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Causa da morte de Peter Greene, ator de ‘O Máskara’ e ‘Pulp Fiction’, é revelada

O Instituto Médico Legal de Nova York divulgou oficialmente a causa da morte de Peter Greene, ator conhecido por seus papéis em Pulp Fiction eO Máscara. Greene faleceu no dia 12 de dezembro, aos 60 anos, em seu apartamento no Lower East Side.

De acordo com informações da Variety, a perícia determinou que o óbito foi causado por um ferimento fatal decorrente de um disparo acidental de arma de fogo. O laudo detalha que o projétil atingiu a axila esquerda do ator, provocando uma lesão severa na artéria braquial, vaso sanguíneo crucial para a irrigação do braço e da mão.

O dano arterial resultou em uma hemorragia massiva, tornando o ferimento irreversível. Após a análise das evidências no local, as autoridades classificaram a morte de Greene como um acidente.

O corpo do artista foi localizado em sua residência após um vizinho solicitar uma verificação de bem-estar à polícia. O alerta foi dado devido ao som de música alta vindo do apartamento de Greene de forma ininterrupta por vários dias.

Ao chegarem ao local no dia 12 de dezembro de 2025, os policiais e o proprietário do imóvel encontraram o ator já sem vida.

Greene foi encontrado inconsciente dentro de seu apartamento no Lower East Side, na Clinton Street, por volta das 15h25, e foi declarado morto no local, segundo a polícia e Gregg Edwards, seu empresário há mais de dez anos.

“Ele era um cara incrível”, disse Gregg Edwards, seu empresário há mais de dez anos. “Realmente um dos grandes atores da nossa geração. Seu coração era tão grande quanto antes. Vou sentir falta dele. Ele era um grande amigo”.

‘Agente Oculto 2’: Diretor indica FUTURO INCERTO para sequência de sucesso da Netflix

O futuro da franquia ‘Agente Oculto’ (The Gray Man) na Netflix acaba de receber atualizações pouco animadoras. Apesar do sucesso de audiência do primeiro longa, a aguardada sequência pode ter sido silenciosamente engavetada ou, no mínimo, colocada em hiato indefinido pela plataforma de streaming.

Em entrevista recente ao portal Screen Rant, Anthony Russo, um dos diretores responsáveis pelo projeto, ofereceu um panorama sobre o atual estágio da produção.

O cineasta confirmou que, no momento, não há qualquer avanço prático no desenvolvimento de novos capítulos da saga. “Não há nenhuma novidade ou impulso no momento em relação aos projetos futuros previamente anunciados”.

O anúncio de uma sequência e de um spin-off ocorreu logo após a estreia do filme original, que se tornou uma das produções mais caras e assistidas da história da Netflix.

Na época, a intenção era transformar a obra de Mark Greaney em uma vasta franquia de espionagem. No entanto, o esfriamento dos planos e a ausência de um cronograma oficial sugerem que as chances de um retorno imediato de Ryan Gosling ao papel principal estão diminuindo.

Embora o cenário atual seja de estagnação, ainda não houve um cancelamento oficial por parte da Netflix.

Relembre o trailer de ‘Agente Oculto‘ e siga o CinePOP no YouTube:

Ryan Gosling é o agente da CIA Court Gentry, também conhecido como Agente Oculto e Sierra Six, e Chris Evans é seu adversário psicopata Lloyd Hansen neste thriller.

Arrancado de uma penitenciária federal e recrutado por Donald Fitzroy (Billy Bob Thornton), Gentry já foi um mercenário altamente qualificado e sancionado pela Agência. Mas agora a situação virou e ele é o alvo, caçado em todo o mundo por Hansen, um ex-membro da CIA que não vai parar por nada até derrubá-lo. A seu favor, Six conta com a ajuda da agente Dani Miranda (Ana de Armas). Ele vai precisar.

Orçado em US$ 200 milhões, o projeto mais caro da plataforma é baseado na série de livros The Gray Man‘, do autor Mark Greaney

‘O Urso’: Jamie Lee Curtis indica encerramento da série na 5ª temporada

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A atriz Jamie Lee Curtis usou as redes sociais para comentar sobre a 5ª temporada deO Urso, aclamada série, indicando que o novo ano pode marcar o encerramento da produção de sucesso.

Na publicação, a atriz celebrou o fim das gravações e sugeriu que a história está chegando ao seu desfecho.

“Terminamos em grande estilo! Cercado por uma equipe extraordinária e por um grupo incrível de roteiristas, produtores e parceiros de cena na série criada por Chris Storer, concluindo a história dessa família extraordinária pela qual todos nós nos apaixonamos. Pude finalizar tudo isso ao lado do meu bebê, o urso Berzatto”, escreveu.

A série ‘O Urso’ está disponível no Disney+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

‘Amor da Minha Vida’: Bruna Marquezine e Sérgio Malheiros enfrentam crise no relacionamento em novas imagens; Confira!

‘Amor da Minha Vida’, série nacional de romance do Disney+, divulgou novas imagens da segunda temporada, destacando o icônico casal formado por Bruna Marquezine (Bia) e Sérgio Malheiros (Victor).

Nas imagens, o casal aparece enfrentando uma crise no relacionamento, indicando novos desafios emocionais na trama. A segunda temporada de Amor da Minha Vida estreia ainda este ano na plataforma.

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Estrelada por Bruna Marquezine (Bia) e Sérgio Malheiros (Victor), a produção – recomendada para maiores de 18 anos – acompanha dois melhores amigos que vivem momentos diferentes em suas vidas. Além de Marquezine e Malheiros, Rayssa Bratillieri e Danilo Mesquita estão de volta como Paula e Marcelo, personagens da primeira temporada.

Os novos episódios de ‘Amor da Minha Vida’ contarão com Gleici Damasceno, Alanis Guillen, Clarice Falcão e Rômulo Estrela, que se juntam ao elenco para a nova temporada. Criada e escrita por Matheus Souza e com a direção geral de René Sampaio, a série conta com a direção de cena dos próprios (René e Matheus) juntos de Tatiana Fragoso e Bruna Marquezine.

Crítica | ‘Amor da Minha Vida’ traz o encanto da vida comum em série que aborda tabus com perfeição

Relembre o trailer:

‘Casa de Davi’: 2ª temporada da série BÍBLICA ganha data de estreia no Prime Video

Prime Video finalmente anunciou quando a 2ª temporada de ‘Casa de Davi‘ (House of David), drama religioso que conta a história do Rei Davi, será lançada.

Todos os episódios do novo ciclo irão estrear no serviço de streaming no dia 27 de março.

A segunda temporada continua a história enquanto Israel se aproxima do colapso com o declínio do reinado de Saul. Davi ascende de pastor a guerreiro, dividido entre a lealdade e o destino, enquanto a Era de Ferro transforma a guerra. À medida que famílias se desfazem, amores proibidos florescem e alianças são partidas, fé e poder colidem em uma luta que decidirá o futuro de Israel.

Confira o cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Jon Erwin.

House of David conta a história da ascensão da figura bíblica Davi, que eventualmente se torna o mais renomado e célebre rei de Israel. A série segue o outrora poderoso Rei Saul enquanto ele é vítima de seu próprio orgulho.

Michael IskanderAli SulimanAyelet ZurerStephen LangMartyn Ford e outros estrelam.

‘A Ilha da Garganta Cortada’: Cineasta defende fracasso histórico e declara; “Tenho orgulho”

O cineasta Renny Harlin se manifestou recentemente sobreA Ilha da Garganta Cortada, defendendo o longa de 1995 e afirmando que, apesar do fracasso nas bilheterias, ainda sente muito orgulho da produção mais de 30 anos depois.

Segundo o ComicBook, Harlin destacou que guarda boas lembranças da experiência e continua valorizando o resultado final.

“Vou levar comigo até o fim da vida que adorei fazer ‘A Ilha da Garganta Cortada’. Acho que é um bom filme. Tenho orgulho dele”, afirmou o diretor.

Harlin explicou que parte desse orgulho vem do enorme cuidado com os detalhes técnicos durante as filmagens, especialmente na construção dos cenários e efeitos práticos.

“Construímos dois navios em tamanho real. Os canhões, obviamente, não podiam ser reais. Eu queria criar um sistema em que, toda vez que disparassem, eles recuassem, para parecer real. Eles também criaram um mecanismo interno que liberava fumaça e fogo, sem projéteis reais. Fizemos todos os tipos de explosões nos navios”, afirmou.

“Algumas eram bolas de fogo com propano, outras usavam motores de ar com destroços, madeira leve e cortiça para parecerem reais. Também criamos enormes ondas artificiais atingindo os navios e água voando por toda parte. E tínhamos pessoas, às vezes os próprios atores, se balançando em cordas de um navio para o outro”, acrescentou.

Lançado em 1995, o longa teve um orçamento inflado de cerca de US$ 100 milhões, mas arrecadou apenas US$ 18,3 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se um dos maiores fracassos comerciais de Hollywood.

As críticas negativas contribuíram ainda mais para o desempenho decepcionante, e o filme acabou gerando um prejuízo estimado em US$ 202 milhões.

A trama acompanha a filha mal-humorada de um bucaneiro moribundo que embarca em uma perigosa busca por um lendário tesouro. Após herdar parte de um mapa, ela reúne uma tripulação de confiança e inicia uma corrida contra o tempo para impedir que seus tios traiçoeiros coloquem as mãos nas riquezas.

Woody e Buzz se reúnem no trailer da sequência ‘Toy Story 5’; Confira!

A Disney divulgou o primeiro trailer da aguardada sequência ‘Toy Story 5‘.

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A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Desta vez, a aventura coloca Woody, Buzz e companhia diante de um desafio bastante atual, competir com celulares, tablets e dispositivos eletrônicos pela atenção das crianças.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Tiffany Haddish e Rosario Dawson estrelarão novo TERROR sobrenatural

De acordo com o Deadline, Tiffany Haddish (‘Mansão Mal-Assombrada’) e Rosario Dawson (‘À Prova de Morte’) serão as protagonistas do terror ‘The Lesson‘ (A Lição, em tradução livre).

JoJo Ryder, conhecido por produtor filmes como ‘Busca Implacável‘ e ‘O Último Golpe‘, será responsável pela direção e roteiro.

Na trama…

“A morte de uma professora dedicada desencadeia uma série de eventos perturbadores que começam a assombrar seus antigos alunos. À medida que os incidentes inquietantes se intensificam, segredos há muito enterrados e culpas não resolvidas ressurgem, forçando o grupo a confrontar um passado que acreditavam estar definitivamente enterrado.”

O projeto marcará a estreia diretorial de Ryder.

Ele também servirá como produtor executivo ao lado de Shawn Kowlessar, Jeff Williams, Lindsay Butler e Ryder Media.

As filmagens estão programadas para este ano, em Los Angeles.

“Estou animado em ter Tiffany e Rosario neste projeto,” declarou o cineasta. “Elas trazem intensidade, versatilidade e uma presença destemida que eleva cada cena. Esta história exige profundidade emocional tanto quanto suspense, e elas entregam ambos.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Star Wars’: Steven Soderbergh comenta cancelamento de filme sobre Kylo Ren; “Estamos todos muito decepcionados”

O cineasta Steven Soderbergh comentou recentemente sobre o cancelamento de ‘The Hunt for Ben Solo’, filme derivado do universo de Star Wars que daria continuidade à jornada do icônico personagem vivido por Adam Driver.

Segundo a Variety, o diretor falou sobre a entrevista de despedida de Kathleen Kennedy da Lucasfilm e revelou a frustração da equipe com o cancelamento do projeto.

“Todos nós ficamos frustrados. Sabe, foram dois anos e meio de trabalho gratuito para mim, Adam e a [roteirista] Rebecca Blunt. Quando Adam e eu discutimos a possibilidade de ele falar sobre isso publicamente, eu disse: ‘Olha, não editorialize nem especule sobre o motivo. Apenas diga o que aconteceu, porque tudo o que sabemos é o que aconteceu’. O motivo declarado foi: ‘Não achamos que Ben Solo poderia estar vivo’. E foi tudo o que nos disseram. Então não há nada a fazer, exceto seguir em frente”, disse Soderbergh.

‘Star Wars’: Kathleen Kennedy comenta status de ‘The Hunt for Ben Solo’, filme derivado focado em Kylo Ren

O cineasta também revelou que já imaginava o filme completo, mas ficou decepcionado com a decisão do estúdio.

“Eu já tinha praticamente feito o filme na minha cabeça e fiquei triste por ninguém mais poder vê-lo. Achei que a conversa seria estritamente prática, algo como: para onde isso vai e quanto vai custar? E eu tinha uma ótima resposta para isso. Mas nunca chegou a esse ponto. É insano. Estamos todos muito decepcionados”, continuou o diretor.

A revelação gerou forte repercussão entre os fãs da franquia. A atriz Daisy Ridley, que interpretou Rey na trilogia mais recente, comentou que já havia ouvido rumores sobre o projeto.

“Eu sabia de uma parte da história. Ouvi alguns rumores”, disse Ridley ao IGN. “Tenho muitos amigos na equipe, então as coisas sempre circulam assim. Mas, uau! Quando a notícia saiu, eu pensei: ‘Meu Deus!’ E foi ele quem contou, certo? Foi engraçado porque foi tipo: ‘Uau, o Adam está falando sobre isso’, e essa foi a grande surpresa do ano”.

A atriz também destacou o apoio dos fãs nas redes sociais.

“Eu adoro quando há um coletivo de positividade”, acrescentou. “A forma como a internet se uniu para tentar fazer isso acontecer é fantástica para todos nós. É bom estarmos unidos por algo de forma realmente positiva. Obviamente, todos sabem que ele era um personagem muito popular, mas também foi lindo pensar: ‘Uau, as pessoas realmente se importam e querem isso’. Eu simplesmente gosto disso”.

Fãs de ‘Star Wars’ intensificam campanha para resgatar filme solo de Kylo Ren estrelado por Adam Driver

Vale lembrar que o próprio Adam Driver já havia revelado a existência do roteiro, destacando que não estava pronto para se despedir de Ben Solo. O ator chegou a apresentar à Lucasfilm e à Disney uma proposta de spin-off que serviria como continuação direta deStar Wars: A Ascensão Skywalker’ (2019).

“Eu sempre tive interesse em fazer mais um Star Wars, disse o ator, conforme o Deadline. “Desde 2021, eu vinha conversando sobre isso. A Kathleen [Kennedy, presidente da Lucasfilm] entrou em contato. Sempre disse: com um ótimo diretor e uma boa história, eu toparia na hora. Eu amava aquele personagem e adorava interpretá-lo”.

Driver revelou que o conceito do filme foi transformado em um roteiro escrito por Steven Soderbergh, que ele descreveu como: “Um dos roteiros mais incríveis que já li em toda a minha carreira”.

Segundo o ator, o roteiro foi apresentado à Lucasfilm, que adorou a ideia e entendeu o “motivo e a abordagem” proposta para trazer Ben Solo de volta. No entanto, quando a proposta foi levada aos executivos da Disney, Bob Iger (CEO) e Alan Bergman disseram “não”.

“Eles não conseguiam ver como Ben Solo poderia estar vivo. E foi isso. Acabou por ali”, destacou.

O filme se chamaria provisoriamente “The Hunt for Ben Solo” (A Caça por Ben Solo), e segundo Driver“Mas esse projeto não existe mais, então finalmente posso falar sobre ele”.

Soderbergh comentou com bom humor: “Gostei muito de fazer o filme… na minha cabeça. Só lamento que os fãs não poderão vê-lo”.

‘Star Wars’: Steven Soderbergh revela que precisou mentir sobre a existência de filme focado em Ben Solo

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Cace ou se torne a PRESA no trailer dublado de ‘A Caçada’, novo SUSPENSE francês da Apple TV; Confira!

Apple TV divulgou o novo trailer dublado da série de suspense francesa ‘A Caçada‘.

Originalmente programada para dezembro de 2025, a produção chegará ao serviço de streaming no dia 4 de março.

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A série foi criada e dirigida pelo indicado ao César Cédric Anger (‘Na Próxima, Acerto o Coração’).

Na trama…

Franck (Benoît Megimel) e seus amigos de longa data, que passam os fins de semana caçando juntos, se deparam com outro grupo que começa a persegui-los sem motivo aparente. Apesar de um deles ter sido baleado, eles revidam e conseguem escapar. No entanto, ao retornar à sua vida normal com a esposa Krystel (Mélanie Laurent), Franck sente que está sendo observado ou rastreado por caçadores agora determinados a se vingar.

Damien Bonnard, Manuel Guillot, Cédric Appietto, Angelyna Danabe-Mignot, Paul Beaurepaire, Yann Goven, Sarah Pachoud e Patrick De Vallette também fazem parte do elenco.

Isabelle Degeorges, Clémentine Vaudaux, Alexis Barqueiro e Sidonie Dumas integram o time de produtores executivos.

Crítica | Truly Naked: Provocativo e inquietante, filme mostra adolescente como cameraman dos filmes X do próprio pai (Berlinale 2026)

Filme da mostra Perspectiva do Festival de Berlim 2026

Logo na primeira cena de Truly Naked, dirigido por Muriel d’Ansembourg, somos colocados diante de uma imagem ao mesmo tempo sedutora e desconfortável: um corpo feminino banhado em tinta dourada, pintado ao ritmo de uma relação sexual. A câmera percorre os seios, as nádegas, as costas e as pernas. Não é apenas erotização estética: é a mise-en-scène do olhar por trás das câmeras, voltada para a atenção digital, a partir do quarto de sua casa, em uma pequena cidade inglesa.

E esse olhar pertence ao adolescente introvertido Alec (Caolán O’Gorman) que filma as “brincadeiras” produzidas pelo pai, Dylan (Andrew Howard), ator e produtor de títulos que misturam fantasia exagerada, deboche e choque como motor de excitação. Enquanto muitos jovens não imaginam os pais nesse contexto, Alec não apenas assiste, mas também grava, seleciona e edita as imagens do ato. A premissa é inusitada e desloca o eixo do coming-of-age para a perspectiva de quem observa a sexualidade adulta. O filme não busca escândalo; investiga as consequências desse ambiente na formação emocional do adolescente.

Já vimos o cinema abordar esse universo sob outras perspectivas, como em Pleasure (2021), de Ninja Thyberg, que mergulhava na trajetória de uma jovem em busca de sucesso como atriz na indústria X. Ao contrário, aqui o foco é o filho que observa, e não quem atua. Ele está inserido nesse universo pelo desejo de reconhecimento e aprovação paterna. O prazer sexual de observar essas mulheres ainda não é perceptível; ele demonstra mais empatia pelas garotas e funciona como a voz da razão.

O roteiro acerta ao inserir a discussão dentro do contexto escolar, da relação pai e filho, e da descoberta da relação sexual. Enquanto tenta esconder dos colegas a profissão do pai, ele começa a confrontar seus próprios traumas: o luto materno, a tentativa recente de reconstrução familiar, a masculinidade tóxica naturalizada em casa. Com dosagem de drama, erotização e comédia, há, por exemplo, uma luta com objetos que simbolizam o falo paterno, usados como espadas entre pai e filho, subvertendo o complexo de Édipo.

Há algo muito forte na ideia de que ele olha, mas nunca toca. Ele cresce observando genitais femininas através da lente, aprendendo sexo como performance antes de compreender intimidade, consentimento e vulnerabilidade. O prazer surge como espetáculo. Como contraponto, o tímido garoto ganha uma oportunidade ao ser escalado para trabalhar em dupla com a feminista Nina (Safiya Benaddi). 

Mesmo dirigido por uma mulher, Truly Naked não abandona o voyeurismo, ele o expõe. É inevitável lembrar do conceito de male gaze, formulado por Laura Mulvey, e perceber uma tentativa da diretora desconstruí-lo. O corpo feminino, entretanto, ainda aparece oferecido ao consumo de um olhar que não participa, apenas observa e deseja algo inalcançável. A pornografia, sugere o longa, talvez não seja nociva apenas no ato individual de assistir, mas na construção do imaginário coletivo.

 

A colega feminista da escola adiciona outra camada à discussão, questionando por que ainda é tão difícil conceber brincadeiras voltadas ao desejo feminino, em que mulheres sejam sujeitos e não objetos. Ao mesmo tempo, o filme evita simplificações: Lizzie (Alessa Savage), uma das atrizes dos vídeos caseiros do pai, declara estar satisfeita com seu modo de sustento e escolha. O feminismo aqui aparece como campo de tensão, ainda incapaz de resolver todas as contradições entre autonomia e estrutura.

A problemática não seria os filmes em si, mas o patriarcado que sustenta esses olhares estruturantes sobre a objetificação feminina, mesmo que seja uma escolha do indivíduo. Uma sequência particularmente impactante desmonta fantasias obscuras como as dos mangás hentai. A ideia de um vídeo do fetiche envolvendo tentáculos e orifícios transforma-se em tormento real para Lizzie. A fantasia perde o verniz. O prazer encenado revela violência, constituindo um dos momentos mais contundentes do filme

No centro de tudo de Truly Naked, porém, está a tentativa do garoto de romper o ciclo e buscar conhecer o próprio corpo, gostos e desejos. Sua primeira tentativa de intimidade com Nina é prejudicada por conta da reprodução de algo desses vídeos. A garota que pilota a moto — ocupando simbolicamente o lugar de condução — não gosta do lugar de submissão e este rompimento marca o ponto de virada na forma como ele enxerga o próprio desejo. Com Nina, ele descobre que intimidade não é espetáculo, mas experiência vivida.

O jovem ator protagonista Caolán O’Gorman ainda oscila entre contenção excessiva e momentos menos orgânicos, mas essa instabilidade dialoga com o próprio processo de formação do personagem. Ele lembra Paul Mescal em um dos seus primeiros trabalhos na série Normal People. Embora o roteiro avance na discussão, poderia explorar mais a dimensão econômica do trabalho do pai. O garoto ajuda, como ajudaria em qualquer outra tarefa para sustentar a casa, e não por gozo.

Truly Naked não é moralista em relação a esse universo, nem aprofunda a luta de classes de quem participa dele, embora haja passagens que retratem a situação financeira precária de alguns personagens, principalmente das atrizes que trabalham com Dylan. 

Imperfeito, mas provocador, o longa abre uma discussão necessária sobre intimidade, masculinidade e a educação sentimental de uma geração que cresceu com o sexo na palma da mão desde a infância. O desfecho estabelece uma diferença clara entre estar presente e fantasiar sobre o sexo, entre visualizar e viver, entre consumir e se relacionar. O desfecho remete ao título: despir-se das fantasias e confrontar a intimidade real.

Ouça “Twisting The Knife”, nova CANÇÃO original de Ice Nine Kills e Mckenna Grace para ‘Pânico 7’

A banda de rock Ice Nine Kills lançou, em colaboração com a atriz e cantora Mckenna Grace, uma música inédita para a trilha sonora da aguardada sequência ‘Pânico 7′.

Intitulada “Twisting the Knife”, a canção já está disponível nas principais plataformas de streaming e veio acompanhada de um clipe oficial.

Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro.

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Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

‘Harry Potter’: Daniel Radcliffe diz que conversou com o elenco original sobre o reboot

harry potter e as relíquias da morte

O astro Daniel Radcliffe, eternamente lembrado como o “menino que sobreviveu”, revelou recentemente ter conversado com seus antigos colegas de elenco, Emma Watson e Rupert Grint, sobre o aguardado reboot televisivo de Harry Potter produzido pela HBO.

Conforme à Variety, Radcliffe comentou especificamente sobre o quão surreal é observar novas pessoas iniciando essa jornada tantos anos depois.

“[Não tivemos] muita comunicação sobre a série especificamente. É uma daquelas situações em que acho que todos nós simplesmente sabemos como os outros se sentem, porque também estamos sentindo isso. Você vê as fotos dessas crianças e só quer pegá-las e abraçá-las. Esse é o impulso que acho que todos nós, principalmente, temos”, afirmou Radcliffe.

‘Harry Potter’: Dominic McLaughlin revela reação ao ler carta de Daniel Radcliffe; “Insano”

Radcliffe, Watson e Grint deram vida a Harry, Hermione e Rony nos oito filmes lançados entre 2001 e 2011. Para a nova versão da HBO, os papéis foram assumidos por Dominic McLaughlin, Arabella Stanton e Alastair Stout.

Essa nova geração trouxe ao ator uma perspectiva inédita sobre sua própria infância no set.

“Quando você tem 11 anos e está fazendo algo, pensa: ‘Claro que sou velho o suficiente para fazer isso, é a idade mais velha que já tive’. Mas agora, quando encontro crianças de 11 anos, fico tipo: ‘Uau, isso parece loucura’. Isso coloca tudo em perspectiva”, refletiu.

Essa percepção também renovou sua gratidão familiar: “Honestamente, me faz admirar meus pais ainda mais. Pensar que eles me ajudaram a passar por algo insano com tanto humor… é uma grande responsabilidade”.

A nova série de ‘Harry Potter’ tem estreia prevista para 2027.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

O elenco inclui:

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Harry potter 11

‘Beauty in Black’: Trailer da segunda parte da 2ª temporada promete acerto de contas INTENSO; Confira!

A Netflix divulgou o trailer da segunda parte da 2ª temporada de ‘Beauty in Black‘, série dramática de Tyler Perry.

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A produção retornará com episódios inéditos no dia 19 de março.

A trama é centrada em Kimmie (Taylor Polidore Williams), uma stripper que se envolve com o mundo de uma família que administra um império de cosméticos — e um esquema de tráfico.

Retorne a Westeros com o teaser trailer da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão’

HBO divulgou o espetacular teaser trailer oficial da 3ª temporada de A Casa do Dragão, elogiada e premiada série derivada do universo Game of Thrones.

Confira:

Em uma recente declaração oficial (via SFF Gazette), o presidente e CEO de Conteúdo da HBO e Max Casey Bloys confirmou que a janela de estreia do próximo ciclo está centrada em junho de 2026.

“Acho que será um pouco fora [da janela de egilibilidade  ao Emmy 2026]”, ele afirmou, referindo-se à data máxima de submissão ao prêmio, 31 de maio de 2026. Vale lembrar que, em janeiro do ano que vem, uma outra produção derivada chegará às telinhas dos fãs: ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Crítica | DAO: Diretor franco-senegalês transforma festa de casamento em reflexão sobre raízes culturais dos imigrantes (Berlinale 2026)

Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026

Na mostra competitiva do 76° Festival de Berlim, DAO, do diretor franco-senegalês Alain Gomis, propõe uma imersão ambiciosa — e exaustiva — na experiência da migração africana para a França. Com quase três horas de duração, o filme reflete sobre pertencimento, tradição e as fissuras deixadas pelo passado colonial francês, especialmente entre aqueles que nasceram na França, mas carregam a herança cultural de seus ancestrais.

Alain Gomis inicia a narrativa apresentando a definição do título DAO: “é um movimento perpétuo e circular que flui em tudo e une o mundo”. A frase funciona como chave de leitura: o ciclo da migração, o ciclo das tradições, o ciclo das relações familiares que se rompem e se reencontram. Um movimento que nunca é exatamente o mesmo, mas que se repete — como a própria diáspora.

Em um gesto metalinguístico, o filme assume tom quase confessional ao começar encenando um processo de direção de elenco. É nesse movimento que conhecemos Glória (Katy Corrêa), uma mulher de 50 anos, mãe solo, cuja filha (D’Johé Kouadio), de 22, decide se casar. As duas passam a condensar milhares de histórias de famílias oriundas de países colonizados pela França — especialmente Guiné-Bissau — que vivem hoje em território francês. Gomis, entretanto, evita transformar seus personagens em símbolo coletivo. Eles representam uma comunidade, mas permanecem indivíduos, cada qual com sua própria trajetória e cicatrizes.

A decisão da filha mobiliza não apenas um evento familiar, mas um retorno às origens. A viagem à Guiné-Bissau para realizar a cerimônia — custosa, extensa, repleta de rituais — torna-se gesto de honra ao avô falecido e de reafirmação cultural. Casamento e luto coexistem; celebração e memória caminham juntas. O passado, que parecia resolvido, ressurge nas conversas entre mãe e filha e, sobretudo, nos encontros com o pai ausente que retorna à cena, vivido pelo ator franco-algeriano Samir Guesmi. É nesses diálogos — delicados, às vezes duros — que o filme encontra sua força mais humana.

Há cenas emblemáticas que sintetizam essa ideia de circularidade cultural. Durante a festa, todos cantam juntos “Killing Me Softly with His Song”, imortalizada por Roberta Flack e regravada pelos Fugees. A canção ecoa como elo entre continentes, reafirmando que identidade também é trânsito e reinvenção.

A câmera acompanha exaustivamente cada etapa dos rituais: danças, cantos, cerimônias, preparo dos alimentos e sacrifícios de animais. Estes últimos são momentos visualmente incômodos, mas coerentes com a proposta de retratar a cultura sem filtragens ou concessões ao olhar ocidental. O filme não julga nem suaviza — apenas mostra. Talvez falte uma problematização mais incisiva para tensionar essas tradições, porque nem toda herança cultural é intocável.

Ainda assim, é significativo que Gomis ocupe esse espaço narrativo a partir de dentro da comunidade africana na França, retratando-a não como bloco homogêneo, mas como um conjunto de indivíduos complexos. O filme oscila entre momentos de grande força — como a despedida entre mãe e filha — e trechos dispersos que diluem seu impacto. Se DAO é o movimento circular que estrutura o mundo, o longa deixa uma pergunta central: o que escolhemos repetir e o que estamos prontos para transformar? A trajetória de Glória e sua filha aponta para uma das respostas possíveis.

Crítica – At The Sea: Amy Adams encara o vazio em drama que se perde na própria deriva (Berlinale 2026)

Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026

Um close no rosto de Amy Adams encarando o vazio. A câmera se abre e revela que ela está em um círculo de percussão, batendo um tambor com outras pessoas, mas sua expressão permanece congelada, deslocada daquele ambiente. Assim começa At The Sea, do húngaro Kornél Mundruczó, exibido na competição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. A promessa é clara: estamos diante de uma mulher dissociada, à deriva. O mar que dá título ao filme surge como metáfora evidente dessa condição.

O longa acompanha a ex-bailarina Laura (Amy Adams), que retorna para casa após seis meses em reabilitação, depois de um acidente de carro com o filho provocado pelo abuso do álcool. Diretora de uma companhia de dança, mãe de dois filhos, esposa distante, herdeira de uma vida confortável — as camadas dramáticas são abundantes. Nenhuma, porém, se articula de maneira orgânica. Tudo soa como esboço.

O roteiro de Kata Wéber insiste em flashbacks de um pai exigente e na sugestão de um trauma infantil que teria levado ao álcool como válvula de escape. Essas memórias, no entanto, carecem de densidade emocional e não reverberam no presente. Funcionam como explicação, mas não como drama.

As cenas de dança no presente são especialmente frágeis. A coreografia e a preparação corporal não convencem como trajetória profissional de alto nível. A encenação é rígida, por vezes constrangedora. A repetição de enquadramentos — Laura caminhando pela costa, quase sempre com saída de praia sobre o maiô ou de camisola — reforça uma monotonia visual que contamina o filme. Figurino e direção parecem ter desistido da personagem, assim como ela parece ter desistido de si mesma.

A letargia que domina Laura poderia ser lida como depressão ou como efeito da abstinência alcoólica. O roteiro, entretanto, não escolhe um eixo dramático claro. Ela busca redenção? Reconstrução familiar? Libertação artística? Nada se consolida como trajetória. O que se vê é uma mulher paralisada diante da própria vida, sem que o filme construa forças dramáticas capazes de tensionar essa inércia.

A relação com o marido Martin (Murray Bartlett), permanece vaga. A tensão com a filha adolescente (Chloe East), que assumiu responsabilidades durante sua ausência, é tratada de forma colateral. O filho mais novo (Redding Munsell) demonstra ressentimento, mas qualquer possibilidade de lidar com as consequências do acidente provocado por ela se dissolve rapidamente após um incidente com uma queimadura de água-viva, mais um episódio que não produz consequências significativas.

Surge então um possível ponto de inflexão: um vendedor de pipas interpretado por Brett Goldstein, conhecido pela série Ted Lasso. Ele representa a promessa de uma conexão e de um recomeço. Contudo, a relação se limita a diálogos expositivos sobre vício e sobrevivência “um dia de cada vez”. Não há tensão, nem química, nem transformação.

Nem mesmo a longa discussão entre mãe e filha na praia, que deveria constituir o clímax emocional, encontra força dramática. O conflito não se sustenta, e a reconciliação soa forçada, culminando em uma dança conjunta sem coordenação ou significado claro. O gesto, que poderia simbolizar reconstrução, apenas reforça a artificialidade da encenação.

Seis vezes indicada ao Oscar, Amy Adams parece novamente presa a projetos que prometem complexidade psicológica, mas resultam em superficialidade. Desde Era uma Vez um Sonho (2020), passando por A Mulher na Janela (2021) e Canina (2024), sua filmografia recente revela escolhas que não encontram a densidade dramática à altura de seu talento, como os trabalho com Denis Villeneuve e David O. Russell.

At The Sea propõe um estudo sobre vazio existencial, mas entrega vazio narrativo. O filme aspira a um retrato de trauma, culpa, abstinência e identidade artística — temas já explorados pela mesma dupla de diretor e roteirista em Pedaços de Uma Mulher (2020). Aqui, porém, eles optam por não se aprofundar plenamente em nenhuma dessas frentes. Ao final, impõe-se a pergunta: por que contar a história de uma mulher à deriva se o próprio filme não sabe para onde navegar? O vazio da personagem poderia ser devastador; o que permanece, entretanto, é apenas um vácuo.

Ghibli Fest retorna aos cinemas de todo o Brasil com 14 NOVOS títulos; Saiba mais!

chihiro cinepop

O carnaval acaba, mas a festa continua de outra forma!

A Sato Company convida o público a estender as celebrações de fevereiro com a segunda fase do Ghibli Fest, que desembarca nos cinemas de todo o Brasil na próxima quinta-feira (19/02). A Sato Company apresenta aos fãs brasileiros 14 filmes clássicos do icônico e amado estúdio japonês.

Esta segunda parte da mostra contará com sete obras inéditas em relação à edição anterior, além do retorno de sete sucessos que marcaram a primeira metade do festival. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.

As animações do Studio Ghibli destacam-se por sua identidade visual única. Em seus filmes, o cotidiano e o fantástico coexistem, permitindo que deuses e criaturas mágicas habitem ambientes realistas. O ritmo das obras valoriza a contemplação, transformando grandes aventuras e pequenos gestos em jornadas profundas de amadurecimento e autodescoberta.

Confira os 14 títulos selecionados para a 2ª parte do festival:

  • Nausicaä do Vale do Vento
  • O Castelo no Céu
  • Meu Amigo Totoro
  • O Serviço de Entregas de Kiki
  • Porco Rosso: O Último Herói Romântico
  • Princesa Mononoke
  • A Viagem de Chihiro
  • O Reino dos Gatos
  • O Castelo Animado
  • Contos de Terramar
  • Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
  • O Mundo dos Pequeninos
  • O Conto da Princesa Kaguya
  • As Memórias de Marnie

‘Coven Academy’: Devon Sawa entra para a nova série SOBRENATURAL do Disney+

Segundo o DeadlineDevon Sawa (‘Chucky’, ‘Premonição’) foi escalado para o elenco da dramédia sobrenatural ‘Coven Academy’, do Disney+.

Em caráter convidado, o astro dará vida ao Sr. Cole, o “professor descolado” da escola que está cansado de ver adolescentes confundindo talento com preparo. Ele é o adulto que pode te zoar e te proteger ao mesmo tempo. Um bom homem e um bruxo brilhante. É apenas mais um ano na Academia Coven até que o Sr. Cole e o resto do corpo docente sejam abalados por um novo aluno surpreendente que ameaça mudar tudo.

O projeto foi criado por Tim Federle (‘High School Musical: O Musical: A Série’, ‘Apresentando Nate’) e foi encomendado no ano passado.

Ainda não se sabe quando a serie irá estrear, mas sabe-se que ela será exibida no Disney Channel e no Disney+.

Ambientada em Nova Orleans, ‘Coven Academy’ acompanha três bruxas adolescentes e seus colegas bruxos perigosamente charmosos em uma escola de magia de elite, onde poder é moeda corrente, segredos são letais e atração é um risco. Presas entre antigas guerras sobrenaturais e amores proibidos, o clã precisa decidir até onde estão dispostas a ir para proteger sua cidade — e a si mesmas.

O elenco protagonista inclui Malina Pauli WeissmanMalachi BartonJordan LeftwichOra DuplassLouis ThresherTiffani ThiessenSwayam BhatiaBrendon TremblayKeegan Connor Tracy.

Federle entra como criador e produtor executivo ao lado de Darren SwimmerTodd SlavkinAmanda RowBronwyn North-Reist.

‘Invencível’: Prime Video revela cronograma de EXIBIÇÃO da 4ª temporada; Confira!

A 4ª temporada de ‘Invencível‘ retorna muito em breve ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou o cronograma de exibição dos episódios do novo ciclo.

A próxima iteração tem lançamento marcado para o dia 18 de março, com três episódios sendo disponibilizados para os assinantes. O restante dos capítulos será exibido em caráter semanal até 22 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

  • 18 de março: episódios 1, 2 & 3
  • 25 de março: episódio 4
  • 1º de abril: episódio 5
  • 8 de abril: episódio 6
  • 15 de abril: episódio 7
  • 22 de abril: episódio 8

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

A produção conta com as vozes de Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.