasileiro Lollapalooza; e a cantora americana Chappell Roan. A situação saiu do controle através das redes sociais; e Law provavelmente nem estava sabendo. Você certamente leu sobre o caso. Deixando as fofocas de lado e voltando para o mundo do cinema, o ator estava focado em lançar este ‘O Mago do Kremlin’, no qual Law interpreta um jovem Vladimir Putin ascendendo ao poder na Rússia pós-soviética. Porém, o verdadeiro protagonista é Vadim Baranov, papel de Paul Dano, um cineasta russo que se torna o improvável conselheiro de Putin. O elenco ainda conta com a vencedora do Oscar Alicia Vikander e com o indicado ao Oscar Jeffrey Wright. O filme é dirigido pelo prestigiado cineasta francês Olivier Assayas (‘Acima das Nuvens’ e ‘Personal Shopper’).
O grande chamariz do terceiro fim de semana de abril é o terror ‘Maldição da Múmia’. O filme da Warner não se trata de uma sequência dos divertidos filmes de matinê estrelados por Brendan Fraser (embora um quarto longa esteja sendo produzido neste momento), ou sequer a sequência do malfadado blockbuster de Tom Cruise (um dos piores filmes da carreira do astro). Essa é a primeira vez em muito tempo que o título da Múmia volta a ser exclusivamente um filme de terror, sem qualquer traço de aventura ou blockbuster. Esse é um filme perturbador, que ninguém sabia direito o que esperar, ou sequer dava muita confiança (pela falta de um elenco famoso ou um diretor conhecido). Porém, foi só o primeiro trailer ser lançado que o hype para o filme começou a crescer. Agora, os fãs de terror estão dispostos a fazer ‘Maldição da Múmia’ um sucesso.
No começo do texto eu disse que dois filmes de abril 2026 têm potencial para adentrar ao seletíssimo clube do bilhão. O primeiro é ‘Super Mario Galaxy’ – cujo filme anterior atingiu a marca, apesar das críticas em sua maioria abaixo da média (coisa que essa sequência parece seguir de perto). O segundo filme é este ‘Michael’, que chega com a promessa de se tornar a primeira biografia musical da história a atingir tal marca. ‘Bohemian Rhapsody’, biografia do Queen, chegou bem perto disso. ‘Michael’, no entanto, possui um apelo, digamos, mais universal, já que se trata do lendário rei do pop, que revolucionou a cultura com seu talento. Dependendo da resposta do público e dos críticos, ‘Michael’ pode vir inclusive a ser indicado ao Oscar. Tem tudo para ser um dos melhores filmes do ano.
Em um aspecto mais cult, essa obra que mistura ficção científica, comédia e aventura, é a cara do cinema alternativo norte-americano, que consegue criar produções totalmente fora da caixinha, do nível do vencedor do Oscar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. Com ares de ‘O Exterminador do Futuro’, Sam Rockwell interpreta um sujeito, que muito se parece com um sem-teto, profetizando que veio do futuro para ajudar a humanidade em um momento delicado de crise apocalíptica, daquelas que podem acabar com o mundo. E aí, será que devemos acreditar nele? É a pergunta que um grupo de clientes em um restaurante se faz. Apesar de já nascer cult, este é o tipo de filme que deverá ganhar uma audiência bem específica, de amantes de filmes diferentões.
As produções chinesas vêm dominando o mundo no pós-pandemia. O cinema do país, que investe bastante em produções nacionais, embarreirando a entrada de produtos Hollywoodianos muitas vezes, ganha cada vez mais força e fica no topo das bilheterias mundiais com suas grandes produções. Uma destas foi lançada em 2019. O primeiro ‘Terra à Deriva’ é um verdadeiro blockbuster chinês, que não fica devendo em nada às produções de Hollywood no escopo do que vemos em tela. Aqui, a trama até lembra um pouco o recente ‘Devoradores de Estrelas’, e fala sobre um problema que preocupa os cientistas realmente, o sol perder a sua força, criando uma era glacial que poderá acabar com a vida na Terra.
Mas estamos falando de muitos anos ainda, que o cinema trata de adiantar. A solução aqui é criar propulsores gigantescos para mudar a órbita da Terra. O filme original foi lançado direto no streaming aqui no Brasil. Já sua sequência ganhará as salas de cinema. Nesta sequência, que é na verdade de 2023 (mas chega só agora aos cinemas do Brasil), os humanos continuam a buscar um novo lar no espaço. Um terceiro filme já está sendo produzido para o ano que vem.
Com 22 reviews publicadas até o momento, o terror de tubarão assassino ‘Ataque Brutal‘ (Thrash) dividiu a opinião dos críticos com apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral critica a produção por ser pouco memorável, presa com personagens rasos e uma mistura de tons que nem sempre é bem-sucedida.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Se você gosta de filmes de tubarão assassino, ‘Ataque Brutal’ é um thriller de sobrevivência sólido, com um elenco talentoso e efeitos visuais que me prenderam do início ao fim. A habilidade de Tommy Wirkola em equilibrar terror, ação e comédia continua sendo um feito louvável.” (Mashable)
“‘Ataque Brutal’ tem todos os ingredientes para ser uma experiência divertida e explorativa, mas sua incongruente benevolência nunca chega a causar o impacto desejado.” (Dread Central)
“Este filme é envolvente, cheio de suspense e sabe exatamente que tipo de experiência quer proporcionar.” (Black Girl Nerds)
“O pior pecado deste filme não são os personagens burros fazendo coisas estúpidas; é que tudo parece incrivelmente preguiçoso, falhando em criar tensão e qualquer outra emoção de um filme do gênero.” (RogerEbert.com)
“Um thriller de sobrevivência absurdamente bobo e, por vezes, inexplicavelmente ruim, que ainda assim proporciona um entretenimento descartável decente, apesar de sua lista de defeitos.” (Keith & the Movies)
“Contando com um orçamento razoável e alguns atores conhecidos, o roteirista e diretor Tommy Wirkola cria um filme B bastante divertido.” (Screen Rant)
“Se dependesse da lógica, ‘Ataque Brutal’ seria um filme muito ruim. Mas a lógica não tem lugar nesta cidade alagada. ‘Ataque Brutal’ pode ser arbitrário, mas é energético demais para ser ruim.” (TheWrap)
“Tommy Wirkola claramente busca emoções exageradas e risadas macabras com ‘Ataque Brutal’, mas seus personagens são muito tediosos para que qualquer uma dessas tentativas seja bem-sucedida.” (Mark Reviews Movies)
O longa já está disponível no serviço de streaming da Netflix.
Na trama, em meio a um furacão catastrófico, uma cidade litorânea luta contra a fúria da natureza e um ataque de tubarões. Desafiando chuvas torrenciais, destroços e escuridão, seus moradores se unem para sobreviver aos predadores mortais e resistir à tempestade.
A verdade é uma das coisas mais difíceis de ser ouvida. Muitas pessoas passam a vida inteira mentindo para si mesmas, aceitando mentiras, permitindo que situações impensáveis permaneçam tão somente para não terem que sair de suas zonas de conforto, para não terem que lidar com uma verdade tão pesada que as faria obrigatoriamente mudar suas vidas. É por isso que em alguns lares a verdade é colocada embaixo do tapete, e isso aconteceu com muita frequência durante a Alemanha nazista. Mas houve um rapaz, de apenas 17 anos, que lutou contra esse comodismo nacional, e a história dele chegou essa semana aos cinemas brasileiros através do filme ‘Verdade & Traição’.
Helmuth Hübener (Ewan Horrocks) é um jovem com muito talento para as letras e muita sensibilidade com seu entorno. Junto com seus três melhores amigos, Salomon (Nye Occomore), Rudi (Daf Thomas) e Karl-Heinz (Ferdinand McKay) eles vivem o que é possível de se viver sendo adolescentes na Alemanha nazista. Até que, um dia, Salomon, que é judeu, é levado pela polícia, e eles nunca mais o veem. Isso mexe demais com Helmuth, que começa a questionar o nacionalismo cego da população e o direcionamento da política nazista do país. Então, quando consegue um emprego como redator em um jornal, Helmuth passa a confeccionar panfletos anônimos no intuito de conscientizar a população sobre as atrocidades que vinham ocorrendo, afinal, alguém precisava falar a verdade para a população.
Com pouco mais de duas horas de duração, a extensão do filme assusta de início, mas, depois de entendermos que seu formato original era de uma minissérie e que fora compactado no formato longa-metragem, não só as duas horas passam a fazer sentido como também surpreende a boa montagem que ficou, no final das contas.
Nas primeiras cenas, ‘Verdade & Traição’ lembra bastante a energia de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’: um grupo de rapazes que caminham entre a inocência e o intelectualismo, entre a rebeldia e a liberdade, entre a tirania e a revolução. O diretor Matt Whitaker faz uma boa transição atmosférica de seu longa, iniciando com cores mais claras, que reforçam a ideia de juventude em florescimento dos quatro amigos e, aos poucos, a luz vai desaparecendo das cenas, a medida em que o protagonista vai se encorajando na resistência. Também houve um bom trabalho com o elenco, que permanece o mesmo, de modo que no início os quatro rapazes possuem aquele frescor juvenil de propaganda de perfume, e, aos poucos, também esse brilho vai se esvaindo com os horrores que a consciência da verdade vai acontecendo.
Não é de se surpreender, claro, que ‘Verdade & Traição’ é baseado em eventos reais, e que esses quatro personagens cuja história gira em torno realmente existiram, e resistiram ao regime nazista a seu modo. Em determinado momento, Helmuth diz, citando um intelectual, que mais perigoso que armas, são as palavras, e que cada um luta com o que tem. Ou algo assim. E é a partir daí que ele, que é bom de escrever, começa a redigir seus panfletos para conscientizar a população. Talvez a coisa não tenha acontecido assim, mas o bom roteiro de Matt Whitaker e Ethan Vincent faz a gente acreditar nesse menino e torcer pelo fim da guerra, mesmo a gente já sabendo quando ela terminaria.
‘Verdade & Traição’ surpreende em muitos aspectos, mas o principal deles é o de pensar que essa história não é conhecida – o que, de certa maneira, reforça a própria mensagem do filme, que é o perigo da narrativa única na hora de moldar os pensamentos de uma população. Imaginar que um rapaz de dezessete anos usou o que tinha para peitar um dos maiores tiranos da humanidade é ao mesmo tempo inspirador e amedrontador. Mas ainda bem que, em tempos sombrios, podemos contar com a juventude.
Ambientada durante a Segunda Guerra Mundial, a trama de VERDADE E TRAIÇÃO acompanha um garoto de 16 anos que forma um grupo de resistência com seus amigos Karl e Rudi, após testemunhar a prisão de seus amigos judeus pelos nazistas. Suas ações corajosas os levam a enfrentar um julgamento na Alemanha nazista.
Em O DRAMA, apaixonados e no meio dos últimos preparativos para o grande dia do casamento, o casal entra em conflito ao descobrirem segredos que jamais poderiam imaginar.
» Além de dirigir, Kristoffer Borgli também assina o roteiro do longa;
» Robert Pattinson compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya, explicando como a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens: “Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator. “Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.
Depois de dois filmes que desagradaram tanto os críticos quanto o público, a franquia ‘Os Estranhos‘ retorna para o capítulo final de sua trilogia. Esta conclusão até tenta surpreender, mas não se arrisca o suficiente para apagar a péssima impressão desta investida como um todo. Apesar do esforço em regravar cenas com base nas críticas recebidas pelo primeiro capítulo, qualquer tentativa de aprimoramento já estava fadada ao fracasso – especialmente quando os envolvidos demonstram não compreender o que tornou o longa original tão especial. Mantendo-se consistente até o fim, ‘Os Estranhos‘ entra para a história como uma das piores trilogias de todos os tempos.
Depois de sobreviver a uma invasão domiciliar, uma perseguição no hospital, um ataque de porco selvagem e à própria mãe natureza, Maya (Madelaine Petsch) retorna para um último confronto contra os assassinos mascarados que já não são mais tão estranhos assim. Ela só precisou de dois filmes inteiros para descobrir seu potencial homicida, mas agora o líder dos Estranhos está solteiro e a sede de sangue dela promete despertar um interesse renovado nele.
Apesar de ter contado com dois filmes para introduzir e desenvolver sua narrativa, a direção deste terceiro capítulo parece abrupta. O roteiro até tenta inserir novos elementos na saga de sobrevivência de sua protagonista, mas é possível apontar com precisão quais cenas foram adicionadas após as regravações.
Talvez a parte mais espantosa seja perceber que, em mais de quatro horas de duração, o roteiro desconexo falha em criar um desenvolvimento convincente. Este terceiro filme tropeça entre tentar explicar o que ninguém perguntou e em amarrar as migalhas narrativas plantadas no decorrer dos capítulos anteriores, mas falha em absolutamente todos os aspectos. Enquanto personagens que deveriam ser importantes são descartados sem o menor impacto, a sobrevivente Maya se arrasta em direção a uma conclusão previsível, sustentada por uma evolução forçada.
De todas as franquias de terror que mereciam ganhar uma trilogia, ‘Os Estranhos‘ certamente não é uma delas. Não há história suficiente para sustentar uma narrativa contínua ao longo de três filmes, e as poucas tentativas de desenvolvimento consistem em revelações irrelevantes que empobrecem a premissa prometida pelo próprio título: Os assassinos são ESTRANHOS. Ao desmistificar cada detalhe em torno de suas identidades, o roteiro cria antagonistas genéricos que poderiam existir em qualquer outra produção do gênero.
E o veterano Renny Harlin, que já comandou filmes divertidos como ‘A Ilha da Garganta Cortada‘, ‘Do Fundo do Mar‘ e ‘O Pacto‘, parece tão entediado quanto o público e entrega uma direção morna, sem qualquer inspiração. Em meio a ideias mal aproveitadas e oportunidades perdidas, é quase possível imaginar o que esta trilogia poderia ter se tornado se tivesse sido concebida como um único filme. Mais do que ruim, porém, este projeto não apenas mancha o legado de seus antagonistas, como também elimina qualquer traço de identidade ao remover suas máscaras – um típico erro hollywoodiano do qual nenhum estranho conseguiria escapar.
Criado em 2022, o Mundo Pixar já é um case de muito sucesso no Brasil. Por aqui, desde a estreia, o evento já passou por São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre e Rio de Janeiro, sempre com sessões cheias de crianças e adultos apaixonados pelos filmes e personagens do estúdio. Pelo mundo, cidades como Seoul, Barcelona, Cidade do México, Madri, Santiago e Londres foram algumas das que receberam o Mundo Pixar, totalizando mais de 2.6 milhões de visitantes,
No Rio de Janeiro, a segunda edição começa oficialmente nesta sexta-feira (10) a partir das 10h. O evento retorna ao estacionamento do BarraShopping, na Barra da Tijuca – Zona Sudoeste carioca. Com sessões de terça-feira a domingo, incluindo feriados, das 10h às 21h, o Mundo Pixar promete encantar diferentes públicos.
Para quem nunca teve a oportunidade de ir a uma edição do Mundo Pixar, o evento é uma mostra sensorial que recria com perfeição cenários e personagens dos clássicos do estúdio. Desta vez, o time de criação combinou também aromas que remontam ao clima dos filmes, aumentando a sensação de imersão. Por exemplo, a sala dedicada à Red: Crescer É Uma Fera (2022) recria os corredores do colégio da Mei Lee e traz um cheirinho daqueles chicletes clássicos dos anos 2000. A sala dedicada a Viva: Viver É Uma Festa (2017) aposta num cheiro de naftalina, ao melhor estilo ‘casa de vó’. É muito bacana.
Desta vez, o evento está maior do que nunca. Montada em um espaço de 3.500 m², a experiência reúne 14 salas temáticas dedicada a 12 franquias diferentes da Pixar. São elas: Vida de Inseto, Monstros S.A., UP: Altas Aventuras, Red: Crescer É Uma Fera, Procurando Nemo, Os Incríveis, Elementos, Divertida Mente, Luca, Viva: Viver É Uma Festa, Carros e Toy Story. No Rio, as novidades são Vida de Inseto, Os Incríveis, Viva, Luca, Red e Elementos. Com mais espaço, cenários e personagens, o passeio está bem mais completo para os fãs. E continuam interessante até mesmo para quem já conferiu a experiência na primeira passagem do evento pela cidade, visto que os cenários foram renovados, recriando novas cenas. Toy Story, por exemplo, manteve a estrutura do quarto gigante do Andy, mas também trouxe um novo espaço dedicado à Creche Sunnyside, palco do inesquecível Toy Story 3 (2010).
“Ao todo, já impactamos 407 mil visitantes nesta edição de Mundo Pixar em São Paulo, uma experiência única, voltada para todas as idades”, comentou André Scalzaretto Martinez, Diretor executivo da Blast Entertainment, uma das realizadoras do evento.
Além da exposição, o Mundo Pixar traz uma lojinha com produtos exclusivos que também faz bastante sucesso. Para ter acesso a ela, o fã não precisa comprar o ingresso para a experiência. Basta chegar ao local e falar que quer visitá-la. Desta vez, os produtos estão ainda mais voltados ao público carioca, já que o Rio se tornou a primeira cidade da América Latina a contar com produtos regionalizados exclusivos. São três camisetas com estampas criadas especificamente para o Rio de Janeiro, trazendo os personagens icônicos do estúdio para o Pão de Açúcar. As estampas são lindas e literalmente únicas.
Foto: Pedro Sobreiro
No passeio inaugural pela loja e pelo evento, Bruno Honda, sócio-fundador da Roboto, marca responsável pela criação dos designs dos produtos da loja, contou que a ideia de fazer uma coleção mais regionalizada surgiu após terem contato com uma camiseta do Mundo Pixar de Seoul, que trazia o logo do evento e um “Coreia do Sul” abaixo. Ele revelou que no ano de 2025, quando a mostra voltou a São Paulo, o Diretor Criativo de Franquias da Pixar, Jay Ward, fez uma visita e ficou encantado com os produtos que viu. Tanto que pediu para conhecer os responsáveis e ouviu as sugestões de fazer novas peças voltadas especificamente para o público brasileiro.
A ideia foi tão bem recebida que o executivo convidou Honda e seu sócio, Tim Well, para uma reunião na sede da Pixar, na Califórnia, onde tiveram suas ideias prontamente aprovadas e puderam acessar os arquivos artísticos históricos do estúdio para buscarem referências de novos produtos.
“Todos os nossos produtos saíram com 100% de aprovação. A Pixar nunca nos pediu para mudar nenhuma das peças até hoje, né? Fizemos 450 produtos e não erramos em nenhuma das histórias que adaptamos. Isso dá muito orgulho, porque somos apaixonados pelos filmes desde 1995. É meio que um conto de fadas, porque a gente conseguiu fazer uma coisa diferente que agradou nossas grandes referências”, contou Bruno.
Bruno Honda trabalhou nos designs dos produtos oficiais da loja. Foto: Pedro Sobreiro.
Além das estampas regionais, a loja traz também peças consagradas e novos produtos exclusivos do evento, como camisetas, bonés, canecas e brinquedos – todos muito bem desenvolvidos e executados. É um gostinho das Disney Stores que fazem tanto sucesso pelo mundo.
Na opinião da reportagem, que compareceu ao evento pela primeira vez, é um evento com um poder nostálgico muito forte. Passar mais de 1h andando por caminhos que materializam longas de animação em cenários e personagens físicos – você pode encostar no Relâmpago McQueen, por exemplo – é o mais próximo que os fãs poderão ter de vivenciar os parques da Disney fora dos parques daDisney. É um evento que transborda carinho dos envolvidos, que conhecem mesmo o estúdio e participam com brincadeiras típicas da casa, como a proposta de esconderem as icônicas bolinhas da Pixar em locais mirabolantes dos cenários, fazendo com que o público cace esses easter eggs enquanto fazem o passeio. É realmente uma diversão diferente e voltada para promover uma experiência inesquecível para os fãs de todas as idades.
O Mundo Pixar começa oficialmente nesta sexta-feira (10) e os ingressos estão disponíveis para venda no site da Feverup. Os valores começam em R$ 46,50 e assinantes do Disney+ têm 20% de desconto nas compras pelo site. Crianças com até 2 anos e 11 meses não precisam pagar para entrar. O local é acessível para cadeirantes, deficientes auditivos e deficientes visuais.
A Lionsgate divulgou um vídeo relembrando a franquia ‘Jogos Vorazes’, e os minutos finais trazem cenas inéditas ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, o mais novo longa da icônica franquia ambientada em Panem.
O longa marcará o aguardado retorno de Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson ao universo criado porSuzanne Collins.
O elenco principal ainda conta com grandes nomes como:
O filme chega aos cinemas nacionais em 20 de novembro de 2026 e se passa na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário, contando a história de Haymitch Abernathy, vivido por Joseph Zada.
Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.
O documentário traz um olhar exclusivo sobre a sérieHarry Potter da HBO, através dos artistas e da equipe de produção que estão dando vida à amada história.
A série é tratada internamente como o projeto mais importante da história da plataforma. Segundo JB Perrette, CEO de streaming global, a estratégia é realizar uma releitura profunda e detalhada, dedicando uma temporada inteira para cada um dos sete livros originais. O objetivo é explorar arcos narrativos e personagens que foram omitidos nos filmes, garantindo uma fidelidade literária nunca antes vista.
Para sustentar esse peso criativo, a HBO reuniu uma equipe técnica de alto nível: Francesca Gardiner assume como showrunner, enquanto Mark Mylod, conhecido por trabalhos em ‘Game of Thrones’ e ‘Succession’, fica responsável pela direção de episódios cruciais da primeira temporada.
O elenco principal para o arco inicial já foi definido, mesclando novos talentos com veteranos de peso:
A nova versão promete um mergulho visceral na jornada de Harry, desde a descoberta de sua herança mágica até os confrontos sombrios que definem sua trajetória.
A série ‘Harry Potter’ estreia no dia 25 de dezembro de 2026.
Os filmes de super-heróis e contos de fada não devem sair tão cedo de moda, assim como as produções sobre zumbis. A moda da vez é ‘Orgulho e Preconceito e Zumbis‘, uma versão mais hardcore do clássico livro ‘Orgulho e Preconceito‘, escrito por Jane Austen e lançado em 1813.
O filme estreou no TOP 5 dos filmes mais vistos da HBO Max.
Confira:
A essência da história de Austen continua a mesma: Em um baile, Jane (Bella Heathcote) e Elizabeth Bennet (Lily James) conhecem Mr. Bingley (Douglas Booth) e seu arrogante amigo, Mr. Darcy (Sam Riley), recém-chegados à cidade. Enquanto Mr. Bingley rapidamente se interessa por Jane, Elizabeth e Mr. Darcy parecem não compartilhar dos mesmos sentimentos e entram numa relação de amor e ódio.
Nessa versão, as irmãs Bennet aparecem como guerreiras especialistas em artes marciais. E entre vestidos e penteados, escondem facas e espadas, já que uma praga zumbi tomou conta da Europa e elas precisavam aprender a se defender.
Dirigido por Burr Steers (‘A Morte e Vida de Charlie’), que também assina o roteiro juntamente com David O. Russell (‘Trapaça’), o longa tem pouco mais de uma hora e meia de duração e chama a atenção por não se parecer com os “filmes-paródia” que estamos acostumados a ver.
Aqui, a história de Jane Austen é respeita e levada a sério. Os personagens, o romance, os temas abordados e até os diálogos do original continuam ali. É como se Seth Grahame-Smith, o autor do livro lançado em 2009 (que leva o mesmo nome do filme e foi a grande inspiração para esse projeto), tivesse apenas incluído zumbis comedores de cérebro na história.
As saídas que o roteiro encontra para adaptar as situações são criativas e é interessante ver uma sociedade do século XIX tentando manter seus costumes e tradições mesmo com uma horda de mortos-vivos andando por aí.
Porém, nem tudo são flores na produção hollywoodiana. O longa protagonizado porLily James (‘Cinderela’), Sam Riley (‘Malévola’), Douglas Booth (‘Romeu e Julieta’) e Bella Heathcote (‘Sombras da Noite’) sofre com atuações medianas e efeitos especiais bem abaixo do esperado.
O destaque fica pela participação de dois atores da série ‘Game of Thrones‘, Charles Dance (que no filme faz o papel de Mr. Bennet) eLena Headey (Lady Catherine).
‘Orgulho e Preconceito e Zumbis‘ pode não agradar aqueles que esperam por uma aventura épica, mas funciona como um bom entretenimento. Além disso, é uma ótima oportunidade de se conhecer uma história clássica com uma nova roupagem, cheia de ação, sangue e bom humor.
‘O Senhor das Armas‘, filme de sucesso dos anos 2000, vai ganhar uma sequência – e já tem previsão de chegada aos cinemas.
A Vertical Entertainment adquiriu os direitos domésticos de exibição do longa-metragem, que traz Nicolas Cage de volta ao papel principal de Yuri Orlov e Bill Skarsgårdcomo coprotagonista, e anunciou o lançamento para 2027 (ainda sem dia confirmado) (via Deadline).
A distribuidora revelará as primeiras cenas da produção na próxima semana, durante a CinemaCon, em Las Vegas, Estados Unidos.
A continuação contará com a direção de Andrew Niccol, que também esteve à frente do primeiro filme. A produção será realizada pela Vendôme Pictures, conhecida por seu trabalho no premiado filme ‘No Ritmo do Coração‘.
Na trama do novo filme, intitulado ‘Lords of War‘, o infame traficante de armas Yuri Orlov (Cage), descobre a existência de seu filho Anton (Skarsgård). No entanto, ao contrário de seu pai, Anton não busca corrigir os erros do passado, mas superá-los. Ele está construindo um exército de mercenários para participar dos conflitos do Oriente Médio, envolvendo os Estados Unidos. A história gira em torno da rivalidade intensa entre Yuri e Anton, que competem não apenas pelo poder, mas também pelo amor da mesma mulher.
No filme original de 2005, acompanhamos a história de Yuri Orlov, um negociante de armas que se torna incrivelmente rico aproveitando-se do cenário pós-Guerra Fria, do colapso da União Soviética e do crescimento do terrorismo global para expandir seus negócios em todas as partes do mundo. O enredo envolve um agente da Interpol determinado a capturá-lo.
A atriz Natasha Lyonne, conhecida por seus papéis em ‘Boneca Russa’ e ‘Poker Face’, quebrou o silêncio após as notícias de que teria sido expulsa de um voo da Delta Airlines por comportamento inadequado. Em uma reviravolta nas redes sociais, Lyonne negou ter descumprido normas da companhia e afirmou, de forma surpreendente, ter sido detida pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) após ser retirada da aeronave.
Conforme o TMZ, Lyonne utilizou suas plataformas para detalhar sua versão dos fatos ocorridos no voo noturno de Los Angeles para Nova York.
“Obrigado pela ótima reportagem, enews. De fato, tomei um Lunesta assim que me sentei, para garantir um pouco de sono no voo noturno Delta One para Nova York. Embarquei sem problemas, apenas com uma mochila e tênis, ansioso para tirar um cochilo. O plano era chegar descansado e bem disposto, já que eu iria direto para a preparação (glam) para uma participação com a querida Drew Barrymore logo após o pouso. Estava ansioso para vê-la e ter uma conversa mais aprofundada, mas acho que a imigração (ICE) tinha outros planos e acabei sendo detido”, escreveu a atriz.
Lyonne ainda demonstrou solidariedade aos agentes federais: “Final dos tempos, eu acho. Obrigado por todo o carinho e apoio. Nunca tive problemas com a Delta ou com a TSA antes. Meu coração está com os funcionários não pagos da TSA. Peço desculpas a quaisquer viajantes que tenham sido atrasados”.
Apesar das declarações de Natasha, o ICE desmentiu oficialmente qualquer envolvimento no caso. Em comunicado enviado ao portal TMZ, um porta-voz do Departamento de Segurança Interna declarou na última sexta-feira: “Nem o ICE nem a TSA escoltaram ou detiveram Natasha Lyonne”.
O episódio, que se tornou público nesta semana. Testemunhas afirmaram que Lyonne embarcou no voo da primeira classe ainda vestindo o figurino da uma première de ‘Euphoria’.
Relatos indicam que o problema começou quando a atriz não respondeu às instruções da tripulação para a decolagem. Segundo passageiros, Natasha parecia cochilar atrás de óculos escuros e ignorava pedidos para fechar seu laptop e afivelar o cinto. A aeronave, que já estava taxiando, precisou retornar ao portão de embarque.
Testemunhas descrevem que Lyonne pareceu confusa, questionou onde estava e chegou a pedir silêncio a um funcionário da Delta antes de ir ao banheiro, consumir um pacote de pretzels e deixar a aeronave voluntariamente. O atraso de mais de uma hora levou o piloto a pedir desculpas pelo comportamento de uma viajante que “não seguia instruções básicas”.
O fenômeno global ‘Emily em Paris’ continua a consolidar seu sucesso na Netflix, e os novos capítulos prometem levar o público a destinos ainda mais ensolarados. Após uma passagem marcante pela Itália, a plataforma de streaming confirmou que a produção está de malas prontas para a Grécia e Mônaco.
Segundo informações da Entertainment Weekly, o cronograma de filmagens está previsto para ser iniciado já em maio deste ano.
Desde sua estreia em 2020, Emily Cooper (Lily Collins) transformou a Cidade Luz em seu playground, mas a série vem expandindo sistematicamente suas fronteiras. Após explorar Veneza, Roma, Saint-Tropez e os Alpes em Megève, a protagonista agora se prepara para um novo cenário mediterrâneo.
Embora o criador da série, Darren Star, mantenha o sigilo sobre os detalhes da trama, o desfecho da quinta temporada deixou pistas evidentes.
Na cena final, um bilhete de Gabriel (Lucas Bravo) enviado a Emily, logo após o término da jovem com Marcello (Eugenio Franceschini), serviu como o convite oficial para o novo arco: “Emily. Como prometido… Um cartão-postal com selo. Estou perdido no mar sem você. Encontre-me na Grécia. Seu, Gabriel”.
Apesar do gancho romântico, Darren Star revelou, em entrevista recente, que o processo criativo para o sexto ano ainda está em estágio de maturação. “Tenho algumas ideias em mente, mas prefiro não falar de nada de forma concreta antes de mergulhar totalmente nos roteiros, pois as coisas podem mudar”, afirmou o showrunner.
Enquanto Emily resolve seus dilemas em solo grego, o núcleo secundário promete turbulências. O noivado de Mindy (Ashley Park) e Nicolas (Paul Forman) não será sinônimo de tranquilidade.
“O retorno de Nico foi uma espécie de fantasia inesperada para Mindy, mas a rapidez com que ela deixou Alfie de lado deve complicar a situação. A história deles tem tudo para ficar bem ‘bagunçada’ na nova temporada”, explicou Star.
Lily Collins, por sua vez, já expressou seu entusiasmo com os novos rumos: “Espero que possamos planejar a despedida de solteira da Mindy na Grécia. Seria incrível filmar lá com ela”, comentou a atriz e produtora.
A sexta temporada também reforça seu time com nomes de prestígio. Minnie Driver integra o elenco no papel da Princesa Jane, enquanto Bryan Greenberg interpretará Jake, um americano estabelecido em Paris.
Michèle Laroque também se junta à produção como Yvette, uma antiga e misteriosa amiga de Sylvie.
A Amazon MGM Studios continua sua busca pelo sucessor de Daniel Craig, e o nome de um novo candidato começou a ecoar nos bastidores da indústria. De acordo com informações obtidas pela Variety, Louis Partridge, a estrela em ascensão de ‘Enola Holmes’, está sendo seriamente cotado para assumir o smoking do espião mais famoso do cinema no próximo ‘007’.
Os rumores ganharam força devido à conexão de Partridge com Steven Knight, criador da série ‘A Casa Guinness’ (protagonizada pelo ator) e recentemente oficializado como o roteirista do 26º filme da franquia. O projeto, que será dirigido por Denis Villeneuve, promete ser o grande reboot da saga sob o novo controle criativo do estúdio.
Em tom de brincadeira durante a estreia de sua série no ano passado, Partridge comentou sobre como impressionar o roteirista: “Talvez eu pudesse estar no bar, tomando um martíni, sem dizer nada”.
Seis meses depois, as especulações sugerem que a postura silenciosa pode ter surtido efeito, colocando-o como um competidor real, e não apenas um nome em listas de apostas.
A possível escalação de Partridge, atualmente com 23 anos, sinaliza uma mudança radical na direção da franquia. Informações internas sugerem que a Amazon busca um “rosto novo”e significativamente mais jovem para garantir a longevidade da marca.
No entanto, a idade de Partridge levanta debates sobre a maturidade do personagem. Para efeito de comparação:
O próximo filme de James Bond já tem sua equipe criativa em formação. O roteiro será assinado pelo aclamado roteirista britânico Steven Knight, criador da popular série ‘Peaky Blinders’, conforme anunciado pela Amazon MGM Studios.
A direção da nova produção ficará a cargo do cineastaDenis Villeneuve, nome de prestígio e indicado ao Oscar, conhecido por sucessos como ‘Duna’ e ‘A Chegada’.
Qual a primeira coisa que você pensa quando ouve falar em ‘A Pantera Cor-de-Rosa’? Muitos podem lembrar do desenho animado com o felino de cor chamativa – e pensar que não tem qualquer ligação com a série de filmes do inspetor de polícia mais atrapalhado da sétima arte. Mas as duas coisas estão entrelaçadas. Esse ano, o remake da franquia estrelado por Steve Martin está completando 20 anos de sua estreia. Como forma de celebrar esta que é uma das franquias mais duradoras da sétima arte, preparamos uma matéria. Confira.
Tudo começou ainda na década de 60, em 1963 mais precisamente, em uma comédia escrita e dirigida pelo icônico Blake Edwards. A ideia era por uma comédia de farsa, envolvendo o roubo de um item valioso, e ladrões sofisticados. Este tipo de gênero estava em alta na década de 60, graças aos filmes de espionagem de 007, e o sucesso de ‘Onze Homens e um Segredo’, o original de 1960.
Dentro deste contexto, o protagonista era Sir Charles Lytton, papel do classudo vencedor do Oscar David Niven. Ele é o personagem principal de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ (1963), filme que possui esse nome devido a um diamante de mesma cor, valiosíssimo, cujo nome é o título do filme. É deste item que o sofisticado criminoso está atrás. A joia de valor inestimável pertence a uma princesa, interpretada pela italiana Claudia Cardinale. Sua personagem Dala, é princesa da nação fictícia de Lugash, um pequeno reino no sul da Ásia.
Assim como em ‘Onze Homens e um Segredo’ (1960), a identificação do público é com o carismático criminoso. O contraponto do protagonista é o personagem que viria a se tornar o símbolo da franquia: o atrapalhado inspetor de política francês Jacques Clouseau, interpretado pelo britânico Peter Sellers, considerado por muitos o maior comediante da história do cinema. Seu personagem aqui é o antagonista, o policial designado a prender o famoso ladrão de joias. Mas que é imediatamente ridicularizado. Porém, foi justamente ele o personagem com quem o público da época mais criou identificação. E assim, logo no ano seguinte, 1964, protagonizaria a continuação ‘Um Tiro no Escuro’ – agora propriamente tornado o personagem principal, no único filme oficial da franquia que não leva o título do famoso felino rosa.
No período de 30 anos, desde que estreou em 1963 até 1993, foram produzidos 9 filmes da franquia ‘A Pantera Cor-de-Rosa’. Destes, cinco foram estrelados por Sellers, e mais um que contou com imagens de arquivo do ator, então já havia falecido, e cenas não utilizadas de filmes anteriores. Assim, no aniversário de 43 anos da franquia, os produtores resolveram comemorar lançando mais um filme – que funcionaria como remake / reboot. Este filme intitulado simplesmente ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, está completando 20 anos de sua estreia em 2026.
O primeiro passo era saber como tratar a história. Antes, após a saída de Peter Sellers, falecido em 1980, os produtores tentaram três alternativas diferentes para respeitar o ator e seu legado dentro da série. A primeira, como dito, foi usar imagens de arquivo do comediante, em cenas que ficaram de fora dos filmes anteriores. Em ‘A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa’ (1982), Peter Sellers já havia falecido, mas o inspetor Clouseau aparece de novo nas formas do ator para compor a narrativa.
Já em ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’ (1983), diversos membros do elenco de filmes anteriores retornaram, assim como uma participação do então 007 Roger Moore como uma versão do inspetor Clouseau. Mas o filme precisava de um protagonista, então foi criado um novo personagem trapalhão: o sargento Clifton Sleigh. Interpretado pelo ator Ted Wass, ele ocuparia a vaga deixada por Clouseau e Sellers, já que naquela época substituir o ator no personagem não era uma opção para o público.
Por fim, dez anos depois de ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’, uma nova investida na franquia mostrou que o público não havia aceitado um detetive qualquer para protagonizar o filme. Assim, os produtores acharam por bem trazer o descendente direto de Clouseau, seu filho bastardo – que embora não houvesse sido mencionado até então, fazia um elo direto com o filme original. Acontece que o tal filho é Jacques Gambrelli, filho de Clouseau com a tal princesa dona do diamante no primeiro filme, que aqui viríamos a descobrir se chamar Maria Gambrelli, novamente interpretada por Claudia Cardinale. Ah sim, e para o papel do protagonista, o astro da comédia italianaRoberto Benigni. O filme? ‘O Filho da Pantera Cor-de-Rosa’, é claro.
Ou seja, todo este panorama apenas para frisar que o único intérprete de Clouseau até então havia sido Peter Sellers. Bem, isso não é completamente verdade, se formos levar em conta Alan Arkin no obscuro ‘Inspetor Clouseau’ (1968), que está para esta franquia o que ‘Nunca Mais Outra Vez’ (1983) é para a franquia 007. O primeiro substituto real de Sellers seria Steve Martin, há vinte anos. Era a primeira vez também que um filme da franquia não seria dirigido por Blake Edwards. Quem assumiu a cadeira de diretor foiShawn Levy, o mesmo responsável pelo blockbuster de sucesso ‘Deadpool e Wolverine’ (2024).
A ideia do reboot para os “tempos modernos” vinha sendo trabalhada desde 2000, com diretores como Ivan Reitman (‘Os Caça-Fantasmas’) atrelados para o comando. Tudo começou a ganhar forma quando a Sony herdou a franquia com o catálogo de sua aquisição da MGM. Agora só faltava escolher quem iria dar forma ao icônico inspetor desastrado. Jim Carrey, que reinava em Hollywood na época, foi cogitado.
O saudoso Robin Williams foi um dos primeiros a se interessar pelo papel. Kevin Spacey, Mike Myers e Kevin Kline também foram considerados. E até mesmo Chris Tucker (sucesso na franquia ‘A Hora do Rush’) demonstrou interesse. Kevin Kline eventualmente ficaria com o papel do desafeto de Clouseau, o chefe de polícia Dreyfus – que por sua vez, cortejou ser vivido por Paul Giamatti.
Finalmente, Steve Martin ficaria com o tão cobiçado personagem – um dos maiores quando falamos em comédias Hollywoodianas. É dito que Martin era um grande fã, cujo desejo era ser extremamente respeitoso – ao mesmo tempo em que criava um Clouseau inteiramente seu, sem tentar imitar o icônico Sellers. A prova disso foi que Martin manteve os cabelos grisalhos que se tornaram sua marca registrada desde sempre. Essa característica foi inclusive incorporada na animação que sempre abre estes filmes – com a versão em desenho do Clouseau de Martin também de cabelos brancos.
Para o papel, é reportado que Steve Martin recebeu o astronômico pagamento de US$20 milhões, teto na época para os maiores astros do cinema. Se formos levar em conta que o orçamento do longa foi de US$80 milhões, perceberemos que o protagonista abocanhou uma boa parte deste valor.
Voltando para a animação da abertura, como sinal dos novos tempos, por muito pouco o desenho não foi criado todo em CGI, como as animações da época já eram criadas, vide os sucessos da Disney – como ‘Procurando Nemo’ e ‘Os Incríveis’. Por fim, os produtores optaram pelo modo mais tradicionalista, da animação feita à mão – como nos clássicos.
Uma das mudanças mais radicais na mitologia da franquia, foi a transformação do parceiro de Clouseau. Nos filmes originais, temos a figura do chinês Cato, uma espécie de servente, que treina o inspetor nas técnicas de artes marciais, e sempre aparece atacando-o das formas mais inesperadas e inusitadas. De fato, a nova versão quase trouxe Jackie Chan para o papel. Porém, no fim das contas, um personagem destes já era considerado caricato, ofensivo e politicamente incorreto – um estereotipo asiático. Desta forma, a mudança ocorreu para o que parceiro de Clouseau aqui fosse também um agente francês, chamado Ponton – que ganhou forma na pele de Jean Reno.
Terminando o elenco principal, o durãoJason Statham faz uma participação especial como a vítima que abre o filme, e desencadeia a trama, graças ao roubo de seu anel – com o diamante do título. E a estrela da música pop Beyoncé aparecia em seu terceiro longa – em um papel de destaque na trama, como a protagonista feminina da história. Ela vive propriamente uma estrela da música pop chamada Xania. Aqui, a cantora não tem muito o que fazer como atriz, possuindo menos falas do em sua estreia no cinema, em ‘Austin Powers: O Homem do Membro de Ouro’ (2002) – outra comédia escrachada muito popular.
Porém, o envolvimento de Beyoncé com o filme foi maior do que apenas atuar nele. A cantora gravou a música “A Woman Like Me” para a trilha sonora e performou a canção em uma cena do longa. A música mais famosa da trilha, no entanto, seria a segunda que a estrela faria para o filme. “Check on It” fez um enorme sucesso na época – com um clipe criado especialmente para servir de companhia ao filme, que você certamente já viu.
O reboot de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ estreou nos cinemas norte-americanos no dia 10 de fevereiro de 2006. O filme chegaria em primeiro lugar das bilheterias, com US$20.2 milhões, recuperando no seu fim de semana de estreia o salário pago para Steve Martin. Mas por pouco. Isso porque a segunda posição neste dia por muito pouco não destronou a comédia. O terror ‘Premonição 3’ estreava no mesmo dia, e arrecadava US$20.1 milhões.
No Brasil, o remake chegaria no fim de semana seguinte, no dia 17 de fevereiro de 2006. No fim de sua passagem pelos cinemas, ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ arrecadou US$82.2 milhões nos EUA, e US$164.1 milhões ao redor do mundo, se tornando assim o filme mais rentável de toda a franquia. Foi o suficiente para que uma sequência saísse do papel três anos depois. Essa continuação, infelizmente, apesar de manter o nível do original, não fez o mesmo sucesso e terminou interrompendo a iteração de Steve Martin como Clouseau. Agora, é dito que a franquia voltará como uma animação, na qual Clouseau será dublado por Eddie Murphy. É esperar e ver.
‘Exit 8’, terror japonês baseado no popular jogo homônimo, estreou com recepção extremamente positiva no Rotten Tomatoes, alcançando impressionantes 94% de aprovação com base em 89 críticas.
No geral, os críticos elogiaram bastante o filme, destacando que, apesar de sua proposta simples, a obra é envolvente e genuinamente assustadora.
“‘Exit 8’ é um achado, tão divertido de assistir quanto de refletir depois”, disse Manohla Dargis do New York Times.
“Um pouco mais de inovação poderia ter feito toda a diferença aqui, permitindo escapar da redundância do labirinto”, disse Jordan Mintzer do The Hollywood Reporter.
“Embora não pretenda alcançar uma grande filosofia, a simplicidade do filme lhe dá força como uma alegoria de que mudar as coisas é a única maneira de romper um ciclo de pensamento destrutivo e repetitivo”, disse Jessica Kiang da Variety.
“O vigor literário de Kawamura elevou e transformou um jogo indie sem diálogos em uma espécie de “caixa de mistério”, mais próxima de aventuras complexas de ADV como Zero Escape e Danganronpa, além do clássico cult Cube”, disse Blake Simons do IndieWire.
“Exit 8 é, às vezes, um jogo frustrante, que depende mais da sua atenção aos detalhes do que de sustos repentinos, mas Genki Kawamura conseguiu transformar esse conceito simples em uma narrativa envolvente com este filme cheio de suspense”, disse Therese Lacson do Collider.
“Um thriller assustador bem-sucedido, um terror perturbador e uma exploração surpreendentemente sensível sobre vida, arrependimento e auto-reflexão”, disse Joshua Ryan do FandomWire.
‘Exit 8’ chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril.
A trama acompanha um homem preso em uma passagem infinita de metrô, em busca da misteriosa Saída 8. As regras de sua jornada são claras: não ignore nada fora do comum; ao perceber qualquer anomalia, volte imediatamente; caso contrário, siga em frente — e encontre a Saída 8. No entanto, um único erro pode levá-lo de volta ao início. Resta saber: ele conseguirá escapar desse ciclo interminável?
O terror ‘Maldição da Múmia’, novo filme do elogiado diretor Lee Cronin (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) chega em breve aos cinemas nacionais – e a primeira exibição oficial do longa-metragem já ocorreu nos Estados Unidos.
Agora, as primeiras reações ao longa-metragem começaram a despontar nas redes sociais e a chamar a atenção por serem muito positivas. Segundo alguns críticos e usuários, o projeto é “aterrorizante”, “repulsivo” e “implacável”.
Veja alguns comentários abaixo:
If you’re a fan of Lee Cronin’s Evil Dead Rise, you’ll have fun with what he’s bringing to The Mummy. Bizarre choices here and there, but the spirit of a gross monster movie involving a little girl mummy pays off well. #LeeCroninsTheMummypic.twitter.com/4AQKLpwUPV
— Aaron Neuwirth (@aaronsps4.bsky.social) (@AaronsPS4) April 10, 2026
“Se você é fã de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, você vai se divertir com o que Lee Cronin está trazendo com ‘Maldição da Múmia’. Escolhas bizarras aqui e ali, mas o espírito de um clássico filme de monstros envolvendo uma garotinha-múmia funciona muito bem”.
I’ve seen THE MUMMY and I can confirm Brendan Fraser is not in the movie but other then that I actually enjoyed this movie it blend horror and comedy in the perfect way! A tad little long but enjoyable. 3rd act goes ballistic!! #LeeCroninsTheMummypic.twitter.com/WtoCKavGmP
“Eu assisti a ‘Maldição da Múmia’ e posso confirmar que Brendan Fraser não está no filme – mas, com exceção disso, eu realmente gostei do filme. Ele mistura terror e comédia da maneira certa. Um pouco longo demais, mas satisfatório”.
#LeeCroninsTheMummy is a nasty, gruesome, mean-spirited & disgusting little shit of a movie. In other words, it’s a ripper. Plays like if Cronin saw BRING HER BACK after binging THE OMEN, THE VANISHING, & BRAINDEAD and then said “bet.” Bit long in the tooth, but she bites. Hard. pic.twitter.com/v7Ti2pcm5S
“‘Maldição da Múmia’ é um filme repulsvo, horripilante, cruel e repugnante. Em outras palavras, é um arraso. Parece que Cronin assistiu a ‘Faça Ela Voltar’ depois de maratonar ‘A Profecia’, ‘O Silêncio do Lago’ e ‘Fome Animal’ e disse: ‘vamos lá’. Um pouco longo, mas ele morde. E forte”.
#LeeCroninsTheMummy is, without question, the most terrifying and disgusting Mummy movie you’ll ever see. Unrelenting in some ways that I can’t go into because spoilers, and it’s definitely not for everyone, but if you enjoyed Evil Dead Rise, chances are you’ll love this. pic.twitter.com/t6ACbeylZH
“‘Maldição da Múmia’ é, sem dúvida, o filme da múmia mais aterrorizante e repugnante que você já viu. Implacável em alguns aspectos que não posso detalhar para não dar spoilers, e definitivamente não é para todos, mas se você gostou de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, provavelmente vai adorar este”.
“‘Maldição da Múmia’ não poupa esforços. Não se contém. Um filme de terror assustador pra caramba. Assustador, de fazer gritar e de se contorcer. Natalie Grace é a MVP numa atuação inspirada em Linda Blair. Um banquete de closes com dioptrias divididas”.
A trama acompanha a jovem filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a dilacerada família fica chocada quando ela retorna para casa, e o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo.
Um dos projetos mais interessantes para quem ama o mundo dos esportes está disponível na Netflix: a série Untold. Com vários episódios já disponíveis, a produção percorre histórias polêmicas que envolvem escândalos, fatos chocantes e bastidores do universo esportivo. Para você que gosta de um bom documentário, seguem abaixo alguns episódios marcantes desta série:
No catálogo da Netflix, Untold: Crime e Infrações, mistura ação no gelo e máfia, mostrando um jovem que cria um time de hóquei na cidade onde mora, causando um verdadeiro alvoroço em todos os jogos dessa equipe.
Há alguns anos atrás, uma inesperada polêmica causou um verdadeiro rebuliço no mundo do xadrez. Um jovem – e polêmico – jogador norte-americano em ascensão é acusado de trapaça pelo maior enxadrista da história, após vencê-lo em um torneio de grande visibilidade. Sim, pessoal, isso aconteceu, e o documentário que acaba de chegar à Netflix, Untold: Chess Mates, joga uma luz sobre esse peculiar episódio.
Nesse episódio, conhecemos mais da história da grande promessa do futebol americano universitário Johnny Manziel que, após gerar muita expectativa, se tornou um dos maiores fracassos da liga.
Untold: A Queda de Brett Favre
Um dos mais famosos quarterbacks da história da NFL tem sua trajetória mostrada, ao lado de várias polêmicas e escândalos que mancharam pra sempre sua história.
Untold: Ladrão de Sinais
O futebol americano é um jogo de estratégia onde, muitas vezes, fora do campo, começa a verdadeira partida. Trazendo uma das maiores polêmicas da história desse esporte, acompanhamos o inacreditável episódio de roubos de sinais.
Uma das mais famosas brigas da história da NBA, envolvendo astros da época e torcedores, marcou para sempre esse esporte. Esse documentário, cheio de depoimentos marcantes, joga luz para esse fato.
Untold: Entre o Campo e o Crime
Entre o brilhantismo do sucesso no competitivo mundo do futebol americano universitário, até diversas polêmicas que acompanharam a trajetória da equipe de Florida Gators, vamos entendendo melhor alguns fatos que marcaram essa jornada.
Untold: O Assassinato de Steve Mcnair
Esse impactante documentário revela detalhes da vida de um dos mais conhecidos quarterbacks dos anos 1990/2000, Steve Mcnair, que foi assassinado em 2009.
Nesta quinta-feira, 9 de abril, o aguardado anúncio da seleção oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado em Paris, confirmou uma ausência significativa: não há filmes brasileiros na seleção oficial. Ainda assim, permanece a expectativa por possíveis participações nas seções paralelas, como a Quinzena dos Realizadores e a Semana da Crítica, cujas programações serão divulgadas nos próximos dias.
Em um ano marcado por transformações na indústria global e pela ampliação geográfica da curadoria, o Brasil aparece apenas de forma indireta, em uma coprodução envolvendo a produtora Tatiana Leite, da Bubble Project. O filme Elefantes na Névoa, dirigido pelo nepalês Abinash Bikram Shah e ambientado no Nepal, integra a mostra Un Certain Regard. Trata-se de uma coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega, portanto, um projeto multinacional que, apesar da participação brasileira, não apresenta traços culturais diretamente associados ao país.
A produtura Tatiana Leita representa o Brasil na coprodução nepalesa ‘Elefantes na Névoa’.
Enquanto a disputa principal reúne 21 títulos — sem nenhuma produção estadunidense, mas com nomes já esperados como Pedro Almodóvar e Asghar Farhadi (veja nossa lista de previsões) —, um dado preocupante volta à tona: entre os concorrentes à Palma de Ouro, apenas cinco filmes são dirigidos por mulheres, evidenciando que o festival ainda está distante de alcançar maior equidade de gênero.
Segundo Thierry Frémaux, delegado geral do festival, esse cenário reflete um momento de mudanças profundas na indústria americana, marcado por fusões e aquisições que impactaram o volume e o perfil das produções. Um dos nomes mais notáveis ausentes é Steven Spielberg, cujo novo filme, Dia D (Disclosure Day), ficou fora da seleção por decisão do estúdio, com estreia prevista para 11 de junho no Brasil.
Se, por um lado, Brasil e Estados Unidos ficaram de fora da competição, por outro, o festival amplia sua presença global com a entrada inédita de países como Nepal, República Centro-Africana e Costa Rica. Ao todo, foram cerca de 2.500 filmes inscritos, evidenciando o crescimento da produção mundial.
Fora da competição, há espaço para nomes conhecidos e novas experiências, como Diamond, a aposta do cubano-americano Andy Garciana direção, e Her Private Hell, do dinamarquês Nicolas Winding Refn, que retorna após um hiato de dez anos. Já nas seções paralelas, surgem representantes da América Latina, como El Deshielo, da chilena Manuela Martelli, e Siempre Soy Tu Animal Materno, da costa-riquenha Valentina Maurel.
O panorama geral revela um Cannes cada vez mais internacionalizado, atento a novas cinematografias, mas que ainda evidencia lacunas importantes — seja pela ausência brasileira na competição, seja pelo distanciamento momentâneo de Hollywood. Agora, resta acompanhar, entre os dias 12 e 23 de maio, como essa seleção se refletirá na recepção crítica e na disputa pela Palma de Ouro.