Dirigido por Tim Miller(‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.
Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.
O longa ‘Jovens e Rebeldes‘ (The Rebels) ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa é escrito e dirigido por Emmet Cummins.
Esta história é um emocionante drama de ‘amadurecimento’ com uma reviravolta. Como a maioria dos adolescentes, Culain, Enica, Julian e Sego devem lidar com pressões de outros jovens, bullying, problemas com os pais e, claro, amores não correspondidos; mas eles também vivem sob o domínio opressivo do Império Romano. Quando um ato de vandalismo resulta na morte de um soldado romano, os jovens inadvertidamente iniciam uma rebelião e são forçados a fugir.
A Apple TV+ renovou oficialmente a série especial ‘For All Mankind‘ para a 3ª temporada.
Vale lembrar que a 2ª temporada irá estrear no dia 19 de fevereiro.
Confira o teaser:
Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.
A Netflix finalmente anunciou quando ‘Dupla Jornada‘ (Day Shift), terror de vampiros estrelado pelo astro Jamie Foxx (‘Power’), será lançado.
O longa irá estrear na plataforma no dia 12 de agosto.
Confira as primeiras cenas inéditas do longa (a partir dos 29s):
Além de estrelar, Foxx também produzirá o longa.
O elenco ainda conta com Scott Adkins (‘Doutor Estranho’), Dave Franco (‘The Rental’), Meagan Good (‘Jogos Mortais 5’), Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’), Eric Lange (‘Lost’), Snoop Dogg (‘Bones: O Anjo das Trevas’) e Zion Broadnax.
‘Dupla Jornada‘ traz Jamie Foxx como um pai protetor e trabalhador que só quer proporcionar uma boa vida para sua filha, mas seu trabalho como limpador de piscinas em San Fernando Valley é uma fachada para sua verdadeira fonte de renda: caçando e matando vampiros como parte de uma União Internacional de Caçadores de Vampiros.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista Jeff Locker declarou que está desenvolvendo um reboot do terror clássico ‘A Casa do Espanto‘, e revelou detalhes sobre a nova produção.
“O reboot de ‘A Casa do Espanto’ será uma atualização e reimaginação da franquia. A trama será focada no nascimento de uma casa assombrada. Será muito assustador e divertido. Além disso, iremos trazer de volta alguns dos monstros mais icônicos do longa original para algumas mortes sinistras.”
Ele completa, “Eu estou trabalhando no roteiro enquanto falamos, e tudo o que posso dizer é que será realmente incrível.”
Além disso, Locker também revelou que está desenvolvendo o conceito para um jogo baseado na franquia.
Sean S. Cunningham, criador do primeiro ‘Sexta-Feira 13‘, servirá como produtor.
A trama do filme original acompanha Roger Cobb (William Katt), um veterano da guerra do Vietnã, cuja carreira como escritor de histórias de horror sofre uma reviravolta, quando misteriosamente seu filho Jimmy desaparece ao visitar a casa de sua tia. A obcecada procura por seu filho destruiu toda sua carreira como escritor e até mesmo seu casamento, mas agora, com a súbita morte de sua tia, ele retorna a casa onde seu pior pesadelo tem início. Os demoníacos seres que habitam a assustadora casa o forçam a enfrentar uma angustiante jornada ao passado, na qual ele reencontrará seu filho. Roger precisa combater as forças do mal que o assombraram por toda vida, a fim de salvar a ele e a seu filho da morte certa.
De acordo com o Deadline, projeções iniciais indicam que a sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘ deve arrecadar em torno de US$ 65-80 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA.
Faltando pouco mais de 20 dias para o lançamento oficial, a expectativa é que as projeções cresçam ainda mais com o passar das semanas.
O site afirma que o longa dirigido por Tim Burton tem chances até de superar a estreia de ‘Meu Malvado Favorito 4‘, que arrecadou US$ 75 milhões no final de semana regular.
Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.
A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.
‘Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.
O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.
Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.
De acordo com o Deadline, Yeon Sang-ho (‘Invasão Zumbi’) será responsável pela direção de ‘Colony‘, novo terror pós-apocalíptico de zumbis.
Na trama…
“Uma conferência de biotecnologia se transforma em caos quando um vírus que sofre rápida mutação transforma os infectados, forçando as autoridades a isolar as instalações com os sobreviventes presos lá dentro.”
O projeto está sendo descrito como “o ápice do universo de Yeon Sang-ho, que começou por ‘Invasão Zumbi'”, mas não está claro se a produção se passará no mesmo universo da popular franquia.
Sem data de estreia, o longa está programado para 2026.
Novas informações devem ser divulgadas em breve.
Na trama de ‘Invasão Zumbi‘, a Coreia do Sul decreta estado de emergência após um vírus desconhecido tomar conta do país. Algumas pessoas tentam fugir de zumbis e ficam presas em um trem-bala que está a caminho de Busan, a única cidade que não foi afetada pelo vírus.
As filmagens de ‘Pantera Negra‘ seguem a todo vapor na Coréia do Sul e após a divulgação de um vídeo que traz os bastidores das gravações, novas imagens percorreram as redes sociais, trazendo T’Challa em uma cena de perseguição.
“O rei chegou à Coréia do Sul na noite passada #BlackPanther”
Segundo relatos do site Screen Rant, a cena em questão traz T’Challa perseguindo seu antagonista, o que eles sugerem que seja o personagem de Michael B. Jordan, Erik Killmonger. De acordo com o site, essa seria uma das grandes tomadas do filme.
‘Pantera Negra‘ é a segunda adaptação da Marvel a ser gravada na Coréia do Sul. Antes deste filme, ‘Os Vingadores: A Era de Ultron‘ também usou as locações asiáticas para filmar boa parte da produção.
“Pantera Negra segue T’Challa depois dos eventos de Capitão América: Guerra Civil. Ele retorna para a isolada e avançada nação de Wakanda, para tomar seu lugar como rei. Mas quando um velho inimigo reaparece no radar, a força de T’Challa como rei e Pantera Negra é testada quando ele entra em um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo em risco”
Além da sinopse, a Marvel também confirmou o elenco completo do filme com a adição de Martin Freeman e Andy Serkis – que reprisam seus papéis em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Vingadores: Era de Ultron, respectivamente.
De acordo com o site Deadline, o cineastaBarry Jenkins vai assumir a direção de ‘Expatriate’, que conta com Chadwick Boseman como protagonista.
Com roteiro assinado por Boseman e Logan Coles, pouco se sabe sobre a trama, apenas que ela vai girar em torno do sequestro de um avião na década de 70.
A Universal Pictures vai conduzir o projeto, que ainda não possui data para o início das filmagens.
As filmagens da 2ª temporada da série ‘Manto e Adaga‘ já começaram. E para marcar o momento, a atriz Olivia Holt, intérprete de Tandy Bowen (Adaga), compartilhou uma foto direto do set, por meio de sua conta oficial do Instagram.
Confira:
Recentemente, Joe Pokaski, o showrunner da série, falou sobre a chegada de um clássico vilão dos quadrinhos. Em uma entrevista ao Syfy Wire, ele revelou que existe a possibilidade de Mr. Jip aparecer na trama.
Disse:
“Você não o viu no episódio seis? É provável que tenha. Não tô querendo dar spoiler nem nada, não estou comprometido com nada também. Mas você deveria voltar e assistir cuidadosamente, buscando na cena em que Tyrone vai para o sonho de Kev e vê aquela criança com os medos da mochila. Eu tenho a sensação de que, se formos sortudos o bastante para termos uma segunda temporada, muitos de seus personagens favoritos dos quadrinhos farão aparições”.
Em 2019 ChicagoFire inicia sua 8ª temporada, se consagrando como a série mais longeva do universo de Chicago. E para o protagonista JesseSpencer, intérprete de Matthew Casey, o sucesso da produção reside exatamente em seu realismo, que faz com que a produção seja identificável com a audiência.
E em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro comentou sobre a longa jornada bem sucedida do programa, que ainda conta com a consultoria de bombeiros reais, a fim de garantir a autenticidade das principais cenas.
Em conversa com a jornalista RafaGomes, Spencer ainda refletiu sobre o alcance emocional que as histórias de cada personagem possui sobre os fãs.
Disse:
“É incrível poder fazer parte da história de ChicagoFire desde o princípio. No começo, nunca se sabe como uma série vai se sair na TV e hoje estamos na mesma categoria de outras produções longevas! Mas nunca dá para ter certeza de quão grande a produção pode ficar. O que fizemos foi passar bastante tempo trabalhando com bombeiros reais e trabalhando juntos, tentando extrair a energia e a dinâmica do roteiro e daquilo que os criadores queriam que entregássemos, além de claro, realmente tirar essa série do chão. E nós estamos muito felizes por poder chegar à oitava temporada, se tornando a série do universo de Chicago mais longa de todas! Isso é fantástico e estamos muito alegres. Apenas queremos manter o que fazemos e continuar realizando esses três grandes crossovers”.
Spencer ainda refletiu sobre o quão inspiradora a produção se tornou na vida de seu público, a partir de histórias calcadas em experiência genuínas e palpáveis. Para o ator, poder abordar os protagonistas de maneira verdadeira é o que garante a cativante essência da série:
“Os personagens são muito identificáveis e antes de mais nada, eles são pessoas comuns que foram colocadas em situações extraordinárias. O pano de fundo de serem bombeiros é incrivelmente perigoso. Eles correm em direção ao fogo, enquanto o restante das pessoas foge disso. E esses personagens não são perfeitos, eles possuem suas fraquezas. E poder assistir a essa produção é como assistir a uma série de super heróis sem capas, é como vejo. E os erros desses protagonistas os tornam mais relacionáveis. As pessoas conseguem se conectar com isso com muita facilidade. Além disso, ainda temos esse estilo de abordagem da trama, que é pela dinâmica familiar e pela forma como interpretamos os nossos personagens. Eles vêm de famílias disfuncionais e creio que as pessoas conseguem se conectar a isso também”.
Os aguardados episódios inéditos de Chicago Fire, Chicago P.D. e Chicago Medestreiam na sessão “Segundas de Chicago”, dia 4 de novembro, a partir das 21h30, no Universal TV.
Criada por Michael Brandt eDerek Haas, a série foi início a um universo compartilhado que conta com as produções ‘Chicago P.D.’ e ‘Chicago Med‘.
A trama conta a história dos bombeiros, do esquadrão de resgate e das paramédicas do Batalhão 51 do Corpo de Bombeiros de Chicago, que arriscam suas vidas semana a semana para salvar e proteger os cidadãos de sua incrível cidade. São como uma extensão de suas famílias e ninguém dentro do Batalhão 51 conhece outra maneira senão a de apoiarem uns aos outros, independente da situação, confiando suas vidas nas mais diferentes situações de risco.
E para comemorar o fim dos trabalhos, Reynolds compartilhou uma série de novas imagens dos bastidores, que trazem o trio de protagonistas em cena, além de revelar detalhes dos sets.
Compartilhadas pelo Instagram, as imagens vieram acompanhadas de uma pequena reflexão do astro, que ponderou sobre o delicado momento que a indústria cinematográfica vive, em virtude da pandemia do coronavírus.
Confira:
“Não tem havido muitos filmes ultimamente. Eu sinto falta deles. Ontem foi meu último dia trabalhando com RedNotice. Começamos esse filme há 10 meses. Paramos em março sem ideia de quando ou se voltaríamos. Com a ajuda de tantos profissionais inteligentes de saúde e segurança, a Netflix encontrou uma maneira de nos fazer voltar ao trabalho.
Tiro o eu chapéu para esta equipe. Não consigo enfatizar sua coragem o bastante. Mais de 300 almas vivendo em uma bolha sequestrada para tornar isso uma realidade. Eles foram trabalhar nas circunstâncias mais intensas todos os dias. Esse sacrifício não é apenas deles, mas também de suas famílias, amigos e entes queridos que não os veem há meses. Nem todos os heróis usam capas. Alguns usam máscaras. E viseiras. E tem cotonetes enfiados em seus narizes todos os dias”.
Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em
Na trama de ‘Red Notice‘ (Rawson Marshall Thurber), Dwayne Johnson interpreta um agente da Interpol que busca um ladrão internacional de obras de arte (Ryan Reynolds), conhecido por ser o mais procurado no mundo.
O drama ‘O Cântico dos Nomes‘, estrelado por Tim Roth, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.
A trama se passa em meio à Segunda Guerra Mundial, na Europa. Martin (Misha Handley), um menino de 9 anos de idade, estreita laços com seu mais novo irmão de consideração, Dovidl (Jonah Hauer-King), um judeu refugiado em Londres. A admiração de Martin por Dovidl fica ainda maior quando ele descobre que seu irmão é um prodígio do violino. Anos depois, justamente no dia de um grande concerto de música, Dovidl foge sem deixar nenhuma pista, causando uma enorme insatisfação na família. Porém, mesmo com um cenário tão caótico, Martin mostra que somente a música pode ser capaz de resolver as mais difíceis situações.
A série antológica ‘Love Life‘, cancelada em 2022 pela HBO Max, acaba de ser resgatada pela Netflix.
As duas temporadas da produção serão lançadas no catálogo da gigante do streaming em 05 de agosto, com todos os seus 10 episódios.
Ainda é incerto dizer se a série ganhará um terceiro ciclo. A expectativa é de que a Netflix avalie o desempenho de ‘Love Life‘ na sua grade de programação, para então ponderar a respeito da produção de novos episódios.
Relembre o trailer da 2ª temporada:
A série continua ambientada na cidade de Nova York, mas agora a narrativa se concentrada na jornada do personagem Marcus Watkins, vivido pelo ator William Jackson Harper, indicado ao Emmy.
Harper vive o protagonista que sai de uma relação de muitos anos com uma mulher, e retorna para o mundo dos solteiros. O personagem se vê mergulhado de volta na busca pela realização romântica que ele pensava que já havia encontrado.
O site Omega Underground divulgou que as filmagens do novo filme da franquia ‘Halloween’ começarão este mês. De acordo com o anúncio divulgado, a produção pedia por jovens atores e atrizes para interpretarem estudantes de colegial, e também confirmou a locação para Charleston, Carolina do Sul.
O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em ‘Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.
A trama traráJamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.
“O original era tudo sobre tensão. Laurie Strode não soube que Michael Myers existia até os últimos minutos do filme. Muito disso, você está antecipando o que vai acontecer e o medo criado por John Carpenter é facilmente visto nesse filme. Eu acho que estamos realmente tentando recuperá-lo. Estamos tentando minar esse medo. Absorver a tensão e não apenas ir para o gore ou a ultra-violência que você vê em alguns filmes de terror atuais. Laurie chega ao seu confronto final com Michael Myers, o personagem mascarado que a assombra até os dias de hoje”
Recentemente, Danny McBride também falou sobre como o filme vai ignorar as continuações do filme original, explicando que o longa se passa em uma realidade alternativa:
“Estamos ignorando todos os filmes depois do primeiro. O nosso começa logo depois do primeiro, mas é como se fosse uma realidade alternativa. É como se o primeiro Halloween tivesse acabado de um jeito um pouco diferente.”
McBride ainda comentou sobre o nível de horror do filme:
“Eu acho que as pessoas vão ter muito medo. Quero dizer, não é uma comédia. Talvez tenha uma piada perdida, mas o resto é horror direto. Então, espero que ele entre na cabeça das pessoas e os mantenha até tarde da noite acordados”.
O astro Benedict Cumberbatch, conhecido por interpretar Doutor Estranho nos filmes da Marvel, também se provou herói na vida real. Segundo o jornal The Sun, o ator salvou um ciclista que estava sendo atacado por um grupo de ladrões em Londres.
De acordo com um relato do motorista do Uber que o ator estava utilizando no momento do ocorrido, Cumberbatch deixou o veículo assim que viu o homem sendo atacado por quatro ladrões no meio da rua, gritando para que deixassem o ciclista em paz.
Estreou no Cartoon Network a nova versão dos ThunderCats. Chamada ThunderCats Roar, a série animada é um remake da animação clássica realizada entre 1985 e 1989, que fez muito sucesso pelo mundo e marcou a infância de milhares de crianças dos anos 80, sendo muito popular até hoje na América do Sul, principalmente na Argentina.
A série original fez muito sucesso nos anos 80 e 90.
De acordo com a sinopse oficial, ThunderCats Roar segue os mesmos rumos da animação dos anos 80: “Mantendo-se fiel à premissa da série original, Lion-O e os ThunderCats – Tygra, Panthro, Cheetara, Wilykat e Wilykit – escapam por pouco da destruição repentina de seu mundo natal, Thundera, apenas para derrubar terras misteriosas e exóticas do planeta da Terceira Terra. Lion-O, o recém-nomeado Senhor dos ThunderCats, tenta liderar a equipe enquanto eles fazem deste planeta seu novo lar. Um bizarro anfitrião de criaturas e vilões está em seu caminho, incluindo o mal-intencionado Mumm-Ra, o governante perverso da Terceira Terra, que não permitirá que nada, incluindo os ThunderCats, pare seu reinado tirânico sobre o planeta”. Apesar de seguir a mesma trama da série original, duas coisas vêm chamando bastante a atenção do público de forma negativa. Nessa nova abordagem, o desenho animado vem com traços menos elaborados, voltados nitidamente para o público infantil, e com roteiros mais cômicos.
Com animação mais simples e roteiro mais engraçado, ThunderCats Roar que trazer os personagens clássicos para a nova geração.
Por conta dessas mudanças, antes mesmo da série estrear, incontáveis adultos foram para as redes sociais descontar suas frustrações no desenho. O comentário mais comum foi “Vocês estão destruindo a minha infância”. Não foi a primeira vez que isso aconteceu. Na verdade, parece que toda vez que uma nova versão de um desenho animado ou filme antigo surge, a mesma galera acorda da hibernação para vir reclamar de algo que sequer assistiu ainda. Foi assim com o remake de She-Ra, que é um sucesso absoluto entre o público feminino, com suas histórias empoderadas e visual divertido, e até mesmo com a versão atual de Ben 10, que mudou o estilo de animação, deixando mais infantil e engraçado.
A nova She-Ra é um sucesso entre crianças, adolescentes e adultas ao trazer situações femininas de forma fofa, mas madura.
As mudanças são algo comum não só no entretenimento, mas na vida em si. Para tentar entender o motivo dessas reclamações acerca de desenho animados ganhando novas versões, conversamos com psicóloga Jéssica Pimenta, que atribui esse efeito chamado memória episódica: “O ser humano tem muito medo daquilo que o obriga a sair da zona de conforto. […] Quando falamos de momentos que marcaram nossas vidas – nesse caso, um programa de TV que você gostou muito quando era mais novo e até hoje é importante para você -, isso envolve nossas emoções e a lembrança de bons sentimentos, como por exemplo, chegar da escola e almoçar assistindo o programa ou acordar de manhã no sábado e sentar para assistir seu programa favorito. São as lembranças, associadas as sensações e emoções das situações que vivemos. O mesmo vale para algum acontecimento ruim, que se torna um trauma. É o alto impacto emocional e a leitura que fazemos ao longo da vida sobre esses acontecimentos. Na psicologia chamamos isso de memória episódica, que se dá quando a soma desses fatores adquirem valor afetivo após um tempo. Desta forma, um comportamento evitativo e talvez até agressivo com relação a nova versão do desenho pode ser justificado por esse medo de “perder” o que aquilo significa para o indivíduo”.
Os ThunderCats ganharam uma nova versão em 2011. Com traços elaborados e trama adulta, o remake não agradou e logo foi cancelado.
Ou seja, as novas versões agem como uma ameaça ao conceito de “dias bons” dessa galera que reclama. O problema é que isso beira o narcisismo, já que nem tudo que sai na indústria do entretenimento é voltado eternamente para agradar a você. Isso sem contar que a versão original não será alterada pela nova versão (a menos que estejamos falando dos filmes do Disney+). O clássico, que fez você se apaixonar pela trama ou pelos personagens, segue intocado lá no passado e pode ser encontrado nos streamings, em mídias físicas ou na internet. Se você quiser matar a saudade dos velhos tempos, basta procurar para assistir de novo.
A nova animação da Arlequina tira sarro dos adultos agindo como crianças por conta do entretenimento estar ameaçando suas “infâncias”.
Essa busca incessante por agradar a memória afetiva tem causado quase que um bloqueio criativo em Hollywood. O mercado não é burro, então muitos roteiros de filmes deixam de lado novas ideias, abrindo mão da criatividade, para usarem a nostalgia como muleta. São as famosas “referências”, que rendem matérias, vídeos, teorias no reddit e limitam cada vez mais dezenas de novos roteiristas e diretores com visões originais de crescerem no mundo do cinema. Filmes com personagens de quadrinhos parecem não poder ousar, precisando seguir exclusivamente ao material no qual a história é baseada. Filmes de franquia rendem mais dinheiro do que tramas originais… E por aí vai. Grande parte da crise criativa que o cinema atual vive vem dessa “aversão ao novo” que o grande público mostra.
“Jogador Nº1” é um filme fantástico, mas é inegável o uso da nostalgia e das referências como “muleta” para o roteiro.
E quando se fala em entretenimento, fala-se de indústria. Os estúdios precisam manter seus personagens em alta para que o público continue assistindo seus filmes ou desenhos e consumam os produtos depois. E quando se fala em personagens animados, a situação pega um panorama diferenciado. Os desenhos costumam ser voltados para as novas gerações. Por mais que doa para algumas pessoas, a verdade é que o público alvo de 99% das animações que passam na TV são as crianças. Os ThunderCats originais, quando foram lançados, chegaram à tv visando as crianças. Era uma animação que refletia o que era popular na época, assim como ThunderCats Roar reflete o que é popular hoje. Esse saudosismo besta priva muita gente de conteúdos incríveis por puro preconceito. Um bom exemplo disso é a franquia Jovens Titãs. A série dos anos 2000 fez muito sucesso com uma visão madura dos heróis. A nova versão, Jovens Titãs em Ação!, traz uma paródia genial dos personagens e sofreu com um “hate” descabido dos saudosistas barbados. A nova série é incrível e trouxe Mutano,RobineRavena para o imaginário das crianças dessa década.
A verdade é que a maioria das pessoas que reclama dessas novas versões de desenhos animados sequer vai chegar a assistir os episódios. Talvez a nova série dos ThunderCats seja ruim, talvez seja excelente. Mas uma coisa é certa: personagens como Lion-O, Cheetara e Mumm-ra voltarão a ser comentados e provavelmente vão conquistar mais uma geração de fãs, que ficarão envolvidos pelas aventuras dos felinos guerreiros. O ponto é que sua infância não deve ser o centro de produções se você já é um adulto, e muito menos deveria ser seu ponto de referência na hora de avaliar novas animações. Afinal, se você não gostar da nova versão, poderá sempre assistir ao desenho clássico em algum lugar.
“Espada justiceira, dê-me a visão além do alcance!”.
O filme é de 2015. Muita coisa mudou de lá pra cá. Mais ainda nos últimos meses – com todos os debates antirracismo que estão tomando conta das plataformas –, o que torna difícil assistir a este ‘Palmeiras na Neve’, da Netflix, sem ser parcial.
Clarence (Adriana Ugarte) é uma jovem espanhola que acaba de enterrar seu pai, Jacobo (Alain Hernández), mas sente que não tem conexões com sua família. Diante do Alzheimer do tio, Killian (interpretado por Mario Casas na maior parte do tempo), Clarence encontra um diário com anotações em fotos da época em que os dois viveram na Guiné Equatorial, onde a Espanha manteve ocupação até o ano de 1968, quando o país se independeu. Numa jornada pessoal de reconexão com seus laços familiares, Clarence decide ir até a Guiné para descobrir a verdadeira verdade sobre uma história de amor cheia de segredos e partidas.
Com essa sinopse, já dá pra imaginar mais ou menos o que acontece no roteiro de Sergio G. Sánchez, baseado no livro homônimo de Luz Gabás. Com uma estrutura que vai e volta no tempo, alternando entre os dois núcleos, o filme acabou precisando de quase três horas de duração para poder contar a jornada de Clarence, a história de amor central e, de quebra, falar um pouquinho da exploração dos cidadãos guinéu-equatorianos pela imposição espanhola na ilha de Bioko. Com tantas camadas, os laços afetivos entre os personagens acabaram pulando etapas, o que acelera o tempo narrativo para caber dentro do arco histórico da trama.
O filme de Fernando González Molina tem pontos positivos e outros que geram desconforto. ‘Palmeiras na Neve’ é uma super produção, com um elenco enorme e competente – do qual se destaca Bisila, interpretada por Bertha Vázquez (a Cachinhos de ‘Vis a Vis’) e uma direção de arte impecável, que recriou toda a atmosfera dos anos 1950-1960 com bastante atenção ao cabelo, figurino e cenografia. As tomadas aéreas também são deslumbrantes e ajudam o espectador a sentir o impacto da beleza geográfica da Guiné.
Entretanto, embora seja uma história de amor ficcional localizada em um período histórico real, assistir a ‘Palmeiras na Neve’ nos dias de hoje certamente causará desconforto naqueles que estão buscando narrativas afrofuturistas e antirracistas. O filme, como se pode perceber, é contado pelo ponto de vista da família espanhola, e, portanto, romantiza toda a presença desses cidadãos na Guiné, construindo os personagens brancos como salvadores que às vezes, coitados, cometem erros, colocando os negros como uma mão de obra enraivecida e selvagem. Estereótipos né. Exemplos podem ser vistos nas duas cenas em que há briga nas festas (os motivos da brigas e como elas terminam), na intenção de Clarence (ela tem certeza de que alguém na Guiné recebia uma mesada do seu tio e ela queria se certificar de que a pessoa não passasse necessidades, pois parte do princípio único de que todo mundo na Guiné passa necessidade).
‘Palmeiras na Neve’ desperta sentimentos conflitantes no espectador crítico. Por um lado, é uma boa produção, com uma história bem construída; por outro, enaltece a narrativa da branquitude e sua perspectiva eurocentrada, gerando um desconforto que nos impede de torcer pelos personagens. É um filme cinematograficamente belo, mas cujo conjunto estético encontrará resistência nos dias de hoje.
‘Vidro‘ estreou e já está rendendo diversas discussões acaloradas no mundo todo.
Como o filme dialoga diretamente com o gênero dos super-heróis, a imprensa americana quer saber se o diretor M. Night Shyamalan gostaria de dirigir algum blockbuster DC ou Marvel.
Em entrevista ao EW, o diretor explicou que só faria um filme dessas produtoras se tivesse bastante liberdade:
“Eu só faria se fosse algo que permitisse minhas esquisitices, assim eu estaria ok com a ideia”.
Com certeza existem personagens muito propícios para isso. O diretor deu sua dica e seu movimento, afirmando que está aberto à possibilidade. Agora resta ver se a Disney ou a Warner irão convidá-lo.
Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘O Rei Leão’ ganhou novos banners promocionais trazendo o elenco principal frente a frente com os personagens que irão dublar.
Confira:
Recentemente, o filme teve sua duração revelada e terá 30 minutos a mais que a animação original de 1994. O remake tem 1h 58min de duração, enquanto o original tinha 1h 28min.
Sean Bailey, executivo que cuida das adaptações live-action da Disney, confirmou que a nova versão será bastante diferente do desenho original.
“Sabemos o quanto O Rei Leão é um filme amado e lembrado pelas pessoas, então temos que prestar homenagens àquelas partes que o público está ansioso para rever nas telonas. Mas teremos muitas coisas novas no filme. A tecnologia usada em Mogli: O Menino Lobo evoluiu, e mostraremos para o público uma nova maneira de fazer filmes.”.
Recentemente, Rob Minkoff, co-diretor da animação original ‘O Rei Leão‘, revelou que Scar e Mufasa não serão irmãos no remake!
“Enquanto estávamos fazendo o filme, descobrimos que Scar e Mufasa não poderiam ter o mesmo pai. A maneira como os leões operam na natureza… quando o leão macho envelhece, outro leão desonesto vem e mata seu progenitor. Isso faz com que as fêmeas entrem em calor [para se reproduzir], e então o novo leão mais jovem mata o rei e todos os seus bebês”, afirmou.
O que você achou da alteração?
O longa é dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo’).
Selena
Gomez ganhou fama após estrelar na série fan-favorite‘Os Feiticeiros de Waverly Place’ e, desde 2009, depois de
mergulhar na indústria fonográfica com o lançamento de seu primeiro álbum, ‘Kiss & Tell’, ao lado da banda The Scene. Ainda que as músicas não
fizessem muito sucesso crítico – principalmente por parecem pré-fabricadas -,
Gomez trilhou um caminho em busca de sua autenticidade ao investir na carreira
solo, comovendo os fãs (e o público em geral) com a estreia do ótimo ‘Revival’, que nos mostrou uma faceta
mais amadurecida e mais pungente de sua construção artística. Cinco anos depois
e diversos obstáculos que enfrentou nesse tempo, a cantora reencontrou-se com a
chegada de ‘Rare’, uma obra única
como prenuncia o título e recheada de belas mensagens de superação e
autoaceitação.
Depois da divulgação dos dois singles promocionais – que mais uma vez nos surpreenderam pelo dramático teor lírico de lead singer -, ouvir o álbum novo de Selena é um jeito ótimo de começar o ano, ainda mais pela track que abre essa intimista jornada. “Rare” busca por uma batida mais convencional, explorada em outras canções da artista (vide “Bad Liar”), mas aproveita essa conhecida fórmula para deixar que ela se entregue a poderosos versos que oscilam entre o fundo do poço e a ressurreição de alguém que não era enxergada e, agora, percebeu que precisa apenas de si mesma. Ora, ela até mesmo se condiciona a continuar sua nova trajetória com a deliciosa e inesperada “Dance Again”, cujo clássico minimalismo sintético aglutina elementos noventistas e contemporâneos.
É inegável dizer que,
seguindo os passos de seu CD anterior, Gomez mostra sua versatilidade em unir
diversos gêneros e suis-generis em
uma coesa produção – resultado também de sua colaboração com nomes como Sir Nolan, Finneas (que trabalhou com Billie
Eilish no conceitual ‘When We All
Fall Asleep, Where Do We Go?’) e Simon
Says. O trio consecutivo às músicas supracitadas, iniciado com o dissonante
“Look at Her Now”, passando pela comoção
declamatória e atormentada de “Lose You
to Love Me” e culminando na saliência sensual de “Ring” – para a qual estende suas raízes latinas e até mesmo aposta
em um potente soubrette.
A cantora não pensa duas vezes em desejar expressas suas vulnerabilidades românticas e pessoais em diversas iterações do álbum, além de fazer questão de prestar homenagem para influências automaticamente perceptíveis em algumas das faixas. A autoexplicativa “Vulnerable” recua-se em um controverso minimalismo retumbante que se ergue a partir de uma ambiência dark, onírica e apaixonante, que a aproxima de nomes como Madonnae Miley Cyrus (nomes que já utilizaram essa mesma tendência explanada em alguns de seus hits mais famosos). A inequívoca envolvência também é refletida em outros momentos, como o hino trap-pop“People You Know” (seguindo algo parecido a “Afterlife”, de Hailee Steinfeld) e a soporífera “Crowded Room”.
As escolhas estéticas são
pensadas meticulosamente pela extensa equipe com a qual a performer trabalha. E, diferente da transbordante amálgama que em
que o CD poderia se transformar, as dezenas de pessoas que acompanham-na nessa
construção convergem para um tema em comum e um sábio liricismo que as
perfileira em uma linha narrativa com começo, meio e fim. “Kinda Crazy” trabalha dentro de uma já mencionada dissonância
proposital que ecoa em meio a abafados trompetes e um baixo bem estruturado e,
apesar da letra “pueril”, fala sobre os perigos de um relacionamento abusivo
baseado em mentiras e diversões perturbadas; “Cut You Off” nutre de uma coincidência chocante com “Never Be The Same”, mas logo se
encontra com um narcótico R&B
movido por apenas dois instrumentos principais e libertadores versos.
Se Selena conduz bem seu caminho por dois terços da obra, nos presenteando com um lado sexy de sua persona que já vinha se manifestando desde ‘Stars Dance’, ela se perde nas últimas faixas para um desfecho que não tem lugar dentro do enredo que nos mostrara. “Fun” ainda carrega uma parte da sonoridade e dos instrumentais originais explorados em tracks anteriores, mas nos dá uma sensação repetitiva conforme nos aproximamos dos atos conclusivos; “A Sweeter Place”, por sua vez, é uma enjoativa composição que perde seu sentido e que abusa de uma distorção eletrônica cansativa – mesmo que a mensagem seja a mais doce e inocente possível.
‘Rare’
é uma ótima entrada para a recém-avivada discografia de Gomez, que há alguns
anos apresentava ao público um capítulo novo de sua história e que,
eventualmente, conseguiu canalizar para um longo e pessoal desabafo entalado em
sua garganta desde o momento em que se percebeu como uma pessoa independente e
uma incrível artista que merece mais reconhecimento do que já tem.
Segundo o Deadline, o prolífico diretor Edgar Wright foi contratado para comandar a o thriller criminal ‘The Chain’, adaptação cinematográfica baseada no romance homônimo de Adrian McKinty.
É algo rotineiro para os pais em toda manhã: Rachel Klein deixa sua filha no ponto de ônibus e vai trabalhar. Mas uma ligação de um número desconhecido muda tudo: é uma mulher no telefone, informando que ela tem Kylie presa e amordaçada em seu banco traseiro, e que o único jeito de Rachel vê-la de novo é seguir suas instruções de modo exato. Pagar o resgate e encontrar outra criança para abduzir. Este não é um sequestro qualquer; a criminosa é uma mãe cujo filho foi levado e, se Rachel não fizer o combinado, o garoto irá morrer.
Madame Rosa (Loren) é sobrevivente do holocausto e, como parte de sua missão de vida, resolve se dedicar a cuidar de crianças em situaçõ de vulnerabilidade – e, com isso, abre as portas para um jovem e traumatizado imigrante senegalês.
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Apesar das inevitáveis comparações à rendição de Glenn Close como a memorável personagem em ‘101 Dálmatas’, Stone comentou que sua perspectiva para a vilã será bastante diferente daquela que já conhecemos.
“Tudo se passa muito antes de sua história”, ela disse em entrevista à Variety. “É um jogo bem diferente”.
Miranda fica responsável pelas músicas originais do longa, com Alex Lacamoire cuidando da trilha sonora.
O musical animado gira em torno de Vivo, um kinkajou único (ou seja, um “urso do mel” tropical) que deve encontrar seu caminho de Havana para Miami para entregar uma música em nome de seu adorado dono e mentor, Andres. ‘VIVO’ é uma história apaixonante sobre coragem, família e a crença de que a música abre portas para novos mundos.
A aclamada e premiada realizadora Ava DuVernay divulgou recentemente mais um trailer oficial de ‘Naomi’, sua nova série de super-heróis para a The CW.
A produção, estrelada por Kaci Walfall, tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro de 2022. No Brasil, os episódios devem ser transmitidos pela HBO Max.
Assista:
Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.
Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.
Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen Sugar’ e ‘Ozark’, comanda o episódio piloto.
DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.
Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.
A comédia romântica natalina ‘Uma Segunda Chance para Amar‘ (Last Christmas) já está disponível na Netflix.
A produção foi lançada hoje, 17 de maio, na plataforma de streaming.
O longa é dirigido porPaul Feig, e tem o roteiro assinado pela atriz Emma Thompson, que também participa do elenco.
Kate (EmiliaClarke) é uma jovem com uma agitada vida. Ela trabalha como elfo em uma loja temática de natal o ano todo. Quando ela conhece Tom, o que parecia impossível se torna realidade, conforme o rapaz enxerga através de todas as barreiras que ela construiu… durante uma noite de Natal.
A série de terror ‘O Clube da Meia-Noite‘, que foi criada pelo aclamado realizador Mike Flanagan, chegou recentemente à Netflix e já se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público.
Além de sólidos 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção catapultou sua posição nas paradas de mais assistidos da plataforma de streaming e alcançou o 2º lugar do ranking desta última semana – atrás apenas da minissérie ‘Dahmer: Um Canibal Americano’.
Confira a lista:
1. Dahmer: Um Canibal Americano 2. O Clube da Meia-Noite 3. Conversando com um serial killer: o Canibal de Milwaukee 4. The Blacklist 5. A Inundação do Milênio 6. A Imperatriz 7. Império da Ostentação 8. Oddballs 9. The Great British Baking Show 10. El Rey, Vicente Fernandez
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.
A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
A página oficial da série ‘Bridgerton’ divulgou recentemente um novo teaser oficial da série derivada ‘Rainha Charlotte’, que será focada na icônica monarca titular (interpretada originalmente por Golda Rosheuvel).
O breve vídeo apresenta a jovem Lady Agatha Danbury, encarnada por Arsema Thomas. Na produção original, Adjoa Andoh interpreta a personagem.
Lembrando que a produção chega à Netflix no dia 04 de maio.
Nos últimos meses, a showrunnerShonda Rhimes conversou com o The Sunday Times sobre o que os fãs poderão esperar do spin-off – dizendo que nem tudo serão flores para a jovem monarca.
“A Rainha Charlotte é uma presença exagerada”, ela conta. “Ela tem tudo que sempre quis, mas ainda carrega um sofrimento”.
India Amarteifio dá vida à versão mais nova da Rainha.
Michelle Fairley, Corey Mylchreest, Arsema Thomas, Sam Clemmett, Freddie Dennis, Richard Cunningham, Tunji Kasim, Rob Malone, Cyril Nri, Hugh Sachs e Arsema Thomas completam o elenco.
Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.
‘Besouro Azul’, nova aventura da DC estrelada por Xolo Maridueña e Bruna Marquezine, chegou recentemente aos cinemas mundiais – e parece que está conquistando os fãs.
O público deu um veredicto bastante positivo tanto no Rotten Tomatoes, onde o filme reside com 92% de aprovação dos espectadores, quanto no CinemaScore, que deu uma nota B+ ao longa.
Esta última honraria é um pouco melhor que o recente ‘The Flash’, que conquistou nota B, apesar da abismal performance de bilheteria (arrecadando meros US$268 milhões contra um orçamento de US$200 milhões, sem contar os gastos de marketing).
Apesar da boa nota com o público, ‘Besouro Azul‘ registrou a menor estreia da história do estúdio, arrecadando apenas US$ 43.4 milhões mundialmente.
De acordo com o Deadline, o longa estrelado por Xolo Maridueña e Bruna Marquezine arrecadou apenas US$ 18 milhões através de 63 mercados – tendo alcançado o topo em 17 deles.
Nos EUA, a produção ficou abaixo das expectativas, arrecadando apenas US$ 25.4 milhões – valor abaixo dos US$ 28-32 milhões que as previsões indicavam.
Esse é o terceiro filme da DC em 2023 a fracassar nas bilheterias depois de ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ (que abriu com US$ 30.1 milhões em março) e ‘The Flash‘ (US$ 55 milhões em junho). Até mesmo ‘O Esquadrão Suicida‘ de 2021, que estreou simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, teve um começo maior com US$ 26.2 milhões.
Infelizmente, ‘Besouro Azul‘ custou mais de US$ 100 milhões para ser produzido e muitos milhões a mais para ser promovido, então terá que desafiar as probabilidades de bilheteria para justificar seu preço. Críticas e boca a boca podem não fazer muito para preencher os assentos; o filme tem um CinemaScore “B+” e 77% no Rotten Tomatoes.
Assista a nossa entrevista com o diretor e crítica:
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.