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Elenco de ‘A Fera’ fala sobre a experiência de ter participado do thriller de sobrevivência [COLETIVA]

O terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), finalmente chegou aos cinemas nacionais e, recentemente, o CinePOP teve o prazer de participar de uma coletiva e imprensa com os astros do filme.

Para aqueles que não conhecem, a história gira em torno de Nate Samuels (Elba), um homem que viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los.

Quando questionadas como foi a experiência de lidar com um leão em CGI como principal antagonista, Leah Sava Jeffries, que interpretou a jovem Norah Samuels na produção, disse:

“Foi divertido, a princípio, porque era um cara em um traje cinza que tinha uma estampa de leão no rosto e ele tentava nos atacar pela porta [do jipe]. Eu e Iyana [Halley] tínhamos que estar assustadas e nós gritávamos e dizíamos: ‘por favor, não morra!’. Quando, na verdade, era um cara em uma roupa que fazia sons [de animais]. Foi divertido, mas tínhamos que colocar a imaginação para funcionar”.

Elba, por sua vez, comentou sobre os principais desafios de enfrentar o antagonista da obra:

“O maior desafio foi calibrar o nível de medo e o nível de tipo… Sabe, este é um homem que não sabe lutar, quanto mais lutar contra um leão. Foi determinado que eu iria dar um soco no leão, mas eu não sabia muito como fazer isso. Foram essas coisas que nós tivemos que dissecar e compreender. Novamente, esse não é um herói de filmes de ação, e sim um homem normal que não pode lutar. Então, para mim, foi difícil mergulhar nessas áreas para deixar tudo palpável”.

Um dos principais elementos analisados no longa-metragem é, além da sobrevivência, o luto. Afinal, enquanto Nate e as filhas lidam com as consequências de perderem a esposa e a mãe, o leão também é desmistificado de sua condição como vilão, visto que perdeu a própria família e resolveu se vingar contra os agressores.

“Definitivamente acredito que a simetria entre homem e leão está conectada pelo luto, pela perda, pela separação, pela raiva, pelo desespero”, Elba comentou. “Ambos sentem isso e creio que nós não queríamos apenas ‘vilanizar’ o leão como a criatura principal, era necessário ter uma história, uma razão pela qual ele estava fazendo aquilo. Não é muito característico dos leões fazerem isso, então era importante deixar claro a história dele e de que forma ela era muito similar à história de Nate, os instintos de sobrevivência, as relações familiares, a dor e o dano”.

O filme, que foi comandado por Baltasar Kormákur, foi rodado na África do Sul como uma das exigências do diretor – e a história encantou o elenco pelo modo como foi construído.

Iyana Halley, que encarnou Meredith Samuels, comentou sobre os aspectos da narrativa que a fizeram se apaixonar pelo projeto

“Para mim, foi o fato do roteiro levar a pensar o que vai acontecer depois. Eu adoro um roteiro que me faça perguntar: ‘meu Deus, será que eles vão conseguir? Eles vão se reunir? Vão consertar os problemas que têm?’. Então, uma história tão bem escrita só te faz querer ainda mais”, ela disse.

Halley continua, revelando de que forma o continente africano e o mundo animal se conectam com ela:

“[A África] é tão incrível e tão linda, e fiquei muito feliz que realmente conseguimos rodar na África do Sul, porque é possível ver a autenticidade de estar lá fora. E nós vimos todos esses animais incríveis, pareceu bastante real, de fato”.

Já para Elba, a colaboração com Kormákur era apenas uma questão de tempo, visto que ambos já tinham conversado entre si sobre trabalharem em um projeto em comum. Elba, inclusive, rasgou elogios para o cineasta e disse que tinha certeza de que ele conseguiria transmitir as sensações certas para uma narrativa deste tipo.

“O elemento de sobrevivência é um elemento-chave nessa narrativa. Bal fez uma contribuição imensa a esse tema e a esse gênero e eu senti que ele encontraria a temperatura e o tom certos para esse filme, que é um pouco mais teatral em relação a uma perspectiva de sobrevivência mais real. Foi isso que eu e Baltasar sentimos que poderíamos fazer com [o projeto]”, o ator comentou.

Ainda que só tenha estreado há um dia, a expectativa de uma sequência é grande – e o CinePOP pôde perguntar a Halley e Jeffries o que elas gostariam de ver em uma suposta continuação.

“Acho que, se fizermos uma sequência, o que eu adoraria, deveria ter um animal diferente. Porque já fizemos um leão, então, por exemplo, um elefante fica louco e tenta vir atrás de nós… Não sei! Mas acho que deveríamos fazer uma sequência legal, de alguma forma”, Halley respondeu.

Jeffries também respondeu, reforçando a resposta de sua “irmã decena”: “Sim, eu concordo”.

Um dos personagens que também nos chama a atenção no filme é Martin Battles, interpretado por Sharlto Copley. Martin trabalha como guarda da reserva africana em que o filme se passa e, mesmo antes de ter sido escalado para o projeto, já havia conhecido um dos maiores especialistas em leões do planeta, Kevin Richardson.

“Há alguns anos eu conheci Kevin Richardson, o Sussurrador de Leões, que tem milhões de visualizações no YouTube com seu trabalho com leões. E foi bem esclarecedor: eu esperava alguém zen, que adorava animais, mas a energia foi algo do tipo, se ele não estivesse fazendo aquilo, ele seria um militar das forças especiais da Marinha, sabe? O elemento mais crítico que ele explicou foi: você não pode demonstrar nenhum medo, porque qualquer coisinha pode fazer o leão te machucar. Mesmo que ele não queira te matar, ele vai tentar te pegar”, ele contou.

Como se não bastasse, Copley nasceu e cresceu na África do Sul e, por essa razão, já havia tido contato com leões desde cedo: “a primeira vez que eu vi um leão de verdade foi em uma reserva na África do Sul, eu estava nos primeiros anos da adolescência (uns doze ou treze anos). Desde então, nunca tive uma experiência tão louca quanto aquela, porque nós seguíamos as trilhas dos leões, dirigíamos pelas árvores e sentávamos para assistir aos leões comendo uma zebra. Não foi em um zoológico”.

O longa não esteve livre de alguns momentos difíceis para serem rodados e, para Copley, um dos mais complicados de serem filmados foi o gigantesco plano-sequência de sete minutos que Kormákur criou.

“A cena mais difícil foi, definitivamente… [Kormákur] rodava o filme com essas longas cenas no estilo ‘Filhos da Esperança’, a mais longa acho que tem sete minutos… E para manter o sentimento fresco e as coisas acontecendo, nós ensaiamos o dia inteiro e aí tínhamos quatro tomadas para fazer, à medida que o sol se punha… Foi único, foi definitivamente a cena mais difícil”, o ator revelou.

Por fim, Jeffries contou o que aprendeu, profissional e pessoalmente, depois de ter participado do thriller – e o que ela poderá levar para seus próximos projetos:

“O que eu aprendi foi: eu nunca tinha feito um thriller antes, então esse foi o meu primeiro. Eu aprendi como chorar no momento certo e como levava um certo tempo para chegar lá; aprendi a temer e a ser corajosa, ao mesmo tempo; aprendi várias emoções para representar de uma vez só. Pessoalmente, no set, eu aprendi a ser mais inclusiva e proteger as pessoas com quem eu filmo, porque somos uma família: é um laço entre uma filha e um pai, entre duas irmãs, somos todos uma família”.

Karl Urban comenta sobre violenta cena deletada de ‘Thor: Ragnarok’

O astro Karl Urban (‘The Boys’) falou em uma entrevista recente a respeito da cena deletada de ‘Thor: Ragnarok‘, que abordava mais o arco de seu personagem, Skurge, o Executor. Em conversa à GQ, o ator comentou sobre seu papel em ‘Ragnarok‘, e como seu personagem, o Executor, se sentia mal por ter lutado ao lado de Hela, a vilã de Cate Blanchett.

“Na verdade, houve uma cena que não chegou ao corte final. Porque o personagem tem um arco realmente maravilhoso. Antes de tudo, por autopreservação, ele se alinha com Hela. Porque ele podia ver que, se não o fizer, vai ser morto. Mas depois, ao longo do filme, ele fica cada vez mais enojado pelo que ele é obrigado a fazer para manter essa decisão, para trabalhar para ela”, falou Urban.

Que continuou: “E há uma cena em que ele corta a cabeça de uma jovem em uma praça da cidade porque Hela pede a ele. E depois, após essa cena, há uma cena que não entrou no corte final, em que ele está absolutamente e completamente doente. Nós o encontramos em algum canto”.

“E ele está realmente doente fisicamente pelo que ele fez. E essa foi realmente a gênese para essa virada que ele toma, e a culpa que ele sente sobre o que fez, e como ele vai, no momento certo, consertar as coisas. E isso é sempre divertido, quando você tem um personagem que você pode levá-lo em uma direção e depois ter uma mudança brusca”, conclui.

O longa ‘Thor: Ragnarok‘ recebeu aclamação de crítica e público, encerrando sua exibição nos cinemas com US$ 853 milhões arrecadados. Na trama, após anos afastado, Thor retorna para casa e descobre que seu pai, Odin (Anthony Hopkins), rei de Asgard, está desaparecido. Após encontrá-lo, ele toma conhecimento de sua irmã mais velha, Hela, a poderosa e implacável deusa da morte.

‘Dupla Jornada’: Filme de vampiros com Jamie Foxx amarga apenas 52% de aprovação; Confira as análises!

Chegou hoje ao catálogo da Netflix a comédia de terror ‘Dupla Jornada‘ (Day Shift), que traz Jamie Foxx (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) como um caçador de vampiros que também tenta virar para cuidar de sua filha.

Infelizmente, o longa que marca a estreia diretorial de J.J. Perry abriu com apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre as 46 avaliações publicadas até o momento, 24 são positivas e 22 são negativas.

 

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a performance de Foxx, que consegue entregar momentos genuinamente cômicos em meio a uma trama muito bem conduzida pela direção de Perry.

Por outro lado, outros disseram que o longa peca pelo excesso de elementos de variados gêneros e é um desperdício de talento em uma falha tentativa de alavancar um tema repetitivo.

Confira as análises:

“Às vezes, tudo o que você precisa é ver Jamie Foxx em uma camisa havaiana e Snoop Dogg como um cowboy matando centenas de vampiros com espadas, espingardas, metralhadoras, granadas de alho e chutes decapitadores.” – AV Club.

“Esta é a estreia diretorial de J.J. Perry, e ele definitivamente sabe coreografar uma cena de luta, mas é só isso. Além dos vampiros, que são muito legais, todo o resto foi uma grande oportunidade perdida que pode deixar você com a sensação de que perdeu seu tempo.” – Just My Opinion Reviews.

“‘Dupla Jornada’ é uma delícia. Alguém ficaria tentado a chamá-la de a melhor comédia de terror de 2022 até agora, mas mistura tantos gêneros que é mais como a melhor comédia de ação de terror-policial-dramática-de artes marciais de 2022 (até agora ). – LA Times.

“‘Dupla Jornada‘ quase se sai bem em suas impressionantes sequências de ação, mas todo o resto precisa de mais combustível.” – WGTC.

“‘Dupla Jornada‘ parece aqueles filmes de baixo orçamento, desde seus efeitos desleixados até seu roteiro amador, mas talvez essa seja a intenção.” – Entertainment Weekly.

“O público pode esperar bons momentos, mesmo que não se lembre muito depois dos créditos. – The Hollywood Reporter.

“As sequências de ação cruas e tediosas com sua estética de videogame são um teste incrível e não há nada de interessante ou glamouroso nesses vampiros.” – The Guardian.

Na trama, Foxx interpreta um pai trabalhador que só quer dar uma boa vida para sua filha de 8 anos, mas seu trabalho mundano de limpador de piscinas é uma faixada para seu real serviço: caçar e matar vampiros para uma organização internacional.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Foxx produz o longa.

O elenco ainda conta com Scott Adkins (‘Doutor Estranho’), Dave Franco (‘The Rental’), Meagan Good (‘Jogos Mortais 5’), Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’), Eric Lange (‘Lost’), Snoop Dogg (‘Bones: O Anjo das Trevas’) e Zion Broadnax.

O roteiro, que foi revisado por Shay Hatten (‘John Wick 3’), é assinado Tyler Tice.

Chad Stahelski, Jason Spitz  Shaun RedickYvette Yates Redick também entram como produtores.

Aterrorizantes! Conheça todos os jogos já lançados da franquia ALIEN

O percursor

Quando ‘AlienO Oitavo Passageiro’, do cineasta Ridley Scott, foi lançado em 1979, o que chamamos hoje de cultura pop, ou mesmo cultura nerd, dentro da indústria do cinema, ainda estava engatinhando. Tudo isso foi iniciado apenas com o lançamento do primeiro Star Wars, dois anos antes, popularizando de vez o que é dito como blockbusters, os filmes arrasa quarteirões capazes de levar milhões de pessoas aos cinemas.

Ainda assim, o primeiro ‘Alien‘ não era o tipo de produção que tinha um viés popularesco, digamos assim, já que apostava no gênero do terror e era quase que por completo apoiado no suspense. Só pra se ter ideia, a figura do ‘Alien‘, por exemplo, aparece apenas quase que na metade do filme, onde lema era mostrar o monstro cada vez menos para no final revelar a criatura e causar grande impacto.

Porém, tudo mudou quando James Cameron, diretor de obras de grande sucesso como ‘O Exterminador do Futuro, ‘Titantic’ e ‘Avatar’, entregou a Fox um roteiro inusitado daquilo que seria a continuação de ‘AlienO Oitavo Passageiro’, chamado então de ‘AliensO Resgate’. Digo inusitado porque a abordagem de Cameron do universo Alien era completamente diferente daquilo que foi construído por Ridley Scott.

AliensO Resgate‘ é por essência um filme de ação e aventura que se esbalda em ficção cientifica, com um escopo imensamente maior e com cenas repletas de momentos frenéticos e trazendo uma batalha épica contra a rainha Alien, que parece feita para ser adaptada para um game. Por isso, foi a partir desse filme que outras mídias passaram a expandir a franquia Alien.

Exatamente o que aconteceu nos games, pois até o ano de 1986, época do lançamento de ‘Aliens’, a série tinha recebido apenas um jogo de destaque que levava o nome da marca. Porém, a partir daí, diversos títulos surgiram tanto para arcades quanto para consoles caseiros, com estilos e propostas diferentes, servindo assim para todos os gostos. Jogos esses que vamos falar aqui dessa vez. Será que você conhece todos?

Alien (Atari 2600)

Mas falando do único grande jogo que saiu após o primeiro filme, temos Alien, de 1982, longa que foi feito pela própria Fox Video Games para o Atari 2600, no intuito de pegar alguns fãs malucos apenas pelo game exibir o logotipo do Alien. Isso porque o jogo nada mais é que uma versão de Pac-Man para o Atari, onde trocaram os fantasmas do jogo original da Namco por aquilo que seria a forma dos alienígenas.

A dinâmica é a mesma, você vai apenas fugir dos monstros e pegar algum power-up do cenário para destruí-los e também seus ovos deixados em meio a tela de labirinto.

Vale falar que a trama desse jogo foi escrita (como descrição da caixinha) pelo lendário desenvolvedor da Atari, Doug Neubauer, sendo creditado na embalagem por Dallas North. Neubauer ficou conhecido por ter feito, em 1979, o clássico Star Raiders, um jogo de combate espacial que também saiu nas principais plataformas do Atari.

Aliens: The Computer Game (PC’s)

Provavelmente, alguém muito fã de Alien ou de jogos antigos de PC deve vir aqui e dizer “É claro que existiu outro jogo de Alien antes de 1986, e o Alien que saiu para o Commodore 64 em 1984?”. Ok, de fato tivemos ali esse jogo de estratégia perdido no meio desses jogos, porém, pelo fato de pouquíssimas pessoas terem acesso e de ser um game de um estilo que era ainda menos difundido, sem usar dos principais elementos da franquia, na lista dos principais games da série, esse sequer é citado.

Exatamente o oposto, por exemplo, de ‘Aliens: The Computer Game’, exatamente de 1986, que como o próprio subtítulo revela, foi lançado também exclusivamente para os PC’s da época, como Apple II, ZX Spectrum e o próprio Commodore 64.

Um jogo que, mesmo sendo bem rudimentar, trazia fases variedades e momentos de ação. Este que foi feito então pela Actvision, algo como se fosse uma espécie de time B da parceira da Atari.

Time B porque um ano depois, em 1987, a Activision junto a Software Studios, Publisher parceira, fez um jogo que finalmente poderia levar o título da franquia Alien, esse também chamado de ‘Aliens: The Computer Game’, que saiu para os demais computadores acima e ganhou uma versão para o MSX, feita pela Square.

Dessa vez, estamos no comando da Ripley, principal protagonista da franquia, em um shooter de ação, onde encontramos vários aliens pelo caminho, e em três momentos podermos enfim confrontar a Rainha Alien, de tamanho gigantesco. Na época o game foi extremamente elogiado e ganhando nota máxima de vários veículos, com alguns desses falando que era o melhor jogo de filme já feito até então.

Aliens Arcade Game (Arcade)

Mas foi na década de 90 que a franquia Alien ganhou diversos jogos que ficaram marcados na história dos videogames, com o primeiro deles sendo Aliens Arcade Game, de 1990, lançado unicamente para os fliperamas e feito pela Konami, outra gigante que licenciou a marca.

À primeira vista, Aliens Arcade Game parece novamente um shooter de exploração lateral que remetia ao jogo do MSX que falamos, porém isso dura até começamos a explorar o game e passar das fases, além é claro da brutal evolução no que se refere a parte gráfica e visual.

No entanto há fases diversas no que se refere a level design, onde passamos por fases subterrâneas e dutos de pouca movimentação, até comandamos veículos em exploração vertical enquanto atiramos nos aliens que surgem a nossa frente.

Também operamos um exoesqueleto, como no filme Aliens, já que o game adapta o segundo filme. Bem como existem uma boa variedade de armas, com bazucas e até armas a laser. Nesse jogo enfrentamos a rainha duas vezes, com a primeira ela estando presa e cheio de ovos, e depois com exoesqueleto onde a Rainha Alien está completamente solta e bem mais difícil. Nele você pode escolher entre a Riplay ou o Cabo Hicks.

E, como esperado, a aprovação foi total pela imprensa especializada e pelos, sendo descrito como simplesmente brilhante. Foi também o segundo arcade mais popular de 1990, atrás apenas de ‘Teenage Mutant Ninja Turtles’. Encerrando assim a fase de jogos baseados no segundo filme comandado por James Cameron.

Alien 3 (Super Nintendo e Mega Drive)

Agora, em plena era dos consoles de 16-bit, o filme Alien 3 tinha chegado aos cinemas e trouxe de volta a atriz Sigourney Weaver como Riplay, mas nem Scott ou Cameron envolvidos, com a produção passando por vários problemas durante a filmagens, chegando ao ponto de demitir o primeiro diretor contratado e chamar o cineasta David Fincher, conhecido por Seven e Clube da Luta, para terminar a montagem às pressas.

Os autores colocavam os aliens dessa vez como armas biológicas e possuía uma proposta bem diferente dos dois primeiros filmes, trazendo uma pegada mais cyberpunk, digamos assim.

O filme não foi lá grande coisa, porém rendeu aos sistemas Mega Drive e Super Nintendo um jogo excelente chamado também de Alien 3, desenvolvido pela Probe Software e lançado pela Acclaim Entertainment, conhecida editora da época, que lançou diversos grandes jogos e foi fundada por um dos membros da Activision.

Nesse jogo também temos a mescla de shooter com exploração lateral, porém agora exploramos também lugares superiores e inferiores, onde Riplay caminha pelo cenário resgatando diversos prisioneiros, enquanto lida com os aliens que aparecem no seu caminho. O título, no entanto, não tem tanta variação quanto o já citado dos arcades, porém traz vários cenários do filme, sendo fiel como adaptação.

Ainda assim, o jogo foi tão elogiado quando o Aliens de Arcade, recebendo notas altíssimas e vendendo muito em ambas as plataformas. Tanto que chegou a ganhar versões mais simplificadas para os consoles de gerações anteriores e portáteis, como Game Boy, Game Gear, NES e Master System.

Alien vs Predator (Várias Plataformas)

No final dos anos 80, precisamente em 1987, chegou nos cinemas Predador, um filme de ação incrível estrelado por Arnold Schwarzenegger, que colocava um humano encarando uma criatura alienígena que possuía uma tecnologia futurista avançada, capaz de bater de frente com um exército inteiro.

Como a figura se tratava de um ser de outro planeta, os fãs logo passaram a liga-lo a franquia alien. Foram criados quadrinhos que expandiram este universo, fazendo um crossover de ambas as criaturas, e, obviamente, games que traziam o esperado confronto Alien vs Predator.

Com o primeiro deles saindo para Super Nintendo em 1993, chamado exatamente de Alien vs Predator, desenvolvido pelo pequeno estúdio Jorudan e publicado pela Activision, sem muita experiencia no mercado. Não por acaso, o jogo acabou não marcando tanto, justamente por aproveitar apenas o visual dos personagens, mas não criar mecânicas interessantes, que realizassem o desejo de ver esse confronto.

Isso na verdade aconteceu um ano depois, em 1994, quando a Capcom lançou para os arcades Alien vs Predator, em sua poderosa placa CPS-2. Um jogo em que elaboraram uma trama interessante, onde o major Dutch Schaefer, que foi aprimorado ciberneticamente, e o tenente Linn Kurosawa do Corpo de Fuzileiros Navais Coloniais dos Estados Unidos, veem a California do futuro ser invadida por um enorme enxame de drones alienígenas.

Antes que todos fossem simplesmente aniquilados, uma dupla de Predadores surge e destrói os aliens, com eles oferecendo apoio e formando uma aliança com os ciborgues. Ou seja, nesse game controlamos, além dos dois Predadores, tanto Linn quanto o próprio Dutch – que faz referência ao personagem de Schwarzenegger.

Esse é um jogo mais no estilo de beat em’ up, e, olha, sem brincadeira, Alien vs. Predator é um dos melhores jogos de briga de rua já lançados nos anos 90, viu… Extremamente rápido, com gráficos belíssimos, cheio de sprites grandes, com diversas mecânicas e armas para confrontar os aliens, que ganham aqui muitas variações. Jogar com amigos então aumenta muito o fator diversão.

O mais curioso da produção desse jogo é que ele foi baseado em um roteiro de um filme Alien vs. Predator que nunca saiu do papel. Tanto que o filme que saiu em 2004, 10 anos depois, nada tem a ver com a história desse jogo, apostando mais em uma história épica de antepassados que interligam aliens e predadores como inimigos de guerra. Alien vs. Predator é considerado hoje um clássico dos Arcades.

Alien Trilogy (Plastation e Sega Saturn)

Nos videogames da 5ª geração, eu tenho certeza que você já deve ter visto a capa de Alien Trilogy na locadora que você ia, né não? Alien Trilogy é um game de tio em primeira pessoa, no melhor estilo Doom, que foi lançado em 1996 e feito pela Acclaim quando eles compraram a Probe de vez. Saiu, obviamente, para o PlayStation, para o Sega Saturn e também para o MS-DOS.

Alien Trilogy foi dessa vez baseado nos três primeiros filmes da franquia, tendo até captura de movimento 3D dos atores. Por sinal, tiraram muitos sons e partes dos filmes para incrementar no jogo.

Esse que foi novamente bem-recebido pela crítica mundial, que elogiou a recriação da atmosfera dos filmes e trouxe profundidade em relação a outros jogos de tiro em primeira pessoa, sendo um baita sucesso de vendas. A imprensa na época dizia que não chega a ser um game revolucionário, mas extremamente competente em tudo que faz.

Alien Resurrection (PlayStation)

Se Alien 3 não é tão querido pelos fãs quanto os dois primeiros, Alien: A Ressureição, de 1997, o quarto filme da série, é de longe o mais rejeitado dessas produções lançadas entre as décadas de 70 e 90. O filme que se passa em 2379, 200 anos após os eventos do terceiro longa, criam um clone da Riplay, chamado de Riplay 8.

Esse clone foi feito com as amostras de sangue da Riplay com a Rainha Alien – a história é doida desse jeito mesmo. Por sinal, a memória genética do alien xenomorfo permite que a Riplay clone tenha memórias antigas. Enfim, dentre as coisas mais absurdas desse filme, é que a Riplay tem até um filho que é meio alien, meio humano.

Pois bem, sendo relegado por muita gente, o game que adapta esse filme foi sair apenas 3 anos depois, e em dezembro de 2000, sendo também chamado de Alien Resurrection. O jogo que também é um FPS no estilo Doom saiu com exclusividade para o Playstation, que bancou o fim do desenvolvimento junto com a Sega e a Fox, onde quase foi cancelado por passar em várias fases durante o seu desenvolvimento.

Dessa vez, a obra foi considerada bem genérica e muito atrás do que se tinha na época, não empolgando nem mesmo os fãs da franquia e rechaçada pela crítica mundial, que considerou o título chato e injogável. O mais curioso é que este foi um dos primeiros jogos a usar o controle analógico do Dualshock no Playstation, e ainda assim não funcionava tão bem.

Aliens vs. Predator (PS3/Xbox360)

Passando então um longo hiato sem sair um grande jogo da franquia, com um outro título para portátil ou plataforma mobile, chegamos ao Aliens vs. Predator da geração de Playstation 3 e Xbox 360, lançado em 2010. Agora com a franquia sendo totalmente licenciada e distribuída pela Sega, a Casa do Sonic deu a Rebellion Developments, criadora da franquia Sniper Elite, a tarefa de atualizar o clássico dos anos 90 para os gráficos atuais, porém agora a coisa seria diferente.

Nesse jogo, temos a possibilidade de comandar, além dos soldados da marinha e do Predador, a possibilidade controlar ao Aliens, aliás, a própria Rainha Alien – ainda que numa perspectiva de primeira pessoa, mas com possibilidade de destroçar os humanos.

O que deu ao novo Aliens vs. Predator um diferencial e tanto, sendo este um sucesso de vendas, mas desagradando grande parte da crítica. Que notou vários bugs e uma má execução de comandos, em meio a um game tinha uma proposta ambiciosa e uma ideia boa, mas que desperdiça em uma experiência um tanto quebrada.

Aliens: Colonial Marines (PS3/Xbox360)

Porém, quebrado mesmo, é Aliens: Colonial Marines, que também foi publicado pela Sega em 2013 e agora desenvolvido pela conceituada GearBox, que ficou conhecida pela ótima franquia Boderlands. Porém aqui a coisa pega, onde o trailer enganou legal, trazendo soldados caçando aliens que surgiam de todos os lados em uma perspectiva bem cinematográfica.

O game pode ser resumido em uma só palavra: decepção! Já que nada funciona bem por aqui, pois, até o visual, que prometia bastante, acaba sendo ruim devido a algumas escolhas estéticas e até casos de unchany valley. Mas o maior problema está em sua jogabilidade, totalmente travada e lotada de bugs que chegavam a crashar o console.

Além disso, tudo parecia muito superficial, desde o próprio gameplay e suas fases, até mesmo a história e abordagem dos personagens, com uma das piores inteligências artificiais já vistas em um jogo da sétima geração.

Os críticos não tiveram pena e desceram o sarrafo no jogo da Sega, porém, de nada adiantou, pois Aliens: Colonial Marines foi um dos jogos mais vendidos pelo estúdio naquele ano, ficando apenas atrás de Sonic All Star Racing Transformed. É, o povo realmente adora os Aliens, viu!

Alien: Isolation (2014)

Mas não dá pra dizer que a Sega só entregou bombas no que se refere a franquia Alien nessas gerações mais novas, até porque Alien Isolation é para muito o jogo definitivo da franquia Alien. Quer dizer, o game definitivo já feito utilizando o nome Alien.

Lançado em 2014 para Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360, Xbox One e PC, Alien Isolation foi desenvolvido pela Creative Assembly, empresa responsável pela série de jogos Total War, grande sucesso de estratégia online. O novo jogo do Alien tem uma proposta diferente de todos os demais lançados, já que agora traz a dinâmica de um sobrevivente sendo perseguido por um alien o tempo inteiro da campanha.

Na trama, comandamos Amanda Riplay, filha da Ellen Riplay original, que recebe a missão de ir atrás da nave Nostromo, que foi recentemente localizada. No meio da missão, obviamente, as coisas dão errado e até mesmo alguns androides passam a atacar Amanda. No entanto, o problema foi gerado justamente pela estação espacial que desembarcaram abrigar um Alien.

Este que, indo de encontro ao Colonial Marines, possui uma das melhores inteligências artificiais já criadas em um jogo. Fingindo, por exemplo, que está indo embora, mas ficando à espreita e atacando de maneira mortal. Por sinal, caso seja descoberto pelo Alien, é morto na hora. Essa dinâmica elevou a tensão do título para outro patamar. Sendo o game considerado simplesmente um dos melhores jogos do ano, e disparado o melhor da franquia Alien na era moderna.

Recentemente, foi revelado que teremos em breve um novo jogo do Alien, onde o título até agora é apenas Aliens. Porém, tudo indica que será uma sequência direta de Alien Isolation, e esperamos que sim, pois ali vemos que é possível fazer um game dessa franquia maravilhosa desses monstros que adoramos tomar susto.

‘Uma Equipe Muito Especial’ estreia na Amazon | Relembre o Clássico dos anos 90 que deu origem à Série

Nem só de aventura, ficção científica e terror vivem as adaptações de filmes de sucesso para a TV. O drama também tem seu lugar. Em anos recentes vimos produções como Westworld, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e o vindouro O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder levando suas histórias das telonas para as telinhas. É claro que o fato não é novidade, remetendo aos primórdios da televisão. A próxima a chegar planejando fazer barulho é a versão da Amazon Prime Video para Uma Equipe Muito Especial (A League of Their Own), que foi exibida em junho no Festival de Tribeca, nos EUA, e estreia seus 8 episódios a partir do dia 12 de agosto na plataforma de streaming número 2 do mundo.

O novo programa será mais inclusivo, tratando de adicionar atrizes negras ao elenco de protagonistas (como Chanté Adams e Gbemisola Ikumelo), elemento muito bem-vindo e ausente da produção original. O programa foi criado por Will Graham e Abbi Jacobson. Para entrarmos no clima desta que é uma das grandes apostas da Amazon para o segundo semestre de 2022, iremos relembrar com você onde essa história começou. E também comemorar o aniversário de 30 anos de um dos filmes de esporte mais originais e representativos do cinema: Uma Equipe Muito Especial.

Dos cinemas para a Amazon. O clássico de 30 anos ganhará uma roupagem mais diversificada com a inclusão de atrizes negras no elenco.

A trajetória de Uma Equipe Muito Especial (A League of Their Own, 1992) começou com a saudosa diretora Penny Marshall – uma das vozes femininas mais marcantes de Hollywood das décadas de 80 e 90. Famosa pelo icônico Quero Ser Grande (1988), o filme em que um menino vira adulto nas formas de Tom Hanks, a cineasta acabava de sair do sucesso dramático Tempo de Despertar (1990), com Robert De Niro e Robin Williams, indicado a três prêmios no Oscar incluindo melhor filme. Marshall então decidiu qual seria seu próximo projeto ao assistir um documentário da rede PBS sobre a Liga Profissional de Baseball Feminino. Sendo uma grande fã do esporte, a diretora decidiu que iria desenvolver um filme sobre os primórdios desta liga. Para escrever o roteiro foram contratados Lowell Ganz (Splash e O Tiro que Não Saiu Pela Culatra) e Babaloo Mendel (Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias), baseado na ideia inicial de duas mulheres, Kim Wilson e Kelly Candaele, além da própria Penny Marshall.

Uma Equipe Muito Especial não é especificamente baseado numa história real, porém, aborda um momento real histórico dos EUA, e baseia alguns de seus personagens centrais em figuras que realmente existiram. Como, por exemplo, Dottie Hinson, a protagonista vivida por Geena Davis, é inspirada na lendária jogadora Dottie Collins, que realizou muitos dos feitos mostrados no filme durante a Segunda Guerra Mundial – embora suas vidas pessoais fossem completamente diferentes. Outro que pegou inspiração de personalidades reais em sua composição foi o treinador do time feminino, o ex-atleta acabado Jimmy Dugan (papel de Tom Hanks), que é um misto dos treinadores reais do passado Jimmie Foxx e Hack Wilson.

Como dito, a trama do filme é baseada num momento histórico real, porém, com algumas liberdades criativas. Durante a Segunda Guerra Mundial, os americanos foram convocados para servir no conflito e viajavam para fora do país, atendendo às mais variadas capacidades (não necessariamente direto no campo de batalha). Isso incluía esportistas. Assim, na década de 1940, com o baseball solidificado como um dos esportes mais populares do país, assim como suas duas principais ligas (a NL – National League – e a AL – American League), todos os jogadores deixaram os campos e seguiram para a guerra. A solução foi convocar as esposas e namoradas dos jogadores para ocupar seus lugares, dando continuidade ao esporte e entretenimento ao povo num momento tão difícil para a humanidade. Assim nascia a Liga de Baseball Feminina nos EUA, esporte que só se fortificou com o passar dos anos e encontrou seu próprio espaço, assim como as mulheres de forma geral na sociedade. Neste aspecto, Uma Equipe Muito Especial é um filme feminista, que fala sobre a ascensão da mulher num universo tipicamente masculino.

Uma Equipe Muito Especial é um filme à frente de seu tempo, e tanto nas telas quanto atrás das câmeras surge como um marco importante em Hollywood. A começar por ser uma grande produção de um dos maiores estúdios da meca do cinema, protagonizado por mulheres, onde os homens recebem os papeis coadjuvantes. E segundo, devido ao seu tema mais que digno, que homenageia mulheres importantíssimas e que foram precursoras em abrir portas para o gênero não apenas no esporte, mas também na sociedade de forma geral. O filme marcou o segundo trabalho consecutivo da estrela Geena Davis num longa com fortes tintas de empoderamento, que conseguem manter sua relevância até hoje, seguindo sua indicação ao Oscar em Thelma & Louise no ano anterior. Geena Davis corre, pega bolas, joga de verdade e inclusive fez sem dublês a cena do espacate. No entanto, Davis não era a primeira escolha para a protagonista Dottie.

A vencedora do Oscar Geena Davis brilha como a protagonista de ‘Uma Equipe Muito Especial’. Mas não era a primeira escolha.

Durante a pré-produção do filme, nomes como Brooke Shields, Laura Dern, Kelly McGillis, Ally Sheedy, Jennifer Jason Leigh e Sean Young foram cogitados ou estiveram de fato vinculados ao projeto. Demi Moore chegou muito perto de conseguir a vaga, mas precisou desistir ao se descobrir grávida (do então marido Bruce Willis). Outra que fez teste para Dottie foi uma jovem e desconhecida Marisa Tomei, que gravou sua audição em vídeo, tendo Joe Pesci como técnico, durante os intervalos das filmagens de Meu Primo Vinny, também lançado em 1992. Pelo filme, Tomei levaria o Oscar de atriz coadjuvante, mas não conseguiria o papel em Uma Equipe Muito Especial, já que segundo a diretora, “Tomei simplesmente não era uma jogadora”. E isso era especificamente o que Marshall exigia de suas atrizes, que soubessem ou aprendessem baseball. A cineasta realizou testes de baseball para duas mil atrizes, até os grandes nomes tinham que mostrar que sabiam jogar.

Depois de muito procurar, Penny Marshall finalmente decidiu por sua Dottie, nas formas de… Debra Winger! A atriz nessa época já havia sido indicada duas vezes ao Oscar (por A Força do Destino e seu filme mais famoso, Laços de Ternura) e havia impressionado a diretora com sua dedicação. Winger passou meses praticando e aprimorando sua técnica no esporte, a fim de fazer jus a esta obra de imensa importância. Num desvio do destino, porém, toda a dedicação de Debra Winger se esvaiu graças a uma contratação no elenco: a estrela da música Madonna, que tentava encontrar seu lugar nas telonas também. Madonna havia acabado de sair do sucesso Dick Tracy (1990), de Warren Beatty, quando fisgou o papel de Mae ‘All the Way’ Mordabita, a jogadora sagaz e sem papas na língua, que conquista seu lugar com a sensualidade e falta de inibição. Ou seja, basicamente a própria Madonna. A cantora parecia ter nascido para o papel, mas sua contratação foi puro jogo de marketing do estúdio.

Madonna fez a trilha sonora, mas foi o motivo da saída da atriz que iria protagonizar.

A escalação de Madonna para o papel de Mae ‘All the Way’ foi estratégica para chamar público, é claro, e viria atrelada a uma canção (‘This Used to be my Playground’), escrita e performada pela própria para ser o tema do filme. Pela música, Madonna recebeu uma indicação ao Globo de Ouro. De fato, após o lançamento do filme, muitos críticos apontaram que a presença da estrela da música era uma mera distração e que não acrescentava em nada – a não ser realmente como chamariz para uma maior bilheteria. E foi exatamente isso o que pensou Debra Winger quando soube da contratação de Madonna, que o fato diminuiria a importância do filme e de sua mensagem. Segundo Winger, o estúdio estava querendo “um musical de Elvis” e não um filme sério. Desta forma, Winger desistiu do projeto e renunciou ao papel de Dottie. Logo em seguida, nos 45 do segundo tempo, Geena Davis entrava em cena, realizando sua audição no quintal da casa da diretora, e naquele momento já se eternizando como Dottie.

Outro aspecto importante em Uma Equipe Muito Especial é a relação entre as duas personagens principais, as irmãs Dottie e Kit. Jovens fazendeiras interioranas, Kit, a caçula, está sempre na sombra de sua irmãzona. E isso causa atrito entre as duas. Dottie se coloca na capacidade de protetora, mas Kit almeja seguir por conta própria e traçar sozinha seu destino. O problema é que inicialmente as conquistas de Kit estão atreladas ao valor que Dottie tem para o time. Ficando com o papel da irmã mais nova ciumenta, Lori Petty havia aparecido no sucesso Caçadores de Emoção (1991), ao lado de Keanu Reeves e Patrick Swayze, no ano anterior. Aspecto esse, da relação entre irmãs, que a nova série da Amazon deve adereçar igualmente, talvez mudando alguns dilemas.

Por falar nos dilemas que as mulheres passavam na época, estava a humilhação de precisar usar uniformes curtos com saias mostrando as pernas, a fim de despertar a atenção dos homens e por consequência encher os estádios. Fora isso, as jogadoras também eram enviadas para a “escola de Charme e Beleza de Helena Rubenstein”, onde aprendiam a se comportar com aulas de etiqueta, higiene e códigos de vestimentas. Imagine só. Precisamos enfatizar que esta era a década de 40, uma época ainda muito primitiva para os direitos e liberdade da mulher. Tópicos que deveremos encontrar também na nova série.

Como dito, a série A League of Their Own, da Amazon, promete ter mais diversidade com a inclusão de jogadoras negras. No filme não temos nenhuma. Numa cena, enquanto Dottie treina com uma colega, a bola escapa e vai parar numa parte segregada da arquibancada, destinada a “pessoas de cor” no estádio. Uma mulher negra então levanta, pega a bola e a joga de volta. A bola passa veloz por cima de Dottie e quando sua colega a pega, sua expressão é de surpresa pela força com que a mulher arremessou. Então a mulher apenas acena sua cabeça para Dottie. Essa cena foi inserida no filme para representar o fato de que mulheres negras não eram permitidas na Liga Profissional Feminina, não importando o quão boas fossem – muitas vezes melhores inclusive que as brancas. Sim, a cena é uma crítica muito pertinente.

A série da Amazon, no entanto, não é a primeira tentativa de levar Uma Equipe Muito Especial para as telinhas. No ano seguinte do lançamento do filme, em 1993, um programa de mesmo nome estreava na rede CBS, produzido pela mesma Penny Marshall (que também dirigiu um episódio). O seriado reprisou os mesmos personagens, sem qualquer envolvimento de Geena Davis, Tom Hanks, Madonna ou Lori Petty, é claro, apesar de utilizar ao menos duas atrizes do elenco coadjuvante do filme também na série. O programa, ao contrário do filme, não fez sucesso e foi cancelado após 6 episódios de sua primeira temporada. Agora é a vez da Amazon mostrar que pode fazer melhor nesse jogo e dar mais uma chance a essa história repleta de empoderamento.

Poucas semanas antes do início das filmagens de Uma Equipe Muito Especial, o filme, em junho de 1990, a Fox retirou seu financiamento para a obra. Logo depois, a Columbia (Sony) pegou o projeto e as filmagens puderam finalmente ocorrer em julho de 1991. Uma Equipe Muito Especial estreou no dia 1º de julho de 1992, e com um orçamento de US$40 milhões, retornou em bilheteria US$132 milhões, garantindo assim seu sucesso. O filme se tornou o preferido na filmografia de Tom Hanks, segundo o próprio astro. Em 2012, o longa foi selecionado para preservação nos arquivos do Registro Nacional de Cinema, da Biblioteca do Congresso dos EUA.

Crítica | Carter – Netflix lança ‘Missão Impossível’ Sul-Coreano que é Pura Adrenalina do Início ao Fim

Uma geração inteira de espectadores cresceu assistindo a franquia ‘Missão Impossível’ nos cinemas, vendo Tom Cruise em situações cada vez mais inacreditáveis (no real sentido da palavra) e se superando desde 1996, quando estreou o primeiro filme. De lá para cá é ilusório pensar que cineastas e roteiristas de filmes de ação não tenham sido influenciados de alguma forma pela franquia, que é, goste-se ou não, um sucesso mundial. Para quem curte esse tipo de entretenimento, ‘Carter’, sucesso da semana da Netflix, é o programão ideal.

Carter Lee (Joo Won) é um assassino de aluguel desmemoriado. Ele é literalmente acordado por uma equipe da CIA que o encontra em um quarto de motel, falando em inglês, perguntando quem ele é. Confuso e pelado, no que ele tenta responder Carter literalmente ouve uma voz em sua cabeça lhe dando instruções para sair dali o quanto antes, pois o prédio vai explodir. A partir desse momento, sua vida vira uma corrida contra o tempo, pois a voz lhe comunica que ele precisa salvar a criança Ha-na (Kim Bo-Min), pois o sangue dela possui a única substância capaz de gerar uma vacina contra um vírus letal que está assolando o mundo e transformando as pessoas em uma espécie de zumbis. Porém, os governos dos Estados Unidos, da Coreia do Sul e da Coreia do Norte estão usando essa criança como ferramenta de disputa para iniciar uma guerra mundial, e Carter terá que confiar em seus próprios instintos para sobreviver, uma vez que todo mundo parece querer prejudicá-lo em sua missão.

Em longuíssimas duas horas e quinze de duração, ‘Carter’ tem uma história de espionagem mirabolante demais e difícil de acompanhar dada as intermináveis sequências de ação que compõem o recheio da produção. O roteiro de Byeong-sik Jung e Byung-gil Jung parece querer abarcar todos os temas polêmicos que possam atrair o público – político (briga EUA x Coreia do Norte), de saúde (pandemia, vírus) e biológico (corrida pelas vacinas) – para servir como pano de fundo para um argumento que quer mesmo só oferecer sequências sem fim de cenas de luta e de ação. Se o objetivo era esse, nem precisava de tanta história, pois, nas poucas vezes em que o enredo para, na tentativa de se explicar, só confunde o espectador, que se perde na história e nos objetivos dos personagens.

O que vale mesmo é a ação em ‘Carter’, e nisso o diretor Byung-gil Jung dedica todos os seus esforços (e seu orçamento). Desde o primeiro plano-sequência do motel que vai parar numa sauna com uma centena de homens de tanguinha e bunda de fora lutando e espirrando sangue para todos os lados a situações impossíveis como o protagonista pendurado segurando-se pelos dedos em um avião em queda livre, as cenas de ação são puro suco de adrenalina sem parar sem parar sem parar – dá até uma cansada e uma vertigem, tão frequentes são as viradas de câmera e de ângulo para acompanhar os movimentos do protagonista.

Numa imersão a la ‘Call of Duty’, ‘Carter’ é um ótimo filme de ação para quem curte, desde que se deixe a história de lado. Aos espectadores com labirintite e outras sensibilidades, recomenda-se algumas pausas ao longo da exibição.

Warner Bros. Discovery vai investir mais em CINEMA e não lançará seus filmes no streaming após 45 dias

Assim que um filme da Warner Bros é lançado nos cinemas, esse mesmo título chega ao catálogo da HBO MAX após 45 dias, o que é um agrado para os assinantes da plataforma.

No entanto, isso vai mudar a qualquer momento…

De acordo com o The Wrap (via Comic Book), a Warner Bros. Discovery vai investir numa estratégia diferenciada sugerida por David Zaslav, atual presidente da companhia.

Pelo visto, os filmes que estão no cinema chegarão à HBO MAX sem previsão determinada, de acordo com a capacidade que cada título tenha para atrair o público ao cinema.

Se um filme tiver potencial de lucrar por longas semanas no cinema, ele vai permanecer no cinema além de 45 dias.

Em seu discurso durante a a teleconferência de lucros trimestrais da Warner Bros. Discovery na semana passada, Zaslav disse que:

“Na Warner Bros. Discovery, acreditamos fortemente na importância de preservar a opção e gerar retornos para uma combinação estratégica de distribuição. Ainda assim, vamos abraçar totalmente a ideia de investir em filmes exclusivos para o cinema, pois acreditamos que isso cria interesse e gera mais força para um título quando ele transita para o streaming.”

Ele continuou:

“Quando você está nos cinemas, o valor do conteúdo e a experiência geral de visualização são elevados. Então, quando o mesmo conteúdo é remanejado, a experiência no streaming é elevada também. À medida que os filmes passam de uma mídia para a outra, seu valor geral é elevado. Vimos isso claramente demonstrado com ‘Batman’ e ‘Elvis’.”

Por enquanto, ainda não há informações sobre quando a estratégia será inaugurada.

Mas, de qualquer forma, Zaslav deixou claro que não vai haver um período concreto para um título ser enviado ao streaming.

Vale lembrar que Zaslav já disse que a HBO Max será reformulada junto com a Discovery+ para a criação de uma nova plataforma (ainda sem nome).

Na última quinta-feira, foi divulgado que o referido serviço streaming será lançada entre setembro e novembro de 2023, e a alteração começará a chegar a usuários da América Latina.

Em 2024, a plataforma nova chegará na Europa e Ásia, e a partir daí em outros territórios.

A confirmação chega pouco após eventos como o cancelamento de ‘Batgirl‘ e a remoção de filmes originais HBO Max do catálogo da plataforma.

“Em preparação para a eventual unificação da programação HBO Max e Discovery+ em uma só plataforma, estamos constantemente avaliando nossa oferta para os nossos consumidores; e parte desse processo inclui a remoção de conteúdos selecionados”, diz o comunicado oficial.

Cameraman DESMAIA em filmagem SANGRENTA do novo terror do roteirista de ‘Jogos Mortais: Jigsaw’

Através do seu Twitter, o diretor Josh Stolberg, que foi responsável pelo roteiro de ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ e ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘, revelou que um cameraman desmaiou durante as filmagens do terror ‘Skill House‘, enquanto gravava uma violenta cena de morte.

“Eita! Nós filmamos uma cena de assassinato na noite passada e o operador da câmera começou a passar mal e desmaiou. Nós tivemos que parar tudo por meia hora. Ele está bem agora, mas… preparem-se para um filme insano,” revelou o cineasta.

Descrito como uma “sátira sombria da cultura influencer e das redes sociais”, o terror irá explorar quão longe as pessoas estão dispostas a ir pela fama.

Steve Johnson (‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’, ‘A Experiência’ e ‘A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos’), será responsável pelos efeitos práticos do longa.

A produção será estrelada por Bryce Hall, Hannah StockingCurtis “50 Cent” JacksonPaige VanZantNeal McDonough.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Paul W.S. Anderson quer dirigir novo TERROR estilo ‘O Enigma do Horizonte’

Em entrevista ao Variety, Paul W.S. Anderson declarou que pretende dirigir um novo filme de terror no futuro próximo. O cineasta ainda revelou que o projeto deve trazer um tom parecido com ‘O Enigma do Horizonte‘.

“Estou planejando dirigir um novo filme de terror em breve. É algo que eu sempre estive interessado. Minha carreira seguiu por um caminho mais de ação, mas eu sempre dirigi filmes de ação com uma pegada de terror. Sempre tentei fazer essa mistura, até mesmo nos meus filmes com baixa classificação etária.”

Ele completa, “Eu adoraria abraçar o gênero e dirigir algo puramente terror – um filme que funcionaria mais no nível psicológico, como ‘O Enigma do Horizonte’.”

Vale lembrar que o próximo longa do cineasta será ‘In the Lost Lands‘, que trará sua esposa Milla Jovovich e pelo ex-lutador Dave Bautista como protagonistas.

Baseada no conto homônimo de George. R. R. Martin, a trama uma rainha desesperada para obter o dom da transmutação toma uma ousada decisão ao invocar a temida e poderosa feiticeira Gray Alys (Jovovich) para ajudá-la a alcançar seu desejo. Enviada para a selva fantasmagórica das Terras Perdidas, Alys e seu guia, o vagabundo Boyce (Bautista), devem superar homens e demônios em uma fábula que explora a natureza do bem e do mal, dívida e realização, e amor e perda.

Jovovich já colaborou com o marido na franquia ‘Resident Evil e na adaptação de ‘Monster Hunter‘, enquanto Bautista é mais conhecido por seu papel como Drax em ‘Guardiões da Galáxia‘.

Durante uma entrevista para a Variety, Anderson revelou que as gravações serão iniciadas em novembro deste ano e não escondeu sua animação ao elogiar a dupla.

“Vamos começar a filmar em 14 de novembro, então estou ativamente envolvido na preparação do filme agora. Milla e Dave são simplesmente incríveis e vê-los frente a frente vai ser fabuloso.”

Questionado se o astros iriam lutar entre si, o diretor concordou, afirmando que era bastante óbvio, além de acrescentar que a história será ‘sombria e violenta’.

“Ah, sim, quero dizer, você não pode ter Milla e Dave em um filme e não fazer com que eles se enfrentem. É uma adaptação de uma história de George R.R. Martin, então você sabe que será sombria e violenta e terá personagens fascinantes. Porque é isso que George faz.”

Lembrando que o trio também assume a função de produtores, junto com Jeremy Bolt, Jonathan Meisner e Constantin Werner.

Por enquanto, ainda não há informações sobre o restante do elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto ainda está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Enquanto isso, confira nossa entrevista com Jovovich:

Vale a pena? Colecionável do Baby Yoda que roubou a cena na Comic-Con custará US$ 100 MIL; Confira os detalhes!

Quem é que não gostaria de ter um Baby Yoda para chamar de seu? Desde a estreia de ‘O Mandaloriano‘, diversas réplicas realistas do pequeno alien verde têm feito sucesso entre o público.

Mas a EFX Collectibles e a Garner Holt Productions foram além ao construírem um animatrônico que reproduz com fidelidade cada traço da criatura, desde seus movimentos e sons até a textura da pele e o piscar de olhos, além do material de sua roupa e os folículos de pelo em sua cabeça.

No entanto, quem sonha em ter um desses colecionáveis terá que desembolsar entre US$ 85 mil e US$ 100 mil, de acordo com o grau de realismo do modelo.

O mais interessante é que a Legacy Effects, que criou o boneco original para a série, forneceu amostras de tecidos e padrões para todas as partes do corpo da réplica, fazendo dela uma versão muito semelhante a que vemos na TV.

Apesar de cara, a réplica não chega aos pés dos custos da original, que precisou de nada menos que US$ 05 miklhões para ser produzida

Confira um vídeo em que a equipe do Adam Savage Tested entrevista os criadores da réplica na San Diego Comic-Con:

Lembrando que a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ será lançada em fevereiro de 2023.

Enquanto isso, as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+. 

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

Tempestade? Moses Ingram diz que adoraria trabalhar na Marvel Studios

Durante sua participação na a Chicago Comic & Entertainment Expo, Moses Ingram participou de um sessão de perguntas e respostas sobre o universo ‘Star Wars‘.

Em uma das perguntas, a intérprete da inquisidora Reva em ‘Obi-Wan Kenobi’ foi questionada se gostaria de trabalhar na Marvel Studios.

Em reposta, ela disse que:

“Esse realmente parece o momento perfeito para fazer um anúncio.”

Após uma pausa dramática, ela completou:

“Digam à Marvel para me dar um emprego!”

Confira:

E aí, qual personagem você acha que ela poderia interpretar?

Como os ‘X-Men‘ estão prestes a se juntar ao MCU, você acha que seria uma boa escolha como Tempestade?

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi‘ já estão disponíveis na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Sequência de ‘Batman’ ainda não recebeu sinal verde da Warner Bros

Lançado em março, ‘Batman‘ foi um sucesso de crítica e bilheteria, conquistando 85% de aprovação e acumulando US$ 770,8 milhões pelo mundo.

E, durante a Cinemacon 2022, foi anunciado que o diretor Matt Reeves já começou a roteirizar a sequência, com o início das filmagens programado para o ano que vem.

No entanto, a Variety divulgou que a produção ainda não recebeu sinal verde agora que David Zaslav assumiu o comando da Warner Bros. Discovery.

O longa permanece nos estágios iniciais de desenvolvimento, mas a companhia ainda está analisando a proposta e alega que “se uma sequência for lançada, ainda está a anos de distância até que chegue aos cinemas”.

Até o momento, maiores detalhes não foram divulgados, mas Reeves já havia revelado que pretende criar um universo compartilhado envolvendo a mitologia do Homem-Morcego.

Recentemente, a HBO Max anunciou uma série centrada no Pinguim, vivido por Colin Farrell.

Além disso, uma derivada sobre o Asilo Arkham vai explorar o passado Coringa (Barry Keoghan), que apareceu brevemente na adaptação estrelada por Robert Pattinson.

Em entrevista para o portal, Reeves foi questionado sobre a importância do personagem em seu Batverso, ao que ele respondeu:

“Pode haver respostas [sobre o passado dele]… Há coisas que estou muito interessado em fazer com a série do Arkham para a HBO Max. Há coisas sobre as quais conversamos nos bastidores. Então é muito possível [que ele esteja na série]. Também não é impossível que haja alguma história que remonte ao passado dele até o que vimos [em ‘Batman’].”

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

OI? Após ir ao espaço, Terror em Amityville aterroriza o dia de Ação de Graças; Assista ao trailer!

Após cair em domínio público, o nome “Amityville” continua sendo bombardeado por produções amadoras que querem chamar atenção do público com filmes cada vez mais surreais – que não têm qualquer conexão com a franquia original.

Anteriormente, a infame casa já havia sido mandada para o espaço, mas agora o terror se passará durante o feriado de Ação de Graças.

Confira o trailer de ‘Amityville Thanksgiving‘:

Will Collazo Jr. é responsável pela direção.

“Jackie (Natalie Peri) e Danny (Paul Faggione) estão passando o feriado de Ação de Graças na terapia ao invés de estarem à mesa. O casamento dele piorou, e eles acreditam que a única opção é o conselheiro Frank Domonico (Mark C Fullhardt), um doutor com um passado sinistro. Ele recomenda um retiro em uma isolada cabana para salvar sua família, mas visões estranhas revela as verdadeiras e sinistras intenções dele.”

O terror será lançado direto em VOD no dia 8 de novembro.

‘Ahsoka’: Rosario Dawson diz que a série “é fascinante como uma experiência religiosa”

No último fim de semana, Rosario Dawson (‘O Mandaloriano’) fez uma aparição na Chicago Comic & Entertainment Expo e respondeu a uma série de perguntas sobre a vindoura série dedicada à Ahsoka Tano.

Questionada sobre o paradeiro do Almirante Thrawn desde a última temporada da animação ‘Star Wars: Rebels‘, a atriz disse apenas que o vilão está escondido, mas confirmou que a série vai mostrar Ahsoka em sua caçada pelo personagem.

Para quem não se lembra, Thrawn desapareceu junto com Ezra Bridger no final de ‘Rebels‘, e é revelado em ‘O Mandaloriano‘ que Ahsoka está tentando encontrá-los.

“Aquele cara… Bom, ele está escondido. Talvez nós consigamos trazer a Feiticeira Escarlate para nos ajudar, porque ela pode pular através de Multiversos, certo? Vamos, garota”, brincou Dawson. “Obviamente, estamos tentando rastrear Thrawn, então veremos o que acontece…”

Em seguida, ela elogiou o trabalho do showrunner Dave Filoni e disse que assistir a um episódio da série foi como uma experiência religiosa de tão fascinante.

“É o seguinte… Provavelmente, eu vou ter problemas por dizer isso, mas Dave [Filoni] e viu um dos episódios já editados, e ele se aproximou de mim e disse que foi praticamente ‘uma experiência religiosa’.”

Confira:

Rumores já haviam apontado que Thrawn é quem estaria no controle do Império, e que seria ele o superior do Moff Gideo (Giancarlo Esposito).

Como ‘Ahsoka’ e ‘O Mandaloriano‘ se passam após os eventos de ‘O Retorno de Jedi’, parece provável que Thrawn tenha desempenhado um papel fundamental na tentativa de ressuscitar o Imperador Palpatine, dando origem aos primeiros passos da Primeira Ordem.

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

A previsão de estreia é para 2023, ainda sem data específica.

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Em coma, Anne Heche pode não sobreviver após grave acidente de carro

No último dia 05, a atriz Anne Heche (‘Seis Dias, Sete Noites’) foi hospitalizada após sofrer diversas queimaduras devido a um grave acidente de carro em Los Angeles, Califórnia, nos EUA.

E o estado de saúde da atriz está por um fio…

No início da semana, havia sido divulgado que a estrela está respirando com a ajuda de aparelhos e permanece em coma de estado crítico em um hospital da região de West Hills.

E, de acordo com o The Hollywood Reporter, os representantes de Heche divulgaram uma declaração completa sobre sua saúde, informando ao público que ela pode não sobreviver.

“Infelizmente, devido ao seu acidente, Anne Heche sofreu uma grave lesão cerebral anóxica e permanece em coma, seus pulmões também foram muito agredidos por conta da inalação de fumaça, e ela tem séries lesões na pele causadas pelas queimaduras. No momento, seu estado é crítico e não há esperanças de que ela sobreviva.”

O texto continua, em agradecimento às orações pela recuperação da atriz, mas também com pesares devido à delicada condição.

“Queremos agradecer a todos por seus gentis desejos e orações pela recuperação de Anne e agradecer à equipe dedicada e às enfermeiras maravilhosas que cuidaram de Anne no Grossman Burn Center no hospital West Hills… Seus órgãos estão sendo mantidos em suporte de vida para determinar se algum deles é viável para doação. Anne tinha um coração enorme e tocava a todos que encontrava com seu espírito generoso. Mais do que seu talento extraordinário, ela espalhou bondade e alegria com o trabalho de sua vida – Ela será lembrada por sua honestidade corajosa e fará muita falta por sua luz.”

Foi dito que a atriz se envolveu em duas batidas… Por volta do meio-dia, ela atingiu a garagem de um complexo de apartamentos de Mar Vista.

Assustados com o estrondo causado pela colisão, os moradores do bairro tentaram socorrer Heche, mas ela engatou a marcha à ré e fugiu do local em alta velocidade.

No mesmo quarteirão, ela acabou colidindo com uma casa, que acabou pegando fogo, junto com o carro da atriz.

Os bombeiros foram acionados e chegaram minutos após a segunda batida, quando encontraram a atriz desacordada e com queimaduras espalhadas pelo corpo.

Assim que ela foi retirada do carro, as testemunhas não faziam ideia de quem se tratava, já que suas roupas estavam carbonizadas e seu corpo foi coberto por um pano branco enquanto ela era transportada por uma maca.

Imagens divulgadas pelo TMZ mostram que havia uma garrafa de tampa vermelha dentro do carro da atriz, indicando que ela devia estar embriagada.

No entanto, os exames toxicológicos ainda não foram realizados por conta de seu delicado estado de saúde, já que ela está intubada no hospital da região.

Vizinhos da mulher cuja casa foi destruída no acidente criaram uma vaquinha online para ajudá-la e já arrecadaram mais de US$ 75.000 até a tarde de ontem (08). De acordo com a página, a mulher identificada como Lynne Mishele “escapou por pouco de danos físicos” no acidente, mas a casa foi destruída e ela perdeu todos os pertences.

Confira os impressionantes vídeos dos acidentes:

‘Five Days at Memorial’: Minissérie com Vera Farmiga já está disponível na Apple TV+!

Five Days at Memorial, série baseada na tragédia causada pelo Furacão Katrina e estrelada por Vera Farmiga, já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada hoje, 12 de agosto na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por John Ridley (’12 Anos de Escravidão’) e Carlton Cuse (‘Lost’), a minissérie gira em torno dos cinco primeiros dias depois da destruição causada pelo Furacão Katrina em um hospital de Nova Orleans.

Ridley e Cuse também entram como roteiristas, produtores executivos e diretores.

Robert PineCherry JonesJulie Ann EmeryCornelius Smith Jr.Adepero OduyeMolly HagerMichael GastonW. Earl Brown completam o elenco.

A produção é baseada no romance de não-ficção Five Days at Memorial: Life and Death in a Storm-Ravaged Hospital’ assinado pela jornalista vencedora do Pulitzer Sheri Fink.

Confira a sinopse oficial do livro abaixo:

Na tradição do melhor do jornalismo investigativo, a física e repórter Sheri Fink reconstrói cinco dias no Memorial Medical Center e leva os leitores às vidas daqueles que lutaram para sobreviver em meio ao caos.

Depois do impacto causado pelo Katrina e das águas subirem, a energia acabar, o calor aumentar, cuidadores exaustos escolheram designar certos pacientes para os últimos resgates. Meses depois, inúmeros profissionais da saúde enfrentaram alegações criminais por deliberadamente injetarem drogas em pacientes como forma de acelerar suas mortes.

Five Days at Memorial, a culminação de seis anos de reportagem, investiga o mistério do que aconteceu nesses dias, levando o leitor a um hospital e a lutar por sua vida, bem como a uma conversa sobre o racionamento de saúde mais horrível de todos.

‘A League of Their Own’, reboot do clássico ‘Uma Equipe Muito Especial’, estreia no Prime Video!

A League of Their Own, série reboot do clássico Uma Equipe Muito Especial, já está disponível no catálogo do Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 12 de agosto, na plataforma de streaming.

No Rotten Tomatoes, o show conquistou 88% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 25 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, a obra “coloca uma reviravolta em sua premissa, entregando uma expansão serializada que perigosamente tangencia o anacronismo, mas alcança sucesso graças a um elenco estelar e um campo cheio de possibilidades”.

Confira os principais comentários:

“A dramédia de oito episódios constrói um mundo diverso e tridimensional” – EW.

“Um remake vencedor, que atualiza o filme original de todas as maneiras certas” – RogerEbert.com.

“Várias cenas da nova série completamente me cativaram” – New York Magazine/Vulture.

“Ao final, você vai estar torcendo por todas elas” – TV Insider.

“Enquanto os personagens são familiares o suficiente para agradar aos fãs do original, eles são criações originais o suficiente para evitar pisar nos pés do filme” – TV Guide.

O elenco é formado por Abbi Jacobson, Chanté AdamsRoberta ColindrezGbemisola IkumeloKelly McCormackPriscilla DelgadoNick OffermanD’Arcy Carden, Dale Dickey, Alex Désert, Kendall Johnson, Aaron Jennings, Nat FaxonKevin Dunn, Don Fanelli, Nancy Lenehan, Marquise Vilsón e Marina Anderson.

Jacobson também entra como roteirista e produtora executiva.

Em entrevista ao Collider, Carden revelou que a produção será como uma reimaginação do filme original de 1992.

“Acredito realmente que ‘reimaginação’ seja um bom jeito de explicar [a série]. Não estão refazendo-a. Não são os mesmos personagens, mas é o mesmo mundo. São mulheres jogando beisebol nos anos 1940, enquanto os homens estão na guerra… Estamos mergulhando um pouco mais fundo nas narrativas e expandindo-as. Estou amando”, ela disse.

A série é baseada no longa-metragem dos anos 1990 que trouxe em seu elenco Geena DavisLori PettyRosie O’DonnellMadonnaTom Hanks. Dirigido por Penny Marshall, a obra girou em torno de duas irmãs que jogaram na liga feminina Rockford Peaches, dos Estados Unidos, durante a II Guerra Mundial.

O filme teve uma boa recepção pela crítica, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado mais de 132 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

A produção da Amazon irá começar com a formação da liga em questão em 1943 e mostrará as dificuldades do time em se manter ansiosos e vivos para os jogos.

‘Rosaline’: Adaptação inspirada em ‘Romeu e Julieta’ ganha imagens OFICIAIS e data de estreia; Confira!

Hulu divulgou as novas imagens oficiais de Rosaline, adaptação da clássica peça teatral Romeu e Julieta, de William Shakespeare.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 14 de outubro. No Brasil, o longa deve ser lançado diretamente no Star+.

Confira:

A produção é estrelada por Kaitlyn Dever (‘Fora de Série’) e é focada em Rosaline, prima de Julieta.

Dirigido por Karen Maine (‘Yes, God, Yes’), a trama será escrita por Scott Neustadter e Michael H. Weber ((‘500) Dias com Ela’).

Baseado no romance ‘When You Were Mine‘, escrito por Rebecca Serle, o longa vai acompanhar Rosaline e seus planos na tentativa de reconquistar o amor de seu ex-namorado: Romeu.

O que começa como uma tentativa de frustrar o novo relacionamento do rapaz com Julieta, acaba se tornando em uma jornada de autodescoberta enquanto ela decide ajuda a reunir os amantes infelizes após uma tragédia familiar.

Minnie DriverBradley Whitford completam o elenco.

A jornada vai começar no novo cartaz BELÍSSIMO de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’; Confira!

Prime Video divulgou um novo cartaz belíssimo de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘, série que adapta as obras de J. R.R. Tolkien durante a segunda era da Terra-Média.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção tem estreia marcada para 02 de setembro.

Anteriormente, a plataforma liberou um trailer que se aprofunda nos personagens do reino insular de Númenor, como Isildur (Maxim Baldry), Elendil (Lloyd Owen), Pharazôn (Trystan Gravelle), e a Rainha Regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson). Outros Númenóreanos também anunciados recentemente são Kemen (Leon Wadham) e Eärien (Ema Horvath).

Confira:

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Emma Mackey, de ‘Sex Education’, é Emily Brontë no trailer oficial da cinebiografia; Confira!

Warner Bros. divulgou recentemente o trailer oficial de Emily, cinebiografia que traz por Emma Mackey (‘Sex Education’) como a lendária autora inglesa Emily Brontë.

O filme chega aos cinemas internacionais no dia 14 de outubro, ainda sem data confirmada de lançamento no Brasil.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Frances O’Connor, que também assina o roteiro.

Emily gira em torno da vida de uma das autoras mais famosas de todos os tempos, Emily Brontë. O filme traz Emma Mackey como Emily, uma mulher rebelde e desajustada que encontra sua voz e escreve o clássico literário O Morro dos Ventos Uivantes. O fime explora os relacionamentos que a inspiraram – sua crua e apaixonada irmandade com Charlotte e Anne; seu primeiro amor proibido; e seu carinho pelo irmão, que ela idolatra.

Alexandra DowlingAmelia GethingOliver Jackson-CohenFionn Whitehead e outros completam o elenco.