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Crítica | Hope – Terror sul-coreano mistura monstros, destruição e humor absurdo em Cannes 2026

Da Coreia do Sul vem um dos filmes mais surpreendentes da mostra competitiva do Festival de Cannes deste ano. Do diretor Na Hong-jin, Hope mistura suspense, terror, ficção científica, ação policial e humor em uma experiência caótica e bem humorada, lembrando produções de Bong Joon-ho, como Memórias de um Assassino, Parasita, O Hospedeiro e também Round 6 (Squid Game). Com direção ágil, a narrativa começa intensa e simplesmente não desacelera mais.

Tudo começa com a chamada da polícia para a ocorrência de um animal encontrado na beira da estrada por caçadores. Durante os primeiros minutos apenas imaginamos a cena por meio das caretas dos personagens, principalmente do chefe de polícia Beom Seok (Hwang Jung-min), em seguida, vemos uma vaca caída no meio da estrada, marcada por uma mordida gigantesca e cortes profundos e largos. A princípio, pensam em um urso; depois, em um tigre, mas ninguém consegue entender exatamente o ocorrido. 

De repente a pequena cidade de Hope mergulha em um enorme massacre. Placas voam pelos ares, carros são arremessados, pessoas desaparecem e a sensação é de que ninguém está seguro. O filme acerta muito ao criar suspense sem revelar imediatamente o causador dos estragos. Enquanto o policial Seok — um herói atrapalhado, porém bem-intencionado — tenta descobrir o que está acontecendo, o espectador acompanha pelos seus olhos sem enxergar a verdadeira forma da ameaça. A construção funciona ao misturar tensão com humor natural. Em meio ao caos, o roteiro consegue arrancar risos sem quebrar o clima.

Quando a criatura finalmente aparece, as imagens geradas por computador impressionam. Não chega ao nível de Avatar, de James Cameron, mas os efeitos entregam uma criatura crível e ameaçadora. O design da besta funciona principalmente nas cenas de perseguição, que são extremamente ágeis e bem coreografadas. O diretor Na Hong-jin entende que movimento é essencial para esse tipo de narrativa, então quase não dá tempo de respirar.

O roteiro também surpreende, pois quando parece que a história chegou ao ápice, ele revela que aquilo era apenas o começo. Nesse momento entra a policial Sung Ae (Hoyeon), personagem que muda completamente a condução da trama. Em vez de força física, ela utiliza inteligência e estratégia, abalando as estruturas da criatura e mostrando que talvez exista uma possibilidade real de derrotá-la.

Outro grande destaque está nos personagens secundários. Há figuras completamente excêntricas, testemunhas estranhas e um personagem que parece uma mistura de Chuck Norris e John McClane com John Wick ao mesmo tempo: exagerado, divertido e indestrutível. Hope abraça o absurdo sem medo, criando uma ótima dinâmica entre o policial atrapalhado, a cadete franzina, mas competente e esse “tanque humano” que simplesmente nunca desiste.

Na Hong-jin demonstra como o cinema sul-coreano começa a dominar o gênero horror de monstro. O cineasta brinca constantemente com as expectativas do público, muda o rumo da narrativa e mantém a sensação de descoberta até o final. Cada vez que acreditamos entender o que está acontecendo, o filme vira a história de cabeça para baixo. Além disso, Hope impressiona pelo tamanho da produção. As cenas de destruição, perseguições a cavalo e confrontos na estrada são grandiosos. Um filme feito para ser vivido no cinema, em uma sessão barulhenta, coletiva e empolgante.

Mesmo sem uma crítica social tão explícita quanto Parasita, o filme deixa pequenas observações sobre quem são as primeiras vítimas do caos e sobre como uma pequena comunidade reage diante do horror, deixando as interpretações sobre o colapso e a invasão aos espectadores. Acima de tudo, Hope busca o entretenimento, por exemplo, com depoimentos ridículos e comportamentos abobadados dos personagens. Quando o mistério começa a ser solucionado, mais camadas são adicionadas à história.

Com todas as cartas de gênero postas na mesa, o final deixa espaço para uma continuação, mostrando que o cinema sul-coreano talvez esteja começando a trabalhar também a ideia de franquias, sem perder sua identidade criativa. Sinceramente? Funciona. Os personagens feitos com captura de movimento escondem nomes de estrelas europeias como Alicia Vikander e Michael Fassbender

Hope é um filme explosivo, engraçado e violento. Um daqueles raros momentos em que uma obra de gênero consegue imprimir personalidade sem abrir mão do entretenimento. Misturando metáforas sobre imigração, humor absurdo e caos desenfreado, Na Hong-jin transforma a ocorrência inesperada em uma experiência vigorante.

Crítica | Star Wars: O Mandaloriano e Grogu – Nostalgia e Fofura Dosam Nova Aventura

Fazia tempo que um filme da franquia ‘Star Wars’ não estreava nos cinemas. Depois das nove partes da saga original e do derivado ‘Han Solo’, a franquia voltou sua Força para produções direto para o streaming da Disneyplus, onde vem estreando temporadas atrás de temporadas de diversas séries para todos os gostos, ora centrada nos menores como a animação ‘A Guerra dos Clones’, ora voltada ao público feminino, com ‘Ahsoka’, e o grande sucesso da última década: a produção para toda a família chamada ‘O Mandaloriano’. E sim, fez tanto sucesso de público que Jon Favreu, atual diretor das produções do universo de ‘Guerra nas Estrelas’, anunciou um longa-metragem com os protagonistas da série, um filme que iria direto para o cinema. Trata-se de ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu’, que chegou essa semana aos cinemas após alguns eventos para fãs terem exibido os primeiros minutos em sessões fechadas.

Mandalorian in black armor at a bar with Grogu perched on his shoulder, dim sci‑fi tavern setting.

Mando (Pedro Pascal, de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’) acaba de receber uma nova missão da Coronel Ward (Sigourney Weaver, de ‘Avatar’): encontrar Rotta the Hutt (dublado por Jeremy Allen White, da série ‘O Urso’), sobrinho do lendário contrabandista Jabba the Hutt e herdeiro do império deste. Aparentemente, Rotta está sendo mantido em cativeiro, e seus tios – conhecido como Os Gêmeos – contratam Mando para salvar Rotta. O que parecia uma simples missão acaba se tornando em algo muito maior, que ameaça até mesmo a vida de Mando e do seu fiel escudeiro Grogu, e agora os dois precisarão estreitar os laços que os une para que não haja medo nem temor pelos caminhos a seguir.

Com duas horas e doze minutos de duração, a extensão do filme é o primeiro elemento que se destaca na produção, afinal, é um filme longo demais para uma produção que intenciona trazer um novo público para a franquia. Especialmente porque esta longa extensão resulta numa “barriga” no meio do filme que se prolonga em demasiado – um intervalo entre a conclusão da missão e o início da resolução da trama, que passa por um pequeno retrocesso na aventura e num deslocamento de protagonismo (que passa de Mando para Grogu), o que acaba gerando a necessidade do desenvolvimento de subtramas menores e destaque para personagens pequenos cuja função é a de apenas de não deixar o filme em silêncio, uma vez que Grogu não fala.

Tendo isso em mente, é fácil pensar que o roteiro de Jon Favreau, Dave Filoni e Noah Kloor deveria ter enxugado uma parte dessa barriga, seja no meio, quando a trama dá uma amornada, seja no início – que, embora seja um início eletrizante e faz a gente acreditar que o sarrafo vai ficar lá em cima o tempo todo, a real é que toda a aventurinha do início (ou boa parte dela) também poderia ter sido reduzida.

Two massive stone frog statues leaning together in a dim vaulted chamber with warm orange lighting.

Agora, para quem se encantou com a fofura de Grogu (nosso eterno baby Yoda), ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu’ é um prato cheio. São muitas as cenas da criança fazendo suas fofurices – em especial, comendo, e comendo muito, quase todas as cenas dele são ingerindo alguma coisa. Mas há também toda uma pequena jornada que Grogu atravessa no meio do filme que o aproxima daquilo que mais tarde conheceríamos como as características do Yoda – usar um cajado para andar, controlar a Força sem esforço, etc. Sem contar que temos nosso querido Martin Scorsese dublando um personagem, que tem todos os trejeitos do famoso diretor!

Recheado de nostalgia por conectar a trama de sucesso do momento com elementos clássicos da franquia, ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grogu’ é uma aventura no real sentido do gênero, com muita ação, perseguição e lutas por sobrevivência (uma delas, aliás, claramente fazendo menção à ‘Mortal Kombat’), mas com uma história meio morna. Porém, tudo indica que nos encaminhamos de vez para a conclusão da franquia em breve.

Snowy mountain scene with a bipedal armored walker and a pilot inside the cockpit.

Crítica 2 | Último episódio de ‘The Boys’ se salva e deve envelhecer bem

The Boys chegou ao fim. Depois de sete anos, a saga dos heróis mais canalhas da história chegou ao seu derradeiro capítulo final, com o Capitão Pátria conseguindo tudo aquilo que sempre sonhou, mesmo que por apenas alguns momentos, e com Billy Bruto conseguindo sua vingança. Depois de uma quinta temporada tão ruim, o episódio final acabou se destacando por ser “ok”. Seu grande mérito inicial talvez tenha sido conseguir fechar arcos sem estragar o legado do resto da série, como fizeram Game Of Thrones e, de alguma forma, Stranger Things. The Boys segue com a imagem das três primeiras temporadas praticamente imaculada, o que é excelente. Mas, com o passar dos dias, o capítulo final vem repercutindo, provando que ele talvez tenha sido mais do que apenas “ok”.

Logo de cara, é válido destacar que o trauma de Game Of Thrones era real. O final foi tão ruim, mas tão ruim, que uma das séries mais faladas da história virou quase que motivo de vergonha para alguns fãs, que só voltaram a sorrir de novo quando os derivados engataram com aquela qualidade inicial. E The Boys vinha num processo de desgaste muito grande. A quarta temporada foi de irregular para ruim, e os episódios vinham se alongando sem desenvolver a trama, dando aquela sensação de serem fillers. E dado o histórico do criador da série, Eric Kripke, de não saber “a hora de parar” em suas séries, muita coisa indicava que o final poderia ser uma bomba daquelas.

BB

De fato, a quinta temporada foi tão decepcionante quanto a quarta, quiçá pior. Mas na hora de encerrar o arco, aos 45 do segundo tempo, parece ter havido uma preocupação em fazer o final dar certo. Infelizmente, os seis capítulos do mais puro nada que antecederam os dois últimos criaram um certo cansaço, até uma má vontade, para a conclusão, e isso pode ter impactado na experiência de muitos. Vamos lá, a série está falando desde a segunda temporada que o mundo deveria temer o Capitão Pátria. Que a partir do momento em que ele perder a cabeça, ninguém vai pará-lo. E criou-se essa expectativa de ver esse cara completamente totó das ideias chacinando a Terra e fazendo as maiores barbaridades possíveis. E isso aconteceu, de fato, nesta última temporada. O problema é que a forma como suas ações foram mencionadas não acompanharam o padrão das primeiras temporadas, que foram as que realmente conquistaram o público.

Veja bem, no início da série, quando o assunto eram as maldades do Pátria, o público efetivamente via o cara fazendo essas coisas. Foi mostrado ele levando a Becca para o quarto antes do estupro, foi mostrado ele ameaçando pessoas desesperadas em um avião em queda livre, foi mostrado ele derrubando um avião com uma criança dentro usando seu laser, todos viram ele incentivando uma adolescente suicida a pular de um prédio, após ela se arrepender de tirar a própria vida… Quem estava assistindo temia o personagem porque eram mostradas as consequências de seus atos, e elas repercutiam na trama. A partir da quarta temporada, essas ações deixaram de ser mostradas e passaram a ser apenas mencionadas. Foi dito que o Capitão teria reunido um exército de Supers para caçar “infiéis” por aí. Nenhuma caçada foi mostrada. Foram montados campos de concentração de Luz-estrelistas. Eles até aparecem, mas os rapazes escapam de lá em um episódio… São muitas ações que poderiam ser realmente trabalhadas, mas que, sabe-se lá o motivo, foram reduzidas a comentários ou cenas rápidas que pouco impactaram na trama. Enquanto isso, deram espaço a momentos como o da Mulher-Gato influencer cheirando o rabo do Wolverine divorciado em meio a um potencial momento de tensão. Foram algumas decisões realmente inexplicáveis, porque destoaram tanto do próprio clima da série, e demonstraram uma total falta de urgência da trama que se direcionava para a conclusão definitiva do show. Essas coisas fizeram alguns desistirem antes mesmo do fim.

Mothers-Milk-kills-Oh-Father-in-The-Boys-finaleDito isso, os últimos três episódios conseguiram acertar um pouco mais na urgência – o penúltimo nem tanto – e construíram um final digno, ainda que merecedor de muitas críticas. A morte do Francês não ter sido mostrada, por exemplo, foi de uma covardia inenarrável, além de ter sido muito mal filmada. O público só foi entender como ele morreu por meio de uma imagem de bastidores que o Antony Starr postou nas redes sociais. Mas essa sequência de acontecimentos para que o Capitão tomasse o V1 e se vendesse como o novo messias foi bastante intensa.

Talvez o melhor momento 100% The Boys dessa reta final tenha sido a sequência que envolveu o Capitão Pátria e A Lenda (Paul Reiser), a paródia do Stan Lee. O momento de “sabedoria” do antigo VP da Vought sobre ciclos e sua relação com o poder foi o mais próximo que o Pátria teve de um conselho paterno em toda a série. Sua relação de incredulidade e a decisão de poupar a vida do velho safado foi tensa e surpreendente, digna dos momentos de ouro da série. Mas o grande momento foi mesmo a batalha entre Billy Bruto e o Capitão Pátria na Casa Branca. A vingança de Bruto foi concluída em frente às câmeras, em uma transmissão para rede nacional, terminando com uma referência aos quadrinhos, com a icônica destruição cerebral do antagonista com o pé de cabra.

bb2O momento ficou marcado pela perda de poderes do Capitão Pátria, revelando ao mundo sua verdadeira natureza: um bebê chorão tomado pelo medo. Ao longo da série, apesar de momentos de aparente conhecimento estratégico, o personagem sempre foi isso. Uma grande metáfora aos superpoderosos do mundo real, que se escondem atrás de seus cargos ou influência para fazerem o que bem entenderem, sem enfrentarem consequências. E se tem algo que a história humana provou é que esses caras, quando perdem seus cargos ou influência, são os mais covardes possíveis, vide Adolf Hitler, que se matou quando viu que seria capturado, evitando sofrer as consequências. Entendo quem queria que ele perdesse os poderes e fosse condenado a viver como uma pessoa normal – seu maior pesadelo-, mas nesse mundo de The Boys, com o Composto V rodando a torto e a direito por aí, seria apenas questão de tempo até ele conseguir seus poderes novamente. Colocar esse lunático para perder tudo antes de morrer foi uma escolha muito interessante. Ele perdeu seus poderes, viveu um verdadeiro pesadelo em seus últimos momentos e destruiu completamente sua imagem diante de todo o mundo, que era a única coisa que ele conseguia manter independentemente de suas ações. Ele se foi como um verdadeiro nada, e com todos assistindo sua queda. E então, talvez no gesto mais poético e cruel da saga, o público descobre que Stan Edgar voltou ao controle da Vought, mostrando que o verdadeiro vilão disso tudo venceu e continua tão forte quanto antes. Os rapazes derrubaram uma peça importante da corporação, mas será apenas questão de tempo para que eles criem um novo Capitão Pátria. Foi uma cena de poucos segundos, mas muito poderosa, justamente pelo realismo assustador desse gesto.

Por outro lado, o fim de Billy Bruto foi um tanto decepcionante, ainda mais quando se lembra da quantidade de episódios desperdiçados com o mais puro nada nesta temporada. Nos quadrinhos, ele enlouquece e começa a matar os rapazes. Na série, eles tentam dar essa virada à insanidade de uma hora para outra. Ela já vem sendo mencionada há algumas temporadas, mas a forma como foi mostrada na série foi muito rápida. De qualquer forma, não comprometeu, só poderia ter sido melhor trabalhada.

CCNo fim das contas, o final foi muito certeiro no que diz respeito a conclusão de arcos. Profundo, Bruto e Pátria morreram, Kimiko foi ter uma vida e o Leitinho conseguiu sua vida de volta. Sério, ninguém teve um final tão bonito quanto ele. Desde que foi introduzido, o rapaz encara sua existência como passageira. Ele deixou a família de lado pela segurança dela e tentou se sacrificar em praticamente todas as temporadas. Ele terminar recuperando sua família, entendendo que sua vida não acaba ali, e acolhendo o Ryan, assim como ele fez com todos que passaram por seu caminho, foi um desfecho sensacional. Já Hughie fechou o ciclo com perfeição. Ele começou a série frustrado, trabalhando em uma loja de eletrônicos, momentos antes de perder a namorada. Agora, ele é dono da própria loja, recusa cargos do governo e vai formar sua família com Annie. Uma prova de que vale a pena se manter fiel aos seus valores, mesmo quando tudo vai pelos ares.

Confesso que quando terminei de ver o episódio final pela primeira vez, achei um grande “ok”, mas ele tem crescido na memória conforme passa o tempo. Essa conclusão de ciclos ter sido tão amarradinha foi um trabalho muito competente, e que poderia ter dado ridiculamente errado. Honrar esses personagens com fidelidade a suas personalidades estabelecidas e trabalhadas ao longo da série foi um grande acerto. Por mais que todo o resto da temporada tenha jogado contra, o último capítulo conseguiu se salvar ao criar algo difícil de conseguir: despertar a vontade de rever a série inteira. Acho que a grande prova desse mérito do episódio final é realmente te fazer querer ver as jornadas desses personagens novamente, o que é uma grande vitória por si só.

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The Boys está disponível no Amazon Prime Video.

Crítica | ‘Natal Amargo’ – Os desabafos criativos de Pedro Almodóvar

Natal AmargoPedro Almodóvar é um cineasta que consegue furar a bolha do cinema graças às suas obras originais, que validam sua assinatura autoral, seu impacto com o esplendor estético e a sua habilidade de saber como contar uma história que logo chamam a atenção de quem começa a descobrir seus trabalhos. Você assiste a um filme dele e sabe que é dele.

Nesta quinta-feira (28/09), ele chega aos cinemas de todo o mundo com seu vigésimo quarto longa-metragem, Natal Amargo. Após uma rápida passagem no Festival de Cannes e já com sessões regulares pela Espanha, esse novo projeto do aclamado artista espanhol de 76 anos parte de um olhar voltado para si mesmo e toda a montanha-russa do processo criativo, nos guiando para uma trama repleta de camadas, com a metalinguagem ditando o tom.

Na atualidade, Raul (Leonardo Sbaraglia) é um cineasta famoso que está em busca de realizar um novo filme – mesmo sem ideias – após um longo hiato onde parece que sua vida caiu na mesmice. Nesse período, sua secretária pessoal de longa data, Monica (Aitana Sánchez-Gijón), pede demissão. Ao ouvir o motivo, Raul começa a ter a ideia de seu próximo projeto. Ao mesmo tempo, conhecemos a história de uma diretora de filmes (Bárbara Lennie), que migra para o campo da publicidade e se distancia do luto recente pela perda da mãe. No entanto, ao começar a ter alguns ataques de pânico, decide se isolar. Vamos entendendo essas duas histórias e como elas se cruzam de forma metalinguística.

Nessas duas linhas temporais que se tornam complementares, Almodóvar sugere bons debates sobre a sensação de repetição no mundo artístico, também o narcisismo que pode ferir as linhas éticas diante do desespero e necessidade quase insana de ter que criar, além de explanar questões sobre o próprio mercado audiovisual. Além disso, insere elementos conflitantes das relações humanas para ampliar o desenvolvimento de seus personagens, principalmente o enfrentar a perda e as inúmeras maneiras de lidarmos com determinadas situações dilacerantes. Para tal, conta com um elenco harmonioso, repleto de talento.

A narrativa, em um primeiro momento, parece confusa mas, aos poucos, os elementos em cena vão ganhando suas formas e desabrochando diante da história – e a graça do cinema de Almodóvar é essa: tirar um pouco do lugar-comum o espectador. A construção da intensidade nas relações propostas, algo recorrente em sua filmografia, chega por meio de diálogos que confrontam e instigam o público para reflexões, além da já conhecida composição do quebra-cabeça marcado pelo vermelho onipresente, ampliando a força que a concepção visual tem em seus trabalhos.

Você vai logo perceber que esse filme se trata de um grande desabafo de Almodóvar – algo que inspira o discurso do roteiro. É como se o cineasta, vencedor de inúmeros prêmios e com a carreira consolida mundialmente, resolvesse criar, de forma inventiva, uma espécie de sessão de terapia onde nós, seus meros admiradores, escutamos atentamente suas zonas de desconforto sobre o criar e a necessidade do sucesso, muitas vezes sobre a ótica do ‘custe o que custar’.

Dizer se o filme é bom ou ruim vai depender do seu olhar, caro leitor(a). É muito limitado apenas ir para um lado ou outro. No cinema, o que vale é o que podemos refletir pelo que foi apresentado. O que é impossível ignorar é que Pedro Almodóvar segue nos instigando a pensar sobre a vida a partir de suas próprias aflições, em um mundo em constante transformação, que tem o cinema como uma ferramenta social importante e capaz de nos tirar da inércia do que é validado como comum.

Saiba mais sobre Natal Amargo!

 

Crítica | ‘Brasil 70: A Saga do Tri’ – Minissérie da NETFLIX desfila nossa paixão pelo futebol

Brasil 70: A Saga do Tri‘ já está na Netflix. Perto de mais uma Copa do Mundo de Futebol Masculino, um evento que costuma – embora bem menos do que tempos atrás – parar o Brasil para acompanhar a seleção jogar, era bem previsível que algumas produções circulassem esse tema, aproveitando toda a forte divulgação que o evento teria. E isso não é uma crítica, apenas uma constatação bem lógica.

Seguindo por essa estrada e buscando um recorte de uma das copas mais disputadas de toda a história, chegou à Netflix a minissérie Brasil 70: A Saga do Tri. Em cinco episódios de cerca de uma hora de duração, a produção busca apresentar um retrato, com alguns pontos de vista, sobre a eterna seleção de Pelé, Gérson, Tostão, Clodoaldo, Jairzinho, Carlos Alberto Torres, Félix, Rivellino, Zagallo e companhia, que conquistou o tricampeonato mundial em terras mexicanas.

Desde que foi anunciado o projeto, nos pegamos pensando em como seria desenvolvida essa narrativa e que pontos o roteiro iria explorar entre as possibilidades criativas da ficção e os fatos que realmente ocorreram. O caminho definido foi abrir o leque entre o campo e fora dele, reunindo questões morais e políticas que estiveram presentes na caminhada rumo ao título. Isso tudo com o acréscimo da paixão dos brasileiros por esse esporte, um ponto retratado, algumas vezes, de forma exagerada e que contribuem pouco para o recorte proposto.

Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix
Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix

Alguns elos se ligam entre os episódios, tendo como pano de fundo a ansiedade e a pressão que os jogadores passaram. Alguns momentos da série escancaram isso como mais profundidade, como no penúltimo capítulo, talvez o melhor da produção. Nele, os ‘fantasmas’ da derrota brasileira para o Uruguai na final da Copa do Mundo de 1950, disputada no Brasil, chegam com força, às vésperas de novamente enfrentar o time uruguaio.

Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix
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Outro ponto que chama bastante atenção, mesmo que não avance muito além da superfície, é o olhar sobre a relação entre política e o futebol em uma época no qual o Brasil vivia sob uma ditadura cruel. No epicentro dessa questão está a figura do famoso jornalista João Saldanha (Rodrigo Santoro), um profissional conhecido nacionalmente por seu ofício que virou treinador da seleção brasileira antes da copa, e depois foi demitido perto do início do mundial. Além de seus embates futebolísticos e opiniões fortes, acompanhamos o drama de sua família, perseguida no Brasil pelo regime ditatorial enquanto ele realizava a cobertura da Copa.

Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix
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Ainda sobre Saldanha, ele personifica a crônica esportiva brasileira em uma época de protagonismo também dos jornalistas. Tempos diferentes dos de hoje, onde ex-jogadores parecem ser as grandes estrelas dos microfones, algo que deixa bem menos profunda uma cobertura jornalística. Esse personagem nos lembra desses tempos passados onde o noticiar e opinar era de fato uma função de destaque, em um ofício cada vez mais escanteado. Claro que tem espaço para todo mundo, mas a profissão de jornalista deveria ter mais reconhecimento – em todas as áreas, não só no futebol.

Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix
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Dentro de campo, a magia acontece. Para quem curte futebol, vai logo notar como são bem feitas as cenas dos jogos – que são muitas – recriando momentos de euforia dos estádios e principalmente jogadas que ficaram na história. Entre elas, a defesa inacreditável do goleiro britânico Gordon Banks e os dois gols perdidos por Pelé que nunca esqueceremos: um chute do meio-campo que quase entrou e um drible de corpo inesperado seguido de um chute com a bola passando rente à trave. Muitos desses momentos são narrados por um locutor fictício entusiasmado, interpretado pelo ótimo – e um conhecido apaixonado por futebol – Marcelo Adnet.

Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix
Crédito_Alexandre_Schneider_Netflix

Com algumas imagens da época se intercalando com as filmagens da ficção, principalmente no jogo final disputado no estádio azteca, partida que marcou na história esse grupo de jogadores e eternizou de uma vez por todas o Rei Pelé, Brasil 70: A Saga do Tri entrega o que propõe: a emoção na ponta da chuteira – mesmo que derrape em algumas questões fora de campo.

Crítica | Ariana Grande dá início a nova era com a melódica e nostálgica “hate that i made you love me”

Ariana Grande é uma das principais forças da música da atualidade e dona de sucessos incomparáveis que demonstram não apenas um inegável apreço pela arte fonográfica, mas uma versatilidade de tirar o fôlego. Conhecida por seus cristalinos vocais e uma habilidade exímia para composições ácidas e ambíguas, Grande conquistou fama ao redor do mundo não apenas por sua presença artística, mas por uma profundidade emocional que foi transmutada em diversas canções aplaudidas e premiadas ao redor do mundo.

Depois de nos entregar mais uma era sólida com o impecável ‘Eternal Sunshine’, que inclusive figurou a nossa lista de Melhore Álbuns de 2024, Grande tirou um tempo para focar na duologia ‘Wicked’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante – e agora está pronta para voltar ao mundo da música com o antecipado Petal. O oitavo compilado de originais da vencedora do Grammy tem lançamento agendado para o dia 31 de julho e já se tornou um dos mais esperados do ano, cultivando um sentimento de ansiedade entre seus incontáveis fãs. E, para nos preparar para sua próxima era, Grande nos presenteou nestes últimos dias com o lead single “hate that i made you love me”.

Diferente do vibrante house de “yes, and?”, do sensual R&B de “positions” e o memorável pop de “thank u, next”, a nova faixa da artista soa mais constrita – e não digo isso de maneira pejorativa. Ao longo de pouco mais de três minutos, Grande mais uma vez nos deixa em êxtase com seus vocais, dessa vez apostando em tons mais graves que, sem sombra de dúvida, combinam com uma estética mais madura que ela pretende nos entregar. Aqui, ela encontra o empoderamento em uma atmosfera sinestésica e mais calma, mas sem deixar de lado os comentários irônicos sobre relacionamentos que não deram certo – e que lhe causam um sardônico “arrependimento”, como visto no próprio título da track.

Desde o lançamento do lead single, os fãs da cantora e compositora se viram divididos, alguns apreciando a estética oitentista de que se apropriou, outros frustrados por um comeback que não veio como o esperado. Entretanto, é notável como Grande, aliando-se aos produtores e liricistas Max Martin e Ilya Salmanzadeh (dois prolíficos e prestigiados nomes do cenário musical mainstream) para uma mistura bastante funcional, ainda que não tão memorável, de synth-pop, pop alternativo e o conhecido R&B que ela vem explorando desde o início de sua carreira.

Lembrando que “hate that i made you love me” já está disponível em todas as plataformas de música.

 

Astro de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, Gene Wilder ganhará cinebiografia

O aclamado ator, roteirista e diretor Gene Wilder, falecido em 2016, terá sua história de vida contada em uma cinebiografia. O projeto será comandado pelo cineasta Dito Montiel, que garantiu os direitos de adaptação diretamente com o espólio do artista.

De acordo com informações do portal Deadline, Montiel também assina o roteiro ao lado de Jeremy Roth (conhecido por seu trabalho na série ‘Com Amor, Victor’). A produção executiva ficará a cargo de Josh Kesselman, da Mgmt Entertainment, e de Aimee Schoof, Isen Robbins e Megan Freels Johnston, trio da Intrinsic Value Films.

Indicado duas vezes ao Oscar e ao Globo de Ouro, Gene Wilder eternizou performances em clássicos absolutos do cinema, comoA Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, ‘Banzé no Oeste’ ePrimavera para Hitler. Considerado um dos artistas mais amados e influentes da história de Hollywood, ele será o foco de uma narrativa que promete revelar o homem por trás de seus personagens icônicos.

A cinebiografia acompanhará sua trajetória desde os tempos em que era um tímido ator de teatro até sua consagração como uma das vozes cômicas mais singulares da sétima arte. O enredo também explorará suas batalhas pessoais, seus relacionamentos e os desafios que moldaram sua vida e carreira.

Gene Wilder era uma daquelas pessoas raras que conseguiam ser mais engraçadas e mais tristes do que qualquer outra pessoa na sala ao mesmo tempo. Isso não é um personagem. É uma vida. Eu simplesmente não poderia recusar essa história”, declarou o diretor Dito Montiel.

A produtora Aimee Schoof endossou a escolha do cineasta para liderar o projeto, destacando sua sensibilidade artística: “Dito tem uma habilidade única de equilibrar comédia e complexidade dentro do mesmo quadro, sem hesitação. Estamos muito felizes por tê-lo dirigindo este filme”.

GIGANTE! Lex Luthor surge de armadura na primeira foto de ‘Superman 2: Homem do Amanhã’

Superman vai ganhar uma sequência em 2027 chamada ‘Superman 2: Homem do Amanhã‘, e a primeira imagem oficial foi divulgada.

Nela, vemos Lex Luthor (Nicholas Hoult) de armadura.

Confira:

 

Além do retorno de Luthor como vilão, a sequência nos introduzirá ao icônico vilão Brainiac, interpretado por Lars Eidinger (‘Toda Luz que Não Podemos Ver’).

Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator germânico falou sobre o aguardado projeto e falou sobre a experiência de ver David Corenswet (Superman/Clark Kent) vibrando por ele no set de filmagens.

“Mesmo que pareça surpreendente à primeira vista, esses filmes têm uma ambição filosófica séria. Eles carregam um grande peso alegórico para mim”, ele disse. “Veja só a palavra ‘super’ — ela é usada como um superlativo, para algo excelente, maravilhoso. Mas ‘super’ na verdade significa apenas ‘acima’ ou ‘sobre’. Então, o Superman é o Übermensch [além-homem]. Temos o Superego”.

James Gunn explica rivalidade entre herói e Brainiac em ‘Superman: Homem do Amanhã’

“Já existe uma dimensão psicológica profunda embutida nisso”, continuou Eidinger. “Na semana passada, eu estava no set durante os ensaios e perguntei se podia assistir a algumas filmagens, que já tinham começado. E vi um ator com a roupa do Superman, suspenso por cabos em frente a um fundo azul. Olhei para aquela imagem e pensei: esta é a essência da ficção.”

“É uma imagem tão significativa quanto Hamlet segurando a caveira: o Superman, naquela pose de Superman, pendurado por cabos em frente a um fundo azul. Estar no universo do Superman não era um sonho ou um desejo ardente para mim. Mas agora que está acontecendo, consigo ver uma certa inevitabilidade nisso, algo quase predestinado”.

Pouco depois, o astro falou sobre como seu trabalho no teatro o ajudou “enormemente” a se preparar para sua estreia no cinema. “Envolve um registro diferente de atuação, um que não é primordialmente realista e permite um estilo de interpretação muito mais expressivo.”

“Quando assisto a um filme como Guardiões da Galáxia’, de James Gunn, acho que ele tem uma grande qualidade teatral — na abordagem do bem e do mal, e em uma certa tendência à alegoria”, observou. “Brainiac é descrito como a encarnação de Satanás. Acho isso quase shakespeariano. O rei, o bobo — há tantos paralelos para mim.”

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria ArjonaAaron PierreMatthew Lillard também fazem parte do elenco.

Tom Holland cita Miles Morales como seu sucessor como Homem-Aranha: “Balançar para o pôr do sol”

O ator Tom Holland comentou recentemente sobre o futuro do herói nos cinemas após o lançamento de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ (Spider-Man: Brand New Day). O astro expressou abertamente o desejo de ver o amigão da vizinhança passar o manto para a próxima geração de heróis aracnídeos.

“Para quem vier depois, seja um Miles Morales, uma Spider-Gwen, uma Mulher-Aranha ou algo do tipo, eu adoraria participar da construção desse próximo capítulo. Como isso vai acontecer, eu não sei. Mas, se eu puder fazer por alguém o que Downey fez por mim, ficarei completamente satisfeito em balançar para o pôr do sol”, revelou Holland.

Ao citar o apoio que recebeu no início de sua trajetória, Holland se referia a Robert Downey Jr. e ao seu icônico Tony Stark, personagem que introduziu o Peter Parker de Holland ao Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) em ‘Capitão América: Guerra Civil’ (2016).

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Herói enfrenta A Mão e o Hulk nas novas artes do filme; Confira!

O próximo longa-metragem da franquia, Homem-Aranha: Um Novo Dia’, promete apresentar o herói em uma fase de maior amadurecimento pessoal e profissional. Em entrevista recente à revista GQ, Tom Holland acalmou os fãs ao revelar que a produção passou por refilmagens, garantindo que as sessões adicionais serviram apenas para lapidar o material que já era de alta qualidade:

“Posso dizer com certeza que o que estamos fazendo agora não é algo de que o filme precise”, afirmou o ator. “O filme já funciona e brilha como está. Estamos apenas adicionando a cereja do bolo em alguns momentos. Estamos encontrando formas de acrescentar um pouco mais de humor, desenvolvendo uma trama de vilão de uma maneira nova e incluindo algumas coisas realmente divertidas”, afirmou.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Esqueleto e Evil-Lyn em clipe INÉDITO de ‘Mestres do Universo’; Assista!

No dia 4 de Junho, a aguardada adaptação em live-action de Mestres do Universo chegará aos cinemas nacionais, trazendo Nicholas Galitzine no papel do icônico personagem He-Man.

Hoje, foi divulgado um clipe mostrando o Esqueleto e Evil-Lyn.

Assista:

Na trama, após 15 anos separados, o herói é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Idris Elba).

Apesar do filme ainda não ter oficialmente estreado, os fãs da saga de fantasia e aventura já estão se questionando não apenas sobre a possibilidade do filme ganhar uma sequência, mas se outros personagens do panteão irão aparecer nas telonas – incluindo a irmã gêmea de He-Man, She-Ra.

‘Mestres do Universo’: Camila Mendes fala em PORTUGUÊS e conta que não tinha nascido nos anos 80 [EXCLUSIVO]

Em uma recente entrevista, James Purefoy, que interpreta o Rei Randor em Mestres do Universo, disse ter certeza de que a heroína irá aparecer nas supostas continuações (via CBM). Os comentários, inclusive, vão ao encontro de uma declaração similar dada pelo diretor Travis Knight.

“Não posso falar muito sobre She-Ra”, disse o cineasta à revista SFX. “Para mim, She-Ra sempre foi uma parte importante do universo de Masters e da história de Adam. No devido tempo, se tivermos a sorte de contar mais histórias neste universo, She-Ra terá um papel fundamental”.

Mestres do Universo’ chega aos cinemas em 4 de junho.

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O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

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O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

James Gunn explica rivalidade entre herói e Brainiac em ‘Superman: Homem do Amanhã’

O cineasta James Gunn usou suas redes sociais recentemente para comentar sobre a aguardada sequência de Superman (2025). O diretor detalhou a essência do enredo de Superman 2: Homem do Amanhã’, produção que colocará o herói e seu clássico rival Lex Luthor diante da ameaça de Brainiac.

Em sua publicação, Gunn destacou a principal característica do novo antagonista cósmico e explicou como ela se opõe diretamente à natureza do Homem de Aço:

“Brainiac é o que acontece quando a inteligência perde TODA conexão com a humanidade. E o Superman é tão humano quanto qualquer um, então… Eu entendo por que eles têm uma rixa. Brainiac fez sua estreia nos quadrinhos”, escreveu.

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James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor, Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria ArjonaAaron PierreMatthew Lillard também fazem parte do elenco.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Herói enfrenta A Mão e o Hulk nas novas artes do filme; Confira!

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas de todo o mundo em julho deste ano e promete ser uma das produções mais bem-sucedidas de 2026.

Recentemente, novas artes promocionais espalhadas pelo mundo ganharam destaque nas redes sociais, mostrando Cabeça de Teia (Tom Holland) enfrentando tanto perigosa organização de ninjas conhecida como A Mão quanto o Hulk, vivido por Mark Ruffalo.

Confira:

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

‘Rivalidade Ardente’: Astros RECUSARAM convite da Variety; Entenda o motivo!

Os atores Connor Storrie, Hudson Williams e François Arnaud, protagonistas da série ‘Rivalidade Ardente’ (Heated Rivalry), recusaram o convite para participar do Actors on Actors, o tradicional programa de entrevistas da revista Variety.

A informação foi publicada pelo coeditor-chefe e copresidente da revista, Ramin Setoodeh, que explicou o bastidor por trás da decisão: a produção não é elegível ao Emmy deste ano devido a uma questão técnica do regulamento da premiação.

Como a série foi realizada pela plataforma canadense Crave, embora seja exibida em solo norte-americano pela Max, ela e seu elenco não puderam ser inscritos para concorrer aos prêmios. Consequentemente, os atores não estão engajados em nenhuma campanha de divulgação voltada para o Oscar da televisão neste momento.

Ainda que o Actors on Actors não sirva exclusivamente para promover candidaturas, o programa é publicado justamente durante a fase inicial de votação do Emmy, funcionando como uma vitrine altamente estratégica para os potenciais indicados. Diante disso, avalia-se que o elenco tenha considerado inadequado participar de um evento diretamente associado a uma premiação da qual, oficialmente, eles não podem fazer parte.

Atriz revela ter recusado papel em ‘Rivalidade Ardente’ por receio de políticas migratórias do Presidente Donald Trump

De acordo com o jornalista Michael Schneider, também da Variety, a Academia de Artes e Ciências Televisivas exige que uma produção conte com financiamento dos Estados Unidos para se tornar elegível. Fenômenos internacionais populares, como ‘Adolescence’ e ‘Round 6’, conseguiram contornar essa barreira ao incluir coprodutores norte-americanos em alguma etapa do processo.

No caso de ‘Rivalidade Ardente’ (Heated Rivalry), que foi produzida e filmada integralmente no Canadá, essa parceria financeira não foi estabelecida no momento em que a série foi licenciada para a Max.

‘Rivalidade Ardente’ (Heated Rivalry) está disponível no HBO Max.

A série foi criada por Jacob Tierney, baseando-se no segundo romance da saga literária homônima de Rachel Reid.

Na trama…

Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.

Hudson Williams estrela como Shane Hollander, enquanto Connor Storrie dá vida a Ilya Rozanov. O elenco ainda conta com François ArnaudRobbie G.K.Christina ChangDylan WalshSophie NélisseKsenia Daniela Kharlamova.

LEGO anuncia linha INÉDITA inspirada na trilogia ‘Venom’; Saiba mais!

Boas notícias para os fãs de Venom!

A LEGO anunciou recentemente que irá lançar uma nova linha de brinquedos inspirada na franquia cinematográfica da Sony Pictures. A trilogia, que teve início em 2018 e se estendeu até 2024, faturou US$1,8 bilhão nas bilheterias mundiais, apesar das críticas mistas para negativas.

De acordo com o The Brick Fan, o set será lançado nas lojas dos Estados Unidos em 3 de julho, com preço sugerido de US$49,99 e 413 peças. Esta será a primeira vez que o personagem, eternizado por Tom Hardy nas telonas, ganhará uma minifigura da icônica marca.

Ainda não se sabe quando e se a linha chegará ao Brasil.

Confira as imagens:

Vale lembrar que a trilogia está disponível na HBO Max, com o último filme sendo Venom: A Última Rodada’.

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Enigma publicado pelos Irmãos Russo incendeia TEORIAS sobre o trailer de novo longa

Vingadores: Doutor Destino (Avengers: Doomsday) dará início à conclusão da épica Saga do Multiverso do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Agora, uma publicação misteriosa dos diretores Joe e Anthony Russo nas redes sociais acendeu os radares dos fãs, indicando que novidades oficiais sobre a superprodução podem estar muito próximas de serem reveladas.

De acordo com informações do ComicBookMovie, os cineastas utilizaram sua conta oficial no Instagram para divulgar o teaser mais enigmático do projeto até o momento: a imagem consiste apenas em um quadrado verde totalmente vazio.

 
 
 
 
 
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Um post compartilhado por The Russo Brothers (@therussobrothers)

Apesar da simplicidade visual, os detalhes inseridos na publicação movimentaram imediatamente a comunidade geek e alimentaram diversas teorias.

A hipótese mais popular aponta que a cor foi escolhida para representar o próprio vilão, que será interpretado por Robert Downey Jr., embora o tom de verde utilizado na postagem seja um pouco diferente do tradicional das histórias em quadrinhos. O que realmente chamou a atenção da imprensa especializada, no entanto, foi o fato de a imagem incluir marcações estratégicas para as contas de Downey Jr., da Marvel Studios, da franquia ‘Vingadores’, da produtora AGBO e do evento SXSW London.

O mercado pondera que, se um trailer estivesse programado para estrear no SXSW, a informação provavelmente já teria vazado nos bastidores de Hollywood; ainda assim, as tags sugerem fortemente que os diretores têm algo planejado para o início da próxima semana.

Indo ainda mais fundo nas investigações, alguns fãs mais atentos acreditam que o código do tom específico de verde usado pelos Russo esconde, de forma subliminar, a data 18 de julho, levantando a dúvida 

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

 

Katey Sagal, de ‘One Piece’, é escalada para a nova série de COMÉDIA do Apple TV

Segundo a VarietyKatey Sagal (‘One Piece’) foi escalada para a nova série de comédia do Apple TV.

A atriz se junta à previamente confirmada Elizabeth Banks (‘As Panteras’, ‘Jogos Vorazes’), que será a protagonista. Ted Danson (‘The Good Place’) e Rob Delaney (‘Morrendo por Sexo’) integram o elenco.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Ainda sem título oficial, o projeto foi criado po Liz Heldens (‘Will Trent’) e Matt Ward (‘Best Medicine’). Banks assume a função de produtora executiva também.

Anteriormente conhecida como ‘We’re All Gonna Die’, a série é supervisionada pela 20th Television.

A produção começa a ser rodada em Los Angeles ainda este ano e traz Banks de volta ao cenário das comédias após participar de obras como ‘Scrubs’’30 Rock’.

A comédia gira em torno de Heidi (Banks), que acaba de sair de um divórcio conturbado e decide dar um novo rumo à sua vida e à de seus filhos. Mas, ao se ver envolvida na organização dos encontros sexuais do pai na comunidade de aposentados, Heidi se vê obrigada a formar uma aliança improvável com o filho solteiro da namorada dele.

Mais detalhes não foram divulgados.

Trailer FINAL de ‘Todo Mundo em Pânico 6’ tira sarro do aclamado terror ‘Corra!’; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo trailer da aguardada sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘.

O vídeo tira sarro do aclamado terror vencedor do Oscar Corra!’, dirigido por Jordan Peele e estrelado por Daniel Kaluuya.

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Vale lembrar que o sexto filme da franquia recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá assistida por maiores de idade. O longa foi classificado pelo MPAA por “conteúdo sexual explícito, nudez gráfica, violência intensa, uso de drogas e linguagem imprópria ao longo de todo o filme”.

A produção retoma a alta classificação etária dos dois primeiros filmes. Vale lembrar que, após a saída dos Irmãos Wayne, as sequências seguintes foram lançadas com baixa classificação (PG-13) – na esperança de conquistar um público maior.

Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

As estrelas Anna Faris e Regina Hall também reforçaram que o novo capítulo pretende ultrapassar limites. Em entrevista à Entertainment Weekly, Hall afirmou que o filme vai “ofender todo mundo”, enquanto Faris brincou dizendo que os irmãos Wayans sempre tiveram um estilo de humor que “atira para todos os lados”.

A proposta já vem dividindo opiniões na internet. Enquanto muitos fãs comemoram o retorno da franquia às mãos dos Wayans e enxergam a produção como uma tentativa de ressuscitar as grandes comédias sem censura dos anos 2000, outros acreditam que o humor “anti-cancelamento” pode soar datado ou forçado. Discussões no Reddit mostram exatamente essa divisão entre nostalgia e receio sobre o tom adotado pelo filme.

Ainda assim, uma coisa é certa: em uma Hollywood cada vez mais cautelosa, Todo Mundo em Pânico‘ parece disposto a fazer exatamente o contrário — provocar, incomodar e rir de absolutamente tudo. E talvez seja justamente isso que esteja faltando nas salas de cinema.

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção. Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Kelly Curtis, atriz e irmã de Jamie Lee Curtis, falece aos 69 anos

A atriz Kelly Curtis, irmã mais velha da vencedora do Oscar Jamie Lee Curtis, faleceu no último sábado aos 69 anos. De acordo com informações da Variety, a notícia foi confirmada por Jamie Lee em uma publicação dedicada à memória da irmã.

Em um tributo compartilhado nas redes sociais, Jamie relembrou a forte conexão que mantinha com Kelly, destacando sua personalidade multifacetada e o carinho com que ela conduzia a vida:

“Um caloroso aloha para minha irmã mais velha, Kelly Lee Curtis. Ela faleceu esta manhã. Em sua casa. Em meio à natureza. Em paz. Ela foi minha primeira amiga e confidente por toda a vida. Era de uma beleza impressionante e uma atriz talentosa. Jogava cartas maravilhosamente bem, colecionava tartarugas e amava sua família, a natureza, a música, brechós, viagens, Facebook e Pokémon Go. Tinha orgulho de suas raízes dinamarquesas e de sua ascendência judaico-húngara, além de ser uma patriota americana dedicada”, afirmou.

Jamie Lee Curtis continuou a homenagem destacando o legado afetivo deixado pela irmã e os pequenos rituais que marcavam a convivência familiar:

“Ela será lembrada por sua generosidade amorosa, opiniões fortes, curiosidade sem fim, estilo único e pelos seus biscoitos de amêndoa em formato de lua crescentee que preparava no Natal, razão pela qual era conhecida como ‘Tia Cookie’. Kelly sempre encerrava suas mensagens com uma bênção húngara: ‘Isten Veled’, que significa ‘Deus está com você’. Isten Veled para minha irmã do sol e da lua, minha Tai. Nos veremos novamente adiante”, acrescentou.

Nascida em 1956, em Santa Monica, Kelly Curtis pertencia a uma das linhagens mais famosas de Hollywood. Ela fez sua estreia nas telas ainda bebê no clássico ‘Os Vikings’ (1958), estrelado por seus pais, os astros Tony Curtis e Janet Leigh.

Ao longo de sua carreira na atuação, Kelly trabalhou ao lado da irmã na comédiaTrocando as Bolas (1983) e também colaborou nos bastidores, atuando como assistente de Jamie Lee Curtis em sucessos populares como Sexta-Feira Muito Louca (2003), ‘Um Natal Muito, Muito Louco’ (2004) e ‘Você de Novo’ (2010).

Na televisão, seu papel de maior destaque foi como a Tenente Carolyn Plummer na primeira temporada da série ‘The Sentinel’.

Rock in Rio 2026: line-up completo do festival traz seleção de SUPERESTRELAS da música

Parafraseando “aquele campeonato” mundial de futebol que está prestes a começar, a seleção da edição 2026 do Rock in Rio será de superestrelas.

Em campo, ou melhor, nos palcos, 45 nomes internacionais e mais de 15 incríveis shows únicos e exclusivos, nomes que somente o festival trará para os fãs. Para garantir esta potente escalação, a organização do evento anuncia Calvin Harris, um dos maiores e mais bem-sucedidos DJs, produtores e hitmakers da história da música mundial para encerrar as apresentações do Palco Mundo no domingo, 6 de setembro, que será de pré-feriado.

Este show inédito no palco do festival vai tirar o fôlego, com espetáculo de pirotecnia aliada a trilha sonora e elementos que vão iluminar a plateia. Pela primeira vez no Brasil Lola Young. As performances não param por aí e seguem com os nomes da máquina global de hits multiplatinados Black Eyed Peas, Nelly, Halsey, Ivete Sangalo e Barão Vermelho Encontro Formação Original. 

Todos estes artistas estão escalados para o Palco Mundo. Já no Sunset, o palco faz um mergulho na sua essência e traz encontros cheios de história e particularidades que estimulam o público a conhecer mais sobre os shows. O festival anuncia NE-YOJota Quest toca Tim MaiaBaianaSystem, a dupla portuguesa CalemaMarina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane.

“Se tem música é Rock in Rio, se tem festa é Rock in Rio, se tem conexão é Rock in Rio. O Brasil está aqui conosco – serão 700 mil pessoas – e também está ligado com a gente nas transmissões que atingem mais de 46 milhões de pessoas em suas casas, sem falar do alcance de mais de 200 milhões de brasileiros pelos conteúdos gerados nas redes durante o evento. Isso é fantástico. É real! Traz emoção. Desde 1985 o Rock in Rio se transformou no lugar que todos queremos estar. Quando começamos a construir uma edição do Rock in Rio, pensamos muito além dos shows. Pensamos no encontro, nas pessoas que atravessam o país para estar aqui, nos amigos que se reencontram, nas famílias que vivem juntas essa experiência, enfim, em tudo o que acontece quando a música cria conexões”, celebra Roberto Medina, presidente e criador da Rock World.

“Este ano reunimos uma seleção extraordinária de artistas nacionais e internacionais, com apresentações exclusivas e momentos que só vão acontecer na Cidade do Rock. É um line-up que representa diferentes gerações, estilos e culturas, mas que tem algo em comum: a capacidade de emocionar e aproximar as pessoas. Em setembro, o Brasil inteiro estará no Rio de Janeiro. E é isso que mais me encanta. Ver a cidade recebendo gente de todos os lugares, vivendo essa energia única e transbordando o Rock in Rio para fora dos nossos portões, das nossas fronteiras, realizando muito mais do que um festival. O Rio de Janeiro e o público são, mais uma vez, os grandes headliners desta edição”, ele acrescenta.

Para mais informações sobre o line-up oficial, visite o site do Rock in Rio!

Guillermo Del Toro rasga ELOGIOS para ‘O Segredo de Widow’s Bay’, novo suspense cômico do Apple TV

O Segredo de Widow’s Bay‘, suspense cômico estrelado por Matthew Rhys (‘Perry Mason’), continua em exibição no Apple TV – e chamou atenção de um dos realizadores mais prestigiados e prolíficos da atualidade.

Através do X (antigo Twitter), o vencedor do Oscar Guillermo Del Toro (‘A Forma da Água’, ‘Pinóquio’) rasgou elogios para a produção estrelada por Matthew Rhys e a caracterizou como uma das melhores séries dos últimos tempos.

“Se me permitem, na minha opinião, ‘O Segredo de Widow’s Bay’ pode muito bem ser a melhor série de streaming em muito tempo… E sem dúvida um dos atos de prestidigitação narrativa mais fascinantes do terror”, ele escreveu.

A atração não apenas se tornou um sucesso entre os assinantes da plataforma, como conquistou sólidos 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.

Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.

Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.

Kate O’FlynnStephen RootKingston Rumi SouthwickKevin CarollDale Dickey também estrelam.