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Ex-astro da Nickelodeon, Tylor Chase é internado após mobilização de amigos

O ex-ator mirim Tylor Chase, conhecido por interpretar o carismático Martin Qwerly na série da Nickelodeon Manual de Sobrevivência Escolar do Ned, foi internado em um hospital no sul da Califórnia para tratamento de saúde mental e desintoxicação.

A internação ocorreu após uma operação de resgate articulada por familiares, ex-colegas de elenco e especialistas em recuperação.

Segundo informações do Daily Mail, a mobilização ganhou força após vídeos de Chase vivendo em situação de rua viralizarem, gerando profunda preocupação. O pai do ator deu aval para que Jacob “Jake” Harris, influenciador e empresário, liderasse os esforços de resgate.

“Consegui contato com um centro de crise que realizou uma avaliação no mesmo dia”, explicou Harris. “Eles determinaram que ele precisava de ajuda imediata e o levaram para um tratamento inicial de 72 horas. O futuro parece promissor; ele só precisava que alguém realmente agisse por ele”.

A operação contou com o apoio de figuras que conhecem de perto a luta contra a dependência:

Shaun Weiss, o astro deNós Somos os Campeões, que hoje celebra sua própria sobriedade, foi peça-chave na articulação da equipe de crise.

“Ele não está bem e precisa de semanas para se estabilizar”, alertou Weiss, pedindo agora privacidade para o amigo.

Daniel Curtis Lee, o colega de cena em ‘Manual de Sobrevivência Escolar do Ned revelou que ele e outros amigos conversaram com Chase por FaceTime para encorajá-lo.

“Rezo para que este seja o passo definitivo para sua recuperação”, afirmou Lee, que manteve contato constante com a mãe de Tylor, Paula.

Astro da Disney oferece ajuda a ex-ator da Nickelodeon em situação de rua

Antes da internação, Tylor foi visto em Riverside em condições precárias. Na véspera de Natal, um encontro com um fã emocionou a internet: o rapaz forneceu roupas quentes e comida ao ex-ator, realizando uma oração por ele.

Embora Chase tenha demonstrado resistência inicial, dizendo que “gostava da vida como ela era”, o diálogo persistente de Harris e os apelos emocionais de sua família ao telefone o convenceram a aceitar ajuda.

A batalha de Tylor com a saúde mental não é recente. Em vídeos antigos de 2014, ele já desabafava sobre o transtorno bipolar: “Sou uma folha em uma sarjeta em movimento… estou acorrentado ao meu quarto pela gravidade do transtorno. Talvez eu esteja condenado”.

Além de sua participação marcante nas três temporadas deManual de Sobrevivência Escolar do Ned(2004-2007), Tylor Chase também atuou emTodo Mundo Odeia o Chris e no filmeGood Time Max’.

‘Stranger Things’: Caleb McLaughlin elogia atuação de Noah Schnapp em cena marcante de Will [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

Os novos episódios deStranger Things já estão disponíveis na Netflix, e uma das cenas mais marcantes da 5ª temporada é o momento em que Will se assume gay para amigos e familiares.

Em entrevista ao Deadline, o ator Caleb McLaughlin, que interpreta Lucas no fenômeno da Netflix, falou sobre como foi gravar a sequência, que levou mais de 12 horas de filmagem.

“Estar na série por tanto tempo, sabendo que todos já passaram por altos e baixos, e eu, como amigo, apenas querendo estar presente e sabendo que sempre estarei lá por um amigo, acho que aquela cena foi um momento que pareceu genuíno. Nós estaríamos ali pelo Noah. Estaríamos ali por qualquer pessoa em seus momentos difíceis e nos seus maiores segredos, quando querem se mostrar vulneráveis. Acho importante que histórias assim sejam contadas, que esses momentos de vulnerabilidade existam”, afirmou.

“Estava em lágrimas”, diz Noah Schnapp sobre cena épica de Will em ‘Stranger Things’ [SPOILERS]

“Quero dizer, claro que estávamos atuando, mas era algo importante, mesmo quando não aparecíamos em cena, estávamos ali fora das câmeras, estávamos ali atrás delas… Então acho que aquela cena foi muito especial. O Noah mandou muito bem. A atuação dele foi incrível. Tivemos que gravar algumas vezes, e depois fizemos novamente em outro dia, e ele conseguiu entregar tudo em cada tomada”, acrescentou.

‘Stranger Things’: Sadie Sink elogia atuação de Noah Schnapp em cena épica de Will [SPOILER]

“Poder estar ali como amigo dele, dentro e fora das telas, apoiando-o, não apenas pelo que a cena representa, mas pelo fato de ser um grande momento para um ator acessar aquela emoção, acho que estar presente para outro ator, estar presente para um amigo, é sempre algo que… eu gostaria que fizessem por mim. Então fiquei muito feliz por estar ali naquele momento e vê-lo florescer”, concluiu.

Na trama, antes da batalha final contra Vecna, Will reúne amigos e familiares para se assumir gay. O monólogo emocionou o público e rapidamente chamou a atenção dos fãs, que destacaram a cena como uma das mais tocantes e significativas da temporada.

O episódio final de ‘Stranger Things’ estreia no dia 31 de dezembro na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Ex-showrunner de ‘X-Men ’97’ reage a trailer vazado de ‘Vingadores: Doutor Destino’

Beau DeMayo, ex-roteirista e showrunner da aclamada animação ‘X-Men ’97’, causou polêmica nas redes sociais ao comentar o trailer vazado de Vingadores: Doutor Destino (Avengers: Doomsday).

O vídeo em questão dá grande destaque ao Ciclope, algo que DeMayo afirma ser fruto direto do trabalho realizado em sua série, apesar da resistência inicial da Marvel.

“É importante, como fãs, honrar os artistas que tornaram isso possível. X-Men ’97 e eu enfrentamos muitas dúvidas e resistência do estúdio quando insisti que o Ciclope fosse o personagem principal, em vez do Wolverine. Por isso, é estranho ver este trailer e fãs creditando certas pessoas por ‘valorizar o Ciclope’, quando essa mudança direta só aconteceu depois do sucesso inesperado de X-Men ’97”, afirmou.

“Eu, particularmente, sou grato a Chase Conley e Emi Yonemura por terem me apoiado e ajudado a executar essa parte da minha visão de restaurar o Ciclope”, acrescentou.

DeMayo também criticou diretamente Kevin Feige e a cúpula da Marvel, alegando que o estúdio tende a dar crédito apenas a criadores brancos veteranos, enquanto ignora o trabalho de equipes diversas que definiram o novo tom do MCU:

“Também me incomoda ver Kevin e a Marvel Studios creditarem Jon Favreau e outros criadores brancos por estabelecerem o tom e a direção do MCU, enquanto ignoram completamente o trabalho de muitos colegas negros, queer, asiáticos e latinos que realmente definiram esse tom e provaram à Marvel, que ainda estava focada no Logan, que o Ciclope merece o devido reconhecimento. Isso vai contra a ideia de que iniciativas de DEI impõem agendas, quando, na verdade, a equipe mais diversa da Marvel estava totalmente unida em torno do Ciclope”, destacou.

O roteirista não poupou os diretores de Vingadores: Doutor Destino, os Irmãos Russo, sugerindo que eles estão colhendo os frutos de um trabalho que não iniciaram:

“Ainda mais desanimador é ver colegas artistas, como os Irmãos Russo, ignorando completamente nosso trabalho árduo e nossas contribuições, especialmente considerando que fizemos isso com apenas um quarto dos recursos e do apoio que eles tiveram”, ressaltou.

Por fim, DeMayo encerrou dizendo que a felicidade dos fãs é o que importa e pediu que o público demonstre carinho aos animadores e artistas que tornaram o renascimento dos mutantes possível.

“Mas o mais importante é que os fãs estão felizes, e isso faz tudo valer a pena. Ainda assim, incentivo os fãs de X-Men a entrarem em contato e demonstrarem carinho à equipe de artistas e animadores que tornaram tudo isso possível”, concluiu.

Ex-Showrunner de ‘X-Men ’97’, Beau DeMayo, DETONA a abordagem do MCU aos mutantes

É importante lembrar que Beau DeMayo foi demitido da Marvel Studios em março de 2024, pouco antes da estreia mundial de ‘X-Men ’97’. Segundo fontes, a decisão veio após uma investigação interna conduzida pelo estúdio. Um porta-voz da Marvel declarou na época:

“O Sr. DeMayo foi demitido em março de 2024 após uma investigação interna. Dada a gravidade das conclusões, cortamos os laços com ele imediatamente. Ele não tem mais nenhuma ligação com a Marvel, afirmou.

Relatórios indicam que a demissão teria ocorrido após o envio de fotos inapropriadas a membros da equipe, além de acusações de conduta física e sexual inapropriada envolvendo colegas de trabalho.

beau demayo
beau demayo

No trecho vazado, quem ganha maior atenção é ninguém menos que o Ciclope, novamente interpretado por James Marsden.

Marsden ficou marcado por viver o líder dos X-Men na trilogia original produzida pela 20th Century Studios, lançada no início dos anos 2000. Apesar da importância do personagem nos quadrinhos, muitos fãs consideram que o ator nunca teve espaço suficiente para explorar todo o potencial dramático e heroico de Scott Summers nas telas, frequentemente ficando em segundo plano nas histórias.

No fundo, você pode ver um Sentinela andando.

Assista:


As especulações indicam que Joe e Anthony Russo, responsáveis pela direção de alguns dos maiores sucessos da Marvel, estariam interessados em oferecer uma despedida à altura do personagem e de seu intérprete, valorizando finalmente o legado do Ciclope no cinema.

Outro detalhe que tem animado ainda mais o público é a possibilidade de James Marsden surgir usando o icônico uniforme clássico do herói. Rumores apontam que o visual terá fortes inspirações na versão apresentada na aclamada animação X-Men ’97, o que reforça a ideia de uma abordagem mais fiel aos quadrinhos e carregada de nostalgia.

Caso essas informações se confirmem, a participação de Ciclope em ‘Vingadores: Doutor Destino‘ promete ser um dos momentos mais comentados do filme, unindo gerações de fãs e corrigindo uma antiga frustração em torno de um dos líderes mais emblemáticos dos X-Men.

Confira, com o primeiro teaser oficial trazendo Chris Evans de volta com o icônico Steve Rogers/Capitão América.

Confira:

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Mulher revela que o James Ransone salvou sua vida de uma agressão sexual

Uma mulher chamada Molly Watts prestou uma emocionante homenagem ao ator James Ransone, que faleceu recentemente aos 46 anos, e revelou que ele já a salvou de uma agressão sexual quando os dois eram vizinhos.

“Descobri ontem que James Ransone morreu. Costumo ser reservada, mas quero dizer publicamente o quanto sou grata por esse homem ter existido e não sei se a trajetória da minha vida teria sido a mesma se não fosse por ele.

Aviso: violência e agressão sexual
Éramos vizinhos em Chinatown. Tínhamos uma convivência amigável, com círculos sociais que se cruzavam. Fui atacada na entrada do nosso prédio. Gritei por ajuda. Ninguém veio. Meu agressor colocou as mãos em volta do meu pescoço para que eu parasse de fazer barulho. Eu não conseguia respirar. Lembro da certeza de que iria morrer ou ser estuprada enquanto era estrangulada até perder a consciência.

PJ ouviu meus gritos e correu para ajudar. Ele veio correndo sem camisa, carregando um taco ou um cano, não tenho certeza qual, porque nunca o vi em ação. Ele assustou meu agressor, que fugiu. PJ o perseguiu até o prédio para onde ele correu. Por causa da perseguição, a polícia conseguiu identificá-lo, um reincidente em crimes sexuais.

PJ me salvou. Não sei se teria a mesma vida se ele não tivesse corrido naquela noite. Mesmo já adulta, não sei como teria lidado com o peso do que poderia ter acontecido ou quanto tempo levaria para me curar, eu já estava emocionalmente frágil.

O que é especialmente difícil para mim com a morte de PJ é que ele conviveu com esse tipo de violência. Aquilo de que eu fui poupada, ele enfrentou de outra forma, em uma idade em que não há defesa emocional e o eu ainda está se formando. Tenho a sensação de que a vida de PJ foi assombrada pelo que aconteceu com ele naquela época. Este mundo raramente é gentil com pessoas machucadas, vulneráveis, que estão reagindo.

Ao longo dos anos, pensei em PJ de vez em quando. Eu queria ter entrado em contato para dizer o quanto sou grata por ele ter corrido em direção aos meus gritos. Não fiz isso. Me arrependo”.

James Ransone morreu aos 46 anos.

De acordo com o Deadline, o corpo do ator foi encontrado nesta sexta-feira (19), em Los Angeles. O legista determinou que a causa da morte foi um aparente suicídio.

Nascido em 2 de junho de 1972, Ransone frequentou o Centro de Artes e Tecnologia George Washington Carver, antes de estudar na Escola de Artes Visuais de Manhattan. Alguns de seus primeiros papéis incluem filmes como ‘Ken Park‘ (2002), ‘Clube dos Pervertidos‘ (2004) e ‘O Plano Perfeito‘ (2006).

Ele ganhou notoriedade no gênero terror, interpretando a versão adulta do Eddie Kaspbrak na sequência ‘IT: Capítulo 2‘. Ele também estrelou ‘A Entidade‘, ‘O Telefone Preto‘ e suas respectivas sequências.

Com mais de 70 créditos em sua carreira, o ator estrelou filmes como ‘A Morte Convida para Dançar‘, ‘72 Horas‘, ‘Anti-Heróis‘, ‘Uma Estranha Amizade‘, ‘Oldboy: Dias de Vingança‘, ‘O Cara Certo‘, ‘No Vale da Violência‘, ‘A Rebelião‘, ‘V/H/S/85‘, entre outros.

Nas telinhas, ele participou de séries como ‘A Escuta‘, ‘CSI: Investigação Criminal‘, ‘Lei e Ordem‘, ‘Como Vencer na América‘, ‘Bosch‘, ‘50 States of Fright‘, ‘SEAL Team: Soldados de Elite‘ e, mais recentemente, ‘Poker Face‘.

Jamie Lee Curtis revela que mãe a impediu de atuar em ‘O Exorcista’

A lendária Jamie Lee Curtis revelou recentemente um detalhe curioso sobre o início de sua trajetória: ela quase interpretou a icônica Regan MacNeil no clássico de terror O Exorcista (1973). No entanto, o papel acabou não sendo dela graças à intervenção direta de sua mãe, a também estrela Janet Leigh (‘Psicose’).

Em entrevista à Variety, Curtis relembrou como o autor e produtor do filme tentou recrutá-la quando ela tinha apenas 12 anos:

“Ele ligou para a minha mãe e disse: ‘Oi, estou produzindo a adaptação do livro O Exorcista. Você deixaria a Jamie fazer o teste?’. Na época, eu era bonitinha, atrevida e tinha personalidade. Tenho certeza de que ele me viu em alguma festa e pensou que eu seria ideal. Mas minha mãe disse: ‘Não'”, afirmou.

Jamie Lee Curtis rebate crítica da Time sobre ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’

Janet Leigh, que conhecia bem os desafios da indústria, decidiu proteger a filha da exposição e dos possíveis traumas de estrelar um dos filmes mais assustadores da história em uma idade tão jovem.

“Minha mãe realmente queria que eu tivesse, graças a Deus, uma infância. Sou muito grata por ela ter me feito esperar”, afirmou Jamie Lee Curtis, destacando que essa proteção foi essencial para sua saúde mental e desenvolvimento.

Jamie Lee Curtis acabaria estreando no gênero apenas aos 19 anos, no clássico ‘Halloween’ (1978), de John Carpenter. O papel de Laurie Strode não apenas a lançou ao estrelato, como a transformou em um símbolo do cinema de horror.

Lembrando que o próximo trabalho de Curtis é ‘Imperfeitamente Perfeita‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de janeiro de 2026.

James L. Brooks (‘Como Você Sabe’) é responsável pela direção e roteiro.

A trama acompanha uma jovem política que se torna governadora e precisa romper novas barreiras, para equilibrar sua carreira com sua vida familiar.

O elenco ainda conta com Woody Harrelson, Ayo Edebiri, Kumail Nanjiani, Jack Lowden, Rebecca Hall, Spike Fearn e Albert Brooks.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Se Não Fosse Você’, disponível para aluguel no Prime Video, é previsível – mas nos presenteia com um envolvente drama romântico

Colleen Hoover é uma das romancistas de maior sucesso comercial dos Estados Unidos e, no ano passado, um de seus best-sellers ganhou uma elogiada adaptação cinematográfica, chegando aos cinemas com o título ‘É Assim que Acaba’. Pouco depois do sucesso do longa-metragem, a autora assinou mais um contrato com a Paramount Pictures para a releitura de outro de seus romances, ‘Se Não Fosse Você’. Estrelado por Mckenna Grace e Mason Thames, o drama romântico já está disponível para aluguel no Prime Video e, apesar dos gritantes clichês que se espalham pelo projeto, o resultado é bem mais positivo do que poderíamos imaginar.

A trama é centrada em Morgan Grant (Allison Williams), uma jovem cujos planos e sonhos foram colocados de lado quando, pouco antes de entrar na faculdade, ela descobre que está grávida. Casando-se com Chris (Scott Eastwood), namorado que conheceu ainda no colégio, Morgan dá vida a Clara (Grace), uma jovem que está descobrindo as belezas da adolescência ao começar a nutrir de um forte sentimento por um velho amigo, Miller Addams (Thames). Porém, a vida das duas vira de cabeça para baixo quando Chris morre em um acidente de carro ao lado da tia de Clara, Jenny Davidson (Willa Fitzgerald). Jenny, por sua vez, deixa para trás o filho recém-nascido e o esposo Jonah (Dave Franco) – e lança mãe e filha em uma espiral de frustrações, tristezas e decepções à medida que um segredo vem à tona.

Mason Thames as “Miller” and McKenna Grace as “Clara” in Regretting You from Paramount Pictures.

Clara acredita ter sido responsável pela morte da tia, visto que trocava mensagens com ela na hora do acidente. Entretanto, Morgan e Jonah descobrem que tanto Chris quanto Jenny estavam no mesmo carro, levando-os a se perguntar e eventualmente descobrir que os dois estavam tendo um caso, colocando tudo o que conhecem em xeque e se questionando se será possível se recuperar após um baque tão impactante. Clara, por sua vez, lida com um pesar que toma conta de seu ser e a afasta de um outrora sólido relacionamento com a mãe, não entendendo as ressalvas para com Miller, cujo pai está na prisão, enquanto Morgan deposita na filha frustrações que vem coletando há quase duas décadas.

Josh Boone assume a cadeira de direção e mostra que não perdeu seu tato e sua honestidade para dirigir filmes de romance trágicos. Afinal, Boone emprestou suas habilidades para ‘A Culpa das Estrelas’, sólida releitura do romance homônimo de John Green, e repete o feito ao focar essencialmente na sutil complexidade dos personagens, tanto protagonistas quanto coadjuvantes, abrindo espaço para explorações familiares e intergeracionais que os transformam em arquétipos conhecidos e dialogáveis. Apoiando-se na expansível fotografia de Tim Orr, cada ato do projeto é construído a fim de nos guiar por uma emoção – esquadrinhando os cinco estágios de luto conforme os enquadramentos se fecham sobre os personagens, envolvendo-os em um ciclo inquebrável de melancolia.

A fotografia e a trilha sonora, esta assinada por Nathaniel Walcott, trabalham em simbiose tão contínua e intrínseca que chegam a ser redundantes, explorando a esperança em meio ao desalento e a bonança que vem após a tempestade – transfigurando cada beat e cada ápice sensorial ou com uma luz superexposta que envolve os personagens em uma costumeira aura de superação, ou com arranjos orquestrais antêmicos que os ajudam a ultrapassar um obstáculo e serem melhores pessoas. Não há nada fora do comum ou de original a se ver nos aspectos estéticos, mas esses também não são os objetivos da obra.

Williams e Grace brilham cada uma a sua maneira – e fazem isso tanto juntas quanto sozinhas: enquanto a dupla consegue vender a relação mãe-filha de forma fabulosa, elas encontram seu próprio caminho em busca da felicidade e procuram brechas para trazer um pouco mais de complexidade a suas respectivas personagens. É claro que escapar dos convencionalismos dos arquétipos que interpretam é difícil, mas tanto Morgan quanto Clara são construções sólidas o bastante para nos envolver e denotam o comprometimento das atrizes. A crescente relação friends-to-lovers entre Grace e Thames, este tendo participado da recente adaptação em live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’, é motivo de destaque similar, ainda que o jovem ator seja ofuscado por sua companheira de cena.

Enquanto parte do público pode ficar cansado com a alta dose de momentos açucarados e melodramáticos, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você’ cumpre com o esperado e se vale bastante do talento do elenco para alcançar um objetivo muito claro – entreter e levar os espectadores a refletir sobre a efemeridade da vida e sobre a busca da felicidade mesmo nas horas mais sombrias.

‘Stranger Things’: Jamie Campbell Bower compara Vecna a líder de seita

Com os novos episódios deStranger Things já disponíveis na Netflix, o ator Jamie Campbell Bower, que interpreta o vilão Vecna, detalhou sua abordagem para a temporada final, comparando o personagem a figuras obscuras da vida real.

Durante uma entrevista a Variety, Bower revelou que buscou inspiração em Jim Jones, o líder da seita Peoples Temple, responsável pelo trágico suicídio coletivo de mais de 900 pessoas em 1978.

“Jim Jones foi uma referência inicial para mim”, diz Bower. “Ele estava no meu mood board, inclusive na forma como Vecna fala com as crianças. Houve momentos em que pensei: ‘Eu digo “você” ou uso “nós”? Somos uma família agora’. Isso é macabro! Remove totalmente a autonomia das vítimas; eu precisava desse nível de ‘líder de culto’ nele”.

Nancy e Jonathan terminaram? Criador de ‘Stranger Things’ responde! [SPOILERS]

O ator explica que, enquanto na 4ª temporada ele estava construindo as memórias de Henry, a nova fase exige uma “gentileza” manipuladora e assustadora:

“Agora é sobre: o quão gentil eu posso ser com essas pobres crianças para fazê-las se sentirem confortáveis neste mundo? É uma perspectiva assustadora quando você está sentado em frente a outro ator e suas intenções reais estão profundamente enterradas. Há uma desonestidade real nisso, o que é muito difícil, especialmente contracenando com uma criança”, acrescentou.

‘Stranger Things’: Jamie Campbell Bower revela segredos surpreendentes por trás da criação da maquiagem de Vecna

Os fãs já podem se preparar para a despedida: o capítulo final de Stranger Things tem estreia marcada na Netflix para o dia 31 de dezembro, às 22h. 

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‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Five Nights at Freddy’s 2’ ultrapassa US$ 220 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 220 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de ter se tornado o maior lançamento da Blumhouse em 2025 –  superando a arrecadação total de ‘O Telefone Preto 2‘ (US$132M) –, a produção também entrou para o TOP 5 dos maiores filmes de terror do ano.

Nos EUA, o longa soma US$ 118.9 milhões. Internacionalmente, foram US$ 101.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 220.8 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o México (US$14M), Reino Unido (US$8.2M), Brasil (US$6.3M), Austrália (US$5.4M) e Espanha (US$5.3M).

Vale lembrar que a sequência abriu com US$ 63 milhões nos EUA – o que representa a segunda maior estreia doméstica do ano para um filme de terror, atrás apenas de ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ (US$84M).

Além disso, o longa se tornou o maior lançamento da história do país no final de semana após o feriado de Ação de Graças.

Apesar de ter sido massacrada pelos críticos – alcançando míseros 12% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência parece ter agradado o público, recebendo uma nota B no CinemaScore. Apesar de ser uma boa avaliação para o gênero, a média fica abaixo da recepção do longa original (A-).

Crítica | ‘Five Nights at Freddy’s 2’ expande a mitologia do filme original em uma divertida, mas falha aventura

‘Five Nights at Freddy’s 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna GraceWayne KnightMegan Fox.

Emma Tammi retorna à direção.

Os 10 MAIORES Fracassos do Cinema em 2025

2025 foi um ano estranho. Ele provou que nem grandes estúdios, franquias consagradas ou elencos estrelados garantem sucesso nas bilheterias. Apostas dadas como certas fracassaram, atrizes criticadas durante a divulgação de materiais promocionais brilharam mais do que outras que acabaram entregando uma performance vergonhosa. Sim, estou falando de ‘Branca de Neve‘. E temos um fator em comum em filmes que fracassaram recentemente: Jared Leto. O ator afundou de vez a franquia ‘Tron‘.

Com orçamentos inflados, campanhas de marketing milionárias e expectativas altíssimas, diversos filmes de Hollywood acabaram se tornando fracassos comerciais retumbantes, arrecadando muito menos do que o necessário para se pagar. Altas apostas, altos riscos. Esse é o mundo do entretenimento.

A seguir, listamos do 10º ao 1º lugar, os maiores fracassos de bilheteria de 2025, levando em conta orçamento, arrecadação nos EUA e no mercado internacional, além do buzz que cada filme gerou e acabou não cumprindo.

10. Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado

Orçamento: US$ 18 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 32,2 milhões
• Mundial: US$ 64,8 milhões

A nova tentativa de reviver a clássica franquia slasher apostou pesado na nostalgia, apresentando um novo grupo de jovens perseguidos por um assassino ligado a um crime do passado.

Apesar de não ter sido um desastre absoluto, o filme ficou aquém das expectativas comerciais e teve recepção crítica majoritariamente negativa, com muitos apontando que a história pouco acrescenta ao legado da franquia e se apoia demais em fórmulas recicladas.

9. Better Man – A História de Robbie Williams

Orçamento: US$ 110 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 1,9 milhões
• Mundial: US$ 22,5 milhões

O drama tentou conquistar o público com uma narrativa de superação pessoal e conflitos internos, mas falhou em gerar interesse comercial. A ideia de gastar milhões de dólares para recriar o protagonista como um macaco pareceu genial, mas aparentemente o público não comprou a ideia. O filme foi caríssimo.

A crítica reagiu com frieza, destacando uma execução previsível e falta de impacto emocional. O filme passou rapidamente pelos cinemas, tornando-se um fracasso silencioso, mas significativo.

8. A Grande Viagem da Sua Vida

Orçamento: US$ 45 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 7 milhões
• Mundial: US$ 20,2 milhões

Estrelado por Margot Robbie e Colin Farrell, o filme mistura fantasia romântica e reflexões sobre destino, acompanhando dois estranhos conectados por uma jornada misteriosa.

Apesar do elenco de peso, a produção não conseguiu atrair público, e a crítica apontou problemas de ritmo, excesso de sentimentalismo e falta de conexão emocional, transformando o longa em um dos flops mais comentados do ano.

7. Elio

Orçamento: estimado entre US$ 150 e 200 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 73 milhões
• Mundial: US$ 154 milhões

A nova animação da Pixar acompanha um garoto confundido com o representante da Terra em uma assembleia intergaláctica. Apesar da proposta criativa, o filme não repetiu o sucesso clássico do estúdio.

Mesmo com críticas razoavelmente positivas, o público não compareceu em massa, tornando ‘Elio’ um dos piores desempenhos comerciais da história da Pixar, especialmente considerando seu alto orçamento.

6. Coração de Lutador: The Smashing Machine

Orçamento: US$ 45 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 11,4 milhões
• Mundial: US$ 21,2 milhões

O drama biográfico estrelado por Dwayne Johnson retrata a trajetória intensa do lutador de MMA Mark Kerr.

Apesar das expectativas em torno da atuação do astro, o filme não empolgou o público, teve divulgação limitada e recebeu críticas mistas, sendo apontado como um projeto excessivamente sério e pouco envolvente — um fracasso considerável para um filme liderado por The Rock.

5. Thunderbolts*

Orçamento: US$ 180 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 190 milhões
• Mundial: US$ 382 milhões

Embora os números pareçam altos, o filme entrou na lista por não atingir o patamar esperado para um lançamento da Marvel.

Reunindo anti-heróis do MCU, o longa sofreu com críticas mornas, apontando falta de identidade e impacto. Considerando os custos de produção e marketing, o resultado foi visto internamente como abaixo do mínimo esperado para o estúdio.

4. M3GAN 2.0

Orçamento: entre US$ 15 e 25 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 20 milhões
• Mundial: US$ 33,1 milhões

A continuação do sucesso de terror trocou o suspense afiado do original por uma abordagem mais voltada à ação e ficção científica.

A mudança de tom afastou parte do público, e a crítica considerou que o filme perdeu a personalidade que tornou ‘M3GAN’ um fenômeno. O resultado foi um desempenho muito inferior ao esperado para uma sequência.

3. GOAT

Orçamento: entre US$ 27 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 25 milhões
• Mundial: US$ 27,8 milhões

Pouco divulgado e sem força de marketing, ‘Goat’ passou praticamente despercebido nos cinemas.

Com críticas mornas e ausência total de boca a boca positivo, o filme rapidamente deixou de ser exibido, consolidando-se como um fracasso comercial absoluto, apesar de não ter tido um orçamento gigantesco.

 

2. Tron: Ares

Orçamento: entre US$ 180 e 220 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 73 milhões
• Mundial: US$ 142 milhões

A aguardada continuação da franquia ‘Tron’ tentou modernizar o universo digital, explorando o impacto de inteligências artificiais no mundo real.

Apesar do visual caprichado, o filme não conseguiu conquistar o público, recebeu críticas divididas e ficou muito abaixo do necessário para se pagar, tornando-se um dos maiores prejuízos da Disney em 2025.

1. Branca de Neve 

Orçamento: acima de US$ 250 milhões
Bilheteria:
• EUA: US$ 87,2 milhões
• Mundial: US$ 205,7 milhões

A releitura live-action do clássico da Disney chegou cercada de polêmicas, altas expectativas e um orçamento gigantesco.

O resultado foi desastroso: críticas negativas, rejeição do público e uma bilheteria incapaz de compensar o investimento massivo. ‘Branca de Neve’ se consolidou como o maior fracasso comercial de Hollywood em 2025, simbolizando o desgaste dos remakes em live-action do estúdio.

Os fracassos de 2025 deixam um recado claro para Hollywood: marca forte e orçamento alto não substituem boas histórias e conexão com o público. Em um ano marcado por escolhas criativas questionáveis e expectativas infladas, esses dez filmes se tornaram exemplos de como até os maiores estúdios podem errar feio.

Corre que dá tempo: 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar!

2026 está chegando, e todas as pessoas que amam séries estão ansiosas pelos próximos lançamentos que chegarão no ano que vem. Mas você assistiu a todas as grandes séries de 2025? Para quem está em seu momento de descanso, entre o natal e o ano novo, e procura uma obra seriada pra conferir nos streamings, fica aqui as 10 SÉRIES pra ver antes de 2026 chegar.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

 

Dexter: Ressurreição (Paramount Plus)

Depois de sobreviver milagrosamente a um tiro dado pelo próprio filho na jornada anterior, Dexter (Michael C.Hall) parte rumo a uma nova Iorque que ele não conhece em busca de reestabelecer os laços com seu único herdeiro, Harrison (Jack Alcott). Nesse lugar, cheio de caminhos e reflexões, acaba batendo de frente com um clube de serial killers – um prato cheio pra quem gosta de fazer justiça com as próprias mãos.

 

It: Bem-Vindos a Derry (HBO MAX)

Com um episódio piloto simplesmente brilhante e surpreendente, em It: Bem-Vindos a Derry, ambientado no início da década de 1960, acompanhamos uma série de situações sinistras que ocorrem na cidade de Derry, antes dos eventos de It: A Coisa.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Chad Powers (Disney Plus)

Nascido de uma pegadinha feita anos atrás pelo ex-jogador da NFL Eli Manning – vencedor de dois super bowls – para uma série documental da ESPN, o personagem fictício Chad Powers ganhou uma inesperada série – e muito interessante, por sinal. No papel principal, o ator Glen Powell – em ótima atuação – dá vida a um homem frustrado em busca do recomeçar. Com seis episódios em sua primeira temporada, a série convence ao transformar uma fórmula batida – que tinha tudo pra dar errado – em um verdadeiro touchdown!

 

Homem x Bebê (Netflix)

Aos 70 anos, e após uma breve participação no longa-metragem Wonka (2023), o ator e comediante britânico Rowan Atkinson, conhecido por seu inesquecível personagem Mr. Bean, volta a uma grande produção, dessa vez em parceria com a NETFLIX. Homem x Bebê, minissérie curtinha de apenas quatro episódios, apresenta eventos dissonantes na vida de um homem ingênuo mas de bom coração que se vê envolvido em uma situação pra lá de inusitada.

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Ambientado na década de 1960, em Ninguém nos Viu Partir, conhecemos Valeria (Tessa Ia), uma jovem que largou o mestrado e foi obrigada a se casar com o arquiteto Leo (Emiliano Zurita), em um acordo entre as famílias judias que residem no México. O casal tem dois filhos. O tempo passa e Valeria se apaixona pelo cunhado do marido, Carlos (Gustavo Bassani). Após descobrir a traição, Leo, com a ajuda do pai, Samuel (Juan Manuel Bernal), sequestra as crianças e foge para a Europa. Durante muitos meses, Valeria se vê em uma busca cheia de reviravoltas, movida pelo sonho de voltar a ver as crianças.

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

O Naufrágio do Heweliusz (Netflix)

Era o início do ano de 1993, na Polônia. O enorme cargueiro MS Jan Heweliusz, construído no final da década de 1970, se preparava para mais uma jornada atravessando o Mar Báltico. A bordo, mais de 60 pessoas – entre passageiros e tripulantes. Durante uma manobra arriscada – mas necessária diante das condições que se estabeleceram –, a embarcação começou rapidamente a afundar, se tornando um dos maiores desastre marítimos europeus.

 

Stranger Things (Netflix)

Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.

10 FILMES pra começar 2026 no clima certo!

Com o ano novo pertinho, o que mais fazemos nesse período é refletir sobre como podemos nos desenvolver como seres humanos – e reflexões não faltam! Alguns filmes tem o poder de nos fazer pensar sobre a vida e as mudanças que sempre deixamos para depois. Abaixo, segue uma poderosa lista com alguns filmes que podem ajudar você a enxergar a vida com outros olhos e entrar 2026 com um ar positivo:

 

Viver (Netflix)

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que passou toda vida no departamento de obras públicas. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias. Nos dias seguintes, passa a buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Desajustados (Reserva Imovision)

O solitário Fúsi (Gunnar Jónsson) leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Ele trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e sofre, quase diariamente, Bullying de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e o padrasto e, certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança. Nesse lugar, Fúsi acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir), um fato que pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty (Disney Plus)

Você já fez algo realmente extraordinário? Com um roteiro do sempre competente Steve Conrad, baseado em um personagem criado pelo escritor americano James Thurber – em um conto publicado na revista The New Yorker -, A Vida Secreta de Walter Mitty se propõe a ajudar o público a encontrar a verdadeira beleza do sonhar, contida dentro de todos nós.

 

Canção para Marion (Diamond Films)

O ranzinza Arthur (Terrence Stamp) vive com sua mulher Marion (Vanessa Redgrave) em uma casa simples, em um bairro afastado do grande centro. Marion possui uma doença terminal, e sua única alegria é cantar e se reunir com o coral da cidade. Arthur a acompanha em todos os ensaios, mas faz questão de ser antipático com todos. Quando Marion falece, Arthur começa a tentar se reconstruir com a ajuda de todos que conhecem sua dolorosa história.

 

O Guia da Família Perfeita (Netflix)

Dirigido pelo cineasta canadense Ricardo Trogi, O Guia da Família Perfeita é um projeto que reúne uma série de situações que vivenciamos – ou sabemos pela realidade – sobre convivência em família, principalmente nas complexas relações entre pais e filhos.

 

Eu, Capitão (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses, resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam: sofrem com os horrores da ganância humana e dos conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança, mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

O Grande Golpe do Leste (Filmelier +)

Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) formam um casal que vive os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Estabelecidos em um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade em um mundo novo que está por vir.

 

Hector e a Procura da Felicidade (Prime Video)

Hector é um psiquiatra que leva uma vida monótona ao lado de sua namorada. Após uma sessão com uma paciente, ele desperta para seus sentimentos e emoções, embarcando em uma jornada de autodescoberta.

 

Um Pequeno Grande Plano (Filmelier +)

Na trama, conhecemos Abel (Louis Garrel) e Marianne (Laetitia Casta), um jovem casal que, após notarem o sumiço de algumas roupas e objetos pela casa, confronta o filho Joseph, de apenas 13 anos. Após esse papo, descobrem que o filho, e mais centenas de jovens de todo o mundo, estão bolando um projeto secreto para ajudar a África. Tendo isso revelado, o casal embarca em uma jornada de conflitos sobre como enxergam o mundo e o próprio casamento.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Fran (Daisy Ridley) é uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefere ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis, mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.

‘Se Não Fosse Você’ estreia em 1º LUGAR como filme mais alugado no Prime Video; Vale a pena assistir?

A adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) estreou em primeiro lugar como o filme mais alugado no catálogo do Prime Video.

Em ‘Se Não Fosse Você‘, acompanhamos a história de um casal que vê sua relação ser colocada à prova após um acontecimento inesperado mudar completamente o rumo de suas vidas. Entre escolhas difíceis, segredos do passado e decisões que não podem ser desfeitas, os dois são forçados a confrontar sentimentos mal resolvidos e a imaginar como tudo poderia ter sido diferente caso tivessem feito outras escolhas.

Misturando drama e romance, o filme explora temas como destino, arrependimento, amor e segundas chances, mostrando como pequenos acontecimentos podem alterar profundamente o futuro de uma relação. Ao alternar momentos emocionais intensos com reflexões íntimas, a produção convida o público a pensar até que ponto nossas vidas são moldadas por decisões individuais — e pelo impacto das pessoas que cruzam nosso caminho.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Enquanto parte do público pode ficar cansado com a alta dose de momentos açucarados e melodramáticos, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você’ cumpre com o esperado e se vale bastante do talento do elenco para alcançar um objetivo muito claro – entreter e levar os espectadores a refletir sobre a efemeridade da vida e sobre a busca da felicidade mesmo nas horas mais sombrias – Leia a nossa crítica completa!

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 70 milhões nas bilheterias mundiais. O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 38.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 32.4 milhões através de 57 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 71 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$3.3M), Austrália (US$2.9M), Brasil (US$1.5M) e México (US$1.5M).

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) fica responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).

Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’), Scott Eastwood (‘Infiltrado’), Sam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) estrelam.

Antes de ‘M3GAN’, nos anos 80 existia ‘Super Vicky’ – Série clássica completa 40 anos! Você lembra?

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Um dos sucessos surpresa do cinema, ‘M3GAN’ (2023) apresentou uma boneca-robô dona de inteligência artificial, que se torna a melhor amiga de uma menina. Este ano, a sequência ‘M3GAN 2.0’ transformou a vilã do filme original em heroína, enfrentando uma nova ameaça. Antes de M3GAN se popularizar na cultura pop atual, outra menina robô fez muito sucesso junto com a geração dos anos 80. Falo de Super Vicky – sitcom que ficou famosa no Brasil graças a exibições na TV Globo, e está completando quatro décadas de sua estreia em 2025.

Em 1985, no meio de uma enxurrada de séries familiares que invadiam os lares americanos como um tsunami de bons costumes e trilhas sonoras com tecladinhos, surgiu algo, digamos… peculiar. ‘Super Vicky’ (Small Wonder, no original) estreou com uma proposta tão bizarra quanto encantadora: e se uma robô em forma de menina passasse a viver como parte de uma família suburbana comum? Pois é. Com essa premissa digna de um episódio rejeitado de ‘Black Mirror, a série caiu no gosto do público, especialmente das crianças e adolescentes da época, e se tornou um daqueles clássicos cult que muitos não admitem, mas adoram.

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A mente por trás dessa maravilha tecnológica era Howard Leeds, um veterano da televisão que já havia trabalhado em sucessos como ‘A Família Do-Re-Mi, ‘Arnold‘ e ‘Vivendo e Aprendendo‘. Leeds aparentemente decidiu que era hora de ir além das famílias convencionais e criar uma sitcom que misturasse comédia pastelão, ficção científica e altas doses de absurdos robóticos. Inspirado por uma ideia anterior que flertava com a criação de um robô doméstico, ele decidiu testar os limites do que o público aceitaria como “entretenimento familiar”.

A série foi produzida pela Metromedia Producers Corporation e distribuída de forma independente (o famoso “syndication”), o que significava que não estava atrelada a uma grande emissora. Mesmo assim, ‘Super Vicky‘ conseguiu encontrar seu público – e que público! A série virou febre em vários países, inclusive no Brasil, onde foi exibida incansavelmente nos anos 80 e 90, ganhando legiões de fãs mirins fascinados com aquela menina de olhos arregalados e fala monocórdica que fazia tarefas domésticas com força sobre-humana.

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No centro da trama está a família Lawson. Ted Lawson (Richard Christie), o patriarca, é engenheiro em robótica e o gênio por trás da criação de V.I.C.I. (Voice Input Child Identicant) – a tal robô em forma de criança, interpretada por Tiffany Brissette. Vicky, como é carinhosamente chamada, é programada para aprender a viver como um ser humano, mas suas limitações de linguagem, suas reações mecânicas e sua força descomunal rendem situações hilárias (ou completamente sem noção, dependendo da sua idade e nível de ceticismo).

Joan Lawson (Marla Pennington), a esposa de Ted, é a típica dona de casa dos anos 80: paciente, amorosa, e absolutamente tranquila ao saber que seu marido levou um robô para dentro de casa sem qualquer teste de segurança. O filho do casal, Jamie (Jerry Supiran), se torna o melhor amigo de Vicky e passa boa parte da série tentando protegê-la dos vizinhos bisbilhoteiros – especialmente da menina intrometida Harriet (Emily Schulman), uma espécie de Punky Brewster.

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O elenco, embora modesto, funcionava bem dentro da proposta da série. Tiffany Brissette, em particular, tornou-se um ícone mirim. Sua performance robótica, com trejeitos rígidos e voz monotônica, era ao mesmo tempo cômica e um pouco assustadora – algo entre Wandinha Addams e um assistente virtual dos anos 80. A atriz conseguiu imprimir carisma a um personagem que, por definição, não deveria ter nenhum.

Super Vicky’ não foi exatamente um queridinho da crítica. Pelo contrário: a maioria dos críticos da época torceu o nariz para a série, apontando seu humor simplório, seus efeitos especiais rudimentares e sua produção barata. Mas, como sabemos, crítica e popularidade nem sempre andam de mãos dadas – e Vicky é a prova disso. A série durou quatro temporadas, entre 1985 e 1989, somando 96 episódios.

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Mesmo com um orçamento modesto, o seriado conquistou um público fiel, sobretudo entre as crianças e adolescentes, que se identificavam com a fantasia de ter uma amiga robô – ou com a ideia de ter superpoderes escondidos no armário. Em diversos países, como Brasil, México e Filipinas, ‘Super Vicky’ foi um sucesso de audiência, muito em função da sua dublagem carismática e da exibição em horários nobres para o público infantojuvenil. No Brasil, a série passou por Globo, SBT, e canais a cabo, sempre com uma aura de “nostalgia instantânea”.

O humor pastelão, as lições de moral no estilo “fim de episódio de He-Man”, e os cenários que pareciam feitos de papelão não impediram que a série marcasse uma geração. Era o tipo de programa que, mesmo sem fazer sentido algum, trazia um conforto estranho – como um cobertor velho ou um miojo bem-feito.

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Super Vicky’ não gerou um universo expandido, nem spin-offs, nem um remake cinematográfico (ainda). Mas seu legado vive no coração dos que cresceram com ela – e nas listas de “séries mais bizarras dos anos 80” na internet. Em 2010, rumores sobre um reboot surgiram, mas, como era de se esperar, a ideia não foi pra frente. A própria Tiffany Brissette deixou a carreira de atriz e se tornou enfermeira – talvez cansada de ser confundida com um eletrodoméstico com cabeça.

Se fosse feita hoje, ‘Super Vicky’ provavelmente teria uma abordagem bem diferente. Em tempos de inteligência artificial real, carros autônomos e robôs de verdade limpando nossas casas, a ideia de um robô com aparência infantil já não é só ficção – e acende discussões éticas pesadas. Mas com a pegada certa, talvez como uma sátira ou até uma animação, o conceito poderia funcionar. Afinal, a premissa continua instigante: como seria crescer ao lado de algo que imita um humano, mas não é?

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O que está datado? Praticamente tudo: os figurinos, o tom inocente, os risos de fundo, a trilha sonora, os efeitos especiais. Mas é justamente isso que confere o charme retrô à série. O que daria certo ainda hoje? O absurdo da premissa, o carisma da protagonista e, claro, a eterna pergunta: será que os vizinhos vão descobrir?

Super Vicky’ pode ter sido pequena no nome original (Small Wonder), mas para muita gente, ela foi uma gigante. De olhos fixos, fala travada e coração (de silício), Vicky ainda é uma maravilha – mesmo que um pouco enferrujada.

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Marvel e Disney apostam em estratégia diferenciada ao lançar teasers de ‘Vingadores: Doutor Destino’ apenas nos cinemas

A Marvel Studios e a Disney tomaram uma decisão pouco comum — e altamente controversa — ao optarem por lançar os primeiros teasers de Vingadores: Doutor Destino’ exclusivamente nos cinemas, evitando qualquer divulgação oficial nas redes sociais ou plataformas de vídeo. A estratégia, pensada para transformar a prévia em um “evento cinematográfico”, acabou gerando um efeito colateral inevitável: uma enxurrada de vazamentos, gravações clandestinas e especulações desenfreadas na internet.

A ação marcou uma mudança clara no modelo de marketing adotado pelo estúdio nos últimos anos. Diferente do padrão recente, em que trailers dominam a internet minutos após serem exibidos em convenções ou eventos fechados, a Marvel apostou na experiência exclusiva da sala de cinema, exibindo o teaser antes de grandes lançamentos do estúdio e de parceiros estratégicos.

‘Vingadores: Doutor Destino’, ‘Homem-Aranha 4’, ‘Toy Story 5’ e ‘Pânico 7’ são os filmes de 2026 mais pesquisados no Google; Veja o TOP 10!

Por que lançar apenas nos cinemas?

Internamente, a decisão tem múltiplas camadas. A principal delas é a tentativa de resgatar o valor do cinema como experiência coletiva, algo que a Marvel considera fundamental para o futuro da franquia ‘Vingadores’. Após anos enfrentando desgaste de marca, críticas à saturação do MCU e desempenho irregular de bilheteria, o estúdio entende que precisa reconstruir o senso de “evento imperdível” que marcou filmes como ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’.

‘Vingadores: Doutor Destino’ lidera apostas para maior bilheteria de 2026

Além disso, havia o receio claro de controle narrativo. ‘Vingadores: Doutor Destino’ carrega elementos considerados extremamente sensíveis para o futuro do MCU — incluindo conexões com o Multiverso, variantes e a introdução definitiva do vilão Victor Von Doom como grande eixo da nova saga. Um teaser lançado oficialmente na internet poderia ser dissecado quadro a quadro em minutos, comprometendo surpresas planejadas para os próximos anos.

Vazamentos inevitáveis e efeito contrário

Na prática, porém, o plano não saiu exatamente como o esperado. Poucas horas após as primeiras exibições, vídeos gravados clandestinamente dentro das salas começaram a circular em redes como X (antigo Twitter), TikTok, Reddit e fóruns especializados. Mesmo com qualidade baixa, as imagens foram suficientes para alimentar teorias, análises e rumores.

VAZAM fotos do segundo teaser de ‘Vingadores: Doutor Destino’ que revela o novo visual do Thor

Personagens misteriosos, frases soltas de diálogo, símbolos associados ao Doutor Destino e até possíveis pistas sobre o retorno de versões alternativas de heróis clássicos passaram a ser debatidos intensamente. O que era para ser um teaser controlado acabou se transformando em um quebra-cabeça coletivo, montado a partir de vazamentos incompletos e muitas interpretações conflitantes.

Curiosamente, esse efeito colateral acabou ampliando ainda mais o alcance do material. Embora a Marvel não tenha divulgado oficialmente o segundo e terceiro teaser, o assunto dominou tendências globais e gerou milhões de visualizações indiretas, provando que o interesse pelo futuro dos ‘Vingadores’ continua alto — mesmo em um momento de desconfiança do público.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Novos rumores indicam papel de destaque para [SPOILER]

A estratégia por trás do silêncio oficial

A ausência de uma versão oficial online também não é acidental. Fontes próximas ao estúdio indicam que a Marvel já previa os vazamentos e, de certa forma, contava com eles como parte da campanha. Ao não confirmar nem desmentir teorias, o estúdio mantém o debate vivo, prolonga o ciclo de atenção e evita “queimar” material promocional cedo demais.

Outro ponto importante é o calendário. ‘Vingadores: Doutor Destino’ ainda está distante da estreia, e a Marvel não quer repetir erros recentes, quando trailers foram lançados muito cedo e o hype se dissipou ao longo de meses. A ideia é dosar a informação, criando picos de interesse bem definidos até o lançamento oficial do primeiro trailer completo.

Mais um dos Vingadores originais deve voltar para ‘Vingadores: Doutor Destino’

Um teste para o futuro do MCU

Mais do que promover um único filme, a estratégia funciona como um teste de comportamento do público. A Disney quer medir até que ponto os fãs estão dispostos a sair de casa para ter acesso antecipado a conteúdos exclusivos e como o boca a boca — positivo ou negativo — se espalha sem o controle direto das redes oficiais.

Se bem-sucedida, a tática pode se repetir em outros projetos de grande escala do estúdio. Caso contrário, os vazamentos podem forçar a Marvel a antecipar o lançamento online do teaser, retomando o modelo tradicional.

Novo “Barbenheimer”? ‘Duna 3’ e ‘Vingadores: Doutor Destino’ mantêm estreia no mesmo dia

Pela manhã, VAZOU um suposto teaser trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ focado nos X-Men com Ciclope e Sentinelas.

No trecho vazado, quem ganha maior atenção é ninguém menos que o Ciclope, novamente interpretado por James Marsden.

Marsden ficou marcado por viver o líder dos X-Men na trilogia original produzida pela 20th Century Studios, lançada no início dos anos 2000. Apesar da importância do personagem nos quadrinhos, muitos fãs consideram que o ator nunca teve espaço suficiente para explorar todo o potencial dramático e heroico de Scott Summers nas telas, frequentemente ficando em segundo plano nas histórias.

No fundo, você pode ver um Sentinela andando.

Assista:

“Stephen King estava dentro desde o início”, diz Andy Muschietti sobre criar uma nova história para ‘IT: Bem-Vindos A Derry’ [EXCLUSIVO]

IT: Bem-Vindos a Derry‘ expande o universo criado por Stephen King em seu livro ‘It – A Coisa‘ através de uma ideia do diretor Andy Muschietti e da produtora Barbara Muschietti.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, eles revelaram que Stephen foi muito participativo e embarcou na ideia de expandir o universo logo no início do projeto.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

‘IT – A Coisa’: Cena em que Pennywise DEVORA um bebê pode ser lançada em SUPERCUT que junta os dois filmes [EXCLUSIVO]

O capítulo final, intitulado “Winter Fire”, vai ao ar hoje, 14 de dezembro.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

IT: Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Entrevista – Por que ‘Adeus, June’ levou Kate Winslet à sua estreia na direção [EXCLUSIVO]

Kate Winslet não planejava dirigir seu primeiro longa-metragem. A decisão nasceu não de um cálculo de carreira, mas de uma recusa íntima em se afastar do projeto. “Quando percebi que não queria entregar o filme a outro diretor, tive uma reação muito forte”, contou ao CinePOP, em entrevista exclusiva por Zoom. “Eu simplesmente não queria deixar o filme. E então pensei: ‘eu posso dirigi-lo’.”

Na tela, Winslet parecia estar em casa — cortinas com estampa em zigue-zague e um sofá colorido ao fundo. Nada lembrava o neutro impessoal de um quarto de hotel ou de um estúdio. Apesar do ambiente informal, a atriz foi precisa ao descrever o caminho que a levou a assumir a direção de Adeus, June (Goodbye June), lançado em 24 de dezembro na Netflix — um drama familiar centrado nos últimos dias de vida de uma matriarca cercada pelos filhos e netos.

Kate Winslet em entrevista com Letícia Alassë sobre ‘Adeus, June’ (Foto: reprodução)

Um roteiro precoce e raro

O projeto tem origem doméstica. O roteiro foi escrito por Joe Anders, filho mais novo de Winslet com o cineasta Sam Mendes (1917). No filme, ele assina sem os sobrenomes dos pais — escolha semelhante à da irmã, a atriz Mia Threapleton (O Esquema Fenício), que também optou pelo nome artístico do pai, menos conhecido.

Winslet lembra com clareza da primeira leitura. “Fiquei completamente tomada pelos personagens e pelo diálogo. Era tudo muito real.” O que mais a impressionou foi a naturalidade das falas. “É o tipo de diálogo que você não encontra com frequência, mesmo depois de tantos anos como atriz.

Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net para a Netflix)
Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net)

Joe, entretanto, resistiu à ideia de transformar o texto em filme. “Ele achou que eu estava louca”, contou ela, rindo. “Disse: ‘Mãe, não precisa ser um filme. Eu só estou aprendendo a fazer isso’.” Winslet insistiu para que o filho concluísse o roteiro. Quando ele voltou com as páginas finais, algo se cristalizou para ela. “Eu conseguia ver que aquilo poderia ser especial.

O ponto de virada

Após cerca de um ano de desenvolvimento, o projeto atraiu o interesse da Netflix. Winslet entraria como produtora e atriz — interpreta Julia, uma das filhas da matriarca que dá título ao filme e que funciona como eixo emocional entre os irmãos, cada um atravessando seus próprios dilemas de parentalidade, relacionamento e trabalho. A direção, inicialmente, seria entregue a outro nome. Foi nesse momento que a resistência de Winslet em se afastar do projeto se impôs.

Eu estava prestes a mandar o roteiro para outros diretores quando tive essa reação emocional muito forte.” Ainda assim, ela faz questão de afastar a ideia de um gesto irrefletido. “Eu nunca teria feito isso se não sentisse que era o momento certo da minha vida. E também não teria feito se não me sentisse pronta.

Andrea Riseborough, Toni Collette, Kate Winslet, Johnny Flynn, Timothy Spall e Fisayo Akinade participam da estreia mundial de “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net)
Andrea Riseborough, Toni Collette, Kate Winslet, Johnny Flynn, Timothy Spall e Fisayo Akinade participam da estreia mundial de “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net)

Depois de mais de três décadas diante das câmeras — período que inclui o Oscar de Melhor Atriz por O Leitor (2008) —, Winslet sentiu que a experiência acumulada finalmente se reorganizava. “Cresci praticamente em sets de filmagem”, disse ela.

Casada durante sete anos com Sam Mendes, com quem trabalhou em Foi Apenas um Sonho (2008), e dirigida por cineastas como Peter Jackson (Almas Gêmeas), Ang Lee (Razão e Sensibilidade), Stephen Daldry (O Leitor) e James Cameron (Titanic), Winslet teve uma formação informal privilegiada — um longo aprendizado por observação.

Ficção, memória e o Natal

Embora profundamente íntimo, Adeus, June é uma obra de ficção. Joe se inspirou na morte da avó — mãe de Winslet — em 2017, quando ainda era adolescente. “Meu filho perdeu a avó muito jovem e ficou profundamente marcado pela forma como, como família, conseguimos transformar aquela despedida em algo bonito”. O roteiro, no entanto, não reproduz essa experiência.

Ele sabia que essa não é a realidade para todo mundo. Para muitas famílias, esses momentos são extremamente complicados. Por isso, criou uma família completamente fictícia.”

Para Winslet, a ambientação no Natal foi uma escolha acertada. “Achei absolutamente brilhante situar a história nesse período, porque você sente o tempo correndo — os dias passando — enquanto todos se preparam para um grande evento.” No filme, a celebração e a perda coexistem.

Construir calor em um espaço frio

Como diretora, Winslet se preocupou em transformar o hospital — cenário central da narrativa — em um espaço emocionalmente habitável. “Hospitais podem ser lugares frios, solitários, com luzes duras. Isso não combinava com a história que estávamos contando.

Elementos natalinos ajudam a construir esse acolhimento visual. “As luzes, a árvore, pequenos detalhes tornam o espaço mais quente, mais confortável.” A decisão está ligada à personagem June, a mãe à beira da morte. “Ela ama profundamente a família e não quer deixá-los. Era importante que o filme refletisse isso visualmente.

Kate Winslet em entrevista sobre ‘Adeus, June’ ao CinePOP (Foto: reprodução)

Nem sempre, porém, o afeto visual encontra eco na densidade dramática. Alguns conflitos permanecem na superfície, e certas insinuações parecem hesitar diante da dor da perda. A juventude do roteirista se faz sentir nessas escolhas, mesmo sob a tutela atenta da mãe-diretora.

Da atuação à direção

Mesmo sem tempo para aprofundar esse aspecto durante a entrevista, Adeus, June revela uma diretora moldada pela observação. A confiança depositada nos atores — como Toni Collette e Helen Mirren — aponta para uma encenação que privilegia diálogos e atuações diretas, com pouco espaço para silêncios prolongados ou submersões emocionais. Winslet parece menos interessada em impor uma marca autoral do que em sustentar cenas acessíveis, ancoradas na escuta e no jogo coletivo.

O ano de 2025 tem sido marcado por atrizes e atores que transformaram anos de observação em gesto autoral. Scarlett Johansson (Eleanor the Great), Kristen Stewart (A Cronologia da Água), Eva Victor (Sorry, Baby) e Harris Dickinson (Urchin – Pelas Ruas de Londres) assumiram a câmera como forma de afirmação estética — e, em alguns casos, também política.

Johnny Flynn, Andrea Riseborough, Timothy Spall, Kate Winslet e Fisayo Akinade em ‘Adeus, June’. (Crédito: Kimberley French/Netflix © 2025.)

Winslet segue outro caminho. Adeus, June não busca ruptura, mas acolhimento. Há algo de profundamente materno — no melhor sentido — em sua estreia como diretora: menos sobre impor uma visão e mais sobre cuidar de um espaço comum, onde os conflitos podem existir sem a necessidade de confronto explícito.

Ao fim da conversa, perguntada se pretende continuar dirigindo, Winslet respondeu sem hesitar: “Sim, eu espero que sim.” Depois de décadas quebrando padrões diante das câmeras, Adeus, June não soa como ponto de chegada, mas como um primeiro passo — ainda cauteloso, ainda tímido — de uma artista que começa a se deslocar, com atenção e cuidado, para trás das lentes.

Veja a entrevista completa no YouTube:

 

Selton Mello revela que guardou segredo sobre ter sido escalado para ‘Anaconda’ [EXCLUSIVO]

Estreando em uma produção hollywoodiana, Selton Mello interpreta o personagem brasileiro Carlos Santiago em ‘Anaconda‘.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, ele revelou como conseguiu o papel e que teve que guardar segredo enquanto promovia ‘Ainda Estou Aqui‘.

Assista:

A comédia cuja proposta é divertir e levar toda a família para os cinemas já está em cartaz e os portais de notícias estadunidenses Deadline e IndieWire, veículos de grande repercussão internacional focados em entretenimento e cinema, destacam a atuação de Selton como domador de cobras.

“(…) O restante do elenco se encaixa muito bem, especialmente o sempre confiável Zahn e o grande ator brasileiro Mello (‘Ainda Estou Aqui’), que rouba cenas como o treinador de anacondas tomado pela dor”, enfatiza Pete Hammond, do Deadline.

Já o jornalista David Ehrlich, do IndieWire, detalha:

“Não é surpresa que o trunfo de Anaconda seja a atuação de Selton Mello como o domador de cobras que nossos protagonistas encontram, já que a funcionalidade do seu papel permite que o extraordinário ator brasileiro mantenha o foco de um jeito que se mostra impossível de ser acompanhado por seus colegas de elenco mais proeminentes. Além disso, há algo fascinante em ver o ‘pai’ do filme ultrassério do ano passado, ‘Ainda Estou Aqui’, fazer uma guinada tão radical para uma comédia desse quilate.”

Dirigido por Tom Gormican (‘O Peso do Talento’), a trama de ‘Anaconda‘ é situada na Amazônia e acompanha Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que enfrentam uma crise de meia-idade e resolvem realizar o antigo sonho de regravar o filme “Anaconda”, que marcou a juventude da dupla. Porém, as coisas saem do controle quando uma cobra gigante surge no set de filmagem e eles precisam lutar por sobrevivência.

O reboot de ‘Anaconda‘ deve arrecadar em torno de US$ 20 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

A expectativa é que a nova versão se torne a maior estreia da franquia no país, superando o primeiro filme (US$16.6M), de 1997, e a sequência ‘Anaconda 2: A Caçada pela Orquídea Sangrenta‘ (US$12.8M).

O longa deve alcançar o TOP 2 das maiores arrecadações no território norte-americano, atrás apenas de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (US$75M).

Vale lembrar que os críticos não ficaram muito impressionados com o reboot – que conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral detona o tom exageradamente cômico desta nova versão, criticando as piadas que não funcionam, as cenas de ação pouco memoráveis e a falta de destaque da cobra titular.

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Separamos os trechos das principais críticas:

“Lamentavelmente, a estrela de ‘Anaconda’ que recebe menos atenção é justamente a mais importante: a cobra.” (Slant Magazine)

“É meio trágico que, atualmente, a única maneira de Hollywood fazer uma comédia seja forçando de forma desajeitada alguma franquia pré-estabelecida nela.” (ScreenCrush)

“Infelizmente, [o diretor Tom] Gormican tirou completamente a graça da piada principal. As cenas cômicas não funcionam, a ação é desleixada e todos os atores parecem tão perdidos quanto o pobre Owen Wilson parecia estar no filme original.” (Globe and Mail)

“A sequência meta de ‘Anaconda’ cumpre a cota mínima de risadas enquanto zomba alegremente do material original, assumidamente brega. O filme alcança um sucesso básico ao abraçar palhaçadas bobas com uma piscadela para o absurdo óbvio.” (MovieWeb)

“Apesar do filme ser prejudicado por alguns efeitos visuais questionáveis, uma cinematografia sem graça e piadas preguiçosas, essa desordem se torna uma força em uma produção que defende um espírito cinematográfico despojado e amador.” (But Why Tho? A Geek Community)

“‘Anaconda’ é um trabalho decepcionante do diretor Tom Gormican, que falha em criar um reboot bem-sucedido da franquia da Sony Pictures.” (IGN Movies)

“O reboot de ‘Anaconda’ é muito adulto para agradar ao público de ‘Jumanji’, mas não é maduro suficiente para explorar seu próprio potencial.” (New York Magazine)

O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 25 de dezembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Anaconda’ virou ‘Jararaca’! Vem ver o cartaz…

Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Steve Zahn (‘Silo’), Thandiwe Newton (‘Westworld’), Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

‘Wicked: Parte 2’ ultrapassa MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Wicked: Parte 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 13 das maiores arrecadações de 2025. A produção também representa o terceiro maior lançamento do ano para a Universal Pictures, atrás apenas de ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$869.1M) e o live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$636.2M).

Nos EUA, o longa soma US$ 331.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 172.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 503.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$56.4M), Austrália (US$19M), Alemanha (US$9.7M), Coreia (US$6.5M) e México (US$6.3M).

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ abriu com US$ 226 milhões mundialmente – o que representa a maior estreia global da história para uma adaptação musical da Broadway.

Já nos EUA, a continuação estreou com sólidos US$ 150 milhões, superando o primeiro filme (US$125M) e se tornando o terceiro maior lançamento da história para um longa musical, atrás apenas do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$191.7M) e ‘A Bela e a Fera‘ (US$174.7M).

Com 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou o coração dos espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média alcançada pelo primeiro filme.

Wicked: Parte 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Stephen King faz apelo divertido ao criador da série ‘Pluribus’

Apesar do desenvolvimento da 2ª temporada da aclamada série ‘Pluribus‘ já ter começado, a expectativa é que as filmagens sejam iniciadas apenas em maio de 2026.

Somando as gravações com o extenso período de pós-produção, a segunda temporada só deve ser lançada em 2027 – ou seja, os espectadores terão que esperar em torno de dois anos para assistirem novos episódios.

Através do seu Twitter/X, o mestre do terror Stephen King expressou sua insatisfação com isso, e fez um divertido apelo do criador do seriado, Vince Gilligan (‘Breaking Bad’).

Vince Gilligan disse que não tem pressa em desenvolver a segunda temporada de ‘Pluribus’. Eu entendo, mas, ei, Vince, se você estiver escutando: eu não estou ficando mais jovem,” declarou o popular autor.

Sucesso na Apple TV+, ‘Pluribus‘ se tornou um sucesso imensurável que já quebrou recordes de visualização na plataforma.

Segundo o streaming, os dois primeiros episódios da atração superaram a estreia da 2ª temporada de ‘Ruptura‘ como o maior lançamento de uma série de drama do serviço em mais de cem países, incluindo os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, o Brasil e a Austrália.

A série cravou impressionantes 6,4 milhões de horas assistidas nos EUA com os dois primeiros capítulos ao longo de sete dias. No geral, a aceitação do público culminou na estreia do projeto em quarto lugar no ranking, atrás apenas de série com mais episódios disponíveis.

“Raramente guardar o segredo de uma série que amamos tanto foi uma experiência tão divertida e gratificante quanto com Pluribus, disse Matt Cherniss, chefe de programação da plataforma. “A premissa incrivelmente inventiva de Vince nos impressionou desde o primeiro momento em que a lemos, e testemunhar a genialidade com que ele deu vida a esta série é realmente notável. É emocionante ver o público do mundo todo se apaixonar por esta série instigante, perspicaz e com um humor ácido, enraizada na humanidade, com um elenco excepcional liderado pela talentosa Rhea Seehorn. Mal podemos esperar para que os espectadores mergulhem ainda mais no mistério”.

Primeiras Impressões | Vince Gilligan acerta mais uma vez com a IMPECÁVEL série de suspense ‘Pluribus’

Gilligan também entra como showrunner.

A trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra (Rhea Seehorn), que deve salvar o mundo da felicidade.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Fracasso de público e crítica, ‘M3GAN 2.0’ chega no streaming; Saiba aonde assistir!

M3GAN 2.0‘ fracassou em sua estreia nos cinemas, e agora tenta encontrar seu público no streaming. O filme acaba de ser lançado no catálogo do Prime Video.

Nos Estados Unidos e no mercado global, ‘M3GAN 2.0‘ arrecadou cerca de US$ 39 milhões, um valor modesto se comparado ao primeiro filme, que ultrapassou US$ 180 milhões mundialmente. A estreia americana, em especial, foi um sinal de alerta: o filme arrecadou apenas US$ 10,2 milhões no fim de semana de lançamento, menos da metade da estreia do original, que somou mais de US$ 30 milhões no seu primeiro fim de semana.
Wikipedia

A decepção começou rapidamente. Críticas especializadas destacaram que a sequência mudou drasticamente o tom da história: em vez do horror com pitadas de comédia inteligente que marcou o primeiro ‘M3GAN‘, ‘M3GAN 2.0‘ investiu em uma mistura de ação, humor e elementos sci-fi, diluindo o aspecto terror que havia conquistado o público inicialmente. Essa mudança de gênero foi apontada como um dos principais motivos da reação negativa.

No agregador Rotten Tomatoes, o filme ficou com cerca de 58% de aprovação dos críticos, e sua média no Metacritic foi igualmente mediana, refletindo críticas variadas e, em muitos casos, desapontadas com a qualidade geral. Enquanto alguns espectadores até elogiaram aspectos isolados, a sensação predominante foi de que o filme não justificou sua existência como sequência significativa

Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum quebrou o silêncio sobre o fracasso.

“Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Anteriormente, o produtor comentou sobre o futuro da saga: “Vamos torcer para que o segundo filme se saia bem o suficiente para que possamos fazer mais M3GANs”. 

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube: