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’50 Tons de Liberdade’ reestreia no Prime Video!

O último capítulo da franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘, intitulado ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, reestreou no catálogo do Prime Video do Brasil.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 07 de julho.

Na trama, Christian e Ana agora são casados. No entanto, a vida de Ana é ameaçada quando seu ex-chefe, Jack Hyde, jura vingança por ser demitido da SIP. Elena também retorna para assombrar Christian e torna a vida do casal muito mais problemática.

Relembre o trailer:

James Foley (House Of Cards) comanda a produção.

Niall Leonard, marido da autora E.L. James, é o responsável pelo roteiro.

Dakota JohnsonJamie DornanEric JohnsonRita OraEloise MumfordLuke Grimes e outros fizeram parte do elenco.

Apesar das críticas negativas (11% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa-metragem se tornou um grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$370 milhões ao redor do mundo contra um orçamento de US$55 milhões.

‘Os Horrores de Dolores Roach’: Conheça os personagens da nova série tragicômica do Prime Video!

Os Horrores de Dolores Roach‘, nova série cômica de terror do Prime Video estrelada por Justina Machado (‘One Day at a Time’), chegou recentemente à plataforma de streaming e, para promovê-la, foi divulgado um vídeo apresentando os personagens da produção.

Confira, junto ao trailer:

Roxann Dawson (‘Superação – O Milagre da Fé’) fica responsável pela direção do episódio piloto, além de ser produtora executiva do projeto.

Dara Resnik (‘Home Before Dark’) entra como showrunner.

A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a ela espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-encontrada estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.

A trama é um conto grotesco de comer ou ser comido; uma lenda urbana macabra de amor, traição, gentrificação, canibalismo e sobrevivência do mais forte.

Alejandro Hernandez, Kita UpdikeK. Todd FreemanIlan EskenaziJessica PimentelJimmy AlvarezMaureen CassidyAlanna Bale e outros completam o elenco.

‘Nimona’: Vídeo compila os MELHORES momentos da nova animação da Netflix; Confira!

‘Nimona’, animação fantasiosa baseada na graphic novel homônima, já está disponível na Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo compilando os melhores momentos do longa-metragem.

Confira:

Nimona, uma adolescente com o poder da metamorfose, vira alvo de um cavaleiro por assassinato. A missão do cavaleiro em matar Nimona fica complicada quando ele acusado de um crime e descobre que Nimona pode ser a única a conseguir exonerá-lo.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Nick BrunoTroy Quane e é baseado na graphic novel homônima de ND Stevenson.

Robert L. BairdLloyd Taylor assinam o roteiro.

Chloë Grace MoretzRiz AhmedEugene Lee YangFrances ConroyLorraine ToussaintBeck BennettRuPaulIndya MooreJulio TorresSarah Sherman fazem parte do elenco de dublagem.

Hugo Awards 2023 | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, ‘Avatar: O Caminho da Água’ e mais na lista de indicados à premiação

A Sociedade de Ficção Científica Mundial revelou recentemente os indicados da 70ª edição do Hugo Awards, que celebra as grandes produções literárias e audiovisuais sci-fi.

Dentre os indicados na categoria de longa forma, tivemos Avatar: O Caminho da ÁguaPantera Negra: Wakanda para SempreTudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘Não! Não Olhe!’ e ‘Red – Crescer é uma Fera’, além da primeira temporada de Ruptura, da Apple TV+. Já na categoria de curta forma, Star Wars: AndorMulher-Hulk: Defensora de Heróis‘Stranger Things’ foram relembrados.

Os vencedores serão anunciados no dia 21 de outubro.

Confira:

MELHOR ROMANCE
The Daughter of Doctor Moreau, de Sylvia Moreno-Garcia
The Kaiju Preservation Society, de John Scalzi
Legends & Lattes, de Travis Baldree
Nona the Ninth, de Tamsyn Muir
Nettle & Bone, de T. Kingsfisher
The Spare Man, de Mary Robinette Kowal

MELHOR NOVELA
Even Though I Knew the End, de C.L. Polk
Into the Riverlands, de Nghi Vo
A Mirror Mended, de Alix E. Harrow
Ogres, de Adrian Tchaikovsky
What Moves the Dead, de T. Kingfisher
Where the Drowned Girls Go, de Seanan McGuire

MELHOR NOVELETTE
The Difference Between Love and Time, de Catherynne M. Valente
A Dream of Electric Mothers, de Wole Talabi
If You Find Yourself Speaking to God, Address God with the Informal You, de John Chu
Murder By Pixel: Crime and Responsibility in the Digital Darkness, de S.L. Huang
The Space-Time Painter, de Hai Ya
We Built This City, de Marie Vibbert

MELHOR CONTO
D.I.Y., de John Wiswell
On the Razor’s Edge, de Jiang Bo
Rabbit Test, de Samantha Mills
Resurrection, de Ren Qing
The White Cliff, de Lu Ban
Zhurong on Mars, de Regina Kanyu Wang

MELHOR SAGA
Children of Time, de Adrian Tchaikovsky
Trilogia The Founders, de Robert Jackson Bennett
The Locked Tomb, de Tamsyn Muir
October Daye, de Seanan McGuire
Rivers of London, de Ben Aaronovich
The Scholomance, de Naomi Novik

MELHOR HQ
Cyberpunk 2077: Big City Dreams
DUNA
Monstress, Vol. 7
Once & Future, Vol. 4
Saga, Vol. 10

MELHOR PRODUÇÃO EM FORMA LONGA
Avatar: O Caminho da Água
Pantera Negra: Wakanda para Sempre
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo
Não! Não Olhe!
Ruptura, 1ª temprorada
Red – Crescer é uma Fera

MELHOR PRODUÇÃO EM FORMA CURTA
Star Wars: Andor: “One Way Out”
Star Wars: Andor: “Rix Road”
The Expanse: “Babylon’s Ashes”
For All Mankind: “Stranger in a Strange Land”
Mulher-Hulk: Defensora de Heróis: “Whose Shoe is This?”
Stranger Things: “Dear Billy”

MELHOR EDIÇÃO, FORMA LONGA
Ruoxi Chen
Lindsey Hall
Lee Harris
Sarah Peed
Huan Yan
Haijun Yao

MELHOR EDIÇÃO, FORMA CURTA
Scott H. Andrews
Neil Clarke
Oghenechovwe Donald Ekpeki
Sheree Renée Thomas
Xu Wang
Feng Yang

MELHOR ARTISTA PROFISSIONAL
Sija Hong
Kuri Huang
Paul Lewin
Alyssa Winans
Jian Zhang
Enzhe Zhao

Confira a lista completa aqui!

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Segundo filme da franquia estreia no Prime Video!

A popular continuação Jurassic World: Reino Ameaçado já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 07 de julho.

Na trama, Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por J.A. Bayona, com roteiro assinado por Derek ConnollyColin Trevorrow.

Chris PrattBryce Dallas HowardBD WongToby JonesTed LevineJeff GoldblumRafe Spall fizeram parte do elenco.

Apesar das críticas mistas, a produção arrecadou mais de US$1,3 bilhão ao redor do mundo, tornando-se a 3ª maior bilheteria de 2018 e a 12ª maior bilheteria de todos os tempos.

Christopher Nolan revela que ‘Oppenheimer’ NÃO tem cenas em CGI

Oppenheimer conta a história de J. Robert Oppenheimer, o falecido diretor do Projeto Manhattan e pai da bomba atômica.

E o diretor Christopher Nolan conseguiu recriar os testes atômicos do Projeto Manhattan sem CGI. Em entrevista ao Collider, o cineasta disse que o longa tem “zero cenas em CGI”.

Nolan realizou o Teste Trinity, a primeira detonação de uma arma nuclear, de forma prática. Ele ainda usou cientistas reais como figurantes para dar mais realismo ao que acontecia no segundo plano.

Durante uma entrevista para a Wired, o cineasta disse que o longa explora os horrores da humanidade ao ponto de deixar os espectadores arrasados.

“É uma experiência intensa, porque é uma história intensa. Mostrei a um cineasta recentemente que disse que é uma espécie de filme de terror. Não discordo. Quando estava terminando o filme, comecei a sentir essa cor que não está nos meus outros filmes… Escuridão, apenas escuridão. Está lá. O filme luta contra isso.”

Nolan ainda disse que está feliz por ter finalizado a pós-produção porque estava se sentindo desconfortável em continua trabalhando com um assunto tão sombrio.

“Sabe, fiquei aliviado por ter terminado. É muito pesado. Mas gosto muito de assistir ao filme. Acho que você vai entender o que estou falando quando você assistir. É um complicado se divertir com coisas terríveis, sabe? É aí que entra a dimensão do terror.”

Recentemente, Nolan revelou à revista que ficou surpreso com as reações dos espectadores durante as exibições antecipadas do aguardado filme.

Muitos descreveram a experiência como “devastadora”, deixando-os sem palavras.

“Algumas pessoas saíram das exibições absolutamente devastadas, e não conseguiram falar. Quer dizer, há um elemento de medo que está lá na história, nos alicerces. Ao mesmo tempo, o amor dos personagens e seus relacionamentos… é tão forte quanto qualquer coisa que já fiz.”

Lembrando que o longa terá 3 horas (180 minutos) de duração, tornando-se a produção mais longa da carreira de Nolan.

Além disso, a MPA (Motion Picture Association) classificou o filme como Rated-R (para maiores de 17 anos) por “cenas com sexualidade, nudez e linguagem inapropriada.”

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

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‘Barbie’, ‘Oppenheimer’, ‘Sobrenatural 5’ e os Filmes MAIS ESPERADOS de Julho 2023 nos CINEMAS!

Sim, queridos leitores do CinePOP, o ano de 2023 passou da marca de sua metade, e agora adentramos a segunda parte do ano. Teremos mais seis meses de grandes produções nos cinemas, com alguns dos filmes mais esperados pelos fãs. Os primeiros seis meses trouxeram muita coisa boa. ‘John Wick 4’, ‘Guardiões da Galáxia 3’, ‘Super Mario Bros.’, ‘Creed 3’, ‘Velozes e Furiosos 10’, ‘A Pequena Sereia’, e no último mês tivemos os novos ‘Aranhaverso’, ‘Transformers’, ‘Flash’ e ‘Indiana Jones’, por exemplo. Agora damos o pontapé inicial para a segunda metade do ano. Engana-se, porém, quem pensa que os maiores lançamentos nas telonas ficaram para trás.

Julho entrega um verdadeiro duelo de titãs, muito alardeado nas redes sociais: entre a maior boneca de todas, dessa vez em carne e osso, e o novo filme de Christopher Nolan sobre o criador da bomba atômica. Além disso teremos as peripécias de Tom Cruise, uma nova investida num clássico da Disney e o quinto episódio de uma das franquias de terror mais bem-sucedidas dos últimos anos. Confira abaixo e programe-se.

NOS CINEMAS

Sobrenatural – A Porta Vermelha

O novo filme de uma das sagas de terror mais queridas dos fãs nos últimos anos, em julho visitaremos novamente a família Lambert, sumidos das telonas há 10 anos, desde o segundo capítulo. Acontece que os filmes três e quatro da franquia se tratavam de prequels, ou seja, histórias que se passavam antes daquilo que havíamos visto nos dois primeiros filmes. E com os Lambert atravessaremos a tal porta vermelha para o mundo dos mortos, onde se encontram os mais assustadores fantasmas. Patrick Wilson, que vive o patriarca Josh, assume a direção do filme, estreando como cineasta.

Um Dia Cinco Estrelas

Adiada do mês passado, esta comédia nacional tem a assinatura do diretor Hsu Chien, cineasta brasileiro que coleciona sucessos como ‘Quem Vai Ficar com Mário?’, ‘Me Tira da Mira’ e ‘Desapega!’. Aqui, quem protagoniza é Estevam Nabote, humorista do ‘Porta dos Fundos’. Ele vive um sujeito com problemas financeiros, cuja maior paixão é o carrão antigo, o qual ele deu o carinhoso nome de ‘Mozão’. A última saída para quitar as dívidas seria vender o carro, mas ele decide algo melhor: se tornar motorista de aplicativo, enquanto precisa orquestrar uma festa de aniversário para a mãe.

13/07

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1

Tom Cruise está de volta depois do sucesso estrondoso de ‘Top Gun: Maverick’. Ninguém poderia prever, nem mesmo o astro protagonista, que o segundo filme do destemido piloto, se tornaria um dos maiores fenômenos de nossos tempos – e da era pós-pandemia – sendo inclusive indicado ao Oscar de melhor filme. Agora, o imortal astro retorna para a maior franquia de sua carreira, pela sétima vez na pele do espião Ethan Hunt para uma nova missão repleta de perigos e sem dublês, que já consta com a cena marcante do salto de moto do penhasco. Recordes de bilheteria prometem ser quebrados.

O Portal Secreto

A Imagem Filmes traz para o Brasil esta produção da MGM+, que é uma mistura de ‘Harry Potter’ com a comédia ‘The Office’. A produção conta a história de dois jovens contratados como estagiários em uma empresa londrina. Mas o que parecia ser o emprego dos sonhos para eles, irá se revelar algo ainda maior e mais mágico, quando eles descobrem que essa não é uma empresa normal, muito pelo contrário, os fará adentrar um mundo de fantasia, onde tudo é possível. No elenco, as presenças do duas vezes vencedor do Oscar Christoph Waltz, e de Sam Neill.

20/07

Barbie

Esse é o dia. Esqueça Batman vs. Superman. Freddy vs. Jason. Alien vs. Predador. Godzilla vs. Kong. Tudo isso é pinto perto do maior confronto de nossos tempos: Barbie vs. Oppenheimer. O duelo muito alardeado nas redes sociais chamou atenção dos fãs, que começaram a instigar a “rivalidade” das produções. Acontece que dois filmes que prometem ser grandes nas bilheterias decidiram estrear no mesmo dia. Um deles é ‘Barbie’, superprodução da Warner que marca o primeiro live-action da boneca mais famosa do mundo. O longa poderia ser completamente descartável, caso não tivéssemos na direção a indicada ao Oscar Greta Gerwig, e no elenco protagonizando os indicados Margot Robbie e Ryan Gosling. Fora isso, o filme promete muito humor e momentos bem fora da caixinha.

Oppenheimer

No outro corner temos ‘Oppenheimer’, da Universal Pictures. Nenhum deles cedeu espaço para o outro, e não arredaram o pé da data. É duelo de titãs mesmo, o povo quer sangue. Para apaziguar as coisas, o boa-praça Tom Cruise viralizou no Twitter ao aparecer ao lado do diretor do novo ‘Missão Impossível’ indo assistir a ambos ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, demonstrando que a sacada é fazer sessão dupla com uma das dobradinhas mais inusitadas de todos os tempos. Margot Robbie e Greta Gerwig seguiram a deixa. Agora só falta Chris Nolan. Aqui, temos o novo filme de um dos cineastas mais badalados de todos os tempos, desta vez contanto sobre o criador da bomba atômica, J. Robert Oppenheimer, papel de Cillian Murphy.

27/07

Mansão Mal-Assombrada

No último fim de semana do mês de julho, a maior estreia será de um blockbuster da Disney. ‘Mansão Mal-Assombrada’ é baseado numa atração do parque temático da casa do Mickey. A ideia é transformar o tema em uma nova franquia de sucesso para o estúdio, nos moldes de ‘Piratas do Caribe’, que também era um brinquedo no parque da Disney. Porém, o projeto conta com o fato de que há 20 anos, a ideia já havia sido tentada sem sucesso em um filme protagonizado por Eddie Murphy. Agora os realizadores tentam de novo com um grande elenco encarando a casa repleta de fantasmas assustadores do título.

Missão de Sobrevivência

Aqui no Brasil, os filmes no estilo “tiro, porrada e bomba” fazem muito sucesso. Justamente por isso, os longas estrelados por atores como Liam Neeson e Jason Statham possuem lugar cativo, mesmo quando tais filmes são do nível, digamos, B do cinema. Outro que faz seu nome nesse terreno é Gerard Butler. Aproveitando a oportunidade, a Diamond Films lança por aqui no último fim de semana de julho esse ‘Missão Sobrevivência’, sobre um super agente que se vê atrás das linhas inimigas em um país hostil. Caçado por seus inimigos, ele tentará de todas as formas chegar a um território seguro.

O Convento

Para os fãs de suspense, a Imagem Filmes traz para os cinemas brasileiros no último fim de semana do mês este longa estrelado por Jenna Malone e Danny Huston. Na trama, Malone é Grace, uma jovem que viaja até a Escócia para tentar entender a misteriosa morte de seu irmão, que era padre em um convento por lá. No local, ela investiga as circunstâncias e começa a descobrir diferentes versões do ocorrido, assim como uma trama de assassinatos, sacrilégios e verdades sobre seu próprio passado.

Warner explica o mapa que fez ‘Barbie’ ser BANIDA no Vietnã

Há alguns dias, foi reportado que o Vietnã decidiu proibir a exibição do filme ‘Barbie‘, estrelado por Margot Robbie, devido a uma cena que retrata o território reivindicado unilateralmente pela China no Mar do Sul da China.

Segundo a mídia estatal vietnamita, a cena em questão mostra um mapa que inclui a controversa “linha de nove traços” usada pela China para ilustrar suas reivindicações sobre vastas áreas do Mar do Sul da China.

Agora, a Warner Bros. quebrou o silêncio sobre o banimento do filme, e explicou que nunca teve a intenção de fazer nenhum posicionamento político.

“O mapa no Mundo da Barbie é um desenho infantil. Os rabiscos descrevem a jornada fictícia da Barbie para o ‘mundo real’. Não foi nossa intenção fazer nenhum tipo de declaração,” comentou um representante do estúdio.

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A “linha de nove traços” é motivo de disputa entre os países da região, uma vez que a China alega soberania sobre áreas que também são reivindicadas por outros países, incluindo o Vietnã. A decisão de arbitragem de um tribunal de Haia, em 2016, repudiou as reivindicações da China, mas o país se recusa a reconhecer essa decisão.

O filme ‘Barbie‘ é apenas o mais recente a ser banido no Vietnã por retratar a polêmica linha de nove traços da China.

Em 2019, o governo vietnamita cancelou a exibição do filme de animação ‘Abominável‘, da DreamWorks, e no ano passado proibiu o filme de ação ‘Uncharted: Fora do Mapa‘, da Sony, pelo mesmo motivo.

Lembrando que ‘Barbie‘ chega aos cinemas nacionais em 20 de julho.

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.

A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .

Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta dirige e também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

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10 Séries INTRIGANTES que dão um nó na nossa cabeça

Quem não gosta de maratonar aquelas séries repletas de mistérios que nos deixam pensando em inúmeras possibilidades a cada nova virada na trama? Pensando nisso, vamos indicar abaixo algumas produções bastante interessantes nessa lista: 10 Séries INTRIGANTES que dão um nó na nossa cabeça.

 

Agentes do FBI (Star Plus)

Intrigante minissérie com 8 episódios, lançada em 2023, que nos mostra em três linhas temporais a saga de alguns amigos de turma de ingresso ao FBI que ao longo do tempo vão passando por situações conflituosas que vão desde problemas no campo pessoal até o avanço descontrolado da inteligência artificial nas formas de executar as leis.

 

Arquivo X (Star+)

Quem nunca imaginou sobre peculiares questões ligadas a vida extraterrestre ou qualquer outra situação que foge da normalidade do que vemos em nosso planeta? Em Arquivo X, que teve o total de 11 temporadas, conhecemos dois agentes do FBI que pensam totalmente diferentes um do outro: Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Eles são designados para um departamento que investiga casos inexplicáveis. Um dos seriados mais surpreendentes dos anos 90.

 

Twin Peaks (Netflix)

Lançado no primeiro semestre de 1990, Twin Peaks revolucionou a maneira de criar uma narrativa para a televisão. Com sua densa trama, que focava nas inusitadas descobertas do agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan) que viaja para a pequena cidade de Twin Peaks para investigar o assassinato da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee), o seriado criado pelo gênio David Lynch marcou uma geração sendo considerada até hoje um dos mais impactantes programas televisivos das últimas décadas.

 

Ruptura (Apple tv+)

Na trama, criada por Dan Erickson, que é uma das mais difíceis de se definir por conta de seu campo amplo, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.

 

Rabbit Hole: Jogo de Mentiras (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos John Weir (Kiefer Sutherland), um dos criadores de uma empresa de sucesso que resolve questões ligadas à espionagem para empresas e pessoas que os contrata. Em um novo e audacioso plano, a conclusão não sai como esperado e ele se vê envolvido em uma trama cheio de caminhos dentro da narrativa que tinha criado. Lutando contra seu complicado passado, memórias doloridas, e perdas no presente, ele precisará se juntar a um grupo de novas pessoas para enfim colocar o trem de volta aos trilhos e sair vencedor em uma batalha que gira em torno da informação.

 

Origem  (Globoplay)

Na trama, conhecemos Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), um casal em crise, perto de assinarem o divórcio que resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade, dividida em dois grupos, que tem como referência o ex-militar e atual autoridade do lugar Boyd (Harold Perrineau). Muitas perguntas aparecem: será que eles sobreviveram ao acidente que sofreram? Aonde eles estão? O ótimo episódio piloto prende a atenção sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.

 

Outer Range (Prime Video)

Na trama, conhecemos o fazendeiro Royal Abbott (Josh Brolin), um homem introspectivo, seco, de poucas palavras que vive com sua família: sua esposa Cecilia (Lili Taylor), seus dois filhos, Perry (Tom Pelphrey) e Rhett (Lewis Pullman), em uma casa no décimo maior dos 50 estados dos EUA, e o menos populoso, Wyoming. Em paralelo a uma luta por terras com uma família rival, os Tillerson, Royal encontra um imenso buraco misterioso na região oeste de suas terras. Quando uma tragédia acontece, oriunda de uma briga entre os filhos dessas duas famílias, a questão desse buraco misterioso vai ganhando contornos cada vez mais misteriosos, que se completam com a chegada de Autumn (Imogen Poots).

 

Arquivo 81 (Netflix)

Na trama, acompanhamos o jovem e com poucos amigos Dan (Mamoudou Athie), um arquivista e especialista em resgate e manutenção de mídia antiga que um dia recebe um inusitado convite do empresário Virgil (Martin Donovan) para restaurar algumas fitas antigas. Para tal trabalho ele ganhará 100.000 dólares mas precisará trabalhar sozinho e em uma casa enorme situada em uma região deserta próxima à Nova Iorque. Quando ele aceita o trabalho não imaginava onde havia se metido e ele acaba embarcando em uma jornada surpreendente onde vai contar com a ajuda de Mark (Matt McGorry), seu melhor amigo. Paralelo a essa história, acompanhamos em outra linha temporal uma jovem chamada Melody (Dina Shihabi) que se muda para um misterioso prédio, a partir do recebimento de uma carta, para documentar sua busca pela mãe biológica que nunca conhecera. Esses dois mundos vão entrar em choque e acontecimentos sinistros se sucederão.

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo viveu em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

 

Os Contos do Loop (Prime Video)

Ao longo dos episódios, de quase uma hora de duração e com ótimos diretores assinando cada um deles (como a atriz Jodie Foster, que dá um show atrás das câmeras), além de nomes conhecidos nas atuações (Rebecca Hall e Jonathan Price, principalmente) vamos conhecendo uma pequena cidade norte-americana e seus habitantes que de alguma forma acabam sendo envolvidos pelo The Loop, um experimento que fica debaixo da terra (e que emprega muitos dos habitantes) que possui o objetivo de desvendar alguns dos mais complexos mistérios do universo. Assim, a cada episódio, que se entrelaçam de maneira bastante sutil (então por isso importante assistir em ordem) vamos vendo: realidades paralelas, versões mais jovem da mesma pessoa e as descobertas a partir desse fato, troca de corpos entre amigos, um homem perdido pela tristeza em busca da tecnologia para proteger sua família, o criador do The Loop e sua fase final da jornada da vida, amantes que param (literalmente) o tempo para viver o momento, etc.

Crítica | Tinnitus – Suspense Psicológico Brasileiro Escalona a Angústia Através do Body Horror

O terror tem muitas formas de acontecer no cinema, e nem todas elas envolvem sangue espirrando por duas horas na telona. Há maneiras mais sutis, e uma delas é o subgênero body horror – aqui no Brasil também conhecido como terror corporal –, ou seja, o tipo de filme que usa de violências físicas ou psicológicas ao corpo humano com a intenção de, a partir destas, fazer sua história. De uma maneira sutil, porém presente, este é um dos vieses condutores do filme ‘Tinnitus’, suspense psicológico brasileiro que entra em cartaz essa semana nas salas de todo o país.

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Marina (Joana de Verona) é uma excelente nadadora que pratica salto sincronizado junto com sua dupla, Luisa (Indira Nascimento), a quem conhece desde pequena. As duas têm uma perfeita sincronia, porém, quando durante uma competição Marina sofre um grave acidente, a dupla acaba e Marina se afasta totalmente do mundo das competições, passando, então, a trabalhar com entretenimento infantil, como sereia do aquário de São Paulo. Casada com um médico otorrinolaringologista, Marina passa a participar de um grupo de pesquisa que investiga os impactos do ‘Tinnitus’, nome atribuído a uma espécie de zumbido constante que muitas pessoas sentem mas cujas origens e consequências ainda são desconhecidas. Entretanto, quando Marina conhece Teresa (Alli Willow), uma jovem saltadora que a admira muito, ela passará a repensar suas decisões e os sonhos deixados para trás.

Com uma hora e quarenta de duração, ‘Tinnitus’ tem um ritmo bem lento, o que pode acabar impacientando o espectador mais acostumado com frenesi na telona. Não é esse tipo de filme. Ao contrário, sua narrativa mescla com técnicas utilizadas, por exemplo, pelo mestre Akira Kurosawa – cuja homenagem fica evidente quando a produção mostra o nome do cineasta japonês –, seja por o terço final do longa ser localizado no bairro da Liberdade em São Paulo (bairro conhecido por concentrar grande parte da população migrante daquele país e seus descendentes aqui no Brasil), seja pela estética, que se assemelha àquela usada pelo cineasta oriental.

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Exibido durante o 50º Festival de Gramado, em 2022, o longa acabou levando os Kikitos de Melhor Fotografia, Melhor Montagem e Melhor Direção de Arte, e faz por merecer nestes quesitos. A fotografia do longa ajuda, especialmente, a contrapor o espectador da angústia que a protagonista sente em, de repente, parar de ouvir tudo para sentir apenas sons abafados e distantes. Ou seja, se por um lado o som – ou melhor, a ausência dele – causa a angústia sensorial da protagonista, a fotografia traz o universo ora expansivo (o da natação), ora opressor (a casa) em que Marina vive. Tecnicamente, é muito bom, e ainda traz a luxuosa participação especial de Antonio Pitanga.

Experimental e sensorial, ‘Tinnitus’ oferece um mergulho na privação de um sentido fundamental e no estresse escalonado em que o indivíduo vive a partir dessa privação. Através do suspense e do drama psicológico, o longa de Gregorio Graziosi traz uma imersão do mundo dos atletas, entre superação, sofrimento e superações.

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10 ÓTIMOS Filmes da Década de 80 disponíveis pelos Streamings

A década de 80 para o cinema foi uma passarela de ótimos filmes de todo o mundo que desembarcaram nos cinemas e com alguns trabalhos que se tornaram inesquecíveis, ultrapassando gerações e sempre voltam em nossa memória cinéfila. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 ótimos filmes da década de 80 disponíveis pelos streamings:

 

Clube dos Cinco (Telecine)

Um clássico dos dramas adolescentes, em Clube dos Cinco conhecemos cinco estudantes do ensino médio norte-americano que são punidos e precisam frequentar a escola aos sábados. Aos poucos vão se conhecendo e dividindo suas experiências de vida.

 

A Cor Púrpura (HBO Max)

Dirigido por Steven Spielberg, com roteiro baseado na obra homônima da escritora Alice Walker, Em A Cor Púrpura vemos a vida de uma forte protagonista, ao longo de décadas, que busca em seus sonhos, conflitos e dilemas se reencontrar com a irmã.

 

Os Goonies (HBO Max)

Um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, nessa aventura dirigida por Richard Donner acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.

 

Scarface (Star Plus)

Dirigido pelo genial cineasta Brian De Palma, em um dos papéis mais emblemáticos de Al Pacino nas telonas, em Scarface acompanhamos a saga de um traficante de drogas cubano que vai do céu ao inferno em Miami.

 

Conta Comigo (Netflix)

Baseado em um conto chamado O Outono da Inocência escrito pelo gênio Stephen King, em Conta Comigo acompanhamos memórias de um homem com seus três amigos na adolescência que vão atrás de uma pessoa desaparecida.

 

Flashdance (Paramount Plus)

Nesse romance dramático, com pelo menos duas músicas chicletes (lembradas até os dias de hoje), acompanhamos a história de uma jovem batalhadora que tem o sonho de entrar em uma prestigiada escola de dança.

 

Caminhos Violentos (MGM)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken e Sean Penn.

 

Mississipi em Chamas (MGM)

Dirigido pelo cineasta britânico Alan Parker, no filme acompanhamos dos agentes do FBI que são responsáveis pelas investigações do desaparecimento de ativistas de direitos humanos no sul dos Estados Unidos durante a década de 60. O filme foi indicado para 5 Oscars.

 

ET – O Extraterrestre (Prime Video)

Disponível em diversos streamings, esse é um dos grandes clássicos do cinema. Dirigido pelo genial Steven Spielberg e lançado no início dos anos 80, conta a história de um jovem que encontra um extraterrestre e ao lado dos irmãos embarcam em uma aventura emocionante tendo a amizade como força propulsora.

 

Sociedade dos Poetas Mortos (Star Plus)

Dirigido pelo cineasta australiano Peter Weir e com roteiro assinado por Tom Schulman, Sociedade dos Poetas Mortos possui cenas inesquecíveis. O longa-metragem, lançado no primeiro semestre do ano de 1990 aqui no Brasil, conta a história de um criativo e inspirador professor, interpretado por Robin Williams, que é contratado para dar aulas em uma escola cheia de regras e tradições no final da década de 50. Aos poucos, com seus métodos diferente do que todos encontravam na escola, consegue inspirar seus alunos a combaterem suas ansiedades e os conflitos provocados por uma sociedade conservadora.

 

5 produções no estilo ‘Os Horrores de Dolores Roach’ para você conferir nos streamings

A aguardada série Os Horrores de Dolores Roach, estrelada por Justina Machado, chegou recentemente ao catálogo do Prime Video – e já está conquistando os assinantes da plataforma.

A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a ela espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-encontrada estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.

A produção traz inúmeras referências a lendas urbanas e contos de canibalismo e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando outras cinco produções similares, seja em temática ou em estilo narrativo, para você conferir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

HOLOCAUSTO CANIBAL (1980)

holocausto canibal

Onde assistir: YouTube

Muito antes de ‘A Bruxa de Blair’, que popularizou o gênero conhecido como found footageHolocausto Canibal já se aventurava pelo mockumentary e chocava o público italiano. Não é à toa que a produção de Ruggero Deodato foi considerado um dos mais controversos da história do cinema – principalmente por levar a audiência a crer que os atores realmente morriam com o desenrolar dos trágicos eventos.

O enredo gira em torno de uma equipe de quatro documentaristas que viajam para a Amazônia com o intuito de filmar tribos canibais. Entretanto, eles desaparecem e deixam para trás apenas as fitas de gravação, que são reavidas anos depois por um grupo de resgate.

SWEENEY TODD (2008)

sweeney cinepop

Onde assistir: HBO Max

Depois de assistirmos a Os Horrores de Dolores RoachSweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’ é, de fato, o primeiro título que nos vem à cabeça – e que, inclusive, é mencionado diretamente na série do Prime Video.

Estrelada por Johnny DeppHelena Bonham CarterAlan Rickman, o longa-metragem acompanha um homem que, anos depois de ficar na prisão, retorna para Londres apenas para descobrir que a esposa morreu e a filha está sob a custódia de um autoritário juiz – o mesmo que o fez ser encarcerado. Sem qualquer prospecto de seguir em frente, ele cruza caminho com uma confeiteira em decadência e, juntos, eles arquitetam um plano condenável que inclui assassinato e tortas de carne humana.

RAW (2016)

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Onde assistir: Netflix

Raw continua, até hoje, como um dos filmes mais polêmicos da década passada – tendo chocado o público que assistiu à estreia do longa no Festival de Toronto, onde algumas pessoas chegaram a passar mal e foram obrigadas a deixar a sessão.

Dirigida por Julia Ducournau, que foi elogiada por sua competente direção e pelo potente roteiro, a trama acompanha uma jovem vegetariana que é obrigada a comer carne crua em um trote de faculdade e começa a ser atormentada por uma vontade incontrolável de devorar carne humana.

FRESH (2022)

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Onde assistir: Star+

Fresh se tornou uma das grandes surpresas do ano passado e conquistou tanto a crítica quanto o público – trazendo para as telas uma química impecável entre Daisy Edgar-JonesSebastian Stan.

Na trama, frustrada ao usar aplicativos de namoro apenas para acabar em encontros chatos e tediosos, Noa (Edgar-Jones) se arrisca ao dar seu número para o charmoso Steve (Stan) depois de se conhecerem em uma mercearia. Durante um encontro subsequente em um bar local, brincadeiras atrevidas dão lugar a uma conexão carregada de química, e uma apaixonada Noa ousa esperar que ela possa realmente ter encontrado uma conexão real com o cirurgião plástico. Ela aceita o convite de Steve para um final de semana especial, apenas para descobrir que seu novo amante esconde alguns apetites incomuns.

ATÉ OS OSSOS (2022)

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Onde assistir: Prime Video

Luca Guadagnino é um dos diretores mais icônicos da atualidade e ficou conhecido por seu elogiado trabalho em ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. Em 2022, Guadagnino retornou ao mundo dos longas-metragens com o drama canibal Até os Ossos, estrelado por Timothée ChalametTaylor Russell.

A trama gira em torno do primeiro amor de Maren (Russell), uma jovem mulher aprendendo a sobreviver à margem da sociedade, e o intenso Lee (Chalamet), um andarilho sem amarras. Eles se encontram e se unem numa odisseia de mil e quinhentos quilômetros por estradas secundárias, passagens ocultas e alçapões na América de Ronald Reagan. Mas apesar de seus esforços, todas as estradas os levam de volta aos seus passados traumáticos, e a uma reta final que vai determinar se o amor deles pode sobreviver às suas diferenças.

Joey King e Taylor Lautner libertam Taylor Swift no videoclipe oficial de “I Can See You”; Confira!

A icônica cantora e compositora Taylor Swift lançou hoje (08) o videoclipe oficial de “I Can See You”, novo single oficial do álbum Speak Now: Taylor’s Version’.

O clipe conta com a participação de Joey KingTaylor LautnerPresley Cash.

Confira:

Vale lembrar que o compilado já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com seis músicas originais (intitulada ‘From the Vault’), incluindo uma colaboração com Hayley Williams.

Speak Now foi lançado em 2010 e, escrito inteiramente pela artista, rendeu seis singles (incluindo “Mine”“Mean”), além de ter se tornado um sucesso crítico e financeiro.

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’ e ‘Folklore’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’, ambos ovacionados pela crítica especializada e pelo público. Seu último álbum de originais foi ‘Midnights’, que ganhou aclame por parte dos especialistas internacionais e quebrou inúmeros recordes de vendas.

Crítica | Justina Machado encarna sua “Sweeney Todd” interior na divertida tragicomédia ‘Os Horrores de Dolores Roach’

Washington Heights, 2003. Uma jovem latina chamada Dolores Roach (Justina Machado) é presa por porte de maconha e agressão policial e passa dezesseis anos numa penitenciária em Nova York, sonhando com o dia em que será liberada e poderá voltar para casa. Dezesseis anos mais tarde, ela termina sua sentença e, com duzentos dólares no bolso, volta para casa apenas para descobrir que seu antigo namorado desapareceu e que o bairro onde morava se tornou alvo da chegada de jovens alternativos de classe média alta que gentrificaram o que ela outrora chamava de lar. Sem saber o que fazer e sem lugar para ir, ela cruza caminho com um velho amigo de infância e começa a trabalhar como massagista – nem imaginando que sua vida viraria de cabeça para baixo.

A nova série do Prime Video é um grande épico tragicômico metalinguístico inspirado tanto na conhecida história ‘Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’ quanto na peça ‘Empanadas Locas’, estrelada por Daphne Rubin-Vega, mergulhando em um cenário marcado por faltas de oportunidades e tempos desesperadores que, de certa forma, “justificam” as ações de seus personagens em um vórtice de mentiras, traições e canibalismo. Guiado pela performance aplaudível de Machado, a produção é um tanto quanto desequilibrada, mas apresenta uma breve e instigante narrativa que nos faz assistir aos oito episódios de uma vez só.

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Dolores é fruto de um sistema falho em que, forçada a abandonar a faculdade e a se envolver no cabuloso mundo do tráfico, é deixada de lado por aqueles em que confiava e se vê de mãos atadas quanto ao próprio futuro. Entrando em uma espiral emotiva, ela se vê “salva” por Luis Batista (Alejandro Hernandez), um antigo conhecido que, agora, é dono da loja de empanadas que herdou do pai. Desesperada por alguma solidez, ela é convidada a ficar no apartamento de Luis, localizado no subsolo do local, e decide, ainda que sem uma licença oficial, começar um singelo negócio de massagens. Mas o que é bom dura pouco e, apesar de começar a fazer algum dinheiro, ela vê seus sonhos se esvaírem quando Gideon Pearlman (Marc Maron), o senhorio, ameaça despejá-los. Em um ímpeto de fúria e de frustração, Dolores o mata e Luis, tentando ajudá-la, o mutila para usá-lo como recheio das empanadas.

O escopo beira a absurdidade, mas, como se trata de uma releitura modernizada de Sweeney Todd, a ideia é comprada em um piscar de olhos. Aqui, examinamos como uma pessoa desesperançosa cruza limites inimagináveis para sobreviver e se vê engolfada em uma artimanha que normaliza tudo o que ela faz. Se o mundo a destruiu, porque ela não pode “retribuir o favor”? E, nessa atmosfera, Machado brilha de forma inigualável, reiterando uma versatilidade que já vinha sendo explorada em produções como ‘One Day at a Time’ e ‘Six Feet Under’, por exemplo, navegando entre a multiplicidade desconhecida da psique humana e, por fim, ascendendo a uma mulher que está cansada de temer e precisa agir.

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A metalinguagem é um grande recurso utilizado pela série – mas não da forma que imaginamos: o episódio piloto já abre com uma encenação teatral sobre o aconteceu a Dolores e à polêmica envolvendo a morte de várias pessoas inocentes para a produção de empanadas que, ironicamente, caíram no gosto dos clientes (da mesma maneira que as tortas de carne da Sra. Lovett). E a protagonista é justificada como a narradora desse conto ao abordar a atriz que a interpreta nos palcos e contar o que aconteceu, de fato. Isso não é tudo: uma das várias pessoas que cruzou caminho com Dolores, o podcaster Caleb (Jeffery Self) foi o responsável por criar a peça e faturar uma quantidade considerável de dinheiro com o sofrimento dela.

O restante do elenco faz um trabalho memorável em cena: além de Machado e Hernandez, temos a bem-vinda presença de Nellie (Kita Updike), funcionária de Luis que também é arrastada para o enredo de forma inesperada e infeliz; K. Todd Freeman como Jeremiah, um açougueiro fanático por teorias da conspiração que começa a questionar o motivo de não entregar mais carne para a loja de empanadas; e a lendária Cyndi Lauper como Ruthie, uma sagaz e engenhosa detetive que ajuda Dolores a encontrar o ex-namorado (responsável por mandá-la para a cadeia) apenas para se tornar uma das vítimas. Lauper, inclusive, rouba os holofotes nas breves cenas em que aparece, aparecendo de forma quase irreconhecível e entregando uma performance irretocável e derradeira.

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Há certos problemas estruturais que precisam ser mencionados – como o ritmo e certas escolhas de roteiro que prezam mais pela fórmula e pelo conforto do que pela originalidade. Ainda que os capítulos sejam curtos e girem em torno de meia hora, o desenrolar da história, eventualmente, chega a um beco sem saída e começa a dar voltas (o que significa que conseguimos prever os passos dos personagens antes que as coisas aconteçam); além disso, percebemos um certo cansaço à medida que nos aproximamos do season finale, cuja resolução abre tantas oportunidades para uma segunda temporada que chega a ser frustrante.

De qualquer forma, Os Horrores de Dolores Roach é uma grata surpresa do ano e nos diverte do começo ao fim, nos levando a desejar por mais. É sempre bom encontrarmos um título que entregue aquilo que se propõe – e, contando com a atuação precisa de Machado, essa é uma ótima pedida para ser devorada de uma só vez.

‘Meus Sogros Tão pro Crime’: Comédia da Netflix com Adam DeVine e Pierce Brosnan amarga 35% de APROVAÇÃO no RT

A nova comédia da Netflix, ‘Meus Sogros Tão pro Crime‘, estrelada por Adam DeVine (‘A Escolha Perfeita’) e Pierce Brosnan (franquia ‘007’) foi lançada hoje (07) no streaming.

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa debutou com uma aprovação de apenas 35% dos críticos, e uma nota média de 4.4/10.

Confira algumas avaliações:

“A coisa mais espirituosa sobre ‘Meus Sogros Tão pro Crime’ é seu título.” – The Guardian

“‘Meus Sogros Tão pro Crime brilha quando destaca as atuações comprometidas de seu elenco.” – Slant Magazine

“Uma comédia policial assistível, embora esquecível…” – The Hollywood Reporter

“É meio triste, na verdade” – Chicago Sun-Times

“Grande parte do elenco parece estar se divertindo, mas às nossas custas.” – San Francisco Chronicle

“O enredo é ridículo, mas este é o tipo de filme em que se trata de travessuras hilárias, não de plausibilidade.” – The Observer

Confira o trailer:

Um conservador gerente de banco prestes a se casar com o amor de sua vida acredita que seus futuros sogros são os Bandidos Fantasmas que assaltaram o banco durante a semana do casamento.

Também completam o elenco Poorna Jagannathan, Ellen Barkin e Nina Dobrev.

A direção fica por conta de Tyler Spindel.

Casal AFUNDA em areia movediça no trailer de ‘Presos na Floresta’; Confira dublado e legendado!

A PlayArte divulgou o trailer nacional do suspense ‘Presos na Floresta: Fuja se For Capaz‘ (Quicksand).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de agosto.

Um casal à beira do divórcio viaja para a Colômbia para uma conferência de trabalho. Durante uma caminhada pela floresta tropical, uma tempestade faz com que eles fiquem presos em um poço de areia movediça. Incapazes de se mover, lutam pela sobrevivência contra os elementos da selva.

Allan Hawco, Carolina Gaitan e Sebastian Eslava estrelam.

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‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’: Karen Allen ficou DECEPCIONADA com sua pequena participação no filme

A atriz Karen Allen, conhecida por interpretar Marion Ravenwood na franquia ‘Indiana Jones‘, admitiu em uma entrevista ao Hollywood Reporter que ficou desapontada com sua curta participação no filme ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘.

Inicialmente, a personagem de Marion Ravenwood tinha um papel mais significativo na versão do diretor Steven Spielberg, antes de James Mangold assumir a direção do projeto.

Ao abordar a mudança de direção, Allen compartilhou suas expectativas e sentimentos em relação à sua personagem, afirmando:

“Quando Steven Spielberg ainda estava envolvido como diretor, não tive a oportunidade de ler os roteiros, mas sabia que a personagem teria uma participação mais significativa na trama. No entanto, quando James Mangold assumiu, eu sabia que eles estavam buscando uma nova abordagem, e me senti um pouco no desconhecido. Após ler o roteiro final de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, fiquei desapontada.”

De acordo com o Collider, o mais recente capítulo da franquia custou US$ 330 milhões aos cofres da Casa Mouse, o que faz da sequência um dos filmes mais caros da história do cinema.

Infelizmente, o alto valor pode acabar levando a um enorme prejuízo para o estúdio, já que a sequência pode não arrecadar uma quantia suficiente para cobrir os gastos e gerara lucros.

Já em exibição nos cinemas, o longa que traz o retorno de Harrison Ford como o icônico personagem faturou apenas US$ 60 milhões no final de semana nos EUA.

Um resultado desastroso para o final de uma franquia historicamente amada, e uma das razões pelas quais a Disney desembolsou US$ 4 bilhões pela Lucasfilm.

Para evitar o prejuízo, o longa precisa arrecadar pelo menos US$ 800 milhões.

Até o momento, ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ conta com apenas US$ 152 milhões ao redor do mundo, mas pode ganhar força pelos próximos dias.

Por outro lado, o título vai enfrentar uma concorrência de peso contra ‘Missão Impossível – O Acerto de Contas: Parte 1′, ‘BarbieeOppenheimer‘, todos marcados para o mês de julho.

Confira nossa crítica do filme:

Dirigido por James Mangold (‘Logan’), este será o primeiro filme da franquia sem o comando o de Steven Spielberg.

O elenco ainda conta com Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

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Após rejeição do público, Netflix se DESESPERA em marketing de ‘The Witcher’

A terceira temporada de ‘The Witcher‘ estreou recentemente na Netflix, mas a produção está sendo rejeitada pelo público.

Além de se afastar do material de origem, os espectadores estão furiosos com a saída do Henry Cavill. O ator será substituído pelo Liam Hemsworth a partir da quarta temporada – uma notícia que desagradou todos os fãs da produção, e coloca em risco o futuro da série.

Com a rejeição do público, a Netflix entrou em desespero e começou a apostar uma estratégia inusitada de marketing para a terceira temporada – que alcançou uma média de apenas 33% de aprovação dos espectadores no Rotten Tomatoes.

O serviço de streaming tentando reforçar ao público que Cavill ainda está presente no terceiro ciclo da série, exibindo a seguinte mensagem em lugares estratégicos: “Sim, ele ainda é o Geralt na 3ª temporada de ‘The Witcher’.”

Vale lembrar que a terceira temporada registrou baixa na audiência.

No primeiro episódio do novo ciclo, a série atraiu cerca de 1,1 milhão de espectadores, representando uma queda de 15% em comparação ao primeiro episódio da segunda temporada, que registrou 1,3 milhão de espectadores.

O declínio na audiência continuou nos episódios subsequentes. O segundo episódio da terceira temporada teve 893.000 espectadores, seguido pelo terceiro episódio com 750.000 espectadores. Já o quarto episódio atraiu 602.000 espectadores, e o quinto episódio registrou 505.000 espectadores.

Em contraste, na segunda temporada, todos os episódios conseguiram atrair mais de 1 milhão de espectadores.

Vale ressaltar que esses números se referem apenas à audiência durante a semana de lançamento e não levam em consideração o público que pode estar aguardando a temporada estar completa para iniciar sua visualização.

A segunda parte da 3ª temporada chega à Netflix em 27 de julho.

Relembre o trailer:

Em uma recente entrevista à EW, a showrunner Lauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.

“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.

Anteriormente, Hissrich falou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.

“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”

Ela continuou, destacando a saída do ator.

“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”

Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:

“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.

Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.

the witcher

Teaser indica que adaptação teatral de ‘Stranger Things’ pode trazer DICAS sobre a 5ª temporada da série

No último dia 05 de julho, a página oficial de Stranger Things divulgou o trailer oficial da adaptação para os palcos da icônica série da Netflix.

Intitulada ‘The First Shadow’, a narrativa é ambientada décadas antes da história original, em 1959, e irá explorar o arco de Henry Creel, um jovem telepata que se transforma em Vecna, o principal antagonista da 4ª temporada.

Mas isso não é tudo; se prestarmos atenção, o vídeo vem acompanhado da seguinte frase: “o início da história de Stranger Things pode guardar a chave para o que vem a seguir”.

Isso indica que a peça teatral, que faz sua estreia oficial em West End, Londres, em 14 de dezembro, pode apresentar incursões narrativas que serão explorada na quinta e última temporada da série televisiva.

Confira:

Escrita por Kate Trefry, que também é produtora executiva da série, a peça conta com a direção de Stephen Daldry (‘The Crown’) e Justin Martin (‘Together’).

“Hawkins, 1959, uma cidade normal com preocupações regulares. O carro do jovem Jim Hopper não pega, a irmã de Bob Newby não leva seu programa de rádio a sério e Joyce Maldonado só quer se formar e dar o fora da cidade. Quando o novo aluno Henry Creel chega, sua família descobre que um novo começo não é tão fácil… E as sombras do passado têm um alcance muito longo”.

Vale lembrar que as quatro temporadas da série original estão disponíveis na Netflix.

Buffy: A Caça-Vampiros | O Filme que deu origem à Querida Série faz 31 anos em 2023

Buffy: A Caça-Vampiros, série cult que ainda guarda um lugar especial no coração dos fãs e fez da jovem Sarah Michelle Gellar uma estrela da TV nos anos 90, está completando 26 anos de seu lançamento em 2023 – tendo estreado em 10 de março de 1997. O seriado está completinho, com suas sete temporadas, disponível na Star Plus – a plataforma de streaming da Disney com as produções do acervo da Fox e os seus conteúdos, digamos, mais adultos. Sem dúvidas é um prato cheio para todos os fãs e os nostálgicos pelos produtos da querida década de 1990.

Mas o que talvez nem todos saibam é que o programa criado por Joss Whedon havia ganhado às telas cinco anos antes. E não na TV, mas sim numa produção para os cinemas de US$7 milhões bancada pela mesma Fox. É sobre esta versão cinematográfica, obscura para muitos, também presente no acervo da Star Plus, que falaremos nesta matéria.

Buffy: A Caça-Vampiros estreou no dia 1º de julho de 1992 nos cinemas dos EUA e chegaria no fim do mês no resto do país. Em grande parte do mundo, devido ao fracasso do longa em seu país de origem, o filme chegaria direto no mercado de vídeo. A ideia nasceu da mente do próprio Joss Whedon, ainda um nome desconhecido em Hollywood na época, tendo estreado como roteirista em sitcoms como Roseanne (1989-1990) e Parenthood (1990-1991).

O mote aqui era uma mistura de gêneros, como uma espécie de As Patricinhas de Beverly Hills encontra Os Garotos Perdidos. Ou seja, uma abordagem mais espertinha, cheia de referências, piadas e muita graça ao gênero do terror de vampiros. Whedon criou uma trama onde uma patricinha de marca maior, uma jovem chamada Buffy, extremamente fútil, cuja meta de vida era viajar para a Europa, casar com Christian Slater e depois morrer (como citado pela própria) teria um arco dramático onde se descobriria a salvadora do mundo e eventualmente cresceria como pessoa.

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Antes de ficar imortalizada na forma de Sarah Michelle Gellar na série, Buffy foi vivida por Kristy Swanson no cinema.

Buffy é a escolhida para combater os vampiros em sua pequena cidade – que são bem reais e estão entre nós, prontos para transformar os jovens do local em mortos-vivos. Do dia para noite, a jovem de cabeça vazia descobre a ameaça e recebe a notícia de que ela, e apenas ela, é a linha de defesa da humanidade. Muito antes de Kevin Williamson mesclar tão perfeitamente o humor e o terror nos slasher adolescentes do fim da década de 1990, a começar com Pânico, Joss Whedon tinha essa proposta em sua narrativa – mas infelizmente as coisas não sairiam como planejado pelo realizador.

Para começar, seu roteiro original foi completamente reescrito em prol de entregar um filme mais leve e aprazível aos adolescentes. No desfecho, por exemplo, numa manobra digna de Carrie – A Estranha, Buffy acaba com o baile de formatura incendiando a escola, num esforço para destruir os vampiros. Tais mudanças deixaram o roteirista Whedon tão frustrado e aborrecido – já que estava se distanciando por completo de sua visão – que o criador decidiu abandonar a produção, deixando o set e nunca mais retornando. Apesar disso, o filme ainda leva seu crédito como roteirista único da obra.

Curiosamente, o fato citado acima do incêndio na escola provocado por Buffy, é mencionado algumas vezes na série. Segundo Whedon, o seriado é um derivado de seu roteiro original e não do filme. O roteirista acredita que a produção cinematográfica de Buffy deva ser encarada como uma obra própria, sem qualquer ligação com o programa de TV – tamanho o desafeto pelo longa. De acordo com ele, tudo em relação ao filme não deve ser considerado cânone para a série – separando bastante ambos. De fato, o roteiro original de Whedon inclusive se tornou uma HQ, intitulada “A Origem” – essa sim considerada por ele como precursora da emblemática série noventista.

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Kristy Swanson como Buffy contracena com os saudosos Luke Perry e Rutger Hauer na versão para o cinema de 1992.

Uma das principais diferenças abandonadas na série em relação ao filme foram as infames cólicas “sensoriais” de Buffy. Não sabemos exatamente se a ideia partiu de Joss Whedon ou já consta entre as inúmeras modificações que o roteiro sofreu, mas o fato é: no filme Buffy tinha um poder, digamos, no mínimo curioso (para não dizer sem noção) que depois desapareceu na versão televisiva (ainda bem). Imagine o sentido aranha do herói Homem-Aranha, que o avisa dos perigos ao redor. Agora pense numa versão pseudo-engraçadinha que tenta subverter para o universo feminino de uma adolescente. Em resumo: Buffy tem cólicas sempre que um vampiro está por perto – o que ela define como algo muito semelhante a cólicas menstruais. Er… bem,…

Para o papel protagonista da heroína, a morena Alyssa Milano era a primeira escolha, e dizem estava pronta para pegar o papel. Milano fez sucesso na adolescência no seriado cômico Quem é o Chefe (1984-1992) e no cinema foi a filha de Arnold Schwarzenegger em Comando para Matar (1985). A atriz ainda estava no ar com sua sitcom quando quase pegou o papel de Buffy, e na época tinha 20 aninhos.

Ela não ficou com a personagem, mas no ano seguinte da estreia da série de Buffy, estrearia seu próprio seriado de sucesso nos mesmos moldes com Charmed – Jovens Bruxas (1998-2006). Para o papel protagonista no filme da Fox então entrava em cena a loiríssima Kristy Swanson, famosa pelo prazer culposo cult de Wes Craven, A Maldição de Samantha (1986). Quatro anos depois de Buffy, Swanson participaria da única adaptação (até o momento) do herói dos quadrinhos O Fantasma (1996). Justiça seja feita, a loirinha Swanson está bem no papel e se entrega de verdade ao projeto. O problema do longa, incluindo o pobre resultado, nada tem a ver com sua protagonista.

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Dentre os rostos no elenco de Buffy, estão os primeiros papeis de gente como Hilary Swank, Ben Affleck e David Arquette.

Além de Kristy Swanson, Buffy: A Caça-Vampiros também marcaria os primeiros papeis de gente como a duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank, Ben Affleck, Thomas Jane e David Arquette.

Assista ao trailer:

O saudoso Luke Perry, no auge de sua popularidade devido à série Barrados no Baile (Beverly Hills 90210) – que havia estreado dois anos antes -, vive o interesse amoroso da heroína: o rebelde Pike – uma espécie de bad boy de bom coração, de certa forma similar ao papel de Dylan que vivia no seriado. Os grandes nomes do elenco, no entanto, eram os dos veteranos Donald Sutherland e Rutger Hauer. O primeiro vive Merrick, o responsável por rastrear a caçadora e treiná-la para salvar o mundo, e o segundo vive Lothos, o vampirão malvado do filme. De acordo com Whedon, Sutherland não foi nada fácil de se trabalhar. O ator constantemente reescrevia seus diálogos ao bel prazer, sem sequer consultar o roteirista.

Porém, existe outro ator no filme Buffy que atraiu atenção de forma extremamente negativa na época. O humorista Paul Reubens não é muito conhecido aqui no Brasil, mas ele é o responsável pela criação do personagem infantil Pee Wee Herman, que viu seu auge na década de 80, tendo seu próprio programa para crianças na TV, além de estrelar dois filmes (em 1985 e 1988 – o primeiro inclusive marcando a primeira produção dirigida por Tim Burton).

A vida pessoal de Reubens era outra história, e embora o comediante fosse associado a uma inocência juvenil, ele era também um pervertido de marca maior. Reubens foi preso no início da década de 1990, enquanto se masturbava publicamente dentro de um cinema exibindo filmes pornô. Na época, isso foi um verdadeiro escândalo, e o ator foi colocado na geladeira por um tempo. Seu primeiro papel depois disso foi aqui em Buffy, onde vive o segundo vampiro em poder, Amilyn – num papel que foi originalmente planejado para a atriz Joan Chen (de Twin Peaks). Figuras como David Bowie e Mick Jagger também fariam aparição como vampiros, mas no fim das contas a produção terminou sem dinheiro para conseguir escalar os músicos, mesmo em pontinhas.

buffy cinepop
Swanson abraçou a galhofa com muito charme em Buffy. Enquanto Paul Reubens ainda era alvo de polêmica na época.

Buffy: A Caça-Vampiros se meteu em briga de cachorro grande, programando sua estreia para julho de 1992, época dos maiores lançamentos do ano, por serem as férias escolares da garotada. Assim, o filme estreou em quinta posição no ranking das bilheterias, com US$4.5 milhões no primeiro fim de semana – logo na semana seguinte, caindo para a décima posição. Buffy terminaria sua estadia nas telonas com um pouco mais do dobro de seu orçamento, com US$16.6 milhões, evitando assim se tornar um fracasso retumbante. Ao menos financeiramente, já que as críticas do filme não seriam nada favoráveis.

Joss Whedon por outro lado não desistiu da ideia de sua patricinha matadora e deste universo de vampiros, terror, adolescentes, humor, referências pop e diálogos espertinhos. Após a explosão do filme Pânico (1996), Whedon achou que valia a pena tentar de novo, afinal a demanda por produtos deste gênero haviam aumentado consideravelmente, e levou sua premissa novamente à Fox, desta vez ao seu segmento televisivo.

Com um novo elenco encabeçado por Sarah Michelle Gellar, novos personagens, e muitas participações de jovens atores do momento (na época), Buffy: A Caça-Vampiros finalmente alcançaria a popularidade merecida. O programa ficaria no ar por sete temporadas. E se você é daqueles que acham que já está mais do que na hora de Buffy ensaiar um retorno na forma de um reboot, saiba que o próprio criador concorda com você. Whedon vem tentando tirar um reboot do papel e chegou perto de conseguir em 2019. O problema atual, assim como foi há 31 anos no passado, são certas acusações de má conduta no ambiente de trabalho por parte do criador – o que deve dificultar as coisas para sua menina dos olhos…

É a criatura pagando pelos pecados de seu criador.