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‘Julia’: Rachel Bloom, de ‘Crazy Ex-Girlfriend’, entra para o elenco da 2ª temporada!

LOS ANGELES, CALIFORNIA - SEPTEMBER 15: Rachel Bloom attends the 2019 Creative Arts Emmy Awards on September 15, 2019 in Los Angeles, California. (Photo by JC Olivera/WireImage)

Julia, série biográfica que gira em torno da icônica chef de cozinha Julia Child, se tornou um dos grandes sucessos da HBO Max e retorna em breve com uma aguardada 2ª temporada.

Agora, segundo a VarietyRachel Bloom, co-criadora e estrela da série ‘Crazy Ex-Girlfriend’, foi escalada para o elenco dos próximos episódios. Ela dará vida a Elaine Levitch, uma “dínamo” que vem da CBS para trabalhar no programa The French Chef com Child.

Mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados.

Daniel Goldfarb entra como criador da série, enquanto Christopher Keyser é o showrunner.

A narrativa oferece um vislumbre por trás dos bastidores do show apresentado por Julia, The French Chef, que revolucionou o conceito da cozinha moderna nos Estados Unidos. De acordo com a HBO Max, a produção “explora um momento decisivo na história estadunidense – a emergência da televisão pública como uma nova instituição social, o feminismo e os movimentos feministas, a natureza da celebridade e a evolução cultural americana”.

Sarah Lancashire interpreta Julia. O restante do elenco conta com David Hyde Pierce como Paul Child, marido da personagem titular; Bebe Neuwirth como o editor culinário Avis DeVoto; Fiona Glascott como Judith Jones, a editora que descobriu JuliaBrittany Bradford como a produtora televisiva Alice; e Fran Kranz como o produtor Russ Morash.

Isabella Rossellini, Judith Light, Robert Joy, Erin Neufer, Jefferson Mays, James Cromwell e Adriane Lenox farão participações especiais.

‘O Homem Invisível’: Elogiado terror com Elisabeth Moss já está disponível na Netflix!

O aclamado e bem-sucedido ‘O Homem Invisível, que se tornou um dos melhores filmes de terror dos últimos anos, já chegou ao catálogo da Netflix.

O título foi disponibilizado no último dia 13 de setembro na plataforma de streaming.

Na trama, depois de forjar o próprio suicídio, um cientista enlouquecido usa seu poder para se tornar invisível e aterrorizar sua ex-namorada. Quando a polícia se recusa a acreditar em sua história, ela decide resolver o assunto por conta própria”.

Relembre o trailer oficial abaixo:

Dirigido por Leigh Whannell, o elenco conta com Elisabeth MossOliver Jackson-CohenAldis HodgeStorm Reid e outros.

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey não está nem um pouco preocupada com as críticas sobre sua escalação como Ariel

O aguardado live-action ‘A Pequena Sereia‘ ganhou seu primeiro e apaixonante teaser durante a Disney D23.

Além de trazer novos vislumbres do visual da protagonista Halle Bailey, a prévia também revelou sua belíssima voz ao cantar ‘Part of Your World’, a canção que foi tema da animação.

Ainda assim, a estrela vem sofrendo diversos taques racistas por conta de sua escalação no papel, já que ela é negra.

Inclusive, trailer chegou a mais de 1 milhão de DISLIKES, enquanto teve apenas 324 mil curtidas.

No entanto, Bailey não está nem um pouco preocupada com os haters e tudo o que quer fazer é entregar o melhor desempenho possível.

Em entrevista para o Comic Book, ela disse o quanto a escolha foi significativa para ela.

“Bem, este filme significa muito para mim, desde que eu era uma garotinha. Quando fui escolhida, eu disse a mim mesma: ‘Só posso me esforçar ao máximo e me orgulhar. Se eu fizer a garotinha dentro de mim feliz, então eu sei que fiz um bom trabalho e sei que estou fazendo o meu melhor’. Eu dei tudo de mim e espero que as pessoas possam tirar algo disso.”

Vale ressaltar que alguns internautas até tentaram justificar comentários preconceituosos dizendo que a escalação de Bailey descaracteriza a personagem original da Casa Mouse, enquanto outros vêm dizendo que a representatividade está acabando com os clássicos.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para o dia 26 de maio de 2023.

A adaptação em live-action da clássica história terá algumas mudanças em relação à backstory das personagens principais – incluindo sobre a icônica vilã Úrsula (Melissa McCarthy).

As informações indicam que a bruxa do mar será tia de Ariel (Bailey), algo que já havia sido considerado para a versão animada da Disney. Aliás, no conto assinado por Hans Christian Andersen, a feiticeira não tem nome e não tem muita proeminência na história, tendo insurgido como a principal força antagônica apenas em 1989.

O elenco é formado também por Daveed Diggs, que dará vida a Sebastião, Melissa McCarthy como a vilã Úrsula, Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão, Jacob Tremblay (O Predador) como o icônico peixinho Linguado e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão. ZendayaKeke PalmerChloe Bailey estão sendo cotadas para viver as irmãs de Ariel, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

Dirigido por Rob Marshall, a obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda.

É Muita Nostalgia! Os Clássicos dos anos 80 que Completam 35 Anos Disponíveis nos Streamings

Os anos 80 foram definitivamente inesquecíveis. Tanto que continuam vindo à tona na cultura pop mesmo depois de mais de três décadas. É justamente por isso que adoramos nos banhar em sua nostalgia. Mesmo os que não viveram em tal época, conhecem bem toda a sua cultura, já que o mundo do cinema, da TV e da música não nos deixa esquecer, com suas constantes revisitações a esta época mágica. Mostrando que o tempo passa de verdade, já temos as primeiras produções dos anos 80 completando aniversário de 42 anos. Imagine só, os anos 80 estão entrando na meia idade.

Pensando nisso e como forma de celebrar essa época que nunca se foi de verdade, e jamais sairá de nossos corações e mentes, resolvemos indicar uma nova leva de filmes do período para todos os saudosistas matarem a saudade. Fizemos um grande apanhado de tudo o que de mais interessante as plataformas de streaming mais famosas têm a oferecer. Aqui, focamos nos filmes que estão completando 35 anos em 2022. Confira abaixo, tem muito clássico bom.

Máquina Mortífera (HBO Max)

Começamos a lista com o primeiro exemplar de uma das franquias policiais mais divertidas e repletas de adrenalina do cinema. Aqui foi onde tudo começou, com Mel Gibson e Danny Glover vivendo parceiros muito diferentes, precisando se unir para desmantelar uma quadrilha de traficantes. A HBO Max disponibiliza os quatro filmes, e o terceiro está completando 30 anos em 2022.

O Predador (Star+)

Por falar em ação, o musculoso Arnold Schwarzenegger foi um dos astros que reinou no gênero nos anos 80. E este filme é um dos mais famosos de seu repertório no período. Na trama, Arnold vive o líder de uma equipe de militares das forças especiais partindo em missão misteriosa para uma floresta da América do Sul. No local, irão se deparar com uma criatura caçadora de fora da Terra.

Dirty Dancing – Ritmo Quente (Star+)

Agora quebramos um pouco a hegemonia da ação para apresentar um filme mais afetuoso, repleto de romance e muita dança quente. Ah sim, e uma das trilhas sonoras mais inesquecíveis da história da sétima arte. No filme, o saudoso Patrick Swayze vive um instrutor de dança em um resort na década de 1960, que começa a se envolver com uma jovem hóspede, papel de Jennifer Grey. A atriz anunciou uma continuação atual a ser estrelada novamente por ela.

Um Tira da Pesada II (Amazon)

Depois de uma pequena pausa, voltamos aos filmes de ação policial, este, é claro, também dono de muito humor, afinal no comando temos ninguém menos que o astro Eddie Murphy. O primeiro Um Tira da Pesada (1984) transformou o humorista num dos nomes mais famosos do mundo, e para a continuação foi trazido ao comando Tony Scott, o mesmo diretor de Top Gun – Ases Indomáveis, o maior sucesso do ano anterior.

Três Solteirões e um Bebê (Disney+)

Essa comédia marcou definitivamente os anos 80, sendo o maior sucesso de bilheteria nos EUA em seu respectivo ano. Tom Selleck (então astro da série Magnum), Steve Guttenberg (astro dos filmes Loucademia de Polícia) e Ted Danson (astro da série Cheers) protagonizam como os machões sem a menor ideia do que fazer com um bebê que aparece em sua porta. O que muitos podem não saber é que se trata de um remake francês de 1985. A Disney Plus irá lançar um novo Três Solteirões e um Bebê esse ano, com Zac Efron.

Falcão – O Campeão dos Campeões (Telecine Play)

Por falar nos reis da ação da década de 80, Sylvester Stallone não poderia ficar de fora da lista. E aqui, ele aparece com uma das mais famosas reprises da Sessão da Tarde para todos que cresceram na época. Esta geração jamais esquecerá de quando o caminhoneiro Lincoln Hawk (o falcão) virava seu boné para trás, era sinal que venceria a luta de queda de braço, mostrando ao filho mimado como era o comportamento troglodita daquele tempo.

Namorada de Aluguel (Star+)

Mais um desvio para uma produção mais amena, que igualmente marcou seu lugar nas reprises da Sessão da Tarde na época. Namorada de Aluguel traz Patrick Dempsey como um adolescente colegial visando aumentar sua popularidade. Para isso, ele resolve contratar a menina mais bonita e famosa da escola (papel da saudosa Amanda Peterson), que estava precisando de uns trocados, para fingir ser sua namorada. Uma trama meio insana, mas que para a época fazia sentido.

Te Pego Lá Fora (Telecine Play)

Outro ícone adolescente absoluto da época e das reprises da Sessão da Tarde. Outro filme que de tão insano se tornou inesquecível em nossos corações. Veja essa premissa: um novo estudante chega transferido ao colégio de nosso protagonista Jerry Mitchell (Casey Siemszko). Acontece que o sujeito é um verdadeiro sociopata com tendências homicidas e que não gosta de ser tocado (possivelmente por ter passado algum abuso). Quem o toca é tratado com fúria nos olhos pelo sujeito. Buddy Revell (Richard Tyson) tem um apetite por sangue mais voraz que Jason e Freddy, e marca briga com o inocente Jerry após o horário das aulas.

007 – Marcado para Morrer (Amazon)

Um dos heróis mais marcantes de todos os tempos na história do cinema sem dúvidas é James Bond, o agente 007 da coroa britânica. Essa, porém, foi sua fase, digamos, menos marcante. Acontece que depois de ter sido personificado pelos imortais Sean Connery e Roger Moore, sobrou para Timothy Dalton a ingrata tarefa de substituí-los. Essa foi a estreia de Dalton no personagem, e a proposta dos produtores era por um Bond mais real, sombrio e cru – algo que só foi conquistado com sucesso décadas mais tarde com a chegada de Daniel Craig.

Superman IV – Em Busca da Paz (HBO Max)

O quarto filme do maior herói das histórias em quadrinhos de todos os tempos marcou a despedida do astro Christopher Reeve do papel. O ator ainda é para muitos o que melhor incorporou Superman em todas as suas qualidades. Nesta aventura de despedida, Lex Luthor (Gene Hackman) cria um vilão à altura do herói, o Homem Nuclear (Mark Pillow), usando o DNA do próprio kryptoniano.

Mestres do Universo (Telecine Play)

Por falar em super-heróis que marcaram a década de 80, nenhum outro fez mais sucesso com a garotada do que He-Man. Tudo graças às intermináveis reprises no programa matutino da Xuxa. He-Man ganhou até música aqui no Brasil. E nos EUA ganhava uma superprodução estrelada pelo grandalhão Dolph Lundgren. Mais de três décadas depois e o filme ressurge como cult.

Bom Dia, Vietnã (Star+)

Deixando os blockbusters de aventura e ação um pouco de lado, agora chega à lista um dos longas mais queridos da época. Estrelado pelo saudosíssimo Robin Williams, este filme indicou o ator para seu primeiro Oscar como protagonista. Na trama, ele é um divertido radialista trabalhando diretamente da guerra a fim de levantar os espíritos dos soldados americanos.

Nascido para Matar (HBO Max)

Por falar na Guerra do Vietnã, aqui temos o mesmo assunto abordado neste longa do mestre Stanley Kubrick. Sem a leveza da obra acima, este filme é um retrato nu e cru, mas também muito complexo e repleto de pensamento sobre a terrível realidade da guerra. A trama é dividida em duas partes, primeiro com o treinamento sub-humano dos recrutas, e depois com o conflito em si.

Império do Sol (HBO Max)

Seguimos no terreno dos dramas de guerra, trocando apenas de conflito armado e voltando um pouco mais no tempo para a Segunda Guerra Mundial. Assim como o item acima, este aqui também é dirigido por um verdadeiro gênio da sétima arte: Steven Spielberg. Baseada num livro, a história mostra um menino britânico separado da família e levado a um campo de concentração japonês. A obra foi indicada para 6 Oscar.

Wall Street – Poder e Cobiça (Star+)

Por falar em produções prestigiadas pelos prêmios da Academia, este famoso longa do período contou com a direção de ninguém menos que Oliver Stone – então recém-saído de toda a badalação de Platoon (Vencedor do Oscar de melhor filme no ano anterior). O mesmo Charlie Sheen protagoniza como um ambicioso investidor da bolsa de valores (tema muito em voga hoje no Brasil). Mas quem brilha mesmo é Michael Douglas como o ardiloso rei dos investimentos Gordon Gekko, papel que lhe rendeu o Oscar.

Arizona Nunca Mais (Star+)

O astro Nicolas Cage voltou as boas com o recente sucesso de O Peso do Talento nos cinemas. Mas a verdade é que o ator desde sempre deu preferência a papeis estranhos, que o desafiassem profissionalmente. É o caso com esta comédia insana que marca o segundo longa dos renomados irmãos Coen. No filme, Cage vive um criminoso que se apaixona e se casa com a policial que o prendeu (Holly Hunter). Sem conseguir ter filhos, o casal decide sequestrar um dos bebês de uma família rica.

Viagem Insólita (HBO Max)

Os atores Dennis Quaid e Meg Ryan se conheceram, se apaixonaram e se casaram depois de interpretarem um casal nesta superprodução de Steven Spielberg. Mistura de comédia, ação e ficção científica, este clássico dos anos 80 traz Quaid como um piloto aceitando ser parte de um experimento que o diminui a um tamanho microscópico dentro de uma aeronave. O projeto ultrassecreto sofre um atentado e o protagonista termina inserido no corpo de um sujeito comum – papel de Martin Short.

Um Salto para a Felicidade (Telecine Play)

Por falar em casais das telas que levaram seus romances para a vida real, aqui temos mais um exemplo nesta comédia dirigida pelo mesmo realizador de Uma Linda Mulher. Na história, Goldie Hawn é uma pedante, egocêntrica e rude socialite casada com um ricaço. Ela contrata os serviços do carpinteiro Kurt Russell para dar uma turbinada em seu iate, e tenta dar o cano no sujeito. Em uma guinada do destino a insuportável mulher sofre um acidente, cai do barco e perde a memória. Seu marido festeja e a abandona. Assim, Russell aparece no hospital e a leva para casa para cuidar de seu grande rebento fingindo que ela é sua esposa amnésica.

Uma Noite de Aventuras (Disney+)

Tratado agora com o título Uma Aventura de Babás na Disney Plus, este clássico das reprises na Sessão da Tarde sempre será Uma Noite de Aventuras para a geração que curtiu suas primeiras exibições nas telinhas. Quem protagoniza é Elisabeth Shue, uma das musas da década, no papel de Chris, uma jovem babá cuidando de uma menininha e dois adolescentes. A noite, é claro, sai do controle por completo e o quarteto logo está pela cidade de Chicago vivendo as experiências mais alucinantes e perigosas.

Os Nerds Saem de Férias (Star+)

Por falar em comédias dos anos 80, assim como Um Tira da Pesada, os nerds mais famosos daquela década ganharam seu filme original em 1984 e uma sequência em 1987. Enquanto no primeiro filme os protagonistas atrapalhados precisavam encarar e superar o bullying sofrido em sua universidade, nesta continuação a luta é levada para fora do campus, em uma convenção na Flórida.

A Princesa Prometida (Netflix)

Um dos filmes mais queridos dos anos 80, esta mistura de fantasia e comédia traz um dos primeiros trabalhos da atriz Robin Wright, então bem novinha no papel de Buttercup, uma fazendeira prometida para se tornar princesa através do casamento. Seu verdadeiro amor, no entanto, é o aventureiro Westley (Cary Elwes), que, treinado por piratas como espadachim, partirá no resgate da moça. Tudo, é claro, contado em um livro, por um avô para seu netinho.

La Bamba (Netflix)

Esse drama musical é outro filme que todos os que cresceram na época devem lembrar muito bem das exibições repetidas na Sessão da Tarde. Toda vez que a música La Bamba toca, somos imediatamente remetidos a esta biografia, que narra a ascensão meteórica do jovem humilde Ritchie Valens (Lou Diamond Phillips), filho de imigrantes mexicanos, até se tornar uma sensação da música.

Bagdá Café (Amazon)

Um dos filmes mais cult de 35 anos atrás, também dos anos 80 e da história do cinema. Embalado pela música ‘Calling You’, essa emocionante e por vezes nonsense jornada de empoderamento feminino apresenta uma turista alemã abandonada pelo marido num bar de beira de estrada, onde figuras excêntricas convivem. A chegada da mulher irá mudar a vida de todos no local. O filme marcou época e em 1990 virou série de TV com Whoopi Goldberg.

Hellraiser – Renascido do Inferno (Amazon)

Agora mudamos de gênero mais uma vez, e passamos para um grande favorito de vocês e nosso também: o terror. E aqui temos um dos mais emblemáticos representantes do gênero do período, que ganhará remake muito em breve. Hellraiser – Renascido do Inferno assombrou as crianças da época com suas exibições no SBT. Baseado no livro de Clive Barker, a história fala sobre um cubo dourado que tem a capacidade de levar quem desvendar seu segredo diretamente para o inferno.

A Hora do Pesadelo 3 (HBO Max)

Assim como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone formaram uma dupla formidável para o gênero da ação nos anos 80, os psicopatas Jason e Freddy Krueger também se tornavam símbolo para o terror e verdadeiros ícones pop da década. De álbum de figurinhas até sua própria série de TV, os psicopatas matadores de adolescentes estavam em todo o lugar. Aqui, Freddy voltava em seu terceiro filme, desta vez encontrando adversários à altura: jovens em uma clínica capaz de controlar seus pesadelos.

Quando Chega a Escuridão (Telecine Play)

Terminando a lista com outra produção cult, não muito conhecida nem mesmo em sua época de lançamento. Este se trata, no entanto, do primeiro filme dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow. Na época, a cineasta começava seu relacionamento com James Cameron, que depois viraria seu marido. Assim, o famoso diretor fez um “intercâmbio” de atores de sua superprodução Aliens – O Resgate (1986), já que grande parte do elenco pode ser encontrado nesse filme também. O tema aqui são um grupo de vampiros renegados, e a nova adição ao grupo, um cowboy apaixonado por uma das integrantes.

Astros de ‘Lobisomem na Noite’ afirmam que o especial de Halloween da Marvel vai AMEDRONTAR o público

A Marvel Studios promete mergulhar no gênero do terror no especial de Halloween intitulado ‘Lobisomem na Noite‘ (Werewolf by Night), que teve seu primeiro trailer divulgado na Disney D23.

E, durante uma entrevista para o site oficial da Marvel, os protagonistas Gael Garcia Bernal (‘Tempo’) e Laura Donnelly (‘The Nevers’) afirmaram que o público vai sair amedrontado depois de assistirem a trama.

“Algumas pessoas ficarão com medo, mesmo que pensem que não, porque a história também contém momentos de leveza e piadas, mas lembro de ter gravado umas cenas bem desconfortáveis”, disse Bernal.

Donnelly, acrescentou que a trama ´de fato arrepiante, mas também é bem equilibrada com um toque de sentimentalismo.

“Estamos contando uma história de terror real, mas também estamos contando uma história humana e sincera, e eu amo isso. Amo que também tenham inserido elementos sentimentais no roteiro de forma adequada.”

Anteriormente, Ryan Pedagos, vice-presidente da Marvel Digital Media, confirmou que o especial será bem sombrio e assustador.

Segundo ele, essas palavras foram ditas por Kevin Feige, diretor criativo do estúdio.

Ainda assim, o cineasta também disse que a atração ainda terá elementos divertidos.

Confira:

Bernal quer compartilhar coisas, mas quer guardar surpresas sobreLobisomem na Noite, enquanto Kevin Feige disse que: ‘É um pouco mais sombrio, um pouco mais assustador, mas ainda assim é divertido’.”

Lembrando que Lobisomem na Noite‘ tem estreia marcada para 07 de outubro.

A prévia com cenas em preto e branco traz uma pegada de terror no mesmo estilo dos monstros clássicos da Universal.

Confira o trailer:

Lobisomem na Noite‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.

Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.

‘Superman & Lois’: Revelado o novo traje de Tyler Hoechlin para a 3ª temporada; Confira!

As gravações da 3ª temporada de Superman & Lois‘ já começaram e uma página do Twitter dedicada a novidades sobre a DC divulgou a imagem do novo traje do Homem de Aço (Tyler Hoechlin).

O uniforme parece tem um tom de azul mais escuro do que antes e ainda o novo emblema é anexado ao traje em alto relevo em vez de ser no mesmo nível do tecido.

Confira:

“Primeira imagem de Tyler Hoechlin com o novo traje na 3ª temporada de ‘Superman & Lois’.”

Lembrando que Michael Bishop foi contratado para interpretar Jonathan Kent nos novos episódios.

O ator irá substituir Jordan Elsass, que deixou o elenco da produção em agosto para “cuidar de sua saúde mental”.

Bishop é relativamente novo na indústria, tendo participado apenas da série ‘Grace Beside Me‘, do filme ‘Spin‘ e alguns curtas-metragens.

Anteriormente, o showrunner Todd Helbing havia revelado o que podemos esperar do personagem na 3ª temporada: “A nova temporada vai focar na família, então o Jonathan certamente terá mais destaque nesse aspecto. Nós o veremos com seu próprio traje, e como tudo isso irá se desenvolver. Nós queremos que o Jonathan tenha mais envolvimento nessa vida de super-herói.”

Infelizmente, o próximo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Walker: Independence’: Pré-sequência de ‘Walker’ ganha novo teaser com cenas INÉDITAS; Confira!

Foi divulgado mais um teaser oficial da série ‘Walker: Independence‘, pré-sequência do adorado reboot ‘Walker‘.

A produção tem lançamento agendado para o dia 6 de outubro, na The CW.

Confira:

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker (Katherine McNamara), “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins (Matt Barr), um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Hoyt, por sua vez, é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também farão parte da produção como Kai e Tom Davidson, respectivamente.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.

Artigo | Os 5 Anos de ‘O Rei do Show’, filme musical estrelado por Hugh Jackman

P.T. Barnum talvez seja um dos nomes mais conhecidos da indústria do entretenimento e do empreendimento norte-americana. Foi por causa de sua habilidade de se arriscar e de enxergar à frente de seu tempo que tornou-se o primeiro milionário dentro da vertente do show business, abandonando tudo que o refreava para tornar-se o criador de um dos circos mais bem-sucedidos da história dos Estados Unidos, o Barnum & Bailey. Em uma jornada real perscrutada por inúmeros obstáculos, transformar sua vida em um musical seria, à prima vista, o ideal para fazer jus ao seu legado e para mostrar, de forma poética e até mesmo metafórica, como alguém pode ser movido essencialmente pelo desejo de se sobressair na vida.

Ao menos essa foi a tentativa de Michael Gracey com sua estreia diretorial O Rei do Show. Através de uma clássica investida para a jornada do herói, o cineasta mergulha na vida de Barnum para realizar uma adaptação ao mesmo tempo fiel – ao menos em sua maior parte – e livre o suficiente para entregar uma perspectiva única. O único problema é que, apesar da concepção artística inegavelmente bela, o longa-metragem falha dentro de seu próprio eixo em ser original, funcionando como uma mixórdia gritante de cores e sons da cultura contemporânea e que, vez ou outra, conseguem inclinar-se em homenagens sutis para obras predecessoras e infinitamente superiores.

O musical abre de forma estupenda. Pode-se dizer, que na primeira sequência, minuciosamente bem coreografada e montada, a narrativa já mostre sua identidade: uma ode aos sonhadores, à família e à união, algo que pode até parecer clichê, mas que dialoga de modo coeso com o alegre espírito das festas de final de ano. Aqui, somos apresentados, ao som visceralmente pop de The Greatest Show”, ao protagonista, interpretado por Hugh Jackman. Sua performance é envolvente do começo ao fim e, mesmo que traga algumas falhas – seja em trejeitos redundantes ou características um tanto quanto artificiais em cena -, o brilho de seu carisma sempre fala mais alto. No prólogo, também temos a honra de assistir a um mini-espetáculo composto por todos os personagens que marcaram a vida de Barnum, em planos-sequências que permitem os amplos movimentos de câmera, os quais deslizam e mesclam-se entre enquadramentos fechados e abertos, permitindo uma expansão de cenário e até mesmo dos movimentos dos atores.

O showman é a encarnação da utopia: ele se vê dotado de habilidades suficientes para ser muito além do que os outros acreditam desde criança. E não é para menos, visto que sua infância é marcada por duros acontecimentos, incluindo um amor impossível, a morte iminente do pai e a solidão, fatores que o levam a viver nas ruas até conseguir entrar para o circo e juntar dinheiro o suficiente para resgatar sua amada das garras superprotetoras da família. Tudo é orquestrado de forma apaixonante, senão quase clichê, permitindo que até mesmo o jogo de luzes – uma investida relativamente panfletária para o filme – nos leve para as comédias dramáticas dos anos 1990, como Meu Primeiro Amor’.

Assim que Barnum e Charity (Michelle Williams) se desprendem das amarras sociais que os mantêm afastados, ambos embarcam numa jornada onírica onde são donos das próprias escolhas e aventuras, ainda que isso signifique abandonar a zona de conforto que núcleos mais abastados poderiam oferecer para a garota. A química entre Williams e Jackman é adorável, e os dois personagens parecem ter sido extraídos de uma das trágicas obras de William Shakespeare e açucarados com flamas de esperança inesgotáveis e que os permitem seguir em frente até mesmo nos momentos mais obscuros. Mas é claro que, como toda odisseia romântica, essa felicidade tem um prazo de validade que torna-se cada vez mais perigoso conforme as ambições do empreendedor aumentam.

Em outras palavras, a artística personalidade do protagonista pode se correlacionar com a alma de inúmeros dramaturgos, cineastas, pintores e escritores que desejam colocar sua marca no mundo. Entretanto, como fica claro após a metade do filme, ele nunca realmente conheceu o gosto do amor pessoal; toda a sua vontade é movida pelo reconhecimento público e pela ascensão social, ainda que os negue com todas as forças. Eventualmente, ele se torna aquilo que sempre repudiou – uma pessoa elitizada e superficial que condena o que foge aos padrões aceitáveis de boa convivência (ou seja, seus próprios colegas de trabalho, as “aberrações” que outrora resolveu abraçar como parte de sua família) e prefere a companhia de seus iguais que o igualitarismo.

Barnum abre o seu circo dos horrores a priori como um museu de cera cujo enfadonho fracasso o leva a investir em algo mais exótico, como ele mesmo diz. Assim, ele passa a recrutar pessoas únicas para comporem seu espetáculo, como o Homem Mais Alto do Mundo, a Mulher Barbada, o Menino Lobo, os Trapezistas e outros. Todo esse pano de fundo já foi visto, por exemplo, na quarta temporada de American Horror Story’, mas ao contrário da antologia de terror, que prezou pelos viscerais bastidores dessas apresentações, O Rei do Showprefere engolfar-se em uma visão romantizada em que cada um de seus participantes é adepto a uma ideologia humanista e compreensiva uns com os outros. Isso funciona em determinados momentos, principalmente se levarmos em conta a natureza divina do musical; porém, em sua totalidade, não permite que o público crie uma conexão profunda o suficiente com os personagens, já que eles são perfeitos dentro de seus próprios erros.

O romance proibido permanece como um tapa-buraco para a trama. Mais uma vez, sua necessidade é dispensável, mas a construção dos números musicais é brilhante e muito bem arquitetada. Com movimentos quase surreais, tanto de seus participantes quanto de câmera, o espaço claustrofóbico é transformado em um picadeiro completo e sem limites, permitindo que qualquer um assistindo entre numa sincronia vertiginosa. Aqui, faço menção para o relacionamento que começa a se firmar entre Phillip Carlyle (Zac Efron), dramaturgo que abandona seu nome e seus privilégios para dar uma chance ao circo, e a contorcionista Anne Wheeler, cuja encarnação feita por Zendaya é uma das grandes e emocionantes surpresas do longa. O ápice desse amor emerge na balada pop Rewrite the Stars”, rendição que inicia-se com o classicismo musical e que, numa virada brusca, resolve abraçar uma arquitetura essencialmente marcada pelo teclado e pela bateria e que, infelizmente, tira seu potencial.

DF-07341_R – P.T. Barnum (Hugh Jackman) and Charity Barnum (Michelle Williams) share an enchanting dance on a New York rooftop in Twentieth Century Fox’s THE GREATEST SHOWMAN.

Apesar da história fechada criada por Jenny Bicks e Bill Condon, é a trilha sonora de Benj Pasek e Justin Paul que pecam mais dentro do próprio escopo narrativo. Estamos falando aqui de uma sociedade mergulhada no conservadorismo e nas crescentes disputas de raça de meados do século XIX, no qual o progresso era inimigo da comodidade. A escolha de manter todas as faixas em um mesmo tom, variando no máximo da lentidão de um solilóquio apaixonado para um hino de autoaceitação estrondoso, é destoante e diversas vezes fala mais alto que a beleza de suas identidades imagéticas. Talvez a opção por elementos mais rústicos e que remontassem às crescentes indústrias e ao sentimento de angústia do homem moderno encaixassem de forma menos forçada para a história de Barnum – apesar de podermos compreender que, como um homem à frente de seu tempo, sua marca é reconhecida até os dias de hoje.

Um dos pontos mais altos é, sem sombra dúvida, a entrada de Rebecca Ferguson como a cantora de ópera Jenny Lind, a qual representa uma mudança drástica na vida do showman. Primeiramente, Jenny parece ter sido extraída de uma pintura renascentista, adornada com uma perfeição que chega a assustar. Os delicados traços fundem-se ao seu poderoso alcance vocal e entram em uma controvérsia muito bem colocada envolvendo traição, tabloides e decepções. Ela também é a principal responsável, ainda que de modo indireto, da irreversível transformação do protagonista: se outrora Barnum despontava com suas caracterizações coloridas em meio a uma massa amorfa e acinzentada, ele gradativamente mistura-se àquilo que sempre repudiou, deixando um vazio na vida da mulher e das filhas, as quais permanecem engolfadas em um mundo vibrante e alegra, ainda que sem a presença do pai.

O filme é teatral. Sua estética, desde a composição dos cenários até a escolhas de enquadramento, relembram os ballets russos clássicos, firmados ante uma estética expressionista e grandiosa, com paisagens marcantes e construções inalcançáveis, e personagens ainda mais memoráveis e que tinham o poder de sobressair-se para o espectador. O roteiro, porém, fica a desejar e muito: ele é satisfatório para aqueles que estão acostumados a histórias que não ousam e que permanecem na “zona de conforto” – um afronte até mesmo aos ideais do circense personagem. Tudo, desde meados do primeiro ato até a conclusão final, é previsível; não há pontas soltas, mas também não há viradas impressionantes, e sim uma paixão pelo ritmo frenético que nos impede de degustar o potencial que oferece.

O Rei do Show’ não é o melhor espetáculo do mundo. Ainda que faça referências a obras como Moulin Rouge’ ou Chicago’, suas irônicas limitações impedem que alcance de forma concisa o que promete. Em tudo o mais, ele é fofo – e ainda que não seja totalmente satisfatória, é uma escolha interessante para aqueles que procuram por um entretenimento agradável para o fim de semana.

‘Upload’: Atriz de ‘Roswell, New Mexico’ entra para o elenco da 3ª temporada

De acordo com o Variety, Jeanine Mason (‘Roswell, New Mexico’) entrou para o elenco da 3ª temporada da comédia sci-fi ‘Upload‘.

A atriz interpretará a personagem Karina Silva, que é descrita como “uma executiva charmosa da Horizen, que está no comando do desenvolvimento de um novo produto”.

Ainda sem previsão de lançamento, o terceiro ciclo deve estrear apenas em 2023.

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco conta com Robbie Amell, Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

Bruna Marquezine é time Miyagi-Do em vídeo especial da 5ª temporada de ‘Cobra Kai’

Numa sensacional campanha de marketing para divulgar a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘, a Netflix levou a nossa querida Bruna Marquezine até o universo da série, para mostrar os seus dons de luta.

No trailer especial, a atriz aparece treinando para enfrentar os personagens de ‘Cobra Kai‘ Veja logo abaixo:

O desafio de Bruna Marquezine lembra o fato dela ter trabalhado ao lado de Xolo Maridueña, uma das grandes estrelas de ‘Cobra Kai‘, no filme do ‘Besouro Azul‘. Ou seja, essa dupla ainda vai dar muito o que falar.

Enquanto as ideias não saem do papel, confira o trailer da 5ª temporada:

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

Cobra Kai se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Radha Mitchell pratica rituais SATÂNICOS no trailer do terror ‘Devil’s Workshop’; Assista!

O terror sobrenatural ‘Devil’s Workshop‘, estrelado pela Radha Mitchell (‘Terror em Silent Hill’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Chris von Hoffmann.

Um ator em crise, Clayton, está desesperado por conseguir um papel como demonologista. Ele entra em contato com Eliza (Mitchell), uma especialista em mitologia demoníaca, para ajudá-lo a se preparar e decide passar o final de semana na casa dela. Eliza força Clayton a confrontar seu passado perturbador, performar rituais sombrios e sacrificar uma cabra. Ela realmente quer ajudar o Clayton, seduzi-lo ou destruí-lo?

Timothy Granaderos e Emile Hirsch também estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD pela Lionsgate no dia 30 de setembro.

Panini lança mangá GRATUITO de ‘Elden Ring’ chamado ‘O Caminho para Térvore’; Veja agora!

Foi anunciado hoje pela Panini o lançamento digital e gratuito de ‘Elden Ring: O Caminho para Térvore‘, mangá inspirado no jogo de mesmo nome.

O mangá que foi escrito e ilustrado por Nikiichi Tobita será lançado em diversos países e já está com os dois primeiros capítulos disponíveis para os brasileiros nos links abaixo:

Baixe o Capítulo 1 e o Capítulo 2.

“O título segue o estilo Dark Fantasy — conhecido por ser um gênero que se passa em um universo de fantasia, com ambientes mais tenebrosos — e não faltarão encontros e confrontos de personagens famosos do mundo de Elden Ring, como Melina, Blaidd, Margit, Godrik e, claro, Ranni”, diz a editora.

Elden Ring: O Caminho para Térvore‘ é publicado atualmente no Japão pelo site COMIC Hu e mais capítulos devem chegar ao Brasil em breve, embora a Panini não tenha divulgado novas datas.

Bandai Namco anuncia ‘Tekken 8’ com trailer ESPETACULAR; Confira!

E a Bandai Namco anunciou, de surpresa, nesta terça-feira (13), que ‘Tekken 8‘ já está em desenvolvimento.

A notícia foi divulgada durante a transmissão do State of Play e contou com um trailer com muita pancadaria na chuva!

Confira abaixo o trailer que levou todo mundo a loucura:

Lembrando que ‘Tekken 8‘ ainda não tem previsão de lançamento.

James Cameron, diretor de ‘Avatar’, acredita que o 3D ainda NÃO acabou

Nos últimos anos, o primeiro ‘Avatar‘ (2009), de James Cameron, tem sido um ponto de discussão acalorado em termos de relevância cultural. Após o seu lançamento, o filme se tornou o produto de maior bilheteria de todos os tempos (ajustado pela inflação), elogiado por seus efeitos visuais e construção de mundo.

Avatar‘ proporcionou avanços na tecnologia cinematográfica que se tornaram regras no cenário dos blockbusters. Um desses pontos focais é o uso da tecnologia 3D no filme, que ainda era uma novidade para o público contemporâneo na época. ‘Avatar‘ usou a tecnologia para trazer um nível totalmente novo de imersão aos espectadores enquanto eles experimentavam o mundo de Pandora.

Claro, James Cameron está longe de encerrar sua carreira com ‘Avatar‘, após várias sequências confirmadas. A primeira, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, está programado para ser lançado em dezembro, 13 anos após o original.

No entanto, o anúncio de várias sequências levou a conversas sobre ‘Avatar‘ e seu impacto duradouro, com alguns se perguntando se o público seguiu em frente .

Se você perguntar a James Cameron sobre o impacto duradouro do filme original, é a maneira como ‘Avatar‘ usa o formato 3D que ele acredita ser a contribuição mais significativa do filme para como os blockbusters são lançados hoje.

“Eu diria que o 3D foi geralmente adotado por um período de tempo. ‘Avatar’ ganhou a melhor fotografia com uma câmera digital 3D. Nenhuma câmera digital havia ganhado o Oscar de melhor fotografia antes. Então, dois dos três anos seguintes, as mesmas câmeras foram usadas pelos diretores de fotografia que ganharam o Oscar. Então você conseguiu 3 dos 4 anos em que a Academia abraçou a cinematografia digital. E todos os 3 desses filmes foram em 3D, diz Cameron, que acreditava no formato 3D.

Que continuou: “Parece que para a maioria das pessoas o 3D ‘acabou’. Mas realmente não acabou. Na realidade, ele acabou de ser aceito. É apenas agora uma parte de suas escolhas quando você vai ao cinema para ver um grande sucesso de bilheteria… Eu comparo isso com cores. Quando os filmes coloridos surgiram, era um grande coisa. As pessoas iam ver filmes porque eram em cores. Acho que na época de ‘Avatar’, as pessoas costumavam ir ver filmes porque eram em 3D… Acho que isso teve um impacto em como os filmes eram apresentado que agora é meio aceito e parte do zeitgeist e como é feito”.

Até onde vimos, o novo ‘Avatar‘ irá usar o 3D que conhecemos, porém com uma tecnologia mais avançada que trará além de novos efeitos e quadros em movimento, maior profundida de campo. Vamos aguardar o que vem por aí.

Dirigido por Cameron, o filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

Só na ficção? Caio Castro PAGA a conta em trailer de novo filme da Netflix

Caio Castro ganhou fama de mão de vaca rapidamente pelo Brasil todo, porém, na próxima comédia romântica da Netflix, ele pagará uma conta bem cara apenas para não ser tirado do testamento da mãe, acredita?

No longa ‘Esposa de Aluguel‘, o público acompanhará Luiz (Caio Castro), um homem de 30 anos que nunca teve relacionamentos duradouros com mulheres. Porém, quando a mãe controladora do rapaz descobre que está em fase terminal, seu último desejo é que seu filho se case.

Veja o trailer:

E para não ficar de fora do testamento de milhões, o “eterno” solteiro tira o escorpião do bolso e, em vez de pagar um jantar em um encontro com uma possível pretendente –como o próprio ator já declarou que evita–, ele abre a carteira para que uma atriz finja ser sua mulher.

Lembrando que ‘Esposa de Aluguel‘ chega ao catálogo da Netflix em 11 de outubro.

Assassino mascarado ataca no teaser do remake de ‘O Terror do Trem’; Confira!

O streaming Tubi, mesma plataforma responsável pelo trash ‘Titanic 666‘, divulgou o novo teaser do remake do clássico ‘O Terror do Trem‘ (Terror Train), terror dos anos 80 estrelado pela Jamie Lee Curtis.

Confira:

O terror será lançado na plataforma no dia 21 de outubro.

Philippe Gagnon é responsável pela direção.

Após Alana e um grupo de veteranos da faculdade embarcarem em uma festa no trem com tema de Halloween, sua diversão se transforma em pesadelo quando os passageiros são mortos por um assassino misterioso. Escondidos por fantasias e atormentados pelo caos, todos são suspeitos. Enquanto o trem da festa continua a todo vapor, Alana deve correr contra o tempo para encontrar o assassino antes que ela se torne a próxima vítima.

Robyn Alomar e Tim Rozon estrelam a produção.

O roteiro foi escrito pela dupla Ian CarpenterAaron Martin (‘Slasher’).

Tenoch Huerta comenta sobre as mudanças na adaptação do ‘Namor’ da Marvel

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ será lançado em alguns meses e mostrará um conflito entre duas grandes nações – Wakanda e Talocan. Em uma entrevista na D23 Expo neste fim de semana compartilhada no Instagram oficial da Marvel, Tenoch Huerta resumiu o que podemos esperar de Namor, o Principe Submarino.

“Meu personagem é Namor e é o que as pessoas podem esperar de Namor. Ele está o tempo todo protegendo seu povo. Ele está cuidando deles e é capaz de fazer o que for preciso para protegê-los. Se ele tiver que ir além dos limites, ele fará”, disse Huerta.

Namor estará muito de acordo com a personalidade do personagem dos quadrinhos, os fãs podem esperar algumas mudanças tanto em sua aparência quanto em sua origem. O trailer revelou uma versão de Namor inspirada na cultura e no mito asteca. Ao Los Angeles Times, o ator falou sobre essas mudanças físicas no personagem.

“Esta nova versão responde a este tempo e como este mundo se transformou. Então para mim foi natural e bonito. Poderia ter sido qualquer ator latino de pele morena, mas entendi. Eu amo isso, e eu sou o cara. Eu sou Namor agora!”, contou.

Sobre a história de ‘Pantera Negra 2‘, Tenoch Huerta compartilhou como os fãs verão Wakanda sob uma luz diferente graças à introdução de Namor, que até se relaciona com a turbulência cultural que as pessoas estão vendo na vida real.

“Você os verá à luz do… confronto. Nós não nos damos bem. Mas, é engraçado, no final, eles têm muito em comum. Retrata o que está acontecendo aqui nos Estados Unidos, na minha perspectiva, entre as minorias deste país. Acho que em algum momento precisamos nos unir e criar essa coisa diferente”, disse ele.

Que continuou: “Na nossa versão, parece muito mais real do que ficção. No estilo do UCM, nós o fundamentamos no significado cultural real e nas tradições culturais. Você vê o contingente Latino que está presente visualmente. A criação de Ryan Coogler no cenário cinematográfico da Marvel é de profunda honra e conexão com coisas reais. Então eu acho que muitas pessoas vão se ver representadas”.

A respeito de trabalhar com Tenoch Huerta, Duke disse que “No set, ele aparece e eu fico tipo, ‘Uau!’, mas ele estava nos admirando. Eu fiquei tipo, ‘É você!’ Foi uma admiração mútua e um novo membro bem-vindo ao MCU”.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O enredo ainda não foi revelado, mas a produção continua com a importante missão de seguir o filme e manter o legado do Rei T’Challa, vivido pelo ator Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos devido a um câncer de cólon, em 2020.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Atriz de ‘Riverdale’ vai estrelar o REMAKE do terror ‘Os Estranhos’

Madelaine Petsch

De acordo com o Bloody Disgusting, Madelaine Petsch (‘Riverdale’) vai estrelar o novo filme da franquia ‘Os Estranhos‘, que será um remake baseado no primeiro filme.

Na trama…

Petsch viaja para o campo com seu namorado (Froy Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.

Vale lembrar que a Lionsgate está desenvolvendo uma trilogia, que será filmada em Bratislava, na Eslováquia. Cada capítulo irá expandir a história de formas novas e inesperadas.

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) será responsável pela direção.

O roteiro é assinado pela dupla Alan R. CohenAlan Freedland.

“Quando nos começamos a desenvolver o remake de ‘Os Estranhos’, sentimos que precisávamos contar uma história maior, que poderia ser tão tensa quanto a do filme original, e realmente expandir esse universo,” explicou a produtora executiva Courtney Solomon. “Filmar essa história como uma trilogia vai nos permitir realmente explorar esses personagens. Temos sorte de contarmos com a Madelaine Petsch, uma jovem talentosa cuja personagem será muito importante nessa jornada.”

Em 2018, a sequência ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ foi lançada, arrecadando apenas US$ 31 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar de ter dividido a opinião dos críticos na época (apenas 40% de aprovação no RT), a produção ganhou um pouco de reconhecimento com o passar dos anos, garantindo uma pequena base da fãs à produção.

‘Boa Noite, Mamãe’: Naomi Watts está ASSUSTADORA nas novas imagens do remake

O remake ‘Boa Noite, Mamãe‘, estrelado pela Naomi Watts (‘O Chamado’), ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 16 de setembro.

Os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) também estrelam a produção.

Em ‘Goodnight Mommy‘, dois irmãos gêmeos chegam à casa de campo de sua mãe (Watts) e descobrem seu rosto coberto de bandagens — segundo ela, decorrente de uma cirurgia plástica recente. Mas eles imediatamente sentem que algo não está certo: ela estabelece novas regras estranhas para a casa, fuma em seu banheiro e secretamente rasga um desenho que eles lhe deram — coisas que sua mãe amorosa nunca faria. À medida que seu comportamento se torna cada vez mais bizarro e errático, um pensamento horrível se enraíza na mente dos meninos: a suspeita de que a mulher sob as camadas de gaze não é a mãe de verdade deles.

Jeremy Bobb (‘The Outsider’), Crystal Lucas-Perry (‘Law & Order’) e Peter Hermann (‘Younger’) completam o elenco.

Watts também será a produtora executiva do projeto ao lado dos diretores do longa original, Severin Fiala e Veronika Franz.

Matt Sobel irá dirigir, e Kyle Warren será responsável roteiro.

Lançado em 2014, o original tem uma aprovação de 86% no Rotten Tomatoes.

Opinião | ‘Green Day’ e ‘Coldplay’ fazem valer o ‘ideal’ do Rock In Rio com os melhores shows da edição 2022

Chegou ao fim o Rock In Rio e o assunto agora é sobre o grande “vencedor” da edição, que aconteceu pela primeira vez na história em um ano par. Pelas redes sociais, parece não haver dúvida: Coldplay e Green Day conquistaram o coração de fãs e até mesmo daqueles que estavam tendo contato com as músicas pela primeira vez.  

O mais interessante disso tudo é que os dois shows, apesar de terem fidelizado tanta gente, conseguiram ser completamente opostos e ainda assim parecidos de certa forma. Enquanto o Coldplay apostou no controle e no espetáculo visual, o Green Day fez valer o “punk” e trabalhou um espetáculo de lavar a alma.  

Trazendo os hits dos seus mais de 20 anos de estrada, Billie Joe e sua banda apostaram na raiva, que mesmo sendo controversa, é um sentimento do qual pode se extrair muitas coisas boas, para mexer com o público. Em meio às brincadeiras e interações maravilhosas com o público, houve um caos controlado curioso de se experimentar, enquanto a banda passava suas mensagens e críticas ao sistema. 

Não seria errado dizer que foi um show de fã para fã, já que a tradicional entrada ao som de Ramones e a roupa de coelho estavam lá. Da mesma forma, o vocalista alterou um trecho de “Wake Me Up When September Ends”, música dedicada ao pai dele, que faleceu – agora – há cerca de 40 anos, para “corrigir” o tempo que ele está sem o pai neste mundo. Foi uma mudança pequena, mas que os fãs perceberam e certamente mexeu com eles. No entanto, ao mesmo tempo, não se pode resumir a apresentação do Green Day a um show feito para os fãs. A energia caótica das críticas cantadas com ritmo envolvente contagiaram até mesmo a quem não curte tanto o estilo da banda e acabou indo ao festival por conta de outros artistas.  

Enquanto a banda se divertia no palco, o público se desinibia aos poucos, até que ninguém conseguiu mais ficar parado. Com direito a pedido de casamento no palco e fã tocando guitarra no palco, foi o caos perfeito que a plateia precisava. Foi um grito contra a frustração diária. E diante dos tempos cruéis que vivemos, ter duas horas para poder colocar essa raiva acumulada para fora de forma coletiva é uma experiência catártica. 

Falando em catarse, o Coldplay, que já vem se firmando há uma década como uma das grandes bandas da cena Pop, saiu gigante do Rock In Rio. Diferentemente do Green Day, o Coldplay já chegou ao Rio de Janeiro prometendo a catarse. As imagens de seus shows ao redor do mundo já rodavam as redes sociais brasileiras, incluindo as do último show da banda no país, no Allianz Parque, em São Paulo. 

O mar de pessoas pulsando no ritmo das pulserinhas coloridas enche os olhos até mesmo de quem tomava a banda como piada. E depois do festival, que teve o dia 10/9 esgotado em questão de poucos minutos em todas as aberturas de vendas, o Coldplay sai ainda maior e com muito mais prestígio. 

É curioso como a proposta do show é o total oposto do Green Day. Enquanto os “Punks” apostaram na anarquia, o grupo britânico fez um show mais leve, em que predominou o controle. Também com uma vasta coleção de Hits que dominaram as rádios e os grandes eventos nas últimas duas décadas, o Coldplay construiu um roteiro que levou os fãs do êxtase à depressão em questão de minutos. Pode parecer bobo, mas comandar um público de 100 mil pessoas exige carisma e respeito. E isso não se compra, se conquista. 

Alguns podem dizer que a presença de Chris Martin seja apática, menos enérgica, por assim dizer, mas a forma como ele usou seu jeito calmo para conquistar a plateia e sintetizar a tranquilidade, a paz, que pretende passar com sua música, pulveriza de uma vez por todas esse papo de que falta carisma a ele. São estilos diferentes, bandas diferentes e propostas diferentes. 

E parte importante para o público comprar essa ideia de grupo e se envolver coletivamente com o show é justamente a presença das pulseiras.  Não é dada a opção da plateia pulsar as cores como quiser. É um artifício padronizado, que prende e conquista. As pessoas compram o conceito e aceitam serem comandados por Chris Martin, que se mostra um líder respeitoso e extremamente comprometido com o entretenimento. Ao se banhar na chuva junto com os fãs, reconhecer a importância deles ali, mesmo com o clima ruim e o alto preço dos ingressos, e cantar “Magic” em português, Chris conseguiu criar uma experiência diferente do resto do show. Mesmo sendo marcado pelo controle, ele soube dar beleza a esses breves momentos caóticos. 

Independentemente do seu gosto pessoal, seja ele mais anárquico ou controlado, é muito provável que você tenha se envolvido com as duas maiores apresentações do Rock In Rio. Acredito não haver um vencedor sobre o melhor show da edição 2022, mas essas diferenças e semelhanças de duas bandas tão opostas cativando tanta gente foi definitivamente algo histórico para o festival, uma síntese fantástica do ideal original do evento, que é unir todos os públicos.