Uma nova polêmica envolvendo ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ já está circulando pela internet. Dessa vez, referente a baixa nota do público que o filme tem recebido no site Rotten Tomatoes, em comparação com a boa aceitação da crítica especializada.
Embora o Rotten Tomatoes confirme que a nota está correta e não houveram erros, um grupo de direita denominado Down With Disney’s Treatment of Franchises and its Fanboys ( algo como “Abaixo a Disney e seu tratamento das franquias e dos fãs”), declarou que usou bots no sistema de votação para influenciar o resultado negativo do filme.
O grupo assumiu que houve um movimento com perfis falsos para negativar as notas. O moderador acusa a Disney de “introduzir mais personagens femininas no universo da franquia”, de tornar Poe Dameron uma “vítima do movimento anti-mansplaining”, e alerta para o perigo de transformar Poe e Luke “em gays”. Para o entrevistado, homens “devem ser recolocados como os senhores da sociedade”.
Após as declarações, o jornal alegou que o Rotten Tomatoes diz que está encarando de forma muito séria a declaração e que tem “um time de pessoas monitorando” as plataformas do site. Até agora “eles não identificaram nenhuma atividade que não fosse usual”.
Em uma entrevista ao The Wrap, o vice-presidente da empresa diz que o site preza pela autenticidade e garante que o número é real:
“A autenticidade das notas de crítico e de usuários são muito importantes para nós e temos uma equipe de especialistas em segurança, redes e bancos de dados que monitoram de perto nossas plataformas. Eles determinaram que não há problema nessa nota. Com Star Wars: Os Últimos Jedi vimos um aumento nas pessoas publicando críticas de usuários escritas, já que os fãs são muito apaixonados por esse filme e a franquia”
Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a sequência recebeu elogios quanto à evolução da narrativa, direção e desenvolvimento dos personagens. Considerado um dos melhores filmes da franquia, a produção conquistou a maior parte dos críticos norte-americanos.
Porém, o filme tem a pior média de toda a historia da saga dada pelo publico também no Rotten Tomatoes, conquistando apenas 56% de aprovação, tornando-o a pior recepção no site de toda a saga, lembrando que ‘O Despertar da Força’ tem 88% de aprovação do público, ‘Rogue One’ tem 87%, já ‘Ataque dos Clones’ tem 57% e até mesmo ‘A Ameaça Fantasma’ tem 59%.
Em termos de comparação: ‘Liga da Justiça’, por exemplo, que foi mal nas críticas em geral, conquistou 80% com as notas dadas pelo público no site.
Apesar da nota, o Episódio VIII já está trilhando seu caminho de sucesso nas bilheterias, tendo uma ótima abertura mundial. Em dois dias, fez US$ 105,8 milhões mundialmente, segundo o Deadline.
Deste valor, US$ 60,8 milhões foram gerados em 48 mercados internacionais, com destaque para Reino Unido (US$ 10,2 milhões), Alemanha (US$ 6,1 milhões), França (US$ 6 milhões), Austrália (US$ 5,6 milhões). No Brasil, o filme abriu com US$ 2,5 milhões.
Já nos EUA, o filme já arrecadado US$ 45 milhões em pré-estreias, de acordo com a Forbes.
Apesar do valor alto, o filme conquistou US$ 7 milhões a menos do que ‘O Despertar da Força’ – que arrecadou US$ 52 milhões em 2015.
Com o valor, o filme se torna a segunda maior abertura nos EUA, ultrapassando ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2’, que arrecadou US$ 43,5 milhões. O primeiro lugar ainda é de ‘O Despertar da Força’, com US$ 57 milhões.
Na trama, Virgílio ouve uma mensagem em sua secretária eletrônica de Clara (Thaila Ayala) informando o fim de um relacionamento que ele, curiosamente, não se lembra de ter com ela. Nixon vive Toni, gerente do museu de Nova York.
Coringafoi o grande filme de outubro e um dos maiores do ano até agora. Sua pegada mais “pé no chão” para abordar o arqui-inimigo do Batman agradou muita gente ao redor do mundo, que descreveu sua experiência como um “soco no estômago”. Mas também teve um pessoal que se identificou com o personagem e abriu um debate enorme sobre o longa. Fato é que o drama chegou a 900 milhões de dólares em bilheteria – sem estrear na China – e ganha cada vez mais espaço na mídia. Em meio a essa discussão se o filme é ou não uma obra “incel”, ele faz uma grande piada com seu próprio espectador.
[ALERTA DE SPOILER] Caso você não tenha visto Coringa ainda, saiba que vamos falar de pontos importantes da trama nesse post. Siga por sua conta e risco.
Coringa está próximo do bilhão com classificação etária para maiores
Para começar, vamos esclarecer o que é incel, termo frequentemente usado nas críticas negativas acerca do filme que funciona como uma abreviação das palavras Involuntary Celibate (involuntariamente celibatários). Ele surge no final dos anos 90, na própria internet, e passa a ser usado em fóruns de discussão até chegar à grande mídia para falar sobre assassinatos e tiroteios.
Em um resumo bem raso, o Incelé aquele cara que condena os homens do mundo como “inferiores a ele” e mulheres como “piranhas”. Ele se auto-intitula um cara legal e acredita que isso deveria fazer com que as moças transassem com ele. Só que ser legal com objetivo de “se dar bem” não é ser legal, é ser babaca, então a estratégia caça-sexo não costuma funcionar.
Diante dessa frustração, o incel se sente injustiçado e passa a agir de forma agressiva, seja ofendendo gratuitamente as mulheres – conhecidas ou não-, seja fazendo tiroteios escolares para mostrar o quanto era legal e injustiçado pela sociedade.
Dentro do contexto do que é um incel, cabe a você decidir se Coringaé ou não uma ode a essa galera. O ponto é que há outra mensagem que está sendo pouco comentada, talvez por conta dos holofotes dados a questão incel, que é a maneira como Todd Phillips pega grandes símbolos da mitologia do Batman e os corrompe ante a visão realista proposta.
O filme veio para mudar mais uma vez a imagem do Coringa
Durante o desenrolar do filme, a equipe criativa pega elementos praticamente santificados na vida do Batman e quebra tudo. É um movimento iconoclasta na história do Morcegão de Gotham. Além de seu maior rival ser nada menos que um maluco frustrado, cai por terra a imagem boa e justa de seu pai, Thomas Wayne.
Comumente tratado como o homem de bem, um cavaleiro branco na luta pelo povo de Gotham, Thomas ganha uma representação mais coerente com sua (dis)função social. É praticamente impossível se tornar bilionário sem explorar trabalhadores, pagando salários dignos e proporcionando condições dignas a todos. A cabeça do empresário foca na multiplicação do lucro próprio e, nesse ideal do bilhão, a conta não fecha.
Então, é uma forçada de barra monstruosa vender a família Wayne como um exemplo a ser seguido. Veja bem: na Marvel, o Homem de Ferro é um bilionário, mas em momento algum esconde ser um babaca que faz o que faz por ego e pra tentar limpar sua própria consciência. É uma motivação egoísta, mas que ajuda os outros. Já Thomas Wayne, um médico bilionário, é candidato à Prefeitura de Gotham com a campanha de limpar a cidade. Sério, a DC ter forçado esse personagem como “Cara Legal” por décadas beira o ridículo. É mais fácil comprar a ideia de um órfão que se veste de morcego pra bater em bandido do que em um bilionário (e político) gente boa. Coringa entende isso e mostra a face oculta dos Wayne, com denúncias de traição, corrupção, eugenia e até mesmo loucura. A cena dele agredindo um doente mental confesso, que pode ou não ser seu filho, é emblemática. É iconoclastia pura mostrar que Thomas Wayne não era a solução para Gotham, apenas parte do problema.
A imagem de bom moço do patriarca Wayne enfim foi por água abaixo
Da mesma forma, o ponto de virada da vida de Bruce ganha um novo significado nesta versão. Era comum mostrar o assassinato dos Wayne como um reflexo da pobreza e vilania de Gotham. Todos já sabem de cor a cena em que Joe Chill tenta assaltar Thomas e Martha no beco, quando, num ato de bravura, Thomas reage ao assalto e Joe atira nos dois à sangue frio, deixando o pequeno Bruce Wayne desesperado e traumatizado para o resto da vida. No filme de 2019, o crime é cometido após Thomas Wayne dizer que as pessoas invejam os ricos por serem pobres e ridiculariza os problemas do povo de Gotham em rede nacional.
Em meio ao caos das ruas, Thomas é elevado ao causador das mazelas da cidade. Como disse anteriormente, ele é parte do problema, mas não é O problema em si. Sua morte é um ato político vazio e deturpado, e reflete num pequeno Bruce, que não se joga desesperado sobre seu corpo e nem ao menos chora. Sua reação é o mesmo olhar perdido e intrigado, como se buscasse uma motivação naquilo, que fez em seu primeiro encontro com Arthur Fleck. A piada do Coringa foi, indiretamente, ter aberto as portas da loucura para seu futuro nêmesis.
Bruce Wayne: justiceiro ou lunático? A linha é bem tênue
Mas talvez o maior caso dessa ideia iconoclasta de Phillips é o próprio Coringa. Quando Batman: O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas em 2008, o Coringa de Heath Ledgertrouxe uma versão anárquica do Palhaço do Crime para o imaginário popular. De 2008 até 2019, praticamente todos os países do mundo passaram por algum tipo de crise financeira e social, e tiveram que viver ou assistir ao caos rolando em seus jardins. Nesse contexto, aquele Coringa adentrou no imaginário popular como a grande ameaça ao Sistema, à corrupção e injustiças sociais, e o personagem passou a ser idolatrado por algumas pessoas. “Talvez ele não seja tão louco assim”.
A brilhante atuação de Heath Ledger elevou o personagem a um patamar ideológico
Desde então, passou a haver essa idolatria absurda acerca do personagem e ele passou a ser rodeado por um viés político (ou apolítico) muito forte e qualquer representação dele que fosse diferente era rapidamente rejeitada. O Coringa de Jared Leto sofreu um pouco com isso quando tentou retomar o lado gângster do Palhaço e deixou o viés revolucionário de lado – Digo que “sofreu um pouco” porque o resto das críticas é bastante coerente. Jared Leto e David Ayer fizeram um péssimo trabalho em Esquadrão Suicida (2016).
Houve um processo de iconografia pesado acerca do personagem e sua imagem virou um símbolo de subversão, um “sopro de lucidez num mundo insano”. Ele foi santificado.
Meu Deus, isso aqui realmente existiu ou foi alucinação coletiva?
O problema é que essa idolatria cai em um doente mental, sem escrúpulos, extremamente violento e fazendo o que quer sem dar satisfação a ninguém. A partir de 2008, a galera revoltada com as corrupções do dia a dia, como não dar seta no trânsito, não respeitar filas ou propriedade privada, passou a amar quem mais criticava. Ou você acha que o Coringa dá seta quando está dirigindo?
A representação da subversão é linda, enquanto a subversão em si é criticada à exaustão. É nesse ponto que Todd Phillips dá um tiro certeiro. EmCoringa, o personagem título passa por muitas situações ruins. Ele é um fracasso na vida e está cercado constantemente por suas próprias frustrações, até o momento em que ganha uma arma e começa a ter sensações de pequeno poder. Esses momentos de adrenalina somados ao fim de seus remédios revelam que seu sonho não era trazer alegria ou ser bem sucedido na vida. Ele só quer descontar suas frustrações em quem acredita serem os culpados por sua tragédia. Sua mãe, a vizinha, Thomas Wayne, Murray Franklin, os caras do metrô… enfim, ele tem, ao longo do filme, algumas oportunidades de dar a volta por cima na vida ou só acabar com ela e encerrar seu sofrimento existencial. Porém, em todas elas, ele opta por punir quem ele enxerga como culpado. Com isso, a face do Coringa se espalha por Gotham como um símbolo da guerra de classes, uma resposta ao sistema. De uma hora para outra, as pessoas que não suportavam as corrupções do dia a dia saíram às ruas incendiando lojas, assassinando pessoas e idolatrando um doente mental. Espera, onde foi que eu já vi isso mesmo? A grande sacada do filme é quebrar essa ideia do Palhaço badass e deixar claro que a galera estava cultuando um doente mental fracassado. Era desse tipo de gente que eles tiravam inspiração.
De forma bem sutil, a grande piada do filme é a própria plateia, formada por fãs de um louco.
Coringa está em cartaz nos cinemas de todo o país.
Você já se viu numa situação em que tudo dá tão certo que você até desconfia? Ou que tudo dá tão errado, que você se pergunta o que, em um universo de inúmeras possibilidades, você poderia ter feito diferente para que as coisas passassem a dar certo? Esse é o argumento de ‘Um Amor, Mil Casamentos’, nova comédia romântica que chegou na Dona Netflix.
Já na primeira cena somos surpreendidos pelo nervosismo de Jack (Sam Caflin, nosso eterno queridinho de ‘Como Eu Era Antes de Você’), que está prestes a pedir um beijo da bela Dina (Olivia Munn). Então, o espectador descobre que Jack e Dina estão prestes a se despedir para sempre, mas uma pequena hesitação faz a coisa toda seguir para um outro caminho. Três anos se passam e estamos no casamento de Hayley (Eleanor Tomlinson), irmã de Jack, e rola a expectativa do reencontro com Dina. Porém, novamente, uma série de situações ocorrem e o expectador é convidado a pensar qual seria a melhor escolha, dentro de todo esse cenário, pensando sempre nas consequências que poderiam vir a partir de cada uma delas.
Há uma narradora onisciente em ‘Um Amor, Mil Casamentos’, que já na primeira cena dá o mote do filme: o universo é regido pelo caos e pelo acaso. E é justamente esse o fio que conduz a história desse casamento, quando a narradora desafia: “quais são todas as possibilidades que podem ocorrer quando oito pessoas se sentam a mesa?”. Essas oito pessoas são os personagens que vão conduzir as muitas possibilidades de tudo dar muito certo ou muito errado nesse casamento.
Alguns desses personagens são bem desenvolvidos, engraçados e ganham a simpatia do público, como o melhor amigo Bryan (Joel Fry), que está tentando tomar coragem para se apresentar ao famoso cineasta Vitelli (Paolo Mazzarelli), ou a noiva Hayley, super nervosa em tentar fazer com que tudo dê certo na sua festa. Por outro lado, há personagens na função de antagonista que são extremamente exagerados, caricatos e desnecessários, moldados com o intuito de causar repulsa, como Greg (Alexander Forsyth), que só sabe falar de si mesmo; a perdida Rebecca (Aisling Bea); e o atual namorado da ex de Jack, Chaz (Allan Mustafa), que está obcecado em saber se é melhor na cama do que Jack.
Baseado no filme ‘Plan the Table’, uma das coisas mais legais do roteiro de Dean Craig, que também dirigiu o longa, é essa atmosfera de livro-jogo: se os personagens escolherem fazer X, então acontece Y. Por conta disso, o espectador é frequentemente surpreendido por situações absurdas, que arrancam tanto o espanto quanto o riso. Conseguir construir uma história que não seja linear, que se reinventa e percorre outros caminhos com frequência é um desafio bem grande, e o resultado é que Dean Craig consegue uma comédia romântica espantosa, repleta de reviravoltas, com um toquezinho de suspense (afinal, a gente fica o tempo todo se perguntando se as coisas vão mesmo seguir nessa direção) e que faz a gente torcer para que, no final, tudo apenas dê certo.
O vindouro ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ continua ganhando novidades interessantes. Ao contrário de outras produções Marvel, Stan Lee não aparece apenas uma única vez no longa, mas sim várias.
Segundo o jornalista do New York Times, Kyle Buchanan, os diretores Peter Ramsey, Bob Persichetti e Rodney Rothman contaram que Lee aparece várias vezes ao longo do filme, mas as aparições são bem escondidas e agora caberá aos fãs encontrá-las.
Mundialmente, a animação acumula US$ 234 milhões e segue inédita em vários países.
Na trama, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales, menino negro do Brooklyn que tenta salvar o mundo.
Depois de possivelmente revelar de que forma o capitão Steve Trevor irá retornar para o aguardado ‘Mulher-Maravilha 1984’, o site That Hashtag Show aproveitou o hype da sequência para contar aos fãs qual será a nova missão da heroína protagonista.
Segundo novas reportagens, Diana Prince/Mulher-Maravilha irá “atuar como uma espiã durante a Guerra Fria” e terá como objetivo “caçar um nefasto espião russo”. Ao que tudo indica, Diana já é uma super-heroína bastante conhecida por todos.
Confira o primeiro cartaz oficial do longa:
Em entrevista ao Vulture, o produtor Charles Roven (‘Liga da Justiça’) afirmou que o filme NÃO é uma sequência de ‘Mulher-Maravilha‘ (2017), mas sim uma nova aventura.
“É um filme independente da mesma forma que os filmes de Indiana Jones ou Bond são, em vez de uma história contínua. Não queremos fazer muitas sequências.”, afirmou.
Jenkins já havia adiantado que ‘Mulher-Maravilha 1984′ seria muito diferente do primeiro filme.
“Nós realmente estamos fazendo um filme totalmente diferente. Ainda vamos ter as coisas que amamos, mas é um filme completamente próprio. É uma aventura inteiramente nova, e eu não podia estar mais feliz em poder fazer parte disso”, revelou.
‘Mulher-Maravilha 1984′ teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020. Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.
Segundo o Deadline, o diretor Travis Knight (‘Bumblebee’) deixou a aguardada adaptação da franquia de games conhecida como ‘Uncharted’ devido a conflitos de agenda com o protagonista Tom Holland.
De acordo com as novas informações, Knight acabou optando por sair da cadeira de direção depois que a Marvel Studios confirmou o início das gravações de ‘Homem-Aranha 3’ para o mesmo período de seu projeto – e, como é de conhecimento geral, Holland também estrela o filme como o herói aracnídeo.
Ainda não se sabe quem substituirá o cineasta no comando do longa-metragem e nem se o elenco, formado por Mark Wahlberg e Ansel Elgort, permanecerá o mesmo.
É provável a estreia de ‘Uncharted’ seja adiada mais uma vez.
O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.
O jogo acompanha as aventuras de Nathan Drake (Holland), um caçador de tesouros que viaja ao redor do mundo para descobrir mistérios históricos. Porém, a adaptação não deve seguir nenhuma história mostrada nos games da Naughty Dog.
Depois de ser adiada inúmeras vezes, a comédia ‘Aprendiz de Espiã’, estrelada por Dave Bautista, finalmente ganhou data de estreia.
Segundo o Deadline, o filme irá estrear na Amazon Prime no dia 26 de junho.
No filme, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Chloe Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.
A direção é de Peter Segal (‘Agente 86’) e o roteiro é assinado por Jon e Erich Hoeber, ambos de ‘RED: Aposentados e Perigosos’.
Produzida pela Blumhouse, responsável por sucessos como ‘O Homem Invisível‘ e ‘Fragmentado‘, a nova versão do clássico de 1996 chega aos cinemas brasileiros em 5 de novembro deste ano.
O lançamento é mais uma opção da distribuidora em oferecer um produto inédito neste momento de retomada dos cinemas. Recentemente, a Sony Pictures também ofereceu ao mercado o terror ‘A Ilha da Fantasia‘, que ainda estava inédito no Brasil.
‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade‘ estreia 24 anos depois do original, que foi lançado em 18 de outubro de 1996 e marcou uma geração com atuações memoráveis de Neve Campbell, Fairuza Balk, Rachel True e Robin Tunney. O novo filme é dirigido pela atriz e diretora Zoe Lister-Jones.
Na nova versão da Blumhouse para o clássico cult ‘Jovens Bruxas‘, um eclético quarteto de adolescentes aspirantes à bruxas recebem mais do que jamais esperavam ao se aprofundar no uso de seus recém descobertos poderes.
O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza Balk e Neve Campbell.
Dailyn Rodriguez e Ben Lobato assumiram como os showrunners.
“Nascida e criada no México, Teresa teve de aprender a se cuidar sozinha desde pequena, aprendendo rapidamente como se virar na vida, inclusive financeiramente. Esperta, perspicaz e observadora, ela irá sempre atrás do melhor para sua vida, baseada em sua própria conduta moral. Então, quando seu namorado traficante é assassinado, ela partirá como refugiada para os Estados Unidos, mas determinada a vencer ao seu modo – ainda que ela tenha de formar novas alianças, desbancar um criminoso influente e, assim, assumir a chefia de um poderoso cartel de drogas.”
O elenco ainda inclui Veronica Falcón, Peter Gadiot, Hemky Madera e Nick Sagar.
A série retorna com novos episódios no dia 07 de abril.
A série acompanha Jeff, enquanto ele “explora o mundo”. Ele faz isso cobrindo tópicos como videogames, sorvetes e tênis, conversando com influenciadores e especialistas com amplo conhecimento e experiência nesses assuntos específicos.
A HBOdivulgou o primeiro teaser trailer oficial da 4ª temporada da elogiada e adorada série ‘Westworld’.
Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 26 de junho.
Confira:
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
Durante uma entrevista à própria Netflix no evento TUDUM, o criador Declan de Barra revelou mais detalhes da aguardada série ‘The Witcher: A Origem’ e contou como a minissérie pré-sequência impacta em ‘The Witcher’ (via ComicBook.com).
‘A Origem’ configura certos personagens principais e favoritos dos fãs dos livros da série original. Existem itens e descobertas que são feitas neste mundo que se desenrolam em temporadas posteriores de ‘The Witcher’ e têm efeitos críticos no enredo. A criadora de ‘Witcher’, Lauren Schmidt, os produtores e eu passamos muito tempo semeando novos easter eggs e respondendo a easter eggs mais antigos de outros episódios e séries. Estamos tecendo uma complexa teia de aranha com uma história deliciosa que se estende por milhares de anos”, ele disse.
Lembrando que a produção terá quatro episódios e chega à Netflix em 25 de dezembro.
Além de Lenny Henry no papel de Balor, o elenco é formado por Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).
Eles se juntam aos atores Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían), previamente anunciados.
Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.
A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.
“Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”
Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.
A noção de deus ex machina provém do latim e sua tradução é literalmente “deus provindo da máquina”. Dentro do mundo narrativa, essa expressão refere-se a alguma acontecimento inesperado, improvável e incabível para finalizar o arco de algum personagem ou para colocar um ponto final em determinada história de forma a amarrar todas as pontas soltas – e isso funcionaria muito bem nas obras de tragédia grega onde cada um dos participantes de determinada encenação era movido por seu apreço e seu louvor aos deuses, cuja aparição servia para solucionar magicamente todos os obstáculos pelos quais as figuras humanas passaram. Mas estamos falando de produtos audiovisuais contemporâneos, respaldados por uma imensa gama de tramas e subtramas que ainda têm muito a ser exploradas, principalmente por perspectivas definidas – e parece que a terceira e última iteração da franquia ‘Maze Runner’ não percebeu nada disso.
Wes Ball retornou como o diretor do último capítulo do cosmos idealizado por James Dashner – o que por um lado foi bom, visto que ele já estava familiarizado com o tom da história e com o escopo pós-apocalíptico em questão. Entretanto, por outro lado, Ball retomou maneirismos com os quais estava acostumado, principalmente a câmera na mão quando há a construção exacerbada de inúmeras cenas de ação: é claro que essas sequências são sempre muito bem-vindas, ainda mais se forem coreografadas com tamanha maestria quanto as que abrem o longo prólogo do terceiro longa-metragem. Combinado com uma fotografia e uma montagem um tanto quanto asséptica, nos sentimos em um ambiente relativamente confortável se levarmos em consideração a nostalgia que esses momentos causam, transportando-nos para outras franquias como ‘Missão Impossível’ e ‘Duro de Matar’.
Porém, a existência saturada dessas saídas narrativas são meramente iconográficas e emergem para tapar eventuais buracos de roteiro ou até mesmo para que os mais de 140 minutos não se tornem uma monotonia total como os “apreciados” em Prova de Fogo. Não posso tirar, pois, o cuidado um pouco maior que T.S. Nowlin, roteirista responsável pelas obras anteriores, traz para os inúmeros arcos. Personagens outrora inutilizados, como o de Giancarlo Esposito, Aidan Gillen e Rosa Salazar ganham uma roupagem mais complexa e que os tira de um convencionalismo linear, permitindo inclusive que o público seja guiado por suas nuances e crie conexões inexistentes no último filme.
De qualquer forma, ‘A Cura Mortal’, assim como ‘A Esperança’ foi para a franquia ‘Jogos Vorazes’, traz subtramas de rebeldia e levante perante uma organização opressora e cujos pensamentos em escala global não prezam pela manutenção da humanidade, e sim por um sucesso individualista, buscando a salvação de uma pequena parcela. É interessante que temas como meritocracia, livre-arbítrio e subjugação sejam trazidos mais uma vez para uma franquia jovem-adulta como esta; mas diferente do universo criado por Suzanne Collins, tais escolhas permaneçam em uma superfície condescendente para que as execuções mirabolantes encontrem mais espaço – pelo menos no tocante à transcrição cinematográfica.
Dylan O’Brien mais uma vez lidera o grupo de rebeldes contra a instituição conhecida como WCKD, agora para libertar os jovens remanescentes das garras do impetuoso Janson (Gillen) e da deturpada e racional mente progressista da Dra. Ava Paige (Patricia Clarkson em uma performance memorável dentro dos limites do filme). Thomas, o nome do protagonista que encarna, é obviamente um dos que mais mergulha dentro de um processo de amadurecimento forçado, visto que presencia inúmeras mortes e a perda de vários entes queridos lutando por uma causa maior – e não, não é por coincidência que sua personalidade irrefreável e muitas vezes impulsiva trace paralelos com a de Katniss Everdeen. Os dois parecem cegos pelos traumas que lhes foram impostos e trabalharam à mercê de forças superiores e que os comandam, ainda que indiretamente.
Mas agora, Thomas sofre com uma dor ainda pior que a morte: a traição. Conforme descobrimos nos momentos finais do segundo filme, Teresa (Kaya Scodelario) traiu a confiança dos clareanos – ou seja, os sobreviventes ao labirinto do longa original – ao revelar sua localização para os agentes da corporação e então foi abraçada pelo lado inimigo, plantando uma semente de ódio e frustração naqueles que conseguiram escapar. Eventualmente, ambos os personagens se reencontram, visto que uma das tramas principais gira em torno do resgate de Minho (Ki Hong Lee), que permanece trancado dentro das facilidades da WCKD e passa por testes inimagináveis para que a tão famigerada cura seja adquirida.
E então chegamos a essa bendita cura: de forma simples e curta, ninguém se lembra dela; o filme é tão carregado com execuções muito boas de cenas de ação que a real sustentação da história, a cura para o mortal vírus que se espalhou pela Terra, nem ao menos é relembrada pelo público. Mais uma vez, o roteiro preza pelas relações intimistas entre os personagens e se esquece do escopo pós-apocalíptico que poderia ser muito bem aproveitado. E se isso se tornou um deslize, espere só até realmente entender o porquê da explicação do termo deus ex machina no começo do texto; cada um dos perigos enfrentados pelos heróis é resolvido magicamente por ações externas e ocasionais, que insurgem no momento em que mais precisam ou em que estão prestes a morrer. Isso é interessante durante o ato inicial, mas se torna muito repetitivo e previsível conforme a narrativa se desenrola.
Thomas Brodie-Sangster também rouba o foco do filme ao interpretar mais uma vez o fiel “escudeiro” do protagonista, Newt. Diferentemente dos outros, ele foi infectado pelo vírus em questão e não sabe se vai sobreviver ou não; ele encontra sua ruína com a chegada do terceiro ato, e essa decisão do roteiro, bem como com a morte de Teresa, mostra ainda a perseverança de Ball e de Nowlin em não se poupar nos sacrifícios necessários para os arcos de outros personagens – mas isso também já é de se esperar, principalmente levando em consideração os longas anteriores.
‘A Cura Mortal’ definitivamente não é uma resolução justa o suficiente para ‘Maze Runner’, ainda que seja satisfatório. Se você espera uma obra com questões profundas sobre a humanidade e o caos instaurado dentro de uma sociedade em ruínas, sugiro que procure em outro lugar; caso sua busca seja por um filme com sequências de ação interessantes – algumas até de tirar o fôlego – parabéns: você está no lugar certo.
‘Vikings’ é uma das séries mais populares do século – mas isso não quer dizer que está livre de cometer alguns erros em relação à precisão histórica. E isso foi recentemente pontuado por um especialista em armas que participou de um vídeo da revista Insider.
No vídeo em questão, Toby Capwell, cuja especialidade inclui armas e armaduras medievais, conferiu uma das cenas da segunda temporada da produção e comentou acerca das inúmeras imprecisões históricas, que incluíram vestimentas e objetos.
“‘Vikings’ é uma fantasia”, ele disse. “Há muitas coisas para se gostar sobre essa série, e é isso que deixa tudo mais trágico para mim. Esses anglo-saxões estão usando capacetes do final do século XVI. Os burgonetes com o pente alto e o pico estão errados em 800 anos… O equipamento de couro… Quase não há evidências históricas de roupas de couro”.
Capwell continua: “as pessoas no passado não faziam roupas de couro, é uma coisa distintamente moderna. O machado está bom, não tenho problema com o machado. Eu tenho um problema com nenhum dos personagens principais usando capacetes. Você não pode chegar perto de uma batalha como esta sem um capacete… Alguém como Ragnar Lothbrok… Alguém dessa estatura teria um casaco masculino incrível, ele teria joias, ele teria coisas grandes e grossas de ouro nele, ele teria uma espada dourada. Ele não precisa parecer um monte de porcaria de couro. Vou dar [nota] 3 [de 10].
Em 2022, conversando com o GameSpot, o criador Michael Hirst ponderou sobre o motivo de ter optado por encerrar a série em seu sexto ano, afirmando que a trama havia chegado a um desfecho natural.
“Eu sabia, em um sentido global, para onde estava indo. E foi muito satisfatório, de certa forma, quando chegamos ao que eu sabia que seria a última temporada. Eu também senti que tinha falado tudo o que eu queria dizer sobre os Vikings, sabe? Eu comecei e fiquei fascinado por sua cultura e crenças e queria derrubar todos esses preconceitos e clichês sobre eles. E então me apaixonei por esses personagens principais. Por muitas vezes, meus dias e noites durante sete anos foram preenchidos com Vikings. Sabe, eu escreveria até a meia-noite, viajava para a Irlanda todas as semanas. Já era hora de concluir a saga”.
A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
O longa-metragem, que levou para casa o Oscar de Melhor Roteiro Original, chegou à plataforma de streaming nesta última terça-feira, 06 de fevereiro.
‘Belfast’ é uma história pessoal e alegre sobre o poder da memória, ambientada no final dos anos 1960 na Irlanda do Norte. No centro do filme está Buddy, um menino à beira da adolescência, cuja vida é repleta de amor familiar, diversões de infância e um romance florescente. No entanto, com sua amada cidade natal envolvida em turbulências crescentes, sua família enfrenta uma escolha importante: esperar que o conflito passe ou deixe tudo o que conhecem para trás por uma nova vida.
O aclamado longa-metragem ‘Boyhood – Da Infância a Juventude’ chega esta semana ao catálogo da Netflix.
A produção tem estreia agendada para o próximo dia 16 de julho na plataforma de streaming.
A história é centrada em um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.
Considerado não apenas um dos melhores filmes da década como também do século, a produção foi extremamente ovacionada pelo público e pela crítica especializada, alcançando o raro feito de conquistar a pontuação perfeita no agregador de reviewsMetacritic. ‘Boyhood’, que foi rodado ao longo de onze anos, garantiu cinco indicações ao Globo de Ouro, cinco ao BAFTA (que garantiu a Linklater o prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme), e seis ao Oscar.
O longa será lançado na plataforma no dia 3 de janeiro de 2025.
Aclamado pelos críticos, o longa conquistou impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os críticos elogiaram a animação em todos os seus aspectos, considerando a sequência uma adição bem-vinda e de altíssima qualidade.
Confira as reações:
“A animação em stop motion e o design e execução detalhados dos personagens são simplesmente maravilhosos, e o roteiro de Mark Burton, que desenvolveu a história ao longo de vários anos com Park, é espirituoso e vencedor”, disse Pete Hammond do Deadline.
“Comparado com os últimos filmes da Aardman, ‘Wallace & Gromit: Avengança’ parece mais contido, o que, no final das contas, é algo positivo”, disse Peter Debruge da Variety.
“‘Wallace & Gromit: Avengança’ é uma aventura dinâmica e bem ritmada, na qual Gromit se destaca como um dos melhores personagens de tela, enquanto o jeito distraído de Wallace ainda conquista o coração do público”, disse Lovia Gyarkye ao The Hollywood Reporter.
“‘Wallace & Gromit: Avengança’ apresenta uma bela animação, uma história divertida e o retorno de um vilão infame. O que mais um espectador poderia querer?”, disse Ricky Valero da FandomWire.
“Isto é mais como um curta-metragem muito longo de Wallace e Gromit. Isso é algo maravilhoso de se ser. Tem grandes heróis, um vilão memorável e mais caprichoso do que provavelmente é recomendado pela ciência médica”, disse William Bibbiani do TheWrap.
“Com uma lição de moral em sintonia com o clima da cultura pop atual, os diretores Nick Park e Merlin Crossingham fazem com que o tão esperado retorno de Wallace & Gromit pareça um abraço caloroso de velhos amigos. Depois de 16 anos, isso é tudo que os fãs poderiam realmente pedir”, disse Jacob Fisher do Discussing Film.
No novo filme…
Gromit continua preocupado porque Wallace está dependente demais de suas invenções. Desta vez, Wallace inventou um gnomo “inteligente”, que parece desenvolver consciência própria. Acontece que uma figura vingativa do passado pode estar por trás de tudo isso. Agora, Gromit precisa enfrentar forças sinistras para salvar seu tutor… caso contrário, Wallace nunca mais vai poder inventar nada!
Nick Park e Merlin Crossingham são responsáveis pela direção.
A produção contará com as vozes de Ben Whitehead, Peter Kay, Lauren Patel, Reece Shearsmith, Diane Morgan, Adjoa Andoh, Muzz Khan e Lenny Henry.
Mark Burton (‘Madagascar’) assina o roteiro ao lado de Park.
Tendo estreado em 1991, a franquia em questão ganhou notoriedade em 2005 com o lançamento de ‘Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais‘, cujo sucesso rendeu ao longa-metragem o Oscar de Melhor Animação no ano seguinte.
A história girou em torno dos dois personagens-títulos em uma missão para desvendar o mistério que vem devastando os jardins do vilarejo onde moram, ante que a ameaça destrua a competição anual do maior vegetal da comunidade.
Desde sua estreia em 2013, ‘Rick e Morty’ trilhou um caminho de enorme sucesso que a sagrou como uma das melhores séries animadas das últimas décadas – apostando fichas em narrativas irreverentes e recheadas de tropos sci-fi que serviram de máscara para temas profundos como vingança, ressentimento, família e a efemeridade da vida, carregadas de incursões niilistas e de personagens muito bem arquitetados que caíram no gosto da crítica e do público. E, após uma sétima temporada um tanto quanto desequilibrada em virtude de inúmeras polêmicas internas, somos convidados a retornar para esse expansivo universo com um ambicioso oitavo ciclo que tem lançamento agendado para 26 de maio na Max.
Trazendo Ian Cardoni e Harry Belden de volta como os personagens titular, respectivamente – que substituíram o criador Justin Roiland após alegações de assédio sexual que resultaram em sua demissão permanente do projeto e da Adult Swim -, a nova leva de episódios resgata toda a glória das temporadas predecessoras à medida que revela ter espaço de sobra para incursões originais. É notável como, ciclo após ciclo, as análises filosóficas sobre os constantes adventos da tecnologia tornam-se mais ácidas, satíricas e pungentes, aliadas ao melhor que a ficção científica pode oferecer e contando com sequências sangrentas que reiteram o teor para maiores de dezoito anos da obra. E, talvez como nunca, a metalinguagem e a autoconsciência da série se elevam a níveis estratosféricos, permitindo um encontro entre passado e presente vibrante e envolvente.
A plataforma disponibilizou aos críticos quatro dos dez capítulos que integram a oitava temporada – e é muito estar de volta da melhor maneira possível. Em “Summer of All Fears”, episódio que abre a iteração, lidamos com um inesperado amadurecimento de Morty e Summer (Spencer Grammer) como corolário de mais um experimento de Rick – cujas lições de moral transformam-se em uma mixórdia de estresses pós-traumáticos que ambos levam para uma jovialidade que parece perdida no tempo. E, à medida que o episódio explora a cronologia como um construto social, outras incursões ganham vida em episódios como “The Rick, The Mort & The Ugly”, que nos leva de volta à Cidadela para mais uma antológica jornada que teve início lá no ciclo de estreia; “The Last Temptation of Jerry”, que ajuda a reiterar a presença de um dos personagens mais divertidos da série em um inesperado arco pascoalino; e “Cryo Mort a Rickver”, que aposta fichas em disparidades sociais e econômicas em uma sociedade aparentemente aperfeiçoada.
Cada capítulo é executado com maestria e com uma preocupação estética que não reflete apenas a evolução identitária da animação, como mantém-se fiel à multiplicidade gritante de cores e a reafirmação do universo como um caótico infinito que é impossível de ser explorado por completo. Fill Marc Sagadraca, escalado como um dos diretores principais, faz um trabalho memorável e que denota um conhecimento profundo da atração – o que não é surpresa, visto que ele já emprestara suas habilidades para “Analyze Piss”, da sexta temporada; Jess Lacher e Heather Anne Campbell, que participam do numeroso time de roteiristas, chamam a atenção pelo conflito entre individualismo moral e ética humana em seus esquadrinhamentos, de maneira a garantir que a ironia seja força-motriz; e nada disso seria possível sem a profética e bem-vinda perspectiva oferecida por Scott Marder, que assumiu o cargo de showrunner desde a 5ª temporada.
Falar do trabalho do elenco de voz parece desnecessário a esse ponto, mas certos aspectos merecem comentário: Cardoni e Belden fizeram um bom trabalho ao encarnarem os personagens titulares pela primeira vez em 2022 e, agora, mergulham de cabeça em uma zona mais confortável que arranca deles performances aplaudíveis; Grammer reitera-se como uma das maiores dubladores da atualidade ao fornecer mais camadas a Summer, em seu contínuo arco de rebeldia e libertação; e Sarah Chalke e Chris Parnell, voltando como Beth e Jerry Smith, continuam a entregar atuações memoráveis, através de uma química disruptiva que acrescenta ritmo e dinamismo à obra – principalmente em “The Last Temptation of Jerry”.
A oitava temporada de ‘Rick e Morty’ é um sólido retorno às raízes cujos mínimos equívocos são ofuscados por uma beleza artística e técnica que nos arrebata desde os primeiros minutos – e que reacende a chama do interesse que nutríamos pela animação desde sua estreia há quase uma década e meia.
Durante a NYCC 2025, a Paramount+ divulgou o trailer oficial de ‘Star Trek: Starfleet Academy‘, nova série derivada do universo ‘Star Trek‘.
A produção tem estreia marcada para o dia 15 de janeiro de 2026.
Confira, com as imagens oficiais:
Na trama…
Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.
Vale lembrar que Paul Giamattiserá o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunterdará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial.
A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.
Segundo o Deadline, a Warner Bros. Pictures fechou contratato para a adaptação do romance ‘Playground’, best-seller do New York Times assinado por Richard Powers.
A Plan B irá produzir o longa-metragem ao lado do indicado ao Oscar Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’) e de Brian Swardstrom.
Indicado ao Prêmio Booker, ‘Playground’ acompanha Todd Keane e seus dois melhores amigos da Universidade de Illinois, passando pelo boom tecnológico do Vale do Silício até a ilha polinésia de Makatea, onde se extraem fosfato. A história explora o amor, a amizade e o rápido avanço da inteligência artificial.
Após dominar o Oscar 2026 com ‘Uma Batalha Após a Outra’ e ‘Pecadores’, a Warner Bros. volta a firmar parceria com Chalamet – considerando que o estúdio e o ator caminham para o lançamento de ‘Duna: Parte 3’ no final deste ano. Chalamet, por sua vez, embarca em mais um ambicioso projeto após duas indicações consecutivas ao Oscar de Melhor Ator, pela dramédia ‘Marty Supreme’ e pela cinebiografia ‘Um Completo Desconhecido’.
Alicia Vikander (‘Tomb Raider: A Origem’) também integra o elenco.
Na trama…
“Os amores de Paul permanecem tão intensos e tão cobiçosos durante sua vida adulta quanto eram em sua adolescência. Seja no cenário do sul da Itália, onde ele teve uma queda pelo marceneiro de seus pais, ou um campus coberto de neve na Nova Inglaterra, onde sua paixão duradoura por uma garota, que ele encontrará repetidamente ao longo dos anos, é pontuada por encontros anônimos com homens.”
“Os apegos de Paul são inapreensíveis, transitórios e para sempre subscritos pelo desejo ardente. À frente de cada passo que Paul dá, suas esperanças, negações, medos e arrependimentos estão sempre prontos para montar suas armadilhas. No entanto, o sonho do amor persiste. Podemos nem sempre saber o que queremos. Podemos permanecer enigmas para nós mesmos e para os outros. Mas, mais cedo ou mais tarde, descobrimos quem sempre soubemos que éramos.”
Amanda Kate Shuman servirá como roteirista, produtora executiva e showrunner.
‘O Mandaloriano‘ se tornou um grande sucesso para Disney+ e tornou-se uma das produções mais elogiadas da plataforma de streaming.
Após resgatar o espírito dos filmes clássicos de ‘Star Wars‘ e apresentar o Baby Yoda aos fãs, a 1ª temporada chegou ao fim com um episódio que garantiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
E agora que os fãs já assistiram à série, muitos deles confessaram nas redes sociais que estão cancelando as assinaturas da Disney+.
A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Através de seu canal no Youtube, a empresa que supervisiona os efeitos especiais da Lucasfilm, a Industrial Light & Magic, divulgou um vídeo bem interessante dos bastidores de ‘O Mandaloriano‘.
Ao longo de 17 minutos, o vídeo detalha o processo de criação da Razor Crest, a nave do protagonista, vivido por Pedro Pascal.
Um dos aspectos mais legais do veículo é que ele foi inserido na atração através de efeitos práticos mesclados jogadas de câmera e retoques de imagens geradas por computador.
A técnicas são semelhantes ao que foi usado durante a criação da trilogia original de ‘Star Wars‘, lançada entre 1977 e 1983.
Assista ao vídeo:
Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada, e a 2ª estreia em 30 de outubro naDisney+.
Assista ao trailer:
Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
A Marvel Studios divulgou um novo pôster de ‘Viúva Negra‘, mostrando Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) enfrentando o perigoso vilão Taskmaster.
Confira:
Lembrando que as primeiras reações já foram divulgadas e os críticos amaram a adaptação.
A produção foi extremamente elogiada por seu clima de filme de espionagem, cenas tensas, humor refinado e o principal: Florence Pugh (‘Midsommar’) recebeu diversos elogios por sua atuação, sendo chamada de “um ícone MCU instantâneo”.
Confira as primeiras reações:
“Sequências de luta e perseguição bastante convincentes, uma performance de Florence Pugh arriscada e uma primeira metade que é íntima e cheia de diálogos, meio engraçada de uma nova maneira para o MCU; sim, eu gostei muito.”
#BlackWidow : Actually bruising fighting and chase sequences, a go-for-broke Florence Pugh performance (does she turn in any other kind? nope), and a first half that’s intimate and talky and kind of funny in a new way for the MCU; yes, I enjoyed this. pic.twitter.com/i48fFmjNud
“Os filmes da Marvel estão de volta! Viúva Negra é um thriller de espionagem tenso e cheio de ação que realmente completa a história de Natasha de uma forma visceral e emocional. Florence Pugh ARRASA e se torna um instantâneo. É como um filme de Bond do MCU com tons de MISSÃO: IMPOSSÍVEL & THELMA & LOUISE.”
Marvel movies are back! #BlackWidow is a tense, action-packed spy thriller that truly completes Natasha’s story in a visceral & emotional way. Florence Pugh CRUSHES it & is an instant MCU icon. This is like the MCU’s Bond movie w/ shades of MISSION: IMPOSSIBLE & THELMA & LOUISE. pic.twitter.com/bauc2XVQlF
“Viúva Negra parece um filme de Fase 1 da Marvel, pois é a história mais independente em algum tempo. Sem aquela baboseira de um filme da Marvel como você nunca viu. Florence Pugh ARRASA!”
BLACK WIDOW feels like a Phase 1 Marvel movie in that’s it’s the most standalone story in quite awhile. That whole “An MCU entry like you’ve never seen!” trend, yeah that’s not this. Florence Pugh rules. (Also bonus points for a great MOONRAKER reference.)
“Gostei muito de Viúva Negra! Um dos filmes mais engraçados do MCU, com uma tonelada de piadas autorreferenciais para os fãs de longa data, autoconsciência suficiente para fazer o absurdo funcionar. Florence Pugh e David Harbor roubam o show. Definitivamente tem alguns problemas. Mas cavou! Absolutamente é para ver nos cinemas!!”
I really liked Black Widow!! One of the funnier MCU movies, w/a ton of self-referential jokes for longtime fans, enough self-awareness to make the absurdity work. Florence Pugh & David Harbour steal the show. Definitely has some issues. But dug it! Absolutely see it in theaters! pic.twitter.com/i8s96I14It
“Misture os filmes de Jason Bourne, a série The Americans e o estilo da MArvel e você terá Viúva Negra (ou o que eu chamarei agora, “O momento que Florence Pugh dominou o mundo”) … Definitivamente, fique para a cena pós-créditos”
Mix the Jason Bourne movies, FX’s The Americans, and MCU lore and you get #BlackWidow (or what i will call for now on, “The Moment Florence Pugh Took Over The World”) … Definitely stick around for the post credits scene pic.twitter.com/btDWxb0bjX
Do começo ao fim, o filme é ótimo. Excelentes surpresas, momentos emocionais da personagem, ação violenta e Scarlett Johansson finalmente consegue colocar tudo no papel.
A diretora Cate Shortland acertou em cheio. Bravo.”
Start to finish, the movie is great. Excellent surprises, emotional character moments, bad-ass action, and Scarlett Johansson finally gets to pour everything into the role.
Lembrando que ‘Viúva Negra‘ estreia em 08 de julho nos cinemas simultaneamente com o lançamento na Disney+ por meio do Premier Access, custando R$69,60.
No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.
De acordo com o Comic Book, o ator e comediante Jim O’Heir (‘Parks and Recreation’) foi adicionado ao elenco da 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.
Infelizmente, não foram revelados detalhes sobre seu personagem, então não se sabe se ele fará uma participação especial ou se irá compor o elenco recorrente.
A informação foi divulgada originalmente por Rob Lowe, que apresenta o podcast Parks and Recolletions junto com O’Heir.
Em um episódio do programa, O’Heir foi questionado sobre o que ele estava gravando atualmente, e ele respondeu:
“Ah, droga. Não sei se posso dizer. Posso dizer uma localização. Estou em um estado, Novo México, eu não sei se posso falar mais do que isso.”
Em seguida, Lowe comentou:
“Eu vou dizer, Jim, eu sei no que você está trabalhando, e rima com a última parte de ‘Bar Wars’.”
E O’Heir finalizou, dizendo:
“Maldição, cara.”
Apesar de não revelar detalhes sobre a produção em que está trabalhando, sabemos que as gravações de ‘Obi-Wan Kenobi’ e ‘Star Wars: Andor‘ já foram finalizadas.
Além disso, a única atração relacionada à saga em produção atualmente é a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’.
Agora só nos resta aguardar para saber qual será o papel de O’Heir na trama.
Anteriormente, durante uma entrevista para a Neelix Magazine (via Screen Rant), o protagonista Pedro Pascal foi questionado se novos personagens serão apresentados na trama.
Em resposta, ele disse que:
“Haverá alguns rostos familiares e muitos, muitos novos rostos nos próximos episódios. Além disso, há muita ação e uma ótima história. Satisfeito?”
Por enquanto, o enredo da 3ª temporada permanece um mistério, mas já sabemos que Grogu decidiu recusar seu treinamento Jedi para continuar ao lado de Mando.
Além disso, o Mandaloriano admitiu à Armeira que ele já removeu seu capacete, o que é contra a crença de todos os Mandalorianos.
Por conta disso, a personagem disse que a única maneira de expiar era purificar-se nas águas vivas sob as minas encontradas em Mandalore.
Sendo assim, há a possibilidade de que a 3ª temporada leve Din Djarin e Grogu ao planeta natal dos guerreiros mascarados.
Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’ deve estrear somente em dezembro de 2022.
Enquanto isso, vale lembrar que a atual série baseada na saga ‘Star Wars’ é ‘O Livro de Boba Fett‘.
A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.
Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.
“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filonie Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”
‘Rogue One: Uma História Star Wars’ fez um tremendo sucesso ao expandir a saga criada por George Lucas e mostrar os primeiros passos da Aliança Rebelde contra as forças imperiais.
O filme acabou levando a uma série derivada dedicada ao personagem Cassian Andor, vivido porDiego Luna.
No entanto, antes da Lucasfilm aproveitar ‘Andor’, Gary Whitta, co-roteirista de ‘Rogue One‘, revelou que tinha uma ideia semelhante para um spin-off do longa.
Em seu seu perfil do Twitter, ele publicou uma mensagem explorando a proposta da série e revelando que a ideia não foi para a frente.
“Anos atrás, meu co-roteirista de ‘Rogue One’, Chris Weitz, e eu tivemos uma ideia legal para um programa de TV sobre uma equipe rebelde no estilo Mossad caçando criminosos de guerra imperiais que fugiram e desapareceram após a queda do Império. Poderia ter sido um suporte legal para ‘R1’. No entanto, nós nunca fizemos nada com isso.”
Confira:
Years ago my Rogue One co-writer Chris Weitz and I had a cool idea for a TV show about a Mossad-style Rebel team hunting down Imperial war criminals who fled and disappeared after the fall of the Empire. Could have been a cool bookend to R1. We never did anything with it though.
Lembrando que a 1ª temporada de ‘Andor‘ já chegou ao fim e a trama acabou surpreendendo o público, tornando-se uma narrativa essencial para a cronologia da saga ao mostrar a primeira fagulha em direção à criação da Aliança Rebelde.
A 2ª temporada já foi confirmada e levará direto ao eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars’, filme ambientado antes de ‘Uma Nova Esperança‘ e que apresentou o personagem de Diego Luna pela primeira vez.
E a aceitação da série foi tão grande que os fãs estão se perguntando se o criador, Tony Gilroy, voltará a trabalhar para a Lucasfilm em algum momento.
Em entrevista para o The Hollywood Reporter, ele foi questionado sobre a possibilidade, ao que ele respondeu:
“Eu literalmente não consigo nem começar a pensar em uma resposta. Não há como saber disso. Sinto que no final dos cinco anos de trabalho em ‘Andor’, eu vou querer fazer outra coisa. Quero dizer, eu sempre gosto de fazer outras coisas. Eu nunca tentei fazer a mesma coisa de novo e de novo, mas eu não diria nunca, ou não, ou qualquer coisa do tipo. Mas o que eu sei com certeza é que , no momento, eu não sei.”
Relembre o trailer:
A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
Há alguns dias foi dito que a Marvel Studios reforçou sua parceria com o diretoTaika Waititi e já está desenvolvendo um 5º filme do Thor (Chris Hemsworth).
Os rumores apontaram que Waititi pretende apresentar um vilão ainda mais formidável do que Hela, a antagonista interpretada por Cate Blanchett em ‘Thor: Ragnarok‘.
Ao que parece, as informações foram retiradas de “Marvel’s Thor 4: Love and Thunder Movie Special Book”, um livro que se aprofunda nos bastidores de ‘Thor: Amor e Trovão‘.
No entanto, fontes ligadas ao estúdio disseram à Variety que o texto se refere a uma hipótese que a Marvele Waititi estavam apostando antes do lançamento do filme mais recente do herói.
Portanto, um novo filme do Thor não está nos planos da Marvel.
Por enquanto, o futuro do personagem é incerto e, apesar de ter faturado US$ 760,9 milhões pelo mundo, ‘Thor: Amor e Trovão‘ recebeu bastante comentários negativos dos críticos e dos fãs.
Relembre o que Waititi comentou sobre a possível sequência:
“O que resta a fazer com Thor? Precisa ser algo que pareça continuar com a evolução do personagem, mas de uma maneira muito divertida e ainda oferecendo a ele desafios que ele precisa superar. Eu não acho que possamos ter um vilão mais fraco do que Hela. Sinto que precisamos elevar o nível a partir daí e adicionar um vilão que seja de alguma forma mais implacável.”
Além disso, o diretor compartilhou uma perspectiva intrigante sobre o personagem Thor e como ele se conecta à sua origem mitológica. Ele destacou que a mitologia é um aspecto mais verdadeiro para Thor do que para qualquer outro personagem do Universo Cinematográfico da Marvel.
Waititi acredita que enfrentar “bestas, monstros e alienígenas cada vez mais extravagantes e loucos” é uma abordagem que respeita tanto a essência do personagem quanto suas raízes mitológicas nas páginas das histórias em quadrinhos.
Relembre o trailer do filme mais recente do herói, ‘Thor: Amor e Trovão‘:
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Exibida originalmente pela HBO entre 2001 e 2005, a série ‘A Sete Palmos’ (Six Feet Under) está disponível no catálogo da Netflix.
Criada porAlan Ball (‘True Blood’), a trama gira em torno da família Fisher, responsável pela requisitada funerária Fisher & Sons, localizada em Los Angeles.
Considerando a natureza do negócio da família, o roteiro de ‘A Sete Palmos’ toca em temas bem profundos, como o conceito de vida e morte, culpa, luto e amor, tudo isso em meio às complicadas relações da família.
Elogiada por combinar drama com humor sombrio e elementos surrealistas, a série geralmente inicia seus episódios uma morte, direcionando a trama a partir das características que o falecido tinha em vida, dando maior versatilidade e autonomia aos episódios para abordar variados assuntos.
Ao longo das temporadas, o público se depara com debates sobre temas considerados difíceis para boa parte do público, como doenças terminais, homossexualidade, crises depressivas e abuso de drogas.
Ainda assim, a narrativa sempre se encaminha para a finitude da condição humana e como a mortalidade é encarada por aqueles que perdem seus entes queridos.
Vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, ‘A Sete Palmos‘ é aclamada como uma das produções originais mais marcantes do início dos anos 2000, tanto pelas performances do elenco, pelos roteiros reflexivos e por sua aura filosófica diferente de tudo o que era transmitido na época.
Durante uma entrevista no programa Hot Ones, a renomada atriz Julia Louis-Dreyfus compartilhou alguns insights dos bastidores de seus trabalhos anteriores na Marvel Studios, enquanto se prepara para reprisar seu papel em ‘Thunderbolts‘ no futuro.
Louis-Dreyfus revelou sua surpresa ao perceber a extensa utilização de efeitos visuais por computador (CGI) nos filmes da Marvel. Ela mencionou especificamente uma cena em ‘Wakanda Para Sempre‘, onde sua personagem estava em uma ponte de Boston, mas, na verdade, todo o ambiente ao redor era composto por tela verde e adicionado digitalmente em pós-produção.
“Se você assistiu Wakanda Para Sempre, a cena em que estou em uma ponte de Boston tem tela verde por todos os lugares. É tudo CGI. Eu assisti a tudo e pensei: ‘Deus, isso é incrível’. Quer dizer, estávamos no meio do asfalto em Atlanta”, compartilhou Louis-Dreyfus durante a entrevista.
Para aqueles que não sabem, ‘Thunderbolts’ traz uma equipe formada por Yelena Belova (Florence Pugh), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Agente Americano (Wyatt Russell), Guardião Vermelho (David Harbour), Treinadora (Olga Kurylenko) e a Fantasma (Hannah John-Kamen).
Recentemente, Harbour conversou com o Entertainment Tonight (via Comic Book) e garantiu que a trama será diferente de qualquer outro filme da Marvel.
“Esse filme é muito bom. A Marvel está mudando o jogo. Eles são sempre surpreendentes, mas esta equipe em particular sabe o que está fazendo.”
Ele continuou:
“O que isso significa no universo é algo próprio, mas a equipe em si e a maneira como eles se unem é muito diferente de qualquer outro filme da Marvel que eu já vi.”
Infelizmente, o astro não deu muitos detalhes sobre como será essa reunião.
Mas, considerando que cada um dos personagens não lida muito bem com a raiva, é possível que esse encontro não seja tão amigável… Pelo menos no início.
Lembrando que, segundo o The Cosmic Circus, as gravações do filme começam no dia 12 de junho, aproximadamente um ano antes de sua estreia, em julho de 2024, concluindo a Fase 5 do MCU.
‘A Jornada de Jin Wang’ (‘American Born Chinese’), uma série de aventura e ação que apresenta o elenco principal de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, infelizmente foi cancelada após sua primeira temporada.
Conforme reportado pela Variety, a decisão da Disney de não renovar a série se baseou em sua baixa audiência, que não justificava a produção de uma segunda temporada. No entanto, os produtores têm planos de oferecer a série a outras plataformas.
Jin Wang, um estudante do ensino médio lidando com sua vida escolar e familiar, conhece Wei-Chen, o novo intercambista taiwanês em sua escola. Porém, uma sequência de acontecimentos o leva a se envolver em uma batalha entre deuses da mitologia chinesa.
O passado do Dr. Owen será revisitado na nova temporada de ‘Grey’s Anatomy’, que contará com a participação de Floriana Lima como Nora, uma amiga de infância de Hunt e irmã de Megan.
De acordo com o TVLine, o personagem de Lima é descrito como uma mãe dedicada e recém-divorciada que está determinada a sobreviver não apenas pelo bem de seus filhos, mas também para descobrir o que o próximo capítulo de sua vida lhe reserva.
Floriana Lima é conhecida por seus papéis em ‘A Million Little Things’, ‘Supergirl’ e ‘O Justiceiro’.
O elenco de ‘Grey’s Anatomy’ também receberá um novo membro: Michael Thomas Grant, que interpretará o novo capelão do hospital.
Além disso, Natalie Morales (Dra. Monica Beltran), Kali Rocha (Dra. Sydney Heron), Ellen Pompeo (Dra. Grey), Scott Speedman (Dr. Nick Marsh), Kevin McKidd (Dr. Owen Hunt) e Jason George (Dr. Ben Warren) retornarão para a nova temporada.
A ABC divulgou o primeiro trailer da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.
A próxima temporada estreará oficialmente em 26 de setembro.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.