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Dicas de filmes imperdíveis para assistir em casa: aperta o play e capriche na pipoca!

Nada como chegar em casa, abrir as possibilidades nos streamings e dar um play em uma boa obra cinematográfica. Mas, com tantas opções disponíveis, às vezes perdemos um bom tempo apenas na busca por um bom filme. Se você que está nessa situação, chegou ao lugar certo! Abaixo, separamos alguns ótimos títulos para você conferir no conforto do seu sofá:

 

Eternidade (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Após morrer, uma mulher desperta em um lugar onde as almas precisam definir, em alguns dias, onde passarão a eternidade. Ela só não esperava ter que escolher entre seu último marido – com quem dividiu praticamente toda a vida – e seu primeiro grande amor.

 

Investigando Lucy Letby (Netflix)

Em mais um caso chocante de True Crime que chega à Netflix, Investigando Lucy Letby nos leva até a história de uma jovem enfermeira britânica acusada de terríveis assassinatos. Com imagens inéditas da investigação feita pela polícia de Cheshire, na Inglaterra – incluindo interrogatórios – além de depoimentos de especialistas e pessoas próximas ao caso, o documentário levanta questões jurídicas que aparecem no pós-condenação, principalmente pela forma como as provas foram utilizadas no processo. Aos poucos, vamos entendendo melhor esse caso que chocou o mundo.

 

Se Esse Amor Desaparecesse Hoje (Netflix)

Explorando a sutileza de uma relação sem esquecer de aprofundar em camadas, o longa-metragem sul-coreano Se Esse Amor Desaparecesse Hoje posiciona suas peças em um tabuleiro romântico, em busca daquele pedacinho que deixamos para quem amamos. Dirigido pela cineasta Kim Hye-young, o filme – que rapidamente alcançou o Top 10 da Netflix neste início de 2026 – percorre a juventude abordando temas como bullying, luto e o primeiro amor, a partir de uma conexão profunda que se estabelece entre seus personagens protagonistas.

 

Improvisação Perigosa (Prime Video)

Trilhando com passos largos o caminho de uma comédia camuflada de ‘nonsense’, chegou ao Prime Video um longa-metragem que coloca três aspirantes a comediantes, todos flertando com o fracasso, na linha de frente do perigo.

 

A Virada Errada (Prime Video)

Tudo ia muito bem na vida da musicista Kiia que está prestes a ter o primeiro filho com o marido, o pastor Lauri. No dia em que entra em trabalho de parto, a caminho do hospital, o carro em que estão bate em alguma coisa na estrada. Tempos depois, uma verdade é revelada quando Kiia conhece Hanna, uma mulher que enfrenta a iminente perda do marido.

 

Tickle Head, O Melhor Lugar Da Terra (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Murray French (interpretado pelo sempre fantástico Brendan Gleeson) é um senhor de idade que vive em uma vila de pescadores isolada dos grandes centros. Totalmente ilhados, os moradores passam por grandes dificuldades financeiras. Para tentar mudar esse quadro, Murray precisa achar um médico fixo para a comunidade para que uma grande empresa se hospede no lugar e modifique a vida de todos os moradores. O felizardo é o Dr. Lewis (Taylor Kitsch), que será surpreendido por todos no local.

 

Belos Sonhos (Looke)

Baseado no livro Fai Bei Sogni, de Massimo Gramellini, Belos Sonhos, conta a história de Massimo, um jornalista de um importante jornal que possui um grande trauma, quase uma lacuna não preenchida sobre as lembranças que cercam o falecimento de sua mãe. Percorrendo uma linha do tempo que vai e volta, vamos juntando aos poucos o complexo quebra-cabeça da trajetória emocional de Massimo, com muitas surpresas e momentos de redenção.

 

A Música de John Williams (Disney Plus)

A magia do cinema do cinema também está associada a elementos que muitas vezes não damos devido valor, como a trilha sonora. E quando pensamos nessa questão não podemos esquecer de John Williams. No documentário, lançado no segundo semestre de 2024 na Disney Plus, A Música de John Williams acompanhamos curtos recortes na carreira e vida pessoal desse genial compositor e maestro de 92 anos autor de temas inesquecíveis: Star Wars, Superman, ET – o Extraterrestre, Jurassic Park e tantos outros.

 

A Menina Silenciosa (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Cáit (Catherine Clinch), uma menina quieta que vive dias tensos com sua família disfuncional e distante em uma humilde casa. Durante o verão do ano de 1981, ela é enviada para a casa de Eibhlín (Carrie Crowley) e Seán (Andrew Bennett), parentes de sua mãe, um casal que perdeu o filho em uma tragédia. Chegando lá, acaba descobrindo um novo sentido de lar, de relação familiar, e assim precisa lidar com novos acontecimentos que abrem o seu leque de percepções sobre a vida.

 

Monster (Telecine)

Na trama, conhecemos Saori (Sakura Andô), uma mãe, viúva, em busca das verdades sobre o recente comportamento do jovem filho Minato (Soya Kurokawa). Ela aciona a escola onde ele está matriculado e seu destino se cruza com o professor Hori (Eita Nagayama), acusado de agredir Minato. Esse é um dos pontos de vistas de uma história que abre seu leque com o olhar de Hori e também o de Minato.

 

Crítica | ‘Se Esse Amor Desaparecesse Hoje’ – Drama romântico sutil e de cortar o coração

Explorando a sutileza de uma relação sem esquecer de aprofundar em camadas, o longa-metragem sul-coreano Se Esse Amor Desaparecesse Hoje posiciona suas peças em um tabuleiro romântico, em busca daquele pedacinho que deixamos para quem amamos. Dirigido pela cineasta Kim Hye-young, o filme – que rapidamente alcançou o Top 10 da Netflix neste início de 2026 – percorre a juventude abordando temas como bullying, luto e o primeiro amor, a partir de uma conexão profunda que se estabelece entre seus personagens protagonistas.

Kim Jae-won (Choo Young-woo) é um jovem e solitário estudante do ensino médio que leva uma vida simples ao lado do pai, um fotógrafo que trabalha com arte em vidro e ainda vive o luto pela perda da esposa. Um dia, após um desafio, ele toma coragem e vai ao encontro de Seo-yoon (Shin Si-ah), uma jovem que rapidamente o encanta.

Porém, nessa história que tinha tudo para rumar para um final feliz, descobre-se que Seo-yoon perdeu a memória após sofrer um acidente de carro e foi diagnosticada com amnésia anterógrada – condição que, ao acordar, esquece tudo que aconteceu no dia anterior. Com regras definidas desde o início, os dois vão se apaixonando e enfrentando os obstáculos que aparecem pelo caminho.

Na linha de um ‘dorama’ – aquelas séries asiáticas marcadas por narrativas emocionais -, o filme constrói uma atmosfera de fábula, mas, à medida que avança em seu desenvolvimento, encontra questões existenciais marcantes, podendo alcançar muitos paralelos na realidade. Os mistérios do cérebro e a relação com as emoções ganham destaque, especialmente na principal reviravolta que acontece na trama – que pode pegar parte do público de surpresa.

Vale também destacar que há uma delicadeza emocional gerando um ritmo contemplativo à maior parte do tempo, herança de um cinema asiático que sabe como ampliar complementos narrativos. A boa condução da direção e a química do casal de protagonistas engradecem a obra, que, entre lembranças e dilemas, convida o público para momentos de reflexão sobre o vazio existencial que pode atravessar muitas histórias do lado de cá da tela.

Seguindo, em parte, a lógica de ‘Como se Fosse a Primeira Vez’, Se Esse Amor Desaparecesse Hoje busca encontrar suas próprias originalidades, tornando-se um drama romântico sutil e de cortar o coração.

Ryan Gosling embarca em missão espacial no trailer FINAL de ‘Devoradores de Estrelas’; Confira!

Sony Pictures divulgou o trailer final de ‘Devoradores de Estrelas‘ (Project Hail Mary), novo sci-fi estrelado pelo indicado ao Oscar Ryan Gosling (‘Barbie’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de março.

Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura LEGO’), o longa é baseado no romance homônimo de Andy Weir.

Ambientado em um futuro próximo, a trama é centrada em Ryland Grace, um professor do ensino fundamental que virou astronauta e que acorda de um coma sofrendo de amnésia. Ele gradualmente se lembra de que foi enviado para o sistema solar Tau Ceti, 12 anos-luz da Terra, para encontrar um meio de reverter um evento de escurecimento solar que poderia causar a extinção da humanidade.

Project Hail Mary‘ é produzido por Amy Pascal, a mesma produtora dos longas do universo do ‘Homem-Aranha‘, como ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Aditya Sood (‘Perdido no Espaço’ e ‘Deadpool’) também assume a função de produtor, ao lado de Pascal.

‘Supergirl’ ganha novo teaser EXPLOSIVO com cenas inéditas; Confira!

A Warner Bros. divulgou novo teaser do live-action de ‘Supergirl‘, estrelado pela Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’).

O vídeo destaca cenas inéditas da produção, incluindo a destruição de Krypton e o adorável cachorro Krypto.

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Lembrando que ‘Supergirl’ chega aos cinemas nacionais no dia 25 de junho.

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

Dirigido por Craig Gillespie (‘Cruella’), o longa é baseado nos quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, da DC.

O elenco ainda conta com Matthias Schoenaerts (Krem), Eve Ridley (Ruthye), David Krumholtz (Zor-El), Emily Beecham (Alura In-Ze), Jason Momoa (Lobo) e Ferdinand Kingsley (Elias Knoll).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

‘Os Estranhos: Capítulo FINAL’ registra a PIOR estreia da história da franquia nos EUA

Deu ruim! ‘Os Estranhos: Capítulo Final‘, que marca a conclusão da nova trilogia da saga, arrecadou apenas US$ 3.4 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

O valor representa a pior abertura da história da franquia, ficando abaixo do segundo capítulo da trilogia (US$5.8M).

Para termos de comparação, o longa original, de 2008, estreou com US$ 20.9 milhões no território norte-americano;  a sequência, ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘, abriu com US$ 10.4 milhões; e o primeiro capítulo da nova trilogia estreou com US$ 11.8 milhões.

Com apenas 18% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota D do público no CinemaScore – o que representa a pior média de aprovação da história da saga.

Os dois primeiros capítulos da trilogia registraram C e C-, respectivamente.

No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 9 de Abril.

No capítulo final, Maya enfrenta os assassinos mascarados pela última vez em um brutal acerto de contas, mas antes ela precisa se juntar a eles para conseguir escapar de uma vez por todas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Madelaine Petsch (‘Riverdale’) retorna como a sobrevivente Maya.

Madelaine Petsch é atacada em clipe inédito da sequência ‘Os Estranhos: Capítulo 3’; Confira!

Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

Crítica | ‘A Rainha do Xadrez’ – A eterna campeã que desafiou o machismo

64 casas, 32 peças, milhões de combinações. Esse é o xadrez: um jogo fascinante, repleto de possibilidades. Dentro desse universo, no início da década de 1980, surgiu na Hungria uma jovem jogadora que viria a se tornar um verdadeiro fenômeno desse jogo de raciocínio lógico e estratégico.

Com essa poderosa história em mãos, a Netflix resolveu desenvolver um documentário com a direção da britânica indicada ao Oscar Rory Kennedy. Assim, chegamos a A Rainha do Xadrez, lançado neste início de 2026 na mais poderosa plataforma de streaming.

Vinda de um região pobre na Hungria, onde nasceu em meio ao caótico dos anos 1970, Judit Pólgar, incentivada pelo pai – que tinha uma curiosa obsessão de tornar as filhas em gênias –, deu seus primeiros passos logo cedo nesse esporte. Aos seis anos, ganhou seu primeiro torneio e logo chamou a atenção do mundo enxadrístico.

Com o passar do tempo, Judit passou a sentir a pressão do governo comunista húngaro, que restringia a saída dela e de suas irmãs para torneios fora do eixo. Não desistindo de seus sonhos e dona de uma resiliência impressionante, ela logo quebrou mais essa barreira. A fama mundial veio depois do feito histórico na Olimpíada de Xadrez de 1988, em Tessalônica, na Grécia. Anos mais tarde, se tornou a mais jovem a conquistar o título de Grande Mestre – o mais alto do xadrez –, entre homens e mulheres.

Ofensiva na tática e delicada – além de simpática – nas palavras, a própria Judit, hoje perto de completar 50 anos, é um dos rostos entrevistados pelo projeto, ao lado de suas irmãs, Garry Karparov e especialistas em xadrez, que circulam em conjunto com imagens de arquivos contextualizando tudo que é apresentado.

Com tantos detalhes importantes e bem documentados para se apresentar, o projeto – talvez buscando gerar curiosidade e fascínio em novas pessoas para se apaixonarem pelo esporte – acaba limitando demais a narrativa a alguns pontos que passam frequentemente em tela ao longo dos 93 minutos de projeção.

Se jogando em um recorte pincelado de parte da vida e conquistas dessa que é uma das mais brilhantes enxadristas da história, o documentário percorre as inúmeras quebras de barreiras, sobretudo seu confronto com o machismo estrutural que cerca esse esporte.

Mas há um calcanhar de aquiles evidente, oriundo dos alicerces aos quais se prende o roteiro. Ao insistir na relação conturbada com o pai – que acaba se tornando redundante – e ao se resumir, em grande parte, aos seus confrontos com o enxadrista Garry Kasparov – um deles marcado por uma enorme polêmica – o documentário restringe excessivamente a narrativa.

A Rainha do Xadrez não chega a ser um documentário decepcionante, tem seus méritos, mas a história dessa jogadora é muito mais rica do que se resumir a esses confrontos.

 

‘Melania’: Documentário sobre a esposa de Donald Trump sofre QUEDA de -67% em 2º final de semana nos EUA

Apesar da estreia sólida, o documentário ‘Melania‘ não conseguiu manter o interesse do público em seu segundo final de semana nos EUA.

O longa sobre a esposa do presidente Donald Trump acrescentou apenas US$ 2.3 milhões, sofrendo uma queda de -67% em comparação à abertura e quase deixando o TOP 10 das maiores arrecadações domésticas.

Ao total, a produção já soma US$ 13.5 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa estreou com US$ 7.1 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior abertura para um documentário não musical em 14 anos. O desempenho ainda superou as projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 3-5 milhões.

Dirigido por Brett Ratner, conhecido por blockbusters como ‘A Hora do Rush‘, o filme acompanha a rotina de Melania Trump nos dias que antecederam a posse de Donald Trump em seu segundo mandato, em 2025.

O objetivo é mostrar o lado pessoal e profissional da primeira-dama — mas, se você acha que vai ver apenas tapetes vermelhos e festas, se prepara: o documentário já começou a gerar debates quentes.

O documentário gerou burburinho antes mesmo da estreia por causa do investimento milionário da Amazon MGM Studios: cerca de US$ 75 milhões entre compra dos direitos e marketing. Para muita gente, o longa parece mais um projeto de relações públicas do que um documentário investigativo.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – com míseros 8% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa garantiu 99% de aprovação do público no site avaliador.

Confira as principais criticas:

William Bibbiani
TheWrap

“Não faço ideia de por que ela concordou com o lançamento desse filme, porque Brett Ratner não conseguiu encontrar humanidade nem em um funeral. Literalmente.””

Jesse Hassenger
Decisor

Melania confunde a fama da protagonista com o brilho de uma estrela, e uma vida de lazer com uma vida de realizações e importância, forçando Ratner a criar um filme que é uma colcha de retalhos preguiçosa.”

Adam Olinger
Adam Faz Filmes (YouTube)

“Eu preferiria rever o episódio de 6 de janeiro.”

Karl Quinn
The Age (Austrália)

“…é impossível não sentir que o verdadeiro propósito deste retrato não é o de fornecer informações, mas sim o de distrair da crueldade e da corrupção do regime de seu marido.”

Liz Shannon Miller
Consequence

“Olha, Leni Riefenstahl era uma pessoa terrível, mas pelo menos tinha estilo. Enquanto isso, Brett Ratner, acusado de assédio sexual e jornalista assediador, registra os acontecimentos com todo o charme de um programa do canal HGTV.”

George Simpson
Daily Express (Reino Unido)

“No final, o que se viu foram, em sua maioria, movimentações banais nos bastidores, oferecendo pouca informação nova sobre o mundo privado da Sra. Trump.”

Frank Scheck
The Hollywood Reporter

“Dizer que Melania é uma hagiografia seria um insulto às hagiografias. Este é um filme que se derrete tanto pela sua protagonista que você se sente totalmente antipatriótico por não se derreter em elogios.”

Nas redes, o público também reagiu com críticas pesadas, e até vandalismo em anúncios publicitários foi registrado em cidades como Los Angeles.

A própria Melania descreveu o filme como “bonito, emotivo e na moda”. E se você gosta de polêmicas, vai curtir saber que figuras políticas e jornalistas não pouparam ironias sobre o investimento da Amazon e sobre a própria relevância do projeto.

Melania traça um estudo sobre imagem pública, política e a vida nos bastidores de quem ocupa um dos cargos mais observados do mundo.

‘Socorro!’: Terror de Sam Raimi supera US$ 50 milhões e se mantém no TOPO das bilheterias dos EUA

O terror de sobrevivência ‘Socorro!‘ (Send Help) conseguiu superar a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa dirigido pelo mestre Sam Raimi (‘Arraste-me para o Inferno’) se manteve no topo das maiores arrecadações do final de semana, acrescentando US$ 10 milhões – o que representa uma queda de apenas -47% em comparação à abertura.

Ao total, a produção já acumula US$ 35.8 milhões no país. Internacionalmente, foram US$ 17.9 milhões através de 47 mercados.

Com impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore.

É um desempenho sólido para um filme orçado em US$ 40 milhões.

Socorro!‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

Dica de Filmes para o fim de semana | Clássicos dos anos 80 para curtir no Globoplay

Muita gente pensa no Globoplay como um streaming de produções nacionais. De fato, o catálogo de filmes e séries brasileiras, incluindo produções originais, é espetacular. Mas a verdade é que há muitas produções internacionais incríveis que também podem ser conferidas na plataforma.

Pensando nisso, o CinePOP sugere uma maratona de clássicos dos anos 1980 que estão disponíveis no catálogo e muita gente não faz ideia. Confira!

De Volta Para o Futuro

Quando se pensa em cinema dos anos 80, é praticamente impossível pensar em outra franquia que sintetize tão bem a época do que De Volta Para o Futuro. A história do garoto que viaja no tempo em um DeLorean e acaba bagunçando o passado e o futuro rendeu duas continuações e fidelizou fãs em diferentes gerações. No Globoplay, não apenas o primeiro filme está disponível, como também os outros dois capítulos. No segundo, Marty McFly viaja para o futuro (2015), enquanto o terceiro leva o garoto para o Velho Oeste. É uma trilogia ideal para ser assistida numa batida só.

História Sem Fim

Outro ícone dos anos 80, A História Sem Fim voltou ao hype nos últimos anos por conta de um momento na terceira temporada de Stranger Things. Porém, esse filme é muito mais do que apenas uma música chiclete, sendo uma aventura dramática extremamente marcante sobre um garoto que usa a imaginação para escapar dos dramas e traumas que tocam sua vida, como a perda de sua mãe. Certo dia, após fugir de uma briga, ele para em uma livraria, onde se encanta com um livro e acaba sendo transportado para o mundo mágico de Fantasia, que está prestes a ser engolido pelo Nada. Agora, cabe a ele salvar essa terra fantástica.

Batman

Responsável por reaquecer o interesse do público dos cinemas pelos super-heróis, Batman é um clássico do gênero. Entregue nas mãos do excêntrico Tim Burton, o Homem Morcego foi retratado sob um estilo gótico que definiu o conceito do herói para toda uma geração. A trama conta a história de Bruce Wayne, um jovem rico que vê os pais serem assassinados em um beco. Órfão, o rapaz cresce como o milionário mais cobiçado de Gotham. Porém, o que os cidadãos não sabem é que ele patrulha a cidade à noite vestido como Batman, o super-herói mascarado. Desta vez, o herói vai atrás do Coringa, um assassino que se transformou neste palhaço do crime após cair em um tanque de substâncias químicas. O filme conta com atuações espetaculares de Michael Keaton e Jack Nicholson. Para quem quiser matar a saudade, a sequência, Batman: O Retorno, também está disponível.

Gremlins

Por falar em excêntrico, vamos encerrar a lista com o filme de natal mais esquisito dos anos 80: Gremlins. Classiquíssimo da época, o longa é uma mistura de terror com aventura e humor politicamente incorreto. Ambientado na época de natal, o filme acompanha a história de um rapaz que é sacaneado pelo chefe em seu emprego no banco. Ele tenta garantir uma ceia tranquila para sua família, enquanto o pai, um inventor fracassado, viaja pelo país tentando vender suas invenções que não funcionam. Porém, dessa vez, é ele quem leva o prejuízo ao comprar um bichinho místico de uma loja de quinquilharias em Chinatown. Ele leva o simpático animalzinho como presente para o filho, que deve seguir três regras: não expor o bicho a luz forte, não molhá-lo e jamais alimentá-lo após a meia-noite. Claro que o pangaré do garoto consegue desrespeitar as três regras, fazendo com que o bichinho expelisse clones que logo se transformam em monstrengos sádicos que saem tocando o terror pela cidade. É um filme que sintetiza perfeitamente bem toda a ousadia dos filmes da época.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal | Conheça as histórias da vida real que inspiraram o filme

Lançado há cerca de 18 anos, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal chegou às telonas com a promessa de dar um fim definitivo à franquia do aventureiro mais famoso dos cinemas. O problema é que, para muitos, o final do terceiro filme, lançado em 1989, já era o fim perfeito para o personagem. Afinal, como superar uma conclusão de saga que termina com pai, filho e melhor amigo cavalgando rumo ao pôr-do-sol?

No fim das contas, o longa estreou já com uma certa má vontade do público, e o resultado passou longe do esperado por Steven Spielberg e Harrison Ford, que retornaram à franquia após quase 20 anos. Dentre as maiores reclamações dos fãs, a introdução dos elementos alienígenas e Mutt, o personagem de Shia LaBeouf, se destacaram.

O mais interessante é que esses elementos alienígenas, que foram tão criticados, foram inspirados em histórias que permearam o mundo da arqueologia por ano. A começar pela Caveira de Cristal, que dá nome ao filme.

Entre os séculos XIX e XX, diversos exploradores, arqueólogos e aventureiros alegaram ter encontrado crânios de cristal que datavam da época pré-colombiana. Posteriormente, com a tecnologia dos anos 2000, diferentes museus da Europa avaliaram essas caveiras de quartzo e chegaram à conclusão de que foram feitas com maquinários de joalheria, que só foram desenvolvidos a partir do século XIX. Ou seja, eram artefatos forjados.

O caso mais famoso, porém, é a caveira de Mitchell-Hedges, que chega a ser citada no filme. Segundo a lenda, Anna Mitchell-Hedges [mostrada nesta foto, cortesia de Bill Homann] – filha adotiva de Frederick Albert Mitchell-Hedges, um aventureiro e autor britânico – alegadamente encontrou uma caveira feita de cristal sob as ruínas do altar de um templo em Belize. No entanto, nenhum registro arqueológico da suposta expedição foi realizado.

Fato é que ela aproveitou-se da lenda envolvendo as caveiras de cristal ancestrais para excursionar com a peça pelo mundo. Por onde ia, cobrava entrada para que as pessoas pudessem ver o suposto artefato e se fascinassem com as histórias sobre suas alegadas habilidades sobrenaturais, que teria sido descrita por antigos textos indígenas. Para colaborar com as histórias, um restaurador de arte renomado fez um estudo e afirmou que não havia marcas de ferramentas na caveira. Ou seja, o crânio não teria sido feito por mãos humanas. A história chegou a publicitários, que inseriram a caveira em histórias, anúncios e matérias de revistas, fazendo dela um grande – e rentável – mistério da humanidade na época.

Durante suas exposições e entrevistas, Anna afirmou que a caveira de cristal era capaz de projetar visões do futuro na mente de quem a encarasse – ela chegou a alegar ter previsto o assassinato de John F. Kennedy por conta do artefato -, assim como seria capaz de matar pessoas e até mesmo curar o câncer.

A ideia estranha da caveira não ter sido esculpida por mãos humanas levou Steven Spielberg a um conspiratório caso famosíssimo da história americana: o Caso Roswell. Incidente mais famoso da ufologia [pseudociência que investiga aparições alienígenas] mundial, esse caso data de julho de 1947, quando os Estados Unidos viviam uma “epidemia” de supostos avistamentos de objetos voadores não identificados.

Nesse contexto, a Base Aérea de Roswell, no Novo México, emitiu um comunicado à imprensa afirmando ter encontrado um “disco voador”. A afirmação rendeu manchetes, que instigaram a curiosidade e o pânico. Não demorou para que o exército emitisse outro comunicado afirmando ter cometido um equívoco, que a tal peça apreendida era apenas um balão meteorológico.

Os anos foram se passando e a história virou queridinha da ufologia, com todo um “turismo alienígena” desenvolvido na cidade. A cada nova publicação, os ufólogos afirmavam que era um caso do governo americano escondendo alienígenas. A repercussão foi tanta que, na década de 1990, o governo dos EUA emitiu um novo comunicado sobre o incidente, revelando ao mundo um projeto ultrassecreto de espionagem que testava balões de grande altitude para tentar identificar possíveis explosões nucleares da União Soviética: o Projeto Mogul. Segundo o comunicado, os possíveis corpos alienígenas vistos eram nada mais, nada menos que bonecos de teste de uma experimentação fracassada.

No fim das contas, o Caso Roswell mexeu tanto com a imaginação popular que acabou ganhando esse status de mito moderno. Então, Spielberg não resistiu e mesclou o Caso Roswell – e suas motivações contra a URSS – com a Caveira de Cristal – que tinham um formato diferente – para dar início a essa trama do governo estar escondendo esses artefatos alienígenas na Área 51.

Mas não parou por aí. O clímax do filme é ambientado na Amazônia, em uma cidade ancestral perdida chamada Akator. E isso não foi tirado do nada. Spielberg se inspirou na lenda de Akakor, um dos casos mais famosos da arqueologia e literatura fantasiosa de todos os tempos. Na década de 1970, o livro A Crônica de Akakor foi um best-seller. Escrito pelo jornalista alemão Karl Brugger, o livro relatava seu encontro com uma liderança indígena chamada Tatunca Nara, que seria o último representante de uma ordem capaz de guiar as pessoas a uma lendária cidade perdida no coração da Amazônia chamada Akakor.

De acordo com a história, a cidade era toda feita de ouro e estava conectada por túneis subterrâneos e aquedutos, além de outras tecnologias bastante avançadas e até mesmo pirâmides incas. Mais do que isso, a cidade teria sido encontrada por soldados da Alemanha nazista, mexendo ainda mais com o caráter conspiratório da situação. E aí entra a parte curiosa disso tudo. Tatunca Nara existe mesmo e está vivo até hoje. Ele vive no Amazonas, mas sequer é brasileiro de nascença. Ele se chama Günther Hauck, nasceu na Alemanha e deixou o país na década de 1960, quando enfrentava gravíssimos problemas financeiros. No Brasil, passou a trabalhar como guia de turismo na floresta amazônica, onde guiava europeus em busca de supostas pirâmides incas.

Karl Brugger e Tatunca Nara em um barco no rio Amazonas. Foto: Arquivo/Amazônia Latitude.

A história ficou muito popular, fazendo com que diversos exploradores zarpassem rumo à Amazônia em busca da tal cidade dourada. Nessas jornadas, alguns desapareceram para sempre. Contribuindo ainda mais com a lenda de Akakor e todo o cenário conspiratório dessa trama, Brugger foi assassinado na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, durante a década de 1980. Em meio à ditadura militar, a morte – ele foi morto a tiros – nunca foi esclarecida, fazendo que seu assassinato ganhasse ares de “queima de arquivo”.

Fato é que Tatunca Nara viu as explorações aumentarem na região amazônica, onde ele lucrava como guia de turismo. Claro que ele nunca guiou ninguém até essa suposta cidade dourada, que foi inspirada na lenda de Eldorado, e sempre arrumava desculpas.

Juntando essas três lendas, a equipe criativa de Steven Spielberg construiu a história de uma cidade perdida construída por alienígenas interdimensionais, que aguardavam o retorno de uma caveira de cristal roubada por colonizadores para deixarem a Terra e retornarem para sua dimensão.

É um dos casos mais divertidos de criatividade pura em longas de aventura, protagonizada apenas pelo pai da aventura nos cinemas. Ainda assim, o maior mistério desse filme segue na localização das Cataratas do Iguaçu, que aparecem milagrosamente na floresta amazônica.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal está disponível no Paramount+.

Opinião | Novo curta das Tartarugas Ninja encerra debate sobre a I.A. com bom humor

Lançado na última semana de 2025, o curta-metragem animado As Tartarugas Ninja: Perdidas em Nova Jersey chegou aos cinemas junto com a nova animação Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada, que está nas últimas semanas de exibição aqui no Brasil.

A aventura dá prosseguimento à história dos quatro irmãos, após os eventos de As Tartarugas Ninja: Caos Mutante, sucesso de crítica de 2023. Com eles vivendo em meio aos seres humanos, o curta conta uma história de Natal marcada pelo humor adolescente do quarteto, que transita do inocente ao sarcástico num estalar de dedos.

Anunciado como uma paródia de Esqueceram de Mim (no original, o filme traz o subtítulo “Chrome Alone”, que brinca com o título original do longa de Macaulay Culkin – Home Alone), esse curta é uma grande sátira dos clássicos natalinos dos anos 1990, mas não se limita a isso e consegue construir uma crítica intensa e necessária de forma leve e divertida.

A trama acompanha os irmãos em uma busca pelo presente de Natal perfeito para o Mestre Splinter. Mas o que parecia tomar rumos de Um Herói De Brinquedo, logo se desvia para uma aventura hilária sobre o uso desenfreado das Inteligências Artificiais no cinema e toda a falta de ética que envolve esse processo.

Isso porque eles acaba vendo um comercial sobre os Jabutis Kung Fu, uma linha de brinquedos vagabundos inspirados nas Tartarugas. Só tem um problema: os irmãos não estão recebendo um centavo sobre as vendas. Indignados, eles decidem ir até a fábrica para tirar satisfação e tentar conseguir um dinheirinho pro presente do pai, o que os leva à tão temida Nova Jersey.

Na fábrica, eles encontram o responsável pelos brinquedos, o vilão Chrome Dome, uma Inteligência Artificial mutante cujos poderes são o acesso a tecnologia e o plágio. De uma forma divertida e didática, o vilão sintetiza toda a problemática do uso da I.A. na produção de arte, já que tudo relacionado a ele é copiado de outras franquias já existentes na Cultura Pop. É algo tão bem sacado que até mesmo as crianças pequenas conseguem entender o debate por trás dessa ferramenta.

Ao longo de aproximadamente 7 minutos, a equipe criativa consegue explicar a polêmica e refutar todos os possíveis argumentos utilizados para defender o uso de I.A. nas telonas, tudo isso embalado pelo humor característico desses personagens tão queridos e com a estética sensacional do filme de 2023. As Tartarugas Ninja: Perdidas em Nova Jersey é um trabalho fascinante, que tem tudo para se tornar um curta geracional com o passar do tempo.

A versão nacional traz ainda o retorno dos dubladores do primeiro filme, que têm – mais ou menos – a idade dos personagens, o que dá a eles muita personalidade. Esqueça aquela história de adultos fazendo voz de criança. Não, aqui o elenco é realmente adolescente, o que deixa esses personagens muito autênticos. É imperdível!

As Tartarugas Ninja: Perdidas em Nova Jersey pode ser conferido antes de Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada, que está nas últimas semanas em cartaz nos cinemas brasileiros.

Dicas de Filmes e Séries pro fim de semana | Grandes estreias para ver nos maiores streamings

Divulgação/ Marvel Television. © 2025 MARVEL.

O último fim de semana de janeiro trouxe uma série de opções de produções para assistir nos streamings. De produções originais a sucessos do cinema que estão chegando às plataformas por agora, o que não falta são opções.

Pensando nisso, o CinePOP selecionou cinco produções recém-chegadas para você assistir. Confira!

Magnum

Nova série da Marvel, Magnum apresenta a história de Simon Williams (Yahya Abdul-Mateen II), um ator que vive em Los Angeles em busca de seu sonho de ser respeitado e conseguir um grande papel em Hollywood. Porém, o rapaz esconde um segredo de todos: ele tem superpoderes. Sua vida muda de uma vez por todas quando encontra Trevor Slattery (Sir Ben Kingsley) – o ator frustrado que ficou marcado por dar vida ao Mandarim, um fantoche de uma organização terrorista que ameaçava os EUA – em um cinema. Por ele, Simon fica sabendo de uma abertura de testes para o remake de Magnum, um ícone do cinema de super-heróis dos anos 80, e corre para tentar uma vaga. Agora, Simon e Trevor vão dividir suas angústias de artistas, enquanto tentam fazer esse sonho do estrelato acontecer.

Onde assistir: Disney+.

 

Novocaine: À Prova de Dor

Sustentado pelo carisma de Jack Quaid, Novocaine é uma aventura recheada de ação, humor politicamente incorreto e cenas explícitas de violência e gore. A trama aposta em um protagonista ao melhor estilo Kick-Ass. Nathan (Quaid) nasceu com uma condição que faz com que ele não consiga sentir dor. Por isso, leva uma vida cheia de regras. Mas tudo isso muda quando ele conhece uma menina especial no trabalho. O problema é que isso acontece justamente no dia em que assaltantes invadem o lugar e sequestram a garota. Então, o rapaz decide ignorar todas as suas regras e sai em uma jornada para resgatar sua amada, usando suas “habilidades especiais” para derrotar os criminosos. É hilário!

Onde assistir: Netflix.

 

Armadilha

Escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, Armadilha é um suspense de mão cheia que brinca com as turnês musicais, ao estilo The Eras Tour, de Taylor Swift, que voltaram a ficar em alta após a pandemia. Na trama, um pai consegue ingressos para levar a filha ao show mais concorrido e desejado do ano. Ele vai com ela para a arena, mas logo percebe uma presença excessiva de policiais. Questionando o que está acontecendo, ele descobre que a polícia montou uma grande armadilha nesse show para capturar o criminoso mais procurado do país. Com uma série de reviravoltas, esse filme é mais um capítulo interessante da filmografia de Shyamalan.

Onde assistir: Netflix.

 

Dupla Perigosa

Estrelado por dois dos atores mais carismáticos da atualidade, Dupla Perigosa é uma mistura de ação e comédia que nasceu de um tweet de Dave Bautista há muito tempo atrás. Na ocasião, ele escreveu que queria fazer um filme policial bem-humorado, ao estilo Máquina Mortífera, com o Jason Momoa. A ideia foi bem recebida e virou este filme, que acompanha dois irmãos (Bautista e Momoa), que seguiram caminhos diferentes na vida. Porém, após a morte repentina e misteriosa do pai, eles se unem novamente para investigar o caso, e acabam descobrindo uma conspiração que pode acabar com toda sua família.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Cala a Boca e Assiste Isso

Série com o selo de qualidade [questionável] do Adult Swim, o quadro adulto do Cartoon Network, Cala a Boca e Assiste Isso é até difícil de explicar. A produção é dadaísmo puro. Ou seja, não tem qualquer compromisso com a lógica ou com uma linha de raciocínio. Por cerca de meia hora, esquetes, vídeos bizarros e outros quadros estranhos são jogados em tela, conduzidos por cards que dão um rumo para o público desligar o cérebro, assistir e talvez refletir em meio a essa série de esquetes nonsense. Das duas, uma: ou você terminará o episódio completamente narcotizado ou chegará ao fim se perguntando o que diabos está fazendo com a própria vida. Talvez sinta isso tudo ao mesmo tempo.

Onde assistir: HBO Max.

Jason Statham está de volta à AÇÃO no novo teaser explosivo de ‘Missão Refúgio’

A Diamond Films divulgou um novo teaser trailer oficial de Missão Refúgio(‘Shelter’), ação eletrizante protagonizada por Jason Statham, com estreia marcada para 12 de março nos cinemas de todo o Brasil.

Dirigido por Ric Roman Waugh (‘Destruição Final 2’), o filme retrata a jornada de um homem solitário que, inesperadamente, passa a proteger uma jovem em meio a uma tempestade devastadora, enquanto enfrenta inimigos cruéis e os fantasmas de seu próprio passado.

Confira:

Em MISSÃO REFÚGIO, Jason Statham interpreta Mason, um homem assombrado pelo próprio passado que se refugia em uma ilha isolada para viver sem contato com a sociedade. No entanto, sua vida muda drasticamente ao resgatar a jovem Jesse, interpretada por Bodhi Rae Breathnach, durante uma forte tempestade no mar. Acontece que, o resgate acaba implicando em uma perseguição intensa, colocando ambos na mira de adversários impiedosos. Diante do perigo constante, o protagonista será obrigado a recorrer a todas as suas habilidades para manter Jesse em segurança, custe o que custar.

MISSÃO REFÚGIO conta com direção de Ric Roman Waugh e roteiro de Ward Parry. Além de Statham e Breathnach, o elenco de conta com nomes estabelecidos na indústria, como Bill Nighy (‘Piratas do Caribe’, ‘A Oitava Página’ e ‘Questão de Tempo’), Naomi Ackie (‘Mickey 17’ e ‘Pisque Duas Vezes’) e Harriet Walter (“Succession”).

Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, MISSÃO REFÚGIO estreia nacionalmente em 12 de março.

‘Solo Mio’: Filme estrelado por Kevin James conquista 81% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

A nova comédia romântica estrelada por Kevin James, ‘Solo Mio’, alcançou 81% de aprovação da crítica especializada, com base em 31 avaliações, além de impressionantes 95% de aprovação do público.

No geral, os críticos elogiaram o carisma do elenco, os belíssimos cenários italianos e a leveza da trama, destacando o equilíbrio entre romance e humor. Ainda assim, algumas análises apontam certos momentos previsíveis no roteiro.

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“A exuberante paisagem romana, a riquíssima música italiana e o elenco carismático fazem deste um lançamento cinematográfico cada vez mais raro, voltado para o público mais velho, frequentemente ignorado fora do streaming”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Alguns preferem suas comédias românticas carregadas de angústia ou desejo intenso. Outros se contentam em celebrar a faísca do afeto. Este “cartão de Dia dos Namorados” com classificação PG, da Angel Studios, está muito mais alinhado a essa segunda opção. E não há nada de errado com isso”, disse Lisa Kennedy da Variety.

“Fora algumas cenas banais de James participando de todo tipo de atividade turística estereotipada em Roma, Solo Mio não nos oferece nenhum insight genuíno sobre quem esse homem realmente é, nem sobre o que ele deseja da vida além de uma esposa”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

“Uma rara comédia romântica perfeita, transbordando coração e grandes risadas, Solo Mio traz Kevin James em sua melhor forma neste filme imperdível para um encontro a dois”, disse Josh Wilding do ComicBookMovie.

Kevin James e um elenco de apoio fantástico vão deixar o público sorrindo na charmosa Solo Mio. Superar um coração partido não é fácil. Solo Mio envolve essa dor em um laço de comédia e nos lembra que toda nuvem escura tem um lado iluminado”, disse Julian Roman do MovieWeb.

“Um elenco de apoio muito carismático e consistente eleva o filme, e Kevin James está cativante”, disse Rachel Wagner do Hallmarkies Podcast.

Dirigido pelos irmãos Kinnane, que também assinam o roteiro ao lado de Kevin James, o filme acompanha um homem que vê seus sonhos de um casamento pitoresco na Itália desmoronarem quando é abandonado no altar. Decidido a não desistir completamente da experiência, ele embarca sozinho na lua de mel planejada, mergulhando na vibrante cultura, na gastronomia e nas paisagens deslumbrantes do país — enquanto tenta superar o coração partido.

Além de Kevin James, o elenco conta com Alyson Hannigan, Nicole Grimaudo, Kim Coates, Jonathan Roumie, Julee Cerda, Julie Ann Emery e Alessandro Carbonara.

‘O Agente Secreto’ vence no Prêmio Lumière na França e reforça protagonismo brasileiro no exterior

'O Agente Secreto' ganhao prêmio de melhor coprodução internacional. (Foto: @Seamas MC SWINEY)

O filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, venceu o prêmio de Melhor Coprodução Internacional no Prêmio Lumière, entregue na noite do último domingo, dia 18 de janeiro, em Paris. A cerimônia foi realizada no Instituto do Mundo Árabe e reuniu profissionais do cinema francês e jornalistas internacionais, reafirmando o papel da premiação como um dos principais termômetros da temporada de prêmios na França.

Representando a produção, estiveram presentes o coprodutor da MK2, a diretora de fotografia Evgenia Alexandrova e a atriz Maria Fernanda Cândido, que integrou a equipe no palco durante a entrega do prêmio.

Em discurso, a atriz destacou o significado do reconhecimento internacional da coprodução. “Como brasileira morada há oito anos em Paris, fico mais do que feliz em receber este prêmio de coprodução entre o Brasil e a França”, afirmou. Maria Fernanda Cândido também agradeceu ao diretor Kleber Mendonça Filho: “Obrigada por escolher confiar na inteligência do público. Bravo, Kleber!”.

Desde o lançamento e os dois prêmios de Cannes — Melhor Ator e Melhor Direção — até essa vitória no Prêmio Lumière, O Agente Secreto conquistou mais de 50 prêmios, entre eles dois no Globo de Ouro: Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator, concedido a Wagner Moura

Wagner Moura recebe sua Palma de Ouro em junho na França (Foto: Assessoria)

Com esse reconhecimento crescente, o longa também tem grandes chances de levar Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.

Os principais vencedores da noite

A edição deste ano do Prêmio Lumière foi marcada pela consagração de dois filmes em preto e branco. François Ozon foi o grande vencedor da noite com O Estrangeiro (L’Étranger), adaptação do romance de Albert Camus, que recebeu o prêmio de Melhor Filme. Benjamin Voisin venceu o prêmio de Melhor Ator por sua interpretação de Meursault, e o longa também foi reconhecido com o prêmio de Melhor Fotografia, assinado por Manuel Dacosse.

Benjamin Voisin conquista prêmio de Melhor Ator por O Estrangeiro, grande ganhador da noite com 3 prêmios.

Outro destaque foi Richard Linklater, premiado com Melhor Direção por Nouvelle Vague. O filme também rendeu o prêmio de Ator Revelação a Guillaume Marbeck, por sua interpretação de Jean-Luc Godard.

Entre os demais vencedores, Léa Drucker recebeu o prêmio de Melhor Atriz por Caso 137, Nadia Melliti foi consagrada Atriz Revelação por A Irmã Mais Nova, Stéphane Demoustier venceu o prêmio de Melhor Roteiro por L’inconnue de la Grande Arche, e Ugo Bienvenu foi premiado na categoria Melhor Animação por Arco.

Discursos e contexto político internacional

Além das celebrações cinematográficas, a cerimônia também foi marcada por discursos que chamaram atenção para o contexto político e humanitário internacional. Diversos vencedores e convidados relembraram a repressão às manifestações no Irã, que resultaram em milhares de mortes, e também deram visibilidade à situação na Palestina.

Com a Alma na Mão, Caminha, ganhador do prêmio de Melhor Documentário

Esse posicionamento esteve diretamente ligado ao prêmio de Melhor Documentário, concedido a Com a Alma na Mão, Caminha, da diretora iraniana Sepideh Farsi. O filme retrata a vida de Fatma, que morreu tragicamente após o término das filmagens, realizadas na Palestina, reforçando o caráter político e testemunhal da obra.

O que é o Prêmio Lumière? 

Criado em 1995, o Prêmio Lumière é concedido pela Académie des Lumières, associação formada por jornalistas e críticos internacionais que atuam na França, mas não possuem nacionalidade francesa. Frequentemente comparado ao Globo de Ouro, nos Estados Unidos, o prêmio reflete o olhar da imprensa estrangeira sobre o cinema francês e internacional.

Atualmente, a Academia Lumière reúne representantes de 36 países e conta com mais de 101 votantes, incluindo uma jornalista brasileira, única representante do país, que escreve para o site CinePOP. A cerimônia é transmitida online e permanece disponível no site oficial do prêmio, onde também é possível consultar a lista completa dos vencedores.

‘Morra, Amor’: Três Encontros com Jennifer Lawrence falando sobre entre Maternidade, Política e Futuro na Direção [ENTREVISTA EXCLUSIVA]

Quando leio um roteiro como esse, penso: é isso que significa ser artista — expressar algo que antes parecia impossível de dizer”, declara Jennifer Lawrence pela tela do Zoom, enquanto observo seu rosto expressivo sob sua franja e um fundo esfumaçado de um ambiente oculto aos meus olhos curiosos.

Este é o nosso terceiro “encontro” no ano por conta da promoção de Morra, Amor (Die, My Love), romance da escritora argentina Ariana Harwicz — um texto brutal, de escrita crua e desprovida de verniz, que aborda a maternidade sem suavização e sem didatismo. Tudo é narrado por Grace, protagonista do livro e, agora, do filme, interpretada por Jennifer Lawrence, em cartaz nos cinemas brasileiros desde 27 de novembro e com estreia no streaming MUBI marcada para 23 de janeiro.

Jennifer Lawrence em entrevista com Letícia Alassë em novembro de 2025 (Foto: reprodução video)

Cannes, expectativa e o peso do retorno

Nosso primeiro encontro ocorreu durante a conferência de imprensa do Festival de Cannes, onde o filme fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva pela Palma de Ouro. Embora sem prêmios, o longa pairava entre as expectativas mais intensas do festival, em grande parte por conta da volta de Lynne Ramsay, após oito anos de hiato, ao comando de um longa-metragem, e também pela força do encontro entre Jennifer Lawrence e Robert Pattinson: era a primeira vez que os protagonistas das franquias adolescentes mais rentáveis da última década — Crepúsculo e Jogos Vorazes — contracenavam juntos.

De modo jocoso, Lawrence recordou o primeiro dia de filmagem com Robert Pattinson — uma cena de sexo — e brincou: “Nem tive tempo de depilar as pernas.” Entre risadas, descreveu as aulas de dança interpretativa impostas pela diretora como a verdadeira prova de fogo: “Depois disso, ficar nu parecia quase menos embaraçoso.”

Mas foi a experiência compartilhada da parentalidade que criou o vínculo mais profundo entre eles: “É bom estar com alguém que quer falar sobre o filho tanto quanto você — e que assiste sem reclamar a um vídeo de três minutos do seu bebê”, comentou durante nosso segundo encontro, no dia 29 de setembro, em um Q&A, em Paris. 

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Entre visibilidade e fratura política

Entre maio, em Cannes, até o anúncio dos indicados ao 83° Globo de Ouro  — sua sétima indicação ao prêmio —  no último dia 8 de dezembro, Jennifer Lawrence declarou abertamente sua posição contra o massacre de crianças durante os ataques em Gaza, tal como mãe, tal como artista, em 26 de setembro, no Festival de San Sebastián. Por conta da enorme repercussão, dias depois afirmou que não faria mais declarações políticas. 

Enquanto algumas pessoas a parabenizaram pela fala, em Paris, outras demonstraram afeto pela sua performance como protagonista dos Jogos Vorazes e questionaram uma possível volta ao papel de Katniss Everdeen, o qual ela respondeu sempre ser possível. Na última semana, a revista Variety reforçou os boatos de sua participação em Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, apesar de não ter uma declaração oficial do estúdio Lionsgate. 

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Produzir é convencer

Ao contrário dos seus interlocutores no evento, conversei com Jennifer sobre seu papel como produtora. Falamos também de seus últimos trabalhos, incluindo os documentários Pão, Rosas e Liberdade (2023) e Zurawski v Texas (2024), sobre a perda dos direitos da mulheres com a volta do regime Talibã ao poder e sobre um grupo de mulheres em luta pelo direito ao aborto. “O trabalho como produtora é, na verdade, tornar o projeto viável, nem tanto na parte criativa. Em Morra, Amor, por exemplo, foi convencer Lynne Ramsay a dirigir o filme,” me explica e adiciona que continuará a produzir enquanto houver histórias interessantes a serem contadas com a necessidade de um empurrão. 

Essa dimensão política também atravessa sua atuação como produtora. Que tipo de projeto, então, lhe interessa colocar em tela? “Quero produzir algo que conte a história norte-americana”, resume sem entrar em detalhes. Nossa conversa é interrompida por convidados animados por sua presença no salão e ela fala sobre as filmagens para o próximo ano com Martin ScorseseWhat Happens at Night (O que Acontece à noite, em tradução livre), adaptação do romance de Peter Cameron —, sua primeira parceria com o renomado diretor conhecido por seus filmes sobre o submundo violento dos Estados Unidos.

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Considerado padrinho do projeto, Martin Scorsese é o responsável por apresentar a obra argentina a Jennifer.  “É difícil imaginar um presente melhor do que receber um livro diretamente dele”, brincou, quase descrevendo uma cena de ficção. Para ela, o texto de Harwicz era “um mergulho incontornável no psiquismo feminino, ao mesmo tempo brutal e profundamente comovente”. Era impossível largá-lo e impossível não querer transpor aquela violência emocional para o cinema, mesmo que, a princípio, não entendesse como.

Daí veio a decisão de não apenas protagonizar o longa, mas também produzi-lo. E a escolha quase inevitável da diretora Lynne Ramsay: “Sempre me impressionei com a força e a singularidade da visão dela. Quando li o romance em primeira pessoa, pensei: a única pessoa capaz de transformar isso em poesia cinematográfica é a Lynne.” Quase como um pequeno milagre, nas palavras da atriz, Ramsay aceitou, após oito meses e meio de sedução por e-mail. 

Maternidade sem mito: instinto e colapso

Quando, neste terceiro encontro pela tela do computador, comecei a explorar com Lawrence suas impressões sobre o livro e sobre a construção de Grace no set, retomamos a experiência que marcou sua carreira: Mãe!, de Darren Aronofsky. “Foi a primeira vez que interpretei uma mãe em cena”, relembrou. “E Morra, Amor foi a primeira vez que interpretei uma mãe sendo, de fato, mãe”, pondera.

“Vejo semelhanças nisso com a experiência das mães no mundo real: o quanto somos pressionadas a ter filhos, criá-los para também produzir, trabalhar… as expectativas que recaem sobre nós são extremamente desgastantes”, relata Jennifer. Se em Mãe! sua personagem encarnava a metáfora da Terra devastada, aqui, em Morra, Amor, a devastação é íntima e cotidiana.

Jennifer Lawrence ao lado da diretora Lynne Ramsay no Festival de Cannes 2025 (Foto: Leticia Alassë)

A atriz descreveu a fricção intensa entre sua própria sensibilidade, transformada pela maternidade, e a desordem emocional de Grace. “Muitas vezes, eu sentia pena do personagem de Robert Pattinson. Eu pensava: ‘Ela precisa pedir desculpas, ela precisa lhe dar um alívio’. Mas eu sabia que, da perspectiva da Grace, isso era impensável.” Uma das cenas mais duras no set — a de quebrar a pia do banheiro e descascar as paredes com as próprias unhas — foi o ápice dessa tensão.

Essa entrega radical, segundo Lawrence, só fez sentido porque encontrou eco no olhar da diretora. Em Paris, Jennifer mencionou a sua satisfação com o corte final: “Em um cinema americano que exige comentários definitivos sobre tudo, Lynne teve a ousadia de fazer o oposto: criar uma obra poética, aberta, que não oferece respostas”. Sua admiração pela cineasta escocesa nasceu quando ela assistiu pela primeira vez O Lixo e o Sonho (1999) e ficou encantada pelo seu estilo visual único. 

Quando a atriz passa a dirigir o olhar

Estaria Jennifer Lawrence pronta a dar um próximo passo? Nossas últimas palavras foram sobre o futuro dela atrás das câmeras. Em um ano em que três atrizes premiadas ampliaram a atuação feminina na autoria cinematográfica — Kate Winslet, Scarlett Johansson e Kristen Stewart —, a resposta de Jennifer veio acompanhada de um leve coçar de sobrancelhas antes do sorriso: 

Jennifer Lawrence reflete sobre assumir a direção de um filme no futuro (Foto: reprodução)

“Eu adoraria. Atuar é o melhor estágio possível para direção. É uma expansão natural do que fazemos como contadores de histórias. Eu seria muito sortuda em me juntar a elas.” A fala não escondia a ambição, mas o gesto revelava a cautela diante de uma expectativa que ela não parece disposta a assumir agora. Era menos um “talvez” e mais um “quando”.

Ao final desse percurso, em três encontros, o que emerge de Jennifer Lawrence é uma artista em transformação, principalmente por conta dos dois filhos: “a maternidade muda tudo”, declarou durante o 78° Festival de Cannes em maio. Com grandes chances da sua quinta indicação ao Oscar, a atriz de 35 anos escolhe papéis mais maduros sem rejeitar o caminho que a trouxe até o estrelato. Mais do que uma estrela em reinvenção, Jennifer Lawrence se mostra uma artista consciente do próprio tempo — e cada vez mais próxima de assumir o controle total da própria narrativa.

“É uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói”, revela Sam Raimi [EXCLUSIVO]

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor Sam Raimi (‘Arraste-me para o Inferno’) foi questionado se prefere dirigir filmes de super-herói ou terror, e respondeu:

“Bem, é uma grande responsabilidade dirigir um filme de super-herói, porque a verdade é que qualquer um desses personagens que você coloca vestindo uma roupa colante vermelha e azul, eles se tornam heróis para as crianças, mesmo sem merecer. Então, você se encontra em uma posição em que precisa realmente conquistar isso e garantir que os personagens sejam reais e consistentes, enfrentando conflitos com os quais as crianças possam se identificar.”, ele afirmou.

Segundo Raimi, o personagem precisa gerar identificação com o público.

“Você quer que esses conflitos sejam sérios para que as crianças pensem: “Sim, eu já estive nessa situação, só que no meu caso era com a lição de casa”. Eu não sei o que as crianças estão pensando, mas elas veem que o super-herói não consegue superar essa situação. E então, em um filme com um super-herói, o ser humano dentro dele cresce, aprende algo e encontra uma maneira de superar esse obstáculo. As crianças assistem a isso, e você orquestra tudo, e o herói voa pelos céus. Não há nada igual para um diretor do que criar essa sensação de admiração e, de uma forma muito simples, inspirar as crianças, servindo como um bom exemplo. Claro, eu ainda adoro sentar no fundo do cinema, fazendo barulhos e assustando as crianças. Mas ambos os gêneros são gratificantes.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga CinePOP no Youtube:

O terror conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a direção de Raimi, que, mais uma vez, se mostra um mestre do gênero ao equilibrar perfeitamente risos com tensão, além de destacar as excelentes performances de Rachel McAdams e Dylan O’Brien.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’

Socorro!‘ já está em exibição nos cinemas.

Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida.

SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado pela atriz indicada ao Oscar® Rachel McAdams e Dylan O’Brien. O filme é produzido por Raimi e Zainab Azizi, com produção executiva de JJ Hook, roteiro de Damian Shannon & Mark Swift, e música original de Danny Elfman.

Crítica | Rachel McAdams e Dylan O’Brien lutam pela sobrevivência no insano e divertido thriller ‘Socorro!’ 

‘Socorro!’: Novo terror de Sam Raimi abre com 91% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

‘Socorro!’: Primeiras impressões do novo TERROR de Sam Raimi são EXTREMAMENTE POSITIVAS; Confira as reações!

‘Socorro!’: Sam Raimi cobre Rachel McAdams e Dylan O’Brien de vômito, sangue e água em novo filme de terror

‘A Empregada’, ‘Hamnet’, ‘Socorro!’, ‘Extermínio’ e os Filmes mais ESPERADOS de Janeiro 2026 nos cinemas!

» Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro;

 

‘Superman: Homem do Amanhã’: Sequência confirma participação de mais dois personagens do DCU

O novo DCU de James Gunn continua a se expandir com ‘Homem do Amanhã’ (Man of Tomorrow), a sequência direta do aclamado filme do Homem de Aço de 2025. O filme trará de volta o icônico herói, que desta vez precisará se aliar ao seu maior inimigo, Lex Luthor, diante de uma ameaça ainda maior.

De acordo com o portal ComicBookMovie, Isabela Merced está oficialmente confirmada para retornar como a Mulher-Gavião. A notícia reforça a estratégia de James Gunn em manter os membros da “Gangue da Justiça” como peças centrais na narrativa de longo prazo.

Outro nome de peso garantido é Frank Grillo, que reprisará seu papel como Rick Flag Sr. O personagem, que já terá sido visto na 2ª temporada de ‘Pacificador’, atuará como uma ponte fundamental entre as séries e o cinema, trazendo uma camada de complexidade moral ao enredo.

‘Superman’: James Gunn diz que filme do Homem de Aço foi o mais difícil de sua carreira

Lembrando que ‘Superman’ está disponível na HBO Max.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn encabeça o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Por que a série ‘Chucky’ foi CANCELADA? Verdadeiro motivo é REVELADO!

O verdadeiro motivo por trás do cancelamento da série ‘Chucky‘, baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino‘, foi revelado.

Enquanto muitos fãs especulavam se tratar da baixa audiência, o site afirma que o cancelamento foi causado por questões financeiras e falta de verba do canal para a produção.

Alegadamente, a série era muito cara para a Syfy – até mesmo após seu acordo com a USA Network para a divisão de custos.

Além de causar uma grande comoção nos fãs pelo cancelamento, a série não finalizou a narrativa, tendo finalizado a terceira temporada com um grande gancho.

Para aqueles que não se recordam, a 3ª temporada apresentou Jake (Zachary Arthur) injetando uma espécie de droga para temporariamente “morrer” e adentrar o Reino Espiritual. Pelo fato de Chucky ter passado anos dividindo a própria alma para continuar imortal, inúmeras versões dele aguardam lá – mas Jake está em busca apenas de uma: a do Chucky Bom. Jake espera encontrá-lo para que ele possa ajudá-lo a descobrir o paradeiro de Caroline, irmã de Lexy (Alyvia Alyn Lind), que estava desaparecida desde o ciclo anterior.

Quando Jake encontra Chucky Bom, ele rapidamente consegue descobrir a localização de Caroline, com Chucky revelando que “ela está com o avô Wendell” – ou seja, Wendell Wilkins, o criador do boneco Good Guy. Jake, então, faz um apontamento importante: se ele se matar dentro do Reino Espiritual, isso forçará os outros Chuckys a fazer a transição e encerrar seu reinado de terror para sempre. E é aqui que a série dá sua primeira grande reviravolta: o Chucky Bom não era bom – e sim apenas mais um boneco que estava protelando Jake deliberadamente, permitindo que Chucky habitasse seu corpo quando ele fosse acordado fora do Reino Espiritual.

Em outro lugar, longe da Casa Branca, Tiffany (Jennifer Tilly) consegue escapar de sua execução graças a uma lavagem cerebral feita nos guardas do Corredor da Morte.

Depois que Jake, Devon (Bjorgvin Arnarson) e Lexy deixam a Casa Branca, eles se dirigem para a casa de Wendell Wilkins, onde a armadilha é oficialmente acionada e é-nos revelado que Chucky não apenas assumiu o corpo de Jake, mas que Wendell está envolvido no esquema. O criador dos Good Guys também forneceu a Chucky algo ainda mais especial: o protótipo original do boneco, para o qual Chucky transfere sua alma.

Pouco depois, outra convidada aparece na casa de Wendell: a fugitiva Tiffany Valentine no corpo de Jennifer Tilly. Chucky finalmente faz dela uma “mulher honesta” ao propor casamento, com Wendell revelando que ele ainda tem o protótipo de sua boneca também. A dupla volta às suas formas originais e foge no carro de Tiffany, dirigido por Caroline, enquanto se beijam no banco de trás.

Mas isso não é tudo, visto que o criador Don Mancini nos dá mais uma reviravolta antes do encerramento da temporada: Chucky e Tiffany não foram os únicos que foram colocados em corpos de bonecas. Jake, Devon e Lexi foram aprisionados em receptáculos e trancados em um armário na casa de Wendell. Eles só são descobertos por Nica (Fiona Dourif), que rastreou Tiffany até a casa e que também é capturada por Wilkins quando o episódio chega ao fim.

Em declaração oficial, o criador Don Mancini lamentou o cancelamento, mas prometeu que este não será o fim do personagem:

“Estou de coração partido com a notícia de que ‘Chucky’ não retornará para uma quarta temporada, mas sou muito grato pelos três anos maravilhosos que tivemos. A incrível campanha para a renovação da série realmente aqueceu nossos corações. Chucky irá retornar! Ele SEMPRE retorna.”

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Bad Bunny se apresentará HOJE no Super Bowl; Saiba quando e onde assistir!

Pouco depois de ter feito história no Grammy Awards 2026, o cantor e compositor porto-riquenho Bad Bunny irá se apresentar no Show do Intervalo do Super Bowl LX, integrando a seleta lista de ícones do cenário fonográfico que já tiveram a honra de serem escalados como performers.

O artista se apresenta hoje, 8 de fevereiro, como headliner. O jogo e o espetáculo serão transmitidos a partir de 20h30min (horário de Brasília) na ESPN, no Disney+, no SporTV 2, na GeTV e na NFL Game Pass, com reprise na Globo após o Fantástico.

Bad Bunny cantará seus maiores hits no breve show, que já escalou PrinceMichael JacksonLady GagaMadonnaBeyoncé como performers nas edições anteriores.

O artista assume o posto em um momento sociopolítico tenso dos EUA, principalmente com as investidas do presidente Donald Trump contra imigrantes, e pouco depois de ter levado para casa o prêmio máximo do Grammy, Álbum do Ano, pelo aclamado Debí Tirar Más Fotos.

O compilado de originais foi lançado em janeiro deste ano e sucede o igualmente aplaudido ‘Nadie Sabe Lo Que Va a Pasar Mañana’, de 2023.

Misturando estilos como reggaetonhouse, Bad Bunny constrói um testamento às suas raízes latinas e aposta fichas em gêneros como plenajíbarosalsabomba, construindo narrativas sobre o status político de sua terra natal, como gentrificação e perda de identidade cultural.

O álbum ainda conta com os singles “El Clúb”“Pitorro de Coco”“Eoo”.