O novo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ finalmente contou com a participação deCharlie Cox reprisando seu papel como Matt Murdock, o Demolidor.
O episódio mostrou Jen (Tatiana Maslany) e Matt em lados opostos do mesmo processo judicial, enquanto Eugene Patillio, o Homem-Sapo (Brandon Stanley), estava processando Luke Jacobson (Griffin Matthews) por fazer um traje aparentemente defeituoso.
Em entrevista para o site oficial da Marvel, a criadora da série, Jessica Gao, explicou a importância da introdução de Murdock para a evolução de Jen como heroína.
“Fazia muito sentido trazê-lo neste programa porque tanto ele quanto Jen são advogados durante o dia e super-heróis fora do escritório, mesmo que Jen esteja fazendo isso com relutância. Quem seria melhor para convencê-la a mergulhar nesta jornada?”
Além de dividirem o tribunal, Jen e Matt tentam resgatar Jacobson depois que ele é sequestrado pelo Homem-Sapo, levando a uma intensa sequência de ação, incluindo uma luta do Demolidor contra os capangas de Eugene em um corredor mal iluminado, fazendo referência a uma das cenas mais marcantes da extinta série daNetflix.
Mas, antes que ele pudesse concluir a pancadaria, Jen interfere esmagando o telhado do corredor e acabando de vez com alguns dos capangas.
E aí, você já assistiu ao episódio? O que achou das referências?
Lembrando que o último episódio de ‘Mulher-Hulk’ será lançado no dia 13 de outubro.
A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
Falta pouco mais de um mês para a estreia de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, que vai marcar a estreia de Riri Williams, a Coração de Ferro, no Universo Cinematográfico da Marvel.
Vivida por Dominique Thorne, a personagem é inspirada pelo legado de Tony Stark e constrói sua própria armadura com inteligência artificial.
No entanto, a estrela disse à Entertainment Weekly que Williams não será uma típica heroína porque ainda não se enxerga como tal.
“Adoro o fato de ela ser totalmente ela mesma. Ela definitivamente não é a super-heroína típica ou tradicional. Ela é muito… Bem, Riri Williams, ela se acha apenas uma estudante de 19 anos no meio de todo esse negócio de Coração de Ferro, digamos que a ficha ainda não caiu.”
Ela continuou:
“Ela traz um tipo diferente de energia, mas também tem algumas semelhanças com personagens que já vimos neste universo antes. Neste filme, vemos Shuri conhecer alguém que tem algumas coisas em comum com ela, mas também muitas, muitas diferenças.”
Para quem não a conhece, a personagem apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
Agora resta aguardar para saber como ela será adaptada nas telonas.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
Mas o destaque da entrevista foi quando Faraci revelou que o astro também irá estrelar uma sequência de ‘Homem de Aço’.
“A principal razão pela qualHenry Cavill aceitou retornar como Superman em ‘Adão Negro‘ é porqueDwayne Johnson conseguiu convencê-lo. Johnson pressionou a Warner Bros. e os fez entrar em contato com Cavill, e eles tiveram que assinar um novo contrato com ele, inclusive para desenvolverem um novo filme do ‘Superman’. Tudo porque Johnson insistiu.”
Apesar de não haver nada confirmando até o momento, Johnson sempre fez questão de dizer que “Cavill é o Superman da nossa geração”, além de elogiou sua performance como “fenomenal”.
Johnson acrescentou que ele e Cavill são grandes amigos e toda vez que se encontravam, ele dizia a si mesmo: “esse cara é o Superman”.
Infelizmente, Faraci não deu mais detalhes sobre o contrato, então não se sabe quando um novo filme solo do herói deve entrar em produção.
Para quem não se lembra, Cavill estreou como Clark Kent em ‘O Homem de Aço‘ (2013) e reprisou o papel em ‘Batman vs Superman‘ (2016) e ‘Liga da Justiça‘ (2017), além do Snydercut do filme, lançado em 2021.
No entanto, muitos fãs gostariam de ver o herói numa sequência do filme de 2013 e também interagindo com outros personagens, como o próprio ‘Adão Negro’.
Agora só nos resta aguardar para saber se o Superman estará no longa, que estreia em 20 de outubro nos cinemas nacionais.
De acordo com o Box Office Pro, a adaptação deve arrecadar entre US$ 55 – 70 milhões no primeiro fim de semana de estreia nos EUA e no Canadá.
O portal menciona que um dos pontos positivos é que há uma grande expectativa para a estreia de Johnson nas adaptações de quadrinhos de super-heróis.
O valor é similar à abertura de ‘Aquaman’, que ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
Além disso, o próprio astro vem fazendo um ótimo trabalho de divulgação através de sua ampla base de fãs nas redes sociais.
Por outro lado, o ponto negativo é que as reações aos trailers de ‘Adão Negro’ foram inconsistentes ao longo do ano, com números de visualizações abaixo do esperado para um filme dessa magnitude.
O primeiro trailer do longa teve apenas 8 milhões de visualizações após 24 horas (via Reddit), enquanto o trailer de ‘Batman‘ alcançou 31 milhões de views no mesmo período (via Film Updates).
Apesar de já ter sido lançada, a comédia romântica ainda deve permanecer em cartaz semanas após a chegada de ‘Adão Negro‘, e os protagonistasGeorge ClooneyeJulia Roberts estão sendo bastante atrativos até o momento.
Por fim, ‘Adão Negro‘ deve encerrar a corrida no mercado interno com uma bilheteria em torno de US$ 135 – 175 milhões.
Lembrando que o filme será lançado em 20 de outubro nos cinemas nacionais.
Você está na expectativa?
Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.
O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Antes de começar a ler esta crítica, conforme dito no título, gostaria de ressaltar que é uma crítica feita com Spoilers. Ou seja, ela contém revelações importantes da trama do especial de Halloween da Marvel: Lobisomem na Noite. Caso você não queira saber mais sobre algumas das surpresas do telefilme, recomendo que assista ele primeiro e depois volte aqui para ler o texto. Mas se você não liga para os Spoilers, pode seguir sem medo!
Provavelmente um dos projetos mais inesperados da Marvel nesses últimos tempos,Lobisomem na Noite é um especial de Halloween que parece ser um projeto meio isolado, mas que, na verdade, introduz um clã muito importante para essa nova empreitada de adaptar o núcleo sobrenatural no MCU.
A trama gira em torno de um antigo grupo de assassinos e mercenários espalhados pelo mundo, os Caçadores de Monstros. Como a própria introdução anuncia, distante das luzes e glórias dos super-heróis, essa horda de caçadores orgulhosamente dedica sua existência a extirpar todo tipo de criatura sobrenatural. Seu líder é ninguém menos que Ulysses Bloodstone, um lendário caçador que teve sua vida prolongada graças à Joia de Sangue que ele carrega ao redor de seu pescoço. Apesar de ser praticamente imortal, sua hora chega e seu legado de destruição e extinção de monstros precisa ser passado.
Para isso, a organização convoca os caçadores com maior número de mortes para se reunirem em uma cúpula, onde haverá um desafio tão difícil que nem mesmo o próprio Ulysses foi capaz de fazê-lo: caçar um monstro terrível que está trancado dentro de um tipo de labirinto. Aquele que conseguir matá-lo, poderá remover a pedra e herdar os poderes de Bloodstone. Dentre esses caçadores estão o sereno Jack Russell(Gael García Bernal) e a reticente, porém letal, Elsa Bloodstone (Laura Donnelly), filha de Ulysses. O que eles não sabem é que Jack esconde um segredo que pode desonrar a horda dos caçadores: ele é um lobisomem. Assim, os maiores assassinos de criaturas sobrenaturais do mundo partem labirinto adentro, dispostos a matar a tal criatura e até mesmo seus concorrentes, já que a disputa pode terminar a qualquer momento.
Por se tratar de um núcleo não tão conhecido do grande público, a Marvel teve uma liberdade um pouco maior para arriscar neste projeto. Afinal, se desse errado, o Homem-Coisa não colocaria muito a perder para a linha principal do MCU. Por isso, todo esse especial, que tem em torno de 50 minutos de duração, é inspirado nos monstros clássicos da Universal. Ou seja, ele tenta replicar a estética dos longas de terror da década de 1930 e 1940. E acontece um trabalho bastante minucioso da direção e da direção de arte para que essa atmosfera seja recriada com maestria. Além de ser todo em preto e branco, o telefilme traz os granulados na filmagem e os estouros na tela, que passam uma sensação fantástica para os fãs dos monstros e do terror antigo.
A própria ambientação da história é bastante diferente do padrão Marvel. Apesar de não saber dizer se os cenários foram construídos ou se são apenas um CGI muito bem trabalhado, os cenários passam uma impressão de serem autênticos, construídos apenas para a filmagem, tal qual no início do século XX.
Vale ressaltar também que a direção de Michael Giacchino é impecável. Conhecido por ser um dos melhores compositores de trilhas sonoras da atualidade, Giacchino conseguiu trazer seu talento sonoro para outro sentido: a visão. A forma como ele enxerga a música e usa ângulos de câmera que acompanham com sincronia as trilhas usadas é de encher olhos e ouvidos. E como fã dos Monstros clássicos, Michael não economiza na hora de inserir elementos carimbados nesse tipo de filme, como a narração de abertura ao melhor estilo Vincent Price, os corpos decompostos, os insetos saindo de lugares escuros, as rajadas de sangue jorrando de cortes e, claro, a construção da ameaça por meio de sombras.
A abertura tem forte influência do trabalho do lendário Vincent Price
O ápice deste telefilme é justamente a transformação de Jack Russell no Lobisomem. A cena dessa metamorfose de homem para lobo é praticamente toda construída por meio da sugestão. São as sombras na parede e o horror no rosto de Elsa e dos inimigos que nos preparam para sua forma final. E apesar da computação permitir construir visuais muito elaborados, a produção apostou num visual mais simples e bem fiel ao Lobisomem dos quadrinhos. Pode não dar medo para a molecada atual, que já está acostumada a espíritos, demônios e freiras possuídas, mas é um trabalho muito bom de figurino e maquiagem que agregam muito valor ao projeto.
Já os personagens, que ainda não sabemos qual futuro terão no MCU, já que o núcleo sobrenatural ainda engatinha neste universo, conseguem cativar o público em pouco tempo. A trinca principal é, sem dúvidas, Jack Russel, Elsa Bloodstone e o Homem-Coisa. Falando neste último, o visual dele está impecável. Todo a imponência do corpo de lodo e musgo com os marcantes olhos vermelhos roubam a cena quando ele aparece. E a relação dele com Jack, mesmo que mostrada brevemente, já deixa um gostinho de quero mais.
A interação entre Jack e Elsa também é muito interessante, principalmente se levarmos em conta que são dois personagens que chegaram com um passado misterioso, pouco se falou sobre suas origens ou objetivos, mas ainda assim conseguiram instigar a curiosidade e cativar o público com as poucas informações cedidas neste especial. O contraste entre a serenidade de Russell e a intensidade de Bloodstone criou uma química muito boa em tela. E com personagens como o Cavaleiro da Lua (Oscar Isaac), o Cavaleiro Negro (Kit Harrington) e o Blade (Mahershala Ali) perambulando por aí, tomara que a Marvel se permita explorar mais esse lado monstruoso de seu universo, até porque não se pode usar um talento como o de Gael García Bernal apenas uma vez. Que tragam seu Jack/ Lobisomem para mais aventuras no MCU.
Servindo como uma grande homenagem aos clássicos do terror do século passado, mas ainda assim não se limitando a isso, já que apresenta personagens interessantes e traça um caminho para novos rumos do Universo Cinematográfico Marvel, Lobisomem na Noite é um excelente início da Marvel nesse caminho de telefilmes. Vale lembrar que o próximo é o Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia, que já está deixando muitos fãs ansiosos para as festividades do fim de ano. O trabalho de Michael Giacchino na direção também está mais do que aprovado, mostrando que o estúdio tem em mãos um profissional muito talentoso e com potencial de crescer ainda mais no meio cinematográfico. Enfim, Lobisomem na Noite é uma aventura com jeitão de terror que tem tudo para fazer sucesso entre vários tipos de público, até mesmo entre os mais velhos e os (muito) mais jovens. É uma ótima pedida para o Halloween.
A HBO Max divulgou as imagens promocionais dos novos heróis e vilões que serão introduzidos na 4ª temporada de ‘Titãs‘.
As imagens destacam a caracterização de Joseph Morgan (‘The Originals’) como o vilão Irmão Sangue, Lisa Ambalavanar como a mestre da magia negra Jinx, e Franka Potente como a Mother Mayhem.
Confira:
Lembrando que ‘Titãs‘ retorna com episódios inéditos em novembro. Embora a série seja um original HBO Max, a transmissão no Brasil ocorre pela Netflix. As três primeiras já temporadas estão disponíveis na Netflix.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
A Apple TV+ divulgou o teaser oficial do drama ‘Emancipation‘, primeiro longa estrelado pelo Will Smith após a polêmica durante a cerimônia do Oscar 2022.
Confira:
O longa estreará no serviço de streaming no dia 9 de dezembro – uma semana após a estreia limitada nos cinemas norte-americanos.
Dirigido por Antonine Fuqua (‘Dia de Treinamento’), o longa foi adquirido pelaApple por US$120 milhões pelos direitos de exibição.
A história é baseada na derradeira história real de Peter (Smith), um escravo cujas costas flageladas viralizaram no ano de 1863. Peter era um escrevo fugitivo de uma plantação na Louisiana pertence a John e Bridget Lyons, e foi açoitado brutalmente por um dos guardas da plantação que quase o matou. Ele, então, decidiu fugir para o Norte, juntando-se ao Exército da União. Quando Peter mostrou para os doutores durante um exame médico, eles tiraram fotos de suas cicatrizes e uma das fotos foi publicada no jornal Independent em maio do mesmo ano – e na Harper Weekly uma semana mais tarde.
A imagem girou o mundo e foi exposta como prova da crueldade infligida nos escravos nos Estados Unidos, solidificando a causa abolicionista e induzindo vários pretos livres a se juntarem à União para lutar contra os racistas sulistas.
Embora não esteja confirmado, fontes dizem que Durand deve interpretar um macaco e que o personagem provavelmente será o vilão no novo filme.
O astro se junta a Owen Teague (‘It – A Coisa’), Freya Allan (‘The Witcher’) e Peter Macon (‘The Orville’).
Por enquanto, não há detalhes sobre os personagens de Allan e Macon, enquanto Teague dará vida ao principal primata da trama, que será dirigida por Wes Ball (‘Maze Runner’) e co-escrita em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).
Enquanto isso, a busca pelo protagonista humano continua.
Também foi dito que o filme será intitulado ‘O Reino do Planeta dos Macacos‘.
Confira a primeira imagem oficial:
Espera-se que as gravações seja iniciadas até o fim do ano, mas tudo depende do avanço do roteiro.
Não se sabe muito sobre o projeto, pois Ball e os executivos do estúdio vêm mantendo a ideia a sete chaves.
De qualquer forma, a franquia tem sido uma alta prioridade desde quando a Disney adquiriu a 20th Century e deixou claro que o plano era desenvolver o próximo filme o mais rápido possível.
Lembrando que Ball assumiu a direção em 2019 e continua trabalhando no roteiro e nas especificações dos efeitos visuais.
Por conta disso, ainda não há previsão de lançamento.
O filme original de 1968 é baseado em um romance do escritor francês Pierre Boullee estrelado por Charlton Heston, que vive um astronauta que pousa em um planeta e descobre uma civilização avançada de macacos governando humanos primitivos.
Na reviravolta final, ele descobre que ainda está na Terra, que sofreu uma guerra nuclear apocalíptica.
O filme foi um sucesso comercial e crítico após seu lançamento e gerou inúmeras sequências e uma série de TV ao longo da década de 1970.
Em 2011, surgiu a trilogia iniciada com ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘, que narra como os primatas assumiram o controle sob o comando de César, interpretado por Andy Serkis através da tecnologia de captura de movimento.
O filme não foi apenas um sucesso retumbante de bilheteria, mas também recebeu algumas das melhores críticas da história da franquia, levando a um novo conjunto de filmes que terminou com ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ (2017.)
Comandada por Rupert Wyatt e Matt Reeves, a trilogia rendeu mais de 1,6 bilhão de dólares.
A icônica cantora e compositora Taylor Swift revelou através de vários “episódios” intitulados “Midnights Mayhem with Me” a tracklist completa de ‘Midnights’, seu aguardado 10º álbum de estúdio.
Confira:
1. Lavender Haze 2. Maroon 3. Anti-Hero 4. Snow on the Beach, feat. Lana Del Rey 5. You’re on Your Own, Kid 6. Midnight Rain 7. Question…? 8. Vigilante Shit 9. Bejeweled 10. Labyrinth 11. Karma 12. Sweet Nothing 13. Mastermind
Lembrando que o compilado será lançado em 21 de outubro e é descrito como “histórias de 13 noites sem dormir espalhadas pela minha vida”, como ela mesma disse.
Confira:
Midnights, the stories of 13 sleepless nights scattered throughout my life, will be out October 21. Meet me at midnight.
Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’ e ‘Folklore’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’ e ‘Red’, ambos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
Como os próprios filmes clássicos nos quais se inspira, a produção terá mais efeitos práticos do que digitais, como garantiu o diretor Michael Giacchino.
Em entrevista para o Fandom, o cineasta disse que a equipe optou pelos efeitos práticos desde o traje de alguns personagens até os cenários.
“Fizemos absolutamente tudo no set e usamos efeitos práticos o máximo que podíamos. Desde o início, eu não queria que este projeto fosse um festival de tela verde ou azul. Eu queria cenários reais, maquiagens reais e fantasias reais.”
Ele continuou:
“Todos os cenários são reais, tudo o que você vê é real. Já é difícil o suficiente acreditar no fato de monstros e tudo mais, mas se fizéssemos o ambiente parecer real, não apenas para o espectador, mas para os próprios atores, pensei que teríamos uma chance de fazer isso parecer algo que poderia ter acontecido. Então, qualquer efeito prático que pudéssemos fazer, nós fizemos.”
Uma das cenas mais icônicas do especial – a de Jack Russell (Gael Garcia Bernal) se transformando no lobisomem foi praticamente filmada também, em vez de criada digitalmente.
“A cena da transformação do lobisomem está em nossas câmeras. Nós realmente nos esforçamos muito para fazer o máximo que podíamos. Então foi apenas um exercício divertido no cinema da velha guarda”, concluiu Giacchino.
No Rotten Tomatoes, o especial conquistou incríveis 100% de aprovação.
Por enquanto, apenas sete críticas foram publicadas e todas são positivas.
Entre os comentários, os jornalistas elogiaram como a atração conseguiu homenagear os clássicos do terror da história cinematográfica e se surpreenderam como a Marvel Studios se destacou em um gênero completamente diferente de suas principais produções.
Confira:
“Os deliciosos estilos de terror retrô e um par de protagonistas cativantes distraem com sucesso, pelo menos por um tempo, alguns dos traços mais convencionais do MCU.” – Bloody Disgusting.
“Utilizando elementos de comédia sombria, romance leve e amizade, ‘Lobisomem na Noite‘ é capaz de equilibrar diversão e medo.” – IndieWire.
“O filme também se revela um conto de terror perfeitamente realizado que existe e se encaixa no MCU como um todo. Após várias tentativas fracassadas, parece que o MCU finalmente encontrou um Cryptkeeper adequado com o diretor Michael Giacchino.” WGTC.
“‘Lobisomem na Noite‘ é a entrada menos MCU no MCU desde, bem, antes do MCU existir. Isso é uma coisa boa… É uma carta de amor completa para todos os filmes de monstros e de terror.” – io9.
“Eu amo como Michael Giacchino presta homenagem aos filmes de monstros de antigamente – chegando ao ponto de ter queimaduras de cigarro no canto, como uma impressão de filme de 35MM! – mas também introduz horror ao MCU de uma maneira nova e convincente.” – VitalThrills.
“‘Lobisomem na Noite‘ é a perfeição e não há como exagerar isso. Para aqueles na plateia que cresceram com o terror clássico da Universal, esse especial é para vocês. É a personificação de um amor profundo por monstros.” – But Why Tho? A Geek Community.
Assista ao trailer:
Gael Garcia Bernal (‘Tempo’) e Laura Donnelly (‘The Nevers’) irão estrelar a produção.
‘Werewolf by Night‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.
Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.
Vale lembrar que, na edição #32 de Werewolf by Night, tivemos a primeira aparição do ‘Cavaleiro da Lua‘, personagem da Marvel que estrelará sua própria série da Marvel no Disney+.
Na semana passada, ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ encantou o público com um episódio impecável do começo ao fim – o primeiro a realmente trazer uma batalha entre as forças do bem e do mal. Mas isso não foi tudo: para além da ótima ação coreografada por Charlotte Brändström e sua equipe criativa, tivemos reviravoltas chocantes com eventos que viriam a definir o destino da Terra-Média, principalmente com a criação de Mordor, a terra das sombras dominada por Sauron e seus asseclas. Agora, estamos de volta com mais um capítulo que, no geral, é uma grande decepção e vem recheado de redundâncias e obviedades.
Era apenas natural que Brändström ficasse a encargo do episódio que se seguiria aos potentes acontecimentos de “Udûn” – e era quase automático imaginarmos que as coisas dariam um passo para trás e diminuiriam o ritmo. Afinal, diferente do que muito acreditavam, os mocinhos não estão vencendo e os perigosos Orcs e seus mestres continuam a arquitetar artimanhas mortais para garantir que Sauron, Morgoth e todos os perigosos antagonistas do universo tolkieniano voltem à vida. Aqui, a diretora, acompanhando o roteiro de Jason Cahill, acerta em cheio ao tomar o tempo necessário para que os sobreviventes sejam resgatados e para que a melancolia e a angústia que vêm após a derrota seja explorada de várias maneiras.
De um lado, temos Galadriel (Morfydd Clark) em um quieto desespero que se mantém fiel à personagem construída até então. Ela busca por aqueles que conhece e o pânico é visível em seus olhos azuis – mas ela se recusa a deixar transparecer, visto que outros precisam de sua ajuda. Além disso, a Elfa guerreira cruza caminho com Theo (Tyroe Muhafidin) e ambos mergulham em um arco de amadurecimento dentro de suas próprias limitações e como modo de premeditar a reformação da aliança entre humanos e elfos. Enquanto isso, Elendil (Lloyd Owen) sofre com a aparente morte do filho, Isildur (Maxim Baldry), enquanto a rainha-regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson) sofre com os corolários e fica cega, negando-se a perder a pose para guiar seu povo de volta a Númenor e se preparar para a guerra que está por vir.
Enquanto as coisas na Terra do Sul parecem derradeiras, algo similar acontece com os Pés-Peludos. Depois de uma longa migração que já vinha se estendendo por inúmeros episódios, Nori (Markella Kavenagh), sua família e o restante da comunidade chegam ao lugar destinado apenas para descobrir que ele foi destruído – e que os alimentos que buscavam encontrar lá se foram. O misterioso homem que caiu do céu (Daniel Weyman) tenta ajudá-los, mas, depois de quase ferir Nori e a irmã, segue seu caminho em busca de outras pessoas que possam ajudá-lo a “encontrar as estrelas”. Mas isso não é tudo: as três misteriosas personagens conhecidas como a Habitante, a Ascética e a Nômade retornam às telinhas apenas para provarem que estão trabalhando para o lado das trevas.
É notável como o novo episódio, intitulado “The Eye”, tem todas as engrenagens funcionando a todo vapor – e como isso não é o suficiente para nos fornecer nada de novo. Em críticas anteriores, lembro-me de ter defendido o ritmo mais comedido da história, considerando que as múltiplas subtramas deveriam se desenrolar para culminarem em uma espetacular explosão de cor; porém, retornar ao ritmo que tínhamos no passado já não é uma jogada muito sagaz, o que transforma o mais recente capítulo em um filler pincelado com considerações óbvias e revelações que já eram premeditadas há muito (e o que indica que “Udûn”, talvez, deveria ter sido deixado para compor o season finale).
Nem mesmo as cenas entre Elrond (Robert Aramayo) e Durin IV (Owain Arthur) trazem a divertida nostalgia à la Legolas e Gimli da trilogia original. Aramayo está ótimo como sempre em uma restrita atuação que dialoga com a mitologia impregnada nos elfos, mas é Arthur quem nos rouba a atenção por “salvar” o episódio com uma rendição adornada com camadas e que até o leva a enfrentar o pai e rei de Khazad-dûn. Elrond e Durin continuam a fazer de tudo para levar o mithril para Lindon, e não deixam que os obstáculos afetem a amizade que possuem – mas a conclusão dessa trama na iteração apenas confirma o que já sabíamos há muito tempo: que uma força maligna se esconde nas minas e que, agora, está desperta (um temível Balrog).
‘Os Anéis de Poder’ retorna esta semana com o coração no lugar certo, mas meio perdida em relação ao que fazer depois de um espetacular capítulo como “Udûn”. Com apenas uma semana para o fechamento da temporada de estreia, só podemos esperar que a fraca narrativa de “The Eye” tenha sido um deslize momentâneo – e que a atmosfera filler consolidada aqui seja apenas uma efêmera sensação de que algo muito maior está chegando.
A AMC divulgou recentemente o trailer completo da adaptação de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice, e aproveitou para confirmar o lançamento da produção.
O show tem estreia marcada para o dia 05 de janeiro de 2023.
Assista:
A série é estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.
Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.
A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.
Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.
A produção foi lançada hoje, 07 de outubro, na plataforma de streaming.
No Rotten Tomatoes, o especial conquistou surpreendentes 94% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 49 reviews até o momento.
Entre os comentários, os jornalistas elogiaram como a atração conseguiu homenagear os clássicos do terror da história cinematográfica e se surpreenderam como a Marvel se destacou em um gênero completamente diferente de suas principais produções.
Confira:
“Os deliciosos estilos de terror retrô e um par de protagonistas cativantes distraem com sucesso, pelo menos por um tempo, alguns dos traços mais convencionais do MCU.” – Bloody Disgusting.
“Utilizando elementos de comédia sombria, romance leve e amizade, ‘Lobisomem na Noite‘ é capaz de equilibrar diversão e medo.” – IndieWire.
“O filme também se revela um conto de terror perfeitamente realizado que existe e se encaixa no MCU como um todo. Após várias tentativas fracassadas, parece que o MCU finalmente encontrou um Cryptkeeper adequado com o diretor Michael Giacchino.” WGTC.
“‘Lobisomem na Noite‘ é a entrada menos MCU no MCU desde, bem, antes do MCU existir. Isso é uma coisa boa… É uma carta de amor completa para todos os filmes de monstros e de terror.” – io9.
“Eu amo como Michael Giacchino presta homenagem aos filmes de monstros de antigamente – chegando ao ponto de ter queimaduras de cigarro no canto, como uma impressão de filme de 35MM! – mas também introduz horror ao MCU de uma maneira nova e convincente.” – VitalThrills.
“‘Lobisomem na Noite‘ é a perfeição e não há como exagerar isso. Para aqueles na plateia que cresceram com o terror clássico da Universal, esse especial é para vocês. É a personificação de um amor profundo por monstros.” – But Why Tho? A Geek Community.
Relembre o trailer:
Gael Garcia Bernal (‘Tempo’) e Laura Donnelly (‘The Nevers’) irão estrelar a produção.
‘Werewolf by Night‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.
Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.
Vale lembrar que, na edição #32 de Werewolf by Night, tivemos a primeira aparição do ‘Cavaleiro da Lua‘, personagem da Marvel que estrelará sua própria série da Marvel no Disney+.
O filme foi lançado hoje,07 de outubro, na plataforma de streaming.
‘Uma Garota de Muita Sorte’ conta a história de Ani FaNelli (Kunis), uma mulher de língua afiada que parece ter tudo: um cargo cobiçado em uma revista, um guarda-roupa incrível e o casamento dos sonhos prestes a acontecer. Mas ao ser convidada para participar de um documentário policial sobre um incidente chocante que aconteceu em seu passado, ela é forçada a enfrentar uma verdade que coloca em risco toda a vida perfeita que construiu.
Relembre o trailer:
O filme é dirigido por Mike Baker. Jessica Knoll assina o roteiro, baseando-se em seu próprio best-seller homônimo.
Além disso, foi revelado que a produção retorna com novos episódios em janeiro de 2023, ainda sem dia confirmado.
Confira:
A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.
A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.
A The CW divulgou a prévia oficial do 2º episódio de ‘Walker: Independence‘, intitulado “Home to a Stranger”.
Na trama, “Abby é acompanhada pelo fora-da-lei Hoyt e o batedor Apache, Calian, conforme ela revisita o local trágico do fim de sua vida em busca de pistas para ajudar a descobrir quem é o assassino escondido na cidade. Enquanto isso, o novo xerife Tom Davidson e o leal delegado da cidade, Gus, estão determinados a rastrear o homem “misterioso” responsável pelo recente assalto a banco. Kate convence Hagan a fazer a coisa certa, e Lucia encontra um novo amigo – e descobre um talento surpreendente – em Kai. Quando Abby diz adeus à sua antiga vida e a ‘o que poderia ter sido’, ela começa a abraçar um novo começo em Independence enquanto ela, Calian e Hoyt traçam um plano para levar o verdadeiro inimigo à justiça… Mas o quão perto ela está determinada a ir?”.
O capítulo vai ao ar no dia 13 de outubro.
Confira:
A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.
Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.
Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.
Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna Fricke, Seamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.
Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.
A CW divulgou a promo oficial do 2º episódio da 3ª temporada de ‘Walker’, reboot estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).
Na trama, “enquanto Cassie e James lideram a equipe para encontrar Walker, a situação vai de mal a pior quando Liam também desaparece. Enquanto isso, Stella e August vão em busca de algo próprio”.
O próximo capítulo, intitulado “Sittin’ on a Rainbow”, será exibido no dia 13 de outubro.
Confira:
Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).
A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.
“Sempre foi nosso plano nos despedirmos na terceira temporada,” declarou a criadora da série, Lisa McGee. “A história de ‘Derry Girls’ segue cinco adolescentes enquanto elas lentamente… lentamente… se tornam adultas, enquanto, ao redor delas, o lugar que elas chamam de lar também começa a mudar. Estamos animados em começar a filmar o ciclo final e esperamos trazer uma última aventura para nossos fãs leais.”
A série foi criada por Lisa McGee.
Situada na Irlanda do início da década de 1990, a trama acompanha as façanhas pessoais de uma menina de 16 anos, sua família e amigos.
A produção foi lançada hoje, 07 de outubro, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.
A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
Há quatro anos, Lady Gaga fazia sua estreia oficial como protagonista no terceiro remake do clássico ‘Nasce Uma Estrela’, dividindo os holofotes com Bradley Cooper.
Na trama, Jackson Maine (Cooper) é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber algo. É quando conhece Ally (Gaga), uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Jackson se encanta pela mulher e seu talento, decidindo acolhê-la debaixo de suas asas. Ao mesmo tempo em que Ally ascende ao estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool.
Além da aclamação crítica, o filme fez um estrondo de bilheteria, arrecadando mais de US$436 milhões mundialmente. Gaga recebeu inúmeros elogios por sua performance, conquistando inúmeros prêmios de atuação e uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, enquanto a música-tema “Shallow”, que ela compôs e cantou, se tornou a mais premiada de todos os tempos.
Depois de trazermos algumas curiosidades de bastidores, preparamos uma lista ranqueando as dez melhores músicas da trilha sonora – que também foi assinada por Gaga.
Confira:
5. “DIGGIN’ MY GRAVE”
Com composição de Paul Kennedy e produção de Gaga e Lukas Nelson, “Diggin’ My Grave” é outra gema de ‘Nasce Uma Estrela’ que precisava ser redescoberta dia após dia. Aqui, é o country quem rege a estonteante atmosfera da canção, antes de dar abertura para a interpretação envolvente de Cooper e a entrada magistral de Gaga antes do primeiro refrão – isso sem mencionar a divertida narrativa sobre se apaixonar pela pessoa errada.
4. “LOOK WHAT I FOUND”
“Look What I Found” merecia mais reconhecimento por ser, simplesmente, uma das melhores músicas da década passada. Por vezes esquecida em meio a tantas faixas incríveis, a canção traz o blues rock à tona e alguns dos vocais mais poderosos e impecáveis que Gaga já entregou em sua carreira – isso sem mencionar os altivos trompetes que gritam em êxtase na parte final da música.
3. “I’LL NEVER LOVE AGAIN”
Fechando com chave de ouro uma das melhores trilhas sonoras do século, “I’ll Never Love Again” arrancou lágrimas até dos mais céticos. Falando sobrea a perda da pessoa amada, a iteração conquistou a estatueta de Melhor Música Escrita para Mídia Visual no Grammy e demonstrou o alcance vocal de uma das artistas mais completas da atualidade.
2. “SHALLOW”
Assim que migrou para o cenário cinematográfico, Gaga conseguiu o papel principal do remake, anunciando que trabalharia em uma trilha sonora original. “Shallow”, carro-chefe do álbum, tornou-se um sucesso imenso ao redor do mundo e, pouco tempo depois de dominar as paradas nacionais e internacionais, tornou-se a canção mais premiada da história, rendendo à artista dúzias de prêmios.
1. “ALWAYS REMEMBER US THIS WAY”
A balada romântica “Always Remember Us This Way” foi recebida com aclame universal por parte da crítica e conquistou uma indicação de Música do Ano no Grammy Awards. Elogiada pela densidade da produção e dos versos, a faixa voltou a exibir as habilidades instrumentais de Gaga e encontrou sucesso em meio ao cenário mainstream.
A AMC divulgou o trailer completo da adaptação de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches), série baseada na saga homônima de Anne Rice.
Confira:
A produção vai estrear oficialmente no dia 5 de janeiro.
A série é estrelada por Alexandra Daddario, que interpretará Rowan Mayfair, uma médica brilhante que luta com seu destino como herdeira de uma família de bruxas poderosas.
Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.
A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.
Vale lembrar que o canal também deu sinal verde para outra adaptação de Anne Rice, ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), estrelada por Sam Reid como o vampiro Lestat.