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‘Game of Thrones’: Showrunners revelam suas MORTES favoritas da série

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, os showrunners David Benioff e D.B. Weiss comentaram sobre suas mortes favoritos da série ‘Game of Thrones‘.

Apesar de ser um seriado conhecido por sua brutalidade, os realizadores confessaram sentir um prazer especial em matar os vilões da narrativa.

“Em ‘Game of Thrones’, há muitas mortes de personagens bons, então quando finalmente tivemos a chance de matar o Joffrey na quarta temporada e o Ramsay Bolton na sexta temporada, foi muito divertido despachar esses personagens realmente malignos.”

Sobre a morte de Bolton, interpretado por Iwan Rheon, Benioff destaca: “Nós não vemos realmente a morte dele. Há algumas imagens no fundo, mas você não consegue ver acontecendo. A única coisa que você vê é o sorriso da Sophie [Turner]. Tudo isso acontece em apenas uma cena, e nós a gravamos umas oito vezes. Foi épico. Sophie é uma excelente atriz.”

Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ estreará em junho.

Relembre os trailers:

 

  

 

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

Confira o teaser da 2ª temporada:

 

 

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Day Drinker’: Johnny Depp e Sydney Sweeney estrelarão novo thriller sobrenatural

De acordo com o The InSneider, Sydney Sweeney será a protagonista do thriller sobrenatural ‘Day Drinker‘.

Conhecida pela série ‘Euphoria‘, a atriz tem ganhado destaque nas telonas, tendo estrelado filmes recentes como ‘Todos Menos Você‘, ‘Imaculada‘ e ‘Madame Teia‘.

Johnny Depp também estrelará a produção.

Marc Webb, de ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, será o diretor.

Sem muitas informações, a história focará na ligação entre um estranho enigmático e uma bartender em luto pela pede de seu amor.

O longa é baseado em uma ideia original de Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’).

Dean e Adam Kolbrenner servirão como produtores através da 30 West, que será responsável pelo financiamento do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ator de ‘Grey’s Anatomy’ estrelará novo k-drama romântico da Netflix

De acordo com Deadline, Alex Landi (‘Grey’s Anatomy’) foi confirmado no elenco de ‘Mr. Plankton‘, nova comédia romântica que está sendo desenvolvida pela Netlfix.

O projeto marcará a primeira série coreana estrelada pelo ator.

A trama segue um homem que não deveria ter nascido. Ele e a mulher mais infeliz do mundo são forçados a acompanhar um ao outro durante a última jornada de suas vidas.

O elenco ainda contará com Woo Do-hwan, Lee You-mi, Oh Jung-se e Kim Hae-sook.

Jo Yong, do aclamado ‘Tudo Bem Não Ser Normal‘, é responsável pelo roteiro.

A direção ficará a cargo de Hong Jong-chan, de ‘Juvenile Justice‘.

Sem data de estreia, a produção deve ser lançada no segundo semestre de 2024.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Um Pequeno Favor 2’: Ator de ‘365 Dias’ se junta ao elenco da sequência

De acordo com o Variety, Michele Morrone, conhecido pela trilogia ‘365 Dias‘, foi confirmado no elenco da sequência ‘Um Pequeno Favor 2‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon MGM Studios.

O site ainda confirmou Allison Janney, Elena Sofia Ricci, Michele Morrone, Elizabeth Perkins, Alex Newell, Taylor Ortega e Lorenzo de Moor no elenco da produção.

Infelizmente, detalhes sobre os seus personagens não foram divulgados.

Blake LivelyAnna Kendrick reprisarão seus papéis como Emily Nelson e Stephanie Smothers, respectivamente.

O novo filme também contará com o retorno de Henry Golding (Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).

Paul Feig retorna à cadeira de direção.

Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.

O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.

A sequência está sendo produzida pela Feigco Entertainment de Feig e Laura Fischer e a Lionsgate como co-produtora.

A data de lançamento do novo filme ainda não foi anunciada.

Para quem não lembra, no primeiro filme, Stephanie (Kendrick) é uma mãe solitária que se torna amiga de Emily (Lively), uma mulher poderosa e destemida. Um dia, Emily desaparece e Stephanie parte em busca de respostas por conta própria, mas no caminho descobre que a nova amiga não era nada do que ela pensava.

‘A Morte Entre Outros Mistérios’: Série de suspense é CANCELADA após uma temporada

O Hulu cancelou oficialmente a série de suspense ‘A Morte Entre Outros Mistérios‘ (Death and Other Details) depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, o cancelamento não é uma surpresa, considerando que a produção falhou em alcançar o TOP 10 das produções mais assistidas em streaming nos EUA.

Na trama, Imogene se encontra no lugar errado na hora errada e se torna a principal suspeita de um assassinato que não cometeu.

No Brasil, a primeira temporada está disponível no Star+.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Mike Weiss e Heidi Cole McAdams.

O elenco conta com Violett Beane, Mandy Patinkin, Sophia Reid-Gantzert, Linda Emond, Jayne Atkinson, Lauren Patten, Christian Svensson, Hugo Diego Garcia e Angela Zhou.

‘Lobisomem’: Reboot da Blumhouse é ADIADO

O reboot do clássico Lobisomem (Wolf Man), que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures, foi adiado.

O longa, produzido pela Blumhouse, estava programado para estrear no dia 25 de outubro. Agora, a estreia acontece apenas em 17 de janeiro de 2025.

Através das redes sociais, o famoso produtor Jason Blum divulgou uma nova imagem de bastidores. A imagem traz uma foto do diretor Leigh Whannell e comemora o primeiro dia de filmagens do projeto.

Confira:

A nova versão será estrelada por Christopher Abbott (‘Pobres Criaturas’) e também trará Julia Garner (‘Ozark’) no elenco.

Whannell será o diretor o projeto, retomando sua colaboração com a Blumhouse e com a Universal Pictures depois de ter comandado o aclamado remake de ‘O Homem Invisível’, com Elisabeth Moss.

Ainda com poucos detalhes revelados, sabe-se que a trama irá focar em um homem cuja família será aterrorizada por um predador letal.

O roteiro está sendo escrito por Whannell e Corbett Tuck, com ajuda de Lauren Schuker BlumRebecca Angelo.

‘Dois é Demais em Orlando’: Eduardo Sterblitch revela que ‘O Máskara’ foi o filme que ele mais assistiu; E você?

O astro Eduardo Sterblitch falou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP sobre a comédia ‘Dois é Demais em Orlando‘ – filmada quase inteiramente no Universal Orlando Resort.

Ele revelou que o filme que ele mais assistiu foi ‘O Máskara‘, e revelou suas comédias favoritas.

“Eu vou unificar os filmes do Monthy Pyton, com O Convidado bem Trapalhão. Eu acho que é um clássico. Assistam. O filme que eu mais assisti de comédia foi O Máskara. O Ace Ventura também.”, ele contou.

O filme já está em exibição nos cinemas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Dois é Demais em Orlando – Comédia Nacional é Imersão com Eduardo Sterblitch no Parque da Universal

A comédia conta a história de João (Eduardo Sterblitch), um adulto apaixonado por parques de diversão, filmes e super-heróis, que está prestes a tirar férias e realizar um grande sonho: conhecer os parques do Universal Orlando Resort, na Flórida, onde o filme é rodado.

A história se desenrola quando Clara (Luana Martau), sua chefe, pede um favor. Ela quer que João acompanhe o seu filho Carlos Alberto (Pedro Burgarelli), um menino de 11 anos, muito maduro e nada aventureiro, no voo até Orlando, para entregá-lo ao pai, Ricardo (Anderson Di Rizzi), que mora nos Estados Unidos.

O plano não dá certo quando Ricardo tem um imprevisto e não consegue buscar o filho. João e Carlos Alberto, que têm gostos muito diferentes, são obrigados a passar mais tempo juntos durante a viagem.

Com muito humor e confusão para toda a família, e nos incríveis cenários dos parques da Universal, o filme conta a jornada desses dois personagens que precisam aprender a conviver com suas diferenças e enfrentar seus maiores medos. Daniel Furlan, Polly Marinho, Estevam Nabote, Ayrè Campos, Morena Machado, Robson Nunes e Cezar Maracujá completam o elenco.

‘Megalópolis’: Filme planejado por Francis Ford Coppola por 40 anos é descrito como “INSANO, maluco e desconcertante’

‘Megalópolis’, filme de Francis Ford Coppola (‘Apocalypse Now’) que tem sido planejado há 40 anos, foi exibido para a imprensa e foi descrito como uma obra-prima.

A trama foi finalmente revelada e mistura passado, presente e futuro.

Um acidente causa a destruição de uma metrópole semelhante à cidade de Nova York que, de qualquer maneira, está em decadência e traz visões conflitantes do futuro. De um lado está um ambicioso idealista arquitetônico Cesar (Adam Driver). Do outro está seu inimigo, o prefeito da cidade, Frank Cicero (Giancarlo Esposito).

O debate passa a ser entre abraçar o futuro e construir uma utopia com materiais renováveis, ou adoptar uma estratégia de reconstrução capitalista cheia de  corrupção e intermediação de poder à custa de uma subclasse inquieta. Entre a luta deles está a filha socialite do prefeito, Julia (Nathalie Emmanuel), uma jovem inquieta que cresceu em torno do poder e se cansa de ser uma presença constante nos tabloides em busca de sentido para sua vida.

Confira as reações:

“Tendo visto MEGALÓPOLIS podemos confirmar que nunca houve, ou haverá, um diretor tão louco quanto Francis Ford Coppola. Que privilégio estar no mesmo planeta que ele.”

O Puck revelou que reações no cinema foram principalmente de perplexidade geral. Um participante disse a ele que o filme não tinha “nenhuma perspectiva comercial” e que é “inabalável em quão maluco ele é”. O filme foi descrito como uma mistura de “Metropolis e Calígula”. O final também é “desconcertante”.

Durante uma entrevista ao The Face, Driver descreveu o filme como simplesmente inexplicável. “É meio indefinível, o que parece muito geral até você assistir ao filme. Então minha resposta será perfeita. Não há muitos precedentes para isso e é selvagem em uma grande escala, o que é realmente único sobre isso”.

O ator também aproveitou para falar um pouco sobre seu personagem no longa, o renegado Caesar. “Ele é um visionário. Ele é muito Francis [Ford Coppola], de certa forma, onde investigou todas as maneiras de como as pessoas podem fazer algo e está tentando não ficar preso na resposta certa. Essa é uma ideia que me move – e que reflete Francis”.

Confira o banner de ‘Megalópolis’ e siga o CinePOP no Youtube:

Confira:

O filme, que é um completo mistério, terá um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

Roteiro inicial de ‘Deadpool e Wolverine’ se passaria durante os eventos da trilogia ‘X-Men’

O popular Can We Get Some Toast revelou recentemente novas informações sobre Deadpool e Wolverine.

O insider mencionou que a maior parte do filme acontece no Vazio, com cerca de 70-75% das cenas mostrando Deadpool e Wolverine em uma aventura no local introduzido pela primeira vez na série ‘Loki‘ e foi descrito como o fim dos tempos.

O Vazio é um ponto para onde a TVA envia suas partes podadas de uma linha do tempo ramificada. Diz-se que o lugar está no fim dos tempos e, portanto, tudo no Vazio não envelhece.

Embora não esteja claro quais aventuras Deadpool e Wolverine farão no Vazio, a aparição da TVA no filme abre novas possibilidades, com os fãs até especulando o quão diferente o lugar parece da série Disney Plus.

Deadpool e Wolverine‘ não será apenas o filme que introduz os X-Men‘ no MCU, mas também canoniza múltiplas iterações de diferentes personagens da Marvel, mesmo antes do MCU. Rumores falam sobre as aparições de Blade, X-23 e Gambit no filme em cronogramas alternativos (via Looper).

Segundo o insider, uma versão ANTERIOR do roteiro trocaria o cenário da aventura. Ao invés do Vazio, o filme seria ambientado durante a trilogia original dos ‘X-Men‘.

Uma versão mais antiga do roteiro seria ambientada durante os eventos de ‘X-Men‘, ‘X2‘ e ‘X-Men – O Confronto Final‘. A trilogia original apresentava personagens como Jean Grey, Ciclope e Tempestade.

Apesar de trocar o cenários, vários personagens da clássica trilogia devem aparecer no filme.

Recentemente, o ator James Marsden, conhecido por interpretar Scott Summers/Ciclope na trilogia original dos X-Men, abordou a possibilidade de reprisar o papel no filme Deadpool e Wolverine.

Em entrevista ao The Playlist, Marsden desconversou sobre o assunto, não confirmando nem negando sua participação:

“Nós acabamos de terminar [Sonic 3] na verdade. Estávamos perto dos cenários de Deadpool lá em Pinewood, na verdade. Sim, isso é um pouco de uma caixa de Pandora.”

O filme Deadpool e Wolverine será o único filme de super-heróis do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) no ano. A trama explorará os heróis da Marvel da antiga Fox Studios em uma jornada multiversal.

No novo filme, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. No entanto, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide voltar à ativa e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso para lutar por sua sobrevivência e legado.

O longa está programado para estrear no dia 25 de julho, e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que nós conhecemos

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

‘O Exorcista do Papa 2 e 3’ estão em desenvolvimento, revela Russell Crowe

Quando seu trabalho é ser o Exorcista Chefe do Vaticano, você deve estar preparado para enfrentar seus piores demônios. E isso pode render até uma trilogia.

Foi isso que Russell Crowe revelou em uma entrevista ao The Six O’Clock Show sobre ‘O Exorcista do Papa‘, que deve ganhar duas sequências.

Crowe explica que uma sequência pode estar enfrentando alguns atrasos devido a uma mudança de chefes de estúdio na Sony Pictures, mas que há toda a intenção de trazê-lo de volta como Amorth em um ou dois filmes futuros.

“Bem, isso está em discussão no momento. Os produtores originais deram o pontapé inicial não apenas para uma sequência, mas para duas. Mas houve uma mudança nos chefes de estúdio no momento, então isso está acontecendo em alguns círculos no momento. Mas definitivamente, cara, nós montamos esse personagem para que você pudesse tirá-lo e colocá-lo em muitas circunstâncias diferentes. E lembre-se que o homem em quem se baseia, Gabriele Amorth, escreveu 12 livros. Portanto, temos material de origem mais que suficiente para fazer mais um ou dois desses filmes. Mas isso provavelmente não acontecerá até o próximo ano.” 

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Crowe revelou se acredita em exorcismo:

“Acho que é uma pergunta gigantesca. Eu certamente acho que… esse serviço não estaria disponível na igreja, ao menos que as pessoas considerassem necessário. Essa é a grande diferença nessa situação. Foi um choque para mim quando li o roteiro pela primeira vez e descobri que realmente existe um trabalho chamado exorcista-chefe do Vaticano. Isso é uma coisa real, sabe? Então foi uma surpresa. Mas acho que, obviamente, há profundidade e validade no trabalho do Padre Amorth e das pessoas que fazem esse trabalho. Eu pessoalmente acredito? Eu nunca estive nessa situação. Então é muito difícil para mim ter uma opinião formada porque nunca experimentei esse tipo de coisa que exigiria um exorcismo. A próxima etapa desta pergunta é: você acredita no diabo? Você acredita no mal? Acho que há uma citação no início do filme que é: “Quando você zomba do conceito do diabo, é quando você se torna disponível para ele.” Então você tem que ter cuidado com isso. Portanto, minha resposta mais ampla seria: existe mal neste mundo, com o qual lidamos e que vemos o tempo todo? Sim, existe. E existe o contrário disso? Absolutamente há.”, ele revelou.

Assista:

O Exorcista do Papa‘, dirigido por Julius Avery, conta a história do padre italiano Gabriele Amorth, Exorcista Chefe do Vaticano e subordinado diretamente à Sua Santidade. Enquanto investiga a aterrorizante possessão do jovem garoto Henry (Peter DeSouza-Feighoney), um dos casos mais intrigantes de sua carreira, o clérigo descobrirá a verdade por trás de um segredo enterrado há séculos pelo Vaticano, e trará à luz uma conspiração muito maior do que ele poderia imaginar.

O filme é baseado nos relatos reais dos livros ‘Um Exorcista Conta-nos‘ e ‘Novos Relatos de Um Exorcista‘, de Amorth. Conduzido por sua fé inabalável e seu faro investigativo, ele realizou mais exorcismos do que qualquer outra pessoa no mundo durante quase quarenta anos, e sua franqueza e senso de humor fizeram o padre ser conhecido como “o exorcista mais famoso do mundo”.

“Ele é um daqueles rebeldes dentro de uma instituição – um iconoclasta que desafia o status quo”, diz o diretor Julius Avery. “Eu admiro isso. Ao longo de seu tempo no Vaticano, ele foi uma figura muito controversa. Ele é um personagem muito interessante”, completa. 

Confira o trailer dublado e legendado :

 

Crítica | Dona Lurdes: O Filme – Regina Casé é a Mãe do Brasil em HILÁRIO e Emocionante Spin-Off da Novela

O ano era 2019. Um pouco antes de o mundo parar tudo por conta da pandemia do coronavírus a rede Globo estreou uma novela que cativou o público logo de cara: tratava-se de ‘Amor de Mãe’, que contava a história de uma mãe cujo filho fora vendido pelo próprio pai e que passava a novela inteira buscando a este filho. Ninguém podia imaginar, na época, o que aconteceria em seguida – a pandemia, que obrigou a produção a interromper as gravações da novela e, nos meses seguintes, retomar as gravações em etapas para conseguir concluir a trama. Talvez até por conta de tudo o que estávamos passando na vida real, ou talvez pela empatia espontânea que o público sentiu com essa mãe, a novela fez um sucesso tremendo e entrou para a história da teledramaturgia brasileira. Agora, com muita alegria, essa mãezona com quem o público brasileiro tanto se identificou está ganhando um filme próprio, ‘Dona Lurdes – O Filme’, comédia brasileira que estreia hoje exclusivamente em toda a rede Cinemark do país.

Após encontrar o filho Domenico/Danilo (Chay Suede), Dona Lurdes (Regina Casé) finalmente pôde viver a sua vidinha normal. Acontece que, aos poucos, cada um de seus filhos foi saindo de casa, seguindo seus próprios rumos. Quando Ryan (Thiago Martins), o último de seus filhos, se muda de sua casa, Dona Lurdes sente um vazio tremendo dentro de casa e fica sem saber o que fazer e como aproveitar os seus dias. Ao mesmo tempo, uma nova vizinha, Zuleide (Arlete Salles), se muda para a casa ao lado e rapidamente conquista a todos da vizinhança. Inicialmente, Dona Lurdes pega pinimba com Zuleide por causa de seu jeito expansivo, mas, após um incidente, as duas se tornam grandes amigas e Dona Lurdes começará a enxergar as inúmeras possibilidades que a vida reserva para ela, para além de cuidar dos filhos.

É claro que para quem assistiu a novela tudo faz muito mais sentido, e inclusive as piadas internas são melhores pescadas, porém, mesmo aqueles que não assistiram à produção anterior consegue facilmente entender a história de ‘Dona Lurdes – O Filme’, pois, resumidamente, cada um de nós conhece alguém cuja história é semelhante à de Dona Lurdes – especificamente, todos nós conhecemos mulheres que passaram a vida cuidando dos filhos, dos pais, dos maridos e que, de repente, na ausência de ter a quem cuidar, não sabe o que fazer com a própria liberdade, tão atreladas à essa obrigação estavam.

O argumento de Manuela Dias e Claudio Torres Gonzaga utilizado para a criação desse filme consegue conquistar uma identificação imediata com seu público-alvo, maior até do que aquele utilizado na novela. Se antes o drama era o fio condutor da história de Dona Lurdes, agora a vida dessa mãezona está muito mais leve, ganhando um delicioso tom de comédia com situações claramente inspiradas no povo. Outro grande mérito da produção comandada por Cristiano Marques é conseguir reunir todo o elenco original (Juliano Cazarré, Jéssica Ellen, Nanda Costa) e ainda incluir grandes nomes, como Evandro Mesquita e Enrique Diaz.

Segunda incursão dos Estúdios Globo pensado no cinema, ‘Dona Lurdes – O Filme’ é um filmaço para ver e rever em família, seja no feriado da Páscoa, seja no Dia das Mães. Uma história super comum comum ricamente interpretada pela brilhante Regina Casé, que demonstra todo o seu potencial dramático e cômico em dois incríveis trabalhos com a mesma personagem. Não é qualquer um que consegue isso.

Dona Lurdes – O Filme’ é o filme do povo brasileiro, e Dona Lurdes é a mãe do Brasil.

Crítica | A Matriarca – Rancor e Acidez Fermentam Vida de Charlotte Rampling em ÓTIMA Atuação

Cada pessoa tem sua própria história de vida. E, mesmo entre quatro paredes, há nuances na vida de cada um que muitas vezes se mantêm em segredo durante muitos anos, ou até mesmo para sempre. Há segredos que se mantêm e outros que vêm à luz da verdade à força das circunstâncias dos acontecimentos. Fato é que por mais que conheçamos as pessoas, familiares queridos de nosso convívio, sempre haverá camadas sobre a vida dessas pessoas as quais desconheceremos e que, quando reveladas, poderão causar choque ou outros sentimentos nas pessoas ao redor. É o que acontece no filme ‘A Matriarca’, drama que estreia essa semana nas salas de cinema brasileiras.

Sam (George Ferrier, de ‘Um de Nós Está Mentindo’) é um jovem calado, de certa forma introvertido, que estuda em um internato e que agora que há uma pequena pausa nos estudos, volta para a casa de seu pai Robert (Marton Csokas) para passar uns dias com ele. Para sua surpresa, seu pai diz que durante sua estadia eles receberão a visita de Ruth (Charlotte Rampling), a avó do rapaz. Sam estranha o convite, uma vez que o Robert passara a vida inteira reclamando da própria mãe e da infância terrível que tivera com ela. Sua surpresa fica ainda maior quando Ruth chega à casa e se revela uma pessoa horrível. Não bastasse o cenário péssimo para umas férias, o pai de Sam comunica que irá viajar a trabalho por uns dias e que confia no filho para ficar na casa cuidando da avó durante sua ausência junto com Sarah (Edith Poor), cuidadora da idosa. Sem opção, uma vez que a avó é quem sustenta financeiramente a família, Sam terá que lidar todos os dias com uma avó voluntariosa, autoritária e cheia de mistérios que transformarão suas férias – e sua vida – para sempre.

Atualmente em cartaz com a franquia ‘Duna’ (cuja segunda parte está sendo exibida nos cinemas brasileiros) o destaque de ‘A Matriarca’, tal como anuncia o título e como é de se esperar, está mesmo na atuação de Charlotte Rampling, que emprega toda a sua vasta experiência para construir uma protagonista áspera, grosseira, terrivelmente absurda, mas que mesmo com toda a sua acidez consegue manter aqueles 10% de carisma nos quais o espectador se prende para não odiar por completo esta personagem. Mantendo-se frequentemente duas caras, Charlotte Rampling caminha ora por uma trilha autoritária, ora por um trajeto do afeto descompensado, que se manifesta aos tropeços por falta de prática. Assim, Charlotte entrega ao espectador o difícil trabalho de decidir se odeia ou se sente pena dessa avó que morde e assopra ao mesmo tempo.

Esse é o cerne dessa produção neozelandesa, que, mesmo ao escolher colocar a história centrada pelo ponto de vista do jovem Sam, atribui à personagem-título todos os acontecimentos da trama, de modo que os elementos giram em torno das atitudes dessa matriarca e as consequências a partir delas. É uma personagem que não é exemplo social a ser seguido, mas tem muitas camadas humanas em todas as suas falhas, fazendo com que o espectador reconheça nela alguém que conhece ou já conheceu.

Dirigido com dedicação e escrito por Matthew J. Saville,  ‘A Matriarca’ é um drama familiar recheado de erros e acertos que são escondidos diariamente para debaixo do tapete. Uma história que faz refletir sobre o tempo que temos para conviver em família, mesmo com aqueles familiares não tão queridos, afinal, na vida família tudo que temos.

10 curiosidades de ‘Shrek’, a revolucionária animação da DreamWorks

Lançado em 2001, Shrek se tornou uma daquelas animações revolucionárias. Na época, a Disney vivia uma fase espetacular adaptando clássicos da literatura. Com isso, dominavam o mercado das animações e ditavam os rumos desses filmes.

Contando com um humor subversivo, repleto de piadas de duplo-sentido e agradando também ao público adulto, Shrek mostrou que era possível fazer longas animados que não fossem exclusivamente focados no público infantil, indo além da “fórmula Disney. O filme foi um sucesso espetacular, rendeu uma franquia que perdura desde então e criou uma legião de fãs. Por isso, o CinePOP separou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o primeiro filme. Confira!

Adaptação

Apesar de parecer uma história original, Shrek é uma adaptação do livro infantil Shrek!, do autor norte-americano William Steig. No livro, Shrek é um jovem ogro que mora em um pântano com seus pais. Porém, ao atingir a idade adulta, ele é expulso de casa para encontrar um rumo na vida. Em sua jornada, ele cruza caminho com uma bruxa que prevê que o ogro se juntará a um burrico para salvar uma princesa tão horrorosa quanto ele.

Mudanças

A ideia original era fazer uma animação tradicional. No entanto, houve uma série de debates sobre o quanto eles deveriam apelar para piadas que dialogassem com o público adulto, fazendo com que eles optassem por abordar o longa como uma grande paródia. Ainda assim, a ideia original era fazer algo mais próximo do livro, com Shrek morando com os pais, sendo mantido no quarto com peixes podres. No entanto, em vez do pântano, ele moraria num aterro sanitário. Ele também teria um visual mais fiel ao do livro. Felizmente, decidiram dar a ele um design mais original que acabou eternizado na mente dos fãs.

Tragédia

Originalmente, o ator e humorista Chris Farley havia sido escalado para interpretar o Shrek. Ele, inclusive, chegou a gravar quase todas as falas do personagem. No entanto, ele faleceu precocemente por conta de uma overdose em 1997. Assim, o papel foi dado a seu amigo de Saturday Night Live, Mike Myers. O mais bizarro dessa situação é que o comediante Bussunda, do Casseta & Planeta, foi escolhido para dublar o personagem no Brasil. Ele também viria a falecer, mas em 2006, durante a Copa do Mundo.

Elogiado

Com cerca de 95% do filme gravado com a voz de Farley, a produção debateu se manteriam o trabalho do humorista ou se deveriam escalar um novo ator. Como ainda faltavam algumas falas, eles optaram por trazer Myers para o papel. Mike solicitou que o roteiro fosse reescrito, apagando qualquer traço de humor dado pelo amigo falecido. Com o novo texto, ele pôde interagir mais com as piadas. Myers gravou as falas com sua voz normal, mas sentiu que estava faltando algo. Então, forçou um sotaque canadense em algumas falas. Estava quase lá. Ele chegou ao tom do personagem quando decidiu fazer o sotaque escocês que sua mãe usava para contar histórias para dormir. O problema é que o filme já estava todo pronto, e regravar as falas aumentaria o custo em cerca de 4 milhões de dólares. Normalmente essa ideia seria prontamente descartada. No entanto, eles gostaram tanto do trabalho de Myers que decidiram abrir o bolso. O trabalho deu tão certo que o próprio Steven Spielberg enviou uma carta ao ator, elogiando sua preocupação com o personagem e sua atuação.

Novo personagem

O trabalho de Myers foi realmente elogiado, e parte desse sucesso veio de terem reescrito o roteiro. Com o novo texto, ele teve mais liberdade de transpor sua própria personalidade para o Shrek, improvisando uma série de falas do personagem. Além disso, ele convidou sua então esposa, Robin Ruzan, para ir com ele ao estúdio na hora de gravar as cenas de amor. Ele gravou as falas “românticas” do Shrek recitando o texto para sua amada.

Indicações

O filme foi um verdadeiro sucesso de público e críticas, não à toa foi indicado em duas categorias no Oscar de 2002. Ele concorreu em Melhor Roteiro Adaptado e venceu o prêmio de Melhor Animação, batendo Jimmy Neutron: O Menino Gênio e o grande favorito da noite: Monstros S.A., da Pixar. Com isso, Shrek conquistou o primeiro Oscar de Melhor Animação da história. Lembrando que os três vencedores anteriores foram considerados como premiações especiais/ honorárias.

Acaso

Fenômeno dentre a geração dos anos 1990/ 2000, a música All Star, do Smash Mouth, ficou imortalizada pela cena de abertura de Shrek. O mais curioso da situação é que essa canção foi usada inicialmente como um “tapa-buraco” da produção. Eles queriam usar uma música famosa, mas ainda estavam decidindo qual. Acontece que o público das sessões de teste saiu fascinado pela cena de abertura, fazendo com que eles deixassem tudo do jeito que estava. O resultado foi tão positivo que convidaram a banda para gravar a música de encerramento: I’m a Believer.

Rivalidade

Quando assumiu que o filme seria uma paródia, a DreamWorks Animation decidiu tirar sarro de sua principal rival sacaneando sua estratégia institucional de adaptações. Enquanto a DreamWorks é conhecida por comprar histórias infantis mais criativas e promissoras, a Disney historicamente só adapta contos e fábulas clássicos, que tenhas seus direitos em domínio público. Dessa forma, Shrek pegou os mesmos contos que a casa do Mickey havia transformado em filmes de sucesso e sacaneou um por um, além de zombar de algumas atrações do parque temático na sequência de Duloc.

Escolha acertada

O vilão do filme é o baixinho Lorde Farquaad. Originalmente, os produtores queriam que o ator Alan Rickman interpretasse o pintor de rodapé, chegando até mesmo a convidá-lo a participar do filme. Porém, o ator recebeu a resposta de um outro trabalho para o qual havia feito teste. Sabendo da possibilidade de virar franquia e dialogar com um público mais amplo, ele decidiu aceitar o convite da Warner, deixando de lado o Lorde Farquaad, que foi dado a John Lithgow. O papel em questão era o do professor Snape, de Harry Potter, que viria a eternizá-lo na história do cinema.

Distantes

O filme foi um sucesso total e acabou sendo amado pelos próprios atores. Eddie Murphy, que dá voz ao Burro, já falou várias vezes que o personagem é um de seus melhores trabalhos. Entretanto, apesar de terem gostado tanto do filme, os atores não interagiram durante as gravações. Cada um gravou suas falas de forma isolada e em dias diferentes. Isso foi uma decepção para John Lithgow, que queria ter conhecido os comediantes do elenco.

Shrek está disponível no Amazon Prime Video e na Netflix.

‘Oppenheimer’ pode ganhar SEQUÊNCIA!

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, fez bonito durante o Oscar 2024, sendo escolhido em sete categorias.

Com o sucesso nas premiações e nas bilheterias, Oppenheimer poderia ganhar sequência?

Uma sequência de parecer uma proposta ridícula, já que geralmente as cinebiografias não geram franquias.

Mas, de acordo com um dos autores que escreveu a biografia em que o filme foi baseado, há material inexplorado suficiente na vida de J. Robert Oppenheimer para inspirar pelo menos mais um filme.

Junto com Martin J. Sherwin, Kai Bird foi coautor do aclamado livro ‘American Prometheus‘, de 2005, que serviu de base para o filme.

Bird conversou com o Hindustan Times e compartilhou suas idéias sobre o potencial de uma continuação da adaptação de Nolan.

“É muito longo, mas mesmo três horas de filme não conseguem fazer o que um livro consegue fazer em 720 páginas. Não há nada no filme, por exemplo, sobre a infância de Oppenheimer em Nova York, crescendo muito privilegiado. Não há nada sobre o que Oppenheimer fez depois do julgamento de 1954, quando se retirava todos os anos para as Ilhas Virgens de St John.”

Para ser justo, Nolan provavelmente tomou a decisão certa ao focar seu filme na parte da vida de Oppenheimer que provavelmente será do interesse dos espectadores.

Você gostaria de ‘Oppenheimer 2‘?

O filme estreia no Prime Video dia 8 de Abril.

Confira o anúncio:

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Nas redes sociais, os fãs estão comemorando a vitória, justificando que o longa de fato foi o filme de maior destaque em 2023, enquanto debocham dos outros concorrentes.

Confira as reações:

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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Fãs de ‘Batgirl’ estão FURIOSOS com o cancelamento após trailer de ‘Bad Boys 4’

Fãs da Batgirl voltaram a expressar sua decepção com o cancelamento do filme nas redes sociais após o lançamento do trailer de Bad Boys 4, dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah, a mesma dupla do longa da heroína.

Batgirl foi cancelado pela Warner Bros. em 2022, mesmo já estando pronto, sob a alegação de que seu lançamento prejudicaria a empresa. A Warner Bros. alegou que a decisão se deu por uma mudança estratégica na liderança do estúdio em relação ao universo DC e ao HBO Max.

‘Coyote vs. Acme’ e ‘Scoob! Férias Assombradas’ tiveram o mesmo destino.

Após assistirem ao trailer de Bad Boys 4, muitos fãs discordaram da decisão da Warner, acreditando que Batgirl teria potencial para ser um bom filme.

“Acabei de assistir ao trailer de ‘Bad Boys 4’… e estou mais convencido do que nunca de que não há como o filme ‘Batgirl’ dos diretores ter sido impossível de lançar. Esses caras têm o que é necessário”, disse o crítico de cinema Matthew Essary.

Um seguidor, em resposta ao post de Essary, ainda lembrou que o longa havia sido aprovado por 60% dos críticos, mesmo sem estar acabado: “Lembrança gentil de que as pré-estreias de teste de Batgirl receberam uma classificação de aprovação de 60% sem pontuação e sem cenas finais de efeitos visuais. Se 60% aprovaram o seu filme inacabado, especialmente sem música, então você fez um filme muito bom”.

O roteirista Richard Newby disse simplesmente: “Eu nunca vou acreditar que Batgirl foi um filme ruim. Não me importa quem diga que foi.”

Eric Goldman, apresentador do podcast “We Enjoy”, comentou: “Parece que seria divertido ver um filme da Batgirl desses diretores”. 

O estilista Keith elogiou o trabalho da dupla e criticou a Warner pelo cancelamento de Batgirl: “Isso parece tão bom! Além disso, os diretores filmaram um filme da Batgirl para a DC Comics e Warner Brothers que foi cortado pouco antes do fim das filmagens e listado como um abatimento fiscal. Outra razão pela qual a DC/WB nunca consegue estabelecer um universo sólido”.

Com roteiro de Christina Hodson, Batgirl trazia Leslie Grace no papel principal de Barbara Gordon. O elenco também contava com Michael Keaton, reprisando seu papel como Bruce Wayne/Batman, J.K. Simmons como o pai de Barbara, o Comissário James Gordon, e Brendan Fraser como o vilão piromaníaco Vagalume. Posteriormente, os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah confirmaram que a Warner Bros. Discovery removeu todas as filmagens do filme de seus servidores.

“A decisão de não lançar ‘Batgirl’ reflete a mudança estratégica de nossa liderança no que diz respeito ao universo DC e ao HBO Max”, disse um porta-voz da Warner Bros. em um comunicado na época. “Leslie Grace é uma atriz incrivelmente talentosa e esta decisão não reflete seu desempenho. Somos incrivelmente gratos aos cineastas de Batgirl e Scoob! Holiday Haunt e a seus respectivos elencos, e esperamos colaborar com todos novamente em um futuro próximo.”

Em sua passagem no Festival do Rio para divulgar ‘Rebel’, o diretor Bilall Fallah falou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP e revelou ao Renato Marafon que ainda sonha em continuar o projeto.

“Acho que Batgirl nunca vai ser lançado. Depende da Warner. Ainda tenho essa esperança de que um dia vamos fazer um documentário sobre o filme, e daí vamos poder mostrar o que estava acontecendo. Ou talvez uma animação com a mesma história que estávamos fazendo”, afirmou.

Assista a entrevista:

Crítica | Beyoncé celebra as raízes do country e do gospel com o espetacular ‘Act II: Cowboy Carter’

“Toda música é negra”, disse Lady Gaga em entrevista à Billboard em setembro de 2020, poucos meses depois de ter lançado seu elogiado sexto álbum de estúdio, ‘Chromatica’. É notável como a indústria do entretenimento, seja ela no âmbito cinematográfico ou fonográfico, é pautado em uma supremacia branca que renega as origens de cada forma artística – cujos traços, eventualmente, nos levam de volta às primeiras pulsões de criatividade dos povos africanos e, por consequência, ao legado que as comunidades negras deixaram e continuam a deixar. E, dentre esses nomes, Beyoncé é uma das performers que utiliza sua merecida plataforma no escopo mainstream como baluarte para resgatar o que outrora foi perdido e o que precisa ser reclamado por aqueles que vieram antes.

Em 2022, nossa adorada Queen B causou um estrondo gigantesco ao lançar o melhor álbum do ano (e um dos maiores do século, diga-se de passagem), intitulado ‘Act I: Renaissance – primeira parte de uma ambiciosa trilogia que revolucionaria sua própria imagem dentro da indústria. Não demorou muito até que lhe fosse atribuído o resgate da música house e do disco como forma de empoderamento do povo afro-americano, considerando as origens de ambos os estilos, imbuindo a construção do compilado com frenéticas misturas de R&B, pop, electro-house, hi-NRG, afro-house, tropical-house, reggae e diversos outros estilos que transformaram a obra em uma experiência sinestésica e incomparável. Dois anos e uma ovacionada turnê depois, Beyoncé estava pronta para virar a página no segundo capítulo dessa saga multimidiática – e assim nasce Act II: Cowboy Carter.

Esse grandioso épico, que conta com nada menos que 27 faixas, já vinha sendo trabalhado há muitos anos, desde quando a cantora e compositora sofria uma retaliação inexplicável ao se apresentar no Country Music Awards com a faixa “Daddy Lessons”, ao lado da banda The Chicks. À época, inúmeros artistas gritavam que ela não pertencia à premiação e nem mesmo ao gênero – uma constatação que, como bem sabemos, veio acompanhada de um teor racista e injustificável, considerando as raízes do country. E é claro que Beyoncé faria o que sabe fazer de melhor – provar a todos que estavam enganados. Pouco depois, ela fez história (mais uma vez) com o lançamento dos dois primeiros singles promocionais do álbum, “Texas Hold ‘Em” e “16 Carriages”, facilmente duas das melhores canções de 2024, dando apenas um gostinho do que vinha nos preparando.

Buscando inspirações nas raízes da família, a artista mergulhou de cabeça em um esquadrinhamento irretocável do country, do R&B, do gospel e até mesmo do trap em Cowboy Carter. O compilado abre com a espetacular faixa “Ameriican Requiem”, cujo título faz alusão à litúrgica declaração de re-empoderamento que deseja promover; através de um coro arrepiante e saudosista, ela navega por uma conceitualização do problema identitário ao nos presentear com versos como “eles costumavam dizer que eu falava muito country; então a rejeição veio, disseram que eu não era country o bastante”. Cada trecho dos quase cinco minutos e meio da faixa é pensado sob uma ótima específica, trazendo a dissonância da guitarra elétrica ao impacto da bateria e à sutileza do piano em uma vibrante e urgente jornada.

Durante essa aventura sonora, são vários os ápices que encontramos: obviamente, um dos aspectos que mais nos chama a atenção é o cover à la bluegrass de “Jolene”, clássica canção de Dolly Parton (que participa do álbum e que havia comentado que adoraria que Bey regravasse seu atemporal hit), colocando uma personalidade irrefreável e deixando-se levar por uma naturalidade vocal de tirar o fôlego e de arrepiar até mesmo os mais céticos. “Bodyguard” é uma perfeita rendição country-pop com infusões de um soft-rock que nos transporta a um western contemporâneo e recheado de teatralidades que ninguém além de Beyoncé poderia nos entregar com tamanha perfeição e comprometimento com o que a letra pede – uma mistura de sensualidade e camp arrepiantes. “Ya Ya”, seguindo uma menção à Linda Martell, é uma amálgama dançante de country-pop, country-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra.

Como é de praxe àqueles familiarizados com a discografia da performer, o álbum dá espaço para ótimas e emocionantes baladas que ajudam a diminuir o ritmo à medida que cultivam terreno para entregas confessionais e declamatórias. Temos, por exemplo, o aguardado dueto entre Bey e Miley Cyrus na espetacular “II Most Wanted”, uma memorialística e narcótica track pincelada com as melódicas notas do violão e do banjo – em uma acústica desenhada com majestade por duas das maiores vozes da atualidade; “Protector” emerge como uma espécie de cantiga folk cuja multiplicidade de vozes é certeira e que premedita o ciclo da vida em que a cantora sabe que seus filhos estão crescendo (“eu sei que, algum dia, você vai brilhar por conta própria”); e, finalizando com chave de ouro, a performer ata os laços abertos da faixa de abertura com a evocativa e epifânica “Amen”, denotando sua fé inabalável em um cântico gospel aplaudível e inebriante.

Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e Act II: Cowboy Carter é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro.

Nota por faixa:

1. Ameriican Requiem – 5/5
2. Blackbiird – 5/5
3. 16 Carriages -5/5
4. Protector – 4,5/5
5. My Rose – 5/5
6. Smoke Hour ★ Willie Nelson – 5/5
7. Texas Hold ‘Em – 5/5
8. Bodyguard – 5/5
9. Dolly P – 5/5
10. Jolene – 5/5
11. Daughter – 5/5
12. Spaghettii – 4,5/5
13. Alliigator Tears – 4/5
14. Smoke Hour II – 5/5
15. Just For Fun – 5/5
16. II Most Wanted – 5/5
17. Levii’s Jeans – 5/5
18. Flamenco – 5/5
19. The Linda Martell Show – 5/5
20. Ya Ya – 5/5
21. Oh Louisiana – 4,5/5
22. Desert Eagle – 5/5
23. Riiverdance – 5/5
24. II Hands II Heaven – 5/5
25. Tyrant – 5/5
26. Sweet ★ Honey ★ Buckiin’ – 5/5
27. Amen – 5/5

A sequência MAIS ELOGIADA de ‘Jogos Mortais’ acaba de estrear no streaming e é para os fortes

A sequência mais elogiada da saga ‘Jogos Mortais‘ acaba de ser lançada no Prime Video e as cenas pesadas estão dando o que falar…

Jogos Mortais X’ se tornou a sequência mais elogiada da franquia com uma aprovação de 80% no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.

Trata-se da maior porcentagem de toda a franquia, maior até do que o primeiro filme, que possui apenas 50% de aprovação.

Confira algumas avaliações:

“O filme de Kevin Greutert traz de volta os elementos centrais que fizeram esses filmes funcionarem. É um thriller de terror descomplicado e eficaz, embora esteja preso no passado, sem ter para onde ir.” – TheWrap

“A melhor coisa que a franquia ‘Jogos Mortais’ poderia fazer é se afastar de sua emaranhada continuidade atual. Felizmente, é isso que ‘X’ faz.”  – Inverse

“Seria difícil chamar qualquer elemento de ‘Jogos Mortais X’ de original, mas o diretor Kevin Greutert sabe o que irá satisfazer seu público: alguns baldes de sangue e o som de ossos sendo esmagados.” – Independent

“Nada disso funcionaria tão bem sem Bell, cuja voz rouca e seriedade ameaçadora são tão fascinantes que ele torna a declaração frequentemente repetida de Jigsaw ‘Eu quero jogar um jogo’ assustadora.” – The Hollywood Reporter

“Se atrapalha um pouco no terceiro ato, mas é um muito divertido.” – Little White Lies

“Há mais conversa e menos tortura; Eu pessoalmente aprovo essa proporção, embora não tenha certeza se valerá a pena nas bilheterias.” – Variety

“Duas décadas depois do curta que deu início a tudo, ‘X’ certamente deve marcar o local em que Jigsaw descansará em paz.” – TotalFilm

Confira a nossa entrevista na íntegra:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.  

O elenco ainda conta com Synnøve Macody Lund (‘Ragnarok’), Steven Brand (‘Sandman’), Renata Vaca (‘Pisando Fundo’), Paulette Hernandez (‘Perdida’), Joshua Okamoto (‘Narcos: México’) e Octavio Hinojosa (‘Come Play With Me’), e Michael Beach (‘Dahmer’).

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures produzem o novo filme.

CONFIRMADO! Courteney Cox está em negociações para voltar como Gale Weathers em ‘Pânico 7’

Courteney Cox está oficialmente em negociações para retornar à franquia ‘Pânico‘ no papel de Gale Weathers. A atriz quebrou recorde ao se tornar a que mais estrelou filmes consecutivos de uma franquia de terror.

A Variety confirmou a notícia, que já havia vazado há alguns dias.

Se assinar contrato, ela se junta a Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’).

Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.

Isso confirma que antes mesmo de Melissa Barrera ser demitida, a Spyglass estava reformulando ‘Pânico 7’.

A saída da Jenna Ortega exigiu que a equipe criativa fizesse algumas alterações, de acordo com indivíduos envolvidos no projeto, mas ainda havia esperanças de que a atriz pudesse ser convencida a voltar para algum tipo de participação especial. Isso não parece mais estar nas cartas. Outra fonte familiarizada com a franquia contestou isso, dizendo que Ortega nunca esteve envolvida no novo filme.

James Vanderbilt e Guy Busick, os roteiristas das duas sequências anteriores, estão trabalhando em um novo roteiro para apresentar aos cineastas. Alguns cenários e reviravoltas podem ser preservados, mas o filme precisará encontrar novos protagonistas.

Confira as reações dos internautas ao anúncio do filme:

Guy Busick (‘Casamento Sangrento’) retorna como roteirista do novo filme.

“Estou muito ansiosa para compartilhar essa notícia! Sidney Prescott irá retornar! Sempre foi uma honra interpretar a Sidney nos filmes da franquia ‘Pânico’. Minha apreciação por esses filmes, e pelo o que eles significam para mim, nunca diminuiu. Enquanto eu tive a sorte de fazer esses filmes com o mestre do terror Wes Craven e os talentosos Matt e Tyler, sempre sonhei em ser dirigida pelo Kevin Williamson. E agora isso irá acontecer. Ele será o diretor de ‘Pânico 7’! Essa franquia é o bebê dele. Foi a mente brilhante dele que criou este universo. Para os fãs da franquia, espero que vocês estejam tão animados quanto eu,” declarou a atriz.

Confira o anúncio:

‘Pica Pau’ ataca em Férias no Acampamento no trailer da nova comédia live-action da Netflix

Pica Pau‘ vai ganhar um novo filme live-action, que teve seu primeiro trailer divulgado pela Netflix.

Pica-Pau: Acampamento de Férias‘ estreia dia 12 de abril.

Após ser expulso da floresta, Pica-Pau encontra um novo lar no Acampamento Woo Hoo, até que um inspetor mal-encarado ameaça acabar com a brincadeira.

Assista:

O personagem já ganhou o live-action ‘Pica-Pau‘, produção hollywoodiana estrelada pela brasileira Thaila Ayala.

O filme foi um fracasso de público e crítica, e recebeu míseros 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundos os críticos, “é seguro dizer que este filme será a ruína de sua existência se você estiver assistindo sem uma criança para agradar.”

Crítica | Pica-Pau: O Filme – Você sabe, é para criança

Com direção de Alex Zamm, o longa resgatou o personagem que marcou várias gerações em uma produção que mescla live action e tecnologia CGI. Criado por Walter Lantz em 1940, o Pica-Pau é protagonista de 166 episódios animados que já foram transmitidos em mais de 155 países e em 105 idiomas diferentes. Além dos desenhos – atualmente exibidos pela Rede Record, Cartoon Network e Boomerang -, Pica-Pau possui uma área dedicada no resort da Universal na Flórida (EUA) e faz participações especiais em atrações nos parques em Hollywood e no Japão.

No filme, os atores Thaila Ayala e Timothy Omundson interpretam o casal Vanessa e Lance Walters – os novos alvos do traiçoeiro personagem na história. A comédia mostra uma guerra de território entre o pássaro e o vigarista Lance Walters e sua namorada, que estão determinados a construir a casa de seus sonhos, mas para isso têm que derrubar a casa do travesso personagem. A estreia está marcada para 5 de outubro nos cinemas brasileiros.

Diretores de ‘Pânico 5 e 6’ foram FORÇADOS a escolher fazer o 7º filme ou ‘Abigail’

Os diretores Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin revelaram ao The Hollywood Reporter que o plano deles sempre foi fazer uma trilogia de ‘Pânico‘.

Porém, após dirigirem ‘Pânico 5 e 6‘ eles se viram forçados pela Spyglass para escolherem entre ‘Abigail‘ ou ‘Pânico 7‘.

“Nós tivemos que sair [da franquia]”, eles afirmaram.

Segundo eles, a Spyglass tinha pressa em fazer ‘Pânico 7‘, e se eles topassem, não poderiam seguir com ‘Abigail‘.

“Ficaremos tristes porque não haverá um fim para a história de Sam Carpenter, mas em nossas mentes, projetamos Pânico 6 para que a história pareça completa”. 

Pânico 7 enfrentou uma verdadeira tempestade, com a demissão da estrela da saga Melissa Barrera (Sam Carpenter), seguida por Jenna Ortega (Tara Carpenter) e a saída do diretor Christopher Landon do projeto.

Em novembro de 2023, Barrera compartilhou uma postagem que chamava a violência em Gaza de “genocídio” e “limpeza étnica”.

Após a postagem, a Spyglass, empresa por trás da franquia ‘Pânico’, emitiu um comunicado condenando os comentários da atriz, afirmando que têm “tolerância zero para o antissemitismo ou incitação ao ódio de qualquer forma”.

Segundo o DanielRPK, Courteney Cox já assinou contrato para retornar como Gale Weathers em ‘Pânico 7‘.

Ela se junta a Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’).

Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia