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‘MaXXXine’ sonha em ser uma estrela no trailer da aguardada sequência de ‘X – A Marca da Morte’; Assista!

A A24 finalmente divulgou o aguardado trailer de ‘MaXXXine‘, sequência direta de ‘X – A Marca da Morte‘.

Com estreia marcada para 05 de julho, o longa irá retomar a jornada de Maxine após os violentos eventos de ‘X: A Marca da Morte‘, enquanto a única sobrevivente continua sua busca pela fama, tentando se tornar atriz na década de 80, em Los Angeles.

Confira a prévia:

Mia Goth retorna como a personagem titular. O elenco ainda conta com Halsey, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Lily Collins, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Ti West (‘A Casa do Diabo’) retorna à direção.

Confira a primeira imagem oficial:

‘Superman’: David Corenswet comenta sobre as inspirações por trás do novo filme

Através do Twitter, páginas dedicadas a novidades da DC compartilharam fotos e vídeos em que David Corenswet surpreende um grupo de espectadores em uma sala de cinema enquanto promovia seu próximo filme, intitulado ‘The Greatest Hits’ (Os Maiores Sucessos – tradução livre).

Durante sua participação no evento, o astro foi questionado sobre o novo filme do Superman e revelou que a adaptação terá influência dos quadrinhos ‘Grandes Astros: SupermaneSuperman: As Quatro Estações‘.

Ainda assim, ele garantiu que é o longa aposta em uma história completamente original.

Confira:

“O próprio Superman, David Corenswet, surpreendendo os fãs em Atlanta. Ele estava apresentando seu novo filme, ‘The Greatest Hits‘, já em exibição agora em cinemas selecionados.”

David Corenswet: O filme traz vibrações de ‘Grandes Astros: Superman’ e ‘Superman: As Quatro Estações‘, mas a história é original. Depoimento feito recentemente em Atlanta, onde ele aparece gigante (já sabíamos) e com o mistério do seu penteado que continua a ser mantido.”

Lembrando que ‘The Greatest Hits é co-estrelado por Lucy Boynton (‘Bohemian Rhapsody’) e estreia em 12 de abril no Star+.

Dirigido por Ned Benson (‘Dois Lados do Amor’), o longa gira em torno da vida de Harriet (Boynton), uma jovem que faz uma descoberta extraordinária: certas músicas têm o poder de levá-la de volta no tempo. E isso não é uma mera metáfora para expressar que ela vive imersa em suas lembranças – a música tem o poder literal de transportá-la no tempo.

Essas melodias concedem a Harriet a oportunidade de reviver momentos compartilhados com seu ex-namorado (Corenswet). Embora inicialmente isso possa parecer reconfortante, a protagonista se vê diante de um dilema. Harriet começa a desenvolver sentimentos por um novo interesse amoroso (Justin H. Min) no presente, obrigando-a a confrontar a decisão de permanecer ancorada no passado ou seguir em frente com sua vida.

Confira o trailer, junto com o cartaz oficial:

O elenco estelar inclui Justin H. Min (‘The Umbrella Academy’), Austin Crute (‘They/Them – O Acampamento’), Andie Ju (‘Treta’), Evan Shafran (‘Barbie’) e Tom Yi (‘Missão Madrinha de Casamento’).

 

‘Those About to Die’: Série de drama épico com Anthony Hopkins ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

A Peacock divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Those About To Die‘, nova série de drama dirigida e produzida por Roland Emmerich (‘O Dia Depois de Amanhã’, e estrelado pelo duas vezes vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’).

Ambientada no mundo corrupto da competição de gladiadores, a série explora um lado da Roma antiga nunca visto antes – os bastidores do negócio sujo de entreter as massas, dando à multidão o que eles mais querem… sangue e esporte. A série apresenta um conjunto de personagens de todos os cantos do Império Romano, que colidem na conexão explosiva entre esportes, política e interesses pessoais de dinastias.

Com estreia marcada para 18 de julho, a 1ª temporada terá dez episódios.

Por enquanto, não há previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Iwan Rheon (‘Game of Thrones’), Sara Martins (‘Death in Paradise’), Tom Hughes (‘A Discovery of Witches’), Jojo Macari (‘Morbius’), Moe Hashim, Johannes Haukur Johannesson, Rupert Penry-Jones, Gabriella Pession, Dimitri Leonidas , Emilio Sakraya, David Wurawa, Pepe Barroso, Gonçalo Almeida, Eneko Sagardoy e Romana Maggiora Vergano.

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ deve encerrar bilheteria com US$ 600 milhões pelo mundo

Depois de superar as expectativas em seu fim de semana de estreia, ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ já faturou US$ 361 milhões pelo mundo em apenas duas semanas em exibição.

E, de acordo com o Comic Book, a sequência deve encerrar as exibições com cerca de US$ 600 milhões na bilheteria global.

Só no último fim de semana, o longa dirigido por Adam Wingard registrou mais de US$ 30 milhões nos cinemas norte-americanos, mais US$ 60 milhões do mercado internacional.

Especialistas apontam que o filme vai ultrapassar as previsões iniciais de US$ 400 milhões na terceira semana, considerando o ritmo atual.

No total, as apostas sugerem que o valor final seja de US$ 550-600 milhões pelo mundo, o que é uma quantia bem significante a partir de um orçamento avaliado em torno de US$ 130 milhões.

Vale lembrar que o filme anterior, ‘Godzilla vs Kong’, custou cerca de US$ 155 milhões e fechou o caixa com US$ 470,1 milhões.

Apesar ter dividido a opinião dos críticos – com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo filme parece ter agradado os espectadores, alcançando uma média sólida de 93% de aprovação.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

 

Que HORAS será lançado o trailer de ‘Coringa: Delírio a Dois’?

O primeiro trailer de ‘Coringa: Delírio a Dois‘ será exibido na CinemaCon em Las Vegas, evento que tem a cobertura completa do CinePOP in loco.

Muitas pessoas mandaram mensagem perguntando que horas o trailer será lançado.

O painel da Warner Bros. no evento acontece na terça-feira, dia 9, entre as 20h e 22h (horário de Brasília).

Sendo assim, o trailer deve chegar na internet entre as 21h e 22h do dia 9.

Fique ligado no CinePOP para assistir.

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Vale lembrar que é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

Como o novo filme apresenta Lady Gaga como Harley Quinn, as cenas mais impactantes devem se concentrar na sexualidade.

O longa será um musical maníaco com Joaquin Phoenix reprisando o papel do Coringa e Lady Gaga interpretando Arlequina. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Lembrando que Coringa: Folie à Deux estreia em 04 de outubro de 2024.

Confira as fotos, com a nova logo:

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Dia do Jornalista | 10 filmes sobre o tema para você conferir nos streamings

O jornalismo é uma das áreas mais importantes do conhecimento e é responsável por trazer a verdade do mundo para as pessoas – por mais que ela seja cruel. E seus profissionais, diversas, enfrentam custos muito altos para publicarem suas histórias, ganhando fama e inimigos, ao mesmo tempo, por ousarem quebrar as sólidas entidades que regem a hierarquia da sociedade.

Na mesma medida, há também jornalistas que se valem dos clickbaits, ou seja, de um sensacionalismo barato, cuja principal ideia é conseguir o máximo de engajamento possível a troco de narrativas mentirosas e que podem causar danos a muitas pessoas.

No dia de hoje, 07 de abril, comemora-se o Dia do Jornalista – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco, considerando que fazemos parte da profissão. Pensando nisso, montamos uma singela lista separando alguns dos melhores títulos sobre jornalismo que você precisa conferir.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

CIDADÃO KANE (1941)

Onde assistir: HBO Max

Considerado por inúmeros críticos e especialistas como a melhor produção já feita na história do cinema, Cidadão Kane, dirigido por Orson Welles, revolucionou a linguagem fílmica em praticamente todos os seus aspectos. A sátira biográfica examina a vida e o legado de Charles Foster Kane (Wlles), cuja personalidade é baseada em inúmeras pessoas reais – incluindo o magnata da mídia William Randolph Hearst, que é citado como o precursor da “imprensa marrom” (ou seja, da imprensa sensacionalista). A trama, alongada em diversos momentos da vida de Kane, reconstrói sua carreira e analisa uma palavra estranha que foi mencionada por ele no leito de morte: rosebud.

TODOS OS HOMENS DO PRESIDENTE (1976)

Onde assistir: HBO Max

Com direção de Alan J. Pakula, o múltiplo indicado ao Oscar Todos os Homens do Presidente funciona como um drama também biográfico sobre o escândalo Watergate, que colocou em xeque o governo do então presidente Richard Nixon. A trama é baseada no livro homônimo de Carl BernsteinBob Woodward, os dois jornalistas que investigaram o caso, e trouxe no elenco os lendários Robert RedfordDustin Hoffman – ambos aclamados por suas performances no longa-metragem.

OS GRITOS DO SILÊNCIO (1984)

Onde assistir: Looke

O filme relata a versão do jornalista americano Sidney Schanberg sobre a Guerra do Camboja e sua amizade com um intérprete local. Com a cobertura da tomada de Phnom Penh, ele ganha o Pulitzer e volta ao Oriente em busca do amigo.

O JORNAL (1994)

Onde assistir: Google Play Filmes

Elogiado pela crítica internacional pelo ritmo e pela condução de Ron Howard, O Jornal é centrado em Henry (Michael Keaton), que trabalha como editor em um jornal de pequeno porte em Nova York e, mesmo sendo apaixonado pelo seu trabalho, está cansado das longas horas de jornada diária e baixo salário. Para aumentar seu descontentamento, o jornal está com problemas financeiros e começa a cortar gastos. Quando ele recebe uma proposta para editar um jornal de grande expressão, onde ganharia mais dinheiro, trabalharia menos horas e teria mais respeito, ele fica tentado em aceitar. Mas uma história bombástica o confronta a tomar uma decisão.

O INFORMANTE (1999)

Onde assistir: YouTube

Al PacinoRussell CroweChristopher Plummer estrelam esse aclamado thriller biográfico dirigido por Michael Mann. A história é ambientada em 1994, quando um ex-executivo da indústria do tabaco deu entrevista bombástica ao programa jornalístico 60 Minutos, da rede americana CBS. Dizia que os manda-chuvas da empresa em que trabalhou não apenas sabiam da capacidade viciadora da nicotina, como também aplicavam aditivos químicos ao cigarro, para acenturar esta característica. Na hora H, porém, a emissora recuou e não transmitiu a entrevista, alegando que as consequências jurídicas poderiam ser fatais. Baseando-se nesta história real, O Informante narra a trajetória do ex-vice-presidente da Brown & Williamson, Jeffrey Wigand (Crowe) e do produtor Lowell Bergman (Pacino), que o convenceu a falar em público.

BOA NOITE E BOA SORTE (2005)

Onde assistir: Amazon Prime Video

Edward R. Morrow (David Strathairn) é um âncora de TV que, em plena era do macarthismo, luta para mostrar em seu jornal os dois lados da questão. Para tanto ele revela as táticas e mentiras usadas pelo senador Joseph McCarthy em sua caça aos supostos comunistas. O senador, por sua vez, prefere intimidar Morrow ao invés de usar o direito de resposta por ele oferecido em seu jornal, iniciando um grande confronto público que trará consequências à recém-implantada TV nos Estados Unidos.

FROST/NIXON (2008)

Onde assistir: Amazon Prime Video

Richard Nixon (Frank Langella) permaneceu em silêncio por três anos após renunciar à presidência dos Estados Unidos. Em 1977 ele concordou em dar uma entrevista, visando esclarecer pontos obscuros do período em que esteve no governo e usá-la para uma possível volta à política. O entrevistador do programa foi o jovem David Frost (Michael Sheen), o que fazia com que Nixon acreditasse que seria fácil dobrá-lo. Entretanto o que ocorreu foi uma grande batalha entre os dois, que resultou em um confronto assistido por 45 milhões de pessoas ao longo de quatro noites.

O ABUTRE (2014)

Onde assistir: HBO Max

Enfrentando dificuldades para conseguir um emprego formal, o jovem Louis Bloom (Jake Gyllenhaal) decide entrar no agitado submundo do jornalismo criminal independente de Los Angeles. A fórmula é correr atrás de crimes e acidentes chocantes, registrar tudo e vender a história para veículos interessados.

SPOTLIGHT – SEGREDOS REVELADOS (2015)

Onde assistir: Apple TV+

O vencedor do Oscar de Melhor Filme não poderia ficar fora da nossa lista, ainda mais considerando seu já mencionado aniversário. Dirigido por Tom McCarthy e estrelado por nomes como Rachel McAdamsMark RuffaloMichael KeatonStanley TucciLiev Schreiber, a história é baseda em fatos reais e gira em torno de um grupo de jornalistas do The Boston Globe intitulado Spotlight que investiga os casos de abuso sexual e pedofilia cometidos por padres locais, travando uma guerra contra a própria Igreja Católica.

THE POST – GUERRA SECRETA (2017)

Onde assistir: Globoplay

No aclamado filme dirigido por Steven Spielberg, Meryl Streep vive a dona do The Washington Post, um jornal local que está prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores de forma a se capitalizar e, consequentemente, ganhar fôlego financeiro. Ben Bradlee (Tom Hanks) é o editor-chefe do jornal, ávido por alguma grande notícia que possa fazer com que o jornal suba de patamar no sempre acirrado mercado jornalístico. Quando o New York Times inicia uma série de matérias denunciando que vários governos norte-americanos mentiram acerca da atuação do país na Guerra do Vietnã, com base em documentos sigilosos do Pentágono, o presidente Richard Nixon decide processar o jornal com base na Lei de Espionagem, de forma que nada mais seja divulgado. A proibição é concedida por um juiz, o que faz com que os documentos cheguem às mãos de Bradlee e sua equipe, que precisa agora convencer Kat e os demais responsáveis pelo The Post sobre a importância da publicação de forma a defender a liberdade de imprensa.

10 Estrelas Jovens que Fizeram Muito Sucesso em Comédias Adolescentes Há 20 Anos no Cinema!

A comédia é um gênero universalmente adorado. Afinal, quem não gosta de dar boas risadas e se divertir? No Brasil, é um dos gêneros mais populares, o que explica o enorme sucesso conquistado por ‘Minha Irmã e Eu’, filme com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck – que levou 3 milhões de brasileiros aos cinemas.

Dentro do gênero da comédia, existe o subgênero das comédias juvenis ou adolescentes. São os filmes de humor mirados a um público mais jovem, que pode facilmente se identificar com as questões apresentadas na trama. Ou até mesmo quem for mais velho, e lembrar que passava pelos mesmos dilemas nessa idade.

As comédias adolescentes ainda fazem enorme sucesso, e todos nós temos carinho por elas, mesmo que seja as da nossa época. Pensando nisso, aqui iremos lembrar e falar diretamente com geração que cresceu nos anos 2000, e certamente lembra de todos os filmes do gênero daquela época. Voltaremos 20 anos no tempo para lembrar não apenas das comédias adolescentes da época, como também as jovens estrelas que as protagonizam e estavam no topo do mundo no período. Confira abaixo.

Lindsay Lohan

A ruivinha Lindsay Lohan era considerada a jovem atriz mais promissora de sua geração e fez enorme sucesso em meados dos anos 2000. Assim como Britney Spears, no entanto, a pressão da fama falou mais alto e Lohan terminou saindo dos trilhos, se rendendo ao vício em entorpecentes, o que afetou demais sua carreira. Hoje, a jovem ainda luta por uma segunda chance de brilhar novamente.

Voltando 20 anos no passado, Lohan estava no topo do mundo, e além da carreira de atriz, também lançava uma segunda carreira como cantora (que não vingou muito). Assim, ela, então com 18 aninhos, parecia estar em todo lugar. No cinema, estrelava seu maior sucesso com ‘Meninas Malvadas’. E ainda voltava para um segundo round em outro filme: ‘Confissões de uma Adolescente em Crise’, da Disney.

Na TV, participava de episódios de ‘That 70s Show’ e da animada ‘O Rei do Pedaço’. Lohan ainda lançaria os videoclipes das músicas ‘Drama Queen (That Girl)’, ‘Rumors’, ‘Over’ e ‘I Decide’.

Rachel McAdams

Hoje, uma atriz estabelecida na fase adulta, indicada ao Oscar (coadjuvante por ‘Spotlight’), Rachel McAdams foi outra que começou fazendo comédias adolescentes nos anos 2000. Seu primeiro papel de destaque nas telonas foi trocando de corpo com Rob Schneider em ‘Garota Veneno’ em 2002. Dois anos depois, ficaria eternizada como a rival de Lindsay Lohan em ‘Meninas Malvadas’, aos 26 anos (mas se passando por adolescente colegial).

Além de ‘Meninas Malvadas’, McAdams ainda estrelaria outro filme muito adorado de 20 anos atrás: o romântico ‘Diário de uma Paixão’, igualmente ainda muito lembrado em sua carreira, no qual fez par com Ryan Gosling.

Anne Hathaway

Ao contrário de algumas colegas acima, Anne Hathaway segue firme e forte na luta, e se tornou uma das maiores estrelas de Hollywood. Tudo bem que tem amargurado um fracasso atrás do outro atualmente, mas ela tem sua estatueta do Oscar em casa (por ‘Os Miseráveis’) – além de outra indicação -, e já foi até a Mulher-Gato no elogiado ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

Há 20 anos, Anne Hathaway tinha apenas 22 aninhos, quando estrelou dois longas nas telonas. O primeiro foi a continuação de um sucesso, ‘O Diário da Princesa 2’, da Disney, no qual continua as desventuras de uma adolescente normal que se descobre princesa. O segundo foi a fantasia juvenil ‘Uma Garota Encantada’, da Miramax, onde interpretou uma adolescente sendo enfeitiçada a obedecer por sua fada madrinha.

Hilary Duff

Assim como Lindsay Lohan, a loirinha Hilary Duff era cria da Disney e ganhava às telas como musa adolescente daquela década. E também visava ser uma ameaça dupla, lançando carreira como cantora igualmente. Por isso estreava há 20 anos nada menos que quatro videoclipes, das canções: ‘Our Lips are Sealed’, ‘The Siamese Cat Song’, ‘Fly’ e ‘Come Clean’.

No cinema, naquele ano seu filme mais famoso foi ‘A Nova Cinderela’, uma reimaginação moderna do clássico conto atemporal. Mas ela estrelou também ‘Na Trilha da Fama’, sobre uma menina do interior indo estudar numa escola de artes. No mesmo ano chegava ao fim sua série adolescente ‘Lizzy Maguire’. Nessa época, Duff tinha apenas 17 aninhos.

Scarlett Johansson

Scarlett Johansson todos conhecem bem, o que significa que sua carreira deu certo e decolou. Apesar de ser uma das maiores estrelas de Hollywood, a jovem só viria a receber uma indicação ao Oscar 2020. Mas logo de cara foram duas de uma vez, com juros e correção. Sua revelação foi em ‘Encontros e Desencontros’ de Sofia Coppola. E no ano seguinte, aos 20 aninhos, entregava nada menos que cinco filmes no cinema.

Em ‘Nota Máxima’, da MTV filmes, se juntava a Chris Evans para roubar provas do vestibular. No filme ‘Em Boa Companhia’ se engraçava para Topher Grace, o chefe de seu pai Dennis Quaid. Em ‘Uma Canção de Amor para Bobby Long’ desenvolvia amizade com John Travolta. Com ‘Falsária’ viveu uma jovem esposa sofrendo com a infidelidade do marido, que tem um caso com Helen Hunt. E por fim, dublou Mindy no primeiro filme de ‘Bob Esponja’.

Mandy Moore

Sucesso na série ‘This is Us’ como Rebecca Pearson , muitos ainda podem lembrar de Mandy Moore no romântico ‘Um Amor para Recordar’, de 2002. Dois anos depois, aos 20 aninhos, a atriz e cantora estrelava duas produções, que não teriam o mesmo impacto nos fãs. primeiro, interpretou a filha do presidente americano atrás de liberdade e de uma vida normal em ‘Curtindo a Liberdade’, da Warner. E depois em ‘Galera do Mal’, vive uma jovem cristã que fica grávida e termina excluída por seus próprios amigos, interpretados por Macaulay Culkin, Jenna Malone, Patrick Fugit e Eva Amurri.

Kate Bosworth

Você lembra que a loirinha Kate Bosworth já interpretou Lois Lane no cinema em 2006? Sim, muitos não lembram, mas foi no filme ‘Superman – O Retorno’. Dois anos antes, aos 21 aninhos, Bosworth estrelava um filme juvenil que talvez seja mais famoso, graças às inúmeras reprises na Sessão da Tarde. Falamos de ‘Um Encontro com Seu Ídolo’, no qual ela vive uma caixa de supermercado apaixonada por um astro de cinema, vivido por Josh Duhamel. Há 20 anos, o destino de Bosworth era se apaixonar por famosos, pois ela retornaria em ‘Uma Vida Sem Limites’, no qual era fascinada pelo cantor vivido pelo cancelado Kevin Spacey. Dois anos depois ele seria Lex Luthor no mesmo filme de Bosworth.

Kirsten Dunst

Por falar em super-heróis, quem dava as caras há 20 anos era o escalador de paredes Homem-Aranha. O herói estrelava sua primeira continuação em ‘Homem-Aranha 2’, de Sam Raimi, e Kirsten Dunst estava lá novamente a tiracolo. A atriz indicada ao Oscar, que começou bem jovenzinha em ‘Entrevista com o Vampiro’, ainda entregaria outro filme no mesmo ano. Aos 22 aninhos, ela viveu uma tenista em ‘Wimbledon – O Jogo do Amor’, que parece ser uma versão domada do vindouro ‘Rivais’, com Zendaya. Ah sim, e Dunst fez par com Paul Bettany.

Katie Holmes

Katie Holmes ganhou os holofotes ainda na década de 90. O divisor de águas para a moça foi o seriado ‘Dawson’s Creek’, ainda objeto de culto. Holmes roubou a cena como Joey e permaneceu no ar pelas seis temporadas. A atriz tinha apenas 20 aninhos quando começou no programa. Na época aproveitou essa fama para estrelar filmes como ‘Comportamento Suspeito’, ‘Vamos Nessa!’ e ‘Tentação Fatal’.

Seu sucesso continuaria pelos anos 2000. Há 20 anos, um ano antes de estrelar o sucesso ‘Batman Begins’, de Christopher Nolan, Katie Holmes era a filha do presidente americano em busca de liberdade. Calma, vê não está lendo de novo a mesma coisa. Acontece que em 2004 tivemos os chamados filmes gêmeos, dois longas de temática parecida. Assim, ambas Mandy Moore e Katie Holmes era as “Primeiras-Filhas”. O filme de Holmes tinha produção da 20th Century Fox.

Brittany Murphy

Finalizando a matéria, temos um item extremamente melancólico. Acontece que chega à lista a saudosa Brittany Murphy, conhecida por seus papeis em ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ e ‘Sin City’. Murphy faleceu cedo demais, aos 32 anos, em 2009, devido ao mofo de sua casa, o que resultou em uma pneumonia, uma inflamação nos pulmões. No início dos anos 2000, ela havia chamado atenção em ‘8 Mile – Rua das Ilusões’, ‘Recém-Casados’ e ‘Grande Menina, Pequena Mulher’. Há 20 anos, ela estrelava o filme ‘A Agenda Secreta do Meu Namorado’, que reprisou muito em programas noturnos da TV aberta. No filme, como diz o título, uma mulher bisbilhota a agenda do namorado e fica enciumada ao descobrir os nomes de suas ex-namoradas ainda figurando.

10 Filmes Lançados Recentemente que você nem LEMBRAVA que existiam…

Muito se fala sobre a magia do cinema. E ela pode ter diversos significados para cada pessoa. Um dos aspectos mais interessantes, no entanto, é o poder de certos filmes em se tornarem lendas de nossos tempos, resistindo muito ao passar dos anos, apresentados de geração para geração, sendo abraçados por grande parte do público. Veja por exemplo o caso de ícones como Cantando na Chuva, Casablanca e O Mágico de Oz. Ou no caso de produções um pouco mais recentes, que tal alguns dos primeiros blockbusters de todos os tempos, Tubarão, Star Wars e De Volta para o Futuro. Esses fenômenos de aceitação continuam acontecendo, é só olhar para os filmes de Christopher Nolan e Quentin Tarantino.

Mas para tudo existe uma contraparte, e se certos filmes conseguem ganhar uma fama absurda, chegando até mesmo aos não adeptos do cinema e fazendo parte da cultura pop, mesmo para os que não assistiram ao filme, existe também o caso oposto. Filmes que apesar do imenso talento envolvido, seja um diretor renomado ou alguns dos maiores atores da atualidade, terminam passando tão em branco que se tornam obscuros até mesmo para cinéfilos mais experientes. É deste segundo caso, que não deixa de ser um fenômeno igual, que iremos adereçar aqui nessa nova matéria. Confira abaixo dez filmes recentes que você nem sabia que tinha sido lançados.

Bruxa de Blair

Em Hollywood é quase impossível um filme fazer tremendo sucesso e se tornar febre sem que os produtores almejem fazer dele uma franquia e continuar sua história. Mesmo que o filme em questão não peça uma sequência. Ainda mais quando tal produção faz parte de um gênero específico e mais comercial, como digamos, o terror. Tente fazer esse exercício e pensar em um filme de terror de muito sucesso que não tenha gerado uma continuação. Com o fenômeno A Bruxa de Blair (1999), pioneiro no subgênero do found footage moderno ocorreu justamente isso. Poderia ter parado no filme original, mas logo no ano seguinte os produtores tratam de lançar a atrocidade conhecida como A Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras (2000), que nem de longe lembrava o original. Esse entrou para a história como um dos piores de todos os tempos. Porém, mais insignificante ainda foi a tentativa de um reboot há exatos seis anos, que muitos sequer ouviram falar e que tentou reviver sem sucesso o estilo found footage. A desgraça foi tanta que hoje o filme tem até mesmo outro título: A Maldição de Blackhills – Bruxa de Blair 3.

Sem Retorno

O nome do astro Ryan Reynolds é um dos mais quentes na atualidade para superproduções de ação. Apenas em anos recentes, o ator protagonizou projetos como Esquadrão 6, Alerta Vermelho, Free Guy, O Projeto Adam e Dupla Explosiva (e sua sequência). É indiscutível que sua sorte mudou mesmo quando conseguiu se redimir, através de seu próprio esforço, ao tirar do papel o filme Deadpool como deveria – que igualmente já rendeu uma continuação e uma terceira parte está sendo produzida agora no MCU. Antes desse divisor de águas, porém, Reynolds protagonizou esse thriller de ação e ficção científica do diretor Tarsem Singh, sobre um milionário moribundo que através de um experimento revolucionário transfere sua consciência para um corpo mais jovem e saudável – o de Reynolds. Você conhecia?

Lugares Escuros

A esta altura ninguém tem qualquer dúvida sobre o starpower de Charlize Theron, uma das estrelas mais poderosas de Hollywood. Produtora, vencedora do Oscar, badalada em filmes prestigiados e grandes blockbusters, tudo o que falta mesmo para ela é assumir a direção de um longa. Nos últimos tempos, Charlize parece estar em todos os lugares ao mesmo tempo: seja dublando duas vezes Morticia nas animações da Família Addams, seja em participações na Marvel (em Doutor Estranho 2) e na série de sucesso The Boys, ou seja em filmes da franquia Velozes e Furiosos (na qual atualmente grava sua terceira participação). Em breve lançará também as sequências de Old Guard e Atômica. Mas olhando para um passado recente, de menos de dez anos atrás, a união com a autora Gillian Flynn (Garota Exemplar) parecia ser a certeza de um suspense único e memorável. Não foi bem assim. Afinal, você já tinha ouvido falar de Lugares Escuros?

Lila & Eve – Unidas Pela Vingança

A rainha Viola Davis está arrebentando atualmente em cartaz no sucesso A Mulher Rei – que já desperta falatório de possíveis prêmios, em especial para a atuação da protagonista e pode vir a render uma nova indicação ao Oscar para a estrela. Imagina se algum filme pudesse juntar o talento de Davis com o da musa Jennifer Lopez, realizando um dueto único nas telas? Bem, nem precisa imaginar mais, porque esse encontro de fato ocorreu e muitos sequer tomaram conhecimento. Foi há sete anos, neste thriller que é uma espécie de Desejo de Matar (1974) com uma dupla feminina.

Renascida do Inferno

Outra atriz que esteve no auge de sua popularidade atualmente, seja por ter assinado a direção do thriller de prestígio Não se Preocupe, Querida – ou toda a controvérsia ao redor dos bastidores do filme -, Olivia Wilde já está nessa estrada artística há muitos anos. Hoje, o nome da jovem atriz e cineasta é bastante badalado, mas também há sete anos ela lançava um projeto de terror de alto conceito que passou batido pela maioria. Wilde estrelava como uma cientista de uma equipe que inadvertidamente abre um portal para o inferno e termina possuída.

Regressão

Continuamos pelos thrillers gélidos que contém em seu elenco alguns dos rostos mais famosos de Hollywood. Aqui, o tópico da vez é a jovem estrela Emma Watson, a eterna Hermione da franquia Harry Potter. A atriz fez sua estreia nas telas no primeiro filme da série, selecionada a dedo para o papel feminino protagonista ainda menininha. Desde então, tentava pelas beiradas se estabelecer em outros papeis, afinal Harry Potter não duraria para sempre. Assim, logo após o fim da saga, Watson tratou de emplacar em sucessos como: As Vantagens de Ser Invisível, Bling Ring – A Gangue de Hollywood, Noé, o recente Adoráveis Mulheres e, principalmente, no blockbuster A Bela e a Fera. Mas a tentativa da atriz em um suspense meio terror não seria, digamos, muito feliz. Isso porque poucos ficaram sabendo do lançamento de Regressão, escrito e dirigido pelo chileno Alejandro Amenábar – de Preso na Escuridão e Os Outros -, o qual atuou ao lado de Ethan Hawke.

O Bom Dinossauro

A Disney hoje é um estúdio colosso, que engloba propriedades bilionárias como por exemplo a Marvel, a LucasFilm (franquias como Star Wars e Indiana Jones, por exemplo), além de todo o acervo da extinta 20th Century Fox. Antes disso tudo, o estúdio era conhecido por suas animações, verdadeiros marcos da sétima arte, que sempre se tornavam ícones culturais, desde que Branca de Neve e os Sete Anões foi lançado lá em 1937. Ou seja, não é comum que a Disney lance um filme em animação que passe tão em branco que não caia no conhecimento geral. É raro, mas acontece. Foi justamente o caso com este O Bom Dinossauro, provavelmente um dos filmes mais esquecidos e obscuros da parceria Disney / Pixar.

Evereste

Um filme baseado em eventos reais trágicos, de uma magnitude digna de uma superprodução, bancada por um grande estúdio (a Universal Pictures) e um dos elencos mais renomados da década passada, era para ter sido um dos longas mais badalados e famosos dos últimos anos, um verdadeiro rolo compressor. Mas o desastre de uma equipe de escaladores no topo do Evereste ocorrido em 1996, dirigido pelo mesmo cineasta islandês de Vidas à Deriva e o recente A Fera (atualmente em cartaz), resultou num blockbuster de mais de US$55 milhões de orçamento mais rapidamente esquecido dos últimos tempos. Nem mesmo os talentos de gente como Jake Gyllenhaal, Josh Brolin, Keira Knightley, Sam Worthington, Jason Clarke, Robin Wright, Vanessa Kirby e Emily Watson foi o suficiente.

Jem e as Hologramas

Quando pensamos em desenhos animados que marcaram toda uma geração da década de 1980, os que vêm logo à mente são He-Man, Caverna do Dragão, Thundercats e As Tartarugas Ninja. Para as meninas, além de She-Ra, em um aspecto menos conhecido existia Jem e as Hologramas. Criado por Christy Marx, o desenho falava sobre um grupo de amigas colegiais que secretamente faziam sucesso numa banda de pop rock fenômeno sem que ninguém as reconhecesse. Era o princípio das identidades secretas dos super-heróis, aqui aplicada ao mundo do entretenimento. O desenho se tornou cult e fez certo sucesso, durante 1985 até 1988. Mas trinta anos depois, quando quase ninguém lembrava mais dele, foi quando decidiram fazer sua versão para o cinema de carne e osso. Resultado: você soube?

A Origem do Dragão

Esse talvez seja desconhecido até mesmo para os maiores fãs do lendário lutador e ator Bruce Lee. Quando pensamos em Lee lembramos logo de seus maiores trabalhos no cinema, em especial Operação Dragão (1973). E quando falamos na biografia do astro no cinema, a que se destaca ainda hoje é Dragão – A História de Bruce Lee, lançada exatos vinte anos depois de seu citado grande trabalho. Essa permanece como a biografia definitiva de Lee nas telas, mas o que muitos podem não saber é que um novo projeto do tipo, contando parte de sua trajetória nos anos 1960, e usando a estética semelhante a dos filmes do ator, foi lançado. Em especial, o longa, que completa seis anos em 2022, narra o duelo lendário e controverso entre um jovem Bruce Lee e o mestre do kung fu Wong Jack Man. Você já tinha ouvido falar?

 

Fãs de ‘The Last of Us’ PRECISAM assistir essa série pós-apocalíptica disponível na Max; Confira!

A 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ ainda deve demorar um bom tempo para chegar às telinhas, mas, enquanto isso, os assinantes da Max que gostam de eventos pós-apocalípticos podem apostar em ‘Station Eleven‘.

Estrelada por Mackenzie Davis (‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’), a trama gira em torno de uma pandemia de gripe que devasta o mundo inteiro dentro de apenas algumas semanas…

Em pouco tempo, 99% da população mundial é dizimada e a humanidade tem que se reconstruir após o ocorrido. ‘Station Eleven gira em torno de antes, durante e depois da pandemia, acompanhando personagens através das mudanças sísmicas em suas vidas.

Com apenas uma temporada disponível, a atração é baseada no premiado romance homônimo escrito por Emily St. John Mandel em 2014, sendo vencedor do Prêmio Arthur C. Clarke, dedicado aos melhores romances de ficção científica no Reino Unido.

Dirigida por Hiro Murai (‘Atlanta’) a partir dos roteiros de Patrick Somerville (‘Maniac’), a primeira temporada conta com 10 episódios.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A narrativa pós-apocalíptica que se estende em múltiplas linhas do tempo. A minissérie conta a história de sobreviventes de uma gripe mortal, à medida que tentam reconstruir e reimaginar um novo mundo conforme se atêm ao melhor do que foi perdido.

O elenco também conta com Hamish Patel (Jeevan), David Wilmot (Clark), Nabhaan Rizwan (Frank), Philippine Velge (Alexandra), Daniel Zovatto (O Profeta), Lori Petty (A Condutora), Gael García Bernal (Arthur), Caitlin FitzGerald (Elizabeth) e Danielle Deadwyler (Miranda).

‘O Véu’: Série de SUSPENSE com Elisabeth Moss ganha mais um teaser INÉDITO; Confira!

O Véu‘ (The Veil), nova série de suspense estrelada por Elisabeth Moss (‘O Homem Invisível’), ganhou mais um teaser inédito.

A produção chega ao Star+ no próximo dia 30 de abril, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Descrita como um “thriller sufocante”, a trama vai girar em torno da perigosa relação entre duas mulheres que jogam um jogo mortal de verdade e mentiras no caminho de Istanbul para Paris e Londres. Uma das mulheres tem um segredo, e a missão da outra é revelá-lo antes que milhares de vidas sejam perdidas.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Steven Knight, da aclamada ‘Peaky Blinders‘, é responsável pelo projeto, além de servir como produtor executivo ao lado de Moss.

O elenco ainda conta com Josh Charles, Dali Benssalah, Yumna Marwan e Haluk Bilginer.

“Estou animado em poder contar essa história, que é internacional e muito contemporânea,” declarou Knight em comunicado oficial. “Nós reunimos alguns dos maiores talentos da indústria. Trabalhar com a Denise Di Novi é sempre um prazer e eu sempre quis trabalhar com a Elizabeth Moss. E, claro, eu e a FX somos velhos amigos. Acredito que esse será um evento histórico na televisão.”

Bradley Cooper quase DEIXOU o elenco de filme com Ryan Gosling após mudanças

Em entrevista ao Indiewire, o diretor e roteirista Derek Cianfrance revelou que o ator Bradley Cooper (‘Nasce Uma Estrela’) quase abandonou o elenco do filme ‘O Lugar Onde Tudo Termina‘ (The Place Beyond the Pines).

O cineasta teve que convencê-lo a retornar para o projeto após o astro não gostar das mudanças feitas no roteiro.

“Eu entreguei o roteiro ao [roteirista] Darius Marder e ele tinha muitas observações. Eu concordei com seus pontos. Então nós reescrevemos tudo. Eu lembro de ter entregado uma cópia do novo roteiro ao Bradley Cooper e receber uma mensagem de voz dele, dizendo: ‘Cara, só quero avisar que eu li o novo roteiro e estou fora’. Ele disse que aquele não era o filme que ele tinha concordado em participar.”

Ele completa, “Eu fui para Montreal e tive uma longa conversa com ele, e eu só o convenci a participar do projeto nos cinco minutos finais. Acredito que ele estava cansado, queria ir dormir.”

Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, a produção arrecadou US$ 47.1 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 15 milhões.

A trama segue Luke (Ryan Gosling), um motociclista misterioso que pilota dentro de globos da morte para um circo itinerante. Quando descobre que sua ex-namorada, Romina (Eva Mendes), teve um filho seu, ele tenta se reaproximar dela. Sua intenção é mostrar-se um pai capaz de sustentar o filho e, para isso, Luke decide participar de uma série de roubos a bancos. O problema é que Luke não consegue reprimir seu lado violento, o que lhe traz problemas não apenas com Romina mas também com Robin (Ben Mendelsohn), seu parceiro de assaltos. Apesar dos vários problemas inesperados que surgem, ainda assim Luke resolve realizar sozinho um assalto a banco. Perseguido pela polícia, ele vira alvo de Avery Cross (Bradley Cooper), um policial que cumpria sua rotina fazendo a ronda diária.

‘O Exorcista: O Devoto’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

‘O Exorcista: O Devoto‘, sequência direta do clássico dos anos 1970, estreia esta semana Prime Video Brasil.

O longa-metragem, que estava disponível apenas para aluguel, será lançado a todos os assinantes da plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira, 12 de abril.

Infelizmente, o longa registrou apenas US$ 133 milhões nas bilheterias mundiais, uma quantia bem distante do filme original, que acumulou US$ 441,3 milhões a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões.

Apesar da sequência ter um orçamento relativamente baixo de US$ 30 milhões, a Universal Pictures ainda pode levar prejuízo, já que desembolsou US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia – e o seu retorno financeiro dependerá o desempenho das futuras sequências.

Além disso, o terror recebeu uma nota C dos espectadores no CinemaScore – que é uma avaliação preocupantemente baixa até mesmo para o gênero.

Confira nossa crítica:

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

Sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história estreia na Netflix

A sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história acabou de estrear na Netflix.

No terceiro capítulo da saga John Wick, o universo da franquia se expande e prova que é possível ir além dos tiros e de uma bela estética.

Desde o primeiro capítulo da saga, a palavra “noir” se destaca, como uma explicação, e justificativa, para a trama do assassino aposentado que “volta ao jogo“ por um motivo, aparentemente, esdrúxulo: recuperar um carro e vingar a morte de seu cachorro. E ai de quem mexer com o cachorro de John Wick! Ao contrário de João da Neves, ele cuida de seu parceiro com uma dedicação e fidelidade, perdão o trocadilho, canina. Na eterna vingança, nunca saciada, de Charles Bronson e o, quase, inumano poderio bélico e resistência de Chuck Norris, Wick encontra paralelos para se firmar como o anti-herói (nunca gostei do termo, mas aqui, não cabe outro) que precisamos.

Pensando na estética, ele tem muito do chamado Neo-Noir: as cores escuras e profundas, os contrastes de azul e rosa ou, em contraste de sombras duras em brilhantes recortes, que deixam bem claras e definidas a luz e a escuridão. Sem esquecer o clima, sempre chuvoso da grande metrópole, intercalando excêntricos cenários que evocam o perigo – e a sujeira – da marginalidade, tanto quanto um universo secreto escondidos atrás das paredes mais insuspeitas… como a de um hotel de luxo no centro da cidade. Tem tiro, tem briga, tem mistério, tem pactos de sangue, tem juramentos (mais de um, uma verdadeira farra da troca de favores), elementos suficientes para ganhar a “pecha”, mas ainda sim, pouco define esse universo.

O novo capitulo, já em seu título, deixa clara as pretensões de ser maior e mais barulhento. Derivado, diretamente, do provérbio em latim “Si vis pacem, para bellum” ou “se quer paz, prepare-se pra guerra” em tradução livre.“Parabellum” define o papel de John, e o destino que ele vem desenhando desde o primeiro filme, para si: a disposição de, mesmo sozinho, mover uma batalha contra tudo e contra todos para viver a memória de seu grande amor. Soa piegas, eu sei, mas é bem Noir. Isso define bem as motivações que levam John pelo caminho que segue. Ele vive, e segue querendo viver pela memória de Helen, a mulher que perdeu.

Se a perda da cadela Daisy foi o estopim para sua vingança desmedida na primeira parte, os capítulos seguintes, foram uma sequência de provações para que ele permanecesse inteiro, e assim, a lembrança de Helen. “Parabellum” começa pouco depois do fim do segundo capítulo – na verdade, quase imediatamente – característica, inclusive, que faz todo o sentido, uma vez que esse filme parece ser uma continuação direta de eventos do anterior e assim por diante, como s capítulos de um livro. A trama aqui resgata personagens, fatos e eventos que foram importantes, direta e indiretamente, para os acontecimentos dessa narrativa. Esta é outra caraterística própria da saga de John Wick, não ser uma história fechada. E ainda deixa uma bela abertura para um futuro capitulo 4. No fim do capítulo 2, John era “excumunicado”, tendo sua cabeça colocada a prêmio para quem estiver disposto a se arriscar pela grana. E aqui, entendemos o significado disso.

A primeira metade do filme temos John numa corrida enlouquecida para sobreviver as hordas de assassinos que tentam a sorte numa luta contra a lenda. Ele vaga por Nova Iorque tentando juntar peças para conseguir uma saída e, a cada grupo de matadores que surge, nos vemos em uma série de planos sequências que misturam artes marciais, tiros, piruetas e lances que beiram o cômico, de tão insanos. A estética de videogame reina. John Wick consegue emular melhor os videogames na tela do cinema, que o cinema consegue emular os videogames na tela grande. E é aqui que reside uma das grandes vantagens, como também, um dos grandes defeitos desse filme. É muito divertido ver John navegando de um espaço para outro, como em fases de um jogo de ação, usando diferentes armas, técnicas e artifícios locais de acordo com o cenário em que se encontra.

A Nova Iorque, plural e cosmopolita, permite isso. Não é estranho sair de uma louca briga de facas numa loja de armas antigas e, em minutos, se lançar numa disputa de tiros em um estábulo. A brincadeira segue com John correndo para cenários ainda mais exóticos que cavam seu passado e nos mostram um personagem com cores ainda mais ricas, e uma nova miríade de personagens vão surgindo nessas novas camadas. Temos Halle Berry que entra como uma versão feminina de John (o que poderia render, nas mãos de uma Hollywood sedenta por spin offs, uma série só dela) com direito a seu próprio amor incondicional pelos amigos de quatro patas (ao melhor estilo John, disposta a começar uma guerra pelos cães dela). Ela entra com uma série de questões passadas com John que quase não chegam a ser exploradas nesse filme. Não soa tanto como uma falha, mas mais como um convite a “vamos ver mais dela no futuro”. Não duvido nem um pouco.

Outra adição interessante é de Anjelica Huston, mais um personagem que entra e sai da trama para ajudar Wick quando ninguém mais pode (afinal, ele quebrou as regras, ninguém pode ajudar John e correr o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas). John tem meios que podem soar com uma sucessão de “Deus Ex machina” pela forma abrupta com que surgem, e se emendam, no momento em que John precisa, mas acabam se aninhando dentro da trama e abrindo possibilidades. É difícil explorar a trama de alguém que DEVE ter um passado riquíssimo, lendário (e muitas cenas com pretensão cômica deixam isso claro, com movimentos de cortesia e frases soltas de admiração, de um assassino ou outro, por John, quase como fãs de um clubinho) e certas coisas não surgem de forma bem “conveniente”.

O importante é que John apanha. E muito. ele sangra, várias vezes, nos mesmos lugares. facas e tiros não são como raios, e pelo tanto que ele lutou, não é difícil ele já ter levado uma facada, ou tiro num lugar que já tinha um buraco ou um ferimento ainda cicatrizando. Neste capítulo, mergulhamos um pouco no passado de John, tanto pessoal como profissional, assim como nos embrenhamos um bocado nos meandros da Alta Cúpula, uma estrutura que se mostra muito mais burocrática, recheada de regras e leis internas que uma organização criminosa qualquer. Algumas conversas – das raras que o filme permite – deixariam George Lucas, e suas pretensões de discussão política na primeira trilogia de Star Wars, com inveja. A figura da Juíza (Asia Kate Dillon), a estrutura administrativa vintage, quase steampunk, do centro de informações (que parece, novamente, arrancado de algum jogo de videogame), a reverência das conversas, acordos, debates, todos pautados em honra e regras cria o contraste da violência a que seus agentes são submetidos.

Winston quase não se movimenta em quanto as balas voam, apenas alguns metros da sala onde está. Aproveitando, Ian McShane quase não se esforça na construção de seu chefão magnânimo, com um olhar que evoca desdém, mas também uma certeza cruel que só um demônio, ou um “Deus” pode expressar. Ele nasceu para esse tipo de papel. John pode chegar sujo, sangrando, quebrado, depois de ter matado uns 50 soldados, e ainda sim, conversa com a calma e civilidade de um negociador de papéis da bolsa sobre os termos de uma trégua. Toda a trama é permeada desses contrastes que funcionam como respiros dentro de uma sequência quase ininterrupta de pancadaria. E aqui, chego em um dos problemas mais visíveis pra mim. Ação e pancadaria, por si só, não são um problema, ainda mais quando tão bem coreografadas, registradas, em cenas belamente construídas.

O ritmo de videogame, com sequência de briga, abertura de conversa, e nova sequência de briga (sempre procurando variar o cenário, o modo, as armas e a dificuldade e, vez ou outra, apresentando um “chefão” de fase – temos fase com motos, com balé, com cavalos, num mercadinho, hotel, etc) é contínuo e funciona. Mas o excesso, em volume e em tempo, às vezes, briga com a narrativa, tornando alguns momentos enfadonhos. Mesmo apresentando novos elementos, eles pouco são desenvolvidos. Tudo gira em torno de explicar porque John é perigoso, é o melhor no faz e como ele vai sair da situação. Até os elementos de seu passado, que citei mais acima, pipocam para dar um passe livre para John seguir em frente. Algo é pincelado mas logo dá-lhe pancadaria. Um pouco de história não faria mal.

A gente se diverte, ri de momentos de auto paródia, ou auto homenagem, como quando Keanu recita uma frase clássica de Neo em Matrix. Tem a aparente inocência, ou falta de cinismo que esperamos dos vilões malvadões, quando eles querem passar a sensação de que são “gente como gente” entre seus iguais. O momento de leveza, de piada em meio a tanta violência. Aqui, levanto a bandeira de Mark Dacascos. Ele segue como um Bruce Lee que não chegou lá. Quase. Bateu na trave. Ele e seus alunos são os donos de alguns dos momentos mais “cômicos” do filme. Ainda que Dacascos tenha certo carisma, parece não ter o carisma certo. Enfim, esse não era, realmente o ponto. John Wick entrega um filme de ação que expande sua mitologia e, como um bom livro, deixa portas abertas, e um imenso desejo de querer mais. Talvez o melhor filme da franquia.

Apesar das críticas positivas, ‘A Primeira Profecia’ decepciona em estreia nos EUA

Apesar das críticas positivas – alcançando 78% de aprovação dos especialistas no Rotten Tomatoes – e das boas impressões na internet, o terror ‘A Primeira Profecia‘, pré-sequência do clássico de 1976, decepcionou em sua estreia nas bilheterias norte-americanas.

O longa arrecadou apenas US$ 8.3 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, estreando no TOP 4 das maiores bilheterias do país. O resulta ficou muito abaixo das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 12 milhões.

O terror foi desbancado por ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$31.7M), ‘Fúria Primitiva‘ (US$10.1M) e ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ (US$9M).

Internacionalmente, o filme se saiu um pouco melhor, tendo arrecadado US$ 9.1 milhões, através de 43 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 17.4 milhões.

De acordo com o Deadline, o TOP 5 dos maiores mercados internacionais inclui o México (US$1.6M), Indonésia (US$700mil), Reino Unido (US$700mil), Coreia (US$600mil) e Brasil (US$600mil).

É um começo morno para uma produção orçada em US$ 30 milhões, mas as reações positivas podem indicar uma boa estabilidade nas telonas durante as próximas semanas.

A trama segue Carol, uma jovem retraída e perturbada que, quando deixada sozinha no apartamento que divide com a irmã, começa a desenvolver paranoia aos poucos. O filme enfoca o ponto de vista de Carol e suas vívidas alucinações e pesadelos quando ela entra em contato com os homens e seus desejos por ela.

Assista a entrevista e confira nossas primeiras impressões:

Crítica | ‘A Primeira Profecia’ é o MELHOR filme da franquia de terror desde o original

 

A Primeira Profeciaestá em cartaz nos cinemas nacionais.

O terror recebeu aclamação positiva no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 85% pelos críticos.

A porcentagem foi baseada em 42 críticas.

Selecionamos os trechos das principais críticas:

“A ambientação italiana e um elenco excelente tornam tudo isso válido para os fãs que desejam ver como tudo começou, mesmo que o subgênero da freira em apuros esteja se tornando bastante previsível.” – Deadline

“No fim das contas, tudo parece muito familiar, e não apenas porque este é o segundo filme em poucos meses a girar em torno de freiras e o nascimento de um Anticristo.” – Hollywood Reporter

“A oferta consistentemente inquietante e alegremente sacrílega de Stevenson embala sua parcela de choques legítimos a caminho de uma “surpresa” flagrantemente óbvia.” – Variety

“O filme se deleita em mesclar gêneros familiares: o filme de monstro, o horror corporal e o thriller gótico da igreja. Mas ele injeta um suco revitalizante na franquia – inteligentemente editado e bem ritmado, com um bom olho cinematográfico.” – The New York Times

A Primeira Profecia contém os elementos assustadores dos clássicos e atualizações criativas, resultando em um sucesso para o gênero de terror e para a franquia Profecia.” – Screen Rant

“Uma performance fabulosamente intensa e sem restrições de Free mantém as coisas seguindo com estilo elevado.” – Total Film

“É muito mais artístico e marcante do que tem direito a ser, em grande parte graças à diretora de TV Arkasha Stevenson, cujo arrojo funciona incrivelmente bem até que realmente não funciona mais…” – The Guardian

Arkasha Stevenson não apenas comanda um prelúdio digno do clássico de Richard Donner, mas também se estabelece como uma nova e audaciosa voz no terror.” – Bloody Disgusting

Uma jovem americana é enviada a Roma para começar uma vida de serviço à Igreja. Lá, ela se depara com uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e acaba desvendando uma aterrorizante conspiração que deseja provocar o nascimento do mal encarnado.

Diretora de ‘A Primeira Profecia’ já tem planos para uma SEQUÊNCIA

Nell Tiger FreeSônia BragaBill NighyRalph InesonTawfeek Barhom e outros estrelam.

‘Knuckles’: Série derivada de ‘Sonic’ estreia ESTE MÊS na Paramount+!

A aguardada série ‘Knuckles‘, derivada de ‘Sonic 2: O Filme‘, estreia este mês na Paramount+.

A produção estreia no dia 26 de abril na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é estrelada por Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’), e conta com Adam Pally, que retorna como Wade Whipple. A trama é situada entre ‘Sonic 2‘ e ‘Sonic 3‘, programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024.

Na série, Knuckles “concorda em treinar Wade como seu protegido e lhe ensinar os caminhos do guerreiro Echidna”.

Edi Patterson (‘The Righteous Gemstones’), Julian Barratt (‘Mindhorn’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’) e Ellie Taylor (‘Ted Lasso’), Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’), Cary Elwes (‘Esquema de Risco: Operação Fortune’), Stockard Channing (‘Maryland’), Paul Scheer (‘The League’) e Rob Huebel (‘Childrens Hospital’) também estrelam.

Além disso, Rory McCann (‘Game of Thrones’) faz parte do elenco convidado, ao lado de Tika Sumpter, que retorna como Maddie.

A versão final do roteiro é assinada por John Whittington, auxiliado por Brian Schacter e James Madejski. Jeff Fowler, responsável pelos dois filmes de ‘Sonic‘, cuida da direção do episódio piloto.

A equipe de diretores inclui Ged Wright, Brandon Trost, Jorma Taccone e Carol Banker. Neal H. Moritz e Toby Ascher, da Original Film, e Toru Nakahara – todos membros da equipe criativa dos filmes – são produtores executivos da série.

Crítica | ‘A Grande Entrevista’ não diz nada além do óbvio, mas conta com um elenco FORMIDÁVEL

Em 2019, a família real britânica passava por mais uma polêmica quando o Príncipe Andrew foi associado ao magnata Jeffrey Epstein após sua acusação de tráfico sexual – e coube à BBC Two comandar uma importante entrevista que ganharia fama mundial e que alimentaria ainda mais as questões de abuso sexual e de que forma a hegemonia da coroa inglesa não poderia mais ser dada como absoluta (não é surpresa, pois, que o Príncipe Andrew foi afastado de suas responsabilidade públicas após as declarações feitas). Agora, somos convidados pela Netflix a revisitar esse polêmico momento da história europeia com o lançamento de A Grande Entrevista, que, apesar de cumprir com o que promete, deixa um leve gostinho agridoce por não se arriscar mais do que deveria.

A trama nos leva para os bastidores da BBC Two, mais especificamente ao programa de assuntos atuais conhecido como The Newsnight. Lá, a então editora Sam McAlister (Billie Piper) entra em contato com o Palácio de Buckingham para conseguir uma exclusiva e o “furo da década” assim que recebe a informação de que Epstein havia sido abordado pelo FBI após a descoberta de que ele aliciava garotas menores de idade para manter relações sexuais – e, considerando o próximo relacionamento entre o magnata e o príncipe, era apenas questão de tempo até a coroa ser trazida à conversa. Através da ajuda da secretária de Andrew, Amanda Thirsk (Keeley Hawes), Sam consegue que a apresentadora da emissora, Emily Maitlis (Gillian Anderson) converse com o monarca. E, de forma bastante resumida, essa é toda a narrativa de que o filme se vale.

Ao longo de pouco mais de uma hora e quarenta minutos, Philip Martin, conhecido por seu trabalho em ‘Prime Suspect’ e ‘The Crown’, dá o seu máximo para garantir que o projeto seja, ao mesmo tempo, didático e um tanto quanto ambicioso. Aliando-se ao roteiro de Peter Moffat e Geoff Bussetil, Martin navega pelas conspirações e pelas mentiras acobertadas por tanto tempo e que vieram à tona apenas alguns anos atrás – mas, no final das contas, é notável como não podemos deixar de nos sentir um pouco frustrados pela ótima atmosfera que acaba chegando a lugar nenhum. É claro que, em se tratando de um projeto inspirado em eventos reais, sabemos o que vai acontecer – mas isso não muda o fato de que a estrutura poderia ter se desvencilhado um pouco mais dos convencionalismos.

Mesmo com os claros deslizes, é possível deixá-los de lado com performances apaixonantes – a começar por Anderson. Nos últimos anos, a atriz já havia nos presenteado com uma versatilidade invejável ao participar de séries como ‘Sex Education’ e ‘American Gods’, apenas para se sagrar com mais camadas ao encarnar Emily com profunda paixão pelo legado deixado pela jornalista, seja no breve cerrar dos lábios ao confrontar, de forma passiva-agressiva, o Príncipe e a aparente imutável moralidade defendida pela Coroa. Piper, apesar de não ter o tempo de tela que merece e acabar ficando em segundo plano entre o segundo e o terceiro atos, não precisa fazer muito além de nos deixar entender que as engrenagens em sua cabeça não param a qualquer momento.

Acompanhadas de nomes como Hawes e Rufus Sewell, este dando vida ao Príncipe, o elenco faz um trabalho memorável, apoiado por um roteiro sólido, apesar de seguro demais para contar algo além do óbvio. Todavia, é notável como outros elementos têm força o bastante para equilibrar os equívocos, como a ótima trilha sonora composta pela dupla Anne Nikitin e Hannah Peel, que se afasta da melodramatização desnecessária e aposta em um simples arranjo instrumental que é prático e tétrico na mesma medida; a fotografia é cética e condiz com o reflexo do atarefado cosmos do jornalismo em contraposição às mentiras acobertadas por aqueles que estão no poder. Até mesmo durante a famigerada entrevista a escolha de cores e de tons não foge do proposto e nos ajuda a compreender a proposta do diretor.

À medida que o último ato caminha para seu encerramento, Martin parece perder a mão do que quer fazer, mas, de qualquer forma, apresenta uma conclusão palpável e que não poderia ter sido feita de maneira diferente. Eventualmente, A Grande Entrevista cumpre com o prometido, apesar de não oferecer muitos insights dentro de uma das matérias jornalísticas mais infames da memória recente – e tudo graças à soberba competência de um elenco de ponta.

Eddie pode retornar na última temporada de ‘Stranger Things’? Ator responde!

Durante o painel na FACTS Belgian Comic-Con, Joseph Quinn, que estará no elenco de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ e no reboot de ‘Quarteto Fantástico‘, foi perguntado sobre a possibilidade de retornar como o Eddie na última temporada de ‘Stranger Things‘.

Misterioso, o ator instigou a curiosidade dos fãs: “Eu sei a resposta, mas não irei contar”.

Vale lembrar que, após ser injustamente acusado pelo assassinato da Chrissy, Eddie acabou morrendo como um herói no mundo invertido.

A expectativa é que o ciclo final seja lançado apenas em 2025.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

Kirsten Dunst revela não ter assistido outros filmes da Marvel além de ‘Homem-Aranha’

Em entrevista ao Variety, Kirsten Dunst (‘Guerra Civil’) revelou não ter assistido nenhum filme da Marvel desde o lançamento de ‘Homem-Aranha 3‘, em 2007.

A atriz, que interpretou a Mary Jane Watson na trilogia original do amigão da vizinhança, declarou que não tem interesse em produções do gênero.

“Não gosto muito de [filmes de super-heróis], mas eu assisti ‘Patrulha Canina’.”

Ela completa, “Na nossa casa, não pedimos para a Siri colocar qualquer filme. Meus filhos também não têm acesso a iPads. Se eles querem usar um iPad no avião, eles irão usar o iPad do pai. Somos o tipo de pais que não permitem telefone durante a refeição. Não estou criando filhos que não conseguem manter um diálogo enquanto estão sentados à mesa.”

Anteriormente, a atriz havia revelado que teria adorado ter participado de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, mas que não foi nem ao menos abordada para a possibilidade de retornar como a personagem.

“Não, [ninguém me chamou]. Eu teria [retornado]”, ela comentou.

Dunst também aproveitou para comentar sobre seu trabalho ao lado de Sam Raimi, diretor da trilogia de que participou, falando sobre a abordagem do cineasta em relação à narrativa.

“Era um [tempo] mais inocente, creio eu. Sam Raimi era um diretor cult, então achei que estávamos fazendo um filme independente disfarçado de super-herói”.

Lembrando que o próximo filme da estrela é ‘Guerra Civil‘, sci-fi distópico co-estrelado por Wagner Moura (‘Narcos’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Guerra Civil‘ é dirigido por Alex Garland, também responsável por ‘Ex_Machina‘.

Em um futuro próximo nos EUA, a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson Nick Offerman.

‘Star Trek: Discovery’: 5ª e ÚLTIMA temporada estreia na Paramount+!

A 5ª (e última) temporada de ‘Star Trek: Discovery‘, estrelada por Sonequa Martin-Green (‘The Walking Dead’), já está disponível na Paramount+.

O ciclo de encerramento estreou no último dia 04 de abril na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que três novos personagens serão introduzidos na próxima temporada: Capitão Rayner, interpretado por Callum Keith Rennie, e a dupla Moll e L’ak, interpretada por Eve Harlow e Elias Toufexis, respectivamente.

O elenco também conta com Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Wilson Cruz, David Ajala e Blu del Barrio.

‘Duna: Parte 2’ já arrecadou quase US$ 140 milhões em IMAX mundialmente

De acordo com o Collider, a aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já arrecadou quase US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.

Ao total, a produção já soma impressionantes US$ 660.6 milhões mundialmente – o que representa, até o momento, a maior bilheteria do ano.

Além disso, o filme conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Wonka‘ (US$632.3M), que também foi estrelado pelo astro Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’ e ‘Até os Ossos’).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 264.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 395.8 milhões.

Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo: