Site Página 353

‘Super Mario Bros 2’ é CONFIRMADO e ganha data de estreia

A adaptação cinematográfica ‘Super Mario Bros – O Filme‘ arrecadou mais de US$ 1,36 BILHÃO em todo o mundo e se tornou a segunda maior animação de todos os tempos.

Com o sucesso, a sequência do filme foi anunciada oficialmente e chegará aos cinemas em 3 de abril de 2026.

O anúncio foi feito em um vídeo especial estrelado pelo criador de Mario, Shigeru Miyamoto, em comemoração ao Mario Day. Miyamoto confirmou que o filme será produzido junto com a Illumination. No momento, poucos detalhes foram anunciados sobre a sequência.

Confira:

O longa já está disponível no Prime Video.

Com uma arrecadação de US$ 575 milhões no mercado interno e outros US$ 787 milhões nos mercados externos, o filme alcançou um total de US$ 1,361 bilhões em todo o mundo, ultrapassando o sucesso da DisneyFrozen: Uma Aventura Congelante‘.

Essa marca coloca o filme atrás apenas de ‘Frozen 2‘ (US$ 1,4 bilhão).

O sucesso do filme foi responsável pela Universal Pictures  ter superado a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2023.

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

Confira nossa crítica em vídeo:

Na animação, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) vão parar no famoso mundo dos cogumelos, governado pela princesa Peach (Carina Eiras), precisando defendê-lo das ameaças do icônico Bowser (Marcio Dondi). Durante a aventura, Mario irá reviver diversas cenas que o acompanham ao longo das últimas décadas, como dirigir um kart, passar por ambientes desafiadores, além de ter a companhia de outros personagens marcantes, como Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo).

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A dublagem original conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

Timão e Pumba apresentam o novo trailer dublado de ‘Mufasa: O Rei Leão’

A Disney revelou um novo trailer de ‘Mufasa: O Rei Leão’, a aguardada pré-sequência do live-action de 2019.

A prévia começa com Timão e Pumba e é embalada por uma criativa paródia de “Hakuna Matata”, o clássico inesquecível da Disney.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

O FIM DE ‘AVATAR’? James Cameron promete contar o desfecho da saga pro público se ‘Avatar 4 e 5’ forem cancelados

Avatar: Fogo e Cinzas‘ já está nos cinemas e não conseguiu alcançar o sucesso dos filmes anteriores, mostrando um desgaste da franquia. Já sabendo disso, o roteirista e diretor James Cameron surpreendentemente freou as conversas sobre uma sequência, mesmo que a Disney já tenha definido as datas de lançamento dos próximos dois filmes.

Avatar 4‘, que já teve cenas filmadas, está previsto para daqui a quatro anos, em 2029. ‘Avatar 5‘ está planejado para 2031.

Mas Cameron já pensa em um possível cancelamento da franquia.

“É o seguinte. Se não conseguirmos fazer o quarto e o quinto filme, por qualquer motivo, vou dar uma coletiva de imprensa e explicar o que tínhamos planejado. O que acham?”, afirmou ao EW.

Outra fantasia de Cameron é transformar os filmes de Avatar em livros e escrevê-los ele mesmo, observando:

“Há tanta cultura, história pregressa e detalhes laterais nesses personagens que já foram elaborados. Eu adoraria fazer algo com esse nível de detalhamento.”

No entanto, ele reconhece: “Não existe mais modelo de negócio para isso. As pessoas não estão lendo.”

O cineasta está se referindo a um novo estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade da Flórida e do University College London, que afirmou que o número de americanos que leem por prazer caiu 40% .

“Mas, de qualquer forma, talvez seja bom ter o registro canônico do que tudo aquilo deveria ter sido”, acrescenta Cameron.

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ arrecadou de US$ 345 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter ficado abaixo da abertura do segundo filme da franquia (US$435M), o valor representa a segunda maior estreia global do ano, atrás apenas de ‘Zootopia 2‘ (US$556M).

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia 

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Vale destacar, no entanto, que a franquia não é conhecida por estreias impactantes, mas sim por sua incrível estabilidade nas telonas. O primeiro filme, por exemplo, abriu com apenas US$ 77 milhões no território norte-americano, antes de se tornar o maior fenômeno da história do cinema.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘Clube da Luta’ | A PRINCIPAL obra da carreira de David Fincher

A obra-prima de um dos maiores cineastas da atualidade. Desde a vinheta inicial sabíamos que estaríamos diante de uma engenhosa obra cinematográfica ligada as emoções, um verdadeiro tour pela mente humana. Clube da Luta, dirigido por David Fincher, com roteiro baseado numa obra homônima escrita por Chuck Palahniuk, parte das inconsequências de um complexo protagonista que vai ao encontro da dor do outro buscando conforto para o que sente e não entende nadando de braçadas rumo ao fundo do poço do seus dramas.

Na trama, conhecemos um homem (Edward Norton), especialista em recall de uma montadora, completamente infeliz no seu trabalho, sem propósito, sem lugar, que sofre com insônia. Ele é o nosso narrador. Buscando encontrar alguma solução para seu cotidiano ele começa a frequentar grupos de ajuda variados fingindo estar em condições que não está e nesse momento conhece Marla (Helena Bonham Carter), uma mulher que também usa esses grupos para seu próprio benefício. Em paralelo, o protagonista conhece Tyler Durden (Brad Pitt), um misterioso homem com quem passa a morar e um dia resolve criar um clube de luta clandestino que logo toma proporções que saem do controle.

Antes de mais nada, eu sei que só de escrever esse texto já estou quebrando a primeira regra. Mas tudo bem! Com uma ideia que teve seus primeiros passos após um fato real, o sofrimento com marcas visíveis de uma briga em um acampamento pelo simples fato de uma reclamação sobre barulho, o escritor norte-americano Chuck Palahniuk criou um recorte impressionante sobre a mente humana aos olhos de um homem que vai em busca de descobertas sobre si mesmo passando pelo sentimento de rejeição, o transtorno dissociativo de identidade com um gatilho de uma Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout). Mas como transformar as brilhantes linhas de um livro em uma obra cinematográfica?

Indicado a um Oscar na cerimônia realizada no ano 2000, um dos fatos que chamam a atenção nesse projeto é a narrativa empolgante que se solidifica com um ritmo acelerado marcado pelo desossar das emoções. Com quatro meses e meio de filmagens, em mais de 200 locações, Clube da Luta consegue um visual deslumbrante, intenso, vibrante, que conversa a todo instante com a instabilidade das emoções de seu protagonista em crise, limitado ao que acha que é realidade que estaciona no prestar a atenção para aquilo que não o interessa mesmo que isso atinja seus valores morais. É uma construção sublime das projeções dos conflitos do seu protagonista, o arco dramático.

E por falar sobre questões ligadas a psiquê humana, isso é quase um assunto à parte! Será o personagem principal dessa história um alguém psicótico? Paranoico? O buraco é muito mais embaixo! Dentro de um looping de morrer e renascer, algo que gera um caótico sentimento de alívio, vemos o construir de um homem obsessivo, inconstante, que se vê em um oásis de não sofrimento e faz de tudo para não sair dele. Um sanguessuga dos dramas de terceiros em uma estrada sem destino fuzilando aos quatro cantos sua obsessão de renovar seu descansar que dentro da bolha criada por um inconsciente que comanda as ações desiste de prestar a atenção para aquilo que não o interessa mesmo que isso atinja seus valores morais.

Quando o filme acaba, precisamos rebobinar todo nosso refletir e ir completando novamente as peças que podem estar fora do lugar. Esse exercício é a cereja do bolo de uma das mais impactante obras cinematográficas do século XX, um filme que se transforma em atemporal quando olhamos para a janela de uma sociedade corroída pelo desgaste de suas emoções. Pra quem se interessar Clube da Luta está disponível no catálogo da Netflix e Star Plus.

Crítica | Dunkirk – Um exercício em ação e suspense de Christopher Nolan

Homenagem aos derrotados

A maioria dos filmes dentro do gênero Guerra trabalham de forma na qual ao mesmo tempo em que apresentam os horrores de grandes conflitos da história criticando-os, exaltam as melhores qualidades dos homens e nações que nelas serviram. Dunkirk, novo trabalho do prestigiado cineasta britânico Christopher Nolan, faz exatamente isso, e parece existir para tal propósito. A diferença é que Nolan homenageia uma nação “derrotada”. A sua nação.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a França era tomada pela Alemanha, e os aliados do país europeu expulsos do front de batalha, até a entrada dos EUA no conflito. O novo filme de Nolan centra exclusivamente neste pedacinho do terrível momento da humanidade, usando como cenário a praia do litoral de Dunquerque, norte da França, quando forças britânicas e francesas ficaram encurraladas e precisaram ser evacuadas pelo mar.

Imagine Zack Snyder ou Michael Bay de grife e temos Christopher Nolan. A definição não é depreciativa, sendo os primeiros mestres no cinema técnico de centenas de milhões de dólares de orçamento. Nolan também o é, mas acima de tudo, preza ser um contador de histórias, dando importância a detalhes que os outros citados passam por cima. No meio de toda a adrenalina de seu cinema autoral, Nolan respira, dá espaço para seus atores, cria um clima e desenvolve uma única cena com mais apreço do que maioria dos cineastas de aluguel.

Podemos notar isto logo na cena que abre Dunkirk, quando soldados ingleses andam pela rua deserta da cidade, enquanto folhetos esvoaçantes criam a antítese de confetes celebrativos da vitória. O escopo da cena e seu enquadramento servem de prenúncio afirmando que este é um filme com F maiúsculo, que precisa ser assistido no cinema. Daí compreendemos um pouco mais o discurso de Nolan contra as plataformas de streaming, e entendemos que o cinema de Nolan é de grande magnitude, nos remetendo ao tempo de nossas primeiras sessões na tela grande.

Na trama, o estreante Fionn Whitehead interpreta Tommy, um dos muitos soldados tentando escapar do cerco imposto pelos alemães. O jovem descoberto por Nolan tem uma boa presença de cena, fisicamente lembrando bastante um dos recorrentes colaboradores do diretor: Christian Bale. Seu personagem serve de face para nos centrar neste conto, formado por três segmentos: ar, terra e mar.

Acompanhando a epopeia dos soldados que não conseguem deixar a costa – e que ainda faz uso do cantor Harry Styles estreando com o pé direito nas telonas – temos segmentos protagonizados por Tom Hardy e pelo vencedor do Oscar Mark Rylance (Ponte de Espiões). Hardy interpreta um dos pilotos dando respaldo aéreo para os aliados – e nos fazendo imaginar o Top Gun de Nolan – e Rylance vive um dos muitos civis britânicos que partem por conta própria pelo mar para o resgate dos conterrâneos, momento que ainda guarda a participação de Cillian Murphy.

É bem verdade que a obra escrita e dirigida por Christopher Nolan não possui uma narrativa tradicional e costumeira para o gênero. Esta não é uma história com começo, meio e fim, na qual passamos duas horas conhecendo os personagens. O diretor escolhe traçar o caminho inverso, nos arremessando de paraquedas dentro do cenário caótico, para que ao lado daqueles rostos quase sem nome, experimentemos alguns dos momentos mais tensos de 2017. E isso o cineasta entrega muito bem. Durante a projeção me peguei pensando sobre a construção de cenas do diretor, como tudo funciona de forma harmoniosa – destaque para trilha de Hans Zimmer.

Dunkirk ganha por ser diferente. Por ser um filme de guerra único. Por ser muito mais uma experiência do que uma história propriamente. Porque Nolan gosta de ousar e experimentar ao criar suas cenas e sua narrativa. Porque Nolan é um diretor à moda antiga, cada vez mais em extinção dentro do cinema mainstream da atualidade. Porque vai direto ao ponto, sendo uma obra concisa, sem perder seu impacto e relevância. Porque é poética sem precisar de palavras e por ter seus muitos significados implícitos a cada frame (resposta para os críticos que o acusam de ser um cineasta extremamente expositivo em seus diálogos). Acima de tudo, porque Dunkirk é cinema pipoca de entretenimento que estamos precisando nestes tempos.

‘Aniquilação’: Ficção científica estreia na Netflix; Confira nossa crítica!

O grande público ficou acostumado a um certo tipo de filme que se passa por ficção científica. As verdadeiras obras do gênero existem para questionar, para criar infinitas possibilidades através da fantasia, e perguntar como determinada situação correria caso estivéssemos defrontados por ela. De visitas de seres espaciais, passando por estadias no futuro (que servem mais para espelhar a atualidade), chegando até as mais altas tecnologias, a ficção científica foi criada como gênero inquisidor no qual respostas fáceis se encontram ausentes.

Obviamente, até mesmo a ficção precisou ser moldada para acomodar o público cada vez mais preguiçoso e ávido por tudo mastigado. Assim, a ficção precisou ser incorporada a outros gêneros, como a ação, o suspense e o terror.

Ainda é possível encontrar bons exemplares do gênero verdadeiro da ficção, como Lunar (2009) e Sob a Pele (2014), por exemplo, filmes definitivamente não palatáveis a todo tipo de audiência. Pelo contrário, a maioria irá torcer o nariz quando encontrar uma ficção científica verdadeira, esperando aquela explosão ou cena de ação vindo acompanhada.

Este é exatamente o caso com Aniquilação, novo filme do diretor Alex Garland, o qual a Paramount prontamente vendeu para a Netflix, acreditando ter em mãos mais um Cloverfield Paradox. Este é o segundo filme do gênero que o estúdio se desfaz em cima da hora, indo parar nas mãos da plataforma de streaming mais popular da atualidade.

Para quem não conhecia, Aniquilação é simplesmente um dos filmes mais aguardados deste ano. Tudo porque seu diretor, Alex Garland, entregou em 2015 uma das obras do gênero mais cultuadas dos últimos tempos, Ex-Machina: Instinto Artificial. O longa se tornou um enorme sucesso, transcendendo o universo cult para o qual foi confeccionado, e fez de Garland um daqueles diretores que começaremos a prestar atenção a cada novo trabalho.

Com Aniquilação, Garland entrega um filme ainda mais denso e enigmático do que sua primeira incursão nas telonas. E se o universo da robótica e da inteligência artificial eram o alvo de sua obra existencialista, uma visita interplanetária como nenhuma outra toma o palco em seu segundo longa.

Na trama, Natalie Portman vive uma cientista trabalhando como professora universitária desde que seu marido militar sumiu há um ano em missão. Ele é interpretado por Oscar Isaac, ator fetiche de Garland. Portman então, assim como Amy Adams em A Chegada (2016), logo é aproximada por uma equipe do governo para que faça parte de seu time. A missão? Ir aonde nenhum homem jamais foi. Bem, sem querer parafrasear o clássico de Gene Roddenberry, é exatamente este o objetivo apresentado a ela pela líder desta expedição, a personagem de Jennifer Jason Leigh. A chefe passa as informações e conta sobre um objeto alienígena que caiu na Terra e aos poucos foi afetando a atmosfera de uma localidade específica (uma espécie de floresta), criando uma verdadeira redoma e dentro seu próprio habitat. Dentro desta espécie de campo de força, diversas equipes de militares, incluindo uma com o personagem de Isaac, adentraram e desapareceram. Desta vez, estão enviando somente cientistas, todas mulheres, o que faz de Aniquilação uma ficção científica feminista.

Além de Portman e Jason Leigh, fazem parte da equipe as cientistas interpretadas por Tessa Thompson, Gina Rodriguez e Tuva Novotny – todas donas de suas próprias personalidades distintas e bem desenhadas. Uma vez no local, o time precisa lidar com perigos de todos os tipos, desde alucinações, perda de memória, lapsos temporais – ei, estamos falando de uma nova atmosfera, alienígena. Além disso, a fauna e a flora local também evoluíram para algo mais ao que estamos acostumados, assim temos criaturas levemente semelhantes às de nosso planeta, vide crocodilos e ursos, porém, mais perigosos ainda e garantidos de dar pesadelos.

Assim como em A Chegada, Aniquilação vai e volta no tempo, e aqui seguimos, não em duas, mas três linhas temporais narrativas. O presente, com Portman sendo interrogada sobre o que de fato ocorreu dentro de tal redoma, conhecida como “Área X”, ou “The Shimmer”, algo como “o brilho”; os trechos com Portman e a equipe dentro do local, tentando sobreviver à toda insanidade – aonde se desenrola a maior parte do filme – e ainda um flashback maior, com Portman lidando com as lembranças e falta do marido.

Aniquilação é baseado no livro de Jeff VanderMeer, e tem propostas interessantes o suficiente para fascinar os verdadeiros amantes da ficção científica. Porém, fique avisado, este não é um filme de ação, não é uma superprodução da qual o grande público está acostumado. É uma obra de conceitos e ideias, de um ritmo deliberadamente lento, que irá desafiar ainda mais o espectador do que Ex-Machina. Um filme lisérgico e poético, cujas cenas podem extrair um amontoado de significados implícitos, mesmo as que mais parecem não querer dizer nada.

Aniquilação ainda reserva cenas pra lá de perturbadoras, como o ataque da criatura urso e o desfecho apoteótico e saído diretamente dos lugares mais obscuros de nossas mentes. Sim, Aniquilação entrará para o hall das grandes ficções científicas de todos os tempos, das quais temos 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968), Alien (1979) e Blade Runner (1982) como primórdios irretocáveis, e ricos descendentes como Lunar (2009), Sob a Pele (2013), A Chegada (2016) e o próprio Ex-Machina (2015), cimentando Garland como uma voz de grande diferencial no segmento.

Mais uma vez, para apreciar Aniquilação por completo é necessário ter a mente bem aberta, preparado para receber de braços abertos as demências oferecidas na loucura do argumento – afinal, o que pode ser mais insano do que o bebê espacial de 2001, ou a viscosa criatura negra de Sob a Pele.

‘O Exorcista’ e os Clássicos do Cinema que foram Indicados ao Oscar de MELHOR FILME e você NÃO SABIA

Na história do cinema existem aqueles filmes que associamos imediatamente à prêmios e ao maior deles: o Oscar. Filmes como Titanic (1997), por exemplo, serão para sempre lembrados no consciente coletivo pelo seu status de qualidade. E quem poderia esquecer da treta gerada entre La La Land e Moonlight – uma “briga” para ver quem de fato levaria a estatueta de melhor filme, com direito a anúncio errado e tudo? Da mesma forma, o recente Parasita promete figurar um bom tempo em nossas memórias como uma vitória mais que ilustre.

Para os que acham que o Oscar é uma premiação chata, tiveram seus desejos atendidos em anos recentes com a nomeações de filmes como Pantera Negra e Coringa na categoria principal. Mas é só voltar no tempo algo em torno de 20 anos para lembrar da trilogia O Senhor dos Anéis, que havia realizado o mesmo feito.

Existe ainda os filmes que se tornaram tão queridos pelos fãs e tão populares que muitos terminaram esquecendo o prestígio que eles igualmente obtiveram com os votantes da Academia. E é justamente esta última categoria que iremos adereçar nesta nova matéria, levando em conta esta memória – que muitas vezes pode nos pregar peças. Com a polêmica do Oscar desse ano girando em torno de um tapa, vamos relembrar alguns clássicos indicados ao Oscar de Melhor Filme que nem todos sabem ou lembram.

O Exorcista

Não basta ser considerado o melhor terror de todos os tempos, O Exorcista também tem cacife no Oscar. Parte da onda revolucionária da década de 1970, este terrorzão de primeira era lançado dois anos antes de Tubarão e igualmente se tornava febre nos cinemas mundiais, por muito pouco não se tornando, ele mesmo, o primeiro blockbuster da história. Cinemas lotavam, o público passava mal, quebra-quebra e todo tipo de comoção ocorria nas exibições do longa, inclusive no Brasil. O Exorcista foi indicado para nada menos que 10 OSCARs, incluindo melhor filme. Além disso, foi nomeado também para melhor diretor (William Friedkin), atriz (Ellen Burstyn), coadjuvante (Linda Balir), e venceu os prêmios de som e roteiro para o próprio autor do livro William Peter Blatty, que adaptou seu texto ao cinema.

Tubarão

Sim, o primeiro blockbuster do cinema foi indicado ao Oscar de melhor filme lá atrás, em 1976. Tubarão foi o primeiro filme da história a ultrapassar a impressionante marca de US$200 milhões nas bilheterias norte-americanas, chegando a quase US$500 milhões mundiais. Um feito que serviu como divisor de águas, construindo o cinema entretenimento que conhecemos hoje. Mas o que talvez nem todos saibam é que o thriller de Steven Spielberg foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme – o único que não levou naquela noite. Tubarão saiu vitorioso de melhor som, edição e trilha sonora para o maestro John Williams (e quem pode esquecer as duas notas mais assustadoras do cinema – tã tã tã tã tã). Quem levou o prêmio de fato foi outra obra-prima, Um Estranho no Ninho, com Jack Nicholson – que recentemente voltou aos holofotes da cultura pop com o lançamento da série da Netflix Ratched, com Sarah Paulson, uma pré-sequência do longa.

Rocky – Um Lutador

Não apenas o filme preferido da carreira do astro Sylvester Stallone na opinião do grande público, como também uma das franquias mais queridas dos fãs na história do cinema. A história do boxeador azarão, que tem a chance de grandeza e seus 15 minutos de fama define bem a proposta do sonho americano, e de qualquer um que tenha a chance de chegar ao topo, mesmo que momentaneamente. O filme fez tanto sucesso que gerou cinco continuações e dois derivados, seguindo em evidência na cultura pop. Mas o que talvez nem todos saibam é que essa grande chance que o “garanhão italiano” teve resultou na indicação a 10 Oscar, e a vitória de 3 prêmios: melhor diretor (John G. Avildsen), melhor edição e MELHOR FILME! Isso mesmo, ao contrário dos itens acima, Rocky é um vencedor do Oscar. Além disso, indicou quatro atores de seu elenco, incluindo o protagonista Stallone, que também foi lembrado para uma nomeação de melhor roteiro (escrito pelo próprio).

Guerra nas Estrelas

Os mais novos conhecem a saga mais famosa do cinema com o nome original Star Wars, planejado para padronizar melhor a marca. Mas os que cresceram na década de 1980 terão sempre no coração e na memória o título Guerra nas Estrelas – como era conhecido no passado, em especial o primeiro longa de 1977. E é justamente dele que iremos falar agora. A obra que começou tudo não é apenas o segundo blockbuster da história – que ao lado de Tubarão ajudou a estabelecer um novo tipo de cinema. Guerra nas Estrelas é também um indicado ao Oscar de Melhor Filme! E para quem acha que indicar superproduções é coisa recente, saiba que os anos 1970 já faziam isso, demonstrando toda a sua aura cool. A criação de George Lucas, ainda considerado o preferido de muita gente quando falamos em longas de aventura no cinema, foi indicado para nada menos que 10 Oscar, incluindo melhor filme, roteiro original e direção (ambos para Lucas), e até mesmo ator coadjuvante para o icônico Sir Alec Guiness (que vive o mestre Jedi Obi Wan Kenobi). Guerra nas Estrelas saiu vitorioso de 6 prêmios técnicos, incluindo a trilha de John Williams (ele de novo).

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Independente da polêmica na sua vida pessoal, ninguém pode negar a importância que Woody Allen tem na carreira profissional e o que significou para o cinema independente de autor no mercado norte-americano. Ainda hoje muito influente quando o assunto é “filme de relacionamentos”, em sua extensa filmografia (de quase um filme por ano), Woody Allen já indicou diversos artistas (em especial mulheres) ao Oscar devido aos papeis que escreve para elas – e deu a vitória para outras tantas. Seus filmes também já foram indicados na categoria principal do Oscar (de melhor longa de ficção), mas nenhum tem o prestígio deste item aqui. Annie Hall, título original para o “longo” Noivo Neurótico, Noiva Nervosa foi o único filme da carreira do cineasta a sair com a honraria máxima de ganhar o Oscar de melhor filme. De quebra derrotando o fenômeno Guerra nas Estrelas, citado acima. Além do melhor filme, a obra levou também os de diretor e roteiro para Allen e atriz para Diane Keaton (a primeira musa do cineasta). Só ficou de fora mesmo de melhor ator para Allen, o único prêmio, das 5 indicações, que não levou.

Os Caçadores da Arca Perdida

Um nome instantaneamente lembrado quando falamos dos primórdios do cinema blockbuster é o do diretor Steven Spielberg. Seis anos depois de ter emplacado sua primeira superprodução no gosto dos votantes da Academia, Spielberg voltava ao radar da maior premiação da sétima arte com Os Caçadores da Arca Perdida, primeiro longa da franquia Indiana Jones, um filme que redefiniu para sempre o cinema aventura. E pensar que tudo nasceu de uma vontade do diretor em comandar um 007. O primeiro Indiana Jones foi indicado para 8 Oscar, incluindo melhor filme, e desta vez levando o diretor junto – já que em Tubarão ele não havia sido nomeado. No entanto, esta foi a segunda indicação de Spielberg como diretor, já que havia sido lembrado anteriormente por Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), filme que não entrou na categoria principal. Os Caçadores da Arca Perdida recebeu 4 Oscar técnicos.

E.T. – O Extraterrestre

Já está ficando chato. Mas agora talvez os mais novos entendam o que significa o nome Steven Spielberg para o cinema, seu peso e importância. Sim, o diretor mesclou com muita eficiência o cinema entretenimento, filmes extremamente populares, com o prestígio e qualidade de grandes dramas (o tão chamado “conteúdo”), muito antes de pesos pesados atuais, vide Christopher Nolan, Quentin Tarantino ou Denis Villeneuve. E no ano seguinte de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o cineasta emplacava novamente com este fenômeno da fantasia, que mostra a amizade de um menino vindo de um lar de pais divorciados, com uma pequena criatura interplanetária. E.T. encantou o mundo, e com os membros da Academia não seria diferente. O longa recebeu 9 nomeações, incluindo melhor filme, roteiro e diretor, e levou para casa 4 prêmios técnicos. Acertou quem disse que a trilha de John Williams está no meio deles.

Atração Fatal

Digam o que quiserem os detratores, mas o Oscar sempre foi um prêmio muito eclético. A cada nova edição, desde seus primórdios, sempre sobrava espaço para indicar aquele filme mais popular, que havia caído nas graças do grande público que lota os cinemas, ou pertencente àquele gênero menos “respeitado” por não ser um drama. Aqui, temos um verdadeiro filmaço de suspense, daqueles de gelar a espinha, que se enquadra em todos os requisitos citados acima. Fenômeno de bilheteria, o longa também pode ser considerado um drama sobre relacionamentos extraconjugais. Na trama, Michael Douglas vive um homem casado, que cai em tentação quando a mulher viaja com seus filhos – algo como o clássico O Pecado Mora ao Lado (1955). Mas o sujeito consuma o ato, e vai para a cama com uma mulher muito inteligente e aparentemente divertida, vivida por Glenn Close. Ela, porém, possui um sério problema, não gosta de ser rejeitada e “não será ignorada”, como diz em um dos mais icônicos diálogos do filme – se tornando o pesadelo definitivo dos homens infiéis. Atração Fatal foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, diretor, roteiro e atriz para Close, mas saiu de mãos abanando, se tornando assim também um dos maiores injustiçados dos prêmios da Academia.

Uma Secretária de Futuro

Talvez o filme mais desconhecido da lista para as novas gerações, quem cresceu na década de 1980 ou os especialistas no cinema da época, ao contrário, não consegue jamais esquecer esta história edificante. Comédia tipicamente oitentista, Uma Secretária de Futuro – ou Working Girl, no título original -, traz a veterana Melanie Griffith (a mãe de Dakota Johnson para os mais novos) no que é provavelmente seu melhor papel nos cinemas. Aqui, ela vive uma empenhada secretária, muito eficiente e dona de ambições profissionais maiores, ela se sente tolhida por sua chefe – que muitas vezes pega para si suas ideias sem lhe dar crédito. A “fofa” é interpretada pela gigantesca Sigourney Weaver. Até que a patroa traiçoeira sai de cena devido a um problema de saúde e a protagonista vê a chance de mostrar seu verdadeiro valor, nem que para isso precise se passar por sua chefe para um potencial parceiro nos negócios – vivido por Harrison Ford, em seu terceiro filme indicado ao Oscar na lista (isso que é dar sorte a um projeto). Uma Secretária de Futuro foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, diretor (Mike Nichols), e três atrizes: Griffith, Weaver e Joan Cusack (que vive a melhor amiga da protagonista). O filme levou o Oscar de melhor canção para a “espiritual” Let the River Run, de Carly Simon.

A Bela e a Fera

Calma, não estamos falando da versão em live-action com Emma Watson. Aqui ainda nos encontramos em território Disney, mas voltamos no tempo para 1991, quando foi lançada a animação que serve como grande marco para o estúdio. Nesta época ainda não existia a categoria de melhor animação no Oscar, o que torna o feito deste filme ainda mais impressionante. Sim, A Bela e a Fera foi a primeira animação da história a obter tamanho prestígio com os votantes, ao ponto de ser indicado na categoria principal, disputando o prêmio de melhor filme com produções de carne e osso. E mais impressionante ainda, numa época em que apenas 5 longas adentravam a honraria. E o que você nos diz? A Bela e a Fera foi nomeado para 6 Oscar, incluindo melhor filme, e emplacou nada menos que 3 das suas canções com os votantes, vencendo contra ele mesmo o prêmio pela canção tema Beauty and the Beast, além do prêmio de trilha sonora.

‘Star Trek’: Patrick Stewart dá novos detalhes sobre o seu retorno à franquia

Os fãs ficaram extremamente animados com o anúncio que o ator Patrick Stewart iria retornar ao universo ‘Star Trek‘. Agora, o próprio ator deu novos detalhes sobre o projeto.

“[Picard] pode não ser mais um capitão. Ele pode ser alguém que mudou com as suas experiências. Nós ainda não temos um roteiro, só conversamos sobre as narrativas. Será algo muito diferente, mas será feito com a mesma paixão.”

O astro voltará ao papel Jean-Luc Picard em uma nova série produzida por Alex Kurtzman, o mesmo criador de ‘Star Trek: Discovery‘, para a CBS All Access.

“É uma inesperada, mas prazerosa surpresa me ver empolgado e revigorado por estar voltando ao papel de Jean-Luc Picard e por explorar novas dimensões com ele. Leia meu comunicado na íntegra na foto”.

Confira seu anúncio:

Segundo o The Hollywood Reporter, a nova série contará com James Duff, Michael Chabon, Akiva Goldsman e Kirsten Beyer como produtores.

Duff é mais conhecido por ter criado as sérieThe Closer‘ e ‘Major Crimes‘ e recentemente foi anunciado como parte da produção da nova temporada de ‘Star Trek: Discovery‘. Goldsman e Beyer trabalharam na série original da Netflix e Chabon escreveu o roteiro de ‘John Carter – Entre Dois Mundos‘.

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

‘Nosso Planeta’: Guepardos caçam no novo clipe do documentário; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da série documental ‘Nosso Planeta‘ (Our Planet).

Confira:

O famoso naturalista David Attenborough narrará a produção.

O documentário focará na amplitude da diversidade de habitats ao redor do mundo, desde a remota região ártica e os misteriosos oceanos profundos até as vastas paisagens da África e diversas selvas da América do Sul.

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 5 de abril.

‘Natal Sagrento’: Jovens lutam pela vida em novas imagens do terror; Confira!

O remake ‘Natal Sangrento‘ (Black Christmas) ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Vale lembrar que o terror teve sua estreia CANCELADA nos cinemas nacionais e será lançada diretamente em vídeo.

Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.

As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.

O elenco inclui Imogen Poots (‘Sala Verde‘), Aleyse Shannon (‘Charmed‘), Brittany O’Grady (‘Star‘), Lily Donoghue (‘The Goldbergs‘), Cary Elwes (‘Jogos Mortais‘) e Caleb Eberhardt (‘O Coro da Broadway‘).

Samara Weaving participaria de ‘Pânico 5’, mas conflitos na agenda a impediram

Em entrevista ao Collider, a atriz Samara Weaving revelou que conversou com os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett sobre fazer parte do elenco da aguardada sequência ‘Pânico 5‘, mas conflitos na agenda impediram sua participação no longa.

“Nós conversamos muito sobre isso, mas tivemos conflitos na agenda, o que é uma pena. Nós tivemos muitas discussões, mas por causa do cronograma, não será possível. Eu ainda estarei na Austrália, trabalhando em ‘Nine Perfect Strangers’, então não seria possível filmar ‘Pânico 5’. Viajar ficou muito complicado atualmente.”

Vale lembrar que a atriz já trabalhou com os cineastas no elogiado ‘Casamento Sangrento‘, um dos filmes de terror mais aclamados do ano passado.

Por enquanto, o elenco confirmado conta com o retorno dos veteranos Courteney Cox (Gale Weathers) e David Arquette (Dewey Riley), além da introdução das novatas Jenna Ortega e Melissa Barrera.

Rumores apontam que a Selena Gomez pode participar da sequência.

Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso Casamento Sangrento, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.

“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era” 

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Olpin e Gillertt (‘Casamento Sangrento‘) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretor Wes Craven.

“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

‘Resident Evil 8: Village’: Novo trailer foca na história do jogo; Confira!

A Capcom divulgou um novo trailer do aguardado ‘Resident Evil 8: Village‘, que foca na história do jogo ao invés da gameplay.

Confira:

Vale lembrar que o jogo será lançado oficialmente amanhã (7) para Playstation 5, Xbox Series X e PC.

 

A história se passará alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas em uma vila misteriosa.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘The Walking Dead’: Criador explica por que os mortos-vivos não são chamados de “zumbis” na série

No mais recente exemplar de Cutting Room Floor, o criador Robert Kirkman explicou o motivo de ter evitado usar o termo “zumbi” nos quadrinhos de ‘The Walking Dead‘, além de ter sido revelado por que a série NUNCA faz menção ao termo.

“Eu comecei os quadrinhos sem usar o termo “zumbi”. Eu basicamente o estava evitando. Acredito que o Glenn diz algumas vezes, mas foram apenas deslizes. Então, eu inventei a terminologia ‘espreitadores’ e ‘errantes’. No entanto, depois de um tempo, pareceu bobo ficar usando apenas esses termos. Então, conforme eu cresci, eu pensei: ‘Que se dane, eles são zumbis… vou fazer os personagens chamá-los de zumbis. Quem se importa?”

Anteriormente, o showrunner Frank Darabont havia revelado que não usava o termo “zumbis” na série: “Não queríamos usar o termo “zumbis” porque sentimos que ficção envolvendo zumbis não existe nesse universo. Para que a história funcionasse, não poderíamos ter personagens dizendo: ‘Você só precisa atirar na cabeça deles, como nos filmes do George A. Romero’. Então, você precisa imaginar que o universo criado pelo Romero não existe nesse mundo. É por isso que usamos o termo “errantes” na série.”

O ciclo final retornará com episódios inéditos no dia 20 de fevereiro – vale lembrar que os episódios são lançados uma semana antes no streaming da AMC+.

Ao total, a última temporada contará com 24 episódios, divididos em três partes.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

O Segredo de Madeleine Collins

(Madeleine Collins)

 

Elenco:

Virginie Efira
Quim Gutiérrez
Bruno Salomone

Direção: Antoine Barraud

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Judith leva uma vida dupla: dois amantes, dois filhos na França e uma filha na Suíça. Enredada em segredos e mentiras, suas vidas começam a se despedaçar.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Antoine Barraud também assina o roteiro ao lado de Héléna Klotz;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Maika Monroe busca vingança no clipe VIOLENTO do suspense ‘Deus é uma Bala’; Confira!

O thriller de ação ‘God is a Bullet‘, estrelado por Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’), Maika Monroe (‘O Hóspede’) e Jamie Foxx (‘Power’), ganho um novo clipe violento.

Confira:

Dirigido por Nick Cassevetes (‘Diário de uma Paixão’), a história é centrada em um homem que se infiltra num culto satânico responsável pela morte da ex-mulher e pelo rapto da filha.

Coster-Waldau dá vida ao “vice-detetive Bob Hightower, que encontra sua ex-mulher assassinada e sua filha sequestrada por um culto satânico. Frustrado pelas investigações dos oficiais, ele sai da força policial, arranja várias tatuagens e se infiltra no grupo para caçar o líder com a ajuda da única vítima que escapou”.

Foxx tem papel coadjuvante d’O Barqueiro. Andrew Dice Clay, Januar JonesMaika Monroe completam o elenco.

Cassavetes também fica responsável pelo roteiro, que é adaptado do romance homônimo de Boston Teran.

Michael MendelsohnDon AllenKim H. WintherJim Steele produzem.

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ quer estrelar novo ‘Todo Mundo em Pânico’

Através do seu Twitter, Bailee Madison, conhecida pelo reboot de ‘Pretty Little Liars‘, expressou o seu desejo em participar do novo filme da franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘.

A atriz já é conhecida pelos fãs do gênero terror, tendo estrelado filmes como ‘Não Tenha Medo do Escuro‘ (2010), ‘A Maldição de Hallowen‘ (2016), ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ (2018) e ‘Play Dead‘ (2022).

“Isso é aleatório, mas [os produtores de] ‘Todo Mundo em Pânico 6’ podem me ligar. Sinto que nós nos divertiríamos [com o novo filme]. Certo. Adeus.”

Anteriormente, a atriz Melissa Barrera também havia revelado que adoraria estrelar o sexto filme da saga: “Sempre adorei esses filmes. Quando vi que eles confirmaram, logo pensei: ‘Isso seria muito divertido de fazer’. Eles ainda têm aquele icônico elenco original, então veremos o que acontece no próximo. Estou muito animada para ver este novo.”, ela afirmou.

Os fãs das adoradas paródias de sucessos do terror não estão levando fé na vindoura produção. Entre os comentários, alguns alegaram que o humor ácido da franquia não funciona nos dias de hoje por conta do cenário politicamente correto.

Outros argumentaram que a produção já será um fracasso se não trouxer Anna FarisRegina King como as icônicas Cindy e Brenda, assim como aconteceu com o 5º filme.

Confira as reações:

Vale lembrar que Marlon Wayans já havia dito à à Variety (via Critical Overlord) em 2020 que “seria difícil um novo filme da franquia ser aprovado nos dia de hoje devido ao humor politicamente correto”.

Na época, a declaração do intérprete de Shorty Meeks causou polêmica, já que os filmes originais abusavam de piadas preconceituosas e capacitistas em relação a gays, negros, asiáticos e deficientes físicos e intelectuais.

No entanto, o astro completou a fala dizendo que um filme de comédia tem todo o direito de fazer o público rir zombando de qualquer situação, desde que não esteja humilhando ninguém.

Relembre a declaração completa:

“Acho que seria difícil um novo filme ganhar sinal verde hoje. Mas acho que a reação ainda seria a mesma. O que aprendi fazendo comédia stand-up são as opiniões das pessoas, e o gosto das pessoas não é ditado pela natureza politicamente correta do clima político social.”

Ele continua:

“Vivemos na América e a liberdade de expressão é a Primeira Emenda. Com a liberdade de expressão vem a liberdade de criatividade. E acho que qualquer um pode fazer uma piada sobre qualquer coisa. Acho que tudo se trata da intenção de quem está contando a piada. A sua intenção é humilhar ou é fazer as pessoas rirem? Nossa intenção é sempre fazer as pessoas rirem.”

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor.

As filmagens devem acontecer ainda este ano, com previsão de lançamento para 2025.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.

Série documental sobre o polêmico rapper P. Diddy ganha trailer LEGENDADO; Confira!

O Max divulgou o trailer legendado da minissérie documental ‘A Queda de P. Diddy‘, que trará imagens inéditas e relatos exclusivos sobre as acusações contra o polêmico rapper e empresário Sean “Diddy” Combs.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 1º de fevereiro.

O projeto se propõe a desvendar não apenas os primeiros anos de vida de Combs, mas também a sua transformação ao longo das décadas.

A série irá fornecer uma visão detalhada das forças e influências que moldaram sua trajetória, incluindo aspectos que podem ter contribuído para a construção da imagem de um homem controverso, que muitos consideram ter se tornado um “monstro” ao longo de sua ascensão.

O documentário será uma oportunidade para o público entender melhor as diversas facetas da personalidade de Diddy, desde suas origens até sua ascensão como um dos nomes mais influentes da indústria musical e do entretenimento.

A estreia está marcada para o dia 1º de Fevereiro no Max, e promete ser um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs e curiosos sobre a vida do ícone do hip-hop que causou no último ano.

Diddy foi preso em 16 de setembro de 2024, sendo acusado de liderar um esquema de anos visando o abuso e exploração sexual de mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.

As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

imagem 2024 09 27 003120557

No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

imagem 2024 09 27 003145117

 

Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

‘Yellowjackets’: 4ª temporada será a ÚTIMA da série!

O canal Showtime anunciou que a 4ª temporada de ‘Yellowjackets‘ será a última da série.

Em comunicado oficial, os criadores Ashley Lyle e Bart Nickerson confirmaram e explicaram a decisão de finalizar o seriado:

“Após três temporadas incríveis e muita consideração, estamos animados em anunciar que levaremos a história de ‘Yellowjackets’ à sua conclusão sombria nesta quarta e última temporada. Sempre soubemos que chegaria um ponto em que a história nos diria que queria terminar, e acreditamos que nosso trabalho — nossa responsabilidade — é ouvir.”

“Contar essa história emocionante, selvagem e profundamente humana tem sido uma experiência profundamente significativa e uma verdadeira honra para nós, e somos muito gratos ao elenco, equipe e roteiristas brilhantes que corajosamente embarcaram nesta jornada conosco para trazê-la à vida. Acima de tudo, queremos agradecer aos fãs que permaneceram conosco em cada momento, mistério e refeição — a Colmeia não é nada sem vocês! Mal podemos esperar para compartilhar o capítulo final com vocês e esperamos que o achem… delicioso.”

Aclamada pela crítica e pelo público desde sua estreia, ‘Yellowjackets‘ mistura elementos de suspense, mistério e drama psicológico, acompanhando sobreviventes de um acidente aéreo e os traumas que os perseguem décadas depois.

Relembre o trailer da 3ª temporada e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

Cena pós-créditos de ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’ traz RETORNO chocante

Com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ também está conquistando o público com mais um capítulo brutal da franquia.

*SPOILERS ABAIXO*

O novo filme traz diversas referências aos filmes anterior da saga.

Além da abertura – que se conecta diretamente com os eventos de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘ –, o longa também traz uma cena pós-créditos com um retorno inesperado.

Vale destacar que o terror conta com duas cenas pós-créditos.

A primeira mostra que a avó do Will, Polly (Maude Davey), conseguiu escapar da casa em chamas. Ela é vista se arrastando pela estrada, reclamando da vitória da Alice (Souheila Yacoub) sobre os Deadites. A personagem é resgatada por uma motorista inocente, que acaba sendo atacada pela vovó possuída.

A segunda cena nos leva de volta ao crematório onde foi realizado o funeral de Will. A proprietária do local está acompanhada de sua filha pequena, arrumando as urnas em uma prateleira. Quando sua filha é deixada sozinha, ela fica cara a cara com a Ellie Bixler (Alyssa Sutherland), a principal antagonista do filme anterior.

Após matar brutalmente a criança, a Deadite anuncia: “A mamãe está volta!”.

Crítica | ‘A Morte do Demônio: Em Chamas’ extrapola todos os limites e é o filme mais NOJENTO da franquia

A Morte do Demônio: Em Chamas‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Sébastien Vaniček (‘Infestação’), o novo filme promete trazer um tom mais sério – como o remake de 2013 –, cenas assustadoras que farão o público se contorcer nos cinemas.

O elenco contará com Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).

Além de dirigir, Sébastien Vaniček também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.

A trama se passará antes dos eventos do longa original, de 1981. E, apesar da ação em ‘Uma Noite Alucinante 3‘ se passar na Idade Média, o novo filme será ambientado antes do Ash Williams voltar no tempo.

“‘Evil Dead Wrath’ será mais um capítulo inventivo da franquia. A trama se passará antes de todas as outras. O filme será ambientado em 1972.”

Ele completa, “O longa terá a atmosfera de uma produção lançada nos anos 70 porque o diretor e seu diretor de fotografia querem resgatar essa aparência e sensação usando um filme chamado Ektachrome 100. Muitos filmes foram rodados com ele naquela época.”

Criadores elogiam o remake hollywoodiano de ‘Death Note’

Para o alívio dos fãs, os criadores responsáveis pelo mangá original ‘Death Note’, Tsugumi Oba (escritor) e Takeshi Obata (ilustrador), emitiram um comunicado oficial sobre seu parecer em relação ao remake desenvolvido pela Netflix.

Divulgado com exclusividade ao site CinemaBlend, o anúncio salienta o brilhante trabalho artístico feito pelo diretor Adam Wingard, além da caracterização dos personagens.

Nas palavras de Tsugumi:

“Graças ao imaginário e emocionante direção de Adam Wingard, o thriller é uma obra-prima magnífica, nível A. Os personagens são todos fiéis em satisfazer suas próprias vontades. Eu também sempre quis escrever um ‘Death Note’ como este. Através da Netflix, ele alcançará uma audiência global, então eu espero que as pessoas ao redor do mundo que desconheciam o ‘Death Note’ tenha a oportunidade de descobri-lo e aproveitá-lo”.

O ilustrador Takeshi Obata complementou:

“Superou minhas expectativas. Havia um altíssimo nível de qualidade, sofisticação e atenção a cada detalhe. É assim que um filme hollywoodiano de ‘Death Note’ deveria ser. Eu fui tomado pelo final! De uma maneira boa, a produção conseguiu simultaneamente segui e divergir do material original, para que a obra possa ser apreciada, claro, não apenas pelos fãs, mas também por uma audiência muito maior e mais ampla”.

 

 

A adaptação tem estreia marcada para 25 de Agosto.

Baseado no famoso mangá japonês escrito por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, ‘Death Note‘ acompanha um estudante do ensino médio que encontra um caderno sobrenatural e percebe que nele existe um grande poder: se o proprietário escrever o nome de alguém enquanto estiver pensando em seu rosto, a pessoa morrerá. Embriagado por sua nova habilidade divina, o jovem começa a matar aqueles que julga indignos a viver.

O filme original Netflix é dirigido por Adam Wingard (A Bruxa de Blair, O Hóspede) e é estrelado por Nat Wolff (Cidades de Papel), Margaret Qualley (Dois Caras Legais), Lakeith Stanfield (Saia), Paul Nakauchi (Piratas do Caribe: No Fim do Mundo), Shea Whigham (Trapaça) e Willem Dafoe (Homem-Aranha).

Emocionante! Netflix divulga vídeo homenageando os negros de suas séries e filmes

A Netflix celebrou a negritude em um novo e belo vídeo, que destaca seus atores, cineastas e criadores negros envolvidos em séries e filmes originais da plataforma.

Intitulado ‘A Great Day in Hollywood‘, o material é inspirado pela icônica fotografia de 1958, chamada ‘A Great Day in Harlem‘, que traz 57 lendas o jazz – como Charles Mingus, Thelonious Monk e Count Basie, nas escadas de um prédio em Nova York.

A releitura feita pela Netflix traz 47 personalidades negras que trabalham na Netflix, entre roteiristas, showrunners e atores.

Confira o belo vídeo, narrado por Caleb McLaughlin, de ‘Stranger Things‘:

Confira a lista completa de personalidades presentes no vídeo:

Ajiona Alexus (‘13 Reasons Why‘)

Alfre Woodard (‘Luke Cage‘; ‘Juanita‘)

Alisha Boe (‘13 Reasons Why‘)

Antoinette Robertson (‘Cara Gente Branca‘)

Antonique Smith (‘Luke Cage‘)

Ashley Blaine Featherson (‘Cara Gente Branca‘)

Ava DuVernay (13th, Central Park Five‘)

Brett Gray (‘On My Block‘)

Britney Young (‘GLOW‘)

Caleb McLaughlin (Stranger Things‘)

Chante Adams (‘Roxanne Roxanne‘)

Cheo Hodari Coker (‘Luke Cage‘)

Danielle Brooks (‘Orange is the New Black‘)

Dawn Porter (‘Bobby Kennedy for President‘)

DeRay Davis (‘How To Act Black‘)

Derek Luke (13 Reasons Why‘)

DeRon Horton (‘Cara Gente Branca‘)

Gabrielle Dennis (‘Luke Cage‘)

Hayley Law (‘Altered Carbon‘; ‘Riverdale‘)

Justin Simien (‘Cara Gente Branca‘)

Justine Simmons (‘Al About The Washingtons‘)

Kano (‘Top Boy‘)

Kat Graham (‘The Holiday Calendar‘; ‘How It Ends‘)

Kia Stevens (‘GLOW‘)

Laverne Cox (‘Orange is the New Black‘)

Lena Waithe (‘Master of None‘)

Logan Browning (‘Cara Gente Branca‘)

Marlon Wayans (‘Nu’; ‘Woke-ish‘)

Marque Richardson (‘Cara Gente Branca‘)

 

 

‘Fora de Série’: Comédia dirigida por Olivia Wilde ganha trailer nacional; Assista!

O filme que marca a estreia na direção da atriz Olivia Wilde, intitulado ‘Fora de Série’, ganhou seu primeiro trailer nacional.

Confira:

Com temática coming of age, aos moldes de ‘Lady Bird‘, a produção conta a história de Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), duas melhores amigas inteligentes, que sempre seguiram as regras, com um desempenho acadêmico surpreendente. Mas, à medida que elas comemoram suas conquistas estudantis e o sonho de estudar na faculdade que sempre almejaram, elas começam a refletir se de fato também não perderam a oportunidade de viver a algumas das experiências naturais da adolescência.

O longa é roteirizado por Katie Silbberman (‘Set It Up‘) e teve sua estreia no Festival South By Southwest.

A produção ainda não tem data de estreia.

 

‘Batwoman’: Ruby Rose é retirada de nova arte promocional da emissora The CW

Com a saída da atriz Ruby Rose da série Batwoman’, a emissora The CW está fazendo alguns ajustes e sua parte promocional, a fim de desassociá-la à ex-protagonista.

E o calendário de programação semanal de séries do canal sofreu alterações. Anteriormente trazendo o rosto da atriz em destaque, a nova versão foi reformulada, retirando a imagem da atriz e colocando em seu lugar o emblema da heroína.

Confira e compare:

Recentemente, Rose fez uma breve reflexão sobre o ocorrido, em uma recente publicação no Instagram. Agradecendo a todos que participaram da sua trajetória ao longo do curto período em que esteve na série, ela ainda foi bem sugestiva quanto ao motivo de sua saída, afirmando que “não foi uma decisão fácil, mas aqueles que sabem, sabem“.

Confira:

“Obrigado a todos por terem vindo à essa jornada. Se eu mencionasse todo mundo, haveriam 1000 tags… Mas obrigado ao elenco, à equipe de produção, aos produtores e ao estúdio. Não foi uma decisão fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria deixar de reconhecer todos os envolvidos e quão grande isso foi para a TV e para a nossa comunidade. Eu permaneci em silêncio pois essa é a minha escolha por hora, mas saibam que eu adoro todos vocês. Tenho certeza que a próxima temporada será incrível também. Beijos e abraços, *pendurando o capuz e a capa”.

Confira o comunicado de Rose sobre sua saída:

“Foi uma decisão muito difícil não retornar para a próxima temporada de ‘Batwoman‘,” afirmou Rose em uma declaração oficial. “Foi uma decisão que eu tomei com o coração pesado, pois tenho muito respeito pela equipe, elenco e todos envolvidos com a série. Agradeço muito aos produtores não só por essa oportunidade incrível, como também por me receber no universo da DC que eles criaram de forma tão competente. Obrigada a todos por essa temporada única – estou muito grata!”

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

Além de Rose, o elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘O Divino Baggio’: Cinebiografia do icônico jogador italiano ganha belíssimo trailer; Assista!

A cinebiografia ‘O Divino Baggio‘, que acompanha a história do icônico craque do futebol Roberto Baggio, ganhou um belíssimo trailer oficial legendado.

Assista:

A trama faz um relato dos 22 anos de carreira do craque italiano, incluindo a difícil estreia nos campos e os conflitos com alguns de seus treinadores.

Andrea Arcangeli, Valentina Bellè, Andrea Pennacchi e Antonio Zavatteri estrelam o longa.

Letizia Lamartire assina a direção do projeto, a partir de um roteiro assinado por Ludovica Rampoldi e Stefano Sardo.

O Divino Baggio‘ já está disponível na Netflix.

Cerimônia de Gal Gadot na Calçada da Fama é interrompida por confrontos entre manifestantes pró-Palestina e pró-Israel

A cerimônia de entrega da estrela de Gal Gadot na Calçada da Fama teve que ser interrompida, em virtude de confrontos entre manifestantes pró-Palestina e pró-Israel. A informação foi compartilhada pela revista Variety.

A celebração, que aconteceu na última terça-feira (17), contou com algumas dezenas de manifestantes, que estamparam cartazes em apoio a ambos os países e suas respectivas causas.

Os participantes ainda gritavam palavras de ordem e em um determinado momento, um ativista pró-Palestina chegou a roubar a bandeira de Israel das mãos de outra pessoa. O incidente acabou resultando em uma rápida perseguição policial para recuperar o item.

All Rights Reserved to Variety

A Variety rastreou a pessoa cuja bandeira fora roubada, Elor Eanit, que explicou sua defesa a Israel:

“Não temos problemas com a Palestina. Temos problemas com organizações terroristas. Temos problemas com o Hamas e o Hezbollah”.

Questionado sobre o motivo de se sentir compelido a estar lá na cerimônia, o manifestante respondeu: Por Gal Gadot“. 

All Rights Reserved to Variety

Após 15 minutos de atraso, a celebração na Calçada da Fama finalmente começou. No entanto, o início do evento não dispersou os ativistas, que permaneceram se manifestando na região.

Gadot foi condecorada com uma estrela com seu nome, em um evento que contou com a presença de figuras como Patty Jenkins, diretora de ‘Mulher Maravilha‘, e Vin Diesel, colega de elenco da atriz na franquia ‘Velozes e Furiosos‘.

Gadot poderá ser vista em breve nos cinemas como a Rainha Má no remake de ‘Branca de Neve‘.

O filme já teve sua exibição oficial em Los Angeles – e parece que o mais novo remake dos estúdios Walt Disney encantou os críticos e o público que participaram da première.

Nas redes sociais, as primeiras impressões sobre o longa-metragem começaram a despontar, sagrando-o como um dos melhores live-actions da Casa Mouse e rasgando elogios para a performance de Zegler como Branca.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Rachel Zegler é uma supernova brilhante em Branca de Neve, incorporando lindamente a natureza graciosa e gentil da princesa original da Disney. É um banquete visual com novos números musicais de parar o show e, claro, dezenas de animais animados encantadores. O roteiro sabiamente dá à sua heroína uma profundidade recém-descoberta por meio de seu desejo fervoroso de se tornar a líder que seu pai acreditava que ela poderia ser, e uma história de amor que é doce como torta de maçã”.

“Olhe, eu estava preocupado. Mas deixe-me dizer a vocês que Branca de Neve é pura mágica Disney. [O filme] vai se tornar um dos remakes em live-action favoritos do público”.

“[…] Branca de Neve é bem charmoso! A mensagem é entregue de forma sólida, as criaturas são adoráveis e Rachel Zegler e sua voz encantadora são de tirar o fôlego. Quase arrancou uma lágrima de mim, e eu nunca tinha chorado na minha vida”.

“Apesar de se tornar um saco de pancadas na internet, o remake de Branca de Neve da Disney é, na verdade, um sucesso! Rachel Zegler é uma estrela absoluta, (a maioria das) novas músicas são cativantes e lindamente interpretadas, e a paleta visual é suntuosa e vibrante. Gal Gadot tem vestidos lindos”.

Segundo o The Hollywood Reporter, o remake deve estrear com apenas US$ 53 milhões nas bilheterias norte-americanas.

É um valor baixo, levando em conta a força da personagem e comparando com o live-action de ‘Cinderella‘, que estreou com US$ 67 milhões em 2015 nos EUA.

Porém, a Disney nunca deve ser subestimada.

No último Natal, ‘Mufasa: O Rei Leão‘ foi considerado um fracasso ao estrear com apenas US$ 35 milhões nos EUA, mas seguiu mantendo firme nas semanas seguintes e chegou a gigantes US$ 700 milhões mundialmente.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi classificado pelo MPAA como “PG”, ou seja, LIVRE para todas idades.
Ele contém algumas cenas de “violência, pouco perigo, elementos temáticos e um humor desagradável”.

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

‘Dora, a Aventureira’ vai ganhar live-action produzido por Michael Bay

Por mais sensacionalista que possa parecer, o The Hollywood Reporter revelou que Michael Bay produzirá um filme live-action do grande sucesso infantil da Nickelodeon‘Dora, a Aventureira’. O roteiro será escrito por Nick Stoller (‘Os Muppets’) e um diretor deve ser anunciado muito em breve.

O longa será uma parceria entre a Platinum Dunes e a Paramount. Os detalhes sobre a produção ainda são mantidos em segredo. O lançamento deve acontecer em 2019.

Lançado em 2000 na Nickelodeon, ‘Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

‘Venom’: Tom Hardy desmente rumores sobre o tempo do simbionte no filme

Após alguns rumores surgirem na internet de que simbionte só aparecerá por alguns minutos em ‘Venom’, o astro Tom Hardy veio ao Instagram esclarecer que não passam de rumores.

“Apenas falando sobre a aparição de Venom – Esses mitos circulam por lugares que falharam em conseguir algum tipo de credibilidade intelectual”

Enquanto isso, mais detalhes da trama do aguardado Venom estão sendo divulgados na internet, como por exemplo, que o longa deve contar com participações de pelo menos três simbiontes, além do protagonista. As informações são do That Hashtag Show.

A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser trailer e pôster oficial. Confira dublado e legendado:

Você era de um jeito e, a partir de amanhã, você será diferente.

Uma publicação compartilhada por Sony Pictures Brasil (@sonypicturesbr) em

Assista também o vídeo direto do set do filme, exibido na CCXP17:

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom Hardy, Michelle WilliamsJenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Bohemian Rhapsody’: Rami Malek brilha como Freddie Mercury em novas fotos

A 20th Century Fox divulgou novas imagens de ‘Bohemian Rhapsody‘, que se concentra desde a formação da banda Queen até seis anos antes da morte de Freddie Mercury.

O filme, que traz Rami Malek no papel de Freddie Mercury, estreia em 1° de novembro em cinemas de todo o país.

Confira, junto com o trailer:

Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Após a saída de Bryan Singer do longa, Dexter Fletcher, diretor de ‘Voando Alto‘, retomou a direção da cinebiografia.

Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

10 curiosidades do DIVERTIDO besteirol ‘Eurotrip – Passaporte Para a Confusão’

Lançado há 20 anos, Eurotrip – Passaporte Para a Confusão se tornou um dos grandes representantes da comédia ‘besteirol’ dos anos 2000. Acompanhando um menino recém-traído e seus amigos em uma viagem pela Europa, o filme é uma grande celebração do politicamente incorreto e uma comédia hilária.

Em comemoração às duas décadas desse longa, o CinePOP selecionou dez curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Pragatrip

Apesar de se chamar ‘Eurotrip’, o nome comum que o pessoal dá para os mochilões pela Europa, o filme foi praticamente todo gravado em Praga, capital da República Tcheca. Isso foi uma alternativa para baratear o projeto. Então, para recriar outros países da Europa, a produção fechava ruas inteiras com telas verdes e inseria os pontos turísticos, como o Louvre e o Big Ben com CGI.

Scotty Doesn’t Know

Existem músicas que marcam filmes, existem filmes que marcam músicas… Mas no caso de “Scotty Doesn’t Know”, é impossível ouvir a música e não pensar em “Eurotrip” e vice-versa. A relação entre os dois é mútua e a canção virou um tipo de hino do longa. Composta e interpretada pela banda norte-americana Lustra, a música tinha uma ordem expressa do diretor, Jeff Schaffer, a ser seguida: deveria recriar a situação mais humilhante possível em uma formatura. Eles conseguiram e ainda expandiram, porque colocaram a música para se tornar um hit em todos os países europeus por onde passaram.

Alcoolizado

Uma das sequências ridiculamente divertidas do filme é a da festa de formatura da galera. Está todo mundo bêbado, eles introduzem “Scotty Doesn’t Know” e o Cooper (Jacob Pitts) tenta se dar bem na piscina. Pois bem, para dar mais realismo à cena, a direção encheu o set de filmagem com barris de cerveja de verdade. Ou seja, parte do elenco manteve o controle, enquanto a outra parte entornou na bebida. Jacob Pitts, por exemplo, tocou o terror. Segundo o diretor, na cena em que o Cooper é arremessado para longa de banheira, o ator estava completamente bêbado.

Matt Damon

A história de como Matt Damon foi parar nesse filme é incrível. O ator estava em Praga para as gravações de A Supremacia Bourne (2004), quando os diretores e roteiristas de Eurotrip o convidaram para fazer uma ponta. Como o filme foi praticamente todo gravado na capital da República Tcheca e o trio criativo era composto pelos melhores amigos do ator na faculdade, Damon tirou um tempinho de sua folga como Jason Bourne para dar uma moral ao filme de seus velhos camaradas.

Time errado

A passagem dos protagonistas por Londres se resume a um bar em que são confrontados por Hooligans do Manchester United. O chefe da torcida organizada é interpretado pelo ator Vinnie Jones. Antes de ser ator, Vinnie foi jogador de futebol e teve passagens marcantes por times ingleses, como Wimbledon, Chelsea e Leeds. Em campo, ele era conhecido como um jogador violento, mas nunca torceu – e jamais torcerá – pelo Manchester United, o que só deixa seu papel ainda mais sensacional.

Vandersexxx

A passagem do grupo em Amsterdã é hilária. Repleta de caos, ela ficou marcada pela ida de Cooper ao clube de sadomasoquismo Vandersexxx. Além dos ajudantes se chamarem Hans e Gruber, fazendo uma homenagem ao vilão Hans Gruber, de Duro de Matar, a “Madame Vandersexxx” é interpretada pela Lucy Lawless, famosa pelo papel de Xena, a Princesa Guerreira.

Ainda mais polêmico

Se o filme já é polêmico fazendo graça com o Vaticano, ele esteve por um tiquinho de se afundar em uma polêmica ainda maior. Na primeira versão do roteiro, Cooper iria a Amsterdã atrás de uma experiência sexual europeia em uma boate de strip chamada “O Quarto Secreto”. O problema é que ele se confundiria e entraria na Casa da Anne Frank. Por lá, ele perguntaria onde fica “o quarto secreto”. O guia indicaria o local e diria que seria uma “experiência para toda a vida”. Cooper chegaria ao quarto de Anne, ficaria pelado na cama e seria visto pelos turistas. Para piorar a situação, ele cobriria o bilau com uma boneca da Anne Frank. Dentro do humor politicamente incorreto, essa subversão poderia ser considerada genial ou ‘problemática até demais’. O diretor achou que eles estariam cruzando demais a linha do aceitável e decidiram cortar essa passagem do roteiro. No lugar, eles escreveram a sequência no Vandersexxx.

Nudez

Outro momento marcante do filme é a praia de nudismo. Originalmente, a sequência teria muito menos nudez, porque a ideia da direção era usar elementos como pranchas de surfe, bolas e guarda-sóis para tampar as partes íntimas. Porém, o diretor disse que essa piada poderia parecer roubada de Austin Powers, então decidiram ir pela nudez total. E gravar esse momento foi bastante complicado, porque os figurantes já estavam desconfortáveis pela nudez completa. Para piorar, estava uma friaca pesadíssima, então eles tinham que usar cobertores entre as cenas. Quem não se incomodou nem um pouco foi Jacob Pitts, que ficou peladão o tempo inteiro.

Outro final

A controversa cena de sexo no Vaticano quase não entrou no corte final, isso porque a ideia inicial era Scott se declarar para Mieke na frente das câmeras do planeta inteiro e seria rejeitado pela menina, passando uma nova vergonha, mas agora em nível mundial. Porém, eles acharam que seria cruel demais até para eles, então decidiram dar um final feliz para o coitado do Scott.

Fracasso

Apesar de ser um filme amado pelos jovens dos anos 2000, Eurotrip – Passaporte Para a Confusão deu um belo prejuízo para o estúdio. Ele arrecadou cerca de 20 milhões de dólares mundialmente, mas teve um custo de aproximadamente 25 milhões de dólares. Por isso, uma sequência ou spin-off jamais foi cogitado.

Eurotrip – Passaporte Para a Confusão está disponível no Globoplay.

Crítica | Case Comigo – Jennifer Lopez retorna DESLUMBRANTE em conto de fadas atraente que estreou na Netflix

Que JLo é uma multiartista, ninguém mais duvida. Aos 52 anos, a atriz, cantora, dançarina e empresária parece estar constantemente atingindo o auge da sua carreira, voltando sempre melhor do que da última vez em que esteve nos holofotes. Recentemente, após um período longe das notícias, ela voltou a se apresentar no SuperBowl, num show explosivo ao lado da colombiana Shakira. Então, durante a pandemia, ela causou frisson ao reatar o relacionamento com seu ex-namorado, Ben Affleck. Agora, quando a gente menos esperava, ela retorna estrelando o romanceCase Comigo’, que chegou pegando o primeiro lugar na Netflix.

Kat Valdez (Jennifer Lopez) é uma superstar da música e acaba de lançar a canção ‘Case Comigo’ com seu noivo, Bastian (Maluma). Os dois vão dar um mega show juntos e, para a alegria dos fãs, vão se casar ao vivo, no palco, na frente de todos. Ou ao menos esse era o planejado, até um vídeo comprometedor de Bastian vazar na internet na hora em que Kat estava para entrar no palco. De coração partido e aturdida, Kat decide ser impulsiva e se casar com qualquer um na plateia, e escolhe aleatoriamente Charlie Gilbert (Owen Wilson), um professor de matemática do ensino básico e que estava na plateia apenas fazendo companhia à sua melhor amiga, Parker (Sarah Silverman), e à sua filha, Lou (Chloe Coleman). Mas dessa vez Kat está decidida a fazer valer, nem que para isso tenha que vir a conhecer seu atual marido.

Em uma hora e meia, o que fica muito evidente em ‘Case Comigo’ é que Jennifer Lopez é um mulherão – muita areia para o caminhãozinho de qualquer um dos dois personagens masculinos. JLo preenche a tela em cada close que aparece. A primeira cena é dela, dançando pra caramba com seus dançarinos, e todas as cenas em que aparece no palco dançando e cantando toda a exuberância de JLo, que nos hipnotiza há quase trinta anos, a faz brilhar em cena, mesmo que seja em cenas simples como passear um cachorro, porque todo o seu figurino é estrondoso.

Só que com tanta luz, todo resto fica ofuscado. Maluma está bem como o galanteador, embora sejam poucas as vezes que aparece. Owen Wilson, por sua vez, não tem química alguma com JLo, e, a bem da verdade, seu personagem é um chato que, mesmo diante de uma situação extraordinária como essa, não só não muda nada em seu estilo de vida, como também acha que pode palpitar na vida de Kat para que ela tenha uma vida melhor. Apesar de bem-intencionada, a construção do romance no roteiro de Harper Dill e John Rogers fica bastante insegura, e, no final das contas, só reforça o abismo que é o mundo dos dois protagonistas. Consequentemente, fica difícil aceitar o final feliz deles no filme de Kat Coiro.

Baseado numa HQ escrita por Bobby Crosby, ‘Case Comigo’ é um conto de fadas atraente, que lembra outra produção em que JLo brilhou, ‘Encontro de Amor’, mas, dessa vez, quem é a princesa cheia da grana é ela. E já era hora mesmo de ela ocupar essa posição, afinal, ela já se firmou como a principal estrela latina do mundo, e, em ‘Case Comigo’, ela mostra exatamente isso. Ah! E fiquem ligados, que a música-chiclete do filme já está tocando nas rádios.

‘Shang-Chi’: Marvel contrata diretor para novo projeto

O futuro do Universo Cinemático Marvel está começando a ganhar forma, e ele inclui o herói versado na arte do kung-fu Shang-Chi.

Segundo o site Deadline, os estúdios desejavam mergulhar no projeto em questão em alguns anos, mas parece que as coisas andaram mais rápido que o esperado. A Marvel já contratou o diretor sino-americano Destin Cretton para encabeçar o longa-metragem.

Seguindo os mesmos passos de Pantera Negra, com elenco e equipe majoritariamente negros, incluindo o diretor Ryan Coogler e o roteirista Joe Robert Cole‘Shang-Chi’ também fará a mesma coisa, focando na cultura asiática e de descendência oriental nos Estados Unidos.

Cretton é mais conhecido por ‘Temporário 12’, filme indie de 2013 que ajudou a lançar a carreira de nomes como Brie LarsonRami Malek.

‘Shang-Chi’ ainda não tem data de estreia prevista para lançamento.

‘O Senhor dos Anéis’: Ator de ‘Game of Thrones’ entra para a nova série da Amazon

O site Deadline confirmou recentemente que Joseph Mawle, conhecido por seu papel com Benjen Stark na épica série Game of Thrones, entrou para o elenco da vindoura produção O Senhor dos Anéis, da Amazon.

Mawle dará vida a um personagem vilanesco, ainda que detalhes não tenham sido revelados.

O ator se junta aos previamente anunciados Maxim Baldry, que terá um significativo papel na série, e a Will PoulterMarkella Kavenagh, que serão os protagonistas.

O show será rodado no místico cenário da Nova Zelândia, que serviu de pano de fundo para as duas trilogias cinematográficas de Peter Jackson.

De acordo com um comunicado divulgado anteriormente, a trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘O Cristal Encantado’: Novo vídeo explora os efeitos especiais da série; Confira!

Netflix divulgou através do canal DNEG um vídeo de bastidores que explora com detalhes os efeitos visuais e especiais de O Cristal Encantado: A Era da Resistência’.

Confira:

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.