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Jessica Henwick comenta possível retorno como Colleen Wing em ‘Demolidor: Renascido’

A atriz Jessica Henwick, que deu vida à heroína Colleen Wing em Punho de Ferro, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar o papel em Demolidor: Renascido’.

Segundo o ComicBookMovie, Henwick comentou sobre o assunto e negou, ao menos por enquanto, seu retorno à série:

“Eu não estou em Demolidor: Renascido. No entanto, fui visitar o set e me diverti muito. Posso dizer que a nova temporada vai ser incrível. É incrível. Ver o Charlie com o uniforme foi muito nostálgico e divertido. Ele é simplesmente perfeito nesse papel”, afirmou.

A atriz também demonstrou entusiasmo com o futuro da produção e com a reação do público:

“Que cara incrível, que série incrível. Estou muito animada pelos fãs. Eles vão ficar felizes. E os fãs das séries da Netflix vão ficar muito felizes”, acrescentou.

Vale lembrar que a segunda temporada de Demolidor: Renascido’ também trará de volta Jessica Jones, aumentando as expectativas dos fãs por um possível reencontro entre ‘Os Defensores’.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

Berlinale 2026 | Com discursos políticos acalorados, festival concede Urso de Ouro ao turco ‘Yellow Letters’ e ‘Queen at Sea’ é o mais premiado da noite

Anna Calder-Marshall e Tom Courtenay dividem Urso de Prata de Melhor Atuação coadjuvante por Queen at Sea

Após polêmicas ao longo de todo o festival, motivadas pelas declarações do presidente do júri, Wim Wenders, sobre o cinema não ser político, a cerimônia de premiação deste sábado, 21 de fevereiro, foi marcada por discursos de apoio à Palestina e a outras nações em conflito.

De forma surpreendente, após uma recepção fria da crítica, o vencedor do Urso de Ouro foi o turco Yellow Letters, de İlker Çatak, exibido logo no primeiro dia da mostra competitiva.

Antes da celebração, a diretora do festival, Tricia Tuttle, comentou sobre os dez dias de evento:

“A liberdade de expressão na Berlinale não é uma única voz. São muitas vozes. Às vezes calmas. Às vezes iradas. Às vezes parecem silenciosas, mas estão falando através do cinema. Essas vozes podem ser contraditórias. Um festival não resolve os conflitos do mundo. Mas pode criar espaço para a complexidade, para ouvir e humanizar uns aos outros.”

Sem adotar um posicionamento direto, a diretora buscou apaziguar os ânimos após dias de discursos inflamados e manifestações públicas. Ela completou afirmando que a complexidade também se refletia nos filmes da competição:

“Eles não oferecem uma única perspectiva — embora todos tenham algo em comum. Compartilham uma profunda preocupação com este mundo e com as pessoas. Exortam, inspiram, exigem e insistem, silenciosamente ou em voz alta, para que nós vejamos.”

Na mostra de curtas, o prêmio de melhor filme foi para a produção libanesa Someday a Child, de Marie-Rose Osta. O filme aborda crianças com superpoderes que enfrentam aviões que bombardeiam a Palestina. Os discursos políticos atravessaram toda a cerimônia, e até mesmo Wim Wenders leu uma carta para tentar “tirar o elefante da sala”, mas sem se aprofundar diretamente nos conflitos mencionados.

Entre os momentos mais celebrados da noite estiveram os prêmios de atuação. O Urso de Prata de Melhor Atuação Coadjuvante foi dividido entre Anna Calder-Marshall e Tom Courtenay, que interpretam um casal lidando com a progressão da demência da esposa em Queen at Sea, de Lance Hammer. Ambos roubaram a cena dançando no tapete vermelho e sairam do palco com incubência de dividir o urso entre eles. Já o prêmio de Melhor Atuação Principal ficou com Sandra Hüller, por sua performance de homem em Rose, dirigido por Markus Schleinzer.

Sanadra Hüller ganha Urso de Prata de Melhor Interpretação principal por Rose

Para surpresa da crítica, dois dos três principais prêmios da noite foram para filmes que não figuravam entre os favoritos. Produções de forte viés político, abordando genocídio e injustiça social, acabaram dominando o resultado final. Os brasileiros Karim Aïnouz e Beth de Araújo não foram lembrados por Rosebush Prunning e Josephine, respectivamente.

Confira todos os vencedores:

Urso de Ouro: Yellow Letters, de İlker Çatak, Alemanha, Turquia e França

Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri: Salvation, de Emin Alper, Turquia

Urso de Prata – Prêmio do Júri: Queen at Sea, de Lance Hammer, Estados Unidos

Urso de Prata – Melhor Direção: Grant Gee, por Everybody Digs Bill Evans, eino Unido

Urso de Prata – Melhor Atuação Principal: Sandra Hüller por Rose, de Markus Schleinzer, Áustria

Urso de Prata – Melhor Atuação Coadjuvante: Anna Calder-Marshall e Tom Courtenay por Queen at Sea, de Lance Hammer, Estados Unidos

Urso de Prata – Melhor Roteiro: Geneviève Dulude-de Celles, por Nina Roza, Canadá

Urso de Prata – Contribuição Artística Excepcional: Yo (Love is a Rebellious Bird), de Anna Fitch e Banker White, Estados Unidos

Prêmio FIPRESCI (Competição): Soumsoum, the Night of the Stars, de Mahamat-Saleh Haroun, Chade

Mark Ruffalo revela que quase desistiu de atuar após trabalhar em ‘O Enviado’

O astro Mark Ruffalo revelou recentemente que quase abandonou a atuação de forma definitiva no passado. Segundo o Entertainment Weekly, o ator chegou a tomar medidas drásticas antes de receber uma das maiores honras de sua carreira.

“Eu dirigi um filme… e, literalmente, amei tanto a experiência que decidi desistir de atuar. Demiti meu agente e meu empresário e pensei: ‘É isso'”, afirmou Ruffalo.

No entanto, o destino mudou seus planos: “Fui indicado ao Oscar e tudo mudou para mim; então, voltei a atuar”.

Ruffalo fez sua estreia na direção em 2010 com o longa ‘O Enviado’ (Sympathy for Delicious), no qual também atuou ao lado de um elenco estrelado. A obra foi bem recebida pela crítica, vencendo o Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance daquele ano.

Apesar do sucesso como ator, Ruffalo confirmou que o desejo de comandar produções atrás das câmeras continua vivo.

“Há um projeto que venho desenvolvendo nos últimos quatro anos e que realmente quero tirar do papel. Ele está começando a ganhar força agora, então eu gostaria muito de voltar a dirigir”, revelou.

Vale lembrar que o trabalho mais recente do ator é o longa ‘Caminhos do Crime’.

‘Caminhos do Crime’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

A direção fica por conta de Bart Layton, conhecido por ‘Animais Americanos’, que também assina o roteiro ao lado de Peter Straughan.

A trama acompanha uma série de roubos de joias de alto nível na Costa do Pacífico. Embora a polícia associe os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick segue outra linha de investigação e passa a perseguir um suspeito específico: um ladrão determinado a realizar seu último grande golpe.

Vale lembrar que a Amazon Prime Video desembolsou cerca de US$ 90 milhões para garantir os direitos do projeto, superando a Netflix na disputa pelo lançamento da produção.

‘Hamnet’: Ian McKellen detona filme de Chloé Zhao; “Não entendo muito bem”

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O veterano Ian McKellen surpreendeu o público recentemente ao revelar que não é fã de Hamnet, o novo longa de Chloé Zhao indicado ao Oscar, afirmando que “não entende muito bem” a proposta do filme.

Conforme relatado pelo NME, McKellen não se sentiu convencido pela obra e questionou a falta de realismo da premissa.

“Eu não entendo muito bem. Não tenho muito interesse em tentar descobrir de onde veio a imaginação de Shakespeare, mas certamente não veio apenas da vida familiar”, afirmou.

O que mais incomodou McKellen foi a forma como a esposa de Shakespeare é retratada, sugerindo que ela nunca teria visto uma peça antes.

“É improvável, considerando o que o marido fazia para viver. Ela não parece saber o que é uma peça! Acho que há dúvidas em termos de plausibilidade”, explicou.

Apesar das críticas, o ator acredita que o filme terá sucesso nas premiações devido ao fascínio histórico pelo tema.

“À medida que Hamnet avança rumo ao Oscar, é provável que repita o sucesso de Shakespeare Apaixonado, que tinha visões estranhas sobre como as peças eram encenadas. Mas Shakespeare foi talvez a pessoa mais famosa que já viveu, então é natural que haja interesse em como ele era e como era sua relação com a família”, acrescentou.

Steven Spielberg faz história e, com ‘Hamnet’, quebra o próprio recorde no Oscar

De ‘O Agente Secreto’ a ‘Pecadores’: Onde assistir aos filmes indicados a Melhor Filme no Oscar 2026

Baseado no aclamado drama literário,Hamnet – A Vida Antes de Hamlet foi um dos maiores destaques da lista de indicados deste ano. O longa é estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), cujas performances foram essenciais para levar a produção ao topo das apostas da Academia.

O projeto conquistou nada menos que oito nomeações ao maior prêmio do cinema, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Zhao e Melhor Atriz para Buckley. Infelizmente, Mescal foi esnobado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

Hamnet – A Vida Antes de Hamlet tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.

Crítica | Documentário da Netflix explora os bastidores das POLÊMICAS de ‘America’s Next Top Model’

Em uma era com padrões de beleza rígidos e pouca diversidade nas telas e nas passarelas, Tyra Banks teve uma ideia que revolucionou não apenas a televisão norte-americana, mas também a percepção do público em relação ao mundo da moda. Com seu reality competitivo ‘America’s Next Top Model‘, Banks tinha a intenção de desafiar os padrões da indústria, dando destaque a uma pluralidade de corpos, estilos e etnias. No entanto, ao invés de inspirar uma nova geração de mulheres, o programa se tornou uma peça monstruosa da máquina que estava tentando combater.

Apesar de ter se tornado um fenômeno de audiência em seus primeiros ciclos, o reality foi gradativamente perdendo a atenção do público – seja por conta das polêmicas nos bastidores, seja por causa dos desafios cada vez mais absurdos que afastaram a produção de sua proposta original. Foi somente durante a pandemia de COVID, um período longo de quarentena que forçou as pessoas a ficarem em casa assistindo televisão, que o reality foi redescoberto e ganhou uma sobrevida. Mas os absurdos do programa não passaram batidos sob a ótica de uma nova geração, e a feiura do reality obcecado pela busca da beleza foi novamente colocada em foco.

A série documental da Netflix, ‘America’s Next Top Model: Choque de Realidade‘, explora superficialmente algumas das maiores controvérsias do programa, mas não consegue se aprofundar em nenhuma dessas questões. Todos os envolvidos comentam sobre os incidentes de forma clínica e distante, como se tudo fosse apenas um produto de seu tempo e a culpa pertencesse a toda uma era de insensibilidade midiática. Em determinado momento, Tyra culpa até mesmo o público pelos extremos do programa: “Vocês estavam pedindo por isso. Os espectadores queriam mais, mais e mais.”

Os únicos depoimentos que despertam qualquer tipo de sentimento real são das participantes, mas nem mesmo aqui ganham o protagonismo que merecem, tendo que dividir um limitado tempo de tela com jurados, executivos e produtores que pouco têm a dizer.

Ironicamente, um dos momentos mais infames do programa – quando Tyra perde o controle e grita com uma participante (“Eu estava torcendo por você, todos nós estávamos torcendo por você. Como você se atreve?”) – empalidece em comparação a outras polêmicas envolvendo body shaming, transformações radicais e, principalmente, agressão sexual.

Apesar da produção deixar claro que o bem-estar das participantes nunca foi a prioridade dos produtores, o caso da concorrente Shandi Sullivan (Ciclo 2) vai além e expõe o pior lado da indústria do entretenimento. Vítima de negligência, ela teve sua história explorada e vilanizada em rede nacional. Sobre o incidente, o produtor Ken Mok defendeu que as meninas sabiam que estavam sendo filmadas e declarou: “Para o bem ou para o mal, aquele foi um dos momentos mais memoráveis da série.”

Ao tentar não apontar dedos e apenas comentar superficialmente sobre suas polêmicas, esta série documental soa desonesta. É como uma limpeza de imagem que serve exclusivamente para mostrar que todo este lado feio ficou no passado e foi consequência de um tempo diferente (apesar das mesmas críticas terem sido apontadas durante a exibição original), abrindo espaço para um futuro que promete “aprender com seus erros”. Então não é de se espantar que a Tyra Banks já tenha anunciado planos para um novo ciclo de ‘America’s Next Top Model‘. Mas será que ela realmente aprendeu com seus erros ou está fadada a repeti-los?

‘Para Sempre Medo’: Novo terror do diretor de ‘Longlegs’ conquista 49% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Para Sempre Medo (Keeper), novo filme do diretor Osgood Perkins (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), conquistou 49% de aprovação da crítica especializada, com base em 108 avaliações, além de 40% de aprovação por parte do público.

No geral, os críticos consideraram o longa mediano, destacando que o filme apresenta uma premissa interessante e boas atuações, mas acaba prejudicado por um desfecho fraco e pouco satisfatório.

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“Se parte da mitologia da cabana é um pouco boba, Tatiana Maslany transmite o terror de Liz de forma tão convincente que qualquer vontade de rir é contida. Seu domínio sobre o tom do filme é absoluto”, disse Jeannette Catsoulis do New York Times.

“A narrativa de Para Sempre Medo se revela extremamente frágil e etérea, apesar da performance robusta de Tatiana Maslany. É melhor encará-lo menos como uma história e mais como um estado de espírito, uma sequência guiada por uma lógica onírica perturbadora”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“Você passa boa parte de Para Sempre Medo formulando teorias sobre o que está acontecendo… No entanto, quando tudo é revelado, você acaba desejando voltar àquela ignorância anterior, que agora parece um estado de pura tranquilidade”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Sem química, clareza e convicção, o mais recente encontro da Neon com Perkins impacta como um casamento em ruínas que beneficiaria todos os envolvidos se terminasse o mais rápido possível”, disse Alison Foreman do IndieWire.

“Apesar de sua premissa única e de uma performance principal envolvente de Tatiana Maslany, ‘Para Sempre Medo’, de Osgood Perkins, não consegue cruzar a linha de chegada intacto”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

Osgood Perkins tem uma noção vaga do que está tentando fazer e dizer, mas Keeper acaba fazendo coisas demais que simplesmente não se somam a algo que valha a pena assistir”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

Para Sempre Medo’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

A trama acompanha Liz (Tatiana Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland), um casal que viaja para comemorar um ano de relacionamento em uma cabana da família de Malcolm, que é afastada da sociedade.

No entanto, quando ele precisa voltar às pressas para a cidade, Liz fica sozinha no local, onde passa a ser atormentada por uma força maligna e por segredos sombrios escondidos ali, precisando entender não só o que está acontecendo, mas como sair viva dessa experiência.

Além de dirigir, Perkins também assina o roteiro ao lado de Nick Lepard (‘Animais Perigosos’).

Daniel Radcliffe revela que rejeitou remake de ‘O Mágico de Oz’ por considerar ideia “uma das piores”

O astro Daniel Radcliffe revelou recentemente que rejeitou uma proposta inusitada para estrelar um remake de O Mágico de Oz, classificando o projeto como uma das piores ideias que já recebeu em sua trajetória.

Conforme a Variety, a proposta surgiu no auge da franquiaHarry Potter’, quando um produtor tentou escalar o trio principal, Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, para o clássico.

“Uma das piores ideias que já ouvi foi quando, durante Potter, alguém veio até nós e quis escalar nós três, eu, Emma e Rupert, em um remake de ‘O Mágico de Oz’, onde Emma seria Dorothy. Não lembro o que Rupert seria, e só me recordo que eu seria o leão, mas também sabia karatê”, afirmou Radcliffe

“Eu seria tipo um Leão Covarde que dava golpes de karatê. Lembro que tinha uns 14 ou 15 anos e pensei: ‘Não sei muito sobre o mundo, mas isso é uma ideia ruim e não deveria ser feito'”, relembrou o ator.

Esse remake nunca saiu do papel, embora Hollywood tenha retornado ao universo de Oz anos depois com abordagens diferentes, como o sucesso ‘Wicked’.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Maggie Kang revela que está ansiosa para trabalhar na sequência

Guerreiras do K-Pop foi um verdadeiro fenômeno da Netflix, e, com isso, os rumores sobre uma sequência ganharam força rapidamente. Agora, a diretora e roteirista Maggie Kang deu uma nova atualização sobre o projeto e seu atual estágio de desenvolvimento.

Segundo o ComicBook, Kang comentou sobre o futuro da sequência e quando a equipe deve iniciar a produção:

“Não posso dizer isso oficialmente, mas diria que… em um mundo que ama sequências, não acho que seja surpresa que algo mais possa estar por vir. Vai ser uma longa espera, porque, infelizmente, animação leva muito tempo. Embora essa temporada de premiações tenha sido incrível e divertida, mal posso esperar para mergulhar em outro filme e descobrir algo que possamos compartilhar com o mundo. Tenho certeza de que é isso que muitas pessoas esperam”, afirmou.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Estrelas da sequência revelam o que desejam para o novo longa

Vale lembrar queGuerreiras do K-Pop 2’ pode estrear apenas em 2029, indicando que o público ainda terá que esperar alguns anos pelo retorno das personagens.

Além do sucesso de público, o longa também conquistou reconhecimento da crítica e foi indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Animação e Melhor Canção Original, com a música “Golden”, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Fenômeno! ‘Guerreiras do K-Pop’ é o filme mais assistido em streaming nos EUA em 2025

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.

Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.

Halle Berry afirma que Oscar e Framboesa de Ouro não mudaram sua carreira

halle berry
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Halle Berry, que fez história como a única mulher negra a vencer o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho emA Última Ceia, revelou em entrevista recente ao The Cut que a estatueta dourada não foi o divisor de águas que muitos imaginam.

Segundo a estrela, apesar da importância simbólica, o prêmio não eliminou as barreiras raciais em sua trajetória.

“Na manhã seguinte à vitória, eu ainda era uma mulher negra. Os diretores continuavam questionando se colocar uma mulher negra em certos papéis mudaria o mercado ou afetaria a bilheteria”, afirmou Berry, destacando que a luta por espaço continuou intensa mesmo após o reconhecimento da Academia.

A atriz também relembrou sua relação equilibrada com a crítica, mencionando o infame Framboesa de Ouro (Razzie). Em 2005, ela surpreendeu a indústria ao comparecer pessoalmente à cerimônia para aceitar o prêmio de Pior Atriz por Mulher-Gato, segurando seu Oscar em uma das mãos enquanto zombava da situação.

“Sempre soube que o Oscar não me tornava a melhor, assim como o Framboesa não me tornava a pior”, pontuou.

Por fim, ela concluiu: “Como uma mulher negra, quase chegando aos 60 anos, ainda poder trabalhar e fazer o que amo é o que importa. Nesse sentido, eu estou vencendo”.

Halle Berry expressa frustração por ainda ser a única negra a ganhar o Oscar de melhor atriz

A Última Ceia está disponível no YouTube Play.

A sinopse do filme diz: “Letícia é uma mulher negra que perde o marido, um assassino condenado à morte. Hank é um policial racista que perde o filho por suicídio. Um trágico acidente une essas almas sofridas em um improvável relacionamento, mas um segredo pode destruir tudo”.

‘História de Amor’: Série sobre John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette conquista 81% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira!

‘História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette’, nova série antológica criada por Ryan Murphy, conquistou 81% de aprovação da crítica, com base em 36 avaliações, além de 74% de aprovação do público.

No geral, os críticos elogiaram a produção, descrevendo-a como reflexiva e destacando a forma como a série constrói um retrato sensível, bonito e afetuoso da história do casal.

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“No geral, Love Story: John F. Kennedy Jr. & Carolyn Bessette é uma série reflexiva que se concentra nos sacrifícios de um compromisso de longo prazo, na química, nas incompatibilidades e no caótico e estrondoso impacto da fama”, disse Aramide Tinubu da Variety.

“Para seu mérito, o retrato que Love Story pinta nesse cenário é habilidoso e afetuoso, com um interesse genuíno nas vidas interiores de Carolyn e John como pessoas, e não apenas como símbolos, além de uma determinação em esclarecer a verdade”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“O romance de John e Carolyn pode ter sido manchado por pessoas de fora, mas Love Story sofre do mesmo problema: nunca encontra uma forma honesta de se desenvolver”, disse Ben Travers do IndieWire.

“Love Story equilibra precisão histórica e liberdade criativa para oferecer uma nova perspectiva sobre acontecimentos que muitos espectadores ainda lembram com muita clareza”, disse Isabella Soares do Collider.

“Parece que as representações desses personagens na série foram envoltas em um mistério intencional, o que… não soa como uma falha, mas sim como uma escolha criativa admirável que joga a favor da série”, disse Kaiya Shunyata do RogerEbert.

“Apesar das metáforas pesadas e da dependência excessiva do mito Kennedy, o escapismo dos anos 90 e a química entre os protagonistas vão aquecer seu coração, bem a tempo de parti-lo”, disse Rebecca Cook do metro.

‘História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette’ está disponível no Disney+.

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Carolyn Bessette-Kennedy, Paul Kelly, Omari K. Chancellor, Grace Gummer, Alessandro Nivola e Sydney Lemmon formam o elenco. Naomi Watts integra o projeto como Jackie Kennedy e Paul Kelly como JFK Jr.

Sarah Pidgeon responde críticas sobre visual de Carolyn Bessette em ‘American Love Story’: “Entendo o quanto ela é amada”

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidente de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

Max Winkler (‘Grotesquerie’) comanda o episódio piloto.

“Raparigou ou não raparigou?”: Grande dúvida de ‘O Agente Secreto’ é finalmente respondida

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O fenômeno nacionalO Agente Secreto consolidou seu sucesso com quatro indicações ao Oscar, mas deixou os fãs com uma dúvida persistente: afinal, o protagonista “raparigou” ou não?

No longa, Marcelo (Wagner Moura) é confrontado por seu sogro, Seu Alexandre (Carlos Francisco), sobre ter traído ou não Fátima (Alice Carvalho) durante o casamento. Na cena marcante, o sogro questiona diretamente se ele “raparigou ou não raparigou?”.

Conforme revelado pela Rolling Stone, o roteiro original do filme, lançado em formato de livro, apresenta uma versão estendida que traz a resposta definitiva.

Após a insistência do sogro, Marcelo responde: “A gente se gostava muito, era uma relação boa, mas às vezes complicada. Fátima também teve… histórias fora de casa”.

Seu Alexandre, então, pede uma resposta mais direta: “Raparigou ou não raparigou?”.

Marcelo admite: “Rapariguei…”.

O sogro insiste novamente: “E ela também?”.

Marcelo responde: “Eu não queria usar esse termo, mas ela também…”.

Tentando amenizar a situação e defender a filha, Seu Alexandre afirma que ela teria traído menos: “Menos… Sei lá… Menos…”, responde Marcelo, em tom hesitante.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Estrelado por Wagner Moura, ‘O Agente Secreto’ será lançado na Netflix com exclusividade

‘Evil Dead: Wrath’: Filmagens do novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio’ já começaram!

A Warner Bros. confirmou que as filmagens do novo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, intitulado ‘Evil Dead: Wrath‘ (A Morte do Demônio: A Fúria), já foram iniciadas.

Para promover a produção, o estúdio divulgou o primeiro teaser do longa.

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O elenco contará com Jessica McNamee (‘Mortal Kombat’), Charlotte Hope (‘A Freira’), Zach Gilford (‘Missa da Meia-Noite’), Josh Helman (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Ella Newton (‘Animais Perigosos’), Elizabeth Cullen (‘Diabolic’) e a novata Ella Oliphant.

Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) será responsável pela direção.

Vale lembrar que próximo filme da saga, ‘Evil Dead Burn‘, está programado para estrear no dia 24 de julho.

Souheila Yacoub, de ‘Duna: Parte 2‘, será a protagonista.

Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

‘Pillion’: Romance estrelado por Alexander Skarsgård e Harry Melling conquista 99% de aprovação da crítica especializada; Confira as avaliações!

Pillion, novo romance gay com temática BDSM estrelado por Alexander Skarsgård e Harry Melling, conquistou impressionantes 99% de aprovação da crítica especializada, com base em 159 avaliações, além de 88% de aprovação do público.

No geral, os críticos rasgaram elogios ao longa, destacando a direção sensível e ousada do cineasta Harry Lighton, bem como as performances marcantes de seus protagonistas.

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“Caminhando por uma linha tão delicada quanto seda estilhaçada, Pillion transita com habilidade entre o provocante e o doce, o obsceno e o romântico”, disse Jeannette Catsoulis do New York Times.

“Lighton usa lindamente o kink e o BDSM como um espaço para explorar o desejo e a devoção que surgem do amor não correspondido, bem como o equilíbrio entre aprender a amar a si mesmo e manter um senso de independência”, disse Glenn Garner do Deadline.

“Com um senso de humor irônico, Pillion consegue ser ao mesmo tempo sutil e explícito na forma como Lighton apresenta praticamente tudo o que acontece no relacionamento nada convencional entre Colin e Ray”, disse Peter Debruge da Variety.

“Este é um papel de destaque na carreira de Harry Melling… Colin é como um pássaro recém-saído do ninho, com um olhar intenso e um falatório compulsivo. É um prazer vê-lo se descobrir, entendendo exatamente o que quer e como conseguir”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Ousado, irreverente e profundamente romântico, Pillion se destaca como um dos melhores filmes de amadurecimento da década, além de ser um dos mais apaixonantes”, disse Rendy Jones do Yahoo.

“Você quer ver nas telas a representação de um estilo de vida queer altamente específico? Você terá isso. Mas Pillion nunca esquece que há uma história mais profunda acontecendo por trás de todo o sexo”, disse David Fear do Rolling Stone.

“No fim das contas, é uma história de amor profundamente comovente, na qual nos tornamos submissos à visão estranha, bela e sensual de Harry Lighton. Também ajuda o fato de o filme ser sustentado por dois atores totalmente dispostos e comprometidos com essa visão”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

Harry Lighton percorre com brilho uma delicada linha tonal, equilibrando emoção e humor dentro de uma subcultura”, disse Tomris Laffly da Elle.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

Confira:

O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance Box Hill, de Adam Mars-Jones.

Na trama, Colin, um homem tímido, conhece Ray, um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.

Douglas HodgeLesley SharpJake ShearsPaul TallisAnthony Welsh e mais completam o elenco.

‘God of Tides’: Grant Gustin, o eterno Flash, estrelará filme sobre pescador baseado em fatos reais; Saiba os detalhes!

O drama independente ‘God of Tides’ (O Deus das Marés – tradução livre), inspirado na vida real do mergulhador e pescador com arpão de classe mundial Virgil Price III, acaba de ganhar novidades empolgantes.

Segundo o Deadline, Grant Gustin (conhecido por seu papel emThe Flash) assumirá o papel principal como Virgil.

Além de Gustin, a produção conta com nomes renomados no elenco:

O longa, dirigido por Cruz Angeles com roteiro de Maria Topete, apresenta uma jornada de redenção intensa.

A história acompanha Virgil (Gustin), um ex-músico promissor cujos fracassos, relações familiares fragmentadas e a luta contra o alcoolismo o levaram a um ponto de ruptura.

Buscando refúgio e reinvenção no mergulho livre competitivo, ele descobre que o oceano é implacável. À medida que desce às profundezas, Virgil é forçado a encarar não apenas os limites físicos do esporte, mas também os traumas perturbadores de sua própria mente.

“‘God of Tides’ explora temas como gratidão, aceitação e a resiliência do espírito humano”, afirmou o diretor Cruz Angeles. “É uma honra absoluta contar a história de Virgil com um elenco tão incrível”.

Berlinale 2026 | Cinema brasileiro em destaque: ‘Feito Pipa’ vence dois prêmios na Generation Kplus

Neste sábado, 21 de fevereiro, o filme brasileiro Feito Pipa (Gugu’s World), dirigido por Allan Deberton e com participação de Lázaro Ramos, conquistou as duas principais premiações da mostra Generation Kplus no Festival Internacional de Cinema de Berlim 2026.

A produção levou o Crystal Bear de Melhor Filme, concedido pelo Júri Infantil Generation Kplus. Composto por Walter Moritz Arndt, Gustav Arnz, Thabani Dabulamanzi, Rosa Sophie Krasznahorkai, Vera Marsh, Emir Efe Özeren e Alma Sofia Villanueva Bullemer, a justificativa do deles foram:

“As emoções de cada personagem nos tocaram profundamente. Fomos levados pela história emocionante, como se fôssemos parte da ação. Questões importantes foram abordadas e merecem mais atenção.”

Lázaro Ramos e Yuri Gome em Feito Pipa

O longa também foi reconhecido pelo Júri Internacional da mostra Generation, formado pelo cineasta indonésio Khozy Rizal; atriz alemã Lena Urzendowsky; e a diretora de programação do Festival de Sundance Kim Yutani, com o Grande Prêmio do Júri Internacional para o Melhor Filme em Generation Kplus — uma das honrarias mais prestigiadas da programação paralela do festival.

Segundo os membros do júri: “Este filme nos cativou com sua narrativa vibrante e com seu protagonista jovem, multifacetado, confiante e intenso, além das maneiras frequentemente bem-humoradas e comoventes com que aborda suas questões existenciais. Ficamos encantados com as atuações memoráveis de Yuri Gomes e Teca Pereira, e não esqueceremos o personagem Gugu, tão atlético quanto fabuloso, que é forçado a defender a si mesmo enquanto o raro vínculo que tem com sua avó começa a desaparecer.”

Com essa dupla vitória em Berlim, Feito Pipa consolida ainda mais a presença e o impacto do cinema brasileiro no cenário internacional.

Ted Sarandos rebate críticas de James Cameron à aquisição da Warner pela Netflix

O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, enviou recentemente uma carta ao senador Mike Lee (R-UT), rebatendo as declarações de James Cameron. O cineasta havia classificado como “desastrosa” a bilionária aquisição da Warner Bros. Discovery (WBD) pela gigante do streaming.

De acordo com o Deadline, Sarandos defendeu o plano da plataforma de adquirir as “joias da coroa” da Warner, refutando a tese de Cameron de que o negócio de US$ 83 bilhões destruiria o setor cinematográfico e causaria perdas massivas de empregos.

Embora tenha demonstrado respeito pelo trabalho de Cameron, Sarandos não poupou críticas à postura do diretor de Titanic e Avatar.

“A carta do Sr. Cameron distorce conscientemente nossa posição e nosso compromisso com o lançamento teatral dos filmes da Warner Bros”, afirmou o executivo.

Para convencer seus aliados em Washington, Sarandos reiterou seu “firme compromisso” em manter exibições robustas nos cinemas, mesmo enquanto a Netflix enfrenta a concorrência de uma tentativa de aquisição hostil de US$ 108 bilhões liderada por David Ellison (Skydance) e pela Paramount.

Confira a carta na íntegra e siga o CinePOP no Youtube:

“Prezado Presidente Lee,

Recentemente, li a carta que James Cameron lhe enviou sobre nosso acordo para adquirir os estúdios Warner Bros. e a HBO da Warner Bros. Discovery, e, especificamente, o impacto que ele acredita que isso terá nos cinemas.

Eu respeito enormemente o Sr. Cameron e adoro seu trabalho. Mas sua carta para o senhor distorce conscientemente nossa posição e nosso compromisso com o lançamento teatral dos filmes da Warner Bros.

Quando nos encontramos, e novamente quando testemunhei sob juramento perante o subcomitê, deixei claro que continuaremos a lançar os filmes da Warner Bros. nos cinemas com uma janela exclusiva de 45 dias, exatamente como ocorre hoje. Este não é um objetivo provisório ou uma diretriz flexível; é um número firme e um compromisso sólido.

Também disse o mesmo ao Sr. Cameron quando nos encontramos em 20 de dezembro de 2025, logo após anunciarmos nosso acordo para adquirir a Warner Bros.

Durante essa reunião, conversamos sobre os planos da Netflix para a Warner Bros., incluindo nosso compromisso de 45 dias. O Sr. Cameron foi muito receptivo. Se houve algo, ele estava mais empolgado em falar sobre os óculos de exibição de filmes em casa que está desenvolvendo com a Meta do que sobre janelas exclusivas para filmes nos cinemas.

A carta do Sr. Cameron não reflete nada disso. Ele sugere incorretamente que apenas prometemos uma janela de 17 dias em vez de 45, não descreve corretamente o acordo que a Netflix alcançou e ignora as graves consequências para a indústria caso a proposta da Paramount Skydance seja aceita.

Muitos de nós na Netflix, eu incluso, nos apaixonamos pelo cinema nos teatros, e é por isso que investimos mais de US$ 70 milhões para restaurar o histórico Egyptian Theatre em Hollywood e salvar o Paris Theatre em Nova York. Mas também entretemos o mundo entregando séries e filmes na casa dos assinantes, então entendo o ceticismo do senhor e da indústria sobre nossas intenções com os lançamentos teatrais.

Quando falei sobre o negócio cinematográfico no passado, estava me referindo ao modelo de negócios da Netflix. Naquela época, não possuíamos um distribuidor teatral. Agora, possuiremos um excelente.

A Warner Bros. arrecadou mais de US$ 4 bilhões nas bilheterias no ano passado. No mês passado, recebeu 30 indicações ao Academy Awards, igualando um recorde estabelecido há duas décadas. E acaba de conquistar seu nono filme consecutivo com estreia número um em bilheteria, com Withering Heights.

Estamos comprando a Warner Bros. precisamente porque seus ativos são muito diferentes dos nossos. Planejamos manter esses negócios operando, em grande parte, como estão hoje, e continuaremos investindo neles, assim como temos feito há anos. No momento em que outras empresas de mídia estão cortando investimentos em conteúdo, nós os aumentamos. Esta aquisição é uma extensão desse compromisso, não um afastamento dele.

Se a Paramount Skydance vencer este acordo, farão o oposto.

A Paramount Skydance eliminará um dos cinco grandes estúdios teatrais de Hollywood. Eles também prometeram ‘reduzir rapidamente seu endividamento’ após a transação proposta, o que só pode ser uma representação honesta das escolhas à sua frente. Nossa transação preservaria um dos cinco grandes estúdios de Hollywood e faria crescer a indústria de entretenimento americana.

Acredito firmemente, assim como o Sr. Cameron, que os filmes importam, como forma de arte, como motor econômico e como uma das exportações culturais mais importantes da América. O caminho mais forte para os cinemas é investir mais neles”.

Vale destacar que a Netflix está adquirindo os estúdios de cinema e TV da Warner Bros., assim como a HBO Max, por US$ 83 bilhões. A Paramount tentou interromper a negociação com uma oferta hostil à Warner Bros. Discovery, mas sua proposta foi rejeitada.

Paul Thomas Anderson revela que filme pornô foi inspiração para ‘Boogie Nights: Prazer Sem Limites’

O cineasta Paul Thomas Anderson, mente por trás do clássico Boogie Nights: Prazer Sem Limites’, revelou recentemente as inspirações inusitadas para o longa.

Surpreendentemente, a “semente inicial” da obra foi plantada quando ele assistiu ao seu primeiro filme pornô, em uma idade em que era jovem e impressionável demais para tal conteúdo.

De acordo com a Far Out Magazine, Anderson confirmou que sua primeira experiência marcante com a pornografia aconteceu quando ele tinha apenas nove anos.

“É verdade, meu pai foi o primeiro da rua a ter um videocassete”, declarou o diretor, com um misto de orgulho e ironia.

Ele conta que uma das primeiras coisas que fez com a nova tecnologia foi assistir a ‘The Opening of Misty Beethoven’.

“Muito, muito, muito bem feito, um dos melhores. Isso me aterrorizou na época, me assustou de verdade. Um sexo oral era um sexo oral, mas as cenas de sexo eram confusas. Eu estava tentando entender aquilo: isso está no traseiro dela ou o quê?”, relembrou.

Anos depois, o impacto daquela confusão juvenil tomou forma. Aos 17 anos, enquanto assistia TV em seu quarto, Anderson teve um estalo: “Eu estava sentado na minha cama, tinha 17 anos, assistindo TV, e juro por Deus, foi tipo: bang! Dirk Diggler. Ei, esse é um ótimo nome de ator pornô”.

Essa ideia culminou na história protagonizada por Mark Wahlberg, que interpreta Diggler, um jovem que se torna uma superestrela do cinema adulto. Curiosamente, o longa-metragem foi baseado em um curta-metragem no estilo mockumentary (falso documentário) que Anderson escreveu e dirigiu ainda no ensino médio.

Boogie Nights: Prazer Sem Limites’ está disponível na Apple TV.

“Na década de 70, um produtor guia um jovem talentoso rumo ao estrelato na indústria pornográfica. No entanto, com a chegada dos anos 80, a ganância e o egoísmo ameaçam levar tudo à ruína”, diz a sinopse.

Diretores de ‘Premonição 6’ irão comandar filme animado focado no Venom

De acordo com o Deadline, Zach Lipovsky e Adam B. Stein, diretores do aclamado ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘, foram contratados para comandarem um novo filme animado do ‘Venom‘.

O projeto está sendo desenvolvido pela Sony Pictures, responsável pela trilogia live-action estrelada por Tom Hardy.

Amy Pascal, Avi Arad e Matt Tolmach devem retornar como produtores.

O site ainda afirma que Hardy deve retornar em alguma capacidade, mas não foi confirmado se ele dará voz ao seu personagem dos filmes, Eddie Brock.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que a trilogia live-action já arrecadou mais de US$ 1.8 bilhão nas bilheterias mundiais.

venom poster

Selton Mello expande horizontes internacionais e estrela novo longa em Paris

selton mello

Após o sucesso absoluto de Ainda Estou Aqui, Selton Mello consolida sua presença no cenário internacional ao protagonizar o longa ‘I Don’t Even Know Who I Was’ (Eu Nem Sei Quem Eu Fui, em tradução livre).

Conforme a Variety, dirigido por João Paulo Miranda Maria e produzido pela francesa Les Valseurs, o filme está sendo rodado atualmente em Paris e promete ser um dos projetos mais ambiciosos da carreira do ator.

“Estou sempre em busca de projetos que me lembrem por que me apaixonei pelo cinema. Aqui em Paris, encontrei os parceiros perfeitos para dar vida a este poema febril, uma delicada meditação sobre o luto e o cinema, filmada em 35mm. João Paulo é um dos cineastas mais fascinantes e talentosos que conheci nos últimos anos, e a Les Valseurs é a produtora ideal, com um instinto notável para criar filmes movidos por força criativa”, afirmou.

O ator ainda destacou que está vivendo um “momento verdadeiramente único e especial” em sua vida, “descobrindo novas culturas e expandindo minha criatividade para novos territórios”.

“Tudo neste projeto é profundamente inspirador, e posso dizer que tem sido um dos maiores desafios artísticos que já abracei: me expressar em quatro idiomas diferentes. Exigiu uma enorme concentração, mas me estimulou de uma forma tão profunda que jamais esquecerei essa experiência”, acrescentou.

Os produtores Justin Pechberty e Damien Megherbi, da Les Valseurs, celebraram a parceria, ressaltando que admiram o trabalho de Selton tanto na atuação quanto na direção.

“Admiramos há muito tempo o trabalho de Selton Mello, tanto como ator quanto como cineasta, e estamos honrados pela confiança que ele depositou no novo e ousado gesto cinematográfico de João Paulo Miranda Maria, celebrou.

Eles definem a obra como um “gesto cinematográfico ousado” que caminha contra a corrente das imagens saturadas da atualidade.

Além deste projeto, Selton Mello concluiu recentemente sua estreia em língua espanhola com o filmeLa Perra, da diretora Dominga Sotomayor, reforçando sua versatilidade e a internacionalização de sua carreira após décadas de protagonismo no cinema brasileiro.

Shonda Rhimes, criadora de ‘Grey’s Anatomy’, presta homenagem a Eric Dane: “Uma marca inesquecível”

mark sloan eric dane greys anatomy
mark sloan eric dane greys anatomy

Shonda Rhimes, criadora de ‘Grey’s Anatomy’, prestou uma emocionante homenagem a Eric Dane, que deu vida ao icônico Dr. Mark Sloan, após a morte do ator na quinta-feira.

Eric Dane foi um membro querido das famílias Shondaland e Grey’s Anatomy. Ele era um ator verdadeiramente talentoso, cuja interpretação do Dr. Mark Sloan deixou uma marca inesquecível na série e no público ao redor do mundo”, afirmou.

“Somos profundamente gratos pela arte, pelo espírito, pela amizade e pela humanidade que ele compartilhou conosco por tantos anos. Nossos corações estão com sua família, seus entes queridos e todos aqueles que foram tocados por seu trabalho”, acrescentou.

O ator havia sido diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável que afeta os neurônios motores, resultando em paralisia motora irreversível.

“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA,” declararam seus familiares à revista People. “Ele passou seus últimos dias cercado por amigos queridos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo.”

“Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

Recentemente, ele participou de um episódio de ‘Mentes Extraordinárias‘, interpretando um paciente com ELA, ressaltando sua jornada em conscientizar as pessoas sobre sua luta.

Sucesso nas telinhas, o ator também participou de ‘Charmed‘, ‘Private Practice‘, ‘The Last Ship‘, ‘Contagem Regressiva‘, entre outros seriados.

Com quase cinquenta créditos em sua carreira, ele também estrelou filmes para os cinemas, como ‘X-Men: O Confronto Final‘, ‘Pânico em Alto Mar‘, ‘Burlesque‘, ‘Americana‘, ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘No Limite da Proteção‘ e o vindouro ‘Segredos Familiares‘.