O suspense ‘The Most Dangerous Game‘, remake do clássico ‘Zaroff: O Caçador de Vidas‘, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Justin Lee (‘Final Kill’) é responsável pela direção, além de ter escrito o roteiro.
“A caça humana original sofre uma reviravolta quando pai e filho são arrastados para a costa após a explosão de seu navio a vapor. Os homens encontram refúgio em uma ilha misteriosa onde seu anfitrião nefasto, Barão Von Wolf, revela a eles que a ilha é sua reserva de caça, onde os seres humanos servem como a caça final.”
O elenco conta com Bruce Dern (‘Os Oito Odiados’), Judd Nelson (‘Clube dos Cinco’), Caspar Van Dien (‘Tropas Estelares’), Tom Berenger (‘Platoon’) e Chris Tamburello (‘The Challenge’).
O suspense será lançado em VOD no dia 5 de agosto.
Foi anunciado hoje, pelaHBO Max, o início da produção da 4ª temporada da série dramática da HBO vencedora do Emmy, ‘Succession‘, ambientada na cidade de Nova York.
Na nova temporada que terá dez episódios, a venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário tecnológico Lukas Matsson se aproxima cada vez mais. A perspectiva desta venda sísmica causa angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam como serão suas vidas quando o negócio for concluído.
Uma luta pelo poder se instala à medida que a família pondera um futuro no qual sua influência cultural e política é severamente reduzida.
Lembrando que as duas primeiras temporadas de ‘Succession‘ obtiveram 23 indicações ao Emmy e nove vitórias, incluindo Melhor Série de Drama, para a segunda temporada. A terceira temporada, que estreou em outubro, liderou o SAG Award para Melhor Elenco em Série de Drama.
A série foi criada por Jesse Armstrong.
A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.
‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série Dramática e Melhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.
Os irmãos Duffer, criadores de ‘Stranger Things‘, em uma entrevista à Variety, comentaram que esqueceram a data de aniversário de Will (Noah Schnapp) e que isso será ajeitado em breve, como pediu os fãs.
Vale lembrar que, na segunda temporada, Joyce Byers (Winona Ryder) diz que o aniversário do filho é no dia 22 de março. E, na quarta temporada, a data aparece e nada é comentado.
“Conseguimos encaixar ‘maio’ na boca da Winona. Seria uma maneira de mudar isso. É muito triste que ninguém tenha lembrado! E não faz nenhum sentido narrativo”, disse o showrunner.
A Netflix divulgou o primeiro trailer do final da temporada, que estreia nessa semana, com quatro horas de duração no total. Confira abaixo:
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
Schwartzman será Lucrécio “Lucky” Flickerman, apresentador dos ‘Jogos Vorazes‘ e parente de César Flickerman, interpretado na trilogia original por Stanley Tucci.
Lance será Marcus, um tributo do Distrito 2; Liao será Clemensia Dovecote, uma das amigas mais próximas de Snow e mentora do tributo do Distrito 11; Gibson dará vida a Bobbin, um tributo do Distrito 8; Lansing será Coral, tributo do Distrito 4; e, por fim, Husain irá interpretar Felix Ravinstill, mentor do tributo do distrito 11.
Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.
Confira o primeiro teaser:
Na trama, “anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.
A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.
O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.
Para comemorar o lançamento mundial de ‘O Telefone Preto‘, a produtora Blumhouse revelou a primeira reformulação de seu logotipo, agora em movimento e arrepiante, que está repleto de referências aos maiores projetos de terror/suspense do estúdio, tanto no cinema quanto em home video.
“Nosso novo logotipo é uma homenagem divertida aos nossos filmes e séries da Blumhouse, estou curioso para ver se nossos fãs conseguem identificar todos os símbolos escondidos que incluímos. Estou emocionado que o revelamos com The Black Phone de Scott Derrickson, então os fãs viram o novo logotipo na tela grande”, disse o CEO e fundador da Blumhouse, Jason Blum.
E você, conseguiu reconhecer todas as referências do logo?
‘Thor: Amor e Trovão‘ está próximo da sua estreia mundial, o longa é uma continuação direta do final mais otimista do herói em ‘Vingadores: Ultimato‘. Já que o vemos embarcando numa viagem pelo espaço junto dos ‘Guardiões da Galáxia‘.
O clássico Thor segue para uma nova aventura, porém ‘Ultimato’ serviu para darmos adeus a Homem de Ferro e Capitão América. Afinal, os dois se despediram do MCU definitivamente nesse filme. Tal como a Viúva Negra, mas felizmente a nossa Vingadora original ganhou um filme solo como despedida.
Em meio a tantas despedidas, Chris Hemsworth foi perguntado sobre qual deles o Thor sentiria mais falta. Do tal ‘grande trio dos Vingadores’, o Thor vai sentir mais falta do Capitão América ou do Homem de Ferro?
“Eu não sei se o Tony já foi muito legal assim com o Thor. O Thor era sempre o motivo de cada piada. O Capitão foi sempre um pouco mais amigável”, disse Chris.
O ator e o diretor Taika Waititi brincaram que o herói nunca foi muito bem tratado pelos seus colegas. E que eles nunca perguntavam como ele estava, só contavam com ele nas batalhas.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
O diretor de ‘Thor: Amor e Trovão‘, Taika Waititi, diz que tem interesses em expandir a franquia do Deus do Trovão no MCU. Em uma entrevista recente ao ao Fandom, o diretor falou que adoraria ver um spin-off em série focado em Valquíria e Korg chegar no Disney+.
“Eu adoraria ver um derivado da Valquíria. Um spin-off da Korg também seria legal”, falou Taika.
Ambos os personagens estarão presentes no quarto filme do Thor. Sobre o retorno de Tessa Thompson para o papel de Valquíria, Waititi disse: “ela tem que fazer todas as coisas sobre as quais eles nunca falam quando você deveria governar o povo, que é lidar com toda a infraestrutura e descobrir a economia e receber a visita de delegados de outros países. Então, ela está gastando muito tempo sem lutar, e todas as suas novas batalhas têm a ver com governar seu povo”.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, na última semana, reestabelecer uma liminar que determina que a Netflix deve suspender o uso de uma tecnologia patenteada de compressão de vídeos. De acordo com a DivX, a gigante do streaming está violando uma de suas patentes ao usar a ferramenta no Brasil sem a devida licença
Foi visto que a decisão foi dos desembargadores da 24ª Câmara Cível do TJ do Rio de Janeiro. A Netflix teve até a última sexta-feira, 24 de junho, para interromper o uso da tecnologia patenteada pela DivX. Caso a empresa de streaming não respeite a liminar, foi determinada a cobrança de uma multa diária de R$ 50 mil.
A tecnologia é de compressão de vídeos em alta resolução, usada para entregar uma transmissão de melhor qualidade e carregamento “sem engasgos” de arquivos nos formatos Ultra HD e 4K. No entanto, a DivX acredita que a Netflix está usando seu recurso patenteado no Brasil sem possuir licença para isso.
Vale lembrar que tudo começou no ano passado, quando a justiça brasileira autorizou a primeira liminar, determinando que a Netflix interrompesse o uso da tecnologia da DivX. No entanto, a empresa de streaming ofereceu uma garantia de R$ 10 milhões durante o andamento do processo.
No período, a oferta foi aceita e a liminar foi temporariamente derrubada. Agora, a acusação foi retomada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A patente da DivX também é reconhecida na China e nos Estados Unidos. No Brasil, a tecnologia de compressão de vídeos é protegida por uma patente de 2018, registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).
‘De Volta Para o Futuro: O Musical‘ finalmente vai estrear na Broadway, estando marcado para o primeiro semestre de 2023, depois de receber grande exaltação da crítica em apresentações no West End.
O anúncio em questão foi feito na conta oficial da franquia e incluiu um curto vídeo promocional com o DeLorean, Marty McFly e o Dr. Emmett Brown. Abaixo podemos conferir, via Twitter, o teaser.
Synchronize Your Watches — The Future’s coming to Broadway in 2023!!!
— Back to the Future™ (@BacktotheFuture) June 22, 2022
O espetáculo que foi inspirado no filme de 1985, estrelado por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, o musical foi concebido por um dos roteiristas do filme original, Bob Gale. Após uma estreia em 2020 e uma paralisação complicada por conta da pandemia da covid-19, o espetáculo retornou aos palcos em 2021 e passou a colecionar críticas positiva,s desde então, faturando um prêmio Olivier de Melhor Musical, neste ano.
‘De Volta Para o Futuro: O Musical‘ é estrelado por Olly Dobson como McFly e Roger Bart como Doc Brown. Além de músicas originais composta por Glen Ballard, a produção traz faixas consagradas no filme dirigido por Robert Zemeckis, como “The Power of Love”, de Huey Lewis, e “Johnny B. Goode”, de Chuck Berry.
Na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, vemos Jim Hopper (David Harbour) como prisioneiro em um cativeiro na Rússia, enquanto o resto dos personagens acredita que ele estava morto.
No entanto, Joyce Byers (Winona Ryder) logo descobre que ele está vivo e recruta Murray (Brett Gelman) para ajudá-la a resgatar seu amado.
Depois de enfrentarem uma longa aventura, Joyce e Hopper finalmente se reencontram no final do sétimo episódio, marcando a primeira vez que Harbour e Winona voltaram a contracenar.
Considerando a expectativa dos fãs, ambos os astros sabiam que havia muita pressão para tornar o reencontro um dos momentos mais marcantes da série.
Durante uma entrevista para a IndieWire, Harbour foi questionado sobre o assunto e confessou que tinha medo de estragar tudo.
“O reencontro entre eles é um momento incrível. E o problema com momentos incríveis é que você os lê no roteiro e fica tipo ‘F****’. Você sente a pressão, sabe? E eu não queria estragar tudo. Ele esteve longe londe dela, e ao saber que ela esá vindo, ele sente como se a tivesse levado para a morte. Hopper está tão desesperado, mas o milagre acontece, e seu cavaleiro de armadura brilhante é aquela mulher com quem ele tanto se importa.”
Harbour também disse que os roteiristas escreveram várias versões para o reencontro, até encontrarem o melhor.
“Inicialmente, fizemos alguns ensaios. Em um deles, Joyce corre para os braços de Hopper e eles se abraçam na mesma hora. Fizemos cerca de 10 tomadas, e eu sugeri: ‘Sabe de uma coisa?’ Hopper está tão ligado no modo de sobrevivência, que eu não acho que ele acredite que ela é real’. Então, quando ela se aproxima dele, há esse momento em que ele meio que olha, a puxa para longe dele e a observa de novo, e só depois eles se abraçam.”
E você, o que achou do reencontro?
Lembrando que os episódios finais da 4ª temporada chegam ao catálogo da Netflix no dia 1º de julho.
Pensando nisso, a plataforma divulgou um novo vídeo resumindo os eventos mais bombásticos do primeiro volume do ciclo atual.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
No 2º episódio de ‘Obi-Wan Kenobi’, o Jedi acaba encontrando um antigo soldado clone em situação de rua no planeta Daiyu.
Como os fãs já sabem, os clone foram aposentados durante a transição da República ao Império, sendo substituídos pelos Stormtroopers.
Obviamente, o clone é interpretado por Temuera Morrison, que deu vida aos soldados na trilogia prequel de ‘Star Wars’.
E, apesar de ser uma cena rápida, é o bastante para animar alguns fãs da animação ‘The Clone Wars’.
Durante uma entrevista para a Total Film, Morrison comentou sobre a cena e não escondeu seu entusiasmo ao voltar a vestir a armadura branca e azul.
“Essa foi a melhor parte de toda a série. Brincadeira, mas eu realmente gostei disso. Adorei representar uma parte de todo aquele exército de clones que não existe mais.”
Ele continuou:
“Foi uma oportunidade maravilhosa. Eu gravei essa cena ao mesmo tempo em que gravei ‘O Livro de Boba Fett‘ e foi incrível ver o que eles estão fazendo do outro lado do estúdio. E eu gostei contracenar com Ewan novamente porque relembrei da nossa época em, ‘O Ataque dos Clones’. Foi simplesmente maravilhoso.”
E aí, você gostou da surpresa?
Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi‘ já estão disponíveis na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgertone Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
Segundo o Deadline, a atrizEmma Roberts (‘Pânico 4’) é a mais nova adição no Universo Expandido do Homem-Aranha que está sendo criado pela Sony Pictures.
Roberts se juntou ao estelar elenco de ‘Madame Teia‘, que será protagonizado por Dakota Johnson (‘A Filha Perdida’) e Sydney Sweeney.
Sua personagem não foi revelada.
Johnson dá vida à personagem titular. Madame Teia é alter-ego de Cassandra Webb, uma mutante diagnosticada com uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas seus poderes psíquicos lhe dão clarividência e precognição, permitindo que ela desafie as capacidades de seu corpo físico. Seu nome faz referência ao suporte mecânico que a mantém viva e que se parece com uma teia de aranha gigante.
O elenco ainda conta com Celeste O’Connor (‘Ainda Estou Aqui’), Tahar Rahim (‘O Paraíso e a Serpente’) e Isabela Merced (‘O Pai da Noiva’).
Elizabeth Olsen fez sua estreia no Universo Cinemático Marvel com ‘Vingadores: Era de Ultron’, dando vida a Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate. Desde então, a personagem se tornou uma das favoritas do público, ganhando ainda mais protagonismo com o recente ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.
Enquanto os fãs se perguntam sobre as próximas aparições de Wanda no MCU, o produtor da Marvel Studios, Richie Palmer, falou sobre como a personagem ainda será explorada, caracterizando-o como a “joia da coroa” da nova fase do panteão cinematográfico.
“Se o Doutor Estranho é a âncora do MCU na Fase 4, então Wanda Maximoff é a joia da coroa”, ele disse em entrevista ao ScreenRant.
Anteriormente, em uma coletiva de imprensa para promover ‘Doutor Estranho 2’, Olsen contou que, caso a Marvel tenha uma boa história, ela estaria lá para interpretar Wanda – mas precisaria tirar um tempinho antes de reprisar o papel.
“[…] Se eles tiverem uma boa história para contar, eu estarei lá”, ela disse. Quando questionada se precisaria respirar do cronograma caótico da Marvel, ela acrescentou: “Sim, exatamente ou apenas um pequeno [intervalo]. Uma versão de uma pausa”.
When is Wanda getting her own [#ScarletWitch] movie?
“Oh I don’t know, but if they have a good story to tell I’ll be there.”
— Elizabeth Olsen pic.twitter.com/guGRQYBcGk
Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen estrelam a sequência, que também contará com Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong e Xochitl Gomez.
Desde ‘Thor: Ragnarok‘, o personagem de Chris Hemsworth se tornou um dos heróis daMarvel mais queridos do público, seja pelo seu humor ou pelas cenas de ação em que ele demonstra todo o seu poder.
E toda essa popularidade foi o principal motivo que rendeu a Hemsworth a marca como o primeiro astro da Marvel a ganhar um 4º filme solo.
Agora, o ator revelou ao Deadline que pretende voltar para ‘Thor 5‘ e ficar na franquia até que a Marvel se canse dele.
“Eu vou continuar a viver o Thor até ser expulso, até alguém me obrigar a sair do palco. Eu amo fazer isso”, afirmou.
Ele também foi questionado por que as pessoas gostam tanto do personagem, ao que ele respondeu:
“Há uma qualidade adolescente nele, sabe? Um senso de aventura e uma espécie de imaturidade que é divertida.”
Ele continuou, atribuindo todo o sucesso à sua parceria com o diretorTaika Waititi.
“Toda vez que trabalho com Taika Waititi é algo diferente. Ele é um artista renovador e um querido amigo. Ele tem a mesma qualidade de imaturidade que eu falei sobre o Thor, da melhor maneira possível.”
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.
E aí, você está animado para a estreia?
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
A trama gira em torno da jornada de recuperação de uma mulher após sua tentativa de suicídio e a luta para se lembrar – e entender – tudo o que levou ao momento em que ela pulou.
Oliver Jackson-Cohen (‘A Maldição da Residência Hill’) viverá James, marido da protagonista Sophie (Mbatha-Raw) e um sócio com boas conexões em uma empresa de capital de risco.
— The Lord of the Rings on Prime (@LOTRonPrime) June 27, 2022
“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.
Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.
O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
O editor-chefe Renato Marafon já assistiu ‘Thor: Amor e Trovão‘ e traz as primeiras impressões em vídeo.
Misturando drama e humor na medida certa, o filme finalmente encontra o tom do personagem no cinema e traz várias surpresas e um vilão realmente impactante.
Assisti #Thor: Amor e Trovão e achei o MELHOR FILME do herói. Finalmente encontraram o tom do personagem nos cinemas e o filme tem um humor delicioso que faz rir e foge daquela fórmula “comédia pastelão” da Marvel. Grande parte por causa do roteiro que tem momentos bem dramáticos pic.twitter.com/NoOLk6LZYC
Mas quem rouba a cena é o Christian Bale com um vilão aprofundado e com uma motivação REALMENTE compreensível, que nos faz ter empatia por ele. O filme tem 2 cenas pós-créditos! Em breve trago a crítica completa.
Lembrando que o filme chega no dia 7 de julho aos cinemas nacionais.
E aí, você está animado para a estreia?
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
Através das redes sociais, a icônica atriz Susan Sarandon revelou que já terminou suas filmagens no vindouro ‘Besouro Azul’, adaptação da DC estrelada por Xolo Maridueña (‘Cobra Kai’).
No longa-metragem, Sarandon interpreta a vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.
Até o momento, nenhum outro detalhe foi divulgado sobre o papel, mas considerando o sobrenome, ela pode ter alguma ligação com Ted Kord, que foi o 2º herói a assumir o manto do Besouro Azul – ou pode ser até mesmo que ela seja uma versão feminina de Ted.
Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.
O jovem mexicano Jaime Ryes encontra um besouro alienígena que lhe dá uma armadura superpoderosa. Agora ele precisa se tornar um super-herói da noite para o dia…
Com estreia marcada para agosto de 2023, o filme também conta com Bruna Marquezinee Harvey Guillén.
Antes de Robert Pattinson e Ben Affleck, o icônico ator Christian Bale já havia encarnado uma das versões mais conhecidas de Batman, o Cavaleiro das Trevas – interpretando-o na aclamada trilogia homônima comandada por Christopher Nolan.
Agora, em uma entrevista exclusiva ao Screen Rant, Bale foi questionado se retornaria ao papel do super-herói e revelou que o único motivo que o faria revisitar o personagem seria se Nolan pedisse a ele.
“Eu tinha um pacto com Chris Nolan. Nós dissemos: ‘olhe. Vamos fazer três filmes, se tivermos o suficiente para fazer isso. E então vamos nos afastar. Não vamos arrastar muito’. Na minha cabeça, seria algo se Chris Nolan dissesse a si próprio: ‘quer saber, tenho outra história para contar’. E, se ele quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele comentou.
A trilogia em questão foi lançada nos anos de 2005, 2008 e 2012, trazendo nomes como Heath Ledger, Michael Caine, Gary Oldman, Morgan Freeman e Cillian Murphy ao elenco além de Bale. Além da ótima recepção crítica, os filmes fizeram um estrondo de bilheteria, arrecadando mais de US$2,4 bilhões conjuntamente, e conquistaram nove indicações ao Oscar (levando duas para casa).
Lembrando que a próxima aventura cinematográfica de Bale é ‘Thor: Amor e Trovão’, em que chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho. No filme, ele dará vida a Gorr, o Carniceiro dos Deuses, o principal antagonista da narrativa que busca a extinção dos deuses – e que será combatido por Thor, Valquíria, Korg e Jane Foster.
2022 vem se provando um ótimo ano para a música, com o retorno de aguardados atos do cenário fonográfico, bem como a estreia de vários outros.
Depois de separarmos uma breve lista com os dez melhores álbuns do ano até agora, montamos uma segunda matéria celebrando as melhores músicas do 1º semestre, focando essencialmente na composição lírica, na produção e na rendição dos artistas.
Desde a reimaginação rap de “Vegas”, performada pela vencedora do Grammy Doja Cat, até a belíssima e antêmica arena-rock de “Hold My Hand”, música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ assinada pela lendária Lady Gaga, montar nosso ranking não foi um trabalho fácil – e com certeza devemos ter deixado alguma pérola de 2022 de fora.
Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é sua canção favorita:
Retornando com força descomunal para o mundo do entretenimento, a icônica Dolly Parton se aventurou na literatura, na música e, futuramente, no cinema com ‘Run, Rose Run’ – e, apesar de nem todas as faixas funcionarem como deveriam, “Snakes In the Grass” emerge como a clássica Dolly que todos aprendemos a amar, mergulhando no cativante country-rock e em uma narrativa atemporal sobre os perigos de confiar em qualquer um.
Desde “Cannoball”, faixa de abertura do novo álbum de Avril Lavigne, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.
Depois da problemática identitária de ‘Kisses’, Anitta, que vem se consagrando como uma das maiores performers mundiais da atualidade, retornou com força descomunal com ‘Versions of Me’, uma ode a todas as camadas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.
As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.
Com ‘Familia’, Camila Cabello parece muito mais confortável dentro de seu escopo artístico, deixando transparecer uma diversão apaixonante que nos guia por essa jornada incrível e que merece ser apreciada até mesmo por aqueles que não são tão fãs de música latina. E, dentro desse respiro, somos agraciados com a espetacular “Don’t Go Yet”, em que Cabello encarna uma versão modernizada de Gloria Estefan e, dessa maneira, gesta uma das melhores canções de sua carreira.
Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’, Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, ‘Years & Years’) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.
No mais novo álbum da icônica Charli XCX, ‘CRASH’, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.
Dove Cameron começou a fazer sucesso no Disney Channel e, depois de ter protagonizado a trilogia ‘Descendentes’, começou a investir em peso em sua carreira musical. “Boyfriend”, dessa maneira, representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo que remete às incursões iconográficas de Ariana Grande. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.
Em “Matilda”, HarryStyles promove uma desmistificação profunda do conceito de família e de lanços sanguíneos, narrando uma personagem que não foi amada por aqueles que deveriam amá-la e encontrou independência e felicidade ao se afastar deles: “você não deve pedir desculpas por ir embora e crescer” resume com consciência assustadora o que significa se libertar das amarras impostas pela sociedade e perceber que o mais difícil é, por vezes, o caminho a ser seguido.
11. “ABOUT DAMN TIME”, Lizzo
Já faz três anos desde que Lizzo parou o mundo com o lançamento de seu último álbum de estúdio – mas, atendendo nossas preces, ela está retornando para o cenário musical. O lead single de seu próximo compilado, “About Damn Time”, estende-se para o saudosismo inebriante do final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, com um nu-disco absorvido pelo funk-pop, marcado pelas impactantes notas do piano e por um baixo arrepiante – além de uma narrativa de empoderamento própria da identidade da cantora.
Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.
Depois da nostálgica incursão de ‘Sunshine Kitty’, que merecia mais reconhecimento do que tem, a performer sueca Tove Lo foi escalada para compor e cantar uma das faixas originais da aclamada série adolescente ‘Euphoria’, estrelada por Zendaya. Intitulada “How Long”, o pulsante electro-dark parte da perspectiva de um eu-lírico marcado por tristezas e decepções, declamando sobre um relacionamento tóxico que, na verdade, nunca foi verdadeiro.
Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady Di, Britney Spears, Paris Hilton e Whitney Houston.
No ótimo ‘CAPRISONGS’, FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.
6. “DREAM GIRL EVIL”, Florence + the Machine
Colaborando com Dave Bailey, vocalista da banda Glass Animals, Florence Welch dá vida à narcótica atmosfera de “Dream Girl Evil”, construindo um enredo sarcástico e ácido, revelando a disparidade de gênero em que, quando uma mulher se posa como independente, atrai olhares de desprezo pelos homens: puxando elementos da icônica canção “Freedom!”, de George Michael, Florence abusa de uma retórica com propósito condescendente para com seu interlocutor, perguntando a ele se “eu o desapontei? A mamãe deixou você triste? Eu te faço lembrar de todas as garotas que te deixaram louco?”.
O lead single de ‘Dawn FM’, recente álbum de The Weeknd, veio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do disco, Giorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.
Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.
‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.
Com ‘MOTOMAMI’, ROSALÍA lançou seu melhor e mais experimental álbum até hoje, utilizando toda sua criatividade para refletir sobre a própria vida. E um dos singles oficiais da produção vem com “Saoko”, uma investida extremamente conceitual que desconstrói conceitos do reggaeton e do cyberpunk, unindo-os em uma alternância de estilos que não poderia ser feita por mais ninguém além dessa já memorável artista.
É provável que você nunca tenha ouvido de falar de Stromae – mas certamente deveria. O cantor e compositor belga retornou em 2022 com o incrível ‘Multitude’ e, dentro dessa melancólica e expressiva jornada, rendeu-se à melhor faixa do ano até agora – a profunda “L’Enfer”. Movida pelas densas notas de um piano clássico e pela interpolação com urgentes sintetizadores, a canção fala sobre depressão e pensamentos suicidas, enquanto realiza uma compressão niilista sobre o mundo e sobre a vida.
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