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Chris Pratt quer VINGANÇA no novo trailer da série de suspense ‘A Lista Terminal’, do Prime Video

O Prime Video divulgou mais um trailer explosivo da série de suspense ‘A Lista Terminal‘, estrelada por Chris Pratt (‘A Guerra do Amanhã’).

A produção irá estrear oficialmente no dia 1º de julho.

Confira:

Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

Chris Pratt The Terminal List

Aprovação de ‘Jurassic World: Domínio’ no RT cai para 43%, a mais baixa da franquia

Jurassic World: Domínio já está em exibição nos cinemas nacionais, mas só estreia nesta sexta (10) nos cinemas norte-americanos.

Com isso, as críticas foram publicadas no Rotten Tomatoes, e a aprovação caiu para 43%, com nota 5.0/10 baseada em 70 reviews até o momento.

Trata-se da aprovação mais baixa de toda a franquia. Até então, ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ tinha a aprovação mais baixa da saga (47%) seguido por ‘Jurassic Park 3‘ (49% de aprovação).

Confira algumas das principais críticas:

“Nunca decola. Ou, ao menos, leva o próprio tempo [para decolar]” – Clarín.

“Enquanto não tem os níveis ruins de Jurassic Park 3’‘Domínio’ conclui muito pouco com um rugido triunfante à medida que esse exausto projeto está pronto para voltar para casa” – South Chine Morning Post.

“O fim de uma era… Cheio de nostalgia e, acima de tudo, fiel às ideias cimentadas em seus predecessores” – Cine Premiere.

“[O filme] retorna à fundação espiritual da saga” – Otroscines.com.

“À imagem de ‘Indiana Jones’, [o filme] prioriza o ritmo alucinado e os espetaculares vislumbres físicos através de um terreno disputado” – EscribiendoCine.

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

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‘Silent Hill’ pode ganhar novo filme com diretor da adaptação de 2006

Em entrevista ao Jeux Video, o diretor Christophe Gans, que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006, revelou que está escrevendo o roteiro de um novo filme da franquia.

“Estou trabalhando no roteiro atualmente. A pandemia de COVID nos forçou a ficar em casa, então eu aproveitei a oportunidade para escrever dois roteiros. O roteiro do novo ‘Silent Hill’ é completamente independente dos dois filmes anteriores, mantendo o respeito pela evolução da saga de jogos.”

Ele completa, “Estou pensando em uma ‘Silent Hill’ ambientada em 2023, já que eu espero que o filme seja lançado em 2023. Não é ‘Silent Hill’ como eu havia imaginado em 2006. Para mim, é importante retratar ‘Silent Hill’ considerando os aspectos atuais.”

Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre o projeto foi divulgado, mas o cineasta espera que o longa seja lançado em 2024.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘ fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrado pelos críticos.

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Artigo | Kate Bush: um ícone do avant-garde musical redescoberto nos dias de hoje

“Acho que é importante que as coisas tenham falhas. É isso o que faz de uma peça de arte algo interessante às vezes – aquele pedacinho que está errado ou o erro que você cometeu”. 

Kate Bush não se consagrou como um dos maiores nomes da história da música por qualquer razão: além da percepção da imperfeição de si mesma e da própria carreira, como bem denotou na citação acima (feita em entrevista à BBC), a cantora e compositora britânica tornou-se precursora de uma espécie de levante da música alternativa no cenário mainstream, influenciando, através deu um estilo marcado pelo multiplicidade de gêneros e uma expressão vocal impecável, desde nomes como Björk a atos contemporâneos como Charli XCX e A.G. Cook. 

kate bush stranger things

Começando sua carreira no final dos anos 1970, Bush ascendeu a uma carreira meteórica, marcada por inúmeros sucessos de crítica e de público – ora, ela até mesmo se tornou o primeiro ato feminino solo a atingir as paradas do Reino Unido. E, agora, a lendária performer adentra uma nova geração de fãs e retoma seu atemporal status como ícone de jovens que estão redescobrindo ou descobrindo sua versatilidade identitária e suas narrativas relacionáveis e recheadas de simbologia. 

A não ser que você tenha vivido sob uma rocha nas últimas semanas, deve ter conferido os recentes episódios de ‘Stranger Things’, um dos maiores fenômenos globais da Netflix, e percebido que Bush tem uma presença mais do que marcante na última temporada. Além de integrar a trilha sonora oficial, sua clássica canção “Running Up That Hill” (também conhecida como “Running Up That Hill (A Deal With God)”) tem papel importantíssimo no arco da jovem Max (Sadie Sink), servindo literalmente como uma válvula de escape da dura realidade que enfrenta e dos perigos que a sondam. Considerando a popularidade da série (que quebrou recordes desde sua reestreia na plataforma de streaming), a canção, lançada há quase quarenta anos, caiu no gosto dos espectadores e foi impulsionada por veículos como Spotify e TikTok de forma surpreendente, chegando até mesmo a reentrar nas principais paradas do planeta. 

É claro que a explicação para essa recuperação drástica de uma das principais entradas da carreira de Bush é óbvia – e está intimamente ligada a uma globalização social que descreve o que é passageiro e efêmero. É notável como esse viés sociológico é de necessidade ímpar para compreendermos o funcionamento da engrenagem de informações da contemporaneidade, mas não só isso: ele também serve para reafirmar a importância de Bush como símbolo da música avant-garde e das pulsões criativas que vêm acompanhando sua carreira desde os primórdios. 

Já faz um tempo desde que a artista não nos agracia com músicas novas e, honestamente, ela mesmo já comentou sobre o longo hiato entre seus álbuns (seu último, ‘50 Words for Snow’, completou dez anos em 2021). Enquanto Madonna, Cher, Elton John e Bob Dylan desfrutam de uma discografia que beira a infinidade, Bush segue a idiossincrasia de um ritmo que recusa a pressa e que acompanha inflexões propositalmente demoradas, infundidas em um cosmos que desmistifica as linhas entre as esferas da arte e as aglutina em possibilidades múltiplas – como visto em “Wuthering Heights”, readaptação inspirada no romance ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, de Emily Brontë, movido por um variação soubrette que seria emulada décadas depois por Carly Rae Jepsen ou Kylie Minogue. 

“É muito frustrante que os álbuns demorem o tanto que demoram”, ela disse, também em entrevista à BBC. Mas a verdade é que Bush não deveria se sentir frustrada, visto que gesta produções marcantes e que denotam sua paixão pelo novo, pela originalidade. Afinal, ela respira o drama, o teatral e o gótico, transformando a perspectiva que tem do mundo em rendições sinestésicas, pinceladas com metáforas que exalam um profundo conhecimento literário, cinematográfico e fonográfico. À medida que seu nome se tornava mais conhecido pelos ouvintes, sua legião de fãs aumentava exponencialmente, retirando-a do confinamento underground e colocando-a no centro dos holofotes. Porém, esse mesmo sucesso a estimulou a se manter mais fiel àquilo que era compatível e precioso – motivo pelo qual lidamos com vibrações que oscilam do art pop ao pop-rock ao baroque-pop. 

Caso esteja familiarizado com o trabalho de Fiona Apple, cuja reconstrução dos estilos musicais lhe deram material o suficiente para o ovacionado ‘Fetch the Bolt Cutters’, agradeça a Bush, pois foi graças a ela que a permissibilidade de experimentações se transformou em uma opção bastante viável para as décadas seguintes. Não obstante o apreço pelas novidades artísticas, nada é engendrado de forma a se perder em revoluções sem sentido: de fato, percebemos as predileções da performer pelo anacronismo proposital, mas sem se deixar perder na estrutura das canções e dos discos; temos o flerte com o glam-rock com a balística exuberância de “Babooshka” e “The Wedding List”; as brincadeiras com a então rudimentar música eletrônica europeia de Hounds of Love (título emprestado ao álbum homônimo de 1985) e da supracitada “Running Up That Hill”; e os espetáculos performáticos de “Breathing”, uma ode antêmica pós-apocalíptica, e da gloriosa “This Woman’s Work”. 

É sempre ótimo ver grandes artistas recebendo o reconhecimento que merecem – e, no caso de Kate Bush, uma “validação” multigeracional que reitera sua importância e seu legado na indústria do entretenimento. E, para parafrasear um comentário que vi recentemente nas redes sociais, ouvi-la pela primeira vez nos dias de hoje é um convite a revisitar um passado recheado de joias musicais e convidá-la para um agora que, sem dúvida alguma, se torna mais colorido com a sua presença. 

‘Becky 2’: Suspense violento com Lulu Wilson ganhará sequência

De acordo com o Deadline, o violento suspense ‘Becky‘ ganhará sequência, oficialmente intitulada ‘Becky 2: The Wrath of Becky‘.

Lulu Wilson (‘Annabelle 2: A Criação do Mal’) retornará para o novo filme.

Na trama…

Becky tem vivido fora do radar por dois anos. Logo, ela se encontra em um confronto violento contra Darryl (Seann William Scott), o líder de uma organização fascista que está prestes a comandar um ataque organizado.”

Matt Angel e Suzanne Coote são responsáveis pela direção e roteiro.

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Crítica | Arremessando Alto: Adam Sandler entrega uma carta de amor ao basquete em apaixonante original Netflix

A vulnerabilidade de Adam Sandler nas telas é rara. Não é sempre que o ator, famoso por suas comédias escrachadas bem piegas, se dispõe a se despir diante da audiência. Mas quando o faz, ele e sua produtora Happy Madison são capazes de nos presentear com filmes como Afinado no Amor, Reine Sobre Mim, Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe, Joias Brutas e agora, Arremessando Alto. E o mais novo fruto de sua bem-sucedida parceria com a Netflix é uma daquelas preciosidades que vez outra o comediante nos entrega. Sensível e engraçada, a comédia dramática pode até ser feita por clichês, mas os transforma em um sucesso garantido e cativante do gênero Sports Drama.

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Não é de hoje que Sandler é apaixonado por basquete. Com seu estilo pessoal sempre marcado por baggy shorts e camisas de times, ele sempre dá um jeito de infiltrar um pouco de sua paixão em seus filmes, como já vimos em peças como Little Nicky – Um Diabo Diferente e Gente Grande. Mas Arremessando Alto é uma genuína carta de amor ao esporte e o traz como um olheiro do Sixers, da Filadélfia, que sonha em ser técnico do time. Com nenhum apoio da diretoria, ele será forçado a se provar uma vez mais, enquanto busca a próxima estrela da NBA para o time em questão. No entanto, um inesperado encontro com uma joia bruta o fará colocar toda sua carreira em risco, em prol do sonho de um desconhecido jogador amador espanhol.

Juancho Hernangomez e Sandler formam uma dupla incrível, em uma dinâmica paternal que nos convida para a história desse atleta, Bo Cruz, que vive da construção civil para tentar bancar sua mãe e sua filha em um bairro perigoso da capital espanhola. Em tela, os dois se comunicam entre olhares e treinos pesados e uma ligação genuína é rapidamente formada, conquistando a audiência em poucos minutos. Neste cenário, o comediante muitas vezes nem parece atuar, tamanha sua naturalidade e familiaridade com o território. Trazendo uma história de redenção através de seu personagem, Stanley Sugarman, ele se funde com o seu visual cansado e desleixado, que demonstram uma exaustão emocional de quem está cansado de se frustrar e frustrar aqueles que o norteiam.

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E com um humor leve que permeia toda a dramaticidade de ambas as histórias de luta, Arremessando Alto é um longa esportivo que checa todas as caixinhas do gênero, mas não o faz de forma vazia. O diretor Jeremiah Zagar e os roteiristas Taylor Materne e Will Fetters refletem sobre família, a arte da perseverança e sobre o quanto amamos uma boa história de redenção – uma frase até mesmo dita no ato final, como uma clara referência metalinguística. E é nesse fascínio que temos por uma boa história de redenção que Sandler faz do filme uma experiência simbólica, onde ele transforma sua paixão pessoal em uma memória cinematográfica prazerosa tanto para os assinantes da Netflix, bem como para o seu catálogo filmográfico.

Com participações incríveis de novos talentos do esporte, além de veteranos da NBA, a comédia dramática é emocionante, traz Sandler e Queen Latifah como um par romântico inesperado – mas muito bom, à medida em que homenageia lendas do basquete e o próprio Philadelphia 76ers. Funcionando quase como uma excelente propaganda de Filadélfia e do fascínio do seu povo pelo time local, Arremessando Alto é nitidamente um projeto-paixão do comediante. Exalando todo o tradicionalismo e os maneirismos da cidade, o filme ainda é o tipo de entretenimento que nos motiva a dar um replay. Com certeza uma cesta de três pontos da Netflix e do Adam Sandler.

‘A Lista Terminal’: Série de suspense com Chris Pratt ganha novo trailer EXPLOSIVO; Confira!

O Prime Video divulgou o novo trailer explosivo da vindoura série de suspense ‘A Lista Terminal‘, estrelada por Chris Pratt (‘A Guerra do Amanhã’).

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 1º de julho.

Baseado no romance homônimo de Jack Carr, ‘A Lista Terminal‘ acompanha James Reece (Chris Pratt) depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco. Reece volta para casa, para sua família com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.

No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.

Além de Pratt, a série é estrelada por Constance Wu, Taylor Kitsch, Jeanne Tripplehorn, Riley Keough, Arlo Mertz, Jai Courtney, JD Pardo, Patrick Schwarzenegger, LaMonica Garrett, Stephen Bishop, Sean Gunn, Tyner Rushing, Jared Shaw, Christina Vidal, Nick Chinlund, Matthew Rauch, Warren Kole e Alexis Louder, entre outros.

Chris Pratt The Terminal List

De Thor 4 a Avatar 2 | AS 11 SEQUÊNCIAS de Filmes de Sucesso que Estreiam ainda em 2022

Top Gun – Maverick‘ e ‘Jurassic World – Domínio‘ já estão em exibição nos cinemas nacionais e deram a largada para as grandes estreias do verão norte-americano, e 2022 promete!.

Como de costume no mundo moderno do entretenimento, os estúdios apostam cada vez mais em produtos pré-estabelecidos, que criem algum tipo de elo com o público. E um dos artifícios que vem sendo utilizado desde os primórdios da sétima arte é a continuação de obras de sucesso. É a repetição do que gostamos e do que nos é familiar. Muitas vezes ansiamos por uma sequência durante anos, e até mesmo décadas – como é o caso com alguns dos itens que veremos abaixo.

Aqui, nesta nova matéria, separamos para você as 11 sequências mais interessantes e importantes neste ano. Confira abaixo.

Thor – Amor e Trovão

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O Deus do Trovão, Thor (Chris Hemsworth), é o primeiro super-herói da Marvel Studios a ter quatro filmes solo protagonizados por ele nas telonas. As coisas começaram meio cambeleantes com os dois primeiros filmes, de 2011 e 2013, mas após a entrada do criativo Taika Waititi no comando do terceiro Thor (Ragnarok), tudo parece ter entrado nos eixos e o personagem superpoderoso encontrou seu tom – o segredo era não se levar muito a sério. Com bastante humor, essa é a nova proposta do personagem para todos os filmes da Marvel. E assim, obviamente, trouxeram Waititi de volta para o comando do quarto Thor. Mas não apenas isso, uma das grandes surpresas que serve como chamariz é a presença de Natalie Portman – que havia ficado de fora do terceiro – para um papel muito importante: a versão feminina de Thor. A estreia ocorre no dia 8 de julho.

Halloween Ends

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Por falar em franquias antigas do cinema, o primeiro Halloween – A Noite do Terror é lá de 1978. O clássico do gênero, é claro, foi dirigido pelo mestre John Carpenter. Depois disso vieram nada menos do que 9 sequências, entre reboots e remakes. Até chegarmos ao ano de 2018, para mais um reboot – ou reinício – da franquia um novo Halloween, passado 40 anos depois do original, que esquece todas as continuações e leva em conta apenas o primeirão lá de 78. Esse filme, dirigido e escrito por David Gordon Green, chegou com a promessa de que seria uma trilogia – produzida pela Blumhouse. Tudo isso prometia colocar Halloween no nível de uma produção de qualidade. E deu certo, já que o Halloween (2018) foi sucesso de crítica e público. O segundo capítulo pode até ter dado uma bambeada, mas em 14 de outubro deste ano saberemos finalmente como a história do maníaco Michael Myers e a da heroína Laurie Strode irá terminar. Ou será que vai terminar mesmo?

Pantera Negra – Wakanda para Sempre

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A Marvel Studios é definitivamente uma fábrica de sucessos. Porém, para um filme se tornar um dos maiores sucessos da empresa, precisa ser verdadeiramente “o” ponto fora da curva. É o caso com Pantera Negra, primeiro filme solo de um personagem B da editora, que se tornou uma aula em representatividade negra. Dirigido por Ryan Coogler, o filme do herói africano se tornou não apenas um fenômeno de bilheteria, ultrapassando a marca de US$1 bilhão, como também foi um absoluto sucesso de crítica e chegou até o Oscar com 7 indicações, incluindo melhor filme, e 3 vitórias. Agora, quatro anos depois de tamanha importância, finalmente chegará a tão aguardada sequência – que precisa enfrentar seu maior desafio: a ausência do protagonista Chadwick Boseman (falecido em 2020 devido a um câncer). Todos afirmam que ele não será substituído ou recriado digitalmente. Veremos qual mágica irão realizar. O filme estreia no dia 11 de novembro.

Creed III

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Por falar em Pantera Negra, o astro Michael B. Jordan viveu o antagonista Killmonger no filme original. Antes disso, no entanto, protagonizou o derivado da franquia Rocky, como Adonis, o filho de Apollo (Carl Weathers), em Creed – Nascido para Lutar, de 2015. O filme, também dirigido por Ryan Coogler, rendeu uma indicação ao Oscar para o veterano Sylvester Stallone. Ambos Stallone e Jordan retornaram para a sequência Creed II, mas sem Coogler na direção (apenas como produtor), para enfrentarem o maior adversário do lutador: Ivan Drago (Dolph Lundgren) e seu filho. E é novamente como produtor que Coogler estará nesse Creed III. A surpresa, no entanto, é que além de protagonizar, Michael B. Jordan estreia na direção de um longa-metragem no comando do filme. Tessa Thompson também retorna e dessa vez o lutador rival será vivido pelo talentoso Jonathan Majors. A estreia é no dia 23 de novembro, onde deverá enfrentar a concorrência do “colega” Pantera Negra 2.

Avatar – O Caminho das Águas

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O mundo é mesmo cíclico. E o mundo do cinema segue pelo mesmo caminho. Em 2009, há 13 anos, o mundo do entretenimento parou com o lançamento de Avatar, um verdadeiro marco para a indústria de Hollywood. Importantíssimo para o mercado devido a uma parte técnica revolucionária, a superprodução de James Cameron elevou o jogo em matéria de efeitos visuais e em relação ao uso da tecnologia 3D. Não dá para acreditar que se passaram 13 anos, o tempo de formação de um adolescente, que não teve o prazer de estar vivo e presenciar o que foi o filme original numa sala de cinema. Bem, como dito no início, o tempo é cíclico, assim, Cameron se certificou que os adolescentes poderão sim assistir e saber o que significa um filme Avatar nas telonas. Isso porque o diretor irá lançar a continuação Avatar: O Caminho das Águas no dia 16 de dezembro, prometendo quebrar novos recordes e explodir todas as mentes.

Shazam! Fúria dos Deuses

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Os responsáveis na Warner/DC pelos lançamentos do herói Shazam realmente não sabem escolher as datas. Isso porque o primeiro filme do menino que recebe poderes dos Deuses estreou no início de abril de 2019, ficando espremido entre dois rolos compressores da concorrência: Capitã Marvel e Vingadores Ultimato. Mas tudo bem, Shazam mostrou que era valente e se saiu bem, permanecendo por duas semanas no topo das bilheterias e se mostrando um sucesso. Muitos afirmam que poderia ter ido bem melhor, caso saísse desse lugar apertado. Seja como for, os responsáveis parecem que não aprenderam (ou talvez sim) e agendaram a data de dezembro para o segundo Shazam, onde o herói cômico irá bater de frente com a muralha chamada Avatar 2. Bem, tudo pode acontecer.  Veremos o resultado deste duelo de gigantes no dia 21 de dezembro, quando Fúria dos Deuses estreia.

Nos Streamings:

Resgate 2

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Foi há exatos dois anos, em 2020, que o ator Chris Hemsworth (olha ele de novo aqui na lista) lançava sua primeira parceria com o colosso Netflix. O thriller de ação Resgate foi um enorme sucesso – ao ponto de ser considerado um dos filmes mais assistidos de todos os tempos na plataforma. Assim, a empresa não perdeu tempo e além de escalar Hemsworth para outro projeto (Spiderhead – que será lançado ainda este ano), tratou de tirar do papel a sequência de Resgate, novamente escrito pelos irmãos Anthony e Joe Russo – que trabalharam com o ator nos dois últimos filmes da franquia Vingadores. A trama ainda não foi divulgada, o trailer também não, e sequer a data de estreia. O que sabemos é que deste ano não passa.

Enola Holmes 2

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Aqui temos um caso parecido com o item acima. Enola Holmes também foi lançado em 2020 durante a pandemia e também irá ganhar uma continuação este ano. O filme igualmente ainda não revelou nada sobre sua trama ou qualquer prévia – nem mesmo a data de estreia, mas será lançado em algum dos meses restantes de 2022. Quem estrela é a prata da casa, a menina Millie Bobby Brown, que fez enorme fama graças ao sucesso de Stranger Things, onde vive a graciosa Eleven. Agora, maiorzinha, ela segue pelas desventuras da irmã mais jovem do grande detetive Sherlock Holmes (no filme interpretado por Henry Cavill), igualmente apta a desvendar qualquer grande mistério.

Entre Facas e Segredos 2

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Definitivamente essa foi a maior surpresa quando a Netflix divulgou seu acervo de 2022 com os principais lançamentos de sua programação – algo semelhante com o que a Globo fazia nos anos 90 e nos deixava loucos querendo conferir todos os filmes. Isso porque ao contrário dos itens acima, o primeiro Entre Facas e Segredos não era uma produção da Netflix. Ao contrário, o filme foi lançado nos cinemas, onde fez enorme sucesso, chegando até a proeza de ser indicado ao Oscar de melhor roteiro. Agora, o cineasta Rian Johnson segue com sua própria versão de Agatha Christie (ouso dizer, melhor que os originais confeccionados por Kenneth Branagh), moderna, arrojada, incorreta e atualíssima. Um novo round de mistérios, desta vez nas telinhas, para o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig). A data ainda não foi divulgada, mas deve estrear no fim do ano.

Desencantada

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Agora, pulando de um streaming para outro, temos como os dois últimos itens da lista, lançamentos exclusivos da Disney Plus. Se vai aos cinemas também, ainda não foi divulgado – mas esperamos que sim. O primeiro deles é Desencantada, continuação aguardada do infantil Encantada, de 2007, que fez a carreira da musa Amy Adams, a transformando numa estrela do primeiro time. O filme era uma grande brincadeira com os clássicos do estúdio Disney e seus contos de fadas com princesas, castelos, bruxas, príncipes e dragões. Uma subversão que mostra o que acontece quando uma princesa sai de seu mundo de faz de contas e vem parar no mundo real, em Nova York. A sequência, sem data divulgada ainda, mostrará como Giselle (Adams) passou todos esses anos se adaptando ao nosso mundo de carne e osso.

Abracadabra 2

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Finalizando, mas não menos importante, outra produção cult da Disney, que por anos fez os fãs implorarem por uma continuação. Ela finalmente saiu do papel e será lançada em 2022, sem data definida, espera-se que para o dia das bruxas (e o que mais?). Abracadabra é um filme infantil de 1993, sobre três irmãs bruxas (Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimi) que ressurgem dos tempos antigos na década de 90, tocando o terror a fim de concluírem um feitiço. Zumbis, jovens transformados em gatos e todo o tipo de terror de mentirinha garantiram ao longa se tornar uma das pedidas favoritas do grande público para a data do halloween. Por anos cogitou-se um remake, mas a estrela Bette Midler se pronunciou constantemente contra, e finalmente foi atendida com uma merecida continuação. Os fãs também agradeceram.

“‘Não, Não Olhe!’ será uma experiência cinematográfica no céu”, confirma vídeo do novo TERROR de Jordan Peele

Não! Não Olhe!‘, novo filme de terror comandado por Jordan Peele (‘Corra!‘), ganhou um vídeo dos bastidores que traz cenas inéditas.

O vídeo confirma que o terror “será uma experiência cinematográfica no céu”.

A Universal Pictures confirmou ao CinePOP que o filme foi adiado para o dia 18 de Agosto no Brasil. Nos EUA, a estreia segue marcada para 22 de Julho.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’), Keke Palmer (‘Scream Queens’), Michael Wincott e Brandon Perea.

Hoyte van Hoytema (‘TENET’ e ‘Dunkirk’) entra como diretor de fotografia.

Além de dirigir, Peele é o responsável pelo roteiro da produção.

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Ezra Miller é acusado de drogar, roubar e agredir fã e será PROCESSADO pela família

O ator Ezra Miller, 29, literalmente atacou novamente. Após ser preso duas vezes no Havaí e se envolver em diversas polêmicas, agora Miller está sendo acusado de manipular e assumir o controle sobre uma ativista adolescente, dando-lhe álcool, LSD e maconha, forçando-a a abandonar a escola e roubando seus itens pessoais.

A família de Tokata Iron Eyes revela que ela conheceu o astro de ‘Flash‘ quando ela tinha apenas 12 anos. Miller tinha 23 anos. Os dois criaram uma amizade improvável e Miller até a levou para Londres dois anos depois para visitar o estúdio de ‘Animais Fantásticos‘.

Os pais alegam em um processo que Miller forneceu drogas e álcool à filha menor de idade e fez ela desistir de estudar em sua escola particular de Massachusetts em dezembro, sob sua influência.

Quando eles voaram para a casa de Miller em janeiro para recuperar Tokata, eles supostamente encontraram hematomas em seu corpo e ela não tinha mais carteira de motorista, chaves do carro ou cartão de banco, informou o TMZ.

Quando a adolescente foi devolvida à casa de seus pais, ela fugiu novamente para Nova York para se reunir com Miller e desde então eles teriam viajado juntos para Vermont, Havaí e Los Angeles.

O pai de Tokata, Chase Iron Eyes, afirmou:

“Ezra usa violência, intimidação, ameaça de violência, medo, paranóia, delírios e drogas para dominar uma jovem adolescente. A minha Tokata.”

Os pais estão pedindo ao tribunal que intervenha e emita uma ordem de proteção contra Miller em nome de sua filha.

Tokata Iron Eyes
Tokata Iron Eyes

É apenas o mais recente caso legal envolvendo Miller, que foi preso no Havaí em abril por supostamente jogar uma cadeira na cabeça de uma mulher depois de se recusar a sair de casa, semanas após outra prisão por cuspir no rosto de alguém em um bar durante um jogo de dardos. .

Por conta das polêmicas, o site Screen Geek afirmou que a Warner estaria planejando substituir Miller em ‘The Flash‘.

O site alegou que o estúdio estava cotando Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner, para regravar as cenas no lugar do Miller.

Por outro lado, os principais sites de notícias norte-americanos desmentiram o rumor.

“Me disseram que a Warner Bros. Pictures *não* está considerando substituir Ezra Miller em The Flash. O ator foi preso duas vezes no Havaí neste ano, uma por conduta desordeira e assédio, e outra por agressão de segundo grau”, diz o tweet:

Além disso, após a repercussão de sua atuação em ‘Animais Fantásticos: O Segredo de Dumbledore‘, sua participação nos futuros filmes da série não está descartada, como diziam alguns rumores.

Assim como qualquer planejamento de levar ‘The Flash‘ para a plataforma da HBO Max em detrimento a estreia nos cinemas. Até o momento, a Warner não está pensando em punições para o ator por suas atitudes, ainda que já tenha feito uma reunião sobre isso.

Lembrando que ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Se o cronograma correr como o planejado, ‘The Flash’ chega aos cinemas em 23 de junho de 2023.

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Winona Ryder, Will Smith e Ezra Miller | Conheça astros que foram ESCANTEADOS após polêmicas

A indústria do cinema de Hollywood é a mais almejada do mundo, o lugar onde a magia acontece, seja nas telas ou no capital. Fazendo milhares de profissionais lutarem com unhas e dentes por qualquer oportunidade nesse meio, trazendo assim incríveis histórias de superação.

No entanto, quando falamos de bastidores, as coisas não são assim tão bonitas, já que alguns dos principais astros dessas produções proporcionam momentos delicados que, muitas vezes, os colocam na chamada lista negra.

Recentemente tivemos dois casos emblemáticos relacionados a essa questão, com Will Smith se envolvendo em uma das maiores polêmicas dos últimos tempos, quando, na cerimônia de premiação do Oscar, deu um tapa em Chris Rock; ou o papelão protagonizado por Ezra Miller, que foi preso em um bar após gritar várias obscenidades a uma pessoa que cantava no karaokê. Com ambas as situações devendo afetar negativamente a carreira dos dois atores que, meses antes, eram algumas das estrelas de cinema mais cobiçadas de Hollywood.

Mas não é só Smith e Miller que possuem essa mancha no currículo, vários outros atores já passaram por situações tão constrangedoras quanto as deles. E hoje vamos relembrar aqui algumas celebridades que quase afundaram para sempre sua carreira devido as confusões e polêmicas que causaram. Algumas destas figuras conseguiram dar a volta por cima e hoje são novamente muito queridos dentro da indústria, enquanto outros acabaram afundando de vez suas carreiras.

 

Charlie Sheen

Charlie Sheen The Big Bang Theory

Por falar em Charlie Sheen, o astro mor das polêmicas, também já foi muito pleiteado na indústria do cinema, e não apenas por ser filho de Martin Sheen, já que protagonizou dois clássicos dirigidos por Oliver Stone, ‘Platoon’ e ‘Wall Street’. Porém, desde muito novo, sempre curtiu dar várias festas e usar álcool e drogas, declarando isso publicamente. Colecionou também vários casamentos e armou confusões homéricas em algumas festas e apresentações.

Somente com ‘Dois Homens e Meio’ que Sheen conseguiu ganhar notoriedade novamente, dando vida justamente a um personagem que pode ser encarado como ele mesmo. Virando assim um dos atores mais bem pagos de Hollywood – ainda assim, foi substituído por Ashton Kutcher nas temporadas finais do show, pois, segundo Chuck Lorre, criador da série, Charlie não viabilizava mais condições de aparecer no programa.

Katherine Heigl

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<> at TCL Chinese Theatre on April 18, 2017 in Hollywood, California.

Katherine Heigl começou na série ‘Grey’s Anathomy‘, onde se destacou e ganhou um Emmy. Pouco depois brigou com os produtores do show e pediu para deixar a produção. Rapidamente enveredou em Hollywood fazendo filmes românticos que a fizeram passar a imagem de uma figura adorável, porém ela tem fama de falar mal das obras que participa, muitas vezes se negando a divulgar os títulos.

Após detonar Greys, Heigl também renegou ‘Ligeiramente Grávidos‘, o filme que fez ela estourar no cinema, acusando a obra de sexista. Em diversas entrevistas, ela falou que detestava o longa. Mesmo com fazendo outros papéis, suas participações de destaque foram minguando, principalmente com o medo dos produtores de chama-la.

Mel Gibson

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Explodindo como um dos maiores astros de Hollywood com as sensacionais franquias ‘Mad Max’ e ‘Máquina Mortífera’, Mel Gibson sempre foi um dos atores americanos mais respeitados. E isso só evoluiu quando ele também ingressou na carreira de cineasta. Porém, após confusões matrimoniais, ser preso dirigindo embriagado e por uma gravação em que ele fazia comentários antissemitas, a carreira do artista foi por água abaixo no que se refere a grandes papéis, se restringindo hoje a filmes B que são lançados direto para home video. Uma pena.

Shia LaBeouf

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Seguindo as polêmicas da sua companheira de tela em ‘Transformers‘, Megan Fox, Shia LaBeouf virou escalando e se tornou um dos maiores bad boys da Hollywood atual. A má fama do sujeito chegou no ápice de compararem ele a Charlie Sheen, emblemático ator conhecido por confusões consecutivas. Shia já foi preso, sofre de alcoolismo e vive se envolvendo em escândalos e polêmicas constantes. Ele já falou mal de Michael Bay, foi acusado de plágio, saiu no meio de coletivas de imprensa e usou até um saco de papel na cabeça escrito: “Não sou mais famoso!”.

Winona Ryder

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Winona Rider attends Marc Jacobs Beauty Velvet Noir Mascara Launch Dinner on January 18, 2016 in New York City.

Sendo uma das principais atrizes da década de 1990, no início dos anos 2000, Winona Ryder foi presa em Beverly Hills após ser acusada de furtar o equivalente a cinco mil dólares em roupas intimas e demais acessórios na loja de departamentos Saks Fifth Avenue, ficando conhecida assim como “a ladra de calcinhas”. Winona também foi acusada de posse de drogas por ter sido flagrada várias vezes sob o efeito de medicamentos tarja preta sem prescrição médica. Sendo assim internada para tratar desses problemas, se reerguendo muitos anos depois com o hit de sucesso da Netflix, ‘Stranger Things‘.

Lindsay Lohan

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Lindsay Lohan já foi uma das atrizes jovens mais proeminentes de Hollywood, engatando sucessos como ‘Operação Cupido‘, ‘Meninas Malvadas‘ e ‘Herbie – Meu Fusca Turbinado‘, todos da Disney. Após isso, os problemas com drogas e álcool foram crescendo, o que fez as polêmicas em torno dela aumentarem e assim quase nunca ser chamada para novos filmes. Muito porque também chegava atrasada nos sets de filmagens e causava desconforto aos colegas. Lohan passou por várias clinicas de reabilitação até conseguir se reestabelecer, fazendo hoje bons filmes autorais e assinando contrato com a Netflix para vários longas.

Johnny Depp

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Johnny Depp é hoje sinônimo de ojeriza em Hollywood, isso aconteceu depois que ele esteve em uma disputa judicial contra a sua ex-mulher, a atriz Amber Heard, por ser acusado de violência doméstica – do qual ela chegou a gravar cenas de Depp surtado em casa. Além de perder vários papéis e ser defenestrado na indústria, o caso em questão fez ele ser demitido da franquia ‘Animais Fantásticos‘, da qual interpretava o vilão Grindewald, sendo substituído por Mads Mikkelsen. É difícil pensar que em outro momento, Depp era o sujeito mais bem pago e respeito do cinema americano.

Ranking | Do Pior ao MELHOR Filme da Marvel – incluindo ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

Os heróis da Marvel dominaram as críticas e bilheterias na última década e agora estão dando grandes passos para serem dominantes também no streaming.

Para se ter uma ideia, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ já arrecadou US$ 909.4 milhões mundialmente.

O resultado representa a segunda MAIOR bilheteria para um filme de Hollywood desde o início da pandemia, além de ter tido a quarta maior estreia da história para um filme da Marvel, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

Com o lançamento, o CinePOP decidiu rankear os 28 filmes na Marvel, incluindo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, do pior para o melhor. Lembrando que esta é uma lista opinativa, então esteja livre para concordar ou discordar, mas sempre mantendo o respeito.

28- Thor (2011)
ThorLançado em uma época na qual a Marvel estava preocupada em abraçar vários tipos de público, Thor veio com uma ideia mais romântica de trazer um universo que misturasse o drama Shakespeariano ao romance adolescente que estava em alta na época. O resultado é um filme de estética incrível, mas de trama cansativa e pouco inspirada. Para não dizer que é uma derrota total, o longa introduziu o Loki de Tom Hiddleston ao público, que logo se transformou em um dos personagens favoritos de todo o MCU.

 

27- Homem de Ferro 2 (2010)

Homem de Ferro 2Enquanto o primeiro filme foi um sucesso de público e crítica, sendo elogiado por sua consistência e por dar o pontapé inicial para esse universo compartilhado, a sequência foi um filme super inconstante que parece mais interessado em introduzir os Vingadores do que  desenvolver a trama de Tony Stark (Robert Downey Jr.), que inicia esse longa morrendo aos poucos por conta de uma substância química no reator que o mantém vivo. É uma premissa interessante que acaba se misturando a intrigas empresariais, um vilão que surge do passado da família Stark e uma subtrama da S.H.I.E.L.D. que toma tempo demais de tela. Por outro lado, algumas das cenas mais legais e inventivas do herói, como a corrida em Mônaco e a batalha no jardim japonês, acontecem nesse filme. Outros pontos favoráveis são a estreia da Viúva Negra de Scarlett Johansson, que rouba a cena com seus golpes e truques de espionagem, a atuação inspirada de Robert Downey Jr. e a trilha sonora maravilhosa, que é praticamente um compilado com os melhores hits do AC/DC. Infelizmente, nem isso é capaz de fazer desta bagunça inconstante um bom filme.

 

26- Thor: O Mundo Sombrio (2013)

Thor 2Se o primeiro filme já não tinha sido lá essas coisas, o segundo também não consegue melhorar tanto assim. Com um visual mais voltado para a fase do Jack Kirby nos quadrinhos, a trama desse filme é mais voltada para a relação entre Thor (Chris Hemsworth) e Jane Foster (Natalie Portman). O problema é que nenhum dos dois personagens apresentam grandes coisas e a química deles em cena é bem meia boca. Para piorar, o vilão é tão ameaçador quanto um filhote de labrador, restando ao Loki roubar a cena novamente para tentar impedir que esse filme seja um fracasso total.

 

25- O Incrível Hulk (2008)

HulkDistribuído pela Universal, esse filme traz algumas ideias promissoras e o Hulk mais selvagem que os cinemas já viram. No entanto, fica aquele sentimento de que faltou alguma coisa. Como foi apenas o segundo filme do MCU, é interessante ver algumas ideias que foram propostas e posteriormente abandonadas. Na trama, Bruce Banner (Edward Norton) está foragido no Rio de Janeiro, onde trabalha formas de evitar sua transformação em Hulk e procura medicamentos que o ajudem a se livrar do monstrengo de uma vez por todas. Porém, quando o General Ross (William Hurt) descobre seu paradeiro, vai fazer de tudo para recuperar o Hulk, chegando até mesmo a criar um novo monstro, o Abominável (Tim Roth) – que voltará a ser visto no filme do Shang Chi – para persegui-lo. Então, Bruce vai atrás de sua ex-namorada, Betty Ross (Liv Tyler) – que também é filha do General Ross – para pedir ajuda.

 

24- Viúva Negra (2021)

Viuva NegraDesejo antigo dos fãs da superespiã, o filme solo da Viúva Negra explora mais do misterioso passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) na União Soviética e de sua trajetória até se tornar uma Vingadora. Com novos personagens carismáticos que ainda vão render muito no Universo Cinematográfico Marvel, como já vimos Yelena Belova (Florence Pugh) dando as caras em Gavião Arqueiro, e com ação que tenta ser mais urbana, esse é o típico filme que é bem abaixo do padrão do estúdio, mas que ainda assim poderia estar algumas posições acima nesta lista caso tivesse sido lançado há uns cinco ou seis anos e tivesse um cuidado (bem) maior nos efeitos especiais.

 

23- Homem de Ferro 3 (2013)

Homem de Ferro 3Dirigido por Shane Black, Homem de Ferro 3 é um excelente filme de natal, mas não agradou muito como filme com super-herói. Vindo com altas expectativas depois do primeiro Vingadores, a última aventura solo de Tony Stark nos cinemas acabou focando no herói por trás da armadura. Levando Tony a se virar sem o traje, o longa conduz o herói em uma aventura sobre intrigas internacionais, falsos ídolos e a necessidade de um psicólogo sendo substituída por uma conversa com Bruce Banner. É divertido? É, mas os fãs do primeiro filme vão sentir uma diferença. Além de desperdiçar um ator do calibre do Ben Kingsley em um papel que será “resetado” em breve.

 

22- Homem-Formiga e a Vespa (2018)

Homem Formiga 2Lançado na ressaca de Guerra Infinita, esse filme é realmente bom, apesar de não ser da mesma importância dos outros. É praticamente uma comédia romântica bem família que extrai o melhor de seu protagonista para contar uma história sobre amor, amizade e reino quântico. Isso porque o Homem-Formiga (Paul Rudd) vai tentar encontrar a mãe perdida da Vespa (Evangeline Lilly) no reino quântico. Só que acessar essa dimensão microscópica pode atrair atenção de gente perigosa. É um filme muito criativo, que aproveita bem as escalas e faz uma comédia família muito divertida.

 

21- Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Homem Aranha 1A primeira aventura solo do Cabeça de Teia no MCU foi um grande sucesso comercial da Sony. Após os eventos de Guerra Civil, Peter Parker (Tom Holland) volta para o Queens, onde vai precisar dosar sua vida de estudante com as atividades secretas de super-herói. No entanto, quando o Abutre (Michael Keaton) começa a aterrorizar a vizinhança, ele vai ter que enfrentá-lo sem colocar a vida de quem ama em risco. Essa nova roupagem caiu bem no herói, mas a dependência de Peter de seu novo mentor, Tony Stark, pode não agradar tanto aos fãs mais antigos do Teioso.

 

20- Capitã Marvel (2019)

Capita MarvelAmbientada nos anos 1990, a primeira aventura solo de uma personagem feminina da Marvel ficou marcada por uma campanha imbecil de boicote por motivos machistas. Ela não deu resultado e o longa arrecadou mais de US$ 1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Na história, Vers (Brie Larson) é uma recruta desmemoriada do Império Kree que vive atormentada por fragmentos de sua vida passada. Quando ela acaba caindo na Terra, é logo receitada pela S.H.I.E.L.D. e conhece um jovem Nick Fury (Samuel L. Jackson), que vai tentar ajudá-la a descobrir mais sobre quem realmente é.

 

19- Thor: Ragnarok (2017)

Thor 3Com direção do até então pouco conhecido Taika Waititi, o terceiro filme do Deus do Trovão enfim deixou de se levar a sério, permitindo que o próprio Thor ganhasse um upgrade em seus poderes e que ele e seus novos amigos explorassem novos aspectos dos quadrinhos que não se encaixavam na temática mais séria que os dois anteriores tentaram dar ao herói. Em meio ao fim do mundo nórdico, Thor e Loki acabam caindo em Sakaar, um planeta lixão em que os forasteiros são vendidos como comida ou escravos. Porém, Loki consegue se passar por um dos convidados do regente local, enquanto Thor vira um gladiador. Juntos, eles precisam encontrar um jeito de voltar para Asgard para tentar impedir o Ragnarok. Muito mais divertido e aproveitando o excelente timing que Chris Hemsworth tem para a comédia, esse longa redefiniu o Thor nos cinemas.

 

18- Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Vingadores 2Lançado sob muita expectativa, dado o sucesso estrondoso do primeiro filme, Vingadores 2 foi considerado uma decepção na época. Porém, vendo sob uma perspectiva mais ampla, esse filme foi fundamental para que momentos históricos desse universo pudessem acontecer em Guerra Infinita e Ultimato. Fora a introdução de novos heróis e o início do racha entre os heróis, A Era de Ultron traz Stark e Ultron (James Spader) como vilões. Inclusive, o próprio Ultron é uma grande caricatura de Tony Stark. Talvez seja por isso que muitos fãs do Homem de Ferro não gostam muito desse filme.


17- Eternos
(2021)

WhatsApp Image 2021 12 17 at 18.10.58 1Dirigido pela vencedora do Oscar, Chloé Zhao, Eternos é o filme mais “DC” da Marvel, não só pela paleta de cores mais sóbria, cheio de momentos contemplativos que não agregam tanto assim a trama, mas também pelos poderes dos personagens, que lembram muito a Liga da Justiça. E isso não é uma coisa ruim, muito pelo contrário. Esse ar diferente fez bem para expandir o universo cósmico da Casa das Ideias nos cinemas e mostrar para os haters do MCU que nem só de piadinhas vivem os filmes da Marvel, apesar de aqui também ter sua dose de humor, só que mais contida. Apostando em flashbacks, o longa conta a história dos Eternos, um grupo de heróis criados pelos Celestiais, que foram enviados para a Terra há milhares de anos para proteger a humanidade dos Deviantes. Assim que concluem sua missão, cada um segue seu rumo, até que a líder original deles é encontrada morta, fazendo com que eles precisem se reunir para saber quem é o culpado.

 

16- Capitão América: Guerra Civil (2016)

Capitao America 3Adaptando uma das sagas mais famosas de todos os tempos das histórias em quadrinhos, Guerra Civil foi um marco no MCU por ter introduzido dois dos heróis mais amados deste universo, o Homem-Aranha e o Pantera Negra. Fora isso, ele trouxe um núcleo novíssimo de coadjuvantes para o Capitão América (Chris Evans), que se consolidou como o maior rebelde do Universo Marvel. Outro grande mérito da produção é a direção dos Irmãos Russo, que sabe dividir os heróis em núcleos diferentes, dando bastante tempo de tela para cada um. O grande problema, porém, é o CGI pavoroso.


15- Homem-Aranha: Longe de Casa
(2019)

Homem Aranha 2 1Após os eventos de Ultimato, o Homem-Aranha segue agindo como o Amigão da Vizinhança enquanto o mundo se recupera dos estragos causados por Thanos. Aproveitando a vida depois do Blip, Peter decide tirar férias do trabalho de super-herói e sai numa Eurotrip com seus amigos da escola. Porém, ele logo vai redescobrir que a vida de herói exige sacrifícios e ele logo se envolve em uma trama da S.H.I.E.L.D. sobre novos heróis, vilões e o Multiverso. Apesar de ter uma questão incômoda do Peter parecer não entender suas responsabilidades, esse longa adapta bem a sensação de ler uma HQ mensal, daquelas histórias descompromissadas que acontecem no intervalo entre duas grandes sagas, e isso é bem interessante.

 

14- Doutor Estranho (2016)

Doutor EstranhoEstrelado por Benedict Cumberbatch, Doutor Estranho foi um filme que prometeu mais do que entregou. No entanto, o universo e o herói em si são tão interessantes que mesmo ficando abaixo do esperado, o longa conseguiu uma boa posição no ranking. Quando anunciaram que Scott Derrickson, famoso por filmes de terror, dirigiria a aventura do Mago Supremo, logo começaram as entrevistas falando sobre o tom de terror que a história teria. E quando confirmaram um elenco repleto de nomes de peso da indústria, a expectativa foi para uma história diferente de tudo que a Marvel já havia feito até então. Porém, a estrutura de roteiro é praticamente a mesma do primeiro filme do Homem de Ferro, com a diferença de mudar o cenário armamentista americano para um mundo mágico nepalês que mudaria o futuro do MCU. Em outras palavras, é um ótimo filme que tinha potencial para ser ainda melhor. Mas, mesmo assim, a história do cirurgião arrogante que se torna o maior dos magos após um acidente mortal consegue cativar e entreter de forma encantadora.

 

13- Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Capitao AmericaPenúltimo filme da Fase Um do MCU, a primeira aventura do Capitão América é simplesmente fantástica. Considerado um personagem de difícil adaptação para as telonas por conta de conflitos políticos e ideológicos do mundo real, o Capitão conseguiu conquistar públicos de diversas idades e de diferentes partes do mundo adotando uma estratégia que reinventou os quadrinhos da Marvel nos anos 1960: focar no homem por baixo da fantasia. Ao priorizar Steve Rogers em vez do Capitão América, o diretor Joe Johnston construiu um dos super-humanos mais humanos do cinema. Movido por muita boa vontade e esperança de dias melhores, o jovem Steve foi recrutado para um experimento que deu a ele capacidade física para se tornar o grande herói que ele sempre foi. E como a história se passa toda nos anos 1940, foi um acerto gigantesco trazer Johnston – que trabalhou em grandes produções baseadas na Segunda Guerra, como Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida e The Rocketeer – para a direção, porque ele conseguiu imprimir no filme toda a atmosfera, todo o clima das matinês. Sem contar, claro, a fotografia dando um ar retrô, algo único no MCU.

 

12- Homem-Formiga (2015)

Homem FormigaUma marca curiosa da franquia do Homem-Formiga é ter seus filmes lançados próximos de filmes-evento do MCU, o que acaba reduzindo a repercussão de suas aventuras solo. Com a surpreendente direção de Peyton Reed, que substituiu Edgar Wright, Homem-Formiga é um filme com coração sobre família. Apesar de ter diversas cenas incríveis que brincam com as escalas e os poderes do herói, o grande mérito dessa história são as relações humanas, tanto que os coadjuvantes tem grande destaque, mesmo sendo vendido como um filme de assalto. Nessa mistura de gêneros, a equipe criativa ainda usa bem o timing de Paul Rudd para a comédia e cria um dos filmes mais gostosos de ver e rever quantas vezes quiser no MCU.

 

11- Pantera Negra (2018)

Pantera NegraAssim como Doutor Estranho, Pantera Negra tem uma estrutura muito parecida com a de outros projetos anteriores do MCU, mas o rico universo explorado, a trilha sonora absurda, a direção mais que competente de Ryan Coogler e um vilão monstruosamente incrível (Michael B. Jordan) garantem essa alta colocação no ranking. Em tempos nos quais reclamam tanto da falta de originalidade nos filmes com super-heróis, a aventura solo do Pantera Negra conseguiu demonstrar sua identidade com muita personalidade, valorizando a mitologia do herói, trazendo diversos elementos de várias culturas africanas e se tornando um verdadeiro fenômeno sociocultural ao redor do mundo.

 

10- Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021)

WhatsApp Image 2021 12 17 at 18.10.58 2Primeiro filme com elenco majoritariamente asiático da Marvel, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é o melhor filme de origem de um herói solo desde Homem de Ferro (2008). Estrelado por Simu Liu, o longa conta a história de Shang-Chi, o filho do verdadeiro Mandarim (Tony Leung), que foi criado para ser o maior mestre de artes marciais do mundo, mas que foge para São Francisco, onde deseja ser apenas um menino normal. Em sua nova vida, ele fica amigo de Kate (Awkwafina), uma adolescente muito esperta e viciada em carros tunados. Assim, eles viram melhores amigos, até que o Mandarim vai atrás de seu filho, fazendo com que Shang-Chi e Kate vivam a maior aventura de suas vidas. Recheado de elementos místicos da cultura chinesa e repleto de algumas das melhores cenas de luta de todo o MCU, Shang-Chi é um filme divertidíssimo, que introduz um herói com bastante potencial para os próximos anos, além de conquistar o público com muita facilidade.

 

9- Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022)

Famoso por Evil Dead e pela trilogia Homem-Aranha (2002 – 2007), Sam Raimi sabe transitar entre o terror e a aventura, além de ser um baita diretor. E é ele o grande salvador de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. O roteiro é bem simples e até um pouco confuso em certos pontos, mas a direção de Raimi traz uma roupagem maravilhosa para a história, que vai arrancar pelo menos um susto da plateia. Ao abraçar a estética do horror, o filme traz momentos nojentos, feios, assustadores e esquisitos. E sabe de uma coisa? Funciona perfeitamente.

O grande problema do filme é que ele não termina. Mesmo falando de longas como Guerra Infinita (2018) e Ultimato (2019) que foram divididos em duas partes, suas histórias têm começo, meio e fim. Já Doutor Estranho no Multiverso da Loucura parece terminar no momento em que teria início a conclusão do arco do herói. Pois é, o final é literalmente um gancho para uma próxima aventura, o que pode frustrar alguns, principalmente porque a reta final do filme é um absurdo de empolgante e termina de forma muito abrupta.

 

8- Homem de Ferro (2008)

Homem de FerroResponsável por dar início ao MCU e por resgatar a carreira de Robert Downey Jr., o primeiro Homem de Ferro é um filmaço. Embalado pela temática dos super-heróis, esse filme aproveita para falar sobre o mercado armamentista americano e como ele se retroalimenta fornecendo armas para o terrorismo internacional, fazendo dele um negócio muito lucrativo para empresários sem escrúpulos. No início do filme, Tony faz parte desse meio, mas conforme ele experimenta na pele as consequências de suas ações, ele vira o jogo para destruir parte do que ele mesmo construiu, se tornando um grande herói no processo. O ritmo é incrível, as atuações são maravilhosas e a liberdade dada para esse que foi o primeiro grande projeto do MCU é realmente um diferencial. O único deslize desse filme é a batalha final, que poderia ser um pouco mais emocionante, mas ainda assim é coerente com o que foi estabelecido para esse universo.

 

7- Os Vingadores (2012)

VingadoresConsiderado por muitos como o filme definitivo de super-heróis, a obra máxima de Joss Whedon foi o primeiro projeto da Marvel a romper a barreira do US$ 1 bilhão em bilheteria. Reunindo os maiores heróis da Terra para enfrentarem uma ameaça comum, o terrível Loki, Vingadores consegue transmitir otimismo, esperança, diversão, ação e humor na medida certa. Ele empolga quando tem que empolgar, faz rir quanto tem que fazer rir e emociona quanto tem que emocionar. Seu lançamento redefiniu os filmes de grupo nos cinemas e se tornou um marco para os fãs de quadrinhos.

 

6- Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

Capitao America 2Essa aventura cultuada pelos fãs marca a estreia dos Irmãos Russo na Marvel. No segundo filme do Capitão América, vemos Steve Rogers se adaptando ao mundo moderno. O homem fora de seu tempo tenta aproveitar os benefícios do século XXI, mas segue com os pesadelos de fantasmas de seu passado. Enquanto tenta assimilar tudo que viveu depois de ser descongelado, o herói começa a agir como um agente tático da S.H.I.E.L.D., atuando como a “cavalaria” em missões de espionagem. Nesse meio, ele descobre que antigos conhecidos estão vivos e fazem parte de uma conspiração que moldou o mundo como o conhecemos. Inspirada nas tramas de espionagem dos anos 70, a história desse filme é uma das mais maduras e atuais de todo o MCU. Fora isso, os Russo abriram mão da abordagem do herói como “o melhor atleta vivo” para dar a ele poderes e habilidades sobre-humanas, além de técnicas de luta pesadas. É nesse filme também que conhecemos o Falcão (Anthony Mackie), que viria a se tornar um dos heróis mais importantes desse universo.

 

5- Guardiões da Galáxia (2014)

Guardioes daO ano de 2014 foi maravilhoso para os fãs da Marvel. Não bastasse ter Capitão América: O Soldado Invernal, eles ainda foram presenteados com Guardiões da Galáxia, que pegou um grupo de heróis pouco conhecido e elevou todos os seus integrantes ao panteão da Cultura Pop de uma hora pra outra. Dirigido por James Gunn, famoso por seus filmes B, o longa junta um grupo de marginais da sociedade espacial e faz com que eles descubram uns nos outros que a vida pode ser mais do que roubar, enganar e matar os outros, contanto que tenha alguém que se importe com você. Ver esse processo de transformação dos personagens de fracassados sozinhos para uma família disfuncional consegue ser divertido e emocionante, tendo seus sentimentos e diálogos reforçados por uma trilha musical que funciona quase como um personagem senciente. É um filme original, com personalidade, coração e que exala o amor e esmero de todos os envolvidos com ele.

 

4- Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Guardioes da Galaxia Vol2Se o primeiro filme da franquia tinha sido uma obra de arte que introduziu com maestria o universo espacial no MCU, o segundo tinha a difícil missão de manter o mesmo nível de seu antecessor. Mas James Gunn foi além e conseguiu trazer uma obra superior ao original, que expandiu a mitologia dos Guardiões e abordou temas muito adultos de forma orgânica, mascarados pelas cores fortes e piadas. Mesmo com todas as brincadeiras e atitudes moralmente questionáveis dos personagens, esse filme também fala sobre família, luto e abandono, e pela forma como trata esses temas sem perder sua personalidade, sua identidade, é um dos filmes mais maduros do MCU.

 

3- Vingadores: Ultimato (2019)

Vingadores 4Resultado de 11 anos de filmes separados, Ultimato tinha a difícil missão de encerrar o ciclo dos principais personagens da Cultura Pop do século XXI de forma respeitosa, criativa a coerente para honrar seus respectivos legados e agradar a diversos tipos de fãs. O resultado disso foi um filme de mais de 3h de duração que presta uma enorme homenagem ao próprio MCU e acerta em cheio no coração dos fãs, que dedicaram anos de suas vidas a acompanhar e consumir tudo relacionado aos Heróis Mais Poderosos da Terra. Dividido em núcleos de heróis sobreviventes, a trama leva os Vingadores ao extremo para tentarem derrotar o genocida Thanos (Josh Brolin) e trazerem os mortos de volta. É uma experiência catártica para os fãs que entrou para a história como um dos maiores filmes-eventos de todos os tempos.

 

2- Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Vingadores 3Em segundo lugar, Vingadores: Guerra Infinita foi a consolidação da Marvel como estúdio “sério”. Na época, havia críticas sobre os filmes da empresa serem apenas parques de diversão voltados para personagens superficiais e para o humor. Com Guerra Infinita, o estúdio traz uma história mais sóbria focada no vilão: Thanos. Unindo pela primeira vez os heróis da Terra com os do núcleo espacial, o longa soube se manter interessante e trazer novidades para o público, que foi pego de surpresa por um final de cortar o coração. Muita gente fica na dúvida se prefere Guerra Infinita ou Ultimato, mas, pela forma com que os personagens são introduzidos e o vilão é bem trabalhado, assumindo papel de protagonista, Guerra Infinita se sustenta mais como filme, mas perdeu sua liderança para o grande sucesso de 2021.

 

1- Homem Aranha: Sem Volta Para Casa (2021)

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Se há um ano alguém me dissesse que um filme do Jon Watts ocuparia a primeira posição desse ranking, eu teria rido. Não por alguma implicância ou coisa assim, mas porque ele tinha feito filmes medianos e que não condiziam muito com o personagem em questão. Porém, em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, ele se supera ao entregar uma adaptação praticamente perfeita de uma história em quadrinhos, sabendo dosar as surpresas, as participações especiais, os vilões surgindo de repente, o caos e a necessidade do herói compreender que seus atos geram consequências. Tudo isso coroado com uma atuação irretocável do Tom Holland, que agora caminha para ser a versão mais fiel que o Cabeça de Teia já teve nas telonas. É uma jornada cativante e envolvente sobre crescimento, que reúne o cerne do Homem-Aranha com a junção de aproximadamente 20 anos do herói nos cinemas, conseguindo divertir, emocionar e criando uma sensação maravilhosa de estar vendo um gibi ganhar vida diante dos seus olhos. Fiquei meio dividido por conta do nível altíssimo atingido pela Marvel em Guerra Infinita, mas, pela importância do herói, que praticamente abriu os caminhos para o MCU com os filmes do Sam Raimi, e pelo apego ao espírito das HQs, não tinha como Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ficar em outra posição no ranking.

MarvelE você? Concorda com a lista? Monte a sua nos comentários!

O Incrível Hulk e Homem-Aranha: De Volta ao Lar estão disponíveis na Netflix. Homem-Aranha: Longe de Casa está disponível no Amazon Prime Video. Os filmes restantes estão disponíveis no Disney+, assim como Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. Eternos está no Disney+, e Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa ainda não estreou no streaming.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura já está em exibição nos cinemas.

‘Jurassic World: Domínio’ | Quais filmes assistir antes do novo filme com os dinossauros mais famosos do cinema?

Depois de alguns anos de atraso por conta da pandemia, o último capítulo da trilogia Jurassic World finalmente está em exibição nos cinemas. Em Jurassic World: Domínio, os dinossauros sobreviventes da erupção da Ilha Nublar se espalharam pelo mundo. Agora, diante desse desastre ecológico, uma empresa de biotecnologia firma uma parceria com o governo para manter os animais em um santuário com a condição de estudá-los. Porém, com o surgimento de uma nova praga global, alguns dos principais cientistas do mundo começam a suspeitar que a engenharia genética por trás dos dinossauros possa ter a ver com a situação.

276B44C6 8BCD 4183 997F 2DDDBB433E96Como esse filme é a junção da trilogia Jurassic Park com a franquia Jurassic World, o capítulo final traz vários easter eggs e faz referências a capítulos anteriores, o CinePOP listou os filmes que valem a pena você ver antes de conferir Domínio.

Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros

1FB9C8E9 1F17 43D5 8078 75949FCF958CClássico imortal do cinema, o primeiro Jurassic Park recebe diversas homenagens ao longo do filme, a começar pela volta do trio original que se aventurou na Ilha Nublar em 1993. Além disso, o vilão da vez é Lewis Dodgson, que foi introduzido muito brevemente neste longa. E caso você ainda não tenha visto esse filme, vale muito a pena vê-lo antes de Domínio.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

3230A163 41E2 4CA3 A717 D47E4E99DABCLonge de ser a unanimidade que foi o filme de 1993, Jurassic World traz o parque reaberto e funcionando como uma “Dinolândia”, tal qual o sonho de John Hammond. Os protagonistas da vez são Owen (Chris Pratt), um marinheiro que trabalha pesquisando e ‘treinando’ os Velociraptores do parque, e Claire (Bryce Dallas Howard), que é a principal coordenadora do Jurassic World. Depois que uma espécie híbrida criada pelo Dr. Wu (BD Wong) perde o controle, ela sai pelo parque matando tudo que aparece pela frente. Então, entra em questão novamente a ética das ações e operações dos geneticistas e empresários responsáveis pelo parque. Para tentar deter o híbrido, a InGen põe em prática o plano de Owen guiar os raptores como uma equipe de ataque. Mas as coisas saem do controle e ele acaba provando que sua relação com os ‘raptores’ não é sobre controle, é um relacionamento baseado em respeito mútuo. Ou algo do tipo.

Jurassic World: Reino Ameaçado

4B70A739 0E7F 4EDE B8C4 CE7356D19B40Por fim, o segundo Jurassic World não agradou muito o público, mas tem seu valor. Como a trama dá uma viajada maior que o normal, pode ser que você chegue perdido no novo filme sem ver esse aqui. A história mostra os governos do mundo lidando com a crise gerada pelo desastre do primeiro Jurassic World. Para piorar a situação, o vulcão situação no meio da Ilha Nublar fica ativo, sentenciando os dinossauros à morte. Em meio a esse debate de deixar ou não os animais morrerem, o representante de uma empresa que ajudou a construir o Jurassic Park entra em contato com Claire e Owen para que eles ajudem a resgatar os dinossauros para levá-los a um santuário isolado da humanidade. Dentre várias subtramas, os empresários se perdem na própria ganância; o Dr. Wu cria um novo híbrido ainda mais mortal; a dupla de protagonistas conhece a pequena Maisie (Isabella Sermon), que tem um importante papel na trama do último capítulo da saga, e os dinossauros sobreviventes acabam escapando e povoando o mundo.

E os outros filmes?

Os outros dois longas da franquia Jurassic Park são referenciados brevemente, mas nada tão importante a ponto de te levar a vê-los.

62A44D4E EFDD 488A B3E1 F7143F407BB3Para não dizer que não vale a pena ver nada, os 20 minutos iniciais de Jurassic Park III trazem uma mudança importante no relacionamento do Dr. Alan Grant (Sam Neill) com a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern).

Lançado como bônus do segundo filme, o curta A Batalha de Big Rock é referenciado muito brevemente, mas como está disponível de graça na internet de forma oficial, vale a pena assistir para ver um pouco do estrago que os dinossauros fizeram no mundo enquanto estavam em liberdade.

Da mesma forma, o prólogo divulgado junto a Velozes e Furiosos 9 também pode ser visto. Não que contribua diretamente para a trama, mas expande esse conceito de destruição causado pelos animais.

9538F1E0 398E 472B B83A 6B5B3F10A9EEJurassic World: Domínio está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

Primeiras impressões ‘Ms. Marvel’ | Uma série jovem que entende muito bem seu público

Muito esperada, apesar da desconfiança, a série da Ms. Marvel estreou no Disney+ e tudo indica que ela será bem interessante de se acompanhar.

Kamala Khan dressed in Captain Marvel JacketLogo de cara, aquela desconfiança acerca da adaptação da personagem que os materiais promocionais deixaram se esvai. A abertura contada por meio de uma animação feita pela própria Kamala Khan já dita o tom mais jovem e descontraído da série, que é protagonizada por uma adolescente comum dos dias atuais. Ela tem suas desconfianças e problemas pessoais acerca da escola e da família, que é mais repressora dada a diferença cultural, e tenta escapar da realidade por meio de seus desenhos, fanfics e animações. Além disso, ela tem uma admiração absurda pelos próprios heróis da Marvel.

msmarvel 1Para isso dar certo e não soar bobo, há uma combinação muito legal entre estética e atuação. Ao mesmo tempo em que a novata Iman Vellani está perfeita no papel, se sentindo confortável como se fosse uma veterana, a forma escolhida pela direção para mostrar seus pensamentos e sua personalidade por meio de animações, rabiscos e até mesmo grafites pelas ruas, deu um jeitão único para a série, que tem uma atmosfera jovial que lembra um pouco a do AranhaVerso (2018).

127626C3 533F 48F2 A986 7FB257EEF382Falando em AranhaVerso, a forma como a Kamala é retratada, como uma adolescente normal, vai deixar os fãs do Homem-Aranha com inveja. A forma como ela dialoga com a juventude atual sem parecer boba era tudo que os fãs queriam para o Peter Parker antes de Sem Volta Para Casa (2021).

Além disso, o núcleo de coadjuvantes tem bastante química com a protagonista e consegue brilhar sem ofuscá-la ou serem apagados por ela. É um equilíbrio perfeito.

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Por fim, a produção parece ter entendido tão bem sua personagem que nem mesmo a alteração dos poderes vai incomodar tanto assim. Na verdade, mais do que as habilidades, a questão de enfim ter uma personagem que queria mesmo ser uma super-heroína, em vez de só ter caído numa banheira de responsabilidades e não gostar tanto assim do que faz, a Ms. Marvel parece que vai brincar com esses poderes por uma ótica mais otimista e de acordo com a idade. Ah sim, ao que parece, a Marvel entendeu melhor a estrutura dos seriados, porque esse primeiro episódio parece mesmo ter sido feito para um série e não para um filme dividido em capítulos. Vamos acompanhar os próximos episódios para ver se vão manter esse padrão.

marvel cinepopOs novos episódios de Ms. Marvel estreia toda quarta-feira no Disney+.

Elisha Cuthbert, de ‘A Casa de Cera’, retorna ao terror no trailer angustiante de ‘A Escada para o Inferno’

O terror sobrenatural ‘A Escada para o Inferno‘ (The Cellar), estrelado pela Elisha Cuthbert (‘A Casa de Cera’), ganhou seu trailer legendado.

A Paris Filmes lança o filme nos cinemas nacionais dia 11 de Agosto.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é escrito e dirigido por Brendan Muldowney.

A trama segue Keira Woods (Cuthbert), cuja filha desaparece misteriosamente no porão de sua nova casa no campo. Keira logo descobre que existe uma entidade antiga e poderosa controlando sua casa, que ela terá que enfrentar ou arriscar perder as almas de sua família para sempre.

Eoin MackenAbby FitzDylan Fitzmaurice-Brady também estrelam a produção.

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Velocidade Máxima | 10 curiosidades sobre o filme

Considerado uma ideia boba pelos executivos, o filme Velocidade Máxima se tornou uma dos ícones do cinema de ação da década de 1990. Estrelado por Keanu Reeves e Sandra Bullock, o longa fez bonita na crítica e na bilheteria. Por isso, o CinePOP separou 10 curiosidades sobre os bastidores do clássico. Confira!

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Sem Grana

C90CF064 A4C5 4A42 B21C ADE954303683O filme estourou o orçamento antes mesmo de estar finalizado. Tanto que as exibições-teste foram para as sessões com a sequência do metrô ainda em storyboards animados. Mas nem isso atrapalhou as exibições. Ao fim do período de testes, os comentários do público foram tão positivos que o estúdio liberou uma verba extra para finalizar o filme.

Sucesso

D8A8E925 E41F 47C2 AB5D BF4524D09ED2Ainda sobre as exibições-teste, um dos produtores do filme comentou que sabia que o longa seria um grande sucesso porque reparou que as pessoas que levantavam para ir ao banheiro durante a exibição iam subindo as escadas da sala de costas, tentando perder o mínimo possível do filme.

Aluna nota 10

62FCAF51 BB61 4BB2 8283 BBBF22DFCBB7Para o papel de Annie, Sandra Bullock entrou numa autoescola para aprender a pilotar ônibus. Ela se dedicou bastante e acabou sendo aprovada no exame prático logo de primeira.

Direção

265E73BD DEED 451B 80B3 1CB96CA52582Inicialmente, a direção do filme foi oferecida a Quentin Tarantino. O diretor ouviu a proposta, mas recusou o projeto. E ele não ficou chateado por ter deixado o longa passar, tanto que inseriu Velocidade Máxima na sua lista dos 20 melhores filmes lançados desde 1992.

Ghost-writer

7C3317B1 7858 4E18 8A04 9F18A32BBD86O roteiro do filme foi reescrito por Joss Whedon, que fez um trabalho pesado e terminou nem sendo creditado por isso. Estima-se que ele tenha alterado e refeito praticamente todos os diálogos do filme.

Sem dublês 

862870FD 7D1F 4C10 8E02 95F0ACC5B33DO queridinho de Hollywood, Keanu Reeves, fez em torno de 90% de suas cenas de ação. Isso, inclusive, fez com que o roteiro fosse mudado para que o ator não se arriscasse tanto no papel.

Três Desejos

8C6E0017 A721 44BC BF4B CA4F2458862FNa verdade, a possibilidade de fazer suas próprias cenas de ação foi uma das manobras feitas pelo diretor para convencer Reeves a entrar no projeto, porque o ator não gostou muito do que viu inicialmente e não queria fazer parte de uma franquia de ação. Os outros fatores que o fizeram mudar de ideia foi o roteiro reescrito de Joss Whedon e a promessa de que o filme seria do mesmo nível de Duro de Matar.

Ônibus

A0C3730E 7A25 496A B3F2 50DECA42C13CApesar de se passar praticamente todo dentro de um ônibus, o filme contou com uma frota de dez ônibus idênticos para as filmagens. Cada um deles tinha sua particularidade, sendo um feito exclusivamente para os dublês e outro todo modificado para a icônica cena do salto da ponte, com maior potência no motor e amortecedores mais fortes.

Trânsito infernal 

59D2A029 2F04 44F0 B660 978879C92C3EAs cenas gravadas na rodovia foram um verdadeiro “pesadelo de logística”, segundo o diretor. Eles gravaram as cenas com todo o cuidado para evitar quaisquer erros. Isso porque cada nova cena fazia com que todos os carros no entorno precisassem voltar e refazer seus movimentos iguais aos da cena anterior para evitar erros de continuidade.

‘Daora’

CA56D520 8B70 4496 AE5E 8CE32DF43EB2Quando o filme chegou aos cinemas e se tornou um sucesso de público, o relógio que o personagem de Keanu Reeves usava já havia saído de linha. No entanto, a procura pelo modelo G-Shock DW-5600C foi tão grande que a Casio teve que retomar a produção para atender a demanda do público.

82E3FBF8 94B4 49DB 868F 17AE923D8742Velocidade Máxima está disponível no Star+.

Artigo | Revisitando ‘O Farol’, o conto lovecraftiano de Robert Eggers

Nos últimos dias, fizemos uma jornada relembrando o aclamado terror psicológico A Bruxa, de Robert Eggers – uma estreia que ficou marcada no gênero e que funcionaria como o capítulo inicial de uma carreira ainda jovem, mas pincelada com uma identidade que traria de volta o horror ao seu auge.

Agora, chegou a hora de revisitarmos sua segunda incursão no mundo do entretenimento: quatro anos depois de debute oficial, Eggers retornou ainda mais apaixonado pela arte que o colocou no centro dos holofotes com uma narrativa claustrofóbica, tensa e respaldada em aspectos mitológicos e clássicos: O Farol, encantando novamente o público e reafirmando sua importância no cenário contemporâneo do audiovisual.

A narrativa principal do longa-metragem é bem mais profunda do que poderíamos imaginar, carregando consigo uma extensa simbologia que pode ter passado despercebida pelos espectadores – até mesmo pelos mais aficionados por cinema e por obras de época. Ambientada no século XIX em alguma ilhota do País de Gales e baseando-se livremente em uma história real, a trama é focada em apenas dois personagens: o jovem Ephraim Winslow (Robert Pattinson) e o arrogante lobo-do-mar Thomas Wake (Willem Dafoe). Winslow consegue um trabalho temporário como “pupilo” de Wake em um gigantesco farol, gradativamente mergulhando numa insanidade perigosa que transforma um drama qualquer em uma mortal aventura dentro da psique humana.

Mas nada é o que parece ser: Eggers, como supracitado, funde em um mesmo escopo cinematográfico, embebido em investidas artísticas de tirar o fôlego, homenagens à cultura greco-romana, aos diversos mitos catárticos de Dante Alighieri e até mesmo às incursões marítimas promovidas pelo lendário romancista H.P. Lovecraft. E, de fato, cada uma dessas camadas, quando analisada ao fundo, apenas contribui para aumentar exponencialmente nosso encanto por esse narcótico e deturpado conto de fadas.

PROTEU E PROMETEU

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Wake e Winslow funcionam como duas faces de uma mesma moeda, portando-se como uma dupla que parece que nunca vai se entender: o personagem de Pattinson traz o vigor e a rebeldia da juventude e, por mais que dê duro em todas as tarefas às quais foi designado, o de Dafoe o critica por praticamente cada mínimo erro que comete, mostrando-se mais sábio, mais velho e passível de ser respeitado até mesmo por sua personalidade compulsória e mandatória.

De qualquer modo, os dois homens nutrem entre si uma química inegável, o que nos leva para a primeira interpretação acerca de suas personalidades e dos arcos narrativos dos quais se dispõe: Thomas, tendo vivido naquela terrível e solitária ilha por tantos anos, funciona como uma extensão da deidade marinha intitulada Proteu.

Na mitologia grega, Proteu é filho da divindades Poseidon e Tétis. Apesar de não dividir o mesmo holofote que outros icônicos personagens da cultura mencionada, ele tem a importante tarefa de cuidar do rebanho de seu pai – e, na ambientação terrena criada por Eggers, Wake encarna essa persona ao se transformar no guardião do descomunal farol.

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São vários os elementos que contribuem para a teoria: além da declaração oficial do diretor, percebemos que, assim como Proteu, o velho marinheiro realiza diversos presságios agourentos para a dinâmica entre a dupla e a própria ilha. Diversas vezes, Thomas impede que o irreverente pupilo mate as gaivotas que habitam aquele território insular, premeditando uma tragédia que, eventualmente, se concretiza. Para além disso, suas histórias e seu jeito de se portar à noite (como o fato de ele se trancar no andar do sinaleiro e dançar nu em volta da gigantesca lâmpada) envolvem Winslow de um modo inebriante o bastante para transformá-lo em um louco.

Como se não bastasse, Ephraim é bombardeado por visões ilusórias de uma sereia que encalha nas formações rochosas da ínsula – cuja presença é prevista desde o primeiro ato, durante o qual ele encontra uma figura talhada em madeira da mítica criatura. Várias especulações acerca de suas aparições foram feitas e a principal delas também refere-se ao mito de Proteu, cujas habilidades mágicas permitem-no se transfigurar em monstros marinhos.

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Apesar de nunca terem dividido os contos greco-romanos, a estória de Prometeu empresta inúmeras referências para O Farol. Neste caso, é Winslow quem encarna o personagem: assim como a persona grega, ele é atraído pelo desejo do conhecimento e, quem sabe, de levá-lo aos outros. Ora, se Prometeu contrariou os deuses e roubou o fogo do Olimpo para leva-lo aos mortais, Ephraim é atraído pelo farol, almejando descobrir os segredos que habitam o último andar da construção.

Seguindo seus próprios desejos, ambos os personagens traem forças muito maiores do que imaginavam e pavimentam o caminho para a ruína. Winslow contraria os solilóquios proféticos de seu “comandante”, por assim dizer, e mata impetuosamente uma das gaivotas. O foreshadowing arquitetado por Eggers se concretiza com as últimas duas cenas do longa-metragem, em que o jovem se aproxima do sinaleiro, tomado pela curiosidade, e se deixa contaminar pela impactante força da luz – caindo da escada e virando alimento dos únicos animais da ilha.

Se a alegórica imagem é familiar, é porque Prometeu tem um destino semelhante. Afinal, em uma das versões de sua estória, ele enfurece Zeus e, como punição, é amarrado no alto do Monte Cáucaso, condenado pela eternidade a ser bicado por uma águia. Aqui, são as gaivotas que fazem o trabalho, mas a simbologia é tão certeira que chega a ser imperiosa.

ABRAÇANDO LOVECRAFT

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H.P. Lovecraft foi um escritor norte-americano e é, até hoje, considerado um dos maiores nomes da literatura de terror da História. Servindo de inspiração para autores como Stephen King e R.L. Stine, Lovecraft especializou-se no gênero em questão, criando icônicos universos hostis ao homem, com narrativas indiferentes às atividades e às crenças dos mortais.

Suas investidas pessimistas que desafiavam valores românticos, iluministas e até cristãos eram impiedosamente influenciadas pelos pesadelos do contista – e um deles assombrou e ainda assombra diversos assíduos de Lovecraft: “O Chamado de Cthulhu”, publicado em 1928, apresentou a criatura-titular que foi abraçada por Eggers em O Farol do jeito mais inesperado possível.

Descrito como uma mistura de gigante, polvo e dragão, com uma cabeça cheia de tentáculos e o corpo escamoso, Cthulhu representa um mal tão ancestral e terrível que vislumbrá-lo levaria qualquer humano à loucura. No longa-metragem, esse monstro não é materializado em nenhum momento, mas é transcrito para o próprio farol.

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Desde o princípio, a torre que encancera o majestoso facho é cenário para diversas ambiguidades cênicas. O holofote tem a principal função de sinalizar para os navios não baterem contra as rochas, mas serve como uma peça fundamental da insanidade que acomete os protagonistas: sua luz é a emergência física de uma droga, uma substância viciante que hora após hora nos faz querer mais até não podermos viver sem ela. Bom, é assim que a queda de Winslow se delineia: apesar de saber que o farol é como qualquer outro, ele começa a suspeitar do que Wake esconde e é alimentado pela necessidade primitiva de destrinchar todas as incógnitas.

O farol também é um dos personagens e, para além disso, é o principal antagonista: seguindo os passos de Cthulhu, a torre é uma criatura primordial, que habita a Terra antes mesmo da existência dos homens. Afinal, ao que tudo indica, ele simplesmente está lá desde o começo (não da trama, mas dos tempos). A fonte de seu poder é o fogo, alimentado em uma constância assustadora pelos servos – no caso, Thomas e Ephraim. No final das contas, percebemos o inevitável: ele é extrema e sordidamente lovecraftiano.

O INFERNO SOMOS NÓS

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Uma outra possibilidade de interpretação narrativa, porém menos infundada, é de que a ilha representaria o purgatório e, apesar dos fatos apontarem para uma direção mais psíquica que espiritual, certos elementos contribuem para que essa perspectiva ganhe força.

Temos, por exemplo, o fato de que Winslow chega àquele lugar de barco. A referência pode ser buscada na barca de Caronte, que leva as almas dos mortos através do primeiro círculo do Inferno de Dante, representado pelo limbo. Ambos os cenários são marcados pela desesperança e pela falta de qualquer prospecto e funcionam como indicadores dessa breve hipótese.

O segundo (e talvez último) aspecto é a dinamicidade do conturbado relacionamento entre Winslow e Wake: o personagem de Pattinson é essencialmente rebelde e, chegando ao que entendemos como o purgatório, irá passar diversas provas para alcançar o paraíso ou ficar preso no inferno. Para auxiliá-lo – ou deixar essa jornada de autodescobrimento ainda mais complicada -, Dafoe se posta como o velho sabichão e o tenta aos mais diversos pecados: matar a gaivota, se embebedar e adquirir um conhecimento que não lhe pertence.

No final das contas, Winslow falha em se purgar de sua banal vida e é engolido pela ruína que ele mesmo premeditou. E, cego por um poder que não teria como conhecer ou como aguentar, ele é posto em xeque mais uma vez e morre dentro de sua própria morte.

Conheça ‘Os Monstros’ no divertido teaser do reboot dirigido por Rob Zombie

Através do Instagram, o diretor Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’) divulgou o primeiro teaser trailer do reboot de Os Monstros’, inspirado na clássica série de TV dos anos 1960.

Na publicação, ele escreveu: “Aqui está! O novo teaser trailer de ‘Os Monstros‘. Aproveitem!

A prévia introduz Herman Monstro (Jeff Daniel Phillips) e sua esposa, Lily (Sheri Moon Zombie), em companhia do vovô (Dan Roebuck).

Confira:

Desde que foi anunciado que Zombie estava trabalhando em um adaptação da clássica série para o cinema, os fãs da clássica série de TV ficaram entusiasmados com a proposta.

Mas, quem esperava ver o título nas telonas pode ficar decepcionado…

De acordo com o Comic Book, o cineasta está produzindo o longa em parceria com a Universal Home Entertainment, o que indica que o filme deve estrear no mercado de streaming.

Nos últimos meses, a referida divisão da Universal Pictures tem se concentrado em trazer mais conteúdo original para sua plataforma, a Peacock.

Por conta disso, não será nenhuma surpresa se a nova versão de Os Monstros‘ chegar ao catálogo do serviço de streaming de forma exclusiva.

Ainda sem previsão de estreia, o longa ganhou classificação PG da Motion Picture Association, órgão que regulamenta a faixa etária de filmes e séries nos EUA (via FilmRatings).

Para quem não sabe, o padrão PG é liberado para o público em geral sob orientação de pais e tutores de menores de 13 anos.

A classificação provavelmente será um alívio para os fãs dos personagens, já que eles sempre foram simpáticos e familiares, apesar de seus visuais dignos de Halloween.

Ainda assim, o longa é descrito como uma adaptação com “material macabro e sugestivo para pessoas sensíveis devido a imagens e linguagens assustadoras.”

O elenco conta com Jeff Daniel Phillips (Herman Munster), Sheri Moon Zombie (Lily Munster), Richard Brake (Dr. Henry Augustus Wolfgang), Daniel Roebuck (Vovô Munster), Jorge Garcia e Catherine Schell (Zoya Krupp, a Cigana Rainha).

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.

A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.

O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.

O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.

Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.

Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.

Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

Obviamente, todo o elenco foi substituído.

Confira o cartaz nacional de ‘X: A Marca da Morte’, TERROR com Jenna Ortega e Mia Goth

X: A Marca da Morte‘ (X), terror do diretor Ti West, teve seu cartaz nacional divulgado pela Playarte Pictures.

O filme estreia nos cinemas do Brasil dia 28 de Julho.

Confira com o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama se passa em 1979 e acompanha um grupo de cineastas que viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

Além da direção, Ti West também é responsável pelo roteiro do filme.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

Assista a crítica:

Madonna escolhe Julia Garner, de ‘Inventando Anna’, para interpretá-la nos cinemas

A Madonna é conhecida por seu perfeccionismo, e não foi diferente para sua cinebiografia – que ela mesmo vai dirigir.

Após meses de testes, a cantora escolheu a vencedora do Emmy Julia Garner (‘Ozark’, ‘Inventando Anna’) para interpretá-la na cinebiografia escrita por ela e por Erin Cressida Wilson (‘A Garota no Trem’).

Um convite já foi feito para Garner.

Outras atrizes que também foram consideradas para interpretar a cantora e compositora incluíram Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’), Alexa Demie (‘Euphoria’), Odessa Young (Mothering Sunday) e Emma Laird (‘O Dono de Kingstown’).

Ainda sem título oficial, o projeto está em desenvolvimento pela Universal Pictures e não se sabe muito sobre a trama, mas há rumores de que ela vai terminar com a turnê ‘Blonde Ambition‘, de 1990.

Em entrevista ao The Tonight Show com Jimmy Fallon, Madonna revelou que “a razão pela qual estou fazendo isso é porque muitas pessoas tentaram escrever filmes sobre mim, mas sempre foram homens”.

Em outro comunicado, ela disse que:

“Quero transmitir a incrível jornada que a vida me levou como artista, musicista, dançarina – um ser humano, tentando fazer meu caminho neste mundo. O foco deste filme sempre será a música. A música me manteve em movimento e a arte me manteve viva. Há tantas histórias não contadas e inspiradoras e quem melhor para contar do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com a minha própria voz e visão.”

Essa não é a primeira vez que a rainha do pop se envolve com a esfera cinematográfica, visto que trabalhou em diversos projetos como EvitaUma Equipe Muito EspecialProcura-se Susan Desesperadamente. Ela também assinou o roteiro e dirigiu o drama romântico histórico ‘W.E.’, que garantiu à artista um Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

Tendo lançado catorze álbuns de estúdio e vendido mais de 300 milhões de cópias, Madonna continua, até hoje, como um titã da música e uma das mulheres mais influentes da história. Ela já levou para casa sete estatuetas do Grammy20 VMAs.