O Prime Video revelou recentemente que ‘A Casa dos Espíritos’, adaptação do clássico e aclamado romance homônimo assinado por Isabel Allende, já tem data para chegar à sua grade de programação.
A releitura, estrelada por Nicole Wallace e Alfonso Herrera, tem estreia marcada para o dia 29 de abril na plataforma de streaming.
A trama acompanha as paixões, lutas e segredos da família Trueba, abrangendo três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas.
A família é formada por Esteban, o patriarca da família Trueba, um homem volátil e orgulhoso, cujo desejo por terra é lendário e que vive assombrado pela paixão tirânica que sente pela esposa que nunca pode ter por completo; Clara, a matriarca, evasiva e misteriosa, que prevê a tragédia familiar e molda o destino da casa e dos Trueba; Blanca, sua filha, de fala suave, mas rebelde, cujo amor chocante pelo filho do capataz de seu pai alimenta o eterno desprezo de Esteban, mesmo quando resulta na neta que ele tanto adora; e Alba, o fruto do amor proibido de Blanca, uma mulher ardente, obstinada e dotada de luminosa beleza.
Allende entra como produtora executiva ao lado de Eva Longoria (‘Desperate Housewives’, ‘Flamin’ Hot’).
Vale lembrar que o romance já ganhou uma adaptação para os cinemas, em 1993, trazendo Meryl Streep e Jeremy Irons como protagonistas.
A AMC divulgou um novo teaser oficial da 4ª temporada da série de suspense ‘Dark Winds’, mostrando cenas dos próximos episódios do ciclo – que estreou no último dia 15 de fevereiro.
Lembrando que a iteração atual ainda não tem data de lançamento confirmada no Brasil.
Confira:
Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.
Isabel DeRoy-Olson (‘Fancy Dance’) e Luke Barnett (‘The Crossing Over’) farão parte dos novos episódios.
DeRoy-Olson dará vida a Billie Tsosie, uma jovem navajo decisiva e prática que não quer nada além da liberdade para se conectar com as pessoas fora do internato onde estuda. Quando seu primo a tira da escola, ela rapidamente se vê em apuros, tendo apenas sua astúcia e sua resiliência para sobreviver.
Barnett, por sua vez, será o Agente Especial do FBI Toby Shaw, que aparece buscando por respostas a um mistério que envolve um de seus amigos.
Chaske Spencer (‘A Saga Crepúsculo’) também foi escalado como Sonny, um recruta do círculo do crime de Los Angeles. Carismático e letal, ele utiliza seu charme e suas ameaças para atrair jovens nativo-americanos recentemente realocados de suas reservas à vida do crime na cidade.
Em ‘Dark Winds’, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.
A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.
‘O Museu da Inocência’, adaptação do romance homônimo do vencedor do Prêmio Nobel Orhan Pamuk, chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e já está fazendo sucesso entre os assinantes.
Contando com nove episódios, a trama nos apresenta a um profundo questionado sobre o amor e de que forma ele pode ser tanto construtivo quanto destrutivo.
Confira a sinopse:
‘O Museu da Inocência’ narra a turbulenta história de Kemal, um jovem de uma das famílias mais ricas de Istambul, e sua parente pobre e distante, Füsun, a partir da década de 1970. Kemal, disposto a tudo por amor, começa a colecionar os brincos, os grampos de cabelo e até as bitucas de cigarro de sua amada… O que é o amor? Uma obsessão, uma aflição, um acidente que desvia o curso de nossas vidas; ou uma grande e inocente felicidade?
A franquia ‘Pânico’ é uma das mais populares da história do cinema e, desde sua estreia em 1996, trouxe uma nova perspectiva para o gênero slasher ao unir metalinguagem e terror em um mesmo lugar. Através de uma competente e sangrenta história, Wes Craven e Kevin Williamson eternizaram alguns dos personagens mais conhecidos da cultura pop, incluindo a icônica final girl Sidney Prescott, vivida por Neve Campbell.
O sucesso do primeiro filme reverbera mesmo duas décadas depois do início da saga, caminhando agora para seu sétimo capítulo e imortalizando mais uma vez a medonha figura de Ghostface nas telonas – trazendo Sidney para o que pode ser uma de suas batalhas mais dolorosas, principalmente quando o serial killer toma sua família como alvo, incluindo a filha Tatum (Isabel May). E, enquanto aguardamos ansiosamente pela estreia do longa-metragem, a campanha promocional segue a todo vapor, não se restringindo apenas a trailers, teasers e vídeos promocionais, mas se estendendo a uma trilha sonora que promete capturar a irruptiva essência da franquia.
Recentemente, a primeira de quatro canções originais foi lançada pelo cantor, compositor e rapper norte-americano Sueco. Intitulada “Rearranging Scars”, a faixa inédita veio acompanhada de um videoclipe com a participação de ninguém menos que o próprio assassino mascarado, em um cenário decorado com correntes e muito sangue cenográfico. A track, infundida nas conhecidas e rompantes notas do metal, é uma ótima abertura para as próximas três que serão divulgadas nos próximos dias – e é acompanhada de uma gritante melancolia já comum à atmosfera derradeira da franquia.
Contando com a assinatura de Jeris Johnson, BOI WHAT, Alexander Sacco, Alex Karlsson e o cantor em si, a faixa estende-se por três minutos e vinte segundos de versos pincelados com um conformismo letárgico, de uma labiríntica prisão em que ressentimentos e cicatrizes não podem simplesmente serem esquecidos – voltando à tona em um ciclo inescapável de dor que, de maneira categórica, serve como reflexo para a jornada de Sidney e de todas as vítimas do serial killer. O arrependimento urge no vibrante refrão, em que o performer lamenta o fato de não poder mudar o que fez e ser obrigado a conviver com isso todos os dias.
Johnson e BOI WHAT também assumem as rédeas da produção da música, optando por uma estética que nos remonta, ainda que apenas em um âmbito temático, ao single “Something To Die For”, emprestado pela banda de rockThe Sounds a ‘Pânico 4’. Criando esse fio condutor, que ainda conta com elementos que homenageiam as dissonâncias de grupos como Metallica e The Pretty Reckless, a dupla celebra o metal em um confronto direto entre passado e presente que, de maneira dialógica com o projeto cinematográfico, emerge em um legado marcado por gritos e despedidas. E, compondo essa épica atmosfera que se desenrola pouco a pouco, temos a presença contundente do rap, do punk-rock e do pop-punk que funcionam dentro de uma praticidade muito bem-vinda.
Lembrando que a próxima canção, “Twisting the Knife”, será lançada em 19 de fevereiro.
Nos últimos anos, o subgênero dos thrillers eróticos vem ganhando um espaço considerável no cenário do entretenimento – não apenas conquistando os assinantes das plataformas de streaming, como encontrando certa recepção sólida por parte dos críticos, principalmente quando a ideia da narrativa não é se levar a sério e focar apenas no cerne do entretenimento. Não é surpresa que títulos como ‘Desejo Fatal’, ‘Sex/Life’ e ‘Verdades Secretas’ tenham se tornado favoritos dos espectadores – e, agora, o Prime Video nos convida para sua mais nova produção original, ‘56 Dias’, que traz ninguém menos que Dove Cameron(‘Descendentes’) e Avan Jogia (‘The Backrooms’) como protagonistas de um suspense enervante e recheado de reviravoltas.
Com o lançamento dos oito episódios em sua grade de programação, o projeto ganha pontos por não se render ao pedantismo narrativo e por acreditar naquilo que se propõe a fazer: logo de cara, somos apresentados aos dois protagonistas da trama. Ciara Wyse (Cameron) e Oliver Kennedy (Jogia), dois jovens muito atraentes que se conhecem por acaso na cafeteria próxima a seus respectivos trabalhos e que, desde o momento em que cruzam olhares, acendem uma chama de interesse e de paixão que esconde segredos obscuros e problemáticos que vão se desenrolando pouco a pouco.
Conforme somos engolfados no complexo e intenso relacionamento entre os dois, uma trama paralela se desenrola quase dois meses mais tarde, dando destaque à Detetive Lee Reardon (Karla Souza) e ao Detetive Karl Connolly (Dorian Missick), que investigam um brutal assassinato que ocorreu em um dos edifícios mais populares da cidade. A questão é que a cena do crime ocorreu no mesmo lugar onde Oliver mora – e onde começa a ter uma vida ao lado de Ciara, que, poucos dias depois de conhecê-lo, acaba se mudando para o apartamento em virtude de alguns “problemas” em sua casa alugada. Não demora muito até que comecemos a desconfiar de quem poderia estar naquela banheira e o que levou um casal aparentemente apaixonado a ser centro de um terrível crime.
Cameron e Jogia dão início a essa inebriante e quente jornada explorando o primeiro aspecto que procuramos em produções do gênero: a química. E, ao passo que se distanciam de papéis predecessores e mergulham em um belíssimo amadurecimento artístico um ao lado do outro, a dupla irrompe em explosivas centelhas que se tornam cada vez mais perigosas, principalmente quando descobrimos que, como já mencionado, ambos mantêm segredos que a qualquer momento virão à tona. Logo nos primeiros episódios, sabemos que Oliver está fugindo de um passado que insiste em persegui-lo, mergulhando em uma entorpecente espiral de loucura que se torna mais incontrolável dia após dia; Ciara, por sua vez, tem pendências com Oliver e faz de tudo para se aproximar dele até estar pronta para dar sua cartada final.
Em contraposição, Souza e Connolly trazem ainda mais peso dramático para o enredo, mostrando um lado mais calculista e melancólico que entra em conflito direto com o diabólico gostinho do medo e das mentiras que entrelaçam Ciara e Oliver em um vórtice de artimanhas – e tanto Lee quanto Karl lidam com seus próprios dilemas enquanto procuram o responsável por aquela hedionda tragédia. Não é surpresa que as showrunnersLisa Zwerling e Karyn Usher optem por uma narrativa não-linear que bebe muito de produções como ‘How To Get Away with Murder’, garantindo que a divisão do espaço-tempo não seja um empecilho para sermos arrastados para esse narcótico thriller.
É claro que a série não está livre de erros – e os convencionalismos se destinam a certas cacofonias nos diálogos que destituem os personagens da complexidade que poderiam ter e os colocam mergulhados em fórmulas cansativas e já vistas ad nauseam no cenário do entretenimento. Todavia, precisamos mencionar que a entrega do elenco protagonista e coadjuvante, que mostra várias vezes estar se divertindo em cada uma das cenas, é o bastante para nos manter engajados. E, servindo como apoio para devorarmos a temporada de uma só vez, as reviravoltas alcançam um nível de absurdez tão deliciosa que é impossível pararmos de assistir.
A distinção da série também se destina ao cuidado estético: a todo momento, a maioria dos personagens está envolta em uma melancólica e isolante fotografia azulada que os torna reféns de ressentimentos não resolvidos – acompanhados por letárgicos tons de vermelho que indicam um perigo constante. A exceção destina-se à personalidade ambígua e controversa de Ciara, que se mostra habilidosa ao ponto de chamar a atenção quando precisa, seja em meio a planos abertos ou seja ao ser o centro dos holofotes com pequenos detalhes que irrompem em cena.
‘56 Dias’ tem todos os elementos que compõe a popularidade inestimável dos thrillers eróticos contemporâneos, bebendo de clássicos tanto do cinema e da televisão para orquestrar um tour-de-force marcado por mentiras, sangue e assuntos pendentes. Movido pela necessidade de entreter, o novo original Prime Video se beneficia da presença de Dove Cameron e Avan Jogia para nos conduzir em meio a um jogo inescapável de poder e sexo.
O site Collider divulgou duas novas imagens da 2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros‘ (Monarch: Legacy of Monsters), elogiada série do Monsterverse.
As imagens destacam a introdução de uma nova criatura sinistra, conhecida como Escaravelho.
“Ter uma criatura solta no interior de uma nave ou na cápsula Axis Mundi coloca nossos personagens em um nível de igualdade maior com eles. Isso não torna os escaravelhos tecnicamente mais ou menos difíceis de criar, mas traz um conjunto diferente de desafios,” declarou Sean Konrad, supervisor de efeitos visuais.
O próximo ciclo estreará na Apple TV+ no dia 27 de fevereiro.
A segunda temporada continuará com o destino da Monarch, e do mundo, em jogo. A saga dramática revela segredos enterrados que reunirão nossos heróis (e vilões) na Ilha da Caveira de Kong e em uma nova e misteriosa vila onde um titã mítico surge do mar. Os efeitos do passado refletem no presente, confundindo os laços entre família, amigos e inimigos. Tudo isso com a ameaça de um evento titânico se aproximando.
Vale lembrar que Amber Midthunder (‘O Predador: A Caçada’) foi escalada para os novos episódios como Isabel, uma empresária inteligente e poderosa.
A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.
Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas.
O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).
Em entrevista ao Variety, Glen Powell (‘Twisters’) comentou sobre o que podemos esperar da vindoura série baseada na clássica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, que está sendo desenvolvida pela A24.
O ator ainda confirmou que não estrelará a produção, apenas servirá como produtor executivo.
“Acredito que ‘O Massacre da Serra Elétrica’ é um dos filmes de terror mais brilhantes da história. Ajudou a definir o gênero. Sinto que a A24 é um lugar que realmente produz coisas especiais, e eles são verdadeiros guardiões e protetores da qualidade.”
Ele completa, “Sei que vamos fazer algo realmente especial com esta franquia, então estou me sentindo muito, muito bem. Foi um longo processo para chegarmos até aqui, mas sei que temos algo muito divertido pela frente.”
JT Mollner, diretor do aclamado suspense ‘Desconhecidos‘, será responsável pelo seriado.
A série será produzida por Roy Lee, Steven Schneider, o ator Glen Powell e Kim Henkel, cocriador do longa original de 1974.
Além disso, um novo longa-metragem está em estágios iniciais de desenvolvimento, mas ainda não se sabe se o filme será lançado nos cinemas ou chegará direto ao serviço de streaming da Netflix – como havia sido reportado anteriormente.
Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela gigante do streaming, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.
Na trama, capturado por uma força-tarefa militar implacável, Popeye recebe uma injeção de um soro de supersoldado. Aprimorado além da imaginação, ele se liberta — mais forte, mais inteligente e mais furioso. Agora à solta, Popeye invade um acampamento de verão próximo, semeando o caos em qualquer um que ouse cruzar seu caminho.
De acordo com o Deadline, David Chokachi (‘Círculo de Monstros’) foi confirmado no elenco do reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu‘, que está sendo desenvolvido pela FOX.
Em caráter recorrente, o ator reprisará seu papel como Cody Madison, da série original.
A nova versão será estrelada por Stephen Amell (‘Arrow’), que dará vida ao Hobie Buchannon – personagem da série clássica.
Originalmente, ele foi interpretado por Brandon Call por uma temporada, sendo substituído por Jeremy Jackson nos ciclos seguintes.
Na trama…
O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.
Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.
“Desde nosso primeiro encontro, Stephen Amell apresentou exatamente o que este novo capítulo de ‘Baywatch’ exige: coração, intensidade e a inegável energia de herói. Ele é o tipo de protagonista que consegue correr para o perigo, carregar o peso emocional e ainda criar um clima divertido. Estamos ansiosos para começarmos,” declarou Nix.
O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.
Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.
As filmagens estão programadas para meados deste ano, em Venice Beach e nos estúdios da Fox em Century City.
Quando um homem aparece morto na praia, duas detetives muito diferentes são escaladas para resolver o caso: a meticulosa sargento-sênior Dulcie Collins (Kate Box) e uma rude investigadora chamada Eddie Redcliffe (Madeleine Sami), junto com sua ansiosa policial júnior Abby (Nina Oyama). Enquanto a cidade se prepara para lançar o evento anual de artes, comida e cultura – o Festival de Inverno – o trio deve colocar suas diferenças de lado e unir forças para encontrar o assassino.
Segundo o Deadline, cinco novos membros foram escalados para o elenco de ‘Peaked’, nova comédia da A24 escrita, dirigida e estrelada por Molly Gordon (‘O Urso’).
‘Stick’, comédia estrelada por Owen Wilson (‘Uma Noite no Museu’), retorna em breve para uma já confirmada 2ª temporada – e acaba de ganhar uma atualização muito promissora.
Na trama, Wilson interpreta Pryce Cahill, um ex-jogador profissional de golfe decadente cuja carreira foi interrompida prematuramente há 20 anos. Após o fim de seu casamento e depois de ser demitido de uma loja de artigos esportivos em Indiana, ele aposta seu futuro em ajudar um jovem de 17 anos, ainda imaturo, mas que é um fenômeno no esporte, chamado Santi (Peter Dager).
Marc Maron, Mariana Treviño, Lilli Kay, Judy Greer e Timothy Olyphant fazem parte do elenco, assim como participações especiais de astros do golfe como Collin Morikawa, Keegan Bradley, Max Homa, Wyndham Clark e muito mais.
O terror slasher ‘Heart Eyes: Terror à Primeira Vista‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.
Na trama, quando o assassino dos Olhos de Coração ataca em Seattle, dois colegas trabalhando durante o Dia dos Namorados são confundidos como um casal por um serial killer que foca em matar namorados. Agora, eles terão que passar a noite mais romântica do ano correndo por suas vidas.
Com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa original arrecadou US$ 33 milhões nas bilheterias mundiais – e uma sequência já está oficialmente em desenvolvimento!
Ele se junta à atriz Sydney Sweeney (‘A Empregada’), previamente anunciada.
Na trama, Sweeney interpreta Undine, uma jovem ferozmente ambiciosa do Meio-Oeste que luta para ascender aos círculos sociais da elite de Nova York na virada do século. Armada com beleza, ousadia e uma vontade inabalável, ela desafia as convenções sociais, enfrentando controvérsias até que o amor e a fortuna finalmente se alinhem.
Josie Rourke será responsável pela direção e roteiro.
Em comunicado oficial, Rourke não poupou elogios à escolha da protagonista: “Undine Spragg é a ‘mulher perigosa’ original. A personagem de Wharton sempre fascinou, seduziu e irritou os leitores. Ao escrever esta adaptação, Sydney Sweeney vivia em minha mente como essa figura icônica, é como se Wharton tivesse escrito o papel para ela há um século”.
De acordo com o Deadline, Mckenna Grace (‘Pânico 7’) foi confirmada na nova série live-action do ‘Scooby-Doo‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.
A atriz interpretará a Daphne. Nos cinemas, a personagem foi vivida pela icônica Sarah Michelle Gellar (‘Buffy, a Caça-Vampiros’).
A trama promete uma “reimaginação moderna”, acompanhando Salsicha e Daphne em um acampamento de verão onde se unem a Velma e Fred para investigar o desaparecimento de um filhote de Dogue Alemão, que pode ser a chave para um mistério sobrenatural.
Após o assassinato brutal do marido, uma policial rodoviária do Kansas parte em uma jornada para rastrear o criminoso. À medida que a busca avança, ela descobre que o responsável é um serial killer sádico, e a profundidade de sua depravação mental e seus planos sinistros são mais perversos do que qualquer um poderia imaginar.
Depois da impactante interpretação em Anatomia de uma Queda, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, e da intensidade silenciosa de Zona de Interesse,Sandra Hüller retorna às telas com Rose, do austriaco Markus Schleinzer. Baseada em fatos reais, a obra reafirma o que já sabíamos: estamos diante de uma atriz monumental. Após um intervalo sem novos lançamentos, a expectativa cresceu; e Rose não apenas a justifica, como a amplia.
Ambientado no século XVII e filmado em um rigoroso preto e branco, o longa constrói uma atmosfera austera, quase documental, mergulhando o espectador em uma comunidade rural onde sobreviver já é um ato de resistência — entre o ataque de animais selvagens e a fúria do frio e das chuvas. A narrativa é linear, metódica, conduzida pela própria protagonista como narradora. Em voz off, Rose (Sandra Hüller) revela suas ambições, seus cálculos e seus riscos. Desde o início, sabemos que sua trajetória é movida por um desejo simples e radical: possuir um pedaço de terra, conquistar um lugar no mundo.
Órfã, criada à margem das convenções sociais impostas às mulheres de sua época, a protagonista nunca internalizou completamente o “manual” da feminilidade. Para sobreviver e prosperar, assume a identidade masculina. Não se trata apenas de um disfarce, é estratégia de ascensão social. Como homem, ela trabalha a terra com a promessa de um dia comprá-la. Como homem, pode negociar, comandar, caçar, e inclusive matar um urso, gesto simbólico que desmonta a crença na suposta incapacidade feminina para a força física, coragem ou liderança.
A transformação física de Hüller é impressionante. A dureza do rosto, a cicatriz que a vida lhe impôs, a postura corporal contida, tudo contribui para essa ambiguidade que convence a comunidade. O que sustenta o filme, entretanto, é sua inteligência emocional. Rose não performa masculinidade como caricatura; ela a incorpora como ferramenta de sobrevivência. Sua “deformação”, que poderia condená-la à exclusão enquanto mulher, torna-se justamente o que viabiliza o engano social.
O pacto com o patriarcado, porém, cobra seu preço. Um fazendeiro se recusa a vender-lhe as terras, mas propõe uma barganha: trabalhar naquele pedaço de chão em troca da mão de uma de suas filhas. Rose aceita. O casamento com Suzanna (Caro Braun) é consumado por meio de artifícios, e ela engravida — porque, no fim, todos guardam algum segredo.. A esposa, inicialmente alheia à verdade, torna-se cúmplice quando descobre seu verdadeiro marido. Nasce entre elas uma solidariedade silenciosa: duas mulheres sustentando uma mentira para escapar de destinos ainda mais brutais.
O inevitável acontece quando, após um acidente — uma picada de abelhas que exige socorro imediato —, o corpo de Rose é revelado. A comunidade reage como se tivesse sido traída por uma blasfêmia. O julgamento constitui o clímax moral do filme. O discurso do juiz ecoa falas que ainda hoje ressoam em parlamentos e púlpitos: gênero é imutável, desafiar a ordem divina é pecado, a mulher tem um papel determinado por Deus. O texto remete à retórica contemporânea de setores religiosos conservadores, lembrando que o controle sobre o corpo feminino sempre foi sustentado por interpretações rígidas das escrituras bíblicas, corânicas ou outras tradições monoteístas.
Rose dialoga com narrativas como Elisa & Marcela (2019), de Isabel Coixet, e A Fita Branca, de Michael Haneke, ambos em preto e branco e com evocação de um segredo maldito. Neste último, Markus Schleinzer trabalhou como diretor de elenco e incorporou bastante a atmosfera do renomado cineasta conterrâneo. O impacto dessas narrativas está na inevitabilidade da tragédia. Não há surpresa no desfecho. Sabemos que a vila não aceitará uma mulher ocupando o espaço de poder reservado aos homens. O que está em jogo não é apenas uma identidade secreta, é a ameaça estrutural ao patriarcado.
O filme explicita a inexistência de saídas reais para as mulheres daquele contexto: prostituição ou casamento, ambas submissões ao patriarcado, não uma escolha. Rose tenta uma terceira via através da ambição, o trabalho, a propriedade ao vestir calças e trabalhar melhor que muitos homens no campo, mas é punida. Sua escolha revela algo profundamente perturbador: para mulheres que ousam desejar autonomia, não há absolvição possível dentro da lógica patriarcal.
Formalmente austero, politicamente incisivo e sustentado por uma performance extraordinária deSandra Hüller, Rose é um drama sobre identidade, poder e sobrevivência. Mais do que um filme de época, é um espelho desconfortável do presente. Ao narrar a história de uma mulher que precisou tornar-se homem para existir socialmente, o longa nos lembra que, em muitos aspectos, a estrutura que a condenou permanece assustadoramente intacta.
Em 2018, Lisa McGee dava vida a uma das séries de comédia mais elogiadas das últimas décadas – a divertida e inspiradora ‘Derry Girls’, que nos apresentou a algumas das personagens mais incríveis do cenário televisivo contemporâneo ao nos arremessar para a explosiva Irlanda do Norte nos anos 1990, explorando as turbulências da vida adolescente àquela época. Após conquistar o mundo com a produção, McGee começou a desenvolver um novo projeto, que chegou recentemente ao catálogo da Netflix sob o título ‘De Belfast ao Paraíso’ – que nos leva de volta ao idílico cenário irlandês para uma vibrante e irretocável mistura de comédia ácida, mistério e suspense que nos envolve desde os primeiros segundos.
A trama é centrada em três amigas: Saoirse (Roisin Gallagher), uma ansiosa roteirista de televisão que não está na feliz com a situação em que está, tanto no âmbito profissional, quanto pessoal; Robyn (Sinéad Keenan), uma impetuosa mãe de três filhos que equilibra as várias esferas de sua vida sem quaisquer papas na língua; e Dara (Caoilfhionn Dunne), uma divertida e um tanto quanto avoada mulher que é movida pela culpa cristã e que tenta ajudar todos como pode. O trio se reúne após a morte inesperada de uma antiga colega de quem eram muito próximas quando estavam no colégio, Greta (Natasha O’Keefe) – decidindo viajar para a cidade natal, o Condado de Donegal, para prestar condolências e respeito à família após receberem um e-mail com as tristes notícias.
Logo de cara, começamos a ter algumas dicas do motivo pelo qual elas se afastaram de Greta – e as coisas começam a ganhar um tom sinistro quando, ao chegarem ao local da cerimônia, ninguém está lá com exceção da estranha família, que inclui o agora ex-marido da falecida, Owen (Emmett J. Scanlan), chefe da delegacia local, e da bizarra matriarca Fargo (Michelle Fairley). Saoirse, Robyn e Dara, então, são arremessadas em uma complexa artimanha ao descobrirem que o corpo do caixão, na verdade, não pertence a Greta (e que todo aquele mistério pode estar atado a segredos de um passado remoto que tentaram manter escondidos por décadas).
Através de oito belíssimos episódios, McGee mostra que ainda tem ótimas histórias para contar a seus fãs – e faz isso com um comprometimento invejável que já transforma a série em uma das melhores do ano. À medida que procura um ponto de equilíbrio entre múltiplos gêneros narrativos, como já mencionado, a showrunner reitera uma habilidade artística imprescindível para que as múltiplas tramas e subtramas sejam exploradas como devem, sem mergulhar em frenesis cansativos e sem se estender por demasia em cenas de maior contemplação dramática, por assim dizer. O ponto de maior sucesso emerge quando a realizadora demonstra fé no conceito do projeto e o destrincha em pequenas obras-primas audiovisuais.
É possível que o escopo super-despojado da atração não seja para o gosto de todos, mas, por trás de toda a estrutura arlequinesca e despretensiosa, há um intrigante suspense que toma forma cena a cena e que leva as protagonistas a perceberem que precisam desvendar a verdade antes que seja tarde demais. Para tanto, McGee se alia ao esplêndido trabalho dos diretores de fotografia Ashley Barron, Nathalie Pitters e Daniel Stafford-Clark, que imprimem não apenas uma estética “fantasiosa”, por assim dizer, mas se utilizam de lentes olhos-de-peixe e enquadramentos exagerados para garantir uma sarcástica angústia cômica que irrompe das telas o tempo inteiro.
As escolhas imagéticas não param por aí e, de certa maneira, McGee escala membros para sua equipe criativa que permitem uma espécie de extensão identitária entre esta série e ‘Derry Girls’, mas optando por uma paleta de cores que nos remete a filmes como ‘Os Guarda-Chuvas do Amor’, ‘O Grande Hotel Budapeste’ e ‘John Wick’ – utilizando cores neons e contraditórias que transformam o idílico Condado em um palco teatral com toques shakespearianos. E, completando o profundo estudo cinemático que se apodera do enredo, temos a caprichosa e fabulesca trilha sonora de Sion Trefor, que exalta a cultura irlandesa em uma união entre passado e presente.
O elenco irrompe como a cereja de um delicioso e viciante bolo confeitado, com destaque óbvio a Gallagher, Keenan e Dunne: o trio de atrizes principais tem um timing invejável para a comédia e uma disposição metadiegética que não apenas reafirma a popularidade de histórias do gênero, como critica certos convencionalismos que são continuamente repetidos – apoiando-se em uma metalinguagem que as torna mais complexas e envolventes episódio a episódio. Também temos a bem-vinda presença de outros nomes, como Darragh Hand como o charmoso policial Liam, que se envolve com o caso mais do que deveria; e a conspícua Bronagh Gallagher como Booker, uma duvidosa mulher que sabe exatamente o que quer.
Mais uma vez, Lisa McGee criou mágica ao nos presentear com a inebriante ‘De Belfast ao Paraíso’, uma série destinada não apenas aos fãs de ‘Derry Girls’, mas a qualquer um que procure um bom entretenimento para devorar de uma só vez – e que, uma vez que se aperta o play, se torna impossível de pausar.
Com o carnaval chegando ao fim, após esses dias de folia, nada melhor do que relaxar no sofá de casa e assistir a um ótimo filme. Para você que está nesse momento, segue abaixo algumas ótimas sugestões:
Um ex-militar se vê perdido na vida, sem perspectivas profissionais e precisando sustentar a esposa e três filhos. Um dia, resolve assaltar alguns famosos estabelecimentos, mas logo é preso. Ao fugir da prisão, investe num plano de fuga: se esconder em uma loja de brinquedos. Nesse lugar, acaba conhecendo Leigh, e passa a ter uma vida dupla.
Rory MacNeil (Brian Cox) leva uma rotina solitária na remota Vallasay, uma pequena ilha na Escócia. Quando percebe que precisa de um atendimento médico indisponível na região, usa isso como pretexto para uma consulta de emergência e viaja até São Francisco, onde vive o filho, Ian (JJ Feild). Durante o período em que permanecem juntos, aos poucos, uma reaproximação acontece.
Na trama, acompanhamos Noeli e Júlio, um casal que viveu por muito tempo em meio às dificuldades, mas sempre sustentado pelo amor. A vida deles muda quando o molho de tomate criado por ela se torna um sucesso nacional. Com o passar dos anos, porém, a relação já não é a mesma e os dois decidem se divorciar — mas essa decisão desencadeia uma série de conflitos.
Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão precisando executar algumas tarefas ingratas.
Na trama, acompanhamos o jovem Yusef, aluno de um internato numa região fria do leste da Turquia, que precisa encontrar soluções – em meio ao descaso de quem deveria protegê-los – para ajudar o melhor amigo, que ficou muito doente.
Jana (Mayara Santos) é uma esforçada jovem que é orgulho de sua avó e da mãe – com quem mora num conjunto habitacional da periferia de Recife. Mas a alegria de um presente cheio de sonhos se transforma em desespero quando descobre estar grávida. Cheia de incertezas, a protagonista precisará enfrentar alguns dilemas com respostas que levará por toda a vida.
Na trama, conhecemos uma viúva que decide se encontrar com uma pessoa que conheceu por um aplicativo. Chegando lá, é surpreendida por uma série de mensagens aterrorizantes, que transformam seu encontro em um enorme pesadelo. Buscando soluções, ela viverá uma noite repleta de tensão e surpresas.
Cinco anos após do seu último trabalho nos cinemas – o excelente Armas na Mesa – o cineasta britânico John Madden retorna para as telonas para contar a história – quase inacreditável – de uma situação envolvendo espionagem, um cadáver e uma blefada que marcou os rumos da Segunda Guerra Mundial.
Nesse ótimo filme, conhecemos um grupo de trambiqueiros que é chamado para executar um plano complexo: cavar um túnel de uma loja até o cofre de um banco e roubar dinheiro e os documentos que estão lá. Eles só não sabem que em alguns desses documentos contém informações comprometedoras que envolvem nomes famosos do cenário britânico.
A Livraria (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Na trama, acompanhamos a saga de uma viúva chamada Florence que, após a perda do marido, resolve empreender e arriscar tudo que possui para abrir uma livraria em uma cidade litorânea no interior de uma Inglaterra, perto do início dos anos 1960.