Recentemente viúva, Amy Carr está fazendo o seu melhor para retornar à normalidade da vida com seus jovens filhos em uma cidade pequena. Enquanto ela corre no bosque, ela encontra sua cidade jogada em caos quando um tiroteio acontece na escola de seu filho. Longe, Amy desesperadamente irá lutar contra o tempo para salvá-lo.
As filmagens de ‘Pânico 6‘ finalmente começaram hoje (10) em Montreal, Canadá.
As primeiras imagens do set do filme foram divulgadas e a locação lembra bastante as ruas da cidade de Nova York. A produção está sendo filmada com o título de produção ‘Blackmore‘.
Além disso, um dos prédios no quarteirão remete ao de uma faculdade. Será que nossos sobreviventes se mudaram para Nova York?
Confira as imagens e nosso vídeo sobre a saída de Neve Campbell da franquia:
Lembrando que os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.
Confira a sinopse:
“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”
Lucien é um jovem poeta desconhecido da França do século XIX. Ele tem grandes esperanças e quer escolher seu destino. Ele larga a gráfica de sua província natal para tentar a sorte em Paris, nos braços de sua protetora. Logo deixado por conta própria na fabulosa vila, o jovem rapaz vai descobrir os bastidores de um mundo condenado à lei do lucro e das falsidades. Uma comédia humana na qual tudo se compra e se vende, da literatura à imprensa, da política aos sentimentos, das reputações às almas. Ele vai amar, sofrer, e sobreviver às suas ilusões.
Curiosidades:
» O longa é baseado no romance ‘As Ilusões Perdidas‘, de Honoré de Balzac;
Uma mulher é deixada algemada a seu marido morto como parte de uma trama de vingança. Incapaz de se libertar, ela tem que sobreviver quando dois assassinos chegam para acabar com ela.
Curiosidades:
» O roteiro, que foi escrito por Jason Carvey, foi destaque na Blood List, uma lista anual de Hollywood com ótimos enredos não produzidos;
A história se passa em 1850 e gira em torno de Sarah, uma jovem garota que conhece seu pai, Alex Stafford, pela primeira vez. A jovem, então, descobre que é fruto dos casos adúlteros de Stafford com a mãe, Mae, a qual recusou abortar, mesmo sendo requisitada pelo amante. A decisão de ficar com a filha separou os dois e deixou Mae depressiva. Sarah começa a acreditar que ela é a culpa de tudo, mas espera que Alex nunca mais retorne.
Em tempos de romance histórico em alta na cinematografia e na literatura, a estreia de ‘Amor de Redenção’ nos cinemas realmente vem bem a calhar: enquanto nos Estados Unidos o longa foi disponibilizado direto para aluguel sob demanda, no Brasil o romance conquistou seu espaço nas telonas dos cinemas a partir dessa quinta-feira, 9 de junho, – para a alegria das fãs dos romances de época, que finalmente poderão curtir essa estreia.
Califórnia, 1850. Enquanto muitos homens migram para a costa sol dos EUA em busca de ouro, há pessoas que precisam sobreviver de outras maneiras, e que também fizeram parte dessa estrutura da corrida do ouro. É nesse contexto que conhecemos a jovem e bela Angel (Abigail Cowen), a prostituta mais disputada do bordel Pair-A-Dice, gerenciado pela Duquesa (Famke Janssen). Longe da cidade, o jovem Michael (Tom Lewis) se sente sozinho em sua fazenda e pede a Deus que encontre uma mulher para ele se casar. Quando vai à cidade entregar seus produtos no armazém, ele vê Angel passar e sente amor à primeira vista. Certo de que é com ela com quem deve se casar, Michael fará de tudo para tirá-la da vida de meretrício, sem ter a menor ideia das muitas dívidas que Angel carrega em sua vida.
Baseado no romance de sucesso de Francine Rivers (primeiramente publicado em 1991 e lançado no Brasil em 2010, ou seja, são doze anos que as fãs brasileiras estão esperando por essa adaptação!), o filme de duas horas de duração consegue acomodar bem os principais elementos do romance de quinhentas páginas, ainda que o roteiro da escritora com D. J. Caruso não se demore muito nas explicações ou cenas mais violentas, resumindo os episódios para o espectador sem se aprofundar. Se por um lado isso é uma boa escolha da dupla (por exemplo, em não evidenciar de maneira gráfica a violência contra a mulher), por outra deixa a sensação de ser tudo superficial demais, como se nenhum personagem devesse se entregar a seus sentimentos.
Curiosamente, o filme de D. J. Caruso elenca um time de nomes reconhecidos no mercado – a X-MenFamke Janssen, a mocinha dos vampirosNina Dobrev e o galã de ‘Grey’s Anatomy’ Eric Dane – para apenas participações especiais, o que é uma pena pois cada uma dessas franquias tem um fandom de peso. Por outro lado, a produção elege um casal protagonista em que Abigail Cowen convence como uma mocinha desiludida da vida na mesma proporção que Tom Lewis parece faltar um pouco de músculo (afinal, ele trabalha numa fazenda) e de vigor para um personagem por quem nós precisamos nos apaixonar.
‘Amor de Redenção’ aponta que Deus olha por todos os seus filhos, inclusive os mais necessitados e nos momentos em que menos se espera, constituindo-se como um romance cristãode época. Sem excessos de nudez nem de violência e valendo-se do herói salvador da mocinha, o filme deve agradar aos fãs do livro, ainda que a história do livro tenha sido melhor desenvolvida do que no longa.
Após voltar à mídia por seu polêmico julgamento com a ex-esposa Amber Heard, o ator Johnny Depp está em alta novamente e um dos seus filmes se tornou um dos mais assistidos da Netflix no Brasil esta semana.
A produção foi lançada em 2009 e conquistou 68% de aprovação dos críticos no RT, e atualmente é o sexto filme mais visto do streaming.
Confira, com o trailer:
O longa de ação apresenta todo clima dos filmes de gângsteres dos anos 1930, com o estilo inovador do aclamado cineasta norte-americanoMichael Mann (O Último dos Moicanos), que assina a direção.
Baseada no livro de Bryan Burrough, a história narra o nascimento do FBI em meio a uma onda de crimes. Verídica, a trama acompanha a perseguição do maior inimigo da América, John Dillinger (Johnny Depp). O contexto histórico de Inimigos Públicos é a era da pós-Grande Depressão, início dos anos 1930, período marcado pelo auge da criminalidade nos Estados Unidos.
Mark Wahlberg já é um rostinho marcado de Hollywood. Quase sempre fazendo o papel do galã machão, pegador de todas as mulheres, que sempre usa uma jaqueta de couro e dirige motocicletas Harley-Davidson ultracaras, o ator que construiu sua base de fãs com osfilmes de ação da franquia ‘Transformers’ e em outros longas atraentes para este mesmo público, como ‘Ted’ e ‘Uncharted: Fora do Mapa’, vez ou outra topa também uns projetos que saem – e muito – dessa linha de produção. Isso aconteceu em ‘O Vencedor’ (2010), que foi indicado ao Oscar, e volta acontecer agora neste filme religioso ‘Luta Pela Fé: A História do Padre Stu’, já em exibição nos cinemas brasileiros.
Stuart Long (Mark Wahlberg) não quer nada com a vida e está completamente perdido. Desde que seu pai, Bill (Mel Gibson) se separou da sua mãe (Jacki Weaver) após a morte de seu irmão, ele cresceu buscando um propósito para existir: primeiro se entregou às lutas de boxe, que comprometerem parte de sua mandíbula; depois se entregou à bebida, em doses diárias para esquecer de tudo; para então decidir que deveria largar tudo e ir para Los Angeles, na Califórnia, tentar a vida como ator de cinema. Mesmo sem saber, suas escolhas erradas o levaram para o lugar onde deveria estar: é na capital do cinema que Stu conhece a jovem Carmen (Teresa Ruiz), uma fervorosa devota cristã que, para topar sair com Stu diz que ele precisa ser batizado. Cego de amor, Stuart topa, sem nem imaginar que este seria o primeiro passo do caminho da sua verdadeira vocação.
Em aproximadamente duas horas, o drama ‘Luta Pela Fé: A História do Padre Stu’ é uma cinebiografia impressionante, mas cujo tempo de duração acaba prejudicando a produção. Escrito e dirigido porRosalind Ross, o roteiro se desenvolve primeiro contando as perdições do protagonista em sua vida primeva, para só depois adentrar no seu interesse pela fé cristã. Apesar de evidentemente ser importante saber quem era Stuart antes de virar padre, o longa se demora por demais nessa parte, reservando pouco mais da metade de sua extensão para esta arco – e, honestamente, não tem nada de mais uma hora de filme com Mark Wahlberg fazendo mais do mesmo, ou seja, bebendo, cantando garotas, falando palavrão etc. Quando por fim o personagem entra no mundo católico, parece que fica faltando tempo de execução ali, e os eventos passam corridos na telona, sem serem aprofundados.
Essa escolha prejudica o filme de Rosalind Ross, que perde uma excelente oportunidade de exaltar a força de vontade desse jovem padre do interior dos Estados Unidos que, tão logo encontrou sua vocação com Deus, também foi desafiado por uma doença imunossupressora tal como a que levou o físico Stephen Hawking, cuja história já foi contada no vencedor do Oscar ‘A Teoria de Tudo’. E é nessa parte, no último arco, que Mark Wahlberg surpreende com sua atuação, de fato chocando os espectadores ao encarnar o padre portador de deficiência física.
Baseado numa história real, a produção da Sony Pictures ‘Luta Pela Fé: A História do Padre Stu’ é um filme inspirador neste mês recheado de festas a santos católicos, e mostra que a verdadeira vocação encontra a todos nós no tempo certo, desde que tenhamos fé.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2021
Uma vasta extensão de árvores frondosas se entrelaçam como um jardim botânico, tornando tudo aquilo que está ao redor e que é urbano demais em uma distante memória. Em meio ao isolamento da natureza, Naomi Watts vive uma mãe desesperada, que vê sua corrida matinal se transformar em um pesadelo soturno. Sem sinal de telefone, com pouca bateria no celular e informações soltas, ela se vê diante de um dilema que nenhuma mãe deveria viver: Seria meu filho um assassino dentro de sua própria escola?
A Hora do Desesperoé um thriller interessante sobre bullying, contado por uma perspectiva diferente. Abordando indiretamente o crônico problema norte-americano de tiroteios nas escolas, o diretor Phillip Noyce e o roteirista Chris Sparling reforçam uma conversa essencial e honesta sobre como um crime dessa natureza é consequência de algo muito mais profundo e enraizado. Salientando a premissa de que um coração ferido é capaz de ferir tantos outros, o filme volta os seus olhos para um ângulo pouco abordado dentro desse subgênero. Com Watts dominando a tela em quase toda a sua totalidade, o cineasta faz do desespero de uma mãe o ponto central da narrativa.
E ainda que o fundamental debate sobre bullying e cyberbullying sejam deixados um tanto à deriva, A Hora do Desespero não se compromete com a mesma missão do sensacional drama Mass, que mostra as inesgotáveis sequelas que este crime traz para os pais dos filhos afetados. Aqui, no epicentro do tiroteio escolar, um contexto familiar doloroso se mostra como o terreno fértil para mágoas, rancor e ira, levando uma mãe e viúva a ter que lidar com a possibilidade do seu próprio ser o responsável pelo crime. Essa grande dúvida não apenas acompanha Amy, como também a própria audiência – que é levada para uma espiral alucinante de muitos questionamentos e poucas respostas.
Watts leva um pouquinho de nós em sua poderosa performance, como uma mãe que tenta voltar para seu filho, enquanto está cercada por uma mata fechada, onde o caminho de volta para se dissipar cada vez mais. A pé e sem qualquer tecnologia que a auxilie, ela desafia sua mente e seu corpo em uma corrida literal e alucinante. E em meio a uma notável exaustão física, a atriz brilha em tela, prende a nossa atenção e faz desse filme o seu próprio espetáculo visual.
Um thriller que prende a nossa respiração e aguça os nossos sentidos – nos levando para uma experiência bem palpável -, A Hora do Desespero é mais uma preciosidade nascida na quietude da pandemia, que ainda mostra como uma boa história pode ser feita com um pequeno orçamento. A sufocante direção de Philippe nos transporta para a atmosfera de Watts e seu final tocante e inspirador é um sopro de vida, que reitera a necessidade de manter viva as inquietantes conversas sobre bullying dentro das escolas.
Assim como o terror, produções de desastres naturais têm um espacinho especial no coração dos cinéfilos – principalmente pelo fato de colocar a majestosa e incontrolável natureza contra a pequenez do homem e sua ambição desmedida.
Desde ‘O Dia Depois de Amanhã’ até os recentes ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ e ‘Moonfall’, são inúmeros os títulos do gênero em questão – mas um deles tornou-se um clássico da Sessão da Tarde e ainda é revisitado por inúmeros espectadores: ‘Impacto Profundo’.
O filme estreou no catálogo da Netflix e se tornou a 6ª produção mais vista do streaming, mostrando o carinho que os fãs tem mesmo 23 anos após a estreia nos cinemas.
Confira, com o trailer:
Lançado em 1998, o longa-metragem foi lançado na mesma época que ‘Armageddon’ e ficou um pouco ofuscado, apesar de ter sido relativamente melhor recebido pela crítica internacional. Arrecadando uma considerável bilheteria ao redor do mundo (US$349 milhões), a narrativa trouxe nomes como Robert Duvall e Téa Leoni enfrentando a iminência de um evento catastrófico – um meteoro que irá se chocar com a Terra.
Em comemoração à estreia na Netflix e seu aniversário de 23 anos, o CinePOP resolveu relembrar a icônica produção ao construir uma breve lista com dez curiosidades de bastidores.
Confira:
HOMENAGEM CIENTÍFICA
Depois de descobrir que um comete estava em rota de colisão com a Terra, um dos astrônomos morre em um acidente de automóvel. A sequência é inspirada na morte real de Eugene Shoemaker, cientista que ajudou a descobrir um cometa que colidiu com Júpiter em 1994.
CELEBRANDO UM LEGADO
O diretor de fotografia Dietrich Lohmann estava muito doente durante a fase de produção do longa-metragem – e o elenco e a equipe criativa descobriram que ele estava morrendo em virtude de leucemia. Uma dedicatória especial foi feita a Lohmann nos créditos finais, visto que ele morreu pouco depois do término das gravações.
AMEAÇA VERDADEIRA
Pouco antes do lançamento do filme, astrônomos anunciaram que o asteroide 1997 XF11 cairia na Terra a uma velocidade de 161 km/h às 18h30min do dia 26 de outubro de 2028, quinta-feira, ajudando a aumentar a venda de ingressos. Pouco depois, uma nova órbita previu que o asteroide em questão desviaria do planeta por 965 mil quilômetros.
FIGURINOS DESCONFORTÁVEIS
Jon Favreau, que interpretou o Dr. Gus Partenza no filme, disse que o elenco ficava bastante desconfortável dentro dos uniformes de astronautas. Durante as pausas, eles tinham que ser pendurados em uma espécie de cabides gigantes pelos trajes e levados para fora para tomar um pouco de ar.
COLABORAÇÃO GOVERNAMENTAL
Vários lugares federais, como a Sala de Situação da Casa Branca e as salas de planejamento estratégico no porão do Pentágono, foram visitados com permissão pelo roteirista Bruce Joel Rubin, para que pudesse realizar pesquisas para os rascunhos iniciais da história.
SPIELBERG NO COMANDO
O aclamado diretor Steven Spielberg estava interessado em dirigir o filme, mas resolveu dar espaço para Mimi Leder (‘A Little Piece of Heaven’) comandar a produção. Spielberg, por sua vez, ficou nos bastidores como produtor executivo.
MAIS DESASTRES
Na edição especial em Blu-ray, mais especificamente no featurette‘Making an Impact’, é mostrado que havia uma cena no storyboard original que mostrava um navio empalando o Edifício Chrysler na cidade de Nova York, durante a sequência do tsunami. Entretanto, a cena não passou dos primeiros processos de animação digital e, por essa razão, não foi incluída no corte final.
NASA EM PESO
Um dos oficiais da NASA no filme é intepretado por Gerry Griffin, que é, na vida real, ex-diretor de voo da agência espacial. Griffin também presidiu a missão Apollo 12 e, mais tarde, tornou-se diretor do Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas.
IMPROVISAÇÃO HILÁRIA
Durante a reunião escolar, um dos estudantes faz a hilária observação: “agora, você vai transar mais que qualquer aluno na sua sala” para o jovem astrônomo Leo Biederman (Elijah Wood). A fala foi improvisada por Jason Dohring e as reações dos outros alunos foram genuínas.
PIADA INTERNA
A nave que vai ao espaço destruir o cometa se chama O Messias (The Messiah, no original). Esse não é apenas um nome apropriado, mas também uma piada interna. Quando o primeiro ônibus espacial estava sendo concebido, a NASA construiu uma maquete em tamanho real. Ela recebeu o apelido de Messias porque, de acordo com controlador de voo Jerry Greene, todos que entravam nela exclamavam “Jesus Cristo!” no tocante ao seu tamanho.
Após muitas especulações, o ator Joseph Morgan finalmente confirmou que retornará como o icônico Klaus Mikaelson no último episódio de ‘Legacies‘, que foi recentemente cancelada pela CW após 4 temporadas.
“Se você tivesse que se despedir do seu filho, que você ama mais do que qualquer outra coisa, você aproveitaria? Não sei se tenho permissão para fazer isso, mas preciso revelar para vocês: vocês verão o Klaus novamente no último episódio de ‘Legacies’. Apenas por um pequeno momento.”
Intitulado Just Don’t Be a Stranger, Okay?, o episódio final da série irá ao ar no dia 16 de junho.
A trama se passa na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.
Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento dos novos episódios.
A narrativa segue as desventuras singulares do impulsivo Cuphead e seu cauteloso, mas facilmente influenciável, irmão Mugman. Apesar dos diversos perigos surreais nas Ilhas Inkwell, eles sempre se protegem.
Chad e Jared Moldenhauer, criadores do game, entram como produtores executivos.
Lançado pelos estúdios MDHR, ‘Cuphead’ traz em sua narrativa os dois protagonistas supracitados e outros demônios e robôs com estéticas reminiscentes dos anos 1930. O estilo artístico único foi um dos principais elementos aclamados pela crítica especializada e, por isso, espera-se que ele seja incorporado na adaptação seriada.
O jogo original tornou-se um dos maiores sucessos da companhia, vendendo milhões de cópias ao redor do mundo e inspirando uma linha inteira de brinquedos e artigos colecionáveis.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de Julho.
A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefonepreto. Mesmo desconectado, otelefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.
Após a primeira exibição durante a Cinemacon, o longa vem recebendo diversos elogios da mídia, e o trailer está deixando os fãs do gênero estão ainda mais empolgados para conferir a trama.
Nas redes sociais, há diversos comentários de expectativa pela estreia, enquanto outros garantem que o filme será um sucesso devido ao amor de Derrickson pelo terror.
Além disso, ‘O Telefone Preto‘ conquistou 100% de aprovação dos críticos e promete renovar os filmes com temática de sequestro.
Confira as reações:
O grande acerto está no elenco. Os jovens James Ransone e Madeleine McGraw são um espetáculo em cena, e o Ethan Hawke está bem assustador como o vilão (a máscara dele é bizarra). Seu personagem poderia ser melhor desenvolvido, mas isso não afeta o resultado final.
“Acabei de sair da exibição antecipada de ‘O Telefone Preto‘ na CinemaCon. Este é definitivamente um dos melhores filmes da Blumhouse. Os atores mirins são ótimos, especialmente as estrelas Mason ThameseMadeleine McGraw. Ethan Hawke nunca foi tão assustador ou aterrorizante.”
Um garoto sequestrado por um sádico serial killer encontra um telefone antigo preto. Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas dão dicas para evitar que ele sofra o mesmo destino.
A HBO Max cancelou oficialmente a série ‘Made for Love‘ depois de apenas duas temporadas.
“Nós somos extremamente gratos por essa jornada incrível nas últimas duas temporadas, especialmente por Alissa Nutting, Christina Lee, Cristin [Milioti], Billy [Magnussen], Ray [Romano] e todo o elenco e equipe de ‘Made for Love’ – incluindo Zelda, o golfinho falante, e a Diane. Assim como o chip da Gogal, essa série permanecerá para sempre em nossas mentes,”declarou a HBO Max em um comunicado oficial.
Na nova temporada, Christina Lee, que serviu como showrunner no primeiro ciclo, dividirá o cargo com Alissa Nutting, autora do livro em que a série é baseada.
A trama gira em torno de Hazel Green, uma mulher que escapa de seu casamento com Byron Gogol, um bilionário sociopata, depois de descobrir que ele implantou um chip em sua cabeça. O chip em questão permite a Byron acessar o cérebro de Hazel enquanto ela se refugia em sua cidade-natal para cuidar do pai viúvo.
Tim Burton foi o primeiro diretor a trazer o Batman às telonas, no filme estrelado por Michael Keaton em 1989.
No entanto, o cineasta revelou à Empire que ainda não assistiu ao novo filme do herói e ainda alfinetou a Warner Bros, relembrando que o estúdio taxou ‘Batman: O Retorno‘ como um filme sombrio demais.
Em sua declaração, Burton disse que é engraçado ver como ‘Batman‘ é elogiado por ser sombrio, motivo que o levou a ser afastado das adaptações do herói.
“É engraçado ver todo esse clamor pelo filme agora porque isso resgata lembranças de quando taxaram meu estilo como ‘esquisito e muito sombrio’. Então, isso me faz rir um pouco.”
Ele continuou:
“Eles queriam novos rumos para a franquia. Essa é a coisa engraçada. Na época, eu fiquei tipo: ‘Espera aí. Vocês reclamam de mim, que sou muito esquisito, sou muito sombrio, e aí você colocam mamilos nos trajes do Batman e do Robin? Ahh, vão se f#d*r!’ Acho que é por isso que acabei não fazendo o terceiro filme.”
De qualquer forma, ele disse que gostaria de ver o filme estrelado porRobert Pattinson.
“Bom, ainda não assisti ‘Batman’, mas gostaria muito.”
Lembrando que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série ‘Black Bird‘, estrelada por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’).
Confira:
A produção está programada para estrear no dia 8 de julho.
Criada por Dennis Lehane, a série é inspirada em uma história real e baseada no livro homônimo de James Keene.
A trama acompanha Jimmy Keene (Egerton), estrela do time de futebol americano da escola e filho de um policial. Condenado a dez anos de prisão, ele ganha uma oportunidade única: escolher entre cumprir a sentença sem chance de redução ou ir para uma prisão de segurança máxima e se aproximar de Larry Hall (Paul Walter Hauser), suspeito de assassinatos em série. Para ganhar a liberdade, ele precisa arrancar uma confissão de Larry e descobrir onde ele escondeu o corpo de diversas jovens – tudo isso antes que o recurso do suspeito seja julgado. No entanto, será que tudo o que Larry diz é verdade? Ou ele é um mentiroso patológico?
Apesar de amargar 33% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência ‘Jurassic World: Domínio‘ continua a atrair o público para os cinemas.
O longa arrecadou sólidos US$ 18 milhões em sua pré-estreia nos EUA, superando os números alcançados por ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ (US$15.3M), em 2018.
Apesar disso, o valor é mais baixo que os US$ 18,5 milhões arrecadados na pré-estreia do primeiro ‘Jurassic World‘ em 2015.
De acordo com o Variety, ‘Domínio‘ deve estrear com US$ 125 milhões durante o primeiro final de semana nas bilheterias norte-americanas.
Vale lembrar que a sequência já arrecadou US$ 55.5 milhões internacionalmente, através de 15 mercados, em sua estreia antecipada. O novo filme quebrou recordes na América Latina, tornando-se a maior estreia da franquia no México, Argentina, América Central, Peru, Colômbia, Chile, Equador e Uruguai.
No México, ‘Domínio‘ estreou com sólidos US$ 18.1 milhões – o que representa a MAIOR estreia da Universal Pictures no país. Os números também cresceram em quase 50% em comparação ao lançamento dos filmes anteriores da franquia.
A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.
Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.
Recentemente, Chris Hemsworth disse que a atuação de Christian Bale como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, foi tão convincente em ‘Thor: Amor e Trovão‘ que lhe causou arrepios.
Conhecido pelo assassinato de inúmeros deuses de variadas mitologias, Gorr é um dos mais temidos vilões que já passaram pelos quadrinhos da Marvel.
Durante uma entrevista para a D23 Magazine (via The Direct), o diretor Taika Waititicomentou sobre a motivação por trás da cruzada do vilão.
“A história de fundo de Gorr é que ele se sente injustiçado pelos deuses. E muito de sua motivação é sobre se vingar por esses erros… Nós realmente queríamos explorar essa ideia de religião, crença e o que significa colocar sua fé em uma força superior. E como Thor é essencialmente um deus, o que significa para ele representar esses deuses?”
Hemsworth também participou da entrevista e acrescentou:
“Gorr não é um vilão simples… há uma complexidade real nele. O que ele está fazendo não é preto no branco. Ele é muito fiel às suas motivações, o que faz dele um tipo mais interessante de vilão. Concordo com a forma como ele está fazendo isso, porque você entende como ele foi levado ao limite e porque ele seguiu esse caminho. É realmente desafiador para Thor, porque o conjunto de perguntas que Gorr está fazendo contém alguma verdade. Isso torna o encontro deles algo além da dinâmica entre o bem e o mal.”
Anteriormente, Waititi conversou com a Associated Press e não fez cerimônia ao dizer que Bale é o melhor vilão de todos os tempos do MCU.
“Não é um filme dos ‘Vingadores‘, mas temos uma pequena equipe de heróis. Juntos, eles são incríveis, divertidos e um tanto estranhos. Essa é a nova equipe de Thor, com Korg, Valquíria e Jane Foster. Só mesmo um grupo como ese para deter aquele que, na minha humilde opinião, é o melhor vilão que a Marvel já teve, vivido por Christian Bale.”
Ele continuou, dizendo que a principal narrativa da sequência será a evolução emocional de Thor, que terá de provar seu valor a si mesmo.
“Thor está apenas tentando descobrir seu propósito, tentando descobrir exatamente quem ele é e por que ele é um herói ou se ele deveria ser considerado um herói. Eu acho que você poderia chamar isso de uma crise de meia-idade.”
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.
E aí, você está animado para o confronto do Deus do Trovão contra o Carniceiro dos Desuses
O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…
Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititirevelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.
“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
O cineasta Robert Eggers, diretor de filmes aclamados como ‘A Bruxa‘ (2015), ‘O Farol‘ (2019) e o recente ‘O Homem do Norte‘ (2022), falou ao The Daily Beast se aceitaria trabalhar em algum filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Na entrevista, ele foi questionado se mudará de foco após fracasso do seu novo filme nas bilheterias nas bilheterias.
Eggers afirma que, embora precise reconsiderar a forma de apresentar um projeto, não teria interesse em dirigir um filme da Marvel. Além disso, falou que não gostaria de perder tempo na tentativa de obter os direitos de fazer uma produção focada no personagem Spawn, por exemplo.
“Preciso redefinir a estratégia em termos do que apresento para um estúdio. Tipo, como eu sobrevivo nesse ambiente? Porque, embora eles não me aceitassem de qualquer maneira, eu não gostaria de dirigir um filme da Marvel, e também não vou tentar obter os direitos de fazer um Spawn ou algo assim”, falou Eggers.
“Vou continuar fazendo o que faço. Mas sei como todo mundo está nervoso agora, entende? Todos estão nervosos. E isso é justificável”, finalizou.
‘O Homem do Norte‘ é baseado na lenda de Amleth, a qualWilliam Shakespeare usou como influência para Hamlet. A trama acompanha um viking atrás de vingança contra o tio pelo violento assassinato do pai.
Ao contrário de ‘A Bruxa’ e ‘O Farol‘, o filme de 2022 foi muito mais caro e não conseguiu faturar como previsto. Com orçamento entre US$ 90 milhões, a produção arrecadou cerca de US$ 66,7 milhões nas bilheterias mundiais.
O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).
O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell eMaggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.
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