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Por que ‘Esquadrão Suicida’, de David Ayer, é tão odiado?

O Esquadrão Suicida estreou no streaming no Brasil e já é considerado um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘On My Block’ é renovada para 2ª temporada pela Netflix

Quatro semanas após da estreia da primeira temporada, ‘On My Block‘ está oficialmente renovada para o segundo ano.

A série é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A dramédia romântica da Netflix é estrelada por Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

A 2ª temporada deve estrear em 2019.

‘Alita: Anjo de Combate’ ganha novo cartaz belíssimo; Confira!

Alita: Anjo de Combate‘ ganhou um novo cartaz belíssimo.

Confira:

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme chega aos cinemas nacionais em 14 de fevereiro de 2019.

‘Batwoman’: Vilã é destaque em novo teaser; Assista!

A CW divulgou um novo teaser de ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose, destacando a vilã da série, interpretada pela Rachel Skarsten.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

Jovens se apaixonam no trailer de ‘Três Metros Acima do Céu’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série italiana, intitulada ‘Três Metros Acima do Céu‘, que já está disponível no catálogo do serviço de streaming.

Confira o trailer:

Dois jovens de mundos bem diferentes se apaixonam durante o verão italiano à beira do mar Adriático. Eles são jovens, bonitos e cheios de sonhos, em busca da sua identidade, do amor e de quem realmente são.

A produção é baseada nos romances de Federico Moccia.

‘Invocação do Mal 3’: Patrick Wilson e Vera Farmiga na primeira cena oficial da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um vídeo com a prévia dos seus próximos lançamentos, que traz a primeira cena da sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘.

Na marca dos 16 segundos, Patrick Wilson e Vera Farmiga aparecem aceitando um novo caso. “Como podemos ajudar?”, o personagem Ed Warren pergunta.

Confira:

O longa chegará aos cinemas dos EUA e à HBO Max no dia 4 de junho. No Brasil, permanece agendado para o dia 3 de junho.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será baseado mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

‘Hit & Run’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

De acordo com o Deadline, a Netflix cancelou oficialmente a série de suspense ‘Hit & Run‘ depois de apenas uma temporada.

Infelizmente, a primeira temporada terminou com um desfecho aberto e incompleto.

Na trama, o amor incondicional de um homem o leva a embarcar numa jornada sombria em busca da verdade sobre o assassinato de sua esposa.

O elenco conta com Lior Raz, Gregg Henry, Igal Naor, David Anthony Buglione e David Shumbris.

‘Horizon Zero Dawn’: Netflix está desenvolvendo série baseada no jogo

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma série baseada em ‘Horizon Zero Dawn‘, popular jogo pós-apocalíptico do PlayStation.

O site afirma que o projeto ainda está nos estágios iniciais.

Desenvolvido pela Guerilla Games, o jogo é ambientado em um universo pós-apocalíptico habitado por criaturas robóticas, conhecidas como Máquinas, de vários tamanhos e ameaças. A trama gira em torno de uma caçadora ambiciosa chamada Aloy, que busca descobrir o que aconteceu no passado.

Lançado em 2017, o primeiro jogo recebeu diversas indicações em premiações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Narrativa e Melhor Direção no The Game Awards.

A sequência, ‘Horizon Forbidden West‘, foi lançada no começo deste ano, para PlayStation 4 e PlayStation 5.

Novas informações sobre a adaptação devem ser divulgadas em breve.

‘DOM’ é renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada

De acordo com o Variety, a série brasileira ‘DOM‘ será finalizada na 3ª temporada.

Com as filmagens já iniciadas, o ciclo final será dirigido por Adrian Teijido (‘Narcos’) e Vellas. Em entrevista ao site, o cineasta Vellas comentou sobre o que podemos esperar da última temporada:

“O ciclo final será ainda mais grandioso. Todos os episódios terão um grande impacto, além de todo drama, história e tudo mais. Nós tentamos desenvolver algo com muita energia e cenas de ação enquanto contamos nossa história. Acredito que todos ficarão impressionados com o final da série.”

Vale lembrar que a 2ª temporada estreará no dia 17 de março.

Após os eventos finais do primeiro ciclo, Pedro Dom (Gabriel Leone) vai parar na cadeia, Jasmin (Raquel Villar) está grávida e Victor (Flávio Tolezani) acredita que, dessa vez, pode nunca mais reencontrar seu filho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco conta com Gabriel Leone, Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

‘Wonka’ ultrapassa US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais

Wonka‘ continua cativando o público neste final de ano! A pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Em menos de três semanas, o longa entrou para o TOP 20 das maiores arrecadações do ano, desbancando blockbusters como ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘ (US$208.1M) e ‘As Marvels‘ (US$205M).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 83.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 171.3 milhões – totalizando US$ 254.8 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o filme estrelado por Timothée Chalamet (‘Duna’) arrecadou sólidos US$ 39 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas. Para termos de comparação, musicais clássicos como ‘Mamma Mia!‘ e ‘Hairspray‘ estrearam com US$ 27.7 milhões e US$ 27.8 milhões no país, respectivamente.

Após uma sucessão de fracassos do gênero – ‘Em um Bairro de Nova York‘ ($11.5M), ‘Amor, Sublime Amor‘ ($10.5M) e ‘Querido Evan Hansen‘ ($7.4M) –, ‘Wonka‘ está se tornando o retorno triunfante dos musicais nas telonas.

Confira nossa crítica:

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

 

Influencers são ASSASSINADOS no trailer do terror ‘Reality de Horror’; Confira!

A PlayArte divulgou o trailer nacional do terror ‘Reality de Horror: Influencers em Pânico‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

Reality de Horror é a versão assustadora de um Reality com famosos influenciadores que ficam juntos confinados em uma mansão em Los Angeles. O programa mostra o dia a dia dos jovens ricos e famosos. Inesperadamente o líder da casa, Mario, morre misteriosamente. Um ano depois, uma nova influenciadora, Amanda, é convidada a entrar na casa, e um novo fato passa a assombrar a todos. No aniversário da morte de Mario, o grupo perde o controle da casa e os influenciadores começam a morrer um a um.

O elenco conta com Kara Royster, Pedro Correa, Ciera Angelia, Chris O’Neal, Cassandra Scerbo, Nathan Ansermet, Rafael Cebrián, Dalton Ell, Isabella Genovese, Dallas Hart, Jessy Holen, Kyle Matthew, Motoki Maxted e Maya Mohaupt.

Dame Pierre e Mike Ware são responsáveis pela direção.

‘Stream 2’: Sequência do TERROR está em desenvolvimento

De acordo com o Bloody Disgusting, uma sequência para o terror ‘Stream‘ está oficialmente em desenvolvimento.

David Howard Thornton, que dá vida ao psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, reprisará seu papel do primeiro filme.

Michael Leavy retornará à direção.

A continuação irá “explorar os temas apresentados no primeiro filme e se aprofundar no esquema do jogo doentio de vida e morte”.

Confira o primeiro cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

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“‘Stream’ sempre foi criado para ser uma carta de amor à comunidade do terror. Desde o seu lançamento nos cinemas, a reação dos fãs foi incrivelmente positiva e a recepção ganhou ainda mais força com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. É por isso que precisávamos dar ao público o que eles querem… mais sangue,” declarou o cineasta.

No longa original, em busca de reaproximar a família, Roy e Elaine Keenan decidem recrear antigas férias em um hotel tranquilo. O que deveria ser um fim de semana relaxante se torna um pesadelo quando quatro assassinos transformam sua estadia em um jogo mortal.

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Kevin Williamson NÃO irá dirigir ‘Pânico 8’

Em entrevista ao Hello Sidney, Kevin Williamson confirmou que não planeja retornar à direção da sequência ‘Pânico 8‘.

O cineasta, que só havia comandado um único longa-metragem antes de dirigir o sétimo capítulo da franquia que ele ajudou a criar, revelou que só assumiu a posição após um pedido pessoal da Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’). “Ela pediu e eu vim correndo,” declarou.

“É ótimo fazer parte da família ‘Pânico’, mas isso não significa que eu tenha que estar sempre em evidência. Nem sempre preciso escrever ou dirigir. Outras pessoas podem assumir o comando.”

Sucesso nos cinemas, ‘Pânico 7‘ já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente.

Em menos de duas semanas, o novo filme já superou a bilheteria total de ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico‘ (2022), tornando-se a quinta maior arrecadação da franquia.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Pânico 7‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Filme de ‘Downton Abbey’ começa a ser rodado em setembro

A prestigiada série britânica ‘Downton Abbey’ tem seu retorno confirmado para a alegria dos fãs. O filme, que já havia sido especulado no ano passado, está confirmado e começa a ser rodado em setembro deste ano. A informação partiu do site Den of Geek.

Produzido pela Carnival Films, o longa – que ainda está sem diretor – está sendo escrito por Julian Fellowes, vencedora do Oscar e criadora/roteirista da série original.

Pouco se sabe sobre a produção e ainda não há a confirmação de quais membros do elenco terão seu retorno confirmado.

A expectativa é de que o drama seja lançado em 2018, embora não haja nenhuma data de estreia fechada.

Arte de fã imagina ator de ‘Stranger Things’ como Wolverine; Confira!

Já imaginou o ator Dacre Montgomery, o bad boy de ‘Stranger Things’, como o jovem Wolverine?

O artista conceitual BossLogic decidiu testar a possibilidade e desenvolveu um material impressionante, que traz o intérprete de Billy no papel do mutante.

Confira o resultado:

Eai, o que você achou da caracterização?

 

‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto’: Adaptação da Disney ganha nova imagem com Judi Dench

A adaptação do livro ‘Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ ganhou uma nova imagem, com destaque para a veterana atriz Judi Dench.

Confira:

ARTEMIS FOWL
Judi Dench as Commander Root

A trama do livro traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.

O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.

O longa é Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente’) na direção.

A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

A Disney lançará o filme nos cinemas em 9 de agosto de 2019.

‘Pantera Negra’: Novo trailer comemora a chegada do filme ao Disney+; Assista!

Mais uma popular título do leque da Walt Disney Company está chegando à plataforma de streaming Disney+.

O emblemático sucesso de bilheterias e vencedor do Oscar,Pantera Negra‘, em breve poderá ser conferido no aconchego do streaming pelos fãs do MCU.

A produção ficará disponível na grade de programação do serviço a partir do dia 04 de março. E para celebrar a iminente chegada, a Disney divulgou um novo trailer de boas vindas.

Confira:

Infelizmente, o Disney+ ainda não tem data para ser lançado no Brasil, mas as expectativas apontam para que plataforma chegue às audiências nacionais em 2020.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e contou com um orçamento de cerca de US$ 200 milhões e teve um faturamento grandioso, superando a marca do US$ 1 bilhão.

 

 

 

‘Crepúsculo’: Stephenie Meyer queria Henry Cavill e Emily Browning como os protagonistas

A saga ‘Crepúsculo‘ foi responsável por projetar as carreiras dos atores Robert Pattinson e Kristen Stewart a níveis globais, tornando-os alguns dos atores mais bem pagos de Hollywood, no auge da franquia.

Mas originalmente, ambos os atores não estavam nos planos da autora Stephenie Meyer. No passado, na época em que a franquia cinematográfica ainda estava em desenvolvimento, a escritora revelou em seu site oficial que sua visão para os papéis de Bella e Edward era bem diferente.

Ela salientou que, embora não tivesse controle ou influência sobre o processo criativo das adaptações, seu desejo era que os atores Henry Cavill e Emily Browling assumissem os papéis protagonistas.

“Indiscutivelmente o personagem mais difícil de escalar, Edward é também aquele por quem eu decidi com mais paixão. O único ator que eu já vi que eu acho que poderia dar conta do Edward Cullen é….(que rufem os tambores)….Henry Cavill”.

Lembrando que ‘Sol da Meia-Noite‘, novo livro da saga ‘Crepúsculo‘, já está disponível para compra.

Confira a sinopse do derivado:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

‘The Righteous Gemstones’: Novo trailer revela o que virá nos próximos episódios da 2ª temporada; Assista!

A 2ª temporada da sátira de humor sombrio ‘The Righteous Gemstones’ promete muita confusão e disputa por poder e a HBO divulgou um novo trailer, que revela o que está por vir nos próximos episódios.

Lembrando que os capítulos serão lançados semanalmente, sempre aos domingos.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Além disso, foi divulgado o cartaz oficial do próximo ciclo.

Confira:

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

O episódio piloto é escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.

10 Séries Para Maratonar Durante o Carnaval

Alô, alô, foliões! Carnaval 2018 já chegou e com ele os blocos de rua, as festas, os bailes de máscaras, desfiles das escolas de samba, entre tantas outras coisas. Contudo, sabemos muito bem que nem todo mundo curte ir às ruas durante este período do ano ou irá viajar, e foi pensando neste lado que decidi criar esta lista para os membros do Unidos do Streaming com as 10 séries para maratonar durante o Carnaval. Portanto, pode relaxar, conferir a lista com calma e decidir qual (quais) você gostaria de assistir neste período.

E só mais uma informação adicional: as séries aqui indicadas são de poucos episódios e facilmente maratonáveis em cinco dias. Shall I begin?

Serviço de Streaming: Netflix

Atypical

Sabe aquelas séries que além de te fazer rir adquirem rapidamente um lugar no seu coração? Atypical, criada por Robia Rashid (How I Met Your Mother), conta a história de um garoto de 18 anos com Síndrome de Asperger, dentro do espectro autista. A série que contém somente oito episódios conta com um humor negro de primeira e pode ser classificada como uma dramédia (comédia + drama). A história é bem construída e se torna difícil não se apaixonar por todos os personagens ali apresentados, sem contar que aborda o autismo de forma leve, delicada e sensível. É quase impossível não morrer de amores pela produção logo no episódio piloto.

Jessica Jones

Jessica Jones, baseada nos quadrinhos de Brian Michael Bendis e Michael Gaydos, e criada por Melissa Rosenberg (Dexter) para a TV, traz a história de uma das heroínas mais humanas da Marvel. O elenco da série conta com atrizes excelentes e badass, uma história de dar gosto assistir, que aborda temas como violência contra a mulher, sem precisar exibir cenas dos atos em si. A produção é bem construída, possui uma direção maravilhosa, um roteiro bem adaptado e desenvolvido, atuações que vão além das expectativas e uma jogada de cores marcante para o subconsciente dos telespectadores.

De todas as histórias da Marvel/Netflix, Jessica Jones se destaca facilmente como uma das melhores e mais marcantes. Aproveita que são só 13 episódios e a segunda temporada estreia dia 8 de março.

Mindhunter

Criada por Joe Penhall (A Estrada) e com David Fincher (Garota Exemplar) assinando a direção do piloto e de mais três dentre os dez episódios apresentados, Mindhunter pode ser considerada uma das melhores séries a estrear no ano passado. A produção conta a história de Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Hold McCallany), que com a ajuda de Wendy Carr (Anna Torv), passaram a estudar a psicologia dos assassinos em série para entender como funcionam as mentes destes e poder identificar crimes desse cunho antes mesmo de acontecerem. Com um roteiro bem construído, é difícil não querer saber cada vez mais sobre o que irá acontecer no capítulo seguinte. A narrativa é no estilo slow burn, leva seu tempo para se desenvolver, portanto, a dica é assisti-la fazendo dobradinha com alguma comédia.

Wynonna Earp

De todas as séries aqui indicadas, esta é a que possui o maior número de episódios, mas isto se deve pelo fato de que a série já possui duas temporadas com 25 episódios no total. Criada por Emily Andras (Lost Girl), Wynonna Earp traz uma protagonista badass, heroína beberrona e cheia das qualidades e defeitos, como todo e qualquer ser humano, que te conquista logo nos primeiros minutos do piloto. A história da herdeira da maldição dos Earp é baseada nos quadrinhos de Beau Smith, e produz um roteiro amarrado, bem adaptado e coerente no que apresenta. Além de ser uma produção feminista, Andras não hesita em trazer personagens representativos e abordar temas debatidos nos dias atuais.

Santa Clarita Diet

Que o meu amor pela Drew Barrymore (Como se Fosse a Primeira Vez) é enorme todo mundo já sabe! E vê-la estrelar uma comédia da Netflix só fez com que este mesmo amor aumentasse. Santa Clarita Diet é aquela série que não tem medo algum de usar humor negro, fazer piada das situações mais bizarras que você possa imaginar e trazer um roteiro que irá te fazer rir cada vez mais a cada episódio que passar. Com dez capítulos, a criação de Victor Fresco (Louco por Você) traz a história da família Hammond, cuja mãe se transformou numa espécie de zumbi viva e consciente. Devido a isto, ela e o marido decidem que é uma boa ideia matar bandidos para alimentá-la. Agora só imagina as tretas que podem sair disso!

Serviço de Streaming: Prime Video (Amazon)

The Marvelous Mrs. Maisel

Lembra daquela série que saiu levando todos os prêmios de comédia do Globo de Ouro sem as pessoas esperarem? Então, original da Amazon, a criação de Amy Sherman-Palladino (Gilmore Girls), rainha da dramédia, conta a história de uma dona de casa dos anos 1950 que vê a vida passar por uma reviravolta e decide se arriscar no mundo das comédias de stand-up. Além de super divertida, com a tonalidade certa de drama, típicas das produções de Palladino, a história conta com diálogos sensacionais e memoráveis, sem falar no tom feminista abordado numa época em que as mulheres lutavam por mais direitos e voz dentro da sociedade. A série é um espetáculo de roteiro bem construído e direção que acompanha o desenvolvimento da trama, sem contar as atuações maravilhosas de todo o elenco, em especial, a protagonista Midge Maisel, interpretada pela espetacular Rachel Brosnahan (House Of Cards).

E fique no aguardo, que durante o Carnaval a crítica da primeira temporada será disponibilizada aqui no site.

The Good Fight

A criação de Michelle King e Robert King, ambos roteiristas de The Good Wife, e Phil Alden Robinson (Quebra de Sigilo) não é uma série original da Amazon e sim do canal de streaming da CBS, contudo, a prime video possui a produção no catálogo e olha, QUE SÉRIE! The Good Fight é um spin-off da aclamada série jurídica The Good Wife, e traz uma história difícil do público não gostar de primeira. No estilo slow burn, a narrativa se desenvolve ao redor de três protagonistas mulheres e badass que se veem trabalhando juntas no mesmo escritório de advocacia. Com um roteiro atual e realista, os criadores constroem uma trama que debate assuntos atuais passando veracidade na história apresentada. É impossível não se apaixonar por The Good Fight durante os dez episódios que a mesma possui.

American Gods

A Rafaela Gomes, aqui do CinePOP, me disse que não poderia faltar nesta lista a série criada por Bryan Fuller (Hannibal) e Michael Green (Logan), que contém oito episódios na primeira temporada. A sinopse do prime video diz o seguinte: “Ao sair da prisão, Shadow Moon (Ricky Whittle) conhece o misterioso Mr. Wednesday (Ian McShane) e uma tormenta começa a se formar. Desorientado após a morte da esposa, é contratado como guarda-costas de Mr. Wednesday. Ele se vê em um mundo oculto onde a magia é real, os Deuses Antigos têm medo da irrelevância e do poder crescente dos Novos Deuses, e onde Mr. Wednesday está criando um exército para recuperar a glória perdida.”. Até eu fiquei com vontade de maratonar esta durante o Carnaval.

Serviço de Streaming: HBO GO

Big Little Lies

É impossível falar de HBO e não comentar sobre Big Little Lies. A série que abocanhou todos os prêmios durante a temporada de premiações merece e muito estar nesta lista. Criada por David E. Kelley (Ally McBeal) e estrelada por Nicole Kidman, Reese Witherspoon e mais outras atrizes formando o bonde poderoso de mulherões da porra, a série baseada no romance de Liane Moriarty conta a história de três mães que se aproximam quando os filhos começam a estudar juntos e a vida perfeita de aparências que viviam começa a desmoronar devido a acontecimentos que só vendo para compreender. A série possui sete episódios e fica ótima para fazer dobradinha com alguma comédia, afinal, é muita coisa que pode desgraçar a cabeça do público. Só um lembrete para te animar ainda mais: Meryl Streep estará na segunda temporada.

Westworld

Mais uma indicação da Rafaela Gomes, que me ameaçou caso não colocasse esta série na lista, tipo, ela disse que faria a Arya Stark comigo (brincadeira, viu, a Rafa é um amor de pessoa… ou naõ?!). Westworld, que também está na minha lista de maratonas, foi criada por Jonathan Nolan (Interestelar) e Lisa Joy (Pushing Daisies). A história se passa em um parque temático futurístico no estilo Velho Oeste, onde os ricos vão para se divertir e viverem uma espécie de vida sem leis. Os anfitriões são androides programados para acreditarem serem humanos e que aquilo é a vida real. Contudo, uma atualização no sistema das máquinas dá errado e a treta começa a surgir daí.

A produção já está renovada para a segunda temporada e a primeira tem somente dez episódios esperando por você.

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Então, foliões do Unidos do Streaming, estas foram minhas dicas para este Carnaval 2018. Caso algum de vocês tenha alguma série para indicar, só deixar nos comentários e se já assistiu a alguma das citadas acima, reafirma aí se vale a pena (ou não, né, vai saber) assistir. Bom Carnaval a todos!

‘O Rei Leão’: Atores que irão dublar Simba no live-action cantam juntos; Vem ver!

Os atores Donald GloverJ.D. McCrary se encontraram para cantar juntos durante uma apresentação no Grammy. O que eles possuem em comum? Ambos irão dublar Simba no live-action de ‘O Rei Leão’. Assista a belíssima apresentação:

Enquanto isso, Jon Favreau, o diretor do live-action de ‘O Rei Leão’, publicou no Twitter uma imagem no set de filmagens ao lado de Donald Glover, que interpretará Simba na nova produção da Disney:

Elton John e Beyoncé estão trabalhando juntos para regravar as músicas de ‘O Rei Leão‘ para o remake live-action.

John compôs e cantou as músicas do clássico de 1994, e trabalhará ao lado de Beyoncé para criar novas versões de ‘Circle of Life‘ e ‘Can You Feel the Love Tonight‘ cantadas pela diva.

Além disso, foi revelado que a dupla criará canções original para o live-action, seguindo a mesma linha de ‘A Bela e a Fera’ – que também contou com novos números musicais.

O compositor Hans Zimmer ficará responsável pela trilha sonora orquestrada. Só lembrando que Zimmer também foi responsável pela trilha da animação de 1994, a qual ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

O elenco do live-action traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Recentemente, surgiram boatos de que a Disney teria concordado em pagar US$ 25 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões) para garantir o envolvimento de Beyoncé no projeto.

Além de dublar Nala, Beyoncé deve ficar responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

O filme dirigido por Jon Favreau está em pré-produção em Los Angeles.

O lançamento está marcado para o dia 19 de Julho de 2019!

 

Harvey Weinstein pode pegar prisão perpétua por novas denúncias de crimes sexuais

Mais polêmica! Segundo a Variety, o produtor Harvey Weinstein recebeu mais três acusações de crimes sexuais no estado de Nova York. Vale lembrar que o executivo já enfrenta outras três acusações envolvendo duas mulheres, podendo pegar até 25 anos de prisão por elas.

E agora, a promotoria de Manhattan anunciou que Weinstein enfrenta acusações de uma terceira mulher sobre um incidente ocorrido em 2006, envolvendo ato sexual criminoso de primeiro grau e duas alegações de ataque sexual predatório, sendo que a sentença para as duas últimas pode ser de 10 anos à prisão perpétua, dependendo da veracidade das acusações.

Recentemente, o produtor pagou uma fiança de US$ 1 milhão para, assim, responder o processo das primeiras acusações em liberdade.

Harvey Weinstein se entrega à polícia; Assista ao vídeo!

Ranking | Do PIOR ao MELHOR filme do Universo da DC – incluindo ‘O Esquadrão Suicida’

O Esquadrão Suicida estreou no HBO Max, onde poderá ser visto por ainda mais gente que nos cinemas.

Com muitas avaliações positivas, o longa foi considerado um dos melhores do Universo DC, que a gente ainda não sabe muito bem se vai continuar interligando seus filmes ou se vai investir em mais histórias isoladas, modelo que vem dando mais certo para a Warner recentemente.

Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo O Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

11. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção. David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe. Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar. Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.


10. Mulher Maravilha 1984
(2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou. Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora. Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.


9. Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.
Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

8. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas. Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman. Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

7. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut. Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2. O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

6. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

 

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman
conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança. Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar. Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

 

2. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa. Simplesmente uma das maiores surpresas de 2021.

1. Shazam! (2019)
Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar. É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Crítica | Ninguém Sai Vivo – TERROR Cult da Netflix é inspirado, mas divide opiniões…

Dentro do vasto catálogo de filmes de terror existe um campo dedicado a histórias alternativas meio cults, cujas produções elaboram histórias que não necessariamente precisam fazer sentido, desde que haja uma grande ameaça à vida dos protagonistas, ainda que a ameaça em si não seja toda ou sequer parcialmente explicada, relegando a interpretação da resolução ao espectador. Este é exatamente o caso de ‘Ninguém Sai Vivo’, novo lançamento do gênero que chegou à plataforma dá Netflix e, desde então, figura entre os mais vistos e tem dividido a opinião dos assinantes.

Ambar (Cristina Rodlo) é uma jovem mexicana que passou os últimos anos cuidando da mãe, que sofria de uma doença terminal. Após a morte da mãe, ela migrou para os Estados Unidos ilegalmente, onde trabalha em uma empresa como costureira. Sem muito dinheiro e sem documentos, Ambar aceita ir morar em uma casa que aluga quartos para moças. Tudo ia bem até o dia em que ela começa a ouvir choros e vozes vindos na direção do porão da casa, e, o que antes parecia ser um bom negócio para economizar no aluguel rapidamente se transforma no pior pesadelo desta jovem sozinha em um país estrangeiro, que não pode sequer pedir ajuda à polícia dada sua condição ilegal.

Com cerca de uma hora e trinta de duração, ‘Ninguém Sai Vivo’ é dividido em duas metades bem claras: os primeiros quase cinquenta minutos são dedicados a construir a história sofrida desta protagonista ilegal, então, essa primeira metade fica essencialmente fazendo flashbacks das visitas que Ambar fazia à mãe e contando o dia a dia da jovem no trabalho, com suas dificuldades para conseguir uma carteira de identidade falsa ou um adiantamento de seu patrão. Esta primeira parte literalmente poderia ter sido resumida em 10 ou 15 minutos de pano de fundo, porém, o roteiro de Jon Croker e Fernanda Coppel, baseado no livro de Adam Nevill, se estende demais nesta parte, deixando evidente a falta de história para corroborar o prometido terror.

Isto dito, dá para o espectador simplesmente ler esta crítica, pular a primeira metade do filme e ir direto para o que realmente importa: o terror em si, que começa a dar as caras lá por volta do minuto 50 do longa. Quando este momento finalmente acontece, é até legal ver as aparições que Ambar passa a ver pela casa, mas ficou faltando mais conexão entre a suposta ameaça e a construção do suspense que passa a abraçar a protagonista no filme de Santiago Menghini. A costura entre esses elementos – fazendo analogia ao próprio emprego da protagonista -, é mal-feito e frágil. Entretanto, o final do longa traz uma resolução alternativa bem estilo filme de terror B de festival, que passa na sessão da meia-noite para o público jovem que se veste de preto.

Ninguém Sai Vivo’ não é exatamente um bom filme de terror – não dá susto e não convence com sua história -, porém, traz uma entidade bizarra, grotesca e cheias de símbolos que são prato cheio para interpretações subliminares. Em suma: não é o tipo de produção autoexplicativa e agradará mais a galera que curte terror fantástico e trash.

‘Hellboy’ enfrenta vilã de Milla Jovovich em nova prévia; Confira!

O remake de ‘Hellboy‘ ganhou uma nova prévia eletrizante.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Parasite’: Filme do diretor de ‘Okja’ ganha novo trailer; Confira!

Depois de sua incursão no cinema americano com ‘Okja’ (2017), o cineasta sul-coreano Bong Joon-Ho retorna às suas raízes no drama familiar ‘Parasite’.

Agora, o projeto ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em ‘O Hospedeiro’ (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e ‘Okja’.

O filme levou para casa o Palma de Ouro no último Festival de Cannes e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Pedro Almodóvar vai dirigir o primeiro filme de língua inglesa de sua carreira

Segundo o IndieWire, o lendário cineasta Pedro Almodóvar está pronto para iniciar um novo capítulo de sua carreira e irá dirigir o primeiro longa-metragem de língua inglesa de sua extensa filmografia.

Almodóvar já teve outras oportunidades de migrar para Hollywood, recebendo ofertas de comandar o clássico ‘Mudança de Hábito’ e possíveis remakes de sua obra espanhola.

O diretor revelou ao IndieWire que o romance ‘A Manual for Cleaning Women’, de Lucia Berlin, será o material principal para sua próxima investida cinematográfica.

Além disso, ele ficará responsável pela adaptação em curta-metragem da peça ‘A Voz Humana’, de Jean CocteauTilda Swinton estrela a produção.

De acordo com o realizador, a adaptação da peça será rodada em abril deste ano, em Madrid. A narrativa original, ambientada em Paris, gira em torno da última ligação de uma mulher para seu amante de cinco anos, o qual vai se casar com outra pretendente no dia seguinte.

Almodóvar recentemente dirigiu a aclamada semi-biografia ‘Dor e Glória’, estrelado por Antonio BanderasPenélope Cruz. O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional e rendeu a Banderas uma nomeação à categoria de Melhor Ator.

‘Patrulha do Destino’: Visitantes do espaço estampam imagens oficiais do episódio 02×06

DC divulgou as imagens oficiais de “Space Patrol”, sexto episódio da 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino’.

Confira, junto à promo:

O episódio vai ao ar no dia 16 de julho.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘WandaVision’: Personagens estampam belíssimas capas da revista Empire; Confira!

Uma das estreias mais aguardadas dos streamings em 2021 é certamente a da primeira temporada de ‘WandaVision e, para aumentar nossas expectativas, a revista Empire divulgou duas capas belíssimas da série para sua próxima edição.

Confira:

A produção, que trará o adorável casal do MCU de volta, explorará uma jornada inesperada cheia de referências da cultura POP e submeterá a dupla de personagens à circunstâncias das mais inusitadas.

E aproveitando o recente lançamento de novos materiais publicitários da série – bem como a divulgação de sua data de estreia, o habilidoso artista Spdrmnkyxxiii compartilhou uma nova arte conceitual, que transforma o casal em uma figura só.

O peculiar resultado está chamando a atenção dos internautas.

Confira:

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por (@spdrmnkyxxiii)

A série ‘WandaVision‘ estará disponível no catálogo da Disney+ a partir de 15 de janeiro de 2021.

O anúncio foi revelado em um vídeo de apenas 28 segundos, em que são mostradas as diferentes realidades em que Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão presentes.

Ao fundo também é possível ouvir risadas da plateia, evidenciando que a série também terá um lado humorístico… e um tanto sombrio.

Confira:

WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Confira o trailer nas versões legendada e dublada:

‘Nomadland’: Vídeo explora a incrível fotografia do longa-metragem; Confira!

Hulu divulgou um novo vídeo promocional do aclamado e premiado drama ‘Nomadland’, explorando a fotografia construída por Joshua James Richards.

Confira:

Lembrando que o filme disputa por nada menos que seis categorias do Oscar 2021.

Chloé Zhao, que vem levando para casa todos os prêmios a que foi indicada, foi relembrada nas categorias de Melhor Direção Melhor Roteiro AdaptadoFrances McDormand foi indicada para Melhor Atriz, enquanto a obra também disputa pela estatueta de Melhor Fotografia Melhor Edição.

Os vencedores serão anunciados no dia 25 de abril.

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas brasileiros em 15 de abril.

O filme é escrito e dirigido por Chloé Zhao (‘Os Eternos‘).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

‘Mayor of Kingstown’: Drama com Jeremy Renner ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Paramount+ divulgou hoje (31) o trailer oficial de ‘Mayor of Kingstown’, série dramática estrelada por Jeremy Renner, do Universo Cinemático Marvel.

A produção tem estreia marcada para o dia 14 de novembro.

Confira:

O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.

A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.

Dianne West, Kyle Chandler, Dillon, Taylor Handley, Emma Laird e Tobi Bamtefa completam o elenco.

‘The Resident’: Elenco revela o que esperar dos novos episódios da 5ª temporada; Confira!

A FOX divulgou o novo vídeo promocional da 5ª temporada de ‘The Resident‘, em que o elenco protagonista e coadjuvante se reúne para contar aos fãs o que esperar dos próximos episódios do ciclo.

Lembrando que a temporada tem retorno marcado para o dia 01 de fevereiro.

Confira:

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘María Marta’: Suspense da HBO Max ganha trailer INSTIGANTE e previsão de estreia; Confira!

HBO Max divulgou recentemente o teaser trailer oficial de ‘María Marta: Assassinato no Country Clube’, sua mais nova série de suspense baseada em um crime real.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming em julho de 2022, ainda sem dia confirmado.

Confira:

A produção conta com oito episódios de 45 minutos cada.

Daniela Goggi entra como showrunner, enquanto Martín MéndezGermán Loza assinam o roteiro.

A trama acompanha a história do crime envolvendo María Marta García Belsunce, ocorrido na Argentina, em 2002. Em 27 de outubro, María Marta García Belsunce foi encontrada morta por seu marido, Carlos Carrascosa, no banheiro de sua casa, localizada em um bairro privado exclusivo da província de Buenos Aires. O que a princípio parecia um acidente doméstico, tornou-se um dos crimes mais emblemáticos da história da Argentina.

O elenco conta com Jorge Marrale (Carlos Carrascosa), Laura Novoa (María Marta García Belsunce), Carlos Belloso (Horacio García Belsunce), Muriel Santa Ana (pesquisador), Mike Amigorena (o promotor), Guillermo Arengo (Guillermo Bártoli), Valeria Lois (pesquisadora), Esteban Bigliardi (John Hurtig), Ana Celentano (Irene Hurtig), María Leal (Elvira) e Nicolás Francella (o vizinho).