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Matthew McConaughey, astro de Interestelar, acredita que Oscar pode criar categorias voltadas à IA no futuro

O astro Matthew McConaughey, estrela deInterestelar, surpreendeu recentemente ao comentar sobre o uso de Inteligência Artificial na atuação, afirmando acreditar que, em breve, a tecnologia chegará às categorias do Oscar.

Durante o evento Town Hall, conforme relatado pela Variety, McConaughey aconselhou jovens estudantes a tomarem a iniciativa e garantirem o controle sobre suas próprias imagens e vozes diante do avanço da IA.

“Isso está chegando. Na verdade, já está aqui”, disse ele. “Não neguem. Não será suficiente ficar de fora e fazer um apelo moral dizendo que é errado. Isso não vai durar, pois há dinheiro demais em jogo e a tecnologia é produtiva demais. Então eu digo: sejam donos de si mesmos. Registrem sua voz e sua imagem para que, quando a tecnologia chegar, ninguém possa roubar vocês”.

Em outro momento, o ator ilustrou seu ponto em uma conversa com Timothée Chalamet sobre direitos de imagem.

“Eles vão ter que chegar até você e dizer: ‘Timothée, eu gostaria que você estivesse na minha festa de 50 anos daqui a cinco meses, nas Bahamas. Eu sei que você não pode estar lá pessoalmente, mas vou projetar você e quero que esteja como seu personagem em ‘Marty Supreme”. Eles podem fazer isso, mas terão que pedir sua permissão. Caso contrário, estarão violando seus direitos. E você terá a chance de agir como sua própria agência e dizer: ‘Sim, por esse valor’. Ou: ‘Não'”, acrescentou.

McConaughey também refletiu sobre a possibilidade de a IA criar novas categorias em premiações:

“Com certeza isso vai invadir nossa categoria. Será que vai virar uma nova categoria? Daqui a cinco anos teremos ‘melhor filme feito por IA’? ‘Melhor ator criado por IA’? Talvez. Acho que pode se tornar uma categoria própria. Isso estará diante de nós de formas que ainda nem percebemos. Vai ficar tão bom que não saberemos diferenciar. Essa é uma das grandes questões agora: o que é realidade. Está mais nebuloso do que nunca, de um jeito empolgante, mas também assustador. Preparem-se. Sejam donos do próprio caminho, para que tenham controle quando isso começar a ultrapassar limites”, destacou.

Timothée Chalamet também participou do debate, afirmando que a Geração Z terá o papel central de ensinar a sociedade a conviver com a tecnologia de forma ética.

“Será uma batalha de todos nós, isso soa confrontador, mas não é essa a intenção, é uma responsabilidade dupla. Infelizmente para a geração de vocês, acho que serão vocês que descobrirão como integrar isso. Há uma grande responsabilidade das pessoas em posições de poder agora, como eu e Matthew, de proteger o caminho para que portas continuem abertas. Alguns dos papéis que consegui no início da carreira talvez nem existissem hoje”, afirmou Chalamet.

O jovem ator ainda acrescentou: “Sinto que caberá à sua geração, e à minha também, descobrir como integrar isso de forma ética, ou até mesmo rejeitar. Mas o lado fatalista em mim sente que isso está chegando. E o lado sonhador pensa: se isso permitir que um jovem de 19 anos produza algo que antes não poderia por causa das barreiras da indústria, então isso é algo positivo. Mas, no fim, não cabe a mim decidir”.

Relembrando a greve do sindicato SAG-AFTRA em 2023, Chalamet destacou que a IA foi uma preocupação central e que, embora as proteções totais não tenham sido alcançadas, a indústria precisará encontrar um equilíbrio.

“Nas últimas negociações do sindicato, que Fran Drescher tentou conduzir, foi complicado. Eles não conseguiram todas as proteções que buscavam. É difícil lutar contra a IA. Seria como quando os cineastas da era do cinema mudo disseram que o som era um erro. Ou quando o cinema em preto e branco virou colorido. Esse seria o argumento dos estúdios”, ressaltou.

Chalamet concluiu dizendo que, embora esteja focado em se preparar para os possíveis riscos da IA, acredita que a indústria encontrará uma forma equilibrada de conviver com a tecnologia.

“Quero manter as portas abertas para vocês. Mas alguém vai descobrir como fazer tudo isso funcionar. Sou extremamente protetor com os atores e artistas desta indústria. E, independentemente de tudo, o que está vindo… está vindo”, concluiu.

Spin-off de ‘Monarch’ será um “thriller de espionagem” ambientado durante a Guerra Fria

Em entrevista ao Collider, Wyatt Russell (‘Operação Overlord’) revelou o que podemos esperar do derivado de ‘Monarch: Legado de Monstros‘, que promete expandir ainda mais o MonsterVerse.

O ator declarou que a produção, ambientada nos anos 80, terá um tom completamente diferente do que já vimos anteriormente neste universo.

“Acho que as pessoas vão esperar uma coisa e depois pensar: ‘Caramba, isso não é o que eu esperava.’ O derivado vai se aprofundar na experiência de Lee depois que ele surgiu, e como ele foi meio que deixado de lado em 1982, e depois o que acontece depois disso, por que ele é necessário e a missão que ele assume.”

O produtor completa: “Acho que o que vai ser realmente divertido para o público é que, mais uma vez, estamos trabalhando dentro da ideia de que você não precisa ter visto os filmes, nem mesmo ‘Monarch: O Legado dos Monstros’, para curtir a nova série. Vai ser algo com um tom bem diferente do que temos feito. Vai ser um pouco mais focado em diálogos, um pouco mais punk rock. É um thriller de espionagem da Guerra Fria com um toque de suspense.”

A trama acompanhará o Coronel Lee Shaw, um agente americano que, em 1984, partiu em uma missão secreta atrás das linhas inimigas, numa tentativa de impedir que os soviéticos lançassem um novo e aterrorizante Titã, grande o suficiente para destruir os EUA e mudar o rumo da Guerra Fria.

Joby Harold (‘Obi-Wan Kenobi’) servirá como showrunner.

Vale lembrar que a segunda temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros‘ chegará ao serviço de streaming no dia 27 de fevereiro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

‘A Noiva de Frankenstein’ ganhará cópia de BAIXO orçamento da produtora de ‘Sharknado’; Confira o trailer!

Com o reboot oficial de ‘A Noiva de Frankenstein‘ programado para o dia 5 de março nos cinemas nacionais, a produtora The Asylum se adiantou e já lançou seu próprio mockbuster (uma cópia de baixo orçamento).

Dirigido por Erika Duke, o longa é estrelado por Emma De Maria, Tayla Cecere Nick Launchbury.

Na trama, no dia do casamento do Monstro de Frankenstein, os aldeões se revoltam e o matam. Sua noiva foge, jura vingança contra os responsáveis ​​e, por fim, ressuscita o Monstro, deixando um rastro de sangue por onde passa.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o reboot oficial será estrelado por Jessie Buckley e Christian Bale.

Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

O elenco ainda contará com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.

Na trama…

“Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.”

Essa nova versão de ‘A Noiva de Frankenstein‘ será uma releitura do filme original lançado em 1935, dirigido por James Whale, que por sua vez era uma sequência do icônico ‘Frankenstein‘ de 1931, ambos considerados clássicos do gênero de monstros.

‘Melania’: Donald Trump diz que esposa virou “estrela de cinema” após sucesso de documentário

O presidente dos EUA, Donald Trump, não poupou elogios à sua esposa, Melania Trump, após o lançamento do documentário Melania’. O longa-metragem oferece um olhar íntimo sobre a primeira-dama durante os 20 dias que antecederam a segunda posse presidencial de Trump.

Segundo a Variety, o presidente brincou sobre o sucesso da produção ao comentar o novo status de Melania em Hollywood:

“Ela tem um filme muito bem-sucedido agora, o número um. Você consegue acreditar nisso? Uma grande estrela de cinema. Eu sempre digo que isso é um problema, porque não há espaço em uma família para duas estrelas”, afirmou com seu estilo bem-humorado.

Trump declarou estar profundamente orgulhoso e destacou o desempenho comercial da obra, chegando a afirmar que o documentário teria se tornado “o mais vendido em 20 anos”.

O presidente ainda ressaltou o impacto do filme entre o público feminino, alegando que muitas mulheres estariam retornando aos cinemas para assistir à produção múltiplas vezes.

‘Melania’: Rotten Tomatoes nega manipulação em aprovação de 99% do documentário sobre esposa de Donald Trump

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

Mike Colter indica retorno como Luke Cage em ‘Demolidor: Renascido’: “Ainda há muita história para contar”

Mike Colter, que interpretou o implacável Luke Cage nas produções da Netflix, voltou a falar sobre a possibilidade de reprisar o herói à prova de balas na segunda temporada de Demolidor: Renascido’.

Conforme relatado pelo ComicBookMovie, o ator abordou recentemente essa chance, deixando poucas dúvidas sobre o seu desejo de retorno.

“Olha, é o seguinte: eu tenho conversado com a Marvel Studios, e a Jessica [Jones] está de volta. Ainda há muita história para contar, e eu acho que seria uma pena eu não aparecer novamente”, afirmou Colter.

Quando questionado diretamente se ainda tinha assuntos inacabados com o personagem, Colter respondeu positivamente:

“Sim, absolutamente. Quando terminei as filmagens de Luke Cage, eu estava pronto para fazer outras coisas. Como ator, estou sempre procurando algo diferente, algo interessante, algo em que eu possa realmente mergulhar, algo que me desafie um pouco e que venha de forma inesperada”, acrescentou.

Vale lembrar que tanto Mike Colter quanto Finn Jones (o Danny Rand/Punho de Ferro) confirmaram, por meio de suas redes sociais, que estiveram em Nova York exatamente no período em que a segunda temporada de Demolidor: Renascido’ estava sendo filmada, o que aumentou drasticamente as expectativas dos fãs por uma reunião dos Heróis de Aluguel no MCU.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

James Cameron afirma que venda da Warner para Netflix seria “desastrosa” para o cinema

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O cineasta James Cameron manifestou-se duramente contra a proposta de aquisição da Warner Bros. Discovery pela Netflix. Em uma carta enviada ao senador americano Mike Lee, o diretor de Titanic eAvatar afirmou que a transação seria “desastrosa para o negócio cinematográfico voltado às salas de cinema”.

De acordo com o Deadline, o documento é datado de 10 de fevereiro, surgindo poucos dias após o Subcomitê Antitruste do Senado colocar o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, no centro de debates sobre o futuro cultural e econômico do setor.

Para Cameron, embora Sarandos seja um líder inovador, a filosofia da Netflix colide frontalmente com a preservação das salas de exibição.

Cameron argumenta que a força econômica dos EUA ainda reside em sua exportação cultural. Ele alerta que a retração do mercado, já fragilizado pela pandemia e pelo streaming, será acelerada por essa fusão, gerando um efeito dominó:

  • Fechamento de cinemas e perda de milhares de empregos.
  • Falência de empresas de serviços, como estúdios de efeitos visuais (VFX).
  • Redução na produção de filmes de grande escala.

Confira a carta na íntegra e

“Prezado Presidente Lee,

Obrigado por realizar, na semana passada, a audiência intitulada “Examinando o Impacto Competitivo da Proposta de Transação entre a Netflix e a Warner Bros. Discovery.” Escrevo para apresentar minha perspectiva e solicitar que ela seja incluída no registro da audiência.

Sou um cineasta cujos longas-metragens arrecadaram mais de 10 bilhões de dólares no mercado cinematográfico global ao longo da minha carreira como roteirista, diretor e produtor. Escrevi e dirigi os dois primeiros filmes de O Exterminador do Futuro, além de Aliens – O Resgate, O Segredo do Abismo, True Lies, Titanic e os três filmes de Avatar.

Minha carreira de 44 anos como diretor tem sido focada na criação de filmes para exibição nos cinemas, e acredito fortemente que assistir a filmes nas salas é um pilar importante da nossa cultura, além de ser uma das nossas maiores exportações em termos econômicos. No entanto, o mercado cinematográfico encolheu drasticamente nos últimos anos, cerca de 30%, devido às mudanças nos hábitos de consumo de mídia após a pandemia de Covid e à ascensão simultânea do streaming.

Acredito firmemente que a proposta de venda da Warner Bros. Discovery para a Netflix será desastrosa para o negócio cinematográfico voltado às salas de cinema, ao qual dediquei o trabalho da minha vida. Naturalmente, meus filmes também são exibidos posteriormente em outros formatos, mas meu primeiro amor é o cinema. Fui um dos pioneiros em aprimorar a experiência cinematográfica por meio da criação de sistemas de produção digital em 3D, tecnologias avançadas de efeitos visuais e inovação em exibição com alta taxa de quadros. A exibição nos cinemas é uma parte crítica da minha visão criativa. Eu acredito na tela grande.

O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, já chamou os cinemas de “um conceito ultrapassado” e uma “ideia antiquada”. Ele também afirmou recentemente: “Levar as pessoas ao cinema simplesmente não é o nosso negócio.” O modelo de negócios da Netflix está diretamente em conflito com o modelo de produção e exibição cinematográfica, que emprega centenas de milhares de americanos. Portanto, também está em conflito direto com o modelo da divisão cinematográfica da Warner Bros., um dos poucos grandes estúdios restantes. A Warner lança aproximadamente 15 filmes por ano nos cinemas, e a já fragilizada comunidade de exibidores depende desesperadamente dessa produção.

Será um duro golpe para a comunidade de exibição, proprietários de cinemas e seus milhares de funcionários, redirecionar essa produção para o streaming neste momento crítico. O Sr. Sarandos é uma boa pessoa e um líder empresarial inteligente e inovador, mas os objetivos de sua empresa são diretamente opostos à saúde do mercado cinematográfico. Essa fusão reduzirá a escolha do consumidor ao diminuir o número de filmes produzidos. Também limitará as opções dos cineastas que buscam estúdios para financiar seus projetos, o que resultará em menos empregos.

Em um filme de Avatar, emprego mais de 3.000 pessoas, muitas delas por até quatro anos. O tipo de filme que faço, grandes produções de ação, ficção científica e fantasia, é caro e depende fortemente de uma comunidade saudável de exibição cinematográfica. Se esses filmes deixarem de ser aprovados porque o mercado encolher ainda mais, algo que a aquisição da Warner Bros. pela Netflix certamente acelerará, muitos empregos serão perdidos. Cinemas fecharão. Menos filmes serão feitos. Empresas prestadoras de serviços, como companhias de efeitos visuais, irão à falência. As perdas de empregos irão se multiplicar.

Em um momento em que o déficit comercial dos Estados Unidos é uma grande preocupação, um dos maiores setores de exportação do país será prejudicado. Sem falar no impacto sobre nossa maior exportação cultural: os filmes. Os Estados Unidos podem não liderar mais na produção de automóveis ou aço, mas ainda são líderes mundiais no cinema. Isso mudará para pior.

O Sr. Sarandos prometeu manter uma janela de exibição nos cinemas de 17 dias. Existem três problemas com isso. Primeiro, 17 dias é ridiculamente pouco. Grandes filmes podem permanecer lucrativos nos cinemas por meses. Todos os três filmes de Avatar, e antes deles Titanic, obtiveram receitas enormes graças a longas permanências em cartaz. Titanic foi o filme número um por 16 semanas, e Avatar por 10 semanas. Avatar permaneceu em cartaz com sucesso por mais de quatro meses.

A maioria dos profissionais da indústria acredita que a janela mínima deveria ser de 45 dias, e muitos defendem 60 dias. Portanto, 17 dias é simbólico e grotescamente insuficiente. Em segundo lugar, prometer um número de dias não significa nada sem também garantir o número de salas. Um grande lançamento normalmente estreia em mais de 3.000 salas simultaneamente no mercado doméstico.

A Netflix realizou apenas alguns lançamentos nos cinemas, geralmente sob pressão de cineastas renomados, e ainda assim em número limitado de salas, principalmente para qualificação ao Oscar. Esses lançamentos não representam a base do negócio de exibição.

Em terceiro lugar, embora a promessa de uma janela de exibição esteja sendo feita agora para acalmar os críticos dessa fusão mal concebida, não há garantia de como a Netflix conduzirá seus negócios no futuro. Esse compromisso pode desaparecer em poucos anos. Que mecanismos garantirão isso? Que órgão administrativo poderá responsabilizá-los caso abandonem esse compromisso? Uma vez que possuam um grande estúdio, isso será irreversível. Esse navio já terá partido, e, como diretor de Titanic, conheço bem navios que navegam e navios que afundam. A experiência cinematográfica pode se tornar um navio afundando.

Existem muitas outras questões relacionadas ao streaming e à transmissão que também devem preocupar este Subcomitê, como a enorme concentração de mercado sob uma única empresa. No entanto, essa não é minha área de especialização.

Sou apenas um humilde fazendeiro de filmes. E vejo minha criatividade e produtividade diretamente ameaçadas por essa venda proposta. Tenho certeza de que muitos na comunidade cinematográfica, roteiristas, produtores, diretores, exibidores, sindicatos, equipes técnicas e prestadores de serviços, concordam comigo. Muitos não se manifestarão publicamente porque a Netflix é um grande empregador.

Mas sei que falo por muitos. Um grande movimento, na verdade. Espero que considerem minhas preocupações ao investigar essa proposta”

Após a divulgação da carta, o senador Mike Lee confirmou ter recebido manifestações semelhantes de diversos atores e diretores. Diante da pressão de grandes nomes da indústria, o parlamentar indicou que pretende convocar uma nova audiência para aprofundar o debate sobre os riscos da concentração de mercado sob o domínio da Netflix.

Criador de ‘Euphoria’ presta homenagem a Eric Dane: “Coração partido”

Sam Levinson, criador de Euphoria, prestou recentemente uma homenagem ao ator Eric Dane, que interpretou Cal Jacobs na série da HBO Max, após sua morte na quinta-feira.

“Estou com o coração partido pela perda do nosso querido amigo Eric. Trabalhar com ele foi uma honra. Ser seu amigo foi um presente. A família de Eric está em nossas orações. Que sua memória seja uma bênção”, disse Levinson em comunicado à Variety.

O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA,” declararam seus familiares à revista People. “Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”

“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

Recentemente, ele participou de um episódio de ‘Mentes Extraordinárias‘, interpretando um paciente com ELA, ressaltando sua jornada em conscientizar as pessoas sobre sua luta.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes para os cinemas, como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.

mark sloan eric dane greys anatomy

HBO Max presta homenagem a Eric Dane, estrela de ‘Euphoria’: “Incrivelmente talentoso”

A HBO Max utilizou suas redes sociais para prestar uma última homenagem a Eric Dane, ator que faleceu aos 53 anos. Dane foi um dos destaques de ‘Euphoria’, fenômeno da plataforma, onde interpretou o personagem Cal Jacobs.

Em nota oficial, a plataforma declarou:

“Estamos profundamente entristecidos com a notícia do falecimento de Eric Dane. Ele era incrivelmente talentoso, e a HBO teve a sorte de trabalhar com ele durante três temporadas de Euphoria. Nossos pensamentos estão com seus entes queridos neste momento difícil”, escreveu.

 

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Astros de ‘Grey’s Anatomy’ prestam tocantes tributos a Eric Dane: “Ele era luz” 

O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA,” declararam seus familiares à revista People. “Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”

“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

Recentemente, ele participou de um episódio de ‘Mentes Extraordinárias‘, interpretando um paciente com ELA, ressaltando sua jornada em conscientizar as pessoas sobre sua luta.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes para os cinemas, como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.

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‘Game of Thrones’: Ned Stark protagonizará derivado da icônica série; Saiba os detalhes!

A icônica franquiaGame of Thrones ganhará em breve um novo derivado, mas em um formato inédito: os palcos. Segundo o ComicBookMovie, a produção estreará este ano no prestigiado teatro da Royal Shakespeare Company, em Stratford-upon-Avon.

Intitulada “The Mad King” (O Rei Louco – tradução livre), a peça vem sendo desenvolvida há anos pelo diretor Dominic Cooke ao lado do dramaturgo Duncan Macmillan, com o envolvimento criativo do próprio George R.R. Martin.

“Ambientada 15 anos antes dos eventos da série original, a trama se passa durante o lendário torneio de justas em Harrenhal. Veremos versões bem mais jovens de personagens icônicos como Ned Stark, Jaime Lannister e Robert Baratheon, além de rostos familiares como Varys em papéis menores”, diz a sinopse.

George R.R. Martin revela ruptura criativa em ‘A Casa do Dragão’: “Esta não é mais a minha história”

“Uma de nossas ambições é criar um espetáculo que funcione tanto para quem não conhece o material quanto para quem conhece, e todos os níveis intermediários. Porque obviamente haverá pessoas que não conhecem a história, e queremos oferecer a elas uma noite satisfatória também”, explica Cooke.

“Então tentamos criar algo contido, mas que também dê aos fãs elementos extras da história que eles ainda não conhecem”, acrescentou.

O foco central promete ser o romance proibido entre Lyanna Stark e Rhaegar Targaryen, descrito por Cooke como uma história ao estilo “Romeu e Julieta”.

Segundo Macmillan, Lyanna é a grande protagonista e o motor de toda a saga.

“ELa é catalisadora de muitos acontecimentos que vêm depois. Na verdade, eu diria que sem Lyanna Stark, não existiria Game of Thrones, afirmou.

Descrevendo Lyanna, Cooke revelou: “Ela é uma excelente espadachim, então não se encaixa no padrão de como as mulheres daquela época deveriam se comportar. Mas ela também é muito intuitiva, muito inteligente e cheia de energia. Ela tem um espírito rebelde e, como todos naquele mundo, se você faz parte dessas grandes famílias, precisa se conformar. E é aí que se torna muito semelhante a Shakespeare”.

Com um elenco majoritariamente na casa dos 20 anos, a peça explorará o amadurecimento desses heróis.

“Os personagens principais, com exceção do rei, estão todos na casa dos 20 anos. Se você pensar no Ned, ele foi interpretado por Sean Bean na série, e agora estamos mostrando ele aos 20 anos. É interessante vê-los como jovens. Parte da essência deste espetáculo é uma história de amadurecimento, de ritos de passagem, de pessoas se tornando quem elas são”, explica Cooke

Crítica | ‘A Conexão Sueca’ – A incrível história de um herói improvável chega à Netflix

Apresentando mais um herói improvável do período da Segunda Guerra Mundial, o novo longa-metragem da Netflix, A Conexão Sueca, nos leva de volta ao ano de 1942, quando um funcionário subvalorizado da Ministério das relações exteriores da Suécia percebe algumas brechas na burocracia local e consegue salvar vidas de judeus durante o conflito que marcou o mundo.

Gösta Engzell (Henrik Dorsin) é um pai de família amoroso e diplomata que lidera uma equipe escanteada, recebendo ordens de um ministério importante do governo sueco. Quando as notícias dos horrores provocados pelas ações alemãs contra judeus chegam com forte certeza ao seus ouvidos, ele não hesita em agir. Buscando soluções diante da burocracia de sua nação, que mantém uma posição de neutralidade durante a guerra, Engzell encontra uma brecha nas conexões entre cidadãos suecos que precisam de ajuda, possibilitando o salvamento de milhares de pessoas durante o conflito.

Com a geopolítica de uma época marcada por tensões políticas na ponta do lápis – reproduzindo de forma precisa esse cenário histórico -, o roteiro desfila sua ironia afiada, sem deixar de meter o dedo em feridas na forma de críticas mordazes ao governo sueco da época. Em seu discurso, circula por temas importantes, como a posição controversa de neutralidade da Suécia em meio ao caos que se seguia pelo mundo por meio do terror nazista, além de histórias pessoais que se entrelaçam à situação central da trama.

A narrativa tem um ritmo acelerado, buscando dinamismo através de fatos bem documentados que expressam cada ponta de conflito emocional presente entre os personagens. Uma ótima escolha, pois mantém o público em estado de atenção permanente, chegando rapidamente em pontos de reflexões sobre tudo que é apresentado, por meio também de diálogos bem elaborados e uma conjuntura de elementos que proporcionam intensa imersão.

Escrito e dirigido pela dupla Thérèse Ahlbeck e Marcus Olsson, A Conexão Sueca nos mostra mais uma página de um período que manchou a humanidade, marcado principalmente pelo avanço de ideologias totalitárias. Um filme que aborda de forma inteligente uma situação que se expande para um enorme retrato, com críticas que permanecem contundentes.

‘Psycho Killer’: Terror com atriz de ‘Noites Brutais’ abre com 0% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 15 reviews publicadas até o momento, o terror ‘Psycho Killer‘ abriu com chocantes 0% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral detona basicamente todos os aspectos do longa, principalmente a falta de tensão e originalidade em um filme que se apresenta como um amontoado de clichês roubados de produções melhores.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Psycho Killer’ é, em grande parte, uma coleção de clichês batidos e escolhas ridículas, tudo centrado em um vilão de terror insosso que é uma mistura de outros assassinos melhores.” (Collider)

“Um thriller de terror nada assustador, absurdo e tedioso, com diálogos forçados, atuações fracas, edição truncada e praticamente nenhuma emoção ou suspense palpável.” (NYC Movie Guru)

“Este é um filme estranho; é muito simples para funcionar como um thriller policial, mas também muito tedioso para funcionar como um filme de terror.” (Guardian)

“Seria compreensível pensar que [o diretor Gavin] Polone e o roteirista Andrew Kevin Walker queriam pregar uma peça no público, e não assustá-lo de verdade. Mas não funcionou.” (New York Times)

“Em vez de intensidade e realismo, ‘Psycho Killer’ avança a passos largos por uma trama ilógica e inconsequente, a ponto de induzir à apatia.” (Bloody Disgusting)

“‘Psycho Killer’ é um thriller policial satânico datado e fora de sintonia com a realidade, que falha em explorar sua premissa.” (Dread Central)

“No fim das contas, ‘Psycho Killer’ tem ideias ambiciosas e boas intenções, mas tropeça e cai constantemente ao longo de sua duração, e acaba parecendo bastante ridículo.” (DrumDums)

Já em exibição nos cinemas norte-americanos, o longa ainda não possui previsão para chegar ao Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme marca a estreia diretorial de Gavin PoloneAndrew Kevin Walker assina o roteiro.

Após o assassinato brutal do marido, uma policial rodoviária do Kansas parte em uma jornada para rastrear o criminoso. À medida que a busca avança, ela descobre que o responsável é um serial killer sádico, e a profundidade de sua depravação mental e seus planos sinistros são mais perversos do que qualquer um poderia imaginar.

Georgina CampbellJames Preston RogersGrace DoveLogan MillerMalcolm McDowell estrelam.

Ghostface está de volta na 2ª parte do clipe de “Twisting The Knife”, canção original de ‘Pânico 7’

A banda de rock Ice Nine Kills lançou, em colaboração com a atriz e cantora Mckenna Grace, uma música inédita para a trilha sonora da aguardada sequência ‘Pânico 7′.

Intitulada “Twisting the Knife”, a canção já está disponível nas principais plataformas de streaming e veio acompanhada de um clipe oficial – cuja segunda parte foi lançada hoje, 20 de fevereiro, trazendo o icônico serial killer Ghostface de volta.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Ms. Marvel’: Matt Lintz comenta o futuro de Bruno no UCM

O ator Matt Lintz, que interpreta o jovem gênio Bruno Carrelli em ‘Ms. Marvel, comentou recentemente sobre o que o futuro reserva para o seu personagem no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).

Em entrevista ao ComicBookMovie, Lintz adotou o tom cauteloso típico dos astros da Marvel.

“Sobre coisas assim, não posso dizer muita coisa. Não ouvi nada no momento. Mas, se eu tivesse ouvido, haveria um laser vermelho apontado para a minha cabeça. Estou muito animado para a chegada do Doutor Destino e tudo mais. Acho que vai ser incrível”, afirmou.

Um dos momentos mais memoráveis da série ocorre no episódio final, quando Bruno revela a Kamala que há uma “mutação” em seus genes, ao som do tema clássico de ‘X-Men: The Animated Series’.

Lintz relembrou o mistério que envolveu a gravação dessa cena crucial: “Nós filmamos essa cena em refilmagens. Ela não estava originalmente no roteiro. Nem me deram as páginas com a cena. Eu não tinha ideia do que era. Eles me deram uma descrição vaga, mas esconderam a parte da mutação. Quando finalmente me contaram, apenas algumas pessoas no set sabiam. Fiquei chocado”.

O ator admitiu que o segredo aumentou a pressão: “Isso me deixou muito mais nervoso, porque eu sabia o peso da chegada dos X-Men e dos mutantes ao MCU. Foi muito legal fazer parte disso. Foi uma experiência incrível. Ainda sou próximo de todo o elenco. Tivemos muita sorte com os fãs e com a recepção que a série teve”.

Lembrando que é esperado que Ms. Marvel retorne em ‘Vingadores: Dr. Destino’.

Dunesday! Robert Downey Jr. comenta estreia simultânea de ‘Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Duna: Parte 3’

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Crítica | ‘Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos’ – O raio-x de um crime macabro

Navegando por citações de um livro, pelas conexões de uma mesma cidade, por um relacionamento tóxico, drogas, vizinhos observadores e um violento assassinato, o novo documentário da HBO MAX, Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos, apresenta uma narrativa envolvente, repleta de detalhes sobre o antes e o depois de um crime macabro.

Dividido em duas partes, o projeto busca jogar uma luz sobre um caso de assassinato ocorrido em 2010, que chocou um bairro na cidade de Louisville, no Kentucky. O casal de namorados Joey Banis e Jeffrey Mundt é suspeito de eliminar uma terceira pessoa, cujo corpo foi deixado em um contêiner de 200 litros, no porão da casa do casal, por seis meses.

Cena de 'Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos'
Cena de ‘Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos’

Há uma básica pergunta que fica no ar à medida que vamos entendo melhor o que aconteceu: ‘quem é o verdadeiro culpado?’. No entanto, a obra não se prende somente a essa questão, ampliando seu contexto com depoimentos marcantes, nos quais os próprios vizinhos se tornam importantes personagens.

O roteiro é muito bem definido e equilibrado, fruto de uma ampla pesquisa. Na primeira parte, vamos entendendo o caso por meio de depoimentos de pessoas que conheciam os envolvidos. Na segunda, chegamos aos julgamentos – ocorridos de forma separada – e as questões jurídicas e inestigativas que se somam ao veredito, além de um mergulho profundo pela vida dos personagens centrais dessa história.

Cena de 'Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos'
Cena de ‘Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos’

Conhecida por ser a capital da Bola de Espelhos – alcunha que chegou a partir dos anos 1970, quando produzia quase 90% desse objeto para todo os Estados Unidos -, a cidade de Louisville assume um papel estrutural na narrativa, por meio de um bairro que preserva a cultura de casas vitorianas e também as suas crendices.

Entre o ‘disse me disse’ dos julgamentos, com a promotoria focada em condená-los e advogados de defesa fazendo de tudo para livrar seus clientes, vamos entrando em um jogo de argumentações que articulam passado e presente, transformando Assassinato na Cidade da Bola de Espelhos num verdadeiro raio-X de um crime macabro.

Oscar pode fazer história com três vitórias consecutivas de mulheres negras como atriz coadjuvante

O Oscar pode estar prestes a vivenciar um momento histórico: a possibilidade da terceira vitória consecutiva de uma mulher negra na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Este ano, as favoritas ao prêmio são Teyana Taylor (‘Uma Batalha Após a Outra’) e Wunmi Mosaku (‘Pecadores’).

Segundo a Variety, caso uma delas vença, será a primeira vez nos 98 anos da Academia que mulheres negras conquistam esta categoria por três anos seguidos. Elas seguiriam os passos de Da’Vine Joy Randolph (‘Os Rejeitados’) e da afro-latina Zoe Saldaña (‘Emilia Pérez’).

A estatística reforça a raridade do feito. Desde 1929, mais de 3.100 estatuetas foram entregues, mas apenas 20 foram para mulheres negras, o que representa ínfimos 0,6% do total.

Para efeito de comparação, o número total de atrizes negras vencedoras (10) é menos da metade das indicações recebidas apenas por Meryl Streep (21) em sua carreira.

A cerimônia do 98º Oscar será realizada no dia 15 de março.

Berlinale 2026 | Com Lazaros Ramos, ‘Feito Pipa’ transforma memória e infância em gesto político na Mostra Generation

Esse olhar humanista do cinema é o que eu acredito que precisamos em um momento tão crítico no mundo”, afirmou o ator Lázaro Ramos durante a apresentação de Feito Pipa, que estreou no último dia 15 de fevereiro na mostra Generation KPlus da 76ª Berlinale. A produção brasileira concorre ao Crystal Bear, prêmio concedido pelo júri jovem da seção, cuja cerimônia acontece nesta sexta-feira, dia 20, a partir das 19h30 (horário local), no HKW – Miriam Makeba Auditorium, em Berlim.

A sessão de estreia foi marcada por emoção e um forte diálogo com o público jovem presente. Ao lado do diretor Allan Deberton, estavam Lázaro Ramos, o jovem protagonista Yuri Gomes e a veterana Teca Pereira. O filme aborda amadurecimento, memória, identidade e relações familiares em meio a um contexto social marcado por deslocamentos e desigualdades — temas que atravessaram toda a conversa após a exibição.

Sobre o que é Feito Pipa

Ambientado no Ceará, Feito Pipa acompanha Gugu, um menino de 11 anos que vive entre as memórias da mãe ausente e a forte ligação com a avó. Ele adora se maquiar e jogar futebol. Quando mudanças abruptas abalam sua estrutura familiar, ele precisa aprender a lidar com perdas, deslocamentos e com a difícil tarefa de ser aceito pelo pai, Batista. Entre lembranças musicais — como a canção “Time After Time”, de Cyndi Lauper — e afetos transmitidos entre gerações, o filme constrói um retrato delicado da infância atravessada por questões sociais mais amplas, sem perder a perspectiva sensível do olhar infantil.

Durante o debate, Allan Deberton falou sobre a decisão de realizar o projeto ao lado de André Araújo, com quem já havia colaborado em Pacarrete (2019) e O Melhor Amigo (2024). Segundo o diretor, a conexão criativa entre os dois foi essencial para dar forma à história. Ele contou que se sentiu profundamente tocado quando o projeto lhe foi apresentado.

Para Deberton, a maneira como o personagem Gugu foi construído refletia experiências pessoais e geracionais. “Era como nós nos sentíamos quando crianças, quando jovens. Estávamos tentando superar as coisas, ser nós mesmos, mas sem ter certeza sobre a nossa receptividade.” O filme nasce dessa sensação universal da juventude: o desejo de afirmação misturado à insegurança. Essa vulnerabilidade é o coração da narrativa.

A dimensão política e humanista

Embora centrado na infância e nas relações familiares, Feito Pipa carrega uma dimensão política. Deberton lembrou que cresceu no Ceará, região marcada por extremos climáticos e desigualdades sociais. “No estado do Ceará, que é uma região seca, é muito comum que haja barragens. E essas cidades são inundadas”, disse. Ele destacou que esses espaços eram lares de famílias inteiras que, de repente, precisavam partir: “Pessoas que nasceram, viveram, foram felizes e de repente tiveram que sair dali.”

Essa experiência de deslocamento forçado ecoa no filme como pano de fundo emocional. Ao falar do personagem Batista, pai de Gugu, vivido por Lázaro Ramos, o diretor ressaltou a intenção de fugir de estereótipos machistas. “Queríamos trazer complexidade, muito amor, também medo e aprendizado.” Segundo ele, trata-se de um personagem que evolui ao longo da história, sugerindo “um novo caminho”.

A escolha do elenco: Lázaro, Yuri e Teca

A escalação foi outro ponto central da conversa. Deberton revelou que o nome de Lázaro Ramos já estava presente desde as primeiras versões do roteiro. O ator confessou ter se oferecido desde a primeira vez que viu o filme Pacarrete, no Festival de Gramado 2019.

Para viver Gugu, foram testadas cerca de 700 crianças. Yuri Gomes foi escolhido após um processo rigoroso. “Sabíamos que seria uma seleção muito difícil. E Yuri foi realmente uma descoberta”, afirmou o diretor.

Teca Pereira, Lázaro Ramos e Yuri Gomes na estreia de Feito Pipa no Festival de Berlim 2026 (Foto: Letícia Alassë
Teca Pereira, Lázaro Ramos e Yuri Gomes na estreia de Feito Pipa no Festival de Berlim 2026 (Foto: Letícia Alassë)

No palco da Berlinale, Yuri mostrou-se tímido. De mãos dadas quase o tempo todo com a preparadora de elenco, Luciana Vieira, respondia às perguntas das outras crianças com monossílabos, mas demonstrava felicidade por estar ali. Ao ser questionado se foi divertido atuar e se gostaria de seguir carreira no futuro, respondeu de forma simples: foi “muito divertido” e desejou “tudo de melhor” a todos. Antes de deixar o microfone, ainda mandou um beijo para a tia, arrancando aplausos da plateia.

Nunca pensei que voltaria a ser protagonista. Estava muito cansada, mas levantei-me”, afirmou Teca Pereira, de 73 anos, ligada ao projeto desde o início, como destacou o diretor. Sua personagem, a avó de Gugu, é o eixo afetivo da narrativa, guardiã das memórias e da música que atravessam o filme. A atriz também pode ser vista como protagonista de Kasa Branca (2025), dirigido por Luciano Vidigal

Sensibilizar para Impactar

Encerrando o encontro, Lázaro Ramos declarou ainda que quando recebeu o roteiro de Feito Pipa, a expectativa foi superada: “É um filme que eu acho necessário para o nosso tempo, porque além de conscientizar, faz algo muito importante, que é sensibilizar.

Com uma estreia marcada por emoção, delicadeza e escuta atenta ao público jovem, Feito Pipa ainda sem data de estreia definida no Brasil chega à disputa pelo Crystal Bear como um dos títulos brasileiros mais sensíveis do festival. 

 

Crítica | A Voz de Hind Rajab – ÓTIMO Candidato da Tunísia ao Oscar é um Soco no Estômago

A corrida pelo Oscar 2026 já começou e está a todo o vapor. Enquanto ‘O Agente Secreto’ segue sua campanha internacional para que os votantes assistam ao longa brasileiro, por aqui o circuito exibidor começa a receber os indicados em diversas categorias – inclusive os concorrentes diretos ao longa de Kleber Mendonça Filho. E um dos principais destaques na categoria de Melhor Filme Internacional é o filme ‘A Voz de Hind Rajab’, indicado da Tunísia ao prêmio e que está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros.

O Crescente Vermelho é uma organização real, não governamental, que visa fazer a ponte entre quem precisa de ajuda e quem pede a ajuda em um dos lugares mais perigosos do planeta: a Faixa de Gaza. Do escritório, eles recebem ligações do mundo inteiro de pessoas com informações de outras pessoas em perigo ou precisando de ajuda na região, e os funcionários triangulam essas informações com a ambulância mais perto disponível, solicitando, ao mesmo tempo, apoio de logística e segurança aos responsáveis por esses setores para garantir que a ambulância vá e volte em segurança, numa espécie de trégua temporária em prol do socorro. É nesse contexto que Omar (Motaz Malhees) recebe uma ligação que muda o seu dia: o telefonema de um tio, lá da Alemanha, preocupado com sua família que estava atravessando a região e houve um bombardeio. Quando Omar telefona de volta, a surpresa: apenas a pequena Hind, de seis anos, sobrevivera ao ataque, e a criança está assustada, pedindo por socorro. Começa aí uma corrida contra o tempo para salvar Hind antes que um novo ataque ocorra.

Contando assim parece até história batida, mas o grande diferencial de ‘A Voz de Hind Rajab’ é o seu formato: o longa mistura realidade e ficção numa estética documental de maneira única, o que permite (e engaja) imediatamente o espectador na realidade que está sendo contada no filme. É, no mínimo, o filme mais diferentão dentre os indicados.

Escrito e dirigido com muita sensibilidade por Kaouther Ben Hania, o filme é um soco no estômago pois demonstra, de forma muito agoniante, a engrenagem burocrática e política que impedem, com frequência, que a humanidade prevaleça nos seres humanos e, principalmente, naquela região. Nem mesmo a aflição de uma menininha de seis anos, que nada tem a ver com o conflito, é capaz de sensibilizar as barreiras criadas por décadas de disputa.

O brilhantismo de ‘A Voz de Hind Rajab’ é que a diretora, de maneira ousada, mescla imagens de ficção (toda a parte do atendimento telefônico é encenada, partindo dos relatos dos envolvidos) com o áudio original das ligações, gravadas pela equipe de atendimento do Crescente Vermelho. Assim, meio que de repente o filme deixa de ser ficção e a gente entra na cruel realidade do diálogo entre uma criança e um atendente, e sua impotência em conseguir salvar essa menina em tempo hábil. Por vezes a ficção se sobrepõe ao documental, mesclando tudo de maneira híbrida e única, fazendo uso da ficção para convidar o espectador a mergulhar no devastador dilema que o longa apresenta.

Visceral, impactante e, infelizmente, real, ‘A Voz de Hind Rajab’ vai dilacerar o seu coração, e merece todo o destaque que está recebendo, independente de premiações. É um filme único que precisa ser visto.

‘Meu Remédio: Sucesso de Mouhamed Harfouch retorna a São Paulo em 2026 após marcante ano nos palcos

Foto: Gustavo de Freitas

Depois de uma trajetória que passou por Juiz de Fora, por uma longa temporada no Rio de Janeiro e pela elogiada estreia em São Paulo, o espetáculo Meu Remédio volta ao Teatro Santos Augusta a partir de 28 de fevereiro de 2026.

Escrita, produzida e estrelada por Mouhamed Harfouch, com direção de João Fonseca, a montagem chega à segunda temporada na capital paulista, fortalecida por um ano praticamente inteiro em cartaz e pelo reconhecimento da crítica, do público e de premiações importantes. Nesse intervalo, o espetáculo venceu o Prêmio FITA na categoria Melhor Dramaturgia — em uma edição em que recebeu também indicações de Melhor Direção e Melhor Ator — e conquistou o Prêmio Arcanjo de Teatro Solo, chancelas que reforçam a força e a originalidade do trabalho.

A peça se construiu a partir do desejo do artista de revisitar sua trajetória e compreender a relação com seu próprio nome. Entre música ao vivo, humor, passagens biográficas e momentos de introspecção, Harfouch resgata memórias da infância e da juventude, marcadas pela herança síria do lado paterno e pela ascendência portuguesa da família materna, além de experiências de pertencimento e aceitação no Brasil dos anos 1970. Essa combinação de delicadeza e comicidade estabeleceu uma conexão rápida com o público, tornando Meu Remédio um dos solos mais elogiados do último ano.

A criação do texto começou durante as gravações da novela ‘Órfãos da Terra’, quando o ator foi levado a reaproximar-se de suas raízes. O processo se intensificou durante a turnê da peça ‘Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito’, ocasião em que o artista percebeu que aquele mergulho emocional precisava ganhar forma no palco.

A escrita se desenrolou ao longo de meses, acompanhada do desafio de assumir simultaneamente a atuação e a produção do próprio espetáculo, uma escolha que exigiu maturidade e segurança artística. O olhar cuidadoso de Fonseca foi fundamental para equilibrar espontaneidade, humor e emoção, permitindo que a narrativa pessoal dialogasse com questões universais e atemporais.

A nova temporada marca também um momento de expansão profissional para Harfouch, que reafirma a versatilidade de uma carreira com mais de três décadas, mais de quarenta produções teatrais e participações em novelas, séries e filmes de grande repercussão nacional. Entre seus trabalhos mais recentes nas telas está a série musical ‘Rensga Hits’, na qual participou das três temporadas, sendo que a terceira foi exibida recentemente pela Globo. Em 2026, o artista amplia também sua presença no cinema e poderá ser visto em dois novos longas: ‘Viver de Vento, onde interpreta Torben Grael, e na cinebiografia ‘Emmanuel’, em que assume o papel-título, reforçando uma fase de intensa produção e renovação artística.

Com personagens que simbolizam figuras marcantes das duas primeiras décadas de sua vida, costurada a uma trilha cantada e tocada ao vivo, Meu Remédio convida o público a refletir sobre a relação com as próprias origens, partindo do íntimo para alcançar o coletivo. O espetáculo, que se consolidou como um dos solos mais bem-sucedidos do ciclo recente, evidencia como cada história pessoal é atravessada por escolhas, afetos e camadas que moldam quem somos, emocionando plateias ao tratar de identidade, pertencimento e autoconhecimento.

A nova temporada aprofunda esse percurso, ressaltando que, muitas vezes, o maior remédio é aceitar quem se é. “Um nome nunca é só um nome”, lembra Harfouch em cena, e a trajetória do espetáculo demonstra como relatos verdadeiros têm o poder de conectar e transformar.

Sarah Michelle Gellar celebra escalação de Mckenna Grace como Daphne no live-action de ‘Scooby-Doo’

Mckenna Grace (‘Pânico 7’) foi confirmada na nova série live-action do ‘Scooby-Doo‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

A atriz interpretará a Daphne Blake. Nos cinemas, a personagem foi vivida pela icônica Sarah Michelle Gellar (‘Buffy, a Caça-Vampiros’).

Gellar, inclusive, celebrou a escalação da jovem atriz para a nova atração em um stories que já expirou em sua conta oficial no Instagram. Na postagem em questão, ela escreveu: “você ficará perfeita!”. 

Gellar interpretou a icônica personagem em Scooby-Doo (2002) e na sequência Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’ (2004).

‘Scooby-Doo’: Série live-action da Netflix já tem data para começar a ser filmada

Produzida pela gigante do streaming em parceria com a Warner Bros., a nova série terá oito episódios e funcionará como uma história de origem.

Josh Appelbaum e Scott Rosenberg lideram o projeto, com Greg Berlanti na produção executiva.

A trama promete uma “reimaginação moderna”, acompanhando Salsicha e Daphne em um acampamento de verão onde se unem a Velma e Fred para investigar o desaparecimento de um filhote de Dogue Alemão, que pode ser a chave para um mistério sobrenatural.

Astros de ‘Grey’s Anatomy’ prestam tocantes tributos a Eric Dane: “Ele era luz”

Eric Dane, conhecido pelo seu trabalho nas séries ‘Grey’s Anatomy‘ e ‘Euphoria‘, morreu anos 53 anos.

O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

Dane foi introduzido no premiado e popular drama médico de Shonda Rhimes na 2ª temporada, dando vida a Mark Sloan (também conhecido como McSteamy). Ele integrou o elenco regular da narrativa até a 9ª temporada, quando seu personagem morreu após complicações de uma trágica queda de avião.

Nas redes sociais, os astros de ‘Grey’s Anatomy’ prestaram homenagens ao astro. Kim Raver, intérprete de Teddy Altman, escreveu em seu Instagram: “Eric era luz. Você podia ver esse brilho nele sem esforço, tanto no set de Grey’s Anatomy’ quanto quando estava com Rebecca e as meninas. Durante as filmagens, seus olhos brilhavam e, com um olhar travesso, ele entregava, com timing cômico perfeito, uma fala que te deixaria sem palavras! Sentiremos sua falta”.

Kevin McKidd, que interpretou Owen Hunt e que contracenou com Dane por quatro temporadas, publicou uma foto do astro à época em que ele estava na série com a legenda: “descanse em paz, amigo…”.

Patrick Dempsey, o eterno Derek Shepherd da série, homenageou o colega de cena ao postar um clipe de Dane em apoio à pesquisa de esclerose lateral amiotrófica, em que ele diz: “eu sou Eric. Um Ator, um pai e agora uma pessoa que vive com ELA”.

“Estamos profundamente tristes com a perda de Eric Dane, disseram a ABC e a produtora da série, 20th Television, em um comunicado conjunto na noite de quinta-feira (19). “Seu talento notável e presença inesquecível em Grey’s Anatomy deixaram um impacto duradouro no público ao redor do mundo, e sua coragem e serenidade durante sua luta contra a ELA inspiraram muitos. Nossos corações estão com sua família, amigos e colegas, bem como com os muitos fãs cujas vidas foram tocadas por seu trabalho”.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.