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‘Shazam!’: Elogiado filme com Zachary Levi estreia no Prime Video!

Shazam!‘, elogiado filme de super-heróis estrelado por Zachary Levi, já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 13 de janeiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam’).

Billy Batson (Asher Angel) tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um antigo mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam (Zachary Levi). Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades. Contudo, ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o malvado Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).

Jack Dylan GrazerDjimon Hounsou também fizeram parte do elenco.

Sucesso de crítica e de bilheteira, o longa arrecadou US$ 366 milhões mundialmente. O segundo filme será lançado nos cinemas brasileiros no dia 29 de dezembro de 2022.

‘Hunters’: Prime Video divulga resumão da 1ª temporada antes da estreia dos novos episódios; Assista!

A 2ª (e última) temporada da adorada série Hunters chega em breve ao Prime Video.

Enquanto os novos episódios não estreiam, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional fazendo um grande resumão do ciclo de estreia.

Confira:

A temporada final estreará oficialmente no dia 13 de janeiro.

Sobre o última temporada, o criador David Weil revelou que deseja reparar a frustração por Adolf Hitler nunca ter respondido pelos seus crimes contra a humanidade: “‘Hunters’ é uma série sobre catarse, sobre empoderamento e sobre a realização de desejos para crianças judias como eu, que cresceram querendo recuperar o poder. Eu espero que a segunda temporada seja a conclusão que merecemos.”

Vale lembrar que Udo Kier (‘The Kingdom’) interpretará Hitler na segunda temporada.

A série tem produção executiva de Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘).

A trama segue um grupo diversificado de caçadores de nazistas em 1977, na cidade de Nova York. Os Caçadores, como são conhecidos, descobriram que centenas de oficiais nazistas de alto escalão estão vivendo entre nós e conspirando para criar um Quarto Reich nos EUA. A equipe eclética dos Caçadores partirá em uma sangrenta busca para levar os nazistas à justiça e frustrar seus novos planos genocidas.

O elenco ainda conta com Logan Lerman, Kate Mulvany, Tiffany Boone, Carol Kane, Saul Rubinek, Josh Radnor, Louis Ozawa, Jerrika Hinton, Greg Austin, Dylan Baker e Lena Olin.

‘Somebody I Used to Know’: Comédia romântica dirigida por Dave Franco ganha trailer oficial e data de estreia

Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial de Somebody I Used to Know, nova comédia romântica de Dave Franco.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de fevereiro.

Confira:

Alison BrieJay EllisKiersey Clemons estrelam, com Brie co-escrevendo o roteiro ao lado de Franco.

A história é centrada em uma workaholic (Brie) que, em uma viagem para sua cidade natal, passa uma noite se lembrando do ex-namorado, Sean (Ellis) e se questionando sobre todas as escolhas da vida e sobre a pessoa que se tornou. As coisas ficam mais confusas quando ela conhece Cassidy (Clemons), uma jovem mulher que a lembra de um passado que não voltará mais.

Marty Bowen, Wyck Godfrey, Isaac Klausner, Ben Stillman, Leigh Kittay e Michael Heimler entram como produtores.

“Alison e eu amamos comédias românticas e fomos inspirados pelos clássicos dos anos 1980 e 1990”, Franco comentou, em uma declaração oficial. “Não poderíamos estar mais animados em trabalhar com Jay e Kiersey, que são performers extremamente naturais, capazes de trazer leveza e drama em medidas iguais. E estamos honrados em ter fechado parceria com a Amazon Studios, que tem sido incrivelmente motivadora em nos ajudar a trazer o projeto a vida”.

Franco fez sua estreia como diretor com o thriller Vigiados, também estrelado por Brie e por nomes como Dan Stevens Sheila Vand. O longa, que ganhou elogios por parte da crítica especializada e conquistou 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, contou a história de dois casais em um retiro à beira-mar que começam a suspeitar que o dono da casa, aparentemente perfeita, pode estar espionando-os.

‘Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão’: 2ª temporada da série animada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão’, série animada baseada na aclamada trilogia da DreamWorks, já chegou à Netflix.

Os episódios foram lançados na plataforma de streaming no último dia 12 de janeiro.

Jack Black retorna para o papel do urso panda Po, enquanto a cantora e atriz Rita Ora interpreta a Lâmina Andarilha.

A nova produção acompanhará a tour culinária de Po na China, quando ele é erroneamente acusado de mau uso de armas mágicas. Para limpar seu nome, Po terá que se unir com o cavaleiro britânico para embarcar em uma jornada épica.

A DreamWorks Animation desenvolveu a série animada, que conta com Peter Hastings, Shaunt Nigoghossian, Chris Amick e Ben Mekler como produtores executivos.

Artigo | Relembrando ‘Paddington 2’, uma das melhores sequências da história do cinema

O que esperar de um filme cujo personagem principal é um pequeno e muito fofo urso pardo que vai morar em uma vizinhança habitada pelos atores e atrizes mais versáteis da indústria do entretenimento britânica? Exatamente aquilo que tal escopo nos leva a imaginar: uma narrativa satisfatória, agradável e que, ao final do dia, nos faz refletir sobre as pequenas coisas que tornam o nosso cotidiano mais feliz. E bom, se a história original já se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público, só posso dizer que As Aventuras de Paddington 2’ é uma sequência digna e que mantém o ritmo otimista que nos foi apresentado no predecessor de forma muito minimalista e aplaudível.

O protagonista titular retorna às telonas neste ano para mais uma de suas aventuras – e o inocente e muito bem antropomorfizado animal tem como principal objetivo encontrar o presente perfeito para o centésimo aniversário de sua Tia Lucy (Imelda Staunton), a qual o resgatou de uma trágica morte quando era apenas um filhotinho. Agora, residindo em Londres, mais precisamente na casa da cômica e adorável família Brown, ele receberá sua “musa inspiradora” e precisa fazer com que essa viagem valha a pena demonstrando todo o seu amor. Mas não espere que Paddington (marcando o retorno do carismático Hugh Bonneville à franquia) se renda às ostentações e às superficialidades de roupas de marca, perfumes caríssimos ou qualquer coisa do tipo; ele busca sim por algo singelo e marcante, como um poema, uma história – ou até mesmo um escondido livro pop-up escondido em meio às inúmeras tralhas de uma loja de antiguidades.

Desde o início do primeiro ato, somos apresentados a uma narrativa que definitivamente não segue o mesmo padrão dos filmes de gênero. Ao invés de nos apresentar a um núcleo familiar conturbado e que mantém esse padrão até a grande reviravolta do terceiro ato, toda a atmosfera é propositalmente otimista, como forma de nos direcionar aos clássicos contos de fada e até mesmo às histórias da carochinha que ouvíamos quando criança. Por mais que os obstáculos existam, eles em momento algum são perigosos ou frutos de um acontecimento ocasional, mas resgatam situações prováveis que ocorrem de jeitos cômicos e aventureiros – por mais bobos que possam parecer à prima-vista. Sem sombra de dúvida, todo o conjunto do produto final é o que realmente vale a pena e o que o torna uma obra belíssima, ainda que com seus aparentes, porém ignoráveis, deslizes.

Paddington é como qualquer vizinho que você possa conhecer; ele tem uma rotina, ele trabalha, ele tem desejos e comete erros – mas aqui, a principal fonte de envolvência que a trama emana é utilizar sua inocência e seu altruísmo e esperança em relação a todos com quem convive como base para quebras de expectativa que nos fazem rir e torcer para que as coisas deem certo no final das coisas. Há uma sequência, na verdade a principal que dá continuidade à sua futura jornada, em que ele acaba causando um erro irreversível no couro cabeludo de um cliente e perde seu emprego; tal acontecimento faz com que sua família o leve para um circo próximo, onde conhecem o ator e ilusionista Phoenix Buchanan (Hugh Grant) e, após conversar com ele pessoalmente, acaba revelando quais são seus planos para o aniversário da Tia.

Acontece que o livro que deseja comprar é a chave para descobrir um tesouro de uma contorcionista assassinada há muito tempo e que se perdeu conforme os anos passaram. Sabe-se que a fortuna escondida tem suas pistas escondidas nas páginas do romance e que, caso caiam em mãos erradas, podem ser utilizadas não como forma de garantir o legado da artista em questão, mas sim para outros propósitos. Logo, Phoenix, com a mente ambiciosa que possui, acaba utilizando um de seus vários disfarces para roubar o pop-up e incriminar o urso, que eventualmente é pego pelos policiais e mandado para a prisão local.

O ápice do longa-metragem não é sua história, por mais comovente e completa que seja: com a chegada do último ato, Paul King e Simon Farnaby parecem se perder com a ordem de resolução dos eventos e prezam muito mais por uma estética que remonte ao gênero de ação e aventura em detrimento de algo mais original – temos até mesmo a insurgência da possível morte do protagonista e de sua ressurreição final por meio de forças externas. Mas toda a sua estética definitivamente rouba a atenção, principalmente pela montagem, que preza por flashbacks bem posicionados e cortes paralelos fluidos e que permitem o entrelace entre cenas divergentes entre si. King também entra como diretor do projeto e sua visão logo nos remonta a outros cineastas de grande peso dentro do cenário cinematográfico.

É quase impossível não realizar comparações entre Paddington 2’ e ‘O Grande Hotel Budapeste’. Desde sua narrativa rocambolesca e com núcleos narrativos bem definidos até o uso excessivo de enquadramentos simétricos e que permanecem na linha do horizonte, o filme pode não alcançar a mesma maestria, mas sem sombra de dúvida funciona como uma boa e comedida homenagem. O uso de tons pasteurizados também é muito bem-vindo, principalmente quando todo o foco da trama volta-se para dentro da prisão, onde o protagonista se encontra com o caricato e ao mesmo tempo complexo cozinheiro Knuckles McGinty (Brendan Gleeson). Aqui, a opção por tons como vermelho, rosa, laranja e seus derivados entra em constante choque com a atmosfera que uma facilidade carcerária normalmente deveria nos passar – e mais uma vez, nos recordamos da irreverência com a qual Wes Anderson trabalha magnificamente em sua obra.

Além de Gleeson, Sally Hawkins também tem os seus momentos de glória, principalmente quando em conjunto a Hugh Bonneville. Os dois interpretam a Sra. e o Sr. Brown, um casal diferente de todos que conhecemos e que nutrem uma paixão indescritível tanto por seu “filho adotivo” quanto pelas pessoas que os cercam. King sabe dosar muito bem o tempo de cena de cada um dos personagens quando em relação ao papel que ocupam dentro do arco principal, e não é nenhuma surpresa que a Sra. Brown e Paddington tenham momentos de pura comédia e também de um melodrama que se faz necessário dentro dos limites impostos pelo filme.

As Aventuras de Paddington 2’ é uma obra que nos faz pensar em ser pessoas melhores. Funcionando tão bem quanto a obra original, tudo aqui se encaixa quase perfeitamente, ainda que não se preocupe de forma mais endossada no tocante à narrativa; definitivamente, esta é uma daquelas histórias que beiram o impossível e que, mesmo assim, conversam com a nossa própria realidade em diversos níveis.

‘Titanic’: Fãs fazem piadas com ERRO BIZARRO no pôster de relançamento do filme; Confira!

Poucos filmes conseguiram o status lendário que Titanic, épico romântico escrito e dirigido por James Cameron.

Estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, o longa conta a história de amor do improvável casal Jack e Rose durante a fatídica viagem do transatlântico que naufragou após colidir contra um iceberg.

Mais de 25 anos após seu recorde de bilheteria, o filme estará voltando aos cinemas em 09 de fevereiro, desta vez em 3D, 4K e HDR, assim como aconteceu com o recente relançamento de ‘Avatar’.

No entanto, a equipe de marketing foi bastante descuida na hora de editar o pôster para promover o relançamento, deixando Winslet com um penteado bem incomum.

Nas redes sociais, o descuido não passou despercebido pelos internautas, que começaram a fazer piadas e até comparando o visual ao penteado do humorista Adamastor Pitaco, que de um lado é liso e do outro encaracolado.

Confira as reações:

Confira o trailer e cartaz do relançamento:

Aclamado pela crítica, o longa-metragem fez um estrondo de bilheteria, dominando o topo das produções mais bem-sucedidas de todos os tempos até ser destronado por ‘Avatar’ (também de Cameron), tornando-se o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundialmente e estacionando com nada menos que US$2,2 bilhões. Como se não bastasse, Titanic conquistou 11 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, e permanece como o mais condecorado da premiação ao lado de ‘A Malvada’ (1950) e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ (2003).

Para celebrar seu futuro relançamento, o CinePOP separou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • As cenas ambientadas em 2012 (que englobam todo o filme, com exceção das cenas no presente e nos créditos de abertura e encerramento) têm um total de 2 horas e 40 minutos, o exato tempo que o Titanic levou para afundar por completo. Além disso, a colisão com o iceberg levou 37 segundos – mesmo tempo da cena de colisão no longa.
  • Durante a cena em que a água invade a sala da Grande Escadaria, os realizadores tiveram apenas uma tomada para rodá-la, visto que o cenário e a mobília seriam totalmente destruídos.

  • As mãos que desenham Rose não são de DiCaprio, mas sim de Cameron. Na pós-produção, Cameron, que é canhoto, espelhou a imagem para que o artista parecesse se destro, como DiCaprio.
  • Cameron fez 12 mergulhos para o verdadeiro Titanic e comentou que a experiência foi muito emocionante e de tirar o fôlego. Durante sua primeira viagem, ele estava tão focado que conseguiu rodar todas as tomadas que queria; entretanto, quando voltou à superfície, ele desabou em lágrimas depois de perceber a magnitude da tragédia histórica que havia presenciado. Eventualmente, ele passou mais tempo com o transatlântico do que os passageiros.
  • Quando Jack está se preparando para desenhar Rose, ele diz a ela: “ali na cama… No sofá”. A fala original dizia “deite no sofá”, mas DiCaprio cometeu um deslize e Cameron adorou como ficou, deixando a sequência no corte final.

  • Alegadamente, Cameron conversou com cada um dos extras (aproximadamente 150 pessoas) e deu a eles nomes e backstories de passageiros do Titanic para adotarem e encarnarem na obra.
  • Cameron estava decidido a não incluir qualquer canção no filme, nem mesmo nos créditos finais, visto que não acreditava que elas seriam uma boa adição ao tom da obra. O compositor James Horner, todavia, estava lutando para terminar o longa de forma emocionante e secretamente se encontrou com o liricista Will Jennings e a cantora Céline Dion para escrever “My Heart Will Go On”, utilizando o tema musical central do filme como melodia. Cameron acabou adorando a música e a manteve no final. O resultado? A faixa levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.
  • Indicada à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante aos 87 anos, Gloria Stuart, que viveu a versão mais velha de Rose, se tornou a pessoa mais velha a ser nomeada a um Oscar. Stuart carregou esse recorde por dezenove anos, até Christopher Plummer ser indicado a Melhor Ator Coadjuvante, aos 88.

  • Uma recente investigação mostou que, caso o Titanic divesse colidido com o iceberg de frente, não teria afundado. Apesar de sofrer vários danos, o transatlântico não teria naufragado e chegaria à cidade de Nova York com um ou dois dias de atraso.
  • Johnny Depp havia sido considerado para o papel de Jack e até mesmo recebeu uma oferta. Porém, o ator recusou o projeto e, até hoje, considera um dos maiores arrependimentos de sua carreira.

10 curiosidades de ‘Karatê Kid: A Hora da Verdade’, o início de uma das franquias mais famosas da Cultura Pop

Sucesso dos anos 80, o primeiro Karatê Kid se tornou um daqueles fenômenos atemporais. Com direito a sequências e um revival recente com a série Cobra Kai, a franquia está mais em alta do que nunca. Pensando nesse sucesso todo, o CinePOP separou 10 curiosidades sobre o primeiro filme. Confira!

 

Inspiração

A ideia para fazer o filme veio de uma forma inesperada. O produtor do filme, Jerry Weintraub, viu uma reportagem sobre um garoto magrelinho que era vítima de bullying na escola, mas conseguiu dar a volta por cima e se tornou mestre de artes marciais.

Sequência

Uma das maiores curiosidades sobre os bastidores desse filme é que ele foi gravado em ordem cronológica. Ou seja, as cenas foram filmadas na sequência correta que foi montado o filme. Isso praticamente nunca acontece nos cinemas, já que há conflitos de agenda, aluguel de estúdios e permissões de filmagem em lugares que não costumam permitir que sejam gravados assim.

Oscar

O ator Pat Morita, que interpreta o Sr. Miyagi, recebeu uma surpreendente indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho em Karatê Kid. Para o diretor do filme, a indicação só aconteceu por conta da sequência em que o Sr. Miyagi fica bêbado, sequência que quase foi cortada pelo estúdio.

Designer

O icônico logo do quimono que o Daniel LaRusso usa no torneio final do filme, e que agora foi resgatado pela série Cobra Kai, foi criado pelo próprio Pat Morita. Ele se inspirou nos bonsais que seu personagem cuidava no filme.

Dublê inspirador

A inspiração para a criação do Sr. Miyagi foi o mestre japonês de Karatê, Fumio Demura. Para trazer veracidade ao personagem, eles convidaram o próprio mestre para ser dublê de Pat Morita nas cenas de ação. No entanto, a dupla conviveu tanto que o Fumio acabou dando conselhos para Pat, que praticamente copiou os trejeitos e ensinamentos do mestre.


Zabka

Ao contrário do que dizem alguns boatos, o ator William Zabka não sabia karatê quando foi escalado para o filme. Ele tinha conhecimento de luta por conta da luta greco-romana. Mas acabou que deu tudo certo, já que, segundo o próprio Zabka, até o lançamento de Cobra Kai, tinha gente que encontrava ele na rua e o desafiava para uma luta, de tanta raiva que ficaram do coitado do Johnny Lawrence.

Novinho

Apesar de interpretar um personagem no auge da adolescência, quando foi escalado para viver Daniel LaRusso, o ator Ralph Macchio tinha assustadores 22 anos de idade. No entanto, ele tinha essa carinha de criança, que fez com que até mesmo membros da produção achassem que ele estava mentindo sua idade. Essa idade mais avançada se tornou um problema nas continuações da saga.

Machucou

Na sequência da luta do Halloween, Daniel LaRusso recebe uma série de chutes giratórios desferidos por Johnny Lawrence, até que o Sr. Miyagi aparece e desce a porrada nas crianças. Pois bem, o último chute que LaRusso leva antes da entrada em cena do Miyagi acertou o ator Ralph Macchio de verdade. Inclusive, machucou bastante.

 

Valeu a pena

O Ford Super De Luxe amarelo de 1948 que Daniel fica encerando para treinar os movimentos ensinados pelo Sr. Miyagi acabou sendo dado de presente para o personagem. O interessante é que a produção repetiu o gesto e deu o carro como recordação para Ralph Macchio, que tem o carro funcionando até hoje, como visto em Cobra Kai.

Sucesso 

Além de ser um sucesso de crítica e bilheteria em 1984, Karatê Kid: A Hora da Verdade conseguiu outra marca expressiva no ano seguinte: ele se tornou o filme mais alugado de 1985, aumentando ainda mais o sucesso comercial do longa e dando força para a realização da sequência.

Karatê Kid: A Hora da Verdade está disponível na Netflix.

Matt Reeves promete que ‘Batman 2’ não vai repetir erro comum nos filmes de heróis; Entenda!

Quando um filme de herói gera uma sequência, é muito comum que os vilões ganhem mais espaço que os protagonistas.

Isso porque o filme de estreia serve como uma apresentação de origem do herói, enquanto as sequências tendem a dar mais espaço aos novos personagens para que o público possa conhecê-los melhor.

No entanto, isso acaba atrapalhando o desenvolvimento do protagonista… Um erro que não deve acontecer em ‘Batman 2‘.

Durante uma entrevista para o Collider, o diretor Matt Reeves disse que:

“Para mim, Rob é muito especial no papel. Meu objetivo sempre foi fazer essas histórias de ponto de vista que permitem que o herói seja sempre o centro emocional da história. Muitas vezes, o que acontece é que, depois de fazer o primeiro, de repente, outros personagens da galeria de vilões aparecem e eles meio que assumem o controle, e então o protagonista fica em segundo plano em termos de desenvolvimento ou emocionalmente.”

No original, a trama mostra um Bruce Wayne recluso, que evolui de uma misterioa e temida criatura da noite para um símbolo de esperança numa Gotham City aterrorizada pela cruzada do Charada (Paul Dano) contra a elite.

Sendo assim, é mais do que natural explorar como Wayne vai encarar e lidar com o novo status que o Batman adquiriu no desfecho do longa.

Por enquanto, os detalhes do próximo filme estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, o clássico inimigo de Batman provocado nos momentos finais do filme de Reeves e interpretado por Barry Keoghan.

A notícia chega após o diretor assinar um acordo de exclusividade com a Warner Bros. Discovery.

Reeves e sua produtora 6th & Idaho já tinham um contrato de exclusividade com a Netflix. No entanto, depois de dirigir Batman e trabalhar em Batman 2 e O Pinguim, faz sentido mover seu foco diretamente para a Warner Bros.

Além da série do Pinguim, uma derivada sobre o Asilo Arkham vai explorar o passado do Coringa.

Em entrevista para o portal, Reeves foi questionado sobre a importância do personagem em seu Batverso, ao que ele respondeu:

“Pode haver respostas [sobre o passado dele]… Há coisas que estou muito interessado em fazer com a série do Arkham para a HBO Max. Há coisas sobre as quais conversamos nos bastidores. Então é muito possível [que ele esteja na série]. Também não é impossível que haja alguma história que remonte ao passado dele até o que vimos [em ‘Batman’].”

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ está disponível na HBO Max.

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‘Deadpool 3’: Ryan Reynolds explica qual é a maior dificuldade em fazer o filme; Confira!

Ryan Reynolds já está trabalhando no 3º filme do Deadpool, que vai marca a estreia do Mutante tagarela no MCU.

Dirigido por Shawn Levy (‘O Projeto Adam’), o longa também vai contar com Hugh Jackman, reprisando seu papel como Wolverine.

Por falar nisso, Reynolds comentou sobre a dificuldade de trazer dois personagens tão icônicos para um mesmo filme pela primeira vez.

Conversando com o The Wrap (via Yahoo!), ele disse que:

“Esse filme é uma caminhada na corda bamba. Quero dizer, a maioria desses filmes é sempre uma caminhada na corda bamba. Porém, neste caso, você tem o encontro entre dois personagens bastante icônicos que existem no Universo Auxiliar da Marvel – Agora estamos no Universo Cinematográfico da Marvel. A parte mais difícil disso tudo é encontrar uma maneira de fazer jus aos dois personagens sem perder a autenticidade de ambos. Acho que eles são dois personagens deslocados que podem dar certo quando estão juntos.”

Anteriormente, Jackman conversou com a People e fez novos comentários sobre sua decisão de retornar como Wolverine.

Além de argumentar que “socar Ryan Reynolds foi um dos principais motivos”, ele também disse que o longa lhe dará a oportunidade de fazer algo que nunca fez antes na pele do mutante.

“Quando fico pensando em mim e em Ryan, como Wolverine e Deadpool, que são rivais clássicos dos quadrinhos, há também uma dinâmica que nunca tive antes enquanto interpretei o Wolverine. Eu apenas pensei: ‘Isso vai ser divertido. Vou fazer algo que nunca fiz antes. Mal posso esperar’.”

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

O roteiro fica a cargo de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

10 razões para assistir Abbott Elementary, a série de comédia da Disney mais elogiada e premiada do momento

ABBOTT ELEMENTARY - KEY ART (ABC/)

Abbott Elementary chegou de fininho no Brasil, sem chamar muita atenção na plataforma de streaming Star+. Mas seu indiscutível sucesso nos Estados Unidos e suas recentes vitórias nas principais premiações estão gradativamente mudando esse quadro.

Acompanhando um grupo de professores de uma conturbada escola pública da cidade de Filadélfia, a original da emissora ABC/Hulu tem muito a ver com a realidade brasileira e mostra, com muito bom humor e idealismo, como é possível vencer os desafios do descaso público através do amor pela profissão.

E se você ainda não foi convencido de que essa pode ser sua nova série de comédia favorita, separamos 10 motivos para te encorajar a assistir Abbott Elementary. Confira!

Formato mockumentary

O subgênero de pseudo documentário (mockumentary) é uma excelente forma de subverter a comédia, fazendo do sarcasmo seu maior aliado. Mas executar isso do jeito certo é um desafio. E em tempos onde todos se sentem tão ofendidos e vitimizados, resgatar esse formato pode acabar sendo um tiro no pé. Mas Quinta Brunson – protagonista e criadora de Abbott Elementary – acerta em cheio.

Com um roteiro afiado que sempre mantém um ar um tanto idealista, a série consegue enfrentar o fogo cruzado da zona de cancelamento sem precisar se curvar a qualquer agenda. Focando nos dilemas dos professores a partir de personagens tão diferentes que, a série é um sopro de novidade em meio a roteiros tão blasé que têm surgido nos últimos tempos.

Otimismo regado por crítica social

A escola Abbott Elementary vive de perrengue em perrengue, rendendo em uma lista infindável de críticas sociais ao sistema norte-americano. Mas um dos aspectos mais cativantes da produção é justamente sua visão otimista e promissora de um presente tão caótico.

Sempre regada por mensagens inspiradoras que celebram os professores (genuínos heróis sem capa), a série funciona como uma bela e encorajadora homenagem, que direciona seus olhos para uma das classes mais fundamentais da sociedade, mas muitas vezes tão esquecida. Brunson faz um trabalho lindo ao unir um entretenimento da mais alta qualidade a uma proposta sociocultural tão valiosa.

Personagens excelentes

Abbott Elementary é feita de personagens diversos que sabem muito ocupar o seu lugar dentro da trama. Às vezes mais caricatos e dentro dos tropos tradicionais de Hollywood, às vezes mais complexos e sensíveis, eles são bem elaborados, fogem da superficialidade e rapidamente se conectam com a audiência.

E com um roteiro que sabe muito sincronizar cada um desses arcos de forma que todos contribuam diretamente para a trama principal, fica difícil não se apaixonar por ele. Inclusive pela diretora Ava, a nossa Michael Scott da série.

Episódios curtos e dinâmicos

Seguindo o formato do subgênero mockumentary, a original da plataforma Star+ sabe desenvolver sua trama dentro de menos de 30 minutos. Dando espaço de tela suficiente para todos os protagonistas principais brilharem, os episódios sempre exploram os dilemas dos professores de forma criativa e engraçada – sem perder aquela boa dose de crítica social que serve como denúncia para o descaso do ensino público norte-americano.

Perfeita para quem tem saudades de The Office e Modern Family

Os cortes rápidos, os ângulos constrangedores e as histórias mais peculiares que jamais seriam flagradas se não fosse por uma câmera documental são alguns dos elementos que tornaram The Office e Modern Family os sucessos que até hoje são. Abbott Elementary resgata toda essa estranheza e sarcasmo que tanto sentíamos falta. Com uma direção perspicaz e um roteiro que serve sacadas cômicas bem ácidas e desconfortáveis, a série de Quinta Brunson é a resposta pra quem ainda morre de saudades da Dunder Mifflin e do clã Pritchett-Dunphy.

Tyler James, o Chris de Todo Mundo Odeia o Chris

Você já pode parar de atazanar o ator Tyler James Williams com uma coletânea infindável de frases da amada comédia Todo Mundo Odeia o Chris! O astro – que por sinal é também um ótimo cantor – traz um novo fôlego pra sua carreira com um papel excelente em Abbott Elementary. Introspectivo e soturno, ele dá vida a Gregory Eddie, um professor substituto perfeccionista que sonha em ser o diretor de escola, mas que ainda sofre com as pressões de suprir as expectativas de seu pai.

Com uma atuação excelente e bastante irônica, ele entrega um humor do avesso – que fica muito nas entrelinhas. Sua performance, além de lhe garantir um ótimo destaque diante um elenco que já é brilhante, ainda lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical em 2023. E te garanto, você vai ficar tão na dele!

Humor inteligente feito pra todo mundo

A criadora e protagonista da série, Quinta Brunson, soube combinar estrategicamente o humor leve com uma abordagem social mais madura. Tratando assuntos sérios sem perder a oportunidade de brincar com a comédia, ela convida a audiência para se divertir de forma despretensiosa, mas não a deixa encerrar seus episódios sem um ponto reflexivo e inspirador.

E assim, sem perceber, o público aprende mais sobre os desafios da educação básica pública dos EUA, encontra suas inúmeras identificações com a realidade brasileira e ainda se diverte com o pessimismo de professores veteranos que já estão habituados com um sistema corrupto. Cinco episódios depois e fica inegável se sentir completamente envolvido com cada uma dessas histórias.

Futuro promissor

Os mais recentes prêmios conquistados pela série no 80º Globo de Ouro já garantiram sua renovação para a 3ª temporada, com um horizonte bastante otimista. Com seu segundo ciclo ainda em exibição nos Estados Unidos (mas não no Brasil), aqueles que detestam começar uma série nova sem saber até onde ela pode chegar podem ficar aliviados. Abbott Elementary está bem longe de entrar em qualquer tipo de recesso escolar.

Origem inspiradora

Embora Abbott Elementary seja uma série fictícia, ela é baseada nas experiências da mãe da atriz e criadora Quinta Brunson, que foi professora do ensino básico público na cidade de Filadélfia – onde a trama se passa. Além disso, o próprio nome da série é uma homenagem a uma das professoras da artista, chamada Joyce Abbott.

Sheryl Lee Ralph de volta ao estrelato, aos 66 anos de idade

Sheryl Lee Ralph possui uma longa trajetória em Hollywood, mas seus anos dourados pertenciam ao passado até a chegada de Abbott Elementary. Com pequenas participações de destaque na séries ‘Ray Donovan‘ e ‘Motherland: Fort Salem‘, a veterana parecia ter caído no ostracismo, com seu talento sendo esquecido pela indústria.

Famosa por seu trabalho na amada sitcom familiar ‘Moesha‘ e na sequência ‘Mudança de Hábito 2‘, Sheryl viu seu valor profissional ser esquecido pelo tempo e por sua idade madura. Mas Abbott Elementary não apenas lhe resgatou das sombras de Hollywood, como ainda lhe garantiu o reconhecimento digno diante do público e de seus colegas de profissão. Sua performance como a professora crente Barbara lhe renderam o Oscar da televisão, o Emmy Award.

Terror sobre apartamento ASSOMBRADO estreia no Amazon Prime Video; Assista ao trailer!

O Amazon Prime Video disponibilizou em seu catálogo terror ‘O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña’, que traz uma história pra lá de interessante.

Na trama, Manolo e Candela se mudam para o bairro Malasaña, em Madri, com seus três filhos e o avô Fermín.

Eles deixam sua cidade natal para trás em busca da prosperidade que parece ser oferecida na capital de um país em plena transição. Mas há algo que a família Olmedo não sabe: no apartamento do 3º andar em que os integrantes vão morar, eles não estão sozinhos.

Apesar de ter feito sucesso nas bilheterias, o terror conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral dos críticos, “O filme inicialmente parece ser um destino promissor para os fãs de terror, mas O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña acaba abrigando pouco mais do que clichês de histórias de fantasmas reembaladas”.

Assista a um clipe e o trailer:

Albert Pintó dirige. O elenco conta com Begoña Vargas, Iván Marcos, Bea Segura e Sergio Castellanos.

Crítica | ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um ESPETÁCULO

Em se tratando de Hollywood (e, a bem da verdade, de Brasil também), as cinebiografias musicais têm dado muitíssimo certo com o público (a ver ‘Bohemian Rhapsody’, ‘Elvis’, ‘Rocketman’ e por aí vai). Para abrir a temporada cinematográfica de 2023, uma grande potência chega às salas de cinema com cheirinho de indicações às premiações: o impressionante ‘I Wanna Dance With Somebody – A História de Whitney Houston’.

Uma coisa Nippy (Naomi Ackie) sempre soube: queria cantar. De jovem, fazia parte do coro da igreja e era backing vocal nas apresentações de sua mãe (Tamara Tunie), mas, no fundo, Whitney Houston sempre soube que sua voz podia se expandir muito mais do que estava fazendo. Certo dia, ela conhece Robyn (Nafessa Williams), uma jovem que rapidamente se transforma de melhor amiga à companheira inseparável de Nippy, tornando-se presença fundamental no dia em que o empresário Clive Davis (Stanley Tucci) vê Whitney se apresentar no bar e percebe que a jovem poderá se tornar a maior voz daquela geração. Com pouco mais de vinte anos, Whitney assina contrato com a gravadora, e, em pouquíssimo tempo, se torna um verdadeiro fenômeno mundial, quebrando recordes atrás de recordes, despertando, ao mesmo tempo, todo tipo de interesse nas pessoas que a cercam, desde seu próprio pai (Clarke Peters) a Jermaine Jackson (Jaison Hunter) e Bobby Brown (Ashton Sanders), que mais tarde se tornaria seu marido.

Anthony McCarten assina o roteiro. Caso o nome não lhe soe familiar, Anthony é simplesmente o responsável pelos roteiros dos premiados ‘Bohemian Rhapsody’, ‘A Teoria de Tudo’, ‘Dois Papas’ e ‘O Destino de uma Nação’. Isso significa que não só o cara não dá ponto sem nó, mas que também sabe entregar exatamente o que tanto público quanto crítica querem de um filme. Por outro lado, para quem já viu todas essas produções, pode esperar exatamente a mesma estrutura narrativa: um catártico número musical para encerrar o filme, flashbacks de momentos marcantes na vida da biografada, recriação fidedigna aos figurinos utilizados e muita, muita música, interpretadas com competência por Naomi Ackie, ainda que 95% da voz utilizada no filme seja da própria Whitney.

A principal escolha que o roteiro fez foi se dedicar principalmente à fase de ascensão de Whitney, ao impacto de sua voz na indústria fonográfica e sua importância enquanto legado para pessoas negras. Em outras palavras, o filme de Kasi Lemmons (‘Harriet’) pouco aborda as drogas e a violência doméstica vivida pela cantora. Esses elementos estão no filme, mas colocados como apenas como menção, não como tema principal, e esta foi provavelmente a escolha mais acertada da produção: fazer um filme que mostre quem Whitney foi, sem permitir que a violência de seu marido e as drogas a definisse como pessoa e como artista. Sem apontar muito o dedo para culpados, o filme mostra uma Whitney vulnerável e inocente em um mundo onde todos ao seu redor queriam um pedaço dela, e os inúmeros assédios vividos por ela pelos dois principais homens de sua vida (o pai e o marido) – incluindo assédio moral, financeiro, emocional -, em oposição às duas mulheres de sua vida (a mãe e a namorada), que, embora fossem exigentes, sempre demonstraram apenas querer o bem da cantora e fazê-la alcançar seus objetivos.

Assim, ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um filme positivo, sensivelmente representativo, emocionante, impactante e, ainda que ficção, bastante real, trazendo detalhes da vida da biografada que muitos desconheciam, construindo uma trajetória de vida inspiradora para as próximas gerações, fazendo com que Whitney seja lembrada para sempre,e acima de tudo, como a incrível potência vocal que foi, para além das pessoas que a cercaram e que destruíram sua carreira.

Com duas horas e meia, certamente a duração do filme pode acabar assustando alguns espectadores (e, vamos lá, dava para fazer com um pouquinho menos), mas a real é que em ‘I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston’ é um espetáculo. Para os fãs, é um deleite aos olhos e aos ouvidos. Para quem não a conhece ou pouco a conheceu, é um ótimo caminho para conhecer a cantora para além de sua fase obscura. Imperdível nas telonas.

Crítica | Esquema de Risco – Operação Fortune – Jason Statham e Hugh Grant em ÓTIMO Filme de Ação Recheado de Comédia

Jason Statham tá com tudo! Tendo iniciado sua carreira com filmes de ação mais sérios, nos quais mostrou todo o seu talento quebrando tudo em cena, aos poucos Jason tem percebido (assim como o fizeram muitos atores que brilharam no gênero da ação) o grande filão que é estrelar filmes desse gênero mas que não se levem tão a sério assim, mesclando doses de humor para balancear a sisudez da ação. Foi assim em ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ e é assim com seu mais novo filme, ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’, que abre a temporada 2023 de filmes blockbusters nos cinemas brasileiros.

A inteligência britânica chefiada por Norman (Eddie Marsan) interceptou uma informação perigosa: tudo indica que uma nova forma de inteligência artificial, capaz de destruir toda a economia mundial, não só foi criada, como foi roubada de seu local de origem e será comercializada no mercado informal. Para tentar impedir que isso aconteça, Norman chama Nathan (Cary Elwes), que, por sua vez, recruta Orson Fortune (Jason Statham), um mercenário especialista nesse tipo de missão perigosa. Para ajudar a descobrir qual o papel do bilionário Greg Simmonds (Hugh Grant) nisso tudo, Orson convida Sarah (Aubrey Plaza) e JJ (Bugzy Malone) e monta com eles um esquema de disfarces que colocará a vida de todos em risco, especialmente o ator Danny Francesco (Josh Hartnett), ator favorito de Greg e que terá que fazer um esforço redobrado de atuação para ganhar a confiança do bilionário.

Se por um lado Jason Statham está com tudo, Guy Ritchie é o cara! Autor, diretor e roteirista, Guy tem se tornado cada vez mais o nome-referência no quesito “filmes de ação super ágeis, com humor ácido e diálogos rápidos”. Em ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ a estrutura é exatamente esta, apresentando os gêneros da comédia e da ação em doses equilibradas para que um não anule o outro, de modo que o espectador, no fim de tudo, se diverte com um filme bobagem que entretém e entrega exatamente o que o trailer promete.

Escrito pelo próprio Ritchie com colaboração de Ivan Atkinson e Marn Davies, o roteiro não apresenta nada de novo para esse tipo de filme: algo inestimável é roubado, o protagonista (única pessoa no mundo capaz de resolver o problema) é recrutado, juntamente com um time de apoio que mais faz companhia do que resolve qualquer coisa e alguém fodão do outro lado se faz de vilão. No meio de tudo, muita pancadaria, trocas de ofensas, atitudes passivo-agressivas e ostentação de luxo. Nada de novo aí. Porém, não passa despercebido, por exemplo, o personagem JJ, único ator negro na produção, ser o único da equipe a chamar Orson de “chefe”. Enfim…

Em ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ o destaque fica mesmo na canastrice de Hugh Grant como um bilionário bem intencionado cheio de más intenções. Hugh está totalmente à vontade no papel e arranca sorrisos toda vez que entra em cena, ganhando uma cena final maravilhosa para seu personagem. Porque no final das contas, ‘Esquema de Risco – Operação Fortune’ é isso: entretenimento de qualidade sem muito compromisso com a seriedade, ornado com muita perseguição, pancadaria e cenas de ação estilo ‘Missão Impossível’. Pura diversão.

Brad Pitt BRILHA em fascinante drama espacial estilo ‘Interestelar’ lançado na Netflix

A exploração do espaço pelo homem faz parte da sétima arte desde que Georges Méliès realizou o clássico curta-metragem Viagem à Lua, de 1902. De lá pra cá, a relação do homem com o universo foi objeto de inúmeras produções, desde clássicos do cinema pensante como 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Solaris à obras mais modernas e comerciais como Gravidade, Perdido em Marte ou Interestelar. Ad Astra: Rumo às Estrelas estreou no catálogo da Netflix e é mais um longa a adentrar o gênero. E, mesmo ainda tendo que provar que resiste a barreira do tempo, parece uma obra destinada a marcar seu nome.

Assista ao trailer:

Em um mundo em que a exploração do universo está bem avançada, o major e engenheiro espacial Roy McBride (Brad Pitt) recebe uma importante missão. 20 anos após o desaparecimento de seu pai (Tommy Lee Jones), um lendário astronauta que estava em uma missão para buscar vida inteligente em Netuno, Roy recebe a notícia de que o mesmo pode estar vivo. Então, embarca em uma missão que busca responder de uma vez por todas se seu pai está vivo ou não, além de solucionar um mistério que ameaça a sobrevivência do sistema solar.

A trama é relativamente simples e temática edipiana de “homem com problemas com o pai” não é particularmente nova. Mas o que torna Ad Astra algo maior são dois fatores principais: a grande atuação de Brad Bitt; e o talento de James Gray como diretor e contador de histórias.

Com uma filmografia que navega por diversos estilos e tamanhos de produção, com trabalhos memoráveis como Seven – Os Sete Crimes Capitais, Clube da Luta, Bastardos Inglórios, A Árvore da Vida e Era uma Vez em… Hollywood, Brad Pitt constrói um personagem complexo, repleto de nuances e determinado. Recém-separado da esposa (Liv Tyler), Roy é um sujeito que vive para seu trabalho, como reflexo direto do trauma de perder o pai ainda jovem. Ele é um major condecorado, piloto experiente, e alguém que não perde a tranquilidade mesmo nos momentos de maior tensão. Sua calma e seu foco, é claro, vão sendo colocados à prova na medida em que a missão vai avançando.

Com apenas sete filmes em 25 anos de carreira, o diretor e roteirista James Gray é um dos nomes mais cultuados desta nova Hollywood. Sem grande reconhecimento por parte do público, uma vez que faz um cinema menos comercial, ele é um queridinho da crítica, responsável por obras como Os Donos da Noite, Amantes e Era Uma Vez em Nova York. O trabalho anterior do cineasta, Z: A Cidade Perdida acompanha um explorador britânico (Charlie Hunnam) em busca de uma cidade perdida no meio da Amazônia. O filme tem uma grande relação com Ad Astra, uma vez que as duas obras seguem exploradores com um objetivo claro, mas que descobrem muito mais ao longo do caminho.

Embora tenha bons coadjuvantes como Tommy Lee Jones, Liv Tyler, Ruth Negga, Donald Sutherland e Natasha Lyonne, o filme é praticamente Brad Pitt. Não é exagero, o ator está presente em quase 90% das cenas. No tocante à utilização do ator, além da bela atuação, há de se valorizar o roteiro reflexivo e a opção de Gray na utilização de tomadas próximas do rosto do ator. É praticamente um filme inteiro de closes, o que surpreendentemente funciona. O espectador é jogado diretamente no rosto de Pitt e pode acompanhar o desenrolar de suas ações e emoções.

Gray contou com a ajuda fundamental do diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, parceiro de longa data de Christopher Nolan, responsável por Interestelar e Dunkirk. Ele também fez as fotografias de O Espião Que Sabia Demais e Ela, dois trabalhos repletos de personalidade. Em Ad Astra, Van Hoytema une a melancolia de Ela com o espetacular de Interestelar, criando uma experiência realmente envolvente e fascinante. Além dos closes em Brad Pitt, a fotografia conta com belíssimas tomadas espaciais.

Produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, através de sua RT Features, o longa conta ainda com um belo trabalho de design de produção de Kevin Thompson (Birdman), que cria cenários espetaculares e variados. O público tem a oportunidade de visitar a Terra, a Lua e Marte, além de vagar por diferentes espaços do sistema solar. Cada local tem sua característica especial.

Escrito por Gray e Ethan Gross, o roteiro é simples, mas transmite um sentimento genuíno. O longa trata de solidão, desamparo e sobre o lugar do homem no mundo. Fala sobre exploração espacial, sobre buscar algo maior do que nós, mas foca principalmente na autodescoberta ou na tentativa de buscar paz em si mesmo. A cada viagem espacial, Roy passa por um processo automático de avaliação psicológica, o espectador pode assim conferir o estado de espírito do personagem e, ao mesmo tempo, refletir sobre suas atitudes. Tais relatos e a utilização de uma narração em off dão um tom de pessoalidade muito forte à produção. Por sinal, a narração, que em muitas obras acaba explicando demais as coisas, aqui é usada com o objetivo de conversação. O filme não quer explicar o que está acontecendo, mas trocar com o espectador o sentimento de seu protagonista.

Ad Astra é uma obra épica e ao mesmo tempo intimista sobre descoberta. Do mundo à sua volta e do mundo dentro de você. É complexo, delicado e reflexivo. E ainda oferece algumas sequências de ação bem eletrizantes, como uma perseguição na lua e uma queda livre de uma estrutura na Terra. Com cenas que remetem a clássicos como 2001 e Apocalypse Now, o filme é hipnotizante e traz Brad Pitt em uma de suas mais belas performances.

Jovem é possuída pelo DEMÔNIO no trailer legendado do terror ’13 Exorcismos’; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer nacional do terror ‘13 Exorcismos‘.

Confira, legendado e dublado:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de fevereiro.

Jacobo Martínez é responsável pela direção.

Depois de invocar espíritos com um grupo de amigos, Laura Villegas começa a se comportar de forma estranha. Presenças sombrias, visões aterrorizantes, vozes sinistras, marcas dolorosas em sua pele e outros fenômenos paranormais começam a assombrá-la por onde quer que ela vá. Sua família aceita chamar um exorcista sancionado pelo Vaticano para intervir no caso de possessão demoníaca. Para salvar Laura e libertá-la, o padre terá que realizar uma série de exorcismos, cada um mais aterrorizante que o outro.

O elenco conta com María Romanillos, Ruth Díaz, Urko Olazabal, Silma López, Pablo Revuelta, Daniel Arias, Alícia Falcó e Uri Guitart.

‘O Mandaloriano’: 3ª temporada vai ganhar novo trailer em breve; Confira!

THE MANDALORIAN Giancarlo Esposito is Moff Gideon

Ao final da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) é derrotado por Din Djarin (Pedro Pascal) em duelo e levado em custódia pela Nova República.

No entanto, Esposito disse ao TV Line que o vilão estará de volta nos próximos episódios e garantiu que ele será mais ameaçador do que nunca.

Questionado se o personagem trá um papel de destaque na 3ª temporada, ele disse:

“Vocês vão ter um pouco mais do Moff Gideon. Quero dizer, eu sempre quero mais de Moff Gideon – tenho que ser honesto com você! Mas, você sabe, vocês vão ter uma boa quantidade de Moff Gideon. Você sempre quer ver a fênix ressurgir das cinzas. Neste caso, você quer ver um vilão nefasto ressurgir das cinzas. E acredite em mim, ele vai.”

Há alguns meses, o Star War News Net, o personagem terá um novo visual nos próximos episódios.

Uma fonte ligada à Lucasfilm disse que:

“Gideon vai ostentar uma nova armadura. Ele terá um capacete será preto com chifres e um visor vermelhos e chifres. Os chifres serão seis, semelhantes aos de Darth Maul. O design da armadura será parecido com a dos Mandalorianos, parecido com a de Boba Fett, mas toda preta, brilhante e muito elegante. Gideon vai receber uma atualização completa, e até vai usar um jetpack preto e vermelho.”

Por enquanto, não há nada confirmado sobre o retorno do vilão, então considere como rumor.

Mas o SWNN tem um longo histórico de acertos quando se trata de informações dos bastidores da saga criada por George Lucas.

Então só nos resta aguardar.

E aí, você está ansioso?

Lembrando que os novos episódios estreiam em 1º de março na Disney+.

Assista ao trailer da temporada:

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

‘Esquadrão 6’: Michel Bay é acusado de CRIME inusitado durante as filmagens

De acordo com o The Wrap, o diretor Michael Bay (‘Transformers’) foi acusado de causar a morte de um pombo durante as gravações de ‘Esquadrão 6‘, na Itália, em 2018.

Acontece que os pombos são protegidos por lei no país, que criminaliza a captura e qualquer ato que possa ferir ou matar ou aves selvagens.

Ao que parece, uma fonte disse ao portal que o pombo foi morto por uma câmera enquanto uma cena era rodada em Roma.

Inclusive, o incidente foi fotografado, sendo relatado às autoridades locais mais tarde, o que levou ao processo criminal.

Bay negou a responsabilidade pela morte da ave e já tentou recorrer do processo três vezes, mas sem sucesso.

Em entrevista ao portal, ele disse que está confiante de que será inocentado quando estiver no tribunal e reforçou seu.

“Sou um conhecido amante dos animais e um importante ativista da causa. Nenhum animal envolvido na produção de ‘Esquadrão 6’ foi ferido ou prejudicado. Ou em qualquer outra produção em que trabalhei nos últimos 30 anos”, declarou ele. “Temos evidências de vídeo claras, uma multidão de testemunhas e oficiais de segurança que podem provar o que digo. Só há uma única foto de um paparazzi me incriminando – o que dá a entender que é uma fraude. Há um processo judicial em andamento, então não posso entrar em detalhes, mas estou confiante de que venceremos quando eu estiver no tribunal.”

Como a Netflix foi responsável pela produção do filme, os representantes da plataforma envolvidos com o título foram procurados, mas não se pronunciou sobre o assunto.

Relembre a nossa crítica sobre o filme:

Na trama, seis bilionários forjam suas mortes e formam um esquadrão de elite para derrubar criminosos notórios.

O elenco ainda conta com Ben Hardy, Mélanie Laurent, Adria Arjona, Dave Franco e Payman Maadi.

‘Back to Black’: Marisa Abela aparece como Amy Winehouse em foto da cinebiografia

Amy Winehouse vai ganhar uma cinebiografia, ‘Back to Black‘, que contará com Sam Taylor-Johnson na direção, cineasta que comandou a ótima cinebiografia de John Lennon chamada ‘O Garoto de Liverpool‘ (2009).

Marisa Abela, da série ‘Industry‘, surge como a icônica Amy Winehouse na primeira imagem da cinebiografia ‘Back to Black‘ (via Variety).

Confira abaixo:

O longa que é produzido pelo Studiocanal vai se chamar ‘Back to Black‘, em referência ao álbum que a cantora lançou em 2006 com hits como “Rehab”, “You Know I’m No Good” e a faixa título.

O filme terá roteiro de Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007). Não foram revelados detalhes sobre elenco ou data de estreia.

Back to Black‘ não tem data de lançamento.

Imagem de ‘Pânico 6’ pode ter revelado a data de lançamento do trailer

Através do Twitter, a conta oficial da franquia ‘Pânico‘ compartilhou uma nova imagem dos bastidores da aguardada sequência ‘Pânico VI‘.

A imagem, no entanto, veio acompanhada de uma legenda que pode ter dado uma pista sobre a data de lançamento do trailer completo do próximo filme da saga.

“Parece que fizemos sujeira. Limpeza no corredor 1 e 19. Vamos precisar de um esfregão e um saco para cadáveres.”

Com a dica, especula-se que o trailer será lançado no dia 19 de janeiro. Ansiosos?

Confira a postagem:

Vale lembrar que o sexto filme terá 1 hora e 58 minutos de duração (118 minutos) e será o 2º mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e na frente de ‘Pânico 3‘ (1h 56m).

O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Assista ao teaser:

Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Cloverfield – Monstro’: Found Footage de baixo orçamento dirigido por Matt Reeves completa 15 anos!

Antes de ser contratado para comandar o ambicioso ‘Batman’Matt Reeves se reuniu com o produtor J.J. Abrams para dar vida ao subestimado found footage apocalíptico ‘Cloverfield – Monstro’.

Apesar da recepção sólida por parte da crítica (conquistando 78% de aprovação), o público não pareceu muito interessado pela história de monstros que Reeves arquitetou – mas isso não impediu que o longa-metragem arrecadasse US$172 milhões nas bilheterias mundiais contra um orçamento de US$25 milhões.

Na trama, Michael Stahl-David dá vida a Rob Hawkins, um jovem que mora em Nova York e que está está prestes a se mudar para o Japão. Ele reúne os amigos em uma festa de despedida, na qual pretende revelar sentimentos mal-resolvidos. Entretanto um forte solavanco assusta os convidados. Todos buscam notícias sobre o ocorrido na TV, que diz que a cidade sofreu um terremoto. Ao chegar ao terraço para ver os estragos o grupo nota uma bola de fogo gigante, seguida pela queda de luz na cidade. O pânico toma conta de todos, o que aumenta ainda mais quando eles enfim conseguem chegar à rua.

Contando com nomes como Odette YustmanT.J. MillerJessica LucasLizzy CaplanMike Vogel, além de um roteiro assinado por Drew Goddard, o filme merece mais reconhecimento do que tem e, na iminência de seu 15º aniversário, montamos uma lista com algumas curiosidades de bastidores para você conferir.

Veja abaixo:

  • No teaser trailer, a voz que grita: “eu vi! Está vivo! É enorme!” é do próprio Reeves.
  • A cabeça decapitada da Estátua da Liberdade na rua é inspirada pelo pôster do clássico ‘Fuga de Nova York’, de John Carpenter, que apresenta a mesma imagem.
  • O título, originalmente, era um código nominal para o filme – afinal, ele é chamado como homenagem à Cloverfield Boulevard, localizada em Santa Mônica, Califórnia, onde localizam-se os escritórios de produção da companhia Bad Robot, de Abrams.

  • O homem que encontram no beco está falando ucraniano. Ele está pedindo por ajuda para encontrar a filha e a esposa, visto que não pode ir embora sem elas.
  • Durante o primeiro final de semana de exibição do filme, várias salas de cinema postaram avisos para indicar que os espectadores poderiam sofrer com enjoo e tontura em virtude dos movimentos da câmera na mão.
  • O logotipo da Iniciativa DHARMA, um projeto de pesquisa fictício que aparece na aclamada série ‘Lost’, pode ser visto brevemente no começo do filme.

  • Lizzy Caplan pensava que este era um filme romântico, até participar da segunda audição, quando leu uma cena. Depois de passar no teste, ela descobriu que o longa-metragem era uma história de monstros – e que os atores não tinham permissão de ler o roteiro até depois de assinarem contrato.
  • O primeiro trailer do filme foi exibido antes de ‘Transformers’, em 2007. O vídeo mostrava uma gigantesca explosão na cidade de Nova York e a cabeça da Estátua da Liberdade sendo jogada na rua. O teaser foi rodado com uma câmera de vídeo de mão e não apresentava qualquer título.

  • O sucesso financeiro do filme rendeu duas sequências: a primeira, ‘Rua Cloverfield, 10’, foi lançada em 2016 e fez um estrondo crítico e comercial, expandindo o universo criado por Reeves, Goddard e Abrams; a segunda, ‘O Paradoxo Cloverfield’, foi exibida pela Netflix em 2018.
  • O design para a criatura serviu de inspiração para diversos filmes subsequentes, incluindo ‘Star Trek’ (2009), ‘Super 8’ (2011), ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua’ (2011), ‘Círculo de Fogo’ (2013) e ‘Godzilla’ (2014).