Site Página 2618

High as Hope | Elogiado álbum de Florence + the Machine faz 5 anos em 2023

Em uma das últimas vezes que Florence Welch visitava Nova York a passeio, mal sabia ela que o passeio que lhe rendeu a triste e controversa tatuagem Always Lonely lhe renderia uma epifania criativa que serviria como inspiração para seu quarto álbum de estúdio, High as Hope. Partindo de um pequeno poema que escrevera à sua amiga, Polly, o título emprestado na verdade também pode ser encarado como uma dúbia mensagem tanto para a carreira da cantora quanto de sua crescente fan base. Afinal, o disco não funciona apenas como uma ode melancólica de esperança, mas também delineia os caminhos tortuosos do amadurecimento e da vida adulta, incluindo o enfrentamento de fantasmas passados – de modo muito mais profundo que podemos imaginar.

Não é nenhuma surpresa que o nome Florence + the Machine tenha se tornado conhecido no meio indie com força descomunal, conquistando um cenário já saturado com investidas complicadas e não tão bem aceitas. Felizmente, a banda, construída das formas mais não ortodoxas possíveis, consegue inovar e renovar seu estilo ao fazer do melhor uma mistura aplaudível de vários gêneros, passando pelo conhecido rock e mergulhando no folk e no soul com naturalidade e graça. Tanto é que, ao longo das poucas dez faixas, Welch entrega-se a diversos monólogos acerca de seus problemas passados, distúrbios psicológicos, reabilitações emocionais – temas que são explorados com um toque único e mágico, próprio da artista. Neste álbum, narrativas cruéis são transformadas em uma jornada transcendental, arquitetadas com melodias suaves e quase épicas, por assim dizer – buscando referências até de seus trabalhos anteriores.

“June”, música que abre esse escopo, é uma história romântica que brinca com as construções tonais e modais de uma composição entre o rústico violão que logo dá lugar para um bem-vindo piano, à medida em que a superficialidade atmosférica se torna mais profunda, transformando-se no reencontro entre duas almas perdidas numa chuvosa Chicago. Acostume-se a ver tais cenários pintados em High as Hope: o bucolismo excessivo parece ser marca registrada de Florence, e também é trazida em outras investidas como South London Forever” e, de modo mais sutil, Big God”, que nos transporta diretamente para uma época remota movida pela fé e pela esperança. A presença de um quase invisível synthpop, com suas explosões eletrônicas contidas, consegue harmonizar quase completamente com a potente voz da cantora e seus falsetes on point – afinal, sua tecedura em mezzo­-soprano lírico não poderia ser desperdiçada.

O primeiro ápice do conjunto emerge em Hunger”, que inclusive ganhou sua versão em videoclipe. Welch começa com sua cantoria falada, discorrendo sobre o amor ter a mesma sensação que um vazio compulsório – motivo dela ter começado a passar fome por pura e espontânea. Entretanto, esse simbolismo não deve ser encarado de modo muito burlesco, visto que se refere à dificuldade enfrentada pela cantora durante seus transtornos alimentares (principalmente anorexia) e como tudo aquilo afetou seu cotidiano. Sem sombra de dúvida, abrir-se em relação a um assunto tão complicado e ainda visto como tabu na sociedade em que vivemos é uma jogada muito corajosa – ainda mais construindo-se de modo paradoxalmente clássico e moderno. Até mesmo o pre-chorus repetitivo entra como um respaldo crescente para a estrofe principal, de forma proposital e representando um ciclo difícil de ser quebrado sem ajuda.

Talvez um dos pequenos problemas trazidos pelo álbum é o jeito que certas faixas se desenrolam. Toda a ambience nos coloca em uma progressão de emoções que precisaria encontrar um ápice tão digno quanto o que nos promete; entretanto, essa necessidade parece encontrar uma barreira que, mesmo intencional, deixa-nos querendo mais, sedentos por uma conclusão mais definitiva e catártica. Em Sky Full of Songs”, mesmo com a beleza de sua letra e com Welch mostrando suas habilidades vocais em uma crueza visceral, o chorus mantém-se linear, com poucos indícios de que será mais explorado. Não tiro mérito da faixa em si, só deixo um descontentamento inocente de que esse potencial poderia ser levado muito mais adiante.

O que é engraçado, pois Grace”, que também mergulha numa delineação similar, mantém-se unidimensional até explodir sem aviso prévio quando as estrofes principais chegam. Em outras palavras, posso dizer que uma investida sem intenções de se tornar-se grandiosa funcionou melhor que uma escolha comercial – e Florence trabalha muito bem com seu vibrato em diversos pontos, rendendo-se a uma narrativa de crença que beira o trágico, mas que logo se volta para um significado interessante da vertente coming-of-age.

A campesina suavidade do folk desaparece conforme chegamos em duas faixas específicas do CD. Em Patricia” e 100 Years”, as investidas da cantora voltam na exploração de seus falsetes, amalgamados a notas que mostram suas referências instantaneamente conhecidas das décadas de 1970 e 1980 – conseguimos até mesmo ouvir certos momentos que emulam a vertente mais visceral de Bonnie Tyler e Cindy Lauper, sempre repaginadas com a presença indecifrável da lead singer. Tais músicas trazem um respaldo do rocksuave misturado a um indie pop que traça um caminho soberbo e irreverente, renegando as construções clássicas do escopo musical atual – odes a um amadurecimento como nenhum outro.

E justo quando nós pensávamos entender o que Florence Welch pretendia ao nos entregar à sua nova obra, ela retorna em um baque melodramático com suas duas últimas tracks. Em The End of Love”, voltamos a mergulhar nas viagens sinestésicas da cantora, acompanhando-a para a tristeza de um dia de verão de Nova York – no que podemos encarar como uma de suas melhores baladas em muito tempo, seja pela entrega vocal, seja pela letra minuciosamente escrita. E, em mais um de seus ápices, o hino da compreensão da vida adulta insurgem em No Choir”, uma apatia proposital que quebra as ilusões que temos quando mais jovens e que preza pela máxima do carpe diem.

High as Hope tem seus problemas estruturais, mas sem sombra de dúvida é um marco muito bem-vindo na discografia da banda. E o mais incrível talvez seja a incessante busca pelo novo e pelo original, contrariando a permanência compulsória de grupos do mesmo gênero em uma zona de conforto que já se mostrou limitada e desgastada.

Cannes 2023 | Dia 6 – Karim Aïnouz apresenta ‘Firebrand’ na Competição pela Palma de Ouro

Brasileiro concorrendo à Palma de Ouro? Temos o cearense Karim Aïnouz com a sua estreia internacional com o filme histórico Firebrand (O Jogo da Rainha) ao lado da sueca Alicia Vikander e o britânico Jude Law. Eles interpretam o casal monárquico Katherine Parr e Henrique VIII. 

Esta é a primeira vez do brasileiro na Mostra Competitiva, o cineasta já esteve duas vezes como diretor na mostra Un Certain Regard, com os filmes Madame Satã (2002) e A Vida Invisível de Eurídice Gusmão (2019). Além disso, Karim Aïnouz apresentou na Sessão Especial do Festival, em 2021, o documentário Marinheiro das Montanhas, ainda inédito no Brasil e previsto para o segundo semestre deste ano.

Na noite de hoje, dia 21 de maio, o diretor brasileiro foi longamente aplaudido apos a sessùao de Firebrand e gritou entre agradecimentos: “Viva o Brasil! Viva o cinema brasileiro! Viva o Lula!”. Veja no vídeo abaixo os nossos comentários sobre Firebrand e outros filmes conferidos hoje.

  1. May December (Maio Dezembro), de Todd Haynes
  2. Banel & Adama, de Ramata-Toulaye Sy
  3. Only The River Flows (Somente o Rio Corre), de Wei Shujun
  4. Firebrand (O Jogo da Rainha), de Karim Aïnouz

Vin Diesel quebra o silêncio sobre os RETORNOS chocantes em ‘Velozes e Furiosos 10’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro Vin Diesel comentou sobre os chocantes retornos na sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘.

*SPOILERS ABAIXO*

O novo capítulo da franquia trouxe de volta a Gisele (Gal Gadot), que havia aparentemente morrido no sexto filme após um sacrifício para salvar o Han (Sung Kang). Além dela, a produção também contou com o retorno do Dwayne Johnson – que, após uma briga intensa e pública com Diesel, havia alegado que nunca mais retornaria à saga.

“As discussões sempre são sobre como podemos tornar o filme ainda melhor. O que parece certo para a franquia? Como podemos fazer os espectadores felizes? E ambos os retornos claramente deixaram as pessoas felizes. Quando juntamos isso com a temática recorrente de união na franquia, gera uma combinação perfeita.”

A atriz Jordana Brewster também comentou o que achou dos retornos dos astros: “Primeiro, eu ouvi sobre a Gal, então ouvi sobre o retorno do Dwayne. Fiquei chocada que eles iriam retornar.”

Por fim, o novato Alan Ritchson acrescentou: “Como um fã da franquia, eu fiquei chocado. Não estava esperando por isso. Não me deram nenhum tipo de aviso antes de descobrir. Então, a minha experiência foi como a dos espectadores.”

Vale lembrar que ‘Velozes e Furiosos 10‘ arrecadou impressionantes US$ 319 milhões durante o primeiro final de semana nas bilheterias mundiais – tornando-se a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 251.4 milhões através de 84 mercados. Os números representam a maior estreia internacional do ano, além de ser a segunda melhor da franquia – ficando atrás apenas de ‘Velozes e Furiosos 8‘.

Em geral, ‘Velozes e Furiosos 10‘ alcançou o terceiro maior lançamento da franquia. Para termos de comparação, a nova sequência registrou um desempenho 77% acima de ‘Velozes e Furiosos 9‘, 36% acima do spin-off ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘, e 13% e 17% abaixo de ‘Velozes e Furiosos 8‘ e ‘Velozes e Furiosos 7‘, respectivamente.

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Neill Blomkamp revela por que resolveu dirigir uma adaptação de ‘Gran Turismo’

Em entrevista ao Total Film, o diretor Neill Blomkamp, conhecido por ‘Distrito 9’‘Elysium’, comentou sobre a vindoura adaptação cinematográfica de Gran Turismo – De Jogador a Corredor’ e explicou por que resolveu comandar o live-action.

“Eu sou obcecado por carros. Totalmente obcecado”, ele conta. “Então, eu fiquei: ‘sim, eu provavelmente deveria fazer esse filme”.

Anteriormente, em conversa com o PlayStation Blog, o cineasta revelou que, a princípio, havia apresentado um roteiro de ficção científica para a Sony Pictures, mas acabou sendo convidado a trabalhar na adaptação.

“A primeira coisa que eu pensei foi: ‘como um simulador de corrida poderia ser adaptado para o cinema?’. Mas eu li o roteiro e me interessei rapidamente, porque sou um amante de carros”, ele disse..

Segundo Blomkamp, o filme se diferencia por tratar o jogo como um jogo e por ser baseado na história real de Jann Mardenborough, que aprendeu a dirigir jogando antes de se tornar um piloto profissional na vida real. “É uma história incrível”, afirmou.

O diretor também destacou que se interessou pelo projeto porque seus filmes costumam ser sombrios e distópicos, enquanto ‘Gran Turismo‘ é uma história inspiradora.

“Eu nunca imaginei que faria um filme que deixaria o público animado e inspirado na saída do cinema. Isso realmente me atraiu”, concluiu Blomkamp.

Confira o trailer:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de agosto.

Dirigido por Neill Blomkamp (‘Distrito 9’), o longa é baseado em uma história real.

A trana segue a história de um jogador adolescente de Gran Turismo, cujas habilidades de jogo o permitiram vencer uma série de competições da Nissan, e até mesmo se tornar um verdadeiro piloto profissional de carros de corrida.

O elenco ainda conta com Archie Madekwe, Orlando Bloom, Darren Barnet, Josha Stradowski, Djimon Hounsou, Geri Horner e Emelia Hartford.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ultrapassa US$ 650 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de um mês, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 650 milhões mundialmente.

O longa já conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$475.9M), tornando-se a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ (US$1.2B).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 266.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 392.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 659.1 milhões.

Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas.

Em seu terceiro final de semana nas bilheterias dos EUA, a produção sofreu uma queda de apenas 48% – um resultado muito semelhante à semana anterior, que representou a menor queda para uma produção da Marvel desde o início da pandemia.

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

 

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘S.W.A.T.’: 7ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser trailer oficial; Confira!

CBS divulgou o teaser trailer oficial da 7ª e última temporada de ‘S.W.A.T.’.

O ciclo de encerramento estreia ainda este ano na emissora e na Paramount+, mas sem dia confirmado até o momento.

Confira:

A nova iteração contará com 12 episódios.

Criada por Shawn Ryan e Aaron Rahsaan Thomas, a produção é baseada na clássica série homônima de 1975.

A trama segue um tenente da SWAT que está dividido entre a lealdade às ruas e o dever com seus colegas quando lhe é dada a oportunidade de liderar uma unidade altamente qualificada para resolver crimes em Los Angeles.

O elenco conta com Shemar Moore, Alex Russell, Kenny Johnson, David Lim, Patrick St. Esprit, Rochelle Aytes e Jay Harrington.

Revival de ‘Futurama’ ganha sinopse OFICIAL; Confira!

O Hulu divulgou a sinopse oficial da nova temporada da série animada ‘Futurama‘, que havia sido finalizada há uma década.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 24 de julho.

Confira:

A produção poderá ser acompanhada por novos espectadores, mas também funcionará como uma sequência direta da série original – e seguirá a continuação da épica história de amor entre o Fry e a Leela, o conteúdo misterioso da caixa do Nibbler, a história secreta do Papai Noel Robô, e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Enquanto isso, há uma nova pandemia na cidade enquanto a equipe explora o futuro das vacinas, bitcoins, cultura do cancelamento e streaming.

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’) e David X. Cohen (‘Beavis and Butt-Head’), ‘Futurama estreou em 1999 e rapidamente ganhou seguidores fiéis e aclamação da crítica, incluindo dois Emmys de Melhor Série Animada. Apesar de seu cenário em um futuro distante, o programa é conhecido por suas críticas ácidas e satíricas sobre a vida no presente.

A trama gira em torno de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).

‘With Love’: Prime Video divulga 1ª temporada COMPLETA no YouTube!

A 2ª temporada da série romântica With Love chega em breve ao Prime Video e, enquanto os novos episódios não estreiam, a plataforma de streaming divulgou o ciclo de estreia completo e gratuito no YouTube.

Assista:

A nova iteração tem estreia agendada para o dia 02 de junho.

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

Globo Filmes anuncia ONZE novos filmes, incluindo ‘Elza’, ‘Os Farofeiros 2’ e a estreia diretorial de Dira Paes

Globo Filmes, subsidiária da companhia midiática Globo e uma das produtoras nacionais de maior sucesso do Brasil, anunciou 11 novos projetos fílmicos nos últimos dias (via Variety).

Os novos títulos trazem parceria com o diretor e roteirista Gabriel Mascaro (‘Divino Amor, ‘Boi Neon’), o diretor Eryk Rocha (‘Cinema Novo’, ‘Edna’) e a icônica atriz Dira Paes (‘Pureza’, ‘A Floresta de Esmeraldas’).

No total, a companhia investiu mais de R$35 milhões na produção dos longas-metragens.

Confira as produções já confirmadas e novas abaixo:

A BATALHA DA MARIA ANTÔNIA, Vera Egito

Da ilustre roteirista e diretora Vera Egito, co-roteirista do clássico ‘Serra Pelada’ e diretora da série LGBTQIA+ da HBO ‘Todxs Nós’, ‘A Batalha da Maria Antônia’ faz um retrato em 21 tomadas da última noite do conflito da Rua Maria Antônia, travada em outubro de 1968 entre estudantes e professores da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo e militares do Brasil.

COLEGAS 2, Marcelo Galvão

Marcel Galvão alcançou grande sucesso quando lançou o drama ‘Colegas’, em 2012, sendo bastante aclamado pela produção. Agora, Galvão ficará responsável pela sequência, que trará os protagonistas Stalone (Ariel Goldenberg) e Aninha (Rita Pook) em uma road trip decadente.

ELZA, Eryk Rocha

Apoiado pela Aruac Filmes e pela Maria Farinha Filmes, um retrato da personalidade, visões e legado, e o que isso representa para os negros de todo o mundo, da cantora brasileira Elza Soares, indicada como cantora do milênio, junto com Tina Turner, em 1999 – e que faleceu em janeiro de 2022.

OS FAROFEIROS 2, Roberto Santucci

Sequência da comédia de grande sucesso de 2018. Desta vez, os colegas de trabalho Alexandre, Lima, Rocha e Diguinho, estão em apuros após ganharem uma viagem para a Bahia. Viagem dos sonhos essa não é. Roberto Santucci traz para o projeto sua forma cômica, cuja estreia está marcada para o dia 28 de dezembro.

O HAITI É AQUI, Fabio Mendonça, Teodoro Poppovic, Maurício Bouzon

Os vencedores do Emmy Kids Internacional Fabio Mendonça e Teodoro Poppovic (‘Pedro & Bianca’) juntam-se a Maurício Bouzon para dirigir este drama. O filme acompanha Clarens ,que perde empregos diariamente e percebe como a vida é difícil. Ele então conhece Diana, uma jornalista com olhos para torná-lo um personagem para seu artigo.

MINHA IRMÃ E EU, Susana Garcia

Com estreia marcada para 04 de janeiro de 2024Minha Irmã e Eu reúne Ingrid Guimarães Tatá Werneck (que estrelaram a comédia ‘De Pernas pro Ar 2’, em 2012). A trama é comandada por Susana Garcia, conhecida por seu trabalho na franquia ‘Minha Mãe é uma Peça’.

NELSON PEREIRA DOS SANTOS – UMA VIDA DE CINEMA, Aida Marque, Ivelise Ferreira

O documentário ‘Nelson Pereira dos Santos – Uma Vida de Cinema’ mostra o homem “precursor do Cinema Novo” por detrás da câmara, os seus pensamentos e os seus sonhos. Vale lembrar que seu legado reflete a riqueza da cultura brasileira no mundo inteiro. O filme foi exibido no Festival de Cannes 2023.

NOVAS SEVERINAS, Eliza Ribeiro Capai

Diretora multipremiada do documentário ‘Espero Tua (Re)volta’, Eliza Ribeiro Capai retorna com um retrato intimista de uma geração que acompanha o impacto da autonomia de uma primeira geração de mulheres livres da fome e com acesso à saúde e à educação no Brasil.

OUTRO LADO DO CÉU, Gabriel Mascaro

Tendo deslumbrado em Sundance com ‘Divino Amor’Gabriel Mascaro retorna em breve com mais um ambicioso projeto – intitulado ‘Outro Lado do Céu’. Na trama, em nome da retomada econômica, o Governo Brasileiro criou um sistema perene de isolamento vertical compulsório de idosos acima de 80 anos para serem confinados numa colônia. Teca tem 77 e vive no vilarejo de Muriti, na Amazônia, quando é surpreendida com o anúncio da redução da idade, incluindo sua faixa etária. Acuada, Teca faz uma intrigante jornada escondida dos oficiais em meio a rios, barcos e ao submundo para tentar de maneira clandestina realizar seu último sonho, passear de avião (via Filmow). A Desvia Produções, de Rachel Ellis, produtora de longa data de Mascaro, produz com a Globo Filmes.

PASÁRGADA, Dira Paes

Supervisionada pela Muiraquitã Filmes, a aguardada estreia na direção da respeitada atriz Dira Paes discorre sobre um biólogo solitário e misterioso, que parte em uma viagem de pesquisa a uma floresta remota para encontrar e capturar uma espécie rara de ave, para o tráfico de animais. Na floresta, conectando-se com suas comunidades indígenas, ela começa a repensar seu trabalho.

PRECISAMOS FALAR SOBRE NOSSOS FILHOS, Rebeca Diniz, Pedro Waddington

Ambientado em São Paulo, dois casais de classe média alta são surpreendidos por um crime cruel; suas reações opostas condenam as duas famílias a ficarem juntas para sempre. O drama marca a estreia dos co-diretores Rebeca Diniz e Pedro Waddington.

POR UM FIO, David Schurmann

David Schurmann, diretor do pré-candidato ao Oscar ‘Pequeno Segredo’, se reuniu com a Imagem Filmes para dar vida a Por Um Fio, um retrato de um oncologista cujas perícia e empatia humana são testadas por vários casos.

RAONI, UMA AMIZADE IMPROVÁVEL, Jean-Pierre Dutilleux

Uma continuação, quase 50 anos depois, do sucesso de Cannes do diretor belga Jean-Pierre Dutilleux, ‘Raoni’. A sequência traça a dedicação ao longo da vida de Raoni, um líder carismático do povo Kaiapó de Mato Grosso aos direitos de sua comunidade e da floresta amazônica.

MANAS, Marianna Brennand

Descrito pela Globo FIlmes como um “belo e intenso drama familiar sobre amadurecimento, ambientado em exuberantes florestas e rios amazônicos”, o primeiro filme de ficção de Marianna Brennand foi montado sob o selo da produtora Inquietude e co-produzido pela Globo Filmes e Fado Filmes.

TÁ ESCRITO, Matheus Souza

Matheus Souza entrou em cena em 2008 com o filme ‘Apenas o Fim’ e, agora, ele retorna com Tá Escrito. O filme acompanha Alice, que sonha em se tornar uma influenciadora de respeito. Ela recebe um misterioso livro astrológico como brinde que pode muito bem realizar todos os seus desejos, mas a que custo?

TÔ DE GRAÇA – O FILME, César Rodrigues

Baseado na série de grande sucesso de mesmo nome, que durou cinco temporadas ‘Tô de Graça – O Filme’ é comandado por César Rodriguez e traz de volta a protagonista Graça. Depois de receber uma compensação inesperada, ela decide gastar todo o dinheiro levando sua família para passar o feriado em Búzios, no Rio de Janeiro. A estreia no Brasil ocorre em 07 de dezembro.

DOIS VERÕES E UMA ETERNIDADE, Sandra Kogut

Sandra Kogut teve grande sucesso em 2007 com sua produção ‘Mutum’, além de ter dominado o Festival de Havana em 2019 com ‘Três Verões’. Agora, ela retorna com ‘Dois Verões e Uma Eternidade’, cuja trama gira em torno da “predatória e megalomaníaca indústria do turismo no Brasil, rodeada por injustiças sociais”.

‘Turma da Mônica Jovem’: Internautas voltam a pedir RETORNO de Giulia Benite como Mônica; Veja!

POÇOS DE CALDAS, MG, BRASIL, 29-01-2022: Cascão estranha ver Mônica parecida com Carminha, e se surpreende ao ver o Cantinho do Cascão transformado em um "Canto da Maquiagem". Cascão sai arrasado.. A Turma da Mônica cresceu! Eles estão entrando na PRÉ-ADOLESCÊNCIA. E agora, não têm um espaço deles. O parquinho já é coisa de criança, tomado por pivetes como Dudu. A praça foi tomada pelos adolescentes da Turma do Bermudão: Jeremias, Titi e Manezinho. MÔNICA tem a solução: reformar o barracão do terreno baldio, e fundar o CLUBE DA TURMA. Tudo estava bem, até a chegada de CARMINHA FRUFRU ao bairro. Carminha funda seu próprio clube, o CLUBE FRUFRU. O CLUBE FRUFRU é exclusivo: só os mais descolados podem entrar. Sua sede será na Mansão Frufru, um casarão com piscina e mordomias. Muitos da turma abandonam o Clube da Turma e agora querem entrar no Clube Frufru. Carminha chega como um modelo de perfeição, e um padrão a ser seguido. Para entrarem no clube dela, a turma vai ter que se modificar. Como todo pré-adolescente, a turma quer PERTENCER ao lugar mais legal. Assim, cada um dos personagens vai fingir ser o que não é para se encaixar. Eles vão ESCONDER suas fragilidades, e FINGIR ser mais descolados do que são. Essa é uma série sobre PERTENCIMENTO, VULNERABILIDADE e PADRÕES. Vamos falar sobre as INSEGURANÇAS e MEDOS da pré-adolescência. E como muitos acabam se FECHANDO, se ISOLANDO e mantendo SEGREDOS. Para isso, vamos contar essa história num formato de MISTÉRIO. Tudo começa na festa de CARMINHA FRUFRU. A turma está diferente do que estamos acostumados a ver. Em vez das roupas coloridas, todos estão com a mesma cor: AZUL Então, algo inesperado acontece: UM BALDE DE LAMA É VIRADO SOBRE CARMINHA! DENISE começa uma investigação. O culpado será expulso da festa e do Clube Frufru para sempre. Carminha já acusa: FOI A MÔNICA!! Cada episódio será um depoimento dos suspeitos: Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e Milena

Giulia Benite conquistou o Brasil ao interpretar Mônica nos live-actions Turma da Mônica: LaçosTurma da Mônica: Lições – e boa parte dos fãs ficou em choque quando ela não foi reescalada para interpretar a versão mais jovem da personagem em Turma da Mônica Jovem’.

Recentemente, Benite divulgou um vídeo em suas redes sociais, reunindo-se com o diretor Daniel Rezende na sede da Maurício de Sousa Produções – levando muitos a acreditarem que um novo projeto vem aí, ainda que nada tenha sido confirmado.

Veja:

Pouco depois do vídeo ser divulgado, vários internautas voltaram a pedir a reescalação de Benite como Mônica.

Veja:

Vale lembrar que o live-action Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’ chega em breve aos cinemas brasileiros.

Dirigido por Maurício Eça, o filme de suspense começa no primeiro dia de aula do Ensino Médio da turma do bairro do Limoeiro. Na trama, Milena (Carol Roberto), Cascão (Theo Salomão), Magali (Bianca Paiva), Mônica (Sophia Valverde) e Cebola (Xande Valois) descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado e partem para uma missão cheia de ação e aventura para salvá-lo.

A Imagem lançará o filme no dia 28 de dezembro de 2023.

O longa será rodado em São Paulo e já tem as locações confirmadas: Colégio Notre Dame, no bairro do Sumaré, o Parque Chácara Jockey e a Mansão Jafet.

Confira a sinopse e um vídeos dos bastidores:

No primeiro dia de aula do ensino médio, Mônica, Cebola, Magali, Cascão e Milena não demoram muito para perceber que as coisas andam estranhas. Quando descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado, decidem se unir em uma missão para tentar salvá-lo. Enquanto investigam o que está acontecendo, se deparam com segredos antigos e assustadores do bairro do Limoeiro e logo percebem que podem estar lidando com uma ameaça muito maior.

Samuel L. Jackson se prepara para a GUERRA no novo trailer de ‘Invasão Secreta’; Confira!

O Disney+ divulgou o novo trailer de ‘Invasão Secreta‘ (Secret Invasion), próxima série da Marvel.

Confira:

A série estreará oficialmente no serviço de streaming no dia 21 de junho.

O elenco ainda contará com Emilia Clarke (‘Game of Thrones’), Carmen Ejogo (‘Your Honor’), Christopher McDonald (‘Super-Herói – O Filme’), Killian Scott (‘Damnation’) e Olivia Colman (‘Fleabag’).]

Kingsley Ben-Adir (‘One Night in Miami’) entra como o vilão Gravik, o líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.

 

Crítica | Covil de Ladrões – Testosterona a mil no típico filme de ação saído dos 80´s disponível na HBO Max

Os Bad Boys

Na década de 1980 os trogloditas do cinema de ação prosperaram. Toda uma geração (a minha) cresceu tendo a imagem de grandalhões musculosos como ideal de um herói. O nível de testosterona era tão alto que se mesclava ao celuloide e exalava das telas, mostrando personagens truculentos chutando a porta, distribuindo sopapos primeiro e perguntando depois.

Ao longo das décadas seguintes, o estilo machão de filmes foi sendo diluído. O subgênero foi homenageado e tentou ser trazido de volta à tona com a franquia Os Mercenários (2010-2014), mas o representante máximo dele na atualidade segue sendo a cinessérie Velozes e Furiosos (2001-2017). No entanto, atores como o escocês Gerard Butler correm por fora, desligado de mega franquias, e assume o manto do típico porta-voz da saudosa década, com seus ideais deturpados, politicamente incorreto até o osso e, é claro, atitude para dar e vender.

Desde 300 (2007), Butler vem se especializando neste tipo de personagem maior que a vida, e o estereotipo perfeito do brucutu. A prova disso é a fama que seu Mike Banning obteve nos filmes Invasão à Casa Branca (2013) e sua sequência Invasão a Londres (2016) – uma terceira parte é planejada para 2019. Falando nisso, esta é a transição perfeita para Covil de Ladrões, já que o filme é escrito e dirigido por Christian Gudegast, roteirista de Invasão a Londres, e produzido e protagonizado por Butler, mostrando a vontade da dupla em trabalhar juntos novamente no subgênero.

Para ter uma ideia geral, apesar de sua aparência de Supercine rotineiro, Covil de Ladrões funciona melhor do que a primeira colaboração da dupla; é mais honesto e menos cínico quanto ao tema trabalhado. E por mais que o material seja extremamente genérico e requentado, a coisa até que funciona – engatando na maior parte do caminho.

Na trama, Butler é ‘Big Nick’ O´Brien, nome sugestivo que apenas realça o que mencionei acima. Ele é um policial de elite, líder de uma equipe de agentes que “escreve certo por linhas tortas”. Pense em Alonzo (Denzel Washington), de Dia de Treinamento (2001), com pensamentos menos deturpados e diminua alguns níveis na vilania e psicopatia. O homem da lei está seguindo de perto uma quadrilha especializada em elaborados roubos, encabeçados por um exímio ex-militar, papel de Pablo Schreiber.

Com a vigília, o personagem de Butler chega até Donnie (O´Shea Jackson Jr., o filho de Ice Cube, que interpretou o próprio pai em Straight Outta Compton, 2015), um barman que dubla como piloto de fuga, e parece estar sempre no lugar errado, na hora errada. Através das dicas forçadas de Donnie, o policial vai chegando cada vez mais perto da sofisticada gangue – mas os infratores, que parecem estar sempre a um passo à frente, podem ter outros planos antes de serem descobertos.

Covil de Ladrões tem todo o jeitão dessas produções lançadas direto no mercado de vídeo, tipo de filme que gente como Bruce Willis, Nicolas Cage e John Cusack tem se banhado ultimamente. E esse era exatamente o conceito que eu tinha do longa. Depois que assistimos, o filme sobe alguns pontos em nosso conceito. As cenas são bem realizadas, o diretor Gudegast cria bons momentos de ação, representando bem visualmente a narrativa encenada – o que não é fácil de fazer como se pensa (Michael Bay e Zach Snyder que o digam, com suas sequências de ação incompreensíveis). Além disso, o cineasta cria situações pra lá de tensas, a maioria longe da adrenalina e da ação, buscando apenas o confronto de dois personagens em tela – muitas vezes inclusive sem diálogo.

Eu diria que justamente tais trechos tensos são onde Covil de Ladrões ganha verdadeiramente vida, em situações que sabemos que vai dar m***a, e ficamos apenas esperando o trem sair dos trilhos – vide a cena do restaurante na qual Nick reconhece Donnie, ou na cena do estande de tiros entre o protagonista e o vilão. Temos que dar pontos e reconhecer que Gudegast ao menos tenta criar originalidade em seus personagens e dar-lhes desenvolvimento (o herói é falho e tem na família desfeita o calcanhar de Aquiles).

Mesmo quase todo harmonioso, Covil de Ladrões guarda momentos desnecessários em sua longuíssima duração de inacreditáveis 2h20min de projeção – como a visita do pretendente da filha do personagem de Curtis ’50 Cent’ Jackson (um dos criminosos), uma indiscrição de Nick na casa do inimigo e um desfecho que tenta desavergonhadamente ser Os Suspeitos (1995), de Bryan Singer, mas termina com gosto de enrolação sem sentido. Lá fora, Covil de Ladrões já foi comparado a tudo em menor escala (é claro), desde Fogo Contra Fogo (1995), de Michael Mann, até Caçadores de Emoção (1991), de Katheryn Bigelow.

Para este que vos fala é apenas aquele fast food do qual temos certeza do sabor insosso, mas que acabamos nos surpreendendo, mesmo que no dia seguinte já não lembremos mais da refeição.

‘Velozes e Furiosos 10’ pisa fundo no acelerador e alcança o TOPO das bilheterias dos EUA

Velozes e Furiosos 10 chegou aos cinemas de todo mundo – e já está caminhando para uma arrecadação considerável nas bilheterias dos Estados Unidos.

Segundo o ComicBook.com, a nova entrada da franquia de ação irá alcançar o primeiro lugar das bilheterias em seu final de semana de abertura, arrecadando US$67 milhões em apenas dois dias – e pouco depois de alcançar a marca de US$28 milhões nesta última sexta-feira.

O montante representa apenas 8% de queda em relação à abertura de ‘Velozes e Furiosos 9’, em 2021.

Vale lembrar que, no circuito nacional, o filme já foi assistido por mais de 470 mil espectadores em apenas 2 dias nos cinemas. Somando as sessões de pré-estreia, ‘Velozes e Furiosos 10 já arrecadou mais de R$ 10 milhões no Brasil.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou o astro Jason Momoa, que interpreta o vilão brasileiro Dante em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Questionado sobre sua inspiração para compor o personagem brasileiro, Momoa revelou que foi… um colar.

“Eu estive no Brasil. Me diverti muito no Brasil. Pessoas maravilhosas. A coisa em que me baseei pra criar o personagem é muito estranha. Eu nunca tinha feito isso antes, mas baseei ele em cores. Eu o baseei em um colar que meu amigo fez. Ele era todo colorido e achei ele tão lindo. Eu não sou de usar muitas cores. Eu construí esse personagem ao redor dessas cores. Elas pareciam calorosas e convidativas, mas quando você chega perto dele, ele simplesmente é mau. E ele já tinha dominado você. Eu não queria que ele usasse armas. Eu queria usar facas para que ele chegasse bem perto. Ele é muito sádico e sente prazer em machucar as pessoas e leva isso longe demais. Mas ele era muito convidativo e caloroso. Então foi aí que eu comecei. O filme entrega tudo aquilo que os fãs querem e um pouco mais.”, ele afirmou.

Assista:

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

Artigo | Há 4 anos, ‘O Príncipe Dragão’ dava uma aula de como escrever uma boa história

Aaron Ehasz ganhou aclame universal ao dar vida a uma das séries animadas mais premiadas da história: Avatar: A Lenda de Aang. A produção, ambientada em uma longínqua terra habitada pelos dobradores dos quatro elementos, logo caiu no gosto popular e abriu espaço para a habilidade inegável de construir histórias memoráveis do showrunner e roteirista – e isso talvez explique o porquê de O Príncipe Dragão ter alcançado um patamar tão incrível quanto. Afinal, uma mágica aventura emulando as melhores narrativas medievais enquanto explora temas de extrema importância para as novas gerações teria tudo para dar certo, ainda que corresse o risco de se tornar uma cópia sem vida de tantas outras obras do gênero; felizmente, não é isso que acontece e, com a chegada da segunda temporada, Ehasz prova mais uma vez que ainda tem muito a nos contar.

Em colaboração a Justin Richmond, o criador nos convida a retornar para o místico continente de Xadia, mais precisamente para a continuação da jornada de Callum (Jack De Sena), Rayla (Paula Burrows) e Ezran (Sasha Rojen) em devolver o príncipe dragão ao seu lar. Entretanto, diferente da costumeira apresentação já vista na iteração de estreia, o roteiro muda a perspectiva dos arcos e cultiva um delicioso e chocante amadurecimento por parte de seus personagens na segunda temporada, colocando-os em ambiências mais intimistas e mais perigosas em prol de transformar irreversivelmente suas personalidades outrora superficiais, por assim dizer.

Enquanto a estreia insurge para nos apresentar aos cenários mágicos, aos vilões, aos mocinhos e aos desafios enfrentados pelos protagonistas, é interessante perceber como os novos episódios se desenrolam de modo a fundir construções contraditórias. Callum, tentando recuperar suas habilidades mágicas, cruza caminhos com sua paixão platônica Claudia (Racquel Belmonte), uma poderosa feiticeira que se rendeu à magia das trevas e age como se tudo estivesse normal – tentando convencer o jovem rapaz a buscar tais métodos para transcender à sua condição de humano. O que é um tanto quanto intrigante, considerando que Claudia é irmã do egocêntrico guerreiro Soren (Jesse Inocalla) e filha do conturbado Viren (Jason Simpson), que já provou ser um traidor da família real e que está disposto a tudo para conseguir o que quer.

Isso não é tudo: Rayla, pertencente a um grupo assassino de Elfos da Noite (arqui-inimigos jurados dos humanos), vem deixando seus valores de lado por uma causa maior, até mesmo se aproximando dos príncipes reais e desenvolvendo uma relação de amizade pautada no sarcasmo e na proteção, que já dá ares de um outro sentimento que talvez seja explorado nos próximos anos, mesmo não sendo necessário. Não sabemos exatamente qual será o destino dessa impetuosa guerreira, visto que os capítulos do segundo ano focaram mais em temas de profundidade emotiva que desconstruíram as barreiras do espaço-tempo e uniram gerações diferentes em uma mesma trama.

Em meio a uma beleza artística impecável e nostálgica, própria dos primeiros anos da década passada, Ehasz e Richmond arquitetam com uma deliciosa vontade um conto que se afasta consideravelmente dos convencionalismos da jornada de herói sem abandonar elementos clássicos muito bem-vindos – como a transição entre o mundo conhecido e o desconhecido e os inúmeros obstáculos que conversam com o monomito. A dupla revela duras verdades aos jovens meninos, colocando Ezran em contato com a iminente morte de seu pai e a compreensão de que ele é o herdeiro do trono por direito, devendo abandonar sua jornada principal para salvar seu povo e impedir que o reino se renda às vontades beligerantes de seu tio Viren – que tomou para si a liberdade de reunir os exércitos das quatro províncias para lutar contra os dragões e os elfos.

Como se não bastasse, explanações bem-vindas sobre o passado da família real também encontram território para se delinearem; é claro que a sensação de filler aparece com força nos episódios em questão, mas ao menos contribuem para uma obrigatória epifania de diversos personagens, incluindo Callum (que, a partir disso, se engolfa em uma experiência de quase morte apenas para recuperar seu arcano e se conectar com a magia primitiva de Xadia) e de Viren (que recorre a um perigoso aliado cujas habilidades persuasivas são mais mortais do que podemos imaginar).

Mais uma vez, a iteração tangencia uma perfeição televisiva invejável, mas ainda carrega consigo alguns deslizes que não são totalmente lapidados, mesmo que não sejam expressivos o suficiente para tirar o brilho da produção. Na verdade, os obstáculos encontrados em meio aos nove gloriosos episódios residem na restrição de movimento dos nossos heróis, que passam boa parte do tempo meditando sobre a vida e enclausurando-se em uma espécie de altar élfico enquanto decidem para qual caminho seguir. Eventualmente, essa intimista imobilidade deixa de ser palpável e cede à monotonia, recuperando o dinamismo talvez um pouco tarde demais.

Em sua 2ª temporada, O Príncipe Dragão retornou com força inigualável e funciona como uma aula de como escrever uma boa história para o cenário audiovisual – incluindo uma permeabilidade que reflete o amadurecimento de seus personagens e uma preparação para os ciclos seguintes que apenas ajudariam a reiterar sua qualidade quase impecável.

‘Velozes e Furiosos 10’ arrecada US$ 319 milhões e se torna a 2ª MAIOR estreia global do ano

Sucesso! A sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘ arrecadou impressionantes US$ 319 milhões durante o primeiro final de semana nas bilheterias mundiais – tornando-se a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 251.4 milhões através de 84 mercados. Os números representam a maior estreia internacional do ano, além de ser a segunda melhor da franquia – ficando atrás apenas de ‘Velozes e Furiosos 8‘.

Em geral, ‘Velozes e Furiosos 10‘ alcançou o terceiro maior lançamento da franquia. Para termos de comparação, a nova sequência registrou um desempenho 77% acima de ‘Velozes e Furiosos 9‘, 36% acima do spin-off ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘, e 13% e 17% abaixo de ‘Velozes e Furiosos 8‘ e ‘Velozes e Furiosos 7‘, respectivamente.

O filme também surpreendeu na China – um mercado que, apesar de gigantesco, tem sido extremamente apático com produções americanas. Com arrecadação de US$ 78.3 milhões, o longa se tornou a maior estreia do ano para uma produção hollywoodiana no país.

Também vale destacar que ‘Velozes e Furiosos 10‘ registrou a segunda maior estreia global, para um filme sem super-heróis, desde 2019 – atrás apenas de ‘Avatar: O Caminho da Água‘.

Velozes & Furiosos 10, o mais novo filme da Saga Velozes & Furiosos, é o marco dos capítulos finais de uma das franquias globais mais célebres e populares do cinema, que em sua terceira década de ação e aventura continua firme e forte, com o mesmo elenco e os mesmos personagens principais desde o filme inaugural.

Ao longo de muitas missões e contra todas as possibilidades, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família resistiram, contornaram e superaram todos os adversários que cruzaram o seu caminho. Agora, eles enfrentam o mais letal de todos os seus oponentes – um inimigo aterrorizante que emerge das sombras do passado, alimentado por um desejo sanguinário de vingança, e determinado a destruir, para sempre, a família Toretto – tudo e todos a quem Dom ama.

Em Velozes & Furiosos 5: Operação Rio, de 2011, Dom e sua equipe eliminaram o nefasto chefão brasileiro das drogas, Hernan Reyes, e decapitaram seu império em uma ponte no Rio de Janeiro. O que eles não sabiam é que o filho de Reyes, Dante (Jason Momoa, Aquaman), testemunhou tudo, e passou os últimos doze anos elaborando um plano para que Dom, afinal, pague pelo que fez.

A estratégia de Dante é separar a família de Dom – de Los Angeles às catacumbas de Roma, do Brasil a Londres e de Portugal à Antártida. Novos aliados serão cooptados, e antigos inimigos vão voltar à ativa. Mas tudo muda quando Dom descobre que seu próprio filho de oito anos (Leo Abelo Perry, série Black-ish) é o alvo final da vingança de Dante.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com 57% de aprovação, com 47 reviews publicadas até o momento.

O consenso de quem já conferiu o longa é que há grandes cenas ações, algumas até mesmo absurdas, e que o vilão interpretado por Jason Momoa é um grande destaque.

Lembrando que o filme estreia hoje, 18 de maio, nos cinemas.

O longa marca a estreia de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’) na franquia.

Retornam ao elenco nomes como Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

SUCESSO! Conheça o filme de ação sangrento estilo ‘John Wick’ que conquistou 94% de aprovação dos críticos

Com 126 críticas publicadas até o momento, o violento thriller de ação ‘Sisu‘, que traz um estilo parecido com a popular franquia ‘John Wick‘, conquistou 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama as cenas violentas da produção, que resulta em um filme extremamente divertido que entrega exatamente o que havia prometido: matar nazistas das formas mais exageradas possíveis.

Separamos os trechos das principais críticas:

“É um filme divertido de ação que não se preocupa com a credibilidade, o que favorece o seu conceito absurdo e entrega um entretenimento escandaloso.” (Variety)

“Uma vez que o conflito central se inicia, o filme traz suficiente violência contra nazistas para justificar sua existência.” (Inverse)

“‘Sisu’ traz um estilo de ação familiar, mas apresenta um estilo moderno. É uma jornada selvagem que merece ser assistida ao lado de um público energizado.” (Bloody Disgusting)

“‘Sisu’ é um filme simples, com foco na Segunda Guerra Mundial, que ama tanto matar nazistas quanto nós amamos vê-los morrer de diversas formas absurdas.” (IGN Movies)

“‘Sisu’ é um filme de ação brutal que sabe exatamente o que é, misturando cenas violentas com uma coreografia genuinamente impressionante.” (CBR)

“‘Sisu’ se torna um pouco repetitivo e tem pouco a oferecer além das cenas violentas, mas funciona muito bem como um filme B. Quem não quer assistir nazistas sendo explodidos?” (RogerEbert)

“Esse filme é a representação de uma experiência que provavelmente não pode ser definida com palavras, mas sim com uma série de sons empolgados e risadas – o que levaria a uma simples conclusão: ‘Cara, isso foi insano’.” (Looper)

Confira o trailer legendado:

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

O longa foi escrito e dirigido por Jalmari Helander.

Durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial, um garimpeiro solitário cruza o caminho de nazistas em um retiro de terra arrasada no norte da Finlândia. Quando os nazistas roubam seu ouro, eles rapidamente descobrem mexeram com a pessoa errada. Sendo uma máquina de matar, ele fará de tudo para recuperar o seu tesouro – mesmo que isso signifique matar todos os nazistas que aparecerem em seu caminho.

O elenco conta com Jorma Tommila, Aksel Hennie, Jack Doolan, Mimosa Willamo e Onni Tommila.

‘Ultraman’: Temporada FINAL do anime já está disponível na Netflix; Confira o novo trailer!

A última temporada do adorado anime ‘Ultraman‘ já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou mais um trailer promocional.

Os episódios de encerramento foram lançados no último dia 11 de maio.

Confira:

A produção é uma adaptação do mangá de Eiichi Shimizu e Tomohiro Shimoguchi, e a série é supervisionada por Kenji Kamiyama (‘Ghost in the Shell‘).

Shinji Aramaki também fica responsável pela direção.

Ultraman‘ foi uma série japonesa e um dos primeiros seriados de super-herói exibido a cores pela televisão japonesa. O seu sucesso foi tão grande que acabou gerando uma franquia de série e filmes que perdura até os dias atuais. A história tem início quando acidentalmente a nave-asteroide de Ultraman colide com uma nave da Patrulha Científica, causando a morte de um patrulheiro chamado Hayata.

‘The Idol’: Série com The Weeknd e Lily Rose-Depp ganha DOIS novos teasers oficiais; Confira!

HBO divulgou dois novos teasers oficiais de The Idol, série co-produzida pela A24 e estrelada pelo vencedor do Grammy The Weeknd e pela atriz Lily Rose-Depp.

A produção tem estreia agendada para o dia 4 de junho, tanto no canal quanto na plataforma da HBO Max.

Confira:

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

‘A Pequena Sereia’: Sebastião e Sabichão são destaque no novo clipe oficial do live-action; Confira!

O remake em live-action de A Pequena Sereia se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, a adaptação ganhou um novo clipe oficial.

O breve vídeo dá destaque a Daveed Diggs e a Awkwafina como Sebastião e Sabichão, respectivamente.

Confira:

Em entrevista ao Deadline, Halle Bailey, que vive Ariel, falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).

“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.

Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.

Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

A Pequena Sereia foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

A Pequena Sereia é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

A Pequena Sereia é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

A Pequena Sereia chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

A Pequena Sereia apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

‘Killers of the Flower Moon’: Novo filme de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio é ACLAMADO pela crítica!

Killers of the Flower Moon, novo filme do aclamado diretor Martin Scorsese, foi exibido pela primeira vez no Festival de Cannes 2023 – e já se tornou um sucesso de crítica.

O longa-metragem abriu com nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.50/10 baseada em 27 reviews até o momento.

Confira as principais avaliações:

“Com quase 3 horas e meia de duração, Killers of the Flower Moon tem uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.

Killers of the Flower Moon é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.

“Parece uma ferida aberta até o fim” – New York Magazine/Vulture.

“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.

“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.

Com 3 horas e 54 minutos de duração, esse é o filme mais longo da carreira de Scorsese.

Escrito por Eric Roth (‘Duna’), o filme será lançado em circuito limitado nos EUA no dia 6 de outubro, com sua estreia principal marcada para o dia 20 do mesmo mês. Após uma janela de aproximadamente 30 dias, o longa será lançado na Apple TV+.

Baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann, o longa acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

A trama também gira em torno de Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), um americano apaixonado por uma indígena (Lily Gladstone) que se associa a empresas para tomar terras nativas e explorar o petróleo.

O grandioso elenco ainda conta com Robert de Niro, Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.