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‘Supergirl’ pode ter desempenho similar ao de ‘As Marvels’ nas bilheterias… e isso é preocupante!

A situação de ‘Supergirl’ na bilheteria começa a preocupar a DC Studios — e as primeiras projeções já indicam que o longa pode acabar se tornando tanto um sucesso moderado quanto um dos grandes tropeços do verão americano.

Segundo o Box Office Theory, o novo filme da heroína deve arrecadar entre US$ 47 milhões e US$ 65 milhões em seu fim de semana de estreia na América do Norte. Caso fique na faixa mais baixa, o desempenho será parecido com o decepcionante lançamento de ‘As Marvels‘, que chegou aos cinemas cercado de críticas positivas, mas encerrou sua trajetória com apenas US$ 206 milhões mundialmente.

Já no cenário mais otimista, ‘Supergirl’ poderia alcançar números próximos aos obtidos por ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘ e ‘Thor‘, que arrecadaram cerca de US$ 370 milhões e US$ 449 milhões globais, respectivamente.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

Ainda é cedo para decretar o destino do longa, mas a expectativa é que projeções mais concretas apareçam nas próximas semanas, especialmente após o início da pré-venda de ingressos.

Nos bastidores, há quem acredite que a DC esteja tentando evitar o desgaste enfrentado por outros filmes de super-heroínas nos últimos anos. Não por acaso, Superman vem aparecendo com destaque inesperado nas campanhas promocionais de ‘Supergirl’.

Os comerciais de TV mais recentes revelaram detalhes inéditos sobre o traje de Kara e ainda entregaram novas cenas do Superman vivido por David Corenswet — algo que muitos fãs interpretaram como uma tentativa da Warner de aumentar o apelo comercial do projeto.

Além disso, a recepção inicial ao marketing do filme tem sido bastante dividida. Muitos internautas criticaram os trailers pelas semelhanças visuais com ‘Guardiões da Galáxia‘, além da paleta de cores considerada “apagada” em comparação com a aclamada HQ ‘Supergirl: Mulher do Amanhã’.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho e terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’, dirige. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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Tom Hardy foi DEMITIDO da série ‘Terra da Máfia’? Revelados mais detalhes…

Ontem, o jornalista Matthew Belloni, do site Puck, revelou que o astro Tom Hardy havia sido demitido da série Terra da Máfia após comportamentos controversos nos bastidores da atração durante a segunda temporada.

Hoje, o TMZ revelou que Hardy ainda não foi demitido e que a situação está “em aberto”. Aparentemente, o ator realmente teve desentendimentos com os produtores Jez Butterworth e David Glasser, mas a porta ainda pode estar aberta para o retorno de Hardy caso a série seja renovada para uma terceira temporada.

As informações indicam que o astro entrou em conflito com os produtores da série ao chegar atrasado às gravações e oferecer sugestões de roteiro e alterações de diálogos não planejadas. A matéria também afirma que Hardy estava insatisfeito por fazer parte de um elenco fixo na série. O produtor Jez Butterworth, inclusive, teria ameaçado deixar o projeto.

Mais informações não foram reveladas.

Em Terra da Máfia, Hardy interpreta Harry De Souza, um intermediário que trabalha para os Harrigans, uma família criminosa de Londres originária da Irlanda. Na primeira temporada, ele liderou a disputa da família com os rivais Stevensons, que terminou em grande derramamento de sangue.

Mais detalhes não foram divulgados.

Criada por Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’), a trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo.

Com 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a série foi elogiada pela performance de seu elenco principal e pela abordagem narrativa, que segue o estilo criativo de Ritchier.

Tom Hardy (‘Venom’), Pierce Brosnan (‘Mamma Mia!’), Helen Mirren (‘1923’) e Paddy Considine (‘A Casa do Dragão’) estrelam a produção.

Johnny Flynn (‘Beast’) e Ophelia Lovibond (‘Minx’) farão parte dos novos episódios.

Keith Cox, Nina L. Diaz, David C. Glasser, Guy Ritchie, Jez Butterworth, Ronan Bennett, Kris Thykier, Ivan Atkinson, Tom Hardy, Dean Baker, Ron Burkle, David Hutkin e Bob Yari entram como produtores executivos.

Uma Infância Alemã

(Amrum)

 

Elenco:

Diane Kruger
Jasper Billerbeck
Laura Tonke

 

Direção: Fatih Akin

Gênero: Drama

Duração: 93 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 18 de Junho de 2026

Sinopse: 

Em UMA INFÂNCIA ALEMÃ, nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, Nanning, um garoto de 12 anos, desafia o mar traiçoeiro para pescar e trabalha duro em uma fazenda vizinha para ajudar sua mãe a sustentar a família. Apesar do isolamento e das dificuldades da época, a rotina na bela e ventosa ilha quase se assemelha a um paraíso intocado pelo conflito. No entanto, quando a paz finalmente é declarada, ela revela uma ameaça ainda maior e oculta: o verdadeiro inimigo está muito mais próximo do que o jovem Nanning jamais poderia imaginar.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Fatih Akin também assina o roteiro ao lado de Hark Bohm;

» Do diretor de ‘O Bar Luva Dourada‘ e ‘Em Pedaços‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Marsupilami: Confusão a Bordo

(Marsupilami)

 

Elenco:

Philippe Lacheau
Jamel Debbouze
Tarek Boudali

 

Direção: Philippe Lacheau

Gênero: Aventura

Duração: 99 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2026

Sinopse:

Em MARSUPILAMI: CONFUSÃO A BORDO, para salvar seu emprego no zoológico, David concorda com um plano arriscado: ele deve trazer de volta um pacote misterioso da América do Sul. Ele acaba em um navio de cruzeiro com sua ex, seu filho e seu desajeitado e distraído colega Stéphane, que David usa para transportar secretamente o pacote para ele. Tudo dá errado quando Stéphane acidentalmente abre o pacote e liberta um adorável bebê Marsupilami. Esta criatura rara e valiosa rapidamente transforma a viagem em um caos completo. Em meio à aventura maluca, David e sua família redescobrem a força de seus laços familiares.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro infantil homônimo escrito por André Franquin;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Primeiras Impressões – ‘Mestres do Universo’ é DIVERTIDO, colorido e envolto de referências e NOSTALGIA

Já assisti ‘Mestres do Universo‘ e trago minhas primeiras impressões.

O live-action consegue transpor de maneira brilhante toda a energia da animação para os cinemas. É colorido, exagerado, divertido e cheio de referências. É uma história de origem, então vamos entender como o He-Man virou o He-Man.

Adorei a maneira criativa que o filme tomou para expandir a mitologia da série e adicionar novos elementos, modernizando a história para os dias atuais sem perder a essência e a inocência dos anos 80. Com um humor sarcástico e metalinguagem, Mestres do Universo se reinventa.

Nicholas Galitzine nasceu para interpretar o Príncipe Adam e entrega uma atuação primorosa, assim como Camila Mendes está super imponente como Teela e Jared Leto dubla um Esqueleto maquiavélico e caricato na medida certa. Morena Baccarin também brilha como a Feiticeira.

O filme se alonga um pouco demais e fica um pouco cansativo no terceiro ato, mas os fãs vão se deliciar com a rica construção do universo de Eternia. Tem duas cenas pós-créditos adiantando a introdução de dois personagens amados. Quem serão?

Crítica completa em breve no CinePOP.com.br.

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Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Filme que traz Cameron Diaz e Toni Collette como irmãs TOTALMENTE diferentes faz sucesso na Netflix

Nem toda comédia dramática precisa apostar em exageros ou situações absurdas para emocionar. Algumas funcionam justamente por retratar conflitos familiares reais, personagens imperfeitos e relações humanas cheias de cicatrizes. É exatamente isso que torna ‘Em Seu Lugar’ tão especial até hoje.

Estrelado por Cameron Diaz, Toni Collette e Shirley MacLaine, o longa lançado em 2005 foi lançado na Netflix e figura no TOP 10 dos mais assistidos do catálogo.

O filme poderia facilmente ter sido apenas mais uma “comédia feminina” da época. Mas o diretor Curtis Hanson entrega algo muito mais profundo, sensível e emocional.

Baseado no livro de Jennifer Weiner, o filme acompanha as irmãs Maggie e Rose, duas mulheres completamente diferentes que vivem em constante conflito. Enquanto Maggie é impulsiva, divertida e vive sem responsabilidades, Rose é centrada, insegura e extremamente rígida consigo mesma. Quando segredos familiares começam a surgir, as duas são obrigadas a rever suas escolhas e enfrentar traumas do passado.

O grande mérito de ‘Em Seu Lugar’ é justamente fugir do óbvio. Apesar do carisma explosivo de Cameron Diaz, o filme não aposta apenas no humor fácil. Pelo contrário: entrega uma narrativa madura sobre autoestima, amadurecimento, família e reconciliação.

E Cameron Diaz talvez nunca tenha estado tão bem dramaticamente. Conhecida na época por sucessos mais leves como ‘As Panteras’ e ‘Quem Vai Ficar com Mary?’, a atriz surpreendeu ao interpretar uma personagem vulnerável, perdida e emocionalmente quebrada. Muitos críticos consideram até hoje uma das melhores atuações de sua carreira.

Assista ao trailer:

A recepção da crítica foi bastante positiva. No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 74% de aprovação da crítica especializada e 66% de aprovação do público, números excelentes para uma produção do gênero.

Já no IMDb, o filme mantém nota 6,5/10 com mais de 68 mil avaliações de usuários, mostrando como continua sendo lembrado com carinho pelo público mesmo duas décadas após o lançamento.

Apesar de não ter sido um fenômeno gigantesco de bilheteria, ‘Em Seu Lugar’ fez números respeitáveis. O filme arrecadou cerca de US$ 83 milhões mundialmente, incluindo US$ 32,9 milhões apenas nos Estados Unidos.

Mas talvez o maior legado do filme seja outro: provar que histórias femininas podem ser emocionantes, engraçadas e profundas ao mesmo tempo. Em uma Hollywood que muitas vezes reduzia protagonistas mulheres a estereótipos românticos, ‘Em Seu Lugar’ entregou personagens reais, falhas e extremamente humanas.

E é justamente por isso que o longa continua funcionando tão bem até hoje. Porque, no fim das contas, todo mundo já tentou — nem que por um instante — se colocar no lugar do outro.

Crítica | ‘Como Mágica’ – Aventura cheia de significados que está há DUAS semanas em 1º lugar da Netflix

Enroscando a fantasia aos modos de sobrevivência na natureza selvagem, chegou à Netflix, Como Mágica, uma aventura com técnicas de animação que encontra reflexões tanto para a garotada quanto para os adultos. Com personagens carismáticos e diversas lições permeando as entrelinhas das ações que se seguem, o projeto dirigido por Nathan Greno usa das cores exuberantes e analogias com animais conhecidos para criar um deleite de conhecimento sobre o meio ambiente.

Ollie foi criado desde criança ouvindo sobre os perigos do mundo lá fora. Ele faz parte de um povo ligado a criaturas da floresta conhecidas como Pookoos, que vive em total atenção por conta de uma lenda de um perigoso lobo de fogo que pode retornar à região. Um dia, em uma caminhada movida pela curiosidade, seu destino se cruza com Ivy, uma ave que integra um grupo que sobrevive do mesmo fruto consumido que o povo de Ollie. Esse encontro gera um grande problema para Ollie e seus familiares. O tempo passa, e Ollie se reencontra com Ivy. De forma mágica, acabam trocando de corpos e embarcando em uma aventura pela natureza que os cercam.

Para um filme voltado em sua essência ao público infantil, este longa-metragem se mostra bem mais profundo. Os riscos da extinção, os valores da amizade e do confiar se juntam a uma composição visual chamativa, que reúne seres místicos como pomares ambulantes, lobos de fogo, cobras-raiz, boogles. Em alguns momentos, é preciso um olhar maduro para entender os paralelos e absorver as diversas lições que a obra oferece. Uma conversa entre pais e filhos sobre a obra é fundamental para todas as ideias que o filme sugere sejam compreendidas.

A narrativa, bem construída, aposta em um elo de amizade improvável e na relação mútua que a natureza oferece – mostrando que precisamos um do outro, mesmo sendo diferentes. Tudo isso flui de forma natural, com um ritmo muitas vezes acelerado, com foco em uma aventura empolgante que apresenta uma curiosa reviravolta capaz de deixar o público bastante surpreso. Esse ar de coletividade e a necessidade das ações em conjunto para se mudar uma situação são uma das ótimas reflexões que essa animação deixa a disposição do público.

Como Mágica é aquele programão entre pais e filhos que continua quando o filme acaba. Se você está em busca de um momento assim – comendo pipoca e preparando o sofá para um dia divertido em casa -, esta obra precisa estar na sua lista.

 

‘Maniac Cop: O Exterminador’ | Relembre o TERROR clássico que ganhará remake de Nicolas Winding Refn

“Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia…”, já dizia a música dos Titãs. Em tempos delicados em que se discute uma reformulação do papel da polícia em investidas com excesso de violência, seja no Brasil, nos EUA ou no mundo, o cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (Drive, Apenas Deus Perdoa e Demônio de Neon) irá trazer Maniac Cop dos anos 80 para uma versão moderna como seu próximo filme.

O abuso de autoridade de forças armadas reportado pelo mundo através de uma realidade onde tudo é filmado em tempo integral, registraram recentemente cenas verdadeiramente revoltantes. Balas de borracha sendo usadas arbitrariamente em manifestantes em protestos, atingindo o cidadão transeunte por efeito colateral; combates ao crime organizado em comunidades que terminam por tirar a vida de forma aleatória, de jovens com futuros promissores. O epicentro, é claro, foi a comoção mundial pelo assassinato por asfixia de George Floyd, um homem negro nos EUA que teve o joelho de um policial colocado em seu pescoço até a morte, mesmo quando pedia desesperadamente por ar já rendido.

Nicolas Winding Refn não costuma utilizar muito subtexto político em seus filmes. Suas obras geralmente envolvem o poético lado sombrio do ser humano, embalados em uma atmosfera de surrealismo. Mas sem esquecer sua parcela de controvérsia, em especial no que diz respeito à violência. O que pode casar perfeitamente com o material que pretende levar às telonas muito em breve. Ou seja, neste caso um policial ensandecido, usando seu distintivo, uniforme e arma como símbolo não de “servir e proteger”, mas sim de morte e terror.

Voltando ao passado, 33 anos para ser mais preciso, Maniac Cop: O Exterminador era lançado nos cinemas. Contextualizando, essa foi a década de 80, a era dos filmes slasher. Seu auge ocorria logo no início do período, em 1981, e à altura do lançamento de Maniac Cop em 1988, o subgênero já havia perdido quase todo o seu gás. O sucesso deste tipo de filme muitas vezes dependia de quem era o seu vilão. Tão importante quanto bolar um roteiro criativo e inovador, uma parte técnica com mortes sanguinolentas e marcantes, era desenvolver um antagonista que emplacasse no gosto do público, o fazendo retornar para novas investidas constantemente. Michael Myers, Jason Voorhees, Freddy Krueger e o boneco Chucky foram alguns dos mais bem sucedidos, mas tantos outros como um médico cirurgião (Hospital Massacre), um mineiro de carvão (Dia dos Namorados Macabro) e um assistente em parque de diversões (Pague para Entrar, Reze para Sair), por exemplo, terminaram longe do resultado esperado.

Assim, tentando injetar alguma novidade no subgênero e descolar para si uma nova franquia, mesmo no fim da década, o roteirista e produtor Larry Cohen (A Coisa, 1985) e o diretor William Lustig resolveram que um policial uniformizado seria o novo psicopata em seu filme de terror. Surgia o Maniac Cop, ou o Policial Maníaco. Lustig já havia chamado atenção no universo underground do horror com o violento O Maníaco (1980), sobre um assassino atacando em Nova York principalmente mulheres. A polêmica em torno de tal filme era sobre o grafismo de suas cenas de mortes, que chocou as plateias. Cohen planejava outra investida neste submundo de alguma forma, e a evolução da ideia foi o “maníaco policial”.

O senso de falsa proteção é um dos conceitos mais interessantes e ambíguos do filme. E a história abre justamente brincando com esta subversão de valores. Enquanto uma jovem é perseguida pelas ruas de Nova York à noite por dois homens que tentam roubá-la, ninguém em vista parece poder ajuda-la. Tendo em mente que esta era a Nova York dos anos 80 que vemos constantemente em filmes, antes da política de tolerância zero do prefeito Rudolph Giuliani que “limpou” a cidade. Predadores espreitam a caça, e quando a mulher finalmente avista um policial na praça, correndo para seu encontro, a salvação está muito próxima, fazendo os bandidos hesitarem à distância. Porém, é o próprio policial que mata a moça quebrando seu pescoço de forma intensa. Subvertendo a expectativa do público e nos deixando sem eira nem beira.

Muitos crimes do tipo começam a ocorrer na cidade e prontamente ganham os noticiários. Obviamente, enquanto investigam o caso e não conseguem prender o culpado, os policiais de verdade não estão nada contentes com a situação, que apenas denigre sua imagem. Liderando as buscas pelo maníaco está o detetive Frank McCrae, veterano da força que usa toda sua experiência para desvendar a situação, inclusive contatos na mídia. McCrae é vivido pelo lendário Tom Atkins, favorito dos fãs de filmes do tipo da década de 80, tendo protagonizado verdadeiras pérolas cult como Fog – A Bruma Assassina (1980), Halloween 3 – A Noite das Bruxas (1982) e Noite de Arrepios (1986).

Tom Atkins força o sorriso como McCrae na cena mais engraçada de ‘Maniac Cop’.

Em paralelo temos a história de Jack Forrest, policial se comportando de forma suspeita, trazendo a desconfiança inclusive de sua própria esposa Ellen de que de fato ele seja o tal policial maníaco que vem agindo pela cidade. O início do longa propõe esta dúvida no espectador, de quem está por trás dos assassinatos, e Jack é apresentado como possível candidato. Porém, com o icônico Bruce Campbell (Evil Dead) interpretando o personagem, logo descobrimos que seu comportamento errático está relacionado a um caso extraconjugal com a colega de trabalho, a policial loira Theresa Mallory, papel da bela  Laurene Landon. Os amantes irão unir forças para, ao lado de McCrae chegarem ao desfecho desta trama.

A verdadeira identidade do policial maníaco é Matt Cordell, agente da lei incorruptível que de forma certeira no melhor estilo ‘Dirty’ Harry Callahan fazia seu trabalho custasse o que fosse. Traído por seus superiores, Cordell termina preso de forma irônica justamente pelo uso excessivo da violência. Na mesma prisão de muitos dos criminosos que colocou lá, ele sofre uma emboscada e aparentemente é assassinado no local. Ressurgindo das cinzas, ele agora se vinga da cidade em si, do cidadão comum e todos que se colocam em seu caminho – como uma máquina de matar cuja motivação constantemente escorrega para o terreno do slasher, dando ênfase ao modus operandi de “monstros silenciosos” como Michael Myers e Jason, que simplesmente matam a troco de nada. Com Cordell existe um backstory, e um forte subtexto. Cordell ficou imortalizado nas formas do grandalhão Robert Z’Dar – o que torna difícil qualquer outra escalação para o papel na vindoura reimaginação.

Dura na queda. A bela Laurene Landon encara o ‘Maniac Cop’ como a policial Mallory.

Um dos momentos mais interessantes de Maniac Cop, porém, e que pode vir a ser explorado de forma mais bem trabalhada e minuciosa por um cineasta do nível de Refn, diz respeito à reação dos moradores da cidade sobre ter um policial cometendo assassinatos a esmo na metrópole aonde vivem. Em determinada cena, uma mulher é parada por um guarda em seu carro em plena luz do dia, numa rua bem vazia. Pensando que irá se tornar mais uma vítima do “maniac cop”, uma vez que está sendo noticiado em tudo quanto é canto o número cada vez mais frequentes de ataques do psicopata, a tal mulher saca sua própria arma de fogo e dispara contra o oficial que a aborda na janela do veículo sem dar tempo para que ele invista contra ela, o matando. Neste caso não era o maniac cop, e sim um policial verdadeiro qualquer. O trecho ainda abre espaço para a discussão sobre o armamento da população, realizando uma crítica muito pertinente apenas com o desenrolar da situação.

Na cena seguinte, o Comissário de polícia, papel muito bem escalado de Richard Roundtree, o primeiro e eterno Shaft, diz em um diálogo que os homens da lei agora têm mais um motivo para temer por suas vidas, como se já não tivessem suficientes. A afirmação é a forma do roteiro olhar o outro lado desta moeda, onde bons profissionais acabam sempre pagando pelos ruins. Um forte paralelo com a vida real e o que ocorre inclusive atualmente em todos os casos citados no início deste texto.

O canastrão Bruce Campbell é o policial infiel Jack Forrest, outro que se verá alvo da fúria do ‘Maniac Cop’.

Maniac Cop foi lançado em 13 de maio de 1988 e, é claro, não escapou da polêmica. Ter um psicopata em um filme de terror, tratado como o monstro da vez (e novo Jason), que na realidade é um policial uniformizado, é um tópico simplesmente inflamatório demais. Mesmo que a abordagem dos realizadores para vender a obra tenha sido meramente de um aspecto de entretenimento, Maniac Cop possui sim suas entrelinhas e cenas questionadoras de como seria se algo assim realmente acontecesse. Tanto que alguns países, como a Turquia, a palavra Cop (Policial) do título foi trocada a fim que não manchasse a reputação da instituição local.

No auge da era das videolocadoras – ou para os mais novos, a Netflix do passado -, Maniac Cop mesmo sem ter se tornado sucesso de público nos cinemas, redescobriu sua audiência ao ser lançado em VHS para ser assistido em casa. Justamente esta aura cult rendeu ao longa duas sequências, lançadas em 1990 e 1992, mas isso é assunto para um próximo texto.

O tema de Maniac Cop é fervoroso por si só, e se mostra um prato cheio para um diretor que adora incomodar, como Nicolas Winding Refn. Isso, sem esquecer o valor de entretenimento, e claro uma estética primorosa.

Agora, dez anos após ser anunciada no Festival de Cannes, o diretor Nicolas Winding Refn anunciou que se trata do seu próximo longa-metragem, e que será produzido em uma colaboração entre MUBI e Goodfellas.

POLÊMICA! Filme estrelado por Casey Affleck e Gal Gadot sobre o Bitcoin que usará IA terá versões satíricas de Jeff Bezos, Zuckerberg, Putin e mais…

Doug Liman está preparando um dos projetos mais polêmicos de sua carreira — e ele promete cutucar algumas das figuras mais poderosas do planeta.

A sátira sobre inteligência artificial e criptomoedas, intitulada ‘Bitcoin‘ (antes era Killing Satoshi’), já havia chamado atenção por reunir um elenco estrelado com Casey Affleck, Pete Davidson, Gal Gadot e Isla Fisher. Agora, novas informações reveladas pelo Deadline afirmam que o longa também trará versões satíricas de nomes como Jeff Bezos, Mark Zuckerberg, Jack Dorsey, Vladimir Putin, Kim Jong Un e Eric Trump.

A trama acompanha um homem obcecado em provar que foi o verdadeiro criador do Bitcoin — teoria conspiratória que rapidamente coloca sua vida em risco e desencadeia uma guerra envolvendo magnatas da tecnologia, líderes mundiais e bilhões de dólares em jogo.

Os personagens inspirados em Bezos, Zuckerberg e outras figuras reais teriam sido inicialmente interpretados por atores durante as filmagens. Porém, as performances devem receber aprimoramentos com inteligência artificial para que os rostos fiquem ainda mais próximos das personalidades retratadas. O mais curioso? Os atores envolvidos já teriam autorizado contratualmente as alterações digitais feitas por IA.

Entre todos os “figurões” retratados, Zuckerberg aparentemente terá a maior participação em cena. Já Eric Trump surgirá promovendo uma espécie de “Trump Coin”, em momentos descritos como totalmente caóticos e absurdos. O roteiro ainda faz uma rápida referência a Elon Musk.

Embora nenhuma dessas figuras seja protagonista, o longa já estaria cercado de cuidados jurídicos. A produção teria consultado uma equipe extensa de advogados e estaria tratando o projeto como uma grande sátira política e tecnológica, nos moldes de Saturday Night Live e South Park.

Além da temática explosiva, ‘Bitcoin‘ também virou assunto em Hollywood pelo uso pesado de inteligência artificial nos bastidores. Doug Liman optou por utilizar um “estúdio de captura performática sem marcadores” em vez de filmagens tradicionais em locações reais — técnica que permitiu concluir as gravações em apenas 20 dias.

De acordo com o diretor, a tecnologia reduziu drasticamente os custos da produção: o orçamento ficou na casa dos US$ 70 milhões, enquanto um filme semelhante, feito pelos métodos convencionais, poderia ultrapassar facilmente os US$ 200 milhões ou até US$ 300 milhões.

O sindicato SAG-AFTRA, que iniciou novas negociações contratuais em fevereiro, luta para definir os limites entre o trabalho humano e as “performances sintéticas”. A busca é por garantias legais que protejam o nome, a imagem e a semelhança dos atores em uma era de reaproveitamento digital.

 

Sexo e assassinato no trailer de ‘Blowie’, terror SLASHER com atores pornô REAIS

O terror slasher ‘Blowie‘, estrelado por atores pornô reais, ganhou o primeiro trailer.

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A trama segue um grupo de profissionais do sexo que alugam uma mansão isolada para gravar conteúdo para o OnlyFans… até que um acidente trágico liberta Blowie: uma assassina com rosto de boneca e sede de vingança.

O elenco conta com Bishop Black, Kali Sudhra, Kayden Gray, Leander, Clark Lewis e Gabriel Cross.

Ed Aldridge, altSHIFT e Sam Lidbetter são responsáveis pela direção.

O longa será lançado em VOD no dia 26 de maio.

Considerada a MAIOR produção (e fracasso) dos games, essa adaptação está surpreendendo na Netflix

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ fracassou feio nos cinemas, mas finalmente encontrou seu público na Netflix.

A adaptação reestreou no catálogo e atualmente é o quarto filme mais visto do streaming.

A produção fracassou nas bilheterias dos Estados Unidos há 10 anos quando obteve apenas US$ 47 milhões, sendo foi “salvo” de um desastre total por um feito incrível na China, onde arrecadou US$ 225 milhões.

Dirigido por Duncan Jones em 2016, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ faturou US$ 439 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 160 milhões.  Na época, foi considerado um valor bem baixo.

A ideia era claramente transformar o projeto numa franquia, mas, depois da péssima recepção local, o filme foi descartado e o talentoso diretor Ducan Jones (‘Lunar‘) ficou na geladeira durante anos.

Porém, o Rotten Tomatoes evidencia algo curioso, já que na avaliação dos fãs o filme atingiu a pontuação de 76%, diferente dos 28% cravado pela crítica mundial. Porém, como o filme não deu dinheiro, os produtores de Hollywood não tem a mínima intenção de trazer a franquia de volta.

Nessa semana, ‘Warcraft‘ voltou à vida quando aportou na Netflix – revelando que a decepção comercial da Universal ainda possui muitos fãs.

Na trama, o mundo pacífico de Azeroth está à beira de uma guerra enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, um exército enfrenta destruição e o outro enfrenta a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.

Então, uma saga espetacular de poder e sacrifício começa, onde a guerra tem muitas faces, e todos lutam por algo.

Relembre o trailer:

Travis FimmelPaula PattonBen FosterDominic CooperToby KebbellBen SchnetzerRobert KazinskyClancy Brown e Daniel Wu fizeram parte do elenco.

Comédia ADULTA com Jennifer Lawrence estreia fazendo sucesso na Netflix e é HILÁRIA; Assista ao trailer!

Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence, estreou fazendo sucesso na Netflix e atualmente figura em segundo lugar entre os filmes mais assistidos do catálogo.

A trama traz Jennifer Lawrence como Maddie Barker, uma mulher que faz de tudo para permanecer na casa que pertencia à sua mãe na paradisíaca costa litorânea de Montauk, Nova York. Trabalhando como motorista de Uber, ela vê seus planos se desmantelado quando o carro que usa para seu ganha-pão é guinchado – deixando-a apenas com o irrisório trabalho de garçonete em um restaurante local.

Sem perspectiva de conseguir pagar as contas e sendo pressionada a vender a casa para os ricaços que passam o verão em seu lar, ela encontra uma oportunidade de recuperar a vida que tinha quando um casal abastado revela estar procurando por alguém que ajude seu filho único, Percy (Andrew Barth Feldman), de dezenove anos, a desabrochar. Percy não tem amigos e é muito introvertido – o que preocupa os pais, visto que o jovem, em breve, entrará na faculdade e não estará acompanhado de mais ninguém.

A princípio hesitante com a estranha oferta, Maddie resolve dar uma chance e é contratada para ser a “namorada falsa” de Percy até que ele esteja pronto para trilhar o próprio caminho. Entretanto, as coisas não saem exatamente como o planejado: conforme Maddie tenta ao máximo fazer com que o garoto saia da concha e descubra o gigantesco mundo que existe lá fora, ela também percebe que ele traz seu melhor à tona, fazendo-a derrubar muralhas que ergueu para se proteger e ser vulnerável em alguns momentos. E, como poderíamos imaginar, Maddie começa a desenvolver sentimentos verdadeiros pelo rapaz – tornando seu trabalho muito mais difícil.

O filme consegue tirar ótimos risos e traz Lawrence em uma de suas melhores atuações.

Crítica | Jennifer Lawrence BRILHA na divertida comédia adulta ‘Que Horas Eu Te Pego?’

Assista ao trailer:

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa é para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

10 filmes que resolvem sua noite em poucas horas

Muitas vezes, sentamos em nosso aconchegante sofá sem ter a mínima ideia do que assistir, sempre com o receio de dar play em um filme que não vai agradar. Ainda bem que você chegou até aqui, porque abaixo reunimos super dicas de filmes com grandes chances de agradar você:

 

Colisão: Acidente ou Homicídio? (Netflix)

Colisão: Acidente ou Homicídio? nos leva de volta até o caso de Mackenzie Shirilla, que ganhou notoriedade internacional após ser presa, acusada de jogar intencionalmente um carro contra uma parede no início de uma manhã, culminando em uma forte batida que matou os outros dois ocupantes do veículo.

Crítica | ‘Colisão: Acidente ou Homicídio?’ – True Crime da NETFLIX desvenda um controverso acidente fatal

 

Você pode me Ouvir? (Prime Video)

Um professor do ensino médio, após alguns acontecimentos, começa a perceber que está perdendo completamente a audição. Tentando compreender melhor essa nova realidade, ele acaba conhecendo uma paisagista viúva, que se mudou temporariamente para o prédio onde ele mora para passar um tempo com a irmã.

 

Devoradores de Estrelas (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Nesse filme fantástico, acompanhamos a saga do professor e cientista Ryland Grace (Ryan Gosling), que, após acordar em uma nave em pleno espaço, precisa encontrar uma solução para um problema que em breve ameaçará nosso planeta e poderá acabar com a vida humana. Entre memórias perdidas, um encontro com um ser de outro planeta e diversos obstáculos, esse herói da ciência buscará soluções mesmo nas situações mais adversas.

 

Coração de Lutador (Prime Video)

Na trama, acompanhamos recortes da vida do lutador profissional de MMA Mark Kerr, um homem profundamente marcado por problemas com vícios, que tenta equilibrar sua vida pessoal com as exigências da profissão.

 

Tempo de Guerra (Prime Video)

Lançado nesse início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que fica cercado por inimigos em uma casa, em meio aos conflitos no Iraque.

 

A Conexão Sueca (Netflix)

Apresentando mais um herói improvável do período da segunda guerra mundial, o novo longa-metragem da Netflix, A Conexão Sueca, nos leva de volta ao ano de 1942, quando um funcionário subvalorizado da Ministério das relações exteriores da Suécia percebe algumas brechas na burocracia local e consegue salvar vidas de judeus durante o conflito que marcou o mundo.

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.

 

Driveways – Uma Amizade Inesperada (Looke)

As descobertas pelos caminhos mais distantes. Com um ritmo lento, detalhista, deixando inteligentes pausas para reflexões sobre o enigmático universo do abstrato ligado aos sentimentos, chegou ao catálogo da Looke um filme que respira a amizade dentro de um contexto de recomeços e despedidas.

 

Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)

Tova (Sally Field) é uma mulher que busca se manter ativa na fase final de sua vida trabalhando como faxineira no aquário da pacata cidade de Sowell Bay. A chegada do músico Cameron (Lewis Pullman) ao local – um jovem que herdou da mãe distante uma van e segue em busca do pai, acaba rapidamente aproximando os dois protagonistas. No meio disso tudo, um polvo observa e interage como um narrador importante, conduzindo o público às profundezas dos sentimentos que afligem os personagens.

Crítica | ‘Criaturas Extraordinariamente Brilhantes’ – A beleza das reflexões no caminho da compaixão

 

The Last Showgirl (HBO MAX)

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

 

‘Supergirl’: Heroína entra em AÇÃO em novo teaser eletrizante; Confira!

Supergirl‘, novo longa do DCU derivado de ‘Superman’, divulgou recentemente um novo teaser, trazendo a heroína em ação e revelando vislumbres do Homem de Aço e do implacável Lobo.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho.

Além disso, o filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Questionado sobre a presença de cenas pós-créditos, tradição comum no gênero de super-heróis, o diretor Craig Gillespie preferiu manter o mistério: “Não posso falar sobre isso, desculpe”.

Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção ficará por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

Diferente de uma prática comum em Hollywood, na qual novos atores costumam buscar conselhos com quem já viveu o papel, Alcock revelou ao ComicBookMovie que optou por não procurar Benoist, que interpretou a heroína por seis temporadas na televisão, nem Calle, que deu vida à kryptoniana no filme ‘The Flash’ e nem Laura Vandervoort, que interpretou a heroína em ‘Smallville: As Aventuras do Superboy’.

“São apenas pessoas vivendo suas vidas. Não é como se tivéssemos um laço de sangue”, afirmou a atriz, de forma direta.

Apesar disso, as intérpretes anteriores demonstraram apoio à nova Supergirl. Na época, Benoist declarou: “Eu acredito que todas as interpretações da personagem são valiosas pelo que ela representa. Supergirl, como entidade, é icônica por um motivo e tem sido desde os anos 50. Pessoalmente, acho que cada versão dela é importante para que jovens possam se ver representadas”.

Vandervoort, que interpretou a heroína na série Smallville, também se manifestou nas redes sociais: “Enquanto celebramos a escalação de Milly Alcock como a nova Supergirl, achei apropriado compartilhar algumas artes de fãs que remetem ao meu tempo com esse ‘manto’. Obrigada por isso”.

Por sua vez, Calle também apoiou Alcock, afirmando: “Divirta-se muito. Você parece incrível, adorei isso. Arrase completamente”.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘Spartacus: House of Ashur’ é CANCELADA após uma temporada

O canal Starz cancelou oficialmente a série ‘Spartacus: House of Ashur‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, a Lionsgate Television tentará encontrar um novo lar para o revival de ‘Spartacus‘.

O site afirma que o derivado falhou em resgatar o público do seriado original, destacando que o projeto “não se alinhava com o perfil atual da emissora”, que foca em conteúdos para mulheres e grupos subrrepresentados.

Ambientada em uma realidade alternativa, a série levanta a seguinte questão: e se Ashur não tivesse morrido no Monte Vesúvio no final de ‘Spartacus: Vengeance‘? E se ele tivesse recebido de presente a escola de gladiadores que pertenceu a Batiatus em troca de ajudar os romanos a matar Spartacus e pôr fim à rebelião dos escravos?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Nick Tarabay retorna como Ashur, enquanto Lucy Lawless reprisa seu papel como Lucretia.

Graham McTavish, Tenika Davis, Jamaica Vaughan, Ivana Baquero, Jordi Webber, Claudia Black, India Shaw-Smith e Leigh Gill também estrelam.

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‘Sr. e Sra. Smith’: Francesca Scorsese entra para o elenco da 2ª temporada

A aclamada série de espionagem do Prime Video,Sr. e Sra. Smith, começou a mover suas peças para o aguardado segundo ano. De acordo com informações do Deadline, a atriz e diretora Francesca Scorsese (We Are Who We Are) é a nova adição ao elenco da produção, cujas filmagens foram iniciadas no mês passado, em Los Angeles.

Francesca interpretará uma nova versão de Jane Smith na trama. Os bastidores indicam que os novos episódios expandirão o universo da agência apresentando casais mais jovens de espiões, incluindo uma dupla que será vivida por Mark Eydelshteyn e Talia Ryder.

A expectativa é que a personagem de Scorsese faça parte de outro desses novos pares operacionais.

Embora os detalhes do enredo sejam mantidos sob forte sigilo, acredita-se que os astros da primeira temporada, Donald Glover e Maya Erskine, retornarão aos papéis de John e Jane Smith, respectivamente, embora a extensão e o tamanho de suas participações na nova história ainda não tenham sido revelados.

Glover, por sua vez, reforçará sua atuação atrás das câmeras. Além de assinar como cocriador e produtor executivo, ele está confirmado para dirigir múltiplos episódios do segundo ano, repetindo a experiência bem-sucedida de quando comandou o desfecho da primeira temporada.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

‘Michael Jackson: The Verdict’: Documentário da Netflix sobre julgamento do Rei do Pop ganha trailer e data de estreia; Confira!

O complexo e controverso legado de Michael Jackson ganhará um novo e detalhado capítulo nas telas. A Netflix confirmou oficialmente a data de estreia de Michael Jackson: The Verdict’, uma aguardada docussérie que promete dissecar os bastidores do histórico julgamento de 2005, no qual o astro enfrentou graves acusações de abuso sexual infantil.

A produção está agendada para chegar ao catálogo global da plataforma de streaming no dia 3 de junho.

Dividido em três partes, o projeto conta com a direção de Nick Green e adota uma abordagem investigativa. A narrativa é conduzida por meio do relato de figuras-chave que estiveram diretamente envolvidas no tribunal, oferecendo uma análise profunda tanto do processo judicial quanto do impacto cultural e social de longo prazo deixado pelo veredito do artista.

A produção do documentário ficou a cargo da Candle True Stories. A equipe de bastidores traz nomes de peso da indústria de não-ficção, contando com a produção executiva de Fiona Stourton e James Goldston, além de David Herman, que também assume a função de showrunner do projeto.

Em um dos trechos de destaque do trailer, a magnitude do caso é resumida de forma direta por um dos entrevistados: “Ele é o homem mais famoso do mundo sendo acusado do crime mais hediondo do mundo.”

O julgamento criminal, realizado na Califórnia em 2005, centrou-se nas denúncias de que o cantor teria abusado sexualmente de um jovem menor de idade dentro de sua famosa e polêmica propriedade, o Rancho Neverland.

A produção não deve se esquivar das diferentes e polarizadas perspectivas que cercam o caso até hoje. No trailer oficial, um profissional diretamente ligado à acusação na época reflete a frustração da promotoria com o desfecho: “Nós acreditávamos que ele era um criminoso e que conseguiu escapar por causa de sua fama e celebridade”.

Ao fim do exaustivo processo em 2005, Michael Jackson foi considerado inocente de todas as 10 acusações criminais apresentadas pela promotoria. Para esclarecer os bastidores dessa decisão, a produção da Netflix trará depoimentos inéditos e exclusivos dos próprios membros do júri do julgamento.

Astros de ‘Passageiro do Mal’ elegem ‘O Iluminado’ e ‘Pecadores’ como seus filmes de terror preferidos[EXCLUSIVO]

Passageiro do Mal‘ (Passenger) já está em exibição nos cinemas e os astros Lou Llobell e Jacob Scipio revelaram com exclusividade ao CinePOP quais são seus filmes de terror preferidos.

“Vou no clássico e dizer O Iluminado.”, afirmou Jacob.

“Sim, eu também vou dizer O Iluminado.”,, continuou Lou.

“Eu vou citar um dos mais recentes que me pegou de surpresa, um dos últimos que assisti. Pra mim, Pecadores foi uma experiência realmente empolgante. Achei tudo muito bem feito, de uma forma muito bonita. E, quer dizer, Michael B. Jordan é uma estrela. Que astro.”, afirmou Lou.

Assista a entrevista:

Passageiro do Mal‘ já está em exibição nos cinemas.

O filme acompanha um jovem casal que está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, o diretor Andre Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) produz.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Saiba mais sobre o filme: Passageiro do Mal

Confira o trailer e um vídeo dos bastidores:

Elon Musk DETONA final de ‘The Boys’, e Eric Kripke reage: “Nunca vou receber elogio melhor”

O encerramento definitivo de The Boys, no catálogo do Prime Video, repercutiu até mesmo entre as personalidades mais influentes do setor tecnológico. O bilionário Elon Musk utilizou sua plataforma, o X (antigo Twitter), para se manifestar sobre o desfecho do fenômeno cultural, criticando abertamente o destino do principal antagonista da produção.

De acordo com informações levantadas pelo Deadline, Musk classificou o desfecho como “patético”, referindo-se ao momento em que o grande vilão da série perde seus poderes e acaba implorando por sua vida.

A reação negativa, contudo, foi recebida com ironia pelo criador e showrunner da série, Eric Kripke, que encarou o comentário como uma validação de seu trabalho:

“Meu Deus, essa é a opinião dele sobre o que The Boys fez com Capitão Pátria. Nunca vou receber um elogio melhor”, escreveu Kripke ao repostar a publicação do empresário.

A interação ganhou novos desdobramentos quando Musk respondeu diretamente ao cineasta, minimizando seu próprio engajamento com a obra ao admitir que sequer acompanha a produção de forma regular: “Nem assisti à série, para ser sincero. Kripke provavelmente levou bronca do namorado da esposa dele por Capitão Pátria viralizar e precisou escrever aquele final como um pedido de desculpas humilhante”.

Questionado por usuários da rede social sobre o motivo de estar “tão irritado” com o desfecho de uma produção que alegou não ter assistido, o bilionário rebateu de forma direta: “Não estou irritado, só comentando que esse final parece falso e gay.”

Eric Kripke rebate críticas ao final de ‘The Boys’: “Não me arrependo”

Apesar do incômodo com o destino do Capitão Pátria, Musk não fez menção a um dos pontos mais comentados do episódio final: a introdução de um personagem chamado “The Disruptor” (O Disruptor). O personagem em questão é retratado como um magnata bilionário obcecado pela exploração espacial, taxas de fertilidade da população branca e o uso de bonés pretos bordados com slogans políticos, características amplamente associadas pela mídia ao perfil público de Musk.

Na cena que gerou forte repercussão, o Capitão Pátria (Antony Starr) assassina o bilionário em órbita antes de retornar rapidamente à Terra, ironizando o ato: “Ele era um astronauta. Eu levei ele ao espaço”.

Ao ser interpelado pela imprensa sobre a óbvia referência ao dono do X, Eric Kripke manteve o tom sarcástico antes de detalhar a função narrativa do personagem no roteiro:

“O que fez você pensar que era o Elon Musk?”, brincou o diretor. “Precisávamos dessa cena para mostrar o estado mental do Homelander no episódio final. Então pensamos: ‘Vamos trazer o Disruptor’. Foi uma última sátira antes de encerrarmos a série”.

The Boys’ está disponível no prime vídeo. 

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Bruce Dern relembra bronca severa de Quentin Tarantino em Brad Pitt durante filmagens

O veterano ator Bruce Dern relembrou recentemente uma história tensa dos bastidores de ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ (2019), quando Quentin Tarantino e Brad Pitt, se desentenderam nos sets do longa-metragem vencedor do Oscar.

Conforme a Variety, o ator explicou que o desentendimento aconteceu por conta uma cena de improviso de Brad Pitt

“Quando Brad Pitt me acorda em ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, eu estou na cama, me levanto meio grogue e digo: ‘Eu realmente não tenho certeza do que está acontecendo’. ‘Eu estava olhando para ele. [Pitt] cortou a câmera. Ele cortou a câmera. A expressão no rosto de Quentin… quero dizer, ele ficou extremamente sério e disse: ‘Brad, o que você acabou de fazer?'”, contou Dern.

De acordo com o relato do veterano, a reação do diretor à interrupção de Pitt foi imediata e categórica:

“Brad respondeu: ‘Bem, eu cortei a câmera’. Então Quentin disse: ‘Nunca mais na sua vida faça isso ou você estará morto neste negócio. Esse é o meu território. Não interrompa a atuação’. Depois seguimos gravando a cena e tudo o que Brad disse foi: ‘Bem, aquilo que ele falou não estava no roteiro'”, acrescentou.

Apesar do momento de forte tensão destacado por Bruce Dern, o episódio não abalou a parceria de longa data entre o astro e o cineasta. Procurada pela revista Variety para comentar o caso, uma fonte próxima aos dois profissionais minimizou o atrito, garantindo que o respeito mútuo prevalece: “Quentin é um dos diretores favoritos de Brad, e os dois sempre tiveram uma ótima relação de trabalho”.

‘Era uma Vez em… Hollywood’ está disponível na Netflix. 

Era Uma Vez em Hollywood

“Em 1969, Rick Dalton é um ator de TV em declínio que tenta voltar à vida de fama e sucesso em Hollywood ao lado de seu amigo e dublê, Cliff Booth. No processo, eles cruzam com muitas pessoas influentes da indústria cinematográfica, como os novos vizinhos de Rick, o casal Sharon Tate e Roman Polanski, e acabam se envolvendo involuntariamente com a infame família de Charles Manson”, diz a sinopse.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente e rendeu ao astro Brad Pitt seu primeiro Oscar como ator, pela categoria de Melhor Ator Coadjuvante.