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Primeiro Encontro

(Follemente)

 

Elenco:

Edoardo Leo
Pilar Fogliati
Vittoria Puccini

 

Direção: Paolo Genovese

Gênero: Comédia romântica

Duração: 97 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 11 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

PRIMEIRO ENCONTRO traz uma jornada que mergulha os espectadores nas mentes de Piero e Lara durante um primeiro encontro, revelando os pensamentos ocultos e conflitos internos que influenciam suas escolhas.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Paolo Genovese também assina o roteiro ao lado de Isabella Aguilar, Lucia Calamaro, Paolo Costella e Flaminia Gressi;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Astros de Hollywood relembram seus grandes personagens em ensaio fotográfico

Em comemoração do seu aniversário de 20 anos, a revista Empire Magazine lançou um ensaio fotográfico com diversos astros de Hollywood, e nas fotos os atores relembrar personagens que marcaram a sua trajetória no cinema.

De Arnold Schwarzenegger em ‘O Exterminador do Futuro‘ à uma belíssima homagem a ‘Toy Story‘, confira as fotos e suas respectivas referências.

Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint – Harry Potter

Sean Bean e Viggo Mortensen – O Senhor dos Anéis

Arnold Schwarzenegger – O Exterminador do Futuro

Clint Eastwood e Morgan Freeman – Os Imperdoáveis

Christian Bale – Psicopata Americano

Anthony Hopkins e Jodie Foster – O Silêncio dos Inocentes

Mel Gibson – Coração Valente

Sam Neil – Jurassic Park

Laurence Fishburne – Matrix

Simon Pegg e Nick Frost – Todo Mundo Quase Morto

Matt Damon – Franquia Bourne

Jack Nicholson – Melhor É Impossível

Keira Knightley e James Macavoy – Desejo e Reparação

Ben Stiller – Zoolander

Michael Sheen – A Rainha

Arnold Schwarzenegger – O Último Grande Herói

Gerard Butler – 300

Tom Cruise – Minority Report

Kevin Spacey – Se7en – Os Sete Crimes Capitais

Buzz Lightyear e Woody – Toy Story

Kevin Spacey é excluído de especial de fim de ano

A situação de Kevin Spacey no ramo do entretenimento está cada vez mais decadente, desde as acusações sobre assédio sexual contra outros homens, envolvendo o vencedor do Oscar.

O mais recente capítulo inclui sua exclusão do especial de fim de ano que celebra o 50º aniversário do programa de sketches da atriz Carol Burnett, o ‘The Carol Burnett Show’.

A informação foi divulgada pelo site The Hollywood Reporter, que também apontou que a participação do ator já havia sido gravada e será apenas excluída.

Produzido pela emissora CBS, o Carol Burnett 50th Anniversary Special será exibido no dia 03 de dezembro e vai contar com uma série de celebridades participantes, que incluem Jim Carrey, Kristin Chenoweth, Stephen Colbert, Harry Connick Jr., Bill Hader, Jay Leno, Jane Lynch, Bernadette Peters, Maya Rudolph e Martin Short.

 

 

‘Big Little Lies’: Reese Witherspoon celebra o fim das filmagens; Confira a imagem!

As filmagens de ‘Big Little Lies’ já se encerraram. E a atriz Reese Witherspoon decidiu comemorar o momento, em uma nova publicação por meio de seu Instagram.

Confira:


Nicole Kidman e Reese Witherspoon são novamente as produtoras da nova temporada, e também retornam às suas respectivas personagens. Liane Moriarty, autora do livro no qual a primeira temporada é baseada, volta assinando parte da nova história para a segunda temporada. A diretora Andrea Arnold comanda os sete novos episódios, com Jean-Marc Vallée, diretor original, servindo como produtor.

A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Personagens de ‘Raio Negro’ vão aparecer no Arrowverse

Os fãs da série ‘Raio Negro‘ podem comemorar, pois alguns personagens da narrativa farão sua estreia no crossover Arrowverse, intitulado ‘Crise nas Infinitas Terras’. A informação foi compartilhada pela própria emissora The CW, durante a turnê de imprensa do Television Critics Association.

Essa será a primeira vez que ‘Raio Negro‘ participa do crossover. Desde sua estreia, em 2018, a produção tem se mantido separada do Arrowverse. Mas para o presidente da CW, Mark Pedowitz, chegou a hora de unir a série às demais produções da DC.

Disse:

“Toda a teoria de Crise nas Infinitas Terras é o colapso de universos alternativos. E essa série é uma propriedade da DC. Nós pensamos que seria o momento certo se o Salim Akil (produtor executivo) estivesse interessado em fazer isso. Nós tivemos uma conversa com ele e ele disse que faria muito sentido essa conexão nesse momento. Ele está em seu próprio universo. Ele está fazendo suas próprias coisas. Nós não teríamos feito isso se Salim não tivesse topado”.

 

O crossover será dividido em cinco partes, que estreará dia 8 de dezembro e será concluído no dia 14 de janeiro de 2020.

Confira o calendário em detalhes:

Parte 1: Supergirl – 8 de dezembro (Domingo)

Parte 2: Batwoman – 9 de dezembro (Segunda)

Parte 3: The Flash – 10 de dezembro (Terça)

Parte 4: Arrow – 14 de janeiro de 2020 (Terça)

Parte 5: Legends of Tomorrow – 14 de janeiro de 2020 (Terça)

O próximo crossover terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

Crítica | A Química que Há Entre Nós: Drama com Lili Reinhart explora o peso do luto na adolescência

Essas combinações químicas que transbordam em um emocional naturalmente problemático e intenso, a inadvertida transformação hormonal que rompe literalmente pelos poros e a constante sensação de desajuste social…A adolescência é um dos ápices da complexidade da vida humana, onde padrões são estabelecidos, traumas podem ser gerados e identidades gradativamente são formadas. E essa implosão catártica ganha vida aqui em A Química que Há Entre Nós (Chemical Hearts), novo drama coming of age da Amazon Studios, estrelado por Lili Reinhart (Riverdale) e Austin Abrams (Euforia). E como uma convulsão biológica que se extravasa em sentimentos, a produção cruza as barreiras do raso, entregando uma adaptação cinematográfica que dá voz aos tormentos juvenis que tantas vezes são abafados em batidos estereótipos teens.

Sob a direção e roteiro de Richard Tanne, a adaptação do popular livro de Krystal Sutherland tenta fazer um raio X das emoções adolescentes aprisionadas. Trazendo um contraste entre dois personagens que (teoricamente) emanam apatia por perspectivas bem opostas, o longa tenta entender a problemática hormonal e emocional que rege essa fase da vida. E à medida que o diretor busca dar um nome científico às emoções afloradas dessa faixa etária – como o amor, o ódio, o rancor, o medo e a solidão -, mais ele se rende ao fato de que, em essência, alguns sentimentos são apenas pesados demais para lidar aos 16 anos de idade.

Com uma trama que explora uma jovem que ainda lida com a dor da perda do seu primeiro amor, A Química que Há Entre Nós (Chemical Hearts) faz um relato sensível sobre as durezas do luto durante a adolescência e o peso que ele é capaz de trazer para a vida, afetando tudo ao redor. Apresentando uma versão mais frágil e desnuda de Lili Reinhart, o drama mostra o potencial que a popular atriz de Riverdale possui, destacando ainda Austin Abrams, que ajuda a dar corpo à dramaticidade da história, como um garoto que lamenta as poucas experiência da sua juventude e que acaba sendo confrontado pelo fardo emocional dessa misteriosa garota.

Fazendo um contraponto entre o amor e o sofrimento – que nasce dessa paixão teen, o drama ainda aborda a depressão juvenil, abrindo espaço para uma reflexão sábia e delicada a respeito de como as pressões impostas à juventude estão contribuindo para uma geração cada vez mais fatigada antes mesmo dos 18 anos. E embora não seja suficientemente ousado em sua narrativa e tão pouco inovador, A Química que Há Entre Nós (Chemical Hearts) não perde o seu brilho como uma boa história sobre amadurecimento e consegue cativar a audiência durante todo o tempo de tela, ainda que sua trama seja bem previsível.

Explorando também o quão tortuoso e problemático é projetar a cura emocional em um novo relacionamento amoroso, o drama adolescente acerta por não romantizar o sofrimento e por não glamourizar a solução mágica de um trauma, a partir da dependência afetiva. Simbólico do começo ao fim, A Química que Há Entre Nós (Chemical Hearts) não tem receio de tocar e expor as feridas da alma e pode até mesmo se tornar uma experiência catártica para aqueles que ainda sufocam as dores e as perdas do passado ou até mesmo do presente.

‘A Crônica Francesa’: Filme de Wes Anderson será lançado no Festival de Cinema de Nova York

O aguardado filme, ‘A Crônica Francesa’, do aclamado cineasta Wes Anderson, terá sua premiere no Festival de Cinema de Nova York. O anúncio foi feito pela própria organização oficial do evento.

O festival acontece entre os dias 24 de setembro e 10 de outubro, mas a data de estreia do longa ainda não fora anunciada.

O longa ainda não possui data de lançamento nos cinemas brasileiros.

Assista a dois novos clipes oficiais do filme:

Em uma recente entrevista ao IndieWire, o lendário compositor Alexandre Desplat revelou que já assistiu ao corte final da obra e não poupou elogios a ela.

“Eu assisti à versão finalizada [do longa] há algum tempo, e é simplesmente incrível”, ele comentou. Segundo Desplat, a obra talvez seja “até maior que ‘O Grande Hotel Budapeste’.

A produção terá 108 minutos de duração (1 hora e 48 minutos).

O filme traz no elenco Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As gravações ocorreram na França.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas e se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

Jay Duplass se junta à Jessica Chastain em novo TERROR do diretor de ‘Cuidado Com Quem Chama’

O ator e cineasta Jay Duplass, vencedor do Emmy, vai contracenar com Jessica Chastain no próximo longa de terror dirigido por Rob Savage (‘Cuidado Com Quem Chama‘, ‘Dashcam‘) para a Universal Pictures. A novidade doi confirmada com exclusividade pelo Deadline.

O filme é uma adaptação do romance Incidents Around the House, lançado em junho de 2024 pelo autor Josh Malerman, conhecido por Bird Box.

A história acompanha Bela, uma menina de oito anos que vive em um lar marcado pelas tensões no casamento de seus pais. Sua vida muda drasticamente quando ela começa a ser assombrada por uma entidade sinistra que ela chama de “Outra Mamãe”. Essa figura misteriosa surge do armário e, de forma inquietante, repete: “Posso entrar no seu coração?”. Bela recusa, mas as manifestações de “Outra Mamãe” se tornam cada vez mais intensas e perigosas.

O roteiro foi adaptado por Nathan Elston, roteirista associado à série ‘Succession‘.

Entre os produtores, temos dois grandes nomes do terror contemporâneo: James Wan, da Atomic Monster, e Jason Blum, da Blumhouse, em parceria com a Spin a Black Yarn, produtora do próprio Malerman.

Alayna Glasthal supervisiona a produção pela Atomic Monster, enquanto Michael Clear, Judson Scott, Macdara Kelleher, Rob Savage, Josh Malerman e Ryan Lewis atuam como produtores executivos.

Jay Duplass, que forma com o irmão Mark Duplass a aclamada dupla criativa Duplass Brothers, vive uma fase de retomada na direção. Recentemente, estreou como diretor de longa após 14 anos com ‘The Baltimorons’, exibido no SXSW 2025. Seu próximo filme, ‘See You When I See You‘, já está em pós-produção.

Como ator, Duplass tem se destacado em séries como Dying for Sex (FX) e Industry (HBO), além de atuar no drama The Caine Mutiny Court-Martial, dirigido por William Friedkin.

‘Black Mirror’: Episódio dirigido por Jodie Foster ganha pôster nacional; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro pôster nacional da 4ª temporada de ‘Black Mirror’, mais precisamente do episódio ‘Arkangel‘, dirigido por Jodie Foster.

Arkangel‘ foi escrito por Charlie Brooker, o criador da série, o episódio conta com Rosemarie Dewitt, Owen Teague e Brenna Harding no elenco. Confira a arte:

O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.

Recentemente, foram divulgadas as primeiras imagens: do episódio ‘Arkangel‘ e do ‘USS Callister‘.

Confira, com o primeiro vídeo oficial:

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

‘Do Jeito Que Elas Querem’: Comédia estrelada por Diane Keaton e Jane Fonda ganha cartaz

‘Do Jeito Que Elas Querem’ (‘Book Club’), drama estrelado por Diane Keaton e Jane Fonda ganha seu primeiro cartaz nacional. Confira:

A produção marca a estreia do produtor Bill Holderman como diretor. Holderman também coassina o roteiro ao lado da produtora e roteirista Erin Simms.

A história ambientada na Califórnia e no Arizona retrata as rotinas de quatro amigas, que veem suas vidas virarem de cabeça para baixo quando dão inicio a nova leitura do mês e são apresentadas ao livro ‘Cinquenta Tons de Cinza’. Diane (Diane Keaton) ficou viúva após 40 anos de casamento. Vivian (Jane Fonda) gosta de seus relacionamentos sem compromisso. Sharon (Candice Bergen) ainda está trabalhando em um divórcio de décadas e o casamento de Carol (Mary Steenburgen) está em baixa após 35 anos.

Com distribuição nacional pela Paris Filmes, o longa tem estreia agendada para 14 de junho.

 

‘Star Trek: Discovery’: 2ª temporada ganha pôster e previsão de estreia

A revista EW divulgou o primeiro pôster da 2ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’, que também revela que o segundo ano irá estrear em janeiro de 2019. Confira:

Alex Kurtzman assumirá o papel de showrunner pelo resto da 2ª temporada. No entanto, em virtude do tumultuado momento, a série passará por um hiato planejado, logo após a finalização do quinto episódio. Em seguida, ele assume o comando da produção.

Kurtzman possui uma filmografia com vários blockbusters, além de ser um dos roteiristas que assina a trama de ‘Além da Escuridão – Star Trek‘.

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

‘My So-Called Life’ – A série sem final que marcou os anos 90; Você lembra?

Um coming of age atemporal

Existem certas séries que ficam no nosso imaginário ao longo dos anos, por mais que a gente só lembre de pequenos flashes delas, do estilo de determinado personagem e de um ou outro diálogo marcante.  My So-Called Life, exibida no Brasil com o péssimo título de Minha Vida de Cão, foi uma dessas para mim: passei anos lembrando de uma época da minha infância em que Claire Danes exibia belíssimos cabelos vermelhos em uma história de adolescentes, colégio e amores platônicos – tanto que decidi rever aos 20 anos para finalmente entender porque o seriado tinha me marcado tanto quando eu era criança.

Na época, 2011, eu logo entendi que eu só lembrava de pequenos detalhes do programa porque ele não era mesmo voltado para uma criança da minha idade quando passou na televisão pela primeira vez. Eu certamente só tinha ficado encantada com o estilo da protagonista e o universo de colégio para ter uma recordação tão forte dele, mas era impossível ter entendido o que a história queria de fato passar quando eu só tinha 5 anos. É que indo muito além de outros programas do gênero que só sabiam trazer clichês e mais clichês, My So-Called Life, exibida entre 1994 e 1995, era uma série à frente de seu tempo, onde assuntos como homossexualidade, liberdade sexual da mulher e outros tabus para a década eram mencionados abertamente pelos personagens profundos e muito bem construídos. Assim, aos 20, pude finalmente absorver toda aquela mensagem e aí sim, entender todos os dilemas de Angela Chase e virar fã de verdade.

Mas, em um desses dias de ócio em que nos pegamos relembrando séries/filmes que marcaram nossa vida, pensei: como seria rever a série oito anos depois e já bem distante de todo aquele universo adolescente que eu tanto me identificava? Meu medo era de que o roteiro perdesse a qualidade da qual eu me lembrava por não dialogar mais diretamente com a minha faixa etária – ou então acontecesse aquele típico caso em que só gostamos de algo pelo valor afetivo e nostálgico. Só que, para minha surpresa, rever os 19 episódios aos 28 anos só me fez gostar ainda mais de tudo e lamentar por um programa tão bom ter chegado ao fim de forma abrupta, sem um final para chamar de “nosso” (por mais que a season finale nos permita imaginar uma resolução aqui e outra ali). E ainda que exale os anos 90 nas vestimentas dos personagens e na trilha sonora (o que só me faz amar ainda mais por ser apaixonada por essa década), Minha Vida de Cão pode ser considerada uma série atemporal por, desde aquela época, abordar temas que fazem parte da juventude de hoje. E tudo isso sem medo de colocar o dedo na ferida, com personagens que geram identificação, e contando tanto com um diálogo consistente quanto com a expressão dos atores para passar a mensagem que deseja. Ponto para a criadora Winnie Holzman, que também é a autora do aclamado musical Wicked.

Colégio sem clichês: personagens que ultrapassam estereótipos

“A escola é um campo de batalha para o seu coração”  (Episódio Piloto)

 

Quando se fala em séries adolescentes com o colégio como pano de fundo, muita gente que passou dessa fase já torce o nariz por imaginar que a história trará aqueles personagens clichês de sempre: a patricinha, uma nerd desajeitada, um atleta bonitão e por aí vai. Nos anos 80, filmes como Clube dos Cinco, de John Hughes, já conseguiram desconstruir esses estereótipos apresentando protagonistas profundos e que vão além do que a imagem que carregam deixa transparecer – e seguindo essa mesma linha, My So-Called Life nos apresenta heróis e anti-heróis (ou todos sendo os dois ao mesmo tempo, na verdade) que ficam longe de fórmulas feitas e poderiam ser qualquer um de nós.

Sim, Jordan Catalano (Jared Letto) pode parecer o típico bad boy galã à primeira vista, assim como Brian Krakow (Devon Gummersall) lembra os garotos nerds que são incapazes de magoar alguém. Mas, em alguns episódios, os papéis podem se inverter e o primeiro ter uma atitude fofa (como no icônico episódio em que ele finalmente assume Angela e anda de mãos dadas com ela pela primeira vez no corredor do colégio) enquanto o segundo magoa os sentimentos de uma simpática Adelia que só queria ser chamada para o baile pelo garoto por quem era apaixonada (quem não quis socar Brian nessa cena? Eu certamente sim). Do mesmo modo, a ex-melhor amiga de Angela Chase, Sharon (Devon Odessa), surpreende quem esperava que seu jeito doce a impedisse de ter uma vida sexual ativa antes do casamento e sem ser perdidamente apaixonada pelo garoto em questão. Já Rayanne Graff (A.J.Langer), que poderia ser considerada uma popular sem pudores, mostra um lado menos autoconfiante quando fica claro que o medo da solidão e a falta do pai são suas maiores fraquezas.

Até mesmo a personagem de Claire Danes, que vive o máximo clichê de ser apaixonada pelo bonitão do colégio enquanto um vizinho/amigo de infância a ama de verdade, sai dos moldes ao não se apresentar como uma protagonista sem defeitos. Já no piloto, ela mostra que está longe da perfeição quando rompe com sua melhor amiga de anos sem mais nem menos apenas para andar com outras pessoas – Rayanne e Rickie – e se descobrir. O cabelo tingido de vermelho é o responsável por marcar essa transição, mas as transformações e camadas de Angela Chase vão muito além dos fios tingidos.

Talvez, tenha sido justamente essa quebra de expectativas que tenha causado o cancelamento precoce da série lá em 1995 por conta da baixa audiência. Mas, nem perto de ser uma série datada, My So-Called Life  até hoje é lembrada como referência para séries adolescentes bem construídas, já que um de seus fortes é ter personagens que não se limitam à dualidade de bem/mal – nem dentro do pátio do colégio e muito menos na vida.

Feminismo/sororidade entre mulheres

 

“Por que as garotas precisam fazer as outras chorarem?”

(Episódio 5: The Zit)

“Mas eu acho que tem um monte de razões para odiá-la sem precisar falar da vida sexual dela”

(Episódio 7: Why Jordan Can’t Read)

Hoje em dia, com o discurso feminista cada vez mais forte, é até esperado que os filmes e séries considerem essa temática na hora de construir a história e a personalidade dos personagens. No entanto, nos anos 90, ver um programa adolescente que abordava conceitos do movimento através dos diálogos entre as personagens era um achado – e o seriado também fez isso muito bem.

Até mesmo a dupla que foi feita para ser inimiga, Sharon e Rayanne, teve um bonito arco de amizade não-assumida. Confesso que gostava muito mais das duas juntas que qualquer uma delas com Angela, já que a química em cena entre as jovens atrizes era incrível, e o jeito muito diferente de ambas só tornava essa parceria ainda mais interessante de se assistir.

Um dos melhores momentos, que inclusive traz o viés feminista de liberdade sexual, é quando Sharon se sente culpada por estar transando com seu ex sem amá-lo e Rayanne explica que ela pode, sim, se permitir sentir prazer sem que a paixão esteja atrelada ao ato sexual em si. A personagem de A.J. Lange, inclusive, é uma boa representante desta temática com seu espírito livre nos relacionamentos (a ponto de até esquecer o nome de com quem sai, como os garotos do colégio também faziam sem que fossem julgados por isso).

Essa liberdade sexual de Rayanne Graff só é questionada no seriado quando rompe um dos conceitos mais importantes do feminismo: o de sororidade entre mulheres. Se você já assistiu à série, certamente já sabe do que estou falando; mas, para evitar spoiler para quem ainda não viu e pretende fazer esse favor a si mesmo, vou ignorar o fato do programa já ter mais de 20 anos e não falar nada além disso para não estragar a experiência ao assistir a história (de nada!).

Outro episódio que pode ser destacado é o 12º, intitulado de Self-Steem. Nele, de um modo sutil, o programa fala sobre a falta de amor próprio que algumas garotas acabam tendo quando decidem se entregar a alguns relacionamentos amorosos – da professora interessada no novo professor do colégio à aluna CDF que finge ter tirado nota baixa só para estudar com o garoto que gosta e não ferir seu ego. Tendo como foco Angela Chase e outras personagens secundárias, a série mostra como às vezes nos anulamos para agradar/conquistar o outro.

E para finalmente fechar os exemplos, como não falar do 5º episódio? Nele, a partir de uma simples espinha da protagonista, a série questiona os padrões de beleza e, através de Patty (a excelente Bess Armstrong), a mãe de Angela, também fala sobre como é mais difícil para a mulher lidar com  a fase do envelhecimento. No fim, com uma bela mensagem através da narração em off da protagonista, deixa claro que cada uma é linda a seu modo, seja na infância, na juventude ou já ficando mais velha e com linhas de expressão bem marcadas. We go, girls!

Mãe e filha: um relacionamento nada Lorelai e Rory Gilmore

“Às vezes, eu não consigo olhar para a minha mãe sem desejar esfaqueá-la repetidas vezes”

(Episódio Piloto)

Quem já viu Gilmore Girls, a série de Amy-Sherman Palladino, que também marcou uma geração, sabe que o bom relacionamento entre mãe e filha é um dos principais pontos fortes da história. Lorelai e Rory Gilmore, interpretadas respectivamente por Lauren Graham e Alexis Bledel, mostravam em todos os episódios como uma era a melhor amiga da outra, e como não existia nenhum assunto tabu entre ambas – por mais que, como em toda amizade, também se desentendessem às vezes. Mas, se você espera ver uma relação parecida com essa em My So-Called Life, já fica o aviso: Angela e Patty Chase nada tem a ver com as “garotas Gilmore”, e as discussões entre as duas são constantes ao longo da temporada.

Com isso, a série consegue mostrar de uma forma muito natural o distanciamento dos filhos com a chegada da adolescência. Ainda que existam exceções, é muito comum que a puberdade – época em que os hormônios estão à flor da pele e a personalidade começa a ser moldada – acabe criando uma certa barreira no núcleo familiar, principalmente quando fica claro que os pais não são tão perfeitos assim (como no momento em que Angela descobre que seu pai, vivido pelo ator Tom Irwin, estava quebrando a promessa de fidelidade do casamento flertando com outra mulher).

No entanto, apesar de todos os atritos, é para eles – principalmente para a mãe – que Angela recorre quando algo dá errado e precisa de alguém responsável ao lado ou apenas de um ombro amigo (quem nunca?). Sabe a famosa frase de O Mágico de Oz, “There is no place like home”? Então. Ela define perfeitamente o relacionamento de amor/ódio entre a personagem de Claire Danes e sua família protetora – e o mérito da série é mostrar essa “montanha-russa” de sentimentos de maneira muito realista.

Homossexualidade como um dos temas principais quando ainda era tabu

“Ninguém deveria odiar quem realmente é”

(Episódio 12 – Self-Steem)

Ver personagens LGBT em filmes e séries não é mais novidade hoje em dia, ainda mais quando a representatividade de minorias tem ganhado cada vez mais força no mundo do cinema. Mas, nos anos 90, não era tão fácil assim trazer este assunto à tona – e, quando acontecia, era muito comum que a representação viesse carregada de estereótipos ou apenas funcionasse como um alívio cômico na história.

Em Minha Vida de Cão, no entanto, isso não acontece: o personagem gay, Rickie Vazquéz (Wilson Cruz), não está no enredo apenas para ser o melhor amigo da protagonista e muito menos como o responsável pelas risadas da série. Ele tem seu próprio arco dramático – inclusive, um dos mais importantes do programa – e fala o tempo todo sobre a dificuldade de se encontrar e se adequar em um mundo heteronormativo. E o assunto é tratado de uma forma tão responsável e correta que a trama pode ser assistida nos dias de hoje sem a necessidade de retoques nos diálogos para que se encaixe de uma maneira melhor no discurso atual. Alguém ainda tem dúvidas de que o seriado era mesmo à frente do seu tempo?

Trilha sonora e o estilo dos anos 90

“Well, hang on

Don’t let yourself go, ‘cause everybody cries

And everybody hurts, sometimes…”

(R.E.M – Everybody Hurts)

Revisitar My So-Called Life também é uma boa oportunidade de rever os anos 90. Seja pelo look dos personagens – com a pegada grunge, cheia de xadrez e sobreposições, que bombava na época – ou pela trilha sonora (que conta com nomes como R.E.M, The Cranberries e Buffalo Tom) é quase como se transportar para a década pela qual muita gente é apaixonada.

Assim, além da necessidade de imaginar um final por conta própria, difícil é terminar o programa sem sentir vontade de viver novamente – ou pela primeira vez, dependendo da sua idade – aqueles tempos em que os personagens estavam. O bom é que sempre há a chance de ver tudo de novo (como eu fiz pela terceira vez) e colocar hinos da série – como Late At Night, I Wanna Be Sedated e Everybody Hurts – para tocar nos fones incessantemente. É o que tenho feito antes de decidir começar minha 4ª maratona daqui a alguns anos – e provavelmente ver todos essas qualidades atemporais novamente e alguns detalhes que só a experiência de vida vai me mostrar. Não é qualquer programa que consegue fazer isso… Que série, amigos!

Sylvester Stallone indica que não retornará ao papel de Rocky Balboa

O fim de uma era? O ator Sylvester Stallone, responsável por encarnar icônicos personagens como Rambo e Rocky, diz que dará seu adeus para o personagem que o consagrou no Cinema.

Foi o que ele deu a entender em uma publicação de um vídeo recente no Instagram no qual afirma que esse foi “seu último rodeio”:

“Bem, este é provavelmente o meu último rodeio porque o que eu pensei aconteceu, e tem acontecido, eu nunca tive a expectativa. Eu achei que Rocky estava acabado em 2006 e estava bem com isso. Então, esse jovem homem (Michael B. Jordan) se apresentou e tudo mudou. Fui para uma nova geração. Novas histórias. Novas aventuras.”.

Desse modo, Stallone afirma que o manto será passado a Jordan que carregará o legado da franquia em futuros filmes.

“Eu não podia estar mais feliz em dar um passo atrás porque toda a minha história tem sido contada, e há um novo mundo que está se abrindo para o público, com a nova geração. Agora, você tem que carregar o manto. Eu apenas quero agradecer todos ao redor do mundo por terem carregado Rocky em suas famílias por 40 anos. Tem sido meu grande privilégio criar e interpretar esse personagem. Infelizmente tudo passa… e acaba. Eu amo vocês, pessoas generosas e gentis, e o Rocky também.”.

Uma declaração bastante emocionante, não? Se for assim, será uma pena se despedir desse grande personagem com a estreia de ‘Creed II‘ que só chega ao Brasil em 24 de janeiro de 2019.

‘Shazam!’: Zachary Levi fala sobre futuro do personagem no DCEU

Em entrevista ao site ComicBook.com, o astro de Shazam!’Zachary Levi, falou sobre o futuro de seu personagem no universo estendido da DC nos cinemas,

“Eu encaro [o futuro] da forma que meus chefes pedirem para encarar”, ele declarou. “Ainda estou sendo introduzido ao personagem e ao mundo em que ele vive. Temos todas as pessoas da DC, que são muito sagazes e talentosas. E todas estão trabalhando nessa história. Acho que ainda há muitas coisas legais e jornadas para todos os personagens, incluindo Shazam”.

O filme ganhou bastante aclamação dos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 350 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Nada dura para sempre no primeiro trailer de ‘Viúva Negra’; Confira!

Marvel Studios acabou de divulgar o primeiro trailer do aguardado filme ‘Viúva Negra’.

Confira:

O longa estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh, e O.T. Fagbenle

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Lady Gaga lança “Rain On Me”, colaboração com Ariana Grande para seu 6º álbum de estúdio

Lady Gaga acabou de lançar “Rain On Me”, 2º single oficial de seu próximo álbum de estúdio, ‘Chromatica’. A música é feita em colaboração com a popstar Ariana Grande e pode ser conferida em todas as plataforma digitais.

Ouça:

Enquanto isso, o CD estará disponível para o público a partir do dia 29 de maio.

A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Grande, Elton JohnBLACKPINK. A versão deluxe, que será distribuída pela Target, tem três faixas adicionais.

Confira a tracklist:

  1. “Chromatica I”
  2. “Alice”
  3. “Stupid Love”
  4. “Rain on Me” com Ariana Grande
  5. “Free Woman”
  6. “Fun Tonight”
  7. “Chromatica II”
  8. “911”
  9. “Plastic Doll”
  10. “Sour Candy” com BLACKPINK
  11. “Enigma”
  12. “Replay”
  13. “Chromatica III”
  14. “Sine from Above” com Elton John
  15. “1000 Doves”
  16. “Babylon”

Versão deluxe:

  1. “Love Me Right”
  2. “1000 Doves” (demo)
  3. “Stupid Love” (remix por Vitaclub Warehouse)

Este é o primeiro álbum de estúdio de Gaga em quatro anos. Seu último lançamento solo ocorreu em 2016, com o premiado ‘Joanne’; logo depois, a artista migrou para as telonas com o remake de ‘Nasce Uma Estrela’, filme que estrelou e pelo qual ficou responsável pela aclamada trilha sonora.

‘Velozes e Furiosos: Spy Racers’: 2ª temporada da série da Netflix ganha trailer cheio de ação; Confira!

A DreamWorks divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Velozes e Furiosos: Spy Racers‘, série derivada da franquia homônima.

Os novos episódios estreiam no dia 09 de outubro, na Netflix.

Confira:

A trama acompanha o personagem Tony Toretto, o primo mais novo de Dominic Toretto. Ele e seus amigos são recrutados por uma agência do governo para entrar em uma competição de corridas na esperança de se infiltrar em uma perigosa organização criminosa.

Além de Tyler Posey (‘Teen Wolf’), que empresta sua voz a Tony, o elenco de dublagem conta com a filha de Vin Diesel, Similce, intérprete da irmã mais nova do personagem Frostee Benson (Luke Youngblood).

A produção executiva da animação fica por conta de Tim Hendrick e Bret Haaland.

‘Mortal Kombat’: Trailer do reboot será lançado AMANHÃ!

E finalmente está chegando!

Warner Bros. revelou recentemente que o trailer completo do reboot de ‘Mortal Kombat’ será lançado amanhã, 18 de fevereiro.

Confira as primeiras cenas do longa abaixo:

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Loucas pra Casar’: Comédia com Ingrid Guimarães já está disponível na Netflix

A comédia ‘Loucas pra Casar’, estrelada por Ingrid GuimarãesSuzana PiresTatá Werneck, já está disponível na Netflix!

O título foi adicionado à plataforma de streaming hoje, 06 de julho.

Na trama, Malu (Guimarães) tem 40 anos e trabalha como secretária de Samuel (Márcio Garcia), o homem de sua vida. Apesar de estarem namorando há três anos, não há o menor indício de que um pedido de casamento esteja por vir. Um dia Malu percebe que faltam algumas camisinhas no estoque pessoal do namorado e logo deduz que ele tem uma amante. Após contratar um detetive particular, ela descobre outras duas mulheres na vida de Samuel: a dançarina de boate Lúcia (Pires) e a fanática religiosa Maria (Werneck). É claro que as três irão disputar a preferência do amado.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Roberto Santucci.

Fabiana KarlaGuida ViannaAlice BorgesCharles ParaventiRogério FróesEdmilson FilhoAline Fanju também fizeram parte do elenco.

Apesar das críticas mistas, a comédia tornou-se um sucesso de público e arrecadou mais de R$45 milhões nas bilheterias nacionais.

‘Sunset – Milha de Ouro’: 4ª temporada do reality show já está disponível na Netflix!

reality show ‘Sunset – Milha de Ouro’ (‘Selling Sunset’) finalmente retornou com novos episódios à Netflix!

A 4ª temporada estreou no último dia 24 de novembro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A trama acompanha as corretoras de imóveis de elite do Oppenheim Group, que vendem uma vida de luxo aos endinheirados de Los Angeles. Os relacionamentos são cruciais, e por isso geram fortes conflitos.

Assista à nossa crítica:

‘Riverdale’: Tabitha volta no tempo na promo oficial do episódio 06×11; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “Angels in America”, 11º episódio da 6ª temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “depois de descobrir que o plano de Percival em revigorar Riverdale culminaria com o fim do Pop’s, Tabitha procura por uma maneira de impedir isso. Entretanto, quando se torna alvo de um dos asseclas de Percival, o incidente a leva de volta no tempo e em busca de respostas”.

O capítulo vai ao ar no dia 24 de abril.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Um dos filmes MAIS DETONADOS do ano estreia em 1º lugar na Netflix dos EUA

‘Morbius’, adaptação da Sony Pictures estrelada por Jared Leto, se tornou um dos maiores fracassos de 2022.

O filme foi detonado pelos críticos, conquistando apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, e falhou em chamar o público aos cinemas.

Com orçamento de US$ 75 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 163,9 milhões – o que gerou US$70 milhões de prejuízo para o estúdio.

Entretanto, isso não impediu que o longa-metragem se tornasse um sucesso nas plataformas de streaming e, depois de ter alcançado o topo do ranking da HBO Max na América Latina, fez o mesmo feito ao estrear em 1º lugar da Netflix dos EUA (via WGTC).

Como faz menos de 48 horas que o título foi disponibilizado no serviço, a contagem de horas ainda não foi revelada.

Na trama, Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?

Relembre os dez primeiros minutos abaixo:

‘O Diabo Veste Prada’ envelheceu como um bom vinho…

Ah… O Diabo Veste Prada… O mundo da moda é um dos poucos com uma gama extensa de infinitas possibilidades a serem exploradas. Desde que o homem aprendeu a se enxergar como um ser autossuficiente e dotado de personalidade, a maior forma de expressão com o qual conseguiu de identificar foi através do vestuário: e a história das roupagens e dos trajes dita, ao mesmo tempo, as regras socioeconômicas de determinada época, correlacionando-se a um pano muito maior do que se pensa, além de servir como principal fator para a diferença abismal entre as castas sociais.

Entretanto, apesar das duras críticas que são feitas acerca dessa indústria multibilionária, é inegável dizer que ela dá margem a aspirações, desejos, ambições, permitindo o constante fomento do ser humano de ser qualquer pessoa que bem desejar apenas por portar um símbolo de seu individualismo.

‘O Diabo Veste Prada 2’ ultrapassa US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais

Não é nenhuma surpresa que essa vertente artística seja uma das principais a serem exploradas ao máximo pelo cinema, pela televisão e pela literatura – e se os esforços de Ryan Murphy para recontar os eventos acerca da morte de Gianni Versace partem de uma premissa dramática e verídica, David Frankel já havia nos fornecido uma perspectiva tão crível quanto, mas se valendo de doses muito equilibradas de humor, drama e uma ácida ironia crítica com uma das obras mais adoráveis da contemporaneidade: O Diabo Veste Prada’.

Baseado no romance homônimo de Lauren Weisberger – e de forma inesperada em suas próprias experiências profissionais -, a narrativa traz figuras que se tornariam icônicas e até mesmo idolatradas por grande parte do público apaixonado por comédias românticos e jornadas de superação. O resultado não é apenas satisfatório, como transforma o escopo arquitetado por ambos o cineasta e a autora em um microcosmos deliciosamente perigoso e envolvente.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Revelado quanto Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt receberam pelo longa; Confira!

DOLCE VITA

O gosto agridoce do poder e do sucesso é um dos principais temas a girarem em torno da protagonista da história. Iniciando-se com uma sequência quase surreal na qual inúmeras mulheres com corpos esculturais e dotadas de uma beleza magnífica e artificial, é justamente o rosto de Andrea “Andy” Sachs (interpretada pela carismática Anne Hathaway) que se destaca, seja por sua personalidade dissonante, seja pelo naturalismo exacerbado que sua despreocupada personalidade se propõe a mostrar aos outros. É claro que, a priori, ela não se encontra mergulhada na competitiva indústria da moda – inclusive reafirma através de breves e sedutores monólogos o quão vazio ela acha essa vertente artística, principalmente por considerá-la extremamente manipuladora.

Mesmo assim, Andy está inserida em um contexto vivido pela maioria das pessoas: a forma irônica com que o destino trabalha. Não é surpresa, levando essa premissa em consideração, que seu promissor currículo como jornalista recém-formada caia nas mãos do empresário Irv Ravitz (Tibor Feldman), responsável pela firma editorial Elias-Clark. O grupo independente é reconhecido por ser um dos mais viscerais do mundo editorial e por sua expansiva gama de temas e abordagens – e seu nome é sustentado pela revista de moda Runway, uma das mais conhecidas globalmente e que inclusive possui filiais em diversos países, incluindo a capital da moda, Paris. A personalidade despojada e kitsch da personagem principal logo é percebida até mesmo com certo receio; sua autoestima e força de vontade funcionam como um paradoxo a ser analisado com exímia cautela, ainda mais durante o primeiro encontro entre ela e a egocêntrica primeira-assistente Emily (Emily Blunt).

O confronto ideológico entre as duas também serve como base para todo o desenrolar da narrativa e para a concepção de arcos de redenção e de amadurecimento que permeiam cada uma das figuras do longa-metragem. Emily tornou-se responsável por escolher a segunda-assistente da diretora da revista, mas até agora não conseguiu achar alguém à altura de substituí-la, visto que foi recentemente promovida. Mas sua habilidade em se mostrar para os outros não é de forma alguma intimidadora para Andy, a qual observa o seu possível futuro local de trabalho com uma mistura de pavor e reverência, evidenciada pelo uso de cores explosivas e quentes em contraste com seu figurino desbotado e bem mais sutil.

Frankel já demonstra suas habilidades de criação atmosférica logo no primeiro ato, com sequências filler e de continuidade que se repetem de forma quase cronológica ao longo da obra. O mais incrível, sem dúvida, é também sua capacidade de não cair na monotonia, e sim em uma fluidez inenarrável que garante a fidelidade catártica da audiência para os personagens e para a trama. Essa concretização já ocorre com a chegada da enigmática e severa Miranda Priestly (Meryl Streep em um de seus melhores papéis): sua expressão blasé é o fator que lhe tira a humanidade e a coloca num pedestal divino a ser idolatrado e temido ao mesmo tempo. Ora, o público segue os mesmos passos de Andy dentro da companhia multibilionária com a chegada de Miranda à sua própria sede, tentando entender o pânico que se alastra pelos corredores e para cada um dos funcionários, os quais são forçados a abandonar seus momentos de prazer – como comer ou vestir sapatos confortáveis – e retornar para o impecável mundo da haute-couture.

A “encarnação do diabo” é uma metáfora muito bem posta nas páginas do romance assinado por Weisberger e não poderia ter sido melhor traduzida para sua adaptação cinematográfica. O título logo é compreendido pela monumental presença de Streep em cada uma das construções cênicas – e sua primeira aparição é adornada com uma bolsa Prada de valor inestimável e que já mostra sua afeição pelo luxo. Miranda não tem papas na língua, mas nunca desce do salto ou perde a compostura: ela se mantém em uma incrível linearidade tonal, recusando-se a aumentar a voz para falar com suas subordinadas e poupando-se de palavras extras para expressar seu constante descontentamento. “É só isso” emerge como um de seus bordões mais relembrados, principalmente por seguir uma série de pedidos ininteligíveis, vagos e cômicos pelas razões erradas.

Não podemos deixar de sentir compaixão pela completa falta de senso de Andrea dentro dos iluminados e impecáveis corredores da Runway. Ela é contratada sem nenhuma premeditação e, assim que pisa com seus sapatos de terceira idade na sala de sua chefe, mergulha em um tour-de-force que é ao mesmo tempo real e inadmissivelmente prazeroso de ser acompanhado. Sua jornada em busca de reconhecimento e até mesmo da reiteração de sua individualidade, outrora movida pela passagem por aquela revista até conseguir escalar para seu sonho de consumo (o The New York Times), é bombardeada por uma série de imposições demandadas por Miranda – uma versão carne e osso da ácida Cruella de Vil.

Andy talvez seja uma das protagonistas menos incômodas das comédias românticas atuais. Ela foge aos paradigmas, ainda que sofra com o peso das suas escolhas em relação ao namorado Nate (Adrian Grenier) e aos amigos Lily (Tracie Thoms) e Doug (Rich Sommer), e representa uma investida ao empoderamento feminino no tocante à preferência pelo trabalho e à total dedicação ao mundo corporativo que manter-se em uma zona de conforto familiar. Mesmo assim, o filme preza por mostrar os dois lados de uma mesma moeda e, como é de se esperar, a protagonista eventualmente se funde àquilo que mais criticava, percebendo como a cultura iconográfica é realmente importante até mesmo para o progresso de uma sociedade inteira.

Sua completa falta de tato para questões da alta-costura pode ser encarada com desprezo tanto por Miranda quanto por Emily, mas é a irreverente e sonhadora personalidade de Nigel (Stanley Tucci) que insurge como a figura do guardião mais inesperada possível. Ele lhe apresenta os deliciosos e quase orgásmicos momentos da prova de roupas e do encontro de um estilo próprio, o qual serve de deleite para os olhos. A transição de uma mulher rebelde para as modelos inspiradoras para as capas da revista vem num plano-sequência magnífico e perscrutado pela atemporalidade de Vogue, música cantada por Madonna e que preza pela beleza e pela arte.

Em se tratando de uma tour-de-force, Andy obviamente irá passar por inúmeros obstáculos. Além dos enfrentados dentro da editora, ela também lida com a pressão que sofre por seus relacionamentos mais íntimos de voltar a perseguir o que sempre sonhou ao mesmo tempo em que admite sua fragmentação: a protagonista passa a adorar o ambiente em que vive, as conexões que faz e as infinitas portas que finalmente se mostram abertas em seu futuro – incluindo a de um perigoso romance que toma forma entre ela e o charmoso escritor e jornalista Christian Thompson (Simon Baker). Mas o mais inesperado e incrível é a afeição às avessas que começa a cultivar por Miranda, respeitando sua história, sua trajetória e entrando em alguns conflitos silenciosos a respeito de seu tratamento para com as outras pessoas.

‘O Diabo Veste Prada’ e os filmes que fazem IMERSÃO no universo da Moda!

C’MON, VOGUE

Se Hathaway rouba a cena, Streep faz mágica. É inegável dizer que a atriz, conhecida por sua versatilidade, conseguir entregar uma rendição emocionante da personagem inspirada por uma das reais chefes de Weisberger quando esta trabalhava em uma prestigiada revista de moda. E aqui, Miranda Priestly é o suprassumo do mundo da moda, um nome temido, como supracitado, mas que deve ser tratado com o respeito que tanto merece, principalmente por ter feito para essa indústria visceral o que muitos consideraram impossível – incluindo o lançamento de nomes que viriam a se tornar extremamente famosos dentro de poucos anos.

Opinião | ‘O Diabo Veste Prada’ mudou a cultura pop para sempre

Como já foi dito, sua presença é majestosa. Os diálogos tão bem traçados e colocados sobre a suposta “vilã” da narrativa são simples, humildes, porém dotados de um impacto chocante que apenas reafirma sua superioridade perante a mortandade do restante dos personagens. Ela é vista como o demônio em saltos, e não é por qualquer coisa: desde sua primeira aparição até os momentos finais, sua expressão endurecida não deixa transpassar de forma redundante o que realmente sente, preferindo manter-se dentro de sua bolha e dizer através de duras e ácidas palavras o que ela espera de seus empregados e como tudo deve estar na mais perfeita ordem.

As sequências que trazem como foco o profissionalismo da editora-chefe são equilibradas com um senso dramático e cômico imprescindíveis para a fluidez do longa. Ela não mede esforços para diminuir, por exemplo, a falta de compreensão da recém-contratada assistente acerca da escolha de dois cintos que parecem realmente muito idênticos: nesse momento, Streep vale-se até mesmo de uma investida mais teatral, arregalando os olhos momentaneamente antes de despejar seu monólogo verborrágico sobre as diferenças da cor azul para uma desesperada Andy. E isso se repete mais algumas vezes e não apenas com ela, mas sim com a “incompetência” de seu time criativo que não consegue enxergar além da caixa na qual estão enfurnados.

Isso tudo parece muito endossado até meados do segundo ato, durante o qual passamos por uma brusca mudança de cenário. Auxiliado pela dialógica fotografia de Florian Ballhaus, é notável como a opção por uma luz dura é diretamente proporcional à ambiência atmosférica arquitetada por Frankel: cada uma das peças dispostas nas construções cênicas é dotada de personalidade, até mesmo as inanimadas, reafirmando o conceito de idolatria iconográfica defendida pelos funcionários da Runway. Andrea não compreende a grandiloquência daquilo tudo, mas logo se vê rumo a um arco de epifania que a permite compreender até mesmo a personalidade intransigente de sua chefe.

A estética logo muda para algo mais intimista quando a protagonista leva a última versão atualizada da revista para a casa da editora-chefe. A coercitividade da iluminação logo é substituída pela amálgama entre personagens e cenário. Aqui, deflagra-se um dos maiores medos enfrentados por Miranda – o medo de sua família ser destruída por sua carreira: a lividez de tons mais quentes é trocada por cores mais neutras e frias, como o roxo, o marrom e até mesmo o branco, que mostram os traumas nos quais ela se vê presa e deseja sair o mais rápido possível ao retornar para a segurança e o controle do império que construiu.

Sua personalidade inabalável encontra uma mortal barreira conforme chegamos ao final do filme. Assim que Andy finalmente se transforma naquilo que mais temia, andando numa corda-bamba que a leva a viajar para Paris juntamente à sua chefe e assemelhando-se cada vez mais a um cachorrinho de estimação, ela percebe que todos os esforços aos quais se para manter-se fiel aos valores que sempre defendeu não valeram de absolutamente nada. Em uma sequência dominada pela tensão ideológica e ambientada dentro de uma limusine, Miranda mostra como todas as escolhas que obrigou à sua subordinada realizar na verdade foram feitas dentro de um escopo de livre-arbítrio involuntário, o qual mostrou a verdadeira natureza e ambição da protagonista. “Todos querem ser nós”, ela declara para uma consternada Andrea Sachs que não se reconhece mais.

Em se tratando de um filme cuja base é a moda, o figurino escolhido pelas hábeis mãos de Patricia Field obviamente não funcionariam apenas como vestimentas, mas sim como símbolos metafóricos das emoções dos personagens. A narrativa é sensorial, e esse envolvimento, ao invés de ser retratado pela trilha sonora, por exemplo, encontra um espaço de grande exploração com os trajes, os quais, além de representarem uma ode à alta-costura, também funcionam como paródias das tendências que marcaram época e dos sacrifícios feitos dentro desse cosmos para que o tão sonhado renome seja alcançado.

A FALSA FRIVOLIDADE

Se tem uma coisa que O Diabo Veste Prada’ nos ensina é que há muito mais do que a superfície nos mostra. Essa obra não apenas nos fala sobre a importância da moda para o ser humano e como ela está diretamente relacionada aos desejos mais íntimos de qualquer indivíduo, mas também serve como uma sutil e deliciosa crítica para aquilo que compreendemos como sacrifício e sonho. Desde a criação de seus personagens até a progressão narrativa, essa comédia romântica às avessas é digna de ser relembrada por vários e vários anos.

De qualquer forma, o longa nos mostra como a moda é frequentemente considerada superficial, resultado de seu inerente caráter efêmero. Deveria ser reconhecida como uma indústria global que movimenta trilhões e emprega centenas de milhares de pessoas para satisfazer a necessidade de autoexpressão da era pós-moderna e a crescente demanda dos consumidores por novidades. Estamos todos sujeitos a ela, como escreveu Oscar Wilde com sua típica ironia em O Retrato de Dorian Gray’: “só os superficiais não julgam pelas aparências”.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES da animação ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante’; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo vídeo promocional de ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘, que chega aos cinemas no dia 31 de agosto.

featurette nos leva aos bastidores da aguardada animação.

Confira, junto ao trailer:

Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.

Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme das Tartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.

Garfield e Odie estampam o novo cartaz FOFÍSSIMO da animação ‘Fora de Casa’; Confira!

A Sony Pictures divulgou mais um cartaz inédito para promover a animação ‘Garfield – Fora de Casa‘, que estreia em 24 de maio de 2024.

A imagem traz o adorado gato laranja (dublado por Chris Pratt) junto com seu amigo canino Odie.

Confira, com o trailer:

DUBLADO

LEGENDADO

Os atores Ving Rhames (‘Missão: Impossível’), Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e Cecily Strong farão parte do longa.

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

Burrinho que inspirou personagem de ‘Shrek’ adoece e precisa de tratamento de US$20 mil

‘Shrek’ se tornou um dos filmes mais icônicos do século – apresentando um novo jeito de apresentar contos de fada ao público e, inclusive, ganhando o primeiro Oscar de Melhor Animação da história do cinema.

Um dos personagens mais marcantes da franquia da DreamWorks é o Burro Falante – que foi inspirado em um adorável burrinho chamado Perry. Entretanto, o animal, que já tem trinta anos de idade, está passando por algumas dificuldades e precisa de tratamento contra a Síndrome de Cushing equina (uma doença responsável por causar distúrbios hormonais) (via Diário do Nordeste).

De acordo com os responsáveis do Parque Barron Donkeys (Palo Alto, Califórnia), onde Perry vive, os cuidados médicos para tratar a doença beiram os US$20 mil por ano (um montante de aproximadamente R$109 mil).

Perry também está sofrendo com artrite e não é o único animal da reserva que precisa de tratamento.

Entre os tratamentos a que o animal precisa ser submetido estão a artrite e a Síndrome de Cushing equina, doença endócrina que causa distúrbios hormonais no bicho.

Além de Perry, outros burros como Buddy e April residem no local e precisam de ajuda.

Lembrando que o Burro Falante foi dublado por Eddie Murphy na franquia original, que teve início em 2001 e que, em breve, ganhará um quinto capítulo.

Diretor de ‘Wicked’ revela cronograma INTENSO de ICÔNICA cena do filme [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Um dos momentos mais incríveis de ‘Wicked’ garantiu a presença das icônicas Idina MenzelKristin Chenoweth nas telonas.

Menzel e Chenoweth interpretaram Elphaba e Glinda na versão original da Broadway da peça musical e, encantando os fãs, retornaram para o longa-metragem de Jon M. Chu como duas granes artistas da Cidade das Esmeraldas.

Agora, em entrevista ao The Hollywood Reporter, Chu revelou que a sequência em que as atrizes aparecem – na canção “One Short Day” – foi rodada em apenas uma noite chuvosa, visto que a produção tinha apenas algumas horas para concluir as gravações.

“Tivemos apenas uma noite, no meio da noite, das 19 às 6 da manhã, em uma noite chuvosa”, ele contou. “O momento em que elas cantaram a música e tiveram seu momento icônico foi lindo”.

Chu continua: “vamos torná-las as maiores estrelas de Oz. Vamos torná-las essas lendas icônicas de Oz em um palco, e deixá-las apresentar a história de Oz. Elas seriam as mulheres sábias de Oz. [E] o que eu acho que foi muito legal sobre aquele dia é que serviu como um momento de cura para todos”.

Aclamado pelos críticos – com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes –, ‘Wicked‘ também parece agradou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

A avaliação está dentro da média de filmes do gênero, como ‘Os Miseráveis‘ (A), ‘Chicago‘ (A-), ‘Annie‘ (A-) e ‘Mamma Mia‘ (A-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

‘O Eternauta’: Série sci-fi com Ricardo Darín chega ESTA SEMANA ao streaming!

‘O Eternauta’, série de ficção científica argentina, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 30 de abril.

Relembre o trailer:

A atração foi criada por Bruno Stagnaro e inspirada nos quadrinhos homônimos de Héctor Germán OesterheldFrancisco Solano López.

Numa noite de verão em Buenos Aires, uma misteriosa nevasca mortal dizima a maior parte da população e deixa milhares de pessoas abandonadas. Juan Salvo e seus amigos embarcam em uma luta desesperada pela sobrevivência. Tudo muda quando eles descobrem que a tempestade de neve tóxica é apenas o primeiro ataque de um exército estrangeiro invadindo a Terra. A única maneira de permanecer vivo é se unir e lutar. Ninguém sobreviverá sozinho.

Ricardo DarínCarla PetersonCésar TroncosoAndrea PietraAriel StaltariMarcelo SubiottoMora Fisz e outros estrelam.

‘The Sisters Grimm’: Nova ANIMAÇÃO da Apple TV+ ganha trailer e data de estreia

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de ‘The Sisters Grimm’, sua mais nova animação original.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 3 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Amy Higgins e baseada na saga de romances assinada por Michael Buckley.

Na trama…

Duas irmãs órfãs percorrem uma cidade cheia de pessoas arrancadas diretamente da fantasia e dos contos de fadas, confrontando heróis e vilões, enquanto investigam o mistério de seus pais desaparecidos.

Ariel WinterLaraine NewmanAbubakar SalimBilly Harris e outros fazem parte do elenco de voz.

Higgins também assume a cadeira de showrunner e produtora executiva. O roteiro é assinado por Buckley e Elliot Blake, que integram o time de produtores.

Alok, Foo Fighters e MAIS são confirmados no line-up do Rock in Rio 2026

A Cidade do Rock se prepara para viver uma noite que traduz o espírito e a essência do Rock in Rio: grandiosidade, diversidade artística e experiências que vão além da música.

Em um dos momentos mais celebrados do evento, a organização celebrou a confirmação do segundo Dia do Rock da edição de 2026 e confirmou a presença do Foo Fighters, uma das maiores e mais queridas bandas de rock ‘n’ roll do mundo, como headliner do Palco Mundo, no dia 4 de setembro, em uma apresentação exclusiva no Brasil. A ação também marcou a divulgação do mapa oficial da Cidade do Rock 2026, que antecipou novidades em diferentes frentes do festival, como o New Dance Order, que além de ganhar uma cenografia inédita e proposta artística, terá Fatboy Slim como headliner do espaço no dia 7 de setembro. Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Nas arenas do Parque Olímpico, o mapa revelou ainda a presença inédita de mais uma área de espetáculos, além da confirmação de mais um novo espaço, que serão anunciados em breve.

No dia 11 de setembro, que já conta Stray Kids como headliner do Palco Mundo, o festival também recebe Alok e HWASA em shows que serão verdadeiros espetáculos para o público presente.

Um dos produtores musicais mais icônicos do mundo na atualidade, Alok é reconhecido por redefinir os limites do ao vivo e chega ao festival com uma apresentação inédita e envolvente, marcada por batidas potentes, visuais impactantes e uma construção artística criada exclusivamente para esta edição. Depois de surpreender o público no maior Réveillon do mundo, na praia de Copacabana, com um espetáculo que transformou o céu em extensão da música por meio de imagens aéreas e coreografias com drones em homenagem ao Rio de Janeiro, o artista vai elevar ainda mais essa experiência na Cidade do Rock levando 1.500 drones, batendo o recorde na América Latina.

Antes, HWASA, a Solo Queen, será a segunda atração a subir no Palco Mundo no dia 11, fazendo sua estreia no Rock in Rio. Reconhecida por dominar o palco com uma presença marcante, a artista constrói performances em que a confiança, a naturalidade e o carisma se impõem de forma orgânica, ancoradas em um repertório que transita principalmente pelo K-pop, com forte influência de R&B e soul, além de incorporar elementos de hip-hop e pop latino. Com coreografias impactantes e vocais poderosos, HWASA transforma cada apresentação em uma experiência dominante e envolvente, consolidando uma identidade artística absolutamente singular. No setlist, estarão seus maiores sucessos, como “twit”, “Maria” e “I Love My Body”, além do recente mega-hit “Good Goodbye”, em uma apresentação repleta da cor e do talento artístico característicos de HWASA.

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou nomes do line-up, como Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons, João Gomes e Orquestra BrasileiraAvenged SevenfoldBring Me The Horizon.

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual.

Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.

‘Vingadores: Ultimato’: Participação especial passou despercebida do público

Além de momentos únicos e de tirar o fôlego, ‘Vingadores: Ultimato’ presenteou os fãs com o retorno de Jane Foster, Alexander Pierce e Howard Stark, entre muitos outros, incluindo a aparição final do lendário Stan Lee, que faleceu no final do ano passado, aos 95 anos de idade. Mas há uma ponta interessante que parece ter passada despercebida de todos os olhares.

Como relatado pelo CinemaBlend, o veterano escritor, colunista e analista de fantasia esportiva Matthew Berry fez uma breve aparição em ‘Vingadores: Ultimato’. Embora Berry tenha aparecido em vários programas de TV e rádio, ele não é exatamente uma celebridade muito conhecida por aí.

Então, como essa figura improvável conseguiu uma pequena participação no filme? Parece que o codiretor Joe Russo tem lido as colunas de Berry há algum tempo. Fã assumido do programa de Berry na ESPN, Joe ligou para Matthew alguns anos atrás, perguntando se ele gostaria de estar no filme. Nem é preciso dizer qual foi sua resposta, não é?

Fãs observadores poderão identificá-lo durante as cenas da Batalha de Nova York, após a invasão Chitauri, em 2012. Enquanto Hulk estava ocupado negociando com a Anciã, o Capitão América tentou resgatar o Cetro dos agentes da Hydra. Enquanto isso, Homem-Formiga e Tony Stark estavam ocupados recuperando o Tesseract, quando se depararam com Alexander Pierce e alguns de seus subalternos. Berry fez o papel de um dos agentes ao lado de Pierce.

Embora essa participação especial tenha passado longe dos olhares ávidos, parece que Matthew ficou igualmente confuso ao filmar. Essa cena em especial de ‘Vingadores: Ultimato’ foi filmada antes de ‘Guerra Infinita’ chegar aos cinemas e, como resultado, Berry não tinha ideia do motivo pelo qual o roteiro incluía personagens como “Outro Tony”.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Velozes e Furiosos 9’: Fãs estão DELIRANDO com as surpresas do 1º trailer

O primeiro trailer de ‘Velozes e Furiosos 9‘ surpreendeu o público ao apresentar o irmão de Dom Toretto (Vin Diesel), vivido por John Cena, além de resgatar Han (Sung Kang) do mundo dos mortos.

Além disso, o vídeo mostra que a sequência está repleta de cenas de ação e promete honrar o legado que transformou a franquia em um enorme sucesso de bilheteria.

Nas redes sociais, os fãs estão delirando com as surpresas do trailer e não conseguiram esconder a ansiedade pelo novo filme.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

Lembrando que o longa estreia em 20 de maio de 2020.

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Away’: Fãs estão REVOLTADOS com o cancelamento da série; Confira as reações!

O drama sci-fi ‘Away‘ estreou na Netflix há pouco mais de um mês e recebeu diversos elogios dos assinantes da plataforma por conta das atuações, dos momentos de tensão e dos efeitos caprichados.

No entanto, a promissora atração foi cancelada por conta da baixa audiência e dos altos custos de produção, o que acabou decepcionando os fãs.

Para quem não assistiu, a trama acompanha a trajetória de uma nave tripulada por astronautas de elite dos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Reino Unido quando são enviados a Marte em uma missão de três anos.

Longe de casa e das pessoas que amam, suas relações na Terra e no espaço são colocadas à prova. Enquanto tentam sobreviver, continuam em busca do objetivo mais importante da humanidade. E tudo sob os olhos atentos do mundo.

Nas redes sociais, diversos internautas já estão protestando contra a decisão da Netflix e publicando mensagens de revolta.

Confira as reações:

Criada por Jason KatimsMatt Reeves, a série e estrelada por Hilary Swank, Josh Charles, Thalita Bateman, Ato Essandoh, Mark Ivanir, Ray Panthaki, Vivian Wu, Adam Irigoyen, e Monique Gabriela Curnen. 

O roteiro é assinado por Jessica Goldberg, que também assumiu a função de showrunner.

Assista ao trailer: