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Jackie Chan quase estrelou um dos MELHORES filmes de 2022; Saiba qual!

Uma das maiores surpresas cinematográficas de 2022 foi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘, filme da A24 que acabou se tornando um clássico cult instantâneo quando estreou no início deste ano.

Estrelado por Michelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o longa narra uma louca aventura através do Multiverso e a atriz foi bastante elogiada por dar vida a diferentes versões de si mesma em universos paralelos.

Acontece que o filme quase foi estrelado por ninguém menos que Jackie Chan, astro de diversos títulos marcantes, como ‘Mr. Nice Guy: Bom de Briga’, ‘O Reino Proibidoe a trilogia ‘A Hora do Rush’.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o astro foi a primeira escolha da A24 para o papel principal, mas não pôde atuar no projeto devido a conflitos de agenda.

Em vez de procurarem outro ator, os roteiristas e diretores Dan Kwan e Daniel Scheinert decidiram reformular o roteiro, então escolheram Yeoh como protagonista.

“Na longa estrada que é o contar histórias, você nunca sabe como as coisas vão acontecer”, disse Kwan. “Trocar os personagens tornou tudo mais pessoal, o que nos deu uma rica experiência para lapidar a história. De repente, ficou muito mais fácil escrever e deixar a imaginação fluir.”

Yeoh também comentou sobre sua escalação.

“O que eu preciso é ser desafiada, que os diretores olhem para mim de uma maneira diferente. Ao longo dos anos, sempre me ofereceram personagens fortes, mas esta foi única. Então, quando li o roteiro, fiquei tipo, ‘Uau, o quê? É disso que eu preciso”.”

Além de se tornar o projeto mais lucrativo da A24, com US$ 101,8 milhões pelo mundo, o longa também recebeu 95% de aprovação dos críticos.

Confira as avaliações:

“Uma aventura deslumbrantemente caleidoscópica que é genuinamente emocionante e muitas vezes hilária, com lutas de artes marciais sensacionais em uma variedade sempre surpreendente de cenários, com uma montanha-russa de reviravoltas surpreendentes que se sustentam em visualizações repetidas.” – Movie Mom.

Michelle Yeoh entrega o desempenho de uma vida neste filme. Toda a trama parece uma homenagem a ela e uma celebração de sua carreira.” – Paul’s Trip to the Movies.

“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘ se propõe a desconstruir seu cérebro e encontra uma variedade de maneiras de desconstruir seu coração… E, mesmo assim, consegue uniros dois com tanta habilidade numa narrativa artesanal que quase parece um milagre. – Mark Reviews Movies.

“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo’ é um filme de ação delirantemente exagerado num multiverso que é levado ao limite de forma implacável.” – The Ringer.

“O filme é ambientado em um mundo selvagem, mas Yeoh atua como seu núcleo, uma força gravitacional que mantém até mesmo a batalha anal ancorada na realidade dessa jornada. Que filme.” – Fox 10 Phoenix.

“É difícil saber o que fazer com ‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘. É um tour de força – mas de quê? É exaustivo, e confuso, mas essa é a graça.” – Washington Post.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outos universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

‘Red Sonja’: Produtor eleva a expectativa do público ao comentar sobre o reboot

A Millennium Media está desenvolvendo um novo filme baseado nos quadrinhos da ‘Red Sonja, personagem que apareceu pela primeira vez na HQ ‘Conan, o Bárbaro’ #23, lançada em 1973.

Retratada como uma guerreira bárbara, ela ganhou habilidades de batalha após o encontro com uma deusa, que se compadeceu depois que a família da mortal foi assassinada.

No entanto, as habilidades de Sonja poderiam desaparecer se ela fosse tocada por qualquer homem, exceto por aquele que a derrotasse em batalha.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o presidente da Millennium, Jeffrey Greenstein, pareceu bastante empolgado com o projeto.

Ao elogiar o elenco e a equipe, ele elevou as expectativa do público, dizendo:

“[O diretor] M.J. Bassett é meu amigo há uma década e já vínhamos conversando sobre trabalhar juntos. Estávamos jantando uma noite e meio que viajamos nessa ideia porque M.J. é um grande fã de Robert E. Howard [criador da personagem] e dos quadrinhos, então tudo se alinhou. Foi o ajuste perfeito. Digo o mesmo sobre [a protagonista] Matilda Lutz. Somos amigos há mais de uma década e estamos tentando encontrar a coisa certa a fazer. E nossas ideias meio que rimaram no momento certo.”

Ele continuou:

“Nossas visões se encaixaram de uma incrível perspectiva narrativa. É a história de uma mulher que cresce na natureza e confronta um inimigo que está tentando destruir a beleza do mundo. É a jornada de uma heroína usando suas habilidades para curar e proteger o que é bonito no mundo. É isso que está por trás do épico e fantástico mundo que M.J. e sua equipe criaram.”

Há algumas semanas, o Deadline divulgou a primeira imagem promocional da adaptação, mostrando Lutz (‘Vingança’) caracterizada como a heroína titular.

Confira:

O longa é baseado nos quadrinhos homônimos assinados por Roy ThomasBarry Windsor-Smith, bem como na personagem criada por Howard.

Bassett (‘Solomon Kane’) comanda o longa a partir de um roteiro assinado por Joey SolowayTasha Huo.

O elenco ainda contará com Wallis Day, Robert Sheehan, Michael Bisping, Martyn Ford, Eliza Matengu, Manal El-Feitury, Katrina DurdenOliver Trevena.

Em 1985, a heroína já foi interpretada pela Brigitte Nielsen na adaptação de dirigida por Richard Fleischer.

Atualmente, ‘Red Sonja‘ é publicada pela Dynamite Comics.

Dica do fim de semana | Filmes e séries nos principais streamings

Os streamings chegaram para ficar no país, cada um com seus próprios conteúdos. Diante de tantas estreias, o CinePOP separou cinco filmes de streamings diferentes para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana. Confira!

Antes de Partir

Carter (Morgan Freeman) é um senhor bem-casado, que sofre com o tratamento de câncer. Após sentir dores, ele precisa ser internado. No hospital, ele passa a dividir o quarto com o dono do centro médico (Jack Nicholson), um empresário que ficou conhecido por implantar o sistema de quartos compartilhados em seus estabelecimentos. Ele está em estágio terminal do câncer e acaba sendo convencido por Carter a fazer uma lista de coisas que ele sempre quis fazer, mas nunca teve tempo para tal. Assim, a dupla de idosos passa a viajar o mundo fazendo loucuras enquanto ainda há tempo.

Onde assistir: HBO Max

Rota 66: A Polícia Que Mata

Baseado no livro Rota 66, do jornalista Caco Barcellos, a série acompanha as investigações do jovem Caco Barcellos (Humberto Carrão), um repórter em São Paulo que investiga os casos de assassinatos cometidos pela ROTA, a elite policial paulista, nas periferias de São Paulo entre os anos 70 e 90. A produção original do Globoplay é um sopro de ar fresco pro True Crime e mostra, com muita competência, os horrores cometidos contra brasileiros em ações legitimadas pelo estado.

Onde assistir: Globoplay

 

My Policeman

Estrelado por Harry Styles, My Policeman é uma adaptação de um livro homônimo, que se passa na Inglaterra dos anos 1950, quando a sociedade era ainda mais preconceituosa e a causa LGBT passava muito longe de ser algo levado a sério. Nesse contexto, um policial vive um relacionamento bastante intenso com uma professora, até o dia em que o curador do museu aparece e se apaixona pelo policial. Na época, o relacionamento dos dois era proibido por lei, então eles começam um triângulo amoroso secreto que funciona muito bem. Anos mais tarde, com o policial e a professora casados, o curador aparece novamente, afetando o matrimônio dos dois.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Enola Holmes 2

Sequência do sucesso de 2020, Enola Holmes 2 segue acompanhando a trajetória da jovem detetive Enola Holmes (Millie Bobby Brown), a irmã do icônico Sherlock Holmes (Henry Cavill). Na trama, após resolver o caso do primeiro filme, Enola monta seu próprio escritório. O problema é que os clientes não levam muita fé na garota, achando que ela é muito novinha e inexperiente. Em meio a muitas confusões e pedidos de contato do irmão famoso, Enola fica prestes a desistir da carreira de detetive, quando decide aceitar o caso de uma garotinha, cuja irmã está desaparecida. O que ela não esperava é que esse caso fosse bem mais complexo do que aparentava.

Onde assistir: Netflix

 

A Jaula

Estrelado por Chay Suede, esse suspense nacional se passa praticamente todo dentro de um carro. A trama acompanha um jovem de família pobre que decide furtar um carro de luxo. Porém, ele não esperava que o automóvel fosse uma verdadeira prisão, controlada por um sádico “doutor”, que está disposto a ver o jovem se humilhar e definhar, enquanto se diverte com sua posição de poder. Ele se comunica pelo carro sem aparecer, fazendo com que o assaltante tenha um inimigo invisível. Será que ele conseguirá escapar dessa com vida?

Onde assistir: Star+

Crítica ‘Mulher-Hulk’ | Série da Marvel é uma comédia necessária

Lançada sob forte desconfiança, Mulher-Hulk: Defensora de Heróis tinha como desafio superar a má primeira impressão deixada pelos trailers, que contavam com um CGI sofrido. Há casos em que dá para relevar esses defeitos em prol de uma boa trama, mas aquilo que o primeiro trailer mostrava era realmente complicado. Com visual de videogame, parecia que a Marvel estava prestes a lançar um de seus maiores fracassos. No entanto, com a série já finalizada, Mulher-Hulk conseguiu mesmo superar as expectativas e se firmar como uma das melhores produções que a Marvel já fez, principalmente no tangente às séries para o Disney+.

Só que uma coisa me chamou atenção: a quantidade absurda de ódio gratuito que a série vem recebendo. Além de ter acompanhado a produção semanalmente, até para fazer as análises que vocês leem aqui, consegui ter um envolvimento legal com os episódios por ver muitas situações -tristes- do mundo em que vivemos sendo trazidas para as telas com uma abordagem que aposta no bom humor, mas sem perder a seriedade dos temas em si. É uma série que tem tudo que uma boa história Marvel tem, com o adicional de debater temas que dialogam diretamente com o público feminino. E mesmo que você não seja mulher, é quase impossível que não reconheça e/ou lamente a maior parte das situações mostradas ali. Diante disso, é meio triste que a série venha recebendo até hoje, quase um mês depois do lançamento do último episódio, uma quantidade tão grande de ódio.

A história acompanha Jennifer Walters (Tatiana Maslany), uma advogada de Los Angeles que tem sua vida virada de ponta-cabeça após sofrer um acidente e acabar sendo infectado com o sangue de seu primo, Bruce Banner (Mark Ruffalo). Agora com o sangue irradiado correndo por suas veias, Jen passa a se transformar na Mulher-Hulk, com um diferencial: ela consegue manter a consciência e o controle quando vira Hulk. Então, vivendo sob essa nova e forte condição, Jen precisa aprender a lidar com o mundo se quiser continuar trabalhando e vivendo como uma mulher na casa dos 30 anos.

O primeiro ponto a ser destacado aqui é o trabalho de adaptação feito pela equipe criativa. Eles conseguiram unir o melhor que algumas das fases mais célebres dos quadrinhos tinham em uma única produção. Além disso, eles conseguiram integrar temas importantes dos dias atuais para fazer parte da vida da protagonista. É a tal da identificação junto ao público. Então, mesmo numa situação de claro poder, Jen continua exposta a situações lamentáveis, como assédio, perseguição, machismo, ghosting, revenge porn e por aí vai. Se você nunca viveu algo do tipo, provavelmente tem uma amiga, namorada ou familiar que já passou por isso. E a forma como esses problemas são mostrados é bem didática, o que só enriquece a série.

Tatiana Maslany e a equipe de dublês

O roteiro da série é definitivamente um dos pontos fortes da série. Não só por essas questões já comentadas, mas por finalmente entender perfeitamente o formato de séries. Nos últimos dois anos, a Marvel vem investindo nesse formato para os streamings. Só que nem sempre as produções entenderam que eram séries, e não filmes de seis horas divididos em capítulos. Correndo contra esse erro, Mulher-Hulk trabalhou bem demais esse formato episódico, em que cada semana trazia um caso diferente e interessante para acompanhar. Inclusive, se quisessem fazer uma segunda temporada em que a Jen defendesse algum herói/ vilão bucha da Marvel por semana, acredito que o público acompanharia amarradão.

Falando nesses buchas, a forma como eles foram sendo introduzidos na série foi bastante orgânica, permitindo que expandisse o universo e trouxesse personagens que ninguém sequer pensou que um dia veriam nas telas. O único episódio que deixa uma sensação mais arrastada é justamente o do casamento, que traz uma das lutas corpo a corpo da protagonista contra a antagonista. Mas a justificativa dada pela própria Jen, que reconhece ante ao público que esse episódio é ridiculamente anticlimático, é tão boa que dá pra fazer vista grossa. Afinal, casamento de amigo nunca vem em boa hora mesmo.

Aproveitando que toquei no assunto da justificativa da protagonista para o público, a quebra da quarta parede, habilidade clássica da Jen na HQs, era uma grande preocupação de minha parte. Isso porque é uma ferramenta divertida, mas que precisa ser bem trabalhada, senão fica ridículo. E o uso dela foi bem equilibrado, nunca deixando que o público se desconectasse dos episódios. E, óbvio, eles chutam o pau da barraca no último episódio, trazendo exatamente aquilo que uma quebra de quarta parede numa produção inspirada em quadrinhos poderia trazer: um bate papo direto com seu “criador”.

Isso tudo só foi possível por conta de Tatiana Maslany, que também chegou ao papel de Jennifer Walters completamente desacreditada, por ser uma atriz baixinha e esmirradinha, que foge do visual da Jen das HQs. Porém, ela usou seu talento e carisma para construir uma Jen crível, divertida e cheia de complexos. Indo além, ela ser baixinha e miudinha deu um contraste fantástico para a construção de sua personagem, que odiava ser a Mulher-Hulk, mas que ganhava fisicamente tudo aquilo que sempre sonhou: ser uma mulher grande, forte, bonita e com cabelo brilhoso que chama atenção de todos por onde passa. Esse embate entre quem ela é permeia os episódios e faz parte de seu processo de aceitação. A atriz entende isso bem e abraça a personagem.

As participações especiais foram outro grande acerto da série. Trazendo alguns personagens importantes e outros completamente descartáveis do Universo Cinematográfico Marvel, Mulher-Hulk fez valer o conceito de universo compartilhado. São heróis, vilões e anti-heróis que existem nessa realidade, alguns com suas histórias prévias já trabalhadas anteriormente, outros não, mas que chegam na série prontos para enriquecerem a trama.

Assim, o Abominável (Tim Roth) ganha uma chance de mostrar seu ponto de vista sobre os eventos de O Incrível Hulk (2008) e ficar prontinho para ser usado novamente em futuras produções. O Wong (Benedict Wong) segue se mostrando pau pra toda obra, flertando com a magia e um humor mais sério, e, claro, o Demolidor de Charlie Cox, que ganhou uma nova roupagem – literalmente – e termina a série prontinho para sua produção que já está prevista para os próximos anos no Disney+. Tudo isso sem tirar o foco da verdadeira protagonista: Jennifer Walters.

Por fim, meu ponto favorito da série e provavelmente o responsável por tanto chororô um mês depois do fim do show: a metalinguagem. Como a série tem essa pegada humorística forte, ela aproveita a chance e foge um pouco do humor convencional e aposta numa paródia dos próprios fãs da Marvel. É muito divertido ver como eles brincam com os fãs de quadrinhos, com a pirataria dos produtos do MCU e com as próprias críticas a esse universo, como quando a Jen chega em frente ao Kevin Feige e diz que algumas pessoas consideram seu trabalho formulaico e repetitivo. Sensacional.

Da mesma forma, a série tira sarro da arrogância de uma galera que era excluída há alguns anos, mas que agora ganharam um breve holofote muito por conta das produções do estúdio, e já se acham superiores a outros por questões como gênero e preconceito. A série não diz que todo nerd é preconceituoso, mas é nítido para qualquer um que saia do próprio quarto pelo menos uma vez por dia, que há muito preconceito nesse grupo. O vilão da série ser um administrador do Reddit foi uma das melhores sacadas da série. E se você não se enquadra no rótulo de preconceituoso babaca, não precisa se ofender. Não é de você que a série está zombando. Agora, se você é o motivo da piada da série… Olha, ainda dá tempo de melhorar, porque é desse jeito mesmo que o mundo te vê.

Foi uma ação corajosa pra caramba da produção zoar justamente com seu próprio público e apontar a hipocrisia de alguns supostos fãs, que cobram fidelidade aos quadrinhos, mas que vieram a público reclamar, xingar e chorar justamente porque a série foi fiel aos quadrinhos.

Por conta desse hate todo que alguns seguem despejando sobre a série, fui rever a produção inteirinha de novo para ver se algum detalhe tinha escapado. Mas não. Mulher-Hulk: Defensora de Heróis segue o grande acerto da Marvel no ano até aqui. A única “fraqueza” da série talvez seja o núcleo coadjuvante, porque os amigos da Jen até servem como ferramenta de divulgação de easter eggs, mas não passam disso. Fora eles e o CGI, que realmente deixa a desejar (mesmo que não atrapalhe a imersão nesse universo), é uma série fantástica!

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+

Henry Cavill sobre por que não voltou antes como o Superman: “Há coisas fora do meu controle”

Em entrevista ao Deadline, Henry Cavill revelou se sentir grato por finalmente poder reprisar seu papel como o Superman nas adaptações da DC Comics, afirmando que o seu retorno àquele universo estava “fora do seu controle” antes.

“Como ator, precisa precisa entender que há coisas que estão fora do seu controle – não importa sua opinião, como foi sua performance ou a reação dos espectadores. Eu mantive o papel [do Superman] muito próximo do meu coração, pois não sabia se teria a chance de voltar a interpretá-lo. Mas, para mim, era muito importante ter essa oportunidade novamente, e me sinto muito grato e privilegiado por isso.”

Ele completa, “[O Superman] invoca um sentimento muito verdadeiro, honesto e esperançoso nas pessoas, e eu amo isso. Acredito que isso é algo que todos nós almejamos, que é sermos bons uns com os outros, prestativos ao próximo. No fundo, acredito que isso é o que todos nós queremos.”

Cavill deu vida ao herói em ‘O Homem de Aço‘ (2013), ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (2016) e ‘Liga da Justiça‘ (2017), tendo finalmente retornado no recente ‘Adão Negro‘ após um hiatus de cinco anos.

Lembrando que ‘O Homem de Aço 2‘ já está em desenvolvimento na Warner Bros. Pictures.

Ao que parece, a sequência só ficou presa no limbo por conta do antigo chefe da DC Studios, Walter Hamada, que não queria o retorno do ator.

Segundo The Hollywood Reporter, Hamada, líder da DC Films nos últimos quatro anos e agora de saída, era o grande responsável por deixar a iteração do herói interpretada por Cavill “na geladeira”. Hamada tinha seus próprios planos para a franquia, um deles envolvendo a introdução de uma versão alternativa, roteirizada por Ta-Nehisi Coates, e por isso não queria nenhum envolvimento do Superman em Adão Negro, mas esses planos mudaram recentemente.

Ao que se sabe, a mudança de comando foi fundamental para que isso acontecesse, incluindo David Zaslav (CEO da Warner Bros. Discovery), e Michael De Luca e Pam Abdy (presidentes da Warner Bros. Pictures). Os três tinham esse “intenso desejo” em retomar a iteração de Cavill.

No entanto, Dwayne Johnson e a Seven Bucks Productions é quem são os verdadeiros responsáveis pela volta de Cavill. O astro e sua marca, uma das mais influentes em Hollywood atualmente, insistiram por anos para que acontecesse.

Após as respostas negativas de Hamada, Johnson decidiu contatar De Luca e Abdy diretamente, que deram a sinalização positiva. Uma rodada intensa de negociações ocorreu antes do Dia do Trabalho, prazo insistido pelo estúdio, e tudo deu certo.

Diretor de ‘Pantera Negra’ relembra a ÚLTIMA conversa que teve com Chadwick Boseman

Agora que faltam apenas seis dias para a estreia de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, o diretor Ryan Coogler relembrou de Chadwick Boseman e da última conversa que teve com o astro.

Falecido em 2020 após um diagnóstico de câncer no cólon, Boseman deu vida a T’Challa em um curto período de sua carreira, mas que foi o suficiente para deixá-lo marcado na memória de amigos e fãs.

Em uma declaração para o podcast oficial do ‘Pantera Negra(via Comic Book), Coogler disse:

“Eu tinha acabado de escrever o roteiro de ‘Pantera Negra 2‘. Minha última conversa com Chadwick foi em uma ligação, quando perguntei se ele queria ler antes que eu recebesse notas do estúdio. Essa foi a última vez que conversamos. Ele faleceu algumas semanas depois que eu terminei de escrever.”

Questionado sobre a resposta de Boseman, Coogler parecia abalado ao responder:

“Ele estava com uma voz cansada, mano. Eu poderia dizer que ele estava exausto. Acho que ele estava deitado quando conversamos. Simone [a noiva de Boseman] estava com ele, e ele expulsou ela do quarto porque não queria dizer nada que pudesse colocá-lo em problemas com os chefões da Marvel“, brincou Coogler. Mas ela não queria deixá-lo, então eu suspeitei que algo estava acontecendo…”

Por fim, ele concluiu com tristeza.

“Então ele disse que não queria ler o roteiro porque não queria atrapalhar quaisquer notas que o estúdio pudesse fazer. Ele disse que poderia ler depois, mas descobri que ele estava cansado demais para ler qualquer coisa.”

Com estreia marcada para 10 de novembro, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ conta comLetitia Wright, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Tenoch Huerta, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Terror derivado de ‘Invocação do Mal’ é CANCELADO

O Homem-Torto‘, filme derivado de ‘Invocação do Mal 2‘, foi oficialmente cancelado após cinco anos em desenvolvimento.

Quem confirmou a informação foi o próprio James Wan, que postou uma foto ao lado do vilão.

“Relembrando o meu amigo alto, o Homem-Torto, interpretado pelo incrível @jbotet. O movimento de Javier foi quase sobrenatural, algumas pessoas criticaram o personagem por ser CGI. Eu o filmei em câmera lenta e reprodução reversa – tudo truque de câmera da velha escola. E não, infelizmente o filme spin-off com esse personagem não está acontecendo. Fora do meu controle. Mas talvez um dia.”, afirmou.

Invocação do Mal 4‘ atualmente sendo desenvolvido e será dirigido por David Leslie Johnson-McGoldrick.

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Jogo baseado na franquia ‘John Wick’ está em desenvolvimento

Em entrevista ao IndieWire, Jon Feltheimer, presidente da Lionsgate, indicou a possibilidade de um jogo baseado na franquia ‘John Wick‘.

“Não quero me adiantar, mas acredito que a franquia ‘John Wick’ pode render um jogo excelente. Nós estamos considerando propostas e certamente interessados nisso, mas não quero revelar mais detalhes atualmente.”

Aparentemente, a Lionstage está nos estágios iniciais para o projeto, ouvindo possíveis ideias e analisando a melhor forma de desenvolver um jogo épico baseado no universo dos filmes.

Vale lembrar que ‘John Wick 4‘ estreia nos cinemas no dia 24 de março de 2023.

O diretor Chad Stahelski revelou que o quarto filme será o mais longo da franquia: “É maior que os outros três, mas não tão maior assim.”

Lembrando que ‘John Wick: De Volta ao Jogo‘ tem 101 minutos de duração, já ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar‘ tem de 122 minutos, enquanto ‘John Wick 3: Parabellum‘ tem 131 minutos. Ou seja, o quarto filme terá pelo menos duas horas e doze minutos no total. Alguém aposta em 1h30?

O cineasta também foi perguntado sobre o processo de edição, e o quão perto da conclusão o filme está. “Estamos na reta final da produção, e então temos nossa música e os efeitos visuais. Mas este é o mais longe que eu já estive, tão longe na pós-produção. Nós amamos a música que temos até agora. Ainda temos Tyler Bates fazendo a composição em algumas das sequências maiores”, contou.

Confira, com o cartaz e o trailer:

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Wick (Keanu Reeves) enfrenta seus adversários mais letais até agora na próxima quarta parte da série. Com o preço de sua cabeça cada vez maior, Wick leva sua luta contra a Alta Mesa global enquanto procura os jogadores mais poderosos do submundo, de Nova York a Paris, Osaka e Berlim.

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Rina Sawayama e Scott Adkins também foram adicionados ao elenco de ‘John Wick 4‘.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concièrge do Hotel Continental, e Ian McShane como seu empresário, Winston.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

Conheça o repugnante HORROR Polonês que está fazendo o maior Sucesso na Netflix

Não é de hoje que as produções polonesas andam fazendo sucesso na Netflix. Vira e mexe há uma série ou filme, em qualquer gênero, figurando entre os mais vistos no Top 10 da plataforma. Isso indica não só um grande investimento da plataforma de streaming naquele país, mas também (ou acima de tudo) um grande interesse do público em (continuar a) assistir o que anda sendo produzido por lá. O mais recente sucesso polonês atende pelo nome ‘O Monastério’, que, embora repugnante, não sai das primeiras posições dentre os mais assistidos pelo público.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nos anos 1950, um padre em um isolado monastério no interior da Polônia foi impedido pela polícia de sacrificar um bebê em um ritual bizarro. Trinta anos depois, desde esse incidente, a polícia local tenta não interferir mais nos assuntos do monastério, porém, após denúncias anônimas, Marek (Piotr Zurawski) se infiltra no ambiente como um padre disfarçado, na tentativa de investigar o desaparecimento repentino de jovens mulheres da vila. Entretanto, o que ele não esperava era que seus colegas de batina fossem se comportar de maneira tão bizarra, levantando a suspeita de tudo e de todos.

De início, ‘O Monastério’ não parece o filme que vai te pegar. Com uma cena inicial interessante, em poucos minutos o longa recai numa mesmice que parece que vai se arrastar ao longo de suas uma hora e trinta de duração. Porém, o roteiro de Bartosz M. Kowalski e Mirella Zaradkiewicz segura a grande reviravolta para o último ato, inserindo, com entusiasmo, sequências de terror que certamente causam, no mínimo, repulsa, um ímpeto de vômito pelo que estamos assistindo. Não que ao longo da trama isso não aconteça – acontece, mas paulatinamente, apenas como consequência de um determinado ato, e quase sempre de maneira inesperada, uma vez que, salvo estas cenas, não acontece muita coisa no enredo até o supramencionado terceiro ato.

Partindo de um roteiro interessante, o longa de Bartosz M. Kowalski se vale de uma ideia cada vez mais holofotada de um puritanismo social alcançado por aqueles que se comportam dentro das normas especificadas por um seleto grupo, e aqueles que não se encaixam automaticamente se tornam párias e, portanto, objetos de uso e descarte. Bartosz parte desse mote e o insere dentro de um contexto católico extremista, elevando-o à potência máxima do embate bem versus mal, que é o grande dilema da humanidade desde o surgimento das religiões.

Desse panorama, as cenas de terror são moldadas a partir dessa proposta, misturando jump scares mais leves com closes de horror da mais genuína repugnância, desde consumo de alimentos estragados e asquerosos a corpos sendo mutilados explicitamente. Soma-se, ainda, a uma rápida demonstração de possessão demoníaca envolvido em fanatismo religioso com doses de satanismo e está servido o prato principal de ‘O Monastério’, e seu consequente sucesso na Netflix nesse mês de outubro.

Ralph Macchio – Além de ‘Karatê Kid’ – Filmes para conhecer melhor o astro de ‘Cobra Kai’

Parece incrível, mas hoje, dia 4 de Novembro de 2022, o ator Ralph Macchio completa 61 anos de idade. Durante muitos anos, digamos durante as décadas de 1980 e 1990, Macchio tirou vantagem de suas feições e formas juvenis. O ator é um destes, assim como Michael J. Fox,, que pareciam ter empacado na adolescência, sem aparentar a verdadeira idade com o passar dos anos. Quando lançou o maior sucesso de sua carreira, Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984), por exemplo, embora estivesse interpretando um colegial com seus digamos 16 ou 17 anos, o ator já havia passado da idade para legalmente beber nos EUA, com seus 23 anos. E assim seguiu se fazendo de “gato” pela franquia, a altura que chegou ao terceiro filme, em 1989, Macchio já tinha quase 30 anos, mas seguia fazendo o papel do ingênuo adolescente Daniel LaRusso. É a magia do cinema, é claro, sendo ajudada pela qualidade de “eterno adolescente” do ator.

Sumido das telas, Ralph Macchio ganhou uma segunda onda de popularidade em sua carreira, sendo alçado novamente ao patamar de astro, graças ao sucesso da série Cobra Kai, que começou no Youtube em 2018, migrou para a Netflix e já se encontra em sua quinta temporada. E o melhor, tal resgate do prestígio foi feito na pele do mesmo personagem dos anos 80 – já que Cobra Kai é a sequência tardia, na forma de seriado, para os filmes Karatê Kid. Até mesmo um filme para o cinema que funcionará como novo capítulo da franquia já foi anunciado, visando capitalizar em cima do sucesso da série e, é claro, da nostalgia do original. E o melhor de tudo, Ralph Macchio segue sem aparentar sua verdadeira idade.

Como forma de homenagear este ressurgido ator em seu dia, lembraremos alguns dos trabalhos de Ralph Macchio nos anos 1980 e 1990, com filmes prestigiados e outros cult, que nem todos podem conhecer. Confira.

Rebeldes da Academia (1980)

O primeiro filme da carreira de Ralph Macchio foi este ‘Up the Academy’ (no original), que funciona como uma espécie de Loucademia de Polícia, trocando recrutas amalucados por estudantes de uma academia militar. Os fatos mais curiosos sobre essa comédia adolescente são que, primeiro, tem direção de Robert Downey Sr., pai de Robert Downey Jr; e segundo, foi a primeira e única produção para o cinema da revista MAD, que fez muito sucesso com os jovens nos anos 80.

Vidas Sem Rumo (1983)

Um ano antes de ser revelado ao mundo em Karatê Kid, um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 80, Ralph Macchio participou deste drama cult sobre amadurecimento de adolescentes membros de gangues de rua, dirigido por Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão). O chamariz é mesmo o elenco, pois além de Macchio, serviu para revelar nomes como Tom Cruise, Matt Dillon, Patrick Swayze, C. Thomas Howell, Rob Lowe e Emilio Estevez.

Escola da Desordem (1984)

No mesmo ano de seu grande sucesso em Karatê Kid, o ator participaria como um estudante problemático neste drama intitulado ‘Teachers’ nos EUA. Ser professor não é fácil, e nos anos 80 era muito pior. Ou será? O foco desse filme de Arthur Hiller (Love Story) são os professores de um colégio caótico e o relacionamento dos tutores com os alunos. Quem comanda o show no corpo docente é Nick Nolte, seguido por Morgan Freeman, JoBeth Williams (Poltergeist) e Judd Hirsch. Dentre os alunos, Laura Dern e Crispin Glover.

Os Três Desejos de Billy Grier (1984)

Terminando o ótimo ano de 1984 para sua carreira, Ralph Macchio se voltou para a TV com este telefilme onde repetiu a dobradinha com a colega Laura Dern. Indo ao ar pela rede ABC, o drama é uma espécie de O Curioso Caso de Benjamin Button, onde Macchio interpreta o personagem título, um rapaz com a rara doença do envelhecimento precoce e acelerado.

A Encruzilhada (1986)

Depois do sucesso de Karatê Kid, Ralph Macchio tirou um ano sabático muito merecido sem lançar nenhum filme. Mas logo voltaria ao trabalho de forma acelerada, lançando duas produções em 1986. A primeira foi esse drama musical com doses sobrenaturais no qual o ator interpreta o guitarrista promissor Lightning Boy. Ele resolve fazer parceria com um músico experiente, que diz ter feito pacto com o diabo. O segundo filme que Macchio lançou naquele ano foi justamente a sequência de Karatê Kid.

Torturado pelo Passado (1988)

Mais um ano de descanso, e Macchio voltaria com este drama dirigido por Rick Rosenthal, de Halloween II – O Pesadelo Continua (1981). Quem protagoniza é John Lithgow como um sujeito atormentado devido aos traumas na guerra do Vietnã, que tem dificuldades em se reintegrar à sociedade. Pense numa espécie de Rambo (1982), mas se o protagonista de Stallone tivesse um filho e desejasse se reconectar com ele. Ralph Macchio vive o filho de Lithgow, e o desfecho possui inclusive uma batalha armada assim como Rambo.

Os Loucos Casais da Califórnia (1990)

Um ano depois do desfecho da trilogia Karatê Kid, Ralph Macchio adentrava os anos 90 com esta comédia escrachada do mesmo diretor de seu primeiro filme, ou seja, Robert Downey Sr. – que aqui traz seu filho, Downey Jr., para fazer parceria com Macchio como dois vigaristas contratados por um casal de irmãos milionários a fim de recuperarem sua herança.

Garwood – Prisioneiro de Guerra (1992)

Completando 30 anos de sua estreia, Ralph Macchio repetiu a parceria com o canal americano ABC, protagonizando outro telefilme para a rede. Aqui, era a vez do drama de guerra sobre um prisioneiro real, Robert Garwood, capturado e aprisionado por 14 anos no Vietnã. Macchio vive o personagem título e o filme conta ainda com o veterano Martin Sheen.

Meu Primo Vinny (1992)

O maior sucesso de Ralph Macchio nos anos 90, foi esta comédia de tribunal que fez muito sucesso há exatos 30 anos e ainda deu o Oscar para Marisa Tomei. Desde então o filme caiu em certo anonimato para as gerações mais novas, mas vale a pena ser redescoberto – em cartaz atualmente no acervo da Star+. No filme, Macchio vive um sujeito preso injustamente por um crime que não cometeu, ao ser confundido com um assaltante. Para livrá-lo da enrascada, seu primo Vinny, um advogado malandro vivido por Joe Pesci.

Nu em Nova York (1993)

Com produção do “monstro” Martin Scorsese, esse filme descontraído e moderno tinha como proposta canalizar o sentimento de jovens solteiros vivendo na cidade de Nova York, com grandes aspirações profissionais, tentando encontrar relacionamentos. Quem protagoniza é Eric Stoltz, promissor na época, e Mary-Louise Parker, com Ralph Macchio interpretando o melhor amigo do protagonista.

Matthew McConaughey | Conheça os MELHORES e PIORES Trabalhos do Astro Vencedor do Oscar

Matthew McConaughey, o ator texano que mais se orgulha de seu sotaque e seu estilo “caipira” em Hollywood, completa hoje 53 anos bem vividos, tendo escalado até o topo da cadeia alimentar do competitivo mercado da maior indústria de cinema no mundo. McConaughey como todos os outros antes dele (e os que virão depois também) começou sua carreira em papeis menores em filmes adolescentes e até mesmo num terror do qual se envergonhou de ter feito – e ameaçou processar os produtores que queriam capitalizar em cima da imagem do ator após a fama, relançado tal obra “tosca”. Depois disso, McConaughey se tornou um protagonista de respeito e aproveitou a aparência de galã que Deus lhe deu. Isso fez alguns jornalistas perceberem seu potencial e o anunciarem como o novo queridinho de Hollywood. Funcionou. Mas logo depois ele ficaria estereotipado e preso a papeis em comédias românticas – muitas de qualidade, digamos, duvidosa.

Foi um período seco em que Matthew McConaughey se tornaria desacreditado como ator. Mas uma mudança de ventos traria o prestígio de volta para sua carreira, com a chamada “McConaissance”, a renascença do ator – em produções de muita tarimba e prestígio, ao lado de grandes nomes na frente e atrás das câmeras. Isso o levou diretamente a vencer o primeiro e único Oscar ao qual foi indicado (até o momento). McConaughey continuaria a se desafiar como ator, pegando papeis difíceis e se descaracterizando na maioria dos casos. No entanto, o ator não tem dado muita sorte ultimamente e tais filmes não tem emplacado no gosto dos críticos e do público, trazendo um novo período de seca para sua filmografia. O qual esperamos que passe logo.

Como forma de homenagear este grande ator de nossos tempos, através de uma extensa pesquisa usando como fonte o Rotten Tomatoes e o IMDB, separamos os Melhores e Piores trabalhos da carreira do ator. Confira abaixo.

MELHORES

05 | Lone Star – A Estrela Solitária (1996)

Começamos a lista com este cult pouco conhecido, mas que precisa ser encontrado e assistido por todos, sejam fãs de Matthew McConaughey ou não. O filme creditado como divisor de águas na carreira do ator, sabidamente, foi Tempo de Matar (1996), mas no mesmo ano este longa ajudou a colaborar para o descobrimento do ator, que aqui demonstra todo o seu potencial numa performance intensa. Um faroeste moderno sobre as descobertas de um xerife em sua cidadezinha misteriosa, o longa foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original.

04 | True Detective – 1ª Temporada (2014)

Matthew McConaughey possui muitos bons trabalhos de prestígio em seu currículo, que infelizmente não encontraram lugar na lista. Filmes como Killer Joe, Contato, O Poder e a Lei, Interestelar, O Lobo de Wall Street (no qual faz uma pontinha) e o recente Magnatas do Crime. Mas um dos melhores não aconteceu nas telonas, e sim na série de TV de antologia da HBO, True Detective. O programa foi parte essencial em seu retorno às boas com o sucesso e a crítica, e traz o ator fazendo parceria com Woody Harrelson, como policiais bem diferentes investigando casos escabrosos. Uma obra-prima.

03 | Jovens, Loucos e Rebeldes (1993)

O primeiro trabalho de Matthew McConaughey no cinema permanece até hoje como um dos melhores e mais queridos em sua filmografia por crítica e público. Também pudera, assinando o roteiro e a direção temos um verdadeiro mestre, Richard Linklater, que trouxe muito de suas próprias experiências para esse relato da vida de adolescentes crescendo no fim dos anos 70. McConaughey com seu bigodinho e cabelinho pode até soar esquisito hoje, mas o filme serviria também para abrir portas para gente do calibre de Ben Affleck e Milla Jovovich.

02 | Clube de Compras Dallas (2013)

Esse não poderia ficar de fora, afinal foi o filme que deu ao ator o tão almejado prêmio no Oscar como protagonista. Digam o que quiserem, mas este é o sonho de todo profissional da área, escalar na carreira até receber o reconhecimento máximo. Aqui, o ator mergulhou de cabeça no método e perdeu muitos quilos até ficar esquelético para o papel na história real de Ron Woodroof, um sujeito que se descobriu com AIDS e começou a contrabandear remédios para o tratamento desta doença terrível. Entre sua nova clientela, o personagem de Jared Leto, que também levou o Oscar, mas que seria considerado polêmico hoje, por viver um travesti.

01 | Amor Bandido (2012)

Se a lista dependesse unicamente de mim, certamente eu trataria de incluir nela Tempo de Matar (1996), não apenas um favorito de McConaughey, como também um de meus filmes preferidos de todos os tempos. Mas aqui, levamos em conta a opinião do grande público, dos fãs e dos críticos. Sendo assim, ocupando a primeira posição e subindo ao pódio como filme preferido do ator está este Mud (no original). Aqui temos uma história de amadurecimento de um menino, que ao mesmo tempo é também uma bela história de amor e violência. McConaughey interpreta um bandido foragido, escondido, ele é encontrado por dois meninos, que o ajudam a entrar em contato com o amor de sua vida, papel de Reese Witherspoon.

PIORES

05 | Calmaria (2019)

Se dependesse unicamente de mim também, este filme estaria numa posição mais alta na lista dos piores. Afinal, trata-se de um dos longas mais WTF de anos recentes, que este amigo que vos fala teve a oportunidade de conferir na exibição para a imprensa e ficar completamente estarrecido com o resultado. Poucas vezes em minha vida profissional um filme causou tamanho efeito de choque de forma negativa como este. Isso porque Calmaria é vendido como um suspense no estilo noir, no qual McConaughey interpreta um pescador de vida mansa, até que sua ex reaparece em sua porta – papel de Anne Hathaway. Ela o seduz e pede para que mate seu atual marido abusivo. Até aí ótimo e daria um bom thriller. Mas acredite, não é nada disso do que você está pensando e o filme dá uma guinada rumo ladeira abaixo se tornando, sem ligar a seta, uma ficção científica!!! É isso mesmo!

04 | A Torre Negra (2017)

Foi em 2012 mais ou menos que Matthew McConaughey recobrou seu lugar em Hollywood como um dos maiores astros de sua geração. Foram mais ou menos três anos surfando na crista da onda com diversos trabalhos de qualidade, no cinema e TV, e até um Oscar para chamar de seu. Mas quando chegou o ano de 2015, a maré começou a mudar novamente para o ator, e seus filmes começaram a ser novamente execrados pela crítica e ignorados pelo público, apesar do empenho das escolhas do astro. Nessa nova fase sombria, o ator assinou para uma adaptação de muito hype de Stephen King, ao lado de Idris Elba. O que poderia dar errado, certo? Mas deu muito errado, e ganhamos um dos blockbusters mais esquecíveis dos últimos 5 anos.

03 | Na Ponta dos Pés (2002)

Um dos longas mais obscuros da carreira de Matthew McConaughey, é também um dos momentos mais “vergonha alheia” de sua carreira. Aqui, ele já era um ator renomado quando disse sim para essa história tão sem noção que termina sendo de mau gosto. A intenção aqui até poderia ser boa, mas o resultado termina por fazer todos que se aventuram por esse desastre se arrependerem amargamente. Na trama, McConaughey é o namorado de Kate Beckinsale, que vive uma pintora tatuada. Ela descobre que os pais e o irmão dele, assim como sua família, são todos anões. E bem, é isso. Esse é o dilema do longa, o “preconceito” contra os anões. Para piorar, Gary Oldman interpreta o irmão anão do protagonista. E sim, temos Peter Dinklage no elenco.

02 | O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

Com medalha de prata dos piores filmes de Matthew McConaughey está esta produção que eu dei spoiler no começo desta matéria. Acontece que o ator trabalhou nesse filme quando ainda não era famoso, afinal tinha que pagar as contas. Esse é o quarto filme da franquia, após o clássico original de 1974, o divertido cult de 1986 e o esquecível terceiro longa de 1990. É seguro dizer, no entanto, que este quarto é o pior disparado, apesar de McConaughey parecer ter se divertido muito, entregando tudo de si numa performance para lá de exagerada. Como era de se imaginar, o filme veio e foi sem que muitos o notassem. Mas em 96, quando McConaughey estourou em Tempo de Matar e Renée Zellweger (que também protagoniza esse filme) fez o mesmo em Jerry Maguire, os produtores almejavam relançar o filme para aproveitar o sucesso da dupla. Mas desistiram rapidinho ao serem ameaçados de processo pelos agentes dos astros.

01 | Profissão Surfista (2008)

Que filme tem a audácia de roubar o lugar de O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno como o pior da carreira de Matthew McConaughey, você pergunta? Realmente não é para muitos. Mas chegando em primeiro lugar no pódio do fundo do poço na filmografia do ator está este longa que é o único a receber 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sim, mesmo os piores filmes do ator não chegaram a este nível. Além de tudo ainda precisamos lidar com um péssimo título do longa no Brasil, que obviamente saiu direto em vídeo por aqui. Acontece que o propósito de Surfer, Dude (no original) é mostrar o protagonista como um bon vivant surfista maconheiro. Um título melhor para o filme seria “estilo de vida surfista”, ou algo do tipo. Afinal, o surfe é um esporte e os que ganham a vida com ele realmente podem o ter como profissão. Não é o caso aqui.

Crítica | Blockbuster: Sitcom da Netflix é uma oportunidade perdida de resgatar a nostalgia da era das locadoras

Ir a uma locadora de filmes às sextas-feiras era o tipo de tradição que coroava o início do fim de semana da juventude dos anos 90/00. Em meio à extensas gôndolas de produções dos mais diversos gêneros, pairava uma atmosfera comunitária convidativa. Entre novos aluguéis e a devolução de outras fitas ou DVDs, existia uma troca única que se tornou cada vez mais rara com a popularização das plataformas de streaming. E o que antes era uma experiência compartilhada tão prazerosa, hoje é apenas uma memória saudosa de um tempo que nunca mais se repetirá. E resgatar essa magia tão viva na geração millennial é o grande mote de Blockbuster, nova sitcom original da Netflix. Mas com piadas ruins e personagens caricatos demais, o que poderia ser tão nostálgico como Stranger Things se tornou uma oportunidade perdida que não merece aquela rebobinada.

Na trama, Timmy (Randall Park) é o dono daquela que será a última unidade da Blockbuster ainda de pé nos Estados Unidos. Imaturo e pouco responsável, o pequeno empresário fará de tudo para garantir que a locadora de filmes permaneça intacta, ainda que a acelerada evolução das plataformas de streaming constantemente lhe prove o contrário. Ao lado de uma equipe de funcionários bem atípica e caricata, ele tenta navegar por águas tão incertas, à medida em que entende que finalmente chegou a hora de crescer e seguir adiante. E com um roteiro que visa se concentrar na construção e desenvolvimento de seus protagonistas, Blockbuster tenta ir além de sua pedra fundamental, mirando em uma perspectiva mais simbólica e emocional, que explore as relações humanas com sensibilidade e um toque de doçura. Mas quando se tem personagens nada carismáticos e bem infantiloides, fica difícil se identificar com a narrativa. Ainda que, em essência, ela seja completamente relacionável.

E Blockbuster tem todos os elementos necessários para ser excelente. Com o direito do uso da marca garantido, a produção estampa as cores e a logo da maior franquia de locadoras do mundo com facilidade – já naturalmente aflorando aquele fator saudoso na audiência. No entanto, com um roteiro bastante raso, alicerçado em piadas forçadas e sem graça, a série de comédia não nos convence nem em seus 22 minutos do episódio inaugural. Tentando construir o seu humor a partir de um vasto leque de referências cinematográficas, Vanessa Ramos peca por desperdiçar o contexto que tanto lhe favorece e nos deixa à deriva com sacadas cômicas bem anos 2000, repletas de frases de efeito que só ressaltam o quão difícil é a arte de fazer rir.

Frequentemente fazendo reverência ao cineasta Quentin Tarantino, cujo primeiro emprego foi em uma locadora de filmes, Blockbuster perde a oportunidade de abusar da nostalgia que a própria marca carrega em si e desperdiça sua ideia original. Na teoria, todos os elementos funcionam. Mas na prática, a execução meia boca do roteiro torna os 10 episódios em uma exaustiva repetição de um repertório ruim de piadas. Infelizmente, a série não possui um viés cômico como fio condutor, que conduz e une todos os demais elementos narrativos. E por preferir transformar os diálogos em um arremesso de sacadas aleatórias e desconexas com a trama, Ramos é incapaz de sustentar sua história e com isso também não sustenta nossa atenção. Podendo se inspirar em produções como O Balconista e Hacks, Blockbuster prefere seguir o caminho inverso, ficando em uma zona de conforto, reproduzindo o manual da comédia sem graça e do politicamente correto – o que pode até não te fazer perder o amigo, mas com certeza lhe fez perder a audiência.

Avril Lavigne lança clipe oficial de “I’m a Mess”, faixa da versão deluxe de ‘Love Sux’; Confira!

A princesa do pop-punk Avril Lavigne lançou recentemente o videoclipe oficial de “I’m a Mess”, faixa da versão deluxe de seu sétimo álbum de estúdio, Love Sux.

A faixa é performada ao lado do músico YUNGBLUD.

A versão deluxe será lançada no dia 25 de novembro.

Confira:

O álbum foi lançado no último dia 25 de fevereiro e conta com outras onze faixas – incluindo colaborações com Machine Gun KellyMark Hoppus.

Confira o alinhamento de faixas oficial:

1. Cannonball
2. Bois Lie, feat. Machine Gun Kelly
3. Bite Me
4. Love It When You Hate Me, feat. Blackbear
5. Love Sux
6. Kiss Me like the World Is Ending
7. Avalanche
8. Déjà vu
9. F.U.
10. All I Wanted, feat. Mark Hoppus
11. Dare to Love Me
12. Break of a Heartache

Crítica | Avril Lavigne mergulha na nostalgia do pop-punk com o frenético ‘Love Sux’

‘Walker’: Passado doloroso vêm à tona na prévia do episódio 03×06; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 6º episódio da 3ª temporada do reboot de ‘Walker’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).

O capítulo, intitulado “Something There That Wasn’t There Before”, vai ao ar no dia 10 de novembro.

Na trama, “Walker cumpre a promessa feita a Liam de finalmente discutir sobre o cativeiro, e detalhes dolorosos do passado vêm à tona para ajudar os Guardas a eliminar uma ameaça perigosa. Enquanto isso, um novo caso força Cassie a confrontar sua aversão a encontros”.

Confira:

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.

‘Uma História de Natal Natalina’: Ralphie está de volta no trailer OFICIAL da sequência; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial legendado da sequência do clássico natalino Uma História de Natal, intitulada ‘A Christmas Story Christmas’.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no próximo dia 17 de novembro, a tempo das comemorações de fim de ano.

Confira:

Peter Billingsley retornará como o protagonista Ralphie, reprisando seu papel quase quarenta anos depois do longa-metragem original.

Ambientado nos anos 1970, a história agora trará Ralphie como um homem adulto, que deseja criar a mesma experiência mágica de Natal para os próprios filhos.

Nick Schenk (‘Cry Macho’, ‘Gran Torino’), frequente colaborador do lendário Clint Eastwood, escreveu o roteiro da sequência. Clay Katis (‘Crônicas de Natal’) comanda o projeto. Billinsgley também entra como produtor ao lado de Vince Vaughn.

Leia a sinopse oficial da sequência abaixo:

A trama gira em torno de um Ralphie já adulto nos anos 1970, que retorna para sua casa na Rua Cleveland para dar aos filhos um Natal tão mágico quanto o que teve enquanto crescia. Com a mesma atenção ao tom do passado, Ralphie se reconecta com amigos de infância, reconcilia a morte de seu pai e planta sementes para as origens de um amado clássico de fim de ano.

‘Fronteiras do Universo’: 3ª temporada ganha épico trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial legendado da 3ª temporada de Fronteiras do Universo (‘His Dark Materials’).

Os novos episódios estreiam no dia 05 de dezembro.

Confira:

De acordo com o Deadline, Sian Clifford (‘Fleabag’) e Jonathan Aris (‘Sherlock’) entraram para o elenco do próximo ciclo.

A dupla irá interpretar a Agente Salmakia e o Comandante Roke, os espiões de Gallivespian. Nos livros, Galivespianos são minúsculos humanoides que evoluíram na terra de seu universo nativo.

Além deles, o novo ciclo também contará com a adição de Adewale Akinnuoye-Agbaje (‘Esquadrão Suicida’) como o Comandante Ogunwe; Jamie Ward (‘Tyrant’) como o Pai Gomez; Kobna Holdbrook-Smith (‘Liga da Justiça de Zack Snyder’), Simon Harrison (‘No Man’s Land’) e Chipo Chung (‘Into the Badlands’) como os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; e Amber Fitzgerald-Woolfe como Ama.

Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar‘, de Philip Pullman.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui também inclui Amir Wilson, Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

‘O Amante de Lady Chatterley’: Drama romântico com Emma Corrin ganha trailer OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de O Amante de Lady Chatterley, drama adaptado do romance homônimo de D.H. Lawrence.

O filme será lançado em cinemas selecionados em 23 de novembro, chegando à plataforma de streaming em 02 de dezembro.

Confira:

O filme é dirigido por Laure de Clermont-Tonnerre, com roteiro assinado por David Magee.

A trama gira em torno de uma mulher que rompe com as formas e tradições de seu tempo, quando se desapaixona pelo marido e inicia um tórrido caso com um homem que trabalha em sua propriedade inglesa. Em uma história bem à frente de seu tempo, acompanhamos a vida de Lady Chatterley, uma mulher nascida para uma vida de riqueza e privilégios, que logo se vê casada com um homem por quem acaba eventualmente se apaixonando. Porém, ao se envolver em um caso tórrido com um guarda-caça em sua propriedade inglesa, acaba descobrindo mais desejo e intimidade do que ela pensava ser possível. Quando ela percebe que se entregou de alma e coração, ela quebra todas as tradições e vai em busca da felicidade com o homem que ama.

Emma CorrinJack O’Connell estrelam. Matthew Duckett, Joely RichardsonElla HuntFaye Marsay completam o elenco.

Isabelle Fuhrman, de ‘A Órfã’, vai estrelar novo terror psicológico

De acordo com o Variety, Isabelle Fuhrman, a eterna psicopata Esther de ‘A Órfã‘ e ‘Orfã 2: A Origem‘, vai estrelar o terror psicológico ‘Unit 234‘.

Na trama…

“Laurie Saltair (Fuhrman) descobre um homem em coma, Clayton, na Unidade 234 do depósito de sua família, enquanto trabalhava sozinha no turno da noite – o que resulta em um jogo doentio de gato e rato, onde Laurie e Clayton terão que sobreviver à noite.”

Confira a primeira imagem da produção:

Andy Tennant é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Derek Steiner.

Jack Huston (‘Casa Gucci’) e Don Johnson (‘Entre Facas e Segredos’) completam o elenco.

Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Total Film revela duas capas belíssimas de ‘Avatar 2: O Caminho da Água’

A revista Total Film revelou suas duas capas comemorativas de ‘Avatar 2: O Caminho da Água‘, a tão aguardada sequência de James Cameron para seu filme vencedor do Oscar®, ‘Avatar‘ – produção de maior bilheteria de todos os tempos. O filme estreia nos cinemas em 15 de dezembro.

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Vale lembrar que nós já assistimos 15 minutos do filme, chega aos cinemas nacionais em 15 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.

Confira:

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

“Não quero ninguém reclamando da duração, ainda mais porque eles sentam e fazem maratona [de séries] por oito horas”, ele comentou. “Eu já posso ver essa parte nas críticas: ‘o filme agonizante de três horas…’. É tipo, me deixem em paz. Eu assisti cinco episódios de uma hora cada com meus filhos. Esse é o paradigma social que precisa mudar: não tem problema você levantar e ir ao banheiro”.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Netflix cancela série, REVOLTA fãs e anuncia que fará um reboot…

No início desta semana, a Netflix pegou os fãs de surpresa ao anunciar o cancelamento de mais uma série.

Fate: A Saga Winx‘ não terá uma terceira temporada. Mas a franquia na Netflix vai continuar.

Iginio Straffi, criador da série, revelou que a saga vai ganhar um reboot em forma de série animada e um filme em live-action de grande orçamento.

“O sonho não acabou. Vamos realizar novo reboot da série animada CG Winx [da Nickelodeon] e um filme de grande orçamento”, revelou.

“Fate tem sido uma aventura emocionante, uma grande conquista e um sucesso assistido por milhões de pessoas mundialmente, reafirmando a força desses personagens. Teremos muitos projetos do mundo Winx no futuro.”, concluiu.

Confira o anúncio:

Como a segunda temporada terminou com diversos ganchos para futuras narrativas, o público está revoltado com a decisão, já que a série não vai terminar com um fim adequado.

Confira as reações nas redes sociais:

 

Para tentar contornar o cancelamento, um grupo de fãs criou um abaixo-assinado pedindo para a Netflix realizar a terceira temporada:

“É realmente devastador. É uma das melhores séries da Netflix e teve uma história inacabada para terminar. Todo mundo estava ansioso por mais temporadas e estava esperando que eles renovassem o show. Em vez disso, eles optaram por cancelar o show, deixando muitos fãs furiosos e com o coração partido. É por isso que criei esta petição para que as pessoas assinem para que a Netflix possa trazê-la de volta.

Em vez disso, a Netflix usa a maior parte de seus recursos em documentários sobre serial ki//ers, em vez de trazer de volta séries incríveis que as pessoas adoram e mal podem esperar pela próxima temporada. Que não machuquem nem afetem as vítimas ou familiares que ainda estão conosco. Mesmo que você não seja fã desse programa em particular, esta petição pode ajudar a impedir que a Netflix cancele programas populares e, em vez disso, publique vários documentários sobre serial killers e dê a eles o destaque em vez de pessoas que realmente merecem.

Por favor, me ajude a assinar esta petição para trazer de volta o incrível show Fate: The Winx Saga e obter o final que merecemos!”

Para assinar o abaixo-assinado, que já conta com 35 mil assinaturas, clique aqui!

Criada por Brian Young, a série é baseada na animação ‘O Clube das Winx‘.

A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.

O elenco conta Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra), Elisha Applebaum (Musa), Sadie Soverall (Beatrix), Freddie Thorp (Riven), Danny Griffin (Sky), Theo Graham (Dane) e Jacob Dudman (Sam).