A adaptação fílmica do aclamado musical ‘Wicked’ é um dos filmes mais aguardados de 2024, mas a sua segunda parte acabou de receber uma nova data de lançamento.
Anteriormente marcado para 25 de dezembro de 2025, ‘Wicked: Parte Dois‘ será lançado em 26 de novembro de 2025, 1 mês antes do previsto.
Lembrando que a primeira parte do longa-metragem estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo chegará aos cinemas em 27 de novembro de 2024.
Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.
Em em comunicado oficial, o diretor Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’) explicou porque a adaptação será dividida em duas partes.
“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de ‘Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”
O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.
Com os dez anos do incêndio na Boate Kiss, o Globoplay lançou mais uma produção dentro do subgênero do True Crime, que conta histórias de investigações de casos reais, que instigam a curiosidade das pessoas e ajuda a relembrar crimes que marcaram épocas, estando alguns sem solução até os dias de hoje. E como o True Crime é muito popular no Brasil, o CinePOP separou cinco docs nesse estilo que são definitivamente imperdíveis.
Vale destacar que todas as produções indicadas nesta matéria estão disponíveis no Globoplay.
Boate Kiss – A Tragédia de Santa Maria
Lançado exatos dez anos após a tragédia que feriu 600 pessoas e matou 242, Boate Kiss – A Tragédia de Santa Maria é um documentário mais do que necessário, principalmente para chamar atenção do público para um crime que segue sem ter nenhum dos responsáveis presos. Ao longo de cinco episódios, o jornalista e diretor da série, Marcelo Canellas, conduz a produção do ponto de vista jornalístico de alguém que vivenciou a tragédia muito de perto (ele estudou na faculdade na qual a maioria dos mortos frequentava), trazendo imagens e entrevistas inéditas com parentes e sobreviventes, garantindo que o caso não caia no esquecimento.
Talvez a produção True Crime mais famosa do Globoplay, O Caso Evandro foi um daqueles casos em que a produção furou a bolha e atingiu diversos públicos diferentes. Adaptando as apurações do podcast do jornalista Ivan Mizanzuk, a série acompanha as investigações e os erros cometidos no famoso Caso Evandro, que chocou o Brasil em 1992, quando o pequeno Evandro Ramos, de apenas seis anos, desapareceu e foi encontrado morto em um matagal, com o corpinho todo mutilado. Na época, devido ao preconceito e à incompetência policial, os agentes julgaram a situação como um crime de “Magia Negra” e prenderam pessoas inocentes para dar satisfação à imprensa. Originalmente, eram oito episódios, mas o sucesso foi tão grande que novas provas do caso foram descobertas, o que rendeu um nono capítulo.
Flordelis – Questiona ou Adora
O caso da pastora e deputada Flordelis, que combinou e encomendou o assassinato de seu marido, o Pastor Anderson do Carmo, chocou o Brasil. Na série, também comandada por uma equipe jornalística, aqui do jornal O Globo, o público conhece um pouco mais do passado da Flordelis, dos filhos adotivos envolvidos no homicídio, e do próprio Pastor Anderson. Quando foi lançado, esse documentário causou uma certa polêmica porque o julgamento da ex-parlamentar ainda não havia sido concluído. Então, alguns temeram que ele pudesse influenciar o caso. No entanto, a condução da trama é feita de forma isenta, acompanhando apenas as notícias e apurações da reportagem. Pouco tempo depois, quando ela foi condenada, a produção lançou um episódio extra para repercutir a prisão
Em Nome de Deus
Outro caso que escandalizou o país foi o do suposto médium João de Deus, que se tornou um líder espiritual super conceituado em meio aos famosos, que “vendia” paz de espírito em retiros de renovação, até o dia em que foram revelados dezenas de crimes sexuais cometidos pelo “guru” contra diversas mulheres. Para piorar, ele usava sua influência para manipular as vítimas, fazendo com que elas se sentissem erradas na situação, e para acobertar os casos de vazarem. Conduzido por Pedro Bial e apurado pela jornalista Camila Appel, o documentário traz detalhes da vida de João de Deus desde a infância, passando por seu sucesso até chegar aos crimes. E como João era muito querido no meio dos famosos, a produção conta com depoimentos de alguns desses amigos que foram pegos de surpresa com os crimes bizarros, como a atriz e apresentadora Xuxa Meneghel.
Doutor Castor
Um dos documentários mais fantásticos feitos pela Globoplay, Doutor Castor é uma verdadeira viagem ao Rio de Janeiro dos anos 70 e 80, quando o magnata do Jogo do Bicho, Castor de Andrade, praticamente monopolizou os esquemas de jogos de azar na Cidade Maravilhosa, o transformando em uma das figuras mais controversas e influentes do Rio. Isso porque apesar dos crimes típicos dos bicheiros da época, Castor se tornou muito querido na zona Oeste do Rio de Janeiro ao patrocinar seu time do coração, o Bangu, que chegou à elite do futebol carioca e nacional, disputando títulos e ostentando uma das camisas mais icônicas do esporte bretão do Rio, e se tornou patrono de uma das escolas de samba mais populares da cidade: a Mocidade Independente de Padre Miguel. Envolvido com jogo, futebol e carnaval, Castor se tornou um Poderoso Chefão, que tentou se colocar acima da lei, se consolidando como uma das principais forças contraventoras da cidade e o terror dos rivais e policiais.
A minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’ reconta o trauma do incêndio na boate Kiss, que deixou 242 pessoas mortas e mais de 636 feridos em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
A tragédia completou 10 anos e a plataforma de streaming aproveitou para adaptar os fatos contados no livro homônimo da jornalista Daniela Arbex.
Com atores representando as vítimas e seus familiares, a produção causou desconforto entre os verdadeiros envolvidos.
De acordo com o Gaúchazh, cerca de 40 famílias de vítimas e moradores de Santa Maria se organizaram para entrar com uma ação judicial contra a Netflix.
O coordenador do grupo é o empresário Eriton Luiz Tonetto Lopes, que perdeu a filha Évelin Costa Lopes na época, sua filha de 19 anos.
Eriton afirma que as família não deram autorização para a plataforma de streaming produzisse a minissérie.
“Nós fomos pegos de surpresa, ninguém nos avisou, ninguém nos pediu permissão. Nós queremos saber quem está lucrando com isso. Não admitimos que ninguém ganhe dinheiro em cima da nossa dor e das mortes dos nossos filhos”, declarou Eriton. De acordo com ele, há pais passando mal com a série, e tendo que recorrer a terapia.”
Os familiares ainda alegam que não foram avisados sobre o lançamento, pois jamais autorizariam o uso das histórias para fins lucrativos, o que os levou a prestar a queixa contra a “exploração financeira da tragédia”.
Para não deixar sua consternação de lado, o grupo contratou a advogada Juliane Muller Korb para orientá-lo e conduzir o caso contra a Netflix em relação aos lucros da produção.
Através de um grupo do WhatsApp, os familiares atualizam todos os direcionamentos que estão recebendo juridicamente.
“Queremos entender quem autorizou, quem foi avisado, porque muitos de nós não foram”, disse Eriton. “Há pais passando mal por causa da série. O mínimo que exigimos agora é que uma parte do lucro seja repassada para tratamento de sobreviventes e para a construção do memorial da Kiss. Nós não queremos nenhum dinheiro para nós”
Em entrevista para o Gaúchazh, Korb contou que o foco do processo é cobrar responsabilidade afetiva e social dos streamings.
“Todas as famílias sentem a mesma dor, mas de forma distinta, inclusive em relação a esta série. Todas têm mágoa com o poder judiciário e com a impunidade até aqui. A grande questão é que faltou sensibilidade, por parte da Netflix, no momento de fazer um contato com os pais. Não para pedir permissão nem coibir a licença poética, pois a história não tem dono, mas para avisar que seria algo totalmente diferente de tudo que eles já viram”, explicou a advogada.
Korb esclareceu que o maior problema seria a mistura entre ficção e realidade.
“Eles estavam preparados para um documentário, não para uma série dramática. Os pais e os sobreviventes estão ‘acostumados’ a ver materiais jornalísticos, com reproduções e relatos factuais. Mas a série é diferente. O impacto foi muito forte porque é uma simulação, uma reprodução, com rostos diferentes, com atores. Eles estão ‘acostumados’ com o pós-tragédia. Mas a série mostra o antes, então, é como se acontecesse tudo de novo. É uma linha muito tênue entre ficção e realidade.”
A advogada explicou que o intuito de sua contratação é fazer o contato com a Netflix para negociar a doação de parte dos lucros para vítimas e sobreviventes, sendo parte do montante destinado à construção de um memorial.
Um processo por danos morais e sequelas médicas também está em pauta, já que alguns familiares precisaram retornar à terapia após o lançamento da série… Por conta disso, a ação deve ser registrada ainda esta semana.
Por enquanto, a Netflix não se manifestou sobre as críticas dos sobreviventes e familiares.
Julia Rezende fica responsável pela direção geral da série.
“É uma grande responsabilidade contar uma história ficcional inspirada em um fato real que destruiu a vida de tantas pessoas e chocou o país. Queremos dar luz, da maneira mais sensível e honrosa possível, à perspectiva de quem viveu tudo aquilo de perto, e ainda vive”,ela conta.
“Não podemos jamais esquecer o que aconteceu. Este projeto é um passo importante para a construção da memória coletiva do país”, afirma a consultora criativa Daniela Arbex, premiada jornalista que assinou o livro homônimo.
O longa acompanha um casal de atletas de tênis que, após se reencontrarem com um antigo amigo, acabam desenterrando um relacionamento mantido em segredo por muitos anos.
Confira o trailer:
O filme chega aos cinemas no dia 14 de setembro.
Tashi Duncan, atleta prodígio do tênis que se tornou treinadora, uma força da natureza que não pede desculpas por seu jogo dentro e fora da quadra. Casada com um campeão que tem acumulado apenas derrotas nos últimos jogos, a estratégia de Tashi para a redenção de seu marido toma um rumo surpreendente quando ele deve enfrentar o fracassado Patrick nas quadras. Patrick foi o melhor amigo de seu marido, e é ex-namorado de Tashi. Quando o passado e o presente entram em colisão, e as tensões aumentam, Tashi deve se perguntar qual será o custo dessa vitória.
Luca Guadagnino compartilhou detalhes sobre o filme em entrevista à Variety. Ele revelou que Zendaya passou três meses treinando com o técnico de tênis profissional e ex-jogador Brad Gilbert para se preparar para o papel.
De acordo com o The Hollywood Reporter, um suspense hollywoodiano que tem a brasileira Alice Bragafoi CANCELADO pela Netflix mesmo após as filmagens terem sido encerradas.
‘House/Wife‘, dirigido por Danis Goulet e produzido por Tripp Vinson e Daniel Bekerman, segue uma mãe que se muda para uma casa inteligente com sua família para se recuperar de um acidente brutal, mas acaba descobrindo que a inteligência artificial tem intenções sinistras.
O streaming vai tentar vender o filme para outra empresa.
A Netflix também engavetou ‘The Inheritance‘. Dirigido por Alejandro Brugués, o filme conta a história de um bilionário nas vésperas de seu aniversário de 75 anos, que convida seus filhos distantes ao temer que alguém possa tentar matá-lo. Para conseguir a ajuda que precisa, ele coloca a herança dos seus herdeiros em risco.
O segundo capítulo da franquia arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção abarcou US$ 190.8 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país. No mercado internacional, foram US$ 211 milhões.
Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 402.2 milhões mundialmente.
Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Paradise’, seu novo filme de suspense sci-fi alemão.
A produção tem lançamento agendado para o dia 27 de julho na plataforma de streaming.
Confira:
Boris Kunz entra como diretor e também assina o roteiro ao lado de Simon Amberger e Peter Kocyla.
Troque sua vida por dinheiro: em um futuro não muito distante, um método de transferência de anos de sua vida de uma pessoa para outra mudou o mundo para sempre e transformou a start-up de biotecnologia AEON em uma empresa farmacêutica de bilhões de dólares. Entretanto, depois que sua esposa é forçada a desistir de quarenta anos de sua vida como pagamento de uma dívida de seguro, um homem procura desesperadamente uma maneira de recuperá-los.
Kostja Ullmann, Marlene Tanczik e Iris Berben estrelam. Corinna Kirchhoff, Lisa-Marie Koroll, Alina Levshin, Lorna Ishema, Numan Acar e Lisa Loven Kongsli completam o elenco.
Segundo o The Daily Beast, Will Poulter, que fez sua estreia no Universo Cinemático Marvel no recente ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, foi oficialmente escalado para a 2ª temporada da aclamada série ‘O Urso’.
As informações indicam que Poulter dará vida a um chefe holandês que serve como mentor de Marcus (Lionel Boyce) e que sai de Copenhagen para melhorar suas habilidades no feitio de sobremesas.
Os novos episódios chegam dia 22 de junho no streaming Hulu. No Brasil, a temporada será exibida pelo Star+.
Craig Mazin, conhecido por seu trabalho na aclamada adaptação de ‘The Last of Us‘ da HBO, revelou seu envolvimento em ‘Duna: Parte 2‘.
O roteirista compartilhou que seu trabalho no filme não é tão profundo, mas está relacionado ao “material literário adicional” presente no final da obra.
Em uma entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Mazin comentou sobre sua participação no projeto:
“Eles têm essa coisa de ‘material literário’ no final (do filme), então tive a oportunidade de participar do ‘material literário adicional’.”
Confira o trailer:
Anteriormente, foram divulgadas imagens inéditas da continuação, que incluem Paul Atreideis (Timothée Chalamet), Chani (Zendaya), Lady Jessica Atreides (Rebecca Ferguson), além de novos rostos, como Princesa Irulan Corrino (Florence Pugh).
Jensen Ackles, conhecido por seu papel icônico na série ‘Supernatural‘, expressou seu interesse em interpretar o Batman no Universo Cinematográfico da DC em uma recente entrevista.
Durante uma convenção de fãs, o ator foi questionado sobre a possibilidade de assumir o papel do Cavaleiro das Trevas no novo universo da DC Studios, comandado por James Gunn.
Embora Ackles tenha demonstrado entusiasmo pela oportunidade, ele negou ter qualquer informação concreta sobre o assunto.
“Não sei. Mesmo se eu soubesse, eu não diria a você. Quero dizer, eu poderia fazer isso? Claro. Eu gostaria de fazer isso? Sim. Vou ficar bravo quando Pedro Pascal conseguir? Sim. Deus te abençoe Pedro. Você continua arrasando, amigo. Me avise quando recusar alguma coisa.”
O ator prosseguiu: “Olha, agora ninguém está falando sobre nada… Há uma greve acontecendo na indústria do entretenimento, e até que isso seja resolvido, ninguém está conversando sobre nada… Será que eu teria a ideia de interpretar meu super-herói favorito de todos os tempos? Nah, estou bem (risos)… adoraria.”
Andy Muschietti, o diretor responsável pelo filme ‘The Flash‘, foi confirmado para comandar a reinicialização do Batman do Universo DC.
Segundo a Variety, ele vai dirigir ‘The Brave and the Bold‘ (O Brazo e o Audaz, em tradução livre). Muschietti ainda tem no currículo ‘It – A Coisa‘ e ‘Mama‘.
O filme ainda não tem roteirista definido. Os co-CEOs da DC Studios,James Gunn ePeter Safran, produzirão o projeto ao lado da irmã de Muschietti, Barbara.
“Vimos The Flash, mesmo antes de assumir as rédeas da DC Studios, e sabíamos que estávamos nas mãos não apenas de um diretor visionário, mas de um grande fã da DC”, disseram Gunn e Safran em um comunicado. “É um filme magnífico – engraçado, emocionante, emocionante – e a afinidade e a paixão de Andy por esses personagens e por este mundo ressoam em cada quadro. Então, quando chegou a hora de encontrar um diretor para The Brave and the Bold, havia realmente apenas uma escolha. Felizmente, Andy disse que sim. Barbara assinou contrato para produzir conosco e estávamos no caminho certo. Eles são uma equipe extraordinária e não poderíamos ter parceiros melhores ou mais inspiradores ao embarcarmos nesta nova e emocionante aventura em o UDC.”
Esse longa-metragem será responsável por introduzir a Batfamília no Universo DC, ampliando o escopo e explorando o mundo dos vigilantes de Gotham City.
Nos quadrinhos, a saga foi oficialmente publicada entre os anos de 1955 e 1983. Pouco depois, a narrativa foi acompanhada de uma minissérie, lançada entre 1991 e 1999, e de um revival, que seria publicado a partir de 2007.
A fase que vai servir de base para o filme foi escrita por Grant Morrison e terá ninguém menos que Damien Wayne como Robin, introduzindo no cinema a Batfamília, já que Damien é o filho de Bruce Wayne.
A história mostrará Damien como um pequeno assassino que terá que ser posto na linha por seu pai.
Inspirada na famosa franquia de mangá e anime, a série live-action de ‘One Piece‘ chegará ao catálogo daNetflix em 31 de agosto.
E, de acordo com uma fan page do Twitter, os títulos dos episódios da 1ª temporada foram vazados, mas os detalhes em torno de cada um deles permanecem segredo.
Como já havia sido anunciado, serão oito episódios, e os títulos foram divulgados em uma lista do Writers Guld of America.
Confira:
Amor de Madrugada O Homem do Chapéu de Palha Não Conte Histórias Os Piratas Estão Chegando Coma no Baratie! O Chef e o Garoto da Tarefa A Garota Com a Tatuagem de Peixe-Serra Pior do Leste
Há alguns dias, a Netflix divulgou as primeiras cenas da série, o que vem dividindo os fãs.
Nas redes sociais, muitos reclamaram do CGI e fizeram comparações com o péssimo ‘Dragonball Evolution‘.
Confira as reações:
Se fosse o trailer de um fan film, estaria escalando as paredes, mas é uma puta produção licenciada de um dos streaming carros chefes do mercado. O fundo verde é de dar infarto. Heh #OnePiecepic.twitter.com/gxcCgfNZLx
— Insta: @mremanuelsantos (@mremanuelsantos) June 17, 2023
Cowboy bebop era simples de roteiro e eles cagaram imagina One Piece que é cheio de camadas e complexo. Nem falo de efeitos, atores e fotografia, porque ate ai os filmes de super heroi são maravilhosos tbm mas roteiro todos um lixo.
Ta maneiro, one piece tem essa vibe cafona mesmo, desde que narrativamente funcione, aliás one piece se se escorou na narrativa, no mais é chilique de gente precoce
É bem estranho ver One Piece desse jeito, até pq é um live action, não tem como ser o mesmo sentimento do mangá ou do anime mas pelo menos que não seja ruim como outros live actions
Ih rapaiz KKKKKKK
Achei o trailer até que bom, só teve algumas coisas que me encomodaram
-Cade a sombrancelha do sanji
-Parece que mudaram a história do merry
-Cade a sombrancelha do sanji
-CADE A SOMBRANCELHA DO SANJI#ONEPIECEpic.twitter.com/WPKQgrzE77
O cartaz divulgado direcionado ao mercado japonês tem como foco o emblemático navio Going Merry, que foi o primeiro navio utilizado pelos Piratas do Chapéu de Palha, liderados pelo protagonista Luffy.
Eiichiro Oda, o criador da famosa série de mangá ‘One Piece‘, compartilhou uma carta aberta com os fãs, atualizando-os sobre a tão esperada adaptação em série live-action da Netflix – inclusive confirmando o número de episódios que a produção terá.
Na carta, Oda revela que, após vários anos de trabalho árduo, a equipe de produção está na fase final de produção dos oito episódios da série e que a estreia está programada para este ano na plataforma de streaming.
Oda também enfatizou seu envolvimento direto na adaptação da Netflix, afirmando que a empresa prometeu que a série só será lançada quando ele estiver completamente satisfeito com o resultado final.
Confira:
Eu sei que esse é o único textão que vocês vão ler.
‘One Piece’ é uma das séries de mangá e anime mais populares do mundo e conta a história do pirata Monkey D. Luffy e sua tripulação enquanto eles procuram o tesouro lendário conhecido como One Piece.
A adaptação live-action tem gerado muita expectativa entre os fãs da série e a adição de Jamie Lee Curtis pode ser um grande trunfo para a produção.
A série está sendo produzida pela Tomorrow Studios, a mesma equipe de produção por trás da agora cancelada adaptação de ‘Cowboy Bebop‘.
Histórias de espionagem sempre foram de gosto popular por combinar, na maioria das vezes, o melhor do mistério e do suspense com a ação. Não é à toa que tal gênero tornou-se extremamente popular nas décadas de 1950 e 1960 e até hoje influencia na produção de obras literárias e audiovisuais, impactando na indústria contemporânea do entretenimento muito mais do que lhe damos crédito. Entretanto, é complicado realizar uma boa trama envolvendo espiões internacionais sem cair em delicados clichês que já cansamos de ver o tempo todo nas telonas – e aqui posso mencionar a rivalidade insurgida na Guerra Fria entre soviéticos e norte-americanos e as constantes teorias da conspiração. Caso não se saiba tratar tais narrativas generalizadas através de perspectivas originais ou novas investidas, o produto final se torna algo formulaico e exaurido.
Talvez partindo desse princípio, Brian De Palma tentou fazer o seu melhor ao mergulhar no clássico universo de ‘Missão: Impossível’, traduzindo a anacrônica série de mais de trinta anos antes para o curto período pós queda do Muro de Berlim, que marcava o “fim” dos conflitos entre Ocidente e Oriente. Uma jogada arriscada, devo dizer, mas que felizmente não se respalda nos convencionalismos há muito vistos em ‘Agente 86’, por exemplo. Aqui, a premissa brinca com a ideia revigorante do famigerado bode expiatório, abrindo margens para inserir camadas de traição governamental, alianças criminosas e as boas e velhas sequências de pura ação – que, por mais fantasiosas que chegam, são bem divertidas. O problema principal é o modo como o diretor nos conduz pela história, pecando diversas vezes no ritmo, na montagem e em resoluções críveis o suficiente para nos deixar satisfeitos.
E quem melhor para encarnar o espião protagonista que o galã da década de 1990, Tom Cruise? Seguindo sua carreira em ascensão após estrelar filmes como ‘Top Gun – Ases Indomáveis’, ‘Dias de Trovão’e‘A Firma’, o astro já se estabelecia como um dos grandes nomes do cinema e com certeza foi uma das razões que conseguiram atrair boa parte do público. Cruise dá vida ao herói Ethan Hunt, um agente estadunidense que faz parte do IMF (Impossible Missions Force ou Força de Missões Impossíveis) e, durante um arriscado trabalho liderado por Jim Phelps (Jon Voight), presencia a morte de cada membro de sua equipe da forma mais trágica e explícita possível. Essa primeira sequência, coreografada a ponto de tirar o fôlego de qualquer um que a assista, é um belíssimo indicativo do que o público pode aguardar – porém, transforma-se em uma oportunidade jogada fora.
Após os desastrosos eventos, Ethan passa a ser considerado um agente infiltrado pela própria CIA, obrigado a se esconder e a recorrer aos métodos mais desesperadores para encontrar o real responsável pelas mortes e limpar o seu nome. Um pano de fundo um tanto quanto modesto, mas que resgata de forma mimética toda a glória do seriado arquitetado por Bruce Geller, repaginando-o para o momento em questão. Ou seja, além de uma narrativa que tem como primeira instância permitir nosso envolvimento, espere também inúmeros artefatos de espionagem de última geração – ao menos para a época – e muito mais pancadaria que o usual. De verdade.
O deslize principal é, como supracitado, a condução de todo esse maravilhoso escopo: os atos não seguem um mesmo padrão rítmico, optando ora por arcos mais dramáticos, ora por um suspense extremista, tangenciando um thriller que nunca definitivamente marca presença. A falta do escape cômico o torna mais pesado pelos motivos errados e, se não fosse pelas construções cênicas de ação – incluindo a icônica sequência em que Cruise desce pelo duto de ventilação -, tudo se arrastaria ainda mais do que o necessário. Não é surpresa que os momentos de maior apoio dialógico quebrem de modo brusco a atmosfera e se assemelhem a fragmentos diferentes do todo.
De qualquer forma, o brilho de ‘Missão: Impossível’ fala mais alto que suas falhas. Ainda que os equívocos sejam visíveis, seja nos close-ups que dê alguma forma tentam emular os filmes noir de décadas atrás, seja na conjuntura da trilha sonora que adota um tom fabulesco e aventuresco demais para uma narrativa de espionagem. Mesmo que os trejeitos de Danny Elfman falem mais alto, a música-tema é simplesmente soberba e utilizada até os dias de hoje em diversas paródias, além de ser homenageada com algumas desconstruções muito bem-vindas. O arranjo dos instrumentos clássicos com o toque pop é cativante, permanecendo na memória do público por muito tempo após terminarem a obra.
E é claro que não podemos deixar de mencionar a atuação de Cruise como o protagonista, o qual não conseguiria o estrelato se também não fosse pelo auxílio de seus colegas de cena. Ainda que Emmanuelle Béart tenha trazido a carga romântico-dramática para diversos momentos como Claire, esposa de Jim, é a dupla formada por Jean Reno e Ving Rhames que rouba o foco; encarnando respectivamente os renegados Krieger e Luther, amenizando um pouco o tenso ambiente com pontuais falas cômicas e insurgindo como supostos fiéis escudeiros para que o plano de Ethan funcione.
O início dessa franquia de sucesso pode não ter sido a melhor possível, deixando a desejar pela triste perda de todo seu potencial; entretanto, combinando o carisma de seu elenco com cenas de ação muito bem coreografadas, o longa-metragem fez o seu papel obrigatório de entreter o público, deixá-lo satisfeito e até mesmo fornecer uma perspectiva mais burlesca para o maltratado gênero da espionagem.
Gal Gadot, a icônica intérprete da Mulher-Maravilha nos filmes da DC, compartilhou detalhes sobre o seu futuro como a poderosa heroína em uma entrevista à ET.
Segundo Gadot, embora ‘Mulher-Maravilha 3‘ estivesse inicialmente em desenvolvimento, os planos mudaram com a nova gestão da DC Studios.
“As coisas estão sendo trabalhadas nos bastidores. Quando chegar o momento certo, vocês saberão sobre isso”, afirmou a atriz.
Rumores apontaram que a diretoraPatty Jenkins foi quem decidiu se afastar do projeto por divergências criativas. No entanto, a cineasta negou as alegações em seu perfil do Twitter.
Em parte de um longo texto, ela se defendeu ao dizer que o cancelamento de ‘Mulher-Maravilha 3‘ foi resultado das mudanças internas naDC Studios.
“Nunca larguei o projeto. Eu estava aberta a considerar qualquer coisa exigida de mim. Entendi que não havia nada que pudesse fazer para seguir em frente neste momento. A DC está obviamente afundada em mudanças que eles precisam fazer, então entendo que essas decisões são difíceis agora.”
Atualmente, o estúdio é presidido por James Gunne Peter Safran.
E, após a declaração de Jenkins, Gunn foi rápido ao dizer que sempre teve uma relação agradável com a cineasta para evitar qualquer retaliação dos fãs.
Em resposta à Jenkins, Gunn disse:
“Posso atestar que todas as minhas interações com Peter e você foram apenas agradáveis e profissionais.”
Confira:
I can attest that all of Peter and my interactions with you were only pleasant and professional.
Como os fãs já sabem, Jenkins dirigiu e co-escreveu os dois filmes anteriores, estrelados por Gadot e lançados em 2017 e 2020.
Segundo fontes, a estrela estava a caminho de um pagamento de US$ 20 milhões para ‘Mulher-Maravilha 3‘, enquanto Jenkins teria recebido US$ 12 milhões.
A icônica cantora e compositora Taylor Swift revelou o cronograma oficial de shows da The Eras Tour para 2024.
Por enquanto, Swift anunciou apresentações no Japão, que começarão em fevereiro do ano que vem, e na Europa, que começam no mesmo mês.
Confira:
Vale lemrbar que Taylor anunciou cinco shows no Brasil: dois no Rio de Janeiro, em 18 e 19 de novembro (Estádio Nilton Santos), e outros três em São Paulo, nos dias 24, 25 e 26 de novembro (Allianz Parque). Sabrina Carpenter também foi confirmada como atração convidada.
Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’ e ‘Folklore’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’ e ‘Red’, ambos ovacionados pela crítica especializada e pelo público, e o elogiado compilado de originais ‘Midnights’.
Jonathan Majors, conhecido por seus papéis em filmes como ‘Creed III‘ e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, compareceu ao tribunal de Manhattan nesta terça-feira, 20 de junho, em meio a diversas acusações de assédio e agressão.
Sua chegada ao local foi marcada por uma breve passagem, mas ele foi informado de que seu julgamento está marcado para o dia 3 de agosto.
As acusações contra o ator têm sido objeto de intensa atenção da mídia e do público nos últimos meses. As denúncias de assédio e agressão surgiram de várias fontes, levando à abertura de um processo legal.
Segundo a Variety, várias supostas vítimas de abuso de Majors se apresentaram após sua prisão em março e estão cooperando com o escritório do promotor distrital de Manhattan.
A perspectiva de mais mulheres esperando nos bastidores marcaria uma virada dramática no caso e vem logo após os publicitários de Majors e a empresa de gerenciamento cortarem os laços com o ator em apuros no início desta semana.
O promotor se recusou a comentar. Um representante da Majors não comentou o registro.
Vale lembrar que o ator teve o seu contrato com a agência Entertainment 360 finalizado. A ruptura, que aconteceu três semanas após o polêmico caso de agressão, foi alegadamente tomada por causa do comportamento problemático do artista.
A Lede Company, empresa de relações públicas, também havia cortado ligações com o ator. Como resultado disso, Majors perdeu o seu convite ao Met Gala – em uma decisão anunciada como uma “concordância mútua”.
A The CW divulgou a sinopse oficial de “Night of the Owls”, último episódio da série ‘Gotham Knights’ (que foi cancelada pela emissora após uma única temporada).
Na trama, “diante de seu resgate mais perigoso até agora, os Cavaleiros de Gotham percebem que confiar uns nos outros pode ser a única maneira de salvar a si mesmos e à cidade de Gotham. Enquanto isso, Harvey (Misha Collins) se depara com uma decisão impossível que pode ter consequências devastadoras”.
O capítulo vai ao ar no dia 27 de junho.
Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.
A série foi criada por Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, roteiristas da adorada série ‘Batwoman’. Abrams também entra como co-produtora executiva.
Vivido porTom Cruise, Ethan Hunt já se aventurou das formas mais insanas na franquia ‘Missão Impossível‘, desde escalar penhascos sem ajuda de equipamentos de proteção até se pendurar em um avião em plena decolagem.
Por conta disso, os fãs estão se perguntando quais serão as próximas novidades da franquia…
E parece que será um musical, segundo o próprio Cruise!
Enquanto divulgava a parte 1 de ‘Missão Impossível – O Acerto de Contas’, Cruise conversou com o Comic Book e foi questionado como faz para continuar impressionando o público.
Em resposta, ele disse que:
“É tudo uma questão de história. Nós inventamos essas coisas, e eu gosto de fazê-las, e treino por muitos, muitos, muitos anos. Treinamos com dublês, motocicletas, automóveis, armamentos… Mas, além de todas essas coisas, eu canto, danço, tenho todas essas coisas que quero aplicar aos meus filmes.”
Quando o repórter questionou: “Isso está na Parte 2?“, Cruise concordou, dizendo:
“Vai ser um musical. Você ouviu isso de mim primeiro!”
Obviamente, o astro estava caçoando da pergunta… Mas, nada é impossível para Ethan Hunt, não é?
Vale lembrar que ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um estreia em 12 de julho.
Segundo uma pesquisa do Sensor Tower, a Netflix perdeu 3% de usuários ativos mensais no Brasil em maio de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os números não levam em conta a quantidade de cancelamentos, mas sim de acessos ao serviço.
A perda pode ser um reflexo do infame bloqueio do compartilhamento de senhas entre os usuários que não estiverem na mesma residência. A decisão obriga os usuários a pagarem uma taxa extra de R$ 12,90 caso queiram adicionar um usuário que esteja fora dos domínios da casa, e não foi bem vista pelos assinantes.
Agora, o streaming começou a sentir no Brasil os efeitos negativos da nova medida que foi taxada de irregular pelo Procon-SP.
Para se ter uma ideia, os concorrentes apresentaram grande crescimento no mesmo período. A HBO Max cresceu 33% em relação a maio de 2022, enquanto a Globoplay subiu 15% em comparação ao período.
ANetflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.
“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.”
As primeiras impressões do antecipado ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1‘ já foram divulgadas, e elas são extremamente positivas.
Os críticos elogiaram as insanas cenas de ação da produção, além terem gostado da história grandiosa e da direção competente. A performance da novata Hayley Atwell (‘Capitão América: O Primeiro Vingador’) também foi um dos grandes destaques.
Confira as reações:
“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’ tem cenas excepcionais de ação, especialmente na primeira hora. Hayley Atwell rouba as cenas. O vilão, o cliffhanger e a duração do filme não me impressionaram, mas o resto do filme é extremamente divertido e filmado de forma brilhante. É sólido.”
Mission: Impossible – Dead Reckoning Part One is phenomenal on the action front, especially in the first hour.
Hayley Atwell steals every scene. The villain, cliffhanger, and runtime didn’t blow me away but the rest is wildly entertaining and brilliantly filmed. It’s solid. pic.twitter.com/z4Im8S0oQc
“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’ é fantástico. Tem uma história explosiva e atemporal. Os novos personagens são excelentes. Há uma grande variedade de cenas de ação e o terceiro ato é um dos melhores de toda a franquia. O filme pode ficar um pouco denso em alguns momentos, mas seu ritmo e intensidade compensam isso.”
“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’ é fenomenal! Hayley Atwell rouba todas as cenas em que aparece. Esse é o meu novo filme favorito da franquia. Com uma Inteligência Artificial como vilã, essa história parece um conto de advertência. As cenas de ação deixaram o meu coração acelerado. A cena no trem é impressionante.”
— Joseph Deckelmeier (@joedeckelmeier) June 19, 2023
“‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’ é uma nova vitória para a franquia. Mais uma vez, o valor da produção é impressionante, com algumas das cenas de ação mais impressionantes que já vi – filmadas de um jeito que faz você se sentir no meio da ação. A importância de capturar as coisas na câmera faz uma grande diferença, e você conseguir sentir isso.”
#MissionImpossible – Dead Reckoning Part One is another winner for the franchise. Yet again, the production value is THROUGH THE ROOF with some of the most well-defined and exhilarating set pieces photographed in ways that truly make you feel like you’re in the middle of the… pic.twitter.com/yAX0eJ1t1t
“Tom Cruise odeia tanto serviços de streaming que ele fez um filme onde o algoritmo é o vilão. E parabéns para ele, porque esse longa é um espetáculo, com cenas incríveis de ação próximas à excelência de ‘Efeito Fallout’. Os fãs do Henry Czerny irão surtar.”
#MissionImpossible DEAD RECKONING PART 1: Tom Cruise hates streaming so much he’s made an algorithm the villain. And bless his crazy ass, b/c this is a behemoth-sized spectacle, one go-for-broke set-piece after the next, close to FALLOUT excellence. Henry Czerny fans will go nuts pic.twitter.com/Gj7fYdAr8I
“Eu me diverti muito assistindo “‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1’. É um filme de ação impecável que não para de entreter. Cada cena de ação é longa, insana e intensa. A história é grandiosa e complexa. Eu amo como a trama parece completa, mas te deixa ansioso para assistir mais.”
I had the absolute best time watching #MissionImpossible – an impeccably made action film that does not stop entertaining. Each action sequence is long, crazy & intense. The story is big & sprawling, but I like how it both felt complete & left you dying for what comes next pic.twitter.com/iNaKlDMH8l
Intérprete de Tony Stark entre 2008 e 2019, Robert Downey Jr. foi o rosto do Universo Cinematográfico da Marvel por quase 12 anos, desde ‘Homem de Ferro’ até o lançamento de ‘Vingadores: Ultimato’.
E, apesar do personagem ter se sacrificado para salvar o universo, os fãs ainda esperam revê-lo em algum momento.
Como o MCU abriu espaço para o Multiverso, será que a Marvel poderia apostar em um ‘Homem de Ferro 4’?
Enquanto promovia sua nova série, ‘Downey’s Dream Cars’, o astro foi informado pelo ExtraTVque Tom Cruise estaria interessado em uma sequência de ‘Trovão Tropical’…
Aproveitando a brecha, o entrevistador perguntou a Downey se ele estaria interessado em fazer um novo filme do Homem de Ferro.
No entanto, Downey se esquivou da pergunta, dando foco ao interesse de Cruise.
“Ele quer fazer isso? Uma sequência de ‘Trovão Tropical‘. Ahh, Tom! Não faça isso!”, brincou ele.
E aí, você acha que um dia voltaremos a vê-lo com a armadura do Homem de Ferro no MCU?
Até lá, vale lembrar que Downey está mais interessado em encerrar a trilogia ‘Sherlock Holmes’
Recentemente, a produtora Susan Downey, esposa de Robert, deu alguns detalhes sobre a produção.
Ao participar do UnWrapped podcast, Susan foi questionada sobre as atualizações da sequência e garantiu aos fãs que o longa ainda é uma prioridade para ela e seu marido.
“Bem, aqui está o que posso te dizer… E Amanda Burell [a co-produtora] pode confirmar. Antes disso, nós almoçamos com o Robert, nós três. E esse era um tópico muito específico da conversa. Então sim, o filme está se movendo. Vamos fazer quando for o momento certo, com as pessoas certas, mas é uma prioridade para a empresa e para Robert [Downey Jr.].”
No fim de março, o ator Eddie Marsan, que interpretou o Inspetor Lestrade em ‘Sherlock Holmes‘ (2009) e ‘Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras‘ (2011), revelou que adoraria retornar para o terceiro filme da franquia.
“Eu não sei nada [sobre o terceiro filme]. Continuo ouvindo algumas coisas sobre o projeto, e eu acabei de gravar um filme com o Jude [Law], mas ninguém nos abordou ainda. Não sei se vai acontecer. Eles continuam discutindo sobre um novo filme, mas já faz mais de 10 anos. Espero que aconteça. Acho que o Jude estava fantástico naquele papel. Eu adoraria retornar para o terceiro filme. Veremos.”
Anteriormente, o diretor Guy Ritchie, que comandou os dois primeiros longas, declarou que realização do terceiro filme dependeria da participação do astro Robert Downey Jr.: “Bem, honestamente, deixei isso para Robert [Downey Jr.]. Ele queria ser responsável por isso. Então ele está no comando do roteiro e de todo o resto. Eu não vou me envolver nisso até que haja um momento para eu me envolver.”
Faz anos que a Warner está tentando tirar o terceiro filme da franquia ‘Sherlock Holmes‘ do papel.
Daisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’) estava sendo cotada para viver Sidney, a protagonista feminina do longa-metragem. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.
Além disso, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.
Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchiedo comando, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob a direção de Dexter Fletcher… se o filme realmente for feito.
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